Proposta Curso Modelo Instituto dos Actuários Portugueses

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Proposta Curso Modelo Instituto dos Actuários Portugueses"

Transcrição

1 Proposta Curso Modelo Instituto dos Actuários Portugueses Grupo de Trabalho Educação e Formação Jorge Garcia, Egídio Reis, Ana Aragão, Manuel L. Esquível

2

3 Conteúdo Capítulo 1. O Curso 5 1. Preâmbulo 5 2. Fundamentos e Matemáticas Gerais 5 3. Probabilidade e Estatística 6 4. Processos Estocásticos 7 5. Economia 7 6. Contabilidade Financeira 8 7. Matemática Financeira 8 8. Modelos de Sobrevivência 9 9. Actuariado Benefícios Teoria do Risco Teoria do Investimento Fundos de Pensões Seguro de Vida (Benefícios de Vida) Seguro de Saúde 15 Agradecimentos 17 Capítulo 2. Competências associadas aos programas Fundamentos e Matemáticas Gerais Probabilidades e Estatística Processos Estocásticos Economia Benefícios Vida Teoria do Investimento Fundos de Pensões Seguro de Saúde Pensões e outros Benefícios 40 Bibliografia 43 3

4 4 CONTEÚDO

5 CAPíTULO 1 O Curso 1. Preâmbulo O Instituto dos Actuários Portugueses assumiu, junto de instâncias internacionais, o compromisso de assegurar que os seus membros acreditados dispõem de uma preparação científica e técnica comparável à dos seus colegas de outros países da União Europeia. Para estudar a melhor forma de atingir este objectivo em 2006, foi nomeado pela direcção do IAP o grupo de trabalho que coordenou a redacção desta proposta. Neste texto, baseado no Core Syllabus do Groupe Consultatif [1] e noutros documentos técnicos adicionais, propõe-se um conjunto de ítems programáticos - acompanhados dos correspondentes Objectivos, Leituras A- conselhadas e Competências Associadas constituindo uma descrição, que se pretende a mais completa possível, dos conhecimentos e competências que um membro acreditado do IAP deverá ter obtido do decurso da sua formação escolar. Dadas a vastidão das matérias abordadas, a complexidade das matérias mais técnicas e a profundidade com que alguns temas devem ser abordados, é do entendimento do grupo de trabalho que este Curso Modelo deverá corresponder a um nível de estudos de pós-graduação, ainda que alguns dos ítems programáticos possam constituir matérias leccionadas em cursos univeristários de graduação. Assim pode acontecer com os ítems iniciais e com os que constituem as Ciências Actuariais introdutórias. Desta forma, este documento pretende ser um texto de referência tanto para as instituições de ensino superior que desejem organizar formação ao nível da graduação e da pós-graduação em Ciências Actuariais, como para os futuros Comités de Educação do IAP com a competência para proporem a acreditação das formações e dos actuários. Para cada uma das matérias veja-se a referência [1] sobre os objectivos, programa e leituras aconselhadas. 2. Fundamentos e Matemáticas Gerais 2.1. Objectivos. Providenciaer fundamentação nas técnicas matemáticas que suportem a compreensão de outros assuntos e permitam a aplicação de modelos matemáticos a situações relevantes Programa. 1. Funções, equações e desigualdades 2. Cálculo diferencial e integral 3. Equações diferenciais 4. Sucessões eséries 5

6 6 1.OCURSO 5. Álgebra linear 6. Introdução à Teoria da Medida e da Probabilidade 7. Equações às diferenças 8. Séries e transformadas de Fourier, transformadas de Laplace 9. Análise Numérica Leituras aconselhadas. 1. Qualquer conjunto de textos apropriado para o estudo de Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Teoria da Probabilidade, Análise Funcional, e Análise Numérica. 2. Fraleigh, J B (1994) A first course in abstract algebra. Addison- Wesley. 592 pages. ISBN: Gramain, A Integration. 4. Heimann McGregor, C M; Nimmo, J; Stothers, W W (1994) Fundamentals of university mathematics. Albion Publishing. 540 pages. ISBN: Probabilidade e Estatística 3.1. Objectivos. Providenciar conhecimentos sólidos em Probabilidades e Estatística Programa. (a) Características fundamentais de conjuntos de dados. (b) Teoria das Probabilidades básica (c) Variáveis aleatórias e suas funções de distribuição; conceitos relacionados, nomeadamente, lei de uma variável aleatória; exemplos (d) Transformação de variáveis (e) Funções características e funçòes geradoras de probabilidade (f) Teorema do limite central (g) Conceito de amostragem (h) Métodos de estimação (i) Intervalos de confiança (j) Testes de hipóteses (k) Análise de correlações e análise de regressões (l) Análise de variância (m) Teoria da decisão estatística (n) Métodos de simulação 3.3. Leituras Aconselhadas. 1. Considera-se adequado qualquer livro de texto apropriado para um primeiro curso introdutório, de nível superior em de Probabilidades e Estatística. 2. Dinis Pestana e Eduardo Velosa, Probabilidades e Estatística, Fundação Calouste Gulbenkian 3. J. Tiago de Oliveira, Probabilidades e Estatística, McGraw-Hill Lisboa Mood, Introduction to the theory of Statistics, McGraw-Hill 5. Faculty & Institute of Actuaries Subject C1 Core Reading/Subject 101 Core Reading

7 5. ECONOMIA 7 4. Processos Estocásticos 4.1. Objectivos. Providenciar fundamentos para os processos estocásticos e suas aplicações aos modelos utilizados para a actividade actuarial Programa. 1. Princípios de modelação 2. Principles and classification of stochastic processes 3. Cadeias de Markov 4. Processos de Markov 5. Processos de Poisson e processos de renovamento 6. Séries Temporais 7. Processo de Gauss-Wiener 8. Simulação para processos estocásticos 4.3. Leituras aconselhadas. Faculty & Institute of Actuaries Core Reading for subject 103. B. J. F. Murteira, D. A. Müller, K. Feridun Turkman, Análise de Sucessões Cronológicas, McGraw-Hill Lisboa J. Tiago de Oliveira, Probabilidades e Estatística, Volume II, McGraw- Hill Lisboa Karlin S and Taylor H (1975) A first course in stochastic processes. 2nd ed. Academic Press Lamberton, D; Lapeyre, B (1996) Introduction to stochastic calculus applied to finance. Chapman & Hall Society of Actuaries Monograph on Stochastic Calculus. 5. Economia 5.1. Objectivos. Pretende-se fornecer os conhecimentos básicos dos conceitos económicos fundamentais, dado que eles afectam o funcionamento dos seguros e de outros sistemas financeiros: 5.2. Programa. Oferta, procura e preço de equilíbrio (tanto em mercado livre como controlado) Elasticidade da oferta e elasticidade da procura Teoria da Utilidade e Escolha do Consumidor (incluindo análise de problemas de seguros) Teoria da empresa sob diferentes estruturas de mercado Teoria do Equilíbrio Geral Finanças Públicas e Impostos Rendimento Nacional: medida e análise Omultiplicador, o acelerador e oferta e procura agregadas Políticas Governamentais e seus efeitos (directos e via sistema bancário) Factores macroeconómicos domésticos e sua gestão Comércio Internacional, Taxas de Câmbio e Balanças de Pagamentos Bibliografia Recomendada. Economia de Samuelson e Nordhaus (em português), 16a. edição, McGraw-Hill.

8 8 1.OCURSO 5.4. Leituras aconselhadas. 1. Begg, Fisher & Dornbush. Economics, McGraw-Hill. 2. Frank, R. H (1998). Microeconomia e Comportamento, McGraw-Hill 3. Stiglitz, J (1996). Economics, Norton. 4. Stiglitz, J (1996). Principles of Macroeconomics, Chapman & Hall, London. 6. Contabilidade Financeira 6.1. Objectivos. Habilitar à interpretação de contas e de relatórios financeiros de empresas e instituições financeiras. 1. Tipologia da actividade empresarial 2. Suas estruturas financeiras 3. Fiscalidade: de pessoas singulares e colectivas 4. Tributação de investimentos detidos: por indivíduos; por instituições 5. O papel das instituições nos mercaods financeiros 6. Demonstraçõe financeiras: Demonstração de resultados, Balanço, Demonstração de fluxos de caixa, Anexos às demonstrações financeiras 7. Princípios contabilísticos 8. Estudo das contas 9. Limitações contabilísticas 6.2. Leituras aconselhadas. 1. Borges, António e outros (1998). Elementos de Contabilidade Geral, 16 ed, Rei dos Livros. 2. Bento, José & Machado, José Fernando. Plano Oficial de Contabilidade Explicado, 24 ed, Porto Editora. 3. Brealy & Meyers (????). Principles of Corporate Fianance, McGraw- Hill. (Capítulo. Analysing Financial Performance) 4. Carvalho das Neves, J (1987). Análise Financeira I: Técnicas Fundamentais, Texto Editora, Lisboa. 5. Carvalhos das Neves, J (1987). Análise Financeira II: Avaliação do Desempenho Baseado no Valor Criado, Texto Editora, Lisboa. 7. Matemática Financeira 7.1. Objectivos. Fornecer conhecimentos básicos em matemática financeira e suas aplicações à ciência actuarial. 1. Juro composto 2. Técnicas de Cash flow 3. Estrutura temporal das taxas de juro 4. Arbitragem 5. Modelos simples de taxas de juro estocásticas Leituras aconselhadas. 1. Bowers, N L; Gerber, H U; Hickman, J C; Jones, D A; Nesbitt, CJ(1997). Actuarial Mathematics, 2nd ed, Society of Actuaries, Schaumburg, IL 2. Ingersoll, J E (1987). Theory of Financial Decision Making. Rowman & Littlefield.

9 10. BENEFÍCIOS 9 3. McCutcheon, J J; Scott, W F (1986). An introduction to the mathematics of finance, Heinemann. 4. Panjer, H H (1986). Actuarial mathematics, American Mathematical Society. 8. Modelos de Sobrevivência 8.1. Objectivos. Conhecimento básico. 1. Modelos de sobrevivência 2. Modelos estatísticos de transferência entre estados múltiplos 3. Espaço de Estados e modelos de Markov para seguro-vida. 4. Estimadores da máxima verosimilhança para intensidades de transição. 5. Construção de tabela de decréscimo múltiplo. 6. Modelo de mortalidade binomial 7. Graduação 8. Comparação entre realização e expectativa 9. O uso de índices simples, para descrever a variação de mortalidade e doença 10. Heterogeneidade dentro de uma população relativamente a mortalidade e doença Leituras aconselhadas. 1. Cox, D R; Oakes, D (1984). Analysis of survival data, Chapman & Hall, London. 2. Haberman, S; Pitacco, E (1998). Actuarial models for disability insurance, Chapman & Hall, London. (??) 9. Actuariado 10. Benefícios Objectivos. Técnicas matemáticas fundamentais para a actividade actuarial, em particular, para os seguros de vida, seguros de saúde e pensões Programa. 1. Funções de sobrevivência, força de mortalidade e tábuas de mortalidade 2. Fórmula para valores anuais e garantias cobertas por rendas e seguros de vida sobre uma cabeça ou sobre mais do que uma cabeça. 3. A utilidade dos modelos computacionais. 4. Valor actual dos pagamentos futuros como variável aleatória. 5. Prémios puros e reservas a prémios puros. 6. Prémios comerciais e reservas a prémios 7. Transformação de contratos e resgates comerciais Leituras aconselhadas. Faculty & Institute of Actuaries Core Reading - Subjects 104 and 105.

10 10 1. O CURSO Bowers, N L; Gerber, H U; Hickman, J C; Jones, D A; Nesbitt, C J (1997) Actuarial mathematics. 2nd ed, Society of Actuaries, Schaumburg, IL. xxvi, 753 pages. ISBN: Gerber, Hans U (1997) Life insurance mathematics. 3rd ed, Springer; Swiss Association of Actuaries, Berlin; Zurich. 217 pages. ISBN: X Haberman, S; Booth, P; Chadburn, R; Cooper, D; James, D (1998) Modern actuarial theory and practice. Chapman & Hall, London. 11. Teoria do Risco Objectivos: Teoria do risco básica com aplicação ao actuariado. 1. Distribuições de Danos 2. Modelos de risco 3. Distribuição das indemnizações agregadas para contractos de curto prazo. 4. Teoria da ruína 5. Resseguro 6. Teoria da credibilidade 7. Provisões para sinistros 8. Sistemas Bonus-Malus 9. Scenario testing e simulação para análise financeira dinâmica Leituras aconselhadas. 1. Centeno, M L. (2000). Teoria do Risco, CEMAPRE/ISEG, Lisboa. 2. Daykin, C D; Pentikäinen, T; Pesonen, M (1994). Practical risk theory for actuaries, Chapman & Hall, London. 3. Egídio dos Reis, A.D. (1999). Teoria da ruína, CEMAPRE/ISEG, Lisboa. 4. Gerber, H U (1979). An introduction to mathematical risk theory, Univ of Pennsylvania. 5. Klugman, S A; Panjer, H H; Wilmot, G E (1998). Loss models: from data to decisions, Wiley. 12. Teoria do Investimento Objectivos. Oferecer passo a passo a capacidade para aplicar, em situações simples, os princípios do planeamento e controle actuarial na avaliação dos investimentos, na medição da performance dos investimentos e na selecção e gestão dos investimentos adequados às necessidades dos investidores Programa. 1. Activos com rendimento fixo 2. Quotas das empresas 3. Investimento em propriedades 4. Investimentos internacionais (acções e quotas empresariais) 5. Derivados 6. Investimentos em Índices 7. Medidas de performance 8. Selecção e gestão de carteiras

11 9. Avaliação 10. PrincÍpios da regulação 11. Mercados com ausência de arbitragem 13. FUNDOS DE PENSÕES Bibliogafia Aconselhada. Bodie, Z; Kane, A; Marcus, A J (1996): Investments. 3rd ed, Irwin Boyle, Phelim P (1992) Options and the management of financial risk. Society of Actuaries, Schaumburg, IL. 210 pages. ISBN: Cox, J C; Rubinstein, M (1985) Options markets. Prentice-Hall Elton, E J; Gruber, M J (1995) Modern portfolio theory and investment analysis. 5th ed, Wiley Haberman, S; Booth, P; Chadburn, R; Cooper, D; James, D (1998) Modern actuarial theory and practice. Chapman & Hall, London Ho, T S Y (1990) Strategic fixed-income investment. Dow Jones; Irwin Hull, John C (1996) Options, futures and other derivatives. 3rd ed, Prentice Hall, Upper Saddle River, NJ. 572 pages. ISBN: Maginn, J L; Tuttle, D L (1990) Managing investment Portfolios. 2nd ed, Warren Gorham & Lamont. Merton, R C (1992) Continuous-time finance. Blackwell, Oxford. 500 pages. ISBN: Panjer H H ed (1998) Financial economics with application to investments, insurance and pensions. Reilly, F K (1994) Investment analysis and portfolio management. 4th ed, Dryden Press Sharpe, W. F. (1978) Investments. Prentice Hall, New Jersey; and Radcliffe Investments Shimko, D (1995) Finance in continuous time. Blackwell, Oxford Stoll, H R; Whaley, R E (1993) Futures and options. South-Western Publishing 13. Fundos de Pensões Objectivos. De um modo gradual e para situações simples, ensinar a usar o senso comum e a aplicar os princípios da planificação actuarial e de controlo, necessários ao desenvolvimento, em bases financeiras sólidas, das actividades das seguradoras e entidades gestoras a operar em Fundos de Pensões Programa. 1. Terminologia fundamental (Glossário) 2. Os papéis possíveis dos vários intervenientes no financiamento da pensão, incluindo: -oestado -os empregadores ou grupos dos empregadores - indivíduos ou grupos de indivíduos. 3. As necessidades dos vários intervenientes, incluindo: - incentivo do provisionamento

12 12 1. O CURSO - segurança da provisão -a adequação se provisionado - financiamento - necessidades não financeiras relacionadas com os associados 4. Os efeitos do meio económico em que os benefícios são fornecidos, incluindo: - tipos de controle fiscal - estruturas legais para provisionar a pensão - regulamentos existentes para a apresentação e a elaboração de relatórios sobre a provisão da pensão - orientação profissional para actuários e outros profissionais. 5. Financiamento do plano de pensões, incluindo: - sincronismo das contribuições relativo aos pagamentos de benefício - formas e características de alguns investimentos 6. Desenho do plano de pensões, incluindo: -onível e a forma dos benefícios -nível e a forma das contribuições antecipadas - opções para os beneficiários -a teoria dos três pilares 7. Riscos e incertezas, incluindo: -o nível e a incidência dos benefícios -o nível e a incidência das contribuições -o nível e incidência da rentabilidade -a garantia existente dos benefícios 8. Modelos actuariais, incluindo: -populações estáveis e estacionárias - ferramentas computacionais -métodos de financiamento - projecção de receitas e despesas - definir contribuições e avaliar o retorno no capital - projecções da população - aproximações estocásticas - análise da sensibilidade 9. Pressupostos para avaliar os benefícios e as contribuições futuras, incluindo: -arelevância da gestão do risco e do retorno do capital -a informação que pode estar disponível -a utilidade da informação -os objectivos das várias entidades 10. Possíveis soluções para o fornecimento dos benefícios em caso de interrupção. 11. Colocação de valores em activos, benefícios futuros e contribuições futuras, incluindo: -verificação material dos dados - gestão de risco; avaliação das condições/objectivos - garantias e opções; análise da sensibilidade -métodos de cálculo 12. Princípios de financiamento, incluindo: - advance funding e pay-as-you-go

13 13. FUNDOS DE PENSÕES 13 - princípios do investimento - adequação do contrato de investimento - asset-liability matching 13. Resseguro como um meio de gestão de risco. 14. Apresentação dos resultados actuariais, incluindo: - apresentação dos resultados como uma folha de balanço -objectivos da avaliação 15. Monitorização, incluindo: - fontes de excesso/deficit - factores que afectam a aplicação de excesso/deficit - razões para monitorizar - exigências dos dados - processo da análise da experiência -a utilização dos resultados de uma análise da experiência Para especialistas, como acima com a adição de: 16. Termos do específico do país 17. Legislação específica do país 18. Aplicação prática dos princípios dentro do contexto especificado em (17) Leituras aconselhadas. Aitken, W H (1994) Pensions funding and valuation.actex Allen, E T; Melone, J J; Rosenbloom, J S; Vanderhei, J L (1997) Pension planning: pension, profit-sharing and other deferred compensation plans. McGraw-Hill Anderson, A W (1990) Pension mathematics for actuaries.actex Bennett, P (1994) Pension fund surpluses. 2nd ed, Longman Berin, B N (1989) The fundamentals of pension mathematics. 3rd ed, Society of Actuaries, Schaumburg, IL Bleakney, T P; Pacelli, J Benefit design in public employee retirement systems. Government Finance Officers Association Carne, S A; Ward, G (1987) The work of a pension scheme actuary. Auditing Practices Committee of the Consultative Committee of Accountancy Bodies Collinson, D (1993) Actuarial methods and assumptions used in the valuation of retirement benefits in the EC. Groupe Consultatif [Information now rather dated. Undergoing revision] Daykin, C D (1993) Retirement provision in the countries of the EC. Groupe Consultatif [Information now rather dated. Undergoing revision] Daykin,C D: (1990) Analysis of methods of financing income for retirement. Paper presented to the Social Security Association International Conference, Bristol, November Exley, C J; Mehta, S J B; Smith, A D The financial theory of defined benefit pension schemes British Actuarial Journal (1992) 3: Farrimond, W; Mayer, D (1994) Actuarial cost methods, a review. American Society of Pension Actuaries Haberman, S; Booth, P; Chadburn, R; Cooper, D; James, D (1998) Modern Actuarial Theory and Practice. Chapman & Hall, London

14 14 1. O CURSO Long, C A (1989) The actuary in practice. Tolley Mansfield, C B; Cunningham, T W Pension funds: a common-sense guide to a common goal. Business One Irwin MacDonald, J B Differences in valuation methods and assumptions between social insurance and occupational pensions plans. Society of Actuaries, Schaumburg, IL McGill, D M (1996) Fundamentals of private pensions. 7th ed, University of Pennsylvania Press Pensions Management Institute (1997) Pensions terminology: a glossary for pension schemes. 5th ed, Pensions Management Institute Rejda, G E (1993) Social insurance and economic security. 5th ed, Prentice-Hall Rosenbloom, J S; Hallman, G V (1986) Employee benefit planning. Prentice-Hall Steuerle, C E; Bakija, J M (1994) Retooling social security for the 21st century. University of America Press Thornton, P N; Wilson, A F A realistic approach to pension funding Journal of the Institute of Actuaries (1992) 119: Towers Perrin Handbook of executive benefits. Irwin Professional Publishing Turner, J A; Watanabe, N (1995) Private pension policies in industrialized countries: a comparative analysis. Upjohn Institute for Employment Research William M Mercer. International Benefit Guidelines. Published annually World Bank (1994) Averting the old age crisis: policies to protect the old and promote growth. Oxford University Press Relevant Actuarial Guidance Notes should also be read by specialists. 14. Seguro de Vida (Benefícios de Vida) Objectivos: De um modo gradual e para situações simples, ensinar a usar o senso comum e a aplicar os princípios da planificação actuarial e de controlo, necessários ao desenvolvimento, em bases financeiras sólidas, das actividades das seguradoras a operar o Ramo Vida. (a) Terminologia fundamental (Glossário) (b) Os principais tipos de produtos (c) Os fundamentos dos mercados de seguros de vida (d) Informação necessária e sua verificação (e) Construção e cálculo de tarifas ( tarifação, pricing ) (f) Provisões técnicas ( Reserving ) (g) Valor de resgate (h) Alterações sobre a apólice (i) Fixação dos pressupostos actuariais (j) Medição e análise dos excedentes ( surplus ) (k) Métodos de afectação da surplus aos tomadores de seguro (participação nos resultados) (l) Fundamentos de investimento e modelização de activos-passivos ( asset-liability modelling ) (m) Normativos regulamentares e contabilísticos fundamentais

15 15. SEGURO DE SAÚDE 15 (n) Risco e incerteza no negócio dos seguros de vida (o) Fundamentos da gestão do risco incluindo o resseguro (p) Enquadramento Legal dos seguros de vida, incluindo: Fiscalidade Contabilidade Supervisão Directivas Comunitárias (q) Cálculo de tarifas com base na experiência ( experience rating ) (r) Requisitos financeiros futuros incluindo análise financeira dinâmica (s) Valor de uma Seguradora do Ramo Vida (t) Avaliação das necessidades de capital com o objectivo estratégico de crescimento do negócio. Bibliografia Aconselhada: Faculty & Institute of Actuaries Core Reading for Subject 302 Black, Kenneth; Skipper, Harold D (1994) Life insurance. 12th ed, Prentice-Hall, Englewood Cliffs, NJ pages. ISBN: Bruijns, HGWK;Pinkse, C C W (1989) Levensverzekeringswiskunde. Wolters-Noordhoff, Groningen. ISBN: Bruijns, HGWK;Pinkse, C C W (1996) Levensverzekeringswiskunde [Studieboek]. 3 ed, Wolters-Noordhoff, Groningen. 183 pages. ISBN: Bruijns, H G W K; Pinkse, C C W Levensverzekeringswiskunde [Studieboek]. 2 ed, Wolters-Noordhoff, Groningen. 181 pages. IS- BN: Chabannes, Jean-Antoine; Gauclin-Eymard, Nathalie (1992) Le manuel de l assurance-vie. 1: Principes généraux, les assurances individuelles. Argus. 317 pages. ISBN: Collignan, Daniel; Collignan, Corinne (1989) L assurance vie: contrats individuels. 2nd ed, Argus. 426 pages. ISBN: Haberman, S; Booth, P; Chadburn, R; Cooper, D; James, D (1998) Modern actuarial theory and practice. Chapman and Hall, London Isenbart, Fritz; Muenzner, Hans (1987) Lebensversicherungsmathematik für Praxis und Studium. 2, vollst ueberarb Aufl ed, Gabler, Wiesbaden. 117 pages. ISBN: Laiter, Jean-Daniel (1994) Les clés de l assurance-vie: produits et techniques. SEFI. 277 pages. ISBN: Seguro de Saúde Objectivos: De um modo gradual e para situações simples, ensinar a usar o senso comum e a aplicar os princípios da planificação actuarial e de controlo, necessários ao desenvolvimento, em bases financeiras sólidas, das actividades das seguradoras a operar o Ramo Saúde Programa. (a) Terminologia principal (Glossário) (b) Os modelos mais comuns de financiamento de esquemas de cuidados de saúde

16 16 1. O CURSO (c) As principais características dos sistemas de saúde mistos público/privado (d) As principais características dos produtos principais do Ramo Saúde, incluindo: o seguro de doença o seguro de doenças graves o seguro de dependência ( long-term care ) o seguro de despesas médicas o seguro de invalidez (e) Os fundamentos dos mercados de seguros de saúde (f) Os princípios contabilísticos do seguro de saúde (g) Principais causas risco e incerteza no negócio dos seguros de saúde (h) Fundamentos de investimento de activos associados ao seguro de saúde (i) Avaliação da informação e procedimentos de verificação (j) Análise da experiência de uma seguradora a operar o Ramo Saúde (k) Construção e cálculo de tarifas de seguros de saúde ( tarifação, pricing ) (l) Avaliação das responsabilidades com o objectivo: constituição de provisões técnicas para efeitos contabilísticos análise de solvência (m) Interpretação das contas de uma Seguradora a operar o Ramo Saúde (n) Determinação do impacto das responsabilidades de uma Seguradora a operar o Ramo Saúde sobre a escolha e gestão dos activos financeiros (o) Modelização da incerteza da frequência e montante das indemnizações (p) Cálculo de tarifas com base na experiência ( experience rating ) (q) Avaliação das necessidades de capital com o objectivo estratégico de crescimento do negócio Bibliografia Aconselhada. Bohn, Klaus (1980) Die Mathematik der deutschen Privaten Krankenversicherung. Schriftenreihe Angewandte Versicherungsmathematik Verlag Versicherungswirtschaft e.v., Karlsruhe Crenca, Giampaolo (1991) Le assicurazioni malattia. Edizioni Buffetti Dienst, Hans-Rudolf (1995) Zur aktuariellen Problematik der Invaliditätsversicherung: unter Verwertung internationaler Erfahrungen. Verlag Versicherungswirtschaft, Karlsruhe. 160 pages. ISBN: Haberman, S; Pitacco, E (1998) Actuarial models for disability insurance. Chapman & Hall, London O Grady, Francis T (ed) (1988) Individual health insurance. Society of Actuaries, Schaumburg, IL Pitacco, Ermanno (1995) Modelli attuariali per le assicurazioni sulla salute. EGEA, Milano

17 AGRADECIMENTOS 17 Soule, C E (1994) Disability income insurance: the unique risk. 3rd ed, Business One Irwin, Homewood, IL. 300 pages. ISBN: Agradecimentos Para a redacção deste documento o grupo de trabalho pode contar com a colaboração dedicada dos colegas que passamos a referir. Professores Doutores Lourdes Centeno, João Tiago Mexia, Onofre Simões, Miguel St. Aubyn, João Duque, Pedro Côrte Real, Célia Costa Cabral, Marta Faias; Mestres Lurdes Afonso, Gracinda Rita, Inês Sequeira.

18 18 1. O CURSO

19 CAPíTULO 2 Competências associadas aos programas 1. Fundamentos e Matemáticas Gerais As competências necessárias para esta área de formação geral são as que usualmente são adquiridas num conjunto de disciplinas, constituído pelas disciplinas propedêuticas de Análise Matemática, Álgebra Linear, e em parte das disciplinas de graduação cujos conteúdos cubram a Teoria da Medida eda Probabilidade, a Análise de Fourier, a Análise Numérica e a Análise Funcional. 2. Probabilidades e Estatística 1. Condensar de forma apropriada as principais características de um conjunto de dados. (a) Condensar um conjunto de dados usando uma tabela, a distribuição de frequências, e representá-lo graficamente usando um gráfico linear, um histograma, um gráfico de barras, um gráfico caule e folhas, ou outra metodologia elementar adequada. (b) Descrever o nível/localização de um conjunto de dados usando amédia a mediana e a moda segundo o que for mais adequado. (c) Descrever a amplitude/variabilidade de um conjunto de dados usando o desvio padrão, intervalo de variação da amostra, intevalo interquartis, segundo o que for mais adeaquado. (d) Explicar o que significa a simetria e o achatamento e os coeficientes de assimeria e achatamento para a distribuição de um conjunto de dados. 2. Explicar os conceitos de variável aleatória, distribuição de probabilidade, função de distribuição, valor esperado variância e outors momentos de ordem superior e calcular valores esperados e probabilidades associadas com a distribuição de variáveis aleatórias. (a) Explicar o que significa uma variável aleatória ser discreta, definir a função de distribuição e a função de probabilidade de uma tal variável e utilizar estas funções para determinar probabilidades. (b) Explicar o que significa uma variável aleatória contínua, definir a função de distribuição e a função densidade de uma tal distribuição e utilizar estas funções para determinar probabilidades. 19

20 20 2. COMPETÊNCIAS ASSOCIADAS AOS PROGRAMAS (c) Definir valor esperado de uma função de uma variável aleatória, a média, a variância, o desvio padrão, os coeficientes de assimetria e de achatamento e os momentos de uma variável aleatória e calcular ou determinar essas quantidades. (d) Determinar probabilidades associadas a distribuiçõpes, por cálculo, referindo-se a tabelas ou utilizando software adequado, segundo o que for mais apropriado. (e) Obter a distribuição de uma função de uma variável aleatória a partir da distribuição da variável aleatória. 3. Definir a função geradora de probabilidade, a função geradora de momentos, os cumulantes, a função geradora de cumulantes, determinar estas quantidades em casos simples e utilizá-las para calcular momentos. (a) Definir e determinar a função geradora de probabilidade de variáveis aleatórias discretas tomando valors inteiros. (b) Definir e dterminar a função geraodra de momentos de uma dada variável aleatória. (c) Definir a função geradora de cumulantes, os cumulantes e determiná-los para variáveis aleatórias. (d) Utilizar as funções geradoras para determinar momentos e cumulantes de variáveis aleatórias por desenvolvimentos em séries ou diferenciação, conforme o que for mais adequado. 4. Explicar os conceitos de independência e convolução; utilizar as funções geradoras para determinar a distribuição de combinações lineares de variáveis aleatórias independentes. (a) Explicar o signifcado de distribuição conjunta de variáveis aleatórias, distribuições marginais e distribuições condicionais. (b) Definir a função de probabilidade/função densidade de probabilidade para uma distribuição marginal e para uma distribuição condicional. (c) Especificar as condições sob as quais um conjunto de variáveis aleatórias seja um conjunto de variáveis aleatórias independentes. (d) Definir o valor esperado de uma função de duas variáveis aleatórias conjuntamente distribuídas, a covariância e o coeficiente de correlação entre duas variáveis aleatórias e calcular essas quantidades. (e) Definir a função de probabilidade/função densidade de probabilidade para a soma de duas variáveis aleatórias independentes, dada como a convolução de duas funções.. (f) Derivar a média e a variância de uma combinação linear de variáveis aleatórias. (g) Utilizar as funçõe geradoras de momentos para estabelecer a distribuição de combinações lineares de variáveis aleatórias independentes. 5. Formular o teorema do limite central e aplicá-lo. (a) Formular o teorema do limite central para uma sucessão de variáveis aleatórtias independentes e identicamente distribuídas.

2 o Ciclo Matemática Aplicada - Matemática Actuarial

2 o Ciclo Matemática Aplicada - Matemática Actuarial 2 o Ciclo Matemática Aplicada - Matemática Actuarial 17 de Julho de 2006 1 Estrutura proposta 7 o Semestre Designação Área Científica T TP P ECTS Matemática Financeira Matemática - 4-6 Actuariado Vida

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012 Parte I Introdução 1 Economia: conceito, objecto e método 2 Organização da actividade económica 3 Breve história da economia e dos sistemas económicos Parte II Microeconomia 4 O comportamento dos consumidores

Leia mais

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS

Planificação Anual. Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS GERAIS Planificação Anual Escola Secundária de Pombal - (400634) Referência Direcção Regional de Educação do Centro Equipa de Apoio às Escolas - Leiria ANO LECTIVO - 2010/ 2011 ÁREA DISCIPLINAR DE ECONOMIA E

Leia mais

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 introdução 7 Índice NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ACTIVIDADE FINANCEIRA 1. Evolução da actividade bancária

Leia mais

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA 1 A regulação e a supervisão prudencial são um dos pilares essenciais para a criação de um clima

Leia mais

Turma BNDES Básica Exercícios

Turma BNDES Básica Exercícios Turma BNDES Básica Exercícios Banca: CESGRANRIO Edital de referência: 01/2012 (data da publicação: 17/12/2012) Carga horária (aulas presenciais): 92,0 horas EMENTA DA PROVA 1 OBJETIVA Carga Horária e Pré-Requisitos.

Leia mais

Proposta de disciplina G3. Ano Lectivo 2003/2004. Economia das Pensões

Proposta de disciplina G3. Ano Lectivo 2003/2004. Economia das Pensões Proposta de disciplina G3 Ano Lectivo 2003/2004 Economia das Pensões Maria Teresa Medeiros Garcia Lisboa, 31 de Março, 2003 1. Justificação Numa fase de grande incerteza quanto à sustentabilidade financeira

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

Curso Gabarito Macroeconomia

Curso Gabarito Macroeconomia Curso Gabarito Macroeconomia Introdução Prof.: Antonio Carlos Assumpção Prof. Antonio Carlos Assumpção Site: acjassumpcao77.webnode.com Bibliografia Macroeconomia : Blanchard, O. 5ª ed. Macroeconomia :

Leia mais

1. Conceitos Básicos de Avaliação de Projetos 2. Classificação dos Projetos de Investimento 3. Estudos prévios

1. Conceitos Básicos de Avaliação de Projetos 2. Classificação dos Projetos de Investimento 3. Estudos prévios 1. Conceitos Básicos de Avaliação de Projetos... 1.1. Valor Atual... 1.2. Capital Investido... 1.3. Cash Flow... 1.4. Valor residual do investimento... 1.5. Vida económica do equipamento... 2. Classificação

Leia mais

PLANIFICAÇÕES ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS. Diálogo orientado;

PLANIFICAÇÕES ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS. Diálogo orientado; PLANIFICAÇÕES SECUNDÁRIO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE ECONOMIA A 10º ANO DE ESCOLARIDADE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METAS/OBJETIVOS OPERACIONALIZAÇÃO (DESCRITORES) ATIVIDADES E ESTRATÉGIAS MATERIAIS CURRICULARES

Leia mais

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia Prof.: Antonio Carlos Assumpção Contabilidade Nacional Balanço de Pagamentos Sistema Monetário 26- Considere a seguinte equação: Y = C + I + G

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder Comentário Geral: Prova muito difícil, muito fora dos padrões das provas do TCE administração e Economia, praticamente só caiu teoria. Existem três questões (4, 45 e 47) que devem ser anuladas, por tratarem

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

MESTRADO EM MÉTODOS QUANTITATIVOS EM FINANÇAS

MESTRADO EM MÉTODOS QUANTITATIVOS EM FINANÇAS MESTRADO EM MÉTODOS QUANTITATIVOS EM FINANÇAS 1ª Edição a realizar no ano lectivo 2008/2009 Departamento de Matemática da FCTUC Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Curso de Mestrado aprovado

Leia mais

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO

Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO Microeconomia NATÉRCIA MIRA EDIÇÕES SÍLABO É expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOCÓPIA, esta obra. As transgressões serão passíveis das

Leia mais

Curso: Direito Carga Horária: 64 Departamento: Disciplinas Básicas e. Área: Disciplinas Básicas e Complementares Complementares PLANO DE ENSINO

Curso: Direito Carga Horária: 64 Departamento: Disciplinas Básicas e. Área: Disciplinas Básicas e Complementares Complementares PLANO DE ENSINO Faculdade de Direito Milton Campos Disciplina: Economia Curso: Direito Carga Horária: 64 Departamento: Disciplinas Básicas e Área: Disciplinas Básicas e Complementares Complementares EMENTA PLANO DE ENSINO

Leia mais

MAGENTAKONCEPT. CONSULTORES, Lda. Contacto: +351 962 749 907 geral@magentakoncept.com www.magentakoncept.com

MAGENTAKONCEPT. CONSULTORES, Lda. Contacto: +351 962 749 907 geral@magentakoncept.com www.magentakoncept.com MAGENTAKONCEPT CONSULTORES, Lda Contacto: +351 962 749 907 geral@magentakoncept.com www.magentakoncept.com NIPC 510 140 076 Information Technology Solutions MAGENTAKONCEPT CONSULTORES, Lda Contacto: +351

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO Técnico de Produção Agrária 2011-2014 DISCIPLINA: Economia e Gestão Agrícola N.º TOTAL DE MÓDULOS: 6 N.º ORDEM 1 N.º DE DESIGNAÇÃO DO

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Economia A do Ensino Secundário ENSINO SECUNDÁRIO ECONOMIA A 10º ANO TEMAS/DOMÍNIOS

Leia mais

Econometria Financeira

Econometria Financeira Econometria Financeira Área Científica: Economia/Gestão Horas de Contacto: TP: 45 Docentes Respnsáveis: Cristina Alexandra Oliveira Amado/ Benilde Maria Nascimento Oliveira Língua de Funcionamento: Português/

Leia mais

Norma Regulamentar n.º 12/2010-R, de 22 de Julho Instituto de Seguros de Portugal

Norma Regulamentar n.º 12/2010-R, de 22 de Julho Instituto de Seguros de Portugal Norma Regulamentar n.º 12/2010-R, de 22 de Julho Instituto de Seguros de Portugal O Instituto de Seguros de Portugal aprovou hoje a Norma Regulamentar n.º 12/2010 R, relativa à utilização de fundos de

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais Unidade Curricular Política Económica e Financeira Semestre: 5 Nº ECTS: 3,0 Regente Helena

Leia mais

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO 1º P TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA Técnicas de leitura, interpretação e produção de textos, expressão oral e apresentação de trabalhos acadêmicos, argumentação científica.

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR OBTENÇÃO E ELABORAÇÃO DOS DADOS ACTUARIAIS E ESTATÍSTICOS DE BASE NO CASO DE EVENTUAIS DIFERENCIAÇÕES EM RAZÃO DO SEXO NOS PRÉMIOS E PRESTAÇÕES INDIVIDUAIS DE SEGUROS E DE

Leia mais

MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES

MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado

PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado Índice v Prefácio... xix Apresentação da 1ª edição... xxii Agradecimentos... xxiv Nota dos autores à 4ª edição... xxiv Os autores... xxvii PARTE I As Finanças Públicas e o Papel do Estado 1 Economia e

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Profissionais Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA (2º ano de formação) Página 1 de 6 Competências Gerais Usar os conceitos

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 11 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

CEAV Macroeconomia. Introdução. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

CEAV Macroeconomia. Introdução. Prof.: Antonio Carlos Assumpção CEAV Macroeconomia Introdução Prof.: Antonio Carlos Assumpção Prof. Antonio Carlos Assumpção Site: acjassumpcao77.webnode.com Bibliografia Macroeconomia : Blanchard, O. 5ª ed. Macroeconomia : Dornbusch,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL EMENTA DAS DISCIPLINAS 1º Período GADM 7712-TGA - TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO (4.0.0) 4 Introdução; Antecedentes Históricos;

Leia mais

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01. Código: CTB - 140 CH Total: 60 Pré-requisito:

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01. Código: CTB - 140 CH Total: 60 Pré-requisito: Componente Curricular: Economia CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria no 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Código: CTB - 140 CH Total: 60 Pré-requisito: Período Letivo: 2015.2 Professor:

Leia mais

2 Conceitos de Capital

2 Conceitos de Capital Capítulo 2 Conceitos de Capital 2 Conceitos de Capital Este capítulo tem como objetivo definir o capital na visão da instituição, interligando-o aos riscos existentes nas operações das mesmas. Além disso,

Leia mais

Fundo de Pensões. Ordem dos Economistas 2012

Fundo de Pensões. Ordem dos Economistas 2012 Fundo de Pensões Ordem dos Economistas 2012 1 Agenda Plano de Pensões da Ordem dos Economistas Fundos de Pensões Site BPI Pensões 2 Âmbito A Ordem dos Economistas decidiu constituir um Plano de Pensões

Leia mais

PRÉVOIR PPR NOVA VERSÃO INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS ANEXO À PROPOSTA PRÉVOIR PPR

PRÉVOIR PPR NOVA VERSÃO INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS ANEXO À PROPOSTA PRÉVOIR PPR Este documento apresenta-se como um resumo das Condições Gerais e Especiais do seguro Prévoir PPR e não dispensa a consulta integral das mesmas. SEGURADOR FINALIDADE SEGMENTO-ALVO CONDIÇÕES DE SUBSCRIÇÃO

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Programa Prof. João Pedro Couto Objectivos Esta disciplina tem como finalidade fornecer aos alunos um conjunto de elementos que permitam aos mesmos, utilizando uma lógica de raciocínio

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISCIPLINAR: 500 Matemática Aplicada às Ciências Sociais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISCIPLINAR: 500 Matemática Aplicada às Ciências Sociais ANO: 11º ANO LECTIVO : 008/009 p.1/7 CONTEÚDOS MODELOS MATEMÁTICOS COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER - Compreender a importância dos modelos matemáticos na resolução de problemas de problemas concretos. Nº. AULAS

Leia mais

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68

Sumário. Conceitos básicos 63 Estrutura do balanço de pagamentos 64 Poupança externa 68 Sumário CAPÍTULO l As CONTAS NACIONAIS * l Os agregados macroeconômicos e o fluxo circular da renda 2 Contas nacionais - modelo simplificado 4 Economia fechada e sem governo 4 Economia fechada e com governo

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Junho de 2015 Designação: Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Classificação: Caracterização do Depósito: Produto financeiro complexo Depósito

Leia mais

Programas das Unidades Curriculares Mestrado em Contabilidade

Programas das Unidades Curriculares Mestrado em Contabilidade Programas das Unidades Curriculares Mestrado em Contabilidade Contabilidade de Gestão Avançada O papel da Contabilidade de Gestão nas organizações; Introdução aos conceitos e objectivos dos custos; Imputação

Leia mais

CURSO DE GESTÃO DE VENDAS (15 horas)

CURSO DE GESTÃO DE VENDAS (15 horas) CURSO DE GESTÃO DE VENDAS Inedem- Apotec Outono 2007 25 e 26 de Setembro 9h00 às 18h30 Dirigido a gestores da área financeira com necessidade de ferramentas informáticas de elevada eficácia na avaliação

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008 Mestrado em Ciências Actuarias FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva Ano Lectivo 2007/2008 1 3. A FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1.

Leia mais

Aula 04 Método de Monte Carlo aplicado a análise de incertezas. Aula 04 Prof. Valner Brusamarello

Aula 04 Método de Monte Carlo aplicado a análise de incertezas. Aula 04 Prof. Valner Brusamarello Aula 04 Método de Monte Carlo aplicado a análise de incertezas Aula 04 Prof. Valner Brusamarello Incerteza - GUM O Guia para a Expressão da Incerteza de Medição (GUM) estabelece regras gerais para avaliar

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Turno: MATUTINO/NOTURNO Matutino Currículo nº 8 Noturno Currículo nº 8 Reconhecido pelo Decreto n 83.799, de 30.07.79, D.O.U. de 31.07.79 Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

CURSO: CONTABILIDADE E AUDITORIA

CURSO: CONTABILIDADE E AUDITORIA REGIME ESPECIAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Ano 2012 ATENÇÃO: PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS SERÁ CONSTITUÍDA POR DOIS MÓDULOS. UM MÓDULO

Leia mais

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões Lisboa, 7 de Março de 2007 Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco Foi com todo o gosto, e também com enorme interesse, que aceitei

Leia mais

Apontamentos de Contabilidade Nacional

Apontamentos de Contabilidade Nacional Apontamentos de Contabilidade Nacional Nuno Cancelo :: 31401 :: ISEL :: Semestre Verão :: Ano Lectivo 2009/2010 1/8 Índice Índices de Preços...3 Produto, Rendimento e Despesa...3 Produto...3 O Produto

Leia mais

MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens)

MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens) 4.1. Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte: - As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente

Leia mais

A MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR POLICIAL 1

A MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR POLICIAL 1 A MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR POLICIAL 1 A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA O desenvolvimento das sociedades tem sido também materializado por um progresso acentuado no plano científico e nos diversos domínios

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

Glossário sobre Planos e Fundos de Pensões

Glossário sobre Planos e Fundos de Pensões Glossário sobre Planos e Fundos de Pensões Associados Benchmark Beneficiários Beneficiários por Morte CMVM Comissão de Depósito Comissão de Gestão Comissão de Transferência Comissão Reembolso (ou resgate)

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA A atividade empresarial requer a utilização de recursos financeiros, os quais são obtidos na forma de crédito e de

Leia mais

Capítulo 3. Taxas de câmbio e mercados de divisas. Objectivos do capítulo

Capítulo 3. Taxas de câmbio e mercados de divisas. Objectivos do capítulo Capítulo 3 Taxas de câmbio e mercados de divisas Objectivos do capítulo A função das taxas de câmbio no comércio internacional; Como se determinam as taxas de câmbio? Preços e decisões dos agentes económicos

Leia mais

TEORIA DO RISCO. LUIZ SANTOS / MAICKEL BATISTA economia.prof.luiz@hotmail.com maickel_ewerson@hotmail.com

TEORIA DO RISCO. LUIZ SANTOS / MAICKEL BATISTA economia.prof.luiz@hotmail.com maickel_ewerson@hotmail.com TEORIA DO RISCO LUIZ SANTOS / MAICKEL BATISTA economia.prof.luiz@hotmail.com maickel_ewerson@hotmail.com 1 TARIFAÇÃO (FERREIRA, 2002) Diversos conceitos e metodologias envolvidos no cálculo do preço pago

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.2. O Princípio da Neutralidade da Moeda 6.3. Taxas de Câmbio Nominais e Reais 6.4. O

Leia mais

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens

Acções. Amortização. Autofinanciamento. Bens Palavra Acções Significado Títulos que representam uma parte ou fracção de uma sociedade anónima e que dão ao seu proprietário o direito à parcela correspondente de votos, lucros líquidos e activos da

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013/2014 ECONOMIA A (10º ANO) Página 1 de 10 Finalidades da disciplina de Economia A, no conjunto dos dois anos da sua leccionação: Perspectivar a Economia

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE 1.Discuta a diferença entre os seguintes conceitos? (a) Produto Interno Bruto - Produto Interno Líquido; (b) Produto Nacional

Leia mais

2. CONTABILIDADE NACIONAL

2. CONTABILIDADE NACIONAL 2. CONTABILIDADE NACIONAL 2.1. MEDIÇÃO DO PRODUTO 1. Uma boa contabilidade transforma dados em informação. Estudamos contabilidade nacional por duas razões. Em primeiro lugar, porque fornece a estrutura

Leia mais

NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap. 35 1 1 INTRODUÇÃO 1

NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap. 35 1 1 INTRODUÇÃO 1 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA CURSO de ECONOMIA 2004-2005 NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap. 35 1 1 INTRODUÇÃO 1 Porquê estudar mercados financeiros? Porquê estudar os bancos e as outras instituições financeiras?

Leia mais

Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões

Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões O Decreto-Lei n.º 12/2006, de 20 de Janeiro - que estabelece o regime jurídico da constituição

Leia mais

Escola de Economia e Gestão. Empresas e Mercados

Escola de Economia e Gestão. Empresas e Mercados Empresas e Mercados Pré-Requisitos: Nenhuns Prerequisites: None Compreender o funcionamento dos mercados e a forma como o mecanismo preço permite a afetação de recursos Compreender e explicar o processo

Leia mais

Mercados e Investimentos Financeiros. Cesaltina Pacheco Pires

Mercados e Investimentos Financeiros. Cesaltina Pacheco Pires Mercados e Investimentos Financeiros Cesaltina Pacheco Pires iv Índice Prefácio xiii 1 Introdução 1 1.1 Activos reais e activos financeiros...................... 1 1.2 Escolhaintertemporaletaxadejuro...

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais CONTABILIDADE Docente: José Eduardo Gonçalves Ano: 2008/2009 Universidade da Madeira Elementos Patrimoniais Activo Recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO COMPORTAMENTO HUMANOS NAS ORGANIZAÇÕES

MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO COMPORTAMENTO HUMANOS NAS ORGANIZAÇÕES MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO Números Reais; Expressões Algébricas; Equação do 1º grau; Equação do 2º grau; Logaritmos; Conjuntos; Funções;

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CÁLCULO E REPORTE DAS PROVISÕES TÉCNICAS COM BASE EM PRINCÍPIOS ECONÓMICOS

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CÁLCULO E REPORTE DAS PROVISÕES TÉCNICAS COM BASE EM PRINCÍPIOS ECONÓMICOS PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CÁLCULO E REPORTE DAS PROVISÕES TÉCNICAS COM BASE EM PRINCÍPIOS ECONÓMICOS Com a presente Norma Regulamentar estabelece-se o regime de cálculo das provisões técnicas segundo

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Microeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Microeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Microeconomia Preliminares Prof.: Antonio Carlos Assumpção Segundo Ludwig Von Mises (1948): Economia A economia é a ciência da ação humana. Preliminares Slide 2 Economia Como os agentes tomam decisões?

