Declarações Prospectivas

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1 Banco S.A. CNPJ N o / Bovespa BBDC3 (ON) e BBDC4 (PN) NYSE BBD Latibex XBBDC CDI Ibovespa Dólar Comercial IGP-M IPCA IBGE TJLP TR Poupança Dias Úteis (quantidade) Indicadores Principais Indicadores (%) o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem. 1 o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem. Acumulado 12 meses 4,04 3,58 7,76 3,03 2,89 6,00 13,16 13,44 (3,48) 9,49 2,99 18,74 22,30 48,49 (7,19) (0,37) (7,54) (4,10) (6,05) (9,90) (11,00) 0,70 0,71 1,41 1,11 0,34 1,46 3,90 1,44 0,10 1,54 1,26 0,81 2,08 3,69 2,18 1,98 4,20 1,59 1,59 3,20 6,84 0,51 0,47 0,98 0,48 0,39 0,87 1,93 2,03 1,98 4,05 1,99 1,91 3,94 8, Dólar Comercial Venda (R$) Euro (R$) Risco-País (Pontos) Selic Taxa Básica Copom (% a.a.) Taxa Pré BM&F 1 ano (% a.a.) Valor de Fechamento Indicadores 2006 Março Junho Março Junho 2,1724 2,1643 2,0504 1,9262 2,6327 2,7681 2,7389 2, ,50 15,25 12,75 12,00 14,84 14,78 11,85 10,77 Depósitos Alíquotas de Depósitos Compulsórios (%) o Trim. 2 o Trim. 1 o Trim. 2 o Trim. Itens Alíquotas e Limites (%) o Trim. 2 o Trim. 1 o Trim. 2 o Trim ,65 0,65 0,65 0, À Vista (1) Adicional (2) A Prazo (3) Adicional (2) Poupança (4) Adicional (2) Imposto de Renda Contribuição Social PIS (1) Cofins (2) Reserva Legal sobre o Lucro Líquido Limite de Imobilização (3) Índice de Basiléia (4) (1) Recolhido em espécie Sem remuneração. (2) Recolhido em espécie Remuneração pela Taxa Selic. (3) Vinculação de Títulos Do valor calculado pelo percentual de 15%, há dedução de R$ 300 milhões. (4) Recolhido em espécie Remuneração pela TR + juros de 6,17% a.a. (1) A alíquota aplicada às empresas que não sejam financeiras e equiparadas é de 1,65% (PIS não cumulativo). (2) A alíquota aplicada às empresas que não sejam financeiras e equiparadas é de 7,60% (Cofins não cumulativa). (3) O Limite de Imobilização é aplicado sobre o Patrimônio de Referência. (4) O Patrimônio de Referência não pode ser inferior a 11% dos Ativos Ponderados. Declarações Prospectivas Este Relatório de Análise Econômica e Financeira contém declarações prospectivas relativas aos nossos negócios que estão baseadas nas atuais expectativas, estimativas e projeções da administração sobre acontecimentos futuros e tendências financeiras que possam afetar nossos negócios. Palavras como acreditar, antecipar, planejar, esperar, pretender, objetivo, avaliar, prognosticar, prever, projetar, diretrizes, deveria e expressões semelhantes, são usadas para identificar declarações de previsões. Estas, entretanto, não são garantia de desempenho futuro e envolvem riscos e incertezas que podem estar fora de nosso controle. Além disso, certas declarações prospectivas são baseadas em premissas que, dependendo dos eventos futuros, podem não se provar precisas. Portanto, os resultados reais podem ser diferentes, de modo significativo dos planos, objetivos, expectativas, projeções e intenções expressas ou implícitas em tais declarações prospectivas. Fatores que podem modificar os resultados reais incluem, entre outros, mudanças em condições comerciais e econômicas regionais, nacionais e internacionais; inflação; aumento nas inadimplências por parte dos tomadores nas operações de crédito, com conseqüente aumento nas provisões para perdas com operações de crédito; perda da capacidade de captar depósitos; perda de clientes ou de receitas; nossa capacidade de sustentar e melhorar o desempenho; mudanças nas taxas de juros que possam, entre outras coisas, afetar adversamente nossas margens; a concorrência no setor bancário, nos serviços financeiros, serviços de cartões de crédito, seguros, administração de ativos e outros setores relacionados; regulamentação governamental e assuntos fiscais; disputas ou procedimentos legais adversos ou de regulamentações; e crédito e outros riscos das atividades de empréstimos e investimentos. Conseqüentemente, não devemos colocar confiança excessiva nessas declarações prospectivas. Estas são válidas somente para a data em que foram elaboradas. Exceto se exigido pela lei aplicável, não assumimos qualquer obrigação de atualizá-las em função de novas informações, desenvolvimentos futuros ou outros motivos.

2 Fatores de Riscos e Políticas Contábeis Críticas Para assegurar o compromisso do com as melhores práticas internacionais de transparência e governança corporativa, destacaremos os itens Fatores de Riscos e Políticas Contábeis Críticas. São estes fatores e políticas que consideramos mais importantes e que podem afetar o dia-a-dia dos nossos negócios, dos resultados das nossas operações ou da nossa situação financeira. Vale ressaltar que o aborda de modo abrangente e integrado o gerenciamento de todos os riscos inerentes às suas atividades. Essa visão integrada proporciona o aprimoramento dos modelos de gestão de riscos, além de evitar a existência de qualquer lacuna que venha a comprometer a correta identificação e mensuração desses riscos. Riscos Relativos ao Brasil 1) As condições político-econômicas do Brasil têm impacto direto sobre os nossos negócios e sobre o valor de mercado de nossas ações e ADSs Preponderantemente, todas as nossas operações e clientes se encontram no Brasil. Dessa forma, nossa situação financeira e os resultados das operações são, substancialmente, condicionados à economia brasileira, que, no passado, foi caracterizada por freqüentes intervenções do Governo Brasileiro, assim como por ciclos econômicos voláteis. Além disso, nossa situação financeira e o valor de mercado de nossas ações e ADSs podem ser afetados de modo negativo por mudanças na política de controles cambiais, fiscais e de outras questões como por exemplo, oscilações nas taxas de câmbio, nas taxas de juros, nos índices de inflação, além de outros acontecimentos políticos, diplomáticos, sociais e econômicos no Brasil e no Exterior, que possam afetar o País. Não temos controle e nem previsões sobre quais medidas ou políticas o Governo Brasileiro pode tomar em resposta à atual ou futura situação econômica brasileira ou como tais medidas ou políticas podem afetar a economia brasileira e, tanto direta quanto indiretamente, as nossas operações e receitas. 2) Caso o Brasil atravesse um período de inflação alta no futuro, nossas receitas e o valor de mercado de nossas ações e ADSs poderão diminuir Nos últimos quinze anos, o Brasil enfrentou períodos de elevadas taxas de inflação com índices anuais (IGP-DI da Fundação Getulio Vargas) altíssimos: 2.708%, em Recentemente, as taxas de inflação brasileiras apontaram 1,2%, em 2005, 3,8%, em 2006 e 1,4% no 1 o semestre de. No passado, a inflação e as medidas governamentais para contê-la tiveram significativos efeitos negativos sobre a economia brasileira. Além disso, a especulação geral sobre futuras medidas também tem contribuído para a incerteza na economia do Brasil, o que aumenta a volatilidade dos mercados de valores mobiliários brasileiros. Caso o Brasil atravesse um período de inflação alta no futuro, os nossos custos poderão aumentar, as nossas margens operacionais e líquidas poderão diminuir e, se faltar confiança do investidor, o preço de nossas ações e ADSs poderá cair. As pressões inflacionárias podem limitar nossa capacidade de acessar mercados financeiros no Exterior, além de, eventualmente levar a novas intervenções governamentais na economia, incluindo a implementação de políticas governamentais que podem afetar de modo negativo o desempenho global da economia brasileira. 3) O acesso aos mercados de capitais internacionais, por parte das empresas brasileiras, é influenciado pela percepção de risco sobre economias emergentes, o que pode prejudicar a nossa capacidade de financiar as operações O mercado de títulos emitidos por empresas brasileiras é influenciado pelas condições econômicas e de mercado no Brasil e, em graus diferentes, pelas condições de mercado de outros países latino-americanos e de outros países emergentes. Embora as condições econômicas em tais países possam diferir de maneira significativa das condições econômicas no Brasil, a reação dos investidores a acontecimentos nesses outros países pode ter um efeito adverso no valor de mercado dos títulos de empresas brasileiras. Crises em outros países emergentes ou políticas econômicas de outros países, em especial as políticas dos Estados Unidos e as dos países que compõem a União Européia, podem reduzir a demanda dos investidores por títulos de empresas brasileiras, incluindo a nossa. Qualquer um dos eventos descritos acima poderia afetar negativamente o preço de mercado de nossas ações e dificultar, ou mesmo impedi-los por completo, nosso acesso ao mercado de capitais e nosso financiamento para operações futuras em condições aceitáveis. II Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

