APLICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE CÉLULA NO ENSINO FUNDAMENTAL

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1 APLICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DE CÉLULA NO ENSINO FUNDAMENTAL *Fernanda das Graças Marra Elias 1 (IC), Pabline Almeida Siqueira 2 (IC), Mirley Luciene dos Santos 3 (PQ). 1 Graduação em Ciências Biológicas, Bolsista PBIC/UEG, Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo, 2 Graduação em Ciências Biológicas, Bolsista PBIT/UEG, Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo, Anápolis, GO. 3 Docente-Orientadora,Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo, Anápolis, GO, bolsista BIP/UEG. Resumo: O modelo didático tem sido apontado como recurso facilitador da aprendizagem, pois permite a visualização e manipulação de estruturas, possibilitando ao aluno sair do abstrato para uma ideia mais próxima do real. Dessa forma, o presente trabalho objetivou aplicar e avaliar o uso de modelos didáticos de célula vegetal e célula animal como ferramenta de ensino e aprendizagem para turmas do 8º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública, situada na cidade de Anápolis, GO. Nas turmas selecionadas, realizou-se aula expositiva, aplicação de questionários, desenho livre de célula animal e vegetal, e atividades complementares. Os resultados obtidos com o uso dos modelos didáticos evidenciaram que os alunos apresentam uma maior facilidade de aprender quando manusearam os modelos, pois existe uma grande dificuldade de abstração por parte dos alunos quando o conteúdo ensinado não é algo concreto, palpável por eles. Assim, obteve-se que o uso dos modelos didáticos de células possibilitou uma compreensão dos conteúdos de forma mais significativa pelos alunos. Palavras-chave: Ensino de Ciências. Recurso didático. Estratégias de Ensino. Introdução O estudo das células tem servido como base para o entendimento do organismo como um todo. No entanto, os professores se deparam com limitações dos alunos no entendimento da caracterização de células animais e vegetais e principalmente de constituintes celulares como as organelas (BASTOS; FARIA, 2011). Assim, os modelos didáticos apresentam-se como recursos favoráveis para uma aprendizagem contextualizada e significativa, além de representarem uma forma lúdica de instigar os alunos a pensarem e produzirem novos conhecimentos. Nesse contexto, o presente trabalho teve como principal objetivo, aplicar e avaliar a eficiência do uso de modelos didáticos tridimensionais de célula vegetal e animal como ferramenta de ensino na Educação Básica, em uma escola da rede pública de Ensino de Anápolis, Goiás.

2 Material e Métodos O presente trabalho foi realizado com duas turmas do 8 ano do Ensino Fundamental do turno matutino em uma escola pública da rede municipal de ensino, de Anápolis, GO. Dois encontros foram realizados, sendo que no primeiro, aplicouse os questionários e desenho livre para ambas as turmas. No segundo encontro, realizou-se as aulas expositivas sobre o conteúdo de célula animal e vegetal. A avaliação da eficiência do uso dos modelos foi realizada conforme proposto por Souza e Faria (2011), sendo aplicado o mesmo questionário estruturado aos alunos, antes e logo após a realização das aulas. O questionário continha 16 questões, com possibilidade de múltipla escolha com três alternativas: concordo, não sei e discordo. Para o presente trabalho foram selecionadas três questões para análise: O uso de modelos didáticos facilita a aprendizagem na disciplina? O uso dos modelos didáticos facilita a compreensão e diferenciação da célula animal e vegetal? O uso de recursos didáticos tais como maquete, figuras, data show, dentre outros, já foram anteriormente utilizados nas aulas de Ciências? Para a turma 8 "B" foi ministrada uma aula experimental com uso dos modelos durante a aula, com a evidenciação das diferentes estruturas presentes nas células e para a turma 8 "C" ministrada somente aula expositiva, utilizando o livro didático, figuras impressas de células, quadro negro e giz. Os dados coletados em ambas as turmas, por meio dos questionários e desenhos livres, foram tabulados e analisados. Resultados e Discussão Após a análise dos resultados obtidos, foi possível perceber diferenças nas respostas dadas pelos alunos nos questionários antes e após a aplicação da aula, com e sem o modelo didático (Figuras 1 e 2). Os percentuais obtidos indicam que houve uma avaliação positiva dos alunos quanto ao uso dos modelos de células nas aulas. Os resultados evidenciam que os alunos apresentam uma maior facilidade de aprender manuseando esses modelos, pois existe uma grande dificuldade de abstração por parte dos alunos quando o conteúdo ensinado não é algo concreto, palpável por eles. Essa dificuldade, no entanto, pode ser minimizada com a utilização de modelos didáticos que aproximem o aluno do objeto a ser estudado. Vários têm sido os estudos e os autores que apontam os modelos didáticos como

