CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO GIZELLE JACINTA SANTOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO GIZELLE JACINTA SANTOS"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM ADMINISTRAÇÃO GIZELLE JACINTA SANTOS NOVAS ARQUITETURAS ORGANIZACIONAIS NO SERVIÇO PÚBLICO: OS DESAFIOS PERCEBIDOS PELOS SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS BELO HORIZONTE 2013

2 GIZELLE JACINTA SANTOS NOVAS ARQUITETURAS ORGANIZACIONAIS NO SERVIÇO PÚBLICO: OS DESAFIOS PERCEBIDOS PELOS SERVIDORES DO INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS Dissertação apresentada ao Mestrado Profissional em Administração do Centro Universitário UNA como requisito parcial para a obtenção do título do Mestre. Área de concentração: Inovação e Dinâmica Organizacional. Linha de pesquisa: Dinâmica Organizacional, Inovação e Sociedade. Orientadora: Prof.ª. Dr.ª Iris Barbosa Goulart. BELO HORIZONTE 2013

3 S237n Santos, Gizelle Jacinta Novas arquiteturas organizacionais no serviço público: os desafios percebidos pelos servidores do Instituto Federal de Minas Gerais/ Gizelle Jacinta Santos f.: il. Orientador: Profa. Dra. Iris Barbosa Goulart Dissertação (Mestrado) Centro Universitário UNA, Programa de Mestrado Profissional em Administração. Bibliografia f Ficha catalográfica desenvolvida pela Biblioteca UNA campus João Pinheiro

4

5 Dedico este trabalho a todos aqueles que me ajudaram e incentivaram nessa caminhada, que hoje chega ao fim com muita glória. Aos mestres pela paciência, à família pelo amor incondicional e aos amigos pela compreensão e ajuda.

6 AGRADECIMENTO Agradeço a Deus em primeiro lugar, pois sem Ele não conseguiria chegar até aqui. A meus Pais Vicente e Célia que incondicionalmente estão do lado nos momentos mais importantes e difíceis da minha vida, a todos os meus familiares e amigos que ofereceram sua compreensão, carinho e paciência, pois para estudar nada é fácil e muitas vezes temos que abrir mão da companhia para estudar. Ao Centro Universitário UNA que proporcionou o Curso de Mestrado. Em especial a Prof.ª Iris que me auxiliou neste projeto com muita paciência e sabedoria. A todos que participaram direta ou indiretamente para a conclusão deste Trabalho.

7 "A pesquisa sem direção, sem nítido elemento conceitual que possa digerir e organizar a informação pode criar pseudoculturas, idiot-savants. [...] Se essa informação é em quantidade enorme e muito rápida, não é demais imaginar que surjam patologias ansiosas, além da ignorância travestida de modernidade, pela exposição a contextos diversos e pouco sintetizáveis". (Henrique Schützer Del Nero)

8 RESUMO Este artigo aborda as consequências de um novo modelo de arquitetura organizacional na Administração pública, advindo da criação dos Institutos de Educação Tecnológica, a partir da Lei nº , sancionada em 29 de dezembro de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A formação técnica no Brasil teve início no período imperial e sofreu diversas alterações ao longo do século XX, especialmente a partir da década de 1960, quando a educação tecnológica tornou-se uma preocupação aliada ao desenvolvimento industrial. Faz-se uma referência às novas arquiteturas organizacionais na atualidade e de modo especial no Brasil, e comenta-se como essas mudanças organizacionais no serviço público afetam os trabalhadores. A pesquisa realizada teve como objetivo analisar os desafios percebidos pelos servidores do IFMG no processo de implantação desta nova arquitetura organizacional. Trata-se de uma pesquisa quali-quantitativa, que se iniciou com um grupo focal através do qual foram ouvidos pró-reitores do IFMG sobre os principais desafios identificados por eles na implantação do novo modelo de organização. Com base nas respostas, foi construído um questionário, com 31 questões, das quais 2 eram questões abertas, que foram enviados todos os servidores do IFMG. Os 290 questionários devolvidos no prazo estipulado pela pesquisadora vieram de 141 docentes e 149 técnicos administrativos e foram submetidos a tratamento predominantemente quantitativo. Os resultados obtidos apontam que os desafios mais enfatizados foram a resistência de servidores à mudança organizacional, centralização de decisões na reitoria, despreparo de gestores, falta de informação sobre mudanças, dificuldades de adaptação às mudanças. Houve diferença entre os resultados das respostas emitidas pelos docentes e pelos técnico-administrativos com respeito ao ambiente físico de trabalho para a realização das tarefas, a jornada de trabalho diária do IFMG, modelo atual de gestão adotado no IFMG e o conhecimento sobre Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFMG. Esta pesquisa, que constitui um estudo de caso, sofre limitações de generalização e por este motivo sugerese que seja repetida em outros estabelecimentos. Palavras-chave: Arquiteturas organizacionais. Mudança organizacional no serviço público. Fator humano e adaptação a mudanças.

9 ABSTRACT This article discusses the consequences of a new model of organizational architecture in public administration, arising from the creation of the Institutes of Technology Education from the Law nº , enacted on December 29, 2008 by President Luiz Inácio Lula da Silva. Technical training in Brazil began in the imperial period and altered throughout the twentieth century, especially since the 1960s, when the technology education became a concern coupled with industrial development. It is a reference to the new organizational architectures today and especially in Brazil, and comments as these organizational changes affecting public service workers. The research aimed to analyze the challenges perceived by servers IFMG in the process of implementation of this new organizational architecture. This is a qualitative and quantitative, which began with a focus group through which were heard Deans of IFMG on the main challenges identified by them in the implementation of the new organizational model. Based on the responses, we constructed a questionnaire with 31 questions, of which 2 were open questions that were sent all servers IFMG. The 290 questionnaires returned within stipulated by the researcher came from 141 teachers and 149 administrative staff and were treated predominantly quantitative. The results indicate that the challenges were more emphasized resistance to organizational change servers, centralizing decisions in the rectory, unprepared managers, lack of information about changes, difficulty adapting to changes. Was no difference between the results of the answers given by the teachers and the technical and administrative with respect to the physical working environment for the execution of tasks, working hours daily IFMG, current management model adopted in IFMG and knowledge of the Institutional Development Plan (PDI) of IFMG. This research, which is a case study has limitations generalization and for this reason it is suggested that it is repeated in other establishments. Key-words: organizational architectures. Organizational change in the public service. Human factors and adaptation to change.

10 LISTA DE SIGLAS CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica FEA - Faculdade de Estudos Administrativos FIERGS - Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul IES Instituição de Ensino Superior IFET - Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia IFMG - Instituto Federal de Minas Gerais MEC - Ministério da Educação PAC - Plano de Aceleração do Crescimento PDE - Plano de Desenvolvimento da Educação PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional PROEP - Programa de Expansão da Educação Profissional SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados SPSS - Statistical Package for the Social Sciences UNEDS - Unidades Descentralizadas de Ensino USP - Universidade de São Paulo

11 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Mapa Conceitual das Reformas Paradigmáticas Figura 2 - Mapa Conceitual das Reformas Não-Paradigmáticas Figura 3 - Mapa Conceitual das Reformas do Governo Lula Figura 4 - Modelo de Resistência Individual à Mudança... 31

12 LISTA DE QUADROS Quadro 1- Conceitos Consolidados de Mudança Organizacional Quadro 2 - Resistência a Mudança Organizacional Quadro 3- Diferença na Estrutura Organizacional do CEFET para o IFET... 45

13 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Distribuição da amostra em função do campus e cargo Tabela 2 - Distribuição percentual das questões referentes ao conhecimento da Lei e procedimentos de criação do IFMG Tabela 3 Distribuição percentual dos sentimentos no momento de transformação do IFMG Tabela 4 Distribuição percentual das mudanças administrativas com a criação do IFMG Tabela 5 - Distribuição percentual em relação a divulgação das mudanças em virtude da transformação em IFMG Tabela 6 - Distribuição percentual de respostas quanto a existência dos postos de trabalho antes da criação do IFMG Tabela 7 - Distribuição percentual de respostas quanto à forma Tabela 8 - Distribuição percentual da percepção dos servidores em relação à estrutura organizacional Tabela 9 - Distribuição percentual da percepção dos servidores em relação às tarefas realizadas na estrutura organizacional Tabela 10 - Distribuição percentual de questões referentes ao fator humana diante das mudanças e da cultura organizacional Tabela 11 - Distribuição percentual das respostas em relação a percepção da capacidade de adaptação a mudanças Tabela 12 - Distribuição percentual em relação ao conhecimento do PDI em vigor no IFMG Tabela 13 - Distribuição percentual da Avaliação do PDI do IFMG Tabela 14-Distribuição percentual sobre a avaliação da execução das metas propostas pelo PDI do IFMG Tabela 15 - Distribuição Percentual da consideração do modelo de gestão que está em vigor no IFMG Tabela 16 - Resultado do teste de diferenças das percepções entre docentes e técnicos administrativos em relação as questões aplicadas Tabela 17 - Distribuição percentual das questões que apresentaram diferenças significativas entre os cargos Tabela 18 - Síntese da questão Tabela 19 - Síntese da questão

14 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Justificativa Estrutura do Texto NOVAS ARQUITETURAS E MUDANÇA NAS ORGANIZAÇÕES Arquiteturas Organizacionais Estrutura Organizacional Mudanças Organizacionais Fatores relacionados à mudança organizacional A influência da cultura organizacional no processo de mudança A influência dos métodos de trabalho no processo de mudança A influência da tecnologia na mudança organizacional O gestor e sua influência na mudança organizacional Mudança organizacional e a influência das mudanças estruturais Mudanças Organizacionais do Setor Público Fator Humano e Adaptação às Mudanças A Resistência às mudanças organizacionais As causas da resistência à mudança organizacional PROCEDIMENOS METODOLÓGICOS Caracterização da pesquisa Planejamento da Pesquisa Definição das variáveis fundamentais Elaboração do instrumento de coleta de dados... 35

15 3.2.3 Definição da amostra de pesquisa e aplicação dos questionários CONTEXTO DA PESQUISA Instituto Federal de Minas Gerais A História Educação Profissional e Tecnológica no Brasil Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e a mudança organizacional O Plano de Desenvolvimento Institucional ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS Análise de Resultados Interpretação de Resultados CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES APÊNDICE A Questionário de pesquisa aplicado aos servidores do IFMG... 70

16 1 1. INTRODUÇÃO A criação dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia IFET - foi tema de muitos debates no setor de educação por todo o território nacional. Para tal criação foi necessário que as políticas estivessem voltadas à Educação Profissional e Tecnológica, objeto de ações políticas que se iniciaram ainda no Brasil colônia. O surgimento dos Institutos Federais de Educação Tecnológica estabelece vínculo com a valorização da educação e das instituições públicas, aspectos centrais nas atuais políticas, que tinham como objetivo fundamental a construção de uma nação soberana e democrática, o que pressupõe o combate às desigualdades arquiteturais de toda ordem; daí a imprescindibilidade do fortalecimento das ações e das instituições públicas. O Decreto 6.095/2007 primeiro instrumento legal para a criação dos Institutos Federais definia que O Ministério da Educação estimulará o processo de reorganização das instituições federais de educação profissional e tecnológica, a fim de que atuem de forma integrada regionalmente. E que esta reorganização seria pelo modelo de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (BRASIL, 2007). Em 2008, foi dado inicio à reestruturação da rede federal de educação profissional, com a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei nº /2008 que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A nova lei transformou as antigas autarquias de ensino tecnológico e profissional em Institutos Federais, trazendo uma nova institucionalidade para a educação tecnológica e profissional no Brasil. Antes, cada instituição possuía uma lei própria de criação e isso dificultava a articulação e o trabalho em rede. Para constituir os Institutos Federais foi feita a fusão das seguintes autarquias: 31 Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets); 75 Unidades Descentralizadas de Ensino (UNEDs); 39 Escolas Agrotécnicas Federais; 7 Escolas Técnicas Federais e 8 Escolas Técnicas Vinculadas a Universidades

17 2 A Lei nº /2008 originou a fusão autarquias que deu origem aos 38 Institutos Federais. O Instituto Federal de Minas Gerais -IFMG - tem sua origem na fusão da Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista, dos Cefets de Ouro Preto e Bambuí e das UNEDs de Formiga e Congonhas. Além do IFMG, outros quatro Institutos Federais e um Cefet compõem a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica no estado de Minas Gerais. No final do ano de 2012 o IFMG era composto por doze campi: Bambuí, Betim, Congonhas, Formiga, Governador Valadares, Ibirité (em implantação), Ouro Branco, Ouro Preto, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia (em implantação) e São João Evangelista, além das unidades conveniadas de Pompéu, Piumhi, Oliveira, Bom Despacho, João Monlevade. A instituição também mantém pólos de Ensino a Distância nos municípios de Alfenas, Betim, Cachoeira do Campo e Cataguases, bem como tem parceria para oferta do projeto especial do Proeja FIC nos municípios de Carandaí, Congonhas, Sabará, Iguatama, Perdões, Pompéu e Santa Bárbara. A partir do momento em que se constitui o IFMG, tem-se um cenário de profundas mudanças na gestão e atuação das instituições que o compõem. Entretanto, apesar de um dos momentos estabelecidos no planejamento estratégico ter sido a adequação da arquitetura organizacional à nova estratégia proposta, a direção que assumia naquele momento resolveu manter a arquitetura conforme a Lei nº /2008 inicialmente aprovada pelo Ministério da Educação (MEC). Ao longo dos anos que se seguiram, pequenas alterações foram realizadas pela direção com o objetivo de tornar a atual arquitetura organizacional mais ágil e flexível. Entretanto, as alterações realizadas podem ter permitido superar pequenas distorções sem, no entanto, atingir os problemas crônicos que se apresentam, como, por exemplo, a demasiada verticalização, a falta de autonomia dos diversos níveis hierárquicos, o isolamento dos Departamentos acadêmicos e o desequilíbrio em função da estratégia traçada. O IFMG ainda tenta se reorganizar como arquitetura multicampi. O novo contexto propõe um desafio especial - o de se constituir uma identidade única da arquitetura multicampi, o que requer uma organização administrativa inovadora, com bases próprias de rede. O IFMG, além da organização arquitetural multicampi e

18 3 pluricurricular, propõe uma nova institucionalidade e, consequentemente, exige novos procedimentos de gestão. O argumento de que o novo é construído a partir do aperfeiçoamento da cultura existente no ambiente organizacional, cabe aos gestores à busca pela essência das funções institucionais estratégicas e táticas. De acordo com Morin (2000): Toda evolução é fruto do desvio bem-sucedido cujo desenvolvimento transforma o sistema onde nasceu: desorganiza o sistema, reorganizando-o. As grandes transformações são morfogêneses, criadoras de formas novas que podem constituir verdadeiras metamorfoses. De qualquer maneira, não há evolução que não seja desorganizador-reorganizadora em seu processo de transformação ou de metamorfose (MORIN, 2000, p. 82). Dessa forma, percebe-se a necessidade de reformular, a partir da nova legislação, a atual arquitetura organizacional do IFMG em função das novas exigências do ensino profissional brasileiro. Para cumprir o seu papel institucional, o IFMG sugere-se uma arquitetura mais flexível, descentralizada e com forte integração com os seus vários campis. O Plano de Desenvolvimento Institucional PDI - é uma exigência legal (lei nº , de 14/4/2004), sendo este um requisito imprescindível para reconhecimento e avaliação de cursos superiores, de acordo com o decreto nº 5.773, de Entretanto, faz-se necessário refletir, discutir e elaborar o PDI não como um instrumento burocrático, mas como um instrumento de gestão, na dimensão estratégica, que possibilite o desenvolvimento e a integração do planejamento institucional em todas as suas dimensões. A identidade da instituição no que diz respeito à sua filosofia de trabalho, à missão a que se propõe, às diretrizes pedagógicas que orientam suas ações, à estrutura organizacional e às atividades acadêmicas que pretende-se desenvolver deve ser expressa no Plano de Desenvolvimento Institucional. O PDI considera a identidade da instituição para o estabelecimento de objetivos, metas e estratégias para suas ações em um horizonte de cinco anos. O PDI do IFMG procurou fundamentar-se na gestão democrática, na autonomia administrativa, didático-científica e gestão financeira, na defesa do ensino de qualidade, público e gratuito, na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, interligados com seu compromisso social, no desenvolvimento sustentável, na igualdade

19 4 de condições de acesso e permanência do discente na Instituição e no fortalecimento dos convênios, acordos de mútua cooperação, contratos e diálogos com a sociedade urbana e rural. Ainda não se pode esquecer a valorização do ser humano, do respeito à liberdade intelectual e de opinião na ambiência do trabalho acadêmico, na interdisciplinaridade de ações e na busca dos avanços científicos e tecnológicos, comprometidos institucionalmente com a sociedade e sua qualidade de vida. A transformação organizacional é considerada a tentativa de tornar as organizações estrategicamente saudáveis. Autores como Burgin e Koss (1993) define que a transformação organizacional é como um processo, estrategicamente saudável, que caracteriza as organizações que respondem efetivamente às mudanças, antecipa-se às mudanças de forma a se beneficiar, e que conduzem a mudança em toda a organização em que atuam. A transformação para uma organização estrategicamente saudável tem como produto uma organização de alto desempenho, que tem condições de sobreviver e prosperar no ambiente globalizado. Sendo que as características organizacionais importantes para conduzir a transformação de uma empresa tradicional para uma organização de alto desempenho: visão, valores, estratégias, estrutura organizacional, sistemas e cultura (BURGIN e KOSS, 1993). As muitas pesquisas em torno das políticas educacionais consideram as mudanças introduzidas por determinadas legislações como sendo o marco zero na história de educação (...) e criando um efeito-limite do tipo antes-e-depois de acordo com Ball (2006, p.12). Conceitua-se então que a arquitetura organizacional é: A ampla série de decisões que os administradores tomam sobre as organizações. Usamos essa expressão porque o projeto organizacional é visto tipicamente como uma série de decisões, definidas com rigor, relativas à estrutura básica da organização, e acreditamos que a tarefa enfrentada pela administração superior é muito ampla. No decorrer do tempo, os executivos têm de tomar decisões sobre a configuração, a dinâmica e a estética da maneira pela qual os vários elementos de organização se combinam para criar uma empresa produtiva. Essas sérias de decisões constituem o que chamamos de arquitetura organizacional (NADLER, GERSTEIN e SHAW, 1993, p ). A atual arquitetura organizacional do IFMG muitas vezes não permite que se cumpra com eficiência os requisitos de gestão estabelecidos pela a Lei nº /2008 que criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. O problema que o IFMG

20 5 enfrenta e que constitui a questão orientadora desta pesquisa consiste no seguinte: Quais os desafios percebidos pelos servidores do Instituto Federal de Minas Gerais? 1.1. Objetivos Para responder o problema em questão, os seguintes objetivos foram traçados: Objetivo Geral Analisar os desafios percebidos pelos servidores do IFMG no processo de implantação da nova arquitetura organizacional advindo da Lei nº , sancionada em 29 de dezembro de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva Objetivos Específicos Caracterizar as bases legais da nova arquitetura organizacional adotada pelo IFMG; Identificar os principais desafios advindos da nova arquitetura organizacional proposta para os servidores do IFMG; Analisar o entendimento dos servidores do IFMG sobre as propostas de gestão colocadas através do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFMG;

21 Justificativa O uso do termo arquitetura que está relacionado aos estudos das organizações não constitui inovação. Segundo Schweizer (1997) a arquitetura teria um significado originário da concepção de um espaço que se realiza através de uma determinada construção, estética e funcional, delimitando áreas e abrigando funções sociais e/ou necessidades humanas. Guerreiro Ramos (1981) busca uma função que seja substantiva e ao mesmo tempo sustentável para as organizações, no próximo século XXI, as propostas de uma nova arquitetura organizacional serão orientadas conforme as organizações contemplem no processo de produção restrito a um nível qualitativo de suficiência e a um mercado delimitado pela sua essência. O principal fator da nova arquitetura a ser projetado consiste em organizações sejam capazes de concebê-las, subsidiárias e complementa-las às necessidades humanas e não ao contrário, como vem ocorrendo até os nossos dias. Os pressupostos que induzem as organizações a mudança são: agilidade das transformações tecnológicas, intensificação da competição, concorrência com excesso de oferta de produtos, globalização, expectativas dos consumidores/clientes, grande participação do governo, modificações nos padrões de propriedade empresarial e modificações na constituição da força de trabalho (NADLER, GERSTEIN e SHAW, 1993). A arquitetura organizacional demanda conhecimento instrumental e pressupõe a existência da técnica, além de ser uma arte, que também compreende a existência de uma ciência que possibilita criar um "espaço organizacional" que expressa história, conhecimento e experiências humanas. Pode-se dizer que arquitetura organizacional são técnicas que estabelecem bases para a construção operacional das organizações e propõe modificações que esta vier a demandar ao longo do tempo (SCHWEIZER, 1997). Não se pode afirmar que exista um modelo único que sirva de pré-condição para a eficácia da mudança. O êxito depende menos da coerência de um modelo e mais da simultaneidade de perspectivas. Portanto, ser eficaz não é escravizar-se a um modelo, e sim construir na crítica e na experiência das variações. O processo de mudança que as organizações necessitam é marcado por oscilação, mesmo que desenvolvido sob uma

22 7 ótica de modelo se estratégias bem formulados e, ou que tenham sido amplamente experimentados. Motta afirma que: Estudar a mudança não é só procurar unidade e coerência entre modelos, mas enriquecer-se no conhecimento de suas variedades, superposições e complementações. Todos os modelos são parciais mesmo quando se apresentam como genericamente válidos; todos são necessários mesmo quando se proclamam suficientes (MOTTA, 1998, p. 16). Araújo (2000), afirma que mudança organizacional é uma alteração significativa para as organizações, portanto articulada, planejada e operacionalizada por pessoal interno ou externo, com apoio e supervisão da administração superior. A mudança organizacional deve atingir os componentes comportamental, estrutural, tecnológico (equipamentos), estratégico e tecnológico (conhecimento). A mudança seja ela qual for pode provocar resistência, os indivíduos sentem medo do desconhecido e do novo. As necessidades mais fortes dos indivíduos são as necessidades de segurança e estabilidade, autoestima, desta forma os seres humanos sofrem um processo de reação quando são confrontadas com a mudança organizacional e principalmente quando esta percepção da mudança vem acompanhada de sentimentos que ameaçam as situações onde existe certa segurança, pois gera uma percepção de ameaça ao status quo, provocando um desequilíbrio interno deflagrando certas reações imediatas e provocando sentimentos mais ou menos fortes (BORTOLOTTI, SOUSA JÚNIOR e ANDRADE, 2011). Segundo Otranto (2010) os Institutos Federais são um novo modelo institucional, sendo considerada a expressão maior da atual política pública de educação profissional brasileira, pois vem gerando mudanças altamente significativas na vida e na história das instituições de ensino que aderiram à proposta governamental instituída pela lei nº /2008, por esse motivo essas mudanças precisam ser acompanhadas bem de perto. Com a nova situação proposta pela Lei nº /2008e para estudos posteriores registrar e acompanhar a expansão, investigar se as promessas estão sendo cumpridas, para que se possa avaliar se, realmente, a atual política tem condições de contribuir para a expansão, com qualidade socialmente referenciada, da educação profissional brasileira, deixando claro que o nosso objetivo é a percepção dos servidores do IFMG em relação as mudanças que vem ocorrendo na Instituição.

23 8 A ideia que se defende neste trabalho é caracterizar as bases legais da nova arquitetura organizacional com base nos pressupostos básicos estabelecidos a partir dos requisitos de gestão definidos pela reforma do ensino profissional brasileiro. A lei nº /2004propõe a construção deum Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) visando metas e objetivos para cumprir o papel que lhe é reservado dentro do novo modelo organizacional. Assim sendo, a questão básica a ser discutida, conforme nos ensina Lakatos e Marconi (2010, p. 138), é a arquitetura organizacional a ser construída. A variável dependente é o papel que cumpre o IFMG na educação profissional brasileira a partir dos pressupostos básicos estabelecidos nos requisitos de gestão definidos pela a Lei nº que criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Para a instituição estudada, o presente trabalho pode constituir uma oportunidade de reflexão sobre o modelo de gestão ora adotado, apontando sugestões para corrigi-lo ou aperfeiçoá-lo. Para a academia, a pesquisa constitui um estudo sobre a nova arquitetura organizacional no setor público, que se apresenta como inovador e produtivo. Como se trata de um tema novo, já que os IFETs foram criados em 2008, não se dispõe ainda de estudos voltados para o objetivo proposto nesta dissertação Estrutura do Texto Esta dissertação é composta das seguintes partes: Introdução, que apresenta o tema, aborda-se a relevância do mesmo, identifica-se a questão orientadora da pesquisa, justifica-se a escolha do tema e definem-se os objetivos. No capítulo II, apresenta-se uma análise histórico-lógica sobre como surgiram às novas arquiteturas organizacionais na atualidade e de modo especial no Brasil, como essas mudanças organizacionais podem ocorrem no serviço publico e como é a adaptação a mudanças do fator humano dentro dessas instituições.

24 9 No capítulo III, apresenta-se a metodologia utilizada, realçando o tipo de pesquisa, a amostra estudada, os instrumentos de coleta adotados, o delineamento e tratamento estatístico dos resultados. O capítulo IV é apresentação do objeto deste estudo e constitui, portanto, uma análise do contexto da pesquisa. O capítulo V apresenta os resultados encontrados pela pesquisa realizada. A análise dos dados coletados demonstra quais foram os problemas identificados pelos servidores do IFMG no processo de implantação do modelo de gestão advindo da nova arquitetura organizacional imposto pela Lei nº /2008 e contextualizado pelo PDI, as condições para implementação e os resultados da adaptação às mudanças pelo fator humano. Finalizando, no capitulo VI, são apresentadas as considerações finais: o posicionamento e as sugestões da autora ressaltando a importância do trabalho para a instituição pesquisa, as demais instituições e a academia.

25 10 2. NOVAS ARQUITETURAS E MUDANÇA NAS ORGANIZAÇÕES Este capítulo reúne os principais autores, conceitos e modelos das novas arquiteturas organizacionais surgidas na atualidade e de modo especial no Brasil, como essas mudanças organizacionais podem ocorrem no serviço publico e como é a adaptação a mudanças do fator humano dentro dessas instituições, observando os aspectos mais relevantes para a construção desta dissertação Arquiteturas Organizacionais A arquitetura organizacional é um dos maiores desafios que uma instituição tem para sobreviver no mundo globalizado e competitivo, e é preciso que se molde e se adapte conforme o seu ambiente de atuação. Observando os cenários contemporâneos do mundo do trabalho, pode-se dizer que o mais importante e influente neste ambiente é a estrutura na qual a organização está delineada para materializar os seus objetivos. Para Fernandino e Oliveira (2010): O termo estrutura organizacional é usualmente referido como equivalente à arquitetura organizacional. Embora seja muito importante para o desenho da organização, porque reflete a alocação interna de poder status, a estrutura não constitui sua face mais considerável. Também as dimensões processos, pessoas e recompensas têm-se tornado tão relevantes quanto ela, porque influenciam o desempenho e a cultura da organização (FERNANDINO E OLIVEIRA, 2010, p. 1081). Nadler, Gerstein e Shaw (1993), que são os idealizadores desta terminologia, definem arquitetura organizacional como um conjunto amplo de características organizacionais a ser considerado pelos gestores e executivos da alta administração. A ideia central sobre o que venha a ser a arquitetura organizacional baseia-se na reflexão sobre o processo de sua construção. O conceito administrativo para Arquitetura organizacional é a forma de articulação ou o modus operandi dos vários sistemas, estruturas, processos e estratégias que constituem uma instituição. A arquitetura inclui estrutura formal, projeto de práticas de trabalho, natureza da organização informal - cultura organizacional - estilos de operação e processos de seleção, socialização e desenvolvimento de pessoas (NADLER, 1993). A Arquitetura Organizacional busca o aperfeiçoamento do formato otimizando fatores considerados cruciais, como o próprio trabalho desenvolvido, o pessoal que o executa e as normas e padrões que o regem. Segundo o autor Araújo (2011) arquitetura

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD 1 A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD São Luís MA Maio/2012 Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: D / Meso: H / Micro: M Natureza:

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO 1 A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA Daniel de Souza Ferreira 1 RESUMO Ferreira, Daniel de Souza. A Impostância do Feedback

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof.: Daniela Pedroso Campos Objetivo Geral: Compreender o que é Administração, o que os administradores fazem e quais os princípios, as técnicas e as ferramentas que direcionam

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PARADIGMA PARA A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PARADIGMA PARA A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PARADIGMA PARA A EFICIÊNCIA E EFICÁCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. INTRODUÇÃO A democratização da economia, as frequentes mudanças que se processam

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D Ariadne Cedraz 1 Léa Monteiro Rocha 2 Luciana Cristina Andrade Costa Franco 3 A quarta e última etapa do processo refere-se à avaliação que tem por objetivo averiguar se os resultados

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017)

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Setembro de 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. JUSTIFICATIVA... 5 3. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO...

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE GESTÃO ESTRATÉGICA E DE ESTRATÉGIA. Profª. Danielle Valente Duarte

GESTÃO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE GESTÃO ESTRATÉGICA E DE ESTRATÉGIA. Profª. Danielle Valente Duarte GESTÃO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE GESTÃO ESTRATÉGICA E DE ESTRATÉGIA Profª. Danielle Valente Duarte 2014 Os Estudos e a Prática da Gestão Estratégica e do Planejamento surgiram no final da década

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Gestão de Conflitos Organizacionais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Gestão de Conflitos Organizacionais UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Gestão de Conflitos Organizacionais Jefferson Menezes de Oliveira Santa Maria, dezembro de 2006 INTRODUÇÃO

Leia mais

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N. Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.º 32603 INTRODUÇÃO Na área do controlo de gestão chamamos atenção para

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Patrícia de Oliveira 1 Angélica Patrícia de Souza 2 Roginéia de Araújo Paula 3 RESUMO Buscou-se apresentar neste artigo, os principais pontos das estratégias empresarias e quais

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos

resgate de um processo pedagógico autônomo, de qualidade e que também podem somar-se às problematizações e às reflexões que se realizam nos RESUMO PDI PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PPI PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E PPC PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO, ENTRE O DITO E O FEITO ESTUDOS DE CASO MÚLTIPLOS / IES/ RS BRASIL 2007/2008. Autora

Leia mais

Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas

Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas Conceitos Fundamentais de Engenharia 1 Ano Profª Fernanda Cristina Vianna Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas 1. O Que é Estrutura Organizacional? É a estrutura formal na qual ocorrem as

Leia mais

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial Sumário executivo À medida que as organizações competem e crescem em uma economia global dinâmica, um novo conjunto de pontos cruciais

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

O Paradigma da nova liderança

O Paradigma da nova liderança O Paradigma da nova liderança Robert B. Dilts Um dos mais importantes conjuntos de habilidades Um dos mais importantes conjuntos de habilidades necessárias num mundo em transformação são as habilidades

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA 01. Partindo do princípio de que a estratégia é a definição do melhor futuro para a sua equipe ou organização, o mapeamento da rota para alcançá-lo e a sua clara comunicação,

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.095, DE 24 DE ABRIL DE 2007. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Aula N : 09 Tema:

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

TEORIA DOS SISTEMAS EM ADMINISTRAÇÃO

TEORIA DOS SISTEMAS EM ADMINISTRAÇÃO TEORIA DOS SISTEMAS EM ADMINISTRAÇÃO. ORIGENS DA TEORIA DOS SISTEMAS EM ADMINISTRAÇÃO A Teoria dos Sistemas foi introduzida na Administração, a partir da década de 1960, tornando-se parte integrante da

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL 2012 ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DRA. MARIA AUGUSTA SARAIVA MANUAL DE ESTÁGIO PROFISSIONAL APRESENTAÇÃO Este Manual foi elaborado com o objetivo de normalizar o Estágio Profissional Supervisionado, para os

Leia mais

A comunicação empresarial e a gestão da mudança

A comunicação empresarial e a gestão da mudança Renato Dias Baptista Índice 1 As mudanças organizacionais 1 1.1 Comunicação e mudança organizacional............. 2 2 Considerações Finais 4 3 Referências Bibliográficas 4 1 As mudanças organizacionais

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES?

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? BARREIROS, Marat Guedes Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos Coordenador de Curso, Professor Faculdade do Guarujá GODOY, Valdir

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

II SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO GERENCIAL. Palestrante: Luisa Rocha Cabral

II SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO GERENCIAL. Palestrante: Luisa Rocha Cabral 1 II SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO GERENCIAL Palestrante: Luisa Rocha Cabral Graduada em Administração Pública pela Escola de Governo Professor Paulo Neves

Leia mais

Estruturas Organizacionais

Estruturas Organizacionais Estruturas Organizacionais Deve ser delineado de acordo com os objetivos e estratégias estabelecidos pela empresa. É uma ferramenta básica para alcançar as situações almejadas pela empresa. Conceito de

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA: VIABILIDADE NAS IES (ÁREA 3: Políticas e Gestão Educacional) RESUMO

PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA: VIABILIDADE NAS IES (ÁREA 3: Políticas e Gestão Educacional) RESUMO PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA: VIABILIDADE NAS IES (ÁREA 3: Políticas e Gestão Educacional) Victor Meyer Jr. 1 Lúcia I. C. Sermann 2 Lúcia Mangolim 3 Pontifícia Universidade Católica do Paraná RESUMO

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU GESTÃO INTEGRADA: PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TURMA V E EIXOS TEMÁTICOS PARA A MONOGRAFIA FINAL Professor Ms. Carlos Henrique

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em

decisões tomadas. Euchner e Ries (2013) argumentam, entretanto, que é difícil implementar o planejamento tradicional e a previsão de resultados em 1 Introdução Não é recente a preocupação das empresas em buscar uma vantagem competitiva, de forma a gerar mais valor para os seus clientes do que os concorrentes por meio da oferta de produtos ou serviços

Leia mais

REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL DE UMA INCORPORADORA IMOBILIÁRIA: UMA METODOLOGIA VIVENCIAL

REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL DE UMA INCORPORADORA IMOBILIÁRIA: UMA METODOLOGIA VIVENCIAL REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL DE UMA INCORPORADORA IMOBILIÁRIA: UMA METODOLOGIA VIVENCIAL Artur Medeiros de Araujo Nunes (UFRN) arturmedeiros.pj@gmail.com Mariana Medeiros de Araujo Nunes (UFRN) nunesmma@gmail.com

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Inteligência Competitiva e Tecnológica

Inteligência Competitiva e Tecnológica Inteligência Competitiva e Tecnológica Gilda Massari Coelho, Lúcia Regina Fernandes, Cícera Henrique da Silva, Vera Lúcia Maria Lellis A globalização constitui uma chave essencial para explicar os fenomênos

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

MUDANÇAS NO PERFIL ORGANIZACIONAL DE EMPRESAS PRIVADAS NA ATUALIDADE BRASILEIRA 1. Fabíola dos Santos Passanha. Faculdade de Agudos - FAAG RESUMO

MUDANÇAS NO PERFIL ORGANIZACIONAL DE EMPRESAS PRIVADAS NA ATUALIDADE BRASILEIRA 1. Fabíola dos Santos Passanha. Faculdade de Agudos - FAAG RESUMO MUDANÇAS NO PERFIL ORGANIZACIONAL DE EMPRESAS PRIVADAS NA ATUALIDADE BRASILEIRA 1 Fabíola dos Santos Passanha Faculdade de Agudos - FAAG RESUMO Adotar estratégias de mudança que sejam efetivas envolve

Leia mais

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Universidade Federal Fluminense Oficina de Trabalho Elaboração de Provas Escritas Questões Objetivas Profª Marcia Memére Rio de Janeiro, janeiro de 2013 QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Cada uma das

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Cultura Organizacional: Compreensão básica para a Gestão de Pessoas. Glaucia Falcone Fonseca

Cultura Organizacional: Compreensão básica para a Gestão de Pessoas. Glaucia Falcone Fonseca : Compreensão básica para a Gestão de Pessoas Glaucia Falcone Fonseca É importante verificar que há diversos grupos que compõem uma cultura. As subculturas, constituídas por grupos de pessoas com um padrão

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Osmar Mendes 1 Gilberto Raiser 2 RESUMO Elaborar uma proposta de planejamento estratégico é uma forma de criar um bom diferencial competitivo, pois apresenta para a organização

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais