setor 1701 Aulas 20 a 22 ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL 1. ENERGIA ELÉTRICA CONSUMO DE ELETRICIDADE POR SETOR (BRASIL 2001)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "setor 1701 Aulas 20 a 22 ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL 1. ENERGIA ELÉTRICA CONSUMO DE ELETRICIDADE POR SETOR (BRASIL 2001)"

Transcrição

1 setor Aulas 20 a 22 ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL 1. ENERGIA ELÉTRICA BRASIL: OFERTA INTERNA DE ENERGIA Carvão Mineral 6,6% Gás natural 8,9% Hidráulica e eletricidade 14,4% Urânio 1,5% Petróleo e derivados 39,0% Biomassa 29,6% Setor CONSUMO DE ELETRICIDADE POR SETOR (BRASIL 2001) % do total Industrial 44,4 Residencial 25,9 Comercial 13,5 Governamental 8,9 Outros 7,3 Fonte: Eletrobrás. SISTEMA ELETROBRÁS PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL Tipo de Usina % do total Hidrelétrica 79,8 Termelétrica 17,7 Nuclear 2,5 Fonte: ELETRONORTE FURNAS CHESF ELETROSUL ALFA ANGLO VESTIBULARES

2 PARAGU A I R 2. A PRODUÇÃO HIDRELÉTRICA HIDRELÉTRICAS DO SUDESTE Paraguai Cuiabá Apa MT Corumbá São Taquari Miranda Porto Murtinho CUIABÁ Lourenço MS CAMPO GRANDE Dourados Paraná Verde Pardo Piquiri Guaíra Ivai GO Jupiá Tietê Paranapanema Capivara PR Paranaiba Grande Goiânia São Francisco Pirapora Três Marias MG Pardo Jequitinhonha São Simão Salto Grande Estreito Mascarenhas Ilha Solteira Peixoto BELO HORIZONTE ES Furnas Represa Promissão das Furnas Itutinga Ibitinga SP Bariri Camargos Barra Bonita Nilo Peçanha RJ Xavantes Cachoeira Dourada SÃO PAULO Jurumirim Cubatão R. Paraíba do Sul O C E A N Doce O A T L Â N T I O C Paraguai Cuiabá Porto Murtinho ARGENTINA São Taquari Ponte da Amizade Miranda Cuiabá Lourenç Corumbá MATO GROSSO Apa Quaraí LOCALIZAÇÃO DE ITAIPU DO SUL CAMPO GRANDE Dourados Paraná Ijui Verde Pardo Ivai Uruguai U Grande Tietê Paranapanema PARANÁ RIO GRANDE DO SUL PORTO ALEGRE Uruguai Ibicuí Cataratas do Iguaçu Pi quiri Guaíra BRASIL A R G E NTINA Iguaçu SANTA CATARINA Jacuí Camaquã Pelotas SÃO PAULO CURITIBA Canoas GOIÂNIA Paranaguá FLORIANÓ- POLIS Tocantins GO TO Pindaré Gurupi. Grajaú MA i m r M e a i o R ESPIGÃO MESTRE S. DA CANASTRA 1 São Luís P a R. Carinhanhas R. PI MG Pirapora Teresina Petrolina Casa Nova Remanso Pilão Arcado Paraopeba í b a r n a São Francisco das Velhas Sento Sé S. ESPINHAÇO 1. Três Marias 2. Sobradinho 3. Itaparica 4. Paulo Afonso I, II, III e IV 5. Xingó BACIA DO SÃO FRANCISCO 2 CE Juazeiro BA CHAPADA DIAMANTINA ES Vitória Fortaleza 3 4 SE 5 RN PE PB AL Aracaju Natal Maceió Salvador (gás) João Pessoa Recife Hidrelétricas Termelétricas Trecho navegável s temporários ALFA ANGLO VESTIBULARES

3 BACIA AMAZÔNICA E DO TOCANTINS ARAGUAIA V E N E Z U E L A R O R A I M A G U I A N A SURINAME GUIANA FRANCESA A M A P Á P E R U C O L Ô M B I A Içá A C R E Tabatinga Juruá Japurá Solimões AMAZONAS Negro Purus R O N D Ô N Madeira I A R i o Manaus Juruema A m a z o n a s Tapajós São Manuel PARÁ Óbidos MATO GROSSO Iriri Xingu Tucuruí O C E A N O AT L Â N T I C O Ilha de Marajó Araguaia TOCANTINS Ilha do Bananal Tocantins Gurupi Pindaré Beni B O L Í V I A Mamoré Guaporé Cuiabá São Cuiabá Lourenço GOIÁS Goiânia Exercícios 1. O predomínio no Brasil da produção de energia elétrica de origem hidráulica é conseqüência: a) exclusivamente do fato de o país ser muito pobre em combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral, o que impede a implantação de usinas termelétricas na maior parte do nosso território. b) entre outros fatores, da ocorrência em território brasileiro de um grande número de rios planálticos e de climas caracterizados por elevados níveis pluviométricos e invernos pouco rigorosos. c) exclusivamente das preocupações de ordem ambiental, pois a fonte primária utilizada nas usinas hidrelétricas é classificada, genericamente, como uma energia limpa (não-poluente). d) entre outros fatores, da certeza de que a construção de usinas hidrelétricas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, não provoca danos ambientais irreversíveis nas áreas onde são implantadas. e) exclusivamente do fato de o país ser muito pobre em fontes primárias de energia atômica, como urânio e o tório, o que impede que se instale como nas grandes potências industriais do mundo grande número de usinas termonucleares. ALFA ANGLO VESTIBULARES

