MINISTÉRIO DA FAZENDA

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1 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - 6ª REGIÃO FISCAL - SRRF 06 PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 MARÇO/2014

2 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - 6ª REGIÃO FISCAL - SRRF 06 PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 Relatório de Gestão do exercício de 2013 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas ordinárias anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, IN TCU nº 72/2013, DN TCU nº 127/2013, Portaria TCU nº 175/2013 e Portaria CGU nº 133/2013. Belo Horizonte, março/2014

3 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS AFRFB Auditor Fiscal de Receita Federal do Brasil ARF Agência da Receita Federal do Brasil ARFB Auditoria da Receita Federal do Brasil (carreira) AGU Advocacia Geral da União Art. Artigo ATA Assistente Técnico Administrativo ATRFB Analista Tributário da Receita Federal do Brasil AUDIT Coordenação Geral de Auditoria Interna CAC Centro de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal do Brasil CAFIR Cadastro de Imóveis Rurais CARF Conselho de Recursos Fiscais C&D Capacitação e Desenvolvimento CEPS Comissão de Ética Pública Seccional CETAD - Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros CFC Conselho Federal de Contabilidade CGU Controladoria Geral da União CIEE Centro de Integração Empresa Escola CNIR Cadastro Nacional de Imóveis Rurais COAEF Coordenação Geral de Atendimento e Educação Fiscal COANA Coordenação Geral de Administração Aduaneira COCAD Coordenação Geral de Gestão de Cadastro COCAJ Coordenação Geral de Contencioso Administrativo e Judicial CODAC Coordenação Geral de Arrecadação e Cobrança COFIS Coordenação Geral de Fiscalização COGEP Coordenação Geral de Gestão de Pessoas COGER Corregedoria Geral da Receita Federal do Brasil COGET Coordenação Geral de Estudos, Previsão e Análise COMAC Coordenação Especial de Maiores Contribuintes CONPROVI Sistema de Controle de Procedimentos Vinculados COPAV Coordenação Geral de Planejamento, Organização e Avaliação Institucional COPEI Coordenação Geral de Pesquisa e Investigação COPES Coordenação Geral de Programação e Estudos COPOL Coordenação Geral de Programação e Logística COREC Coordenação Especial de Ressarcimento, Compensação e Restituição COSIT Coordenação Geral de Tributação COTEC Coordenação Geral de Tecnologia da Informação CRC Conselho Regional de Contabilidade CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido DACON Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais DATAPREV Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social DCTF Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais DE Despacho Aduaneiro de Exportação

4 DEMAC - Delegacia Especial de Maiores Contribuintes DI Despacho Aduaneiro de Importação DIFIS Divisão de Fiscalização DIGEP Divisão de Gestão de Pessoas DIPJ - Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica DIPOL Divisão de Programação e Logística DIRF Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte DIRAC Divisão de Arrecadação e Cobrança DIREP Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho DIRPF Declaração do Imposto de Renda das Pessoas Físicas DISIT Divisão de Tributação DITEC Divisão de Tecnologia da Informação DITR Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural DIVIC Divisão de Interação com o Cidadão DN Decisão Normativa DRF Delegacia da Receita Federal do Brasil DRJ Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento DW Data Warehouse e-cac- Centro Virtual de Atendimento EPMAC Equipe de Programação dos Maiores Contribuintes EQMAC Equipe de Maiores Contribuintes ESAF Escola de Administração Fazendária ESCOR Escritório de Corregedoria ESPEI Escritório de Pesquisa e Investigação GDA Gerencial de Desempenho Aduaneiro GDAFAZ Grafiticação de Desempenho de Atividade Fazendária GFIP Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social IN Instrução Normativa IRFB Inspetoria da Receita Federal do Brasil IPI Imposto sobre Produtos Industrializados IRPF Imposto sobre a Renda da Pessoa Física ITR Imposto Territorial Rural MF Ministério da Fazenda MPF Ministério Público Federal MPOG Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão NAF Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal OC Órgão Central OCI Órgão de Controle Interno PBH Prefeitura Municipal de Belo Horizonte PCC Plano de Cargos e Carreira PECFAZ Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda PER/DCOMP Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação

5 PF Pessoa Física PGFN Procuradoria Geral da Fazenda Nacional PGPE Plano Geral de Cargos do Poder Executivo PJ Pessoa Jurídica PNEF Programa Nacional de Educação Fiscal PNFA Plano Nacional de Fiscalização Aduaneira PROEDUC Programa de Educação Corporativa REDEX Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação RF Região Fiscal RFB Receita Federal do Brasil RIP Registro Imobiliário Patrimonial R A E (N) Reunião de Avaliação Estratégica Nacional R A E (R) - Reunião de Avaliação Estratégica Regional SAGA Sistema de Apoio ao Gerenciamento do Atendimento aos Contribuintes SAGE Sistema de Apoio à Gestão Estratégica SAIN Secretaria de Assuntos Internacionais (MF) SAMF/MG Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda em Minas Gerais SEAE Secretaria de Acompanhamento Econômico (MF) SEDS Secretaria de Estado de Defesa Social SEFAZ/MG Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais SEPLAG/MG Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais SEMAC Serviço de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes SERPRO Serviço Federal de Processamento de Dados SIADS Sistema Integrado de Administração de Serviços SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAPE Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos SIASG Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SICONV Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SIEF Sistema Integrado de Informações Econômico Fiscais SIORG Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal SISAC Sistema de Exame e Registro de Atos de Admissão e Concessão SISCAC Sistema Integrado de Atendimento ao Contribuinte SISCAD Sistema de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas SPED Sistema Público de Escrituração Digital SPIUNet Sistema de Gerenciamento dos Imóveis de Uso Especial da União SPE Secretaria e Política Econômica (MF) SPOA Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (MF) SPU Secretaria do Patrimônio da União SRRF Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil STN Secretaria do Tesouro Nacional SUARA Subsecretaria de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil SUARI Subsecretaria de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal do Brasil SUCOR Subsecretaria de Gestão Corporativa da Receita Federal do Brasil

6 SUFIS Subsecretaria de Fiscalização da Receita Federal do Brasil SUTRI Subsecretaria de Tributação e Contencioso da Receita Federal do Brasil TCU Tribunal de Contas da União TME Tempo Médio de Atendimento UC Unidade Central UG Unidade Gestora UJ Unidade Jurisdicionada

7 LISTA DE QUADROS E DECLARAÇÕES (conforme Portaria TCU nº 175/2013) Título Página Quadro 1 Identificação da UJ Quadro 2 Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ Quadro 3 Movimentação Orçamentária Interna por Grupo de Despesa Quadro 4 Despesas por Modalidade de Contratação Créditos de Movimentação Quadro 5 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Créditos de Movimentação Quadro 6 Restos a Pagar Inscritos em Exercícios Anteriores Quadro 7 Força de Trabalho da UJ Situação em 31/ Quadro 8 Situações que Reduzem a Força de Trabalho da UJ Quadro 9 Detalhamento da Estrutura de Cargos em Comissão e Funções Gratificadas da UJ. 158 Quadro 10 Quantidade de Servidores da UJ por Faixa Etária Quadro 11 Quantidade de Servidores da UJ por Nível de Escolaridade Quadro 12 Quadro de Custos de Pessoal no Exercício e nos dois Anteriores Quadro 13 Atos Sujeitos ao Registro do TCU Quadro 14 Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU Quadro 15 Regularidade do Cadastro dos Atos no SISAC Quadro 16 Contratos Prestação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Ostensiva Quadro 17 Contratos de Prestação de Serviços com Locação de Mão de Obra Quadro 18 Composição do Quadro de Estagiários Quadro 19 Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial de Propriedade da União 192 Quadro 20 Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob Responsabilidade da UJ, Exceto Imóvel Funcional Quadro 21 Discriminação de Imóveis Funcionais da União sob Responsabilidade da UJ Quadro 22 Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros Quadro 23 Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Quadro 24 Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água

8 Quadro 25 Cumprimento das Deliberações do TCU Atendidas no Exercício Quadro 26 Demonstrativo, por Autoridades e Servidores, da Obrigação de Entregar a DBR Quadro 27 Declaração de inserção e atualização de dados no SIASG E SINCOV Quadro 28 Declaração de que as demonstrações contábeis do exercício refletem corretamente a situação orçamentária, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada

9 SUMÁRIO Título Página Introdução Itens do Relatório de Gestão, Parte A, Conteúdo Geral, Anexo II, DN TCU nº 127/ Identificação e Atributos das Unidades Cujas Gestões Compõem o Relatório Identificação da Unidade Jurisdicionada Finalidade e Competências Institucionais da Unidade Jurisdicionada Organograma Funcional da Unidade Jurisdicionada Macroprocessos Finalísticos da Unidade Jurisdicionada Principais Macroprocessos de Apoio ao Exercício das Competências e Finalidades da Unidade Jurisdicionada Principais Parceiros (externos à Unidade Jurisdicionada, da administração pública ou da iniciativa privada) Relacionados à Atividade Fim da Unidade Planejamento e Resultados Alcançados Informações sobre o Planejamento da Unidade Jurisdicionada Informações sobre Outros Resultados Gerados pela Gestão Estruturas de Governança e de Autocontrole da Gestão Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira Execução das Despesas Movimentação e Saldos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados Estrutura de Pessoal da Unidade Terceirização de Mão de Obra e Contratação de Estagiários

10 6 - Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário Gestão da Frota de Veículos Próprios e Locados de Terceiros Gestão do Patrimônio Imobiliário da União que esteja sob a Responsabilidade da Unidade Distribuição Espacial dos Bens Imóveis Locados de Terceiros Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental Adoção de Critérios de Sustentabilidade Ambiental na Aquisição de Bens e na Contratação de Serviços ou Obras Medidas para Redução de Consumo Próprio de Papel, Energia Elétrica e Água Conformidades e Tratamento de Disposições Legais e Normativas Deliberações do TCU Atendidas no Exercício Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei nº 8.730/ Alimentação SIASG e SICONV Relacionamento com a Sociedade Descrição dos Canais de Acesso do Cidadão ao Órgão para fins de Solicitações, Reclamações, Denúncias, Sugestões, etc Informações Contábeis Medidas para a Adoção de Critérios e Procedimentos Estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Declaração do Contador atestando Conformidade das Demonstrações Contábeis

11 INTRODUÇÃO O presente Relatório de Gestão consolida as informações referentes às Unidades Gestoras da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil na 6ª Região Fiscal. As informações apresentadas a seguir estão estruturadas de acordo com os itens e subitens previstos na Parte A, Conteúdo Geral e Parte B, Conteúdo Específico, Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 127/2013, combinados com as orientações e os quadros contidos na Portaria TCU nº 175/2013. ITENS DO ANEXO II, PARTE A - CONTEÚDO GERAL, DA DN TCU Nº 127/2013 E QUADROS DA PORTARIA TCU Nº 175/2013 QUE NÃO SE APLICAM À REALIDADE DA UNIDAE JURISDICIONADA 2. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS 2.2 Programação Orçamentária e Financeira e Resultados Alcançados Quadro A Quadro A Programa Temático Objetivo Justificativa: A Unidade Jurisdicionada não possui Programas Temáticos, motivo pelo qual os quadros citados acima não se aplicam à realidade da UJ. Quadro A Ações do Orçamento de Investimento Justificativa: A UJ não faz parte do Orçamento de Investimento - OI e sim do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social - OFSS. 3. ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO 3.1 Estrutura orgânica de controle da unidade jurisdicionada ou do órgão a que se vincula, tais como unidade de auditoria ou de controle interno, comitê de auditoria, conselhos fiscais, comitês de avaliações, etc. descrevendo de maneira sucinta a base normativa, as atribuições e a forma de atuação de cada instância de controle. Justificativa: Na RFB não há uma estrutura formal de controle. No entanto, há uma unidade de auditoria interna responsável, dentre outras, pela proposição de políticas e diretrizes de atuação preventiva e corretiva para a RFB; pela coordenação e execução de atividades de auditorias internas e de gestão nas unidades centrais e descentralizadas e propor políticas e diretrizes relativas à gestão de riscos na RFB. Não há extensão da unidade de auditoria nas Superintendências Regionais da RFB e a administração, gerência e tomada de decisões relacionadas à auditoria interna cabem ao Órgão Central da RFB, motivo pelo qual o Subitem 3.1 não se aplica à Unidade Jurisdicionada. As informações relacionadas a este Subitem serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão Central da RFB. 3.4 Estrutura e atividades do sistema de correição da unidade, identificando, inclusive, a base normativa que rege a atividade no âmbito da unidade ou do órgão. 10

12 Justificativa: A administração da Unidade de correição é realizada no Órgão Central e as informações relacionadas a este Subitem serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão Central da RFB. 3.5 Demonstração do cumprimento, pela instância de correição da unidade, das disposições dos arts. 4º e 5º da Portaria nº 1.043, de 24 de julho de 2007, da Controladoria-Geral da União - CGU, no que tange aos fatos originados em unidade jurisdicionada cuja gestão esteja contemplada no relatório de gestão. Justificativa: Conforme informado na justificativa do Subitem 3.4 acima, a administrção da Unidade de correição da RFB é realizada no Órgão Central e as informações relacionadas a este Subitem serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão Central da RFB. 3.6 Indicadores utilizados para monitorar e avaliar o desempenho da entidade no que se refere à governança e controles internos. Justificativa: Conforme informado na justificativa do Subitem 3.1, na RFB não há estrutura formal de controle. Há uma unidade de auditoria interna e as informações referentes a este Subitem serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão central da RFB. 4. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.1 Execução das Despesas Quadro A Quadro A Quadro A Quadro A Quadro A Quadro A Programação de Despesas Movimentação Orçamentária Externa por Grupo de Despesa Despesas por Modalidade de Contratação - Créditos Originários - Total Despesas por Modalidade de Contratação - Créditos Originários - Valores Executados Diretamente pela UJ Despesas por Grupo e Elemento de Despesa - Créditos Originários - Total Despesas por Grupo e Elemento de Despesa - Créditos Originários - Valores Executados Diretamente pela UJ Justificativa: A Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB possui somente uma Unidade Orçamentária - UO ( Órgão Central RFB) e conforme informações da Portaria TCU nº175/2013, somente UJ que for UO deve preencher os quadros citados acima. As informações dos quadros serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão Central. 4.5 Suprimento de Fundos 11

13 Quadro A Despesas Realizadas por Meio de Suprimento de Fundos por UG e por Suprido (Conta Tipo B ) Justificativa: A modalidade de Suprimento de Fundos Conta Tipo B não se aplica à Unidade Jurisdicionada. 4.6 Renúncias de Receitas Justificativa: Esta UJ não é órgão gestor de nenhuma renúncia tributária, não cabendo, portanto, a prestação de informações relacionadas a este Subitem. Alguns quadros deste Subitem serão apresentados no Relatório de Gestão do Órgão Central 5. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas Justificativa: A RFB não é órgão instituidor de aposentadorias e pensões, cuja gestão está a cargo da área de pessoal do Ministério da Fazenda. Neste sentido, não foi tratado neste Relatório o Subitem Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas, nem foram preenchidos os correspondentes quadros da Portaria TCU nº 175/2013: Quadro A Composição do Quadro de Servidores Inativos; e Quadro A Intituidores de Pensão Atos Sujeitos à Remessa TCU em meio físico Quadro A Atos Sujeitos à Remessa ao TCU em Meio Físico Justificativa: Por não ser a UJ órgão instituidor de aposentadorias e pensões, não é pertinente o preenchimento deste quadro Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Justificativa: Como o Siape e Siapecad não disponibilizam informação sobre acumulação indevida de cargos, os procedimentos de controle adotados são: Atualmente, quando o Siape notifica alguma anomalia em relação a possível acumulação no momento de atualização do cadastro funcional quando da integração com o Siapecad para gerar efeito financeiro na Folha de Pagamento, é realizado levantamento para 12

14 análise do caso concreto e tomadas as providências devidas de acordo com instrução legal. Entrega de Termo de Responsabilidade assinado pelo servidor no ato da posse, declarando não exercer qualquer cargo ou emprego público efetivo na Administração Pública Federal, nem perceber proventos decorrentes de aposentadoria inacumulável de acordo com a Constituição Federal. O servidor também se compromete a comunicar ao Ministério da Fazenda qualquer alteração que vier a ocorrer em sua vida funcional que não atenda aos dispositivos legais previstos para os casos de acumulação de cargos. São utilizadas também, como forma de prevenção à acumulação indevida, as ações de capacitação relativas à disseminação da ética no serviço público durante o programa de formação de novos servidores, bem como no programa anual de capacitação Informações sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão Quadro A Quadro A Cargos e Atividades Inerentes a Categorias Funcionais do Plano de Cargos da Unidade Jurisdicionada Autorizações para Realização de Concursos Públicos ou Provimento Adicional para Substituição de Terceirizados Justificativa: A RFB não possui terceirizados exercendo atividades típicas da carreira de auditoria fiscal. 7. GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Quadro A 7.1 Gestão da Tecnologia da Informação da Unidade Jurisdicionada Justificativa: A gestão da unidade de tecnologia da RFB é realizada de forma centralizada no Órgão Central, motivo pelo qual as informações deste Item constarem no Relatório de Gestão do Órgão Central. 9. CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS 9.3 Informações Sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna Justificativa: Na RFB, há uma unidade de auditoria interna responsável, dentre outras, pela proposição de políticas e diretrizes de atuação preventiva e corretiva para a RFB; pela coordenação e execução de atividades de auditorias internas e de gestão nas unidades centrais e descentralizadas e propor políticas e diretrizes relativas à gestão de riscos na RFB. Não há extensão da unidade de auditoria nas Superintendências Regionais da RFB e a administração, gerência e tomada de decisões relacioandas à auditoria interna cabem ao Órgão Central da RFB, motivo pelo qual as informações relativas a este Subitem constarem no Relatório de Gestão do Órgão Central da RFB. 10. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE 10.2 Mecanismos para medir a satisfação dos cidadãos-usuários ou clientes dos produtos e serviços resultantes da atuação da unidade. 13

15 10.3 Demonstração dos resultados de eventuais pesquisas de opinião feitas nos últimos três últimos anos com cidadãos em geral, segmentos organizados da sociedade ou usuários dos produtos e serviços resultantes da atuação do órgão ou entidade. Justificativa: A administração dos mecanismos para medir a satisfação dos cidadãos-usuários dos serviços da unidade e a os resultados de eventuais pesquisas de opinião realizadas nos três últimos anos com os cidadãos em geral, é realizada no Órgão Central e as informações relacionadas a estes Subitens serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão Central da RFB. ITENS DO ANEXO II, PARTE B - CONTEÚDO ESPECÍFICO POR UNIDADE JURISDICIONADA, DA DN TCU Nº 127/2013 E QUADROS DA PORTARIA TCU Nº 175/2013 QUE NÃO SE APLICAM À REALIDADE DA UNIDAE JURISDICIONADA 26. RFB (ACÓRDÃO TCU Nº 499/ PLENÁRIO) Informações sobre as medidas administrativas e judiciais adotadas para a cobrança e execução da dívida previdenciária e não previdenciária. Justificativa: A gestão da cobrança e execução da dívida previdenciária e não previdenciária está a cargo do Órgão Central e as informações relativas a este Item serão apresentadas no Relatório de Gestão do Órgão Central da RFB. ITENS DO ANEXO II, PARTE A - CONTEÚDO GERAL, DA DN TCU Nº 127/2013 E QUADROS DA PORTARIA TCU Nº 175/2013 QUE SE APLICAM À REALIDADE DA UNIDADE JURISDICIONADA MAS QUE NÃO HÁ INFORMAÇÕES A SEREM PRESTADAS 2. PLANEJAMENTO DA UNIDADE E RESULTADOS ALCANÇADOS 2.2 Programação Orçamentária e Financeira e Resultados Alcançados Quadro A Ações Quadro A Quadro A Ação/Subtítulos Ações Não Previstas na LOA Restos a Pagar Não Processados Justificativa: A Unidade Jurisdicionada não possui informações sobre os Quadros acima porque não gerenciou nenhuma ação desdobrável em subtítulo e nem ações não previstas na LOA. 4. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.2 Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos Justificativa: Não houve no ano de 2013, reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos na Unidade Jurisdicionada. 14

16 4.4 Transferência de Recursos Justificativa: A UJ não celebrou Convênios, Termos de Cooperação ou Compromisso e nem Contratos de Repasse no período de 2011 a Suprimento de Fundos Despesas realizadas por Meio da Conta Tipo B e por Meio do Cartão de Quadro A Crédito Corporativo (Série Histórica) Quadro A Despesa com Cartão de Crédito Corporativo por UG e por Portador Quadro A Prestações de Contas de Suprimento de Fundos (Conta Tipo B e CPGF) Justificativa: A UJ não utilizou suprimento de fundos no período de 2011 a CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS 9.1 Atendimento de deliberações do TCU Situação das Deliberações do TCU que permanecem pendentes de Atendimento Quadro A no Exercício 9.2 Tratamento das recomendações do OCI Quadro A Relatório de Cumprimento das Recomendações do OCI Situação das Recomendações do OCI que permanecem pendentes de Quadro A atendimento no exercício 9.5 Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário Quadro A 9.5 Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário em 2013 Justificativa: Não há deliberações do TCU pendentes de atendimento, como também não foram registradas recomendações do OCI no exercício de Também não foram instauradas tomadas de contas especiais na UJ durante o exercício. ITENS DO ANEXO II, PARTE B - CONTEÚDO ESPECÍFICO POR UNIDADE JURISDICIONADA, DA DN TCU Nº 127/2013 E QUADROS DA PORTARIA TCU Nº 175/2013 QUE SE APLICAM À REALIDADE DA UNIDADE JURISDICIONADA MAS NÃO HÁ INFORMAÇÕES A SEREM PRESTADAS 35. UNIDADES QUE TENHAM FIRMADO TERMO DE PARCERIA NOS TERMOS DA LEI 9.790/99 Informações sobre o acompanhamento das ações relacionadas ao termo de parceria, contemplando, entre outros, a forma de escolha do parceiro, a execução do cronograma físico-financeiro e os resultados da parceria, nos termos da portaria referida no inciso VI do caput do art. 5º desta decisão normativa. Justificativa: A UJ não firmou termo de parceria nos termos da Lei nº 9.790/99 no exercício de

17 PRINCIPAIS REALIZAÇÕES E DICULDADES ENCONTRADAS NO EXERCÍCIO DE 2013 E DESAFIOS PARA 2014 No exercício 2013, a Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil na 6ª Região Fiscal SRRF06, teve como principais realizações as atividades e resultados a seguir descritos, de forma sintética, uma vez que seu detalhamento será apresentado em tópicos próprios do presente Relatório de Gestão. Também serão relatadas as dificuldades encontradas para a realização dos objetivos propostos, bem como os novos desafios que se apresentam para Principais realizações e resultados A Superintendência viveu um exercício marcado por muito trabalho e superação de dificuldades, notadamente aquelas provenientes de redução no quadro de servidores, restrições orçamentárias e de estabelecimento de limites e instâncias de governança para a realização de gastos com diárias e passagens. Entretanto, mesmo diante dessas dificuldades, a 6ª Região Fiscal evoluiu em todos os grandes processos de trabalho da instituição. Para compensar a carência de pessoal, foi dado início à iniciativa regional de criação de centros virtuais especializados para a execução de atividades de diferentes áreas de atuação. O objetivo foi racionalizar o trabalho e maximizar os resultados, de forma a promover ganhos de produtividade pela contínua especialização. Com esse foco, tiveram desenvolvimento os seguintes projetos: - Regionalização da atividade de acompanhamento dos maiores contribuintes; - Padronização e Regionalização dos Processos de Isenção IPI; - Criação de centros de especialização na área de fiscalização da 6a RF, e - Reestruturação da Logística na 6a RF. A fiscalização, que veio de um resultado insatisfatório em 2012, reflexo do movimento reivindicatório para correção salarial vivenciado naquele exercício, teve regionalmente uma atuação exemplar. Antes do fim de novembro, o desempenho anual esperado pela RFB já havia sido atingido 100% do Indicador Global de Fiscalização. Há que se destacar que, pela apuração dos resultados acumulados em 2013, a 6ª Região Fiscal apresentou a melhor distribuição no atingimento dos índices que compõem o referido indicador, demonstrando que os resultados não foram atingidos ao acaso, mas sim com equilibrado esforço e muito planejamento. Essa reação é creditada ao comprometimento coletivo dos servidores dedicados à atividade, ao fortalecimento do trabalho em equipe, principalmente em função dos eventos de capacitação focados na atividade laboral dos Chefes de Equipe, à divulgação da estratégia de ação da RFB e ao acompanhamento muito próximo do trabalho das unidades e de cada um dos Auditores-Fiscais, inclusive com a implementação de um programa de visitas técnicas. Tais iniciativas proporcionaram aos servidores uma visão sistêmica da instituição e funcionaram como elemento motivador. O grau de eficiência demonstrado pelas equipes regionais de planejamento e fiscalização, é outro ponto de destaque e indica o certeiro trabalho da equipe de seleção e a excelência na execução das ações fiscais. 16

