Módulo 5 A Life Table

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Módulo 5 A Life Table"

Transcrição

1 Life Table 1 Módulo 5 A Life Table Nos módulos sobre crescimeno eponencial (módulo 2) e crescimeno com auoregulação (módulo 13), eaminou-se a população sem disinguir grupos de idade ou de esádios de desenvolvimeno ou, o que é equivalene, agiu-se como se a população ivesse uma disribuição eária esável (módulo 6). Eviou-se discuir as consequências para o crescimeno populacional de haver grupos eários capazes de se reproduzirem melhor que ouros e de haver idades com menor sobrevivência que ouras. O conhecimeno da relação enre as idades e a sobrevivência e ferilidade, permie compreender quais os grupos são mais influenes para o fuuro da população. Se se preender ajudar um biólogo a garanir a sobrevivência a longo prazo de uma população de aves com ineresse cinegéico, por eemplo, que recomendações se deve dar? será mais eficaz proeger os adulos na época de reprodução faciliando a consrução e defesa dos ninhos? defender os ovos e os recémnascidos dos predadores? invesir na sobrevivência dos juvenis e dos adulos aravés da regulamenação da caça? para encarar esas quesões necessiamos de insrumenos que permiam calcular a aa de incremeno da população a parir do seu ciclo de vida e projecar o seu fuuro a parir de diferenes cenários de proecção da população. Nese módulo dá-se o primeiro passo na organização das aas viais da população por idade e inroduz-se a sua uilização práica para avaliar o esado da própria população. As ideias subjacenes às écnicas dese módulo foram desenvolvidas pelas companhias de seguros e usadas desde o século 19 em populações humanas. Os acuários precisam de calcular o risco que correm ao aceiar fazer um seguro de vida a um cliene. As life ables foram aperfeiçoadas para calcular probabilidade de, por eemplo, um homem de 50 anos que vive em meio urbano viver mais 20 anos, e a anuidade do seguro foi esabelecida de acordo com esa probabilidade. Os francófonos chamam por isso a esas abelas ables de moralié, mas eu prefiro o ermo life able porque é menos érico. Esas écnicas foram facilmene adapadas a populações animais e usadas com fins mais nobres do que calcular a anuidade do seguro. Curiosamene, a sua aplicação a populações vegeais viria a revelar-se difícil. Em planas, as aas de crescimeno individual, reprodução e sobrevivência, não esão ão associadas à idade como nos animais, sendo alamene dependenes do meio ambiene e basane mais variáveis. A plasicidade fenoípica das planas pode ser demonsrada fazendo crescer clones geneicamene idênicos em ambienes diferenes. Para siuações de grande plasicidade no crescimeno, a solução recomendada consise em subdividir o ciclo de vida em esádios de desenvolvimeno, por oposição a idades, um assuno que será objeco do módulo 10.

2 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl O que é a Life Table A life able (LT) é uma abela em que se organizam as principais aas viais, ferilidade e sobrevivência, de grupos de indivíduos que êm em comum ceros aribuos. Em ecologia, o mais comum é esses aribuos serem as idades, embora possam ser esádios do ciclo de vida, ceras condições fisiológicas ec.. Tradicionalmene, a única aa vial presene na LT é a sobrevivência por idade, medida por S e l. Talvez não seja alheio a isso o faco de as LT's erem sido desenvolvidas pelos demógrafos humanos, sendo uilizadas pelas companhias de seguros (no chamado cálculo auarial), as quais êm um ineresse muio especial em saber qual é a esperança de vida dos seus clienes. Alguns demógrafos, conudo, ambém incluem a ferilidade na LT, por razões que em breve se ornarão claras. De faco, a LT é um insrumeno úil de projecção do fuuro da população, e o fuuro depende não só da sobrevivência dos indivíduos mas ambém da forma como eles se reproduzem. Grande pare da informação presene na LT já foi apresenada. Traa-se do vecor com o número de indivíduos de uma coore, N, organizados em idades discreas,, e das medidas de sobrevivência ou moralidade que podem ser calculadas a parir de N (Tabela 5.1). A primeira decisão a omar anes de fazer uma LT diz respeio aos inervalos de idade,, enre os quais a coore é recenseada. Esa decisão esá evidenemene condicionada pela nossa capacidade de seguir a vida da coore e esimar os sucessivos N. Para animais que se reproduzam uma vez por ano e que vivem durane vários anos, os inervalos são em geral de 1 ano, embora possam chegar a ser de 1 mês para pequenos roedores que se reproduzem várias vezes ao ano ou para espécies que vivem 1 ou 2 anos apenas. Para populações humanas e para árvores é cosume adopar inervalos de 5 anos. A Tabela 5.1 é uma LT para uma espécie de pardais da Briish Colombia em que a unidade de empo escolhida para recensear a população foi o ano. Embora as suas colunas já sejam familiares, a abela serve para eemplificar a organização dos cálculos. Na abela usei valores reais da abundância da população na coluna N, mas é muio frequene os demógrafos iniciarem esa coluna com um valor padrão a que gosam de chamar radi da abela, como por eemplo 1000 ou 10 5, converendo odos os valores de N a esa referência, o que não afeca os valores das ouras colunas, à ecepção de D. A única esaísica habiualmene incluida na LT e que esá ausene da Tabela 5.1, é a esperança média de vida, mas de momeno não precisamos de nos preocupar com ela. Tabela 5.1 Life able de pardais da Briish Colombia (adapado de Krebs 1994) Núm animais Taa de Taa de vivos no inicio sobrevivência sobrevivência Núm de moros Taa de Idade da idade da idade aé inicio de enre e +1 moralidade N S l D q

3 Life Table 3 Eercício Confirmar os valores das colunas l, D e q da abela, a parir de N, recordando as equações do Módulo 4. A LT da Tabela 5.1 mosra que pouco mais de 20% dos pardais sobrevive aé aingir 1 ano de idade (coluna l ) e quase odos os sobrevivenes morrem nos 3 anos seguines. A probabilidade de morrer é especialmene ala nos recem-nascidos e na idade 3 (coluna q ), onde 83% dos pardais vivos morre. Todas as colunas da LT são calculáveis a parir da coluna N. As esimaivas da abundância da coore ao longo da sua vida são, porano, um assuno crucial para a consrução da LT e para oda a panóplia de cálculos que faremos a parir dela. Na práica, o biólogo concenrará a maior pare dos seus recursos eperimenais na esimação de N, faco que não é demais enfaizar, e deverá er em aenção os aspecos esaísicos relacionados com a incereza decorrene de, na maior pare dos casos, N resular de uma esimação e não de um recenseameno compleo da população com anos de idade. A lieraura mais especializada faz uma disinção enre dois ipos de LT. A LT com decremenos simples e a LT com decremenos múliplos (do inglês "single decremen" e "muliple decremen", respecivamene). O primeiro ipo não discrimina as várias causas de more, reunindo-as odas numa causa só. É o caso da Tabela 5.1, em que se diz que houve 90 mores no inervalo que corresponde à idade 0, mas não se discrimina as várias causas de more. Na LT com decremenos múliplos, esas mores seriam desagregadas em causas independenes (e.g. doença, predação, acidenes físicos) e seriam calculadas aas de moralidade discriminadas por causa de more. Uma LT com decremenos múlipos requer porano informação muio dealhada de que o ecologisa raramene dispõe, razão pela qual não abordo o assuno. Com os decremenos múliplos, conudo, é possivel esimar as consequências para a população da eliminação de ceras causas pariculares de more, razão por que o assuno é raado com muio ineresse em demografia humana. Os leiores ineressados êm uma inrodução acessível à LT com decremenos múliplos em Carey (1993). 5.2 Ferilidade, aa líquida de reprodução e empo de geração Na ausência de migração, só há duas causas de variação da densidade de uma população: as mores e os nascimenos. Se a densidade da população fôr quanificada em ermos de biomassa, há que er em aenção ainda a aa de crescimeno em peso de cada indivíduo; na LT, porém, limiamonos a rabalhar com número de indivíduos e por isso vou-me ocupar agora apenas dos nascimenos. No Módulo 2, vimos já como esimar a aa de naalidade da população. O número de nascimenos por fêmea por ano, ou o número de nascimenos por 1000 indivíduos por ano são eemplos de formas frequenes de epressar a aa de naalidade. Na LT, os nascimenos são represenados por uma função da idade, em geral represenada por m. Esa em sido designada por função maernidade, aa de ferilidade, ou aa de fecundidade. O ermo fecundidade é mais usado para espécies que põem ovos ou para designar o poencial reproduivo, enquano ferilidade em sido usado para meazoários que não se reproduzem por ovos e é esse o ermo que vou usar para m.

4 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl 4 Vou definir a ferilidade da idade, simbólicamene m, como sendo o número médio de fêmeas-filhas produzidas por uma fêmea da idade, enquano a fêmea esá na dia idade. Disinguese de fecundidade por esa represenar o poencial máimo de produção de descendenes. Há rês reparos a fazer à definição de ferilidade. O primeiro em a ver com a resrição às fêmeas. A maioria dos demógrafos opa por esa via, para eviar dificuldades decorrenes de (i) os pais poderem er idades diferenes, colocando-se enão o problema de saber a que idade parenal se deve aribuir um deerminado nascimeno e (ii) em muias populações haver impossibilidade de deerminar a idade do macho parenal. A definição dada acima evia eses problemas, resringindo a análise à população de fêmeas. O segundo reparo é que a definição usada obriga a um pressuposo. Quando são feias projecções do fuuro da população usando m, assume-se que eisem machos na população em proporção e idade adequada para as fêmeas epressarem a ferilidade média que esá a ser usada. Ese pressuposo não é em geral problemáico, ecepo quando há oscilações muio pronunciadas no se-raio ou quando uma fêmea requer a presença de vários machos para haver reprodução. As projecções referidas são feias apenas em ermos de número de fêmeas. A erapolação dos cálculos para oda a população obriga, evidenemene, ao conhecimeno do se-raio, o que ambém não cosuma ser problemáico. O erceiro reparo em a ver com a dicoomia hisórica que eise enre os biólogos aquáicos e os que rabalham com populações erresres. A forma de epressar a ferilidade usada pelos demógrafos pode, em principio, ser aplicada a qualquer ipo de população. Conudo, na práica eise uma disinção fundamenal a fazer enre as populações com reprodução eerna e as populações com reprodução inerna. Nas populações com reprodução eerna, enre as quais se conam a maioria das populações aquáicas, as variações da abundância da população são principalmene devidas a fluuações muio drásicas no número de ovos e larvas sobrevivenes que enram na população. Dum modo geral, a nossa capacidade de previsão desas fluuações em sido práicamene nula. Numa siuação ípica, os adulos reproduores originam um número elevadíssimo de ovos e larvas, do qual apenas uma proporção muio pequena sobrevive para chegar ao esado adulo. A aa de sobrevivência esá alamene dependene de facores abióicos e bióicos inconroláveis e imprevisiveis. Nesas populações, as enaivas de quanificação da aa de ferilidade nos ermos acima definidos conduzem, em geral, a uma esimaiva com um inervalo de confiança ão grande que o conhecimeno do número de adulos reproduores é quase inúil para prever o número de jovens a que eses adulos vão dar origem. Em populações com reprodução inerna, pelo conrário, é em geral possivel deerminar m com uma precisão suficiene para que esa seja úil nas projecções do fuuro da população. A relação enre a abundância da população parenal e o número de recém-nascidos que esa origina é muio mais fiável do que nas populações com reprodução eerna. Não admira, porano, que eisa uma dicoomia hisórica enre os ecologisas erresres e os ecologisas ligados às populações aquáicas (McInosh 1985, Kingsland 1995). Não só a práica de amosragem dos dois ipos de populações em caracerísicas muio diferenes, como ambém a meodologia maemáica uilizada para esudar a sua dinâmica é diferene, podendo mesmo falar-se em passado hisórico e em escolas de pensameno quase independenes. A eoria demográfica clássica é feia essencialmene a pensar nas populações com reprodução inerna e esá muio dependene de m. É uma eoria erresre. Os chamados méodos

5 Life Table 5 de avaliação de recursos marinhos, pelo conrário, foram desenvolvidos para reproduores eernos e neses a modelação maemáica é feia em geral de forma independene da quanificação de m. A Tabela 5.2 combina a esaísica l de uma LT clássica com o vecor de ferilidade por idade do escaravelho Phylloperha horicola, em que as fêmeas se reproduzem pela primeira vez a parir da 51ª semana de vida (coluna m ), sendo a probabilidade média de chegar a esa idade l 4 = A abela indica que, em média, cada fêmea em uma filha durane a 51ª semana, 6.9 filhas durane a 52ª semana ec.. Uma fêmea pode viver ao longo de várias idades (com probabilidades definidas por l ) e reproduzir-se várias vezes, gerando uma média de m descendenes femininos em cada idade. Se a Tabela 5.2 Sobrevivência (l ) e ferilidade (m ) do escaravelho Phylloperha horicola, ao longo de idades em que a unidade de medida é a semana. A aa liquida de reprodução dese animal é R 0 =2.94. (semanas) l m l m lm = 2.94 aa de sobrevivência fôsse sempre de 100%, m era o número médio de descendenes-fêmea que uma fêmea recém-nascida viria a er na classe de idade. Conudo, há que ponderar os valores de m pela probabilidade da fêmea chegar à idade. Para uma dada classe de idade, o produo l m é o número de fêmeas que, em média, se espera que uma fêmea recém-nascida venha a produzir enre e +1. A soma de odos eses produos será, óbviamene, o número oal de descendenes que, em média, a fêmea produz ao longo de oda a sua vida. Esa quanidade cosuma ser designada por aa liquida de reprodução, simbólicamene R 0 : R 0 = l m = número médio de fêmeas que uma fêmea produz durane a sua vida 5.1 sendo o somaório para odas as idades na LT. Noe-se que o mesmo R 0 pode ser obido com uma espécie em que a sobrevivência das fêmeas é muio baia e os valores de m muio alos, como em muias espécies de cura longevidade, ou o oposo, como na espécie humana. R 0 é a conribuição média para a população, em ermos de descendenes, de uma fêmea. Se R 0 =1, a população de fêmeas não aumena nem diminui, subsiui-se a ela própria com eacidão. No eemplo do escaravelho acima, R 0 > 1 e, porano, a população de fêmeas esá a crescer. Se R 0 < 1 a população decresce. Curiosamene, no Módulo 2 haviamos já ropeçado numa quanidade com caracerísicas parecidas a que chamámos aa finia de incremeno, definida pelas equações 2.8 e 2.9.

6 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl 6 Eercício Que diferenças eisem enre R 0 e? (não vale ler as linhas que se seguem anes de responder). Para além da disinção menos ineressane, que consise em R 0 se aplicar só a fêmeas por razões já eplicadas, a diferença essencial enre R 0 e em a ver com o inervalo de empo a que as duas aas se referem. Enquano se refere a um inervalo arbirário,, que separa os insanes em que a população é recenseada, R 0 aplica-se a um inervalo muio especial que combina longevidade com capacidade para deiar descendenes. É o empo de uma geração (T), que se define como o periodo de empo que, em média, decorre enre o nascimeno dos pais e o nascimeno dos filhos que esses pais originam. Iso é evidenemene uma aproimação, pois os filhos vão nascendo ao longo duma série de idades dos pais e não de repene. Mais arde discuiremos a dificuldade práica em calcular maemaicamene T. Como vimos arás, R 0 indica a conribuição média de uma fêmea, em descendenes, para a população. Se no inicio de uma dada geração,, ivermos N fêmeas, enão o produo N R 0 é o número de fêmeas que eremos em média ao fim de uma geração. Ese número, N R 0, inicia a nova geração de fêmeas N +1 : N +1 = N R 0 donde, R 0 = N +1 /N 5.2 R 0 é o facor muliplicaivo para calcular o número de indivíduos de geração para geração. Esa inerpreação de R 0 é rigorosa em espécies em que os pais morrem logo após a reprodução, mas é apenas aproimaiva em espécies em que os pais sobrevivem ao pono de poder haver avós e neos presenes em simulâneo. Neses casos, é difícil definir T maemáicamene, por isso vou para já adiar ese assuno para mais arde. O imporane aqui é noar que R 0, al como, deermina se a população vai crescer ou não. Termino esa secção com uma noa de precaução sobre a práica de LT s. Embora a LT possa ser consruida começando em qualquer idade (omada como =0), é necessário que os valores de m usados sejam consisenes com a idade inicial da LT. Por eemplo, se a LT de uma ave é iniciada com N 0 =número de filhoes no ninho, enão m não pode ser número de ovos-fêmea posos por fêmea - ambém em de ser número de filhoes-fêmea no ninho por fêmea adula. Ou seja, a idade a que N 0 se refere deve ser a mesma dos descendenes a que m se refere. Sempre que N 0 se referir a um esádio mais avançado no ciclo de vida do que aquele a que m se refere, os valores de m êm de ser muliplicados pela probabilidade de sobreviver aé ao esádio de N Da eoria à práica: Life Tables horizonais, vericais... e inermédias Só faz senido biológico falar em evolução do número de indivíduos e respecivas aas de sobrevivência, quando se esá a pensar numa coore. Idealmene, uma LT deve porano ser consruida sempre a parir de uma coore. Conudo, não é raro enconrar lieraura que se refere à LT de uma população. Esa aparene confusão resula do faco de ecologisas e demógrafos humanos, por vezes, erapolarem a eoria da coore para a população (sem que necessáriamene o digam). Esa erapolação em o fore pressuposo de que a população esá esacionária (Módulo 6). Só nessa siuação é que os números de indivíduos por idade, N, ao longo da vida da coore, são eacamene

7 Life Table 7 iguais aos números de indivíduos por idade na população em qualquer ano do calendário. Há porano duas formas de reunir os dados necessários para consruir uma LT. Uma, correca, consise em seguir a vida duma coore, a oura consise em esimar a esruura eária da população e usá-la como se de uma coore se raasse. Esa úlima é, em geral, jusificada mais por razões de ordem práica do que por evidência facual de que a população eseja esacionária. A forma mais correca de proceder consise em seguir o desino dum conjuno de indivíduos perencenes à mesma coore ao longo da sua vida, regisando periódicamene o número de sobrevivenes do grupo e calculando as colunas da LT a parir deles. Uma LT consruida desa forma é designada por LT horizonal ou LT da coore. A consrução da LT horizonal implica sempre er capacidade para moniorizar a população durane um periodo de empo mais ou menos longo. O desino dos indivíduos em de ser seguido, apesar das múliplas causas de moralidade que os afecam, da migração e da misura com indivíduos de ouras coores. Na práica, iso é em geral eequível com planas e com animais sésseis, mas é muio mais difícil com a grande maioria das populações selvagens de animais. Embora a LT horizonal calcule rigorosamene aas de sobrevivência por idade, em um inconveniene imporane. É alamene específica de uma coore e pode não ser facilmene generalizavel. Cada coore pode er um vecor de sobrevivência diferene e específico das condições ambienais que enconrou desde a nascença. A alernaiva imperfeia, mas em geral muio mais fácil, consise em esimar a esruura eária da população. A população é amosrada ou recenseada, as idades dos indivíduos são lidas a parir, por eemplo, de anéis de crescimeno em peças duras (oólios, chifres, denes, escamas, vérebras, roncos ec.), são esimadas as proporções de indivíduos em cada idade, c, o número de indivíduos em cada idade é esimado por N =c N * (N * é uma esimaiva da abundância oal) e a parir daí é consruida a LT verical. Pode-se ambém esimar o número de mores por idade ocorrido no periodo omado para unidade de empo (em geral o ano). Todas as colunas da LT são consruidas a parir deses dados. Uma LT consruida desa forma designa-se por LT verical ou LT esáica. Se se dispuser apenas do número de indivíduos, as aas de sobrevivência são calculadas por S =N +1 /N, como habiualmene. Se se dispuser ambém dos moros por idade, pode-se usar S =(N -D )/N. Raramene eisem fundamenos sólidos para se assumir esacionaridade da população (Módulo 6). Mesmo assim, ese ipo de LT pode fornecer uma ideia grosseira das aas de sobrevivência por idade e, frequenemene, os ecologisas argumenam que mais vale er uma LT verical do que nada, dada a dificuldade em consruir a LT horizonal. A Figura 5.1 ilusra conudo o ipo de erros que se podem comeer. Se o procedimeno conducene à LT verical fôr repeido odos os anos, a parir de cera alura, pode-se evidenemene consruir a LT horizonal, pelo menos para as coores mais recenes. Ao fim de alguns anos de moniorização da população, orna-se possivel comparar as sucessivas LT's vericais com as LT's horizonais. Ese procedimeno em sido práica comum com populações de grande ineresse comercial (caça e pesca) e com populações proegidas em reservas naurais. O ecologisa adquire assim um insrumeno de avaliação da variabilidade do recruameno e das aas de sobrevivência de cada idade ao longo dos anos do calendário, que lhe confere, ou não, confiança para projecar o fuuro da população, com base no recruameno e nos valores de S mais recenes.

