UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ ANGELO MANUAL PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO NO SETOR INDUSTRIAL PONTA GROSSA 2005

2 MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ ANGELO MANUAL PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO NO SETOR INDUSTRIAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Especialista na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Área de Engenharia de Segurança do Trabalho. Orientador: Prof. Dr. Carlos Roberto Balarim Co-orientador: Prof. Esp. Gerson Luís Carneiro PONTA GROSSA 2005

3 MASSANORI HARA SÉRGIO FONSECA JÚNIOR TELMO JOSÉ ANGELO MANUAL PARA FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIO NO SETOR INDUSTRIAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do título de Especialista na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Área de Engenharia de Segurança do Trabalho. Ponta Grossa, 07 de dezembro de Prof. Dr. Carlos Roberto Balarim Orientador Prof. Esp. Gerson Luíz Carneiro Banca Prof. Dr. Carlos Luciano Vargas Banca Prof. Esp. Luíz Carlos Lavalle Filho Banca

4 RESUMO Este trabalho trata de Manual de Dimensionamento de Brigada de Incêndio no setor industrial e elaborado com o auxílio de um questionário que visava verificar os meios utilizados pelas indústrias para montagem de suas brigadas de incêndio. Uma vez a campo, iniciaram-se as dificuldades. A maioria das empresas nem se quer pensam no assunto. Outras, acanhadas pela formação precária de suas brigadas, não aceitavam falar a respeito. Por fim, alguns estabelecimentos foram muito prestativos em mostrar a composição das equipes de combate a incêndio. O ganho de conhecimento provocou uma mudança de rumo no trabalho. Resolveu-se montar o manual. Com isto, objetiva-se auxiliar as indústrias, dando-lhes uma ferramenta mais completa. Outro motivo é o fato de alguns assuntos não serem sequer citados pelas normas fazendo com que a formação de brigadas torne-se uma tarefa de tentativas. No Manual, foram incluídos: Critérios para seleção de brigadistas; Composição das brigadas; Atribuições das brigadas; Atribuições dos brigadistas; Atribuições da equipe de comunicação; Atribuições da equipe de abandono; Atribuições da equipe de salvamento e primeiros socorros; Atribuições dos empregados em geral; Como e quando é necessária a ação dos brigadistas; Plano de emergência; Organograma; O que é necessário treinar e quando; Palavras-chave: Brigada de Incêndio. Composição das Brigadas. Brigadistas.

5 LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 - O dimensionamento da brigada foi feito por qual profissional?...12 GRÁFICO 2 - Como foi dimensionada a brigada?...12 GRÁFICO 3 - Como é composta a brigada?...13 GRÁFICO 4 - Qual o critério usado na escolha dos brigadistas?...13 GRÁFICO 5 - Todos são voluntários ou existe algum cargo indicado?...14 GRÁFICO 6 - Houve necessidade de ajustes na brigada?...14 GRÁFICO 7 - São realizados treinamentos periódicos com a brigada?...15 GRÁFICO 8 - Quem presta este treinamento?...15 GRÁFICO 9 - A empresa possui um manual para uso dos brigadistas e para informação dos funcionários em geral?...16

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA MATERIAIS E MÉTODOS LEVANTAMENTO DOS DADOS OBTIDOS RESULTADO E DISCUSSÃO MANUAL DE DIMENSIONAMENTO DE BRIGADAS DE INCÊNDIO Definições ou glossário de termos técnicos pertinentes à área da prevenção contra incêndio Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadistas Composição da brigada Em função do uso dos extintores Em função do uso do sistema de hidrantes Em função das atividades necessárias Equipe de comunicação Equipe de abandono Equipe de salvamento e primeiros socorros Empregados em geral Outros Atribuições das brigadas Atribuições da equipe de comunicação Atribuições da equipe de abandono Atribuições da equipe de salvamento e primeiros socorros Atribuições dos empregados em geral Identificação dos brigadistas Como e quando é necessária a ação da brigada de incêndio Plano de emergência Organograma da Brigada de Incêndio O que é necessário treinar CONCLUSÃO SUGESTÕES PARA NOVOS TRABALHOS SOBRE O ASSUNTO...49 REFERÊNCIAS...50 ANEXO A Tabela do Percentual de Cálculo para Composição da Brigada de Incêndio (Nbr 14276)...51 ANEXO B Fluxograma de Procedimento da Brigada de Incêndio (NBR 14276)...54

