Ministério Público PROCURADORIA - GERAL DE JUSTIÇA PRESTAÇÃO DE CONTAS. do Estado do Amapá EXERCÍCIO FINANCEIRO

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1 Ministério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA - GERAL DE JUSTIÇA PRESTAÇÃO DE CONTAS EXERCÍCIO FINANCEIRO 2011

2 Mriistério Público do Estado do Amapi PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 M ISSÃO Prom over a defesa d o s direitos da sociedade am apaense, visando à garantia d o p le n o exercício da cidadania e à qualidade de vida d a s presentes e futuras gerações.

3 Mriistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 VISÃO ESTRATÉGICA Se r instrum ento de transform ação social, reconhecido com o uma instituição de excelência, respeitada pela sociedade.

4 Mriistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 Equipe Técnica Assessoria de Controle Interno Anilde Maria Bezerra Façanha Virino Jaime da Silva Ferreira Waldemir dos Santos Cancela Assessoria de Comunicação Tanha dos Santos Silva Melo Assessoria Técnica Alcilene Maria Carvalho Cavalcante Dias Comissão Permanente de Licitação Salim Santiago Leite Marcos Ravel Magalhães de Abreu Departamento de Apoio Administrativo Maria Silvéria dos Reis Idelmir Torres da Silva José Alberto Cruz Vale Clovis de Oliveira dos Santos José Ronaldo Costa da Silva Departamento de Finanças e Contabilidade Elionai Dias da Paixão Dinalice Crhistie Lobo Mendes Alves Departamento de Planejamento Eliana Leitão de Pinho Nalcileia Wanderley Salomão Sarah Machado de Araújo Departamento de Recursos Humanos Carlos Roberto Magalhães Bastos Odalea da Silva Carvalho Luiz Carlos da Costa Pessoa Marcelo Figueiredo Departamento de Tecnologia da Informação Rodinei Silva da Paixão Verônica Souza dos Santos

5 5 Mriistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 S U M Á R I O 1. IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR ADMINISTRATIVO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO AM A PÁ E DO O RDENADOR DE DESPESA - EXERCÍCIO/ CONSIDERAÇÕES GERAIS 2.1. DA FUNDAM ENTAÇÃO 2.2. DA INSTITUIÇÃO E DA ADMIN ISTRAÇÃO D A INSTITUIÇÃO M ETAS E OBJETIVOS D A GESTÃO AÇÕ ES INSTITUCIONAIS DO PORTAL D A TRANSPARÊNCIA DA ADM IN ISTRAÇÃO D AS INSTALAÇÕES DA TECNOLOGIA DA INFORM AÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DO PLANEJAMENTO DO ORÇAM ENTÁRIO 3. RELATÓRIO 3.1. ASSESSO RIA DE CO NTRO LE INTERNO 3.2. RECURSO FINANCEIRO 3.3. BALANÇO ORÇAM ENTÁRIO 3.4. BALANÇO FINANCEIRO 3.5. BALANÇO PATRIMONIAL E DEM ONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS 3.6. NORM AS GERAIS DE DIREITO FINANCEIRO E DE CO NTABILIDADE PÚBLICA A D O TADAS NA ELABORAÇÃO DOS BALANÇOS 3.7. LICITAÇÕES E CO NTRATO S ADM INISTRATIVOS 3.8. CONVÊNIOS INSTITUCIONAIS 3.9. DOS SUPRIMENTOS DE FUNDOS / ADIANTAM ENTO S TRANSPORTE C OM BUSTÍVEL