8 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl 8 Figura 5.1 A LT verical pode induzir em erro. Foi feia uma LT verical da população de Inglaerra e Gales com dados da esruura eária da população em 1880, endo-se consruido a curva de sobrevivência que esá a racejado. Enreano, foi possivel seguir uma amosra represenaiva de indivíduos da coore de 1880, endo-se feio mais arde uma LT horizonal, a parir da qual se fez a curva de sobrevivência a cheio na figura. Os avanços da medicina e das condições saniárias eplica o aumeno das aas de sobrevivência observado na LT horizonal. As pessoas nascidas em 1880 iveram sobrevivências superiores às que se inham observado aé aí. Previsões sobre a evolução da população feias com base na LT verical em 1880 eriam subesimado sériamene a população de Inglaerra+Gales nos anos seguines. (Fone: Krebs 1994) Ainda no que respeia à consrução da LT, eise um procedimeno inermédio enre a consrução horizonal e a verical. Consise em esimar aas de sobrevivência por idade em dois anos do calendário consecuivos, usando para isso odas as coores presenes na população. A Figura 5.2 ilusra o procedimeno. Cada aa de sobrevivência é calculada rabalhando horizonalmene denro de uma coore, o que é correco, porém, como é usada uma coore para cada idade, o resulado final é um conjuno de sobrevivências calculadas a parir de ouras anas coores. O INE, por eemplo, uiliza a mesma filosofia para consruir a LT da população poruguesa (INE 2007). Os pormenores écnicos do cálculo, no caso da população humana, é aproimaivo e requer rês anos consecuivos do calendário por se raar de uma população de reproduores conínuos, mas o princípio é o mesmo: calcular a sobrevivência denro da coore mas uilizando odas as coores. O principal inconveniene dese méodo é que as coores podem er aravessado condições ambienais muio diferenes. Suponhamos, por eemplo, que os recem-nascidos em 2009 foram confronados com um Inverno paricularmene frio, com escassez de alimeno e elevada moralidade. O esado nuricional dos jovens sobrevivenes pode ambém influenciar a sua sobrevivência em anos subsequenes. Suponhamos que o mesmo não aconeceu com a coore de 2008, em que os recemnascidos aravessaram um Inverno normal. Ao junar na mesma LT S 0 da coore de 2009 com S 1 de 2008, esá-se a combinar sobrevivências influenciadas por facores ambienais diferenes. O problema em geral é negligível em populações humanas de países desenvolvidos, numa gama de idades limiada, mas em populações não-humanas pode gerar uma LT que não represena bem nenhuma coore em paricular.

9 Life Table 9 Figura 5.2. A esruura eária da população em 2009 e 2010 é usada para esimar as aas de sobrevivência por idade, S. Todos os S são calculados horizonalmene (por coore), mas o vecor final dos [S ] é obido a parir de odas as coores. 5.4 Esperança média de vida, longevidade e valor reproduivo Há duas esaísicas que são habiualmene calculadas a parir da LT e que ainda não apresenei. A sua imporância eórica e práica é conudo grande. Uma é a esperança média de vida e a oura é o valor reproduivo. Qual é o empo médio de vida que um indivíduo com anos de idade ainda espera viver? A resposa a esa perguna é dada pela esperança média de vida da idade, simbólicamene e, por definição o número de unidades de empo que ainda vai viver, em média, um indivíduo que chega à idade. Anes de fazer conas, vou enar dar uma ideia inuiiva de como calcular e. Considere-se N, o número de indivíduos na coore no inicio da idade. Ao que será igual a soma de odos os indivíduos que haverá na coore, em média, em odas as idades que sejam? Vou chamar T a esse número, T N m N 1m N 2m N 3m... Sendo N m o número médio de indivíduos com anos. T depende do empo que viver cada um dos N indivíduos que iniciam a idade. Se cada um deles viver em média e anos (assumindo que a unidade de empo é o ano), a dia soma será T =N e indivíduos. Esa quanidade, e, é a esperança média de vida da idade e, uma vez conhecido N, pode ser calculada se obivermos T. Tabela 5.3. A Tab. 5.1 com colunas adicionais, necessárias para calcular a esperança média de vida, e. L é a média ariméica enre N e N +1 ; T é a soma cumulada de L para idades. N S l D L T e

10 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl 10 A Tabela 5.3 acrescena à nossa anerior Tab. 5.1 as colunas necessárias para calcular e. A coluna L é o número médio de indivíduos que esão na coore enre duas idades consecuivas, e +. Vimos já que eise uma forma mais adequada para calcular N m, porém, é radicional que na LT os auores usem a simplicidade da média ariméica L =(N +N + )/2, o que não será mau, desde que seja pequeno. Assim, usando a aproimação L N m, a coluna T é o número médio de indivíduos que esão na coore com idade e mais velhos que, Finalmene, a esperança média de vida, dada por, T L L 1 L2... e T N é o número médio de unidades de empo que ainda vai viver um indivíduo que eseja vivo em. Um caso paricular da esperança média de vida é a esperança média de vida à nascença, iso é e 0. É vulgarmene chamada longevidade média da população. Represena o empo que, em média, um recem-nascido espera viver. Os pardais da Tab. 5.3, por eemplo, êm uma longevidade de e 0 =1.01 anos. Noe-se, conudo, que se ulrapassarem o primeiro ano de vida (=idade 0), a sua esperança de vida sobe para 1.86 anos, uma vez que acabam de ulrapassar a fase da vida em que a moralidade é maior. Nas populações humanas, é habiual e ser calculada por seo e por grupo eário. Em Porugal, por eemplo, esima-se e 0 72 para os homens e e 0 79 para as mulheres (Tabela 5.4). Noe-se, finalmene, que e pode ser inerpreado ambém como uma forma de calcular a idade média com que morre um indivíduo. Um indivíduo com anos de idade, em média, morre aos +e anos. Tabela 5.4 Esperança média de vida da população poruguesa (H=Homens, M=Mulheres) por grupo eário. A longevidade média, e 0, é nos homens e nas mulheres. A fone deses dados (INE, 1998) não dá dealhes sobre o cálculo de e, mas o faco da abela original dizer que esa respeia ao periodo 1997/98, sugere que foi consruida a parir de uma LT verical e não a parir de uma coore. Não é indicado ambém se e se aplica ao inicio ou ao pono médio dos inervalos de idade apresenados na abela. Grupos Eários H+M H M ou

11 Life Table 11 ATENÇÃO O Valor reproduivo NÂO é normalmene leccionado nem vem para eses ou eames Chegamos agora ao conceio de valor reproduivo da idade, que vou represenar por v para não desoar da lieraura ecológica. Ese conceio foi inroduzido por R.A. Fisher (o mesmo da esaísica) em 1930, enquano conjecurava sobre a seguine quesão: Qual é a conribuição de um indivíduo com anos de idade para as próimas gerações, enre o insane em que ele em anos e o insane em que morre? Fisher percebeu que esa quesão era imporane, porque a acção da selecção naural em cada momeno do ciclo de vida deve ser proporcional à referida conribuição. Não admira porano que v seja um conceio imporane em ecologia evoluiva e no esudo de esraégias de vida (Pianka 1978, Roughgarden 1979, Yodzis 1989). Valor reproduivo, v, define-se como o número de fêmeas que são produzidas nese momeno pelas fêmeas de idade e mais velhas que, dividido pelo número de fêmeas que êm idade nese momeno. Ou seja, Número fêmeas produzidas agora pelas fêmeas com idade v 5. 12a Número de fêmeas com idade agora Quanas fêmeas há nese momeno? Se a população esá em DEE, o número de fêmeas na idade do ano é dado pela equação 6.5 (módulo 6), inerpreando B como nascimenos só de fêmeas em. Para er o número de fêmeas descendenes desas na idade, há que muliplicar por m. O número oal de fêmeas descendenes das fêmeas com idade (para odas as idades ) é o somaório, L Be r lm O número de fêmeas com anos é, ainda segundo 6.5, B e -r l. Logo, L L r r Be lm e lm r L e r v e lm 5. 12b r r B e l e l l Esa fórmula dá o valor reproduivo, mas não é muio práica para cálculos numéricos. Mais adiane, dou um méodo mais epedio, para calcular v. O valor reproduivo das fêmeas recem-nascidas é sempre igual a 1, v 0 r 0 L e r e lm 1 l 0 0 uma vez que e r0 /l 0 =1 e o somaório é a própria equação de Loka, ela ambém igual a 1 (ver módulo sobre esimação de parâmeros). Por essa razão, v, é por vezes inerpreado como sendo v /v 0, o valor reproduivo de uma fêmea de anos, relaivamene a uma fêmea recem-nascida. Tipicamene, o valor

12 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl 12 reproduivo é baio ao nascer, reflecindo a probabilidade de um indivíduo poder morrer anes de se poder reproduzir. Depois v aumena monoónicamene com a idade e ainge um pico por vola da idade de primeira mauração. Declina em seguida, devido ao abaiameno dos l m, e chega a v =0 nas idades pós-reproduoras. Podem-se dar ouras definições de valor reproduivo que, uma vez formuladas maemáicamene, conduzem ambém a 5.12b. Vou eemplificar algumas, a fim de ilusrar ouras faceas do significado biológico de v. MacArhur e Wilson, num livro de 1967, dizem que em ermos biogeográficos, o v de um indivíduo com anos, pode ser inerpreado como o amanho que erá uma colónia (num fuuro remoo) fundada por um propágulo de anos, dividido pelo amanho de uma colónia simulâneamene fundada por um propágulo recem-nascido. Esa definição indica que v mede o valor de um indivíduo como semene para o fuuro crescimeno populacional e sugere que o desino de um grupo colonizador depende da sua composição eária. Se fôr consiuido por indivíduos em idade pósreproduiva ou com sobrevivência muio baia no novo habia (e.g. demasiado jovens), o grupo não sobrevive. Os colonizadores mais eficazes são os indivíduos com elevado v. A definição de Roughgarden (1979) e Yodzis (1989) requer uma eplicação prévia, mas em a vanagem de definir a palavra valor. Valor de um indivíduo é a fracção da população que esse indivíduo represena. Por eemplo, o valor de um indivíduo numa população de N =1000 indivíduos é 1/1000. Um indivíduo em porano um valor ano mais alo quano menor fôr a população onde ele esá e vice-versa. Do mesmo modo, o valor dum filho é o inverso de N na alura em que o filho nasce. O valor de odas as filhas que uma fêmea vai er, é a soma dos valores de cada uma delas =1/N 1 +1/N /N i + +1/N n sendo n o oal de filhas e N i o amanho da população na alura em que nasce a i ésima filha. (Na práica, a população é recenseada enre inervalos de empo discreos, porano, é mais realisa pensar que N i é o amanho da população na primeira alura em que é recenseada após o i ésimo nascimeno). Poso iso, oura definição possível para v, é o valor oal da descendência fuura de um indivíduo, relaivamene ao valor acual do próprio indivíduo. Yodzis (1989) mosra que esa definição ambém conduz a 5.12b. É possivel demonsrar maemáicamene que a selecção naural deve acuar por forma a maimizar o valor reproduivo oal da população (Schaffer 1974, Yodzis 1989). Ese assuno foge já ao âmbio da demografia, mas não resiso a noar um corolário ineressane desas definições. Traa-se da resposa à seguine perguna: que efeio erá na abundância da população dos anos seguines remover uma fêmea da população? Evidenemene, o efeio depende da idade da fêmea. Será ano maior quano maior o v da fêmea. Um predador prudene deverá porano procurar os grupos eários da população presa que êm menor v, obendo assim proeina a roco dum mínimo de efeio negaivo na aa de crescimeno da presa. Na verdade, muios predadores (e parasias) procuram presas que são muio novas, velhas, ou doenes, de baio v. Não é cero se o fazem por esa razão, porque esas presas em geral requerem menos dispêndio de energia por pare do predador, ou se pelas duas razões. Finalmene, o cálculo de v. Há uma forma muio fácil de efecuar os cálculos, mas para a aplicar vou er primeiro de ransformar 5.12b. Os leiores que não queiram jusificações podem salar direcamene para a equação 5.12c. Vou relacionar o valor reproduivo em duas idades consecuivas na LT: v e v +1. Tome-se para já 5.12b e reire-se a primeira parcela do somaório para fora dese:

13 Life Table 13 v e l r L e l m e l m m e r r l r 1 1 L e r l m Esa equação decompõe o valor reproduivo da idade em m, a conribuição acual da idade, e a conribuição das idades fuuras (+1, +2, ), o chamado valor reproduivo residual. Compare-se esa equação com o valor reproduivo (eq 5.12b) escrio em ermos da idade +1: r 1 v 1 e l L e 1 1 r l m Fica claro que a relação enre v e v +1 é enão, v r e l 1 l m v m r l e le v 1 1 r finalmene, recordando 4.4, v v m S 12 r e 1 5. c 1 A razão para er (+1)- no epoene do denominador, em vez de simplesmene 1, jusifica-se porque as classes de idade na LT podem não esar odas separadas pelo inervalo de empo uniário. A idade +1, nesa equação, devia escrever-se +. Só não o fiz para simplificar. Porém, se de faco =1 para odas as classes da LT, enão 5.12c simplifica-se ainda mais: v m Sv1 e r Os cálculos de v devem iniciar-se com a úlima idade da LT (designo-a por =L) e prosseguir para as idades mais jovens. O valor reproduivo da úlima idade é sempre igual a m L, pois S L =0. O rerocálculo prossegue para v L-1 e assim sucessivamene aé v 0 que é sempre igual a 1. Desa forma, dada uma LT, uma vez deerminado r, o cálculo dos v é rivial e rápido. Lieraura Ciada Carey, J.R Applied Demography for Biologiss. Oford Univ. Press, Oford. INE Esaísicas Demográficas, Insiuo Nacional de Esaísica, Lisboa.