7 6 1 INTRODUÇÃO Nenhum sistema de prevenção de incêndios será eficaz se não houverem pessoas treinadas e capacitadas para operá-lo. Pessoas que, com conhecimento de prevenção e combate ao incêndio, com capacitação para situações imprevistas e de emergência, com controle emocional e ainda com conhecimento de técnicas de primeiros socorros, serão decisivas em situações críticas salvando empresas de sucumbirem diante do fogo e acima de tudo evitando que vidas sejam perdidas. No Brasil, o acontecimento de tragédias relacionadas a incêndios, faz com que surjam momentos de reflexão, na comunidade e nos empresários, que acabam por levantar um questionamento: Como está a segurança e a prevenção na minha empresa? E, então, começou um processo de pesquisa à procura de insumos capazes de auxiliar a empresa a enquadrar-se em dois pontos cruciais: Segurança e Prevenção. Iniciou-se aí, uma corrida para que os novos projetos previssem instalações de proteção e combate a incêndio capazes de evitar o acontecimento destas tragédias. Normas e velhos conceitos foram revistos e as exigências nos projetos de Prevenção e Combate a Incêndio tornaram-se mais rigorosas. E agora, têm-se boas instalações, manutenção e inspeções periódicas dos equipamentos, um estabelecimento perfeito, seguro, será? No caso da ocorrência de um sinistro, um princípio de fogo, as pessoas saberão como operar os equipamentos evitando que ele se alastre? As pessoas sabem como se organizar para uma evacuação segura? E o atendimento aos feridos? Faz-se então necessária à formação de grupos responsáveis pelo combate às chamas, pelo abandono do local e pelo atendimento de primeiros socorros às vítimas. Este grupo será treinado para este fim e será capaz de controlar o princípio do incêndio e evacuar a área com segurança protegendo assim as vidas e o patrimônio.

8 7 Porém, apesar de existirem instruções para se organizar as Brigadas de Incêndio, estas informações estão espalhadas em uma série de literaturas que nem sempre estão disponíveis ou ao alcance das pessoas que acabam por improvisar, ou por criar grupos com pouco critério, sem uma base coerente, deixando o estabelecimento à mercê do sinistro. Com este trabalho espera-se acabar com grande parte da dificuldade encontrada pelos empresários na formação de suas Brigadas. Não tem a finalidade de ser a última fonte de pesquisa, nem de contemplar todas as situações possíveis nas indústrias, pois isto seria uma utopia, mas é uma ferramenta de auxílio na formação das Brigadas. Contudo, espera-se que cada um aprofunde os estudos em função das suas necessidades, dos seus riscos e do seu estabelecimento. Unindo isto, certamente, uma excelente Brigada de Incêndios será formada. A Lei Federal nº , de 22 de dezembro de 1977, que dá diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentada pela Portaria 3.214/78, prevê grupos de enfrentamento a emergências, denominados de Brigadas de Incêndio. A constituição destas equipes, seguida de um bom treinamento garante, às empresas que as mantém, premiações relativas a Tarifação do Seguro de Incêndio do Brasil. Apesar da referência nas leis que tratam de proteção contra incêndio, constata-se que os grupos de combate a incêndios, não dispõem de amparo normativo tão detalhado como deveria ser, segundo a opinião da maioria dos profissionais de Segurança. Mais recente, a NBR Programa de Brigada de Incêndio, da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, aborda com mais profundidade o assunto propondo relações do número de funcionários com a classe da edificação (ANEXO A) para definição dos brigadistas e dá algumas atribuições e procedimentos.

