ANEXO - II MEMÓRIA DE CÁLCULO. PREGÃO ELETRÔNICO PARA REGISTRO DE PREÇOS n 06/2014

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1 ANEXO - II PROCESSO Nº / APRESENTAÇÃO MEMÓRIA DE CÁLCULO PREGÃO ELETRÔNICO PARA REGISTRO DE PREÇOS n 06/2014 A presente Memória de Cálculo demonstram os passos seguidos para a fixação de valores limites para a contratação do serviço de vigilância no âmbito do IF Goiano, tomando como referência: O Cenário Máximo apresentado no Caderno Técnico nº 34/2014, para Serviços de Vigilância prestados no Estado de Goiás, publicado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, norteada pela Convenção Coletiva de Trabalho 2013/2014 da categoria (Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicato dos Vig., dos Emp. em Emp. de Seg., Vig. Trans. de Valores, Vigias e G. Noite, Vig. Orgânicos e emp. das Esc. de Form. de Vig. e Seg. do Est. de Goiás e o Sindicato das empresas de Segurança Privada, de Transporte de Valores e de Cursos de Formação dos Estado de Goiás SINDESP-GO, acordo registrado dia 22 de fevereiro de 2013 no Ministério do Trabalho e Emprego sob o nº SRT00073/2013, solicitação MR005795/2013 ) pela Instrução Normativa nº 02 de 30 de abril de 2008/SLTI, pela Instrução Normativa nº 06 de 23 de dezembro de 2013/SLTI, pela Instrução Normativa nº162 de 31 de dezembro de 1998/SRF, além da adoção de pesquisas de mercado realizadas junto a fornecedores, sites especializados de produtos relacionados e em índices de pesquisas de mercado como a Agência Nacional de Petróleo e Tabela Fipe. MÓDULO 1 COMPOSIÇÃO DA REMUNERAÇÃO Item A O valor dos salários foi definido com base na Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicato dos Vig., dos Emp. em Emp. de Seg., Vig. Trans. de Valores, Vigias e G. Noite, Vig. Orgânicos e emp. das Esc. de Form. de Vig. e Seg. do Est. de Goiás e o Sindicato das empresas de Segurança Privada, de Transporte de Valores e de Cursos de Formação dos Estado de Goiás SINDESP-GO, registrado dia 22 de fevereiro de 2013 no Ministério do Trabalho e Emprego sob o nº SRT00070/2013, solicitação MR005795/2013. Item B O valor do Adicional de periculosidade foi definido com base na Cláusula quarta da CCT, com percentual de 30% sobre o salário base.. Item D Cálculo do Adicional Noturno para os Postos Noturnos, a serem prestadas com início da jornada às 19:00 e término às 07:00 horas do dia seguinte, conforme Caderno Técnico 34/2014: Considerando: (Salário de referência p/ Ad. Not.) X (Proporção de horas noturnas) X ( Alíquota do adicional noturno) *Salário de referência para Adicional Noturno (Salário base + Adicional de Periculosidade). *Proporção de horas noturnas, dividindo-se o número de horas sobre as quais incide o adicional noturno pelo número total de horas da jornada de trabalho (12 horas), o que significa 9/12 horas, ou 75% da escala de 12 horas. *Alíquota do adicional noturno conforme Art. 73 da CLT, acréscimo de 20%, pelo menos, sobre a hora diurna.

2 Item E A repercussão no Descanso Semanal Remunerado (DSR) foi calculado dividindo-se o valor previsto para o adicional noturno, pelo número de dias no mês (30 dias) e multiplicado pelo número médio de domingos ao longo do ano (4,33 dias). Item F A hora de redução noturna foi calculada levando em conta o posto estar coberto durante as nove horas de horário reduzido (540 minutos corridos) é necessário remunerar 10,29 horas reduzidas (540'/52,5') o que em relação à jornada de trabalho diária (12 horas) representa um acréscimo de 10,75% da escala diária de 12 horas. (Salário de referência p/ Ad. Not.) X (Proporção de horas noturna adicional) X (1 + Alíquota do adicional noturno) Considerando: *Salário de referência para Adicional Noturno (Salário base + Adicional de Periculosidade). *Proporção de horas noturnas (10,75%). *Alíquota do adicional noturno conforme Art. 73 da CLT, acréscimo de 20%, pelo menos, sobre a hora diurna Item G A repercussão no Descanso Semanal Remunerado (DSR) foi calculado dividindo-se o valor previsto para a hora de redução noturna, pelo número de dias no mês (30 dias) e multiplicado pelo número médio de domingos ao longo do ano (4,33 dias). Item H Intervalo Intrajornada, conforme Parágrafo 1º, cláusula terceira da CCT. MÓDULO 2 BENEFÍCIOS MENSAIS E DIÁRIOS Item A O custo da passagem é a tarifa predominante na capital, cujos valores são disponibilizados pela ANTP (Associação Nacional dos Transportes Públicos). O custo final da passagem é o custo total das passagens subtraído do desconto do vale transporte (dias de trabalho no mês) X (nº passagens / dia) X (custo passagem) X (Salário de referência p/ transporte) X (Alíquota de desconto) Considerando escala (12/36): *Dias de trabalho no mês - 15,2188 *Número de passagens por dia - 2, trajeto de ida e volta residência/if Goiano. *Custo da passagem - R$ 2,70, adotado o valor da tarifa da Capital, Goiânia. *Salário de Referência para transporte - R$ 1.032,58 *Alíquota de desconto - 6%, conforme Parágrafo 3º Cláusula Décima Primeira CCT Considerando escala (44 h semanal): *Dias de trabalho no mês - 20,7958 *Número de passagens por dia - 2, trajeto de ida e volta residência/if Goiano. *Custo da passagem - R$ 2,70, adotado o valor da tarifa da Capital, Goiânia. *Salário de Referência para transporte - R$ 1.032,58 *Alíquota de desconto - 6%, conforme Parágrafo 3º Cláusula Décima Primeira CCT

3 TABELA VALE TRANSPORTE LOTE MUNICÍPIO ESCALA VL. VALE TRANSPORTE (R$) DIAS TRABALHADOS (R$) I Campos Belos de Goiás 12 X 36 horas. 2,70 15, horas semanais 2,70 20,7958 II Catalão 12 X 36 horas. 2,00 15,2188 III Cristalina 12 X 36 horas. 2,70 15,2188 IV Hidrolândia 12 X 36 horas. 2,70 15,2188 V Ipameri 12 X 36 horas. 2,70 15,2188 VI Posse 12 X 36 horas. 2,70 15, horas semanais 2,70 20,7958 VII Trindade 12 X 36 horas. 2,70 15,2188 VIII Urutaí (Projeto Cães Guia) 12 X 36 horas. 2,70 15,2188 Item B O custo do auxílio alimentação é dado pelo número de dias de trabalho, pelo custo da refeição e pela alíquota máxima de compartilhamento previsto na CCT. Considerando escala (12/36):: (Dias de trabalho no mês) X (Custo diário) X (1 - Alíquota de compartilhamento) *Dias de trabalho no mês - 15,2188 *Custo diário - R$ 12,50, conforme Parágrafo 8º Cláusula Décima CCT. *Alíquota de compartilhamento - 1%, conforme Parágrafo 2º Cláusula Décima CCT. Considerando escala (44 h semanal): *Dias de trabalho no mês - 20,7958 *Custo diário - R$ 12,50, conforme Parágrafo 8º Cláusula Décima CCT. *Alíquota de compartilhamento - 1%, conforme Parágrafo 2º Cláusula Décima CCT Item D O custo do auxílio creche é determinado pela multiplicação do número de filhos em creche pelo valor do auxílio creche, determinado em convenção coletiva, sendo o primeiro valor obtido dos dados do Censo IBGE conforme segue: (Número de crianças em creches na UF - 0,0275) X (Custo Mensal - 108,73) Item E Seguro de Vida, invalidez e funeral - R$ 9,00, Parágrafo 1º item 1.1 da Cláusula 13ª, da CCT. MÓDULO 3 INSUMOS DIVERSOS Item A O custo dos uniformes foram definidos com base na média dos valores obtidos através de pesquisa de mercado vezes o quantitativo exigido no item 8.1 do Termo de Referência, dividido pela quantidade de anos de vida útil de cada item. Item B O custo dos materiais (combustível) foi definido com base na média dos valores apresentados pelo Sistema de Levantamento de Preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) por meio da síntese dos preços praticados no Estado de Goiás, considerando o combustível gasolina (R$ / l) durante o mês de agosto de 2014 igual a R$ 3,107. Considerando ainda a média de capacidade do tanque de combustível dos modelos de motocicletas pesquisados (12 litros), a média do

4 consumo médio (Km / l) multiplicado pela média da quantidade de semanas dos meses em um período de um ano. Item C O custo mensal de equipamentos por pessoa do posto foi calculado conforme segue: (Custo anual dos equipamentos / 12meses) + (Custo financeiro mensal) / Número de pessoas por posto) O valor do investimento inicial foi utilizado para a obtenção do custo financeiro mensal dos equipamentos, calculado como segue, sendo a percentagem do custo de capital mensal obtido a partir da média da taxa SELIC entre os meses de agosto de 2013 à julho de 2014: (Investimento inicial por posto) X (Percentual do Custo de Capital mensal) O investimento inicial em equipamentos se refere ao valor dos equipamentos necessários para cada posto de trabalho e foi calculado conforme demonstrado: (média da pesquisa de mercado) X (Quantidade necessária de equipamento) O custo anual de cada item de equipamento foi calculado conforme segue: (média da pesquisa de mercado) X (Quantidade de unidades do item) / (Anos de vida útil do item) - (Percentual de depreciação p/alguns itens) + (percentual de manutenção p/ alguns itens) Para obtenção das taxas de depreciação adotou-se como parâmetro a Instrução Normativa SRF nº162 de 31 de dezembro de Valores de Depreciação Adotados ITEM EQUIPEMENTO % DEPRECIAÇÃO VIDA ÚTIL / ANOS % MANUTENÇÃO I Revolver Calibre 38 20% 10 1% II Capacete fechado (NBR/ABNT 7471) III Motocicleta Off-road (cilindrada mínima 125 CC) 25% 4 1% IV Colete a prova de balas (Nível II - A)com emblema 20% 5 1% V Rádio comunicador 20% 5 1% MÓDULO 4 ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS Submódulo Encargos previdenciários e FGTS: ITEM % FUNDAMENTAÇÃO A INSS 20 Art. 22, Inciso I, da Lei nº 8.212/91 B SESI ou SESC 1,5 Art. 3º, Lei nº 8.036/90 C SENAI ou SENAC 1 Decreto nº 2.318/86 D INCRA 0,2 Lei nº 7.787/89 e DL nº 1.146/70 E Salário Educação 2,5 Art. 3º Inciso I, Decreto nº /82 F FGTS 8 Art. 15, Lei nº 8.030/90 e Art. 7º, Inciso III, C.F. G Seguro acidente de trabalho (RAT x FAP) 6 H SEBRAE 0,6 Art. 8º, Lei nº 8.029/90 e Lei nº 8.154/90 Decreto nº 3.048/1999 Riscos de acidentes do trabalho, índice variável de 1% a 3%. Decreto nº 6.957/2009 Fator acidentário de prevenção multiplicador variável no intervalo de 0,5 a 2, incidente sobre a alíquota RAT. Considerando-se os índices máximos, os quais deverão ser comprovados quando da contratação pela apresentação da GFIP G Riscos Ambientais do Trabalho (RAT) x Fator de Acidente de Trabalho (FAT) RAT 3,0% (índice máximo previsto no Anexo V do Decreto nº 3.048/1999) FAT 2,0 conforme Decreto nº 6.957/2009.

5 Onde se obtém 3 x 2 = 6,00% Submódulo º Salário e Adicional de Férias Item A O custo mensal de 13º salário é calculado como segue: (Salário de referência para cálculo de férias e 13º) X (Proporção de 13º salário no ano) Item B O custo do adicional de férias é calculado como segue: (Salário de referência para cálculo de férias e 13º) X (Proporção de adicional de férias no ano) X (Alíquota do adicional de férias) Submódulo Afastamento Maternidade Item A O custo mensal do afastamento maternidade adotado foi o índice constante do item B3 da Cláusula 62 da CCT. Submódulo 4.4 Provisão para Rescisão Item A Para o aviso prévio indenizado adotou-se o percentual a ser provisionado ao longo da duração dos contratos de trabalho para pagar o custo do período não trabalhado durante o aviso prévio, conforme dados obtidos junto ao Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG. Item C Para a multa do FGTS do aviso prévio indenizado adotou-se o percentual obtido junto ao Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG, referente ao custo do aviso prévio indenizado, acrescido da multa do FGTS indenizado (50%), que incide sobre a alíquota do FGTS (8%) aplicada sobre o custo de referência para o aviso indenizado. Item D Para o aviso prévio trabalhado adotou-se o percentual a ser provisionado ao longo da duração dos contratos de trabalho para pagar o custo do período não trabalhado durante o aviso prévio (7 dias), conforme dados obtidos junto ao Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG. Item F Para a multa do FGTS do aviso prévio trabalhado adotou-se o percentual obtido junto ao Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG, referente ao custo do aviso prévio trabalhado, acrescido da multa do FGTS indenizado (50%), que incide sobre a alíquota do FGTS (8%) aplicada sobre o custo de referência para o aviso trabalhado. Submódulo 4.5 Custo de reposição do profissional ausente Item A O custo mensal das férias adotado foi o índice constante do item B1 da Cláusula 62 da CCT Item B O custo mensal da ausência doença adotado foi o índice constante do item B2 da Cláusula 62 da CCT. Item C O custo mensal da licença maternidade / paternidade adotado foi o índice constante do item B3 da Cláusula 62 da CCT. CCT. Item D O custo mensal das faltas legais adotado foi o índice constante do item B4 da Cláusula 62 da

6 Item E O custo mensal para acidente de trabalho adotado foi o índice constante do item B5 da Cláusula 62 da CCT. Item F O custo mensal para aviso prévio adotado foi o índice constante do item B6 da Cláusula 62 da CCT. Módulo 5 Custos Indiretos, Tributos e Lucro Custos Indiretos e Lucro Item A O percentual máximo adotado para os Custos Indiretos foi de 6%, conforme Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG. Item B O percentual máximo adotado para os Tributos conforme Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG, foi de 8,65%, sendo composto por: *Tributos Federais (PIS) - 0,65% *Tributos Federais (COFINS) - 3% *Tributos Municipais (ISSQN) - Conforme alíquota praticada em cada município TABELA ISS MUNICÍPIOS LOTE MUNICÍPIO ALÍQUOTAS ISS I Campos Belos de Goiás 2,50% II Posse 3,00% III Trindade 2,00% IV Catalão 2,00% V Cristalina 5,00% VI Hidrolândia 3,00% VII Ipameri 2,00% VIII Urutaí (Projeto Cães Guia) 3,00% Item C O percentual máximo adotado para a obtenção do Lucro, conforme Caderno Técnico 34/2014 elaborado pelo MPOG, foi de 8,51%, sendo utilizado para tanto o percentual do lucro antes do Imposto de Renda. Ronnie Peterson Pitaluga de Godoi Assistente em Administração

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