ASSOCIAÇÃO DAS ADMINISTRAÇOES MARITIMAS AFRICANAS. Projecto de Constituição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ASSOCIAÇÃO DAS ADMINISTRAÇOES MARITIMAS AFRICANAS. Projecto de Constituição"

Transcrição

1 1 ASSOCIAÇÃO DAS ADMINISTRAÇOES MARITIMAS AFRICANAS Projecto de Constituição

2 2 Nós, os Chefes das administrações marítimas da África: República Popular Democrática da Argélia República de Angola República do Benin República do Botswana Burkina Faso República do Burundi República dos Camarões República de Cabo Verde República Centro- Africano República do Chade República Federal das Comores República do Congo República da Cote d' Ivoire República Democrática do Congo República do Djibouti República Árabe do Egipto Estado da Eritreia República Federal Democrática da Etiópia República da Guiné Equatorial República do Gabão República da Gâmbia República do Gana República da Guiné República da Guiné- Bissau República do Quénia Reino do Lesoto República da Libéria República líbia de Madagascar República do Malawi República do Mali República Islâmica da Mauritânia República das Maurícias República de Moçambique República da Namíbia República do Níger República Federal da Nigéria República do Ruanda República de São Tomé e Príncipe República do Senegal República das Seychelles República da Serra Leoa República da Somália

3 República da África do Sul República do Sudão Reino da Suazilândia República Unida da Tanzânia República do Togo República da Tunísia República do Uganda República da Zâmbia República do Zimbabwe 3

4 4 INSPIRADOS pelos objetivos estabelecidos na Carta Africana sobre os Transportes Marítimos, Estratégia Marítima Africana Integrada 2050 e outros códigos e regulamentos pertinentes; CONSIDERANDO os trabalhos da sessão inaugural dos chefes das administrações marítimas da África e do Fórum dos Oficiais Africanos de Registo dos Navios realizado em Mombaça, no Quénia, 3-5 outubro de O compromisso de reforçar a cooperação a nível regional, continental e internacional em políticas de harmonização e metas necessárias para o crescimento do sector marítimo Africano e valorização da colaboração continental; As partes comprometem-se a estabelecer uma base sólida para a realização de consultas regulares a fim de permitir que as administrações marítimas africanas possam construir posições comuns sobre questões de preocupações e interesses comuns no sector marítimo e promover a partilha das melhores práticas entre as administrações marítimas da África na gestão global e operação das autoridades marítimas e entidades relevantes do continente; Acordaram o seguinte: 1. DEFINIÇÕES Para os fins desta Constituição: "AAMA" significa a Associação das Administrações Marítimas Africanas; "ASRF" significa Fórum Africano de Registo dos Navios "Carta" significa a Carta sobre o Transporte Marítimo Africano aprovada em Durban, África do Sul, em 2009; "AU" significa a União Africana; "Presidente'' significa que o Presidente da AAMA; "Constituição" significa que este documento (que é a Constituição da AAMA); "Conselho" significa o Conselho Executivo da AAMA, conforme estabelecido na

5 5 cláusula 5 da Constituição; "Assembléia Geral" significa a Assembléia, conforme estabelecido em termos da cláusula 5 da Constituição; "Estados-Membros" significa que os Estados-Membros da AAMA; " CER " significa as Comunidades Económicas Regionais ; "Secretariado" significa o Secretariado da AAMA, conforme estabelecido em termos da cláusula 5 da Constituição ; " Os Estados Partes '' significa que os Estados-Membros que ratificaram ou aderiram à Carta. 2. CRIAÇÃO DE AAMA 2.1 A AAMA é instituída nos termos do artigo 5 º da Carta. 3. FUNÇÕES 3.1. A fim de alcançar o seu objectivo, as funções do AAMA são asseguintes : Em geral : (a ) Para atuar como o órgão de coordenação para as administrações marítimas da África. ( b ) Estabelecer e manter uma colaboração eficaz com a UA, as CERs, agências especializadas, as administrações governamentais, grupos profissionais e as outras organizações que possam ser consideradas adequadas. ( c ) Para ajudar os Estados-Membros, a pedido, no fortalecimento dos serviços de transporte marítimo. ( d ) Prestar apoio e assistência técnica adequada. ( e) Para dar ou ajudar e fornecer, a pedido dos serviços, a administração marítima da África,UA e instalações.

6 6 ( f ) Estabelecer e manter os serviços administrativos e técnicos, tais como podem ser necessários, incluindo serviços de estatística. ( g ) Para fazer entradas na elaboração de convenções, acordos e regulamentos e fazer recomendações no que diz respeito a assuntos marítimos internacionais e exercer as funções que lhe sejam atribuídas, assim, para a AAMA e são consistentes com o seu objectivo. ( h ) Estudar e relatar, em cooperação com outras agências especializadas onde as técnicas necessárias, administrativas e sociais que afetam a política marítima. (i ) Prestar informações, aconselhamento e assistência em matéria de transporte marítimo. ( j ) Para ajudar no desenvolvimento de uma opinião pública informada entre todos os assuntos de povo e sobre asunto do transporte maritimo Especificamente : ( a) Melhorar a capacidade e o desempenho das administrações marítimas da África, com ênfase no desenvolvimento de recursos humanos, tecnologia e compartilhamento de informações. ( b ) Facilitar a melhoria dos níveis de membros no cumprimento dos tratados marítimos internacionais. (c) Desenvolver e coordenar o programa de harmonizaçâo marítima, portuário e navegação interior, políticas, regulamentos e procedimentos em todos os paises dos Deputados. ( d ) Assegurar que os programas de segurança e desenvolvimento de bons recursos em grandes vias navegáveis interiores da África são desenvolvidas e implementadas. ( e) Garantir que os interesses dos países sem acesso ao mar são promovidos em todos os programas de transporte marítimo que afeta-os.

7 7 ( f ) Fomentar a criação do Conselho Consultivo Africano para Política Marítima, constituído por peritos africanos para fornecer apoio e orientação aos Estados-Membros, os organismos marítimos em questões legais e políticas técnicas. ( g ) Posicionar as administrações marítimas da África como os facilitadores estratégicos e recursos no desenvolvimento global e na implementação dos Estados-Membros, as comunidades económicas regionais e os programas marítimos da UA. ( h ) Proporcionar a liderança na promoção de qualificações no domínio marítimo, os programas de investigação e inovação em conjunto com atores, incluindo a academia e a indústria. ( i) Incentivar e promover a criação de multi- intervenientes pólos de desenvolvimento marítimo a nível nacional, regional e continental, com o objetivo de coordenar e promover um programa de desenvolvimento marítimo Africano competitivo e eficaz. ( j ) Apoiar a Comissão da UA no estabelecimento de mecanismos de interface e criação de outras estruturas e programas pertinentes previstas principalmente na Carta sobre Transporte Marítimo Africano e da Estratégia Marítima Integrada da África, ( k ) Apoio regional de desenvolvimento de programas, resoluções e estruturas, tais como a Comunidade Económica dos Estados Oeste Africano (ECOWAS ), da Organização Marítima da África Central ( OMAOC ), etc Oeste e e encorajar outras regiões de aprender e estabelecer acordos semelhantes. ( l) Trabalhar nesse ínterim, com as Instituições Financeiras de Desenvolvimento ( IFD ) regional e nacional continental existentes, para estabelecer o financiamento marítimo especializado dedicado e facilidades de financiamento para apoiar o sector marítimo da África.

8 8 (m ) Criar estruturas propícias para o desenvolvimento empresarial no sector marítimo da África. (n ) Colaborar com as associações e organizações, incluindo Association armadores Africano para a colocação de cadetes para a formação a tempo mar marítimas relevantes. 4. COMPOSIÇÃO E MEMBRO ASSOCIADO 4.1ª O estatuto de mebro na AAMA estará aberta a todas as Administrações Marítimas africanos que também são Estados-Membros da UA. 4.2 administrações marítimas dos Estados-Membros da UA podem tornar-se membros da AAMA, assinando ou não aceitar esta Constituição, em conformidade com as disposições pertinentes e de acordo com os seus processos organizacionais internos. 4.3 Se um Membro deixar de cumprir suas obrigações financeiras, tal como exposto nas cláusulas pertinentes a seguir, para a AAMA ou em outras circunstâncias excepcionais, a Assembleia Geral poderá, em tais condições que considere adequada, suspender os privilégios e serviços de voto para que o membro tenha direito. 4.4 A Assembleia Geral terá autoridade para restabelecer tais privilégios e serviços de voto. 5. ESTRUTURA DE AAMA 5.1 O trabalho da AAMA deve ser realizada por : (a ) Geral Monte ( b ) Conselho ( c ) Secretaria 6. ASSEMBLÉIA GERAL 6.1 A Assembléia Geral será composto dos Chefes das administrações marítimas da África ou os seus representantes delegados e chefes de órgãos especializados ou os seus representantes delegados.

9 9 6.2 Cada cabeça das administrações marítimas da África ou do seu representante delegado deve ser acompanhado por delegados escolhidos entre pessoas mais qualificadas pela sua competência técnica na área de administração marítima 6.3 Os substitutos e conselheiros podem acompanhar os delegados. 6.4 A Assembleia Geral reúne em sessão bi- anual regular e em sessões extraordinárias que forem necessárias. As sessões extraordinárias serão convocadas a pedido do Conselho ou da maioria dos membros. 6.5 A Assembléia Geral, em cada sessão bi- anual, seleciona o país ou região em que a próxima sessão bi- anual será realizada, o Conselho fixará posteriormente o lugar. O Conselho de Administração determinará o lugar onde uma sessão especial será mantida. 6.6 O Conselho fixará a data de cada sessão bi- anual e especial. 6.7 A Assembléia Geral elegerá o seu presidente e outros diretores que também são os diretores do Conselho Executivo no final de cada sessão bi- anual. Eles serão eleitos por dois anos e até que seus sucessores é eleito. 6.8 A Assembléia Geral adotará suas próprias regras de procedimento. 6.9 As funções da Assembléia Geral será: ( a) Para determinar as políticas e regras de procedimento da AAMA ; ( b ) eleger o Conselho Executivo; ( c ) Nomear o Secretário-Geral; ( d ) Analisar e aprovar os relatórios e as atividades do Conselho e do secretáriogeral e instruir o Conselho no que diz respeito a assuntos sobre os quais a ação, estudo, investigação ou relatório pode ser considerado desejável; ( e) Para criar as comissões que venham a ser considerados necessários para o trabalho da AAMA ; ( f ) Para supervisionar as políticas financeiras da AAMA e rever e aprovar o orçamento ; ( g ) Solicitar ao Conselho e ao Secretário-Geral para chamar a atenção dos Membros e de organizações internacionais, governamentais ou não - governamentais, qualquer assunto que diz respeito ao transporte marítimo de que a Assembléia Geral poderá considerar apropriado;

10 10 ( h ) Para convidar qualquer organização, nacional ou internacional, governamental ou não-governamental, que tem responsabilidades relacionadas as da AAMA, designar representantes para participar, sem direito de voto, nas reuniões ou nas dos comitês e conferências convocada sob a sua autoridade, em condições prescritas pela Assembléia Geral ; (i ) Para considerar as recomendações tendo em Administrações Marítimas da África feitas pela UA e informá-las sobre as medidas tomadas pela AAMA para dar efeito a tais recomendações; ; ( j ) Promover e realizar investigação no domínio marítimo pelo pessoal da AAMA com o estabelecimento de suas próprias instituições ou pela cooperação com instituições oficiais ou não oficiais de qualquer membro; ( k ) Para estabelecer outra organzaçâo especializada que se pode considerar desejável; ( l) Tomar qualquer outra ação apropriada para a prossecução dos objectivos da AAMA A Assembleia Geral terá autoridade para adotar convenções ou acordos com relação a qualquer assunto da competência da AAMA. Um voto de dois terços da Assembléia Geral será exigido para a aprovação de tais acordos, o que entrará em vigor para cada Estado-Membro, quando aceito por ele, de acordo com os seus processos internos Cada Estado compromete-se a, no prazo de dezoito meses após a adopção pela Assembleia Geral de um acordo, tomar medidas em relação à aceitação de tal acordo. Cada Membro notificará o Secretário -Geral das medidas tomadas, e se ele não aceitar tal acordo, dentro do limite de tempo, vai entregar uma declaração sobre as razões da não -aceitação. Em caso de aceitação, cada Estado-Membro compromete-se a apresentar um relatório anual ao Secretário- Geral, em conformidade com a Constituição A Assembleia Geral terá autoridade para fazer recomendações aos membros com relação a qualquer assunto da competência da AAMA. 7. CONSELHO EXECUTIVO 7.1 O Conselho é composto por nove pessoas, composta de chefes das administrações marítimas da África ou seus representantes. A Assembléia Geral, tendo em conta uma distribuição geográfica eqüitativa, elegerá os membros com direito a servir no Conselho, desde que, de tais membros, pelo

11 11 menos um deve representar uma das sub-regiões reconhecidas pela UA. 7.2 Esses membros serão eleitos por dois anos, podendo ser reeleitos. 7.3 O Conselho se reunirá pelo menos uma vez por ano e determinará o local de cada reunião. 7.4 A Assembléia Geral elegerá o Presidente do Conselho, que é também o presidente da Assembleia Geral. 7.5 As funções do Conselho são : ( a) Para dar cumprimento às decisões e políticas da Assembleia Geral; ( b ) Para atuar como órgão executivo da Assembléia Geral; ( c ) exercer as demais funções que lhe são confiadas pela Assembléia Geral ; ( d ) aconselhar a Assembleia Geral sobre questões submetidas por esse organismo e com os temas atribuídos à AAMA por convenções, acordos e regulamentos; (e ) Apresentar conselho ou propostas à Assembléia Geral por sua própria iniciativa ; ( f ) Para preparar a agenda das reuniões da Assembléia Geral; ( g ) submeter à Assembléia Geral para consideração e aprovação de um programa geral de trabalho que abrange um determinado período de dois anos; ( h ) Estudar todas as questões da sua competência ; ( i) tomar medidas de emergência dentro das funções e dos recursos financeiros da Organização para lidar com eventos que exigem ação imediata. 7.6 O Conselho exerce em nome de toda a Assembléia Geral os poderes que lhe foram delegados por aquele órgão. 8. SECRETARIADO 8.1 O Secretariado é composta pelo pessoal técnico e administrativo Secretário- Geral e como a AAMA pode exigir. 8.2 O Secretário- Geral será indicado pela Assembléia Geral sobre a nomeação do Conselho, em conformidade com as Regras de Procedimento e nos termos que a Assembléia Geral determinar. O Secretário-Geral, sob a autoridade do Conselho, será o principal funcionário técnico e administrativo da AAMA.

12 O Secretário-Geral será o Secretário ex- officio da Assembléia Geral, do Conselho, de todas as comissões e comitês da AAMA e de conferências convocadas por ele. Ele pode delegar essas funções. 8.4 O Secretário-Geral ou seu representante pode estabelecer um procedimento de acordo com membros, permitindo-lhe, com a finalidade de exercer as suas funções, para ter acesso direto às suas administrações. Ele também pode estabelecer relações diretas com organizações internacionais cujas atividades da competência da AAMA. 8.5 O Secretário-Geral deverá elaborar e apresentar ao Conselho as demonstrações financeiras, o programa de trabalho e as previsões orçamentais da AAMA. 8.6 O Secretário-Geral nomeará o pessoal do Secretariado, de acordo com os regulamentos de pessoal estabelecidos pela Assembléia Geral. A consideração dominante no recrutamento do pessoal será para garantir que a eficiência, integridade e caráter internacional representante da Secretaria será mantido no mais alto nível. Relação dívida serão pagos também para a importância de recrutar o pessoal sobre a mais ampla base geográfica possível. 8.7 As condições de serviço dos funcionários da AAMA deve obedecer, tanto quanto possível com os da UA. 8.8 No cumprimento dos seus deveres, o Secretário- Geral e o pessoal não solicitarão nem receberão instruções de qualquer governo ou de qualquer autoridade externa à AAMA. Devem abster-se de qualquer acção que possa refletir sobre sua condição de funcionários internacionais. Cada membro da AAMA da sua parte se compromete a respeitar o caráter exclusivamente internacional do Secretário- Geral e do pessoal e a não procurar influenciá-los. 8.9 O Conselho estabelecerá as comissões da Assembleia Geral e pode dirigir, por sua própria iniciativa ou por proposta do Secretário- Geral, pode estabelecer quaisquer outras comissões consideradas desejáveis para servir a qualquer propósito da competência da AAMA O Conselho, ao longo do tempo e em qualquer caso, anualmente, deve analisar a necessidade de continuar cada comissão.

13 O Conselho poderá prever a criação de ou a participação da AAMA em comissões mistas com outras organizações e para a representação da AAMA em comissões criadas por tais organizações. 9. CONFERÊNCIAS 9.1 A Assembléia Geral ou o Conselho poderá convocar conferências locais especiais, geral, técnico ou outro para examinar qualquer assunto da competência da AAMA e podem prever a representação em tais conferências de organizações internacionais e, com o consentimento dos membros interessados, de organizações nacionais, governamentais ou não-governamentais. 9.2 O Conselho pode prever a representação da AAMA em conferências em que o Conselho considera que a Organização tem um interesse. 10. SEDE 10.1 A localização da sede da AAMA será determinado pela Assembléia Geral. 11. ORÇAMENTO E DESPESAS 11.1 O Secretário-Geral deverá elaborar e apresentar ao Conselho as previsões orçamentais da AAMA. O Conselho deverá examinar e submeter à Assembléia Geral as estimativas gerais de orçamento, bem como as recomendações do Conselho julgar conveniente A Assembléia Geral deve analisar e aprovar as estimativas orçamentais e repartirá as despesas entre os membros, de acordo com a escala a ser fixada pela Assembléia Geral A Assembléia Geral ou o Conselho, deliberando em nome da Assembléia Geral pode aceitar e administrar doações e legados feitos a AAMA, desde que as condições associadas a essas doações ou legados são aceitáveis para a Assembléia Geral ou o Conselho e são consistentes com o objectivo e políticas da AAMA. 11,4 Um fundo especial a ser utilizado, a critério do Conselho deve ser estabelecido para atender emergências e contingências imprevistas.

14 VOTAÇÃO 12.1 Cada membro tem direito a um voto na Assembléia Geral As decisões da Assembléia Geral, em questões importantes, serão tomadas por maioria de dois terços dos membros presentes e votantes. Essas questões incluem: Adoção de convenções ou acordos, a aprovação de acordos trazendo a AAMA em relação com a UA e as organizações inter- governamentais e agências As decisões sobre outras questões, inclusive a determinação de categorias adicionais de assuntos a serem debatidos por uma maioria de dois terços, serão tomadas por maioria dos membros presentes e votantes. 12,4 votação sobre assuntos análogos no Conselho e nas comissões da AAMA deve ser feita de acordo com a cláusula 12.2 e RELATÓRIOS APRESENTADOS PELOS MEMBROS 13.1 Cada Membro apresentará um relatório anual ao AAMA sobre as medidas tomadas e os progressos alcançados na melhoria Administrações Marítimas Africanos Cada Membro apresentará um relatório anual sobre as medidas tomadas com relação às recomendações feitas a ele pela AAMA e com respeito a convenções, acordos e regulamentos Cada Membro comunicará prontamente a AAMA importantes leis, regulamentos, relatórios e estatísticas oficiais relativas a administrações marítimas da África que tenha sido publicada no Estado em causa Cada Membro deve fornecer relatórios estatísticos de forma a ser determinada pela Assembléia Geral.

15 Cada Membro deve transmitir a pedido do Conselho as informações adicionais relativas ao transporte marítimo, como pode ser possível. 14. Capacidade jurídica, privilégios e imunidades 14.1 A AAMA gozará no território de cada Estado-Membro, da capacidade jurídica que possam ser necessárias para o cumprimento do seu objectivo e para o exercício das suas funções A AAMA gozará no território de cada Estado, dos privilégios e imunidades que possam ser necessárias para o cumprimento dos seus objectivos e para o exercício das suas funções Os representantes dos Membros, as pessoas designadas para servir no Conselho e pessoal técnico e administrativo da AAMA gozarão, igualmente, dos privilégios e imunidades necessários para o exercício independente das suas funções relacionadas com a AAMA Tal capacidade jurídica, dos privilégios e imunidades serão definidos num acordo separado, a ser elaborado pela AAMA em consulta com o presidente da UA e celebrado entre os membros. 15. Relações com outras organizações 15.1 A AAMA deve estabelecer relação com a UA como uma das agências especializadas previstas na Carta. O acordo ou acordos trazendo a AAMA em relação com a UA está sujeita a aprovação por dois terços dos votos da Assembleia Geral A AAMA estabelecerá relações efetivas e cooperar estreitamente com as outras organizações inter- governamentais, pode ser desejável. Qualquer acordo formal firmado com tais organizações devem ser objecto de aprovação por dois terços dos votos da Assembleia Geral.

16 O AAMA pode, em assuntos de sua competência, tomar as providências adequadas para consulta e cooperação com as organizações internacionais não-governamentais e com organizações nacionais, governamentais ou nãogovernamentais Sujeito à aprovação pelo voto de dois terços da Assembléia Geral, a AAMA pode assumir o lugar de qualquer outra organização ou agência internacional cujo objetivo e as atividades se encontram dentro da esfera de competência dos AAMA tais funções, recursos e obrigações que possam ser conferido a AAMA por acordo internacional ou por acordos mutuamente aceitáveis celebrados entre as autoridades competentes das respectivas organizações. 16. ALTERAÇÕES 16.1 Os textos das emendas propostas à Constituição deve ser comunicada pelo Secretário- Geral aos Membros pelo menos seis meses antes da sua apreciação pela Assembleia Geral. As emendas entrarão em vigor para todos os Membros quando adotada por voto de dois terços da Assembléia Geral e aprovado por dois terços dos membros, de acordo com seus respectivos processos internos. 17. INTERPRETAÇÃO 17.1 Os textos em Inglês, Francês, Português e Árabe desta Constituição serão considerados igualmente autênticos Qualquer dúvida ou controvérsia relativa à interpretação ou aplicação da presente Constituição, que não seja resolvida por meio de negociações será submetida à Assembléia Geral, a menos que as partes envolvidas concordam em outro modo de solução.

17 ENTRADA -INTO -FORCE 18.1 Sem prejuízo do disposto na cláusula 4, esta Constituição permanecerá aberta para Administrações Marítimas de toda a África para assinatura ou aceitação Administrações Marítimas da África podem tornar-se partes da Constituição por : ( a) assinatura sem reservas quanto à aprovação; ( b ) assinatura sujeita a aprovação, seguida de aceitação, ou ( c ) a aceitação Aceitação será efectuada mediante o depósito de um instrumento formal junto do Secretário- Geral da AAMA 18.4 Esta Constituição entrará em vigor quando quinze membros tornaram-se partes AAMA O Secretário- Geral da AAMA informará as partes a esta Constituição da data em que entrou em vigor. Ele também irá informá-los sobre as datas em que os outros membros tornaram-se partes no presente Constituição. Em fé do que os representantes abaixo assinados, devidamente autorizados para o efeito, assinar e adotar esta Constituição. Feita em Joanesburgo, África do Sul, aos vinte e três dias do mês de Outubro de 2013, num único exemplar, nas línguas inglesa, francesa, Português e Árabe, e cada um dos textos igualmente autênticos. Os textos originais serão depositados nos arquivos da AAMA. O Presidente da AAMA enviará cópias autenticadas a cada um dos membros representados na Conferência.

RELATÓRIO SOBRE A ELEIÇÃO DOS DEZ (10) MEMBROS DO CONSELHO DE PAZ E SEGURANÇA DA UNIÃO AFRICANA

RELATÓRIO SOBRE A ELEIÇÃO DOS DEZ (10) MEMBROS DO CONSELHO DE PAZ E SEGURANÇA DA UNIÃO AFRICANA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis-Abeba (ETHIOPIE) P. O. Box 3243 Téléphone (251-11) 5517 700 Fax : 551 78 44 Website : www.africa-union.org CONSELHO EXECUTIVO Décima Segunda Sessão Ordinária

Leia mais

Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC

Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC Declaração de Sharm El Sheikh de Lançamento da Zona de Comércio Livre Tripartida da COMESA-EAC-SADC 1 DECLARAÇÃO PREÂMBULO NÓS, os Chefes de Estado e de Governo ou os Representantes devidamente Autorizados

Leia mais

Nós, Chefes de Estado e de Governo dos Estados Membros da Organização da Unidade Africana (OUA);

Nós, Chefes de Estado e de Governo dos Estados Membros da Organização da Unidade Africana (OUA); ACTO CONSTITUTIVO DA UNIÃO AFRICANA Nós, Chefes de Estado e de Governo dos Estados Membros da Organização da Unidade Africana (OUA); 1. Presidente da República Popular e Democrática da Argélia 2. Presidente

Leia mais

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO. INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO. INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO OEA/Ser.L. DA IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO SG/MESICIC/doc.58/04 rev.7 INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol Primeira Reunião da Conferência de Estados

Leia mais

Memorando de Entendimento. Entre A COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO

Memorando de Entendimento. Entre A COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO Memorando de Entendimento Entre A COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO Considerando que a Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa doravante designada por

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL. 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL. 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL 62ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana RELATÓRIO INTRODUÇÃO Em obediência ao despacho de missão número 0164/03/GPAN/2013, exarado por Sua Excelência

Leia mais

Banda Larga - Definià à o Tecnica

Banda Larga - Definià à o Tecnica Banda Larga - Definià à o Tecnica O que e Banda Larga? (Broadband) Banda Larga refere-se à telecomunicação que fornece múltiplos canais de dados por cima de um meio de comunicações único, tipicamente usando

Leia mais

ORGA IZAÇÃO DAS AÇÕES U IDAS (Parte I)

ORGA IZAÇÃO DAS AÇÕES U IDAS (Parte I) DIREITOS HUMA OS Aula n.º 06 ORGA IZAÇÃO DAS AÇÕES U IDAS (Parte I) 1.- INTRODUÇÃO: CO TEXTO HISTÓRICO: A ONU foi fundada no dia 24 de outubro de 1945, após o encerramento da II Guerra Mundial. DOCUME

Leia mais

V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004

V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004 V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004 ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS ESTADOS MEMBROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE

Leia mais

XIII REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE MINISTROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Lisboa, 24 de Julho de 2008

XIII REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE MINISTROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Lisboa, 24 de Julho de 2008 XIII REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE MINISTROS DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Lisboa, 24 de Julho de 2008 Acordo de Cooperação Consular entre os Estados Membros da Comunidade dos Países

Leia mais

Convenção 134 CONVENÇÃO SOBRE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO DOS MARÍTIMOS

Convenção 134 CONVENÇÃO SOBRE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO DOS MARÍTIMOS Convenção 134 CONVENÇÃO SOBRE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO DOS MARÍTIMOS A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada a Genebra pelo Conselho de Administração da Repartição

Leia mais

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Aprovado na VII Reunião da Conferência de Ministros da Juventude e do Desporto da Comunidade

Leia mais

CONSIDERANDO: A Declaração sobre VIH/SIDA assinada durante a Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, em Maputo em 2000;

CONSIDERANDO: A Declaração sobre VIH/SIDA assinada durante a Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, em Maputo em 2000; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE VIH/SIDA (ONUSIDA) E A COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) RELATIVO A APOIO PARA A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. Fevereiro 2012 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS

Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação A Associação denominar-se-á A.F.P.L.P., Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa, adiante

Leia mais

PROTOCOLO DE EMENDA AO CONVÊNIO DE INTEGRAÇÃO CINEMATOGRÁFICA IBERO-AMERICANA

PROTOCOLO DE EMENDA AO CONVÊNIO DE INTEGRAÇÃO CINEMATOGRÁFICA IBERO-AMERICANA PROTOCOLO DE EMENDA AO CONVÊNIO DE INTEGRAÇÃO CINEMATOGRÁFICA IBERO-AMERICANA Os Estados Partes do Convênio de Integração Cinematográfica Ibero-americana: CONSCIENTES da necessidade de fortalecer e ampliar

Leia mais

A fiscalização legislativa orçamental e consequências na qualidade da democracia e governação actores objectivos e percepções

A fiscalização legislativa orçamental e consequências na qualidade da democracia e governação actores objectivos e percepções A fiscalização legislativa orçamental e consequências na qualidade da democracia e governação actores objectivos e percepções Elisabete Azevedo-Harman (PhD) Especialista Parlamentar Senior/ Pro PALOP TL

Leia mais

CONVENÇÃO N.º CONVENÇÃO RESPEITANTE À READAPTAÇÃO PROFISSIONAL E AO EMPREGO DE DEFICIENTES

CONVENÇÃO N.º CONVENÇÃO RESPEITANTE À READAPTAÇÃO PROFISSIONAL E AO EMPREGO DE DEFICIENTES Resolução da Assembleia da República n.º 63/98 Convenção n.º 159 da Organização Internacional do Trabalho, respeitante à readaptação profissional e ao emprego de deficientes Aprova, para ratificação, a

Leia mais

Desenvolvimento financeiro e crescimento sustentado. Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana. Abril de 2016

Desenvolvimento financeiro e crescimento sustentado. Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana. Abril de 2016 Desenvolvimento financeiro e crescimento sustentado Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana Abril de 2016 Perguntas essenciais 1. Como o setor financeiro da África Subsariana desenvolveu-se

Leia mais

Ministério da Comunicação Social;

Ministério da Comunicação Social; Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo N. 75 / 2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Inspecção do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS)

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) CAPÍTULO I Natureza, Fins e Atribuições Artigo 1º (Natureza, Constituição, Localização) 1. O Instituto de Psicologia

Leia mais

Regimento do Comitê Financeiro. Grupo NEOENERGIA

Regimento do Comitê Financeiro. Grupo NEOENERGIA Regimento do Comitê Financeiro Grupo NEOENERGIA Regimento do Comitê Financeiro do Grupo NEOENERGIA constituído por decisão do Conselho de Administração da NEOENERGIA S.A O presente Regimento foi aprovado

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016 COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016 ÍNDICE 2 REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES OBJECTO O presente Regulamento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO

REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO O Conselho de Administração da BM&FBOVESPA (respectivamente o Conselho e a Companhia ) será assessorado por quatro comitês permanentes: Auditoria; Governança

Leia mais

PROJECTO DE NOTA DE CONCEITO

PROJECTO DE NOTA DE CONCEITO AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Tel: +251 11-551 7700 Fax: +251 11-551 7844 website: www. au.int 4 a SESSÃO DA CONFERÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA DOS MINISTROS

Leia mais

Decreto n.º 5/82 Convenção Europeia para a Protecção dos Animais nos Locais de Criação

Decreto n.º 5/82 Convenção Europeia para a Protecção dos Animais nos Locais de Criação Decreto n.º 5/82 Convenção Europeia para a Protecção dos Animais nos Locais de Criação O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição, o seguinte: Artigo único. É aprovada,

Leia mais

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo 2013-2017 O departamento curricular do 1º ciclo, nos termos do Regulamento Interno, aprova o seguinte regimento, definindo as respetivas regras de organização

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS APROVADO EM RCA DE 27/07/2016 CAPÍTULO I DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS Art. 1º. O Comitê de Gestão de Pessoas ( Comitê ) é um órgão não estatutário, subordinado

Leia mais

REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA. Proposta

REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA. Proposta ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO DA REDE DE PARLAMENTARES PARA O AMBIENTE E LUTA CONTRA A DESERTIFIÇÃO E A POBREZA Proposta ****** Art. 1 Denominação e natureza 1. É constituída A Rede de Parlamentares

Leia mais

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA ESTATUTO Artigo 1º (Definição) A Associação de Atletas Olimpicos de Angola, abreviadamente designada de AAOA é uma Instituição não governamental, de caracter associativo, autonóma e sem fins lucrativos,

Leia mais

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma

Leia mais

ACORDARAM NO SEGUINTE: Artigo 1

ACORDARAM NO SEGUINTE: Artigo 1 PROTOCOLO RELATIVO À ADESÃO DA COMUNIDADE EUROPEIA À CONVENÇÃO INTERNACIONAL DE COOPERAÇÃO PARA A SEGURANÇA DA NAVEGAÇÃO AÉREA EUROCONTROL DE 13 DE DEZEMBRO DE 1960, DIVERSAS VEZES MODIFICADA E CONSOLIDADA

Leia mais

Decreto n.º 4/82 Convenção Europeia sobre o Reconhecimento Académico de Qualificações Universitárias

Decreto n.º 4/82 Convenção Europeia sobre o Reconhecimento Académico de Qualificações Universitárias Decreto n.º 4/82 Convenção Europeia sobre o Reconhecimento Académico de Qualificações Universitárias O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição, o seguinte: Artigo único.

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS

ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS REGULAMENTO INTERNO DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1 (Âmbito)

Leia mais

Estatutos. Associacão de linguística das Universidades da SADC (LASU)

Estatutos. Associacão de linguística das Universidades da SADC (LASU) Estatutos da Associacão de linguística das Universidades da SADC (LASU) PREÂMBULO Nós, os representantes das Universidades dos países membros da SADC reunidos no Great Hall, Chancellor College (Sala dos

Leia mais

Decreto n.º 717/75 Convenção Cultural Europeia, assinada em Paris aos 19 de Dezembro de 1954

Decreto n.º 717/75 Convenção Cultural Europeia, assinada em Paris aos 19 de Dezembro de 1954 Decreto n.º 717/75 Convenção Cultural Europeia, assinada em Paris aos 19 de Dezembro de 1954 Usando da faculdade conferida pelo artigo 3.º, n.º 1, alínea 3), da Lei Constitucional n.º 6/75, de 26 de Março,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS Quadriénio 2009-2013 Segundo o artigo 68º do Regulamento Interno, aprovado em 4 de Janeiro de 2011, para o quadriénio 2009/2013,

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO PROFISSIONAL

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO PROFISSIONAL REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENSINO SUPERIOR E TÉCNICO PROFISSIONAL Síntese do Workshop Nacional sobre o Projecto de Centros de Excelência do Ensino Superior para África

Leia mais

Comissão de Atletas Regulamento

Comissão de Atletas Regulamento Comissão de Atletas Regulamento 1. Missão 1.1. A Comissão de Atletas do COB tem por missão representar os Atletas Olímpicos perante o COB, fortalecendo os laços de comunicação e interação entre as partes.

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO 9 de outubro de 2014 ESTATUTOS CAPITULO I Nome, sede, âmbito e objeto Artigo 1º. A Associação, denominada Associação Portuguesa para

Leia mais

Estatutos da Musikarisma Associaça o

Estatutos da Musikarisma Associaça o Estatutos da Musikarisma Associaça o SECÇÃO I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º A Musikarisma é uma Associação Cultural, Sem Fins Lucrativos, tendo a sua sede na Rua José Estêvão, com o número cento e treze, na

Leia mais

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DA COMISSÃO EXECUTIVA DO BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. («BES») ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de

Leia mais

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e Memorando de Entendimento sobre a Parceria em Aviação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo

Leia mais

Regulamento de Cooperação CAPÍTULO I. Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBA. Artigo 1º. Natureza. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º.

Regulamento de Cooperação CAPÍTULO I. Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBA. Artigo 1º. Natureza. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º. Regulamento de Cooperação A rede de Bibliotecas de Arraiolos adiante designada RBA, foi criada pelo acordo de cooperação número oitenta e cinco de dois mil e onze e pelo protocolo assinado entre a Câmara

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Paulo Bornhausen) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Paulo Bornhausen) Dispõe sobre o exercício da profissão de supervisor de segurança portuária. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A profissão de supervisor de segurança

Leia mais

REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS)

REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS) REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS) Preâmbulo De acordo com a legislação em vigor e o regulamento

Leia mais

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde)

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde) MEMORANDUM DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA SAÚDE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O SECRETARIADO DO PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE HIV/AIDS (UNAIDS) PARA CONSTITUIÇÃO DO CENTRO INTERNACIONAL

Leia mais

Desafios e oportunidades da Graduação de PMA: O PNUD como Parceiro Estratégico no Processo de Graduação

Desafios e oportunidades da Graduação de PMA: O PNUD como Parceiro Estratégico no Processo de Graduação Desafios e oportunidades da Graduação de PMA: O PNUD como Parceiro Estratégico no Processo de Graduação Prof. Dr. Ayodele Odusola Economista-Chefe e Chefe da Equipa de Estratégia e Análise Escritório Regional

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) A Comissão Executiva é designada pelo Conselho de Administração e tem como objectivo deliberar sobre as matérias

Leia mais

The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio)

The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio) The Southern Africa Network for Biosciences (SANBio) VISÃO GERAL A Rede da África Austral para Biociências (SANBio) é uma plataforma de partilha de pesquisa, desenvolvimento e inovação para colaboração

Leia mais

Capítulo I. Definição, Objecto e Objectivos da RBAL. Cláusula 1.ª. Definição. Cláusula 2.ª. Objecto. Cláusula 3.ª. Objectivos

Capítulo I. Definição, Objecto e Objectivos da RBAL. Cláusula 1.ª. Definição. Cláusula 2.ª. Objecto. Cláusula 3.ª. Objectivos PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Preâmbulo A Rede de Bibliotecas de Alcochete, adiante designada RBAL, visa a prossecução de uma dinâmica de trabalho colaborativo quer ao nível da organização, gestão e disponibilização

Leia mais

Estatutos e Regimento Interno para Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário

Estatutos e Regimento Interno para Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário Estatutos e Regimento Interno para Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário ARTIGO 1 Propósito e Objetivos O propósito do programa Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário (NRDCs) é dar às comunidades

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 22.6.2011 COM(2011) 360 final 2011/0157 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura e à conclusão do acordo monetário entre a União Europeia e a República Francesa

Leia mais

Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA

Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Minuta de 18.04.2004 Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão do GRUPO NEOENERGIA, o qual é constituído pela NEOENERGIA S.A. e por suas

Leia mais

Acordos sobre Estabelecimento de Requisitos Comuns Máximos para a Instrução de Processos de Visto de Curta Duração

Acordos sobre Estabelecimento de Requisitos Comuns Máximos para a Instrução de Processos de Visto de Curta Duração Acordos sobre Estabelecimento de Requisitos Comuns Máximos para a Instrução de Processos de Visto de Curta Duração e-mail: geral@info-angola.com portal: www.info-angola.com Página 1 / 5 Considerando que

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA PRINCÍPIOS GERAIS O presente regulamento define as normas de funcionamento da Assembleia de Parceiros do Grupo de

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL DA II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DOS MINISTROS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

DECLARAÇÃO FINAL DA II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DOS MINISTROS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA DECLARAÇÃO FINAL DA II REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DOS MINISTROS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Os Ministros responsáveis pela Ciência e Tecnologia da República de Angola,

Leia mais

Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana

Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana Temos uma abordagem singular

Leia mais

CONVENÇÃO N Liberdade Sindical e Proteção ao Direito de Sindicalização

CONVENÇÃO N Liberdade Sindical e Proteção ao Direito de Sindicalização CONVENÇÃO N. 87 1 Liberdade Sindical e Proteção ao Direito de Sindicalização Aprovada na 31ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (São Francisco 1948), entrou em vigor no plano internacional

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ TÉCNICO ESTATUTÁRIO DE GOVERNANÇA E CONFORMIDADE

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ TÉCNICO ESTATUTÁRIO DE GOVERNANÇA E CONFORMIDADE REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ TÉCNICO ESTATUTÁRIO DE GOVERNANÇA E CONFORMIDADE 1. Finalidade O Comitê Técnico Estatutário de Governança e Conformidade ( Comitê ) é um órgão estatutário de caráter permanente,

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS

REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Estudantes Sociais-Democratas) Os Estudantes Sociais-Democratas (adiante designados por ESD) são a estrutura sectorial

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE O CENTRO REGIONAL DE EXCELÊNCIA EM DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL

CONVENÇÃO SOBRE O CENTRO REGIONAL DE EXCELÊNCIA EM DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL CONVENÇÃO SOBRE O CENTRO REGIONAL DE EXCELÊNCIA EM DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL Aberta à assinatura em 31 de Maio de 2004 no Secretariado-Executivo da CPLP PREÂMBULO Os Estados membros da Comunidade dos

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ)

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) 1 Índice I Disposições Legais... 3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

IESUR / FAAR. Instituto de Ensino Superior de Ariquemes. Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO. entre. xxxx

IESUR / FAAR. Instituto de Ensino Superior de Ariquemes. Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO. entre. xxxx IESUR / FAAR Instituto de Ensino Superior de Ariquemes Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO entre xxxx e IESUR, Rondônia, Brasil CLÁUSULA PRIMEIRA - Preâmbulo Em busca de interesses

Leia mais

Decreto n.º 3/2000 Acordo Geral de Cooperação entre a República Portuguesa e a República do Mali, assinado em Lisboa em 14 de Setembro de 1999

Decreto n.º 3/2000 Acordo Geral de Cooperação entre a República Portuguesa e a República do Mali, assinado em Lisboa em 14 de Setembro de 1999 Decreto n.º 3/2000 Acordo Geral de Cooperação entre a República Portuguesa e a República do Mali, assinado em Lisboa em 14 de Setembro de 1999 Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 197.º da Constituição,

Leia mais

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro

Leia mais

Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP

Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, âmbito e sede 1. A Associação de Estudantes adiante designada por Associação, é a organização representativa dos alunos da (ETPZP). 2. A presente Associação,

Leia mais

Resolução n.º 39/141, de Dezembro de 1984, da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas; CAPÍTULO I Definições e campo de aplicação

Resolução n.º 39/141, de Dezembro de 1984, da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas; CAPÍTULO I Definições e campo de aplicação Decreto n.º 12/88 Convenção sobre Assistência Mútua Administrativa entre Estados de Língua Oficial Portuguesa em Matéria de Luta contra o Tráfico Ilícito de Estupefacientes e de Substâncias Psicotrópicas

Leia mais

Conselho Estratégico Ambiental. Protocolo

Conselho Estratégico Ambiental. Protocolo Conselho Estratégico Ambiental Protocolo Considerando que as políticas de ambiente, ordenamento do território e conservação da natureza assumem uma importância crescente no desenvolvimento nacional e local,

Leia mais

ONU ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS

ONU ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS 1. A Antecessora da ONU Sociedade das Nações A Sociedade das Nações era também conhecida como Liga das Nações Foi idealizada a partir dos 14 Pontos de Wilson Foi criada na

Leia mais

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA Jerónimo Martins SGPS, S.A. ARTIGO 1.º (Atribuições) 1. A Comissão de Governo da Sociedade e de Responsabilidade Corporativa

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE MICROSCOPIA E MICROANÁLISE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

REGIMENTO DO NÚCLEO DE MICROSCOPIA E MICROANÁLISE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA REGIMENTO DO NÚCLEO DE MICROSCOPIA E MICROANÁLISE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E FINALIDADE Art.1º O Núcleo de Microscopia e Microanálise (NMM) caracteriza-se pela reunião

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE GONDOMAR

CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE GONDOMAR APROVADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR EM 26/03/1998 APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE GONDOMAR EM 28/04/1998 A valorização da participação da população no processo de desenvolvimento do concelho

Leia mais

TRATADO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA FRANCESA RELATIVO À COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA

TRATADO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA FRANCESA RELATIVO À COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA DEFESA Resolução da Assembleia da República n.º 30/2000 Tratado entre a República Portuguesa e a República Francesa Relativo à Cooperação no Domínio da Defesa, assinado em Paris em 30 de Julho de 1999 Resolução

Leia mais

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página1 Protocolo de Cooperação 2010 Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página2 A Rede de Bibliotecas de Almeida, adiante designada RBA, foi criada por protocolo assinado

Leia mais

Art. 2º O Conselho Estadual de Cultura tem por competências: II - acompanhar e fiscalizar a execução do Plano Estadual de Cultura;

Art. 2º O Conselho Estadual de Cultura tem por competências: II - acompanhar e fiscalizar a execução do Plano Estadual de Cultura; DECRETO Nº 24.720 DE 3 DE NOVEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a composição e o funcionamento do Conselho Estadual de Cultura - CONSEC, de que trata a Lei nº 8.319, de 12 de dezembro de 2005, e dá outras providências.

Leia mais

Jornal da República. Diploma Ministerial nº 9/2011. de 13 de Abril

Jornal da República. Diploma Ministerial nº 9/2011. de 13 de Abril Diploma Ministerial nº 9/2011 de 13 de Abril Aprova o Regimento Interno e Procedimentos de execução do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano - FDCH O Fundo de Desenvolvimento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS I DEFINIÇÃO Este Regimento Interno, organizado em conformidade com o Estatuto Social da Ser Educacional S.A. ( Companhia ), estabelece procedimentos a serem observados

Leia mais

Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro

Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Criado em 1979, pelo Decreto-Lei nº 513-L1/79, de 27 de Dezembro, então como Conselho Coordenador da Instalação dos Estabelecimentos de Ensino

Leia mais

Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade

Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade 19.01.2015 Objetivo O objetivo do escopo geográfico da Fairtrade International é determinar em quais países as

Leia mais

Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma

Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma.é nomeado/eleito na primeira reunião de Pais e Encarregados de Educação da Turma; Tem participação nos Conselhos de Turma; É a

Leia mais

COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO

COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO Aprovado na Reunião do Conselho de Administração realizada em 8 de maio de 2015 COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO 1. Regimento. O presente Regimento

Leia mais

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 Deliberação n.º 83 /2015 Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 A CIC Portugal 2020, na reunião ordinária de 21 de dezembro de 2015, deliberou, nos temos da alínea q) do n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA PARA A DEMOCRACIA PELO DIREITO (COMISSÃO DE VENEZA) ESTATUTO DA CONFERÊNCIA MUNDIAL DE JUSTIÇA CONSTITUCIONAL

COMISSÃO EUROPEIA PARA A DEMOCRACIA PELO DIREITO (COMISSÃO DE VENEZA) ESTATUTO DA CONFERÊNCIA MUNDIAL DE JUSTIÇA CONSTITUCIONAL Bucareste, 23 de Maio de 2011 CDL-WCCJ(2011)001 COMISSÃO EUROPEIA PARA A DEMOCRACIA PELO DIREITO (COMISSÃO DE VENEZA) ESTATUTO DA CONFERÊNCIA MUNDIAL DE JUSTIÇA CONSTITUCIONAL 23 de Maio de 2011 - 2 -

Leia mais

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL;

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL; MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 08/04 RESUMO DE DISCUSSÕES ENTRE A AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO (JICA) E AS RESPECTIVAS AUTORIDADES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL SOBRE COOPERAÇÃO TÉCNICA

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 1 Que imagem você tem quando se fala em África? Pense rápido! O modo como a África é vista ou a imagem que dela nos é dada para consumo constitui uma África dos quatro

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL 1º (Composição) O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos, um dos quais será o Presidente, e dois suplentes, eleitos em Assembleia Geral,

Leia mais

Relatório Mundial de Saúde 2006

Relatório Mundial de Saúde 2006 170 Relatório Mundial de Saúde 2006 Anexo Tabela 1 Indicadores básicos para todos os Estados-Membros Números computados pela OMS para assegurar comparabilidade a ; não são necessariamente estatísticas

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DO COLÉGIO INTERNACIONAL DE CURITIBA C O N S T I T U I Ç Ã O

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DO COLÉGIO INTERNACIONAL DE CURITIBA C O N S T I T U I Ç Ã O ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DO COLÉGIO INTERNACIONAL DE CURITIBA C O N S T I T U I Ç Ã O Artigo 1. Nome O nome desta associação é Associação de Pais e Mestres do Colégio Internacional de Curitiba, cuja

Leia mais

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de janeiro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0354 (NLE) 5725/17 SCH-EVAL 31 COMIX 66 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado-Geral do Conselho data:

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DOS ESTADOS DA ÁFRICA CENTRAL E DA ÁFRICA OCIDENTAL SOBRE A SEGURANÇA NO ESPAÇO MARÍTIMO COMUM

DECLARAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DOS ESTADOS DA ÁFRICA CENTRAL E DA ÁFRICA OCIDENTAL SOBRE A SEGURANÇA NO ESPAÇO MARÍTIMO COMUM DECLARAÇÃO DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DOS ESTADOS DA ÁFRICA CENTRAL E DA ÁFRICA OCIDENTAL SOBRE A SEGURANÇA NO ESPAÇO MARÍTIMO COMUM 1. Nós, os Chefes de Estado e de Governo dos Estados da África

Leia mais

DECRETO Nº , DE 13 DE MARÇO DE

DECRETO Nº , DE 13 DE MARÇO DE DECRETO Nº 22.787, DE 13 DE MARÇO DE 2002 1 Dispõe sobre a regulamentação do Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições

Leia mais

Autonomia e Gestão Novos Desafios

Autonomia e Gestão Novos Desafios Autonomia e Gestão Novos Desafios Francisco Oliveira Reforço da participação das famílias e comunidades na direcção estratégica da Escola Reforçar a liderança das Escolas Reforço da autonomia das Escolas

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação

Leia mais

Plataforma Supraconcelhia do Tâmega

Plataforma Supraconcelhia do Tâmega Regulamento da Plataforma Supraconcelhia do Tâmega Artigo 1º Objecto O presente regulamento define o processo de organização e funcionamento da Plataforma supraconcelhia do Tâmega, abreviadamente designada

Leia mais