Nota Histórica _ Praça Oito de Maio

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nota Histórica _ Praça Oito de Maio"

Transcrição

1 Nota Histórica _ Praça Oito de Maio Este lugar público, actualmente intitulado por Praça Oito de Maio teve várias denominações de origem popular até ao século XIX. Apelidou-se de Terreiro de Santa Cruz, Sansão, Terreiro de Sansão, Praça de Sansão e Largo de Sansão. O topónimo Sansão advém da existência de um chafariz com esse nome que continha a estátua de Sansão ao centro, (colocada em 1592), localizado mais ou menos em frente à parte norte do mosteiro de Santa Cruz e mandado construir pelo 19º prior do Mosteiro, D. Afonso Martins. Em 1838, procedeu-se à demolição do chafariz por este apresentar um avançado estado de degradação e construiu-se no mesmo ano, um novo, de duas bicas na frontaria do edifício do lado norte da Igreja de Santa Cruz que se manteve até 1876, ano da edificação dos novos Paços Municipais. D. Afonso Martins ordenou também o alargamento e alinhamento deste rossio ( ), para aí se realizarem as Festas do Cavalo e os jogos de Canas e Alcanzias (antigos jogos portugueses executados por homens a cavalo). Em 1874, nas comemorações do aniversário da entrada das forças liberais do Duque da Terceira na cidade de Coimbra em 8 de Maio de 1834, este rossio passou a ser apelidado oficialmente de Praça Oito de Maio por ter sido este o espaço onde as forças do referido exército desfilaram. Foi também nesta praça que funcionou o primeiro teatro público da cidade, fundado em Imagem 1 Cartografia de Izidoro Emílio Baptista em 1834 cedida pela D.I.G.S. da Câmara Municipal de Coimbra Imagem 2 - Cartografia dos Irmãos Gollard em cedida pelo Arq. Santiago Faria 1

2 Imagem 3 - Cartografia de José Baptista Lopes em 1934 cedida pela D.I.G.S. da Câmara Municipal de Coimbra Imagem 4 - Foto aérea em 2004, cedida pela D.I.G.S. da Câmara Municipal de Coimbra 2

3 No início do século XIV, os adros das igrejas de Santa Cruz e de S. João das Donas estavam ao nível do Terreiro de Sansão. No entanto, no século XVI subiram-se quatro degraus que demarcavam o adro da igreja. Nos meados do século XIX, foi necessário construir dois degraus para descer para o adro e, pouco tempo depois (1859) acrescentaram-se mais seis degraus. Imagem 5 Praça Oito de Maio. Frontaria do mosteiro de Santa Cruz e da Igreja de S. João das Donas (S. João Baptista) no século XIX (cerca de 1840). Litografia a partir do desenho de Lopes Júnior. Imagem 6 Praça Oito de Maio. Frontaria do Mosteiro de Santa Cruz e da Igreja de S. João das Donas S. João Baptista Desenho de Carlos Magne, Imagem 7 Praça Oito de Maio no século XIX in Loureiro, José Pinto Toponímia de Coimbra tomo II 1964, Edição da Câmara Municipal de Coimbra, pág (Pormenor de um desenho). 3

4 Imagem 8 Praça Oito de Maio no século XIX. Aspecto da parte poente da praça visto pelas janelas do andar principal do mosteiro. Imagem cedida pelo arquitecto Santiago Faria. Imagem - 9 Praça Oito de Maio no século XX in imagoteca da Câmara Municipal de Coimbra. Imagem 10 - Praça Oito de Maio no século XX in imagoteca da Câmara Municipal de Coimbra. A Igreja de S. João das Donas, actual café de Santa Cruz, no final do século XIX estava já transformada em estabelecimento comercial e a Igreja de Santa Cruz possuía a imagem a que chegou até à década de 90 do século XX. 4

5 Imagem 11 - Praça Oito de Maio em 1900 in Coimbra através dos Tempos, G.C. Gráfica de Coimbra / Cruz Vermelha Portuguesa, Coimbra Em 1940, um ano depois do início da II Guerra Mundial, a Igreja de Santa Cruz foi protegida contra um eventual bombardeamento, que felizmente nunca ocorreu. Foi também nesta década que se construiu uma nova e moderna frontaria no edifício actual café de Santa Cruz anteriormente ocupado pela Igreja de S. João das Donas. A Praça detém uma centralidade tão forte que, no final do século XIX o poder municipal ocupa parte do mosteiro de Santa Cruz. Imagem 12 Praça Oito de Maio no início do século XX (anterior a 1910) quando ainda circulavam na cidade os carros americanos, puxados a muares, substituídos mais tarde pelos carros eléctricos, in imagoteca da CMC. 5

6 Imagem 13 A Igreja de Santa Cruz protegida para um possível ataque na II Guerra Mundial em 1940 in imagiteca da CMC, Imagem 14 Igreja de Santa Cruz na década de 60 do século XX in Coimbra através dos Tempos, G.C. Gráfica de Coimbra / Cruz Vermelha Portuguesa, Coimbra Imagem 15 - Praça Oito de Maio na década de 70 do século XX in Coimbra através dos Tempos, G.C. Gráfica de Coimbra / Cruz Vermelha Portuguesa, Coimbra No Verão de 1995 iniciaram-se as obras de rebaixamento da Praça Oito de Maio com o desígnio de nivelar a entrada da Igreja de Santa Cruz e libertar o trânsito da praça, dando assim continuidade à via pedonal Portagem Rua Visconde da Luz. 6

7 Esta intervenção realizada nos anos 90 com projecto do Arquitecto Fernando Távora devolveu a presença, o realce e a preponderância à Igreja de Santa Cruz neste rossio e a Praça Oito de Maio voltou a ganhar notoriedade. É hoje, à semelhança dos tempos medievais, palco de eventos e festas, juntando velhas tradições com novos costumes. É também o local escolhido para a realização de variados espectáculos e jogos tradicionais, com um comércio tradicional e intenso. Este desenho actual atesta a importância e a centralidade deste terreiro confirmados pelo traçado da Rua Direita, Rua do Corvo, Rua da Louça e Rua da Moeda. Imagem 16 - Praça Oito de Maio no ano de 2004 cedida pelo Arquitecto Santiago Faria Imagem 17 Espectáculo de magia de rua em Setembro de

8 Imagem 18 - Praça Oito de Maio no ano de 2004 in Imagem 19 Espectáculo da Fados em Agosto de

9 Valores Significantes e Factores Dissonantes A Praça 8 de Maio é, por excelência, a porta de entrada mais nobre da baixinha quer pela monumentalidade de alguns edifícios, pela riqueza do desenho das fachadas ou pelo jogo de volumes dos edifícios que a compõem. Neste rossio, os elementos históricos de maior destaque são a Igreja / Mosteiro de Santa Cruz e a Igreja de S. João das Donas: - Fundado em 1131 no exterior das muralhas de Coimbra, o Mosteiro de Santa Cruz foi a mais importante casa monástica nos primeiros séculos da monarquia portuguesa. Na posse da ordem de Santo Agostinho, o Mosteiro somou benefícios papais e doações régias, o que permitiu a acumulação de um património, ao mesmo tempo que consolidava a sua posição no plano politico-institucional e cultural do país. Tomou a denominação de Santa Cruz, em atenção a uma ermida ou capela de Santa Cruz, nos chamados Banhos de Rei, onde o mosteiro e a igreja se ergueram. A sua escola foi fundamental nos tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as elites do poder e da intelectualidade. O seu scriptorium foi o responsável pela máquina de propaganda do Rei D. Afonso Henriques, não estranhando assim, que este se tenha escolhido sepultar-se precisamente em Santa Cruz de Coimbra. Do primitivo mosteiro românico pouco resta. A sua construção desenrolou-se ao longo de praticamente um século, de 1131 a 1228, tendo-se sagrado o altar apenas em Tinha uma só nave, contrafortada por duas incipientes naves laterais, estas organizadas em capelas abertas para a nave central, e uma alta torre na fachada, características das construções românicas agostinhas e, muito provavelmente, fruto de um arquitecto francês, da área borgonhesa, não sendo de excluir que possa ter sido Roberto, mestre da Sé de Lisboa e de Coimbra. No narthex formado pelo espaço térreo da torre ficaram os túmulos dos dois primeiros reis portugueses, sendo Santa Cruz de Coimbra o primeiro panteão régio nacional. Como grande instituição monacal, o Mosteiro de Santa Cruz foi objecto de numerosas campanhas reformuladoras ao longo dos séculos. A principal, e que conferiu ao edifício o aspecto actual, data da primeira metade do século XVI, altura em que D. Manuel assumiu a tutela do cenóbio. Para tal recorreu a alguns dos melhores artistas que então trabalhavam no reino, Diogo de Castilho, Machim e João de Ruão, Cristóvão de Figueiredo e Vasco Fernandes, Boytac, Marcos Pires e Nicolau de Chanterenne. A cenográfica fachada principal foi construída em duas campanhas sucessivas. Os robustos torreões, com contrafortes em quilha, datam dos primeiros anos do século XVI, mais propriamente entre 1507 e O portal, elemento emblemático de toda a campanha quinhentista, foi concebido por Diogo de Castilho, mas a sua realização deve-se a Nicolau de Chanterenne, entre 1522 e 1526, escultor que realizou também as três esculturas de vulto que encimam a entrada. 9

10 Imagem 20 Fachada e Portal Principal da Igreja de Santa Cruz no ano de 2004, após as obras de recuperação in e Também os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram reformulados e transferidos para a capela-mor em 1530, onde ainda hoje se encontram inseridos numa obra escultórica da autoria de Nicolau de Chanterenne. O interior da igreja foi também profundamente alterado, tendo os trabalhos sido conduzidos primeiro por Boytac e depois por Diogo de Castilho. Ao primeiro deve-se o abobadamento da nave, e ao segundo o coro-alto, erguido c. 1530, com a sua abóbada estrelada. 10

11 A extensão das obras manuelino-renascentistas de Santa Cruz encontra-se ainda testemunhada em outras áreas. O claustro data de inícios do século XVI, e compõe-se de dois andares, tendo as suas obras principais sido dirigidas por Marcos Pires. Ainda no interior da igreja, o cadeiral manuelino do coroalto é uma obra de referência neste tipo de arte e revela as tendências hispano-flamengas do seu construtor, o flamengo Machim. Também o púlpito renascentista merece um especial destaque, pela carga mitológica da sua iconografia, já claramente renascentista. Imagem 21 - Vista geral da nave e capela-mor in e Imagem 22 - Arco Triunfal in 11

12 Imagem 23 Vista geral do abobadamento da nave in Imagem 24 - Pormenor de uma das antigas naves laterais, integrando elementos góticos e românicos in Imagem 25 Claustro do Silêncio in Imagem 26 Claustro do Silêncio in Imagem 27 Pormenores do cadeiral do coro-alto cedida pelo Arq. Santiago Faria. 12

13 Imagem 28 Coro-alto A Sacristia maneirista, da autoria de Pedro Nunes Tinoco, foi construída entre 1622 e 1624, e nela se conservam algumas das pinturas mais antigas do mosteiro, como o Pentecostes de Vasco Fernandes. As obras barrocas não alteraram significativamente o interior da igreja e adaptaram-se perfeitamente ao pré-existente, como o provam os revestimentos azulejares azuis e brancos da primeira metade do século XVIII, o órgão do espanhol Gomes Herrera, ou ainda o retábulo-mor, de talha imitando mármore. (retirado do site Imagem 29 - Pormenor de dois dos painéis de azulejos que decoram a nave in e 13

14 Imagem 30 Sacristia da Igreja de Santa Cruz - Instalado na antiga Igreja de São João das Donas, contígua ao Mosteiro de Santa Cruz, o café Santa Cruz constitui um dos espaços mais característicos da cidade de Coimbra, cujas instalações remontam à primeira metade do século XVI. (MARINHO, 1999). De facto, este templo renascentista data de cerca de 1530, devendo-se a sua fundação a Frei Brás de Braga, o reformador e prior dos frades de Santa Cruz, e à necessidade de libertar a igreja do Mosteiro de um excesso de fiéis, devolvendo-a exclusivamente aos monges. Esta intervenção insere-se na reforma integral do mosteiro, ordenada por D. Manuel, e que incluiu o complexo monástico, a igreja e os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, a Sala do Capítulo, a Capela de São Miguel e o claustro do Silêncio. Assim, e após a extinção do convento das Donas no local onde actualmente se erguem os Paços do Concelho, a capela do Mosteiro de Santa Cruz com a mesma invocação foi reconstruída em dimensões superiores e com entrada independente. Nestes anos do século XVI, a igreja funcionou como paroquial da freguesia de Santa Cruz. No início do século XX serviu de carpintaria e depois como agência funerária. Em 1919 foi transformada em café restaurante, assumindo-se como local de tertúlia desportiva da União de Coimbra, em competição com o Café Arcádia, símbolo da Académica. Actualmente é frequentado predominantemente por estudantes, mas as suas características arquitectónicas atraem inúmeros eventos culturais. O interior do café mantém a primitiva estrutura atribuída a Diogo de Castilho (c. 1530), cujo espaço de planta rectangular pouco acentuada corresponde à nave da igreja, e onde se distingue, ao fundo, aquela que foi outrora a capela-mor. Ambos os espaços são cobertos por abóbadas de nervuras, da autoria de Castilho (BORGES, 1987, p. 86). Nas paredes da nave rasga-se uma capela de cada lado, com arcos semi-circulares renascentistas. O pavimento encontra-se num nível superior ao original, que era idêntico ao de Santa Cruz. Os vitrais sobre a entrada conferem uma luz muito particular a um ambiente sóbrio, cuja decoração exibe motivos de madeira exótica nas paredes, mesas hexagonais com tampo de mármore e cadeiras de madeira e couro. 14