3 4) Acontecimentos em outros mercados emergentes podem afetar de modo negativo o valor de mercado de nossas ações e ADSs O valor de mercado de nossas ações e ADSs pode ser afetado de modo negativo por quedas nos mercados financeiros internacionais e nas condições econômicas mundiais. No Brasil, o mercado de valores mobiliários é influenciado pela economia local e de outros países emergentes, particularmente os da América Latina. Embora as condições econômicas sejam diferentes em cada País, a reação dos investidores em relação a acontecimentos num País podem afetar os mercados de títulos e os títulos de emissão em outros países, inclusive o Brasil. Ocasionalmente, os acontecimentos em outros países têm afetado de modo negativo o valor de mercado das nossas ações e de outras empresas brasileiras, uma vez que a elevada percepção de risco dos investidores, devido às crises em outros mercados emergentes, pode levar a níveis reduzidos de investimento no Brasil e, além disso, pode prejudicar nossa habilidade em financiar nossas operações por meio de mercados de capitais internacionais. Se a situação econômica na América Latina piorar ou se acontecimentos semelhantes nos mercados financeiros internacionais ocorrerem no futuro, o valor de mercado de nossas ações e ADSs pode ser afetado de modo negativo. Riscos Relacionados ao e aos Setores Bancário e Segurador Brasileiros 1) O Governo Brasileiro regula as operações dos bancos e das seguradoras brasileiras, sendo que as mudanças nas leis e nos regulamentos vigentes ou a imposição de nova legislação podem afetar de modo negativo as nossas operações e o nosso resultado Os bancos e as seguradoras brasileiros estão sujeitos à extensa e contínua fiscalização regulamentar por parte do Governo Brasileiro. Não temos participação na elaboração da regulamentação governamental que rege todas as características das nossas operações, inclusive no tocante à imposição de necessidades de patrimônio de referência e capital mínimos, de depósitos compulsórios, limites de empréstimos e outras restrições de crédito. A estrutura regulamentar que rege os bancos e as seguradoras brasileiras está em constante evolução, e leis e regulamentos podem ser alterados. Além disso, a aplicação ou a interpretação das leis e dos regulamentos podem ser modificadas e novas leis e regulamentos podem ser adotados. Essas mudanças poderiam afetar substancialmente de modo negativo as nossas operações e o nosso resultado. As mudanças regulamentares que afetam os outros negócios nos quais atuamos, incluindo as nossas operações de corretagem, de consórcios e de arrendamento mercantil, também podem afetar de modo negativo as nossas operações e o nosso resultado. 2) O ambiente cada vez mais competitivo nos setores bancário e de seguros no Brasil pode afetar de modo negativo as nossas expectativas de negócios Enfrentamos significativa concorrência em todas as principais áreas de operação, tanto de outros grandes bancos brasileiros quanto das seguradoras públicas e privadas. A regulamentação brasileira impõe barreiras limitadas apenas à entrada no mercado e não diferencia bancos comerciais e de investimentos e seguradoras locais e estrangeiras. Conseqüentemente, a crescente presença de bancos e seguradoras estrangeiros no Brasil, alguns dos quais com mais recursos do que nós, tem aumentado a concorrência nos setores bancário e de seguros. A privatização dos bancos estatais também tem influenciado os mercados bancários e de outros serviços financeiros para que se tornem mais competitivos. O aumento na concorrência pode afetar de modo negativo os resultados e as expectativas dos nossos negócios por meio de, entre outros fatores, limitação da capacidade de aumentar nossa base de clientes e expandir as operações; redução das nossas margens de lucro sobre os serviços bancários, de seguros, de arrendamento mercantil e dos outros produtos que oferecemos; e aumento da concorrência para oportunidades de investimentos estrangeiros. Ademais, outros bancos e seguradoras estatais poderão ser privatizados no futuro. A aquisição de um banco ou seguradora, que esteja sendo privatizado, por um dos nossos concorrentes poderia agregar a parcela do mercado do adquirente e, conseqüentemente, enfrentaríamos maior concorrência deste. 3) Algumas de nossas ações ordinárias são detidas por dois acionistas, cujos interesses podem conflitar com os interesses de outros investidores Em 30 de junho de, a Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações mantinha 48,46% de nossas ações ordinárias e a Fundação mantinha, direta e indiretamente, 48,32%. Conseqüentemente, esses acionistas têm o poder de votar para impedir uma mudança no controle da Companhia, mesmo se uma operação dessa natureza fosse benéfica aos nossos outros acionistas, assim como para aprovar transações com partes relacionadas ou reorganizações societárias, que possam não ser benéficas aos nossos outros acionistas. III

4 Políticas Contábeis Críticas Os resultados do são suscetíveis a políticas contábeis, suposições e estimativas. É de responsabilidade da Administração adotar políticas contábeis adequadas além de fazer julgamentos e estimativas que sejam razoáveis e prudentes para a elaboração das demonstrações financeiras. Nossas políticas contábeis significativas estão descritas na nota explicativa n o 3 das demonstrações financeiras consolidadas incluídas no capítulo 8 desse Relatório. Em termos de materialidade, os 5 itens a seguir descrevem as políticas contábeis que são consideradas críticas, bem como as áreas que exigem maior julgamento e estimativa ou envolvem um alto grau de complexidade, que podem afetar a nossa situação financeira e o resultado de nossas operações. As estimativas contábeis que fazemos nestes contextos nos obrigam a fazer suposições sobre assuntos que são altamente incertos. Em cada caso, se tivéssemos feito outras estimativas ou se as mudanças nas estimativas ocorressem de período a período, poderiam ter impacto significativo sobre nossa situação financeira ou sobre o resultado das nossas operações: 1) Provisão para Perdas com Operações de Crédito Ajustamos periodicamente nossa provisão para perdas com operações de crédito, que incluem as operações de arrendamento mercantil e demais operações com característica de crédito, com base na análise de nossa carteira, incluindo estimativa das perdas prováveis nesses segmentos no final de cada período. A determinação do valor da provisão para perdas com operações de crédito exige, por sua natureza, que façamos julgamentos e suposições com relação à nossa carteira de operações de crédito, tanto em bases individuais quanto em base da carteira. Quando a revisamos como um todo, vários fatores podem afetar nossa estimativa da amplitude provável das perdas, incluindo a metodologia que usamos para mensurar as taxas históricas de inadimplência e o período histórico que consideramos para fazer tais mensurações. Quando revisamos nossas operações de crédito em bases individuais, fazemos julgamentos relativos aos fatores que mais provavelmente devem afetar os níveis de risco e qual classificação de crédito específica devemos atribuir. Fatores adicionais que podem afetar nossa determinação da provisão para perdas com operações de crédito incluem: condições econômicas brasileiras gerais e condições no setor relevante; experiência anterior com o devedor ou setor relevante da economia, incluindo experiência recente de prejuízos; tendências de qualidade de crédito; valores e qualidade de garantias de uma operação de crédito; volume, composição e crescimento de nossa carteira de operações de crédito; política monetária do Governo Brasileiro; e quaisquer atrasos no recebimento das informações necessárias para avaliar operações de crédito ou confirmar a deterioração de crédito existente. Nossa determinação de provisão para perdas com operações de crédito é influenciada pela classificação de risco de cada operação de crédito. Assumindo uma oscilação positiva de 1% na taxa de inadimplência esperada para nossa carteira de operações de crédito adimplente em 30 de junho de, a provisão para perdas com tais operações aumentaria em aproximadamente R$ 44 milhões. Esta análise de sensibilidade é hipotética e tem a intenção de ilustrar o impacto que a classificação de risco e a severidade de perdas têm sobre nossa provisão e portanto não deve ser considerada como uma reflexão de nossas expectativas para determinações futuras da classificação de risco ou para alterações futuras na severidade de perdas. Em razão dos procedimentos que seguimos, a fim de determinar nossa classificação de risco da carteira de crédito e nossa avaliação da severidade de perdas, acreditamos que a classificação de risco atual e a estimativa da severidade de perdas para nossa carteira de crédito são adequadas. Para informações adicionais relativas às nossas práticas quanto à provisão para perdas com operações de crédito veja matéria sobre operações de crédito incluída no capítulo 3 e notas explicativas n os 3e e 10, incluídas no capítulo 8 desse Relatório. 2) Avaliação de Títulos e Derivativos Os instrumentos financeiros registrados ao valor justo em nossas demonstrações financeiras incluem, principalmente, títulos classificados como de negociação, disponíveis para venda e outros ativos de negociação, incluindo derivativos. O valor justo é definido como o valor pelo qual uma posição poderia ser fechada ou vendida em uma transação com uma parte conhecedora do assunto disposta a negociar, sem favorecimentos. Estimamos o valor justo usando preços cotados de mercado, quando disponíveis. Observamos que o valor pode ser afetado pelo volume de ações negociadas e pode, também, não refletir os prêmios de controle resultantes dos acordos de ações com acionistas, que detêm investimentos significativos. Entretanto, a Administração acredita que os preços cotados de mercado são os melhores indicadores do valor justo. IV Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

5 Quando os preços cotados de mercado não estão disponíveis, usamos modelos para estimar o valor justo. Os fatores usados nestes modelos incluem cotações de distribuidores, modelos de precificação, preços de instrumentos com características similares e fluxos de caixa descontados. A precificação baseada em modelos também utiliza informações sobre taxas de juros, taxas cambiais, volatilidade de opções, quando relevantes e disponíveis. Na determinação do valor justo, quando os preços cotados de mercado não estão disponíveis, há o julgamento da Administração, já que os modelos são dependentes de nosso julgamento com relação a que peso atribuir a diferentes fatores e à qualidade das informações que recebemos. Por exemplo, dados de mercado confiáveis quando da estimativa do impacto de manter uma grande posição são geralmente limitados. Do mesmo modo, usamos nosso julgamento na estimativa de preços quando não existir nenhum parâmetro externo. Se fizermos suposições incorretas ou o próprio modelo fizer correlações ou suposições incorretas, o valor da receita ou perda registrado para um ativo ou passivo específico pode ser inadequado. O julgamento deve determinar, também, se um declínio no valor justo abaixo do custo atualizado de um título mantido até o vencimento ou de um título disponível para venda não é temporário, de maneira a exigir que seja possível reconhecer uma desvalorização do custo atualizado e que possamos refletir a redução como despesa. Na avaliação, se uma desvalorização não é temporária, a Administração decide qual o período histórico deve ser considerado e quão severa uma perda pode ser. Esses métodos de avaliação podem levar o a resultados diferentes, caso os modelos utilizados ou as suposições e estimativas forem inexatos. Para informações adicionais relativas às nossas práticas referentes à avaliação de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos, veja notas explicativas n os 3c, 3d e 8, incluídas no capítulo 8 desse Relatório. 3) Classificação dos Títulos A classificação dos títulos ocorre em três categorias: para negociação, disponíveis para venda e mantidos até o vencimento. Essa classificação é baseada na intenção da Administração, na data da aquisição dos títulos, em manter ou negociar tais títulos. O tratamento contábil dos títulos que possuímos depende de nossa classificação, quando da aquisição dos mesmos. As transformações circunstanciais podem modificar a nossa estratégia em relação a um título específico, que exigirá uma transferência entre as três categorias. A classificação dos títulos encontra-se na nota explicativa n o 8, incluída no capítulo 8 desse Relatório. 4) Imposto de Renda e Contribuição Social A determinação do valor de nossos impostos e contribuições está relacionada à análise de nossos ativos e passivos fiscais diferidos, imposto de renda e contribuição social a pagar. Em geral, nossa avaliação exige uma estimativa dos valores futuros dos ativos fiscais diferidos, imposto de renda e contribuição social a pagar. Nossa avaliação sobre a possibilidade de que um ativo fiscal diferido possa ser realizado é subjetiva e envolve avaliações e suposições que são incertas em sua origem. A realização dos ativos fiscais diferidos está sujeita a alterações nas alíquotas fiscais futuras e ao desenvolvimento de nossas estratégias de planejamento tributário. O suporte para nossas avaliações e suposições pode mudar com o decorrer do tempo como resultado de acontecimentos ou circunstâncias imprevistas, influenciando a determinação do valor de nossas obrigações fiscais. Constantemente, monitoramos e avaliamos o impacto de novas leis tributárias sobre nossas obrigações. Estas poderiam afetar as avaliações e suposições de nossa análise no sentido de realizar ativos fiscais diferidos. Para informações adicionais a respeito de nosso imposto de renda e de nossa contribuição social, veja notas explicativas n os 3f e 34 de nossas demonstrações financeiras, incluídas no capítulo 8 desse Relatório. 5) Uso de Estimativas Nossa Administração faz estimativas e premissas que incluem: o valor das provisões para impostos diferidos, as premissas para cálculos da provisão para perdas com operações de crédito, as premissas para cálculos de provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização, a escolha das vidas úteis de certos ativos e determinar se um ativo ou grupo de ativos específico será deteriorado. As estimativas são baseadas no julgamento e nas informações disponíveis. Portanto, os resultados efetivos podem ser diferentes destas estimativas. V

6 Estratégia Empresarial Entendemos que a expansão da economia brasileira, aliada a um forte crescimento da população brasileira, levará à uma expansão da demanda por esses serviços. Neste contexto, nosso principal objetivo é manter o foco no mercado doméstico e aproveitar a nossa posição como o maior banco privado no Brasil para expandir a rentabilidade, maximizar valor para nossos acionistas e gerar retornos mais altos em comparação com outras instituições do setor financeiro brasileiro. Pretendemos atingir essas metas com a estratégia de expandir, continuamente, a nossa base de clientes e, também consolidar o nosso papel como o primeiro banco de cada um de nossos clientes, no sentido de ser sempre a sua primeira opção para todas as suas necessidades de serviços financeiros. A nossa meta é ser o Banco Completo para o mercado brasileiro. Neste sentido, nós esperamos manter presença destacada em cada uma das linhas de serviços financeiros. No segmento bancário, temos como objetivo prestar a mais ampla gama de serviços de banco de varejo, apoiado em um quadro de funcionários que conta com mais de 80 mil colaboradores, uma ampla Rede de Atendimento, que inclui nossas Agências, Postos Bancários, Banco Postal e Expresso (Correspondentes), além do próprio Auto-Atendimento, sempre com a atenção voltada à expansão do volume dos negócios. Também estamos focados em expandir nossos negócios como banco de atacado em todos os seus aspectos (banco de investimento e de negócio de corporate) e expandir nosso negócio de private banking. No segmento de seguros, desejamos consolidar a liderança da Seguros e Previdência. Em relação ao segmento de previdência complementar, pretendemos aproveitar a contínua expansão da demanda por nossos produtos de previdência. Em cada uma das nossas linhas de operação, queremos nos destacar e ser percebidos pelos nossos clientes como líderes no desempenho e na eficiência. Entendemos que a essência do êxito empresarial no setor financeiro consiste em combinar a atração do cliente com um quadro de funcionários altamente capacitado e dedicado à prestação de serviços, permanentemente treinado e com rígidos padrões de disciplina no trabalho. Nossos planos de crescimento não se traduzem apenas em buscar a incorporação de novos clientes, mas também estão focados no freqüente aprimoramento dos produtos e canais de distribuição. É fundamental para a promoção do negócio o tratamento dispensado ao nosso pessoal em termos de capacitação, promoção e criação de uma cultura de solidariedade no trabalho, com o objetivo de fomentar um ambiente em que nossos funcionários possam desenvolver uma carreira que perdure durante toda a sua vida profissional. Finalmente, é elemento principal da nossa filosofia conduzir o negócio de acordo com os mais altos padrões de ética. Portanto, a nossa estratégia é orientada sempre na busca das melhores práticas de Governança Corporativa e no entendimento de que o deverá ser, além de fonte de lucros para seus acionistas, um elemento construtivo dentro de nossa sociedade. Os elementos chave de nossa estratégia comercial são: expansão por meio do crescimento orgânico; atuação com base no Modelo Banco-Seguros, que é um modelo comercial de uma grande instituição bancária, que possui como controlada uma importante seguradora, a fim de mantermos nossa rentabilidade e consolidarmos nossa liderança no setor de seguros; aumento das receitas, da rentabilidade e do valor para nossos acionistas, por meio do fortalecimento de nossas operações de empréstimos, nossa atividade primordial, e da ampliação de novos produtos e serviços; manutenção de nosso compromisso quanto à inovação tecnológica; obtenção de rentabilidade e retorno para os acionistas por meio da melhora do índice de eficiência; manutenção de níveis de riscos aceitáveis em nossas operações; e expansão mediante alianças estratégicas e aquisições seletivas, quando vantajosas. 1) Expandir as áreas comerciais essenciais por meio do crescimento orgânico A economia brasileira tem mostrado solidez nos últimos anos. Com isso, tem criado oportunidades estratégicas para o crescimento dos setores financeiros e de seguros, principalmente por meio de aumento no volume de negócios. Pretendemos nos beneficiar destas oportunidades para aumentar nossa receita, obter rentabilidade e maximizar valor para os acionistas, como descrito a seguir: aproveitar as oportunidades do mercado brasileiro para obter novos clientes, que tenham suas necessidades de crédito e financeiras apenas parcialmente atendidas, em complemento à competição por uma pequena camada de clientes detentores de rendas mais altas; ampliar a nossa distribuição de serviços financeiros utilizando, fortemente, os meios não tradicionais e a criatividade no desenvolvimento de novos produtos, como, por exemplo, a expansão de nossa oferta de cartões de crédito e a extensão da concessão de créditos para compras em lojas utilizando alianças com as próprias lojas e na prestação de serviços por meio do Banco Postal; VI Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