4 2. Observe, no gráfico abaixo, a distribuição de energia elétrica por setor no Brasil para responder à questão. CONSUMO DE ENERGIA POR SETOR EM % 6% 25% Fonte: Eletrobrás, % I II III outros As legendas representadas pelos números I, II e III correspondem, respectivamente, aos setores: a) residencial, industrial e comercial. b) comercial, residencial e industrial. c) industrial, comercial e residencial. d) residencial, comercial e industrial. e) industrial, residencial e comercial. Para responder à questão 3, observe o mapa e a figura: 3. Sobre a hidrelétrica de, pode-se dizer que: a) foi construída pela Eletrosul, uma subsidiária da única empresa que produz e distribui energia elétrica no Brasil. b) a energia produzida por ela é direcionada, exclusivamente, ao atendimento das necessidades de consumo energético somente dos Estados situados na Região Sul do Brasil. c) situa-se entre os Estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, especificamente a jusante (rio abaixo) da área em que as águas do rio Iguaçu deságuam. d) foi construída por uma empresa a Binacional cujo controle acionário é na sua quase totalidade do Brasil. e) a energia produzida por ela atualmente atende necessidades de consumo energético de várias regiões brasileiras e paraguaias. 4. (UFF-RJ) Apesar de apresentarem uma forma de produção de energia não-poluente, as hidrelétricas têm provocado graves problemas sócio-ambientais no Brasil. Tal realidade deve-se à: a) utilização de rios de médio volume de água e de tecnologias importadas e inadequadas às condições tropicais. b) implantação de pequenas barragens que alteram os ecossistemas locais e deslocam famílias rurais. c) inundação de vastas extensões de terras, provocando sérios desequilíbrios ecológicos, e por vezes, o deslocamento de populações. d) localização de usinas próximas às grandes regiões metropolitanas, restringindo a área residencial e reforçando as inversões térmicas. e) edificação de usinas, em áreas já degradadas e de alta densidade demográfica, agravando os problemas sócioambientais preexistentes. Paraná OCEANO ATLÂNTICO BRASIL 5. (FUVEST) Na bacia hidrográfica Amazônica ocorrem dificuldades para a implantação de usinas hidrelétricas porque ela apresenta: a) oscilação na vazão fluvial maior que em outras bacias, o que exige grandes reservatórios e altas barragens. b) relevo de altiplanos com solos friáveis que dificultam a execução de barragens. c) relevo com pequena variação altimétrica, exigindo extensos reservatórios que podem acarretar forte impacto ao ambiente natural. d) relevo plano, regularidade na vazão fluvial e extensa cobertura florestal. e) quedas d água nos baixos cursos dos afluentes do Amazonas que nas enchentes dificultam a geração de energia. 6. (UEL-PR/2001) A geração de energia elétrica, um dos pilares da sociedade industrial, alcançou rápida expansão graças à peculiar hidrografia do país, que permitiu inclusive a construção de algumas das maiores hidrelétricas do mundo. Sobre o tema, é correto afirmar: a) A energia gerada em é totalmente consumida na região Sul. b) A hidrelétrica de Tucuruí foi construída para atender, entre outras áreas, aquelas em que estão localizados o complexo mineral de Carajás e a indústria de alumínio da Albrás. Assunção 327 km Porto Presidente Stroessner Paraná Ponte da Amizade ARGENTINA 550 km Curitiba Foz do Iguaçu Iguaçu Cataratas do Iguaçu ALFA ANGLO VESTIBULARES

5 c) A construção de hidrelétricas deixa de ser importante para o Brasil, já que a energia de que necessitamos pode ser suprida por outras fontes. d) Uma das vantagens do aproveitamento do potencial dos rios para a geração de energia elétrica no país é a ausência de alterações no meio ambiente, seja na fase de construção das barragens, seja na fase de funcionamento das usinas. e) As hidrelétricas brasileiras estão concentradas nos rios da Bacia Amazônica, em função das vantangens de instalação que essa região proporciona. AULA 21 Leia o item 9 (), cap. 5. AULA 22 Leia o item 9 (Tucuruí e Sobradinho), cap. 5. Tarefa Complementar AULA 20 Faça os exercícios 1, 2 e 3, série 8. ORIENTAÇÃO DE ESTUDO Livro 1 Caderno de Exercícios Unidade I Tarefa Mínima AULA 20 Leia os itens 7 e 8, cap. 5. AULA 21 Faça os exercícios 11 e 12, série 8. AULA 22 Faça os exercícios 8, 9 e 10, série 8. Desafio Faça os exercícios 5, 6 e 7, série 8. ALFA ANGLO VESTIBULARES

HIDROGRAFIA DO BRA R SIL I

HIDROGRAFIA DO BRA R SIL I HIDROGRAFIA DO BRASIL ÁGUAS CONTINENTAIS Rio São águas correntes que se deslocam na superfície, no sentido da declividade do relevo Importante elemento no ciclo hidrológico Fornecimento de água potável

Leia mais

Apostila de Geografia 16 Hidrografia Matheus Borges

Apostila de Geografia 16 Hidrografia Matheus Borges Apostila de Geografia 16 Hidrografia Matheus Borges 1.0 Distribuição das Águas 97% Águas salgadas: Oceano Pacífico (o maior). Oceano Atlântico (muito navegável). Oceano Índico. 3% Água doce: 2% Geleiras.

Leia mais

Cap. 10. Hidrografia

Cap. 10. Hidrografia Cap. 10. Hidrografia Saneamento básico: sistema de coleta e tratamento de água e esgoto. Hidrografia brasileira OLIVEIRA, Franzé http://www.neputufv.com.br/texto.php?p=softwares Acesso em: 17/05/2011

Leia mais

HIDROGRAFIA (estudo das águas)

HIDROGRAFIA (estudo das águas) HIDROGRAFIA (estudo das águas) Consumo Real e Virtual 1 CONSUMO DE ÁGUA MUNDIAL CONSUMO DE ÁGUA MUNDIAL - comparativo CONSUMO DE ÁGUA BRASILEIRO 2 Ciclo da Água CONCEITOS e TERMINOLOGIAS 3 CONCEITOS e

Leia mais

BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 ( t ) ( US$ / t )

BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 ( t ) ( US$ / t ) BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 (POR PAÍS) PAÍSES ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 269.719,83 387.213,30 406.882,12 310.956,48 318.530,07 375.612,10 2.068.913,89 Valor Fob ( Us$/Mil ) 72.142,83 99.905,76 104.619,97

Leia mais

Quantidade de água no planeta

Quantidade de água no planeta HIDROGRAFIA Quantidade de água no planeta O Brasil possui: 10% da água superficial disponível para consumo no mundo. No Brasil a distribuição é desigual. - 70% na Amazônia - 27% no Centro-Sul - 3% no

Leia mais

HIDROGRAFIA (estudo das águas)

HIDROGRAFIA (estudo das águas) HIDROGRAFIA (estudo das águas) CONSUMO DE ÁGUA MUNDIAL CONSUMO DE ÁGUA MUNDIAL - comparativo CONSUMO DE ÁGUA BRASILEIRO Fase rápida Fase longa 2 Alto Médio Curso Curso Interflúvios Baixo Curso Interflúvios

Leia mais

O Uso da Água para a Navegação

O Uso da Água para a Navegação O Uso da Água para a Navegação JOSÉ ALEX BOTÊLHO DE OLIVA, M.Sc. Superintendente de Navegação Interior Rio de Janeiro, 09 de Dezembro de 2008. Rodovias RODOVIAS - Malha Rodoviária Brasileira 1.700 milhão

Leia mais

Sistemas de Potência e Energia

Sistemas de Potência e Energia UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Sistemas de Potência e Energia Departamento de Energia Elétrica Faculdade de Engenharia UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E-mail: jopass@ieee.org Juiz de Fora, 30

Leia mais

BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t )

BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t ) BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 (POR PAÍS) PAÍSES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 399.473,26 422.403,60 501.033,08 371.050,32 437.918,87 2.131.879,13 Valor

Leia mais

POSIÇÃO ATUALIZADA ATÉ 25/06/2012 Classif Último Candidato Convocado procedimentos préadmissionais

POSIÇÃO ATUALIZADA ATÉ 25/06/2012 Classif Último Candidato Convocado procedimentos préadmissionais CONCURSO PÚBLICO 2010 TBN RJ e SP de de RJ Campos dos Goytacazes Técnico Bancário 106 2 105 2 RJ Centro Técnico Bancário 592 4 592 4 RJ Niteroi Técnico Bancário 130 3 130 3 RJ Nova Iguaçu Técnico Bancário

Leia mais

Ciclo hidrológico e distribuição da água na Terra

Ciclo hidrológico e distribuição da água na Terra Ciclo hidrológico e distribuição da água na Terra a) CICLO HIDROLÓGICO EVAPORAÇÃO/TRANSPIRAÇÃO O ciclo começa com a evaporação da água superficial devido ao calor e com a transpiração dos vegetais. CONDENSAÇÃO/PRECIPITAÇÃO

Leia mais

Gestão do Potencial Hidráulico e o Transporte Hidroviário no âmbito da ANEEL. Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos SGH

Gestão do Potencial Hidráulico e o Transporte Hidroviário no âmbito da ANEEL. Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos SGH Gestão do Potencial Hidráulico e o Transporte Hidroviário no âmbito da ANEEL Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos SGH Brasília, DF Março de 2014 Estágios de Desenvolvimento de um Empreendimento

Leia mais

PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS NAVEGAÇÃO INTERIOR

PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS NAVEGAÇÃO INTERIOR PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS NAVEGAÇÃO INTERIOR Subsídios da Agência Nacional de Águas ao PNRH Daniel Jordão de Magalhães Rosa Superintendência de Usos Múltiplos Agência Nacional de Águas Brasília,

Leia mais

Aula 6 Fontes Convencionais Geração Hidráulica

Aula 6 Fontes Convencionais Geração Hidráulica PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 6 Fontes Convencionais Geração Hidráulica Conceitos básicos A usina hidrelétrica Tipologia Energia hidráulica no Brasil slide 1 / 26 Geração hidrelétrica

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA EXPANSÃO DA GERAÇÃO HIDRELÉTRICA NA REGIÃO AMAZÔNICA e INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA NA AMÉRICA DO SUL Reunião Plenária da ABRAGE Brasília, 25 de março de 2010 AGENDA Energia no Brasil

Leia mais

ANEXO I QUADRO DE VAGAS E LOCALIDADES

ANEXO I QUADRO DE VAGAS E LOCALIDADES ANEXO I QUADRO DE VAGAS E LOCALIDADES Referência: Vagas Provimento imediato de vagas e formação de Cadastro de Reserva. Vagas PD Vagas Reservadas para os candidatos Portadores de Deficiência. 1. Diretoria

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de

Leia mais

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Audiência pública Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Leia mais

RESOLUÇÃO ANEEL N O 453, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998

RESOLUÇÃO ANEEL N O 453, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 RESOLUÇÃO ANEEL N O 453, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 Homologa os Montantes de Energia e Potência asseguradas das usinas hidrelétricas pertencentes às empresas das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Leia mais

RESPOSTAS DAS SUGESTÕES DE AVALIAÇÃO GEOGRAFIA 6 o ANO

RESPOSTAS DAS SUGESTÕES DE AVALIAÇÃO GEOGRAFIA 6 o ANO RESPOSTAS DAS SUGESTÕES DE AVALIAÇÃO GEOGRAFIA 6 o ANO Unidade 4 1. 2. (V) Os planaltos sofrem mais a ação de agentes de erosão do que de agentes de sedimentação. (F) O nome do maior planalto da América

Leia mais

RESULTADO DO LIRAa JANEIRO FEVEREIRO/15

RESULTADO DO LIRAa JANEIRO FEVEREIRO/15 RESULTADO DO LIRAa JANEIRO FEVEREIRO/15 1º LIRAa 2015 - Situação dos municípios brasileiros Participação voluntária de 1.844 municípios Pesquisa realizada entre janeiro/fevereiro de 2015; Identifica focos

Leia mais

2. USINAS HIDROELÉTRICAS. Recursos hidráulicos Potencial hidroelétrico. Turbinas hidráulicas Usinas hidroelétricas.

2. USINAS HIDROELÉTRICAS. Recursos hidráulicos Potencial hidroelétrico. Turbinas hidráulicas Usinas hidroelétricas. 2. USINAS HIDROELÉTRICAS Recursos hidráulicos Potencial hidroelétrico. Turbinas hidráulicas Usinas hidroelétricas. ORIGEM Moinho Hidrelétricas Em cada país essa energia varia consideravelmente, em função

Leia mais

JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES

JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES JOSÉ CARLOS DE MIRANDA FARIAS Empresa de Pesquisa Energética EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA PLANEJAMENTO E LEILÕES POR QUE PLANEJAR? Há necessidade de prever as possibilidades do amanhã para esboçar, com

Leia mais

Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO

Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO Hidroelétricas Reservatório Sobradinho Hidroelétricas Reservatório Sobradinho O Projeto: Divisão em dois eixos Capacidade máxima: 99 m³/s Altura bombeamento: 165 m Capacidade máxima: 28 m³/s Altura bombeamento:

Leia mais

Tipos de Usinas Elétricas

Tipos de Usinas Elétricas Tipos de Usinas Elétricas USINAS GERADORAS DE ELETRICIDADE Uma usina elétrica pode ser definida como um conjunto de obras e equipamentos cuja finalidade é a geração de energia elétrica, através de aproveitamento

Leia mais

Fontes de Energia. Fontes de Energia Monitores: Renata Carvalho e Eduardo Nogueira 12/05/2014, 13/05/2014, 16/05/2014 e 17/052014

Fontes de Energia. Fontes de Energia Monitores: Renata Carvalho e Eduardo Nogueira 12/05/2014, 13/05/2014, 16/05/2014 e 17/052014 1. (IFMT) A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) remarcou cinco audiências públicas, no nortão, para debater o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) feito pela

Leia mais

CONEXÃO HIDROVIÁRIA BRASIL COM AMÉRICA DO SUL

CONEXÃO HIDROVIÁRIA BRASIL COM AMÉRICA DO SUL CONEXÃO HIDROVIÁRIA BRASIL COM AMÉRICA DO SUL JOSÉ ALEX BOTÊLHO DE OLIVA,M.Sc. Superintendente de Navegação Interior Objetivo da Agência Exercer a ação de Estado na Regulação do Setor Aquaviário O Desenvolvimento

Leia mais

Tipos de Usinas Elétricas

Tipos de Usinas Elétricas Tipos de Usinas Elétricas Professor: Xuxu USINAS GERADORAS DE ELETRICIDADE Uma usina elétrica pode ser definida como um conjunto de obras e equipamentos cuja finalidade é a geração de energia elétrica,

Leia mais

Plano de Investimentos e Cronograma de Obras das Empresas Controladas do Grupo Eletrobrás Grupo Eletrobrás

Plano de Investimentos e Cronograma de Obras das Empresas Controladas do Grupo Eletrobrás Grupo Eletrobrás Plano de Investimentos e Cronograma de Obras das Empresas Controladas do Grupo Eletrobrás 1 Grupo Eletrobrás FURNAS CHESF ELETRONORTE ELETROSUL ELETRONUCLEAR CGTEE LIGHTPAR ITAIPU 2 A competência e qualidade

Leia mais

GGPAF GERÊNCIA-GERAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE PORTOS, AEROPORTOS, FRONTEIRAS E RECINTOS ALFANDEGADOS

GGPAF GERÊNCIA-GERAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE PORTOS, AEROPORTOS, FRONTEIRAS E RECINTOS ALFANDEGADOS GGPAF GERÊNCIA-GERAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE PORTOS, AEROPORTOS, FRONTEIRAS E RECINTOS ALFANDEGADOS de Vigilância Sanitária - ANVISA Finalidade Institucional: Promover a proteção da saúde da população

Leia mais

CC54Z - Hidrologia. Bacia hidrográfica: conceitos fundamentais e caracterização fisiográfica. Universidade Tecnológica Federal do Paraná

CC54Z - Hidrologia. Bacia hidrográfica: conceitos fundamentais e caracterização fisiográfica. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Bacia hidrográfica: conceitos fundamentais e caracterização fisiográfica Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Conhecer o

Leia mais

Hidrelétrica. Itaipu: MW (potência de geração) * 16,99% da energia consumida no Brasil * Em 2011: MWh.

Hidrelétrica. Itaipu: MW (potência de geração) * 16,99% da energia consumida no Brasil * Em 2011: MWh. Hidrelétrica Funcionamento: * Pressão causa um aumento da velocidade da água rgh=rv 2 /2 portanto: E a h * Quanto mais alta a represa, maior a velocidade da água e, portanto, maior a energia produzida.

Leia mais

Geração de Energia Elétrica - Hidrelétricas. SIE Sistemas de Energia Professora Camila Bastos Eletroeletrônica Módulo 8

Geração de Energia Elétrica - Hidrelétricas. SIE Sistemas de Energia Professora Camila Bastos Eletroeletrônica Módulo 8 Geração de Energia Elétrica - Hidrelétricas SIE Sistemas de Energia Professora Camila Bastos Eletroeletrônica Módulo 8 Introdução A energia elétrica é produzida através de outras formas de energia; O Atlas

Leia mais

CAPÍTULO 02 Estrutura Geológica, Relevo e Hidrografia.

CAPÍTULO 02 Estrutura Geológica, Relevo e Hidrografia. 18/02/2016 7º Ano B CAPÍTULO 02 Estrutura Geológica, Relevo e Hidrografia. Profº Delsomar de Sousa Barbosa Páginas: 19 a 39 Itens 01 a 03. Estrutura Geológica Relevo Hidrografia Estrutura Temática Crátons

Leia mais

ANEXO I QUADRO DE VAGAS E LOCALIDADES

ANEXO I QUADRO DE VAGAS E LOCALIDADES Referência: Vagas Provimento imediato de vagas e formação de Cadastro de Reserva. Vagas PD Vagas Reservadas para os candidatos Portadores de Deficiência. 1.Diretoria Regional Brasília e Administração Central

Leia mais

TERMINAIS DE CARGA DOS AEROPORTOS BRASILEIROS

TERMINAIS DE CARGA DOS AEROPORTOS BRASILEIROS TERMINAIS DE CARGA DOS AEROPORTOS BRASILEIROS Os Terminais de Carga da Infraero, além de oferecerem toda a segurança e agilidade no transporte de quaisquer produtos, têm parques tecnológicos dos mais avançados.

Leia mais

Conferências Territoriais de ATER realizadas - Atualizada em 25/01/2016

Conferências Territoriais de ATER realizadas - Atualizada em 25/01/2016 Conferências Territoriais de ATER realizadas - Atualizada em 25/01/2016 Conf. Territorial UF Território Participantes Início Encerramento 10/10/2015 MA Cerrado Amazônico - MA 70 29/10/2015 PI Chapada das

Leia mais

Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro

Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro Maio/2003 A Água no Mundo Desse volume: 97,2% águas dos mares 2,15% geleiras e calotas polares 3/4 3/4 do do globo globo terrestre são são cobertos

Leia mais

BRASIL ASPECTOS NATURAIS. Território de Km². 5º maior país do mundo. Ocupa 47% da América do Sul.

BRASIL ASPECTOS NATURAIS. Território de Km². 5º maior país do mundo. Ocupa 47% da América do Sul. BRASIL ASPECTOS NATURAIS Território de 8.514.876.599 Km². 5º maior país do mundo. Ocupa 47% da América do Sul. Mapa político do mundo Pangea Durante a separação dos continentes ocorreram movimentos orogenéticos

Leia mais

COLÉGIO 7 DE SETEMBRO DISICIPLINA DE GEOGRAFIA PROF. RONALDO LOURENÇO 1º 1 PERCURSO 26 (PARTE 3) A PRODUÇÃO MUNDIAL DE ENERGIA

COLÉGIO 7 DE SETEMBRO DISICIPLINA DE GEOGRAFIA PROF. RONALDO LOURENÇO 1º 1 PERCURSO 26 (PARTE 3) A PRODUÇÃO MUNDIAL DE ENERGIA COLÉGIO 7 DE SETEMBRO DISICIPLINA DE GEOGRAFIA PROF. RONALDO LOURENÇO 1º 1 PERCURSO 26 (PARTE 3) A PRODUÇÃO MUNDIAL DE ENERGIA ENERGIA: EVOLUÇÃO HISTÓRICA E CONSTEXTO ATUAL ENERGIAS NÃO RENOVÁVEIS 1 PETRÓLEO

Leia mais

COLÉGIO 7 DE SETEMBRO FUNDADOR PROF. EDILSON BRASIL SOÁREZ. O Colégio que ensina o aluno a estudar ALUNO(A): TURMA: Geografia.

COLÉGIO 7 DE SETEMBRO FUNDADOR PROF. EDILSON BRASIL SOÁREZ. O Colégio que ensina o aluno a estudar ALUNO(A): TURMA: Geografia. FUNDADOR PROF. EDILSON BRASIL SOÁREZ 2011 O Colégio que ensina o aluno a estudar APICE Geografia [2 a Etapa] 5 o Ano Ensino Fundamental I ALUNO(A): TURMA: Você está recebendo o APICE (Atividade para Intensificar

Leia mais

Tabela 1 Quantidade de ônibus incendiados por ano ( ) (Data de atualização: 18/07/2016)

Tabela 1 Quantidade de ônibus incendiados por ano ( ) (Data de atualização: 18/07/2016) Tabela 1 Quantidade de ônibus incendiados por ano (2004 2016) (continua) Percentual Nº Cidades UF 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 1 Altamira PA - - - - - - - - - - 1 7-8

Leia mais

BRASIL - IMPORTAÇÃO FARINHA DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t )

BRASIL - IMPORTAÇÃO FARINHA DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t ) BRASIL IMPORTAÇÃO DE FARINHA DE TRIGO 2017 (POR PAÍS) PAÍSES ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 30.038,81 30.038,81 Valor Fob ( Us$/Mil ) 8.096,09 8.096,09 Preço Médio ( Us$/Ton ) 269,52 269,52 PARAGUAI Volume

Leia mais

Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes

Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes - 2015 Data: 18/05/2016 FILTROS: Veículos: Todos Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Piores trechos por Estado número de acidentes -

Leia mais

GEOGRAFIA REVISÃO 1 REVISÃO 2. Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV

GEOGRAFIA REVISÃO 1 REVISÃO 2. Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV Complexos Regionais Amazônia: Baixa densidade demográfica e grande cobertura vegetal. 2 3 Complexos Regionais Nordeste: Mais baixos níveis de desenvolvimento

Leia mais

setor 1701 Aula 20 Os recursos hídricos: manejo e estado atual Bacias hidrográficas VII III VIII autônomas agrupadas SP

setor 1701 Aula 20 Os recursos hídricos: manejo e estado atual Bacias hidrográficas VII III VIII autônomas agrupadas SP setor 1701 17010511 17010511-P Aula 20 s recursos hídricos: manejo e estado atual Bacias hidrográficas Bacias hidrgráficas Brasileiras CÔMBIA VEEZUEA GUIAA GUIAA FRACEA URIAME PERU ac C E A PAC Í F I C

Leia mais

DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA BACIA AMAZÔNICA

DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA BACIA AMAZÔNICA DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA BACIA AMAZÔNICA IV Reunião Científica do projeto ORE - HYBAM 19 de novembro de 2007 Eurides de Oliveira ORIGEM DO RIO AMAZONAS 1541 - a expedição de Francisco Orellana desceu

Leia mais

É COM VOCÊ. cartilha. Reservatórios: degradação ambiental (?) Meio Ambiente / Série: Água Nº 2 Escassez de chuva ou. Janeiro/ ,00 556,00

É COM VOCÊ. cartilha. Reservatórios: degradação ambiental (?) Meio Ambiente / Série: Água Nº 2 Escassez de chuva ou. Janeiro/ ,00 556,00 cartilha Janeiro/2013 É COM VOCÊ Reservatórios: Meio Ambiente / Série: Água Nº 2 Escassez de chuva ou degradação ambiental (?) 558,00 556,00 Nível máximo operativo 554,00 552,00 550,00 Nível mínimo operativo

Leia mais

Exercícios de Fontes de Energia

Exercícios de Fontes de Energia Exercícios de Fontes de Energia 1. Todas as atividades humanas, desde o surgimento da humanidade na Terra, implicam no chamado consumo de energia. Isto porque para produzir bens necessários à vida, produzir

Leia mais

PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais. Usinas Hidrelétricas. Prof. Marco Saidel

PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais. Usinas Hidrelétricas. Prof. Marco Saidel PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais Usinas Hidrelétricas Prof. Marco Saidel Geração hidrelétrica Conceitos básicos de hidrologia: Bacia hidrográfica Área da

Leia mais

BACIAS HIDROGRÁFICAS. Os principais elementos componentes das bacias hidrográficas são:

BACIAS HIDROGRÁFICAS. Os principais elementos componentes das bacias hidrográficas são: BACIAS HIDROGRÁFICAS A bacia hidrográfica é usualmente definida como a área na qual ocorre a captação de água (drenagem) para um rio principal e seus afluentes devido às suas características geográficas

Leia mais

SUL BRASIL E GRANDES VIAGENS NACIONAIS Baixa Temporada 2017 Validade: 31/03/2017

SUL BRASIL E GRANDES VIAGENS NACIONAIS Baixa Temporada 2017 Validade: 31/03/2017 PACOTES Saída Chegada Preço por pessoa Serra Gaúcha Especial com Parque Beto Carrero World 10 dias 07 diárias com café da manhã (02 em Balneário Camboriú ou Blumenau, 04 em Gramado ou Canela e 01 em Curitiba)

Leia mais

APOIO PARA O RELEASE ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIROS COM DATA DE REFERENCIA EM 1º DE JULHO DE 2015

APOIO PARA O RELEASE ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIROS COM DATA DE REFERENCIA EM 1º DE JULHO DE 2015 APOIO PARA O RELEASE ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E UNIDADES DA FEDERAÇÃO BRASILEIROS COM DATA DE REFERENCIA EM 1º DE JULHO DE 2015 A divulgação anual das estimativas da população residente

Leia mais

Capítulo 4 - MATERIAIS DE ESTUDO

Capítulo 4 - MATERIAIS DE ESTUDO Capítulo 4 - MATERIAIS DE ESTUDO 4.1. Introdução A redução da resistência mecânica é um aspecto de grande preocupação na aplicação de rochas em engenharia civil e, por isso, constitui tema de vários relatos

Leia mais

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL 13/04/2009 INTRODUÇÃO O Acompanhamento Diário da Operação Hidroenergética tem como objetivo apresentar a situação

Leia mais

ACRE. Cruzeiro do Sul TÉCNICO EM MANUTENÇÃO TÉCNICO EM MECÂNICA TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO RIO BRANCO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO TÉCNICO EM MECÂNICA

ACRE. Cruzeiro do Sul TÉCNICO EM MANUTENÇÃO TÉCNICO EM MECÂNICA TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO RIO BRANCO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO TÉCNICO EM MECÂNICA ACRE Cruzeiro do Sul RIO BRANCO ALAGOAS Maceió TÉCNICO EM SECRETARIADO AMAPÁ Macapá AMAZONAS Manaus TÉCNICO EM CONTABILIDADE TÉCNICO EM GESTÃO TÉCNICO EM INFORMÁTICA ENGENHARIA MECÂNICA ENGENHARIA MECATRÔNICA

Leia mais

Estudo mostra que avanços em saneamento básico das Capitais nos últimos 5 anos foi insuficiente para tirar o Brasil do atraso histórico

Estudo mostra que avanços em saneamento básico das Capitais nos últimos 5 anos foi insuficiente para tirar o Brasil do atraso histórico Estudo mostra que avanços em saneamento básico das Capitais nos últimos 5 anos foi insuficiente para tirar o Brasil do atraso histórico Com números do Ministério das Cidades ano base 2015 levantamento

Leia mais

R E C U R S O S M I N E R A I S

R E C U R S O S M I N E R A I S RECURSOS MINERAIS R E C U R S O S M I N E R A I S RECURSO FÍSICO Correspondem a produtos pertencentes aos ciclos naturais, os quais apresentam interação com todas (ou maior parte) das esferas terrestres.

Leia mais

ANEXO I RELAÇÃO DE UNIDADES DA FUNAI E DOS CURSOS DE NÍVEL MÉDIO E NÍVEL SUPERIOR DISPONÍVEIS PARA ESTÁGIO ALAGOAS AMAPÁ

ANEXO I RELAÇÃO DE UNIDADES DA FUNAI E DOS CURSOS DE NÍVEL MÉDIO E NÍVEL SUPERIOR DISPONÍVEIS PARA ESTÁGIO ALAGOAS AMAPÁ ANEXO I RELAÇÃO DE UNIDADES DA FUNAI E DOS CURSOS DE E DISPONÍVEIS PARA ESTÁGIO ACRE COORDENAÇÃO REGIONAL ALTO PURUS - RIO BRANCO FRENTE DE PROTEÇÃO ETNOAMBIENTAL ENVIRA RIO BRANCO ALAGOAS COORDENAÇÃO

Leia mais

HIDROGRAFIA DO BRASIL

HIDROGRAFIA DO BRASIL Hidrografia características gerais HIDROGRAFIA DO BRASIL Bacias hidrográficas Reflete as condições de umidade do clima do país Rica em rios,, mas pobre em lagos Predominância de rios de planalto,, favoráveis

Leia mais

Licenciamento Ambiental nas Hidrovias Brasileiras

Licenciamento Ambiental nas Hidrovias Brasileiras Licenciamento Ambiental nas Hidrovias Brasileiras Agenda Conhecendo a DAQ Ferramentas e a Modernização da Gestão Governança Gestão de Contratos X Gestão de Empreendimentos Metodologia Processos de Suporte

Leia mais

Dados Demográficos: Grandes Regiões, Estados e Municípios. Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 04 - Maio/2013.

Dados Demográficos: Grandes Regiões, Estados e Municípios. Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 04 - Maio/2013. Estudo de Perfil do Consumidor Potencial Brasil - Dados Demográficos: Grandes Regiões, Estados e Municípios Boletim Técnico Gonçalves & Associados Edição 04 - Maio/ Edição 2009 www.goncalvesassociados.com

Leia mais

BACIAS HIDROGRÁFICAS 2

BACIAS HIDROGRÁFICAS 2 A BACIA HIDROGRÁFICA É USUALMENTE DEFINIDA COMO A ÁREA NA QUAL OCORRE A CAPTAÇÃO DE ÁGUA (DRENAGEM) PARA UM RIO PRINCIPAL E SEUS AFLUENTES DEVIDO ÀS SUAS CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS E TOPOGRÁFICAS. BACIAS

Leia mais

SUL BRASIL E GRANDES VIAGENS Baixa Temporada 2017 Validade: 31/03/2017

SUL BRASIL E GRANDES VIAGENS Baixa Temporada 2017 Validade: 31/03/2017 PACOTES Saída Chegada Preço por pessoa Serra Gaúcha Especial com Parque Beto Carrero World 10 dias 07 diárias com café da manhã (02 em Balneário Camboriú ou Blumenau, 04 em Gramado ou Canela e 01 em Curitiba)

Leia mais

O Desempenho do IPTU em 2010

O Desempenho do IPTU em 2010 O Desempenho do IPTU em 2010 A receita global de IPTU no exercício de 2010 teve um aumento real de 17,2% em relação ao ano de 2009, conforme se verifica abaixo: Exercício Receita Total (R$ Mil) Crescimento

Leia mais

Recursos Hídricos GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Recursos Hídricos GEOGRAFIA DAVI PAULINO Recursos Hídricos GEOGRAFIA DAVI PAULINO Bacia Hidrográfica Área drenada por um conjunto de rios que, juntos, formam uma rede hidrográfica, que se forma de acordo com elementos fundamentais como o clima

Leia mais

Seminário Empresarial Brasil-China Investimentos em Infraestrutura Ferroviária

Seminário Empresarial Brasil-China Investimentos em Infraestrutura Ferroviária Seminário Empresarial Brasil-China Investimentos em Infraestrutura Ferroviária Paulo Sérgio Passos Ministro de Estado dos Transportes Brasília, 16.07.2014 Brasil e China: Economias Complementares China

Leia mais

Bacias hidrográficas brasileiras

Bacias hidrográficas brasileiras Bacias hidrográficas brasileiras O Brasil possui o maior volume de água potável em estado liquido do globo. Isso se deve as suas extensas e caudalosas bacias hidrográficas. Por sua vez essas bacias devem

Leia mais

As transformações do relevo e as bacias hidrográficas.

As transformações do relevo e as bacias hidrográficas. As transformações do relevo e as bacias hidrográficas. Conteúdos do 3º bimestre para o 1º Ano do Ensino Médio na disciplina de Geografia, de acordo com o currículo mínimo estabelecido pela SEEDUC / RJ

Leia mais

MOBILIDADE URBANA. Mauricio Muniz Barretto de Carvalho Secretário do PAC

MOBILIDADE URBANA. Mauricio Muniz Barretto de Carvalho Secretário do PAC MOBILIDADE URBANA Mauricio Muniz Barretto de Carvalho Secretário do PAC O QUE O GOVERNO FEDERAL JÁ FEZ Sanção da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012) Desoneração das tarifas do transporte

Leia mais

Cópia autorizada. II

Cópia autorizada. II II Sugestões de avaliação Geografia 6 o ano Unidade 2 5 Unidade 2 Nome: Data: 1. Marque V nas alternativas verdadeiras e F nas falsas. a) No sistema solar, a Terra localiza-se entre Júpiter e Saturno.

Leia mais

MINERAIS HIDROGEOLÓGICOS ENERGÉTICOS. de acordo com a finalidade

MINERAIS HIDROGEOLÓGICOS ENERGÉTICOS. de acordo com a finalidade Materiais (sólidos, líquidos ou gasosos), ou suas propriedades (calor interno da Terra ou radioatividade), provenientes da Terra e que o Homem pode utilizar em seu benefício. de acordo com a finalidade

Leia mais

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para 2015 Hermes Chipp Diretor Geral FGV Rio de Janeiro, 02/06/2014 1 Visão de Curto Prazo Avaliação das Condições Meteorológicas

Leia mais

EVTEA - H Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das Hidrovias

EVTEA - H Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das Hidrovias EVTEA - H Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das Hidrovias Descrição geral - Trabalho técnico de Economia, Engenharia, Ciências do Meio Ambiente, Estatística, Geografia, Ciências Sociais

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 7 A - aula 21 FRNTE 8 A - aula 22. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 7 A - aula 21 FRNTE 8 A - aula 22. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 7 A - aula 21 FRNTE 8 A - aula 22 Profº André Tomasini Clima Fatores de influência do Clima Latitude; Altitude; Continentalidade / Maritimidade; Correntes Marinhas; Massas de

Leia mais

NOTA TÉCNICA ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2014

NOTA TÉCNICA ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2014 NOTA TÉCNICA ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2014 A divulgação anual das estimativas da população residente nos municípios brasileiros obedece

Leia mais

Dados sobre violência e sobre a campanha do desarmamento no Brasil

Dados sobre violência e sobre a campanha do desarmamento no Brasil Dados sobre violência e sobre a campanha do desarmamento no Brasil As armas de fogo mataram cerca de 266 mil brasileiros na década de 90 A taxa média é de 19,4 mortes por arma de fogo em 100 mil habitantes.

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de

Leia mais

PERFIL LONGITUDINAL DE UM VALE FLUVIAL

PERFIL LONGITUDINAL DE UM VALE FLUVIAL HIDROGRAFIA PERFIL LONGITUDINAL DE UM VALE FLUVIAL CRISTA OU INTERFLÚVIO CRISTA OU INTERFLÚVIO VERTENTE VERTENTE MARGEM RIO MARGEM LEITO TALVEGUE IMPORTÂNCIA DOS RIOS ABASTECIMENTO TRANSPORTE NAVEGAÇÃO

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE SUPLEMENTOS MINERIAS 2014

MERCADO BRASILEIRO DE SUPLEMENTOS MINERIAS 2014 MERCADO BRASILEIRO DE SUPLEMENTOS MINERIAS 2014 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDUSTRIAS DE SUPLEMENTOS MINERAIS RUA AUGUSTA, 2676 13 ANDAR SALA 132 CEP 01412-100 SÃO PAULO SP Telefone: (011) 3061-9077 e-mail:

Leia mais

ANEXO I QUADRO DE VAGAS POR DSEI/UF/NÍVEL/ÁREA DE ATUAÇÃO/MUNICÍPIO DE LOTAÇÃO/VAGAS DE AMPLA CONCORRÊNCIA/VAGAS PARA PNE

ANEXO I QUADRO DE VAGAS POR DSEI/UF/NÍVEL/ÁREA DE ATUAÇÃO/MUNICÍPIO DE LOTAÇÃO/VAGAS DE AMPLA CONCORRÊNCIA/VAGAS PARA PNE ANEXO I QUADRO DE VAGAS POR DSEI/UF/NÍVEL/ÁREA DE ATUAÇÃO/MUNICÍPIO DE LOTAÇÃO/VAGAS DE PLA CONCOÊNCIA/VAGAS PARA PNE DSEI UF Área de Atuação/Área de Conhecimento Município de Lotação Vagas de Ampla Concorrência

Leia mais

A AMERICA LATINA SUA NATUREZA E REGIONALIZAÇÃO

A AMERICA LATINA SUA NATUREZA E REGIONALIZAÇÃO A AMERICA LATINA SUA NATUREZA E REGIONALIZAÇÃO O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO PORTUGUESES E ESPANHÓIS, LANÇARAM-SE AO MAR E OCUPARAM O CONTINENTE AMERICANO PARA ATENDER OS INTERESSES DA METRÓPOLE; OUTROS POVOS

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 61 CONCEITOS SOBRE RECURSOS ENERGÉTICOS

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 61 CONCEITOS SOBRE RECURSOS ENERGÉTICOS GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 61 CONCEITOS SOBRE RECURSOS ENERGÉTICOS Como pode cair no enem? (ENEM) Empresa vai fornecer 230 turbinas para o segundo complexo de energia à base de ventos, no sudeste da Bahia.

Leia mais

3. (UENP) Sobre as bacias hidrográficas do Brasil, analise as assertivas abaixo.

3. (UENP) Sobre as bacias hidrográficas do Brasil, analise as assertivas abaixo. 1. (UFAC) A estrutura geológica das terras emersas do Brasil é constituída, basicamente, por bacias sedimentares e escudos cristalinos, tectonicamente estáveis. As áreas cinzas do mapa representam: a)

Leia mais

Conheça neste capítulo o perfil das empresas que compõem o maior conglomerado empresarial de energia limpa da América Latina.

Conheça neste capítulo o perfil das empresas que compõem o maior conglomerado empresarial de energia limpa da América Latina. PERFIL Um grupo de empresas dedicadas à geração, transmissão e distribuição de energia limpa, com respeito ao meio ambiente e valorização daquilo que o Brasil tem de melhor: os brasileiros. Conheça neste

Leia mais

Do Propósito. Da Disponibilização. Da Periodicidade

Do Propósito. Da Disponibilização. Da Periodicidade RDD Do Propósito A descrição das alterações nos arquivos de dados de entrada para o Cálculo do Preço tem como propósito aumentar a transparência na determinação do PLD. Da Disponibilização Em atendimento

Leia mais

COORDENAÇÃO REGIONAL NORDESTE I - MACEIÓ COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ - MACAPÁ COORDENAÇÃO TÉCNICA LOCAL DE OIAPOQUE

COORDENAÇÃO REGIONAL NORDESTE I - MACEIÓ COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ - MACAPÁ COORDENAÇÃO TÉCNICA LOCAL DE OIAPOQUE ANEXO I RELAÇÃO DE UNIDADES DA FUNAI COM POSTOS DE ESTÁGIO E DOS CURSOS DE NÍVEL MÉDIO E NÍVEL SUPERIOR REQUERIDOS ACRE ALTO PURUS - RIO BRANCO DO JURUÁ - CRUZEIRO DO SUL FRENTE DE PROTEÇÃO ETNOAMBIENTAL

Leia mais

Potencialidade das emissões de metano frente a produção de eletricidade no Brasil

Potencialidade das emissões de metano frente a produção de eletricidade no Brasil Potencialidade das emissões de metano frente a produção de eletricidade no Brasil Taubaté, novembro de 2010. Lia Braz Willian J. Ferreira Marcelo S. Targa Getulio T. Batista Objetivo Apresentar dados de

Leia mais

HIDROSFERA E AS ÁGUAS CONTINETAIS E BACIAS HIDROGRÁFICAS MÓDULOS 14 E 15

HIDROSFERA E AS ÁGUAS CONTINETAIS E BACIAS HIDROGRÁFICAS MÓDULOS 14 E 15 HIDROSFERA E AS ÁGUAS CONTINETAIS E BACIAS HIDROGRÁFICAS MÓDULOS 14 E 15 IMPORTÂNCIA DA ÁGUA A água é um recurso natural fundamental ao ser humano, uma das principais fontes de vida. Necessárias são posturas

Leia mais

2º ano do Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia

2º ano do Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia 2º ano do Ensino Médio Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia Complexo Regional da Amazônia Características gerais Amazônia Internacional Amazônia Legal Internacional Legal 7,0 milhões de Km 2 5,0

Leia mais

ENERGIA. Em busca da sustentabilidade

ENERGIA. Em busca da sustentabilidade ENERGIA Em busca da sustentabilidade Características de uma boa fonte de combustível i) Fornecer grande quantidade de energia por unidade de massa ou volume (Rendimento); ii) Facilmente disponível; iii)

Leia mais

Rio São Francisco. Os usos múltiplos das águas e sua importância para o Nordeste

Rio São Francisco. Os usos múltiplos das águas e sua importância para o Nordeste Rio São Francisco Os usos múltiplos das águas e sua importância para o Nordeste DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA NO PLANETA Volume total 1.370.000.000 km³ Água salgada 97% Água doce 3% (cerca de 40 milhões km³) A

Leia mais

Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos Econômicos e Energéticos Empresa de Pesquisa Energética - EPE

Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos Econômicos e Energéticos Empresa de Pesquisa Energética - EPE Simpósio Internacional: Reativação da Construção de Usinas Nucleares na América Latina Apresentação: Participação da Energia Nuclear na Matriz Energética Brasileira Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos

Leia mais

Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade

Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade Zilmar José de Souza XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENERGIA Rio de Janeiro 23 de outubro de 2012 A UNICA A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA)

Leia mais

Expert XXI O Roomless da ThyssenKrupp Elevadores

Expert XXI O Roomless da ThyssenKrupp Elevadores Expert XXI O Roomless da ThyssenKrupp Elevadores TK Elevadores 3 ThyssenKrupp Elevadores A Empresa Fábrica de Guaíba - RS Linha de Produtos Elevadores convencionais, panorâmicos e hidráulicos. Elevadores

Leia mais

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL 15/01/2016 INTRODUÇÃO O Acompanhamento Diário da Operação Hidroenergética tem como objetivo apresentar a situação

Leia mais

A Empresa. Linha de Produtos

A Empresa. Linha de Produtos 2 A Empresa A ThyssenKrupp Elevadores atua em todo o território nacional, representada por suas unidades de negócios. Seus produtos também são exportados para diversos países da América Latina e outros

Leia mais

3. do Sul-Sudeste. Sudeste.

3. do Sul-Sudeste. Sudeste. A Hidrografia Brasileira HIDROGRAFIA O Brasil apresenta hidrografia bastante diversificada e rica. Para se ter uma idéia, a Bacia Amazônica, que é a maior do mundo, tem 7.050.000 km, enquanto a do Congo,

Leia mais