15 Imagem 31 Abóbada da antiga nave da igreja in Imagem 32 - Abóbada da antiga capela-mor in A fachada, revivalista, evoca a arquitectura coimbrã novecentista, mas conserva ainda, da época manuelina, os vãos do segundo piso. (Rosário Carvalho). Imagem 33 Fachada do actual Café Santa Cruz in A Praça Oito de Maio, com dimensões consideráveis (30 x 50m aproximadamente), detém um sentimento de conforto urbano, gerado não só pelo cuidado ao nível dos pavimentos, mobiliário urbano, elementos de arte e iluminação, como também pela articulação (feliz), conseguida por meio de rampas, entre os arruamentos envolventes (Rua Visconde da Luz e Rua da Sofia) que chegam até à Praça a diferentes cotas. Existem outros quatro arruamentos que comunicam com esta praça. Trata-se de estreitas vias pertencentes à malha urbana antiga da cidade, constituídas por frentes edificadas de 3 pisos (em média) separadas entre si por uma distância que (também em média) se aproxima dos 3m. Embora esta situação gere problemas de iluminação natural e salubridade das edificações, é simultaneamente um factor que confere uma identidade única ao local, 15

16 com uma escala ajustada ao pequeno comércio de bairro e restauração, com uma frente edificada rica em elementos de interacção com o exterior toldos, montras, painéis de publicidade, expositores de roupa ou fruta, e também alguns aparelhos de ar condicionado e outros elementos dissonantes. Imagem 34 Praça Oito de Maio em 2006 in Projecto Base de Documento Estratégico para a 1º Unidade de Intervenção na Cidade de Coimbra, Maio de O material utilizado no revestimento dos pavimentos é a pedra calcária, de varias cores de modo a permitir diversos desenhos no pavimento. Nas rampas de acesso aos arruamentos de cotas superiores é utilizada uma pedra granítica (em placas), o que permite uma maior segurança graças à sua rugosidade natural. Imagem 35 Praça Oito de Maio em 2006 in Projecto Base de Documento Estratégico para a 1º Unidade de Intervenção na Cidade de Coimbra, Maio de O remate Norte da Praça, constituído por um largo de cota superior à cota da Igreja de Santa Cruz e articulado com esta por meio de um sistema de rampa, apresenta características muito distintas do espaço anterior, visto que representa a charneira entre o sistema viário de tráfego automóvel (a norte e nascente) e o início do sistema viário de tráfego exclusivamente pedonal (a poente). 16

17 Referências Bibliográficas Livros Bandeirinha, José António e Jorge, Filipe. Coimbra vista do Céu, Argumentum Edições Lda. Coimbra, 2003 Marques, Rafael. Coimbra através dos Tempos, G.C. Gráfica de Coimbra / Cruz Vermelha Portuguesa, Coimbra Brito, Dr. A. da Rocha. Hospitais Portugueses, Lisboa Borges, Nelson Correia. Coimbra e Região, Editorial Presença, Lisboa Loureiro, J. Pinto. Toponímia de Coimbra, Edição da Câmara Municipal de Coimbra, Coimbra Projecto Base de Documento Estratégico para a 1ª Unidade de Intervenção na Cidade de Coimbra, Maio de 2006 Internet Trabalho elaborado por: Nuno Cruz, Arq. Coimbra Viva, SRU

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Igreja Matriz de Almodôvar A matriz é o monumento mais visitado do Concelho de Almodôvar e é dedicada a Santo Ildefonso, sendo que D. Dinis doou-a à Ordem de Santiago,

Leia mais

3.3 O Largo do Carmo e seu entorno

3.3 O Largo do Carmo e seu entorno 3.3 O Largo do Carmo e seu entorno O Largo do Carmo, como ainda é conhecido o espaço público na frente das igrejas da Ordem Primeira e Terceira do Carmo, e ao lado do Teatro Vasques. Seu entorno conserva

Leia mais

Casa do Mundo Rural de Prados

Casa do Mundo Rural de Prados Casa do Mundo Rural de Prados A Casa do Mundo Rural de Prados, pretende retratar uma época em que a agricultura, associada à pastorícia eram as principais actividades económicas da população, praticando

Leia mais

PENSANDO JÁ O CENTRO HISTÓRICO? A INTERVENÇÃO DA DGEMN NA SÉ DO PORTO (1929-1982)

PENSANDO JÁ O CENTRO HISTÓRICO? A INTERVENÇÃO DA DGEMN NA SÉ DO PORTO (1929-1982) PENSANDO JÁ O CENTRO HISTÓRICO? A INTERVENÇÃO DA DGEMN NA SÉ DO PORTO (1929-1982) MARIA LEONOR BOTELHO DCTP-FLUP mlbotelho@letras.up.pt 5 Dez 2013 17º Aniversário da Classificação do Centro Histórico do

Leia mais

ÍNDICE P3 > MAPA P4 > IGREJA DE S. PEDRO P5 > IGREJA DE SÃO FRANCISCO P6 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E SANTOS PASSOS

ÍNDICE P3 > MAPA P4 > IGREJA DE S. PEDRO P5 > IGREJA DE SÃO FRANCISCO P6 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E SANTOS PASSOS ÍNDICE P3 > MAPA P4 > IGREJA DE S. PEDRO P5 > IGREJA DE SÃO FRANCISCO P6 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E SANTOS PASSOS P7 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA P8 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DO

Leia mais

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos Mosteiro dos Jerónimos Guia de visita dos 6 aos 12 anos Serviço Educativo do Mosteiro dos Jerónimos/ Torre de Belém Bem-vindo ao Mosteiro dos Jerónimos A tua visita de estudo começa logo no Exterior do

Leia mais

Mosteiro de São Bento da Vitória Dossier de Apresentação

Mosteiro de São Bento da Vitória Dossier de Apresentação Mosteiro de São Bento da Vitória Dossier de Apresentação Índice I II III Nota histórica Informação sobre o espaço Descrição Planta Capacidade Equipamento disponível Outras informações úteis Localização

Leia mais

CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ

CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ Fig. 269 Localização e orientação do Convento de Santa Maria de Mosteiró. Fig. 270 - Planta do Convento de Santa Maria de Mosteiró, primeiro piso, 1980. IHRU: DGEMN/DREMN,

Leia mais

A Vila. Na vila de Barrancos

A Vila. Na vila de Barrancos Locais a visitar A Vila Na vila de Barrancos podem ainda encontrar-se belos exemplares do típico casario alentejano, de arquitectura popular: casas caiadas de branco, de piso térreo, construídas em taipa,

Leia mais

Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha

Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha Na frente ribeirinha de Lisboa, a poucos minutos do Parque das Nações, desenvolve-se um novo condomínio que enquadra toda a estrutura pré-existente

Leia mais

FICHA DE INVENTÁRIO 2.CARACTERIZAÇÃO

FICHA DE INVENTÁRIO 2.CARACTERIZAÇÃO FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Rua dos Coutinhos, Nº2 a 6 Freguesia- Sé Nova Concelho- Distrito- 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação Função Actual Habitação