9 8 Com tudo isto, ainda sobram lacunas na definição das brigadas como, por exemplo, a definição das funções dos componentes e suas atribuições, equipes de apoio, plano de ação, etc. Não existem dados suficientes para se saber quantas empresas possuem suas brigadas (com certeza a porcentagem é bem pequena) e nem se sabe quais foram às bases para a constituição destas, porém, se o próprio corpo de bombeiros admite a necessidade de 5 a 15 minutos para que suas brigadas cheguem ao local de um incêndio então é imperativo o apoio para que muitas outras empresas venham a criar as suas brigadas. Muitas localidades ainda não possuem Corpo de Bombeiros e estas brigadas, podem vir a suprir esta deficiência. Por isso é que se faz necessária à elaboração de um manual para auxiliar a formação de brigadas de incêndio. O primeiro objetivo deste trabalho é verificar como é que as empresas estão formando suas Brigadas de Incêndio. Os critérios utilizados, os profissionais envolvidos, a literatura de apoio, enfim, todo o estudo que foi realizado até a formação final. O segundo objetivo é elaborar um manual para auxiliar as empresas a chegarem à formação de uma Brigada, que venha satisfazer as suas necessidades em função de seu porte, número de funcionários e dos seus riscos, que tem sua característica própria, afim de que possam organizar sua prevenção contra incêndios. O grande benefício do trabalho é oferecer um manual para se chegar à formação de uma Brigada de Incêndio dentro das necessidades de cada empresa.

10 9 2 REVISÃO DA LITERATURA Segundo a Lei Federal nº , de 22 de dezembro de 1977, que dá diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho, regulamentada pela Portaria 3.214/78, prevê grupos de enfrentamento a emergências, denominados de Brigadas de Incêndio. (www.sober.org.br, 2005) No Paraná, apenas 43 dos 399 municípios, possuem esses grupos, ficando a cargo das cidades que os tem, fazer o atendimento. Acontece que, devido às distâncias, ao chegarem no local, é tarde de mais. (Informação obtida informalmente no Corpo de Bombeiros Guarapuava-PR). Pelo manual do Instituto de Resseguros do Brasil, chega-se a um dimensionamento de brigadas em função do risco e área. Número de brigadistas por m². (IBR, 1985) Pelo manual do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, o dimensionamento está em função do número de funcionários e da distância do Corpo de Bombeiros ao local. Número de brigadistas por número de funcionários. (SÃO PAULO, 2005a) Pela NBR 14276, temos uma relação do número de funcionários com a classe de ocupação. Número de brigadistas por número de funcionários, novamente. (ABNT, 1999) Camillo Júnior (2004, p. 129), define os critérios básicos para seleção de candidatos à brigada, e alerta ainda, que caso nenhum candidato atenda aos critérios básicos relacionados, devem ser selecionados aqueles que atendam ao maior número de requisitos. A NBR 14276, no item 4.2.1, fala sobre a composição da brigada de incêndio, e mostra como deve ser composta.

11 10 Todas as edificações sujeitas ao Código de Prevenção de Incêndios devem possuir sistema móvel de proteção contra incêndios (Seção IV, Art.35, p. 22), ou seja, por extintores. No combate ao fogo, sempre devemos considerar o uso simultâneo de dois extintores, logo, são necessários dois brigadistas por pavimento, no mínimo. (PARANÁ, 2001) Quando se tem uma edificação em que é necessária instalação de sistema de hidrantes (Seção III, Art , p. 21 do Código de Prevenção de Incêndios), devemos considerar a necessidade do uso simultâneo de duas linhas de mangueiras no combate ao fogo o que nos dá mais um parâmetro: são necessárias mais duas equipes para atuar com as mangueiras de incêndio. (PARANÁ, 2001) Para Camillo Júnior (2004), o plano de emergência é onde estão relacionadas às ações a serem tomadas em cada caso de emergência. Conforme a NBR 14276, o organograma da brigada de incêndio da empresa varia de acordo com o número de edificações, o número de pavimentos em cada edificação e o número de empregados em cada pavimento/compartimento. Segundo o Anexo A (normativo) da NBR 14276, temos o currículo básico do curso de formação de brigada de incêndio, necessário para o treinamento da brigada. (ABNT, 1999)

12 11 3 MATERIAIS E MÉTODOS A metodologia utilizada, além da consulta à norma e bibliografias existentes, foi a de pesquisa junto a empresas que possuem suas Brigadas já formadas. Por isso, a primeira etapa deste trabalho consistiu em elaborar um questionário para a pesquisa para verificar como se desenvolveu a formação destas. Com base no questionário, foram entrevistadas as pessoas responsáveis pela constituição das Brigadas em suas empresas, para saber os critérios utilizados, a metodologia, à literatura em que se basearam, os profissionais envolvidos, enfim, tudo o que pudesse reverter em dados que contribuíssem para a elaboração de um manual. Com as respostas obtidas que contemplam a experiência destas empresas e com base na literatura existente, foram relacionados os principais critérios e elaborado um manual. 3.1 LEVANTAMENTO DOS DADOS OBTIDOS Apesar da dificuldade de se encontrar empresas que possuam suas brigadas, pois a maioria não as possuem e nem pensam em formá-las, foi possível realizar a pesquisa com 15 empresas. Também não foi fácil o acesso às informações, pela insegurança que às empresas têm, em mostrar algo que não se sabe se está correto. Por outro lado, em grande parte das empresas que formaram suas brigadas, verifica-se a preocupação no aperfeiçoamento contínuo e nos treinamentos constantes, mostrando uma verdadeira preocupação com o assunto e, por isso à experiência alcançada por elas, garantem a confiabilidade dos dados.