7 utilizar os canais de distribuição em benefício do Banco, inclusive de nossa tradicional Rede de Agências e da tecnologia de acesso à Internet para identificação de demanda por novos produtos; oferecer para a nossa base de clientes nossos produtos e serviços de modo mais amplo; utilizar os sistemas de nossas Agências, com o objetivo de avaliarmos e monitorarmos o uso de nossos produtos por nossos clientes, de modo a canalizá-los para as plataformas adequadas de venda, entrega e comercialização; e desenvolver produtos diversificados, de acordo com as necessidades de nossos clientes atuais e potenciais. 2) Atuar com base no Modelo Banco-Seguros, a fim de manter a rentabilidade e consolidar a liderança no setor de seguros Nossa meta é ser o primeiro banco de nossos clientes e, com isso, ampliar o atendimento aos mesmos de acordo com suas necessidades bancárias, de seguros e de previdência. Acreditamos estar em posição privilegiada para capitalizar a sinergia entre serviços bancários, seguros, previdência e outras atividades financeiras, para efetuar a venda de nossos produtos bancários tradicionais e de seguros e previdência, por meio de nossa Rede de Agências, de nossa rede de corretores e concessionários, de nossos serviços de distribuição pela Internet e de nossa criatividade em desenvolver novos canais de distribuição. Ao mesmo tempo, pretendemos aumentar os níveis de rentabilidade do negócio de seguros e de planos de previdência complementar, utilizando a medida de lucratividade no lugar do volume de prêmios subscritos ou contribuições recebidas, como pode ser observado a seguir: mantendo nossa política atual de avaliar cuidadosamente os riscos de seguros de veículos e recusando-os nos casos em que os riscos sejam muito altos; comercializando, intensivamente, nossos produtos; e mantendo níveis de riscos aceitáveis em nossas operações por meio de uma estratégia de: priorizar oportunidades de subscrição de seguros, de acordo com o diferencial de risco (risk spread), entre a receita esperada nos termos do contrato de seguro e o valor dos sinistros projetados (estatisticamente) a serem devidos nos termos desse contrato; efetuar transações de hedge de modo a equacionar descasamento entre a taxa real de inflação e provisões para ajustes de taxas de juros e inflação em contratos de longo prazo; celebrar contratos de resseguro com resseguradoras de renome celebrados por meio do IRB-Brasil Resseguros (IRB), para reduzir a exposição a grandes riscos; e usar contratos de resseguro com resseguradoras de renome. 3) Aumento das receitas de atividades bancárias, da rentabilidade e do valor para os acionistas, por meio do fortalecimento das operações de empréstimos e da ampliação de novos produtos e serviços Estamos voltados para o aumento das receitas e da rentabilidade de nossas operações bancárias, conforme as seguintes ações: exercer nossas atividades tradicionais de captação de depósitos e de operações de empréstimos em busca, continuamente, da melhora da qualidade de nossa carteira de crédito, por meio de planos de mitigação de riscos e do aprimoramento na aferição dos ratings para concessão dos créditos; construir nossa base de clientes, pessoas físicas e jurídicas, oferecendo serviços em conformidade com as necessidades de clientes específicos, inclusive serviços de câmbio e financiamento à importação/exportação; buscar, intensivamente, o desenvolvimento de serviços remunerados com base em tarifas, tais como cobrança e processamento de pagamentos, para clientes atuais e potenciais; expandir nossos serviços e produtos financeiros distribuídos fora de nosso meio convencional de Agências. Por exemplo, atividades de cartões de crédito, para aproveitar a mudança no comportamento dos consumidores no que tange ao consumo de serviços financeiros; aumentar nossas receitas de gestão de ativos e de planos de previdência; e continuar formando nossa base de clientes de alta renda, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços financeiros personalizados, com máxima eficiência na gestão de ativos. VII

8 4) Manter nosso compromisso de inovação tecnológica O desenvolvimento de meios eficientes para se chegar aos clientes e processar operações é elemento chave na nossa meta de aumentar a rentabilidade e, com isso, obter oportunidades de crescimento coordenado. Recentemente, resolvemos reforçar esta estratégia com o desafio de mudar o nosso modelo tecnológico para manter, definitivamente, a liderança do mercado no setor em termos de tecnologia. Para isso, estabelecemos uma força-tarefa dedicada ao avanço do nosso perfil e percepção pública em relação à tecnologia. Acreditamos que a tecnologia oferece oportunidades incomparáveis para chegarmos até nossos clientes de maneira eficaz, em termos de custos, e com níveis satisfatórios de segurança. Mantemos o compromisso de estar na vanguarda do processo de automação bancária devido à criação de oportunidades para o público brasileiro de nos contatar pela Internet. Esperamos continuar aumentando o número de clientes e operações realizadas pela Internet por meio de técnicas como: continuar instalando estações de acesso à Internet (WebPoints) em locais públicos, a fim de permitir que nossos clientes utilizem nosso sistema bancário pela Internet quer eles tenham ou não acesso a um computador pessoal; ampliar nosso serviço bancário móvel ( Mobile Banking), a fim de permitir aos nossos clientes realizar suas operações bancárias pela Internet, com telefones celulares compatíveis; e fornecer Pocket Internet Banking para palmtops e Personal Digital Assistants ( PDAs ), que permitem aos nossos clientes: conferir suas contas correntes e de poupança; transações de cartões de crédito; efetuar pagamentos; transferir fundos e também obter informações institucionais. 5) Obter rentabilidade e retorno para os acionistas por meio da melhora do índice de eficiência Pretendemos melhorar nossos níveis de eficiência: mantendo a austeridade como diretriz de nossa política de controle de custos; consolidando as sinergias disponibilizadas por nossas recentes aquisições; continuando a reduzir nossos custos operacionais, por meio de investimentos em tecnologia que diminuam os custos por transação, mantendo os nossos canais de distribuição automatizados sempre atualizados, inclusive nossos sistemas de distribuição por telefone, Internet e caixas eletrônicos; e continuando a incorporar as instituições que venham a ser adquiridas em nosso sistema, a fim de eliminar sobreposições, redundâncias e ineficiência em potencial. 6) Manter níveis de riscos aceitáveis em nossas operações Estamos constantemente identificando e avaliando os riscos intrínsecos às atividades que desenvolvemos. Mantemos adequados controles, zelando pela conformidade dos processos e da alocação eficiente de capital, com o objetivo de manter níveis similares aos padrões internacionais, bem como obter vantagens competitivas. 7) Celebrar alianças estratégicas e aquisições seletivas Entendemos que a fase de expansão das instituições financeiras brasileiras acontecerá em decorrência do crescimento orgânico dos próximos anos. Também, acreditamos que as oportunidades de aquisição serão de instituições de menor porte disponíveis. Não obstante, consideramos que algumas instituições passíveis de aquisição poderiam apresentar oportunidades de nicho, como financiamento ao consumidor, cartões de crédito e de banco de investimento. Portanto, avaliamos, continuamente, as alianças estratégicas em potencial e oportunidades de consolidação, inclusive propostas de privatizações e aquisições e outras formas que ofereçam oportunidades potenciais para aumentarmos nossa participação de mercado ou melhorarmos nossa eficiência. Além de focar no valor e na qualidade dos ativos, levamos em consideração sinergias operacionais em potencial, oportunidades de vendas cruzadas, aquisições de know-how e outras vantagens de uma aliança ou aquisição em potencial. A nossa análise de oportunidades em potencial é orientada pelo impacto que elas teriam sobre os nossos resultados. VIII Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

9 Sumário Lista das Principais Abreviações 10 1 Linha a Linha 11 Lucro Líquido 12 Análise Resumida da Demonstração do Resultado 13 Destaques 15 Ações do 18 Demonstração de Resultado 22 Análise da Demonstração de Resultado 23 Balanço Patrimonial Comparativo 40 Análise Patrimonial 41 2 Principais Dados do Resultado 53 Demonstração Consolidada do Resultado Ajustado 54 Rentabilidade 56 Resultado por Segmento de Negócios 58 Variação dos Principais Itens dos Resultados 58 Variação dos Itens que Compõem a Margem Financeira com Ajuste de Câmbio 59 Análise da Margem Financeira Ajustada e das Taxas Médias 60 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 67 Receitas de Prestação de Serviços 68 Despesas Administrativas e de Pessoal 69 Eficiência Operacional 70 Outros Indicadores 72 3 Principais Dados Patrimoniais 73 Balanço Patrimonial Consolidado 74 Ativos Totais por Moeda e por Prazos 76 Títulos e Valores Mobiliários 77 Operações de Crédito 78 Captações de Recursos 84 Contas Correntes 84 Contas de Poupança 85 Recursos Administrados 86 4 Empresas Operacionais 89 Grupo de Seguros e Previdência 90 Seguradoras (Consolidado) 90 Saúde 96 Auto/RE 98 Vida e Previdência 100 Capitalização 104 Banco Finasa 109 Banco BBI 111 Empresas de Arrendamento Mercantil (Leasing) 113 Consórcios 115 S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários 121 Securities, Inc Estrutura Operacional 125 Organograma Societário 126 Organograma Funcional 128 Principais Ratings 129 Principais Rankings 130 Segmentação do Mercado 131 Corporate 131 Empresas 132 Private 132 Prime 133 Varejo 134 Banco Postal Responsabilidade Socioambiental 183 A Organização e a Responsabilidade Socioambiental 184 Recursos Humanos Demonstrações Financeiras, Parecer dos Auditores Independentes, Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria e Parecer do Conselho Fiscal 219 Relatório da Administração 220 Balanço Patrimonial Consolidado 227 Demonstração Consolidada do Resultado 231 Demonstração Consolidada das Mutações do Patrimônio Líquido 232 Demonstração Consolidada das Origens e Aplicações de Recursos 233 Fluxo de Caixa Consolidado 234 Rede de Atendimento 137 Canais de Atendimento Dia&Noite 139 Investimentos em Infra-Estrutura, Informática e Telecomunicações 146 Gerenciamento de Riscos e Compliance 147 Cartões 165 Área Internacional 169 Soluções de Cash Management 173 Serviços Qualificados para o Mercado de Capitais 176 Processos Corporativos 178 Reconhecimentos 181 Fundação 209 Balanço Social Relatório dos Auditores Independentes 217 Relatório dos Auditores Independentes sobre a Revisão Limitada das Informações Contábeis Suplementares incluídas no Relatório de Análise Econômica e Financeira e no Balanço Social 218 Demonstração Consolidada do Valor Adicionado 235 Índice das Notas Explicativas 236 Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Financeiras 237 Órgãos da Administração 292 Parecer dos Auditores Independentes 293 Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria 294 Parecer do Conselho Fiscal 296 Glossário de Termos Técnicos 297 Índice Remissivo 302 Alguns números inclusos neste Relatório foram submetidos a ajustes de arredondamento. Assim sendo, os valores indicados como totais em alguns quadros podem não ser a soma aritmética dos números que os precedem.

10 Lista das Principais Abreviações AACD Associação de Assistência à Criança Deficiente ABC Activity-Based Costing (Custeio Baseado em Atividades) Abecs Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços ABEL Associação Brasileira das Empresas de Leasing ABM Activity-Based Management (Gerenciamento Baseado em Atividade) ACC Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio ADR American Depositary Receipt (Recibo de Depósito Americano) ADS American Depositary Share (Ações de Depósito Americano) ADVB Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil Anbid Associação Nacional dos Bancos de Investimentos ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar AP Acidentes Pessoais Apimec Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado Bacen Banco Central do Brasil BDR Brazilian Depositary Receipt (Recibo de Depósito Brasileiro) BM&F Bolsa de Mercadorias & Futuros BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo CBLC Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia CDB Certificado de Depósito Bancário CDC Crédito Direto ao Consumidor CDI Certificado de Depósito Interbancário CEF Caixa Econômica Federal Cetip Câmara de Custódia e Liquidação CIAB Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras CMN Conselho Monetário Nacional CNSP Conselho Nacional de Seguros Privados Cobit Control Objectives for Information and Related Technology (Objetivos de Controle para Informações e Tecnologia Correspondente) Cofins Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Conanda Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Copom Comitê de Política Monetária Cosif Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSO Committee of Sponsoring Organizations (Comitê de Organizações Patrocinadoras) CPMF Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários CS Contribuição Social CVM Comissão de Valores Mobiliários DJSI Dow Jones Sustainability World Index (Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones) DPV Disponíveis para Venda (Títulos) Dpvat Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Seguros) DR Depositary Receipt (Recibo de Depósito) DRE Demonstração do Resultado do Exercício DTVM Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários DVA Demonstração do Valor Adicionado EPE Entidade de Propósito Específico ERP Enterprise Resource Planning (Sistema Integrado de Gestão Empresarial) EXIM Exportação e Importação Linha de Financiamento do BNDES Fenaprevi Federação Nacional de Previdência Privada e Vida FGV Fundação Getulio Vargas FIA Fundação Instituto de Administração FIDC Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIE Fundo de Investimento Exclusivo Finabens Financiamento de Outros Bens e Serviços Finame Financiamento de Máquinas e Equipamentos FIPE Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Fipecafi Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras FlRN Floating Rate Note (Notas Emitidas no Exterior com Taxas Flutuantes) FxRN Fixed Rate Note (Notas Emitidas no Exterior com Taxas Fixas) IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Ibmec Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais Lista das Principais Abreviações IBNR Incurred But Not Reported (Sinistros Ocorridos mas Não Avisados) Ibovespa Índice da Bolsa de Valores de São Paulo Ibracon Instituto dos Auditores Independentes do Brasil IBRE Instituto Brasileiro de Economia IEO Índice de Eficiência Operacional IFC International Finance Corporation (Sociedade Financeira Internacional) IFT Informações Financeiras Trimestrais IGP-DI Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna IGP-M Índice Geral de Preços Mercado Inmetro Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INSS Instituto Nacional do Seguro Social IPCA Índice de Preços ao Consumidor Amplo IPO Initial Public Oferring (Oferta Pública Inicial de Ações) IPTU Imposto Predial e Territorial Urbano IR Imposto de Renda IRRF Imposto de Renda Retido na Fonte ISO International Standard Organization (Organização de Padrões Internacionais) ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial ISS Imposto Sobre Serviços JCP Juros sobre o Capital Próprio Latibex Mercado de Valores Latinoamericanos em Euros (Espanha) MBA Master of Business Administration (Mestrado em Administração de Empresas) MUFG Mitsubishi UFJ Financial Group NBR Norma Brasileira Registrada NPL Non Performing Loans (Crédito de Curso Anormal) NYSE New York Stock Exchange (Bolsa de Valores de Nova York) OHSAS Occupational Health and Safety Assessment Series (Série de Avaliação de Saúde e Segurança Ocupacional) OIT Organização Internacional do Trabalho ON Ordinárias Nominativas (Ações) ONG Organização Não Governamental ONU Organização das Nações Unidas PAA Posto de Atendimento Avançado PAB Posto de Atendimento Bancário PAE Posto de Atendimento Eletrônico em Empresas PDD Provisão de Devedores Duvidosos (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) PGBL Plano Gerador de Benefícios Livres PIS Programa de Integração Social PL Patrimônio Líquido PLR Participação nos Lucros ou Resultados PN Preferenciais Nominativas (Ações) PPNG Provisão de Prêmios Não Ganhos PTRB Pagamento Eletrônico de Tributos RCF Responsabilidade Civil Facultativa RE Ramos Elementares ROA Return on Assets (Retorno sobre os Ativos) ROAA Return on Average Assets (Retorno sobre os Ativos Médios) ROAE Return on Average Equity (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) ROE Return on Equity (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) SA 8000 Social Accountability (Prestação de Contas Social) SAP Systems Applications and Products (Sistema de Aplicação e Produtos) SBPE Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEC Securities and Exchange Commission (Comissão de Valores Mobiliários Norte-Americana) Selic Sistema Especial de Liquidação e de Custódia SESI Serviço Social da Indústria SFH Sistema Financeiro da Habitação Sipat Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Susep Superintendência de Seguros Privados TI Tecnologia da Informação TJLP Taxa de Juros de Longo Prazo TR Taxa Referencial TVM Títulos e Valores Mobiliários VaR Value at Risk (Valor em Risco) VGBL Vida Gerador de Benefícios Livres 10 Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

11 Linha a Linha 1

12 Linha a Linha Lucro Líquido O Lucro Líquido Publicado do 2 o trimestre de foi impactado por alguns eventos extraordinários. Desta forma, para permitir uma melhor análise e comparabilidade entre os períodos, estamos apresentando o demonstrativo do Lucro Líquido Publicado desconsiderando esses eventos extraordinários (Lucro Líquido Ajustado). Lucro Líquido Publicado Eventos Extraordinários do Período: (-) Alienação total do investimento na Arcelor (-) Alienação parcial do investimento na Serasa (+) Amortização Integral de Ágios (1) (+) Provisão Cível (2) (-) Crédito Tributário ativado de períodos anteriores (+) Efeitos Fiscais Lucro Líquido Ajustado R$ milhões 1 o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem (354) (354) (599) (599) (41) (41) (1) Refere-se à amortização integral de ágios apurados no 2 o trimestre pela aquisição de investimentos representados, basicamente, pela Josema Administração e Participação S.A. (Controladora da Credifar S.A. Crédito, Financiamento e Investimento); e (2) Relativo a Planos Econômicos Reposição dos Índices Expurgados. Retornos sobre o P.L. Lucro Líquido Ajustado em percentual Retorno sobre o P. L. ROE Retorno sobre o P. L. Médio ROAE Retorno sobre o P. L. ROE (sem reserva de ajuste ao valor de mercado TVM e Derivativos) Retorno sobre o P. L. Médio ROAE (sem reserva de ajuste ao valor de mercado TVM e Derivativos) Retorno sobre o P. L. ROE (cálculo linear) Retorno sobre o P. L. Médio ROAE (cálculo linear) Retorno sobre Ativos Totais ROA Retorno sobre Ativos Totais Médios ROAA 1 o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem. 28,9 28,9 27,1 30,2 29,5 28,8 31,5 31,3 29,3 32,6 32,9 31,5 26,2 26,2 25,5 27,2 26,7 27,0 2,4 2,5 2,4 2,5 2,5 2,5 Lucro Líquido Publicado x Lucro Líquido Ajustado por Eventos Extraordinários e Amortizações de Ágios R$ milhões Lucro Líquido Publicado Eventos Extraordinários e Amortizações de Ágios (501) Lucro Líquido Ajustado por Eventos Extraordinários e Amortizações de Ágios Exercícios 1 o - Semestre 12 Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

13 Análise Resumida da Demonstração do Resultado Com o objetivo de favorecer a melhor compreensão, comparabilidade e análise dos resultados do, estamos divulgando a Demonstração do Resultado Ajustado, que é obtida a partir de uma série de ajustes realizados sobre a Demonstração do Resultado Publicado. Ressaltamos que, a Demonstração do Resultado Ajustado será a base utilizada para as análises e comentários desse Relatório de Análise Econômica e Financeira. A seguir, apresentamos quadros com a Demonstração do Resultado Publicado, os respectivos ajustes e a Demonstração do Resultado Ajustado. 1 o Semestre de 2006 x 1 o Semestre de R$ milhões 1 o Semestre de 2006 Ajustes Variações 1 o Semestre de Ajustes DRE Publicada Hedge Fiscal (1) DRE Ajustada DRE Publicada Arcelor (2) Serasa (3) Ágio (4) Provisão Cível (5) Crédito Tributário (6) Hedge Fiscal (1) DRE Ajustada Valor % Margem Financeira (a) PDD (b) Resultado Bruto da Intermediação Resultado Operacional de Seguros, Previdência e Capitalização Receitas de Prestação de Serviços (c) Despesas de Pessoal (d) Outras Despesas Administrativas (d) Despesas Tributárias (d) Outras Despesas/Receitas Operacionais Resultado Operacional Resultado Não Operacional IR/CS e Participação Minoritária Lucro Líquido (295) (354) (512) ,0 (2.054) (2.054) (2.504) (2.504) (450) 21, (295) (354) (512) , , ,1 (2.888) (2.888) (3.109) (3.109) (221) 7,7 (2.692) (2.692) (3.184) (3.184) (492) 18,3 (1.078) 37 (1.041) (1.231) 64 (1.167) (126) 12,1 (1.408) (1.408) (1.848) (1.592) (184) 13, (258) (354) (448) ,4 (20) (20) 601 (599) 2 22 (1.434) 258 (1.176) (1.832) (62) (25) (41) 448 (1.188) (12) 1, (234) (395) (41) ,9 (1) resultado parcial dos derivativos utilizados para efeito do hedge de investimentos no Exterior, que em termos de Lucro Líquido, simplesmente, anula o efeito fiscal e tributário (IR/CS e PIS/Cofins) dessa estratégia de hedge; (2) resultado positivo apurado na alienação de nossa participação na Arcelor no 2 o trimestre de ; (3) resultado positivo apurado na alienação de parte de nossa participação na Serasa, no 2 o trimestre de ; (4) amortização integral de ágio em controladas no 2 o trimestre de ; (5) constituição de provisão cível relativa à Planos Econômicos Reposição de Índices Expurgados; e (6) ativação de créditos fiscais de períodos anteriores. 13 O Lucro Líquido do no 1 o semestre de alcançou R$ milhões, representando aumento de 11,9% em relação ao Lucro Líquido do mesmo período do exercício anterior. O Patrimônio Líquido do somou R$ milhões em 30 de junho de, equivalente a um acréscimo de 28,2% em relação ao saldo de 30 de junho de Conseqüentemente, o retorno anualizado sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) atingiu 28,8%. Os ativos totais consolidados alcançaram R$ milhões em 30 de junho de, o que representa um aumento de 24,7% em relação ao saldo da mesma data do exercício anterior. O retorno anualizado sobre os Ativos Médios (ROAA), no 1 o semestre de, foi de 2,5%. O lucro por ação atingiu R$ 1,75. As principais rubricas que influenciaram o lucro líquido no 1 o semestre de, comparadas com o período anterior, estão descritas a seguir: (a) Margem Financeira R$ 798 milhões Essa evolução deve-se, basicamente, ao componente juros, com participação de R$ 823 milhões (sendo R$ milhões pelo aumento do volume de negócios e R$ milhões pela redução dos spreads). Destaque para o incremento de 19,0% no volume de operações de crédito para pessoas físicas realizadas no período de 12 meses findo em 30 de junho de, voltadas, principalmente, ao financiamento do consumo e crédito pessoal, cujo spread é mais alto se comparado ao da pessoa jurídica. (b)despesa de Provisão para Devedores Duvidosos R$ (450) milhões A variação deve-se, substancialmente, ao aumento de 22,1% no volume de operações de crédito realizadas no período de 12 meses findo em 30 de junho de. Destaque para operações voltadas à pessoas físicas, especialmente na modalidade financiamento ao consumo, com aumento de 24,0%, que por sua característica específica, exige um maior volume de provisionamento. (c) Receitas de Prestação de Serviços R$ milhões O acréscimo no período deve-se, principalmente, ao aumento no volume das operações e à consolidação do Amex Brasil, com destaque para as rubricas Rendas de Cartão R$ 435 milhões, Operações de Crédito R$ 170 milhões, Conta Corrente R$ 152 milhões, Administração de Fundos R$ 70 milhões, Cobrança R$ 52 milhões, Custódia e Corretagem R$ 29 milhões e Arrecadações R$ 16 milhões. (d)despesas de Pessoal, Administrativas e Tributárias R$ (839) milhões Desse valor, R$ 221 milhões de despesas de pessoal devem-se: (i) ao aumento dos níveis salariais oriundo do acordo coletivo de 2006 (3,5%); (ii) à maiores despesas de PLR R$ 68 milhões; (iii) à consolidação do Amex Brasil e do Fidelity R$ 77 milhões; mitigado: (iv) pelas menores despesas com provisões para processos trabalhistas R$ 44 milhões. Basicamente, os R$ 492 milhões de outras despesas administrativas referem-se: (i) ao reflexo no aumento dos volumes dos negócios; (ii) à investimentos na melhoria e na otimização da plataforma tecnológica; e (iii) aos reajustes contratuais no período. Os R$ 126 milhões de despesas tributárias decorrem, fundamentalmente: (i) do acréscimo das despesas com PIS/Cofins R$ 65 milhões, em função do acréscimo das receitas tributáveis; (ii) do acréscimo das despesas com ISS R$ 26 milhões; e (iii) de maiores despesas com CPMF de R$ 15 milhões. Linha a Linha

14 14 Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho Análise Resumida da Demonstração do Resultado 1 o Trimestre de x 2 o Trimestre de R$ milhões Margem Financeira (a) PDD (b) Resultado Bruto da Intermediação Resultado Operacional de Seguros, Previdência e Capitalização (c) Receitas de Prestação de Serviços (d) Despesas de Pessoal (e) Outras Despesas Administrativas (e) Despesas Tributárias (e) Outras Despesas/Receitas Operacionais Resultado Operacional Resultado Não Operacional IR/CS e Participação Minoritária Lucro Líquido DRE Publicada 1 o Trimestre de Ajustes Hedge Fiscal (1) DRE Ajustada DRE Publicada 2 o Trimestre de Ajustes (1) resultado parcial dos derivativos utilizados para efeito do hedge de investimentos no Exterior, que em termos de Lucro Líquido, simplesmente, anula o efeito fiscal e tributário (IR/CS e PIS/Cofins) dessa estratégia de hedge; (2) resultado positivo apurado na alienação de nossa participação na Arcelor no 2 o trimestre de ; (3) resultado positivo apurado na alienação de parte de nossa participação na Serasa, no 2 o trimestre de ; (4) amortização integral de ágio em controladas no 2 o trimestre de ; (5) constituição de provisão cível relativa à Planos Econômicos Reposição de Índices Expurgados; e (6) ativação de créditos fiscais de períodos anteriores. Arcelor (2) Serasa (3) Ágio (4) Provisão Cível (5) Crédito Tributário (6) Hedge Fiscal (1) DRE Ajustada Variações (212) (354) (300) ,6 (1.160) (1.160) (1.344) (1.344) (184) 15, (212) (354) (300) , (125) (51,9) ,0 (1.460) (1.460) (1.649) (1.649) (189) 12,9 (1.540) (1.540) (1.644) (1.644) (104) 6,8 (612) 27 (585) (619) 37 (582) 3 (0,5) (793) (793) (1.055) (799) (6) 0, (185) (354) (263) ,7 (3) (3) 604 (599) 5 8 (758) 185 (573) (1.074) (62) (25) (41) 263 (615) (42) 7, (234) (395) (41) ,6 Valor % Linha a Linha No 2 o trimestre de, o Lucro Líquido do alcançou R$ milhões, o que corresponde a uma evolução de 5,6% em relação ao 1 o trimestre de. O Patrimônio Líquido do somou R$ milhões em 30 de junho de, aumento de 5,7% em relação a 31 de março de. Os ativos totais consolidados atingiram R$ milhões em 30 de junho de, evolução de 3,1% no trimestre. As principais rubricas que influenciaram o lucro líquido no 2 o trimestre de, em comparação ao trimestre anterior, estão descritas a seguir: (a) Margem Financeira R$ 685 milhões Essa variação deve-se ao aumento do resultado não juros no valor de R$ 463 milhões, em função dos maiores ganhos com TVM e de tesouraria ocorridos no 2 o trimestre de e pelo crescimento no resultado de operações que rendem juros no valor de R$ 222 milhões (sendo R$ 283 milhões de aumento no volume de negócios, especialmente por operações de financiamento ao consumo, e R$ 61 milhões de redução dos spreads). (b)despesa de Provisão para Devedores Duvidosos R$ (184) milhões O acréscimo da despesa, no 2º trimestre de, está consistente com a evolução da nossa carteira de crédito (em R$ milhões ou 6,6%), em especial, a evolução das operações com a pessoa física, que, por sua característica, exige maior volume de provisionamento. (c) Resultado das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização R$ (125) milhões A variação deve-se, basicamente, à maior constituição de provisão técnica nos produtos de previdência PGBL/Tradicional e VGBL. (d)receitas de Prestação de Serviços R$ 50 milhões O acréscimo deve-se, principalmente, à ampliação no volume das operações no trimestre, substancialmente com reflexo nas rubricas: Operações de Crédito R$ 27 milhões; e Rendas de Cartão R$ 24 milhões. (e) Despesas de Pessoal, Administrativas e Tributárias R$ (290) milhões Desse valor, R$ 189 milhões de despesas de pessoal devem-se: (i) ao aumento na despesa com provisões para processos trabalhistas no valor de R$ 73 milhões; (ii) ao aumento na despesa com PLR no valor de R$ 10 milhões; e (iii) à maiores despesas neste trimestre em relação ao trimestre anterior, devido a concentração de férias ocorrida no 1 o trimestre. Basicamente, os R$ 104 milhões de outras despesas administrativas referem-se à maiores despesas com: (i) Serviços de Terceiros R$ 40 milhões; (ii) Propaganda e Publicidade R$ 22 milhões; (iii) Comunicações R$ 12 milhões; e (iv) Processamento de Dados R$ 9 milhões.

15 Linha a Linha Destaques Resultado Margem Financeira Ajustada Despesas com Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Receitas de Prestação de Serviços Prêmios Retidos de Seguros, Previdência e Capitalização Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Resultado Operacional Lucro Líquido Ajustado 1 o Sem Variação % R$ milhões Variação % 1 o Trim. 2 o Trim , , , , , , , , , , , , , , , ,6 Balanço Patrimonial Ativo Total Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos Operações de Crédito e de Arrendamento Mercantil Permanente Depósitos Empréstimos e Repasses Provisões Técnicas Patrimônio Líquido Junho 2006 R$ milhões Variação % Março Junho Variação % , , , , , , (39,5) (1,7) , (1,9) , , , , , ,7 Mutação da Quantidade de Ações em Circulação Quantidade de Ações em Ações Adquiridas e não Canceladas Bonificações de 100% Quantidade de Ações em ON PN Total (28.800) ( ) ( ) Performance das Ações (*) Lucro Líquido por Ação Dividendos/JCP por Ação ON (após IR) Dividendos/JCP por Ação PN (após IR) Valor Patrimonial por Ação (ON e PN) Cotação do último dia ON Cotação do último dia PN Valor de Mercado (R$ milhões) (**) 1 o Sem (*) Para efeito de comparabilidade, em as ações tiveram bonificação de 100%, a qual foi aplicada para o 1 o semestre de (**) Número de ações (descontadas as ações de tesouraria) x cotação de fechamento das ações ON e PN do último dia do período. R$ Variação % 1 o Trim. 2 o Trim. Variação % 1,60 1,75 9,4 0,85 0,90 5,9 0,474 0,588 24,1 0,243 0,345 42,0 0,522 0,647 23,9 0,268 0,379 41,4 10,96 13,75 25,5 13,01 13,75 5,7 31,99 48,75 52,4 41,45 48,75 17,6 33,85 46,74 38,1 42,00 46,74 11, , ,4 15

16 Linha a Linha Destaques Geração de Caixa (*) Lucro Líquido Resultado de Participações em Coligadas Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Provisão/Reversão para Desvalorização Depreciações e Amortizações Amortização de Ágio Outros Total 1 o Trim. R$ milhões o Trim. 1 o Sem. 1 o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem (5) (30) (35) (12) (4) (16) (25) (*) Considera o Lucro Líquido Ajustado. Valor Adicionado com Ajuste do Hedge e sem os Eventos Extraordinários Valor Adicionado (A+B+C) A Resultado Bruto da Intermediação Financeira B Receitas de Prestação de Serviços C Outras Receitas/Despesas Operacionais 1 o Trim o Trim. 1 o Sem. R$ milhões 1 o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem (1.939) (1.832) (3.771) (2.098) (2.324) (4.422) Distribuição do Valor Adicionado (D+E+F+G) D Remuneração do Trabalho E Remuneração do Governo F JCP/Dividendos aos Acionistas (pagos e provisionados) G Reinvestimentos de Lucros Distribuição do Valor Adicionado em percentuais Remuneração do Trabalho Remuneração do Governo JCP/Dividendos aos Acionistas (pagos e provisionados) Reinvestimentos de Lucros 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 30,1 31,3 30,8 29,6 31,1 30,4 32,9 29,5 31,2 30,9 30,2 30,5 13,0 14,9 13,9 13,9 17,1 15,6 24,0 24,3 24,1 25,6 21,6 23,5 Cálculo do Índice de Imobilização Patrimônio Líquido + Minoritários Dívidas Subordinadas Créditos Tributários Títulos Patrimoniais Outros Ajustes Patrimônio de Referência (A) (*) Permanente Imobilizado de Arrendamento Perdas de Arrendamento a Realizar Outros Ajustes Total de Imobilizado (B) (*) Índice de Imobilização (B/A) % Margem Março 2006 Junho R$ milhões Março Junho (149) (149) (79) (79) (73) (78) (88) (96) (26) (107) (3.713) (4.301) (5.702) (6.664) (97) (106) (100) (104) (788) (689) 517 (274) ,9 16,4 11,4 8, (*) Para calcular o índice de imobilização, os Títulos Patrimoniais são excluídos do Patrimônio de Referência e do Imobilizado, conforme Resolução Bacen n o Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

17 Linha a Linha Destaques Índices de Desempenho (anualizados) em percentuais Retorno sobre Patrimônio Líquido (total) Retorno sobre Patrimônio Líquido (médio) Retorno sobre Patrimônio Líquido (total) sem reserva de ajuste ao valor de mercado TVM e Derivativos Retorno sobre Patrimônio Líquido (médio) sem reserva de ajuste ao valor de mercado TVM e Derivativos Retorno sobre Patrimônio Líquido (total) cálculo linear Retorno sobre Patrimônio Líquido (médio) cálculo linear Retorno sobre os Ativos Totais (total) Retorno sobre os Ativos Totais (médios) Patrimônio Líquido sobre Ativos Totais Índice de Solvabilidade (Basiléia) Consolidado Financeiro Índice de Solvabilidade (Basiléia) Consolidado Total Índice de Imobilização Consolidado Financeiro Índice de Imobilização Consolidado Total Índice Combinado Ampliado Seguros Índice de Eficiência (acumulado dos últimos 12 meses) o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem. 1 o Trim. 2 o Trim. 1 o Sem. 33,6 33,4 31,3 28,9 28,9 27,1 34,6 35,0 33,4 30,2 29,5 28,8 34,5 34,4 32,2 31,5 31,3 29,3 35,8 35,8 34,3 32,6 32,9 31,5 30,0 29,9 29,2 26,2 26,2 25,5 30,8 31,2 31,0 27,2 26,7 27,0 2,9 2,8 2,7 2,4 2,5 2,4 2,9 2,9 2,9 2,5 2,5 2,5 9,4 9,2 9,2 9,2 9,5 9,5 19,0 18,7 18,7 17,8 18,2 18,2 16,7 16,5 16,5 15,7 16,1 16,1 42,6 48,0 48,0 49,2 47,4 47,4 13,9 16,4 16,4 11,4 8,5 8,5 86,0 85,4 85,0 87,6 90,3 89,0 44,1 43,2 43,2 42,1 42,0 42,0 Market Share Consolidado em percentuais Bancos Fonte: Bacen Depósito a Prazo Depósito de Poupança Depósito à Vista Operações de Crédito Quantidade de Agências Bancos Fonte: Anbid Fundos de Investimento + Carteiras Bancos Fonte: Secretaria da Receita Federal CPMF Seguros, Previdência e Capitalização Fonte: Susep e ANS Prêmios de Seguros, Previdência e Capitalização Prêmios de Seguros (inclui VGBL) Receitas com Prêmios de VGBL Receitas com Contribuições de Previdência (exclui VGBL) Receitas com Títulos de Capitalização Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização Seguros e Previdência Fonte: Fenaprevi Receitas com Contribuições de PGBL Carteiras de Investimentos de Previdência (inclui VGBL) Cartão de Crédito e Débito Fonte: Abecs Faturamento dos Cartões de Crédito e Débito Leasing Fonte: ABEL Operações Ativas Banco Finasa Fonte: Bacen Finabens (Carteira) Veículos (Carteira) Inclui o Banco Consórcios Fonte: Bacen Imóveis Automóveis Caminhões, Tratores e Implementos Agrícolas Área Internacional Fonte: Bacen Mercado de Exportação Mercado de Importação 2006 Março Junho Março Junho 9,1 9,8 9,4 N/D 15,3 14,8 14,2 N/D 17,4 17,3 17,5 N/D 12,8 12,7 12,4 12,5(**) 16,9 16,8 16,7 16,7(*) 14,9 15,2 14,5 14,3 19,8 20,0 19,7 19,5 24,6 24,6 24,4 24,8(***) 24,7 24,7 24,4 25,4(***) 43,6 42,7 43,6 41,3(*) 28,3 28,6 29,0 31,5(*) 19,5 19,6 19,0 20,0(*) 37,5 37,3 36,8 36,4(***) 28,9 33,1 30,9 29,1(*) 43,2 43,0 41,4 41,5(*) 14,5 15,3 18,8 18,6 11,5 11,8 11,0 11,1(*) 20,6 20,1 18,8 17,8 27,0 26,4 25,4 25,9 23,1 25,4 25,9 26,1(*) 16,4 18,3 20,0 20,2(*) 3,2 5,0 6,3 6,5(*) 23,1 22,6 20,1 20,8(**) 14,7 14,5 16,6 16,6(**) (*) Data-base: maio de, exceto Consórcios que tem data-base abril de. (**) Dados Prévios. (***) Data-base: maio de. Dados definitivos da Susep e estimados da ANS. ND Não Disponível. 17

18 Linha a Linha Destaques Outras Informações Recursos Captados e Administrados em R$ milhões Quantidade de Funcionários Número de Agências Número de Correntistas em milhares Número de Contas Poupança em milhares Base de Cartões de Crédito e de Débito em milhões Março Junho Variação Junho % 2006 Variação % , , , , , , , , (3,3) 60,2 63,2 5,0 52,5 63,2 20,4 Ações do Quantidade de Ações (em milhares) ON e PN (*) ON PN Subtotal em Circulação Ações em Tesouraria Total Dezembro Março Junho (*) Para fins de comparabilidade, em 2005 e em as ações tiveram bonificações de 100%, as quais foram aplicadas para os anos anteriores. Até 2004, as quantidades de ações foram ajustadas em 200% devido ao desdobramento das mesmas e para os anos anteriores a 2003 foram divididas por em função do seu grupamento. Em 30 de junho de, o capital social do Banco era de R$ 18 bilhões, composto de ações, sendo ações ordinárias e ações preferenciais, na forma escritural e sem valor nominal. A maior acionista é a empresa holding Cidade de Deus Participações, que diretamente detém 48,46% de nosso capital votante e 24,33% de nosso capital total. A Cidade de Deus Participações tem como controladores a Família Aguiar, a Fundação e outra empresa holding, a Nova Cidade de Deus Participações. A Nova Cidade de Deus é controlada pela Fundação e pela Elo Participações e Investimento. A Elo Participações e Investimento tem como acionistas a maioria dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Estatutária do (ver página n o 126). Quantidade de Acionistas Residentes no País e Exterior Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Subtotal de Residentes no País Residentes no Exterior Total Dezembro Março Junho Com relação aos acionistas do, residentes no País e no Exterior, em 30 de junho de, observa-se que a quantidade de acionistas com domicílio no Brasil era de , que representavam 99,73% do total dos acionistas e mantinham 72,18% das ações do, enquanto que a quantidade de acionistas residentes no Exterior era de 3.688, que representavam 0,27% dos acionistas e mantinham 27,82% das ações do. 18 Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

19 Linha a Linha Ações do Valor de Mercado R$ milhões Março Junho Dezembro Obs.: considera a cotação de fechamento das ações ON e PN multiplicada pela respectiva quantidade de ações. Valor de Mercado/Patrimônio Líquido 3,3 3,4 3,2 3,5 1,4 1,7 1, Março Junho Dezembro Valor de Mercado/Patrimônio Líquido: indica a quantidade de vezes que o valor de mercado do Banco é superior ao seu patrimônio líquido contábil. Fórmula utilizada: quantidade de ações ON e PN multiplicada pela cotação de fechamento das ações ON e PN do último dia do período. O montante é dividido pelo patrimônio líquido contábil do período. Dividend Yield em percentuais (acumulado dos últimos 12 meses) 5,8 5,3 4,9 4,4 2,4 2,8 2, Março Junho Dezembro Dividend Yield: é a relação entre os dividendos e/ou JCP distribuídos aos acionistas nos últimos 12 meses e o preço da ação, indicando o retorno do investimento pela participação nos lucros. Fórmula utilizada: valor recebido pelos acionistas a título de dividendos e/ou JCP (bruto de IR), nos últimos 12 meses, dividido pela cotação de fechamento da ação PN do último dia do período. 19

20 Linha a Linha Ações do Índice Pay Out em percentuais 61,5 49,3 45,6 41,9 35,9 35, Exercícios 1 o - Semestre Índice Pay Out: indica o percentual do lucro líquido pago na forma de dividendos/jcp. Fórmula utilizada: valor recebido pelos acionistas a título de dividendos e/ou JCP (bruto de IR) dividido pelo lucro líquido ajustado pela constituição da reserva legal (5% do lucro líquido). Volume Financeiro PN x Ibovespa R$ bilhões (exceto percentuais) PN R$ bilhões 21,6 13,8 6,0 6,1 7,1 6,5 8,1 Ibovespa R$ bilhões 116,2 165,6 504,1 252,5 341,2 182,6 219,5 Participação % 5,2 3,7 2,8 4,0 4,3 3,6 3, Exercícios 1 o - Trimestre 2 o - Trimestre Fonte: Economática 20 Relatório de Análise Econômica e Financeira Junho

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