18 Na arrecadação foi dada efetividade aos sistemas de cobrança e consolidada a eficiência no controle das compensações. Paralelamente, a área desenvolveu, em abril, uma ação de grande impacto, a Operação Grifo, com o intuito de incrementar a regularização de obras de construção civil, com o recolhimento da contribuição previdenciária devida. Em Belo Horizonte, Juiz de Fora e Sete Lagoas a operação utilizou o helicóptero da RFB, para identificação e/ou confirmação das obras irregulares, com captura de imagens para subsidiar os trabalhos de intimação e lavratura de autos de infração. Com isto, no período de abril a outubro de 2013, observou-se um incremento de 22% na arrecadação espontânea da contribuição previdenciária de pessoas físicas, representando uma arrecadação extra de aproximadamente R$ 22 milhões de reais. Na área aduaneira, a SRRF06 iniciou as providências para instalação, nas dependências do Aeroporto Internacional de Confins, do Centro Regional de Cães de Faro, para incrementar as operações de prevenção e repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. Para tanto, realizou processo seletivo interno, que contou com a participação de 28 servidores, visando a escolha de 01(um) servidor para atuar como condutor do cão de faro. O servidor selecionado participou de treinamento com duração de um mês, realizado no Centro Nacional de Cães de Faro CNCF localizado na cidade de Vitória-ES. Ainda na área aduaneira, merece destaque o trabalho da IRF/BHE, que recebeu o prêmio concedido pela Secretaria de Aviação Civil e a Embratur, na categoria controle aduaneiro, por sua atuação na Copa das Confederações. Naquela oportunidade, foi possível aferir os resultados do trabalho de planejamento e preparação dos servidores, que foi iniciado em 2012, visando os grandes eventos previstos. A Inspetoria também teve atuação diferenciada na realização de leilões eletrônicos para pessoas jurídicas e físicas, com mercadorias provenientes de diversas unidades da 6ª RF. Foram realizados três leilões, com arrecadação superior a R$ 4,2 milhões. A 6ª Região Fiscal, por meio de sua área de Tributação, participou ativamente dos esforços envidados pela RFB, buscando a redução de litígios tributários, oferecimento de maior segurança jurídica aos contribuintes e maior agilidade do processo de consulta. Nesse sentido, atuou de forma decisiva do processo de simplificação da legislação, seja pela revisão dos pareceres de IPI, seja pela participação na nova modalidade de procedimentos de consulta, que prevê que as consultas externas apresentadas pelos contribuintes, relativas à interpretação da legislação tributária federal, tenham efeito vinculante para todas as Unidades e instâncias da RFB, podendo ainda, os contribuintes, independentemente de apresentação de consulta pessoal, passar a adotar e se orientar pela resposta apresentada na consulta externa, que está sendo disponibilizada, na íntegra, na página da RFB na internet. No ano de 2013, a 6ª RF cumpriu a desafiadora meta do atendimento aos contribuintes: 84% para o percentual de atendimentos realizados com tempo médio de espera igual ou menor a 15 minutos (TME15), apesar de apresentar, nos meses de janeiro e dezembro, desempenho abaixo da meta. Isso em função da atipicidade desses meses e das dificuldades no gerenciamento do atendimento pela instabilidade/lentidão dos sistemas, principalmente da Suíte de Aplicativos. Outro motivo que pode ter influenciado o TME15 foi a saída de servidores das unidades de atendimento ao longo do ano sem a devida reposição. Houve uma redução no quantitativo de atendentes (aproximadamente de 17

19 2,5%), conjugada com um aumento no volume de atendimentos (na ordem de 3%) em relação ao mesmo período de O projeto de Ampliação do Atendimento Eletrônico também foi destaque no exercício. Seu objetivo principal é coordenar ações junto às unidades no sentido de estimular a plena utilização pela sociedade das ferramentas do Sítio da RFB e do e- CAC, ampliando o atendimento eletrônico. Neste sentido, foram realizadas palestras em diferentes unidades (Itabira, Coronel Fabriciano, Pará de Minas, Divinópolis, Uberlândia, Patos de Minas, Sete Lagoas, Curvelo, João Monlevade, Montes Claros e Patrocínio), além de videoconferência para todas as unidades Em relação ao atendimento virtual, a meta do ano de 2013 para número de acessos ao e-cac na 6ª RF foi de acessos. O ano foi finalizado com acessos acumulados, superando a meta estabelecida em 18%. Os serviços mais demandados continuaram sendo os relativos à consulta às pendências, pagamentos e situação fiscal, além da caixa postal. A implantação do Autoatendimento Orientado nas Delegacias também foi priorizada e a Região contabilizou ao final do período seis unidades com o serviço implantado. O Autoatendimento Orientado consiste em manter um ambiente físico destacado nas unidades de atendimento, onde são disponibilizados microcomputadores para que os contribuintes possam obter serviços e informações por meio do sítio da Receita Federal na Internet, com a orientação de servidores da unidade. Durante o ano, a Divisão de Interação com o Cidadão (Divic) manteve também seu planejamento de comunicação, por meio da intranet, com edição do Fique em Dia, informativo semanal com as principais novidades do atendimento, e do Boletim mensal com os dados do atendimento na Região. No desenvolvimento da moral tributária, foi iniciado o projeto de estruturação e implantação dos Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal NAF. Trata-se de um modelo semelhante ao dos Escritórios de Prática Jurídica (SAJUs), no qual, mediante um protocolo de cooperação com faculdades de ciências contábeis e de comércio exterior, é estabelecida parceria para dar suporte contábil e fiscal a pessoas de baixa renda (PF ou PJ) ou ao público interno das faculdades/universidades, bem como atuar como centro de aprendizagem dos alunos por meio de discussões, palestras, grupos de estudo, treinamentos. Com tal parceria esperase ampliar o trabalho de orientação fiscal, além de promover a qualificação das classes profissionais envolvidas. Em 2013, foram inaugurados quatro Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal (NAF): um em Coronel Fabriciano, um em Divinópolis e dois em Belo Horizonte. Novos NAF já estão previstos: um em Barbacena e outro em Uberlândia. Merece destaque no âmbito do Programa de Educação Fiscal, a conquista do 1º lugar, pelo Município de Barroso-MG, no Prêmio de Educação Fiscal de 2013 da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), na categoria Instituições, com o projeto: Impostos, Transparência, Participação e Prosperidade, que concorreu com outros 189 inscritos de vários estados do Brasil. O critério de escolha foi a melhor proposta de racionalização, controle e qualidade dos gastos públicos, revertidos em melhores conquistas para a comunidade local. Esse projeto teve suas raízes na atuação da DRF/Juiz de Fora. Outro projeto conduzido pela área de atendimento no decorrer de 2013, foi o Projeto Reuniões temáticas com entidades de classe. O objetivo é melhorar a comunicação e estreitar o diálogo entre a administração e os administrados, em consonância com os princípios da presunção da boa fé e da confiança mútua. Foram realizadas três reuniões temáticas, com um total de cinco palestras e 18

20 abordados, dentre outros, os seguintes temas: Sped Contábil, Portal e-social, Perdcomp e parcelamento do Simples Nacional. A área de Engenharia da 6ª RF foi consolidada no ano de 2013, tendo papel fundamental na aplicação da quase totalidade dos recursos disponibilizados para a Região, no montante de R$ ,00, buscando sempre proporcionar melhores condições de trabalho aos servidores e conforto aos contribuintes. A iniciativa de maior representatividade financeira no Plano de Engenharia da Região foi a retomada da obra da nova sede da DRF/Belo Horizonte. A obra foi paralisada em fevereiro de 2013 e teve seu contrato rescindido em setembro, em decorrência de insolvência da contratada. Em dezembro de 2013, foi realizada a contratação para a execução do remanescente. O reinício das obras está previsto para fevereiro de 2014 e o término para outubro do mesmo ano. Dentre os vários tipos de crédito, foi dada ênfase às iniciativas de Acessibilidade e Emergenciais. Diversos projetos de sinalização tátil, rampas e modernização de elevadores foram executados. As obras aguardaram a autorização do Ministério do Planejamento, uma vez que a Portaria MPOG nº 268/2013 suspendeu a realização de novas contratações relacionadas a reforma de bens imóveis. As autorizações ocorreram no final de dezembro de 2013, viabilizando ainda a maioria das contratações. Em 2013, foram contratados e entraram em execução os cinco projetos das Agências Modelos a serem implantadas nos municípios de Caratinga, Manhuaçu, Passos, Betim e Barbacena. Dentre esses pilotos, o projeto da Agência de Betim está sendo desenvolvido em conjunto com o projeto do Depósito de Mercadorias Apreendidas da Inspetoria de Belo Horizonte, que contará com um galpão de mercadorias apreendidas com área de aproximadamente m², pátio coberto para veículos com área de 1.000m² e mais dois pátios descobertos com áreas de 850m² e 1.200m². Também foi destaque a transferência, a partir do dia 1º de julho, da ARF/Itaúna para nova sede, e a reinauguração da ARF/Araxá, após ampla reforma. As novas unidades passaram a oferecer mais conforto aos servidores e contribuintes. A Região soube se beneficiar da tecnologia, primando pela maior automação das atividades, de modo a liberar as pessoas para as tarefas mais complexas e permitir ganhos importantes de produtividade. A gestão eficiente e a metodologia de elaboração de projetos também foram decisivas para eliminar redundâncias e gargalos nos processos de trabalho. Dez projetos estratégicos da Superintendência tiveram seu acompanhamento efetuado por meio da metodologia de Gerenciamento de Projetos, o que exigiu a capacitação das equipes envolvidas, por meio de cursos, oficinas e consultorias internas. Desses, cinco foram encerrados no exercício, a saber: - Seminário de Trocas de Experiências Fiscais e Discussão de Teses e Julgados das DRJ/CARF; - Ampliação do Atendimento Eletrônico; - Implementação do Plano de Disseminação da Estratégica RFB; - Regionalização da Atividade de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes na 6a RF; e - Implementação dos NAF na 6ª RF. 19

21 A capacitação da equipe é sempre requisito essencial numa organização que precisa inovar e modernizar-se todo o tempo. Com esse espírito, o Proeduc Programa de Educação Corporativa é elaborado e implementado em todos os exercícios. Em 2013, o total executado neste programa foi R$ ,09. Entre os eventos realizados, destacam-se os Seminários, que buscaram a reflexão sobre temas específicos e a disseminação de conhecimento dentro da Região. Eis alguns deles: - Seminário sobre Notas Fiscais e Notas Explicativas - realizado no período de 23 a 25/04, contou com a participação de 76 servidores das áreas de acompanhamento dos maiores contribuintes, fiscalização, seleção e programação, tributação e administração tributária da 6ª RF. - Seminário Regional de Troca de Experiências Fiscais e Discussão de Temas Relevantes da Tributação - ocorrido em setembro, foi estruturado com a apresentação de sete palestras e seis oficinas, contando com 130 participantes, entre ouvintes e palestrantes. - 1º Seminário de Gerenciamento do Processo de Interação com o Cidadão - realizado em maio, reuniu os representantes das agências e chefes dos CAC de toda a 6ª região para refletir sobre o atendimento prestado pela RFB e, em particular, pela 6ª RF. Em pauta, palestras e debates de assuntos ligados ao Atendimento e Educação Fiscal. - Seminário Regional de Avaliação Estratégica - foram realizados quatro no exercício, buscando-se avaliar os resultados trimestrais e discutir melhorias a serem implementadas no desempenho das unidades. No âmbito da Gestão por Competências, iniciada pela RFB em 2010, com o mapeamento das competências relacionadas aos seus processos de trabalho, foi realizado, com sucesso, o 2º Ciclo de Diagnóstico de Competências da RFB (o primeiro ocorreu em 2011). Participaram mais de 19 mil servidores em todo o Brasil; em Minas Gerais, foram mais de Esse alto nível de adesão voluntária demonstra a clara disposição dos servidores em colaborar no processo e em buscar seu aprimoramento. Algumas Delegacias investiram muito no relacionamento com o público externo, caso da DRF/Belo Horizonte e DRF/Coronel Fabriciano, que desenvolveram os programas Receita Informa e Circuito Integrar, respectivamente, visando aprimorar e ampliar os serviços prestados à sociedade. Ambos tiveram os profissionais de contabilidade em seu público preferencial e buscaram esclarecer e disseminar conhecimentos por meio de palestras, cursos e seminários gratuitos, visando o correto cumprimento das obrigações tributárias e previdenciárias. Com essa abordagem, também foi destaque a iniciativa da DRF/Uberlândia, que lançou no mês de setembro seu Informativo dirigido ao público externo, dando início a uma nova modalidade de comunicação com a sociedade de sua jurisdição, visando à Educação Fiscal de contabilistas, entidades de classe e outros públicos interessados, com a divulgação de novidades na legislação e nos procedimentos da Receita Federal do Brasil. - Principais obstáculos enfrentados no Exercício A exemplo dos exercícios anteriores, a programação orçamentária e financeira foi impactada por restrições, impostas por meio do Decreto 8.062, de 29 de julho de 2013, que alterou a Lei , 20

22 de 4 de abril de 2013, que estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2013, bem como o Decreto , de 2 de maio de 2013, que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira, estabelece o cronograma mensal de desembolso do Poder Executivo para o exercício de 2013, reduzindo os limites de movimentação e empenho, exceto os relativos a despesas obrigatórias, e os de pagamento. A tais atos normativos seguiu-se a Portaria MP nº 268, de 30 de julho de 2013, definindo os limites de despesas empenhadas com a contratação de bens e serviços e com a concessão de diárias e passagens no âmbito do Poder Executivo, no exercício de 2013, acompanhada pelas normatizações de aplicação no âmbito do MF com o mesmo objeto ( Portaria 459, de 15 de agosto de 2013, Portaria 573, de 06 de dezembro de 2013 e Portaria 606, de 26 de dezembro de 2013). As restrições orçamentárias e o estabelecimento de limites e instâncias de governança para a realização de gastos com diárias e passagens forçaram a revisão das atividades programadas de fiscalização, operações de repressão, visitas de acompanhamento às unidades, reuniões e programas de capacitação da Região. Foi necessário manter forte controle da área orçamentária e financeira tanto em decorrência da escassez dos créditos quanto para cumprir os novos critérios e limites para os gastos com as diárias e passagens. Outra dificuldade verificada no exercício e já recorrente na Região é a contínua redução no quadro de servidores em função, principalmente, do número de desligamentos por aposentadoria. O quadro regional tem diminuído e, em 2013, apresentou o percentual de redução de aproximadamente 5,8 %. Tal percentual apresenta tendência de crescimento em 2014 face ao quantitativo de servidores que atualmente percebe o incentivo Abono de Permanência 489, em dez/2013. Quantitativo de Servidores - 6ª RF Data Quantitativo Comparativo com o Ano Anterior (%) 31/12/ /12/ ,88 31/12/ ,4 31/12/ ,8 A Região enfrentou também desligamentos em função da liberação de servidores (ATRFB e ATAs) para outras Regiões Fiscais, tendo em vista a aprovação no Concurso Público da RFB realizado no fim de 2012, sem previsão de vagas para a 6ª RF. - Desafios para 2014 O desafio para 2014 é grande pois além de provável contingenciamento haverá efeitos decorrentes da realização da Copa do Mundo e do processo eleitoral. Nesse cenário, a 6ª RF é levada a, cada vez mais, investir no planejamento de seus gastos e investimentos, buscando a otimização e a maximização dos recursos disponíveis, sem perder de vista a excelência de seus resultados. Sua atuação no próximo exercício priorizará atividades em cada um dos macroprocessos de trabalho definidos pela Instituição, buscando-se o equilíbrio de forças para se avançar nas conquistas já obtidas. Na fiscalização, a diretriz é a integração de esforços entre as respectivas áreas de fiscalização de tributos internos, de fiscalização aduaneira e de repressão - intensificando-se ações de pesquisa e inteligência, em parceria com o Escritório de Pesquisa e Investigação local (Espei06), para a 21

23 realização de operações de impacto, que implementem cada vez mais o objetivo de Elevar a percepção de risco e a presença fiscal. Pensando em 2014 e buscando melhorar sempre, foi desenvolvido projeto em que algumas atividades de revisão de declarações passarão a ser trabalhadas em equipes regionais. Com o mesmo objetivo, foi empreendido um trabalho de comunicação à cerca de 19 mil contribuintes, orientandoos a retificarem suas Declarações do IRPF entregues em 2013 e retidas em malha fiscal. Dessa forma, mesmo antes de estar disponível o sistema eletrônico corporativo que permite o trabalho da malha fiscal, a 6ª RF obteve significativa redução de estoques de DIRPF retidas. Também está sendo planejada operação regional a ser desenvolvida no escopo do Esforço Estratégico PF, que deve ser iniciada em março. A expectativa é de que essas três ações potencializem os resultados da fiscalização de Minas Gerais, possibilitando a manutenção dos bons índices alcançados em 2013, ou até mesmo a sua superação. A realização da Copa do Mundo, no âmbito dos grandes eventos, tem mobilizado a área aduaneira que se prepara, desde 2012, para enfrentar o aumento da demanda de passageiros internacionais no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Para suporte ao trabalho de controle aduaneiro, a previsão é de que o Centro Regional de Cães de Faro já esteja em pleno funcionamento até o final do primeiro semestre de Buscando maior integração entre as Divisões da Superintendência e as unidades locais jurisdicionadas, bem como propiciar maior conhecimento da realidade dessas unidades, com vistas à busca conjunta de soluções para as dificuldades enfrentadas, será dada continuidade ao programa de visitas técnicas iniciado em 2013 pelas Divisões de Fiscalização (Difis) e de Arrecadação e Cobrança (Dirac), com a participação das Divisões de Interação com o Cidadão (Divic), de Tributação (Disit) e de Tecnologia da Informação (Ditec). A Difis cumpriu o seu cronograma de visitas já em 2013 e à Dirac faltam somente seis Delegacias para serem visitadas. Também terão continuidade os projetos já iniciados: - Padronização e Regionalização dos Processos de Isenção de IPI; - Implementação do Gerenciamento da Cobrança; - Criação de Centros de Especialização na Área de Fiscalização da 6a RF; - Atendimento Aduaneiro nos Centros de Atendimento ao Contribuinte (CAC) e Agências da Receita Federal do Brasil (ARF); - Reestruturação da Logística na 6a RF. Para 2014/2015, estão previstos os seguintes novos projetos: - Seminários de Trocas de Experiências Garantia do Crédito Tributário, um em Belo Horizonte e outro em Juiz de Fora, com a participação das unidades da Região, da PFN/MG E DRJ/BHE, com previsão para agosto/ Ampliação dos CAC avançados. Esse projeto consiste em estabelecer parcerias com as Prefeituras de Minas Gerais, notadamente aquelas de que não dispõem de Delegacias ou Agências da RFB em seus municípios, a fim de aumentar a capilaridade de estruturas de atendimento ao cidadão, aproximando mais a RFB do contribuinte. É estabelecido um Protocolo de Cooperação cabendo à Prefeitura a execução, em suas instalações físicas e sem qualquer ônus para a RFB, de atividades relativas à divulgação e prestação de esclarecimentos básicos às pessoas físicas e jurídicas quanto à utilização dos 22

24 serviços disponíveis por acesso direto ao Sítio da Receita Federal do Brasil na Internet, sem que os seus servidores tenham acesso aos Sistemas e informações da RFB protegidas pelo sigilo fiscal. Todos os custos necessários à operacionalização dos procedimentos para execução do objeto ficam também à cargo da Prefeitura. Nesse Contexto, cabe à RFB a orientação e capacitação dos funcionários da Prefeitura responsáveis pela prestação dos serviços para que estejam aptos a prestar este tipo de atendimento. Também é de sua responsabilidade aprovar os locais em que as atividades serão desenvolvidas e acompanhar e avaliar o atendimento realizado. - Seminário Regional de Gestão Corporativa, com a participação das áreas finalísticas da Superintendência, com previsão para maio/2014; - Monitoramento de Sistemas Projeto Piloto a ser desenvolvido em parceira com a Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação - Cotec, com o objetivo de acompanhar o funcionamento dos principais sistemas utilizados pela equipe de atendimento, visando diagnosticar deficiências operacionais (lentidão e indisponibilidade) e propor soluções para melhoria. Estão previstas as seguintes ações: definição dos sistemas que mais impactam o atendimento, quando lentos ou inoperantes e que devam ser acompanhados; elaboração de formulário para registro da informação sobre o funcionamento dos sistemas selecionados; consolidação diária das informações encaminhadas pelos chefes de unidades e encaminhamento, semanal, do resultado para Cotec, para avaliação, com apresentação de sugestões de melhoria. Na área de projetos, a metodologia de gerenciamento de projetos deverá ser estendida às unidades locais jurisdicionadas, buscando-se intervenções que agreguem valor aos processos de trabalho, promovam ganhos de desempenho e auxiliem no alcance dos resultados esperados. A implementação do Programa de Educação Corporativa (Proeduc2014) merecerá atenção da Região e contemplará, em especial, a capacitação das chefias nível 4 e 5, por meio do Programa de Desenvolvimento Gerencial. No processo Gerir Patrimônio e Obras estão previstos projetos e/ou obras em diversas sedes, como as novas Sedes da DRF Sete lagoas e da DRF Poços de Caldas, o Bloco B da DRF Uberlândia e as reformas da DRF Uberaba, DRF Governador Valadares, DRF Juiz de Fora, DRF Divinópolis. Além disso, serão desenvolvidos os projetos de Agências Modelos nos municípios de Guaxupé, Ituiutaba e Pouso Alegre. Em 2014, está prevista também a conclusão, no primeiro semestre, dos cinco projetos das Agências Modelos a serem implantadas nos municípios de Caratinga, Manhuaçu, Passos, Betim e Barbacena, com início de parte das obras até o fim do ano. 23

25 SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL 6ª REGIÃO FISCAL - SRRF 06 PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 Item 1: Identificação e Atributos das Unidades Cujas Gestões Compõem o Relatório (Item 1, Conteúdo Geral, Parte A, Anexo II, DN TCU nº 127/2013) 24

