INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ENTRE BRASIL E EUA

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1 ABRIL JUNHO Principais áreas de atuação do Barbosa, Müssnich & Aragão: Comércio Internacional Contencioso e Arbitragem Direito Ambiental Direito Concorrencial Direito Imobiliário Direito Societário Direito Trabalhista Direito Tributário Esporte e Entretenimento Ética Corporativa e Direito Penal Empresarial Infraestrutura, Regulação e Assuntos Governamentais Mercados Financeiro e de Capitais Propriedade Intelectual Reestruturação e Recuperação de Empresas 01 Intercâmbio de informações fiscais entre Brasil e EUA 02 A ANP e as análises concorrenciais referentes aos contratos de concessão 03 Gerenciamento de resíduos sólidos: a oportunidade nos acordos setoriais 04 CADE multa por imposição de preço mínimo a cadeia de distribuição Instrução CVM 533/13: Eliminando excessos e restrições às operações no mercado de capitais 05 Aspectos de Propriedade Intelectual relacionados ao SISCOSERV 06 STJ profere relevante decisão envolvendo os limites de vedação à importação paralela INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ENTRE BRASIL E EUA Assinado em 20 de março de 2007, o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América para o Intercâmbio de Informações relativas a Tributos ( Acordo ) agora está incorporado ao ordenamento jurídico brasileiro e confirma a tendência da cooperação internacional em matéria tributária, como mais um instrumento no combate à evasão fiscal. O Acordo foi, enfim, referendado pelo Congresso Nacional (Decreto Legislativo nº 211, de 12/03/13), ratificado e promulgado para vigência no Brasil (Decreto nº 8.003, de 15/05/13). Alinhado ao modelo de Tax Information Exchange Agreement (TIEA) criado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Acordo traduz o compromisso dos Estados brasileiro e norte-americano de Lígia Regini colaboração na obtenção, sob a jurisdição de cada qual, e compartilhamento de informações que possam ser pertinentes para a determinação, lançamento, execução ou cobrança de tributos em relação a pessoas sujeitas a tais tributos, ou para investigação ou instauração de processo relativo a questões tributárias de natureza criminal (Artigo I). O alcance do Acordo é dado pelos Tributos Visados (Artigo III): Lígia Regini, sócia da área de Direito Tributário Brasil: IRPF e IRPJ; IPI; ITR; PIS; COFINS; CSLL. EUA: Impostos Federais sobre Renda, Renda de Atividade Autônoma, Heranças e Doações e Consumo. Os Estados estão comprometidos à troca de informações provocada (a pedido) e supletiva (falta de outros meios) sobre qualquer pessoa física e jurídica, mediante o compromisso de confidencialidade ( transferência de sigilo), salvo limitação decorrente de (i) prescrição da ação ou procedimento relativo ao tributo visado, segundo a legislação do Estado requerente; ou (ii) necessária preservação do interesse público, privilégio legal por segredo comercial, profissional ou industrial ou ainda da discriminação do nacional; ou (iii) contrariedade das medidas às leis e práticas administrativas do Estado requerido. O Acordo ainda contempla Fiscalizações Tributárias no Exterior (Artigo VI), também mediante prévia solicitação do Estado interessado em enviar funcionários ao Estado requerido para exame de documentos e coleta de depoimentos pessoais. A realidade desse Acordo nos faz relembrar que a lei brasileira (art. 198, 2º do CTN) determina o intercâmbio de informação sigilosa através de processo regular e com identificação da autoridade solicitante, como forma de preservação do sigilo fiscal e inviolabilidade e intimidade do particular consagrados pela Constituição Federal (art. 5º, X e XII da CF) e tratados internacionais de Direitos Humanos, também ratificados pelo Brasil. Alvo de muitas críticas desde 2007, ora pela duvidosa constitucionalidade formal e vícios de inconstitucionalidade material, ora pela inconveniência nas negociações para o esperado Tratado para evitar bitributação, o Acordo em vigor impõe redobrada vigilância do equilíbrio entre os atos de cooperação do Estado brasileiro e os direitos fundamentais à intimidade e privacidade, inviolabilidade da correspondência e sigilo fiscal e bancário.