6 IVSnistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/ CONCLUSÃO 5. ANEXOS: 5.1. BALANÇO E DEM ONSTRATIVOS ANÁLITICOS D A RECEITA E DESPESA CERTIDÃO DE ANÁLISE DOS BALANÇOS E PEÇAS CONEXAS DO M P-AP DEM O NSTRAÇÃO DE DESPESAS E RECEITAS, SECUNDO AS CATEGORIAS ECO NÔMICAS (Anexo 1 da Lei n 4.320/64) PROGRAMA DE TRABALHO ( Anexo 6 da Lei n 4.320/64) DEM ONSTRATIVO DE FUNÇÕES, PROGRAMAS E SU B-PRO G RAM AS POR PROJETOS E ATIVIDADES (Anexo 7 da Lei n 4.320/64)DEM O NSTRATIVO D AS DESPESAS POR FUNÇÕES PROGRAMAS E SUBPROGRAMAS, CONFORM E VÍNCULO COM OS RECURSOS (Anexo 8 da Lei n 4.320/64) DEM ONSTRATIVO DA DESPESA POR ÓRGÃOS E FUNÇÕES (Anexo 9 da Lei 4.320/64) COMPARATIVO DA RECEITA O RÇADA COM A A R REC A D A D A (Anexo 10 da Lei n 4.320/64) COMPARATIVO DA DESPESA AUTO RIZADA COM A REALIZADA (Anexo 11 da Lei n 4.320/64) BALANÇO O RÇAM ENTÁRIO (Anexo 12 da Lei n 4.320/64) BALANÇO FINANCEIRO (Anexo 13 da Lei n 4.320/64) BALANÇO PATRIM O NIAL (Anexo 14 da Lei n 4.320/ 64) DEM ONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS (Anexo 15 da Lei n 4.320/64) DEM ONSTRATIVO DA DÍVIDA FLUTUANTE (Anexo 17 da Lei n 4.320/64) DEM ONSTRATIVO DE BENS MÓVEIS DA ENTIDADE DEM ONSTRATIVO DE BENS IMÓVEIS DA ENTIDADE DEM ONSTRATIVO DE EXECUÇÃO POR ELEMENTO D EM O N STR ATIV O D O S RECURSOS FINANCEIROS REPASSAD O S PELO GEA CO NCILIAÇÃO BANCÁRIA (Conta Corrente n ) RELAÇÃO DE RESTOS A PAGAR (processados e não processados) EXTRATO BANCÁRIO

7 Mhistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/ RELAÇÃO DE EMPENHOS 5.3 BALANCETE DE VERIFICAÇÃO 5.4 RELATÓRIO DE LEVANTAMENTO DE ESTOQUE NO ALM O XARIFADO 5.5 RELAÇÃO DE BENS ADQUIRIDO S 5.6 RELAÇÃO DE BENS ADQUIRIDO S ATRAVÉS DE CONVÊNIOS 5.7 QUADRO DEM ONSTRATIVO DAS EDIFICAÇÕES/ INSTALAÇÕES 5.8 RELAÇÃO DE VEÍCULOS DO M P-A P 5.9 RELAÇÃO DE CO NTRATO S ADMINISTRATIVOS, TERMOS ADITIVO S E, CARTAS CONTRATOS 5.10 RELAÇÃO DE JUSTIFICATIVAS 5.11 RELAÇÃO DE LICITAÇÕES 5.12 OFÍCIO N 070/201 2-GAB/SEPLAN, DE 16/ 01/ 2012 (CÓPIA) 5.13 OFÍCIO N 031 0/201 2-GAB/SEPLAN, DE 2 9/ 02/ 2012 (CÓPIA)

8 8 Mhistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 LISTA DE ABREVIAÇÕES B.B. CAOP CEAF CIEE CLT CPL CNMP DAA DCMP DOE FAMA GAB-PGJ CAPE GEA LDO LRF LOA MJ MP MP-AP MP-GO MP-MG MP-PA PM PRO-MP QDD SEAMA SICONV SIPLAC SRE SRJ SPM/PR STF TCE-AP TI TJAP TRE UFPA UNAMA UNIFAP - Banco do Brasil - Centro de Apoio Operacional - Centro de Estudo e Aperfeiçoamento Funcional - Centro Integrado Empresa Escola - Consolidação das Leis Trabalhistas - Comissão Permanente de Licitação - Conselho Nacional do Ministério Público - Departamento de Apoio Administrativo - Diretoria-Geral do Ministério Público - Diário Oficial do Estado - Faculdade de Macapá - Gabinete do Procurador-Geral de Justiça - Grupo de Avaliação e Perícia em Engenharia - Governo do Estado do Amapá - Lei de Diretrizes Orçamentária - Lei de Responsabilidade Fiscal - Lei do Orçamento Anual - Ministério da Justiça - Ministério Público - Ministério Público do Estado do Amapá - Ministério Público do Estado do Goiás - Ministério Público do Estado de Minas Gerais - Ministério Público do Estado do Pará - Polícia Militar - Programa Nacional de Modernização do Ministério Público Brasileiro - Quadro de Detalhamento de Despesas - Associação Educacional da Amazônia - Sistema de Gestão de Convênios - Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento e Gestão - Secretaria da Receita Estadual - Secretaria da Reforma do Judiciário - Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República - Supremo Tribunal Federal - Tribunal de Contas do Estado do Amapá - Tecnologia da Informação - Tribunal dejustiça do Amapá - Tribunal Regional Eleitoral - Universidade Federal do Para - Universidade da Amazônia - Universidade Federal do Amapá

9 9 IVBnístério Púbüco do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/ IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR ADMINISTRATIVO E DOS ORDENADORES DE DESPESA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO AMAPÁ/MP-AP. 01/01 a 07/03/2011 DR. IACI PELA ES DOS REIS PROMOTOR DE JUSTIÇA PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA Decreto/GEA n 0487, de 11 de fevereiro de 2009 CPF N Endereço: Av. Francisco Soares, n 268 Bairro: Jardim Marco Zero - CEP: ORDENADOR DE DESPESAS DE 08 a 11 /03/2011 % DRA. RAIM U NDA CLARA BANHA PICANÇO PROCURADORA DE JUSTIÇA PROCURADORA-G ERAL DE JUSTIÇA Artigo 8o, Parágrafo Único da LEI COMPLEMENTAR N. 0009, de 28/12/1994 CPF N /68 Endereço: AV PRES. VARGAS, 2363 Bairro: Santa Rita - CEP: ORDENADOR DE DESPESAS A PARTIR DE 11/03/201 1 DR. IVANA LÚCIA FRANCO CEI PROMOTOR DE JUSTIÇA PROCURADORA-G ERAL DE JUSTIÇA Decreto/GEA n 1449, de 21 de fevereiro de 2011 DOE n 4926, de 21 de fevereiro de 2011 CPF N /04 Endereço: Av Paraná, 276 Bairro: Santa Rita - CEP: ORDENADOR DE DESPESAS

10 Mnistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 ORDENADOR(A) DE DESPESAS POR DELEGAÇÃO Portaria 246/01 -PGJ, de 11 /04/ /01 até 06/03/2011 DRA. MARICÉLIA CAMPELO DE ASSUNÇÃO PROMOTORA DE JUSTIÇA DIRETORA-GERAL DO M P-AP PORTARIA N 0374/ GAB/PGJ, 18 de novembro de CPF N /49 Endereço: Trav. São Francisco, n 284 Bairro: Alvorada - CEP: A partir de 10/03/2011 DR. FLÁVIO CO STA CAVALCANTE PROMOTOR DE JUSTIÇA DIRETOR-GERAL DO M P-AP Portaria n. 0063/2011 -GAB/PGJ, de 10 de março de CPF N Endereço: Av. Paraná, n 765 Bairro: Santa Rita - CEP:

11 II Mhistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 O Ministério Público é a Constituição em ação, em nome da sociedade, do interesse público, da defesa do regime, da eficácia e salvaguarda das instituições" Paulo Bonavides - São Paulo/ CONSIDERAÇÕES GERAIS FUNDAM ENTAÇÃO A forma com o o Estado assegura a satisfação das necessidades coletivas dá-se através da Administração Pública, que é o aparelhamento do Estado preordenado para a realização das ações, isto é, o conjunto de órgãos, serviços e agentes responsáveis pela promoção dos diversos graus de necessidades, tais com o segurança, cultura, saúde e bem -estar da sociedade. Segundo Hely Lopes de Meirelles, em sen tid o formal, a A dm inistração Pública é o conjunto de ó rgã o s instituídos para a co n se cu ção d o s objetivos do governo; em sentid o material, é o conjunto d as funções n e ce ssá ria s a o s serviços p ú b lico s em geral; em sentido operacional, é o desem penho perene e sistem ático, legal e técnico d o s se rviço s p róp rio s do Estado ou, p o r ele assum id os, em benefício da coletividade." A Adm inistração Pública significa a atividade mediante a qual as autoridades públicas tomam providências para a satisfação das necessidades de interesse público, utilizando, quando necessário, as prerrogativas do Poder Público, para alcançar os fins que não sejam os próprios à legislação ou à distribuição da justiça. O artigo 37 da Constituição Federal de 1988 elenca os princípios inerentes à Adm inistração Pública, que são: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. A função desses princípios é a de dar unidade e coerência ao Direito Administrativo, controlando as atividades administrativas de todos os entes que integram a federação brasileira (União, Estados, Distrito Federal e Municípios).