26 1.1 - Identificação da Unidade Jurisdicionada Quadro 1 - IDENTIFICAÇÃO DA UJ Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério da Fazenda Código SIORG: Identificação da Unidade Jurisdicionada Consolidadora Denominação Completa: Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil 6ª Região Fiscal Denominação Abreviada: SRRF06 Código SIORG: 3157 Código LOA: não se aplica Código SIAFI: Natureza Jurídica: Orgão Público CNPJ: / Principal Atividade: Administração Tributária Código CNAE: /00 Telefones/Fax de contato: (031) (031) (031) Endereço Eletrônico: Página na Internet: Endereço Postal: Av. Afonso Pena, º andar Ala B Belo Horizonte/MG CEP: Normas Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Lei Ordinária nº de 16 de marco de 2007, publicada no D.O.U. em 19 de marco de 2007 Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Portaria MF nº 512, de 02 de outubro de 2013, publicada no D.O.U em 04 de outubro de 2013 Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, publicada no D.O.U em 17 de maio de 2012 Decreto nº 7.482, de 16 de maio de 2011, publicado no D.O.U em 17 de maio de 2011 Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Carta de Serviços ao Cidadão Cartilha Prevenção à Fraude Tributária com Títulos Públicos Antigos (publicação conjunta com a STN, PGFN e MPU) Cartilha do Regime de Tributação Unificada (RTU) RTU - Manual de Usuário - Perfil Condutor Paraguaio/Brasileiro RTU - Manual de Usuário - Perfil Representante do Vendedor Paraguaio RTU - Manual de Usuário - Perfis Responsável e Representante de Microimportador Manual de Despacho de Importação Manual de Despacho de Exportação Manual do Usuário - Empresa de Transporte Expresso Internacional Manual do Imposto de Renda Retido na Fonte - Mafon Unidades Gestoras Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil - 6ª Região Fiscal Delegacia da Receita Federal do Brasil em Belo Horizonte Delegacia da Receita Federal do Brasil em Governador Valadares Delegacia da Receita Federal do Brasil em Juiz de Fora Delegacia da Receita Federal do Brasil em Uberaba Delegacia da Receita Federal do Brasil em Varginha Delegacia da Receita Federal do Brasil em Divinópolis Delegacia da Receita Federal do Brasil em Montes Claros Delegacia da Receita Federal do Brasil em Uberlândia Inspetoria da Receita Federal do Brasil em Belo Horizonte Delegacia da Receita Federal do Brasil em Contagem Delegacia da Receita Federal do Brasil em Coronel Fabriciano Delegacia da Receita Federal do Brasil em Poços de Caldas Delegacia da Receita Federal do Brasil em Sete Lagoas Delegacia Especial da Receita Federal do Brasil de Maiores Contribuintes 25

27 em Belo Horizonte Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Tesouro Nacional Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Finalidade e Competências Institucionais da Unidade Jurisdicionada A Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, órgão específico singular, diretamente subordinado ao Ministro de Estado da Fazenda, entre outras atribuições, é responsável pela administração dos tributos de competência da União, inclusive os previdenciários e os incidentes sobre o comércio exterior, abrangendo parte significativa das contribuições sociais do País. Auxilia, ainda, o Poder Executivo Federal na formulação da política tributária brasileira, além de trabalhar na prevenção e combate à sonegação fiscal, ao contrabando, ao descaminho, à pirataria, à fraude comercial, ao tráfico de drogas e de animais em extinção e a outros atos ilícitos relacionados ao comércio internacional. As competências da Secretaria da Receita Federal do Brasil são as definidas no artigo 15 do Anexo I do Decreto nº 7.482, de 16/05/2011 e no artigo 1º do Anexo da Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012: I - planejar, coordenar, supervisionar, executar, controlar e avaliar as atividades de administração tributária federal e aduaneira, inclusive as relativas às contribuições sociais destinadas ao financiamento da seguridade social e às contribuições devidas a terceiros, assim entendidas outras entidades e fundos, na forma da legislação em vigor; II - propor medidas de aperfeiçoamento e regulamentação e a consolidação da legislação tributária federal; III - interpretar e aplicar a legislação tributária, aduaneira, de custeio previdenciário e correlata, editando os atos normativos e as instruções necessárias à sua execução; IV - estabelecer obrigações tributárias acessórias, inclusive disciplinar a entrega de declarações; V - preparar e julgar, em primeira instância, processos administrativos de determinação e exigência de créditos tributários e de reconhecimento de direitos creditórios, relativos aos tributos por ela administrados; 26

28 VI - preparar e julgar, em instância única, processos administrativos de aplicação de pena de perdimento de mercadorias e valores e de multa a transportador de passageiros ou de carga em viagem doméstica ou internacional que transportar mercadoria sujeita à pena de perdimento; VII - acompanhar a execução das políticas tributária e aduaneira e estudar seus efeitos sociais e econômicos; VIII - planejar, dirigir, supervisionar, orientar, coordenar e executar os serviços de fiscalização, lançamento, cobrança, arrecadação, e controle dos tributos e demais receitas da União sob sua administração; IX - realizar a previsão, o acompanhamento, a análise e o controle das receitas sob sua administração, bem como coordenar e consolidar as previsões das demais receitas federais, para subsidiar a elaboração da proposta orçamentária da União; X - propor medidas destinadas a compatibilizar a receita a ser arrecadada com os valores previstos na programação financeira federal; XI - estimar e quantificar a renúncia de receitas administradas e avaliar os efeitos das reduções de alíquotas, das isenções tributárias e dos incentivos ou estímulos fiscais, ressalvada a competência de outros órgãos que também tratam da matéria; XII - promover atividades de cooperação e integração entre as administrações tributárias do País, entre o fisco e o contribuinte, e de educação fiscal, bem assim preparar e divulgar informações tributárias e aduaneiras; XIII realizar estudos para subsidiar a formulação da política tributária e estabelecer política de informações econômico-fiscais e implementar sistemática de coleta, tratamento e divulgação dessas informações; XIV - celebrar convênios com órgãos e entidades da administração pública e entidades de direito público ou privado, para permuta de informações, racionalização de atividades, desenvolvimento de sistemas compartilhados e realização de operações conjuntas; XV - gerir o Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização, a que se refere o Decreto-Lei no 1.437, de 1975; XVI - negociar e participar da implementação de acordos, tratados e convênios internacionais pertinentes à matéria tributária e aduaneira; XVII - dirigir, supervisionar, orientar, coordenar e executar os serviços de administração, fiscalização e controle aduaneiros, inclusive no que diz respeito a alfandegamento de áreas e recintos; XVIII - dirigir, supervisionar, orientar, coordenar e executar o controle do valor aduaneiro e de preços de transferência de mercadorias importadas ou exportadas, ressalvadas as competências do Comitê Brasileiro de Nomenclatura; XIX - dirigir, supervisionar, orientar, coordenar e executar as atividades relacionadas com nomenclatura, classificação fiscal e econômica e origem de mercadorias, inclusive representando o País em reuniões internacionais sobre a matéria; 27

29 XX - planejar, coordenar e realizar as atividades de repressão ao contrabando, ao descaminho, à contrafação e pirataria e ao tráfico ilícito de entorpecentes e de drogas afins, e à lavagem e ocultação de bens, direitos e valores, observada a competência específica de outros órgãos; XXI - administrar, controlar, avaliar e normatizar o Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, ressalvadas as competências de outros órgãos; XXII - articular-se com órgãos, entidades e organismos nacionais, internacionais e estrangeiros que atuem no campo econômico-tributário, econômico-previdenciário e de comércio exterior, para realização de estudos, conferências técnicas, congressos e eventos semelhantes; XXIII - elaborar proposta de atualização do plano de custeio da seguridade social, em articulação com os demais órgãos envolvidos; XXIV - orientar, supervisionar e coordenar as atividades de produção e disseminação de informações estratégicas na área de sua competência, em especial as destinadas ao gerenciamento de riscos ou à utilização por órgãos e entidades participantes de operações conjuntas, visando à qualidade e fidedignidade das informações, à prevenção e ao combate às fraudes e práticas delituosas, no âmbito da administração tributária federal e aduaneira; e XXV - realizar e disseminar estudos e estatísticas econômico - tributários e relativos à matéria de comércio exterior, em estreita colaboração com a Secretaria de Política Econômica e com a Secretaria de Acompanhamento Econômico, visando aprimorar os estudos e as políticas públicas a seu cargo. Em relação à Unidade Jurisdicionada, suas competências estão definidas no artigo 209 do Anexo da Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012: Às Superintendências Regionais da Receita Federal do Brasil SRRF, por sua vez, compete, quanto aos tributos administrados pela RFB, inclusive os destinados a outras entidades e fundos, no âmbito da respectiva jurisdição, gerenciar o desenvolvimento das atividades de arrecadação, controle e recuperação do crédito tributário, de acompanhamento dos contribuintes diferenciados, de interação com o cidadão, de comunicação social, de tributação, de fiscalização, de controle aduaneiro, de tecnologia e segurança da informação, de programação e logística, de contabilidade, de gestão de pessoas, de planejamento, avaliação, organização e modernização, bem assim supervisionar as atividades das unidades subordinadas e dar apoio técnico, administrativo e logístico às subunidades das Unidades Centrais localizadas na região fiscal Organograma Funcional Para exercer suas competências e realizar sua missão, a RFB tem delineada sua estrutura organizacional em dois níveis: central e descentralizado. O primeiro nível, composto pelas Unidades Centrais, desenvolve atividades normativas, de supervisão e de planejamento; o segundo, composto por órgãos regionais e locais, desempenha as funções de execução e de operação. A estrutura funcional permite a cada nível desenvolver as funções básicas da Administração Tributária e Aduaneira. Compõem a estrutura da RFB as Unidades Centrais, que compreendem as Unidades de Assessoramento Direto e as Unidades de Atividades Específicas, e as Unidades Descentralizadas: A - UNIDADES CENTRAIS A.1. ASSESSORAMENTO DIRETO 28

30 A.2. ATIVIDADES ESPECÍFICAS SUBSECRETARIAS B - UNIDADES DESCENTRALIZADAS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SRRF Para garantir a presença em todo o país e a capilaridade necessária para o exercício de suas competências, a RFB divide o território nacional em 10 (dez) Regiões Fiscais, cada uma sob administração de uma Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil (SRRF), que se subordina diretamente ao Secretário. No caso da 6 a RF, sua jurisdição abrange todo o estado de Minas Gerais e sua sede situa-se em Belo Horizonte. SRRF06 Às Superintendências compete a supervisão, no limite de suas jurisdições, das atividades de tributação, arrecadação, cobrança, fiscalização, controle aduaneiro, combate aos ilícitos fiscais e aduaneiros, cadastros, acompanhamento dos maiores contribuintes, interação com o cidadão, tecnologia e segurança da informação, gestão de pessoas e programação e logística. Essas atividades estão organizadas em Divisões e Serviço, conforme o seguinte organograma: 29

31 Competências das Divisões e Serviço De acordo com o atual Regimento Interno da RFB- Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, Artigos 220 a 221, as atribuições das divisões e serviço que compõem a Superintendência são as seguintes: - À Divisão de Interação com o Cidadão - Divic compete gerenciar as atividades de interação com o cidadão, inclusive quanto aos serviços prestados por conveniados, as atividades de Ouvidoria e de Educação Fiscal, bem como planejar, controlar e avaliar as atividades relativas aos cadastros da RFB. - À Divisão de Gestão de Pessoas - Digep compete, ressalvada a competência específica das Unidades Descentralizadas dos órgãos setoriais do Ministério da Fazenda, gerenciar e supervisionar as atividades de gestão de pessoas, acompanhar ações judiciais pertinentes, realizar ações destinadas à promoção dos valores morais e éticos imprescindíveis ao enriquecimento da cultura organizacional, no âmbito da respectiva região fiscal, bem como executar as atividades de elaboração da folha de pagamento, concessão de vantagens, indenizações, gratificações, adicionais, ressarcimentos, consignações e benefícios, dos servidores em exercício nas unidades situadas no respectivo Estado. - À Divisão de Arrecadação e Cobrança - Dirac compete gerenciar as atividades de arrecadação e de cobrança de créditos tributários, propor metas e avaliar a execução nas unidades da respectiva região fiscal, e, em especial as atividades relativas às ações judiciais, restituição, compensação, ressarcimento, reembolso, imunidade, suspensão, isenção e redução de alíquotas em matéria tributária. - À Divisão de Tecnologia da Informação - Ditec compete gerenciar o ambiente informatizado; gerenciar e aplicar políticas, normas e procedimentos de segurança da informação; gerenciar o desenvolvimento e a manutenção de sistemas de informação; executar a prospecção, a avaliação, a internalização e a disseminação de tecnologias, produtos e serviços de informática; 30

32 supervisionar e executar o cadastramento, habilitação e certificação digital de usuários e cadastradores do ambiente informatizado e supervisionar as atividades relativas à guarda, recuperação e disseminação de informações econômico-fiscais. - À Divisão de Programação e Logística - Dipol compete as atividades relacionadas à programação e execução orçamentária e financeira, contabilidade, logística, comunicação administrativa, licitações, gestão de contratos, supervisão e execução de projetos, obras e serviços de engenharia, gestão de documentos, apoio administrativo, gestão de recursos materiais e patrimoniais, serviços gerais e administração de mercadorias apreendidas, bem assim administrar e supervisionar as atividades pertinentes à Seção de Gestão de Mercadorias Apreendida - Samap e à Seção de Obras e Serviços de Engenharia - Saeng. - À Divisão de Tributação - Disit compete orientar as unidades da região fiscal acerca da interpretação da legislação e sobre as decisões em matéria tributária, na esfera administrativa ou judicial; analisar os recursos de divergência interpostos em processos de consulta sobre interpretação da legislação tributária e de despacho, avaliando sua admissibilidade; examinar e emitir parecer em recursos administrativos dirigidos ao Superintendente, no âmbito de sua competência; examinar e propor informação em mandado de segurança impetrado contra o Superintendente; examinar e emitir parecer nos pedidos relativos a regimes fiscais especiais previstos na legislação tributária específica e de competência da Superintendência e desenvolver estudos e pesquisas, com vistas a oferecer sugestões para o aperfeiçoamento da legislação tributária. - À Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho - Direp compete gerenciar as atividades de vigilância e repressão aduaneira; executar ações de repressão ao contrabando, descaminho, porte ou transporte não autorizado de moeda, à contrafação e pirataria e ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, observada a competência específica de outros órgãos; formalizar os correspondentes autos de infração e representações fiscais, conforme planejamento das operações e efetuar o levantamento e troca de informações internas e externas necessárias para o planejamento e execução das operações em sua área de atuação. - À Divisão de Fiscalização - Difis compete coordenar e gerenciar as ações de programação e fiscalização e a utilização de instrumentos de controle especiais aplicáveis às operações de produção e comercialização, exceto em relação aos tributos e direitos comerciais relativos ao comércio exterior. - À Divisão de Administração Aduaneira - Diana compete gerenciar as atividades de pesquisa, seleção e fiscalização aduaneira e de habilitação de importadores e exportadores para operar no Siscomex; orientar acerca de procedimentos e sistemas informatizados da área aduaneira, além da aplicação da legislação aduaneira; analisar os recursos de divergência interpostos em processos de consulta sobre classificação de mercadorias, avaliando sua admissibilidade; examinar e emitir parecer em recursos administrativos contra atos decisórios praticados por autoridades diretamente subordinadas ao Superintendente relativos a matéria compreendida na legislação aduaneira; acompanhar, supervisionar e apoiar as atividades de controle aduaneiro desempenhadas pelas unidades jurisdicionadas e desenvolver estudos e sugerir medidas para o aperfeiçoamento do controle aduaneiro. - Ao Serviço de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes - Semac compete gerenciar as atividades de identificação e acompanhamento diferenciado de contribuintes de maior potencial tributário, inclusive a análise dos setores e grupos econômicos aos quais pertençam e propor metas para as unidades da respectiva região fiscal, bem assim, elaborar a previsão, acompanhamento e análise de receitas. 31

33 Subordinam-se às Superintendências as unidades locais da RFB, que se classificam em delegacias e inspetorias; às delegacias estão subordinadas agências. Organograma da 6 a Região Fiscal De acordo com o atual Regimento Interno da RFB- Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, Artigos 224, 229 e 231, as competências das unidades que se subordinam à SRRF06 são as seguintes: A - DELEGACIAS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - DRF, INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - IRF, Classe Especial B Às Delegacias da Receita Federal do Brasil - DRF e Inspetoria da Receita Federal do Brasil - IRF de classe Especial B, quanto aos tributos administrados pela RFB, inclusive os destinados a outras entidades e fundos, compete, no âmbito da respectiva jurisdição, no que couber, desenvolver as atividades de arrecadação, controle e recuperação do crédito tributário, de análise dos dados de arrecadação e acompanhamento dos maiores contribuintes, de atendimento e interação com o cidadão, de comunicação social, de fiscalização, de controle aduaneiro, de tecnologia e segurança da informação, de programação e logística, de gestão de pessoas, de planejamento, avaliação, organização, e modernização. 32

34 A.1 - AGÊNCIAS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - ARF Às Agências da Receita Federal do Brasil ARF compete executar as atividades de atendimento ao contribuinte. B - DELEGACIA ESPECIAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE MAIORES CONTRIBUINTES - DEMAC À Delegacia Especial da Receita Federal do Brasil de Maiores Contribuintes - Demac compete, no âmbito de sua jurisdição e de forma concorrente em todo território nacional, em relação aos contribuintes de relevante interesse, definidos de acordo com critérios aprovados por ato do Secretário da Receita Federal do Brasil, e aos demais contribuintes pertencentes ao mesmo grupo econômico ou a eles relacionados, quanto aos tributos administrados pela RFB, inclusive os destinados a outras entidades e fundos, desenvolver as atividades de acompanhamento e monitoramento de planejamento tributário e de fiscalização e ainda, desenvolver as atividades de tecnologia e segurança da informação, de programação e logística e de gestão de pessoas. À Demac Belo Horizonte compete, especificamente, desenvolver as atividades de fiscalização dos contribuintes pessoas físicas de relevante interesse e aos demais contribuintes a eles relacionados, bem como propor programas especiais de fiscalização para disseminação em âmbito nacional. Resumo Quantitativo das Unidades da 6ª RF UNIDADES DA 6ª RF Tipo Quantitativo ARF 41 Demac 1 DRF 12 IRF 1 SRRF 1 Total Global 56 CORRELAÇÃO ENTRE OS MACROPROCESSOS, AS ÁREAS TÉCNICAS E OS PRINCIPAIS PRODUTOS RESULTANTES Por meio da tabela apresentada a seguir, procurou-se demonstrar, de forma simples e objetiva, a correlação existente entre os macroprocessos definidos pela RFB em sua Cadeia de Valor, as áreas técnicas responsáveis pela sua condução e os principais produtos decorrentes deste trabalho. A execução das atividades contidas na maior parte dos macroprocessos, depende da atuação 33

35 combinada de mais de uma área técnica da RFB e, em geral, pode envolver também os dois níveis organizacionais (central e descentralizado), de modo a garantir uma completa integração e continuidade administrativa dos trabalhos. A coluna Macroprocesso foi subdividida em Macroprocessos Finalísticos (aqueles por meio dos quais a Instituição cumpre a sua missão) e Macroprocessos de Apoio (aqueles que dão suporte aos macroprocessos finalísticos), conforme políticas institucionais definidos pela RFB, para o período 2012 a Na coluna Áreas Técnicas Responsáveis constam as siglas das unidades subordinadas ao Gabinete da RFB: unidades e Subsecretarias. No caso das Subsecretarias, figuram também, entre parênteses, as respectivas Coordenações vinculadas. As Unidades Centrais desenvolvem atividades normativas, de supervisão e de planejamento. As Unidades Descentralizadas (regionais e locais), por sua vez, desempenham atividades operacionais e de execução, com vinculação às anteriores na maior parte dos macroprocessos Com relação aos Principais Produtos, nesta coluna são relacionados os produtos permanentes e mais representativos que são esperados como resultado dos trabalhos desenvolvidos no domínio de cada macroprocesso. Nos próximos Itens Macroprocessos Finalísticos da UJ e Macroprocessos de Apoio da UJ, este assunto será retomado de forma mais detalhada. Macroprocessos Finalísticos Principais Áreas Técnicas Responsáveis Principais Produtos Arrecadação e Controle do Crédito Tributário - Suara (Codac, Corec e Coaef) - Sufis (Cofis e Comac) - Sutri (DRJ, Coget) - Superintendências Regionais e Unidades Locais - Administração da arrecadação tributária, incluindo sua classificação e destinação - Gestão da cobrança administrativa dos créditos tributários e obrigações acessórias - Gerenciamento de ressarcimentos, restituições e compensações - Atendimento aos contribuintes - Gestão dos cadastros da RFB - Acompanhamento da Rede Arrecadadora - Dimensionamento da arrecadação potencial - Realização de estudos tributários 34

36 Fiscalização e Combate aos Ilícitos Tributários e Aduaneiros Administração Aduaneira - Sufis (Cofis, Copes e Comac) - Copei - Suari (Coana) - Superintendências Regionais e Unidades Locais - Suari (Coana e Corin) - Superintendências Regionais e Unidades Locais - Realização de estudos tributário-fiscais - Análise, seleção, planejamento e fiscalização de contribuintes - Acompanhamento dos Grandes Contribuintes - Ações de Vigilância e Repressão - Monitoramento de Recintos Alfandegados de zona primária e secundária, zonas de vigilância aduaneira e zonas primárias - Atividades de Inteligência Fiscal - Prevenção e combate aos crimes de "Lavagem" ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores - Despacho aduaneiro de importação e exportação - Despacho de internação (ZFM) - Gerir canais de conferência de operadores de comércio exterior - Execução e controle das políticas para operações de importação e exportação - Controle de cargas - Habilitação dos intervenientes no comércio exterior Segurança Jurídica e Solução de Litígios - Sutri (Cocaj, Cosit) - DRJ - Superintendências Regionais - Apresentação de proposta de Legislação Tributária - Julgamento dos recursos administrativo-fiscais e de impugnações e manifestações de inconformidade - Acompanhamento dos julgamentos de ações judiciais - Soluções de consultas sobre a interpretação da legislação tributária e aduaneira - Formulação de atos normativos 35

37 - Atendimento aos contribuintes Interação com a Sociedade - Suara (Coaef e Cocad) - Ascom - Ouvidoria - Superintendências Regionais e Unidades Locais - Alimentação e manutenção do cadastro - Alimentação e manutenção da página da RFB na Internet - Ações de Educação Fiscal e moral tributária, incluídas parcerias com outras instituições - Atividades de ouvidoria - Comunicação externa Macroprocessos de Apoio Gestão Estratégica, Projetos e Processos Principais Áreas Técnicas Responsáveis - Gabinete/RFB - Subsecretarias e áreas técnicas vinculadas ao Gabinete - Copav - Dipav - Ascom - Superintendências Regionais Principais Produtos - Acompanhamento da gestão e da execução estratégica em todos os níveis da organização - Disseminação da metodologia de gestão por processos - Disseminação da metodologia de gerenciamento de projetos - Monitoramento de projetos e/ou iniciativas estratégicas, para subsidia a avaliação global do portfólio - Prospecção de inovações na área tributária e aduaneira para aplicação na RFB Gestão Institucional - Gabinete/RFB - Subsecretarias e áreas técnicas vinculadas ao Gabinete - Copav - Cocif - Coget - Ascom - Superintendências Regionais - Tomada de decisão - Gestão de políticas, diretrizes e regimento interno - Parcerias e convênios - Divulgação externa dos resultados da RFB - Comunicação interna 36

38 - Realização de atividades correcionais (processos administrativos disciplinares) Controle Institucional Gestão Orçamentária e Financeira Governança de Tecnologia da Informação Gestão de Pessoas Gestão de Materiais e Logística - Coger - Copei - Audit - CEPS - Sucor (Copol) - Superintendências Regionais e Unidades Gestoras - Sucor (Cotec) - Superintendências Regionais - Sucor (Cogep) - Superintendências Regionais e Unidades Locais - Sucor (Copol) - Superintendências Regionais e Unidades Locais - Ações preventivas a ilícitos funcionais - Disseminação interna da ética; - Realização de auditorias internas - Implementação da metodologia de gestão de riscos - Atendimento às demandas dos órgãos externos de controle (CGU e TCU) - Proposta Orçamentária da RFB -Execução orçamentáriofinanceira - Supervisão e orientação contábil - Planejamento das atividades de TI - Gerenciamento dos prestadores de serviços de TI - Manutenção dos serviços de TI para os usuários da RFB - Gestão de sistemas - Gestão da segurança da informação - Gestão da infraestrutura de TI - Administração dos recursos humanos da RFB - Promover saúde e qualidade de vida dos servidores - Desenvolvimento dos recursos humanos - Gestão de licitações e contratos - Gestão patrimonial - Gestão de mercadorias apreendidas - Gestão documental 37

