Decreto xx, de xxx de 2010

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1 Decreto xx, de xxx de 2010 Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de saúde que ofertam residência médica e programas de residência médica. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto nos arts. 9 o, incisos VI, VIII e IX, e 46, da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, na Lei n o 9.784, de 29 de janeiro de 1999, e na Lei n o 6.932, de 7 de julho de 1981, e subsidiariamente na Lei n o , de 14 de abril de 2004, DECRETA: Capítulo I Disposições gerais Art. 1 º Este Decreto dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica, que constitui modalidade de ensino de pós-graduação sensu lato destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização caracterizado por treinamento em serviço, funcionando sob a responsabilidade de instituições de saúde, universitárias ou não, e a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação técnica, científica, ética e profissional. 1 o A regulação será realizada por meio de atos administrativos autorizativos do funcionamento de instituições de saúde que ofertam residência médica e de programas de residência médica. 2 o A supervisão será realizada a fim de zelar pela conformidade da oferta de residência médica com a legislação aplicável. 3 o A avaliação constituirá referencial básico para os processos de regulação e supervisão da residência médica, a fim de promover a melhoria de sua qualidade. Capítulo II Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM Seção I Da Composição Art. 2º. A CNRM é constituída por 11 (onze) conselheiros, obedecendo a seguinte composição: I 03 (três) representantes do Ministério da Educação, sendo: a) 01 (um) obrigatoriamente o Diretor de Hospitais Universitário Federais e Residências de Saúde ou cargo comissionado equivalente que o substitua, que será membro nato e exercerá o papel de Conselheiro Presidente da CNRM; 1

2 b) 01 (um) obrigatoriamente o Coordenador-Geral de Residência em Saúde da Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residências de Saúde ou cargo comissionado equivalente que o substitua. c) 01 (um) representante obrigatoriamente médico de reputação ilibada, que tenha prestado serviços relevantes ao ensino médico, à residência médica e à ciência médica em geral, que exercerá o papel de Conselheiro Secretário Executivo, a ser escolhido e designado conforme disposto no art. 6º deste Decreto, II 01 (um) representante do Ministério da Saúde, que obrigatoriamente deverá exercer função na Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde; III 01 (um) representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS); IV 01 (um) representante do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS); V 01 (um) representante do Conselho Federal de Medicina (CFM); VI 01 (um) representante da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM); VII 01 (um) representante da Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR); VIII 01 (um) representante da Associação Médica Brasileira (AMB); e IX 01 (um) representante da Federação Nacional de Médicos (FENAM). 1º Os conselheiros reunir-se-ão periodicamente em sessões deliberativas denominadas Plenárias. 2º Os conselheiros, salvo o presidente, terão suplentes, escolhidos e nomeados na forma deste Decreto, que os substituirão nas suas ausências e impedimentos, conforme regulamento específico. 3º Nas deliberações da CNRM, o conselheiro presidente tem direito a voto nominal e, cumulativamente, ao voto de qualidade. 4º O voto de qualidade, quando proferido, será computado na totalização dos votos, além do voto nominal do conselheiro presidente. Art. 3º Compõem os órgãos de assessoramento da Comissão Nacional de Residência Médica CNRM: I - a Câmara Técnica da Comissão Nacional de Residência Médica CNRM e suas Subcomissões; II - a Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residências de Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Residências de Saúde CGRS, e 2

3 III- as Comissões Estaduais de Residência Médica CEREM. Seção II Procedimentos para escolha e designação dos Conselheiros e do Secretário Executivo da CNRM Art. 4º. Os atos de nomeação, pelo Ministro da Educação, do Diretor de Hospitais Universitários Federais e Residências em Saúde e do Coordenador-Geral de Residências em Saúde da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação repercutem nas designações, respectivamente, como Conselheiro Presidente do CNRM e como Conselheiro representante do Ministério da Educação no CNRM, condições que perdurarão enquanto as pessoas nomeadas permanecerem nos referidos cargos. Art. 5º O conselheiro representante do Ministério da Saúde e seu suplente serão indicados pelo Secretário de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde e designados como conselheiros pelo Ministro da Educação. Parágrafo único. O conselheiro mencionado no caput não terá mandato fixo, em razão da natureza do seu processo de escolha. Art. 6º O conselheiro Secretário Executivo será indicado pelo Conselheiro Presidente da CNRM e referendado pela Plenária da Comissão, sendo facultado a este colegiado exercer poder de veto sobre até 02 (duas) das indicações, e posteriormente designado pelo Ministro da Educação. Parágrafo único. O conselheiro mencionado no caput deste artigo terá mandato fixo de 02 (anos) anos, renováveis por igual período. Art. 7º A escolha dos conselheiros referidos nos incisos III à IX do art. 2º do presente Decreto, e seus respectivos suplentes, será feita mediante consulta às entidades que representam, coordenada pelo Ministério da Educação. 1º. As indicações deverão incidir sobre médicos de reputação ilibada, que tenham prestado serviços relevantes ao ensino médico, à residência médica e à ciência médica em geral, podendo recair em nomes que não sejam de associados ou de titulares de instituições associadas às entidades consultadas. 2º. Os conselheiros mencionados no caput e seus suplentes serão indicados pelas respectivas entidades e designados pelo Ministro da Educação para cumprir mandatos não coincidentes de 02 (dois) anos, renováveis por igual período, ressalvado o que dispõe o parágrafo único do art. 5º. Art. 8º Os conselheiros da CNRM, no momento de sua designação, deverão fazer constar em declaração as instituições de saúde que ofertam residência médica às quais se encontram vinculados. Capítulo III Das Competências 3

4 Art. 9º As competências para as funções de regulação, supervisão e avaliação, na forma deste Decreto, serão exercidas por: I - Secretaria de Educação Superior SESu; II - Comissão Nacional de Residência Médica CNRM, sua Câmara Técnica e respectivas Subcomissões; III - Diretoria de Hospitais Universitário Federais e Residências em Saúde DHR; e IV- Comissões Estaduais de Residência Médica CEREM Parágrafo único. As competências previstas neste Decreto serão exercidas sem prejuízo daquelas previstas na estrutura regimental do Ministério da Educação, bem como nas demais normas aplicáveis. Art. 10º À Secretaria de Educação Superior - SESu compete, no que respeita às funções disciplinadas por este Decreto: I - decidir, de forma terminativa, sobre os recursos apresentados em sede dos pedidos de credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica e dos pedidos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residências médica; e II decidir, de forma terminativa, sobre os recursos apresentados em sede de processo de supervisão. Art. 11. Compete à Comissão Nacional de Residência Médica CNRM, no que diz respeito à matéria objeto deste Decreto: I exercer atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento do Secretário da Educação Superior sobre assuntos afetos à residência médica; II deliberar, com base no parecer de sua Câmara Técnica, sobre pedidos de credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica, e pedidos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residências médica; III recomendar providências da DHR, entre as quais a celebração de protocolo de compromisso, quando não satisfeito o padrão de qualidade específico para recredenciamento de instituição de saúde ou reconhecimento ou renovação de reconhecimento de programa de residências médica; IV estabelecer diretrizes e aprovar os instrumentos de avaliação para credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica e para autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residência médica; V exercer a supervisão em instituições de saúde que ofertam residência médica e programas de residência médica; 4

5 VI coordenar a capacitação do quadro do banco público de avaliadores; VII organizar, em conjunto com a DHR e com apoio das CEREMs, as avaliações in loco de instituições de saúde para oferta de residência médica e de programas de residência médica, para fins de obtenção de ato autorizativo ou processo de supervisão VIII organizar e manter atualizados os dados das instituições que ofertam residência médica e dos programas de residência médica no Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Médica SisCNRM, com apoio das CEREMs. IX - instituir Subcomissões da Câmara Técnica, por tempo determinado, para realização de estudos e pesquisas em tema específico de interesse da Comissão; X - aprovar pareceres e propostas de atos normativos provenientes de seus órgãos de assessoramento; XI aplicar as penalidades previstas nos arts. 47 e 65 deste Decreto; XII analisar questões relativas à aplicação da legislação da residência médica; XIII decidir, de forma terminativa, sobre o descredenciamento de instituição de saúde para oferta de residência médica em razão de pedido voluntário; e XIV orientar sobre casos omissos na aplicação deste Decreto, ouvido o órgão de Consultoria Jurídica do Ministério da Educação. 1º. Ao Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica CNRM compete: I- emitir ato administrativo para a publicidade de credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica e de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residências médica e, quando for o caso, de revogação desses atos autorizativos; II- emitir os atos administrativos pertinentes à função de supervisão previstos neste Decreto. 2º. Ao Secretário-Executivo da Comissão Nacional de Residência Médica CNRM compete: I assessorar o Presidente, as Subcomissões e os membros da CNRM; II coordenar estudos e pesquisas de interesse da CNRM; III coordenar e promover a integração das atividades da CNRM; IV elaborar relatório anual das atividades cumpridas e o plano de trabalho para o ano seguinte. 5

6 V Representar institucionalmente a CNRM em eventos externos que tratem de temas específicos da residência médica. 3º. Compete à Câmara Técnica: I exarar Parecer nos processos de credenciamento de instituição de saúde para oferta de residências médica e de autorização de programas de residência médica, opinando pelo deferimento ou indeferimento do pedido apresentado; II exarar Parecer nos processos de recredenciamento de instituição de saúde para oferta de residências médica e de reconhecimento e de renovação de reconhecimento de programas de residência médica, opinando pelo deferimento em caso de análise satisfatória ou pela adoção de providências pela DHR, inclusive celebração de protocolo de compromisso, quando não satisfeito o padrão de qualidade específico para recredenciamento de instituição de saúde ou renovação de reconhecimento de programa de residências médica. III exarar Parecer sobre casos que geram processo de supervisão de instituições de saúde que ofertam residência médica e programas de residência médica, quando solicitado pela Comissão Nacional de Residência Médica CNRM. IV exarar Parecer sobre assuntos de pauta da reunião Plenária da Comissão Nacional de Residência Médica CNRM, quando solicitado. V estabelecer, conjuntamente com a CNRM, diretrizes para a elaboração dos instrumentos de avaliação para credenciamento e recredenciamento de instituição de saúde para oferta de residência médica e para autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programa de residência médica. Art. 12. À Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residências de Saúde compete: I receber protocolo, por meio do Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Médica SisCNRM, dos pedidos de credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica e autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residência médica e encaminhá-los para avaliação; II celebrar os protocolos de compromisso recomendados pela CNRM; III elaborar os instrumentos de avaliação para credenciamento e recredenciamento de instituição de saúde para oferta de residência médica e autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residência médica, conforme as diretrizes da CNRM; e IV constituir e manter banco público de avaliadores da residência médica, com conhecimento na área de residência médica, do qual se formarão equipes para executar a avaliação in loco de instituições de saúde para oferta de residência médica e programas de residência médica, para fins de obtenção de ato autorizativo ou processo de supervisão. 6