12 1 2 do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 Art A adm inistração pública direta e indireta de qualquer d o s Poderes da União, d o s Estados, do Distrito Federa/ e d o s M un icíp ios obedecerá a o s p rincíp ios da legalidade, im pessoalidade, m oralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte [...] Estes princípios devem ser seguidos à risca pelos agentes públicos, deles não podendo desviar-se sob pena de praticar ato inválido e expor-se à responsabilidade disciplinar civil ou criminal. Todas as ações da Administração Pública devem ser previamente planejadas e devem observar as normas básicas previstas na legislação regente, visando o desenvolvim ento social e melhoria na qualidade de vida da coletividade. Para que a Administração Pública possa cum prir seu papel e assegurar o bem -estar da sociedade é imprescindível que disponha de recursos suficientes para tal fim (ingresso de receitas), vez que os serviços prestados pelo Estado demandam uma contraprestação (aplicação das despesas) para atender a realização de ações que implicam na utilização de recursos públicos arrecadados da população para que a ela retornem sob a forma de escolas, hospitais, estradas, iluminação, etc. V ê-se aqui que o dinheiro arrecadado pelo poder público, com base em seu poder de império, não lhe pertence e sim ao povo. O Poder Público é apenas o seu guardião, seu administrador, atuando por meio dos agentes políticos e dos servidores públicos visando, precipuamente, a atender às necessidades da população. As despesas cobrem, também, o funcionamento da própria máquina estatal, indispensável para a consecução dos benefícios. Tal m áquina requer não só equipe de pessoal, remunerada para conduzi-la, mas, igualmente, aparelhamentos materiais, sejam os itens de consum o ou duráveis. Embora o administrador da coisa pública esteja obrigado a informar com o usou o dinheiro do povo, tal obrigatoriedade não representa uma desconfiança em relação aos procedimentos adotados, e sim um direito do povo de conhecer a destinação dada ao seu dinheiro e, se essa destinação pautou-se pele

13 Mhistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 ditames legais pertinentes. Se ao Estado não pertence o dinheiro que ele utiliza, do qual é mero gestor, nasce para os titulares desse Estado o dever de informar ao povo a maneira como os recursos arrecadados foram empregados durante o exercício para o qual foi legalmente autorizada a sua utilização. Com esse objetivo a Constituição Federal criou para os gestores a obrigação do oferecimento de suas contas, organizadas e elaboradas conforme as normas de caráter financeiro emanadas do Poder Legislativo e subsidiadas pelas normas expedidas pelos órgãos de controle. Quem desem penha funções de importância na sociedade deve regularmente explicar o que anda a fazer, como faz, por que faz, quanto gasta e o que vai fazer a seguir. Não se trata, portanto, apenas de prestar contas em termos quantitativos, mas de auto-avaliar a obra feita, de dar a conhecer o que se conseguiu e de justificar aquilo em que se falhou. A obrigação de prestar contas, neste sentido amplo, é tanto maior quanto a função é pública, ou seja, quando se trata do desem penho de cargos pagos pelo dinheiro dos contribuintes. A PRESTAÇÃO DE CO NTAS a que estão obrigados os administradores públicos representa uma informação que é prestada ao povo a respeito do modo como seu dinheiro foi utilizado. É uma resposta à delegação de gestão conferida aos responsáveis pelos recursos públicos. A Constituição Federal, ao estabelecer em seu Art. 70, Parágrafo Único, que prestará contas qualquer p e sso a física ou entidade p ú blica que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou adm inistre dinheiros, b en s e valores públicos, ou p e lo s q uais responda, criou um sistema nacional de fiscalização e deixou claro que pessoas estão subm etidas ao controle nela delineado. Todo o aparato institucional e normativo estabelecido em normas constitucionais e infraconstitucionais a respeito do controle exercido pelas Prestações de Contas visa a divulgar, para o conhecimento de todos os interessados, os atos praticados pelos gestores públicos na utilização dos recursos pertencentes à coletividade. r Assim fazendo, o Adm inistrador Público estará agindo com a necessária transparência, pois, não há melhor instrum ento de transparência do quei

14 Mfiistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 prestar contas dos atos por ele praticados. O que não significa apenas aquilo que, a esse título, é remetido aos tribunais de contas ao fim de cada exercício, mas também representa a demonstração correta, a qualquer época, do que a administração vem fazendo pela coletividade. Prevê ainda a Carta Magna que a fiscalização, em suas diversas modalidades, é exercida pelo C ongresso Nacional, mediante Controle Externo e pelo Sistema de Controle Interno de cada Poder. Art. 70: A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta, indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação de subvenções e renúncia de receitas, será exercida peio Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada poder (grifo nosso). Segundo o artigo 74 da Constituição Federal, cada Poder terá um Sistema de Controle Interno, cujos responsáveis possuem responsabilidade solidária, pois quando tomarem conhecimento de algum a irregularidade e deixarem de dar ciência ao Tribunal de Contas poderá ser responsabilizado até criminalmente. Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de: / - avaliar o cumprimento das metas previstas no piano piurianuai, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União; II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federai, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado; III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União; IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. I o - Os responsáveis peio controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão

15 (Vfinistérío Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária. Embora o Controle Interno na Adm inistração Pública não exista em função da Prestação de Contas, o Controle Interno fornece subsídios para que o Controle Externo e o Controle Social sejam exercidos. Assim, a A sse sso ria de Controle Interno/MP-AP, pelos dispositivos supram encionados, ainda, com fulcro nos e incisos do Art. 114, da Constituição do Estado do Am apá e no uso de suas atribuições legais definidas nos incisos do Parágrafo Único do Art. 42, da Lei Complementar n 0009, de 28/12/94 e fiscalização de gestão fiscal, prevista no Art. 59 e incisos, da Lei Complementar n 101, de 04 de maio de 2000, C O N SO LID A a presente Prestação de Contas, referente ao Exercício Financeiro de 2011, sob a responsabilidade do Exmo Sr. Procurador-Geral de Justiça, Dr. IACI PELAES DOS REIS, no período de 01 de janeiro a 07 de março, data em que encerrou o seu período de nomeação No Período de 08 a 11 de março, assum iu a Procuradoria-Geral de Justiça a Exma Sra Procuradora de Justiça, D ra Raim unda Clara Banha Picanço, conforme disposto no Artigo 8o, Parágrafo Único da LEI COMPLEMENTAR N. 0009, de 28/12/1994. Art. 8 o - A Procuradoria-Ceral de Justiça, órgão executivo da Administração Superior do Ministério Público, tem por Chefe o Procurador-Geral de Justiça. Parágrafo Único - Nos impedimentos, afastamentos, férias, licenças e na vacância, assumirá o cargo de Procurador-Geral de Justiça o membro do Conselho Superior do Ministério Público mais antigo na segunda instância, (grifos nosso) Em 11 de março de 2011, tomou posse, entrando imediatamente em exercício, no cargo de Procuradora-Geral de Justiça do Estado do Amapá, a Exm a Sra Promotora de Justiça, D ra Ivana Lúcia Franco Cei, nomeada através do Decreto/GEA n 1449, de 21 de fevereiro de 2011, publicado no DOE n 4926, de 21 de fevereiro de Permanecendo em vigor a Portaria n / 01-GAB/PGJ, de 11/04/ 2001, a função de Ordenador de Despesas, delegada ao Diretor-Geral/MP-AP, no

16 Mhistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 exercício de 2011 foi desempenhada pela Exma. Sra Promotora de Justiça, Dra Maricélia Cam peio de Assunção, no período de 01 de janeiro a 01 de março, A partir de delegada ao D iretor-g eral/m P-AP 10 de março a função de O rdenador de Despesas, passou a ser exercida pelo Exm Sr. Promotor de Justiça, Dr. Flavio Costa Cavalcante, nomeado através da Portaria n / GAB/PGJ, de 10 de março de Nesta Prestação de Contas constam, as peças exigidas na forma da Lei Federal n 4.320/64, que institui Norm as Gerais de Direito Financeiro, para elaboração e controle dos Orçamentos e Balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal e na Resolução Normativa n 13 1 /2005-TCE/AP, que estabelece Normas sobre a Prestação de Contas dos Poderes Legislativo e Judiciário, Tribunal de Contas e Ministério Público do Estado do Amapá. Além de apresentar a Prestação de Contas do M P-AP no Exercício de 2011, na forma da legislação vigente quanto aos Dem onstrativos Contábeis e Financeiros de responsabilidade do Departamento de Finanças e Contabilidade, o presente relatório visa ser uma demonstração das ações desenvolvidas pelo MP-AP, tanto na área Administrativa quanto Institucional, que resultaram da utilização dos recursos públicos, nesse exercício aplicados à sociedade, por meio de suas atividades Meio e Fim. C u m p re-n o s relatar através desta, o atendimento às determinações legais e procedimentais que conduziram ao exercício das atividades inerentes as funções e atribuições, que serviram para dem onstrar de forma transparente a operacionalização deste Órgão e o gerenciamento da Adm inistração (Gestão), no que pertine aos dispêndios públicos durante o Exercício Financeiro de 2011 O Estado não tem dinheiro. Nenhum dinheiro é do Estado. O dinheiro antes e depois de entrar nos cofres públicos é do povo e, como tal, o seu controle paira acima de qualquer outro direito Prof. Mareio José Assumpção - Curitiba/2005

17 Mnistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/ DA INSTITUIÇÃO E DA AD M IN ISTRAÇÃO D A INSTITUIÇÃO O MINISTÉRIO PÚBLICO NA SUA ATRIBUIÇÃO CO NSTITU CIO NAL DE PROMOTOR DA Q U ALIDADE DE VIDA Mariana Pacheco de Figueiredo Promotora de Justiça/BA Adeus - disse a raposa. - Eis o meu segredo. É muito simp/es: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. - O essencial é invisível aos olhos - repetiu o principezinho, para não esquecer. (...) - Os homens esqueceram essa verdade - disse ainda a raposa. - Mas tu não deves a esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa i. É sab id o que a C onstituição Federal de traz explícita, em seu art. I o, III, a d ignidade da p e sso a hum ana com o diretriz e p rincípio nuclear d o sistem a juríd ico nacional, significando, assim, fundam ento da República Federativa d o Brasil, ferram enta aglutinadora d o s direitos e garantias fundam entais e elem ento inerente à personalidade humana. Sem dúvida, a e xp ressa p revisão constitucional d o p rin cíp io-diretriz da dignidade da p e sso a hum ana representa um grande avanço na b u sca pela efetividade do 1 SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. O Pequeno Príncipe. Rio de Janeiro: Agir, 2006, p. 72 e

18 rv/snistério PúbKco do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 direito fundam ental de todo se r hum ano de d ispo r e g o z a r da sad ia qualidade de vida ", term o não s ó de uma beleza técnico-jurídica ímpar, mas, essencialm ente, de m últiplos significados, seja n o cam po religioso, seja no cam po filosófico. Sem se desviar d o tema, o direito à sadia qualidade de vida é bem analisado p e io M estre Pauio A ffo n so Lem e M achado, q u an d o ensina que, ao iado da dignidade da p e sso a humana, se u s alicerces estão fincados constitucionalm ente para a construção de um a sociedade política ecologicam ente dem ocrática e de direito"2. Por sua vez, n o tocante à A dm inistração Pública, a s p olíticas p ú blicas têm p o r finalidade, em breve síntese da qual, de form a alguma, se pretende tratar o assun to de m odo sim plório, garantir a o s cidadãos o atendim ento e a efetividade d o direito à sadia qualidade de vida, se gu n d o p reconizado constitucionalm ente. N o Direito Am biental, é de grande relevância o capítulo constitucional, especial à proteção d o M eio Ambiente, p o r d efin i-lo com o bem de u so com um do po vo e e ssen cial à sadia qualidade de vida. C om o frisado p o r Luís Roberto Com es, a Lei M aior reconhece, categoricam ente, que o direito ao m eio am biente ecologicam ente equilibrado é direito hum ano d o qu al não se p rescin d e 3. D e outro iado, no Direito Urbanístico, te m -se que a função só c io - am bientai da propriedade atende não só ao interesse público, coletivo, difuso, com o também se im põe em detrim ento d o direito com unitário à sadia qualidade de vida. N o s term os do Estatuto da Cidade (Lei Federal n /2001), o Plano D iretor está definido com o instrum ento b á sico para orientar a política de desenvolvim ento e de ordenam ento da exp an são urbana m unicipal. Objetiva-se, com isso, o crescim ento urbano equilibrado e "o desenvolvim ento sustentável d a s cidades brasileiras", para que se evite ocupação irregular e inform al do território do m unicípio", se n d o n ecessário que se assegu re 2 MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambientai Brasileiro. 13a ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2005, P COMES, Luís Roberto. O Ministério Público e o controle da omissão administrativa: o controle da omissão Estatal no direito ambientai. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003, p. 177.

19 Mriistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 e spa ço s ad eq uad os para a p rovisão de n o va s m oradias socia is que atendam a dem anda da p op ulação de baixa renda "4, entre outros. É fácil perceber, p o r conseguinte, a evidente interligação entre e sses d o is ram os d o Direito Público, em verdade, uma real sim b io se jurídica, haja vista que necessariam ente convivem lado a lado, não se p o d e n d o p e n sa r em um, preterindo o outro. Adem ais, no Estudo Propedêutico do Direito, é de conhecim ento de qualquer jurista que a s norm as constitucionais não se colidem, n ão se aba/roam; pelo contrário, vivem em conjunto dentro do m esm o sistem a constitucional eleito p o r cada nação. A ssim, com o exem plo daro, p o d e r-se -ia ilustrar o desenvolvim ento sustentado, previsto na Carta M agna, em seu Título VII (Da O rdem Econôm ica e Financeira), art. 170, onde são apresentados o s p rin cíp io s ge rais da atividade econôm ica. Para Paulo A ffo n so Lem e M achado, o s nove p rin cíp io s não se situam dentro de uma hierarquia, isto p orqu e a receita de uma sociedade feliz n ão está contida só n e sses princípios, p o is também, em outras partes da Constituição, outros p rin cíp io s pod em se r extraídos. M as e sse s p rin cíp io s representam o m ínim o que o constituinte indica para uma existência d ig n a. M uitas vezes todos o s p rin cíp io s funcionarão em uníssono, e algum as vezes haverá tensão, d issonância e até enfrentam ento"s. É oportuno salientar que o Estado Dem ocrático de Direito não pretende sub ju ga r a atividade econôm ica de quem quer que seja; noutro plano, não p o d e ser indiferente diante d o u so do m eio ambiente, do tratam ento d o consum idor, da b u sca do em prego e da redução da s desigu ald ades frente à liberdade p rofissio n a l e em presarial" J * 4 BRASIL. Ministério das Cidades. Plano diretor participativo: guia para elaboração pelos Municípios e cidadãos, 2a Edição/ Coordenação Ceral de Raquel Rolnik e Otile Macedo Pinheiro, Brasília: Ministério das Cidades, CONFEA, 2005, p MACHADO, op. Cit., p MACHADO, op. cit., p.141 P

20 2 0 Mriistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 Noutra esteira, a s n orm as editadas peio C o n seih o N acion al d o M eio A m biente (CO N A M A), através de resoluções, en con tram -se plenam ente de acordo com o Sistem a N acional d o M eio Ambiente, inserido na legislação pátria pela Lei da Política N acional do M eio Ambiente/ (Lei Federal n 6.938/1981), com o com petência deliberativa. E sse C o nse ih o tem atuado de form a d igna de e lo g io s" e, desde o início de su a s atividades, o C O N A M A teve a com petência de determ inar a realização de Estudo de im pacto A m biental e, portanto, de apreciá-la ap ó s sua elaboraçãos". A s Á re as de Proteção Perm anente (APP), de m ais a m ais, representam um im portantíssim o instrum ento de zoneam ento ambiental, equiparável, dentro d o sistem a urbanístico, ao Plano Diretor Municipal. E é justam ente em busca da efetividade do direito à sadia qualidade de vida que se afirma, sem sombra de dúvida, que o uso irregular de um espaço, de uma moradia, de uma construção, à lu z do Direito Am biental e do Direito Urbanístico, enfim, não pode ser fonte de Direito e não configura qualquer direito adquirido, considerando que o direito de propriedade só é protegido à medida que a propriedade cum pre sua função social"9. P e rgu ntar-se -ia onde o M inistério Público entraria na defesa do direito à sadia qualidade de vida. A resposta a essa pergunta, indubitavelm ente, é em todas a s r 7 Art. 6. Os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federai, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas peio Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituirão o Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, assim estruturado: (...) II - órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, com a finalidade de assessorar, estudar e propor ao Conselho de Coverno, diretrizes de políticas governamentais de sua competência, sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vi dá'. 8 MACHADO, op. Cit., p GASPARINI, Audrey. Tombamento e Direito de Construir. Belo Horizonte: Fórum, 2005, p. 98.

21 ÍVSnistério Público do Estado do Amapá PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ASSESSORIA DE CONTROLE INTERNO Prestação de Contas/MP-AP/2011 su a s atribuições e em todas a s su a s prerrogativas constitucionais, con soan te lhe confere a Constituição Federal, com fulcro n o s art s e 129. A ssim, não basta conceder direitos, o s q uais se encontram elencados no Título II (D o s Direitos e Garantias Fundam entais), m as tam bém "se abandona, na nova Carta, a tripartição d as funções e sse n ciais do Estado, e xp ressa n o s tradicionais Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, para cria r-se uma quarta função, exatamente igu a l a e sses cham ados Poderes da República, com a finalidade de aperfeiçoar a democracia, garantir a ordem jurídica, e o s interesses sociais e individuais indisponíveis, tod os o s valores n e cessários a um Estado rico em recursos naturais io. O desem penho d a s im portantes funções d o M inistério Público visa adequar n o sso ordenam ento juríd ico à tendência contem porânea de todo o Direito C onstitucional universal, que é im pedir, de todas a s form as p o ssíve is, o desrespeito sistem ático à s n orm as constitucionais, que co n d u z à erosão da própria consciência constitucional"i i. Conform e entendim ento do emérito D ou to r D iaulas C osta Ribeiro, o M inistério Público deve se r com preendido com o uma m agistratura social, uma vez que, cada vez m ais, "acentua-se a independência recíproca d o s m agistrad o s jud icia is e da m agistratura d o M inistério Público, olvidando que am bas a s m agistraturas têm m issão substancialm ente idêntica, com o órgã o s de justiça - a realização da ju stiç a "i2. Por sua vez, o intenso fortalecim ento d o M inistério Público na nova ordem constitucional tornou natural que fosse essa Instituição também legitim ada pela Constituição para prom over a tutela d o s interesses e direitos coletivos e que a ela fosse r 10 CUASQUE, Luiz Fabião. O ministério público e a sociedade / Luiz Fabião Cuasque, Denise Freitas Fabião Guasque. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2002, p.100/ MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2006, p RIBEIRO, Diaulas Costa. Ministério Público: dimensão constitucional e repercussão no processo penal. São Paulo: Saraiva, 2003, p.l 31/132.

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