13 12 4 RESULTADO E DISCUSSÃO A seguir são apresentados alguns dos resultados obtidos com a pesquisa. 100 (%) Engenheiro de Segurança Bombeiro Técnico de Segurança Empresa Especializada 0 Profissionais envolvidos GRÁFICO 1 - O dimensionamento da brigada foi feito por qual profissional? 100 (%) Manual do Instituto de Resseguros do Brasil Corpo de Bombeiros Empresas Especializadas Dimensionamento próprio Manual GRÁFICO 2 - Como foi dimensionada a brigada?

14 Elementos com conhecimentos gerais e sem função específica (%) Os elementos se auto dividem em equipes conforme a necessidade Elementos divididos em equipes com funções específicas Elementos divididos em equipes sem funções específicas 0 Elementos GRÁFICO 3 - Como é composta a brigada? (%) Não há critério Todos são brigadistas Critérios essenciais à atividade Quando é preciso seleciona-se por vários critérios 0 Critérios GRÁFICO 4 - Qual o critério usado na escolha dos brigadistas?

15 (%) Todos são voluntários Somente o comando é indicado Todos são indicados Todos são brigadistas 0 Condição GRÁFICO 5 - Todos são voluntários ou existe algum cargo indicado? Neste questionamento, levantou-se ainda o seguinte: - Eles recebem benefício pela função 27 % (%) sim não 0 sim/não GRÁFICO 6 - Houve necessidade de ajustes na brigada?

16 (%) Não Sim, anual Sim, semestral Sim, mensal Sim, semanal Sim, sem programação 0 Periodicidade GRÁFICO 7 - São realizados treinamentos periódicos com a brigada? 100 (%) Engenheiro de Segurança Bombeiro Técnico de Segurança Outro Quem dá treinamento GRÁFICO 8 - Quem presta este treinamento?

17 (%) Sim Não 20 0 Sim/Não GRÁFICO 9 - A empresa possui um manual para uso dos brigadistas e para informação dos funcionários em geral? Através dos resultados acima, verifica-se nesta análise, que muitos itens mostram uma tendência nas indústrias; o dimensionamento próprio. As indústrias tentam resolver os problemas dentro de casa, aproveitando seus próprios profissionais, mas o que preocupa, são indústrias que o fazem sem nenhum critério. A literatura que trata do assunto é muito pouca ou quase nada utilizada e a informação é sempre a mesma: Elas não são suficientes para que se faça o dimensionamento ou Nem sei aonde encontrar estas normas. Dentro destas tendências, o uso da experiência dos Bombeiros profissionais é notável. Muitas indústrias, 67% utilizam o conhecimento destes profissionais ou para ajudá-las a dimensionar suas brigadas ou para treiná-las, ou ainda, os contratam para fazer parte ou comandar suas brigadas. O que se viu, também, nesta pesquisa é que indústrias com bom equipamento de prevenção (detectores de fumaça, sistemas de alarme e sprinklers), apesar de terem muitos funcionários ou mesmo terem uma área muito grande, podem possuir equipes relativamente menores, se comparadas a outras, pelo grande auxílio destes equipamentos.

18 17 Ponto positivo é o alto índice de voluntariado. Quase, 50% das indústrias, não têm problemas em formar suas brigadas pelo alto índice de interesse por parte dos funcionários. O lado negativo fica por conta de indústrias que precisam oferecer benefícios para que funcionários aceitem participar e se dedicar ao grupo. Será que realmente existe envolvimento destes? Outro ponto altamente positivo, e que mostra uma tendência muito forte, é a da necessidade de ajustes nas brigadas que sugere que as indústrias estão sempre procurando melhorar. O Engenheiro de Segurança está entre os profissionais mais requisitados para fazer o dimensionamento das brigadas. Na composição das brigadas verifica-se que poucas indústrias treinam seus brigadistas especificamente em suas funções, além dos conhecimentos gerais, porém, procura-se por pessoas com qualidades específicas à função. O treinamento é um ponto fraco encontrado na pesquisa. Realizados na maioria das indústrias com uma periodicidade muito pequena, acima de seis meses ou nem são realizados. O treinamento reflete muito no bom desempenho das equipes. Treinamento é essencial. Pouco mais de 50% das indústrias possuem manual de procedimentos para passar informações aos brigadistas e para toda a população fixa da indústria. Mas o sinal de alerta está em saber que muitas indústrias, a grande maioria, não tem e nem estão preocupadas em formar suas brigadas, apesar de muitas delas possuírem risco potencial em suas instalações. Caberia, aos órgãos de informação e às autoridades competentes, principalmente ao Corpo de Bombeiros, formar uma campanha de informação e incentivo à formação de Brigadas de Incêndio. Vale ressaltar que, à maioria das cidades do Brasil, não possuem Corpo de Bombeiros. No Paraná, apenas 43 dos 399 municípios possuem e acaba ficando a cargo das

19 18 cidades que as tem, fazer o atendimento. Mas o que acontece é que devido a grande distância, ao chegarem no local, é tarde de mais. A idéia do manual veio em função da necessidade das indústrias em formar suas brigadas, mas que não têm a literatura disponível. Praticamente tudo o que se encontra sobre o assunto mostra como se chegar a um número de brigadistas e só isso. Pelo manual do Instituto de Resseguros do Brasil, chega-se a um dimensionamento de brigadas em função do risco e área. Número de brigadistas por metro quadrado (m²). Pelo manual do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, o dimensionamento está em função do número de funcionários e da distância do Corpo de Bombeiros ao local. Número de brigadistas por número de funcionários. Pela NBR 14276, temos uma relação do número de funcionários com a classe de ocupação. Número de brigadistas por número de funcionários, novamente. Mas, além disso, o que falta mesmo são meios para se definir as funções dos brigadistas, suas atribuições e um plano mais completo de treinamento, senão o que fica é apenas um número de brigadistas, mas o que é que eles fazem? De que formas irão atuar? Quando será necessária a sua atuação? A NBR aborda parte destes assuntos, mas é muito superficial. É importante que as indústrias formem suas brigadas, mesmo nas cidades que possuem Corpo de Bombeiros, porque nem sempre é possível que se chegue a tempo, por isso, o primeiro passo é incentivar dando condições para que todos tenham acesso a uma literatura que contemple o assunto com maior profundidade. A formulação do manual foi baseada em uma série de manuais, montados por indústrias que constituíram suas brigadas. Vale salientar que os manuais de

20 19 algumas indústrias são muito completos e mostram que existem pessoas realmente preocupadas com a segurança e com a eficiência de suas brigadas. Esta experiência agrupada, somada às informações contidas em normas e outras literaturas, bem como as informações prestadas pelo Corpo de Bombeiros e ainda, as entrevistas realizadas com várias indústrias, fizeram com que fosse possível reunir informações suficientes para formar o manual. No manual foram incluídos pela ordem: Critérios para seleção de brigadistas Composição das brigadas: - De acordo com a NBR Em função do uso dos extintores - Em função do uso do sistema de hidrantes - Em função das atividades necessárias: equipe de comunicação equipe de abandono equipe de salvamento e Primeiros Socorros. empregados em geral outros Atribuições das brigadas Atribuições dos brigadistas Atribuições da equipe de comunicação Atribuições da equipe de abandono Atribuições da equipe de salvamento e primeiros socorros Atribuições dos empregados em geral Como e quando é necessária a ação dos brigadistas?