Leia mais

Workshop de Economia da Saúde

Workshop de Economia da Saúde A Doença de Baumol Portugal e a Experiência dos Países da OCDE UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA João Tovar Jalles Fevereiro 2006 (1) Sector da Saúde com importância económica e social crescente na sociedade

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 Empresa de Seguros Entidades comercializadoras Autoridades de Supervisão

Leia mais

5. Moeda e Política Monetária

5. Moeda e Política Monetária 5. Moeda e Política Monetária 5.1. Introdução 5.3. Procura de Moeda 5.4. Equilíbrio de curto Prazo no Mercado Monetário Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 9 Nota: A secção 5.2. é muito abreviada, porque

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO

GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO VAL- 1 GESTÃO FINANCEIRA II INTRODUÇÃO FINANÇAS EMPRESARIAIS VAL- 2! Objectivos do curso! Programa! Material de estudo / Grupos! Avaliação! Bibliografia! Contactos OBJECTIVOS VAL- 3 " Fornecer aos alunos

Leia mais

Curso Profissional de Restauração e Bar Ano de Escolaridade 10ºano Ano Letivo 2014/2015

Curso Profissional de Restauração e Bar Ano de Escolaridade 10ºano Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO Grupo - ECONOMIA Curso Profissional de Restauração e Bar Ano de Escolaridade 10ºano Ano Letivo 2014/2015 MÓDULO 1 A ECONOMIA NO CONTEXTO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS Disciplina Economia

Leia mais

Ficha Técnica. Colecção Guia de Seguros e Fundos de Pensões. Título Fundos de Pensões. Edição Instituto de Seguros de Portugal

Ficha Técnica. Colecção Guia de Seguros e Fundos de Pensões. Título Fundos de Pensões. Edição Instituto de Seguros de Portugal Ficha Técnica Colecção Guia de Seguros e Fundos de Pensões Título Fundos de Pensões Edição Instituto de Seguros de Portugal Coordenação editorial Direcção de Comunicação e Relações com os Consumidores

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais

UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA

UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA INTRODUÇÃO À MICROECONOMIA DOCENTE RESPONSÁVEL: MÁRIO DE CARVALHO HORAS LECTIVAS : APOIO - ASSISTENTE: DR. ARSÉNIO LUQUINDA DATA: MARÇO 2011 1. OBJECTIVOS GERAIS Microeconomia é o ramo da ciência económica

Leia mais

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA 28 de Novembro de 2014 AGENDA FUNÇÕES DA BANCA E DOS SEGUROS BANCASSURANCE E ASSURBANK RACIONAL E CONDICIONANTES EVOLUÇÃO

Leia mais

DISCIPLINA: Finanças Empresariais II Ano Lectivo: 2011/2012 3º ANO - 2º Semestre

DISCIPLINA: Finanças Empresariais II Ano Lectivo: 2011/2012 3º ANO - 2º Semestre DISCIPLINA: Finanças Empresariais II Ano Lectivo: 2011/2012 3º ANO - 2º Semestre PROGRAMA Área Científica (Secção): Finanças Coordenador: Gualter Couto Docente: Gualter Manuel Medeiros do Couto, Ph.D,

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Grupo I Perguntas de resposta rápida (1 valor cada)

Grupo I Perguntas de resposta rápida (1 valor cada) ISCTE INSTITUTO UNIVERSITÁRIO de LISBOA Mestrado de Economia Mestrado de Economia Monetária e Financeira MACROECONOMIA e ANÁLISE da CONJUNTURA Teste Exemplo 4 Dezembro 2009 Duração: 2.00 h SOLUÇÕES Grupo

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

A Gestão dos Riscos de Crédito no apoio à internacionalização das empresas. 3 de Abril de 2013 São Paulo

A Gestão dos Riscos de Crédito no apoio à internacionalização das empresas. 3 de Abril de 2013 São Paulo A Gestão dos Riscos de Crédito no apoio à internacionalização das empresas 3 de Abril de 2013 São Paulo CESCE Presença Internacional A Gestão dos Riscos de Crédito no apoio à internacionalização das empresas

Leia mais

Seminários Extraordinários do Departamento de Economia. Edmund Phelps Prémio Nobel da Economia 2006. Miguel St. Aubyn (ISEG/UTL)

Seminários Extraordinários do Departamento de Economia. Edmund Phelps Prémio Nobel da Economia 2006. Miguel St. Aubyn (ISEG/UTL) Seminários Extraordinários do Departamento de Economia Edmund Phelps Miguel St. Aubyn (ISEG/UTL) ISEG, 11 de Outubro de 2006 Síntese Algumas considerações sobre o prémio Nobel As principais contribuições

Leia mais

Curso de Pós-Graduação lato Sensu em Matemática para Negócios. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP)

Curso de Pós-Graduação lato Sensu em Matemática para Negócios. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) Curso de Pós-Graduação lato Sensu em Matemática para Negócios. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) 1. Apresentação Com os avanços tecnológicos inseridos no mundo informatizado e virtual e a forma

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Gestão de Investimentos Professor: Paulo Sergio Milano Bernal Carga horária: 4 DRT: 113400-5 Código da Disciplina: 18018017 Etapa: 8º Semestre

Leia mais

UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA

UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA MATERIAL DE AUXILIO PARA AULAS DE ECONOMIA II CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANO

Leia mais

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado Macroeconomia Faculdade de Direito UNL 2008/09 José A. Ferreira Machado 1. As principais grandezas macroeconómicas e a sua medição Medição do rendimento nacional, do nível geral de preços e da taxa de

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. Tomador do seguro A entidade que celebra o contrato de seguro com a VICTORIA e que assume a obrigação de pagamento do prémio.

CONDIÇÕES GERAIS. Tomador do seguro A entidade que celebra o contrato de seguro com a VICTORIA e que assume a obrigação de pagamento do prémio. CONDIÇÕES GERAIS 1 Definições Para efeitos deste Contrato, entende-se por: 1.1 Partes envolvidas no contrato Empresa de seguros VICTORIA - Seguros de Vida, S.A., entidade que emite a apólice e que, mediante

Leia mais

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: Turismo, Hotelaria e Restauração Área Científica: Hotelaria CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 CURSO: Licenciatura em Restauração e Catering Ano: 1º Semestre:

Leia mais

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE I - Ao receber o Enunciado da Prova escreva seu nome e número do documento de identificação. II - Ao entregar a Prova, depois de resolvida,

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA ESTRUTURA PRODUTIVA NA FORMAÇÃO DA TAXA DE JUROS

A RELEVÂNCIA DA ESTRUTURA PRODUTIVA NA FORMAÇÃO DA TAXA DE JUROS A RELEVÂNCIA DA ESTRUTURA PRODUTIVA NA FORMAÇÃO DA TAXA DE JUROS Ney Roberto Ottoni de Brito Ph.D., Stanford University Sócio-Diretor, Ney O. Brito e Associados Foi Professor Titular da UFRJ e Associado

Leia mais

CREDITRISK+: Implementação da Modelagem Estatística de Risco de Crédito e Cálculos Alternativos Através da Transformada Rápida de Fourier no R.

CREDITRISK+: Implementação da Modelagem Estatística de Risco de Crédito e Cálculos Alternativos Através da Transformada Rápida de Fourier no R. CREDITRISK+: Implementação da Modelagem Estatística de Risco de Crédito e Cálculos Alternativos Através da Transformada Rápida de Fourier no R. M. A. S. Sanfins a 1 & T. M. Clark a 2 a Universidade Federal

Leia mais

8. Mercado de Trabalho, Emprego e Desemprego

8. Mercado de Trabalho, Emprego e Desemprego 8. Mercado de Trabalho, Emprego e Desemprego 8.1. Introdução 8.3. Interpretação Estática do Desemprego 8.4. Interpretação Dinâmica do Desemprego Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 5 1 8.1. Introdução

Leia mais