7 V realizar a capacitação, com a coordenação da CNRM, do quadro do banco público de avaliadores; VI organizar, em conjunto com a CNRM e com apoio das CEREMs, as avaliações in loco de instituições de saúde para oferta de residência médica e de programas de residência médica, para fins de obtenção de ato autorizativo ou processo de supervisão. VII - auxiliar a CNRM na deliberação dos pedidos de credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica e autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residência médica, por meio de disponibilização de suporte técnico-administrativo. VIII- prover o apoio administrativo e logístico para as realizações de atividades relacionadas ao funcionamento das atividades da Comissão Nacional de Residência Médica CNRM e seus órgãos de assessoramento; Art. 13. No que diz respeito à matéria objeto deste Decreto, compete às CEREM: I apresentar, dentro do processo de regulação e quando entender pertinente, relatório de observador da CEREM que tenha acompanhado a visita realizada pela equipe de avaliadores do banco público de avaliadores da residência médica; II realizar, quando solicitado pela CNRM, atividade de instrução em processo de supervisão; III emitir parecer, quando solicitado; IV indicar à DHR quadro de avaliadores que deverão integrar o banco público de avaliadores, com conhecimento na área de residência médica: a) Os membros da comissão de avaliação deverão ser médicos registrados no CRM, com experiência comprovada em ensino médico; b) Em caso de representante do gestor público de saúde, este deverá estar vinculado, na gestão pública, à área a ser avaliada. V apoiar a DHR e a CNRM na organização das visitas in loco de instituições de saúde para oferta de residência médica e de programas de residência médica, para fins de obtenção de ato autorizativo ou processo de supervisão. VI auxiliar a CNRM na organização e atualização dos dados das instituições que ofertam residência médica. e dos programas de residência médica no Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Médica SisCNRM. Capítulo IV Da Regulação Seção I Dos Atos Autorizativos 7

8 Art. 14. O funcionamento de instituição de saúde par fins de oferta de residência médica e a oferta de programa de residências médica dependem de ato autorizativo do Poder Público, nos termos deste Decreto. 1º São modalidades de atos autorizativos os atos administrativos de credenciamento e recredenciamento de instituições de saúde para oferta de residências médica e de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de programas de residências médica, bem como suas respectivas modificações. 2º Os atos autorizativos fixam os limites da atuação dos agentes públicos e privados em matéria de residência médica. 3º A autorização e o reconhecimento de programas de residência médica, bem como o credenciamento de instituições de saúde para oferta de residência médica, terão prazos limitados, sendo renovados, periodicamente, após processo regular de avaliação, nos termos da deste Decreto. 4º Qualquer modificação na forma de funcionamento das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica, após a expedição do ato autorizativo, relativa à mantenedora da instituição de saúde, à abrangência geográfica das atividades, às vagas, ao endereço de oferta dos programas de residência médica ou a qualquer outro elemento relevante para o exercício da oferta de residência médica, depende de modificação do ato autorizativo originário, que se processará no momento de renovação do ato. 5º Havendo divergência entre o ato autorizativo e qualquer documento de instrução do processo, prevalecerá o ato autorizativo. 6º Os prazos contam-se da publicação do ato autorizativo. 7o Os atos autorizativos são válidos até o ciclo avaliativo seguinte. 8º O protocolo do pedido de recredenciamento de instituição de saúde para oferta de residência médica, de reconhecimento e de renovação de reconhecimento de programa de residência médica prorroga a validade do ato autorizativo pelo prazo máximo de um ano. 9º Todos os processos administrativos previstos neste Decreto observarão o disposto na Lei no 9.784, de 29 de janeiro de Os pedidos de ato autorizativo serão decididos tendo por base o relatório de avaliação e o conjunto de elementos de instrução apresentados pelas entidades interessadas no processo ou solicitados pela CNRM e seus órgãos de assessoramento na atividade instrutória. Art. 15. O funcionamento de instituição de saúde para fins de oferta de residência médica ou a oferta de programa de residência médica sem o devido ato autorizativo configura irregularidade administrativa, nos termos deste Decreto, sem prejuízo dos efeitos da legislação civil e penal. 8

9 1º Na ausência de qualquer dos atos autorizativos exigidos nos termos deste Decreto, fica vedada a admissão de novos residentes pela instituição, aplicando-se as medidas punitivas e reparatórias cabíveis. 2º A instituição que oferecer programa de residência médica antes da devida autorização, quando exigível, terá arquivados os processos de autorização e credenciamento em curso. 3º A CNRM determinará, motivadamente, como medida cautelar, a suspensão preventiva da admissão de novos médicos em programas de residência e instituições irregulares, visando evitar prejuízo a novos residentes. 4º Na hipótese do 3º, caberá recurso administrativo à Secretaria de Educação Superior, no prazo de trinta dias, sem efeito suspensivo. Seção II Do Credenciamento e Recredenciamento de Instituição de Saúde para Oferta de Residência Médica Subseção I Do Credenciamento de Instituição de Saúde para Oferta de Residência Médica Art. 16. As instituições de saúde, universitárias ou não, responsáveis pela elaboração e desenvolvimento de projeto pedagógico de programa de residência médica serão credenciadas para ofertar residência médica. 1º. O ato de certificação das instituições de saúde como Hospitais de Ensino, nos termos da Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007, será equivalente ao ato autorizativo de credenciamento, nos termos deste Decreto. 2º. É de responsabilidade de instituições credenciadas para a oferta de residência médica: I constituir Comissão de Residência Médica COREME da instituição, de acordo com regulamentação específica estabelecida em Resolução da CNRM sobre a matéria, por meio de ato de nomeação específico e estabelecimento regimento e/ou regulamento próprio; II- constituir corpo docente para o desenvolvimento do(s) programa(s) de residência proposto(s), com comprovada experiência acadêmica, administrativa e profissional na(s) especialidade(s) oferecida(s), para o exercício das funções de: coordenador de COREME, supervisores de programa e preceptores de área de especialidade; e III- emitir os certificados de conclusão de curso dos médicos residentes e encaminhá-los à DHR para homologação. 3º. No caso de oferta de programas de residência médica por meio de parceria entre duas ou mais instituições, aquela que solicitar o credenciamento deverá apresentar termo de convênio formalizado, ou instrumento correlato, entre as referidas entidades, com a finalidade de viabilizar a oferta dos programas. 9

10 Art. 17. O início da oferta de residência médica pela instituição de saúde é condicionado à edição prévia de ato autorizativo de credenciamento pela Comissão Nacional de Residência Médica. 1º O pedido de credenciamento deve ser acompanhado do pedido de autorização de pelo menos um programa de residência médica, nos termos do art. 29 deste Decreto. 2 O credenciamento de instituição de saúde para a oferta de residência médica terá prazo igual ao período de duração do programa de residência médica referido no parágrafo anterior de menor duração. 3 - Quando faltar 01 (um) ano para o término do programa de residência médica referido no 2º, a instituição de saúde que oferece residência médica deverá protocolar o pedido do seu primeiro recredenciamento concomitante ao pedido de reconhecimento do PRM. Art. 18. São fases do processo de credenciamento: I - protocolo do pedido de credenciamento junto à DHR, por meio do Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Médica SisCNRM, instruído conforme disposto no art. 19; II análise documental pela DHR; III avaliação in loco organizada pela DHR; IV parecer da Câmara Técnica da CNRM; V deliberação pela CNRM e; VI homologação da deliberação e expedição de ato autorizativo pelo Conselheiro Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM. Art. 19. O pedido de credenciamento, a ser realizado no Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Médica SisCNRM, deverá ser instruído com os seguintes documentos: I atos constitutivos da instituição, devidamente registrados no órgão competente, que atestem sua existência e capacidade jurídica, na forma da legislação civil; II comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda - CNPJ/MF; III comprovante de inscrição nos cadastros de contribuintes estadual e municipal, quando for o caso; IV certidões de regularidade fiscal perante as Fazendas Federal, Estadual e Municipal; V certidões de regularidade relativa à Seguridade Social e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS; 10

11 VI demonstração de patrimônio para manter a instituição; VII para as entidades sem fins lucrativos, demonstração de aplicação dos seus excedentes financeiros para os fins da instituição mantida; não remuneração ou concessão de vantagens ou benefícios a seus instituidores, dirigentes, sócios, conselheiros, ou equivalentes e, em caso de encerramento de suas atividades, destinação de seu patrimônio a outra instituição congênere ou ao Poder Público, promovendo, se necessário, a alteração estatutária correspondente; e VIII para as entidades com fins lucrativos, apresentação de demonstrações financeiras atestadas por profissionais competentes; IX regimento ou estatuto; X comprovação de disponibilidade do imóvel; XI descrição do corpo docente (coordenador de COREME, supervisor por programa e preceptores por área) devidamente constituído para o desenvolvimento do(s) programa(s) de residência proposto(s), destacando a experiência acadêmica e administrativa de cada um; XII ato de constituição da COREME; XIII regimento e/ou regulamento da COREME; XIV pedido de autorização de funcionamento de pelo menos um programa de residência, nos termos do 1º do art. 17, devidamente cadastrado no Sistema da CNRM, de acordo com as normas em vigor. Art. 20. A DHR receberá os documentos protocolados, referentes ao pedido de credenciamento, e procederá à respectiva análise. 1º Após análise documental, a DHR encaminhará o pedido de credenciamento para a fase de avaliação in loco. 2º A DHR e a CNRM, com a eventual colaboração das CEREM, poderão realizar as diligências necessárias à completa instrução do processo, visando subsidiar a deliberação final das autoridades competentes. Art. 21. A DHR, em conjunto com a CNRM, organizará a avaliação in loco na instituição de saúde interessada em oferecer residência médica com a colaboração das CEREM, a ser realizada por equipe de avaliadores proveniente do banco público de avaliadores da residência médica. Art. 22. A Câmara Técnica emitirá parecer opinativo sobre o pedido de credenciamento da instituição de saúde interessada em oferecer residência médica. 1º A fundamentação do parecer opinativo será, pelo menos, o relatório de avaliação in loco e os elementos que constam do processo do pedido de credenciamento. 11

12 Art. 23. A CNRM deliberará sobre o credenciamento da instituição de saúde interessada em oferecer residência médica. 1º O instrumento de decisão será o parecer deliberativo. 2º. O parecer deliberativo será fundamentado no parecer opinativo emitido pela Câmara Técnica e, quando for o caso, na sustentação oral para a oferta de residência médica por representante da instituição de saúde interessada, em sessão plenária da CNRM. Art. 24. O Conselheiro Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM homologará o processo de credenciamento da instituição interessada, e expedirá e publicará em veículo oficial o ato autorizativo. Art. 25. Caberá recurso da decisão da CNRM à Secretaria de Educação Superior, em trinta dias. Subseção II Recredenciamento de Instituição de Saúde que Oferece Residência Médica Art. 26. O processo de recredenciamento obedecerá às disposições processuais referentes ao pedido de credenciamento no que couber. 1 Os pedidos de recredenciamento deverão ser instruídos de acordo com disposto no art. 19, com a atualização dos documentos apresentados por ocasião do pedido de credenciamento. 2 O deferimento do pedido de recredenciamento é condicionado à demonstração do funcionamento regular da instituição e terá como referencial básico os processos de avaliação periódica, conforme arts. 53 a O resultado insatisfatório no processo avaliativo para fins de recredenciamento de instituição enseja a celebração de protocolo de compromisso, na forma do art Expirado o prazo do protocolo de compromisso sem o cumprimento satisfatório das metas nele estabelecidas, será instaurado processo administrativo, ficando suspensa a tramitação do pedido de recredenciamento até o encerramento do processo. Art. 27. A instituição de saúde que oferta residência médica deverá protocolar seu pedido de recredenciamento durante o último ano de validade do ato de credenciamento. Seção III Da Autorização, do Reconhecimento e da Renovação do Reconhecimento dos Programas de Residência Médica Subseção I Da Autorização dos Programas de Residência Médica PRM 12

13 Art. 28. A oferta de cada programa de residência médica, nos termos deste Decreto, depende de autorização da Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM, quaisquer que sejam as instituições que o oferte. 1 A autorização para oferta de programa de residência médica terá prazo igual ao período de duração do respectivo programa. 2 Quando faltar 01 (um) ano para o término da duração do programa, a instituição de saúde que oferta residência médica deverá protocolar pedido de reconhecimento do PRM. 3 Os programas cujos pedidos de reconhecimento tenham sido protocolados dentro do prazo e não tenham sido decididos até a data de conclusão dos residentes, consideram-se reconhecidos, exclusivamente para fins de expedição e registro do certificado dos residentes em curso. Art. 29. São fases do processo de autorização: I - protocolo do pedido de autorização junto à DHR, por meio do Sistema de Informação da Comissão Nacional de Residência Médica SisCNRM, instruído conforme disposto no art. 30; II - avaliação in loco organizada pela DHR, em conjunto com a CNRM; III parecer da Câmara Técnica; IV deliberação pela CNRM; e IV homologação da deliberação e expedição de ato autorizativo pelo Conselheiro Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM. Art. 30. O pedido de autorização de programa de residência médica deverá ser instruído com os seguintes documentos: I - projeto pedagógico do programa, informando número de residentes, objetivos gerais e específicos, conteúdo programático e demais elementos acadêmicos pertinentes, inclusive metodologia de avaliação; II - descrição das condições estruturais da instituição para a oferta do programa de residência, em consonância com as Resoluções da CNRM vigentes para a regulamentação de oferta de programa na especialidade pretendida; III - relação de docentes e preceptores, acompanhada de termo de compromisso firmado com a instituição, informando-se a respectiva titulação, carga horária e regime de trabalho. Art. 31. A DHR receberá os documentos protocolados referentes ao pedido de autorização e procederá à respectiva análise. 1º Após análise documental, a DHR encaminhará o pedido de autorização para a fase de avaliação in loco. 13

14 2º A DHR e a CNRM, com a eventual colaboração das CEREM, poderá realizar as diligências necessárias à completa instrução do processo, visando subsidiar a deliberação final das autoridades competentes. Art. 32. A DHR e a CNRM organizarão a avaliação in loco do programa de residência médica com a colaboração das CEREM, a ser realizada por equipe de avaliadores proveniente do banco público de avaliadores da residência médica. Art. 33. A Câmara Técnica emitirá parecer opinativo sobre o pedido de autorização do programa de residência médica. 1º A fundamentação do parecer opinativo será, pelo menos, o relatório de avaliação in loco e os elementos que constam do processo do pedido de autorização. Art. 34. A CNRM deliberará sobre a autorização do programa de residência médica. 1º O instrumento de decisão será o parecer deliberativo. 2º O parecer deliberativo será fundamentado no parecer opinativo emitido pela Câmara Técnica e, quando for o caso, na sustentação oral para a oferta de residência médica por representante da instituição de saúde interessada, em sessão plenária da CNRM. Art. 35 O Conselheiro Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM homologará o processo de autorização da instituição interessada, e expedirá e publicará em veículo oficial o ato autorizativo. Art. 36. Caberá recurso da decisão da CNRM à Secretaria de Educação Superior, em trinta dias. Subseção II Do Reconhecimento e Da Renovação do Reconhecimento dos Programas de Residência Médica PRM Art. 37. O processo de reconhecimento e de renovação do reconhecimento obedecerá às disposições processuais referentes ao pedido de autorização, no que couber. 1 Os pedidos de reconhecimento e renovação de reconhecimento deverão ser instruídos de acordo com disposto no art. 30, com a atualização dos documentos apresentados por ocasião do pedido de autorização ou reconhecimento de curso, conforme o caso. 2 O deferimento do pedido de reconhecimento e de renovação do reconhecimento é condicionado à demonstração do funcionamento regular do programa de residência e terá como referencial básico os processos de avaliação periódica, conforme arts. 53 a O resultado insatisfatório no processo avaliativo para fins de reconhecimento de programa enseja a celebração de protocolo de compromisso, na forma do art

15 4 Expirado o prazo do protocolo de compromisso sem o cumprimento satisfatório das metas nele estabelecidas, será instaurado processo administrativo, ficando suspensa a tramitação do pedido de reconhecimento e de renovação do reconhecimento até o encerramento do processo. Art. 38. O reconhecimento de programa de residência médica é condição necessária, juntamente com o registro do certificado de conclusão de curso, para a validade nacional deste certificado. Parágrafo único. O reconhecimento e renovação do reconhecimento de programa de residência médica em uma instituição de saúde credenciada não se estende a outras unidades da mesma instituição, para registro de certificado ou qualquer outro fim. Art. 39. A instituição deverá protocolar pedido de reconhecimento de programa de residência médica durante o último ano de validade do primeiro ato de autorização, e de renovação de reconhecimento durante o último ano de validade do ato anterior. Capítulo V Da Supervisão Art. 40. A supervisão das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica será realizada pela CNRM, com o auxílio da CEREM competente. 1 o O órgão de supervisão competente poderá, no exercício de sua atividade de supervisão, nos limites da lei, determinar a apresentação de documentos complementares ou a realização de auditoria. 2 o Os atos de supervisão do Poder Público buscarão resguardar os interesses dos envolvidos, bem como preservar as atividades em andamento. Art. 41. Os residentes, professores, preceptores e o pessoal técnico-administrativo, por meio dos respectivos órgãos representativos, poderão apresentar denúncia aos órgãos de supervisão, de modo circunstanciado, quando verificarem irregularidades no funcionamento de instituição de saúde que oferta residência médica ou em programa de residência médica. 1 o A denúncia deverá conter a qualificação do representante, a descrição clara e precisa dos fatos a serem apurados e a documentação pertinente, bem como os demais elementos relevantes para o esclarecimento do seu objeto. 2 o A denúncia será recebida, numerada e autuada pela CEREM e, em seguida, submetida à apreciação da CNRM. 3 o O processo administrativo poderá ser instaurado de ofício, quando a CNRM tiver ciência de irregularidade que lhe caiba sanar e punir. Art. 42. A CEREM dará ciência da denúncia à instituição, que poderá, em dez dias, manifestar-se previamente pela insubsistência da mesma ou propor protocolo de 15

16 compromisso, nos termos do art. 43 deste Decreto, para saneamento de eventuais deficiências. 1 o Em vista da manifestação da instituição, caso a CNRM decida pela admissibilidade da denúncia, poderá instaurar processo administrativo, na forma do art. 45, ou conceder o prazo solicitado para cumprimento do protocolo de compromisso. 2 o Antes da deliberação pela concessão de prazo para cumprimento de protocolo de compromisso, a CNRM poderá realizar alterações na proposta original da instituição. 3 o Na hipótese de concessão de prazo para cumprimento de protocolo de compromisso, este será firmado entre a instituição de saúde que oferta residência médica e a DHR e estará disponível a todos os interessados, nos termos do art. 43 deste Decreto. 4 o Não admitida a denúncia, a CNRM arquivará o processo. Art. 43. A admissão de denúncia pela CNRM, que resulte no estabelecimento de prazo para saneamento de deficiências, ensejará a celebração de protocolo de compromisso a ser firmado entre a instituição de saúde que oferta residência médica e a DHR, que deverá conter: I - o diagnóstico objetivo das condições da instituição de saúde que oferta residência médica; II - os encaminhamentos, processos e ações a serem adotados pela instituição de saúde que oferta residência médica com vistas à superação das dificuldades detectadas; III - a indicação de prazos e metas para o cumprimento de ações, expressamente definidas, e a caracterização das respectivas responsabilidades dos dirigentes; 1º O protocolo a que se refere o caput deste artigo será público e estará disponível a todos os interessados. 2 o A celebração de protocolo de compromisso suspende o fluxo do processo regulatório, até a realização da avaliação que ateste o cumprimento das exigências contidas no protocolo. 3 o Na vigência de protocolo de compromisso, poderá ser aplicada a medida prevista no 3º art.18, motivadamente, desde que, no caso específico, a medida de cautela se revele necessária para evitar prejuízo aos residentes. Art. 44. Esgotado o prazo do protocolo de compromisso, a CNRM apreciará os elementos do processo e decidirá sobre o cumprimento do protocolo estabelecido. 1º Para a instrução do processo, a CNRM poderá determinar a realização de verificação in loco, com vista a comprovar o efetivo saneamento das deficiências. 16

17 2º Constatado o descumprimento do protocolo de compromisso pela instituição, no todo ou em parte, a CNRM determinará a instauração de processo administrativo, na forma do art º Constatado o cumprimento do protocolo de compromisso pela instituição, a CNRM determinará o arquivamento do processo. Art. 45. Na hipótese de decisão da CNRM pela instauração de processo administrativo, o mesmo se dará mediante portaria do Conselheiro Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM, da qual constarão: I - identificação da instituição de saúde; II - resumo dos fatos objeto das apurações, e, quando for o caso, das razões de representação; III - informação sobre o estabelecimento de protocolo de compromisso e as condições de seu descumprimento ou cumprimento insuficiente, quando for o caso; IV - outras informações pertinentes; V - consignação da penalidade aplicável; e VI - determinação de notificação do representado. 1 o O processo será conduzido por autoridade especialmente designada pela CNRM, competente para a supervisão, que realizará as diligências necessárias à instrução. 2 o Não será admitida a celebração de novo protocolo de compromisso no curso do processo administrativo. Art. 46. O representante legal da instituição denunciada será notificado para ciência do processo, via postal com aviso de recebimento, ou por telegrama, para, no prazo de quinze dias, apresentar defesa, tratando das matérias de fato e de direito pertinentes. Art. 47. Recebida a defesa, a Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM apreciará o conjunto dos elementos do processo e proferirá decisão, devidamente motivada, arquivando o processo ou aplicando uma das seguintes penalidades: I- revogação do ato autorizativo; II - intervenção; III descredenciamento da instituição. Art. 48. A decisão de revogação do ato autorizativo de programa de residência médica implicará na cessação imediata do funcionamento do programa, vedada a admissão de novos residentes. 17

18 1 o Na hipótese de desativação de todos os programas de residência médica de uma instituição de saúde, ocorrerá, concomitantemente, o seu descredenciamento; 2º No caso de revogação de ato autorizativo de parte dos programas de residência médica de instituições de saúde certificadas como Hospitais de Ensino, nos termos da Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007, a Comissão Interministerial de Certificação de Hospitais de Ensino deverá ser notificada, com vista à possibilidade de conseqüente revisão da concessão deste certificado. 3º Na hipótese de retirada do certificado de Hospital de Ensino, nos termos do parágrafo anterior, deixa de ser aplicável o disposto pelo 1º do art. 16, e caberá à instituição de saúde solicitar o seu credenciamento na forma deste Decreto, de maneira a garantir a regularidade dos programas remanescentes, quando houver. 4 o Quando da revogação de ato autorizativo de um programa de residência médica, é de responsabilidade da CNRM promover a transferência de residentes do programa desativado, de acordo com regulamentação específica da matéria, estabelecida por Resolução da CNRM. Art. 49. A decisão de intervenção incidirá sobre as instituições de saúde que ofertam residência médica. Parágrafo único. A intervenção será implementada por despacho do conselheiro presidente da CNRM, que nomeará o interventor e estabelecerá a duração e as condições da intervenção. Art. 50. A decisão de descredenciamento da instituição de saúde implicará a cessação imediata do seu funcionamento para fins de oferta de residência médica, vedada a admissão de novos residentes. 1 o Na hipótese de descredenciamento de instituição de saúde, haverá complementarmente a revogação do(s) ato(s) autorizativo(s) de todos os seus programas de residência médica. 2 o Na situação prevista no 1º, é de responsabilidade da CNRM promover a transferência de residentes do(s) programa(s) desativado(s), de acordo com regulamentação específica da matéria, estabelecida por Resolução da CNRM. Art. 51. Caberá recurso da decisão da CNRM à Secretaria de Educação Superior - SESu, em trinta dias. Art. 52. As instituições de saúde que ofertam residência médica e os programas de residência médica que sofrerem as penalidades nos termos do art. 47 não poderão apresentar pedidos de atos autorizativos de credenciamento e autorização, respectivamente, por um prazo de 02 (anos) a contar da decisão administrativa final sobre a punição. Parágrafo único. Não se aplica o disposto no caput nos casos mencionados no 3º do art. 48. Capítulo VI 18

19 Da Avaliação Art. 53. Para fins deste Decreto, serão avaliadas as instituições de saúde que ofertam residência médica e os programas de residência médica. Parágrafo único. Os resultados da avaliação referida no caput deste artigo constituirão referencial básico dos processos de regulação e supervisão da residência médica, neles compreendidos o credenciamento e o recredenciamento de instituições de saúde que ofertam residência médica, a autorização, o reconhecimento e a renovação de reconhecimento dos programas de residência médica. Art. 54. A avaliação das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica terá por objetivo identificar e valorar a estrutura e as condições da instituição para fins de oferta de residência médica e as condições de ensino e de treinamento em serviço oferecidas aos residentes. 1º Serão estabelecidas, em regulamento específico da CNRM, as dimensões de avaliação das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica a fim de se constituir referencial para a avaliação mencionada no caput. 2º A avaliação das instituições e dos programas de residência médica resultará na atribuição de conceitos, ordenados em uma escala com 5 (cinco) níveis, a cada uma das dimensões e ao conjunto das dimensões avaliadas. Art. 55. Os conceitos de avaliação para as instituições de saúde que ofertam residência médica e para os programas de residência médica que apresentem nível igual ou superior a 3 (três) indicam qualidade satisfatória. Art. 56. Para o cumprimento dos objetivos das avaliações previstas no art. 54, serão realizadas as seguintes modalidades de avaliação: I- auto-avaliação das instituições de saúde que ofertam residência médica; II- avaliação externa in loco das instituições de saúde que ofertam residência médica; e III- avaliação externa in loco nos programas de residência médica. 1º No que refere à modalidade de avaliação prevista no inciso I do caput, os responsáveis pela prestação de informações falsas ou pelo preenchimento de formulários e relatórios de avaliação que impliquem omissão ou distorção de dados a serem fornecidos responderão civil, penal e administrativamente por essas condutas. Art. 57. Fica instituído o banco público de avaliadores da residência médica, que consiste em um quadro de especialistas no tema. Art. 58. A realização da avaliação nas instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica será organizada pela DHR, em conjunto com a CNRM e com o apoio das CEREM, e executada por equipe de especialistas proveniente do banco público de avaliadores a que se refere o art

20 Art. 59. Nos termos deste Decreto, o ciclo avaliativo compreende a realização periódica de avaliação de instituições de saúde que ofertam residência médica e de programas de residência médica, com base nas avaliações referidas no caput do art. 56, as quais subsidiam, respectivamente, os atos de recredenciamento e de renovação de reconhecimento. Art. 60. As instituições de saúde que ofertam residência médica e que estão certificadas como Hospitais de Ensino, nos termos da Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007, serão avaliadas na forma da mencionada Portaria e estão dispensadas do ciclo avaliativo nos termos deste Decreto. Art. 61. Nos termos deste Decreto, o ciclo avaliativo das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica variará em função do conceito obtido na avaliação do período anterior da seguinte forma: 1º Para o recredenciamento de instituição que oferta residência médica: I- dez anos, como referencial básico para recredenciamento de instituição de saúde que oferta residência médica que obtiver conceito igual a 5 (cinco); e II- cinco anos, como referencial básico para recredenciamento de instituição de saúde que oferta residência médica que obtiver conceito igual a 3 (três) ou 4 (quatro). 2º Para a renovação de reconhecimento de programa de residência médica: I- seis anos, como referencial básico para renovação de reconhecimento de programa de residência médica que obtiver conceito igual a 5 (cinco); e II- três anos, como referencial básico para a renovação de reconhecimento de programas de residência médica que obtiverem conceito igual a 3 (três) ou 4 (quatro). Art. 62. A CNRM tornará público e disponível o resultado da avaliação das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica. Art. 63. Os resultados considerados insatisfatórios ensejarão a celebração de protocolo de compromisso, a ser firmado entre a instituição de saúde que oferta residência médica e a DHR, conforme disposto no art. 43. Art. 64. Esgotado o prazo do protocolo de compromisso, a instituição será submetida a nova avaliação in loco, para verificar o cumprimento das metas estipuladas, com vistas à alteração ou à manutenção do conceito. Parágrafo único. A equipe de avaliadores expedirá relatório de nova avaliação à CNRM, vedadas a celebração de novo protocolo de compromisso. Art. 65. O descumprimento do protocolo de compromisso, no todo ou em parte, enseja instauração de processo administrativo, na forma do art. 42, cuja decisão poderá resultar no descredenciamento da instituição ou na revogação do ato autorizativo para oferta de programa de residência. 20

21 1 o A instituição de saúde que oferta residência médica será notificada por ciência no processo, via postal com aviso de recebimento, por telegrama ou outro meio que assegure a certeza da ciência do interessado, para, no prazo de dez dias, apresentar defesa, tratando das matérias de fato e de direito pertinentes. 2 o Recebida a defesa, a DHR reunirá o conjunto dos elementos do processo e o remeterá, à Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM para decisão. 4 o A decisão de arquivamento do processo administrativo enseja a retomada do fluxo dos prazos previstos. Art. 66. Caberá recurso da decisão da CNRM à Secretaria de Educação Superior - SESu, em trinta dias. Capítulo VII Das Disposições transitórias Art. 67. Na primeira composição da CNRM, visando implementar a transição para o sistema de mandatos não coincidentes, os conselheiros referidos nos incisos III à VI do art. 2º do presente Decreto serão nomeados pelo Ministro da Educação, por indicação das respectivas entidades que representam, para cumprir mandato 03 (três) anos, e os conselheiros referidos nos incisos VII à IX do art. 2º do presente Decreto e seus suplentes serão nomeados pelo prazo e na forma disposta no art. 6º. Art. 68. Os programas de residência médica que possuem os seus atos autorizativos vigentes, nas condições da Resolução CNRM nº 02, de 07 de julho de 2005, no momento da publicação deste Decreto, estarão autorizados ou reconhecidos, conforme o caso. I- Os programas de residência médica que se encontram com ato autorizativo de credenciamento provisório, nas condições da Resolução CNRM nº 02, de 07 de julho de 2005, estarão autorizados e deverão solicitar pedido de reconhecimento, na forma do art. 37 deste Decreto, quando faltar 01 (um) ano para o término da duração do programa; e II- Os programas de residência médica que se encontram com ato autorizativo de credenciamento por 5 (cinco) anos, nas condições da Resolução CNRM nº 02, de 07 de julho de 2005, estarão reconhecidos e deverão solicitar pedido de renovação de reconhecimento, na forma do art. 37 deste Decreto, quando faltar 01 (um) ano para o término da vigência do ato autorizativo que lhe concedeu o credenciamento por 5 (cinco) anos. Art. 69. As instituições de saúde que ofertam residência médica no momento da publicação deste Decreto, cujos programas possuem os devidos atos autorizativos vigentes, nos termos da Resolução CNRM nº 02, de 07 de julho de 2005, estarão credenciadas. Parágrafo único. As instituições referidas no caput realizarão o seu pedido de recredenciamento, na forma do art. 26, concomitante ao pedido de reconhecimento ou 21

22 renovação de reconhecimento, conforme o caso, do seu primeiro programa de residência médica a ser avaliado nos termos deste Decreto ou ao pedido de autorização de novo programa de residência médica, o que ocorrer primeiro. Art 70. A CNRM deverá constituir Grupo de Trabalho com a finalidade de estabelecer as dimensões de avaliação, conforme disposto no 1 o do art. 54, e as respectivas diretrizes do instrumento de avaliação das instituições de saúde que ofertam residência médica e dos programas de residência médica, cujos resultados devem ser apresentados em 90 (noventa dias) após a publicação deste Decreto. Art. 71. A Secretaria de Educação Superior SESu deverá criar núcleo de avaliação da residência médica, no âmbito da Coordenação Geral de Residência em Saúde da Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residência em Saúde CGRS/DHR, a fim de estruturar e executar as atividades relativas ao processo de avaliação. Art. 72. Caso alguma instituição de saúde certificada como Hospital de Ensino, nos termos da Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007, tenha seu certificado suspendo em decisão administrativa final, a Comissão Interministerial de Certificação de Hospitais de Ensino deverá notificar a CNRM para a tomada das providências cabíveis. Art. 73. Fica revogado o Decreto n , de 5 de setembro de Presidente da República Ministro da Educação 22

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