DEPARTAMENTO PESSOAL MODELO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEPARTAMENTO PESSOAL MODELO"

Transcrição

1 DEPARTAMENTO PESSOAL MODELO Luiz Augusto Consoni Todos Direitos Autorais Reservados - Catho Online - Luiz Augusto Consoni Material de Apoio do Curso Online Departamento Pessoal Modelo

2 APRESENTAÇÃO DO CURSO Este curso tem o objetivo de apresentar um manual prático do funcionamento da área de Recursos Humanos e Departamento de Pessoal de uma empresa, abordando todos os assuntos pertinentes. Para facilitar o seu aprendizado, elaboramos uma história fi ctícia que visa mostrar as diversas fases pelas quais a empresa deve passar desde o surgimento da necessidade de uma contratação até o momento em que a rescisão do empregado se faz necessária. Nosso objetivo foi elaborar um curso teórico e prático ao mesmo tempo, de forma a demonstrar a correta interpretação da legislação, estabelecer contratos de trabalho, remunerar empregados, demiti-los corretamente, e dessa forma evitar problemas trabalhistas futuros. O curso foi elaborado para atender os profi ssionais que atuam na área de Recursos Humanos e Departamento de Pessoal da empresa, ou mesmo para aqueles que querem adquirir conhecimentos sobre conceitos e a rotina da área, para conhecer os seus direitos, tomando ciência dos procedimentos corretos a serem adotados nas diversas situações que envolvem a área. Neste curso você terá a oportunidade de: conhecer o Direito do Trabalho e suas fontes reguladoras; conhecer detalhes sobre a jornada de trabalho e todas as especialidades envolvidas; verifi car quais são os princípios que protegem o salário do empregado; verifi car os diversos tipos de remuneração existentes que podem fazer parte do ganho mensal dos empregados; conhecer detalhes sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da empresa; conhecer os diversos tipos de relação de emprego existentes e contratos de trabalho, podendo decidir qual a melhor opção de acordo com as necessidades da sua empresa; acompanhar todos os passos do processo de admissão de um empregado; conhecer as especifi cidades sobre os diferentes tipos de contribuição sindical, obrigatórias e voluntárias, dos empregados; acompanhar os diferentes tipos de afastamento aos quais um empregado pode usufruir de acordo com a situação ocorrida, bem com verifi car a sua repercussão no contrato de trabalho fi rmado com a empresa; conhecer as leis e os detalhes sobre o pagamento de férias e 13º salário;

3 verifi car os diversos tipos de rescisão contratual, podendo entender e utilizar aquele que melhor se adequar à situação ocorrida na sua empresa; conhecer quais são as obrigações trabalhistas da empresa no decorrer no ano, e como proceder com cada uma; obter um guia para a conservação e guarda dos documentos gerados pela área, conhecendo o tempo que cada um deve ser mantido em arquivo; conhecer detalhes sobre higiene e segurança no trabalho;

4 SOBRE O AUTOR Luiz Augusto Consoni Procurador Federal lotado no Ministério do Desenvolvimento Especializado em Direito do Trabalho pela PUC/SP Professor de pós-graduação na FAAP/SP de 1990 a 1995 Graduado em Direito pela PUC/SP Sócio do escritório de advocacia Moreno & Consoni

5 MENSAGEM DO AUTOR Luiz Augusto Consoni Seja bem-vindo(a) ao curso de Departamento Pessoal Modelo. Procure manter uma participação interessada no curso. Entre de cabeça, como quem pula em uma piscina, para se molhar por inteiro. Não perca o pique os seus esforços e sua dedicação não podem faltar e certamente serão compensadores. Você vai estudar leis, regras e, conceitos regulando a relação contratual entre o empregado e o empregador. Para facilitar o seu aprendizado, foram apresentados vários modelos e exemplos de fatos possíveis de ocorrer na vigência da relação de emprego, todos acompanhados da legislação ou jurisprudência que exige aquele procedimento. Estude cada módulo pelo menos duas vezes, sempre lendo o texto legal ou os exemplos que se encontram na Biblioteca. Eles complementarão seu conhecimento e darão segurança jurídica para futuras decisões. Se você tiver alguma dúvida, não deixe de nos encaminhar, para que possamos atendê-lo e melhor orientálo. Fique à vontade sempre afi nal, estamos aqui para isso. Aproveite esta oportunidade. Bom aprendizado!

6 SUMÁRIO Módulo 1 - Direito do Trabalho Direito do Trabalho Conceitos básicos Fontes do Direito do Trabalho Convenção e Acordo Coletivo de Trabalho Jornada de Trabalho...18 Módulo 2 - Remuneração Princípios de proteção ao salário Tipos de remuneração Participação nos lucros e resultados...53 Módulo 3 - Admissão do Empregado e o Contrato de Trabalho Relação de Emprego Contrato de Trabalho Admissão do Empregado Contratação de Defi cientes Físicos...80 Módulo 4 - A Contribuição Sindical e o Afastamento do Empregado Contribuição Sindical O afastamento do empregado e sua repercussão no contrato de trabalho Trabalho do menor Trabalho da mulher

7 Módulo 5 - Férias e 13º Salário Férias º Salário Módulo 6 - Rescisão Contratual Rescisão Contratual Módulo 7 - Obrigações Trabalhistas Salários de contribuição e segurados da Previdência Social Obrigações mensais e periódicas Conservação e guarda de documentos Higiene e segurança do trabalho Referências Bibliográficas

8 Modulo 1 MÓDULO 1 DIREITO DO TRABALHO Neste módulo você vai obter conhecimentos indispensáveis à compreensão do direito do trabalho, bem como observará os conceitos e normas que regulamentam a jornada de trabalho dos empregados, além de sua fl exibilização Direito do Trabalho Conceitos básicos Fontes do Direito do Trabalho Convenção Coletiva de Trabalho Jornada de Trabalho 8

9 Modulo 1 MÓDULO 1 DIREITO DO TRABALHO DIREITO DO TRABALHO CONCEITOS BÁSICOS O Direito do Trabalho é um conjunto de princípios e normas que têm o objetivo de regulamentar as relações de trabalho entre o empregado e o empregador. Com ele se estabelece uma igualdade de direitos e obrigações para ambas as partes, buscando um relacionamento pacífi co e produtivo necessário ao desenvolvimento da empresa e indispensável à continuidade do contrato e a garantia do emprego. 9