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 244/IX ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE SÃO JOÃO DA TALHA À CATEGORIA DE VILA. 1 - Localização. 2 - Razões de ordem histórica

PROJECTO DE LEI N.º 244/IX ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE SÃO JOÃO DA TALHA À CATEGORIA DE VILA. 1 - Localização. 2 - Razões de ordem histórica PROJECTO DE LEI N.º 244/IX ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE SÃO JOÃO DA TALHA À CATEGORIA DE VILA 1 - Localização A povoação de São João da Talha localiza-se no concelho de Loures, na zona oriental do concelho

Leia mais

Fig. 189 Sé de Elvas, fachada lateral poente em 1942, IHRU/DGEMN, Sistema de Informação, Fontes Documentais, Fotografias e Desenhos, Sé de Elvas/Igreja de Nossa Senhora da Assunção, FOTO.0178427, N.º IPA

Leia mais

Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde

Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde 1 1545 1563 Concílio de Trento. 2 1567 Fundação da Congregação de S. Bento no reino de Portugal. 3 1569 O Mosteiro beneditino de São Martinho de Tibães torna-se

Leia mais

Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial

Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial 1 Coimbra - 1941 Coimbra - 2001 2 Pólo II - Estado actual Pólo III - Estado actual 3 Pólo I - Estado actual 4 Pólo I - Estado actual

Leia mais

Antropocentrismo (do grego anthropos, "humano"; e kentron, "centro") é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do

Antropocentrismo (do grego anthropos, humano; e kentron, centro) é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do ARTE GÓTICA A Arte Gótica se desenvolveu na Europa entre os séculos XII e XV e foi uma das mais importantes da Idade Média, junto com a Arte Românica. Ela teve grande influencia do forte Teocentrismo (O

Leia mais

REABILITAÇÃO DA ABÓBADA DA CAPELA-MOR DA IGREJA DE N.ª S.ª DA GRAÇA

REABILITAÇÃO DA ABÓBADA DA CAPELA-MOR DA IGREJA DE N.ª S.ª DA GRAÇA REABILITAÇÃO DA ABÓBADA DA CAPELA-MOR DA IGREJA DE N.ª S.ª DA GRAÇA J. MASCARENHAS L. BELGAS F.G. BRANCO Prof. Eng.ª Civil Prof. Eng.ª Civil Prof. Eng.ª Civil IPT IPT Univ. Lúrio Tomar; Portugal Tomar;

Leia mais

A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL

A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL Suzana Andreia do Carmo Carrusca Tese apresentada à Universidade de Évora para obtenção do Grau de Doutor

Leia mais

Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva

Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva Ciclo Obra Aberta * Visitas guiadas a obras da autoria do arquitecto José Marques da Silva 17 de Outubro Sábado 10h30 - Estação de S. Bento (1896-1916), por Nuno Tasso de Sousa - Teatro Nacional S. João

Leia mais

1 substituição do teto de madeira por abóbadas. 2 grande espessura das paredes,

1 substituição do teto de madeira por abóbadas. 2 grande espessura das paredes, Arte românica é o nome dado ao estilo artístico vigente na Europa entre os séculos XI e XIII. O estilo é visto principalmente nas igrejas católicas construídas após a expansão do cristianismo pela Europa

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 524/VIII ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE ANCEDE, NO CONCELHO DE BAIÃO, À CATEGORIA DE VILA. I Contributo histórico

PROJECTO DE LEI N.º 524/VIII ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE ANCEDE, NO CONCELHO DE BAIÃO, À CATEGORIA DE VILA. I Contributo histórico PROJECTO DE LEI N.º 524/VIII ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE ANCEDE, NO CONCELHO DE BAIÃO, À CATEGORIA DE VILA I Contributo histórico Ancede, população que sé estende ao longo do rio Douro, tem raízes históricas

Leia mais

FICHA DE INVENTÁRIO. 3.OBSERVAÇÕES Transformações/destruições previstas Fios eléctricos visíveis na fachada.

FICHA DE INVENTÁRIO. 3.OBSERVAÇÕES Transformações/destruições previstas Fios eléctricos visíveis na fachada. FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Travessa do Cabido, nº2 a 6 Freguesia- Sé Nova Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação Função

Leia mais

FICHA DE INVENTÁRIO 2.CARACTERIZAÇÃO

FICHA DE INVENTÁRIO 2.CARACTERIZAÇÃO FICHA DE INVENTÁRIO 1.IDENTIFICAÇÃO Designação- Imóvel Local/Endereço- Largo da Sé velha, nº4 a 8 Freguesia- Sé Nova Concelho- Coimbra Distrito- Coimbra 2.CARACTERIZAÇÃO Função Origem Habitação. Função

Leia mais

O Barroco no Brasil. Capitulo 11

O Barroco no Brasil. Capitulo 11 O Barroco no Brasil Capitulo 11 O Barroco no Brasil se desenvolveu do século XVIII ao início do século XIX, época em que na Europa esse estilo já havia sido abandonado. Um só Brasil, vários Barrocos O

Leia mais

Barroco Mineiro. Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP

Barroco Mineiro. Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP Barroco Mineiro Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP Mapa da Estrada Real, por onde escoava o ouro encontrado pelos bandeirantes paulistas em 1692. O Caminho Velho iniciava NO Rio de Janeiro

Leia mais

Líder em Estruturas de Madeira Lamelada Colada. Edição 2012/13

Líder em Estruturas de Madeira Lamelada Colada. Edição 2012/13 Líder em Estruturas de Madeira Lamelada Colada. Edição 2012/13 A experiência do líder europeu começou há 40 anos. Atrás de grandes empresas há sempre gente determinada e experiente. É por isso que a Colicapela

Leia mais

T4 Duplex Jardins do Palacete

T4 Duplex Jardins do Palacete T4 Duplex Jardins do Palacete Boavista/ Porto Nª/Refª 3818 Índice 1 Localização 3 2 Informação Geral 5 3 Disponibilidades 8 4 Acabamentos 10 5 Plantas 13 Implantação 14 T4 Duplex 15 6 Contactos 17 T4 Duplex

Leia mais

1. ARQUITECTURA E CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PARA TODOS

1. ARQUITECTURA E CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PARA TODOS 1. No âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Arquitectura (primeira segunda-feira do mês de Outubro 01 Out 2012), o Portal da Construção Sustentável (PCS) irá promover a 1ª edição da iniciativa, em

Leia mais

A - Do Terreiro do Paço ao Rossio. 1 - Praça do Comércio. Praça do Comércio, Panorâmica, 1945 AFML A6204

A - Do Terreiro do Paço ao Rossio. 1 - Praça do Comércio. Praça do Comércio, Panorâmica, 1945 AFML A6204 A - Do Terreiro do Paço ao Rossio 1 - Praça do Comércio Praça do Comércio, Panorâmica, 1945 AFML A6204 Localiza-se na actual Freguesia de São Nicolau. Esta praça era o antigo Terreiro do Paço. Até1400

