Arquitectura de Redes

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1 Arquitectura de Redes Encaminhamento Arq. de Redes - Pedro Brandão / Encaminhamento Conceito HA Hardware Address NA work Address Arq. de Redes - Pedro Brandão /

2 Encaminhamento Tabelas R Destino R Next Hop R R R R R R... Destino... Máscara... Next Hop... R Arq. de Redes - Pedro Brandão / Encaminhamento Algoritmo Extrair Extrair Receber Receber É um um endereço endereço nosso? nosso? Existe Existe rota rota por por omissão? omissão? Consultar Consultar tabela tabela encam., encam., descobrin descobrin a a entrada entrada ( ( & & Masc Masc == == ) ) Encaixa Encaixa em em alguma alguma rota? rota? Rede Rede ligada ligada directamente? directamente? enviar enviar pacote pacote essa essa rede rede Erro Erro de de encam. encam. discard discard Enviar Enviar o o o match mais específico pode ser uma máscara de bits Arq. de Redes - Pedro Brandão /

3 Encaminhamento CIDR (I) Classes de endereços Class A Bits de Rede Host bits B Bits de Rede Host bits C Bits de Rede Host bits D Multicast group E Reserved Class Endereços Redes Hosts Class A... até hosts por rede Class B... até... hosts por rede Class C... até... 7 hosts por rede Class D... até Multicast Class E... até Reservada As classes A, B e C têm endereços privas e reservas Arq. de Redes - Pedro Brandão / Encaminhamento CIDR (II) Aparecem muitas LANs com poucas máquinas Problemas administrativos Tabelas de routing aumentam (implican trocas mais pesadas das rotas) Endereços de rede em falta Solução endereços de sub-redes Uma classe B pode implementar várias sub-redes (usan s bits sub-redes com hosts) Pode-se implementar partições da rede com diferentes número bits a sub-rede Hierarquia de endereços Máscaras de rede: ??... Arq. de Redes - Pedro Brandão /

4 Encaminhamento CIDR (III) Se terminal souber de sub-rede que envia? Sub Sub R R Sub Sub 7 Pode-se aumentar o nº de hops a percorrer Regras boa manutenção: Utilizar endereços contíguos Endereços de sub-rede uniformes Arq. de Redes - Pedro Brandão / Encaminhamento CIDR (IV) Super Redes Agregação de redes de uma classe mais baixa num conjunto (ex.: um ISP poderia querer agregar redes classe C,...,...,...,... (..., ) Notação CIDR.../ CIDR = Classless Inter-Domain Routing (também especifica endereçamento) CIDR obrigatoriamente utiliza máscaras contínuas Arq. de Redes - Pedro Brandão /

5 Encaminhamento Estático (I) Desvantagens Configuração manual; Mudança topológica reconfiguração; Vantagens Poupa largura de banda ausência tráfego origina pelos protocolos de encaminhamento no encaminhamento dinâmico; Ligeira segurança existe informação de rotas a circular ; existe a possibilidade de enviar informação falsa Apropria pequenas redes; Arq. de Redes - Pedro Brandão / Encaminhamento Estático (II) Não existe necessidade de protocolos de encaminhamento entre R e R R só precisa de saber que to o tráfego que é destina à sua rede local deverá ser envia o R R funcionará apenas com uma rota estática a rede R Poupança na largura de banda Outros s devem ter uma rota por omissão R Linha dedicada R Arq. de Redes - Pedro Brandão /

6 Encaminhamento Dinâmico (I) Com o acréscimo de ligações entre s a situação complica-se Métricas s caminhos tomam maior relevo determinar escolha de rotas menor delay, menor jitter,... Mais usa: contagem de saltos AS AS Linha dedicada AS AS AS AS Arq. de Redes - Pedro Brandão / Encaminhamento Dinâmico (II) A maior parte tráfego de rede encontra-se dentro de grupos lógicos ou mínios de encaminhamento: Sistema Autónomos, Áreas, etc: mesma autoridade de administração e que utiliza o mesmo protocolo de encaminhamento partilhar informação entre os seus s; Protocolos de encaminhamento interiores e exteriores As métricas são usadas em protocolos de encaminhamento exterior, pois será de confiar nas métricas internas anunciadas. Arq. de Redes - Pedro Brandão /

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