ANÁLISE DE DISCURSO de origem francesa. Circulação e textualização do conhecimento científico PPGECT maio 2015 Henrique César da Silva

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE DISCURSO de origem francesa. Circulação e textualização do conhecimento científico PPGECT maio 2015 Henrique César da Silva"

Transcrição

1 ANÁLISE DE DISCURSO de origem francesa Circulação e textualização do conhecimento científico PPGECT maio 2015 Henrique César da Silva

2 Por que análise de discurso no campo da educação científica? Análise de discurso e física: isso combina?

3 Por que análise de discurso no campo da educação científica? Ciência não é literatura, não tem nada a ver com a linguagem... A linguagem tem a ver com a subjetividade, com a criação livre... A ciência tem a ver com a realidade... A ciência também tem a ver com o simbólico

4 Por que análise de discurso no campo da educação científica? A ciência também tem a ver com o simbólico, com a linguagem Mas ela tem um jeito próprio de lidar com o simbólico, com as linguagens, o que a faz diferir, obviamente, de outras áreas que também lidam com o simbólico...

5 Por que análise de discurso no campo da educação científica? Há uma dimensão da própria ciência que é ignorada... (preconceituosamente...) A ciência dominou a linguagem a tal ponto e de tal modo colocando-a a serviço da verdade... Mas há mais...

6 Por que análise de discurso no campo da educação científica? Esse algo mais é o político... A AD é uma teoria que modifica a noção de político para considerá-lo ligado à dimensão simbólica, ou seja, ao discurso O discurso é essencialmente um processo político

7 ANÁLISE DE DISCURSO de origem francesa

8 Do que vou tratar... Discurso Materialidade e exterioridade Memória discursiva Ideologia Sujeito discursivo Formação discursiva Relação ciência e discurso

9 Um objeto específico O objeto da Análise de discurso é o DISCURSO, não é a língua, a linguagem, a fala, a enunciação Representa um deslocamento a partir da linguística, cujo objeto é a língua; Deslocamento pela relação com a exterioridade, com a história, com as condições de produção efeito de sentidos entre locutores (M. Pêcheux, 1969).

10 Um objeto específico efeito de sentidos entre locutores (M. Pêcheux, 1969) Analisar um discurso é analisar, buscar compreender, o sentido de um texto como efeito de um processo... E não o sentido no texto ou o sentido do texto O sentido não está no texto O texto não carrega sentido

11 Questão teórico central Qual a natureza desse processo que produz esse tipo de efeito? Efeito de que algo simbólico faça sentido pareça que tem sentido...

12 TEXTO/SENTIDO SENTIDO 1 TEXTO SENTIDO 2

13 Característica fundamental da linguagem O texto (o simbólico) é uma matéria inerte de sentido Ele não carrega nada... Mas participa da produção de signficações Incompletude Algo que não se fecha não tem como saturar o possível Abertura do simbólico O discurso é uma das instâncias materiais da relação linguagem/pensamento/mundo Daí a necessária relação com a história

14

15 Abertura do simbólico/ administração dos sentidos não é porque é aberto que o processo de significação não é regido, não é administrado. Ao contrário, é por estar aberto que há determinação (Orlandi, 1996, p. 13) Há uma colagem entre sentido e texto que precisa ser mantida a força... ou descolará

16 Como funciona essa produção de efeitos de sentido? 1. Primeira consideração = há sempre uma materialidade simbólica em questão 2. Mas ela só não basta... Porque ela não dá conta sozinha do efeito de sentido Outra condição fundamental é a EXTERIORIDADE 4. Algo que é fora da materialidade MEMÓRIA, HISTÓRIA

17 Como funciona essa produção de efeitos de sentido? 6. o material já está sempre colado a um sentido... Ou a vários Sentidos já existem Todo processo de significação se dá no espaço de uma memória Um tipo especial de memória, não-subjetiva, uma memória de efeitos de sentido que já se deram, uma memória discursiva

18 Mecanismos discursivos O efeito de sentido de um enunciado tem relação com outros enunciados ditos ou com o não-dito... O efeito nunca é isolado... Depende de um contexto mais amplo de produção da linguagem O efeito se produz pela relação entre enunciados...

19 Mecanismos discursivos Isso tudo forma um INTERDISCURSO, um espaço de memória... Com regiões internas Quando algo faz sentido, é porque já tinha sentido... O sentido pode ser outro ou o mesmo tensão essencial no funcionamento discursivo No caso das imagens, temos a intericonicidade (Courtine)

20 Memória discursiva A memória discursiva seria aquilo que, face a um texto que surge como acontecimento a ser lido, bem restabelecer os implícitos (quer dizer, mais tecnicamente, os pré-construídos, elementos citados e relatados, discursostransversos, etc.) de que sua leitura necessita: a condição do legível em relação ao próprio legível. (Pêcheux)

21 Formação discursiva Regiões mais ou menos estáveis da memória discursiva; possibilidade de recortes da memória discursiva; sempre uns em relação aos outros; sempre heterogêneas, porque com relação a outras...

22 Mecanismos discursivos IDEOLOGIA É solidária da noção de inconsciente. O sujeito do discurso, é um sujeito afetado pelo inconsciente. sujeito e sentido são constituídos pela ordem significante na história. E o mecanismo de sua constituição é ideológico (Orlandi, 1996, p. 145)

23 Mais um pouco de teoria... O SUJEITO não há discurso sem sujeito e não há sujeito sem ideologia (Pêcheux) Para que o dizer funcione, produza efeito, ele precisa ser IMAGINARIAMENTE pensado, concebido como ligado a um sujeito... Esse sujeito é um efeito também... Produzido pela ideologia... A ideologia é o mecanismo que produz esse efeito de sujeito...

24 Voltando ao sujeito... O sentido é uma relação determinada do sujeito com a história e é o gesto de interpretação que realiza essa relação do sujeito com a língua [e com a história] na produção dos sentidos. (Orlandi, Escritos 3, 1998) As posições-sujeito são historicamente construídas O sujeito se constitui na relação com o simbólico

25 Duas ilusões fundamentam o funcionamento discursivo A de que há relação natural entre as palavras e as coisas A de que o sujeito é a origem do dizer ou do sentido

26 AD e ciência Como se colam os sentidos que a ciência produz aos signos e símbolos? Como se mantém essa colagem? O que o espaço do ensino e outros espaços de circulação da ciência têm a ver com essa colagem? Onde estão as possibilidades de deslizes?... As tensões?...coerções?

27 Voltando à relação ciência/discurso Vejamos como a aparece a linguagem na epistemologia de Fleck A palavra como tal representa um bem intercoletivo peculiar: uma vez que a todas as palavras se lhes adere um matiz mais ou menos marcado pelo estilo de pensamento, que se altera na migração intercoletiva, elas circulam entre os coletivos sempre com uma certa alteração de seu significado. (Fleck, 2010, p. 161)

28 Voltando à relação ciência/discurso Vejamos o que pensa outro grande historiador da ciência, Steven Shapin A produção de conhecimento e a comunicação de conhecimento são normalmente consideradas como atividades distintas. Argumentarei em contrário: o discurso acerca da realidade natural é meio de gerar conhecimento acerca da realidade, de assegurar a garantia para esse conhecimento e de determinar os domínios de certo conhecimento em relação a áreas de posição menos certa. (Shapin, 2013, p. 90).

29 Voltando à relação ciência/discurso E uma outra citação ainda de Shapin Ao tratar da tecnologia literária de Boyle não estamos, portanto, falando de algo que seja meramente um relatório daquilo que foi alhures; estamos lidando com uma das mais importantes formas de experiência e os meios de se estender e validar a experiência. (idem, p. 93)

30 O discurso e o político O político compreendido discursivamente significa que o sentido é sempre dividido, sendo que esta divisão tem uma direção que não é indiferente às injunções das relações de força que derivam da forma da sociedade na história. (Orlandi, 1998)

31 O discurso, o político e o científico A ciência circula em nossa sociedade dessa maneira e atuamos na sociedade em relação à ciência dessa maneira nas suas divisões de sentidos, na disputa e jogos de forças que envolvem os sentidos que circulam, movediços, que queremos fixos, mas jamais se fixam completamente... Porque a ciência, mesmo sendo ciência, e sendo verdade, tem que se haver inescapavelmente com o simbólico.

32

Língua e Produção. 3º ano Francisco. Análise do discurso

Língua e Produção. 3º ano Francisco. Análise do discurso Língua e Produção 3º ano Francisco Análise do discurso Elementos básicos da comunicação; Texto e discurso/ a intenção no discurso; As funções intrínsecas do texto. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO Emissor emite,

Leia mais

RESENHA - ANÁLISE DO DISCURSO: PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS REVIEW - DISCOURSE ANALYSIS: PRINCIPLES AND PROCEDURES

RESENHA - ANÁLISE DO DISCURSO: PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS REVIEW - DISCOURSE ANALYSIS: PRINCIPLES AND PROCEDURES RESENHA - ANÁLISE DO DISCURSO: PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS 200 REVIEW - DISCOURSE ANALYSIS: PRINCIPLES AND PROCEDURES Elizete Beatriz Azambuja Doutoranda em Linguística UEG Unidade de São Luís de Montes

Leia mais

10/06/2010. Prof. Sidney Facundes. Adriana Oliveira Betânia Sousa Cyntia de Sousa Godinho Giselda da Rocha Fagundes Mariane da Cruz da Silva

10/06/2010. Prof. Sidney Facundes. Adriana Oliveira Betânia Sousa Cyntia de Sousa Godinho Giselda da Rocha Fagundes Mariane da Cruz da Silva Teoria Gramatical Análise do Discurso Prof. Sidney Facundes Adriana Oliveira Betânia Sousa Cyntia de Sousa Godinho Giselda da Rocha Fagundes Mariane da Cruz da Silva Análise do Discurso Conforme Maingueneua

Leia mais

ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de Discurso: princípios & procedimentos. 8. ed. Campinas: Pontes, p.

ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de Discurso: princípios & procedimentos. 8. ed. Campinas: Pontes, p. ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de Discurso: princípios & procedimentos. 8. ed. Campinas: Pontes, 2009. 100p. Anselmo Peres ALÓS* Nascido de um pedido de alunos (e editores) recebido por Eni Orlandi,

Leia mais

Gustavo Grandini BASTOS * Fernanda Correa Silveira GALLI **

Gustavo Grandini BASTOS * Fernanda Correa Silveira GALLI ** DOI: 10.5433/2237-4876.2013v16n2p355 ROMÃO, Lucília Maria Sousa. Exposição do Museu da Língua Portuguesa: arquivo e acontecimento e(m) discurso. São Carlos: Pedro & João Editores, 2011. 236 p. Nas exposições

Leia mais

PÊCHEUX E A PLURIVOCIDADE DOS SENTIDOS 1

PÊCHEUX E A PLURIVOCIDADE DOS SENTIDOS 1 1 PÊCHEUX E A PLURIVOCIDADE DOS SENTIDOS 1 Silmara Cristina DELA-SILVA Universidade Estadual Paulista (Unesp)... as palavras, expressões, proposições etc., mudam de sentido segundo as posições sustentadas

Leia mais

Não se destrói senão o que se substitui

Não se destrói senão o que se substitui 1 Não se destrói senão o que se substitui Vanise G. MEDEIROS (Uerj, Puc-Rio) Gostaria de destacar um fragmento do texto de Pêcheux e Fuchs A propósito da análise automática do discurso: atualização e perspectivas

Leia mais

A PROPÓSITO DA ANÁLISE AUTOMÁTICA DO DISCURSO: ATUALIZAÇÃO E PERSPECTIVAS (1975)

A PROPÓSITO DA ANÁLISE AUTOMÁTICA DO DISCURSO: ATUALIZAÇÃO E PERSPECTIVAS (1975) 1 A PROPÓSITO DA ANÁLISE AUTOMÁTICA DO DISCURSO: ATUALIZAÇÃO E PERSPECTIVAS (1975) Marilei Resmini GRANTHAM Fundação Universidade Federal do Rio Grande Nesta brevíssima exposição, procuramos abordar alguns

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 SUJEITO

Leia mais

DISCURSO, IMAGINÁRIO SOCIAL E CONHECIMENTO

DISCURSO, IMAGINÁRIO SOCIAL E CONHECIMENTO DISCURSO, IMAGINÁRIO SOCIAL E CONHECIMENTO Discurso: uma noção fundadora Eni Puccinelli Orlandi* Vamos definir diretamente o discurso como efeito de sentido entre locutores. Essa é uma definição de discurso

Leia mais

A FORMA-SUJEITO DO/NO DISCURSO NO PROCESSO METAFÓRICO DE CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS DO NOME PORTUGUÊS NA ARGENTINA

A FORMA-SUJEITO DO/NO DISCURSO NO PROCESSO METAFÓRICO DE CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS DO NOME PORTUGUÊS NA ARGENTINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 A FORMA-SUJEITO

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 89-CEPE/UNICENTRO, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Letras, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE

Leia mais

ANÁLISE DE TEXTO: UM OLHAR DE SEMANTICISTA. Sheila Elias de Oliveira 1

ANÁLISE DE TEXTO: UM OLHAR DE SEMANTICISTA. Sheila Elias de Oliveira 1 ANÁLISE DE TEXTO: UM OLHAR DE SEMANTICISTA Sheila Elias de Oliveira 1 Eduardo Guimarães 2 tem se dedicado desde a década de 1980 à reflexão sobre o sentido na linguagem e nas línguas de um ponto de vista

Leia mais

Alguns pressupostos teórico-metodológicos. Há duas noções que estão na base do mecanismo da

Alguns pressupostos teórico-metodológicos. Há duas noções que estão na base do mecanismo da DISCURSO E ARGUMENTAÇÃO: UM OBSERVATÓRIO DO POLITICO* Eni PUCINNELLI ORLANDI (Universidade de Campinas) Introdução A questão da argumentação está presente em diferentes perspectivas do estudo sobre a linguagem.

Leia mais

POLÍTICAS DE AMAMENTAÇÃO: AS FORMAÇÕES IMAGINÁRIAS SOBRE O SUJEITO-MÃE

POLÍTICAS DE AMAMENTAÇÃO: AS FORMAÇÕES IMAGINÁRIAS SOBRE O SUJEITO-MÃE POLÍTICAS DE AMAMENTAÇÃO: AS FORMAÇÕES IMAGINÁRIAS SOBRE O SUJEITO-MÃE Cristiane Malho Abbade Gouveia Sebastião 1 Olimpia Maluf-Souza 2 As políticas de aleitamento, desenvolvidas pelo Ministério da Saúde

Leia mais

Oiiandi, Eni Pulcinelli. As formas do silêncio.- no movimento dos sentidos. Campinas, S. R: Editora da Unicamp, 1995, 189 págs.

Oiiandi, Eni Pulcinelli. As formas do silêncio.- no movimento dos sentidos. Campinas, S. R: Editora da Unicamp, 1995, 189 págs. Oiiandi, Eni Pulcinelli. As formas do silêncio.- no movimento dos sentidos. Campinas, S. R: Editora da Unicamp, 1995, 189 págs. RESENHADO POR: CELY BERTOLUCCI O título instigante deste livro de Eni Orlandi

Leia mais

A LEITURA E O LEITOR NA ANÁLISE DO DISCURSO (AD)

A LEITURA E O LEITOR NA ANÁLISE DO DISCURSO (AD) A LEITURA E O LEITOR NA ANÁLISE DO DISCURSO (AD) Jauranice Rodrigues Cavalcanti (METROCAMP/UNICAMP) Introdução Maldidier (1997, p.18), fazendo o percurso histórico da Análise do Discurso na França, diz

Leia mais

O TEXTO NA RELAÇÃO COM A ESCRITA NAS PRÁTICAS LINGUÍSTICAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O TEXTO NA RELAÇÃO COM A ESCRITA NAS PRÁTICAS LINGUÍSTICAS DO ENSINO FUNDAMENTAL O TEXTO NA RELAÇÃO COM A ESCRITA NAS PRÁTICAS LINGUÍSTICAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Izaildes Cândida de Oliveira Guedes 1 Ana Maria Di Renzo 2 A produção de textos, como atualmente é designada na Escola,

Leia mais

Leitura de imagens no ensino de Ciências: formulação e circulação de sentidos

Leitura de imagens no ensino de Ciências: formulação e circulação de sentidos Leitura de imagens no ensino de Ciências: formulação e circulação de sentidos Moraes, João Carlos Pereira 1 ; Barbosa, Alessandro Tomaz 2 Categoria 1: Reflexões e experiências de inovação na sala de aula.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 RELAÇÃO

Leia mais

SUJEITO E AUTORIA EM ARTIGOS DE OPINIÃO DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

SUJEITO E AUTORIA EM ARTIGOS DE OPINIÃO DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SUJEITO E AUTORIA EM ARTIGOS DE OPINIÃO DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Maria Simone da Silva Holanda 1 INTRODUÇÃO O percurso investigativo deste trabalho tem por finalidade analisar a

Leia mais

Introdução 1 Língua, Variação e Preconceito Linguístico 1 Linguagem 2 Língua 3 Sistema 4 Norma 5 Português brasileiro 6 Variedades linguísticas 6.

Introdução 1 Língua, Variação e Preconceito Linguístico 1 Linguagem 2 Língua 3 Sistema 4 Norma 5 Português brasileiro 6 Variedades linguísticas 6. Introdução 1 Língua, Variação e Preconceito Linguístico 1 Linguagem 2 Língua 3 Sistema 4 Norma 5 Português brasileiro 6 Variedades linguísticas 6.1 Padrão vs. não padrão 6.2 Variedades sociais 6.3 Classificação

Leia mais

O GÊNERO CANÇÃO EM LIVROS DIDÁTICOS: ENTRE A LÍNGUA E A MEMÓRIA DO DIZER

O GÊNERO CANÇÃO EM LIVROS DIDÁTICOS: ENTRE A LÍNGUA E A MEMÓRIA DO DIZER O GÊNERO CANÇÃO EM LIVROS DIDÁTICOS: ENTRE A LÍNGUA E A MEMÓRIA DO DIZER Marieli Mietz (IC-Voluntária-UNICENTRO), Luciana Cristina F. Dias (Orientadora), e-mail: diaslucian@yahoo.com Universidade Estadual

Leia mais

O SENTIDO DE INDISCIPLINA NO DISCURSO DA COMUNIDADE ESCOLAR

O SENTIDO DE INDISCIPLINA NO DISCURSO DA COMUNIDADE ESCOLAR O SENTIDO DE INDISCIPLINA NO DISCURSO DA COMUNIDADE ESCOLAR Solange Almeida de Medeiros (PG UEMS) Marlon Leal Rodrigues (UEMS) RESUMO: O presente artigo se baseia em um projeto de pesquisa, em desenvolvimento,

Leia mais

O ACONTECIMENTO DISCURSIVO COMO GESTO DE INTERPRETAÇÃO: O POLONÊS DO PARANÁ

O ACONTECIMENTO DISCURSIVO COMO GESTO DE INTERPRETAÇÃO: O POLONÊS DO PARANÁ O ACONTECIMENTO DISCURSIVO COMO GESTO DE INTERPRETAÇÃO: O POLONÊS DO PARANÁ Soeli Maria Schreiber da Silva 1 Esse estudo é parte de um projeto maior que objetiva: a) refletir sobre três conceitos importantes

Leia mais

DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji

DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso cfernandes@utfpr.edu.br Profa. Dr. Carolina Mandaji Formação discursiva, Formação ideológica Formações ideológicas Conjunto de valores e crenças a partir dos

Leia mais

O FUNCIONAMENTO DA NOÇÃO DE LÍNGUA EM DICIONÁRIOS

O FUNCIONAMENTO DA NOÇÃO DE LÍNGUA EM DICIONÁRIOS O FUNCIONAMENTO DA NOÇÃO DE LÍNGUA EM DICIONÁRIOS Natieli Luiza Branco 1 Introdução No presente trabalho, temos por objetivo refletir sobre a produção de conhecimento a respeito da língua a partir do instrumento

Leia mais

Introdução. Adriana Trindade Vargas

Introdução. Adriana Trindade Vargas Cadernos de Letras da UFF - Dossiê: Tradução n o 48, p. 283-290 283 ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A NOÇÃO DE SUJEITO NA TEORIA BAKHTINIANA E NA TEORIA PECHETIANA Adriana Trindade Vargas RESUMO Este trabalho

Leia mais

SUBJETIVIDADE INDÍGENA NO BLOG GASODÁ SURUÍ

SUBJETIVIDADE INDÍGENA NO BLOG GASODÁ SURUÍ SUBJETIVIDADE INDÍGENA NO BLOG GASODÁ SURUÍ LUCIMAR LUISA FERREIRA Faculdade Nossa Senhora Aparecida Av. Pedro Luiz Ribeiro, Qd. 01, Lt. 01, Chácara Santo Antônio Gleba 04 A Conjunto Bela Morada 74920-760

Leia mais

DISCURSO, PRAXIS E SABER DO DIREITO

DISCURSO, PRAXIS E SABER DO DIREITO DISCURSO, PRAXIS E SABER DO DIREITO ELZA ANTONIA PEREIRA CUNHA MESTRANDA CPGD - UFSC A análise do discurso jurídico, proposta por nossa equipe, reside num quadro epistemológico geral com articulação de

Leia mais

A PRODUÇÃO DE SENTIDO NO CAMPO TEÓRICO DA AD: UM PROCESSO DE MANIFESTAÇÃO ANALÍTICA A SER CONSIDERADO

A PRODUÇÃO DE SENTIDO NO CAMPO TEÓRICO DA AD: UM PROCESSO DE MANIFESTAÇÃO ANALÍTICA A SER CONSIDERADO A PRODUÇÃO DE SENTIDO NO CAMPO TEÓRICO DA AD: UM PROCESSO DE MANIFESTAÇÃO ANALÍTICA A SER CONSIDERADO Elisângela Leal da S. Amaral 1 (UEMS) elisilvamaral@hotmail.com Marlon Leal Rodrigues 2 (UEMS) Marlon@uems.br

Leia mais

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4 COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4 Índice 1. Significado...3 1.1. Contexto... 3 1.2. Intertextualidade... 3 1.2.1. Tipos de intertextualidade... 3 1.3. Sentido... 4 1.4. Tipos de Significado... 4 1.4.1. Significado

Leia mais

Sumário. Introdução, 1. 1 Português jurídico, 5 1 Linguagem, sistema, língua e norma, 5 2 Níveis de linguagem, 11 Exercícios, 24

Sumário. Introdução, 1. 1 Português jurídico, 5 1 Linguagem, sistema, língua e norma, 5 2 Níveis de linguagem, 11 Exercícios, 24 Sumário Introdução, 1 1 Português jurídico, 5 1 Linguagem, sistema, língua e norma, 5 2 Níveis de linguagem, 11 Exercícios, 24 2 Como a linguagem funciona, 31 1 Análise do discurso, 31 2 O estudo da linguagem,

Leia mais

O presente artigo resultou das indagações e questionamentos provocados pela

O presente artigo resultou das indagações e questionamentos provocados pela 66 Ideologia e Discurso Pedagógico Flávio Miguel da Silva e Jailton Lopes Vicente * Resumo: Este artigo trata da relação entre ideologia e discurso pedagógico tomando como referencial teórico a Análise

Leia mais

ANÁLISE DO DISCURSO POLÍTICO NOS PRONUNCIAMENTOS TELEVISIONADOS DOS PRESIDENCIÁVEIS 2014

ANÁLISE DO DISCURSO POLÍTICO NOS PRONUNCIAMENTOS TELEVISIONADOS DOS PRESIDENCIÁVEIS 2014 Anais do VI Seminário dos Alunos dos Programas de Pós-Graduação do Instituto de Letras da UFF Estudos de Linguagem ANÁLISE DO DISCURSO POLÍTICO NOS PRONUNCIAMENTOS TELEVISIONADOS DOS PRESIDENCIÁVEIS 2014

Leia mais

momento na gramatização (Auroux, 1992) e institucionalização brasileiras do português. Com efeito, a construção

momento na gramatização (Auroux, 1992) e institucionalização brasileiras do português. Com efeito, a construção MERCADO DE LÍNGUAS. A GRAMATIZAÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NOS LIVROS DIDÁTICOS EDITADOS NO BRASIL Leandro Rodrigues Alves DINIZ (PGL Unicamp/Fapesp) 1. Introdução A assinatura dos Tratados

Leia mais

Discurso científico, poder e verdade. Scientific discours, power and truth

Discurso científico, poder e verdade. Scientific discours, power and truth ISSN 1981-1225 Dossiê Foucault N. 3 dezembro 2006/março 2007 Organização: Margareth Rago & Adilton Luís Martins Scientific discours, power and truth Valéria Trigueiro Santos Adinolfi Mestre em Educação

Leia mais

DISCURSOS DO SUCESSO: A PRODUÇÃO DE SUJEITOS E SENTIDOS DO SUCESSO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

DISCURSOS DO SUCESSO: A PRODUÇÃO DE SUJEITOS E SENTIDOS DO SUCESSO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO DISCURSOS DO SUCESSO: A PRODUÇÃO DE SUJEITOS E SENTIDOS DO SUCESSO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO Thiago Barbosa Soares 1 Carlos Piovezani 2 Sucesso é uma tradução dos novos valores presentes na sociedade brasileira

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Edilva Bandeira 1 Maria Celinei de Sousa Hernandes 2 RESUMO As atividades de leitura e escrita devem ser desenvolvidas com textos completos

Leia mais

(N)AS DOBRADURAS DO DIZER E (N)O NÃO-UM DO SENTIDO E DO SUJEITO: UM EFEITO DA PRESENÇA DO INTERDISCURSO NO INTRADISCURSO

(N)AS DOBRADURAS DO DIZER E (N)O NÃO-UM DO SENTIDO E DO SUJEITO: UM EFEITO DA PRESENÇA DO INTERDISCURSO NO INTRADISCURSO (N)AS DOBRADURAS DO DIZER E (N)O NÃO-UM DO SENTIDO E DO SUJEITO: UM EFEITO DA PRESENÇA DO INTERDISCURSO NO INTRADISCURSO Carmen AGUSTINI Universidade Federal de Uberlândia (UFU) (agustini@ileel.ufu.br)

Leia mais

COLONIZAÇÃO E/OU IMIGRAÇÃO: IMAGINÁRIOS E ESTEREÓTIPOS QUE INCIDEM NO ENSINO DE ALEMÃO NO BRASIL

COLONIZAÇÃO E/OU IMIGRAÇÃO: IMAGINÁRIOS E ESTEREÓTIPOS QUE INCIDEM NO ENSINO DE ALEMÃO NO BRASIL COLONIZAÇÃO E/OU IMIGRAÇÃO: IMAGINÁRIOS E ESTEREÓTIPOS QUE INCIDEM NO ENSINO DE ALEMÃO NO BRASIL CARMEN ZINK BOLOGNINI GABRIELE C. SCHUMM Universidade Estadual de Campinas carmen@unicamp.br Introdução

Leia mais

Gramática e seu conceito. Mattoso Câmara Jr. (1986) 16 ed. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes. p

Gramática e seu conceito. Mattoso Câmara Jr. (1986) 16 ed. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes. p Gramática e seu conceito Mattoso Câmara Jr. (1986) 16 ed. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes. p.11-16. Gramática descritiva ou sincrônica Estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona

Leia mais

DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji

DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso cfernandes@utfpr.edu.br Profa. Dr. Carolina Mandaji Análise do Discurso Fernanda Mussalim Condições de produção do discurso Formação discursiva, formação ideológica

Leia mais

VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH

VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH VYGOTSKY Teoria sócio-cultural Manuel Muñoz IMIH BIOGRAFIA Nome completo: Lev Semynovich Vygotsky Origem judaica, nasceu em 5.11.1896 em Orsha (Bielo- Rússia). Faleceu em 11.6.1934, aos 37 anos, devido

Leia mais

Palavras-chave: Discursividade. Análise do Discurso. Semântica do Acontecimento.

Palavras-chave: Discursividade. Análise do Discurso. Semântica do Acontecimento. UMA REFLEXÃO SOBRE A DISCURSIVIDADE DO ARTIGO Nº 58 DA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL Nº 9394/96. Diane da Silva Zardo 1 Giovanna Benedetto Flores 2 Eixo Temático: As práticas docentes

Leia mais

O que se remonta de Espinosa em Pêcheux? Pedro de SOUZA

O que se remonta de Espinosa em Pêcheux? Pedro de SOUZA 1 O que se remonta de Espinosa em Pêcheux? Pedro de SOUZA O retorno sugerido pelo título - Remontemos de Espinosa a Foucault - remete muito mais a uma coincidência singular entre Michel Pêcheux e Baruch

Leia mais

Análise de Discurso Roteiro sugerido para a elaboração de trabalho de análise

Análise de Discurso Roteiro sugerido para a elaboração de trabalho de análise Análise de Discurso Roteiro sugerido para a elaboração de trabalho de análise Sérgio Augusto Freire de Souza 1. Escolha do tema O tema em análise de discurso normalmente envolve alguma inquietação social

Leia mais

LISTAGEM DOS COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES (ELETIVOS)

LISTAGEM DOS COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES (ELETIVOS) LISTAGEM DOS COMPONENTES CURRICULARES COMPLEMENTARES (ELETIVOS) Componente Curricular Complementar Total Teórica Prática EAD 1 Pré-requisitos 1. Alfabetização e Letramento BA000492 2. Análise de Livros

Leia mais

O MOVIMENTO DE DESIDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE "SEMÂNTICA E DISCURSO".

O MOVIMENTO DE DESIDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE SEMÂNTICA E DISCURSO. O MOVIMENTO DE DESIDENTIFICAÇÃO DO SUJEITO: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE "SEMÂNTICA E DISCURSO". Evandra GRIGOLETTO Universidade Federal do Rio Grande do Sul O presente texto explora uma das obras mais importantes

Leia mais

Semiótica. A semiótica é a teoria dos signos.

Semiótica. A semiótica é a teoria dos signos. A semiótica é a teoria dos signos. Segundo Umberto Eco, um signo é algo que está no lugar de outra coisa. Ou seja, que representa outra coisa. Uma árvore, por exemplo, pode ser representada por uma série

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: discurso, leitura, leitor, tecnologias digitais.

PALAVRAS-CHAVE: discurso, leitura, leitor, tecnologias digitais. DISCURSOS SOBRE LEITURA E LEITOR EM TEMPOS DE TECNOLOGIAS DIGITAIS 1 * Fernanda Correa Silveira Galli (UNESP/São José do Rio Preto) RESUMO: Com base em pressupostos teórico-metodológicos da Análise do

Leia mais

Sofrimento e dor no autismo: quem sente?

Sofrimento e dor no autismo: quem sente? Sofrimento e dor no autismo: quem sente? BORGES, Bianca Stoppa Universidade Veiga de Almeida-RJ biasborges@globo.com Resumo Este trabalho pretende discutir a relação do autista com seu corpo, frente à

Leia mais

A relação língua, sujeito e discurso nos estudos sobre a linguagem...

A relação língua, sujeito e discurso nos estudos sobre a linguagem... A RELAÇÃO LÍNGUA, SUJEITO E DISCURSO NOS ESTUDOS SOBRE A LINGUAGEM: A CONCEPÇÃO PECHETIANA E BENVENISTIANA THE RELATION LANGUAGE, SUBJECT AND DISCOURSE IN THE STUDIES ON LANGUAGE: THE PECHETIANIAN AND

Leia mais

MARCHA DAS VADIAS: A RESISTÊNCIA NA PELE

MARCHA DAS VADIAS: A RESISTÊNCIA NA PELE MARCHA DAS VADIAS: A RESISTÊNCIA NA PELE Tyara Veriato Chaves 1 É interessante perceber o quanto os sentidos sobre o corpo da mulher a colocam numa determinada posição no discurso. O corpo da mãe, o corpo

Leia mais

Curso Técnico Subsequente em Tradução e Interpretação de Libras Nome do Curso

Curso Técnico Subsequente em Tradução e Interpretação de Libras Nome do Curso Curso Técnico Subsequente em Tradução e Interpretação de Libras Nome do Curso CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Libras I 160h Não há Sujeito Surdo, Diferença,

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM ANÁLISE DE DISCURSO (GEPEAD)

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM ANÁLISE DE DISCURSO (GEPEAD) GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM ANÁLISE DE DISCURSO (GEPEAD) Profa. Dra. Palmira HEINE (UEFS) O Grupo de Estudos e Pesquisa em Análise de Discurso (GEPEAD) teve seu surgimento no início de 2012, no âmbito

Leia mais

EFEITOS DE PRÉ-CONSTRUÍDO EM CARTUNS

EFEITOS DE PRÉ-CONSTRUÍDO EM CARTUNS EFEITOS DE PRÉ-CONSTRUÍDO EM CARTUNS Maria Leda R. ROBERTO (mariar@unijui.tche.br) Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ) O objeto simbólico, cartum, enquanto constitutivo

Leia mais

EFEITOS DE SENTIDO EM CURTAS-METRAGENS: DIFERENÇAS E INTERSECÇÕES ENTRE INTERDISCURSO E MEMÓRIA

EFEITOS DE SENTIDO EM CURTAS-METRAGENS: DIFERENÇAS E INTERSECÇÕES ENTRE INTERDISCURSO E MEMÓRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 EFEITOS

Leia mais

HISTÓRICO DA SUBJETIVIDADE

HISTÓRICO DA SUBJETIVIDADE CDD 410 HISTÓRICO DA SUBJETIVIDADE NOS ESTUDOS LINGÜÍSTICOS Ana Cláudia Costa Fontana * Denise Ap. Caillot Schroeder * Simone Ap. Lesiko * Resumo: O presente artigo teve como objetivo principal traçar

Leia mais

A SEMÂNTICA E A RELAÇÃO ENTRE LINGUÍSTICA E ANÁLISE DO DISCURSO Fábio Araújo Oliveira *

A SEMÂNTICA E A RELAÇÃO ENTRE LINGUÍSTICA E ANÁLISE DO DISCURSO Fábio Araújo Oliveira * A SEMÂNTICA E A RELAÇÃO ENTRE LINGUÍSTICA E ANÁLISE DO DISCURSO Fábio Araújo Oliveira * Neste trabalho, analisamos o lugar da semântica na Análise do Discurso, através da abordagem da presença da linguística

Leia mais

AULA 2. Texto e Textualização. Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º

AULA 2. Texto e Textualização. Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º AULA 2 Texto e Textualização Prof. Daniel Mazzaro Vilar de Almeida 2013/1º daniel.almeida@unifal-mg.edu.br O QUE É TEXTO? Para Costa Val, texto = discurso. É uma ocorrência linguística falada ou escrita,

Leia mais

Texto e discurso: complementares?

Texto e discurso: complementares? Texto e discurso: complementares? Fábio Moreira Arcara Luane Gonçalves Amurin Viviane Santos Bezerra Resumo: Não é o objetivo nesse artigo aprofundar-se em inúmeras questões que acercam o assunto Texto

Leia mais

O FUNCIONAMENTO DA NEGAÇÃO NA DISCURSIVIZAÇÃO DE UMA ENCICLOPÉDIA ON-LINE

O FUNCIONAMENTO DA NEGAÇÃO NA DISCURSIVIZAÇÃO DE UMA ENCICLOPÉDIA ON-LINE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 O FUNCIONAMENTO

Leia mais

POSIÇÕES DISCURSIVAS DO SUJEITO-ALUNO EM PRÁTICAS DE TEXTUALIZAÇÃO NO

POSIÇÕES DISCURSIVAS DO SUJEITO-ALUNO EM PRÁTICAS DE TEXTUALIZAÇÃO NO POSIÇÕES DISCURSIVAS DO SUJEITO-ALUNO EM PRÁTICAS DE TEXTUALIZAÇÃO NO Resumo ENSINO SUPERIOR Maria de Lourdes Fernandes Cauduro Faculdade de Educação - UFRGS A pesquisa versa sobre textos escritos produzidos

Leia mais

Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul

Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul LEITURA DA SIMBOLOGIA MATEMÁTICA MEDEIROS, Gláucia Maria Leal de Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul RESUMO Os conceitos, na linguagem matemática, são formados a partir da

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE SABERES NO DISCURSO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

CONSTRUÇÃO DE SABERES NO DISCURSO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES CONSTRUÇÃO DE SABERES NO DISCURSO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Vanessa Borges Fortes Serapio Ferreira 1 Carme Regina Schons 2 Um dos papéis da mídia é documentar os fatos, considerados de relevância,

Leia mais

Contribuições dos Estudos Bakhtinianos aos Estudos Neurolinguísticos

Contribuições dos Estudos Bakhtinianos aos Estudos Neurolinguísticos Contribuições dos Estudos Bakhtinianos aos Estudos Neurolinguísticos Thalita Cristina Souza Cruz Neste ensaio, apresentarei brevemente alguns conceitos bakhtinianos relacionadas à discussão sobre a significação

Leia mais

III SEAD ANÁLISE DO PROCESSO DE DESIGNAÇÃO DO PROFESSOR: O MOVIMENTO ENTRE LÍNGUA, HISTÓRIA E IDEOLOGIA

III SEAD ANÁLISE DO PROCESSO DE DESIGNAÇÃO DO PROFESSOR: O MOVIMENTO ENTRE LÍNGUA, HISTÓRIA E IDEOLOGIA III SEAD ANÁLISE DO PROCESSO DE DESIGNAÇÃO DO PROFESSOR: O MOVIMENTO ENTRE LÍNGUA, HISTÓRIA E IDEOLOGIA Kátia Maria Silva de MELO Universidade Federal de Alagoas katia-melo@uol.com.br Neste texto abordamos

Leia mais

CORPO E MÍDIA NA CONTEMPORANEIDADE: O QUE A ESCRITA ADOLESCENTE PODE (RE)VELAR SOBRE ESSA RELAÇÃO?

CORPO E MÍDIA NA CONTEMPORANEIDADE: O QUE A ESCRITA ADOLESCENTE PODE (RE)VELAR SOBRE ESSA RELAÇÃO? UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 CORPO

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA DESCRITORES

LÍNGUA PORTUGUESA DESCRITORES LÍNGUA PORTUGUESA DESCRITORES 1. BIMESTRE - 2015 4.º ANO - LEITURA Inferir uma informação implícita em um Localizar informações explícitas em um 5.º ANO - LEITURA Estabelecer relações entre partes de um

Leia mais

Sujeito e ideologia para Pêcheux e para Bakhtin: bordando fronteiras. Mikhail Bakhtin e Michel Pêcheux: breves considerações

Sujeito e ideologia para Pêcheux e para Bakhtin: bordando fronteiras. Mikhail Bakhtin e Michel Pêcheux: breves considerações SujeitoeideologiaparaPêcheuxeparaBakhtin: bordandofronteiras FrancisLampoglia 1 ValdemirMiotello 2 LucíliaMariaSousaRomão 3 MikhailBakhtineMichelPêcheux:brevesconsiderações Este trabalho estuda as noções

Leia mais

Prof ª Drª Dilma Tavares Luciano Universidade Federal de Pernambuco

Prof ª Drª Dilma Tavares Luciano Universidade Federal de Pernambuco Prof ª Drª Dilma Tavares Luciano Universidade Federal de Pernambuco dilma.tavares@ufpe.br Dificuldades e desordens Patologias Conhecer e tratar manifestações anormais Habilidades desenvolvidas pelo terapeuta

Leia mais

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana PLANO DE CURSO DISCIPLINA: LINGUAGEM JURÍDICA (CÓD. ENEX 60106) ETAPA: 1ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo aula Habilidas e Competências Textos, filmes

Leia mais

AS RELAÇÕES DIALÓGICAS E AS FORMAS DE CITAÇÃO DO DISCURSO DO OUTRO NA CRÔNICA GRIPE SUÍNA OU PORCINA?

AS RELAÇÕES DIALÓGICAS E AS FORMAS DE CITAÇÃO DO DISCURSO DO OUTRO NA CRÔNICA GRIPE SUÍNA OU PORCINA? 729 AS RELAÇÕES DIALÓGICAS E AS FORMAS DE CITAÇÃO DO DISCURSO DO OUTRO NA CRÔNICA GRIPE SUÍNA OU PORCINA? Maricília Lopes da Silva - UNIFRAN A crônica é na essência uma forma de arte, arte da palavra,

Leia mais

TEORIA DA LINGUAGEM Prof ª Giovana Uggioni Silveira

TEORIA DA LINGUAGEM Prof ª Giovana Uggioni Silveira TEORIA DA LINGUAGEM Prof ª Giovana Uggioni Silveira COMUNICAÇÃO LINGUAGEM LÍNGUA FALA ESCRITA DISCURSO Forma de linguagem escrita (texto) ou falada (conversação no seu contexto social, político ou cultural).

Leia mais

O TRABALHO COM TEXTOS NUMA TURMA DE CINCO ANOS

O TRABALHO COM TEXTOS NUMA TURMA DE CINCO ANOS O TRABALHO COM TEXTOS NUMA TURMA DE CINCO ANOS Mônica Cristina Medici da Costa 1 Introdução O presente texto traz um recorte da nossa pesquisa que teve como objetivo analisar as práticas de uma professora

Leia mais

NO LABIRINTO DA ANÁLISE DE DISCURSO, TESEU E MINOTAURO: PARA PENSAR EM CORPO E CULTURA

NO LABIRINTO DA ANÁLISE DE DISCURSO, TESEU E MINOTAURO: PARA PENSAR EM CORPO E CULTURA NO LABIRINTO DA ANÁLISE DE DISCURSO, TESEU E MINOTAURO: PARA PENSAR EM CORPO E CULTURA Augusto Radde 1 Pensando uma metáfora... A própria noção de metáfora já é passível de uma releitura nos âmbitos dos

Leia mais

Koch, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997, 124 p.

Koch, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997, 124 p. Koch, I. V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 1997, 124 p. Resenhado por: Adriana Sidralle Rolim O texto e a construção dos sentidos é um livro que aborda questões referentes ao

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

A QUESTÃO DA REFERÊNCIA E A DESIGNAÇÃO COMO ESPAÇO DE CONSTITUIÇÃO DO SENTIDO

A QUESTÃO DA REFERÊNCIA E A DESIGNAÇÃO COMO ESPAÇO DE CONSTITUIÇÃO DO SENTIDO Anais do 5º Encontro do Celsul, Curitiba-PR, 2003 (181-185) A QUESTÃO DA REFERÊNCIA E A DESIGNAÇÃO COMO ESPAÇO DE CONSTITUIÇÃO DO SENTIDO Ana Cláudia NASCIMENTO (Universidade Estadual de Campinas) ABSTRACT:

Leia mais

Os efeitos de (não) sentido do autismo para o sujeito ideológico

Os efeitos de (não) sentido do autismo para o sujeito ideológico Os efeitos de (não) sentido do autismo para o sujeito ideológico Cynara Maria Andrade Telles ** Resumo: Apresentar do conceito de sujeito ideológico proposto pela Análise do Discurso é o nosso objetivo.

Leia mais

LINGUAGEM POLITICAMENTE CORRETA E A ANÁLISE DE DISCURSO

LINGUAGEM POLITICAMENTE CORRETA E A ANÁLISE DE DISCURSO LINGUAGEM POLITICAMENTE CORRETA E A ANÁLISE DE DISCURSO Loide Andréa Salache 1 Maria Cleci Venturini 2 Introdução O politicamente correto no que se refere o uso da língua, enquanto regra de expressão oral

Leia mais

Latusa digital ano 0 N 3 outubro de 2003

Latusa digital ano 0 N 3 outubro de 2003 Latusa digital ano 0 N 3 outubro de 2003 Perguntas e respostas Sara Perola Fux * Sabemos que toda pergunta já contém em si mesma a resposta. Então, se deduz que a resposta antecede à pergunta é esta a

Leia mais

Linguagem, Língua, Linguística. Apoio Pedagógico: Estudos Linguísticos I Tutor: Frederico Cavalcante (POSLIN)

Linguagem, Língua, Linguística. Apoio Pedagógico: Estudos Linguísticos I Tutor: Frederico Cavalcante (POSLIN) Linguagem, Língua, Linguística Apoio Pedagógico: Estudos Linguísticos I Tutor: Frederico Cavalcante (POSLIN) e-mail: fredericoa4@gmail.com Encontro 1 Linguagem Linguagem: a capacidade humana de utilizar

Leia mais

PROVA TEMÁTICA/2013 GERAÇÃO CONTEMPORÂNEA: desafios e novas possibilidades

PROVA TEMÁTICA/2013 GERAÇÃO CONTEMPORÂNEA: desafios e novas possibilidades PROVA TEMÁTICA/2013 GERAÇÃO CONTEMPORÂNEA: desafios e novas possibilidades 7 ANO / ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ DE REFERÊNCIA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS (LÍNGUA PORTUGUESA, REDAÇÃO, ARTES E

Leia mais

O TRABALHO NA DIALÉTICA MARXISTA: UMA PERSPECTIVA ONTOLÓGICA.

O TRABALHO NA DIALÉTICA MARXISTA: UMA PERSPECTIVA ONTOLÓGICA. O TRABALHO NA DIALÉTICA MARXISTA: UMA PERSPECTIVA ONTOLÓGICA. SANTOS, Sayarah Carol Mesquita UFAL sayarahcarol@hotmail.com INTRODUÇÃO Colocamo-nos a fim de compreender o trabalho na dialética marxista,

Leia mais

Linguagem e Ideologia

Linguagem e Ideologia Linguagem e Ideologia Isabela Cristina dos Santos Basaia Graduanda Normal Superior FUPAC E-mail: isabelabasaia@hotmail.com Fone: (32)3372-4059 Data da recepção: 19/08/2009 Data da aprovação: 31/08/2011

Leia mais

Você conhece a sua bíblia?

Você conhece a sua bíblia? Você conhece a sua bíblia? RECORDANDO... Um breve tratado sobre as Escrituras - 66 livros: 39 AT + 27 NT - Ela é a revelação de Deus - Autores diferentes mas uma mesma mente formadora Interpretando a Bíblia

Leia mais

ANÁLISE DO DISCURSO. Suzana Oliveira Martins 1. Resumo

ANÁLISE DO DISCURSO. Suzana Oliveira Martins 1. Resumo ANÁLISE DO DISCURSO Resumo Suzana Oliveira Martins 1 Este trabalho tem por finalidade discutir o Análise do Discurso e todas as teorias que o compõem. O objetivo é conhecer cada um dos elementos que fazem

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DOS DESCRITORES NA PROVINHA BRASIL

A ORGANIZAÇÃO DOS DESCRITORES NA PROVINHA BRASIL 00604 Resumo A ORGANIZAÇÃO DOS DESCRITORES NA PROVINHA BRASIL Célia Aparecida Bettiol Arliete Socorro Da Silva Neves O presente texto faz parte de um trabalho em andamento e se constitui em pesquisa documental,

Leia mais

GÊNERO CHARGE: DO PAPEL AOS BYTES

GÊNERO CHARGE: DO PAPEL AOS BYTES GÊNERO CHARGE: DO PAPEL AOS BYTES Anderson Menezes da Silva Willame Santos de Sales Orientadora: Dra. Maria da Penha Casado Alves Departamento de Letras UFRN RESUMO A charge é um gênero recorrente nos

Leia mais

3. Programa de pesquisa com três aplicações do método

3. Programa de pesquisa com três aplicações do método 3. Programa de pesquisa com três aplicações do método 3.1 Análise de publicações para crianças de dados estatísticos do IBGE Tendo a análise do discurso como linha metodológica, o que o presente estudo

Leia mais

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS EM SALA DE AULA: A INTERPRETAÇÃO NUMA PERSPECTIVA DISCURSIVA

A PRODUÇÃO DE SENTIDOS EM SALA DE AULA: A INTERPRETAÇÃO NUMA PERSPECTIVA DISCURSIVA A PRODUÇÃO DE SENTIDOS EM SALA DE AULA: A INTERPRETAÇÃO NUMA PERSPECTIVA DISCURSIVA Camila Borges dos Anjos RESUMO: O propósito deste estudo é apresentar e discutir propostas de ensino no ambiente escolar

Leia mais

TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação.

TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação. TESTE SEUS CONHECIMENTOS sobre o MESTRE GENEBRINO! Faça o teste, conte os pontos e veja no final comentários sobre a sua pontuação. Você encontra as leituras de apoio ao exercício neste link: http://www.revel.inf.br/pt/edicoes/?mode=especial&id=13

Leia mais

A determinação da objetividade e as possibilidades da subjetividade: real da história e real do sujeito

A determinação da objetividade e as possibilidades da subjetividade: real da história e real do sujeito A determinação da objetividade e as possibilidades da subjetividade: real da história e real do sujeito Belmira Magalhães * Resumo: Neste artigo procuramos mostrar o desenvolvimento do pós-doutoramento

Leia mais

ENTRE TÉCNICA E RISCO O ENSINO E SUAS DISCURSIVIDADES

ENTRE TÉCNICA E RISCO O ENSINO E SUAS DISCURSIVIDADES ENTRE TÉCNICA E RISCO O ENSINO E SUAS DISCURSIVIDADES ANA SILVIA COUTO DE ABREU Universidade Federal de São Carlos UFSCar anaabreu@ufscar.br Tomo o ensino em uma perspectiva, na qual técnicas didáticas

Leia mais

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula

Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Professora: Jéssica Nayra Sayão de Paula Conceitos básicos e importantes a serem fixados: 1- Sincronia e Diacronia; 2- Língua e Fala 3- Significante e Significado 4- Paradigma e Sintagma 5- Fonética e

Leia mais

Liderança. A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida em qualquer ambiente de relacionamentos.

Liderança. A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida em qualquer ambiente de relacionamentos. CHEFIA E LIDERANÇA Liderança A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida em qualquer ambiente de relacionamentos. Liderança Liderar significa possuir a capacidade e o discernimento para

Leia mais

Linguagem como Interlocução em Portos de Passagem

Linguagem como Interlocução em Portos de Passagem Linguagem como Interlocução em Portos de Passagem (Anotações de leitura por Eliana Gagliardi) Geraldi, em seu livro Portos de Passagem, São Paulo, Martins Fontes, 1991, coloca-nos que o ensino de Português

Leia mais

ANEXO I. (Edital de Concurso Público nº 001.6/2016, de 21 de março de 2016) JULGAMENTO DOS RECURSOS INTERPOSTOS

ANEXO I. (Edital de Concurso Público nº 001.6/2016, de 21 de março de 2016) JULGAMENTO DOS RECURSOS INTERPOSTOS ANEXO I (Edital de Concurso Público nº 001.6/2016, de 21 de março de 2016) JULGAMENTO DOS RECURSOS INTERPOSTOS RECURSO QUANTO À QUESTÃO 11 PROFESSOR DE INGLÊS INDEFERIDO No recurso impetrado o candidato

Leia mais