2 José Carlos Berardo Eduardo Carvalhaes A ANP E AS ANÁLISES CONCORRENCIAIS REFERENTES AOS CONTRATOS DE CONCESSÃO A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) enviou aos agentes do mercado brasileiro de petróleo e gás natural em 4 de abril de 2013 o Ofício Circular n o 003/2013/SEP ( Ofício ), em que esclarece que a cessão de direitos e obrigações decorrentes de contratos de concessão referentes à exploração e produção de petróleo e gás natural está sujeita à aprovação prévia pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). A emissão do Ofício decorre do Acordo de Cooperação Técnica n o 6/2013 entre ANP e CADE em 3 de abril de 2013, voltado ao aperfeiçoamento e articulação da atuação desses órgãos, por meio, por exemplo, da troca de informações, intercâmbio de servidores e promoção de encontros e conferências. Ao expressar o entendimento exposto acima, a ANP determina que toda e qualquer cessão de direitos e obrigações decorrentes de contratos de concessão referentes à exploração e produção de petróleo e gás natural inclusive aquelas já em curso por ocasião do recebimento do Ofício sejam submetidas ao crivo da Agência, com pedidos de aprovação instruídos por (a) um Parecer do CADE pela aprovação da operação ou (b) uma declaração de que o faturamento bruto das partes envolvidas é inferior aos critérios de faturamento previstos na Lei Federal n o /2011, conforme alteradas pela Portaria Interministerial MF/MJ n o 994/2012. Aquilo que e pode parecer a mera formalização de que a ANP passará a se certificar de que o rito determinado pela Lei Antitruste foi devidamente cumprido envolve uma interpretação que pode, dependendo do caso prático, se mostrar incompatível com um dos seus dispositivos e com o ordenamento jurídico pátrio como um todo. Como se sabe, o parágrafo único do art. 90 da Lei n o esclarece que aqueles atos, contratos e/ou operações destinados às licitações promovidas pela administração pública direta e indireta e aos contratos delas decorrentes não devem ser considerados atos de concentração para fins da obrigação prevista no art. 88. Logo, naqueles casos em que for possível comprovar que a operação objeto do Ofício Circular n o 03/2013/SEP envolve única e exclusivamente a cessão de direitos e obrigações decorrentes de contratos de concessão referentes à exploração e produção de petróleo e gás natural, envolvendo portanto apenas contrato decorrente de licitação, tem-se que essa operação não consubstanciaria ato de concentração, afastando a incidência da obrigatoriedade de autorização do CADE, ainda que os critérios objetivos (faturamento das partes) de notificação estejam presentes. Ainda é cedo para afirmar com precisão em que medida o teor do Ofício poderá ser questionado pelos agentes de mercado afetados, sendo necessário analisar qual será a prática da Agência, para que se verifique se a Agência também aceitará a comprovação de que a operação é decorrente de licitação (não se tratando, portanto, de ato de concentração). No entanto, caso venha a exigir, para a necessária anuência prévia de cunho regulatório da cessão de direitos e obrigações, comprovação da aprovação concorrencial, a atuação da ANP poderia estar em desconformidade com o princípio da legalidade estrita. Segundo tal princípio, a Administração Pública somente poderia atuar conforme lhe foi expressamente determinado pela lei, e, assim, a exigência de documento/aprovação que foi dispensado por lei federal se mostraria desprovida de fundamento. Para que se compreenda melhor a relevância da discussão ora descrita, a autorização de atos de concentração pelo CADE pode levar até 330 dias, e a consumação de operações que configurem atos de concentração sem a necessária autorização concorrencial prévia sujeita os envolvidos à aplicação de multas (que podem chegar a R$ 60 milhões) e instauração de processo administrativo visando a avaliação das condutas, isso tudo sem prejuízo da possibilidade de nulidade da operação. Por fim, não se pode deixar de mencionar que até a presente data não foi analisada pelo CADE sob a égide da Lei Antitruste qualquer operação envolvendo exclusivamente direitos e obrigações decorrentes de contrato celebrado como resultado de licitação, sendo que a única operação do segmento de exploração e produção de petróleo e gás natural em que o CADE se manifestou sob a Lei n o /2011 foi aprovada sem restrições, não fornecendo assim quaisquer parâmetros úteis à discussão em tela. 2

