Sumário. «Estado Novo» o problema da sua caracterização...53 «Originalidade» (ou «identidade») do «Estado Novo»...56

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1 Sumário Palavras prévias...15 Alguns Esclarecimentos...19 Introdução...21 História da História e História da História do Salazarismo e do Estado Novo...21 O sentido da «crise» dos inícios do século XXI e a História...24 A historiografia, a narrativa histórica, a ficção histórica e a ideologia historiográfica sobre o salazarismo...29 Salazar, a «memória forjada» e os «combates pela História»...41 As razões deste livro...47 PARTE I Estados Novos. Concepções e construção Cap. I o «Estado Novo» e a sua representação...53 «Estado Novo» o problema da sua caracterização...53 «Originalidade» (ou «identidade») do «Estado Novo»...56 Cap. II «Estado Novo» - Conceito de uma «geração» ou de «algumas gerações»...67 «Estado Novo»: as palavras e as ideias...67 As «novas gerações» e a noção de «Estado Novo» ou de «Estados novos»...70 O movimento católico, o Integralismo Lusitano e a Ordem Nova...77 Movimentos filofascistas...87 O caso de Alfredo Pimenta. Do evolucionismo republicano ao «Integralismo»...90 O caso de António Ferro. Da adesão às «ditaduras» à ideologia da Propaganda...98 João Ameal, ideólogo do «Estado Novo» Os militares e a «nova geração» As bibliotecas e as «novas gerações»

2 Cap. III Salazar, os Estados Novos e o Estado Novo Salazar e a encenação da sua doutrina do Estado Novo as entrevistas a António Ferro Salazar e o discurso do Poder O passado político de Salazar: a aspiração a um «Estado novo» Cap. IV Construção orgânica do Estado Novo. Princípios, leis, instituições e formas de propaganda O Estado Novo revisto pelo Estado Novo O manifesto e a organização da União Nacional Os documentos constitucionais A legislação e as instituições limitativas dos direitos dos cidadãos Instituições de «organização», de propaganda e de reprodução ideológica O Estatuto Nacional do Trabalho e a Carta del lavoro A lei de bases da «Educação Nacional» e a Mocidade Portuguesa A Legião Portuguesa, «milícia do Estado Novo» Formas de propaganda cartilhas e decálogos «Ser» ou/e «não ser» eis a questão Cap. V Estado Novo: um totalitarismo à portuguesa? Conceitos politológicos e sistemas políticos dificuldades de utilização e de caracterização O conceito de «totalitarismo» O discurso «não totalitário» e «antitotalitário» de Salazar O discurso «não totalitário» e «antitotalitário» de salazaristas «Estado totalitário» e «totalitarismo» em discursos salazaristas Estado Novo «totalitarismo à portuguesa»? Cap. VI - Estado Novo e «fascismo» O Estado Novo e Salazar na ideologia, na narrativa e na memória «fascismo» ou «não fascismo»? O Estado Novo visto pelos cientistas sociais «ser» e «não ser» No estrangeiro Em Portugal a tendência comum para o «não ser» e a tendência, inicial e rara, para o «ser» O conceito de «fascismo» Estado Novo ou «Estado social» unidade e evolução Estado Novo e «fascismo» Um «fascismo à portuguesa»

3 PARTE II O Estado Novo e os outros Cap. I «República Corporativa» e suas contradições Estado Novo regime «republicano» O regime corporativista português em construção O «sistema corporativo» e as suas contradições Do repensar do corporativismo à oposição ao Estado Novo «Repúblicas» Cap. II Estado Repressivo O discurso oficial da não violência ou da força necessária Repressão e Estado Repressivo Casos exemplares de repressão da PVDE / PIDE / DGS Sílvio Lima, «um homem humilde, mas livre na sua investigação» Joaquim Ferreira Gomes, um defensor do aggiornamento Repressão Cap. III Estado Novo, Igreja e Católicos Estado Novo: Estado Católico? Da «separação» do Estado das Igrejas ao restabelecimento das relações A reacção católica: Salazar e as teses do Centro Católico Português «Estado Novo» Estado «catolaico»? A Concordata O início das dissensões de católicos em relação ao Estado Novo Os anos cinquenta e as ambiguidades no mundo católico universitário O alargamento das pressões institucionais dos «católicos» Em nome do Estado e de Deus Cap. IV Nação e Império Nação e nacionalismo no Estado Novo Proteccionismo e «associação e cooperação» «Colónias», «Império Colonial» e regime de «indigenato» «Portugal vasto Império» ou o «inquérito nacional» ao seu significado Das «Colónias» às «Províncias Ultramarinas» «Províncias Ultramarinas» e política(s) ultramarina(s) do integracionismo à «autonomia» O mito do multirracialismo e do multiculturalismo

4 Cap. V Estado Novo, Europa e Atlântico Da «Nova Europa» à representação europeia do «Ocidente» O movimento de ideias perante o fascismo italiano e a Alemanha nazi O Boletim do Instituto Alemão da Faculdade de Letras de Coimbra Salazar, Salazarismo, Estado Novo e «Europa» Os «ventos da história», da democracia e do comunismo Portugal salazarista como «bastião do Ocidente» «Europeísmo» e «Anti-Europeísmo» de Salazar Americanismo e anti-americanismo nas concepções salazaristas Persistência de «vozes salazaristas» sobre a Europa Cap. VI o Estado Novo, os «rebublicanos» e as suas «verdades» As «verdades a favor» e as «verdades contra» do Estado Novo As «certezas» de Salazar A «verdade» dos republicanos e «a verdade sobre Salazar» de Afonso Costa A entrevista de Salazar a António Ferro e sua repercussão A Verdade, jornal clandestino da oposição republicana A resposta à entrevista de Ferro A verdade sobre Salazar de Afonso Costa A imagem de Afonso Costa, segundo José Jobim As críticas à Ditadura por Afonso Costa As imagens acerca de Portugal de Afonso Costa e o «programa republicano» O prefácio de Danton Jobim: dúvidas sobre o futuro da luta de Afonso Costa e sobre a Ditadura A «Verdade» de Salazar e as «falsidades» de Afonso Costa Joaquim de Carvalho, a «verdade» de António José de Almeida e a crítica implícita à «Verdade» de Salazar Salazar e A Verdade, de Costa Brochado Esta é a verdade sobre Salazar, de Henrique Cabrita A verdade sobre Afonso Costa, de Alberto Guimarães Duas «verdades», dois poderes e dois regimes Cap. VII - Marcelismo, «estado social» e Marcello Caetano O sentido do marcelismo Interpretações e imagens do marcelismo e de Marcello Caetano Para uma interpretação do marcelismo o «passado político» de Marcello Caetano «Renovação na continuidade» e «Estado Social» duas imagens políticas marcelistas

5 Marcello Caetano: do Integralismo à «República Corporativa» de Salazar O «Educador» e a concepção da Mocidade Portuguesa como «Escola de dirigentes» A questão ultramarina A recusa da democracia

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7 Palavras Prévias Palavras Prévias Ao longo da nossa vida de investigadores já longa no meu caso, com cerca de quarenta anos vamos escrevendo muitos pequenos (por vezes grandes) textos. Alguns são artigos de revistas, outros são comunicações ou simples apontamentos de lições. Agora, com o «modismo» resultante do domínio (ou do império) da língua inglesa, os investigadores chamam-lhe correntemente papers, embora os nossos pequenos contributos no âmbito da História sejam ao contrário do que sucede com alguns papers das outras ciências contributos pessoais. É que, apesar da crescente interdisciplinaridade e do trabalho de grupo que, felizmente, cada vez mais se vai realizando, a investigação historiográfica continua a ser um trabalho solitário, sempre, todavia, aberto ao debate e a todas as colaborações. Estes textos trazem consigo algumas novidades e também o defeito da «condensação» (ia a dizer da «síntese», que para mim tem um sentido mais complexo) e, por vezes, o carácter da divulgação, sobretudo quando são apresentados em fóruns pedagógicos ou mesmo em encontros científicos realizados no estrangeiro. Por isso, a «internacionalização» no âmbito das ciências sociais e das humanidades nem sempre é índice de qualidade ou de melhor qualidade, verificando-se esta, muito mais, em textos escritos em Portugal e para portugueses ou, pelo menos, para países de língua portuguesa. Recordo-me sempre de um artigo que escrevi em português e que um professor dos Estados Unidos me pediu, pelo interesse da sua temática, para ser submetido a uma revista da sua universidade, pelo que o mandei traduzir para inglês. Foram-me solicitadas pela equipa editorial algumas correcções, que me recusei a fazer pelo facto de porem em causa a cientificidade, ou seja, o rigor do próprio artigo, o que nunca sacrificaria. 1 5

8 Estados Novos. Estado Novo Mas, se esses textos trazem novidades, também é certo que raramente eles são incorporados no saber científico comum, pelo facto de se perderem ou nas «gavetas» dos computadores ou nas páginas de diversas revistas e actas de congressos, colóquios, seminários, workshops (outro modismo de origem anglo-saxónica) e tantas outras manifestações científicas e culturais porventura com outros nomes. Sempre entendi, por isso, que esses trabalhos devem vir de novo à luz integrados numa só obra ou em várias obras. No entanto, também não sou favorável à sua publicação como mera justaposição de textos, por vezes encapados num título atraente, que tem mais um sentido comercial do que propriamente o objectivo de chamar a atenção para a temática científica analisada ou ensaiada. Prefiro, pois, publicá-los repensando os e articulando-os, a fim de com eles apresentar um todo, se não completamente coerente, pelo menos coordenado. Já assim o fiz, com sucesso ou sem sucesso, na obra publicada em 1989, História e Ideologia. Volto a fazê-lo agora. Não sem antes, porém, assinalar que alguns destes textos que, como capítulos ou núcleos de capítulos, integrados em partes distintas, mas interligadas, vão constituir este novo livro são «ensaios», que devem ser lidos e (assim o espero) criticados nessa qualidade. Além disso, apesar de todas as tentativas para os expurgar de repetições, o objectivo não foi, por certo, de todo conseguido. Aliás, em certos casos, nem tal se desejou, para não alterar o sentido dos textos e para que o leitor de apenas alguns capítulos pudesse captar a essência do seu conteúdo e as suas informações. A justificação do título desta obra, Estados novos, Estado Novo, aparecerá logo no fim da Introdução e no início da Parte I. Mas, não se deve nunca esquecer, pelo que acabo de dizer, o subtítulo caracterizador, que se encontra no rosto: Ensaios de história político e cultural. Por isso, em rodapé, nunca esqueci de assinalar a sua origem, ou seja, a revista que editou o artigo, o lugar onde a conferência ou a comunicação foi apresentada, ou as actas onde o texto que serviu de base à apresentação oral veio a ser publicado. Ali o podem ler na sua originalidade, servindo esta referência como forma de agradecimento pelo facto de tacitamente se ter permitido esta nova edição, sempre modificada e adaptada. 1 6

9 Palavras Prévias Finalmente, outras referências. Este livro, para além de ter uma dedicatória pessoal à minha família, é sobretudo dedicado aos colegas e alunos, e nomeadamente aos meus colegas (de todas as gerações) e aos meus alunos que elegeram para seu campo de estudo e de aprendizagem a História Contemporânea, os quais têm feito dessa área em que investigam ou em que se iniciam um exercício difícil de procura de rigor e de objectividade. A eles, que ultrapassam a Universidade de Coimbra (como o meu amigo Fernando Rosas, que, sem esquecer outros colegas, representa, no meu entendimento e na minha sensibilidade, não só pelo que escreveu, mas pelas muitas teses que orientou, a nova História do Estado Novo), agradeço o seu companheirismo e a sua constante abertura ao diálogo e à crítica construtiva. Desde o início da década de oitenta do século (já) passado, em tempo particularmente difícil da minha vida pessoal mas também de princípio de um novo ciclo, iniciei os estudos sobre o Estado Novo, com a colaboração do meu colega Amadeu Carvalho Homem e da minha então aluna Maria Alexandrina Oliveira Rodrigues. Mas este livro contém textos escritos, e em geral publicados, a partir da década de noventa. Muitos me ajudaram na sua construção, nomeadamente os estudantes do seminário final da licenciatura e do ramo de formação educacional, alguns dos quais escreveram interessantes trabalhos que vieram a ser publicados, e os meus orientados de doutoramento e de mestrado. Devo destacar, contudo, o meu amigo Mário Matos e Lemos que, nesta última fase de redacção, esteve sempre ao meu dispor para detectar qualquer obra, qualquer artigo de jornal ou qualquer documento, e um dos mais recentes doutorados, Luís Bigotte Chorão, que se ofereceu para ler e ajudar-me a corrigir esta obra, a quem, no entanto, não agradeço porque como costuma dizer o António Pedro Vicente aos amigos não se agradece. Muito especialmente dirijo a minha saudação muito amiga à Maria Manuela Tavares Ribeiro que, à frente do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20), o simboliza. Mas a Manuela que representa para mim muito mais, no companheirismo científico e pessoal que mantivemos, desde os já longínquos anos setenta, em que nos encontrámos no então Seminário de Cultura Portuguesa, perante a exigência de um Mestre, o Doutor Silva Dias (sempre na minha memória) que tentou 1 7

10 Estados Novos. Estado Novo e conseguiu construir «uma escola». A Faculdade de Letras e o Instituto de História e Teoria das Ideias, em que se converteu o citado Seminário, foram a minha primeira casa de trabalho e a Revista de História das Ideias, de que fui director durante vinte anos, e que agora é dirigida pelo meu colega e amigo Fernando Catroga, foi uma das realizações que conjuntamente consolidámos em verdadeiro espírito de camaradagem. Mas, o CEIS20 é hoje, ainda e sobretudo, e espero que por muito tempo, o meu canto. Primeiro inventado pela Heloísa Paulo, pelo Malheiro da Silva e pelos meus primeiros orientandos de fora da Faculdade de Letras (o Carlos Cordeiro, o Lima Garcia e o sempre recordado Luís Andrade, que a morte nos levou), e com eles construído, com o apoio especial e directo do João Rui Pita, transformou-se num espaço sempre imperfeito, mas sempre inventivo de debate sobre História Contemporânea, que, apesar das constantes vicissitudes, vai sendo capaz de completar os sonhos frustrados da vida universitária de todos nós. Porém, frustração não significa desamor. Apesar das críticas que tenho produzido ao longo do tempo e mais presentemente à Universidade (a que, de resto, o CEIS20 pertence, sendo, por outro lado, financiado sobretudo pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, FCT) tenho por ela, em especial pela Universidade de Coimbra, a que estou ligado como aluno, assistente e professor há mais de quatro décadas, uma verdadeira dedicação. Por isso, sem hesitar, escolhi a Imprensa da Universidade extinta em 1934 pelo governo de Salazar e cujo processo de ressurreição acompanhei desde 1986 para editora deste livro. Ao seu director e à sua directora-adjunta, o meu colega e amigo Doutor José Faria e Costa e a minha amiga e antiga aluna Dr.ª Maria João Padez, agradeço, sem palavras, a simpatia do seu acolhimento. A todos os que me têm ajudado nesta difícil tarefa de investigar e ensinar (incluindo os funcionários da Faculdade, das bibliotecas e arquivos, do CEIS20 e da IU) o meu expressivo «Bem Hajam», como diria o meu Pai, no seu português beirão, que nunca abandonou. Termas de S. Pedro do Sul - Coimbra - Figueira de Lorvão 27 de Fevereiro de de Outubro de 2008 Luís Reis Torgal 1 8

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