Leia mais

Programa de Incentivo em Lisboa Top Vip

Programa de Incentivo em Lisboa Top Vip Programa de Incentivo em Lisboa Top Vip Dia 1 Chegada dos participantes. Transfere para Belém em autocarro com acompanhamento de guia. Em Belém, área dedicada ao período das Descobertas, iremos encontrar

Leia mais

A arte da Europa Ocidental no início da Idade Média

A arte da Europa Ocidental no início da Idade Média Natal, RN / /2014 ALUNO: Nº SÉRIE/ANO: TURMA: TURNO: 7º D V DISCIPLINA: TIPO DE ATIVIDADE: PROFESSOR (A): HISTÓRIA DA ARTE TEXTO COMPLEMENTAR - III 1º trimestre TATIANE A arte da Europa Ocidental no início

Leia mais

AQUEDUTOS DE PORTUGAL ÁGUA E PATRIMÓNIO Évora 2011/2012 CONVENTO DOS REMÉDIOS - Ciclo de conferências no Convento sobre o tema Água e Património

AQUEDUTOS DE PORTUGAL ÁGUA E PATRIMÓNIO Évora 2011/2012 CONVENTO DOS REMÉDIOS - Ciclo de conferências no Convento sobre o tema Água e Património AQUEDUTOS DE PORTUGAL ÁGUA E PATRIMÓNIO Évora 2011/2012 CONVENTO DOS REMÉDIOS - Ciclo de conferências no Convento sobre o tema Água e Património Arquitecta: Professora Doutora Maria do Céu Simões Tereno

Leia mais

O Interface de Transportes

O Interface de Transportes O Interface de Transportes Tipologias de funcionamento e morfologia espacial - aplicação ao projecto Resumo Alargado Inês Isabel do Nascimento Piedade Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Arquitectura

Leia mais

Eng.º José Pinto Leite

Eng.º José Pinto Leite Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS

Leia mais

Urbanismo em Braga Dos Romanos ao Renascimento

Urbanismo em Braga Dos Romanos ao Renascimento Índice Objectivos... 2 Introdução... 3 As origens urbanas de Braga... 4 Evolução da paisagem urbana de Braga... 6 Planificação - Renascimento... 8 O Paço Arquiepiscopal... 10 Conclusão:... 11 Netgrafia...

Leia mais

Vai nascer um hotel de luxo no Palácio das Cardosas

Vai nascer um hotel de luxo no Palácio das Cardosas Vai nascer um hotel de luxo no Palácio das Cardosas O histórico e emblemático edifício do Palácio das Cardosas vai dar lugar a um hotel de charme. Para além de se afirmar como um importante pólo de atracção

Leia mais

Museu Nacional de Soares dos Reis Porto

Museu Nacional de Soares dos Reis Porto Museu Nacional de Soares dos Reis Porto 4 Museu Nacional de Soares dos Reis APRESENTAÇÃO O Museu ocupa, desde 1940, o Palácio dos Carrancas, construído nos finais do séc. XVIII para habitação e fábrica

Leia mais

JARDIM DAS JAPONEIRAS. RUA CIDADE DA BEIRA Aldoar Porto N/Refª 2786-H

JARDIM DAS JAPONEIRAS. RUA CIDADE DA BEIRA Aldoar Porto N/Refª 2786-H JARDIM DAS JAPONEIRAS RUA CIDADE DA BEIRA Aldoar Porto N/Refª 2786-H Índice 1 Apresentação 3 2 Localização 5 3 Imagens 7 4 Plantas 12 Implantação 13 Alçados 14 Casa H2 16 5 Acabamentos 18 6 Quadro de Áreas

Leia mais

Apartamento Janelas Verdes 74

Apartamento Janelas Verdes 74 JANELAS VERDES 74 Apartamento Janelas Verdes 74 Maio 2015 localização área bruta tipologia Rua das Janelas Verdes, 74-1ºD - Lisboa Portugal 38.70567,-9.16014 150 m 2 + 20 m 2 [pátio + varandas] T3 Bairro

Leia mais

neoclassicismo Arquitetura Pintura Escultura

neoclassicismo Arquitetura Pintura Escultura neoclassicismo Arquitetura Pintura Escultura A arquitectura neoclássica De acordo com os ideais iluministas, os arquitectos neoclássicos responderam às necessidades do seu tempo com originalidade e engenho,

Leia mais

Catarina Bernardina de (...) Cardozo, dos bens que ficaram por falecimento de seu marido e Pai, o Coronel Manuel José Cardozo

Catarina Bernardina de (...) Cardozo, dos bens que ficaram por falecimento de seu marido e Pai, o Coronel Manuel José Cardozo CASA DA BREIA A Casa da Breia situa-se no lugar da Breia, na freguesia de S. Paio de Jolda neste concelho de Arcos de Valdevez. Temos notícias da casa, como propriedade da família, através de um testamento

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 33/IX ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE VILELA, NO CONCELHO DE PAREDES, À CATEGORIA DE VILA. I Razões históricas

PROJECTO DE LEI N.º 33/IX ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE VILELA, NO CONCELHO DE PAREDES, À CATEGORIA DE VILA. I Razões históricas PROJECTO DE LEI N.º 33/IX ELEVAÇÃO DA POVOAÇÃO DE VILELA, NO CONCELHO DE PAREDES, À CATEGORIA DE VILA I Razões históricas De Vilela chegam-nos notícias ainda antes da fundação da nacionalidade. Mas o seu

Leia mais

Janeiro 2015 OPORTO. serviced apartments

Janeiro 2015 OPORTO. serviced apartments Janeiro 2015 OPORTO serviced apartments Índice Página 1 Apresentação 3 2 Localização 8 3 Projeto 10 4 Tabela de Preços 24 5 Contatos 27 OPORTO serviced apartments 1 Apresentação OPORTO serviced apartments

Leia mais

Data de construção: 1955 Autor do Projeto: Nº da planta da CEDAE: 7108080/53 Tipologia: Edifício de apartamentos Arquitetura: Angélica Galetti

Data de construção: 1955 Autor do Projeto: Nº da planta da CEDAE: 7108080/53 Tipologia: Edifício de apartamentos Arquitetura: Angélica Galetti . Cidade do Rio de Janeiro EDIFICAÇÃO MULTIFAMILIAR N o de ARQUIVO folha nº 01 Estado do Imóvel A.R.: V Caracterização Conservação Proprietário: vários Uso Original: edifício de apartamentos Atual: edifício

Leia mais

Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007. Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa

Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007. Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa Ivo Poças Martins, Fevereiro 2007 Texto da proposta seleccionada do concurso Intervenções na Cidade Trienal de Arquitectura de Lisboa Praça de Espanha www.pocasmartins-seabra.com ( 1 ) ( 2 ) Com a União

Leia mais

A CIDADELA DE CASCAIS: O MONUMENTO, A ENVOLVENTE URBANA E O VALOR SOCIAL

A CIDADELA DE CASCAIS: O MONUMENTO, A ENVOLVENTE URBANA E O VALOR SOCIAL 349 A CIDADELA DE CASCAIS: O MONUMENTO, A ENVOLVENTE URBANA E O VALOR SOCIAL Jacinta Bugalhão O conjunto monumental militar designado globalmente como Cidadela de Cascais (e que engloba, nesta acepção,

Leia mais

Peças sacras centenárias são corroídas pelo tempo e atacadas por insetos em Minas

Peças sacras centenárias são corroídas pelo tempo e atacadas por insetos em Minas Peças sacras centenárias são corroídas pelo tempo e atacadas por insetos em Minas Especialista sugere medidas seguras para proteção de acervo corroído pelo tempo. O que os olhos não veem, o patrimônio

Leia mais

Circuito Pedonal e Cultural da freguesia de Romãs

Circuito Pedonal e Cultural da freguesia de Romãs Romãs A atual freguesia de Romãs, data do século XVI, em resultado do desmembramento, da grande Paróquia de Santa Maria de Gulfar que formou ainda Decermilo, Vila Longa, Silvã de Baixo e Silva de Cima,

Leia mais

Programa de Equipamentos Urbanos de Utilização Colectiva

Programa de Equipamentos Urbanos de Utilização Colectiva Programa de Equipamentos Urbanos de Utilização Colectiva (Despacho 7187/MCOTA/2003) 2006/2009 Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve Direcção de Serviços de Apoio Jurídico e Administração

Leia mais

Salão Nobre da Associação. Salão das Sessões

Salão Nobre da Associação. Salão das Sessões Ano: 1922 Título: Associação Commercial Tipologia: Edifício com 3 pavimentos Logradouro Original: Rua Onze de Junho / Praça Azevedo Júnior / Rua XV de Novembro Logradouro Atual: Rua Riachuelo Bairro: Centro

Leia mais

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura

Leia mais

Situação existente CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CASA - MUSEU DA FREIRA DO ARCANO PROJECTO DE EXECUÇÃO MEMÓRIA DESCRITIVA

Situação existente CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CASA - MUSEU DA FREIRA DO ARCANO PROJECTO DE EXECUÇÃO MEMÓRIA DESCRITIVA Situação existente A cidade da Ribeira Grande, cabeça de um concelho que este ano celebra o meiomilénio de existência, é das mais notáveis construções urbanas açóricas, e constitui uma das mais originais

Leia mais

Arquitetura Portuguesa: do manuelino ao barroco. Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da Unesp

Arquitetura Portuguesa: do manuelino ao barroco. Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da Unesp Arquitetura Portuguesa: do manuelino ao barroco Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da Unesp Torre de Belém. Lisboa. 1515 TORRE DE BELÉM Encomenda de D. Manuel I no local de partida das naus

Leia mais

A História de azzeittum

A História de azzeittum A História de azzeittum Azeitão é palavra derivada de azzeittum, vocábulo de origem árabe, que refere os extensos olivais encontrados quando aquele povo chegou a esta região. A primeira delimitação que

Leia mais

Reconstituição virtual do Mosteiro de Stª Mª de Seiça nos meados do século XIX

Reconstituição virtual do Mosteiro de Stª Mª de Seiça nos meados do século XIX Reconstituição virtual do Mosteiro de Stª Mª de Seiça nos meados do século XIX Occidente Revista Illustrada de Portugal e do Estrangeiro, nº 317, 11 Outubro 1887 Encontros de Cultura e Património Mosteiro

Leia mais

Resgate da Memória ANO 2, Nº 4. ABR.2015

Resgate da Memória ANO 2, Nº 4. ABR.2015 116 A história de uma cidade pode ser contada de diversas maneiras: por meio de livros, vídeos, sons e a partir de histórias passadas de gerações em gerações. Nesta seção, a Revista buscou uma maneira

Leia mais

Roteiros Turísticos. [arte colonial]

Roteiros Turísticos. [arte colonial] Roteiros Turísticos [arte colonial] Ouro Preto [Arte Colonial] A Praça Tiradentes é o ponto central da cidade, como se fosse um divisor. A partir dela, podem-se programar as visitas. Como Ouro Preto possui

Leia mais

Igreja!de! Nossa!Senhora!do!Carmo! Da!Antiga!Sé!

Igreja!de! Nossa!Senhora!do!Carmo! Da!Antiga!Sé! AtransferênciadaCorteeainstalaçãodaFamíliaRealno Rio de Janeiro, em 1808, marcam uma nova etapa na história do País. A capital do ViceMReino passa a ser a sededogovernoedaadministraçãodoimpériolusoe experimentará

Leia mais

Ficha de Caraterização dos Troços Concelhios do Caminho Português Interior de Santiago

Ficha de Caraterização dos Troços Concelhios do Caminho Português Interior de Santiago Ficha de Caraterização dos Troços Concelhios do Caminho Português Interior de Santiago 1. CARATERIZAÇÃO GERAL Município Freguesias atravessadas do troço concelhio (paisagens atravessadas, enquadramento

Leia mais

Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva Lisboa

Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva Lisboa Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva Lisboa 18 Museu de Artes Decorativas Portuguesas Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva APRESENTAÇÃO Instalado no Palácio

Leia mais

Estação de Aveiro. 1 http://www.trainlogistic.com

Estação de Aveiro. 1 http://www.trainlogistic.com Estação de Aveiro 1 http://www.trainlogistic.com A Estação Ferroviária de Aveiro, também conhecida como Estação de Aveiro, é uma interface ferroviária da Linha do Norte, que serve a localidade de Aveiro,

Leia mais

2 Grupos com Necessidades Especiais Programa de actividades criadas para grupos com necessidades educativas especiais. 3 Passaporte Escolar

2 Grupos com Necessidades Especiais Programa de actividades criadas para grupos com necessidades educativas especiais. 3 Passaporte Escolar ACTIVIDADES 2014-2015 Público Escolar de Actividades 2014-2015 Actividades de Ano Lectivo de actividades desenvolvidas de acordo com os objectivos preconizados nos programas escolares em vigor para cada

Leia mais

Fig. 3 Mapa do percurso para a Igreja de São Pedro (12)

Fig. 3 Mapa do percurso para a Igreja de São Pedro (12) Local nº: 12 Zona Histórica: Escadaria e Igreja de São Pedro Rua do Castelo Coordenadas GPS: 38º53 59.733 ; 9º2 19.614 38.899901, -9.038814 Fig. 1 Igreja de São Pedro Fig. 2 Quadro de azulejos da Igreja

Leia mais

ATELIER ESTUDOS E PROJETOS MEMORIA DESCRITIVA

ATELIER ESTUDOS E PROJETOS MEMORIA DESCRITIVA MEMORIA DESCRITIVA NOME: Renato Nuno de Jorge Alberto LOCAL: Rua Serpa Pinto nº1 Horta Ilha do Faial OBRA: Reconstrução de Edifício para Turismo de Habitação 1 INTRODUÇÃO Refere-se esta memória descritiva

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 307/VIII DEFINE E REGULA AS HONRAS DO PANTEÃO NACIONAL

PROJECTO DE LEI N.º 307/VIII DEFINE E REGULA AS HONRAS DO PANTEÃO NACIONAL PROJECTO DE LEI N.º 307/VIII DEFINE E REGULA AS HONRAS DO PANTEÃO NACIONAL As «Honras do Pantheon», tributárias da Revolução Francesa, tiveram entre nós consagração legislativa em Decreto Régio de 25 de

Leia mais

5 DESCRIÇÃO DETALHADA DO BEM CULTURAL

5 DESCRIÇÃO DETALHADA DO BEM CULTURAL 57 5 DESCRIÇÃO DETALHADA DO BEM CULTURAL O conjunto arquitetônico da residência de Antônio de Rezende Costa, que hoje abriga a Escola Estadual Enéas de Oliveira Guimarães foi pelos autores do presente

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 171/IX ELEVAÇÃO DE CUSTÓIAS À CATEGORIA DE VILA. Enquadramento geográfico e evolução histórica e sócio-económica

PROJECTO DE LEI N.º 171/IX ELEVAÇÃO DE CUSTÓIAS À CATEGORIA DE VILA. Enquadramento geográfico e evolução histórica e sócio-económica PROJECTO DE LEI N.º 171/IX ELEVAÇÃO DE CUSTÓIAS À CATEGORIA DE VILA Enquadramento geográfico e evolução histórica e sócio-económica Embora registos documentais permitam observar uma ocupação préhistórica

Leia mais

Reabilitação do Património nas Smart Cities O Caso de Lisboa

Reabilitação do Património nas Smart Cities O Caso de Lisboa Quarta conferência do ciclo dedicado às Smart Cities Reabilitação do Património nas Smart Cities O Caso de Lisboa João Appleton 19 de Junho de 2014 Esta apresentação parte de três pressupostos: A reabilitação

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA 1 Obra O presente trabalho refere-se à reabilitação de um aglomerado de habitações em adiantado estado de degradação numa herdade do Alentejo

Leia mais

Rota dos 3 Castelos. 2.ºAbrantes. 3.º Belver. 1.ºAlmourol. Monte da Várzea Almourol. 38 km. Almourol Abrantes. 20 Km. Abrantes Belver.

Rota dos 3 Castelos. 2.ºAbrantes. 3.º Belver. 1.ºAlmourol. Monte da Várzea Almourol. 38 km. Almourol Abrantes. 20 Km. Abrantes Belver. 2.ºAbrantes 1.ºAlmourol 3.º Belver Monte da Várzea Almourol 38 km Rota dos 3 Castelos Almourol Abrantes 20 Km Abrantes Belver 30 Km Belver Monte da Várzea 11 Km Partida: Casa Branca, Monte da Várzea 2

Leia mais

Imóveis. ID_Imovel NInventario Designacao Distrito. Braga

Imóveis. ID_Imovel NInventario Designacao Distrito. Braga ID_Imovel NInventario Designacao Distrito 4 2298 Paço dos Duques de Bragança 5 2223 Igreja e Mosteiro de S. Martinho de Tibães 6 2051 Mosteiro de S. Paulo de Arouca Braga Braga Aveiro Page 1 of 48 02/01/2016

Leia mais

Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa

Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 14 HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 15 FOTOS: Miguel Serradas Duarte FOTOS: Miguel Serradas Duarte Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO ESTRUTURAL DO CORO ALTO DA IGREJA DO PÓPULO EM BRAGA

CONSOLIDAÇÃO ESTRUTURAL DO CORO ALTO DA IGREJA DO PÓPULO EM BRAGA A Intervenção no Património. Práticas de Conservação e Reabilitação 173 CONSOLIDAÇÃO ESTRUTURAL DO CORO ALTO DA IGREJA DO PÓPULO EM BRAGA ESMERALDA PAUPÉRIO Engenheira IC-FEUP ANÍBAL COSTA Engenheiro Prof.

Leia mais

UNOCHAPECÓ Artes Visuais 6º período Conteúdo e Métodos II. Profª Me. Márcia Moreno

UNOCHAPECÓ Artes Visuais 6º período Conteúdo e Métodos II. Profª Me. Márcia Moreno UNOCHAPECÓ Artes Visuais 6º período Conteúdo e Métodos II Profª Me. Márcia Moreno 1 Conhecendo o Louvre... Foi no fim do século XII que Filipe Augusto mandou construir um castelo num local já chamado Louvre.

Leia mais

Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente

Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente Concurso Público para o Projecto de Concepção Arquitectónica do Novo Edifício da Capitania dos Portos e Optimização da Zona Envolvente I. Situação actual e características do ambiente Planta: Área de intervenção

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ANEXO II DO DECRETO N 80/2011 DE 02/05/2011 PARTE 01: OBRA NOVA OU AMPLIAÇÃO 1. Planta de situação

Leia mais

Convento de Cristo Tomar

Convento de Cristo Tomar Convento de Cristo Tomar 8 Convento de Cristo APRESENTAÇÃO O Convento de Cristo forma, com o Castelo Templário de Tomar fundado por Gualdim Pais (1118-1195), Mestre da Ordem do Templo em Portugal, um

Leia mais

Aldeia de Açores. Os pontos de Interesse de Açores: Igreja Matriz Monumento de Nossa Senhora de Açor Pelourinho Largo Casas Brasonadas

Aldeia de Açores. Os pontos de Interesse de Açores: Igreja Matriz Monumento de Nossa Senhora de Açor Pelourinho Largo Casas Brasonadas Aldeia de Açores A aldeia dos açores fica a cerca de 10 km de Celorico da Beira. Em tempos foi sede de um Episcopado Visigótico, manteve outrora o estatuto de vila. Durante séculos tem sido local de peregrinação

Leia mais

Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. URI:http://hdl.handle.net/10316.

Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. URI:http://hdl.handle.net/10316. Apresentação pública do projecto do Anfiteatro da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra Autor(es): Publicado por: URL persistente: Távora, Fernando CEDOUA URI:http://hdl.handle.net/10316.2/6161

Leia mais

Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior

Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior Arquitectura românica francesa

Leia mais

Convento de Nossa Senhora do Carmo. IPA Monumento Nº IPA PT010303490087. Designação Convento de Nossa Senhora do Carmo

Convento de Nossa Senhora do Carmo. IPA Monumento Nº IPA PT010303490087. Designação Convento de Nossa Senhora do Carmo Page 1 of 6 Convento de Nossa Senhora do Carmo IPA Monumento Nº IPA PT010303490087 Designação Convento de Nossa Senhora do Carmo Localização Braga, Braga, São Vicente Acesso R. do Carmo, Tv. do Carmo,

Leia mais

PROPOSTA DE RESTAURAÇÃO PARA A IGREJA DE SANTO ANTÔNIO EM BELÉM/PA. Aluna: Stephanie Mendes Orientadora: Profa. Dra. Thais Sanjad

PROPOSTA DE RESTAURAÇÃO PARA A IGREJA DE SANTO ANTÔNIO EM BELÉM/PA. Aluna: Stephanie Mendes Orientadora: Profa. Dra. Thais Sanjad PROPOSTA DE RESTAURAÇÃO PARA A IGREJA DE SANTO ANTÔNIO EM BELÉM/PA Aluna: Stephanie Mendes Orientadora: Profa. Dra. Thais Sanjad Século XVIII Brasil disseminação da a arquitetura Barroca Construções Religiosas

Leia mais

Antiguidade século IV. Arte Bizantina

Antiguidade século IV. Arte Bizantina Antiguidade século IV Arte Bizantina Na Antiguidade, além da arte Egípcia e Grega, também encontram-se a Romana, Paleocristã e Bizantina... Enquanto os romanos desenvolviam uma arte colossal e espalhavam

Leia mais

Município de Albufeira

Município de Albufeira Património arquitetónico religioso Município de Albufeira Igreja Matriz de Santa Maria antiga Igreja Matriz de Albufeira Localização: Rua do Cemitério Velho, Albufeira Elementos arquitetónicos e painel

Leia mais

DIRECÇÃO-GERAL DOS EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS

DIRECÇÃO-GERAL DOS EDIFÍCIOS E MONUMENTOS NACIONAIS DIRECÇÃO-GERAL DOS EDIFÍCIOS Página 1 de 7 Igreja e edifício da Misericórdia de Proença-a-Velha IPA Monumento Nº IPA PT020505110016 Designação Igreja e edifício da Misericórdia de Proença-a-Velha Localização

Leia mais

O COLÉGIO DE S. LOURENÇO DA COMPANHIA DE JESUS NO PORTO: 1560-1774

O COLÉGIO DE S. LOURENÇO DA COMPANHIA DE JESUS NO PORTO: 1560-1774 SUMÁRIO i O COLÉGIO DE S. LOURENÇO DA COMPANHIA DE JESUS NO PORTO: 1560-1774 1. Implantação da Companhia de Jesus no Porto 23 2. Primeiro domicílio dos Jesuítas no Porto 24 3. Fundação do Colégio de S.

Leia mais

Museu de Arte Sacra da Sé

Museu de Arte Sacra da Sé 1 Museu de Arte Sacra da Sé Algumas notas sobre a história deste Museu e também sobre a filosofia que presidiu ao actual projecto museológico Fig.1 Museu de Arte Sacra de Évora - Exterior 1. Sua história

Leia mais

Pavimento em mármore, paredes de alvenaria, tomadas eléctricas, iluminação na sanca ou com candeeiros de pé.

Pavimento em mármore, paredes de alvenaria, tomadas eléctricas, iluminação na sanca ou com candeeiros de pé. Nome: Palácio Nacional de Mafra Endereço: Terreiro D. João V, 2640-492 Mafra Telf. 261 817 550; fax 261 811 947 E-mail: g eral@pnmafra.dgpc.pt ESPAÇOS E SERVIÇOS PARA ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS 1 1.Apresentação

Leia mais

Itinerário IV Lisboa Barroca e Pombalina

Itinerário IV Lisboa Barroca e Pombalina LISBOA E VALE DO TEJO Itinerário IV Lisboa Barroca e Pombalina O percurso inicia-se no Terreiro do Paço, junto à estátua de D. José, obra-prima do estilo pombalino, em direcção ao Rossio, passando por

Leia mais

PORTUGAL PROGRAMA I Co-financiamento Co-financiamento www.rdtours.com

PORTUGAL PROGRAMA I Co-financiamento Co-financiamento www.rdtours.com Co-financiamento DIA 1 - LISBOA Chegada ao Aeroporto de Lisboa e translado para o hotel. Tempo livre para os primeiros contatos com esta maravilhosa Capital Europeia, conhecida pela sua luminosidade única

Leia mais

IDADE MÉDIA ARTE GÓTICA

IDADE MÉDIA ARTE GÓTICA IDADE MÉDIA ARTE GÓTICA A partir do século XII, após as cruzadas, tem início na Europa uma economia fundamentada no comércio. Isso faz com que o centro da vida social se desloque do campo para a cidade

Leia mais

Artigo 1.º. Artigo 2.º

Artigo 1.º. Artigo 2.º Artigo 1.º 1. Os núcleos antigos, sítios classificados e respetivas áreas de proteção, ficam sujeitos ao regime de proteção constante deste regulamento. 2. Os núcleos antigos são estruturas urbanas que

Leia mais

Vila Cova de Alva. São Pedro do Sul

Vila Cova de Alva. São Pedro do Sul Pinhel Vila Cova de Alva São Pedro do Sul Fig. 895 Tipologias das fachadas principais, com três variantes, duas com um eixo de vãos, uma rematando em empena e outra em frontão triangular, vazado por óculo,

Leia mais

CONJUNTOS RELIGIOSOS. referência cartográfica. Património Edificado CÂMARA MUNICIPAL DA MAIA

CONJUNTOS RELIGIOSOS. referência cartográfica. Património Edificado CÂMARA MUNICIPAL DA MAIA CONJUNTOS RELIGIOSOS CJR0 CÂMARA MUNICIPAL DA MAIA IGREJA DE BARCA E CAPELA DE N. SRa. DA STA CRUZ E CAPELAS DO CALVÁRIO CJR1 FOTO-REFERÊNCIA 143, 144 da Igreja, do Calvário, Avenida Sr. da Santa Cruz

Leia mais

Roteiro Lisboa. www.soulportugal.com

Roteiro Lisboa. www.soulportugal.com Praça do Marquês de Pombal: vista do alto do Parque Eduardo VII, seguida da arborizada Avenida Liberdade com o Tejo ao fundo. Avenida Liberdade, apesar de ser uma das principais artérias viárias Lisboeta,

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro leandro.pinheiro@riogrande.ifrs.edu.br Porque construir? Necessidade de se

Leia mais

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA PARTAMENTO OBRAS E GESTÃO FICHA TÉCNICA 1. INTIFICAÇÃO Casa Museu Miguel Torga 2. LOCALIZAÇÃO Praça Sá de Miranda. Freguesia de Santo António dos Olivais 3. SCRIÇÃO GERAL A Câmara Municipal deliberou em

Leia mais

Dossier Promocional. Moradia em Abrantes Santarém

Dossier Promocional. Moradia em Abrantes Santarém Dossier Promocional Moradia em Abrantes Santarém 1 1. Contexto e a Oportunidade 2. Localização do Imóvel 3. Características Gerais do Imóvel 4. Descrição Detalhada 5. Condições de Comercialização 6. Contactos

Leia mais

ANTECEDENTES E EVOLUÇÃO

ANTECEDENTES E EVOLUÇÃO Bandeira Nacional ANTECEDENTES E EVOLUÇÃO 5 D. Afonso Henriques (1143-1185) Segundo a tradição, durante as primeiras lutas pela Independência de Portugal, D. Afonso Henriques teria usado um escudo branco

Leia mais