3 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: A OPORTUNIDADE NOS ACORDOS SETORIAIS Miriam Mazza Rafaella Dortas A parca infraestrutura e pouca educação ambiental dedicadas ao gerenciamento do lixo gerado nos grandes centros urbanos, somadas à disposição inadequada de resíduos industriais, se revelam muito prejudiciais ao meio ambiente. Esta é certamente uma das causas do ainda preliminar mas já alarmante cenário de áreas contaminadas no Brasil. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) possui registros em seu cadastro de áreas contaminadas. O cadastro da CETESB está em revisão e um novo deverá ser divulgado em breve, apontando para um aumento em torno de 40% na quantidade de áreas cadastradas. A Gerência de Risco Ambiental do órgão ambiental do estado do Rio de Janeiro, Instituto Estadual do Ambiente, está prestes a divulgar cadastro preliminar ainda no mês de junho, o qual já conta com 141 áreas contaminadas no estado. A disposição irregular e desordenada de resíduos gerados pela sociedade e pela indústria está por trás de grande parte dos casos que integraram os cadastros antes referidos. A criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei n o , de 2/8/2010, teve como objetivo estabelecer regras gerais para disciplinar a gestão dos resíduos sólidos, considerando as dimensões política, econômica, social e ambiental das diversas regiões do país. São inúmeras também as normas, no âmbito estadual e municipal, que versam sobre a gestão de resíduos, impondo obrigações gerais ou específicas em função das características e quantidades dos resíduos produzidos. Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de cadeias produtivas de determinados setores, tais como o de agrotóxicos, pneus, óleo lubrificante, lâmpadas, pilhas e baterias já eram obrigados, por força de legislação, a estruturar e implantar sistemas de logística reversa, de forma independente do serviço público de limpeza urbana, com o objetivo de recolher e dar destinação adequada aos resíduos gerados nestas cadeias. A PNRS, além de recepcionar essa obrigação, também estendeu sua aplicabilidade para outros setores e abriu ainda a possibilidade de inclusão de novas cadeias de consumo. O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), cuja elaboração já era obrigatória para geradores de resíduos industriais e perigosos, também passou a ser exigido para diversas outras cadeias de consumo, bem como para gestores públicos ou privados responsáveis pela destinação final de resíduos sólidos. O PGRS se presta ao gerenciamento de etapas que vão da geração, coleta e tratamento à destinação final adequada. Mobilizado em louvável iniciativa, o Ministério do Meio Ambiente vem conduzindo a negociação de acordos setoriais de abrangência nacional com algumas cadeias produtivas. Da mesma forma, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), por meio da celebração de termos de compromisso, vem se mobilizando para consolidar a aplicação da PNRS no estado. Os acordos setoriais e os termos de compromisso são documentos celebrados de maneira consensual e negociada entre o Poder Público e os principais entes de cadeias de consumo, visando a definição de responsabilidade de cada parte pelo ciclo de vida dos produtos comercializados, até a sua destinação final. Há espaço para inovação e definição de padrões de conduta, o que é certamente um luxo em termos de cumprimento de norma ambiental no Brasil. A Promotoria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo começou a investigar, em meados de 2012, alguns setores industriais específicos, tais como o de óleos lubrificantes, óleos comestíveis, pilhas e baterias e aparelhos celulares, a fim de fiscalizar a implantação e a operacionalização dos sistemas de logística reversa estabelecidos nos termos de compromisso celebrados junto à SMA. Os inquéritos civis instaurados também averiguam a possível existência de dano ambiental causado pela disposição inadequada de resíduos. As iniciativas governamentais e setoriais vão ao encontro da urgente demanda por um país mais consciente e organizado quanto ao seu lixo. Este é o momento de definir as regras do jogo. Os dispositivos legais existentes nos âmbitos federal, estadual e municipal são extensos e ainda não compreendidos. Ainda mais complexa é a equação para integrar e articular a responsabilidade de cada um dos agentes da cadeia produtiva, que não raro possuem interesses divergentes. Somente a indústria conhece os padrões de conduta que consegue seguir e executar no curto, médio e longo prazos. A tomada das rédeas pelo setor privado, aliada à bênção do Poder Público mobilizado, tende a ser muito mais benéfica ao meio ambiente, pois seus resultados se materializam mais rapidamente e de forma menos custosa do que a unilateral fiscalização do Estado, não raro combatida pelo exercício da ampla defesa e do contraditório pelo setor industrial. Precisamos de articulação entre os agentes envolvidos, razoabilidade nas demandas governamentais e medidas que desloquem o recurso financeiro de multas e defesas administrativas e judiciais para investimentos definitivos na logística da sustentabilidade, em benefício de todos os credores de uma vida mais equilibrada e sustentável, nas presentes e futuras gerações. 3