21 20 Plano de emergência Organograma O que é necessário treinar e quando? 4.1 MANUAL DE DIMENSIONAMENTO DE BRIGADAS DE INCÊNDIO Definições ou glossário de termos técnicos pertinentes à área da prevenção contra incêndio Abrigo ou caixa de mangueira: Compartimento destinado ao acondicionamento de mangueiras de incêndio e seus acessórios. Agente extintor: Substância química utilizada para extinção do fogo. Bomba Booster: Aparelho hidráulico destinado a manter a pressão na tubulação de água da rede de incêndios. Bombeiro profissional civil: Bombeiro que presta serviços como brigadista em uma indústria. Bombeiro: Profissional que pertence ao Corpo de Bombeiros e presta serviços públicos. Brigada de incêndio: Equipe previamente designada, com treinamento e capacitação na prevenção, abandono e combate a princípios de incêndio e no salvamento e prestação de primeiros socorros a vítimas. Carga de incêndio: É a quantidade de produtos inflamáveis, que se encontram num determinado ambiente, e que vão determinar o risco de incêndio. Comandante: Empregado responsável pela condução das ações que serão desenvolvidas pelas brigadas. Distância de segurança: Distância mínima, julgada necessária, para garantir a segurança das pessoas e instalações.

22 21 Escada de segurança: Estrutura integrante da edificação, que possui elementos a prova de fogo, a fim de permitir a evacuação das pessoas em segurança durante uma emergência. Extintor de incêndio: Unidade móvel de combate ao incêndio. Exercícios simulados: Exercícios práticos de treinamento no combate ao fogo, abandono, salvamento e primeiros socorros, realizados para manter a brigada e a população da edificação em condições para enfrentar situações reais. Hidrante: Ponto de tomada d água, para conexão da mangueira de incêndio, provido de registro e união de engate rápido, normalmente, junto ao quadro de mangueiras. População fixa: Aquela que permanece normalmente na edificação. Ponto de encontro ou de reunião: Local pré-determinado, afastado da edificação e seguro, para onde serão encaminhadas todas as pessoas durante o abandono do local em situação de emergência. Porta corta fogo: Porta a prova de fogo, utilizada para confinar rotas de fuga, isolando-as da fumaça e do fogo. Prevenção: Conjunto de medidas tomadas, a fim de evitar o início de um incêndio. Rota de fuga: Trajeto pré-estabelecido, a ser seguido, no caso de abandono da edificação para a condução das pessoas até o ponto de encontro ou de reunião Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadistas As Brigadas de Incêndio serão organizadas segundo o risco e deverão ser treinadas tanto no combate ao fogo como na sua prevenção. Deverão ser compostas com pessoal de responsabilidade, conhecedores de seus locais de

23 22 trabalho, que morem nas proximidades, elementos de boa vontade, de raciocínio rápido, com espírito de iniciativa e, até certo ponto, de sacrifício. Sempre deverão fazer parte da Brigada, como chefes, um ou dois gerentes ou elementos com cargo de chefia (Patronais). A escolha do pessoal que formará a Brigada deverá ser feita de tal maneira que se assegure nos grandes estabelecimentos, uma continuidade de permanência dos elementos treinados durante as vinte e quatro horas. A quantidade de elementos varia em função de vários fatores, entretanto, obrigatoriamente deverão fazer parte; a guarda do estabelecimento, eletricistas, encarregados das manobras de água e representantes do todas as seções, variando em quantidade, segundo a importância e perigo que as mesmas ofereçam. São requisitos importantes para a escolha dos brigadistas: a) Suficiente robustez física e boa saúde; b) estabilidade emocional; c) capacidade de raciocínio; d) possuir bom conhecimento das instalações; e) residir nas proximidades; f) ser alfabetizado. O chefe da brigada ou comandante, deverá ser muito bem escolhido entre as pessoas de grande responsabilidade do estabelecimento, ter suficiente autoridade, ser enérgico, estar sempre pronto para qualquer trabalho e ser hábil no trato do pessoal. Depois, deverá ter um bom conhecimento de prevenção e combate a incêndio e capacitação para situações imprevistas e de emergência. Como auxiliar imediato deste funcionário e, orientado por ele, existirá uma pessoa encarregada da conservação e manutenção do equipamento, pois este material exige constante cuidado. É de alto custo e deverá estar sempre em