10 Modulo FONTES DO DIREITO DO TRABALHO Para decidir sobre qualquer questionamento de natureza trabalhista, é preciso analisar as fontes por onde surgem as normas do Direito do Trabalho, verifi cando a prevalência de uma sobre a outra a fi m de decidir qual deverá ser aplicada. Lei A lei é hierarquicamente superior a qualquer outra fonte do Direito do Trabalho e sempre deverá prevalecer. A primeira lei é a Constituição Federal, onde estão descritos os direitos dos trabalhadores e a organização dos sindicatos. Por isso, as leis do trabalho são imperativas e obrigam o seu cumprimento. A Consolidação das Leis do Trabalho considera nulo qualquer ato praticado pelo empregador com o objetivo de desvirtuar a aplicação da lei. Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho As Convenções ou Acordos Coletivos elaborados entre as empresas e os sindicatos dos empregados estabelecem condições de trabalho aplicadas no âmbito das empresas acordantes. Sentença Normativa - Dissídio Coletivo As decisões tomadas pelos juízes do Tribunal Regional do Trabalho em dissídios coletivos devem ser cumpridas pelas empresas. Poderá a empresa fazer um Acordo Coletivo com o sindicato colocando uma cláusula de prevalência das condições estabelecidas no Acordo sobre aquelas estabelecidas pelo dissídio da sua categoria (art. 162, parágrafo 1º do CPC (Código de Processo Civil)). Regulamento da Empresa O Art. 2º da CLT defi ne o empregador como aquele que dirige o trabalho do empregado, tendo o poder de organizar, controlar e estabelecer a disciplina interna necessária ao trabalho. Cabe ao empregador divulgar essas decisões através do Regulamento de Pessoal, que deve ser parte integrante do Contrato de Trabalho dos empregados. Jurisprudência - Súmulas do Tribunal Superior do Trabalho Defi ne-se como Jurisprudência todas as decisões tomadas nos processos trabalhistas pelos juízes dos Tribunais do Trabalho. 10

11 Modulo 1 Essas decisões são representadas pelas Súmulas e Orientações Normativas emitidas pelo Tribunal Superior do Trabalho, que na verdade servem para orientar as empresas em relação à determinado assunto e obrigam o seu cumprimento. Princípios do Direito do Trabalho Tratam-se das regras que norteiam a criação e a aplicação do Direito do Trabalho e devem ser respeitadas e consultadas antes de qualquer decisão por parte do empregador. Convenção ou Acordo Coletivo Dentre as fontes do Direito do Trabalho que acabamos de conhecer, a Convenção ou Acordo Coletivo é de grande importância para a relação de trabalho. Sua importância está no fato de fazer com que as regras que regulam o trabalho surjam como um refl exo das necessidades do grupo social (empresa e sindicato), além de ser um modo de socializar o processo legislativo de criação das leis, tornando-as mais justas, válidas e efi cazes. A Convenção ou Acordo Coletivo representa um dos canais de comunicação do Direito Coletivo. Os outros canais são: 1. Convenção e Acordo Coletivo 2. Regulamento de Pessoal 3. Consertação Social - Câmaras Setoriais 4. Estado Regulador - Gestão Tripartite Vamos definir Convenção e Acordo Coletivo. Convenção Coletiva: Trata-se de um acordo de caráter normativo pelo qual dois ou mais sindicatos representativos de categorias econômicas e profissionais, estipulam condições de trabalho aplicáveis no âmbito das respectivas representações a relações individuais de trabalho (Art. 611 da CLT). Acordo Coletivo: Trata-se de um acordo celebrado entre sindicatos representativos de categorias profissionais e uma ou mais empresas da correspondente categoria econômica, estipulando condições de trabalho aplicáveis no âmbito da(s) empresa(s) acordante(s) às respectivas relações de trabalho (Art. 611, parágrafo 1º da CLT). 11

12 Modulo 1 Todos os Acordos ou Convenções Coletivas surgem de uma prévia negociação. Essa negociação se faz necessária com a participação e representação dos empregados da empresa, devendo ser regida com lealdade, harmonia e conciliação das partes empregador e empregado. Veja a seguir outros detalhes sobre os Acordos e Convenções Coletivas: Quem pode Negociar? Os sindicatos (art. 513 da CLT). Trabalhadores e empregados sobre participação nos lucros (M.P. 955 de ). Quando existe obrigações de negociação? Na data-base (art. 616 da CLT). E no caso de recusa, instaura-se dissídio coletivo (art. 616 parágrafo 4º da CLT). Validade do Acordo ou Convenção Deverá haver um edital e uma assembléia promovida pelo sindicato com os empregados. A ata de assembléia e os termos do Acordo deverão ser depositados na Delegacia do Trabalho. Cláusulas - Conteúdo da Negociação Cláusulas obrigatórias: são mecanismos de direitos e deveres na administração da convenção, greve, comissões etc. Cláusulas normativas: são usadas para condições de remuneração, benefícios, horas de trabalho, períodos de repouso etc. Efeito e Prazo O prazo máximo de vigência é de dois anos. Art. 616 da CLT: Os sindicatos representativos de categorias econômicas ou profi ssionais e as empresas, inclusive as que não tenham representação sindical, quando provocados, não podem recusar-se à negociação coletiva. Art. 616, parágrafo 3º da CLT: Havendo Convenção, Acordo ou Sentença Normativa em vigor, o dissídio coletivo deverá ser instaurado dentro de 60 dias anteriores ao respectivo termo fi nal, para que o novo instrumento possa ter vigência no dia imediato a esse termo. Prevalência da lei sobre a Conveção ou Acordo Coletivo A lei sempre deve prevalecer sobre a Convenção ou Acordo Coletivo, exceto se a própria lei estabelecer 12

13 Modulo 1 prevalência sobre ela, como acontece com a jornada de trabalho no inciso XIII ou salário no inciso VI da Constituição Federal (art. 623 da CLT). Prevalência entre o Acordo e a Convenção Coletiva Já em relação à prevalência entre o Acordo ou a Convenção Coletiva, a empresa deve optar por aquela que for mais favorável ao empregado (art. 620 da CLT) e nenhuma condição estabelecida em contrato individual entre a empresa e o funcionário poderá contrariar a condição imposta por Acordo ou Convenção Coletiva, sob pena de anulação (art. 619 da CLT). Posição da fiscalização sobre Convenção ou Acordo Coletivo Diante das condições estabelecidas em Convenções ou Acordos Coletivos, a fi scalização e inspeção do trabalho não poderão multar as empresas caso verifique incompatibilidade das cláusulas convencionadas em relação à Legislação do Trabalho. Caberá ao fiscal do trabalho apenas comunicar o fato a chefi a imediata (Portaria 865 de 14 de setembro 1995). Prevalência da Convenção ou Acordo Coletivo sobre o Contrato de Trabalho As cláusulas das Convenções e Acordos Coletivos devem prevalecer sobre as cláusulas do Contrato de Trabalho e se aplicam para todos os empregados da empresa ou da categoria profi ssional (art. 619 da CLT). Regulamento da empresa Uma outra fonte do Direito do Trabalho que iremos destacar é o Regulamento de Pessoal da Empresa. É também uma fonte bastante importante, uma vez que cria normas internas da empresa a serem cumpridas pelos empregados. Vimos que a lei confere ao empregador três tipos de poderes: Poder Organizacional: trata-se do estabelecimento de planos de cargos e salários, local de trabalho, dias de descanso etc. Poder de Controle: trata-se da fi scalização da execução do trabalho, dos horários, da marcação do ponto, da justifi cativa de faltas etc. Poder Disciplinar: Trata-se da aplicação de penalidades como advertência, suspensão ou demissão, por conta de faltas cometidas pelo empregado. Princípios do Direito do Trabalho Os princípios do Direito do Trabalho na verdade são regras que têm o objetivo de proteger os direitos do empregado. Elas dividem-se em quatro tipos: 13

14 Modulo 1 1. Princípio da norma mais favorável ao trabalhador: Entre duas normas de trabalho, deve-se sempre aplicar aquela que for mais favorável aos empregados. 2. Princípio do direito adquirido: Toda vantagem concedida ao empregado, mesmo que por mera liberalidade do empregador, adere ao contrato de trabalho como uma condição pactuada entre ambos e não poderá mais ser suprimida pelo empregador, a menos que essa suspensão não cause prejuízo ao empregado. Esse princípio está descrito no Art. 5º da Constituição Federal que foi inserido no Art. 468 da CLT e comentado na Súmula 51 do TST. Quando se tratar de um direito criado por Convenção ou Acordo Coletivo, ele só cessará quando for suprimido numa outra Convenção ou Acordo Coletivo, conforme Súmula 277 do TST. 3. Princípio da primazia da realidade: Sempre será observado o modo como o trabalho é executado e não precisamente como foi contratado. 4. Princípio da irrenunciabilidade dos direitos do trabalhador: O empregado não pode renunciar a um direito que lhe é assegurado por lei. Quanto ao último princípio, o da irrenunciabilidade dos direitos, existem dois atos jurídicos pelos quais se extinguem as obrigações da empresa para com o trabalhador: Renúncia - É um ato unilateral que signifi ca abdicar ou desistir de um direito estabelecido pela lei. Transação - É um ato bilateral com ônus recíprocos que extingue as obrigações através de uma conciliação entre as partes (empregador e empregado), uma vez que, não tendo certeza do direito que pleiteiam ou da sentença do juiz, cedem e fazem um acordo. A Transação sempre poderá ser efetuada como princípio conciliatório, porém, a Renúncia depende das características de cada caso, ou seja, da natureza do direito que se pretende renunciar. Um empregado não pode renunciar as garantias trabalhistas decorrentes de normas imperativas de ordem pública (art. 9º da CLT), porém, nada impede que ele renuncie do direito patrimonial (vantagem ou bem) já incorporado ao seu patrimônio, desde que ele tenha sido livre para decidir sobre isso e sem que haja prejuízo para ele (Enunciado 243 e 259 do TST). 14

15 Modulo 1 Garantias trabalhistas: Tratam-se dos direitos impostos pela lei e decorrentes da relação de emprego. São elas: salário, férias, 13º salário, verbas rescisórias etc. Direito patrimonial: Trata-se dos benefícios que o trabalhador passa a ter direito depois de recebê-los com habitualidade, por mais de duas vezes consecutivas. São eles: passagens aéreas, premiações por vendas, gratifi cações etc. Qualquer renúncia de direitos trabalhistas terá sempre um caráter de relatividade e deverá estar vinculada a procedimentos originados da convenção coletiva, acordo coletivo, arbitragem, mediação ou conciliação. Não se pode fazer uma renúncia individual uma vez que ela pode repercutir no plano coletivo. 15

16 Modulo CONVENÇÃO E ACORDO COLETIVO DE TRABALHO A Convenção e o Acordo Coletivo de Trabalho são instrumentos de consultas bastante importante para as empresas regularem os contratos de trabalhos com seus empregados. Através dela são acordadas as jornadas de trabalho, férias, aumentos salariais e participação nos lucros, entre outras. A justiça do trabalho tem analisado os Acordos e Convenções Coletivas elaborados pelas empresas e suas decisões têm demonstrado sua adequada utilização. Portanto, sua leitura é muito importante devendo atentar para alguns aspectos: Abrangência: é ditada pelos sindicatos responsáveis pela sua elaboração. Trata-se de um acordo normativo fi rmado por dois ou mais sindicatos que representam a categoria da empresa e contém as condições de trabalho aplicáveis e as relações individuais de trabalho. O sindicato precisa registrar essa convenção para que ela seja reconhecida perante ao Tribunal de Trabalho. Acordo coletivo posterior: as cláusulas de Convenção Coletiva de Trabalho incorporam-se automaticamente ao contrato de trabalho estabelecido com os funcionários. Portanto, qualquer alteração posterior feita através de Acordo Coletivo que tenha o objetivo de alterar os salários para menor, é irrelevante e sem valor perante ao Tribunal do Trabalho, a menos que o contrato de trabalho com o funcionário tenha sido extinto.as vantagens criadas por Convenção ou Acordo Coletivo só poderão ser suprimidas por outra Convenção ou Acordo, jamais por ato unilateral do empregador. Alcance territorial: A Convenção Coletiva deve ser específi ca para cada base territorial. Portanto, as empresas que possuem fi liais em diferentes estados precisam consultar a respectiva convenção local onde será tomada determinada ação. Categoria diferenciada: sempre que existir um sindicato para a atividade da empresa que o empregado trabalha, mesmo que ele tenha uma profi ssão diferenciada que possua um sindicato específi co, deverá prevalecer as normas acordadas com o sindicato da empresa contratante. Interpretação: as cláusulas contidas nas Convenções Coletivas, nos Acordos Coletivos ou em Sentenças Normativas devem ser aplicadas para todos os empregados e não individualmente. Cláusula convencional: a cláusula convencional Pacta sunt servanda, que exclui o direito a horas utilizadas no itinerário do funcionário de sua casa para a empresa e vice-versa, deve ser desconsiderada porque contraria a lei. Porém, ela pode ser válida desde que seja acordado entre as duas partes (empregador e empregado) e se não ofender nenhuma norma legal de proteção ao trabalhador. 16