3 recursos educacionais que, mais do que simples material de apoio ao professor, irão mediar a relação professor, aluno e conhecimento (PEREIRA-JÚNIOR et al., 2010). Figura 1: Percentuais das respostas dadas ao questionário aplicado para os alunos do 8 ano turma "B" de uma escola pública da rede municipal de ensino de Anápolis, GO, antes e após a realização de uma aula expositiva sobre célula com o uso de modelos didáticos. A. Respostas dadas antes da realização da aula. B. Respostas dadas após a realização da aula. Figura 2: Percentuais das respostas dadas ao questionário aplicado para os alunos do 8 ano turma "C" de uma escola pública da rede municipal de ensino de Anápolis, GO, antes e após a realização de uma aula expositiva sobre célula sem o uso de modelos didáticos. A. Respostas dadas antes da realização da aula. B. Respostas dadas após a realização da aula. A análise dos desenhos livres de cada turma nos momentos pré e pósrealização da aula buscou construir categorias de análise. Sendo assim, a primeira categoria separou os alunos que entenderam o que era célula daqueles que não sabiam ou não fizeram o desenho (deixaram em branco). A segunda categoria agrupou os que souberam diferenciar célula animal da célula vegetal e os que não souberam, e a terceira categoria, agrupou os desenhos por meio do reconhecimento das organelas presentes nas células. Em relação a primeira categoria, para a turma que utilizou os modelos didáticos (8 "B"), houve um incremento para os alunos que compreenderam e

4 desenharam uma célula no pós-teste ao mesmo tempo que diminuiu o número de alunos que não sabiam. Esse aumento dos que souberam desenhar uma célula também foi observado para a turma C, bem como a diminuição dos que não sabiam. Para a segunda análise diferenciamos duas categorias: a primeira dos alunos que souberam diferenciar célula animal da célula vegetal, e a segunda na qual os alunos não souberam diferenciar os dois tipos de células. Analisando os desenhos da turma B após a aula expositiva obtivemos que a quantidade de alunos que souberam diferenciar a célula vegetal da célula animal foi de 75%, enquanto os que não souberam diferenciar os dois tipos de células, foi apenas 25% da turma. Em contrapartida, ao analisarmos os desenhos da turma C que recebeu aula expositiva e dialogada sem o uso dos modelos didáticos, obtivemos que 61,1% dos alunos não souberam diferenciar os dois tipos de células, e apenas 38,9% dos alunos souberam diferenciar as células. Esse resultado validou o uso dos modelos didáticos, pois o percentual dos alunos que souberam diferenciar os dois tipos celulares foi significativamente maior quando comparado aos alunos que não usaram o modelo na aula sobre célula. Observa-se que no primeiro momento, quando era necessário apenas desenhar a célula (categoria mais abrangente), os alunos saíram-se bem no pós-teste, evidenciando que houve aprendizado com essas estratégias. No entanto, nas demais categorias, nas quais utilizou-se maior nível de detalhamento, ou seja de compreensão sobre as estruturas celulares, o resultados dos alunos que utilizaram o modelo foi melhor. Esse nível de abstração carece de material concreto para a compreensão dos alunos, e o modelo didático auxilia o professor de modo significativo. Na terceira categoria, analizamos a quantidade de estruturas celulares que os alunos conseguiram evidenciar nas duas células, em ambas as turmas. Os resultados obtidos evidenciaram que na turma para a qual foi realizada a aula expositiva sem o uso dos modelos didáticos, houve um número bem menor de alunos que conseguiram diferenciar cada estrutura celular quando comparado com a turma que utilizou os modelos celulares. Considerações Finais

5 O conjunto de resultados obtidos evidenciou que a utilização dos modelos de célula animal e vegetal foi uma estratégia de ensino importante para facilitar a compreensão dos alunos sobre o tema, pois o contato com o material concreto, a possibilidade de socialização com os colegas, os questionamentos, a comparação entre os modelos e a observação das estruturas celulares apresentadas numa perspectiva tridimensional favoreceram a aprendizagem significativa, conduzindo os alunos a fazerem descobertas e analisarem de forma mais completa o objeto estudado. O emprego dos modelos didáticos no ensino de Ciências, embora pouco utilizado, mostra-se bastante eficiente no processo de ensino-aprendizagem, podendo contribuir para despertar o interesse do aluno pelo conteúdo ensinado e dessa forma, promover uma aprendizagem significativa. Esses modelos podem ser construídos pelo professor utilizando materiais acessíveis e de baixo custo, podendo mesmo ser utilizada a sua confecção pelos próprios estudantes como uma estratégia de ensino. Agradecimentos À escola municipal e aos seus responsáveis que tornaram possível a realização dessa pesquisa. À Universidade Estadual de Goiás pelos fomentos concedidos por meio das bolsas de iniciação científica (BIC e BIT/UEG) e Bolsa de Incentivo ao Pesquisador (BIP). Referências BASTOS, K.M.; FARIA, J.C.N.M. Aplicação de modelos didáticos para abordagem da Célula Animal e Vegetal, um Estudo de Caso. Enciclopédia Biosfera, Centro Científico Conhecer, Goiânia, v.7, n.13, p , PEREIRA-JÚNIOR, S.F.; GOMES, D.A.; SOUZA, L.M. de; ANDRADE, C.C.; OLIVEIRA, G.F. Aplicação do modelo didático na compreensão do conteúdo: Morfologia Viral. In: X Jornada de Ensino, Pesquisa e Extensão - JEPEX. Recife: UFRPE. 18 a 22 de outubro Disponível em: Acessado em: 15 de maio SOUZA, P.F., FARIA, J.C.N.M. A construção e avaliação de modelos didáticos para o ensino de Ciências Morfológicas - uma proposta inclusiva e interativa. Enciclopédia Biosfera, Centro Científico Conhecer, Goiânia, v.7, n.13; p

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