MANUAL DO SERVIDOR. Elaboração do Manual Equipe da Coordenação-Geral de Recursos Humanos CGRH/SPOA/SE/MTE

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1 MANUAL DO SERVIDOR SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO SPOA COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS CGRH

2 MANUAL DO SERVIDOR Presidente da República LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Ministro de Estado do Trabalho e Emprego CARLOS LUPI Secretário Executivo RONALDO AUGUSTO LESSA SANTOS Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração CLAUDIO DA SILVA LIMA Coordenadora-Geral de Recursos Humanos ALDA MITIE KAMADA Coordenadora de Capacitação, Avaliação, Cargos e Carreiras CLARA REGINA HUGUENIN DE ARAÚJO Divisão de Capacitação SUELY SUGUINO MANÇO Divisão de Avaliação, Cargos e Carreiras PAULO CÉSAR FERNANDES DE ABREU Elaboração do Manual Equipe da CGRH/SPOA/SE/MTE 2

3 Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem por quê? Eu sonho com coisas que nunca foram e digo por que não? George Bernard Shaw 3

4 SUMÁRIO Apresentação O que é o Ministério do Trabalho e Emprego Missão Ingresso no Serviço Público Estágio Probatório Capacitação Horário Remuneração Gratificação Natalina Férias Averbação de Tempo de Serviço Progressão Funcional Das indenizações Ajuda de Custo Transporte de Móveis e Bagagens Passagem ou Condução Própria Licença à Gestante Licença Adotante Licença Paternidade Licença Prêmio Licença Capacitação Aposentadoria Regra Geral Regras de Transição Direito Adquirido Abono Permanência Da Contribuição dos Aposentados e Pensionistas- PSS Abono Permanência Pensão Benefícios Auxilio Natalidade Auxílio Transporte Auxílio Alimentação Auxílio Pré-Escolar Auxílio-Funeral Auxílio-Reclusão Programa De Assistência Médica Código de Ética Das Regras Deontológicas Deveres Do Servidor Atualização de Dados São Deveres do Servidor Proibições Acumulação

5 APRESENTAÇÃO A - CGRH, no intuito de informar e orientar os servidores do seu quadro de pessoal sobre os direitos e deveres elaborou o presente Manual do Servidor que além de apresentar o Ministério do Trabalho e Emprego MTE, disponibiliza informações de grande importância para a permanência do servidor no órgão. A construção do Manual teve como fio condutor a Lei de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais. Desta forma, o MTE disponibiliza o Manual para consulta buscando o desenvolvimento de um bom trabalho pelo servidor público, e a melhoria contínua da relação entre a Administração Pública Federal e o cidadão. 5

6 1. O que é o Ministério do Trabalho e Emprego O Ministério do Trabalho e Emprego, órgão da Administração Pública Federal direta, tem como área de competência os seguintes assuntos: I - política e diretrizes para a geração de emprego e renda e de apoio ao trabalhador; II - política e diretrizes para a modernização das relações do trabalho; III - fiscalização do trabalho, inclusive do trabalho portuário, bem como aplicação das sanções previstas em normas legais ou coletivas; IV - política salarial; V - formação e desenvolvimento profissional; VI - segurança e saúde no trabalho; VII - política de imigração; e VIII - cooperativismo e associativismo urbanos. 2. Missão Promover políticas de emprego, trabalho e renda, garantindo políticas de desenvolvimento orientadas pela inclusão social, e assegurando condições de trabalho dignas; a promoção de um novo contrato social das relações de trabalho; o estímulo ao empreendedorismo e às atividades econômicas orientadas pela autogestão. 3. Ingresso no Serviço Público O ingresso no Serviço Público ocorre por meio de nomeação e posse, gerando a retribuição pecuniária a partir do exercício das atribuições do cargo público. A nomeação para cargo de provimento efetivo, depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecidas a ordem de classificação e o prazo de sua validade. A validade do concurso público é de até 2 (dois) anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período, conforme dispuser o respectivo Edital. A nomeação e exoneração de cargo em comissão ou função de confiança é ato discricionário da Administração e o ocupante desses cargos será submetido ao regime de dedicação exclusiva. 6

7 Posse é a investidura no cargo público atribuindo ao nomeado o estado de servidor público, que dar-se-á pela assinatura do correspondente termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado. A posse ocorrerá no prazo de até 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de provimento, podendo dar-se mediante procuração específica. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou função de confiança. É de 15 (quinze) dias o prazo para o servidor entrar em exercício contados da data da posse. 4. Estágio Probatório O servidor nomeado para cargo público, ao entrar em exercício, ficará sujeito a estágio probatório de 36 meses. Durante esse período sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação, observando-se os seguintes fatores: assiduidade, disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidades. Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as seguintes licenças e afastamentos: Licenças: I por motivo de doença em pessoa da família; II - por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; III - para o serviço militar; IV - para atividade política; Afastamentos: I - para exercício de mandato eletivo; II - para estudo ou missão no exterior; III - para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere; e IV - para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concursos para outro cargo na Administração Pública Federal. O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção, chefia ou assessoramento no órgão ou entidade de lotação, e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial, cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, de níveis 6, 5 e 4, ou equivalentes. O estágio probatório ficará suspenso nas seguintes situações: a) licença por motivo de doença em pessoa da família; b) afastamento do cônjuge; c) licença para atividade política; d) afastamento para participação em curso de formação. 7

8 A contagem do prazo do estágio probatório será retomada a partir do término dos impedimentos citados. A licença para tratamento da própria saúde e a aposentadoria por invalidez poderão ser concedidas a qualquer tempo, uma vez que a Lei nº 8.112/90 não exige carência para este fim. Quatro meses antes de findar o estágio probatório, será submetida à homologação da autoridade competente a avaliação de desempenho do servidor, realizada de acordo com o que dispuser a lei ou o regulamento do sistema de carreira, sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores relativos à assiduidade, responsabilidade, disciplina, produtividade e capacidade de iniciativa. O servidor aprovado será considerado estável no cargo, só podendo perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou processo administrativo disciplinar. O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado, ou, se estável, reconduzido ao cargo público anteriormente ocupado no âmbito da Administração Pública Federal. 5. Capacitação A participação dos servidores em eventos de capacitação está amparada pelo Decreto nº 5.707/2006 e deve estar alinhada aos objetivos, às metas e às diretrizes do MTE contribuindo assim, para o desenvolvimento das competências individuais com vistas a efetividade das competências institucionais. Os eventos de capacitação podem ser: I. cursos presenciais e a distância; II. aprendizagem em serviço; III. grupos formais de estudos; IV. intercâmbios ou estágios; V. seminários; e VI. congressos. A participação em eventos de capacitação deverá ocorrer de acordo com as diretrizes e estratégias estabelecidas no Plano de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas do MTE, implementadas por meio dos seguintes Programas de Educação Continuada: Gerencial Técnico Institucional Promoção da Saúde e Qualidade de Vida Responsabilidade Social e Ambiental 8

9 6. Horário A jornada de trabalho dos servidores em exercício no MTE é de 40 horas semanais, ressalvados os casos especificados em Lei. 7. Remuneração/Vencimentos O servidor, ao ingressar no MTE, receberá a título de vencimento básico, um valor definido em lei e sobre o qual incidirão as gratificações inerentes ao cargo efetivo ocupado. Nenhum servidor receberá, a título de vencimento, importância inferior ao salário mínimo. A remuneração do servidor é composta pelo vencimento básico, pelas vantagens permanentes inerentes ao exercício do cargo efetivo ou em comissão, acrescido das gratificações, indenizações e adicionais de caráter individual. Sobre a remuneração incidem os descontos previstos em lei, como por exemplo: a) imposto de renda; b) previdência social (PSS); c) indenizações e reposições ao erário; d) faltas injustificadas, atrasos e saídas antecipadas. Para fins de abatimento no Imposto de Renda, o servidor poderá inscrever seus dependentes perante a, devendo comparecer munido dos documento necessários à comprovação da dependência econômica, de acordo com os requisitos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal/MF. 8. Gratificação Natalina A gratificação natalina (13º salário) corresponde a um doze avos da remuneração por mês de efetivo exercício no respectivo ano, a que o servidor fizer 9

10 jus no mês de dezembro. A fração igual ou superior a 15 dias será considerada como mês integral. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária. Atualmente a gratificação é paga em duas parcelas, sendo a primeira na folha de pagamento do mês de junho e a última na folha de pagamento do mês de novembro. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina proporcionalmente aos meses de exercício, na fração de 1/12 para cada mês, calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. Por ocasião das férias, iniciadas antes de 1º de julho de cada ano, o servidor poderá requerer a antecipação de 50% desta gratificação. Para as parcelas de férais que se iniciam apenas após 1º de julho o pagamento já é automático, independentemente da programação das férias. A parcela referente ao adiantamento do 13º salário será descontada quando do pagamento integral do mesmo, no mês de dezembro, ocasião na qual serão efetuados os descontos relativos ao IRPF e PSS. 9. Férias As férias de todos os servidores são marcadas no mês de outubro, obedecendo-se a uma escala que tem por base o plano de trabalho e as necessidades de cada Unidade. Para a concessão das primeiras férias, após entrada em exercício, deverá ser cumprido o período mínimo de 12 meses. Para as férias dos anos subseqüentes não há necessidade dessa carência, podendo o servidor usufruir férias antes mesmo de se completar 01 ano do término do período anterior. O servidor faz jus a 30(trinta) dias consecutivos de férias por ano, podendo ser parceladas em até três etapas, não inferiores a 10(dez) dias, desde que assim requeridas pelo servidor e no interesse da Administração. Mediante manifestação do servidor, poderá ser antecipado o pagamento da remuneração das férias, cujo desconto ocorrerá no mês seguinte ao da fruição, bem como o adiantamento de 50% da Gratificação Natalina, para parcelas com data de início até 30/06. Isso porque, independentemente dessa solicitação, o adiantamento de 50% da Gratificação Natalina é feito automaticamente da folha de pagamento do mês junho, para todos os servidores. Se o servidor for desvinculado de órgão da União por meio de vacância com posse em outro cargo inacumulável, e se em seu órgão anterior não tiver usufruído férias nem percebido as vantagens pecuniárias a elas correspondentes, poderá requerê-las, demonstrando seu direito por meio de declaração do órgão que antes serviu. 10

11 No caso de servidor requisitado, a marcação das férias dar-se-á sempre no órgão de exercício do servidor, sendo o órgão de origem notificado através de documento próprio. Em se tratando de empregado requisitado de empresa pública ou sociedade de economia mista para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança, serão observadas as regras de aquisição de férias da origem. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública, comoção interna, convocação para júri, serviço militar ou eleitoral, ou por necessidade do serviço, declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade, sendo o restante do período interrompido usufruído de uma só vez. O servidor exonerado do cargo efetivo ou em comissão perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito e ao incompleto, na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício ou fração superior a quatorze dias. As férias poderão ser transferidas, no interesse da Administração, de um exercício para o outro, desde que devidamente justificado. 10. Averbação de Tempo de Serviço É o registro do tempo de serviço efetivo prestado a outros órgãos públicos ou privados, para fins de aposentadoria e outras vantagens. A Averbação de Tempo de Serviço será requerida em formulário próprio, disponibilizado pela CGRH, acompanhado das respectivas certidões originais. A comprovação de tempo de serviço prestado em atividade privada, vinculado ao Regime Previdenciário, far-se-á por certidão emitida pelo INSS. 11. Progressão Funcional Progressão funcional consiste na mudança de padrão em que se encontra o servidor para o imediatamente superior, conforme dispuser a legislação. Não terá direito à progressão funcional o servidor que estiver afastado do exercício do cargo em decorrência de: 11

12 a) licença sem vencimentos; b) suspensão disciplinar; c) prisão administrativa ou decorrente de decisão judicial; d) viagem ao exterior, sem ônus; e) prestação de serviços a organizações internacionais. 12. Das indenizações Ajuda de Custo A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de viagem, mudança e instalação do servidor que, no interesse do serviço público, é mandado servir, em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente. No caso de cônjuge ou companheiro(a), servidor público, que se muda para a mesma cidade para o exercício de função pública não é devida a dupla indenização. Esta indenização aplica-se também ao nomeado para os cargos de Ministro de Estado, de Natureza Especial e do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores DAS, mesmo não ocupante de cargo efetivo quando implicar exercício em nova sede, sendo-lhe facultado optar pela ajuda de custo em valor equivalente à remuneração integral do cargo para o qual foi nomeado. O cálculo da ajuda de custo terá por base o valor da remuneração do cargo efetivo do servidor no mês em que for para a nova sede, observada as seguintes condições: a) servidor sem ou com um só dependente - valor igual à remuneração do mês do deslocamento; b) servidor e 2(dois) dependentes - valor igual ao dobro da remuneração do mês do deslocamento; c) servidor e 3(três) ou mais dependentes - valor igual ao triplo da remuneração do mês do deslocamento Transporte de Móveis e Bagagens O transporte de mobiliário e bagagem do servidor que for mandado servir em nova sede, no interesse da Administração, com mudança de domicílio, será custeado pelo Órgão de destino, devendo ser observado o limite máximo de doze metros cúbicos ou 4.500(quatro mil e quinhentos)kg por passagem inteira, até duas passagens, acrescido de três metros cúbicos ou 900 (novecentos) Kg por passagem adicional, até três passagens (art. 4º do Decreto nº 4004/2001). 12