17 Modulo 1 Fonte autônoma do direito: a Convenção Coletiva de trabalho se constitui como fonte autônoma do direito, ou seja, ela vale como lei ao fixar melhores condições de trabalho. No caso de concorrência de normas, sempre se deve aplicar aquela que for mais benéfi ca ao empregado, independentemente de sua hierarquia. Observância: as cláusulas de Convenções Coletivas de Trabalho devem ser observadas e fielmente cumpridas nas relações com os empregados. A Convenção e os Acordos Coletivos possuem diversas particularidades a serem observadas e que são os instrumentos que regulam as relações entre as empresas e os seus empregados. A Lei deve sempre vir em primeiro lugar, porém, hoje em dia, o que as empresas buscam é fl exibilizar essas leis de forma a tornar a relação com seus empregados algo que traga benefícios para ambos. A Convenção e os Acordos Coletivos têm o objetivo de formalizar as decisões tomadas entre as empresas e os sindicatos que representam os empregados, facilitando o trabalho dos administradores de pessoal, uma vez que a maioria das ações a serem tomadas estão descritas na Convenção ou no Acordo, com exceção de assuntos muito específi cos onde outras fontes citadas anteriormente podem ser consultadas. a) A abrangência da Convenção Coletiva é ditada pela base territorial dos sindicatos. b) As cláusulas da Convenção e dos Acordos Coletivos são incorporadas automaticamente ao contrato de trabalho. c) A Convenção Coletiva é específi ca para cada categoria profi ssional. d) As cláusulas contidas na Convenção Coletiva devem ser aplicadas coletivamente. e) No caso de concorrência de normas de Acordo e de Convenção, sempre deve-se aplicar aquela que for mais favorável ao empregado. 17

18 Modulo JORNADA DE TRABALHO Segundo a Constituição Federal, o limite na jornada de trabalho é de 8 horas diárias e 44 horas semanais. Esse limite só poderá ser superado nos casos descritos na CLT que mostraremos adiante. A empresa deverá anotar na ficha de registro do empregado o seu horário de trabalho, indicando a existência de Acordos Coletivos que falam sobre isso. Cabe à empresa elaborar e disponibilizar para todos os empregados um quadro contendo o horário de trabalho seguido pela empresa para fi ns de fi scalização. Essa jornada de trabalho deve ser distribuída da seguinte forma: Dias da Semana Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom Sistema anterior a Constituição de = 48 h. Sistema após Constituição de 1988 Art. 58 da CLT 7h20 7h20 7h20 7h20 7h20 7h20 = 44 h. Sistema de Compensação Art 59, parágrafo 2º da CLT = 40 h. 8h48 8h48 8h48 8h48 8h48 0 = 44 h. Turnos ininterruptos de revezamento = 36 h. Revezamento com compensação de horas em turnos de 6 horas Folga 8 = 40 h. A jornada diária corresponde a divisão das 44 horas semanais por 6 dias da semana, ou seja: 44 horas: 6 dias = 7:33 (33 décimos) = 7 horas e 20 minutos (conversão dos decimais em minutos). Podemos classifi car a jornada de trabalho da seguinte forma: Jornada normal ou extraordinária Jornada diurna, noturna, de revezamento e mista Jornada especial para profi ssões regulamentadas em leis específi cas Jornada de remuneração variável Existem algumas categorias profi ssionais ou tipos de trabalho cujo limite de jornada é menor. Essas categorias são chamadas de Profi ssões Regulamentadas com Jornadas Especiais e estão previstas na CLT ou em leis esparsas. É o caso dos médicos, enfermeiros, digitadores, etc. 18

19 Modulo 1 Turno ininterrupto de revezamento A Constituição estabelece uma jornada especial de 6 horas diárias e 36 horas semanais para os trabalhos realizados em turnos ininterruptos de revezamento. No caso de empresas que possuem atividades ininterruptas de trabalho, para que se considere como turno ininterrupto de revezamento é necessário que se estabeleça uma alternância mensal ou quinzenal nos horários de trabalho dos empregados nos períodos do dia, tarde e noite. Turnos Ininterruptos De Revezamento Horários de trabalho diário A empresa com atividade diária de 24 Horas Alternância quinzenal ou mensal nos horários Mesmo que essas empresas interrompam suas atividades apenas aos sábados ou domingos, a jornada de trabalho deve ser considerada como ininterrupta e consequentemente deve ser reduzida, ou seja, 6 horas diárias e 36 semanais se houver a alternância nos horários diários de trabalho durante a semana. O Tribunal Superior de Trabalho admite a compensação de horas para quem trabalha em turno ininterrupto de revezamento, desde que seja mantido o limite semanal determinado de 36 horas. Tempo à disposição do empregador O tempo que o empregado fica à disposição do empregador aguardando ordens ou a serviço, deverá sempre ser remunerado (art. 4º da CLT). A Legislação Trabalhista estabelece critérios para medir e quantifi car o tempo quando o trabalhador está a serviço da empresa que trabalha, visto que, hoje em dia, cada vez mais vemos atividades que necessitam de profi ssionais disponíveis a qualquer hora do dia. Por exemplo: gerente de informática, de segurança e, de manutenção, entre outros. Profi ssionais como esses precisam estar sempre à disposição da empresa em que trabalham, caso ocorra algum tipo de problema, como por exemplo uma pane nos computadores da empresa à noite, uma máquina que pára de funcionar em um fi nal de semana ou uma empresa que é assaltada num feriado. A Legislação estabelece dois critérios para medir o tempo de trabalho dos empregados: 1. Tempo efetivamente trabalhado na empresa: é aquele acordado com o trabalhador na sua admissão, ou seja, sua jornada diária normal e as horas-extras, quando necessário, que eventualmente pode ser alterado desde que acordado entre as partes ou em Convenção ou Acordo Coletivo e realizado no posto de trabalho do empregado. 2. Tempo de folga do empregado utilizado para serviço da empresa: é aquele em que o empregado 19

20 Modulo 1 não está cumprindo sua jornada no posto de trabalho, mas está à disposição do empregador para alguma eventualidade. O tempo de folga do empregado utilizado para serviço da empresa pode ser dividido em quatro principais situações: Pode fazer parte do trabalho do empregado ficar à disposição do empregador para atender alguma eventualidade. Esse plantão pode acontecer dentro da empresa, em algum local determinado ou em sua própria residência. O tempo que o empregado fi ca de plantão dentro da empresa em que trabalha é considerado como tempo à disposição e todas as horas devem ser remuneradas conforme contrato de trabalho estabelecido. O tempo que o empregado fica de plantão fora da empresa em que trabalha também é considerado como tempo à disposição e caracteriza-se pela limitação à liberdade para dispor de seu tempo de folga, cuja remuneração deve corresponder ao valor de 1/3 das horas à disposição (Súmula 229 do TST). Por exemplo: Um funcionário que fi cou de plantão em sua residência por 24 horas, deverá receber o valor correspondente a 8 horas do tempo à disposição e essa remuneração deverá ter o título de plantão. Já o uso de bip, telefone celular ou rádio não caracteriza tempo à disposição, uma vez que o empregado não precisa ficar limitado a permanecer em sua residência, podendo atender ao chamado da empresa em qualquer outro lugar (Súmula 49 do TST). Deverá ser considerado como tempo à disposição toda viagem que o empregado vier a fazer a serviço da empresa, devendo ser remunerado pelo empregador, considerando inclusive o tempo gasto na locomoção de ida e volta. Por isso, o mais adequado é que a empresa determine que o empregado viaje durante o período de sua jornada normal de trabalho. Também é aconselhável a empresa possuir acordo coletivo para compensação de horas extras com folgas para os seus motoristas, evitando o excesso de horas extras além das duas horas permitidas durante o período de viagem a serviço. O tempo gasto com a locomoção do empregado de sua residência para o trabalho e vice-versa não é considerado como jornada de trabalho e portanto, não deve ser remunerado. A exceção a essa regra se dá quando a empresa localiza-se num local de difícil acesso onde não existe meio de transporte público, obrigando empresa oferecer condução para seus empregados. 20

21 Modulo 1 Nesse caso, essas horas devem ser identifi cadas como horas in itinere ou horas de percurso e remuneradas como hora normal de trabalho quando forem dentro da jornada normal e como horaextra se exceder essa jornada. Deverá ser considerado como tempo à disposição e, consequentemente, ser remunerado, o tempo gasto com a troca de uniforme e higiene pessoal após a jornada de trabalho, se necessário devido à natureza do trabalho desenvolvido. Portanto, esse tempo deve fazer parte da jornada normal de trabalho. Apontamento de horas Cabe às empresas fazer o controle de freqüência dos seus empregados. As horas executadas antes do início ou após o término da jornada de trabalho deverão ser remuneradas. De acordo com a CLT, foi estabelecido o limite de 5 minutos de tolerância tanto na entrada como na saída do funcionário da empresa para que não haja nem o desconto das horas por conta de atraso na entrada nem o pagamento de hora-extra como excedente da jornada normal. Uma alternativa que pode ser utilizada pelas empresas para evitar o pagamento de hora-extra, é a prorrogação na jornada de trabalho de seus empregados através de Acordo Coletivo, mediante sistema de compensação. Prorrogação da Jornada A prorrogação da jornada de trabalho pode ser de cinco diferentes tipos: Acordo de Prorrogação O acordo de prorrogação poderá ser individual entre o empregador e o empregado ou coletivo feito com o sindicato. Se não existir o acordo devidamente assinado, o empregado não está obrigado a 21

22 Modulo 1 cumprir horas extraordinárias. A prorrogação será remunerada a título de horaextra, não podendo exceder a duas horas diárias, com acréscimo de 50% a mais do valor de uma hora normal. Acordo de Compensação A empresa poderá prorrogar a jornada de trabalho de seus empregados utilizando-se da compensação dessas horas. Esse procedimento só poderá ser feito após acordo individual ou coletivo, respeitando o período máximo de um ano e de 10 horas diárias (art. 50, parágrafo 2º da CLT). Portanto, essas horas não deverão ser remuneradas e sua compensação deve ser feita pela diminuição da jornada em outros dias, devendo ser previamente acertados, mas sempre respeitando o limite semanal de 44 horas ou o limite semanal estabelecido em Convenção ou Acordo Coletivo. Serviços Inadiáveis A empresa poderá optar por prorrogar a jornada diária de trabalho até 4 horas diárias, dada a necessidade da execução de serviços especiais que não podem ser feitos no horário normal de trabalho dos empregados. Como exemplo desses serviços podemos citar a construção da laje de um prédio, o transporte de produtos perecíveis, a computação de dados, entre outros. Essas horas devem ser remuneradas com o título de serviços inadiáveis e calculadas com o mesmo percentual utilizado no pagamento de hora extra. Esses serviços executados durante o mês devem ser comunicados à Delegacia Regional do Trabalho no fi nal do mês, relacionando o nome e as horas efetuadas de cada empregado. Trata-se de uma exigência da fi scalização do trabalho para evitar dúvidas quanto ao excesso de horas-extras. Força Maior A empresa também poderá prorrogar a jornada normal de trabalho de seus empregados por motivo de força maior, ou seja, por conta de um acontecimento imprevisível e inevitável fora do controle do empregador. Nesse caso, não existe limite de tempo da prorrogação, mas o pagamento das horas é obrigatório. Como exemplo podemos citar enchentes, incêndios, desabamentos etc. Recuperação de Horas A prorrogação da jornada de trabalho pode ocorrer a título de recuperação de horas quando o empregado fi car sem trabalhar por motivos alheios à sua vontade, obrigando o empregador a pagar essas horas não trabalhadas. Como exemplo, podemos citar a falta de energia elétrica durante o horário de trabalho, a quebra 22

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I

RECURSOS HUMANOS MÓDULO PRÁTICA TRABALHISTA I MÓDULO I ÍNDICE OBJETIVO METODOLOGIA BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA CURRICULUM RESUNIDO DO PROFESSOR CAPÍTULO 1 DIREITO DO TRABALHO Conceitos, Fontes e Convenções...4 Jornada de Trabalho...8 CAPÍTULO 2 REMUNERAÇÃO

Leia mais

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Qual é o prazo para pagamento dos salários dos empregados? R: O pagamento deve ser realizado até o 5º dia útil do mês seguinte. Esta deve ser a data em que deve

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? 1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? O pagamento em moeda corrente, mediante recibo, deverá ser feito até o 5º dia útil do período (mês, quinzena, semana)

Leia mais

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS.

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS. Direitos básicos dos Profissionais de Educação Física PERGUNTAS E RESPOSTAS CTPS Para que serve a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)? A CTPS serve como meio de prova: a ) da relação de emprego;

Leia mais

HORAS EXTRAS E SEUS REFLEXOS TRABALHISTAS

HORAS EXTRAS E SEUS REFLEXOS TRABALHISTAS CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEERIO PALESTRA HORAS

Leia mais

Perguntas Frequentes - Trabalhista

Perguntas Frequentes - Trabalhista Perguntas Frequentes - Trabalhista 01) O empregador poderá descontar do empregado as importâncias correspondentes a danos por eles causados? 1º do art. 462 da CLT prevê a possibilidade de que, em caso

Leia mais

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02 OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02 TEMAS TRATADOS EM AULA 1. JORNADA DE TRABALHO (art. 4º, CLT) O instituto tem origem na

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 DURAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO DIÁRIA: 8 HORAS SEMANAL: 44 HORAS MENSAL: 220 HORAS INTERVALOS PARA DESCANSO

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG000363/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002753/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.000337/2015-27 DATA DO

Leia mais

DURAÇÃO DO TRABALHO Prof. Maria Cláudia Felten E-mail: maria.claudia.felten@terra.com.br JORNADA DE TRABALHO - Jornada de trabalho. - Benefícios da jornada de trabalho. - Diferença entre jornada de trabalho

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, que celebram de um lado, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP NACIONAL - CNPJ N.º 03.087.543/0001-86,

Leia mais

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB AULA 10: Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB Amparo legal: art. 7º, II da CRFB. * urbanos e rurais: Lei nº 7.998/90, Lei nº 8.900/94 e Resolução do CODEFAT 467/05. * domésticos: artigo 6º-A da Lei

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001621/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/05/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR020706/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.008089/2011-29 DATA DO

Leia mais

EXMO. SR. DR. JUIZ PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA SEGUNDA REGIÃO.

EXMO. SR. DR. JUIZ PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA SEGUNDA REGIÃO. EXMO. SR. DR. JUIZ PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA SEGUNDA REGIÃO. Processo TRT/SP no20308200600002004 O SINDICATO DOS CONTABILISTAS DE SÃO PAULO, Suscitante, e o SINDICATO DAS EMPRESAS

Leia mais

5. JORNADA DE TRABALHO

5. JORNADA DE TRABALHO 5. JORNADA DE TRABALHO 5.1 DURAÇÃO DA JORNADA A duração normal do trabalho não pode ser superior a oito horas diárias e 44 semanais, sendo facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 1/5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS, DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NO ESTADO DO PARANÁ SENALBA/PR, CNPJ 75.992.446/0001-49,

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA

PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA CAMPINAS JANEIRO/2014 1 PAUTA DE REIVINDICAÇÃO CLÁUSULA 1ª - PISO SALARIAL Fica estipulado

Leia mais

Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC.

Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC. Ciclo de Palestras para Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC. QUESTÕES TRABALHISTAS EM CONDOMÍNIOS Palestrante: Carlos Alexandre Cabral 2/30 1 -ESCALA 6 POR 1 Antonio (auxiliar ou servente)

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR. a.1) normal: 06 horas por dia e 30 horas por semana 224, caput e 226 CLT

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR. a.1) normal: 06 horas por dia e 30 horas por semana 224, caput e 226 CLT TURMA EXTENSIVA SEMANAL Prof. Otavio Calvet Data: 09.11.2009 Aula nº 31 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Contratos de Trabalho Especiais: I. Bancário a) Duração do trabalho - art. 224 CLT a.1) normal: 06 horas

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002058/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018377/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004510/2012-13 DATA DO

Leia mais

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela Sumário 1. Introdução 2. Quem Tem Direito 3. Valor a Ser Pago 3.1 - Empregados Admitidos Até 17 de Janeiro 3.2 - Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro 3.3 - Empregados

Leia mais

Conceito: Jornada de trabalho é a quantidade de labor (trabalho) diário do empregado.

Conceito: Jornada de trabalho é a quantidade de labor (trabalho) diário do empregado. 1 JORNADA DE TRABALHO Conceito: Jornada de trabalho é a quantidade de labor (trabalho) diário do empregado. Art. 58 - A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não

Leia mais

Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri

Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro 1 Férias - Finalidade A finalidade básica da concessão das férias é o restabelecimento das forças físicas

Leia mais

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR Por intermédio destas informações, o SITRIVESCH tem por finalidade informar o trabalhador de seus direitos/deveres. Importante destacar que o não cumprimento

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 3. SALÁRIO 3.1 RECEBIMENTO DO SALÁRIO No comércio o pagamento de salários ocorre de várias formas. Alguns empregadores fazem o depósito em conta corrente e fornecem o comprovante de pagamento discriminando

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO 18/05/2011

JORNADA DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO JORNADA DE TRABALHO 18/05/2011 - Quadro de Horário Segundo a Art 74 da CLT a empresa deve afixar em lugar visível o quadro de horário. - Sistema alternativo de Controle de Jornada O Ministério aprovou através da portaria nº 1120, este

Leia mais

MANUAL MANUAL DO PONTO ELETRÔNICO

MANUAL MANUAL DO PONTO ELETRÔNICO Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 1 de 7 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. INTRODUÇÃO CONSIDERANDO QUE O REGISTRO DE PONTO ESTÁ PREVISTO NA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO CLT, NO ARTIGO

Leia mais

CAPÍTULO 2 CONTRATO DE TRABALHO 23 I. Noções """"'''' 23 2. Classificaçãodos contratos de trabalho """""""""""""""'''''' 24

CAPÍTULO 2 CONTRATO DE TRABALHO 23 I. Noções '''' 23 2. Classificaçãodos contratos de trabalho '''''' 24 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE DIREITO DO TRABALHO 1 I. Conceito................. I 2. Natureza e autonomia I Competência para legislar sobre Direito do Trabalho 2 Normas de Direito do Trabalho 3 1. Normas Trabalhistas

Leia mais

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas.

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito do Trabalho / Aula 05 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada;

Leia mais

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise

Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Alternativas da legislação trabalhista para o enfrentamento da crise Maria Lúcia L Menezes Gadotti Telefone : (11) 3093-6600 e-mail: marialucia.gadotti@stussinevessp.com.br Constituição Federal CLT e outras

Leia mais

NOME: MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. 1ª ATIVIDADE:

NOME: MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. 1ª ATIVIDADE: MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos termos da ABNT. Obs.: tema livre; obrigatória

Leia mais

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico TÓPICOS ABORDADOS 1) JORNADA DE TRABALHO 2) HORAS NOTURNAS E ADICIONAL 3) TREINAMENTO PARA USO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 4) CARTÃO DE PONTO 5) REFEIÇÃO 1. JORNADA DE TRABALHO A) LIMITE DIÁRIO E SEMANAL

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001254/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/04/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017099/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.006142/2011-57 DATA DO

Leia mais

DURAÇÃO DO TRABALHO DURAÇÃO DO TRABALHO ART. 58, CLT. (Art. 7º, XIII, da CRFB/88 e ART. 58, CLT)

DURAÇÃO DO TRABALHO DURAÇÃO DO TRABALHO ART. 58, CLT. (Art. 7º, XIII, da CRFB/88 e ART. 58, CLT) Aula 4 Direito do Trabalho Duração do Trabalho. Férias. Repouso Semanal Remunerado. Maria Inês Gerardo DURAÇÃO DO TRABALHO (Art. 7º, XIII, da CRFB/88 e ART. 58, CLT) DURAÇÃO DO TRABALHO ART. 58, CLT Jornada

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 11. DIREITOS NA HORA DA DEMISSÃO É de fundamental importância saber quais os direitos dos trabalhadores na hora da rescisão do contrato de trabalho. Devese ter especial atenção no caso de demissões sem

Leia mais

Diário Oficial da União - Seção 1-3/4/2013, Página 6 (Publicação Original)

Diário Oficial da União - Seção 1-3/4/2013, Página 6 (Publicação Original) Diário Oficial da União - Seção 1-3/4/2013, Página 6 (Publicação Original) Proposição Originária: PEC 478/2010 PODER LEGISLATIVO Título EMC 72 de 02/04/2013 - EMENDA CONSTITUCIONAL Data 02/04/2013 Ementa

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000433/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/09/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR054260/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.010934/2010-24 DATA DO

Leia mais

RELAÇÕES DE TRABALHO LATO SENSU

RELAÇÕES DE TRABALHO LATO SENSU RELAÇÕES DE TRABALHO LATO SENSU O trabalhador temporário é pessoa física contratada por empresa de trabalho temporário, para prestar serviços pessoalmente e mediante salário e subordinação, a empresa tomadora

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO 1 LIMITE DE DURAÇÃO E ANOTAÇÃO DA JORNADA PACTUADA

JORNADA DE TRABALHO 1 LIMITE DE DURAÇÃO E ANOTAÇÃO DA JORNADA PACTUADA 1 / 5 JORNADA DE TRABALHO 1 LIMITE DE DURAÇÃO E ANOTAÇÃO DA JORNADA PACTUADA A jornada máxima de trabalho, fixada pela Constituição Federal de 1988 e confirmada pelo art. 58 do Estatuto Laboral, é de 8

Leia mais

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas

Férias Proporcionais Até 5 faltas 6 a 14 faltas 15 a 23 faltas 24 a 32 faltas FÉRIAS ASPECTOS GERAIS Férias é o período de descanso anual, que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de 12 meses, período este denominado

Leia mais

Cartilha Ponto Biométrico

Cartilha Ponto Biométrico Cartilha Ponto Biométrico Secretaria Municipal de Administração, Orçamento e Informação 2 CONTROLE E APURAÇÃO DA FREQUÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA DO MUNICÍPIO DE DIVINÓPOLIS Prezado

Leia mais

EMPREGADO DOMÉSTICO INOVAÇÕES LEGISLATIVAS DA LEI COMPLEMENTAR 150 CAPÍTULO I PRINCIPAIS EVOLUÇÕES LEGISLATIVAS A categoria dos empregados domésticos tem como principais regulamentações legislativas, por

Leia mais

CÁLCULOS TRABALHISTAS

CÁLCULOS TRABALHISTAS CÁLCULOS TRABALHISTAS Remuneração - Salário acrescido da média das variáveis (exemplo: comissões) dos últimos 12 meses. - Média: soma das 6 maiores parcelas variáveis mês a mês, divididas por 6, dentro

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002716/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 16/11/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064091/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.006426/2015-78 DATA DO

Leia mais

Manual de Recursos Humanos

Manual de Recursos Humanos Manual de Recursos Humanos Associação dos Amigos do Paço das Artes Francisco Matarazzo Sobrinho Organização Social de Cultura 1 Finalidade: Disponibilizar princípios básicos de gestão de pessoal que devem

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2014

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2014 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PE000264/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 08/03/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR005909/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46213.003630/2013-64 DATA DO

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE JORNADA DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE JORNADA DE TRABALHO ACORDO COLETIVO DE JORNADA DE TRABALHO (2010/2012) QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO AS EMPRESAS Telemar Norte Leste S/A - Filial AM, TNL PCS S/A - Filial AM e Brasil Telecom S/A - Filial AM E, DO OUTRO LADO

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Férias

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Férias pág.: 1/6 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos para programação, concessão e pagamento de férias aos empregados da COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta norma poderá ser necessário

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 1/18 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS Registro de Ponto Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 2/18 1 Conteúdo

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

Produto Gestão de Pessoas - Versão 4w

Produto Gestão de Pessoas - Versão 4w Produto Gestão de Pessoas - Versão 4w Módulo Administração de Pessoal (Rubi) Processo: Férias Senior Sistemas S.A Rua São Paulo, 825 - Bairro Victor Konder - CEP 89012.001 - Blumenau/SC Fone: (047) 3221-3300

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS 2 de abril de 2013 CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Hoje foi promulgada uma Emenda Constitucional que amplia os direitos trabalhistas dos empregados domésticos. Alguns direitos

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE PESSOAL - Registro de Ponto

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE PESSOAL - Registro de Ponto Cópia Controlada nº Código: RHP07 V02 Emissão: 01/12/2013 Folha: 1/20 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO - Registro de Ponto Versão 2.0 Cópia Controlada nº Código: RHP07 V02 Emissão: 01/12/2013 Folha:

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 7 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2012/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002511/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053502/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.005004/2012-32 DATA

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: GO000007/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/01/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR072509/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46208.000014/2014-10 DATA

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Página 1 de 6 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG004008/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR057851/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.008943/2011-67 DATA

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL Page 1 of 6 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR004589/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR057715/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.013061/2013-75 DATA DO

Leia mais

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades:

Assim, caso a União não decretar feriado, existem as seguintes possibilidades: INFORMATIVO SOBRE A COMPENSAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO JOGOS DA COPA DO MUNDO 2014 BRASIL ESTATÍSTICAS Levantamento realizado pela Robert Half com 100 diretores de Recursos Humanos no Brasil revela que:

Leia mais

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS entre o Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO e a FENADADOS LOCAL: Sede da FENADADOS Brasília - DF DATA: 05/12/2014 HORÁRIO: 10h TEMA: Negociação

Leia mais

ACORDO PARA FLEXIBILIZAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E FÉRIAS COLETIVAS

ACORDO PARA FLEXIBILIZAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E FÉRIAS COLETIVAS ACORDO PARA FLEXIBILIZAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E FÉRIAS COLETIVAS Na melhor forma de direito, pelo presente instrumento de conciliação que entre si celebram, de um lado a pessoa jurídica de direito

Leia mais

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SERVICO SOCIAL DO DISTRITO FEDERAL O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS

JORNADA DE TRABALHO DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS Página 1 de 5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP001238/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/02/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR071523/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46435.000013/2012-11

Leia mais

Tolerância: art. 58, 1º da CLT.

Tolerância: art. 58, 1º da CLT. AULA 11: Tolerância: art. 58, 1º da CLT. Art. 58 da CLT 1º - Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos,

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2013

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2013 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2013 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG001633/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/04/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017942/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.001682/2013-16 DATA DO

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS COMPENSAÇÃO DE JORNADA

JORNADA DE TRABALHO DURAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, CONTROLE, FALTAS COMPENSAÇÃO DE JORNADA Page 1 of 6 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR000894/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 13/03/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR074508/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.003201/2015-69

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO ATRAVÉS DE BANCO DE HORAS

ACORDO COLETIVO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO ATRAVÉS DE BANCO DE HORAS ACORDO COLETIVO DE COMPENSAÇÃO DE HORÁRIO ATRAVÉS DE BANCO DE HORAS Pelo presente termo de Acordo Coletivo de Trabalho, e de acordo com a convenção Coletiva de Trabalho conforme cláusulas específicas celebraram

Leia mais

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem.

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDIMVET SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO e SINPAVET SINDICATO PATRONAL DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÀO PAULO PERÍODO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Page 1 of 10 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC001530/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR022315/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46301.004377/2013-77 DATA

Leia mais

NOVA LEI DAS DOMESTICAS

NOVA LEI DAS DOMESTICAS NOVA LEI DAS DOMESTICAS DEVERES DAS DOMÉSTICAS Se a doméstica trabalhar menos que o contrato, posso descontar do salário? O desconto é linear? Independentemente de trabalhar menos, ela recebe o mesmo valor

Leia mais

SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO Tanto na interrupção como na suspensão, ocorre a cessação temporária da obrigação de trabalhar, o que se suspende é o trabalho e não o contrato de trabalho.

Leia mais

Profª Karina Gomes Lourenço

Profª Karina Gomes Lourenço Profª Karina Gomes Lourenço A exigência de trabalho à noite, nos finais de semana e nos feriados, uma necessidade freqüente em organizações de saúde, é estressante e frustrante para alguns enfermeiros.

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014. Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014. Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP013332/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 13/11/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR036515/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46252.002162/2013-44 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 SINDICATO DOS TECNICOS EM SEGURANCA TRABALHO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, CNPJ n. 25.578.642/0001-01, neste ato representado por seu Presidente, Sr. CLÁUDIO FERREIRA SANTOS;

Leia mais

Módulo Recursos Humanos

Módulo Recursos Humanos Módulo Recursos Humanos Ponto Eletrônico Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Recursos Humanos Ponto Eletrônico. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

PAUTA DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 CLÁUSULAS ECONÔMICAS

PAUTA DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 CLÁUSULAS ECONÔMICAS PAUTA DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 CLÁUSULAS ECONÔMICAS Cláusula 01 - ABRANGÊNCIA A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá todas as Empregadoras e Empregados das categorias econômica

Leia mais

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01)

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) HOMOLOGNET Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) Portaria Nº 1.620, de 14/07/2010: Institui o sistema Homolognet; Portaria Nº 1.621, de 14/07/2010: Aprova modelos de TRCT e Termos de Homologação; Instrução

Leia mais

ACORDO COLETIVO. Parágrafo 5º - As horas serão remuneradas com base no salário do mês de seu efetivo pagamento.

ACORDO COLETIVO. Parágrafo 5º - As horas serão remuneradas com base no salário do mês de seu efetivo pagamento. ACORDO COLETIVO Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora, registro sindical nº. 10.610, inscrito no CNPJ sob nº. 20.453.643/0001-06, sito a rua Halfeld, 805/603 Juiz de Fora MG 36010-000,

Leia mais

Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador

Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador A Personale Consultoria em Recursos Humanos compilou as principais dúvidas referentes aos direitos e deveres dos trabalhadores no Brasil, baseado no

Leia mais

NEGOCIAÇÃO COM COREN PARA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - PERÍODO DE 1º MAIO DE 2012 A 30 DE ABRIL DE 2013.

NEGOCIAÇÃO COM COREN PARA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - PERÍODO DE 1º MAIO DE 2012 A 30 DE ABRIL DE 2013. NEGOCIAÇÃO COM COREN PARA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - PERÍODO DE 1º MAIO DE 2012 A 30 DE ABRIL DE 2013. GARANTIA DA DATA BASE Fica estabelecido primeiro de maio como data base da categoria REAJUSTE SALARIAL

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PB000202/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/06/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR021878/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46224.002474/2009-17 DATA

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: AM000415/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/09/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR044279/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46202.014239/2014-03 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002285/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 10/10/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR055933/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46301.001820/2011-96 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO Page 1 of 6 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG001428/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR021439/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.003413/2010-41 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ001554/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/08/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR032670/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.023032/2010-49 DATA DO

Leia mais

REFLEXOS, REPERCUSSÕES, INCIDÊNCIAS E INTEGRAÇÕES NAS PARCELAS TRABALHISTAS PLEITEADAS NA PETIÇÃO INICIAL E DEFERIDAS NA SENTENÇA

REFLEXOS, REPERCUSSÕES, INCIDÊNCIAS E INTEGRAÇÕES NAS PARCELAS TRABALHISTAS PLEITEADAS NA PETIÇÃO INICIAL E DEFERIDAS NA SENTENÇA 101 REFLEXOS, REPERCUSSÕES, INCIDÊNCIAS E INTEGRAÇÕES NAS PARCELAS TRABALHISTAS PLEITEADAS NA PETIÇÃO INICIAL E DEFERIDAS NA SENTENÇA 1 INTRODUÇÃO Rodrigo Ribeiro Bueno* Os reflexos das parcelas trabalhistas

Leia mais

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º,

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º, 13º SALARIO Trabalhadores beneficiados Farão jus ao recebimento do 13º salário os seguintes trabalhadores: a) empregado - a pessoa física que presta serviços de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MT000334/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 08/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR039626/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46210.001278/2014-33 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 / 2016

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 / 2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 / 2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO QUE FAZEM ENTRE SI, DE UM LADO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTACIONAMENTOS E GARAGENS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DE OUTRO

Leia mais

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 PELO PRESENTE INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DE UM LADO O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIODIFUSÃO DO ESTADO DO PARANÁ, A SEGUIR DENOMINADO

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dispensa Registro de Marcações no Intervalo de Trabalho - Batidas Pré-Assinaladas

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dispensa Registro de Marcações no Intervalo de Trabalho - Batidas Pré-Assinaladas Dispensa Registro de Marcações no Intervalo de Trabalho - Batidas Pré-Assinaladas 16/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação...

Leia mais

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA Fiscalização do Trabalho Finalidade: tem por finalidade assegurar, em todo o

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC000812/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 19/06/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017988/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.002440/2009-54 DATA

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ 1. INTRODUÇÃO ADMISSÃO DE EMPREGADOS PROCEDIMENTOS Para cada admissão a empresa deve observar, além dos itens descritos nesta matéria, as normas relativas à Segurança do Trabalho, conforme Portaria MTb

Leia mais

1. Conceito. Jornada de trabalho é o tempo em que o empregado permanece à disposição do empregador, trabalhando ou aguardando ordens.

1. Conceito. Jornada de trabalho é o tempo em que o empregado permanece à disposição do empregador, trabalhando ou aguardando ordens. 1. Conceito. Jornada de trabalho é o tempo em que o empregado permanece à disposição do empregador, trabalhando ou aguardando ordens. Art. 4º. Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado

Leia mais

Parte I - Direito do trabalho - parte geral, 1. 1 Evolução histórica, 3 1 Evolução mundial, 3 2 Evolução no Brasil, 4.

Parte I - Direito do trabalho - parte geral, 1. 1 Evolução histórica, 3 1 Evolução mundial, 3 2 Evolução no Brasil, 4. Parte I - Direito do trabalho - parte geral, 1 1 Evolução histórica, 3 1 Evolução mundial, 3 2 Evolução no Brasil, 4 2 Denominação, 6 3 Conceito e divisão da matéria, 8 4 Posição enciclopédica, 9 5 Fontes,

Leia mais

ACORDO COLETIVO 2008/2009

ACORDO COLETIVO 2008/2009 SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA E ATACADISTA DE VITÓRIA DA CONQUISTA ACORDO COLETIVO 2008/2009 SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO EM VITÓRIA DA CONQUISTA - BAHIA 01 DE MARÇO DE 2008 CONVENÇÃO COLETIVA

Leia mais