4 Barbara Rosenberg Sandra Terepins Guilherme Morgulis CADE MULTA POR IMPOSIÇÃO DE PREÇO MÍNIMO A CADEIA DE DISTRIBUIÇÃO Decisão recente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) condenou pela primeira vez uma empresa pela prática de fixação de preços mínimos de revenda, com multa de 1% de seu faturamento no Brasil. Uma vez caracterizada a imposição de preços fixos ou mínimos de revenda mas não sugestão de preços ou imposição de preços máximos, haveria presunção de ilegalidade sobre a conduta, cabendo àquele que a realiza demonstrar sua eficiência. Ao estabelecer parâmetros que definem quais restrições à liberdade de preços e/ou margens de distribuidores seriam legítimas, a análise realizada pelo CADE traz impactos diretos sobre a organização de cadeias de distribuição no Brasil. Entre esses, destaca-se a diferença entre a fixação de preços de revenda e sua mera sugestão. Em princípio, a fixação será caracterizada quando houver coação, pelo fabricante aos distribuidores, a qual seria verificada pela mera existência de um mecanismo de punição (exercido ou não) que represente ameaça crível de sanção. Verificada a prática, outro parâmetro relevante refere-se às possíveis justificativas para a fixação de preços de revenda, isto é, às eficiências que, uma vez comprovadas, poderiam obstar a condenação pelo CADE. Para que a conduta seja lícita, tais eficiências devem ser (i) específicas da prática, (ii) suficientes para contrapor eventuais efeitos negativos e (iii) repassadas ao consumidor. Assim, estamos diante de um standard de prova extremamente rígido e de um ônus probatório significativo ao administrado. Foram propostos critérios adicionais de análise que podem trazer alguma sinalização ao mercado, ainda que seja incerta sua aplicação. A fixação de preços de revenda deve ser necessariamente proibida se a iniciativa partir da própria cadeia de distribuidores, situação em que nem a apresentação de eficiências seria suficiente para legitimar a prática. Paralelamente, caso não parta dos distribuidores, a comprovação de eficiências será desnecessária e a conduta seria presumidamente lícita se envolver agentes que (i) não tenham participação de mercado igual ou superior a 20% (fabricantes ou distribuidores, estes somados) e, simultaneamente, (ii) não integrem, com outros três players, grupo detentor de participação igual ou superior a 75%. Não se sabe, entretanto, qual entendimento será adotado pelo CADE em casos futuros. De toda forma, a sinalização dada ao mercado é clara: a autoridade concorrencial será rígida ao analisar a legitimidade da fixação de preços de revenda. Fabíola Cavalcanti Rodolfo Tella Tales Moreno INSTRUÇÃO CVM 533/13: ELIMINANDO EXCESSOS E RESTRIÇÕES ÀS OPERAÇÕES NO MERCADO DE CAPITAIS A CVM editou recentemente a Instrução CVM 533 com o objetivo de flexibilizar a negociação de valores mobiliários durante período de vedação imposto pelo artigo 48, II, da Instrução CVM 400. A nova redação do artigo 48, II, da Instrução CVM 400 passa a permitir a negociação de valores mobiliários que não sejam da mesma espécie daqueles a serem colocados por meio de uma oferta pública, ou neles referenciados, conversíveis ou permutados. Assim, uma oferta pública de debêntures simples não conversíveis em ações não obstará a negociação de ações de emissão da companhia emissora durante o período vedado. Operações com valores mobiliários que visem à proteção em posições assumidas (hedge), em qualquer modalidade de derivativos contratados com terceiros, e não somente com operações realizadas na modalidade de total return swap, também passam a ser permitidas. A CVM entende que o hedge de posições assumidas não representa risco significativo ao regular funcionamento do mercado, pois busca apenas excluir o risco da instituição intermediária à variação de preços, sem permitir a manipulação ou uso de informação privilegiada. Também passam a ser permitidas as seguintes operações durante o período de vedação à negociação: (a) aquisição de valores mobiliários solicitada por clientes que visam a proporcionar liquidez, bem como a alienação dos valores mobiliários adquiridos (client facilitation); (b) arbitragem entre valores mobiliários e seus certificados de depósitos, ou índice de mercado e contrato futuro nele referenciado; e (c) operações destinadas a cumprir obrigações assumidas antes do início do período vedado decorrentes de: (i) empréstimos de valores mobiliários; (ii) exercício de opções de compra e venda por terceiros; ou (iii) contratos de compra e venda a termo. Por fim, as instituições intermediárias deverão preparar, em até 7 dias úteis contados da publicação do anúncio de encerramento, relatório de todas as operações objeto da exceção prevista no artigo 48, II, da Instrução CVM 400, devendo o referido relatório e toda a documentação de suporte serem mantidos arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos, ou conforme determinação expressa da CVM. 4

5 Paula Mena Barreto Victor Kampel ASPECTOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL RELACIONADOS AO SISCOSERV Sob a premissa de ser mais uma ferramenta para auxiliar no desenvolvimento econômico do país, o Governo Federal criou em 2011 o Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços Siscoserv como uma das ações do Plano Brasil Maior. Com isso, as empresas, pessoas físicas e entes despersonalizados estão obrigados a informar ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e à Receita Federal do Brasil transações que compreendam a prestação de serviços, operações com intangíveis, entre outras, que produzam efeito no patrimônio, quando essas forem realizadas com residentes ou domiciliados no exterior. O Siscoserv foi instituído pela Portaria Conjunta RFB/SCE nº 1.908/2012, que prevê, conjuntamente, os prazos, limites e condições para os registros instituídos no contexto do MDIC 1 e da Secretaria da Receita Federal do Brasil. 2 Assim, todas as atividades de propriedade intelectual realizadas com residentes ou domiciliados no exterior deverão obrigatoriamente ser registradas no Siscoserv. O registro independe da contratação de câmbio, do meio de pagamento ou da existência de contrato formal. As atividades relacionadas à propriedade intelectual e à tecnologia da informação a serem registradas no Siscoserv encontramse descritas e devem ser enquadradas, por exemplo, de acordo com os Capítulos 11, 14, 15 e 27 da Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que produzam Variações no Patrimônio (NBS), 3 quais sejam: Capítulo 11: categorias de propriedade intelectual que são objeto do Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (direito de autor e direitos conexos, marcas, indicações geográficas, desenhos industriais, patentes, topografias de circuitos integrados, proteção de informação confidencial). Além disso, é necessário o registro de atividades envolvendo o licenciamento e a cessão temporária de direitos de autor. Capítulo 14: Serviços gerenciais, de consultoria gerencial; serviços de engenharia; serviços científicos e outros serviços técnicos; entre outros serviços ali descritos. Capítulo 15: Serviços de tecnologia da informação. Capítulo 27: Cessão de titularidade dos direitos de propriedade intelectual em caráter definitivo. No que tange à classificação a ser utilizada, cabe ressaltar que um dos principais pontos que vêm sendo discutidos diz respeito ao enquadramento entre a operação realizada e a nomenclatura a ser utilizada, uma vez que, em muitos casos, as atividades a serem prestadas envolvem mais de uma classificação prevista na NBS e na NEBS 4, não sendo tão simples defini-las, o que traz certa insegurança aos usuários do sistema, em razão das relevantes penalidades aplicáveis se houver preenchimento incorreto. Em relação às atividades de propriedade intelectual e tecnologia da informação, foram estabelecidos prazos diferenciados na legislação. Para as atividades classificadas nos Capítulos 14 e 15 acima descritos, o início da prestação das informações ao Siscoserv iniciou-se em 1º de outubro de 2012 e 1º de fevereiro de 2013, respectivamente. Já para as atividades classificadas nos Capítulos 11 e 27 acima descritos, o prazo para prestação das informações inicia-se em 1º de julho de Caso os usuários do sistema informatizado em análise deixem de prestar informações, ou apresentem-nas com incorreções ou omissões, estarão sujeitos às penalidades do artigo 8º da Portaria RFB/SCE nº 1.908/2012. As referidas penalidades variam de acordo com a infração e são fixadas em, no mínimo, R$ 500,00 e, no máximo, R$ 1.500,00, variando de acordo com o regime de apuração do imposto de renda, no caso de apresentação extemporânea das informações devidas; ou aplicação de multa de 0,2%, não inferior a R$ 100,00, sobre o faturamento do mês anterior, isto é: a receita decorrente da venda de mercadorias ou de serviços, para os casos em que haja apresentação de informações inexatas, incompletas ou omissas. 1 Lei nº /2011 e Portaria MDIC nº 113/ IN RFB 1.277/ Nomeclatura instituída pelo Artigo 24 da Lei nº / Notas Explicativas da NBS. 5

6 José Eduardo Pieri Diego Osegueda STJ PROFERE RELEVANTE DECISÃO ENVOLVENDO OS LIMITES DE VEDAÇÃO À IMPORTAÇÃO PARALELA 6 Em Recurso Especial (REsp /CE) relatado pelo Exmo. Ministro Sidnei Beneti, a 3ª Turma do STJ proferiu importante acórdão, que tende a ser um marco nas questões envolvendo a ocorrência da chamada Importação Paralela, regulada no Brasil através do Art. 132, III, da Lei de Propriedade Industrial (LPI). A importação paralela é caracterizada quando terceiros não detentores de direitos de propriedade industrial ingressam com produto no mercado nacional sem o consentimento do titular desses direitos ou de seu licenciado autorizado. O caso concreto envolvia a disputa entre o titular de famosas marcas de bebidas alcoólicas e sua licenciada no Brasil, contra empresa nacional que por diversos anos importou seus produtos sem autorização expressa, mas também sem sofrer qualquer resistência. O litígio se instaurou após a contratação pela titular da marca de uma distribuidora exclusiva de seus produtos no Brasil, que, conjuntamente, ingressaram na via judicial visando impedir a importação, por qualquer meio, de suas bebidas de forma alheia à sua rede de exclusividade, recusando-se, ainda, ao fornecimento destas à importadora não autorizada. Por sua vez, a importadora não autorizada contra-atacou também pela via judicial através de demanda que visava restabelecer seu acesso à importação das bebidas, além de reparação por lucros cessantes, decorrentes dos prejuízos amargados com a recusa do fornecimento. Sob o ponto a vista do direito marcário, o acórdão do STJ culminou por afastar equívocos que vinham sendo incorridos pelos Tribunais de Justiça Estaduais em matéria de importação paralela. Merece destaque o reconhecimento expresso da exaustão nacional dos direitos de exclusividade do titular da marca, opção do legislador no momento final da definição do texto definitivo da LPI. Segundo este princípio, o titular da marca poderá impedir a comercialização ou o ingresso de qualquer produto identificado por seu sinal no mercado brasileiro, havido sem sua atuação direta ou consentimento (tácito ou expresso). Com isso, terceiro que adquirir produtos no exterior para revenda no Brasil poderá ser impedido de comercializá-los em nosso mercado, desde que a transação estrangeira não tenha envolvido diretamente o titular da marca naquele país ou um de seus distribuidores autorizados. Nesses casos ficará entendido que a titular da marca obteve benefícios com a comercialização no exterior, esgotando-se seus direitos de exclusividade e desconsiderando-se a necessidade de sua autorização expressa para ingresso dos produtos no Brasil. Destaca-se também o afastamento do tratamento dado pelos Tribunais na aplicação do Art. 132, III, da LPI, no que se refere à originalidade dos produtos importados. A importação paralela pressupõe o debate sobre produtos lícitos adquiridos de forma alheia ao consentimento do titular da marca, não havendo sequer a necessidade de perquirir se se tratam de produtos contrafeitos. O caso das bebidas terminou com julgamento parcialmente favorável às partes envolvidas. A titular dos direitos marcários logrou impedir a importação paralela de seus produtos. Já a importadora não autorizada teve acolhida a indenização, cobrindo o período entre a primeira e última recusa do fornecimento, sob o fundamento de que a negativa havida seria contraditória ao consentimento tácito dado pela titular da marca durante o longo período em que foram adquiridas suas bebidas junto às suas distribuidoras autorizadas no exterior, sem qualquer resistência, aplicando-se as regras antitruste previstas nos Art. 20 e 21 da Lei Antitruste (Lei 8.884/94). EXPEDIENTE CONSELHO EDITORIAL Paulo Cezar Aragão, Francisco Antunes Maciel Müssnich, Plínio Simões Barbosa. PRODUÇÃO Lígia Batista e Ana Falex PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Soter Design IMPRESSÃO NOVA BRASILEIRA TIRAGEM 2000 EXEMPLARES FECHAMENTO JUNHO DE 2013 A reprodução de qualquer matéria depende de prévia autorização. A BM&AReview é uma publicação redigida para fins de informação e debate, não devendo ser considerada como opinião legal para operações ou transações específicas. BM&A ADVOGADOS Brasília Tel. (+55) (61) Fax. (+55) (61) Rio de Janeiro Tel. (+55) (21) Fax. (+55) (21) São Paulo Tel. (+55) (11) Fax. (+55) (11) BM&A PROPRIEDADE INTELECTUAL Rio de Janeiro Tel. (+55) (21) Fax. (+55) (21) BM&A CONSULTORIA TRIBUTÁRIA São Paulo Tel. (+55) (11) Fax. (+55) (11) Rio de Janeiro Tel. (+55) (21) Fax. (+55) (21) Os textos da BM&A Review foram produzidos por profissionais de Barbosa, Müssnich & Aragão Advogados, BM&A Consultoria Tributária e BM&A Propriedade Intelectual.

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