13 12.3. Passagem ou Condução Própria Será concedido ao servidor transporte preferencialmente por via aérea, inclusive para os seus dependentes. O servidor que utilizar condução própria no deslocamento para nova sede, fará jus à indenização da despesa com transporte em valor correspondente a 40% do valor da passagem aérea no mesmo percurso, acrescido de 20% do referido valor por dependente que o acompanhe, até o máximo de três dependentes. 13. Licença à Gestante A licença à gestante será concedida pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias consecutivos, sem prejuízo da remuneração, podendo ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo antecipação por prescrição médica e havendo nascimento prematuro, a partir do parto. No caso de natimorto, decorridos 30(trinta) dias do evento, a servidora será submetida a exame médico e, se julgada apta, reassumirá o exercício e no caso de aborto atestado por médico oficial, a servidora terá direito à 30(trinta) dias de repouso remunerado. Para amamentar o próprio filho, até a idade de seis meses, a servidora lactante terá direito, durante a jornada de trabalho, a uma hora de descanso, que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. 14. Licença Adotante É devido a servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança, até 12(doze) anos incompletos sendo: 13

14 a) de 90(noventa) dias para criança de até 1(um) ano de idade; b) de 30(trinta) dias para a criança com mais de 1(um) ano de idade. Os prazos descritos serão contados a partir da data da adoção ou guarda judicial. 15. Licença Paternidade É devido ao servidor, a partir do nascimento ou adoção de filhos, sendo de 5(cinco) dias consecutivos. 16. Licença Prêmio De acordo com o Ofício-Circular nº 09/SRH-MP, de , os servidores que cumpriram os requisitos necessários para a concessão da licença-prêmio, até 15 de outubro de 1996, e não a usufruiram, mesmo que não tenha implementado os requisitos para aposentadoria, fazem jus, ao direito da contagem do período em dobro da referida licença como se houvesse tempo de contribuição, para efeito de aposentadoria. 17. Licença Capacitação Após cada quinquênio de efetivo exerc ício, o servidor poderá, no interesse da Administração, solicitar ao dirigente máximo do MTE, licença remunerada, por até três meses, para participar de ação de capacitação, PT/MTE nº 145/2006 e PT/MP nº 208/2006. A licença para capacitação poderá ser parcelada, não devendo a menor parcela ser inferior a trinta dias, podendo ser utilizada integralmente para a elaboração de dissertação de mestrado ou tese de doutorado, cujo objeto seja compatível com o Plano Anual de Capacitação do MTE. 14

15 18. Aposentadoria Da Regra Geral para Aposentadoria Art. 40 da Constituição Federal c/ redação da EC nº 41, de Da Aposentadoria Voluntária Por Tempo de Contribuição e Idade O servidor fará jus à aposentadoria voluntária por tempo de contribuição e idade, desde que preencha, cumulativamente, os seguintes requisitos: I - tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público; II - tempo mínimo de cinco anos de efetivo exercício no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria; e III - sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher. Os proventos de aposentadoria serão calculados considerando-se a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado. Por Idade com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição O servidor fará jus à aposentadoria voluntária por idade com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, desde que preencha, cumulativamente, os seguintes requisitos: I - tempo mínimo de dez anos de exercício no serviço público; II - tempo mínimo de cinco anos de efetivo exercício no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria; e III - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher. Para o cálculo dos proventos proporcionais será considerado a média aritmética simples das maiores remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, observado o critério de um trinta e cinco avos, se homem, e um trinta avos, se mulher, por ano de contribuição Da Aposentadoria por Invalidez O servidor será aposentado por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma do artigo 186, 1º da Lei nº 8.112, de As aposentadorias por invalidez decorrentes de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificadas no artigo 186, 1º da Lei nº 8.112, de 1990, corresponderá à totalidade da média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor 15

16 aos regimes de previdência a que esteve vinculado, desde que não ultrapasse o valor da remuneração do cargo efetivo. Para o cálculo dos proventos proporcionais será considerado a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, observado o critério de um trinta e cinco avos, se homem, e um trinta avos, se mulher, por ano de contribuição Da Aposentadoria Compulsória O servidor será aposentado compulsoriamente, com vigência a partir do dia imediato àquele em que completar setenta anos de idade. Para o cálculo dos proventos proporcionais será considerado a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, observado o critério de um trinta e cinco avos, se homem, e um trinta avos, se mulher, por ano de contribuição Da Base de Cálculo O valor dos proventos de aposentadoria dos servidores titulares de cargo efetivo a ser concedida com fundamento no 3º do art. 40 da Constituição Federal e no art. 2º da EC no 41, de 2003, será calculado com base na média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, correspondentes a 80%(oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994 ou a do início da contribuição, se posterior àquela competência. As remunerações consideradas no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para a atualização dos salários-de-contribuição considerados no cálculo dos benefícios do regime geral de previdência social, conforme Portaria do Ministério da Previdência Social. O servidor ocupante de cargo efetivo poderá optar pela inclusão na base de contribuição de parcelas remuneratórias percebidas em decorrência de local de trabalho, do exercício de cargo em comissão ou de função de confiança, desde que os proventos de aposentadoria por ocasião de sua concessão não excedam, em qualquer hipótese, a remuneração do respectivo servidor, no cargo efetivo em que se der a aposentadoria. Os valores das remunerações a serem utilizadas no cálculo em foco serão comprovados mediante documento fornecido pelos órgãos e entidades gestoras dos regimes de previdência aos quais o servidor esteve vinculado. As remunerações consideradas no cálculo da aposentadoria, após atualização, não poderão ser: I - inferiores ao valor do salário-mínimo; II - superiores ao limite máximo do salário-de-contribuição, quanto aos meses em que o servidor esteve vinculado ao Regime Geral de Previdência Social. Os proventos, calculados de acordo com o informado, por ocasião de sua concessão, não poderão ser inferiores ao valor do salário mínimo nem exceder a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 16

17 Reajuste dos Benefícios Os valores dos benefícios a que se refere 3º do art. 40 da Constituição Federal e no art. 2º da EC no 41, de 2003 serão reajustados com base em percentual que garanta, em caráter permanente, a preservação de seu valor real, conforme critérios estabelecidos em lei Das Regras De Transição Para Aposentadoria Regra de Transição - art. 2º EC nº 41/03 Ao servidor que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na Administração Pública direta, autárquica e fundacional até 16 de dezembro de 1998 será facultado aposentar-se pela regra de que o art. 40 da Constituição Federal ou aposentar-se voluntariamente com proventos calculados pela média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, quando cumulativamente: I tiver cinqüenta e três anos de idade, se homem, e quarenta e oito anos de idade, se mulher; II tiver cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria; III contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de: a) trinta e cinco anos, se homem, e trinta anos, se mulher; e b) um período adicional de contribuição equivalente a vinte por cento do tempo que, na data de publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, faltaria para atingir o limite de tempo correspondente a trinta e cinco anos, se homem, e trinta anos, se mulher. O servidor que cumprir as exigências para aposentadoria terá os seus proventos de inatividade reduzidos para cada ano antecipado em relação aos limites de idade de sessenta anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco, se mulher, na seguinte proporção: I três inteiros e cinco décimos por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria até 31 de dezembro de 2005; e II cinco por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma apresentada a partir de 1º de janeiro de Às aposentadorias concedidas de acordo com a situação acima aplica-se o disposto no item Regra de Transição art. 6º EC 41, DE 2003 Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 40 da Constituição Federal ou pelas regras estabelecidas pelo art. 2º da EC nº 41, de 2003, o servidor, que tenha ingressado no serviço público, até 31 de dezembro de 2003, poderá aposentar-se com proventos integrais, que corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, na forma da lei, observadas as reduções de idade e tempo de contribuição contidas no 5º do art. 40 da Constituição Federal, desde que preencha, cumulativamente, as seguintes condições: I sessenta anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade, se mulher; II trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; e III vinte anos de efetivo exercício no serviço público, dez anos de carreira e cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. 17

18 Os proventos de aposentadoria dos servidores públicos titulares de cargo efetivo serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei, observado o teto remuneratório estabelecido no art. 37, XI, da Constituição Federal Regra de Transição art. 3º EC 47, de 2005 Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 40 da Constituição Federal ou pelas regras estabelecidas pelos arts. 2º e 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, o servidor, que tenha ingressado no serviço público até 16 de dezembro de 1998, poderá aposentar-se com proventos integrais, que corresponderão à remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, desde que preencha, cumulativamente, as seguintes condições: I trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; II vinte e cinco anos de efetivo exercício no serviço público, quinze anos de carreira e cinco anos no cargo em que se der a aposentadoria; e III idade mínima resultante da redução, relativamente aos limites de sessenta anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade, se mulher, de um ano de idade para cada ano de contribuição que exceder a contribuição mínima exigida. (trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher). Os proventos de aposentadoria dos servidores públicos titulares de cargo efetivo serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei, observado o teto remuneratório estabelecido no art. 37, XI, da Constituição Federal, observando-se igual critério de revisão às pensões derivadas dos proventos de servidores falecidos Das Regras do Direito Adquirido É assegurada a concessão, a qualquer tempo, de aposentadoria aos servidores públicos, bem como pensão aos seus dependentes, que, até a data da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, tenham cumprido todos os requisitos para obtenção desses benefícios, com base nos critérios da legislação então vigente. O disposto neste artigo aplica-se somente à pensão por morte decorrente do falecimento do servidor até 20 de fevereiro de 2004, data da publicação da Medida Provisória nº 167, de

19 18.4. Do Abono Permanência O servidor que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária prevista no art. 40, 1º, inciso III, alínea a da Constituição Federal ou no art. 2º da EC nº 41, de 2003 e que opte em permanecer em atividade, fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória, sendo-lhe facultado requerer a aposentadoria voluntária a qualquer tempo. O abono de permanência será concedido nas mesmas condições, ao servidor que, até 31 de dezembro de 2003, data de publicação da EC nº 41, de 2003, tenha cumprido todos os requisitos, com base nos critérios da legislação então vigente para obtenção da aposentadoria voluntária, com proventos integrais ou proporcionais, que conte com, no mínimo vinte e cinco anos de contribuição, se mulher, ou trinta anos de contribuição, se homem. ( 1º do art. 3º da EC nº 41, de 2003). O abono será concedido a partir da data de preenchimento de todos os requisitos estabelecidos para a sua concessão, observada a data de 31 de dezembro de Da Contribuição Dos Aposentados e Pensionistas Os aposentados e pensionistas da União contribuirão com onze por cento, incidente sobre o valor da parcela dos proventos que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social. 19. Abono Permanência O servidor que opte em permanecer em atividade fará jus a um abono equivalente ao valor da Contribuição Previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória, desde que completadas as exigências para aposentadoria voluntária na data da publicação da EC nº 41/03, com base nas regras da EC nº 20/98, e que contem com no mínimo 25 anos de contribuição, se mulher, ou 30 anos, se homem. 20. Pensão Por morte do servidor, os dependentes fazem jus a uma pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento, a partir da data do óbito. Aos dependentes dos servidores titulares de cargo efetivo e dos aposentados da União, incluídas suas autarquias e fundações, falecidos a partir de 19

20 20 de fevereiro de 2004, será concedido o benefício de pensão por morte que será igual: I - à totalidade dos proventos percebidos pelo aposentado na data anterior à do óbito, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite; ou II à totalidade da remuneração percebida pelo servidor no cargo efetivo na data anterior à do óbito, até o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. Os proventos das pensões, por ocasião de sua concessão, não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor, no cargo efetivo em que serviu de referência para a concessão da pensão. 21. Benefícios 21.1 Auxílio-Natalidade Devido à servidora por motivo de nascimento de filho, na quantia equivalente ao salário-mínimo quando superior ao padrão, inclusive no caso de natimorto. Em parto múltiplo, acresce-se 50% por nascituro. O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público, quando a parturiente não for servidora. Para recebê-lo o servidor deve preencher requerimento próprio, acompanhado dos seguintes documentos: a) Certidão de nascimento; b) Declaração do servidor de que a parturiente não é servidora pública; c) Atestado médico, no caso de natimorto Auxílio-Transporte Para recebimento do benefício o servidor deverá preencher "A Declaração Para Fins de Auxílio Transporte". 20

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