14 MC Gomes Módulo 5 Din Pop Apl 14 INE Tábuas Compleas de Moralidade para Porugal. Meodologia. Deparameno de Esaísicas Demográficas e Sociais. INE, Porugal. Kingsland SE. 2 nd Ed Modeling Naure. Episodes in he Hisory of Populaion Ecology. Univ. Chicago Press, Chicago. Krebs CJ h Ed. Ecology. The Eperimenal Analysis of Disribuion and Abundance. Harper Collins College Publ., NY. McInosh RP The Background of Ecology. Concep and Theory. Cambridge Univ Press, Cambridge. Pianka ER nd Ed. Evoluionary Ecology. Harper & Row, NY. Roughgarden J Theory of Populaion Geneics and Evoluionary Ecology: An Inroducion. MacMillan Pub., NY. Schaffer, WM Selecion for opimal life hisories: The effecs of age srucure. Ecology 55: Yodzis P Inroducion o Theoreical Ecology. Harper & Row Publ., NY.

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

A FÁBULA DO CONTROLADOR PID E DA CAIXA D AGUA

A FÁBULA DO CONTROLADOR PID E DA CAIXA D AGUA A FÁBULA DO CONTROLADOR PID E DA CAIXA D AGUA Era uma vez uma pequena cidade que não inha água encanada. Mas, um belo dia, o prefeio mandou consruir uma caia d água na serra e ligou-a a uma rede de disribuição.

Leia mais

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Análise de dados e probabilidade Guia do professor Experimeno O méodo de Mone Carlo Objeivos da unidade 1. Apresenar um méodo ineressane e simples que permie esimar a área de uma figura plana qualquer;.

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE LOGARITMO A PARTIR DE UM PROBLEMA GERADOR

A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE LOGARITMO A PARTIR DE UM PROBLEMA GERADOR A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE LOGARITMO A PARTIR DE UM PROBLEMA GERADOR Bárbara Lopes Macedo (Faculdades Inegradas FAFIBE) Carina Aleandra Rondini Marreo (Faculdades Inegradas FAFIBE) Jucélia Maria de Almeida

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso:

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso: TEXTO COMPLEMENTAR MÉTODO MARSHALL ROTINA DE EXECUÇÃO (PROCEDIMENTOS) Suponhamos que se deseje dosar um concreo asfálico com os seguines maeriais: 1. Pedra 2. Areia 3. Cimeno Porland 4. CAP 85 100 amos

Leia mais

Crescimento não regulado. Módulo 2

Crescimento não regulado. Módulo 2 Crescimeno não regulado Módulo 2 O boi almiscarado (musk ox) Disribuição original: América ore, Groenlândia Deplecção por caça excessiva: 1700-1850 Úlimos indivíduos no Alaska: 1850-60 Ilha de univak univak

Leia mais

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi Dinâmica de ineração da praga da cana-de-açúcar com seu parasióide Trichogramma galloi Elizabeh de Holanda Limeira 1, Mara Rafikov 2 1 Universidade Federal do ABC - UFABC, Sano André, Brasil, behmacampinas@yahoo.com.br

Leia mais

Escola Secundária Dom Manuel Martins

Escola Secundária Dom Manuel Martins Escola Secundária Dom Manuel Marins Seúbal Prof. Carlos Cunha 1ª Ficha de Avaliação FÍSICO QUÍMICA A ANO LECTIVO 2006 / 2007 ANO II N. º NOME: TURMA: C CLASSIFICAÇÃO Grisson e a sua equipa são chamados

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1

BLOCO 9 PROBLEMAS: PROBLEMA 1 BLOCO 9 ASSUNTOS: Análise de Invesimenos Valor Acual Líquido (VAL) Taxa Inerna de Renabilidade (TIR) Rácio Benefício - Cuso (RBC) Tempo de Recuperação (TR) PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Perane a previsão de prejuízos

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes Os See Hábios das Pessoas Alamene Eficazes Sephen Covey baseou seus fundamenos para o sucesso na Éica do Caráer aribuos como inegridade, humildade, fidelidade, emperança, coragem, jusiça, paciência, diligência,

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC EXPERIÊNIA 7 ONSTANTE DE TEMPO EM IRUITOS R I - OBJETIVO: Medida da consane de empo em um circuio capaciivo. Medida da resisência inerna de um volímero e da capaciância de um circuio aravés da consane

Leia mais

Avaliação de Empresas com Base em Números Contábeis

Avaliação de Empresas com Base em Números Contábeis Vol. 4, No. 2 Viória-ES, Brasil Mai/ Ago 27 p. 96-3 ISSN 87-734X Avaliação de Empresas com Base em Números Conábeis James A. Ohlson* Arizona Sae Universiy Alexsandro Broedel Lopes** USP- Universidade de

Leia mais

Experiências para o Ensino de Queda Livre

Experiências para o Ensino de Queda Livre Universidade Esadual de Campinas Insiuo de Física Gleb Waagin Relaório Final da disciplina F 69A - Tópicos de Ensino de Física I Campinas, de juno de 7. Experiências para o Ensino de Queda Livre Aluno:

Leia mais

FUNÇÕES CONVEXAS EM TEORIA DE APREÇAMENTO DE OPÇÕES POR ARBITRAGEM UTILIZANDO O MODELO BINOMIAL

FUNÇÕES CONVEXAS EM TEORIA DE APREÇAMENTO DE OPÇÕES POR ARBITRAGEM UTILIZANDO O MODELO BINOMIAL FUNÇÕES CONVEAS EM EORIA DE APREÇAMENO DE OPÇÕES POR ARBIRAGEM UILIZANDO O MODELO BINOMIAL Devanil Jaques de SOUZA Lucas Moneiro CHAVES RESUMO: Nese rabalho uilizam-se écnicas maemáicas elemenares, baseadas

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

Modelos Matemáticos na Tomada de Decisão em Marketing

Modelos Matemáticos na Tomada de Decisão em Marketing Universidade dos Açores Deparameno de Maemáica Monografia Modelos Maemáicos na Tomada de Decisão em Markeing Pona delgada, 3 de Maio de Orienador: Eng. Armado B. Mendes Orienanda: Marla Silva Modelos Maemáicos

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

Aposentadoria por Tempo de Contribuição do INSS: uma Análise dos Aspectos Distributivos Com o Emprego de Matemática Atuarial

Aposentadoria por Tempo de Contribuição do INSS: uma Análise dos Aspectos Distributivos Com o Emprego de Matemática Atuarial Resumo Aposenadoria por Tempo de Conribuição do INSS: uma Análise dos Aspecos Disribuivos Com o Emprego de Maemáica Auarial Auoria: Daniela de Almeida Lima, Luís Eduardo Afonso O objeivo dese arigo é o

Leia mais

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é:

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é: PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. Considere o circuio mosrado na figura abaixo: S V R C Esando o capacior inicialmene descarregado, o gráfico que represena a correne

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão Modelos de Previsão Inrodução Em omada de decisão é basane comum raar problemas cujas decisões a serem omadas são funções de faos fuuros Assim, os dados descrevendo a siuação de decisão precisam ser represenaivos

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA MAEMÁICA 01 Um ourives possui uma esfera de ouro maciça que vai ser fundida para ser dividida em 8 (oio) esferas menores e de igual amanho. Seu objeivo é acondicionar cada esfera obida em uma caixa cúbica.

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Um estudo de Cinemática

Um estudo de Cinemática Um esudo de Cinemáica Meu objeivo é expor uma ciência muio nova que raa de um ema muio anigo. Talvez nada na naureza seja mais anigo que o movimeno... Galileu Galilei 1. Inrodução Nese exo focaremos nossa

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 171 DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS SOBRE O CASO BRASILEIRO

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 171 DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS SOBRE O CASO BRASILEIRO TEXTO PARA DISCUSSÃO N 171 DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE: EVIDÊNCIAS EMPÍRAS SOBRE O CASO BRASILEIRO Kenya Valeria Micaela de Souza Noronha Mônica Viegas Andrade Junho de 2002 1 Ficha caalográfica 33:614(81)

Leia mais

Boletim Económico Inverno 2006

Boletim Económico Inverno 2006 Boleim Económico Inverno 2006 Volume 12, Número 4 Disponível em www.bporugal.p Publicações BANCO DE PORTUGAL Deparameno de Esudos Económicos Av. Almirane Reis, 71-6.º andar 1150-012 Lisboa Disribuição

Leia mais

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

O objectivo deste estudo é a obtenção de estimativas para o número de nados vivos (de cada um dos sexos) ocorrido por mês em Portugal.

O objectivo deste estudo é a obtenção de estimativas para o número de nados vivos (de cada um dos sexos) ocorrido por mês em Portugal. REVISTA DE ESTATÍSTICA 8ª PAGINA NADOS VIVOS: ANÁLISE E ESTIMAÇÃO LIVE BIRTHS: ANALYSIS AND ESTIMATION Auora: Teresa Bago d Uva -Gabinee de Esudos e Conjunura do Insiuo Nacional de Esaísica Resumo: O objecivo

Leia mais

O CÁLCULO DOS SALDOS AJUSTADOS DO CICLO NO BANCO DE PORTUGAL: UMA ACTUALIZAÇÃO*

O CÁLCULO DOS SALDOS AJUSTADOS DO CICLO NO BANCO DE PORTUGAL: UMA ACTUALIZAÇÃO* Arigos Inverno 2006 O CÁLCULO DOS SALDOS AJUSTADOS DO CICLO NO BANCO DE PORTUGAL: UMA ACTUALIZAÇÃO* Cláudia Rodrigues Braz** 1. INTRODUÇÃO 1 Nos úlimos anos, o saldo orçamenal ajusado do ciclo em ganho

Leia mais

Física e Química A. Teste Intermédio de Física e Química A. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 26.05.2009

Física e Química A. Teste Intermédio de Física e Química A. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 26.05.2009 Tese Inermédio de Física e Química A Tese Inermédio Física e Química A Versão Duração do Tese: 90 minuos 26.05.2009.º ou 2.º Anos de Escolaridade Decreo-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Na folha de resposas,

Leia mais

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012

Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Ascensão e Queda do Desemprego no Brasil: 1998-2012 Fernando Siqueira dos Sanos Resumo: ese rabalho analisa a evolução do desemprego nos úlimos anos, com foco no período 1998 a 2012 devido à melhor disponibilidade

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a

Leia mais

Capítulo 1 Introdução

Capítulo 1 Introdução Capíulo 1 Inrodução Índice Índice...1 1. Inrodução...2 1.1. Das Ondas Sonoras aos Sinais Elécricos...2 1.2. Frequência...4 1.3. Fase...6 1.4. Descrição de sinais nos domínios do empo e da frequência...7

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS 2 ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS A Análise de esruuras provavelmene é a aplicação mais comum do méodo dos elemenos finios. O ermo esruura não só diz respeio as esruuras de engenharia civil como pones

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

8 Crescimento com regulação - sazonais

8 Crescimento com regulação - sazonais MC Gomes Crescimeno em Sazonais 1 8 Crescimeno com regulação - sazonais 8.1 Crescimeno com regulação: a equação Logísica dos sazonais. A equação logísica dos reproduores sazonais, a seguir deduzida, consiui

Leia mais

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006)

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006) PROVA MODELO GRUPO I Arisóeles inha examinado corpos em moimeno e inha concluído, pelo modo como os corpos caem denro de água, que a elocidade de um corpo em queda é uniforme, proporcional ao seu peso,

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

GFI00157 - Física por Atividades. Caderno de Trabalhos de Casa

GFI00157 - Física por Atividades. Caderno de Trabalhos de Casa GFI00157 - Física por Aiidades Caderno de Trabalhos de Casa Coneúdo 1 Cinemáica 3 1.1 Velocidade.............................. 3 1.2 Represenações do moimeno................... 7 1.3 Aceleração em uma

Leia mais

Módulo 7 Estimação de parâmetros

Módulo 7 Estimação de parâmetros Esimação Parâmeros 1 Móduo 7 Esimação de parâmeros I is rarey possibe o sudy he enire popuaion, rarey possibe o assess age inervas wih cerainy, and, for ong-ived animas, rarey possibe o sudy a cohor from

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

CÁLCULO DO PRODUTO POTENCIAL E DO HIATO DO PRODUTO PARA A ECONOMIA PORTUGUESA*

CÁLCULO DO PRODUTO POTENCIAL E DO HIATO DO PRODUTO PARA A ECONOMIA PORTUGUESA* Arigos Ouuno 2006 CÁLCULO DO PRODUTO POTENCIAL E DO HIATO DO PRODUTO PARA A ECONOMIA PORTUGUESA* Vanda Almeida** Ricardo Félix** 1. INTRODUÇÃO O Produo Inerno Bruo (PIB) consiui um dos principais indicadores

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

REGULAMENTO TARIFÁRIO

REGULAMENTO TARIFÁRIO REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SECTOR DO GÁS NATURAL Julho 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Crisóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.p

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - UF FRGS Redes de Compuadores Conrole de fluxo Revisão 6.03.015 ula 07 Comunicação em um enlace envolve a coordenação enre dois disposiivos: emissor e recepor Conrole

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil Ozawa Gioielli Sabrina P.; Gledson de Carvalho, Anônio; Oliveira Sampaio, Joelson Capial de risco

Leia mais

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS João Dionísio Moneiro * ; Pedro Marques Silva ** Deparameno de Gesão e Economia, Universidade

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

ENSAIO SOBRE A FLUÊNCIA NA VIBRAÇÃO DE COLUNAS

ENSAIO SOBRE A FLUÊNCIA NA VIBRAÇÃO DE COLUNAS Congresso de Méodos Numéricos em Engenharia 215 Lisboa, 29 de Junho a 2 de Julho, 215 APMTAC, Porugal, 215 ENSAIO SOBRE A FLUÊNCIA NA VIBRAÇÃO DE COLUNAS Alexandre de Macêdo Wahrhafig 1 *, Reyolando M.

Leia mais

Dimensionamento dos tempos de entreverdes para veículos

Dimensionamento dos tempos de entreverdes para veículos Dimensionameno dos empos de enreverdes para veículos Luis Vilanova * Imporância do ema O dimensionameno dos empos de enreverdes nos semáforos para veículos é levado a ermo, freqüenemene, aravés de criérios

Leia mais

Análise da produtividade das distribuidoras de energia elétrica utilizando Índice Malmquist e o método de bootstrap

Análise da produtividade das distribuidoras de energia elétrica utilizando Índice Malmquist e o método de bootstrap UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Análise da produividade das disribuidoras de energia elérica uilizando Índice Malmquis e o méodo de boosrap Fernando Elias

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 8 Inrodução a Cinemáica dos Fluidos Tópicos Abordados Nesa Aula Cinemáica dos Fluidos. Definição de Vazão Volumérica. Vazão em Massa e Vazão em Peso. Definição A cinemáica dos fluidos é a ramificação

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

SANEAMENTO AMBIENTAL I SISTEMAS DE ADUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA

SANEAMENTO AMBIENTAL I SISTEMAS DE ADUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA SANEAMENTO AMBIENTAL I SISTEMAS DE ADUÇÃO EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA LISBOA, SETEMBRO DE 200 ÍNDICE DO TEXTO. INTRODUÇÃO... 2. BASES PARA O DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO DAS ADUTORAS... 2. Tipos de escoameno...

Leia mais

A Previdência Social Brasileira após a Transição Demográfica: Simulações de Propostas de Reforma

A Previdência Social Brasileira após a Transição Demográfica: Simulações de Propostas de Reforma Tema 2 Tópicos Especiais de Finanças Públicas 2.3 Reforma do Esado: Reforma Adminisraiva e Reforma Previdenciária A Previdência Social Brasileira após a Transição Demográfica: Simulações de Proposas de

Leia mais

Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa

Autoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Costa Qualidade de Accruals e Persisência dos Lucros em Firmas Brasileiras Lisadas na Bovespa Auoria: Rafaela Módolo de Pinho, Fabio Moraes da Cosa Resumo Ese arigo objeiva invesigar a relação enre a qualidade

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB.

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB. Análise de Séries Temporais de Pacienes com HIV/AIDS Inernados no Hospial Universiário João de Barros Barreo (HUJBB), da Região Meropoliana de Belém, Esado do Pará Gilzibene Marques da Silva ¹ Adrilayne

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

Uso da Simulação de Monte Carlo e da Curva de Gatilho na Avaliação de Opções de Venda Americanas

Uso da Simulação de Monte Carlo e da Curva de Gatilho na Avaliação de Opções de Venda Americanas J.G. Casro e al. / Invesigação Operacional, 27 (2007) 67-83 67 Uso da imulação de Mone Carlo e da Curva de Gailho na Avaliação de Opções de Venda Americanas Javier Guiérrez Casro Tara K. Nanda Baidya Fernando

Leia mais

ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA II

ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA II E.N.I.D.H. Deparameno de Radioecnia APONTAMENTOS DE ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA II (Capíulo 2) José Manuel Dores Cosa 2000 42 ÍNDICE Inrodução... 44 CAPÍTULO 2... 45 CONVERSORES COMUTADOS DE CORRENTE CONTÍNUA...

Leia mais

A taxa de juro overnight e a sua volatilidade

A taxa de juro overnight e a sua volatilidade Universidade de Coimbra Faculdade de Economia A axa de juro overnigh e a sua volailidade O caso do Mercado Moneário Inerbancário Poruguês, anes e após a implemenação da Moeda Única Fáima Teresa Caselo

Leia mais

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004 RELAÇÕES DE TROCA, SAZONALIDADE E MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DE CARNE DE FRANGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM NO PERÍODO 1997-2004 MARCOS ANTÔNIO SOUZA DOS SANTOS; FABRÍCIO KHOURY REBELLO; MARIA LÚCIA

Leia mais

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8

4. A procura do setor privado. 4. A procura do setor privado 4.1. Consumo 4.2. Investimento. Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capítulo 8 4. A procura do seor privado 4. A procura do seor privado 4.. Consumo 4.2. Invesimeno Burda & Wyplosz, 5ª Edição, Capíulo 8 4.2. Invesimeno - sock de capial óimo Conceios Inroduórios Capial - Bens de produção

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

Uma análise de indicadores de sustentabilidade fiscal para o Brasil. Tema: Ajuste Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico

Uma análise de indicadores de sustentabilidade fiscal para o Brasil. Tema: Ajuste Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico Uma análise de indicadores de susenabilidade fiscal para o rasil Tema: Ajuse Fiscal e Equilíbrio Macroeconômico . INTRODUÇÃO Parece pouco discuível nos dias de hoje o fao de que o crescimeno econômico

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE SERVIÇOS DOS PRINCIPAIS TIPOS DE FUNDAÇÕES (VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO)

CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE SERVIÇOS DOS PRINCIPAIS TIPOS DE FUNDAÇÕES (VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO) CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO E RECEBIMENTO DE SERVIÇOS DOS PRINCIPAIS TIPOS DE FUNDAÇÕES (VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO) 1 - INTRODUÇÃO Urbano Rodriguez Alonso Engenheiro Consulor As fundações, como qualquer oura

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriee Righi LISTA DE EXERCÍCIOS # 1 Aenção: Aualize seu adobe, ou subsiua os quadrados por negaivo!!! 1) Deermine

Leia mais

1 TRANSMISSÃO EM BANDA BASE

1 TRANSMISSÃO EM BANDA BASE Página 1 1 TRNSMISSÃO EM BND BSE ransmissão de um sinal em banda base consise em enviar o sinal de forma digial aravés da linha, ou seja, enviar os bis conforme a necessidade, de acordo com um padrão digial,

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 33 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA No iem 3.1, apresena-se uma visão geral dos rabalhos esudados sobre a programação de horários de rens. No iem 3.2, em-se uma análise dos rabalhos que serviram como base e conribuíram

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais