ASSOCIAÇÃO DAS ADMINISTRAÇOES MARITIMAS AFRICANAS. Projecto de Constituição

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1 1 ASSOCIAÇÃO DAS ADMINISTRAÇOES MARITIMAS AFRICANAS Projecto de Constituição

2 2 Nós, os Chefes das administrações marítimas da África: República Popular Democrática da Argélia República de Angola República do Benin República do Botswana Burkina Faso República do Burundi República dos Camarões República de Cabo Verde República Centro- Africano República do Chade República Federal das Comores República do Congo República da Cote d' Ivoire República Democrática do Congo República do Djibouti República Árabe do Egipto Estado da Eritreia República Federal Democrática da Etiópia República da Guiné Equatorial República do Gabão República da Gâmbia República do Gana República da Guiné República da Guiné- Bissau República do Quénia Reino do Lesoto República da Libéria República líbia de Madagascar República do Malawi República do Mali República Islâmica da Mauritânia República das Maurícias República de Moçambique República da Namíbia República do Níger República Federal da Nigéria República do Ruanda República de São Tomé e Príncipe República do Senegal República das Seychelles República da Serra Leoa República da Somália

3 República da África do Sul República do Sudão Reino da Suazilândia República Unida da Tanzânia República do Togo República da Tunísia República do Uganda República da Zâmbia República do Zimbabwe 3

4 4 INSPIRADOS pelos objetivos estabelecidos na Carta Africana sobre os Transportes Marítimos, Estratégia Marítima Africana Integrada 2050 e outros códigos e regulamentos pertinentes; CONSIDERANDO os trabalhos da sessão inaugural dos chefes das administrações marítimas da África e do Fórum dos Oficiais Africanos de Registo dos Navios realizado em Mombaça, no Quénia, 3-5 outubro de O compromisso de reforçar a cooperação a nível regional, continental e internacional em políticas de harmonização e metas necessárias para o crescimento do sector marítimo Africano e valorização da colaboração continental; As partes comprometem-se a estabelecer uma base sólida para a realização de consultas regulares a fim de permitir que as administrações marítimas africanas possam construir posições comuns sobre questões de preocupações e interesses comuns no sector marítimo e promover a partilha das melhores práticas entre as administrações marítimas da África na gestão global e operação das autoridades marítimas e entidades relevantes do continente; Acordaram o seguinte: 1. DEFINIÇÕES Para os fins desta Constituição: "AAMA" significa a Associação das Administrações Marítimas Africanas; "ASRF" significa Fórum Africano de Registo dos Navios "Carta" significa a Carta sobre o Transporte Marítimo Africano aprovada em Durban, África do Sul, em 2009; "AU" significa a União Africana; "Presidente'' significa que o Presidente da AAMA; "Constituição" significa que este documento (que é a Constituição da AAMA); "Conselho" significa o Conselho Executivo da AAMA, conforme estabelecido na

5 5 cláusula 5 da Constituição; "Assembléia Geral" significa a Assembléia, conforme estabelecido em termos da cláusula 5 da Constituição; "Estados-Membros" significa que os Estados-Membros da AAMA; " CER " significa as Comunidades Económicas Regionais ; "Secretariado" significa o Secretariado da AAMA, conforme estabelecido em termos da cláusula 5 da Constituição ; " Os Estados Partes '' significa que os Estados-Membros que ratificaram ou aderiram à Carta. 2. CRIAÇÃO DE AAMA 2.1 A AAMA é instituída nos termos do artigo 5 º da Carta. 3. FUNÇÕES 3.1. A fim de alcançar o seu objectivo, as funções do AAMA são asseguintes : Em geral : (a ) Para atuar como o órgão de coordenação para as administrações marítimas da África. ( b ) Estabelecer e manter uma colaboração eficaz com a UA, as CERs, agências especializadas, as administrações governamentais, grupos profissionais e as outras organizações que possam ser consideradas adequadas. ( c ) Para ajudar os Estados-Membros, a pedido, no fortalecimento dos serviços de transporte marítimo. ( d ) Prestar apoio e assistência técnica adequada. ( e) Para dar ou ajudar e fornecer, a pedido dos serviços, a administração marítima da África,UA e instalações.

6 6 ( f ) Estabelecer e manter os serviços administrativos e técnicos, tais como podem ser necessários, incluindo serviços de estatística. ( g ) Para fazer entradas na elaboração de convenções, acordos e regulamentos e fazer recomendações no que diz respeito a assuntos marítimos internacionais e exercer as funções que lhe sejam atribuídas, assim, para a AAMA e são consistentes com o seu objectivo. ( h ) Estudar e relatar, em cooperação com outras agências especializadas onde as técnicas necessárias, administrativas e sociais que afetam a política marítima. (i ) Prestar informações, aconselhamento e assistência em matéria de transporte marítimo. ( j ) Para ajudar no desenvolvimento de uma opinião pública informada entre todos os assuntos de povo e sobre asunto do transporte maritimo Especificamente : ( a) Melhorar a capacidade e o desempenho das administrações marítimas da África, com ênfase no desenvolvimento de recursos humanos, tecnologia e compartilhamento de informações. ( b ) Facilitar a melhoria dos níveis de membros no cumprimento dos tratados marítimos internacionais. (c) Desenvolver e coordenar o programa de harmonizaçâo marítima, portuário e navegação interior, políticas, regulamentos e procedimentos em todos os paises dos Deputados. ( d ) Assegurar que os programas de segurança e desenvolvimento de bons recursos em grandes vias navegáveis interiores da África são desenvolvidas e implementadas. ( e) Garantir que os interesses dos países sem acesso ao mar são promovidos em todos os programas de transporte marítimo que afeta-os.

7 7 ( f ) Fomentar a criação do Conselho Consultivo Africano para Política Marítima, constituído por peritos africanos para fornecer apoio e orientação aos Estados-Membros, os organismos marítimos em questões legais e políticas técnicas. ( g ) Posicionar as administrações marítimas da África como os facilitadores estratégicos e recursos no desenvolvimento global e na implementação dos Estados-Membros, as comunidades económicas regionais e os programas marítimos da UA. ( h ) Proporcionar a liderança na promoção de qualificações no domínio marítimo, os programas de investigação e inovação em conjunto com atores, incluindo a academia e a indústria. ( i) Incentivar e promover a criação de multi- intervenientes pólos de desenvolvimento marítimo a nível nacional, regional e continental, com o objetivo de coordenar e promover um programa de desenvolvimento marítimo Africano competitivo e eficaz. ( j ) Apoiar a Comissão da UA no estabelecimento de mecanismos de interface e criação de outras estruturas e programas pertinentes previstas principalmente na Carta sobre Transporte Marítimo Africano e da Estratégia Marítima Integrada da África, ( k ) Apoio regional de desenvolvimento de programas, resoluções e estruturas, tais como a Comunidade Económica dos Estados Oeste Africano (ECOWAS ), da Organização Marítima da África Central ( OMAOC ), etc Oeste e e encorajar outras regiões de aprender e estabelecer acordos semelhantes. ( l) Trabalhar nesse ínterim, com as Instituições Financeiras de Desenvolvimento ( IFD ) regional e nacional continental existentes, para estabelecer o financiamento marítimo especializado dedicado e facilidades de financiamento para apoiar o sector marítimo da África.

8 8 (m ) Criar estruturas propícias para o desenvolvimento empresarial no sector marítimo da África. (n ) Colaborar com as associações e organizações, incluindo Association armadores Africano para a colocação de cadetes para a formação a tempo mar marítimas relevantes. 4. COMPOSIÇÃO E MEMBRO ASSOCIADO 4.1ª O estatuto de mebro na AAMA estará aberta a todas as Administrações Marítimas africanos que também são Estados-Membros da UA. 4.2 administrações marítimas dos Estados-Membros da UA podem tornar-se membros da AAMA, assinando ou não aceitar esta Constituição, em conformidade com as disposições pertinentes e de acordo com os seus processos organizacionais internos. 4.3 Se um Membro deixar de cumprir suas obrigações financeiras, tal como exposto nas cláusulas pertinentes a seguir, para a AAMA ou em outras circunstâncias excepcionais, a Assembleia Geral poderá, em tais condições que considere adequada, suspender os privilégios e serviços de voto para que o membro tenha direito. 4.4 A Assembleia Geral terá autoridade para restabelecer tais privilégios e serviços de voto. 5. ESTRUTURA DE AAMA 5.1 O trabalho da AAMA deve ser realizada por : (a ) Geral Monte ( b ) Conselho ( c ) Secretaria 6. ASSEMBLÉIA GERAL 6.1 A Assembléia Geral será composto dos Chefes das administrações marítimas da África ou os seus representantes delegados e chefes de órgãos especializados ou os seus representantes delegados.

9 9 6.2 Cada cabeça das administrações marítimas da África ou do seu representante delegado deve ser acompanhado por delegados escolhidos entre pessoas mais qualificadas pela sua competência técnica na área de administração marítima 6.3 Os substitutos e conselheiros podem acompanhar os delegados. 6.4 A Assembleia Geral reúne em sessão bi- anual regular e em sessões extraordinárias que forem necessárias. As sessões extraordinárias serão convocadas a pedido do Conselho ou da maioria dos membros. 6.5 A Assembléia Geral, em cada sessão bi- anual, seleciona o país ou região em que a próxima sessão bi- anual será realizada, o Conselho fixará posteriormente o lugar. O Conselho de Administração determinará o lugar onde uma sessão especial será mantida. 6.6 O Conselho fixará a data de cada sessão bi- anual e especial. 6.7 A Assembléia Geral elegerá o seu presidente e outros diretores que também são os diretores do Conselho Executivo no final de cada sessão bi- anual. Eles serão eleitos por dois anos e até que seus sucessores é eleito. 6.8 A Assembléia Geral adotará suas próprias regras de procedimento. 6.9 As funções da Assembléia Geral será: ( a) Para determinar as políticas e regras de procedimento da AAMA ; ( b ) eleger o Conselho Executivo; ( c ) Nomear o Secretário-Geral; ( d ) Analisar e aprovar os relatórios e as atividades do Conselho e do secretáriogeral e instruir o Conselho no que diz respeito a assuntos sobre os quais a ação, estudo, investigação ou relatório pode ser considerado desejável; ( e) Para criar as comissões que venham a ser considerados necessários para o trabalho da AAMA ; ( f ) Para supervisionar as políticas financeiras da AAMA e rever e aprovar o orçamento ; ( g ) Solicitar ao Conselho e ao Secretário-Geral para chamar a atenção dos Membros e de organizações internacionais, governamentais ou não - governamentais, qualquer assunto que diz respeito ao transporte marítimo de que a Assembléia Geral poderá considerar apropriado;

10 10 ( h ) Para convidar qualquer organização, nacional ou internacional, governamental ou não-governamental, que tem responsabilidades relacionadas as da AAMA, designar representantes para participar, sem direito de voto, nas reuniões ou nas dos comitês e conferências convocada sob a sua autoridade, em condições prescritas pela Assembléia Geral ; (i ) Para considerar as recomendações tendo em Administrações Marítimas da África feitas pela UA e informá-las sobre as medidas tomadas pela AAMA para dar efeito a tais recomendações; ; ( j ) Promover e realizar investigação no domínio marítimo pelo pessoal da AAMA com o estabelecimento de suas próprias instituições ou pela cooperação com instituições oficiais ou não oficiais de qualquer membro; ( k ) Para estabelecer outra organzaçâo especializada que se pode considerar desejável; ( l) Tomar qualquer outra ação apropriada para a prossecução dos objectivos da AAMA A Assembleia Geral terá autoridade para adotar convenções ou acordos com relação a qualquer assunto da competência da AAMA. Um voto de dois terços da Assembléia Geral será exigido para a aprovação de tais acordos, o que entrará em vigor para cada Estado-Membro, quando aceito por ele, de acordo com os seus processos internos Cada Estado compromete-se a, no prazo de dezoito meses após a adopção pela Assembleia Geral de um acordo, tomar medidas em relação à aceitação de tal acordo. Cada Membro notificará o Secretário -Geral das medidas tomadas, e se ele não aceitar tal acordo, dentro do limite de tempo, vai entregar uma declaração sobre as razões da não -aceitação. Em caso de aceitação, cada Estado-Membro compromete-se a apresentar um relatório anual ao Secretário- Geral, em conformidade com a Constituição A Assembleia Geral terá autoridade para fazer recomendações aos membros com relação a qualquer assunto da competência da AAMA. 7. CONSELHO EXECUTIVO 7.1 O Conselho é composto por nove pessoas, composta de chefes das administrações marítimas da África ou seus representantes. A Assembléia Geral, tendo em conta uma distribuição geográfica eqüitativa, elegerá os membros com direito a servir no Conselho, desde que, de tais membros, pelo

11 11 menos um deve representar uma das sub-regiões reconhecidas pela UA. 7.2 Esses membros serão eleitos por dois anos, podendo ser reeleitos. 7.3 O Conselho se reunirá pelo menos uma vez por ano e determinará o local de cada reunião. 7.4 A Assembléia Geral elegerá o Presidente do Conselho, que é também o presidente da Assembleia Geral. 7.5 As funções do Conselho são : ( a) Para dar cumprimento às decisões e políticas da Assembleia Geral; ( b ) Para atuar como órgão executivo da Assembléia Geral; ( c ) exercer as demais funções que lhe são confiadas pela Assembléia Geral ; ( d ) aconselhar a Assembleia Geral sobre questões submetidas por esse organismo e com os temas atribuídos à AAMA por convenções, acordos e regulamentos; (e ) Apresentar conselho ou propostas à Assembléia Geral por sua própria iniciativa ; ( f ) Para preparar a agenda das reuniões da Assembléia Geral; ( g ) submeter à Assembléia Geral para consideração e aprovação de um programa geral de trabalho que abrange um determinado período de dois anos; ( h ) Estudar todas as questões da sua competência ; ( i) tomar medidas de emergência dentro das funções e dos recursos financeiros da Organização para lidar com eventos que exigem ação imediata. 7.6 O Conselho exerce em nome de toda a Assembléia Geral os poderes que lhe foram delegados por aquele órgão. 8. SECRETARIADO 8.1 O Secretariado é composta pelo pessoal técnico e administrativo Secretário- Geral e como a AAMA pode exigir. 8.2 O Secretário- Geral será indicado pela Assembléia Geral sobre a nomeação do Conselho, em conformidade com as Regras de Procedimento e nos termos que a Assembléia Geral determinar. O Secretário-Geral, sob a autoridade do Conselho, será o principal funcionário técnico e administrativo da AAMA.

12 O Secretário-Geral será o Secretário ex- officio da Assembléia Geral, do Conselho, de todas as comissões e comitês da AAMA e de conferências convocadas por ele. Ele pode delegar essas funções. 8.4 O Secretário-Geral ou seu representante pode estabelecer um procedimento de acordo com membros, permitindo-lhe, com a finalidade de exercer as suas funções, para ter acesso direto às suas administrações. Ele também pode estabelecer relações diretas com organizações internacionais cujas atividades da competência da AAMA. 8.5 O Secretário-Geral deverá elaborar e apresentar ao Conselho as demonstrações financeiras, o programa de trabalho e as previsões orçamentais da AAMA. 8.6 O Secretário-Geral nomeará o pessoal do Secretariado, de acordo com os regulamentos de pessoal estabelecidos pela Assembléia Geral. A consideração dominante no recrutamento do pessoal será para garantir que a eficiência, integridade e caráter internacional representante da Secretaria será mantido no mais alto nível. Relação dívida serão pagos também para a importância de recrutar o pessoal sobre a mais ampla base geográfica possível. 8.7 As condições de serviço dos funcionários da AAMA deve obedecer, tanto quanto possível com os da UA. 8.8 No cumprimento dos seus deveres, o Secretário- Geral e o pessoal não solicitarão nem receberão instruções de qualquer governo ou de qualquer autoridade externa à AAMA. Devem abster-se de qualquer acção que possa refletir sobre sua condição de funcionários internacionais. Cada membro da AAMA da sua parte se compromete a respeitar o caráter exclusivamente internacional do Secretário- Geral e do pessoal e a não procurar influenciá-los. 8.9 O Conselho estabelecerá as comissões da Assembleia Geral e pode dirigir, por sua própria iniciativa ou por proposta do Secretário- Geral, pode estabelecer quaisquer outras comissões consideradas desejáveis para servir a qualquer propósito da competência da AAMA O Conselho, ao longo do tempo e em qualquer caso, anualmente, deve analisar a necessidade de continuar cada comissão.

13 O Conselho poderá prever a criação de ou a participação da AAMA em comissões mistas com outras organizações e para a representação da AAMA em comissões criadas por tais organizações. 9. CONFERÊNCIAS 9.1 A Assembléia Geral ou o Conselho poderá convocar conferências locais especiais, geral, técnico ou outro para examinar qualquer assunto da competência da AAMA e podem prever a representação em tais conferências de organizações internacionais e, com o consentimento dos membros interessados, de organizações nacionais, governamentais ou não-governamentais. 9.2 O Conselho pode prever a representação da AAMA em conferências em que o Conselho considera que a Organização tem um interesse. 10. SEDE 10.1 A localização da sede da AAMA será determinado pela Assembléia Geral. 11. ORÇAMENTO E DESPESAS 11.1 O Secretário-Geral deverá elaborar e apresentar ao Conselho as previsões orçamentais da AAMA. O Conselho deverá examinar e submeter à Assembléia Geral as estimativas gerais de orçamento, bem como as recomendações do Conselho julgar conveniente A Assembléia Geral deve analisar e aprovar as estimativas orçamentais e repartirá as despesas entre os membros, de acordo com a escala a ser fixada pela Assembléia Geral A Assembléia Geral ou o Conselho, deliberando em nome da Assembléia Geral pode aceitar e administrar doações e legados feitos a AAMA, desde que as condições associadas a essas doações ou legados são aceitáveis para a Assembléia Geral ou o Conselho e são consistentes com o objectivo e políticas da AAMA. 11,4 Um fundo especial a ser utilizado, a critério do Conselho deve ser estabelecido para atender emergências e contingências imprevistas.

14 VOTAÇÃO 12.1 Cada membro tem direito a um voto na Assembléia Geral As decisões da Assembléia Geral, em questões importantes, serão tomadas por maioria de dois terços dos membros presentes e votantes. Essas questões incluem: Adoção de convenções ou acordos, a aprovação de acordos trazendo a AAMA em relação com a UA e as organizações inter- governamentais e agências As decisões sobre outras questões, inclusive a determinação de categorias adicionais de assuntos a serem debatidos por uma maioria de dois terços, serão tomadas por maioria dos membros presentes e votantes. 12,4 votação sobre assuntos análogos no Conselho e nas comissões da AAMA deve ser feita de acordo com a cláusula 12.2 e RELATÓRIOS APRESENTADOS PELOS MEMBROS 13.1 Cada Membro apresentará um relatório anual ao AAMA sobre as medidas tomadas e os progressos alcançados na melhoria Administrações Marítimas Africanos Cada Membro apresentará um relatório anual sobre as medidas tomadas com relação às recomendações feitas a ele pela AAMA e com respeito a convenções, acordos e regulamentos Cada Membro comunicará prontamente a AAMA importantes leis, regulamentos, relatórios e estatísticas oficiais relativas a administrações marítimas da África que tenha sido publicada no Estado em causa Cada Membro deve fornecer relatórios estatísticos de forma a ser determinada pela Assembléia Geral.

15 Cada Membro deve transmitir a pedido do Conselho as informações adicionais relativas ao transporte marítimo, como pode ser possível. 14. Capacidade jurídica, privilégios e imunidades 14.1 A AAMA gozará no território de cada Estado-Membro, da capacidade jurídica que possam ser necessárias para o cumprimento do seu objectivo e para o exercício das suas funções A AAMA gozará no território de cada Estado, dos privilégios e imunidades que possam ser necessárias para o cumprimento dos seus objectivos e para o exercício das suas funções Os representantes dos Membros, as pessoas designadas para servir no Conselho e pessoal técnico e administrativo da AAMA gozarão, igualmente, dos privilégios e imunidades necessários para o exercício independente das suas funções relacionadas com a AAMA Tal capacidade jurídica, dos privilégios e imunidades serão definidos num acordo separado, a ser elaborado pela AAMA em consulta com o presidente da UA e celebrado entre os membros. 15. Relações com outras organizações 15.1 A AAMA deve estabelecer relação com a UA como uma das agências especializadas previstas na Carta. O acordo ou acordos trazendo a AAMA em relação com a UA está sujeita a aprovação por dois terços dos votos da Assembleia Geral A AAMA estabelecerá relações efetivas e cooperar estreitamente com as outras organizações inter- governamentais, pode ser desejável. Qualquer acordo formal firmado com tais organizações devem ser objecto de aprovação por dois terços dos votos da Assembleia Geral.

16 O AAMA pode, em assuntos de sua competência, tomar as providências adequadas para consulta e cooperação com as organizações internacionais não-governamentais e com organizações nacionais, governamentais ou nãogovernamentais Sujeito à aprovação pelo voto de dois terços da Assembléia Geral, a AAMA pode assumir o lugar de qualquer outra organização ou agência internacional cujo objetivo e as atividades se encontram dentro da esfera de competência dos AAMA tais funções, recursos e obrigações que possam ser conferido a AAMA por acordo internacional ou por acordos mutuamente aceitáveis celebrados entre as autoridades competentes das respectivas organizações. 16. ALTERAÇÕES 16.1 Os textos das emendas propostas à Constituição deve ser comunicada pelo Secretário- Geral aos Membros pelo menos seis meses antes da sua apreciação pela Assembleia Geral. As emendas entrarão em vigor para todos os Membros quando adotada por voto de dois terços da Assembléia Geral e aprovado por dois terços dos membros, de acordo com seus respectivos processos internos. 17. INTERPRETAÇÃO 17.1 Os textos em Inglês, Francês, Português e Árabe desta Constituição serão considerados igualmente autênticos Qualquer dúvida ou controvérsia relativa à interpretação ou aplicação da presente Constituição, que não seja resolvida por meio de negociações será submetida à Assembléia Geral, a menos que as partes envolvidas concordam em outro modo de solução.

17 ENTRADA -INTO -FORCE 18.1 Sem prejuízo do disposto na cláusula 4, esta Constituição permanecerá aberta para Administrações Marítimas de toda a África para assinatura ou aceitação Administrações Marítimas da África podem tornar-se partes da Constituição por : ( a) assinatura sem reservas quanto à aprovação; ( b ) assinatura sujeita a aprovação, seguida de aceitação, ou ( c ) a aceitação Aceitação será efectuada mediante o depósito de um instrumento formal junto do Secretário- Geral da AAMA 18.4 Esta Constituição entrará em vigor quando quinze membros tornaram-se partes AAMA O Secretário- Geral da AAMA informará as partes a esta Constituição da data em que entrou em vigor. Ele também irá informá-los sobre as datas em que os outros membros tornaram-se partes no presente Constituição. Em fé do que os representantes abaixo assinados, devidamente autorizados para o efeito, assinar e adotar esta Constituição. Feita em Joanesburgo, África do Sul, aos vinte e três dias do mês de Outubro de 2013, num único exemplar, nas línguas inglesa, francesa, Português e Árabe, e cada um dos textos igualmente autênticos. Os textos originais serão depositados nos arquivos da AAMA. O Presidente da AAMA enviará cópias autenticadas a cada um dos membros representados na Conferência.

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