24 23 condições do uso. A instrução e o treinamento da Brigada de Incêndio, deverá ser constante e ministrado pelo chefe de Segurança ou pessoa comprovadamente capaz. O número de brigadistas e a quantidade do material para a Brigada de Incêndio, dependerá de diversos fatores: a) O risco de incêndio oferecido na área a proteger; b) a extensão e localização do mesmo; c) as possibilidades de receber socorro público (distância do Corpo de bombeiros mais próximo); d) tipo de construção do estabelecimento; e) a distribuição dos pontos perigosos na construção; f) elementos humanos com que conta Composição da brigada A NBR 14276, no item 4.2.1, que estabelece a composição da brigada de incêndio, leva em conta a população fixa e o percentual de calculo da tabela 1, que é o obtido a partir da classe e a subclasse de ocupação da planta, conforme a equação a seguir: Número de brigadistas por pavimento ou compartimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela 1] Observações: 1 Para os números mínimos de brigadistas, deve-se prever os turnos, a natureza de trabalho e os eventuais afastamentos. 2 Sempre que o resultado obtido do cálculo do número de brigadistas por pavimento for fracionário, deve-se arredondá-lo para mais. Exemplo:

25 24 - Loja (subclasse de ocupação III-1) População fixa = 9 pessoas Número de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela 1] Número de brigadistas por pavimento = (9 x50%) = 4,5 Número de brigadistas por pavimento = 5 pessoas 3 Sempre que o número de pessoas for superior a 10, o cálculo do número de brigadistas por pavimento deve levar em conta o percentual até 10 pessoas. Exemplo: - Escritório (subclasse de ocupação IV) População fixa = 36 pessoas Número de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela 1] Número de brigadistas por pavimento = 10 x 40% + (36 10) x 10% = x 10% = 4 + 2,6 = 6,6 Número de brigadistas por pavimento = 7 pessoas 4 Quando em uma planta houver mais de uma subclasse de ocupação, o número de brigadistas deve ser calculado levando-se em conta a subclasse de ocupação do maior risco. O número de brigadista só é calculado por subclasse de ocupação se as unidades forem compartimentadas e os riscos forem isolados. Exemplo: planta com duas edificações, sendo a primeira uma área de escritórios com três pavimentos e 19 pessoas por pavimento e a segunda uma indústria de médio potencial de risco 116 pessoas: a) Edificações com pavimentos compartimentados e riscos isolados, calculase o número de brigadistas separadamente por subclasse de ocupação:

26 25 - Área administrativa (subclasse de ocupação IV) População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Número de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela 1] Número de brigadistas por pavimento = 10 x 40% + (19 10) x 10% = 4 + 0,9 = 4,9 Número de brigadistas por pavimento = 5 pessoas - Área industrial (subclasse de ocupação VIII-2) População fixa = 116 pessoas Número de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela 1] Número de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116-10) x 7% = x 7% = 5 + 7,42 = 12,42 Número de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Número total de brigadistas (área administrativa + área industrial) Número total de brigadistas = (5 x 3) + 13 = 28 Número total de brigadistas = 28 pessoas b) Edificações sem compartimentação dos pavimentos e sem isolamento dos riscos, calcula-se o número de brigadistas através da subclasse de ocupação de maior risco: No caso utiliza-se a subclasse de área industrial (subclasse de ocupação VIII-2) (indústria) Número de brigadistas por pavimento = [população fixa por pavimento] x [% de cálculo da tabela 1]

27 26 - Área administrativa (subclasse de ocupação VIII-2 indústria sem compartimentação) População fixa = 19 pessoas por pavimento (três pavimentos) Número de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (19 10) x 7% = x 7%= 5 + 0,63 = 5,63 Número de brigadistas por pavimento = 6 pessoas - Área industrial (subclasse de ocupação VIII-2) População fixa = 116 pessoas Número de brigadistas por pavimento = 10 x 50% + (116-10) x 7% = x 7%= 5 + 7,42 = 12,42 Número de brigadistas por pavimento = 13 pessoas Número total de brigadistas ( área administrativa + área industrial ) Número total de brigadistas = (6 x 3 ) + 13 = = 31 Número total de brigadistas = 31 pessoas A composição da brigada de incêndio deve levar em conta a participação de pessoas de todos os setores. Caso haja segurança patrimonial ou bombeiro profissional civil, estes devem participar como colaboradores no programa de brigada de incêndio, porém não podem ser computados para efeito de cálculo da composição de brigada, devido às suas funções específicas. Com isso tem-se um número de brigadistas, porém, não se tem uma formação para esta brigada. Por isso, esta norma deve ser entendida como um farol, um roteiro e não um fim, vez que é impossível prever todas as situações que envolvem o dimensionamento e atuação de brigadas de incêndio. A seguir começa-se a definir um roteiro para iniciar a composição das brigadas em função das necessidades das edificações sujeitas ao Código de

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