39 Cadeia de Valor da RFB Portaria RFB nº 625, de 17 de maio de

40 1.4 - Macroprocessos Finalísticos da Unidade Jurisidicionada 39

41 Macroprocesso Arrecadação e Controle do Crédito Tributário a) Controlar o crédito tributário Descrição sucinta das principais atividades: Controlar a arrecadação dos créditos declarados e lançados de ofício; Dimensionar a arrecadação potencial; Realizar análises da performance da arrecadação de tributos, considerando-se a arrecadação prevista, a potencial e a efetiva; Controlar o crédito tributário em todas as fases, desde sua constituição até sua realização, garantindo agilidade de tramitação em todo o ciclo (envolvendo arrecadação, cobrança, parcelamento, contencioso administrativo e judicial); e Controlar de forma integrada todos os créditos do contribuinte com a finalidade de atuar na garantia do crédito. Arrecadação: Em 2013, foram arrecadados R$ 1,138 trilhões em receitas federais acompanhadas pela RFB, sendo R$ 72 bilhões pela 6ª RF. b) Controlar o cumprimento das obrigações acessórias Descrição sucinta das principais atividades: Proceder o controle da obrigatoriedade das entregas das declarações. Atualmente, há um indicador estratégico, o Índice de Adimplência de Obrigação Acessória (IAOA) que mede o grau de entrega da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (Dirpf) de quem é obrigado a cumprir a obrigação. No fim de 2013, o resultado desse índice, para a 6ª RF, foi de 97,53% c) Realizar cobrança administrativa Descrição sucinta das principais atividades: 40

42 Efetuar a cobrança administrativa dos débitos declarados pelo contribuinte e lançados de ofício sem o respectivo pagamento, e proceder o encaminhamento para inscrição em Dívida Ativa da União; Efetuar a cobrança e rescisão dos parcelamentos inadimplentes, e proceder o encaminhamento para inscrição em Dívida Ativa da União; Validar as hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário informadas pelo contribuinte; e Proceder a análise de emissão de pedidos de Certidão Negativa ou Positiva com efeitos de Negativa de débitos, e inscrição no Cadastro de Inadimplentes (CADIN). Iniciativa importante em relação à cobrança de débitos declarados e lançados de ofício na 6ª Região Fiscal foi o desenvolvimento do projeto de controle e acompanhamento de estoques de processos de débitos, que teve como uma das etapas a realização de Seminário Cobrança Fazendária e Seminário Cobrança Previdenciária, do qual participaram representantes de cada delegacia e servidores que trabalham no suporteweb. O seminário teve o objetivo de analisar os estoques a trabalhar e trocar experiência de como trabalhá-los, bem como expor os problemas enfrentados e buscar soluções. Também está sendo elaborado um banco com lista de processos a serem trabalhados. Nesse banco será possível ter acesso a gerenciais de resultado (quantos processos trabalhados comparativamente ao estoque) e de acompanhamento de estoque (comparativo mês a mês do nivel do estoque de processos). No que tange especificamente à cobrança de débitos previdenciários de Pessoas Jurídicas declarados em GFIP, foram emitidas cartas de cobrança (Intimação para Pagamento - "IP") na 6ª RF, para contribuintes inadimplentes no período de janeiro a dezembro/2013. Do valor total cobrado inicialmente, cerca de R$ 1,41 bilhões, foram obtidos os seguintes resultados: R$ 11,750 milhões em pagamentos; R$ 185 milhões em parcelamentos; e R$ 285 milhões foram objeto de retificação. Outras iniciativas e resultados de natureza operacional - Elaborada Ordem de Serviço voltada ao acompanhamento do crédito tributário controlado em processo administrativo e cuja cobrança se encontra suspensa por medida judicial, e acompanhamento do crédito tributário declarado suspenso por medida judicial cuja hipótese de suspensão da exigibilidade ainda precisa ser validada; - Fixadas metas de trabalho para a execução das atividades relatadas para as delegacias da 6ª Região Fiscal e acompanhados os resultados; - Verificação do cumprimento do indicador nacional relacionado ao controle do crédito tributário sub judice, o ICSJ Índice de Crédito Tributário Sub Judice em Processo, que mede a relação percentual entre o crédito tributário declarado suspenso e cuja suspensão fora validada, transferindo-se o controle para processo administrativo, e o total de crédito tributário com exigibilidade suspensa por medida judicial; - No ano de 2013 foram acompanhados R$ ,88 em crédito tributário controlado em processos administrativos existentes no início do ano, correspondentes à totalidade de processos administrativos com acompanhamento previsto e R$ ,90 em crédito tributário declarado suspenso sujeito à validação da hipótese de suspensão da exigibilidade declarada, contabilizando-se um percentual de análise de 70% do estoque inicial existente; 41

43 - Constatado alto percentual de manutenção da suspensão de créditos tributários, pelo prosseguimento das ações judiciais e validação da suspensão da exigibilidade do crédito tributário declarado (95,25%); cobrança, pagamentos, conversão em renda de depósitos e outras medidas de adimplemento respondendo com 3,87% e extinção por decisão judicial e outros motivos da ordem de 0,89%; - Com relação ao indicador nacional ICSJ a 6ª Região Fiscal alcançou no ano 92% geral, superando a meta proposta anual de 87,2%. d) Gerenciar restituição, compensação e ressarcimento Descrição sucinta das principais atividades: Recepcionar, tratar, analisar e decidir pedidos de restituição, ressarcimento e reembolso e declarações de compensação; Cobrar os débitos indevidamente compensados; e Pagar restituições e ressarcimentos deferidos, efetuando previamente a compensação de ofício caso o sujeito passivo tenha débitos no âmbito da RFB ou PGFN. No ano de 2013, na 6ª Região Fiscal, foram recepcionados PER/DCOMP, sendo declarações de compensação, pedidos de restituição, pedidos de ressarcimento e pedidos de cancelamento. Foram transmitidos, ainda, pedidos de restituição de contribuição previdenciária e de reembolso. Para acompanhamento das compensações, em âmbito nacional, adota-se o Indicador de Compensações Pendentes, sendo que, para a 6ª Região Fiscal, para o ano de 2013, estava prevista como meta uma redução de 35% do estoque de compensações pendentes existente no início do ano. A 6ª Região Fiscal atingiu uma redução no estoque de compensações pendentes de 80,4%, superior em 229,7% em relação à meta estabelecida. 42

44 O acompanhamento dos pedidos de restituição, ressarcimento e reembolso é feito pelo Indicador de Restituição, Ressarcimento e Reembolso Pendentes, que tinha uma previsão de redução de 40% do tempo médio do estoque de pedidos pendentes no ano de A 6ª Região Fiscal atingiu uma redução 71,7%, muito superior à meta, conforme se pode acompanhar pelos quadros a seguir. 43

45 Esses resultados decorrem do trabalho realizado a longo tempo, com a fixação de metas regionais e estabelecimento de priorizações dos documentos que deverão ser trabalhados. A fixação das metas regionais é realizada por um grupo de trabalho com representantes das unidades que se reúnem para avaliar as dificuldades e as boas práticas adotadas na Região, analisar o passivo de documentos pendentes e estabelecer critérios de trabalho, donde resulta uma seleção de documentos que são disponibilizados em banco de dados para que as unidades saibam exatamente o que devem trabalhar. Com os subsídios desse grupo de trabalho, a Superintendência da 6ª RF emite uma Ordem de Serviço anual estabelecendo as premissas e metas regionais para as unidades. e) Atuar na garantia do crédito tributário Descrição sucinta do processo de trabalho: Cadastrar e controlar bens e direitos de contribuintes e responsáveis, para fins de garantia do crédito tributário; Monitorar bens e patrimônio dos contribuintes inadimplentes tanto do lançamento de ofício quanto dos créditos declarados; e Atuar para bloqueio judicial de vendas de bens de devedores, inclusive com propositura de medidas cautelares fiscais, com fins de garantia do crédito e efetividade da arrecadação. Iniciativas e resultados de natureza operacional - Treinamento de representantes de cada delegacia para utilização do módulo de garantia do Crédito Tributário do sistema Controle de Procedimentos Vinculados - Conprovi; - Realizados 304 arrolamentos envolvendo pessoas jurídicas e pessoas físicas, e registrados no âmbito da RFB, o deferimento de 8 medidas cautelares fiscais de garantia, contabilizando 44

46 R$ ,27 (Seis bilhões e seiscentos e setenta e dois milhões e novecentos e setenta e oito mil e setecentos e quarenta e cinco reais e vinte e sete centavos) de bens submetidos às medidas voltadas à garantia do crédito tributário; - Considerado o indicador ICTG Índice de Crédito Tributário Garantido, utilizado para medir a efetividade dos mecanismos de garantia do crédito tributário, a região (6ª RF) alcançou 28,9% do volume total de crédito tributário passível de garantia, superando a meta fixada de 17% para o ano, e a média Brasil, que alcançou 16,2%, conforme quadro seguinte: - Como resultado das iniciativas promovidas, observou-se um incremento considerável em relação à situação existente ao final de 2012, quando o conjunto de arrolamentos até então feitos, englobando os anos anteriores, havia produzido a restrição de bens submetidos às medidas voltadas à garantia do crédito tributário da ordem de R$ ,52 (Dois bilhões e duzentos e cinqüenta e dois milhões e trezentos e sessenta e três mil e setecentos e noventa e oito reais e cinqüenta e dois centavos), resultando o ICTG de 12,9%. 45

47 Macroprocesso Fiscalização e Combate aos Ilícitos Tributários e Aduaneiros a) Realizar pesquisa e seleção Descrição sucinta das principais atividades: Realizar estudos sobre operações evasivas e sobre elisão fiscal; Realizar estudos para subsidiar a seleção de contribuintes; Realizar pesquisa e seleção de operadores econômicos aduaneiros (despachantes, depositários, transportadores etc) a serem fiscalizados; Elaborar dossiês de contribuintes para subsidiar as fiscalizações; Realizar estudos sobre o impacto da fiscalização no cumprimento espontâneo das obrigações tributárias; Monitorar grandes contribuintes; Monitorar segmentos econômicos; Realizar pesquisa de contribuintes a serem fiscalizados (tributos internos e operações de comércio exterior); e Selecionar contribuintes a serem fiscalizados (tributos internos e operações de comércio exterior). Escopo: todas as etapas do processo de pesquisa e seleção dos contribuintes a serem fiscalizados, aplicando os princípios da razoabilidade, da objetividade e da impessoalidade. A avaliação desse processo se dá por meio do Indicador Global de Desempenho da Seleção IGDS, resultado da soma de duas avaliações com ponderação de 50% para cada uma. A primeira avaliação refere-se à soma da quantidade de dossiês provisórios cadastrados em relação à meta anual de seleção. A meta anual de seleção é calculada a partir da meta de sujeitos passivos a serem fiscalizados, a qual parte da hora média prevista para os procedimentos de fiscalização correspondente aos respectivos contribuintes. Os contribuintes que integram a avaliação são os seguintes: - Pessoas Jurídicas sujeitas a acompanhamento econômico tributário diferenciado; - Pessoas Jurídicas de médio porte; 46

48 - Demais Pessoas Jurídicas; - Pessoas Físicas sujeitas a acompanhamento econômico tributário diferenciado; - Pessoas Físicas com elevada capacidade contributiva; e - Demais Pessoas Físicas. A segunda avaliação afere o total de procedimentos de fiscalização de seleção interna encerrados com resultado, em relação ao total de procedimentos de fiscalização cuja motivação foi seleção interna, encerrados com exame no período. Para o ano de 2013, a meta definida foi 85%, tendo a 6ª RF alcançado o resultado de 83,88%, representando 98,68% da meta estipulada. A análise completa do desempenho desse indicador está apresentada no item 2.2. b) Planejar a execução da fiscalização Descrição sucinta das principais atividades: Planejar, acompanhar e avaliar a revisão de declarações; Planejar, acompanhar e avaliar as fiscalizações; e Monitorar o grau de aderência do crédito tributário lançado. Escopo: todas as etapas do processo de planejamento da execução dos dossiês dos contribuintes a serem fiscalizados. Parte da avaliação desse processo se dá por meio do Indicador Global de Desempenho da Seleção IGDS, resultado da soma de duas avaliações com ponderação de 50% para cada uma, conforme detalhado no item anterior. A outra parte, relacionada ao planejamento, acompanhamento e ao monitoramento do grau de aderência do crédito tributário lançado é feita por meio do Indicador global de acompanhamento dos maiores contribuintes -IGAM, que mede a relação entre as ações de acompanhamento diferenciado executadas e as ações planejadas, por meio da seguinte fórmula: (0,25 x Indicador de Distorções da Arrecadação IDA) + (0,35 x Indicador do Setor Econômico ISE) + (0,40 x Indicador de Tratamento do Passivo Tributário IPT). O indicador principal (IGAM) permite a visão integral do acompanhamento dos maiores contribuintes, pois abarca todas as vertentes da referida atividade por meio de três indicadores auxiliares: análise das distorções de arrecadação das receitas administradas pela RFB (IDA), solução prioritária das demandas e pendências dos contribuintes diferenciados (IPT) e exame do potencial econômico-tributário dos contribuintes diferenciados (ISE). O IPT está com seu cumprimento em 100% pela 6ª RF, o IDA em 100% e o ISE em 100%, portanto, apresentando resultados satisfatórios. Em relação ao planejamento da fiscalização aduaneira, em 2013, a RFB elaborou o Plano Nacional de Fiscalização Aduaneira do ano 2013 PNFA Nesse plano, publicado através da Portaria Coana nº 62/2012, foram aprovadas as metas a serem executadas pela fiscalização, o número de horas dedicadas à fiscalização pelos Auditores-Fiscais e a definição dos indicadores de gestão, em especial o novo indicador estratégico Índice Global da Fiscalização Aduaneira - IGA-. 47

49 O acompanhamento das fiscalizações foi feito através de relatórios, que são compostos, dentre outros, dos seguintes dados: Quantidade de fiscalizações executadas, e quantas dessas com resultado, em comparação com a meta estabelecida para o período; Valores lançados (créditos e apreensões); Análise do Grau de Eficácia da Seleção; Tempo médio das fiscalizações, em dias; Análise do preenchimento das horas no Relatório de Horas Aplicadas à Atividade Fiscal - RHAF; Média das horas despendidas por tipo de operação fiscal e por grupo de operação fiscal. c) Executar a fiscalização Descrição sucinta das principais atividades: Realizar a revisão de declarações; Realizar fiscalizações; Realizar diligências; Lavrar autos de infração; Expedir notificações de lançamento; Arrolar bens dos contribuintes; Propor medida cautelar fiscal; Elaborar representação fiscal para fins penais; e Aplicar regimes especiais de fiscalização. Escopo: todos os subprocessos que englobam a execução da fiscalização de todos os contribuintes, inclusive os processos de revisão das declarações. A avaliação desse processo é realizada por meio do Indicador Global da Fiscalização - IGF, resultado da soma de três indicadores e suas respectivas ponderações: - Indicador de Desempenho da Fiscalização -IDF, estabelecido em percentual de quantidade de procedimentos de fiscalização e de revisão de declarações realizados, multiplicados pelas horas médias de cada tipo de sujeito passivo e de cada tipo de declaração, em relação às metas anuais estabelecidas para as fiscalizações e revisões de declarações, multiplicadas pelas horas médias de cada tipo de sujeito passivo e de cada tipo de declaração. (Peso 70%); - Indicador do Crédito Tribútário - ICT, refere-se ao crédito tributário lançado no período, em relação à meta anual, composta pela média do crédito tributário lançado no triênio anterior, acrescida de dez por cento. (Peso 5%); e - Indicador de Presença Fiscal - IPF, afere a quantidade de procedimentos fiscais por espécie (ação fiscal e diligências) considerando os diversos tipos de contribuinte (Pessoas Jurídicas Diferenciadas, Médio Porte, Demais Pessoas Jurídicas, Pessoas Físicas e Revisão de Malha). (Peso 25%). Para a fiscalização de tributos internos, a meta definida em 2013 foi 100%, alcançando a 6ª RF o resultado de 109,20%, com alcance desdobrado de 109,9% para o IDF; 172,8% para o ICT e 94,4% para o IPF. Destaca-se o recorde de lançamento de crédito tributário no valor de R$ 14.8 bilhões superando em mais de 70% a meta estabelecida e atingindo a marca de 350% em relação ao crédito lançado em 48

50 2012. Tal resultado deu-se em função do aprimoramento do processo de seleção dos contribuintes a serem fiscalizados e dos avanços tecnológicos permitidos pela utilização das novas funcionalidades dos sistemas de apoio à auditoria fiscal. Já no caso da fiscalização aduaneira, para o ano de 2013, a meta definida foi 100%, alcançando a 6ª RF o resultado de 103,0% (IGFA), com alcance desdobrado de 110,4 para o IDFA; 58,8% para o ICTA e 91,3% para o IPFA. O crédito tributário lançado foi da ordem de R$ ,24, superando em 37,8% o lançamento de Mesmo com o aumento do valor lançado atingiu-se em 58,8% a meta estabelecida. Isto porque, no triênio anterior - base utilizada para definição da meta - ocorreram lançamentos acima da média histórica que não se confirmaram em 2013, apesar do aumento das ações fiscais. Foram concluídas 91 ações, contemplando operações nas áreas de renúncia fiscal, combate a fraude, revisão aduaneira, importação e exportação irregulares e auditoria de intervenientes. 94,51% dessas ações foram concluídas com resultado, gerando créditos da ordem de 149 milhões (créditos tributários e apreensões de mercadorias), conforme já mencionado anteriormente. d) Realizar ações de pesquisa e investigação A Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação - Copei - é a unidade de inteligência da RFB, vinculada diretamente ao gabinete da RFB, figurando como responsável pela realização de ações de Pesquisa e Investigação. Na Região Fiscal ela atua em casos complexos de interposição fraudulenta, por meio de seus Escritórios Regionais, a partir de solicitações das Delegacias e Inspetoria. As ações de pesquisa e investigação têm possibilitado a identificação dos reais grupos econômicos responsáveis pelas dividas tributárias, em regra já existentes, assim como do patrimônio colocado em nome de terceiros, tornando efetivo o lançamento tributário planejado pelas DRF e a execução das dívidas já existentes. e) Realizar Ações de Vigilância e Repressão Descrição sucinta das principais atividades: Realizar Operações de Vigilância e Repressão ao contrabando e descaminho; Realizar Operações de Vigilância e Repressão ao contrabando e descaminho em parceria com outros órgãos; Realizar pesquisa e seleção de alvos; e Monitorar Recintos Alfandegados de zona primária e secundária, zonas de vigilância aduaneira e zonas primárias. Ao longo do ano de 2013, a 6ª RF realizou, de forma rotineira, 794 operações de vigilância no AITN Aeroporto Internacional Tancredo Neves (monitoramento de passageiros, monitoramento de movimento de cargas entre a aeronave e o recinto de armazenamento, monitoramento de saída de carga do recinto alfandegado e da área do aeroporto, monitoramento geral de movimentação de veículos e pessoas na área de pátio e de acesso restrito). No período da Copa das Confederações houve reforço da equipe e utilização de cães de faro de Vitória/ES. 49

51 Importante também ressaltar que a 6ª RF se integrou aos esforços da RFB em implementar diversas iniciativas voltadas a aprimorar e estruturar a atividade de vigilância e repressão. Merecem destaque aquelas relacionadas com o Projeto Armamento Institucional, envolvendo treinamento e cautela de pistola em calibre 0.40 mm e equipamento não letal para os servidores da atividade; a construção de Reservas de Armamento; a renovação da frota de veículos; as aquisições de coletes balísticos; e o Projeto de Aquisição e Instalação de Equipamentos de Detecção - tendo sido elaborada estratégia de instalação de equipamento para inspeção não invasiva de contêineres para os pontos de fronteira terrestre. No ano de 2013, a apreensão total de mercadorias resultante da atuação de 6ª RF nas áreas de fiscalização, repressão e controle sobre o comércio exterior (inclusive bagagem) somou R$ 24.7 milhões Macroprocesso Administração Aduaneira a) Administrar processos de importação e exportação Descrição sucinta das principais atividades: Realizar o despacho aduaneiro de importação e exportação; Realizar despacho de internação (ZFM); Gerir canais de conferência de operadores de comércio exterior; Executar e controlar as políticas para operações de importação e exportação; Realizar o controle de cargas; e Realizar habilitação dos intervenientes no comércio exterior. Minas Gerais, por ser um estado mediterrâneo e com economia em expansão, possui três Portos Secos, dois Centros Logísticos e Industrial Aduaneiro (Clias) e dois recintos aeroportuários, sendo um de zona primária, administrado pela Infraero, localizado no Aeroporto Internacional de Confins e o outro, de zona secundária, terminal de carga aérea (TECA), em fase de implantação, situado no Aeroporto Presidente Itamar Franco, na cidade de Goianá, zona da mata mineira, administrado pela empresa Multiterminais Ltda. Conta também com os Recintos Especiais para Despacho Aduaneiro de Exportação REDEXs, sob a jurisdição da DRF/Poços de Caldas - um de fiscalização permanente e outro de fiscalização eventual localizados em Guaxupé e dois de fiscalização eventual na cidade de Poços de Caldas. Nesses recintos se avoluma grande quantidade de desembaraços aduaneiros, cujo desempenho tem crescido a cada ano. De janeiro a dezembro de 2013, a 6ªRF foi responsável por (2,96%) dos desembaraços de importação do país, com movimento de US$ ,23, o que representou um saldo de 3,14%. 50

52 Em relação às exportações, no mesmo período, nos recintos mineiros foram desembaraçadas Declarações de Exportação, o que correspondeu a 0,79% do total das exportações efetuadas no Brasil, com um valor de US$ ,50 (0,36 %) e peso líquido de ,61 (0,04 %) Apesar de Minas Gerais ser um estado de relevância na produção nacional, sua exportação, principalmente de minério de ferro e café, são desembaraçadas em outras regiões fiscais (em especial 7ª e 8ª Regiões). Nos desembaraços ocorridos na 6ªRF, comparativamente com o mesmo período do ano passado, houve um acréscimo de 5,31% na quantidade de DE (9.713). Contudo, os valores em dólar foram mais modestos com decréscimo de 14,98% em relação a 2012 (US$ ,49) em decorrência do menor movimento acontecido no Porto Seco de Varginha. b) Controlar regimes aduaneiros Descrição sucinta das principais atividades: Realizar o controle de regimes aduaneiros. c) Controlar encomendas e bens de viajantes Descrição sucinta das principais atividades: Controlar encomendas e bens de viajantes brasileiros e estrangeiros em trânsito internacional; Controlar remessas postais internacionais. No âmbito do processo Controlar encomendas e bens de viajantes, a 6ª RF controlou, em 2013, os bens de aproximadamente 353 passageiros por dia no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, o que totaliza passageiros no ano, resultando em R$ milhões em crédito lançado e R$ mil em crédito recolhido. d) Gerenciar riscos operacionais aduaneiros Descrição sucinta das principais atividades: Gerenciar riscos nas operações aduaneiras; Gerenciar riscos na cadeia logística; e Gerenciar denúncias e informações externas. 51

53 Macroprocesso Segurança Jurídica e Solução de Litígios a) Formular propostas de legislação tributária Descrição sucinta das principais atividades: Elaborar, conforme demanda externa, projetos de lei relacionados ao sistema tributário nacional (tributos internos e tributos de comércio exterior); e Propor projetos de lei de interesse da RFB. b) Julgar recursos administrativos fiscais Descrição sucinta das principais atividades: Julgar recursos administrativos fiscais em primeira instância administrativa e recursos da Lei nº 9.784/1999; e Julgar impugnações e manifestações de inconformidade nas DRJ. No âmbito da RFB, essas atividades são desenvolvidas pelas DRJ, a partir do encaminhamento das demandas pelas unidades descentralizadas. c) Acompanhar julgamentos de processos administrativos e judiciais Descrição sucinta das principais atividades: Acompanhar o julgamento de processos administrativos nas DRJ e no CARF; Acompanhar o julgamento de processos judiciais; Subsidiar a PGFN na defesa da Fazenda Nacional em processos administrativos e judiciais; Acompanhar a jurisprudência do CARF e dos Tribunais Superiores e disseminá-la internamente; Identificar interpretações divergentes no contencioso administrativo e propor soluções para a uniformização de entendimento; e Identificar assuntos passíveis de serem sumulados pelo CARF. 52

54 d) Formular atos interpretativos e normativos Descrição sucinta das principais atividades: Formular, com base na jurisprudência, atos normativos; Realizar interpretação da legislação vigente e jurisprudência (para subsidiar a melhoria dos procedimentos); e Realizar soluções de consultas. A 6ª Região Fiscal, por meio de sua área de Tributação, participou ativamente dos esforços envidados pela RFB, buscando a redução de litígios tributários, oferecimento de maior segurança jurídica aos contribuintes e maior agilidade do processo de consulta. Nesse sentido, atuou de forma decisiva no processo de simplificação da legislação, seja pela revisão dos pareceres de IPI, seja pela participação na nova modalidade de procedimentos de consulta, que prevê que as consultas externas apresentadas pelos contribuintes, relativas à interpretação da legislação tributária federal, tenham efeito vinculante para todas as Unidades e instâncias da RFB, podendo ainda, os contribuintes, independentemente de apresentação de consulta pessoal, passar a adotar e se orientar pela resposta apresentada na consulta externa, que está sendo disponibilizada, na íntegra, na página da RFB na internet. Também foram realizados treinamentos para o público interno e palestras para o público externo. A área de Tributação deu continuidade, em 2013, aos trabalhos de revisão e atualização dos Pareceres Normativos relativos ao IPI, atuando como coordenadora do Grupo Técnico criado pela Portaria RFB nº 712/2013, para a realização desse trabalho. Em decorrência das atividades do Grupo, foram editados, no ano de 2013, dois atos declaratórios executivos, declarando revogados 78 pareceres, Foram ainda elaborados/publicados 21 novos pareceres normativos, que atualizaram 25 Pareceres Normativos e outras 60 minutas, ainda em análise para apreciação pelo Secretário. A Tributação apresentou ainda os seguintes resultados: - Consultas Externas: foram analisados 236 processos de consultas externas apresentadas por contribuintes da Região Fiscal, envolvendo dúvidas sobre a interpretação da legislação tributária relativas a praticamente todos os tributos administrados pela RFB, sendo elaborados 118 soluções de consulta e 118 despachos decisórios de ineficácia; - Consulta Internas: no período foram elaboradas 13 orientações internas, decorrentes de dúvidas apresentadas pelas diversas Unidades da circunscrição da SRRF06; - Recursos Hierárquicos: foram analisados e elaborados despachos decisórios relativos a 20 recursos hierárquicos apresentados por contribuintes da Região Fiscal, contra decisões dos titulares das Unidades; - Lei de Acesso à Informação: prestadas informações em 07 processos de solicitação de dados com base na lei de acesso à informação; - Regimes Especiais: foram analisados e elaborados Atos Declaratórios relativos a 04 processos de solicitações de regimes especiais de tributação; 53

55 - Revisão de Consulta Internas oriundas da SRRF08: foram revisadas no período 08 consultas internas oriundas da SRRF06, nos termos da Ordem de Serviço Cosit nº 01/2012; - Mandados de Segurança: foram elaboradas 07 informações judiciais em mandados de segurança impetrados contra supostos atos do Sr. Superintendente da SRRF06; - Portarias Diversas: foram elaboradas ou revisadas 12 minutas de portarias de atribuição ou transferência de competência entre as diversas Unidades da Região; Eventos realizados pela Disit06: - Seminário Regional de Troca de Experiências Fiscais e Discussão de Temas Relevantes da Tributação, no período de 17 a 19/09/2013. Este Seminário constou como um dos projetos estratégicos da SRRF06 no exercício de Foi estruturado com a apresentação de sete palestras e seis oficinas, onde foram discutidos variados temas envolvendo a fiscalização, tributação e reflexão sobre as atividades da RFB, contando com 130 participantes, entre ouvintes e palestrantes. - Doze palestras sobre a Contribuição Previdenciária Substitutiva Incidente sobre a Receita Bruta das Empresas, em Unidades da SRRF06 em diversas entidades de classes da capital e interior e; - Seis palestras sobre o Programa de Imposto de Renda das Pessoas Físicas/2013, em Unidades da Região, assim como, para o público externo Macroprocesso Interação com a Sociedade a) Desenvolver moral tributária Descrição sucinta das principais atividades: Realizar ações de educação fiscal; Realizar e estimular ações de desenvolvimento de moral tributária da instituição e da sociedade; e Realizar, em parceria com outras instituições, ações de educação fiscal e moral tributária. Para atender o disposto na Portaria RFB nº 896, de 2012, e no Plano de Contribuição da Receita Federal para o Biênio , foram criados critérios de ponderação de eventos de educação fiscal, a serem utilizados na apuração do indicador estratégico: Indicador de Atividade de Educação Fiscal. A ponderação dos eventos tem como objetivo direcionar os esforços e os recursos no planejamento, execução, monitoramento e avaliação das atividades que mais impactam 54

56 os objetivos estratégicos da instituição, especialmente o de elevar o cumprimento espontâneo das obrigações tributárias e aduaneiras. Assim, as ações são ponderadas em função da aderência à estratégia institucional, do público-alvo e do tipo de atividade. Em 2013, o foco das ações de educação fiscal esteve voltado a estudantes universitários e a profissionais da área contábil e aduaneira. Ao longo do ano, foram realizados 964,79 eventos de Educação Fiscal na 6ª RF, o que corresponde a 145% da meta proposta para a região fiscal. O Programa de Educação Fiscal do Município de Barroso-MG conquistou o 1º lugar no Prêmio Nacional de Educação Fiscal realizado pela Federação Brasileira das Associações de Fiscais de Tributos Estaduais - Febrafite, com o Projeto: "Impostos, Transparência, Participação e Prosperidade. A edição de 2013 contou com 190 inscrições de vários estados do Brasil. O critério de escolha foi a melhor proposta de racionalização, controle e qualidade dos gastos públicos revertidos em melhores conquistas para a comunidade local. O projeto, que sagrou-se vencedor na categoria Instituições, teve origem no trabalho de disseminação da educação fiscal no município, realizado pela Receita Federal com a colaboração de órgãos parceiros. Outra ação de destaque em 2013 foram os Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal (NAF), que funcionam nas faculdades de Ciências Contábeis nos moldes dos já consagrados núcleos de prática jurídica das faculdades de direito e contam com a parceria da Receita Federal. Nesses núcleos os alunos prestam atendimento a contribuintes hipossuficientes e complementam sua formação com os conhecimentos adquiridos. Atualmente, estão em atividade quatro NAF em Minas Gerais: um em Coronel Fabriciano, um em Divinópolis e dois em Belo Horizonte. Foi criado, também, o Projeto Reuniões temáticas com entidades de classe, cujo objetivo é melhorar a comunicação e estreitar o diálogo entre a administração e os administrados, em consonância com os princípios da presunção da boa fé e da confiança mútua. Nas reuniões de 2013 tratou-se dos seguintes temas: Sped Contábil,Portal e-social, Perdcomp e parcelamento do Simples Nacional. Iniciativa de educação fiscal recentemente implementada, o Autoatendimento Orientado está em funcionamento desde agosto em diversas unidades da 6ª RF. O Autoatendimento Orientado consiste em um ambiente físico destacado nas unidades de atendimento, onde são disponibilizados microcomputadores para que os contribuintes possam obter serviços e informações por meio do sítio da Receita Federal na Internet, com a orientação de servidores da unidade. Visando facilitar a pesquisa por parte do cidadão, a 6ªRF trabalha no aperfeiçoamento de uma nova formatação dos serviços disponibilizados no site nos terminais de autoatendimento. b) Gerir cadastro de pessoas e bens Descrição sucinta das principais atividades: Identificar e localizar corretamente pessoas e bens sujeitos e passíveis de tributação; Discriminar perfis de contribuintes com indicação das obrigações tributárias a que está sujeito de maneira atualizada e dinâmica; Permitir o intercâmbio interno e externo de informações e a retroalimentação das informações dos contribuintes, inclusive com cruzamento de informações de terceiros, garantindo a qualidade da informação ao longo do tempo; e Apoiar a administração de riscos. 55

57 No ano de 2013, a 6ª RF deu continuidade à sua participação ativa na consolidação do programa de reestruturação dos Cadastros da RFB os quais deverão estar integrados e agregar atributos previdenciários, tributários e aduaneiros, cumprindo a função de respectivamente ser o cadastro fiscal de pessoas físicas, jurídicas e bens imóveis. Foram desenvolvidas as seguintes atividades: - Participação na construção e validação do Modelo de Requisitos das demandas 51/2011 Novo Aplicativo de Coleta do CNPJ, Demanda 91/2012 Fluxo de Serviços Webservices da Redesim e Demanda 85/2012 Portal Nacional da Redesim, todas vinculadas ao projeto Redesim, que tiveram o anexo II assinado em dezembro de 2013, e estão prontas para desenvolvimento em O Projeto Redesim visa simplificar o Processo de Registro e Legalização de Empresas através da harmonização e integração dos cadastros, processos e procedimentos da RFB, com os demais entes participantes do processo de registro e legalização de empresas das três esferas governamentais. - Participação na Equipe de Especificação das demandas do CNPJ, em apoio à Cocad- Coordenação Geral de Cadastros; - Participação na homologação do Cadastro Nacional de Obras - CNO; - Participação nos Grupos Nacionais de Suporte Web ao temas de cadastros: CPF, CNPJ e Cafir; - Participação nas equipes de projeto da Redesim - Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios, do Sinter - Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais, e do CNIR - Cadastro Nacionais de Imóveis Rurais; - Apoio e suporte às nossas unidades de atendimento para o assunto cadastro; - Apoio e suporte aos nossos conveniados na área de cadastro (BB, CEF, Correios, Junta Comercial, PBH, Sefaz/MG, Seds, Seplag/MG-UAI). c) Prestar orientação e atendimento Descrição sucinta das principais atividades: Realizar orientação e atendimento presencial ao cidadão; Realizar orientação e atendimento eletrônico ao cidadão; Gerir parcerias para orientação e atendimento ao cidadão; Estimular ações que facilitem o cumprimento e previnam erros na prestação das obrigações tributárias. No exercício de 2013, houve incremento significativo no volume de atendimentos por todos os canais disponibilizados pela Receita Federal, com menor tempo médio de espera, A quantidade de atendimentos presenciais em 2013 foi de correspondendo a atendimentos mensais, em média. Desses atendimentos, aproximadamente 24 % foram realizados com agendamento prévio: a maioria realizados por pessoas jurídicas 56

58 O tempo médio de espera no atendimento para o contribuinte foi de 10 min e 17seg sendo que 91% dos serviços foram atendidos com tempo médio de espera menor ou igual a 15 minutos. O Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (Portal e-cac) contabilizou acessos na 6ª RF. Destacam-se as seguintes ações desenvolvidas na 6ª RF em 2013, gerando melhorias na prestação de serviços pela Região: - Projeto Reuniões temáticas com entidades de classe, cujo objetivo é melhorar a comunicação e estreitar o diálogo entre a administração e os administrados, em consonância com os princípios da presunção da boa fé e da confiança mútua; - Edição do Fique em Dia, informativo semanal com as principais novidades do atendimento e do Boletim mensal com os dados do atendimento na Região; - Realização de videoconferências sobre assuntos importantes para o atendimento; - Projeto de Ampliação do Atendimento Eletrônico com objetivo de coordenar ações junto às unidades no sentido de estimular a plena utilização das ferramentas do Sítio da RFB e do e- CAC junto à sociedade; - Implantação do Autoatendimento Orientado nas Delegacias. d) Gerir canais de comunicação com a sociedade Descrição sucinta das principais atividades: Descrição sucinta das principais atividades: Realizar ações de divulgação dos resultados tributários e de controle aduaneiro para a sociedade; Monitorar notícias e opiniões públicas sobre assuntos de interesse da RFB; Realizar o fortalecimento da imagem institucional da RFB perante a sociedade; e Gerenciar a comunicação interna da Receita. Gerir ouvidoria Comunicação Social A Comunicação Social é uma área de fundamental importância para qualquer corporação pública ou privada. Esse fato ganha especial relevo para uma instituição do porte da Receita Federal, que tem uma vasta área de atuação assim como um número enorme de servidores. Há que se ressaltar ainda a necessidade de interação com os mais diversos públicos, tais como contribuintes, servidores, órgãos públicos e outros entes federados. Ciente da envergadura desse desafio a administração da Receita tem empreendido enorme esforço com vistas a fortalecer a imagem da instituição. Nesse sentido, destaca-se no ano de 2013 as iniciativas a seguir, que foram conduzidas de forma centralizada pela Assessoria de Comunicação Social (Ascom), com repercussão, divulgação e utilização em toda a instituição. Internet - A Receita Federal deu curso a um projeto para modernização do sítio que compreende a reformulação do leiaute e a forma de alimentação do conteúdo disponível. 57

59 Intranet - Visando modernizar esse canal de comunicação a Receita reformulou a sua intranet com o propósito de unificar no mesmo veículo de comunicação informações de interesse dos servidores e que ao mesmo tempo tragam facilidades práticas para o dia a dia dos que trabalham na instituição. No momento a 6ª RF está conduzindo o processo de migração do conteúdo do seu Portal para a Intranet Nacional. Rede social corporativa A Conexão Receita, como é chamada a rede social interna da instituição permite ao servidor participar de forma colaborativa das discussões de vários temas de interesse interno da Receita Federal. Este software que entrou em funcionamento em 2013 tem forte potencial para propiciar uma maior interação da administração da Receita com os servidores de todo o país. Manual de Identidade Visual - A Receita reformulou a sua identidade visual padronizando a forma de utilização da marca nas mais diversas aplicações. TV Receita TV web que conta com gravações de entrevistas coletivas, como por exemplo a coletiva Alerta Simples Nacional que teve 2354 visualizações. Além de apresentar as inserções mais relevantes da Receita na mídia e vídeos históricos, como o do curta-metragem Comboio Nacional, com 6609 visualizações. Youtube - No canal da TV Receita no Youtube, inaugurado em 2 de abril, os servidores da RFB e o público em geral podem acompanhar as principais notícias relacionadas à Receita Federal que foram veiculadas na imprensa. A lista de reprodução "Receita na Mídia" do canal no Youtube possibilita a recuperação da informação com mais agilidade.. Twitter Presente nesta rede social a Receita Federal utiliza o twitter para se aproximar da sociedade por meio da divulgação de informações de interesse público, prestação de serviços aos contribuintes e apresentação de resultados institucionais. Ouvidoria da Receita Federal A Ouvidoria da Receita Federal faz parte do Sistema de Ouvidoria do Ministério da Fazenda MF. As mensagens advindas da sociedade são recepcionadas pelo Sistema Ouvidor (SisOuvidor) do MF, onde são classificadas por tipo de mensagem (elogio, sugestão, solicitação de informação, denúncia, ou reclamação), classificada por tipo de serviço, e repassadas às Unidades Central e Regionais da Receita Federal. As formas de acesso à Ouvidoria-Geral do Ministerio da Fazenda são feitas por meio de internet, serviço telefônico gratuito e correspondência. Nos locais onde o Ministério da Fazenda presta serviços, estão também disponíveis cartas-resposta que podem ser utilizadas para escrever para a Ouvidoria Na 6ª RF, a Ouvidoria Regional integra a estrutura da Divic Divisão de Interação com o Cidadão e atua em conjunto com Ouvidores locais, indicados em cada Delegacia Regional. A 6ª RF conta também com uma Ouvidoria localizada na Difis Divisão de Fiscalização, especializada no atendimento de denúncias. No exercício de 2013, a Ouvidoria da 6ª RF atendeu mensagens por meio do Sistema Ouvidor III. Deste total, 1736 se referiam a Reclamações, 50 a Elogios e o restante a Pedidos de Informações e Consultas. 58

60 1.5 - Macroprocessos de Apoio ao Exercício das Competências e Finalidades da Unidade Jurisdicionada Macroprocesso Gestão Estratégica, Projetos e Processos a) Acompanhar a execução da estratégia Descrição sucinta das principais atividades: Acompanhar o desempenho dos objetivos, indicadores e metas estratégicas em todos os níveis da organização; e Coordenar e subsidiar as regiões fiscais no desdobramento da estratégia institucional. Para o acompanhamento da estratégia, a 6ª RF utiliza um sistema nacional via web, o Sistema de Apoio à Gestão Estratégica - SAGE-RFB, que tem como principal objetivo dar efetivo suporte aos procedimentos de gestão estratégica da Instituição e que possibilita o acompanhamento do desempenho dos objetivos estratégicos constantes do Mapa Estratégico da RFB, assim como os respectivos indicadores e metas. A 6ª RF dispõe ainda do Painel da 6 ª RF, sistema desenvolvido regionalmente, para acompanhar o desempenho dos indicadores que fazem parte do Índice RFB, em nível regional e local, de forma a monitorar os resultados e efetuar intervenções quando necessário. O ciclo de planejamento estratégico da RFB vigente abrange o período de 2012 a 2015 e durante o ano de 2013, o processo Acompanhar a execução da estratégia teve a realização de quatro RAE Nacionais Reuniões de Avaliação Estratégicas Nacionais, que contam com a presença do Secretário da RFB, assim como do Secretário-Adjunto, dos Subsecretários e dos Superintendentes regionais e tiveram como foco a avaliação dos objetivos estratégicos e dos respectivos indicadores. Além dessas, ocorreram na 6 a RF, ao longo do ano, quatro RAE Regionais destinadas à avaliação e planejamento estratégicos em nível regional. As unidades locais também promoveram reuniões periódicas para avaliação de desempenho quanto aos indicadores estratégicos desdobráveis. Consolidação do Índice RFB O Índice RFB, construído em 2011, com a colaboração das unidades centrais e regionais, procura agregar os resultados de indicadores estratégicos desdobráveis, para possibilitar a medição do 59

61 desempenho da RFB e das unidades regionais. Consolidado como importante instrumento de avaliação institucional, o referido índice sofreu algumas alterações, consequência da revisão do Painel de Desempenho e teve, em 2013, a configuração apresentada a seguir: Bloco % Bloco Indicador Estratégico Arrecadação e Controle do Crédito Tributário 18% Peso % Ind. % Total Índice de realização da meta global de arrecadação 50% 9,00% Índice de adimplência do crédito tributário 15% 2,70% Índice de redução do valor de estoques de compensações pendentes 35% 6,30% Indicador global de desempenho da seleção (IGDS) 17% 4,76% Fiscalização e combate aos ilícitos tributários e aduaneiros Administração Aduaneira Segurança Jurídica e Solução de Litígios Interação com a Sociedade Gestão Corporativa 28% 18% 12% 12% 12% Indicador global da fiscalização (IGF) 34% 9,52% Indicador global de acompanhamento dos maiores contribuintes (IGAM) 8% 2,24% Índice global de fiscalização aduaneira (IGFA) 12% 3,36% Grau de eficácia da seleção e fiscalização aduaneira de intervenientes no comércio exterior (IGES) Índice de realização da meta das operações de vigilância e repressão aduaneira 9% 2,52% 20% 5,60% Grau de fluidez do despacho de importação 26% 4,68% Tempo médio bruto no despacho aduaneiro de exportação 26% 4,68% Grau de eficácia da seleção para fiscalização no despacho de importação 48% 8,64% Tempo médio de contencioso de primeira instância Índice de litigância administrativa 75% 9,00% Índice de solução de consultas 25% 3,00% Percentual de serviços atendidos com tempo médio de espera menor ou igual a 15 minutos (TME 15) 58% 6,96% Indicador de tempo médio de estoque de restituição pendentes 26% 3,12% Indicador de atividade de educação fiscal 16% 1,92% Índice de gestão das ações de capacitação e desenvolvimento 40% 4,80% Índice de gestão de mercadorias apreendidas (IGMA) 40% 4,80% Nível de adequação da infraestrutura tecnológica (NIT) 20% 2,40% Pela tabela acima, verifica-se que sua fórmula de cálculo foi definida como o percentual médio ponderado do alcance das metas estabelecidas para 22 indicadores estratégicos selecionados dentre os 52 que compõem o Painel de Desempenho da RFB. Esta ponderação é feita por meio da definição de pesos individuais para esses indicadores, que foram distribuídos pelos Macroprocessos da Cadeia de Valor, e outros pesos para os próprios Indicadores. Dois indicadores apresentam percentuais de participação igual a zero, pois ainda estão com status Não disponível. A última apuração do Índice RFB ocorreu em janeiro de 2014, referente ao mês de dezembro de Abaixo, uma tabela e um gráfico com a comparação e evolução dos resultados apurados em 2013, destacando-se os da 6ª RF: 60

62 Em que pese sua consolidação, o Índice RFB ainda é objeto de difusão e aperfeiçoamento contínuos, para que efetivamente sirva para sua finalidade. Novamente, neste processo de evolução, a participação e a contribuição das unidades centrais e descentralizadas têm sido e continuarão sendo de grande importância. 61

63 Consolidação do Plano de Contribuição O Plano de Contribuição 2013/2014 foi um instrumento de gestão desenvolvido no fim de 2012 e consolidado em Ele se propõe a direcionar e organizar a contribuição das subsecretarias, unidades de assessoramento direto ao Gabinete da RFB e superintendências regionais para a Estratégia da RFB. Isso se dá mediante a definição de diretrizes e seleção de iniciativas em alinhamento com os objetivos estratégicos. As diretrizes têm o propósito de detalhar e dar foco aos objetivos estratégicos. No âmbito da RFB foram definidas 52 diretrizes, das quais a 6ª RF selecionou 16 para serem trabalhadas de forma prioritária na Região, quais sejam: Diretrizes 1. Prover a RFB de estrutura física compatível com suas necessidades 2. Ampliar Política de Trabalho a Distância 3. Integrar os canais de atendimento e uniformizar a prestação de serviços 4. Intensificar o atendimento não presencial 5. Fortalecer uso de ferramentas de comunicação virtual 6. Aprimorar a qualidade do lançamento para aumentar a recuperação do crédito tributário 7. Aplicar os conceitos de gerenciamento de risco nos processos aduaneiros 8. Racionalizar e uniformizar os processos de trabalho aduaneiros 9. Incrementar ações de acompanhamento de grupos e setores econômicos 10. Desenvolver as competências fundamentais, gerenciais e específicas dos servidores 11. Ampliar o programa de Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho para unidades Regionais e Locais 12. Ampliar o número de pessoas jurídicas médias e optantes do simples a serem fiscalizadas 13. Flexibilizar a jurisdição da fiscalização aduaneira 14. Intensificar a divulgação das ações da RFB 15. Fortalecer as ações de cobrança administrativa. 16. Reduzir o prazo para análise de créditos pleiteados pelo contribuinte A partir dessa priorização, associada à definição das iniciativas das Unidades Centrais, bem como às demandas extraídas das Reuniões Diálogos de Gestão realizadas nos meses de setembro e outubro/2012 com os gestores das unidades, as Divisões e Unidades descentralizadas definiram 23 iniciativas para o biênio 2013/2014, que se constituíram no Plano de Contribuição da 6ª RF. 62

64 É importante ressaltar que o Plano de Contribuição 2013/2014 serviu de base para a distribuição orçamentária do ano de 2014, alinhando o orçamento à estratégia. Todas essas iniciativas foram incluídas no Sistema de Apoio à Gestão Estratégica da Receita Federal do Brasil (Sage-RFB) e algumas delas foram selecionadas para compor o Portfólio regional, com gerenciamento com base nas Metodologias de Gerenciamento de Projetos e de Portfólio da RFB. 63

65 b) Promover melhoria nos processos Descrição sucinta das principais atividades: Gerenciar e disseminar a metodologia de gestão por processos. Em relação ao processo "Promover Melhorias nos Processos", vale destacar a criação da Coordenação de Gestão de Processos Institucionais Cproc, vinculada à Copav e conhecida como Escritório de Processos, cujo marco inicial é o Regimento Interno da SRFB aprovado pela Portaria MF nº 203, publicada no DOU de 17 de maio de 2012, com vigência a partir de julho de Essa unidade é responsável pelas atividades de gestão por processos na RFB. c) Gerir portfólio de projetos Descrição sucinta das principais atividades: Priorizar os projetos e/ou iniciativas estratégicas; Gerenciar e disseminar a metodologia de gerenciamento de projetos; Monitorar periodicamente o andamento dos projetos e/ou iniciativas estratégicas, para subsidiar a avaliação global do portfólio; Fazer o acompanhamento periódico com as equipes dos projetos; e Promover o gerenciamento dos projetos ou iniciativas estratégicas em conformidade com a metodologia estabelecida; Em relação ao processo "Gerir Portfólio de Projetos", salienta-se que a execução da Estratégia se dá por meio de iniciativas estratégicas propostas, selecionadas, priorizadas e acompanhadas pelas Unidades Centrais e Unidades Descentralizadas, segundo as Metodologias de Gerenciamento de Projetos e de Gerenciamento de Portfólios da RFB. Na 6ª RF foram selecionadas, do conjunto de 23 iniciativas, nove consideradas estratégicas para serem acompanhadas diretamente pelo Gabinete do Superintendente, compondo o Portfólio de Projetos Estratégicos Regional. O processo de priorização em 2013 seguiu as diretrizes do Mapa Estratégico da RFB para , os Macroprocessos da Cadeia de Valor e definições do Plano de Contribuição para a Estratégia. O monitoramento e controle do andamento dos projetos estratégicos foi promovido por meio da realização de Reuniões Mensais de Acompanhamento de Projetos (RAP), com a presença do Superintendente, gerentes de projetos e da assessoria de planejamento. Os projetos também são acompanhados por meio do Painel de Controle de Projetos, que se constitui em espaço criado no Portal RF06 para divulgação, acompanhamento dos projetos e repositório de documentos 64

66 65

67 Com relação a disseminação da cultura em Gerenciamento de Projetos, foram realizadas oficinas para os gerentes dos Projetos Estratégicos Regionais e servidores da Rede de Planejamento da 6ª RF. Além disso, foi prestada consultoria interna para suporte técnico visando o alinhamento conceitual, levantamento de dúvidas, adequação de artefatos e orientações quanto a sua utilização. Também foram veiculadas matérias no boletim informativo regional Sexta Conexão. 66

68 Estrutura do Portfólio de Projetos Estratégicos Regionais O processo de priorização dos Projetos Estratégicos Regionais foi realizado pelo Superintendente, considerando as necessidades regionais e a Matriz de Priorização, a qual foi construída a partir das Diretrizes 2013/2014 e preenchida por cada um dos Chefes de Divisão, responsável pelo projeto. Por Objetivos Estratégicos A relação de projetos de 2013 atinge 12 objetivos estratégicos do Mapa Estratégico, sendo os mais impactados aqueles com foco na sociedade como um todo e aos servidores da instituição. - Fortalecer a imagem da instituição perante a sociedade (04); - Aprimorar e ampliar os serviços prestados à sociedade (04); - Desenvolver competências, integrar e valorizar pessoas (04). 67

69 d) Prospectar inovações Descrição sucinta das principais atividades: Prospectar inovações na gestão pública brasileira e aplicá-las na RFB; Prospectar inovações junto à administrações tributárias e aduaneiras de outros países e aplicá-las na RFB; Realizar estudos inovadores na área de administração tributária e aduaneira; e Prospectar demais inovações no mercado e na academia. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Está disponível na intranet da RFB o ambiente Canal da Inovação, onde o servidor pode conhecer ou compartilhar boas práticas implantadas com sucesso em áreas ou unidades e que poderiam ser disseminadas por toda a organização. Endereço: Compõe também o Canal da Inovação o ambiente Desafios para Inovação, um espaço para a prática da inteligência cooperativa para a melhoria de determinado assunto. Nesta página a administração posta um tema e os servidores têm oportunidade de manifestar-se como melhor construir a solução e melhorar o processo de trabalho ou atingir um objetivo estratégico específico. A RFB tem instituído desde 2002 o "Prêmio de Criatividade e Inovação Auditor-Fiscal da Receita Federal José Antonio Schöntag (Prêmio Schöntag)", que é um prêmio anual destinado a incentivar a criatividade e a inovação e tem por objetivo reconhecer e valorizar trabalhos apresentados por servidores e empregados do Ministério da Fazenda que se caracterizem pela qualidade técnica, aplicabilidade na implantação de boas práticas de gestão e na melhoria da qualidade dos serviços prestados ao contribuinte Macroprocesso Gestão Institucional a) Gerir políticas e diretrizes institucionais Descrição sucinta das principais atividades: Realizar a tomada de decisões institucionais; 68

70 Gerenciar os processos decisórios em todos os âmbitos da RFB; e Gerir políticas, diretrizes e regimento interno. b) Gerir relações institucionais Descrição sucinta das principais atividades: Prospectar parcerias com entidades nacionais no interesse da RFB; Coordenar a solicitação e celebração de convênios para atendimento a solicitações de entidades nacionais; Supervisionar a execução dos convênios de parcerias; Coordenar o processo de cooperação e integração com as administrações tributárias dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; Coordenar a representação da RFB em fóruns nacionais; e Prospectar demais inovações no mercado e na academia. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. A 6ª RF, a exemplo da RFB, tem trabalhado para o fortalecimento das relações institucionais entre União, Estados e Municípios, contando com o suporte da Coordenação-Geral de Cooperação e Integração Fiscal Cocif, área responsável pelo acompanhamento e orientação dessas ações, em âmbito nacional. c) Gerir comunicação institucional Descrição sucinta das principais atividades: Realizar ações de divulgação dos resultados tributários e de controle aduaneiro para a sociedade; Monitorar notícias e opiniões públicas sobre assuntos de interesse da RFB; Realizar o fortalecimento da imagem institucional da RFB perante a sociedade; e Gerenciar a comunicação interna da Receita. A Comunicação Social é uma área de fundamental importância para qualquer corporação pública ou privada. Esse fato ganha especial relevo para uma instituição do porte da Receita Federal, que tem uma vasta área de atuação assim como um número enorme de servidores. Há que se ressaltar ainda a necessidade de interação com os mais diversos públicos, tais como contribuintes, servidores, órgãos públicos e outros entes federados. Ciente da envergadura desse desafio a administração da 6ª RF tem empreendido enorme esforço com vistas a fortalecer a imagem da instituição. Nesse sentido podemos destacar no ano de 2013 as iniciativas abaixo: 69

71 - Consolidação e gerência do Portal da 6ª RF. A Intranet Regional foi criada em setembro de 2010 na rede da 6ª RF e durante esse período foi uma ferramenta importante de comunicação e integração dos servidores. No último ano foram registrados 374 mil acessos. Em dezembro foram iniciados os procedimentos para a migração para o novo portal, na rede nacional, conforme diretriz do órgão central, buscando-se unificar no mesmo veículo de comunicação informações de interesse dos servidores e que ao mesmo tempo tragam facilidades práticas para o dia a dia dos que trabalham na instituição. - Edição dos informativos Sexta em Conexão e Últimas Notícias, canais de comunicação interna da 6ª RF. O primeiro teve 11 edições publicadas durante o ano e o segundo divulgou diariamente informações e notícias de interesse regional. - Gerenciamento do atendimento à mídia mineira por meio da Assessoria de Imprensa e divulgação de informações institucionais por meio de releases Macroprocesso Controle Institucional O macroprocesso Controle Institucional integra a política Definir Diretrizes para os Processos de Gestão, apoia as políticas institucionais ao perpassar os demais macroprocessos finalísticos e de gestão e é composto por três processos: Gerir a Integridade Funcional, Gerir Conformidade de Procedimentos Internos e Gerir Riscos Institucionais. Em linhas gerais, estes três processos de trabalho têm como objetivos principais garantir a conformidade de procedimentos técnicos e administrativos, assegurar a adoção das melhores práticas de gestão e de governança, prover as demais áreas técnicas da RFB de instrumentos para operacionalizar o gerenciamento de riscos e o aproveitamento de oportunidades, além de garantir que a conduta funcional dos servidores esteja dentro dos princípios da moralidade e da ética pública. É importante destacar que as atividades mencionadas somadas a outras desenvolvidas por áreas específicas com atribuições voltadas à correição, à segurança institucional, a padrões de comportamento ético e gestão de tecnologia da informação resultam no que convencionamos denominar Sistema de Controle Interno da RFB. a) Gerir a integridade funcional Descrição sucinta das principais atividades: 70

72 Examinar e instruir processos administrativos disciplinares e demais expedientes sobre ética e disciplina funcionais que devam ser submetidos à apreciação das autoridades competentes; Examinar denúncias, representações e demais expedientes que tratem de irregularidades funcionais e promover sua apuração, atendendo aos requisitos legais; Realizar ações de prevenção aos ilícitos funcionais; Realizar ações de investigação para identificação das ocorrências de ilícitos funcionais, promovendo sua devida apuração; e Avaliar o comportamento ético dos servidores. As ações disciplinares são desenvolvidas pela Coger (Corregedoria-Geral da RFB), com atuação nas Regiões Fiscais por meio de seus Escritórios Regionais. Elas visam a contribuir para a manutenção da integridade dos valores institucionais adotados pela RFB e do interesse e do patrimônio públicos, uma vez que, ao defenderem a probidade e a moralidade em todas as suas formas, impactam positivamente não só o corpo funcional do órgão, mas também toda a sociedade. As ações disciplinares stricto sensu abrangem os procedimentos preliminares de investigação disciplinar, a analise da admissibilidade de representações e denúncias de supostas irregularidades cometidas por servidores, e a apuração de responsabilidade pelo eventual cometimento de irregularidades funcionais, por meio de Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Mencionam-se também as ações disciplinares lato sensu, que são aquelas referentes ao acompanhamento do trâmite de processos judiciais e da jurisprudência relacionados aos processos disciplinares em curso e aos servidores neles envolvidos; as atuações da Coger em conjunto com outros órgãos da administração pública federal e em cooperação com organismos internacionais; e ainda aquelas de caráter preventivo ao desvio de conduta, operacionalizadas por meio de palestras informativas e de conscientização do corpo funcional e dos administradores. No tocante ao Controle Institucional, especificamente quanto à atividade "avaliar o comportamento ético dos servidores", cabe o registro de que a 6ª Região Fiscal passou a contar com um representante local da Comissão de Ética Pública Seccional da Secretaria da Receita Federal do Brasil (CEPS-RFB), criada pela Portaria RFB nº 3.262, de 19 de agosto de b) Gerir conformidade de procedimentos internos e gerir riscos institucionais Descrição sucinta das principais atividades: Propor políticas e diretrizes de atuação preventiva e corretiva para os procedimentos executados na RFB, bem como fornecer sugestões que auxiliem no processo decisório e na melhoria da gestão; Gerenciar relacionamento com órgãos de controle; Propor políticas e diretrizes relativas à gestão de riscos na RFB; Gerenciar, implementar e disseminar metodologia de gestão de riscos na RFB; e Prospectar melhores práticas e métodos em gestão de riscos. 71

73 Os processos Gerir Conformidade de Procedimentos Internos e Gerir Riscos Institucionais é patrocinada pela Coordenação-Geral de Auditoria Interna (Audit), unidade de assessoramento direto ao Gabinete do Secretário da RFB. No entanto, todas as áreas da RFB possuem atuação no Controle Institucional. A Audit possui suas atribuições definidas no Regimento Interno da RFB, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 17 de maio de 2012, e alterações posteriores, estando dentre suas competências regimentais estabelecer políticas e diretrizes de atuação preventiva e corretiva, em consonância com o modelo de gestão; avaliar se os mecanismos de controle interno existentes asseguram o cumprimento dos objetivos da RFB; gerenciar a implementação e disseminar metodologia, bem como monitorar e proceder à análise crítica em gestão de riscos na RFB; e acompanhar e executar as atividades relacionadas com o cumprimento das determinações, recomendações e solicitações emitidas pelos órgãos de controle externo, bem como preparar as respectivas respostas. Neste contexto, a Audit desempenha suas atividades em três áreas: auditoria interna, gestão de risco e acompanhamento da atuação dos Órgãos de Controle Externo, as quais, devido à natureza e à abrangência, possibilitam a interação com todos os macroprocessos e processos de trabalho e de gestão da RFB, alcançando atividades finalísticas e de apoio, tais como: atendimento ao público externo, controle do crédito tributário, fiscalização, aduana, tecnologia da informação, gestão de pessoas e logística. No âmbito da RFB são realizadas auditorias internas de conformidade e de gestão. As auditorias de conformidade têm como objetivo avaliar se os procedimentos operacionais estão em consonância com as normas e regulamentos estabelecidos. Neste contexto, também são realizadas auditorias contínuas, que tem como objetivo identificar exceções à normalidade, utilizando-se do cruzamento de dados coletados nos sistemas de informações. As auditorias de gestão têm como objetivo avaliar as ações gerenciais, com base nos aspectos da eficiência, eficácia, economicidade e efetividade, fornecendo à alta administração informações, recomendações e sugestões que os auxiliem no processo decisório e na melhoria da gestão. O acompanhamento da atuação dos Órgãos de Controle Externo, além do controle do atendimento às demandas e às deliberações do TCU e da CGU, abrange também a coordenação dos trabalhos de elaboração da Prestação de Contas Anual das Unidades da RFB e a consolidação e o fornecimento de informações para a Prestação de Contas da Presidência da República. As Regiões Fiscais respondem pelo atendimento às demandas e às deliberações do TCU e da CGU quanto a assuntos sob sua responsabilidade, bem como pela elaboração da Prestação de Contas Anual, consolidando as informações referentes à Superintendência e às unidades gestoras que compõem sua estrutura organizacional. As atividades ligadas à gestão de riscos envolvem a disseminação da cultura e da metodologia, os estudos e prospecções de melhores práticas e métodos e o suporte metodológico para a implementação da gestão de riscos. Além disso, compõem os trabalhos dessa área a análise e emissão de pareceres de risco, o acompanhamento da implementação dos tratamentos e dos níveis de riscos, bem como o fornecimento de subsídios para a atuação da auditoria interna. 72

74 Macroprocesso Gestão Orçamentária e Financeira a) Realizar a gestão orçamentária e Financeira Descrição sucinta das principais atividades: Elaborar a proposta orçamentária anual com vinculação ao Mapa Estratégico da RFB; Acompanhar a execução orçamentária e financeira; e Efetuar a descentralização de créditos orçamentários e recursos financeiros para as Unidades Gestoras. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Na 6ª Região Fiscal os créditos de investimento que foram disponibilizados para a Região permitiram um avanço na elaboração de projetos, recuperação, reformas, reparos e adaptações de edificações onde estão instaladas as Unidades. Quanto aos créditos de custeio, o contingenciamento ocorrido em 2013 trouxe como conseqüência o cancelamento ou adiamento de algumas atividades programadas de fiscalização e repressão, de treinamentos e a postergação de manutenções prediais e de veículos. Também não foi possível realizar, por falta de créditos, a contratação de serviços terceirizados (vigilância, carregadores, recepcionistas, copeiras) para suprir carências de algumas Unidades. Foi necessário efetuar várias revisões nas ações planejadas para as diversas áreas da Superintendência e manter forte controle da área orçamentária e financeira, não só em decorrência da escassez dos créditos, mas também para cumprir os novos critérios e limites para os gastos com as diárias e passagens. Como tem ocorrido nos últimos anos, no final do exercício, foram liberados mais créditos o suficiente para a cobertura das contas da Região. Assim, o exercício foi finalizado com os seguintes montantes de créditos empenhados ao longo de 2013: reaparelhamento (investimento) R$ ,72, custeio do Plano de Engenharia PE R$ ,69, Investimento do PE - R$ ,15 e de custeio exceto PE - R$ ,92. 73

75 b) Realizar gestão contábil Descrição sucinta das principais atividades: Realizar a supervisão e orientação dos registros contábeis das Unidades da RFB; Coordenar o processo de Prestação de Contas Anual; e Implementar as alterações nos princípios, procedimentos e rotinas contábeis emandas do Órgão Central do Sistema de Contabilidade Federal. Escopo: Todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Na 6ª RF, o ano de 2013 teve como foco as seguintes atividades principais: a) Registro mensal da conformidade contábil que representa a regularidade dos atos e fatos da gestão orçamentária, financeira e patrimonial praticados pelos ordenadores de despesa e responsáveis por bens públicos, à vista dos princípios e normas contábeis aplicadas ao setor público, da tabela de eventos, do plano de contas aplicado ao setor público e da conformidade dos registros de gestão das Unidades Gestoras da 6ª Região Fiscal; b) Atividades relacionadas à elaboração do Relatório de Gestão de 2012; c) Orientação e acompanhamento em relação à elaboração e envio, por parte de todas as Unidades Gestoras da Região, da Declaração de Imposto Retido na Fonte - DIRF; d) Treinamento, atualização e aperfeiçoamento dos servidores da área de logística, com o fim de informar sobre as inconsistências mais frequentes na região, sua prevenção e adequadas correções, objetivando a redução do número de Ocorrências Contábeis registradas; e) Orientação tempestiva e adequada aos servidores da área de logística e restituição na solução das inconsistências contábeis detectadas pelas Unidades Gestoras da RFB; f) Acompanhamento diário do lançamento da Conformidade de Registro de Gestão pelas Unidades Gestoras; g) Levantamento periódico para apuração de inconsistências contábeis existentes e orientação tempestiva de regularizações necessárias; h) Elaboração e disseminação de orientações e informações relevantes para o necessário aperfeiçoamento da execução orçamentária, financeira e patrimonial nas Unidades Gestoras; i) Gestão e execução contábil utilizada como ferramenta indispensável para a prestação de assistência, orientação e apoio técnico aos ordenadores de despesas e responsáveis por bens, direitos e obrigações da União; j) Cadastramento e habilitação dos servidores para acesso e uso do Sistema de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI;e k) Geração de informações a partir da escrituração contábil objetivando a tomada de decisões com base em fatos reais e dentro de uma técnica comprovadamente eficaz. 74

76 Macroprocesso Governança de Tecnologia da Informação a) Realizar governança de TI Descrição sucinta das principais atividades: Realizar o gerenciamento e relacionamento com o prestador de serviços de TI; Planejar e organizar as atividades de TI; Adquirir e implementar soluções tornando-as serviços de TI; Entregar e manter serviços de TI aos usuários finais da instituição; Monitorar e avaliar os processos de TI; e Gerir todo o ciclo de vida de serviços de TI desde o levantamento das necessidades institucionais e solicitação por solução de TI, especificação, construção, homologação, implantação, produção e desativação do serviço. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Foram promovidas ações na 6ª RF para fortalecimento da Comunicação Institucional, bem como levantamento de necessidades das unidades visando adequação da infraestrutura física e tecnológica. Na Gestão de Serviços, a 6ª RF realizou o acompanhamento de mais de 24,7 mil acionamentos na Central de Serviços. A Região promoveu o Seminário de Tecnologia Regional, com a participação de servidores de todas as unidades, onde foram tratados diversos temas: ajustes de sistemas; migração para Windows 7; monitoramento dos sistemas que impactam o atendimento nas Agências; análise dos indicadores estratégicos; política de segurança; e relatórios de conformidade. Promoveu, ainda, visitas a unidades de atendimento, para reunião com as equipes locais de TI, visando principalmente avaliar e acompanhar o desempenho dos diversos sistemas da RFB. b) Gerir sistemas da informação Descrição sucinta das principais atividades: 75

77 Definir as políticas para desenvolvimento de sistemas; Definir arquitetura de sistemas de informação; Definir arquitetura de informações; e Coordenar o desenvolvimento de sistemas. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Regionalmente foram continuadas as ações de manutenção do Portal intranet, com início da migração do conteúdo para a Intranet Nacional, bem como o acompanhamento do desenvolvimento de sistemas e a manutenção do aplicativo para gerenciamento de indicadores estratégicos - Painel Estratégico da RF06. c) Gerir segurança da informação Descrição sucinta das principais atividades: Definir e promover a política de segurança da informação da RFB em conformidade com a legislação vigente; Gerenciar a implantação e a aplicação das normas de segurança da informação; Definir e gerir a infraestrutura de segurança da informação; e Coordenar as atividades de controle de acesso aos sistemas e recursos de tecnologia da informação da RFB. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. No âmbito da 6ª RF, foram realizadas diversas ações como: auditorias de Sistemas Informatizados de Controle Aduaneiro; auditorias internas nos Postos de Agente de Registro - PAGR; auditorias de segurança sob demanda do Escor06; avaliação, autorização e homologação de softwares sob a demanda de usuários; e a solicitação de desbloqueio de sítios para o Órgão Central, nos casos de bloqueio nacional. Foi realizado, sob a gestão da área de segurança de TI, treinamento de Análise e Gerenciamento de Riscos, com conteúdo direcionado à habilitação e treinamento de Gestores de Segurança Locais, apresentação de procedimentos para efetuar a análise de risco e vulnerabilidade dos sistemas informatizados da RFB, em conformidade com as estratégias organizacionais e apresentação de políticas de segurança da RFB. Também foi realizado treinamento para Agentes de Registro da Receita Federal, para habilitação de servidores para desempenharem as atividades de Agentes de Registro nas unidades e apresentação de normas específicas de Certificação Digital - ICP Brasil - Infraestrutura de Chaves Públicas do Brasil. 76

78 d) Gerir infraestrutura de TI Descrição sucinta das principais atividades: Definir as políticas e a infraestrutura tecnológica; Gerir a infraestrutura tecnológica; Internalizar soluções tecnológicas; e Gerenciar ambientes informatizados. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Na 6ª RF foram realizadas diversas ações, dentre elas: - projeto-piloto para subsidiar a elaboração do procedimento nacional de migração dos serviços de conveniência para os novos servidores tipo D, destinados a agências e outras unidades de porte equivalente; - recebimento e instalação dos servidores tipo D em 43 unidades administrativas, bem como realização dos procedimentos iniciais de migração nessas unidades; - expansão do uso do DFS (Distributed File System) na região, o que traz maior segurança para os dados armazenados nesse sistema, pois permite backup remoto no datacenter de Brasília; - recebimento, instalação e configuração de 58 Codecs para videoconferência, o que permitiu estender esse importante recurso de comunicação a todas as agências da região; - recebimento e instalação de 293 desktops marca Daten em substituição a estações obsoletas; - recebimento e configuração de 11 switches destinados à manutenção e ampliação da solução de conectividade; - migração de 26% do parque de estações de trabalho para o sistema Windows 7; - treinamento para uso da nova ferramenta de gerenciamento corporativo - Altiris; - acompanhamento e controle dos indicadores de desempenho das atividades de TI na 6ª RF; e - acompanhamento e controle da instalação do cliente Altiris em todas estações de trabalho fixas, móveis e nos equipamentos servidores da 6a RF Macroprocesso Gestão de Pessoas 77

79 a) Recrutar, selecionar e alocar pessoas Descrição sucinta das principais atividades: Gerir Recrutamento Externo; Gerir Seleção Interna; Gerir Alocação e Movimentação Interna e Externa; Gerir Estagiários; e Gerir Provimento e Vacância de Cargos. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Gerir Recrutamento Externo No âmbito da RFB os concursos públicos são autorizados pelo Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão e realizados em parceria com a Escola de Administração Fazendária. Os novos servidores devem participar do Programa de Formação Profissional (PFP) ao longo do primeiro ano de exercício profissional. O PFP iniciado em 2013 teve como público-alvo os 252 Auditores-Fiscais e 750 Analistas Tributários aprovados nos concursos públicos de 2012 pelos Editais Esaf nº 23 e 24. No âmbito da 6ªRF, dentre os Analistas Tributários aprovados no concurso público de 2012 pelo Edital Esaf nº 24, somente um servidor foi nomeado e empossado para a Região, no ano de Gerir Seleção Interna O processo de seleção interna está estruturado no que tange à ocupação dos postos gerenciais de Delegado e Inspetor-Chefe, que são dirigentes de unidades locais, denominado Processo Simplificado de Seleção (PSS). Esta sistemática está apoiada na existência de um Banco de Gestores, que passam por etapas de aferição de pontuação por critérios objetivos (formação acadêmica e experiência profissional) e subjetiva (entrevista comportamental para avaliar manifestação das competências gerenciais). Até dezembro de 2013 foram realizados 153 PSS com a utilização das informações do Banco de Gestores, que conta hoje com 589 integrantes. No âmbito da 6ª RF, o Banco de Gestores conta com 51 integrantes e, no exercício, foram realizadas 06 (seis) entrevistas comportamentais e um PSS foi concluído, com a nomeação do Delegado para a DRF/Varginha. Em fevereiro de 2013 foi realizada experiência piloto do Banco de Gestores para Agentes na 6ª Região Fiscal. Dos 41 postos regionais de Chefes de Agência, 10 já foram preenchidos por meio de processo seletivo com a utilização das informações do Banco de Gestores para Agentes, que conta com 32 integrantes. Gerir Alocação e Movimentação Interna e Externa - Em termos de movimentação interna, foram realizados dois 2 concursos internos de remoção, homologados em 5 de outubro de 2012, cujos reflexos se deram em 2013, pelo fato das portarias de remoção terem sido editadas mensalmente Em decorrência desses certames, foram movimentados em 2013, 401 Auditores- Fiscais, sendo 3 vagas destinadas para a 6ª RF, e 554 Analistas Tributários, com 10 vagas para a 6ª RF (Anexo I das Portarias RFB nº e nº de 31/08/2012). A 6ª RF teve 89 remoções. Desse total 39 ocorreram dentro da região e as outra 50 de outras regiões fiscais para a 6ª RF. Remoções cuja origem foi a 6ª RF para demais regiões fiscais totalizaram 33 servidores. 78

80 Gerir Estagiários - Com o objetivo melhorar os procedimentos da gestão de estagiários, com a padronização, uniformização e simplificação do fluxo das tarefas, em 2013, foi divulgado, às unidades que compõem a 6ª RF, as rotinas e procedimentos de contratação e acompanhamento dos estagiários. Também mereceu atenção o aperfeiçoamento da comunicação do processo de desligamento com a folha de pagamento, visando reduzir uso de GRU para devolução de valores pagos além da data de término do contrato. Em 2013, a contratação de estagiários na Região totalizou 146 estagiários, com investimento de R$ ,37. Gerir Provimento e Vacância de Cargos - O ano de 2013 foi marcado pela nomeação e posse na 6ª RF de um servidor, Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil, integrante da Carreira de Auditoria. A vacância de cargos totalizou 134 registros, sendo 91 aposentadorias, 38 vacâncias para posse em cargo inacumulável, duas exonerações, um falecimentos e duas demissões. b) Capacitar e desenvolver pessoas Descrição sucinta das principais atividades: Gerir formação inicial Gerir capacitação permanente Gerir Competências Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. No que respeita à capacitação, o ano de 2013 foi marcado pelo avanço na consolidação do modelo de capacitação por competências, focando na redução das principais lacunas identificadas e no fortalecimento das competências críticas para o sucesso da RFB, tanto em nível nacional quanto regional. Em Minas Gerais, foram capacitados servidores, em treinamentos que somaram horas de capacitação, o que redundou na média de 41,84 horas de treinamento por servidor. 79

81 Servidores Capacitados na 6ª RF Horas Investidas em Capacitação Em alinhamento com a consolidação modelo de capacitação por competências, a Região realizou no final do ano um seminário regional Seminário para elaboração do Proeduc 2014 e 2015, do qual participaram 27 pessoas de todas as unidades da região. 80

82 c) Administrar e avaliar pessoas Descrição sucinta das principais atividades: Gerir Avaliação de Desempenho; Gerenciar Cadastro de Servidores; Administrar Jornada de Trabalho; Gerir Remuneração; e Gerir Contencioso Judicial e Administrativo. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Gerir Avaliação de Desempenho: No ano de 2013 foram realizadas as seguintes avaliações: a) Estágio Probabório dos servidores integrantes da Carreira de Auditoria da RFB (ARFB) A homologação foi relativa aos servidores nomeados em 2010, Portarias RFB nº 1095 e nº 1096, que completaram os 36 meses de exercício até o dia 8/8/2013. Do total de 441 Auditores-Fiscais 368 tiveram o estágio homologado. Com relação aos Analistas-Tributários, 326 tiveram o estágio homologado, do total de 418. A 2ª homologação contemplou 32 Auditores-Fiscais e 34 Analistas- Tributários que completaram os 36 meses de exercício até o dia 30/8/13 (Portarias RFB nº 1226 e nº 1227) e não tinham sido contemplados na primeira homologação. A 3ª homologação abrangeu 18 Auditores- Fiscais e 31 Analistas-Tributários que completaram os 36 meses de exercício até o dia 22/11/13 (Portarias RFB nº 1640 e nº 1641) e não tinham sido contemplados na primeira e segunda homologações. Os servidores da 6ª RF que tiveram homologados o período de estágio probatório tiveram seus nomes relacionados nas referidas portarias. b) Progressão Funcional A Progressão Funcional dos servidores da RFB é homologada pela Cogep/SPOA do Ministério da Fazenda. O Processo de Progressão nº 19, relativo ao período avaliativo de 1/7/11 a 1/7/12, teve a participação de servidores da RFB. Foi ainda realizado o Processo de Progressão nº 20, relativo ao período avaliativo de 1/7/12 a 1/7/13, do qual participaram servidores da RFB, inclusive os da 6ª RF, que tiveram sua progressão processada no Sistema Siape pela equipe da Digep06. Avaliações para efeito de gratificação de desempenho dos servidores administrativos (GDAFAZ/GDM-PECFAZ/GDPGPE/GDASS/GDACE) - Os servidores da 6ª RF foram avaliados no 4º ciclo avaliativo, que correspondeu ao período de 01/11/2012 a 31/10/2013. Gerenciar Cadastro de Servidores: A 6ª RF continua a investir no aprimoramento das informações cadastrais dos servidores, compartilhando com as unidades as formas de melhoria na sua qualidade. Procurou-se padronizar o envio de informações e a utilização de formulários específicos. Administrar Jornada de Trabalho: Foram divulgadas aos servidores da 6ª RF as legislações e orientações pertinentes ao assunto. Gerir Remuneração: Em 2013, a Equipe de Folha de Pagamentos da 6ª RF geriu a folha de pagamento de aproximadamente 2000 servidores Gerir Contencioso Judicial e Administrativo: A 6ª RF investiu na diminuição do tempo de resolução dos processos administrativos na área de Gestão de pessoas através da implantação e 81

83 melhoramento do uso da ferramenta e-processo. Além disso, com um melhor aparelhamento da equipe responsável por esses processos, houve sensível melhoria no tempo de prestação de informações à AGU na defesa da União em demandas judiciais sobre os mais diversos assuntos. d) Reconhecer e valorizar pessoas Descrição sucinta das principais atividades: Promover Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho; e Promover Reconhecimento e Valorização. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Caminhos - Preparação para aposentadoria é um programa de incentivo ao pensamento crítico e reflexivo, para que esses servidores possam fazer escolhas pessoais mais conscientes bem como entender a importância de se pensar sobre essa nova fase de vida. A aposentadoria representa uma nova fase da vida, na qual muitas transformações, ainda desconhecidas, estarão presentes. Esse cenário ressalta a importância de se trabalhar o tema na RFB, o que também é preconizado em lei, que determina a preparação para a aposentadoria com antecedência mínima de um ano. Para esse fim, em 2013, foram implantadas duas turmas, uma em cada semestre, com participantes de toda a RFB. Os servidores da 6ª RF também foram convidados a participar de palestra sobre o tema, promovida pela SAMF/MG. Para valorizar e promover o reconhecimento de seus servidores, a RFB oferece ainda um conjunto de premiações: l) Medalha Noé Winker, por mérito funcional, num sistema misto de indicação pelos pares e escolha dos dirigentes a partir de uma lista sêxtupla dos mais votados. Em 2013, 03 servidores da 6ª RF foram agracidados com a Medalha. m) Prêmio Desempenho Funcional, criado com o objetivo de valorizar e reconhecer os servidores que se destacam, ao longo do ano, no desempenho de suas funções. Em 2013, 18 servidores da 6ª RF foram contemplados com o prêmio Desempenho Funcional. São homenageados também os servidores que completam 25 anos de serviço, com o Jubileu de Prata, e aqueles que se aposentaram no ano e que recebem o prêmio Relevantes Serviços Prestados. n) Prêmio Criatividade e Inovação, que tem como objetivo reconhecer e valorizar trabalhos apresentados por servidores e empregados do Ministério da Fazenda que se caracterizem pela qualidade técnica e aplicabilidade na implantação de boas práticas de gestão e na melhoria da qualidade dos serviços prestados ao contribuinte. o) Concurso de Redação e Trabalho Artísticos, destinado a filhos e netos dos servidores. O objetivo é contribuir para o processo de formação da cidadania e aproximação das crianças do cotidiano profissional de seus pais, estimulando-as a desenvolverem a percepção sobre a relação entre o trabalho na RFB e a construção de uma sociedade melhor para se viver. p) Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil O concurso foca situações de trabalho cujos dados, pela relevância e historicidade, contribuem para a conservação da Memória Institucional da RFB. Em 2013, um servidor da 6ª RF 82

84 obteve a 2ª colocação na modalidade Prosa, com o trabalho Unificação dos fiscos A Super Receita Macroprocesso Gestão de Materiais e Logística a) Realizar aquisições e contratações Descrição sucinta das principais atividades: a) Orientar a Administração de Contratos; b) Executar a Administração de Contratos; c) Orientar a Gestão de Licitação; e d) Executar a Gestão de Licitação. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Na 6ª Região Fiscal destaca-se a contratação, na modalidade concorrência, de empresa para executar a conclusão das obras da reforma da sede da Delegacia da Receita Federal do Brasil em Belo Horizonte DRF/BHE no montante de R$ ,00. b) Gerir patrimônio e obras Descrição sucinta das principais atividades: Prospectar inovações na gestão pública brasileira e aplicá-las na RFB; Prospectar inovações junto à administrações tributárias e aduaneiras de outros países e aplicá-las na RFB; Realizar estudos inovadores na área de administração tributária e aduaneira; Prospectar demais inovações no mercado e na academia. 83

85 Orientar a Gestão de Materiais, Transportes e Serviços Diversos; Executar a Gestão de Materiais, Transporte e Serviços Diversos; Orientar a Gestão de Imóveis; e Gerir os Imóveis. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Além da contratação da conclusão da reforma da DRF BHE, destaca-se a contratação de empresas para realizar a adaptação dos projetos das Agências Modelo cujas obras a serem contratadas em 2014 têm o custo estimado de: - ARF Barbacena: R$ ,00 - ARF Betim: R$ ,00 - ARF Caratinga: R$ ,00 - ARF Manhuaçu; R$ ,00 c) Gerir mercadorias apreendidas Descrição sucinta das principais atividades: Gerir mercadorias apreendidas. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. Na 6ª Região Fiscal a gestão das mercadorias apreendidas também foi destaque, garantindo pelo terceiro ano consecutivo o sucesso da política regional de destinação de mercadorias (incorporação, doação, destruição e leilão), com especial ênfase nos resultados dos leilões eletrônicos. Foram realizados ao longo do ano três leilões, com arrecadação total de R$ ,00. Houve redução de cerca de 55% no quantitativo de processos fiscais antigos na conta 130 (à disposição de autoridades administrativas), e de cerca de 23% no quantitativo de processos fiscais antigos na conta 210 (custódia), o que demonstra o esforço das unidades na adoção de providências para evitar a obsolescência, depreciação ou perecimento dos bens apreendidos. A destruição de Mercadorias Apreendidas totalizou R$ ,17. d) Realizar gestão documental Descrição sucinta das principais atividades: Orientar a Gestão Documental; e Executar a Gestão Documental. Escopo: todos os processos da Cadeia de Valor da RFB. 84

86 1.6 - Principais Parceiros (externos à Unidade Jurisdicionada, da Administração Pública ou da Iniciativa Pivada) Relacionados à Atividade-fim da Unidade Os principais parceiros da RFB são: Ministério da Fazenda (MF) e órgãos subordinados/vinculados: Secretaria-Executiva, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Escola de Administração Fazendária (ESAF), Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), Secretaria de Política Econômica (SPE), Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN); Banco do Brasil S/A (BB); Caixa Econômica Federal (CAIXA); Ministério da Previdência Social (MPS) e órgãos subordinados/vinculados: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) e Empresa de Tecnologia e Informação da Previdência Social (Dataprev); Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC) e órgãos subordinados/vinculados: Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) e Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE); Ministério das Relações Exteriores (MRE); Ministério da Defesa (MD) e Comandos Militares; Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); Ministério Público Federal (MPF); Departamento de Polícia Federal (DPF); Presidência da República (PR); Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP); Congresso Nacional (CN); Secretarias de Fazenda dos Estados e Municípios; Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (SEPLAG/MG) Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS) Juntas Comerciais (JC); Cartórios de Registro Civil; e Órgãos que compõem o denominado Sistema S : Serviço Social do Comércio (SESC), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC); Serviço Social da Indústria (SESI); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP), Serviço Social de Transporte (SEST), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT), Diretoria de Portos e Costas do Ministério da Marinha (DPC), Fundo Vinculado ao Ministério da Aeronáutica; 85

87 Controladoria-Geral da União (CGU); Secretarias de Segurança Pública dos Estados; Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF); Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (CORREIOS); Empresa Brasileira de Infrastrutura Aeroportuária (INFRAERO); Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA); Tribunal de Contas da União (TCU); Advocacia Geral da União (AGU); e Secretaria do Patrimônio da União (SPU). 86

88 SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL 6ª REGIÃO FISCAL - SRRF 06 PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 Item 2: Planejamento e Resultados Alcançados (Item 2, Conteúdo Geral, Parte A, Anexo II, DN TCU nº 127/2013) 87

89 2.1 - Planejamento da Unidade Jurisdicionada O plano estratégico da RFB abrange toda a instituição e é elaborado para períodos de quatro anos, sendo que o atual cobrirá o período de 2012 a Sua elaboração é conduzida pela alta administração, partindo-se do levantamento e análise de fatores internos e externos com impactos no desempenho da instituição para construir cenários prospectivos, que permitam inferir possibilidades e tendências para o futuro e, a partir daí, definir uma linha de atuação. Sua vinculação com as competências constitucionais, legais e normativas está expressa não somente na missão e visão institucionais, as quais juntamente com os valores institucionais compõem os marcos institucionais da RFB, mas está claramente expressa no conjunto de objetivos estratégicos eleitos para o ciclo de gestão O papel institucional da RFB com relação às políticas públicas está expresso por meio da sua missão institucional: Exercer a administração tributária e aduaneira com justiça fiscal e respeito ao cidadão, em benefício da sociedade. A visão de futuro da RFB está assim expressa: Ser uma instituição de excelência em administração tributária e aduaneira, referência nacional e internacional. Os valores institucionais que norteiam as ações da RFB e de seu corpo funcional são: Respeito ao cidadão, Integridade, Lealdade com a instituição, Legalidade, Profissionalismo e Transparência. Este último valor foi acrescentado para o período de 2012 a 2015 aos outros cinco que já constavam como valores da Instituição no ciclo de planejamento anterior ( ). A estratégia da RFB está representada no Mapa Estratégico da RFB em vigor (figura a seguir) por meio de um conjunto abrangente de objetivos estratégicos, baseados em diferentes perspectivas e interligados por relação de causa e efeito, que devem direcionar o comportamento e o desempenho da Instituição para o alcance dos resultados desejados. 88

90 As três perspectivas do Mapa Estratégico, a saber: "Pessoas e Recursos" - a base de sustentação da Casa; "Processos Internos" - as atividades desenvolvidas na Receita; e "Resultados" o que deve ser entregue ao Estado e à sociedade, são as grandes áreas ou dimensões de atuação da RFB, as quais englobam os objetivos estratégicos ou principais desafios a serem enfrentados para o cumprimento da missão e o alcance da visão, contando a história da estratégia. São 21 objetivos estratégicos, sendo que oito deles, identificados no Mapa com uma borda verde, são os objetivos-batalha, selecionados em função de sua importância para a consecução da estratégica da RFB e acompanhados com atenção especial pela administração. Os objetivos estão distribuídos de forma balanceada pelas perspectivas do Mapa Estratégico: Descrição dos Objetivos Estratégicos Os Objetivos Estratégicos são os fins a serem perseguidos para o cumprimento da Missão e o alcance da Visão de Futuro, traduzindo as demandas e os desafios a serem enfrentados, sendo distribuídos de forma balanceada pelas Perspectivas do Mapa Estratégico, conforme abaixo. I) Perspectiva de Resultados: 1) Aproximar a Arrecadação Efetiva da Potencial - Envidar esforços para que o montante arrecadado pela RFB se aproxime da arrecadação potencial. 2) Elevar o cumprimento espontâneo das obrigações tributárias e aduaneiras - Ampliar o cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras empreendendo ações coordenadas que elevem a percepção de risco, simplifiquem o cumprimento, orientem o cidadão, fomentando uma aliança entre a Instituição e a sociedade. 3) Contribuir para o fortalecimento do comércio exterior e para a proteção da sociedade - Fortalecer o comércio exterior por meio da administração aduaneira transparente, ágil, 89

91 eficiente e segura, proporcionando a proteção da economia e sociedade. 4) Aumentar a percepção de equidade na atuação da Instituição - Aumentar a percepção de equidade na atuação da Instituição, demonstrando a correta e justa aplicação da legislação tributária e aduaneira. 5) Fortalecer a imagem da Instituição perante a sociedade - Fazer com que a sociedade reconheça a RFB como uma organização que cumpre sua missão com excelência, transparência, integridade e profissionalismo. II) Perspectiva de Processos Internos: 6) Reduzir o tempo entre o vencimento do tributo e o seu recolhimento - Racionalizar e agilizar os processos de controle e de recuperação do crédito tributário permitindo a redução do tempo entre o vencimento do tributo e o seu recolhimento. 7) Elevar a percepção de risco e a presença fiscal - Intensificar a atuação da instituição na administração de tributos internos e de comércio exterior, visando o aumento da presença fiscal e a elevação da percepção de risco pela sociedade. 8) Aumentar a efetividade e segurança dos processos aduaneiros - Proporcionar processos aduaneiros integrados e harmônicos, garantindo agilidade aos operadores que atuam de acordo com os requisitos legais e aumentar a segurança e a efetividade dos procedimentos para coibir ilegalidades. 9) Reduzir litígios tributários e aduaneiros - Melhorar a qualidade do lançamento do crédito tributário, apreciar e julgar casos de litígios tributários e aduaneiros, em âmbito administrativo, com qualidade, celeridade e menor custo e reduzir a quantidade de divergências internas na interpretação da legislação tributária e aduaneira. 10) Aprimorar e ampliar os serviços prestados à sociedade - Adotar medidas de ampliação e aprimoramento dos serviços prestados pela instituição, visando aumentar a satisfação da sociedade. 11) Aumentar a efetividade dos mecanismos de garantia do crédito tributário - Assegurar a arrecadação de tributos, por meio de mecanismos de garantia do crédito tributário, inclusive em relação ao patrimônio de contribuintes que possuam débitos, no interesse da Fazenda Nacional. 12) Fortalecer a vigilância e repressão aduaneira - Adequar recursos e procedimentos necessários visando melhorar e ampliar o desempenho das atividades de vigilância e repressão aduaneira em todo o território nacional. 13) Aprimorar a participação da Instituição na formulação da política e legislação tributária e aduaneira - Aprimorar a participação da RFB nos fóruns de discussão de políticas e legislação tributária e aduaneira, subsidiando de forma ativa e efetiva as decisões tomadas em âmbito político, defendendo os interesses da administração tributária e aduaneira. 14) Conhecer o perfil integral do contribuinte - Conhecer e identificar o perfil cadastral, econômico, fiscal e contributivo e o comportamento dos contribuintes perante o cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras, de forma a permitir uma atuação integral no atendimento, monitoramento e controle fiscal e aduaneiro. 15) Fortalecer as relações institucionais - Fortalecer parcerias estratégicas nacionais e internacionais, e promover um relacionamento integrado, harmônico e sincronizado com as administrações tributárias estaduais, distrital e municipais, com órgãos do Ministério da Fazenda, bem como com entidades e organismos que atuem em atividades afins. 16) Fortalecer a comunicação institucional - Aprimorar a comunicação institucional de 90

92 forma que as informações que sejam de interesse dos públicos interno e externo sejam transmitidas de maneira objetiva, tempestiva e clara. III) Perspectiva de Pessoas e Recursos: 17) Desenvolver competências, integrar e valorizar pessoas - Capacitar, desenvolver e valorizar as pessoas tendo em conta as competências individuais necessárias (fundamentais, gerenciais e específicas) ao alcance da estratégia institucional. 18) Adequar o quadro de pessoal às necessidades institucionais - Prover as unidades organizacionais do quadro de pessoal necessário e suficiente para o bom desempenho de seu papel institucional, com vistas à presença efetiva e distribuída adequadamente pelo território nacional, tendo em conta os perfis profissionais e as características de cada unidade. 19) Assegurar soluções de TI integradas e tempestivas - Assegurar soluções de TI integradas e tempestivas, garantindo as condições necessárias ao desenvolvimento institucional. 20) Adequar a infraestrutura física e tecnológica às necessidades institucionais - Disponibilizar instalações físicas e infraestrutura tecnológica adequadas às atividades de cada unidade, propiciando um ambiente de trabalho seguro e saudável, de forma a garantir o efetivo desempenho institucional. 21) Assegurar recursos e otimizar sua aplicação - Assegurar recursos orçamentários, financeiros e logísticos e otimizar a sua gestão e alocação de acordo com as prioridades institucionais. Quando da elaboração do Mapa estratégico, depois de estabelecidos a missão, visão e objetivos, passou-se à construção do Painel de Desempenho, visando a vinculação da estratégia com o dia a dia da Instituição. Ele garante a operacionalidade do Mapa ao efetuar o seu desdobramento em indicadores e metas a serem observados por toda a instituição Assim, foram associados indicadores aos objetivos estratégicos, os quais se constituem em ferramentas para determinar se a organização está alcançando seus objetivos estratégicos e avançando rumo à plena implementação de sua estratégia. Posteriormente, a cada indicador foi vinculada uma meta, a fim de indicar o quanto é necessário melhorar em cada um deles. O Painel de Desempenho, figura a seguir, a exemplo do Mapa Estratégico, é uma representação gráfica que mostra os 52 Indicadores Estratégicos eleitos para verificar o grau de cumprimento dos objetivos Estratégicos da RFB. Desses indicadores, 39 estão disponíveis para apuração e tiveram metas estabelecidas para o ano de Entre os indicadores disponíveis para apuração, 29 são desdobráveis até o âmbito regional, servindo como medida do desempenho das unidades regionais e locais no alcance dos objetivos relacionados. 91

93 92

94 A estratégia RFB prevê, ainda, a priorização de iniciativas que, implementadas, introduzem melhorias nos processos de trabalho e atividades, contribuindo para sua alavancagem ao tornar viável o atingimento das metas e, consequentemente, dos objetivos estratégicos. Tais iniciativas são propostas, selecionadas, priorizadas e acompanhadas segundo as Metodologias de Gerenciamento de Projetos e de Gerenciamento de Portfólios da RFB. São também acompanhadas no Sistema de Apoio à Gestão Estratégica Sage/RFB, além de seguirem as diretrizes institucionais e as orientações do Mapa Estratégico da RFB para 2012/2015. Além do conjunto de iniciativas escolhidas para terem acompanhamento direto pelo Gabinete do Secretário - Portfólio de Projetos Estratégicos Institucionais - as Regiões Fiscais são incentivadas a definir iniciativas estratégicas regionais e locais, que representam a sua contribuição para o alcance dos objetivos, indicadores e metas estabelecidos. Algumas Iniciativas Estratégicas Regionais e Locais * Projeto Diversidades: Módulo II * Programa Regional de Melhoria do Atendimento * Plano de trabalho de Restituição, Ressarcimento, Compensação, Retenção e Reembolso * Regionalização da Concessão de Isenção de IPI e IOF * Plano de Disseminação da Estratégia RFB * Regionalização da Atividade de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes na 6a RF * Ampliação do Atendimento Eletrônico na 6ª RF * Promoção da Integração do Atendimento Aduaneiro nos CAC e ARF * Monitoramento e Acompanhamento do Plano Regional de Engenharia 2013 * Projeto Receita Informa * Seminário de trocas de experiências fiscais e discussão de teses e julgados das DRJ e CARF * Implementação dos NAF na 6ª RF No que tange às estratégias de divulgação interna dos objetivos traçados, a RFB adotou várias formas de fazer com que o Planejamento estratégico permeasse toda a instituição, pois a Receita Federal tem bem presente que seus servidores devem conhecer os Marcos Institucionais, o Mapa Estratégico da organização, a Cadeia de Valor e o Portfólio de Projetos Institucionais. Neste sentido, elaborou-se um Plano de Comunicação da Estratégia que busca assegurar que, de algum modo, todos os servidores tenham acesso ao material do plano estratégico e que, também, tenham a percepção de sua importância para a instituição e que o mesmo se constitui em prioridade para a gestão da RFB. Material de Divulgação: 1. Cartaz do Mapa Estratégico; 93

95 2. Cartaz da Cadeia de Valor; e 3. Calendário de mesa com apresentação dos marcos institucionais da RFB e imagens do Mapa Estratégico e da cadeia de Valor: A 6ª RF replicou esse plano em sua jurisdição, complementando as ações empreendidas nacionalmente, com adoção das seguintes: Elaboração e implementação do Plano de Disseminação da Estratégia 2012/2015, com os seguintes objetivos: - promover maior efetividade da execução da estratégia RFB na Região como um todo; - divulgar os fundamentos da estratégia RFB entre os servidores, para que se sintam, por meio da execução de suas atividades, coparticipantes de sua implementação e alinhados com os objetivos estratégicos; - nivelar as unidades em termos de maturidade nas práticas de gestão estratégica. Realização do Encontro Regional da Rede de Planejamento, cuja importância reside no fato de ser um momento de reflexão sobre a atuação da Região na implementação da estratégia institucional e sobre o fundamental papel dos integrantes da Rede de Planejamento, que têm o desafio de disseminar o Planejamento Estratégico na 6ª RF, apoiando os gestores e buscando o comprometimento dos servidores; Reestruturação da Coluna Bate-Papo estratégico no Boletim Sexta em Conexão, passando de uma abordagem conceitual do planejamento para outra mais prática, noticiando os principais acontecimentos na área de gestão estratégica e destacando as iniciativas em 94

96 implementação na Região, superintendência e demais unidades; Informativo da Superintendência da Receita Federal do Brasil em Minas Gerais Ano 4 - Número 34 Abril/2013 Atualização constante da página especial Planejamento Estratégico, no Portal da 6ª RF, para divulgação e registro das informações pertinentes ao tema; Confecção e Distribuição de banners do Mapa Estratégico e Cadeia de Valor para todas as unidades da Região. 95

97 Quanto à divulgação dos resultados alcançados, por meio da Intranet da RFB (imagem a seguir), os servidores da casa podem acompanhar a execução da estratégia, ter acesso, por exemplo, às apresentações que ocorrem nas Reuniões de Avaliação Estratégica - Nacional (RAE N) e Regional (RAE R), onde são avaliados os objetivos e indicadores estratégicos. 96

98 No exercício de 2013, os seguintes fatores, dentre outros, geraram dificuldades à realização e/ou retardaram o cronograma de cumprimento de projetos e objetivos estratégicos, tais como: Restrições orçamentárias, financeiras e contingenciamento Indisponibilidade orçamentária e/ou financeira para execução de algumas atividades e projetos; Limitação de diárias (40 diárias no ano) impedindo deslocamentos para a disseminação da estratégia e realização de capacitações nas metodologias utilizadas; e Necessidade Recomposição dos Quadros de pessoal Dificuldade para a formação de equipes de trabalho devido à contínua diminuição do quadro de pessoal do órgão, principalmente devido a aposentadorias, sobrecarregando as equipes existentes. Demonstração da Execução do Plano de Metas ou de Ações para o Exercício O acompanhamento dos resultados que a Instituição está obtendo, em relação às metas estabelecidas para cada um de seus indicadores estratégicos, em relação ao grau de realização dos Objetivos Estratégicos, assim como em relação à execução dos Projetos Estratégicos Institucionais, é feito ao longo de todo o ano. A sistemática para tal acompanhamento e avaliação de resultados, no que se refere aos objetivos e indicadores, baseia-se em análises de desempenho das dimensões da gestão estratégica, que dão subsídios para a tomada de decisões, e na realização das reuniões de avaliação nos diversos níveis. No Mapa Estratégico, ano de referência 2013, a seguir, tem-se os semáforos referentes a cada objetivo da RFB. 97

99 O semáforo verde indica que o objetivo está sendo atingido dentro do esperado; o amarelo, que o resultado está um pouco abaixo do esperado; o vermelho, que está muito abaixo do esperado; o cinza indica que o resultado está muito acima do esperado; o branco informa que os indicadores que permitiriam a avaliação do resultado não estão disponíveis; o ponto de exclamação indica que não se está no período de avaliação; o ponto de interrogação indica que os resultados ainda não estão informados no sistema; e, finalmente, o X indica que o indicador teve resultados, mas não teve meta estabelecida. De forma geral, os objetivos não apresentaram comportamento insatisfatório. Somente o objetivo estratégico Fortalecer as relações institucionais apresenta uma situação muito abaixo da esperada (semáforo vermelho). Contudo, isso se deve ao fato de que o referido objetivo, não obstante seja medido por quatro indicadores, teve seu resultado influenciado apenas por um indicador com semáforo vermelho, uma vez que os outros três estavam com status não disponível. Para uma análise mais aprofundada dos resultados da instituição, em especial da 6ª RF, verificando o que ocorreu no ano de 2013 com cada objetivo, torna-se necessário uma análise dos indicadores estratégicos que estão vinculados a cada objetivo. Total de Indicadores Estratégicos 52; Total de Indicadores sem desdobramento regional 23; Indicadores Estratégicos não disponíveis 13, sendo 04 na perspectiva de Resultados e 09 na perspectiva de Processos Internos; Indicadores Nacionais

100 Dos 29 indicadores com desdobramento regional e disponíveis, a 6ª RF apresentou resultados dentro do esperado em 18 deles, conforme demonstrado no Item 2.4. Para apresentar os resultados da Região, de forma individualizada por unidade descentralizada - Delegacias e Inspetoria - a 6ª RF desenvolveu e tem utilizado desde 2012 o Painel de Monitoramento e Controle da RF06, com o objetivo de apontar se a Região está no caminho certo e dar publicidade aos resultados obtidos. Com base na Cadeia de Valor, no Índice RFB e na seleção feita pelas Divisões da SRRF06, foram eleitos os indicadores constantes do Painel, atribuindo-lhes pesos diferenciados. A cada trimestre do ano, o Painel é alimentado com os resultados da SRRF06 como um todo e de cada unidade separadamente. Além disso, a ferramenta informa o resultado final do Índice RFB da respectiva unidade. O Índice RFB é o índice criado a partir de alguns indicadores desdobráveis, distribuídos em blocos de macroprocessos da Cadeia de Valor, que são considerados determinantes para o atingimento dos objetivos estratégicos em um dado período, e que resumem o desempenho das unidades regionais e, consequentemente, da RFB. 99

101 Ainda em relação ao processo de avaliação dos resultados, dando continuidade aos procedimentos de avaliação alavancados desde 2011, foram realizadas, em 2013, doze Reuniões de Avaliação Estratégica (R A E-N), sob a tutela do Gabinete da RFB e participação dos gestores das Regiões Fiscais: 1. Oito reuniões das Unidades Centrais, com pauta voltada, prioritariamente, para o acompanhamento dos projetos estratégicos institucionais, avaliando em que medidas as ações foram executadas; e 2. Quatro reuniões Nacionais, com participação dos administradores das unidades centrais (Subsecretarias e Coordenações) e regionais (Superintendências), avaliando em que medida as metas foram alcançadas, bem como os motivos e justificativas para o não atingimento das metas estabelecidas. Na 6ª RF, a realização de reuniões para apresentação e avaliação dos resultados com discussão de melhorias a serem implementadas já faz parte de sua rotina, tendo sido realizadas quatro Reuniões de Avaliação Estratégica com a participação do Superintendente, Superintendentes-Adjuntos, Chefes de Divisão/Semac, Delegados, Inspetor e Assistentes do Gabinete. Também foram realizados os seguintes eventos: - Seminário de Avaliação e Planejamento 2014 (02, sendo 01 pela DRF/Belo Horizonte e 01 pela DRF/Contagem); - Reunião de Avaliação de Desempenho Regional Prévia à R A E-N (04); - Reuniões Mensais de Acompanhamento de Projetos A dinâmica das Reuniões de Avaliação Estratégica também é replicada em nível local, sendo que nove unidades já aderiram a essa prática de análise e avaliação conjunta dos resultados. Avaliação de Desempenho dos Projetos Estratégicos Regionais quanto à previsão de encerramento, percentual executado e status. O percentual de execução dos projetos estratégicos regionais foi bastante satisfatório. Dos projetos ainda em andamento, dois foram desenvolvidos com previsão de término em 2014 e os outros três, que apresentam atraso em seu desenvolvimento, merecerão atenção especial no sentido de se contornar as dificuldades apresentadas em sua implementação. 100

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104 Dos projetos desenvolvidos, destaque-se aqueles encerrados no exercício: Projeto de Regionalização da atividade de acompanhamento dos maiores contribuintes Justificativa: Para o bom desempenho e execução de todas as atividades relacionadas ao acompanhamento dos maiores contribuintes, cada vez mais, a exemplo da maioria das outras áreas da RFB, torna-se necessário ter um maior e mais aprofundado grau de capacitação, conhecimento e especialização, haja vista a extensa gama de aplicativos, sistemas e ferramentas tecnológicas disponíveis que vem demonstrando grande eficiência e um potencial ilimitado de recursos a serem utilizados na execução das tarefas. Para a consecução de todo o trabalho das equipes de acompanhamento, é desejável que o servidor tenha conhecimento e domínio para consulta e extração de dados de vários sistemas e aplicativos, entre os quais, destacamos: DACON, DCTF, DIPJ, DCOMP, DW (devedores, arrecadação, maco integração, fiscalização, dctf, dcomp), Maco Explorer, Web-Análise, Sped, Impressão PJ, Sapli, Dirf, Alerta Maco, Plenus, Informar, Contágil, etc. Dessa forma, considerando todo o exposto e objetivando alcançar melhores e maiores resultados, propõe-se a regionalização da atividade de acompanhamento dos maiores contribuintes, centralizando a administração, supervisão e execução dos trabalhos no Semac/SRRF06, onde acredita-se, com a alocação de mais servidores somados aos atuais, em um mesmo ambiente físico, haverá maior entrosamento, interação e integração de todos os componentes da equipe, permitindo a troca de experiências, habilidades e transferência de conhecimentos entre os mesmos, proporcionando assim mais eficiência, eficácia e efetividade no desempenho das atribuições de toda a atividade do acompanhamento. Escopo: Regionalizar a atividade de acompanhamento dos maiores contribuintes, centralizando a administração, supervisão e execução dos trabalhos no Semac/SRRF06. Resultados Esperados: Com a implementação deste projeto espera-se: Uniformização e padronização dos procedimentos na execução da atividade do acompanhamento; Maior especialização proporcionando o tratamento das análises com maior profundidade e qualidade; Vinculação técnica e maior produtividade Melhoria da qualidade e mais efetividade no acompanhamento Resultados Obtidos: O projeto foi encerrado e todos os produtos previstos foram concluídos, quais sejam: - Publicação de Portaria, regulamentando a regionalização das atividades; - Adequação das instalações físicas finalizadas; 103

105 - Eqmac Regional em funcionamento no prédio sede do Ministério da Fazenda, no 9 o andar; - Realizada capacitação de todos os servidores na utilização das diversas ferramentas e aplicativos disponíveis, tais como Sped, Contágil, Maco Explorer, PSE visando o nivelamento do conhecimento dos integrantes da Eqmac Regional e das Eqmac Locais da 6ª RF. - Disseminação e atualização da legislação pertinente. Projeto: Seminário de Trocas de Experiências Fiscais e Discussão de Teses e Julgados das DRJ e CARF Justificativa Um dos maiores desafios da Receita Federal (RFB) é manter seu corpo funcional constantemente atualizado à vista da velocidade das mudanças conjunturais ocorridas na economia globalizada, onde empresas e normas perderam a perspectiva geopolítica. No exercício regular de suas atividades os Auditores Fiscais da RFB se deparam com uma grande série de procedimentos praticados pelos diversos contribuintes, muitos deles caracterizados por novas práticas voltadas à economia na apuração e recolhimento de tributos. Esse cenário impõe a necessidade de constante qualificação e aprimoramento das atividades de fiscalização e controle da arrecadação de forma a identificar essas novas tendências e verificação quanto à sua legalidade e conformação com as normas tributárias. Diariamente, nas diversas áreas da RFB, são desenvolvidos trabalhos e realizados procedimentos de fiscalização que visam identificar e combater práticas abusivas ou o uso simulado das normas, o que hoje se passou a popularmente classificar com planejamento tributário. Justifica-se, portanto, o presente Seminário devido à necessidade de identificação, discussão e disseminação dessas principais teses, assim como, de decisões polêmicas no âmbito na RFB, para uma melhor atuação, tantos nos setores de fiscalização, como naqueles de orientação ao contribuinte e de seleção e preparo da ação fiscal. Ainda dentro desse escopo, o Seminário também visa a identificação de trabalhos relevantes e que apresentaram resultados expressivos, desenvolvidos pelas diversas áreas e unidades da RFB. Buscase assim a disseminação dessas boas práticas fiscais, de forma a se proporcionar a divulgação e multiplicação do conhecimento produzido internamente e a troca de experiências fiscais que inicialmente ficaram restritas às próprias unidades. Portanto, a partir da divulgação e discussão dessas teses, decisões e experiências fiscais espera-se proporcionar uma melhor qualificação dos servidores da RFB para o desempenho de suas funções. Escopo do Projeto Realizar o Seminário de trocas de experiências fiscais e discussão de teses e julgados das DRJ/CARF - DISIT. A partir da identificação, divulgação e discussão das principais teses, decisões e experiências fiscais espera-se proporcionar uma maior qualificação dos servidores da RFB para o desempenho de suas atividades. Resultados Esperados Maior integração entre os servidores da Região Fiscal. 104

106 Noticiar e discutir as teses polêmicas existentes na RFB e ao final, encaminhar aos órgãos competentes a necessidade de que sejam pacificadas. Disseminar o conhecimento produzido na RFB, em especial na Região Fiscal. Maior motivação dos servidores da Região Fiscal, com destaque àqueles que tiveram trabalhos reconhecidos e apresentados no Seminário. Maior e melhor qualificação dos servidores para o desempenho de suas atividades. Conscientizar os participantes quanto à necessidade de constante atualização para o enfrentamento das diversas práticas abusivas adotadas para redução dos tributos. Fortalecer o espírito de cooperação entre as diversas unidades da Região. Resultados obtidos: Os resultados esperados foram obtidos conforme Avaliação Geral do Seminário pelos participantes: - Total de opinantes: 99 - Indicador "Percentual de Alcance do Objetivo" = média das avaliações 90,75 % - Total Geral: a média geral das avaliações ficou em 97,35 %, relativamente às avaliações das diversas palestras e oficinas apresentadas. Implantação de Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal na 6ª RF Justificativa: A Moral tributária pode ser definida como um conjunto de valores e princípios éticos que norteiam as ações tanto da Administração Tributária quanto dos Contribuintes. Atualmente, esse tema vem sendo amplamente discutido pelas administrações tributárias do mundo inteiro, inclusive no âmbito do CIAT(Centro Interamericano de Administrações Tributárias). Nesse contexto, cabe à Receita Federal do Brasil criar um ambiente que favoreça o cumprimento espontâneo das obrigações tributárias e aduaneiras, estabelecendo com o contribuinte uma relação de confiança, baseada no respeito e na transparência de suas ações. O sujeito passivo deve ser encarado pelo órgão arrecadador como um aliado e não como uma força antagônica à consecução dos seus objetivos institucionais. Em contrapartida, espera-se a mesma postura por parte do contribuinte, possibilitando conferir uma dimensão concreta aos princípios da capacidade contributiva, igualdade material e solidariedade. Os NAFs representam uma importante iniciativa no desenvolvimento da moral tributária. Por meio deles, a RFB atua no cumprimento de sua missão prestando orientação tributária. Com esse projeto as faculdades se beneficiam, pois interagem melhor com a comunidade e, por sua vez, a RFB também é favorecida, pois atua no cumprimento de sua missão: auxilia indiretamente aqueles que precisam de orientação fiscal e promove a valorização e a qualificação da classe contábil,verdadeira ponte entra a RFB e o contribuinte. 105

107 Escopo: Possibilitar a implementação de Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal na 6ª RF a exemplo dos que já existem em universidades da 10ª Região Fiscal. Resultados Esperados: Elevação no cumprimento espontâneo das obrigações tributárias e aduaneiras Cumprimento da missão da RFB através da prestação de orientação tributária Valorização dos profissionais da Contabilidade, importante ligação entre a RFB e o contribuinte Dar oportunidade aos estudantes de ciências contábeis de desenvolver na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula; Aprimorar a relação entre a RFB e os futuros profissionais da área contábil; Preparar o futuro usuário dos serviços da RFB, capacitando-o de forma a otimizar o autoatendimento e a autorregularização. Resultados Obtidos: O projeto foi encerrado e todos os produtos previstos foram concluídos, quais sejam: - Definição, pela Superintendência, das diretrizes para as unidades que optarem pela celebração de acordos por escrito - DRF/BHE: NAF da Faculdade Novos Horizontes inaugurado. - DRF/CNF: Minuta do Acordo de Cooperação com a Unileste pronta para assinatura. Será criado e-processo para acompanhamento. A IES e a DRF responderam o questionário de avaliação dos resultados da experiência-piloto. - Faculdade Batista: NAF inaugurado com aula magna. Início do atendimento ao público previsto para 20/02/14. - DRF/DIV: NAF inaugurado em outubro/2013. Reuniões quinzenais para capacitação, em parceria com a Receita Estadual e a Fazenda Municipal. O início do atendimento ao público dar-se-á em DRF/JFA: projeto em elaboração para implementação do NAF na Universidade Presidente Antonio Carlos, em Barbacena. - DRF/UBL: A Universidade Federal de Uberlândia confirmou o interesse em implementar o NAF. Negociações em andamento. - Resultados divulgados em RAE e Portal RF06. Plano de Disseminação da Estratégia RFB Justificativa A partir das diretrizes do Plano de Disseminação da Estratégia da Copav, além de enquete realizada no âmbito da Região, observou-se a necessidade de uma disseminação mais efetiva da Estratégia RFB Além disso, como as unidades encontram-se em níveis distintos de maturidade na área de gestão, há necessidade de um nivelamento regional. Escopo: - Disseminar a Estratégia RFB na 6a RF; - Capacitar a rede de planejamento da RF06 para serem multiplicadores da Estratégia (Curso Copav); - Criar um treinamento modelo para os representantes da rede aplicarem nas unidades; - Implementar cronograma de visitas dos Superintendentes às Unidades para, dentre outros 106

108 assuntos, contribuírem para a disseminação da Estratégia RFB. Resultados Esperados: - Servidores sentido-se coparticipantes da execução do planejamento estratégico e alinhados com os objetivos da organização; - Consolidação da cultura e da prática de avaliação de resultados nas Unidades Locais; - Maior efetividade da execução da Estratégia na Região como um todo; - Nivelamento das unidades em termos de maturidade nas práticas de Estratégia. Resultados Obtidos: - 95% das visitas dos Superintendentes às unidades realizadas; - Material de divulgação (Mapa, Cadeia de Valor e Calendários) distribuídos às unidades; - Adquiridos e distribuídos os banners da Cadeia de Valor e do Mapa Estratégico para as unidades da 6ª RF; - Realizado o Encontro da Rede de Planejamento e o treinamento dos disseminadores da estratégia, em julho/ Consolidação da cultura e da prática de avaliação de resultados nas unidades locais. Das 14 Delegacias/Inspetoria, nove já iniciaram a realização das Reuniões de Avaliação Estratégica R A E-local Ampliação do Atendimento Eletrônico na 6ª RF Justificativa A Receita Federal investe na formação da moral tributária da sociedade brasileira, à medida que conscientiza o cidadão quais são os seus direitos e deveres nas áreas tributária e aduaneira. Neste sentido, a 6ª RF busca promover a disseminação das ferramentas disponibilizadas no Sítio da RFB. Escopo Coordenar ações junto às delegacias no sentido de estimular a plena utilização das ferramentas do Sítio da RFB e do e- CAC junto à sociedade, ampliando o atendimento eletrônico. Levantamento de necessidades junto às DRF; Realizar palestras disseminando as ferramentas de autoregularização para a sociedade, promovendo a educação tributária; Confeccionar material de divulgação (apresentação e folders) padronizado e disponibilizar para as unidades; Coordenar a implantação do auto-atendimento assistido nas unidades que possuírem estrutura compatível. Resultados Esperados: Maior integração com a sociedade, no sentido de: - disseminar os serviços do Sítio da RFB; - criar canais para o encaminhamento de críticas e sugestões de melhoria dos aplicativos disponibilizados. Elevação do cumprimento das obrigações tributárias e aduaneiras; Incremento na utilização dos serviços virtuais da RFB. 107

109 Melhoria da imagem da Instituição perante a sociedade; Redução da necessidade de atendimento presencial. Resultados Obtidos O projeto foi encerrado e os produtos discriminados a seguir foram concluídos. Importante observar que nem todos os produtos previstos foram entregues, devido a falta de recursos orçamentários. Assim, Produtos entregues: - Videoconferência realizada em setembro/2013 para todas as DRF, apresentando o material de divulgação sugerido e formas de exposição, visando a formação dos multiplicadores locais. - Palestras realizadas: Itabira, Coronel Fabriciano, Pará de Minas, Divinópolis, Itabira, Uberlândia, Patos de Minas, Sete Lagoas, Curvelo, João Monlevade, Montes Claros e Patrocínio. - AutoAtendimento Orientado: DRF/VAR: já implantado no CAC/Varginha e nas ARF de São Lourenço e de Itajubá. - Em fase de implantação: Agências de Lavras, Alfenas e Pouso Alegre (dependendo da liberação de contratação de mais 5 estagiários, que estão sendo negociados com a DIGEP.) - DRF/Divinópolis: CAC Observações: Devido a falta de recursos orçamentários para equipamentos, contratação e manutenção de estagiários para acompanhamento do serviço, a implantação do auto-atendimento assistido não foi realizada em todas as unidades em que se propunha. Com o consentimento do patrocinador, foi decidido reduzir o seu escopo, encerrá-lo e planejar novo projeto para 2014/2015, cujo escopo tem como foco a Ampliação dos CAC Avançados. A falta de recursos orçamentários para deslocamento por parte das delegacias também impossibilitou a realização de palestras no interior do Estado. Destacam-se também as seguintes iniciativas: Projeto Diversidades Módulo II Unidade Líder: SRRF06 Justificativa: A formação cultural do corpo funcional pode ser aprimorada e criar um clima de debate e reflexão pode ser um excelente aliado para motivar e qualificar os servidores. Escopo: Dar continuidade ao Projeto Diversidades de 2012, realizando atividade mensal de integração e de disseminação de informações sobre temas variados por meio de palestras e visitas. Resultados Esperados: - Integração dos servidores da SRRF06 e estimulo à reflexão e ao debate de temas multidisciplinares; - Aprimoramento e ampliação dos conhecimentos gerais dos servidores, por meio do fornecimento de informações sobre temas atuais, científicos e culturais; - Motivação dos servidores. 108

110 Resultados Obtidos: Foram realizadas sete atividades, com uma média de 32 participantes em cada uma delas e avaliação positiva. Programa Receita Informa Unidade Líder: DRF/Belo Horizonte Justificativa: Buscar a presença da RFB junto à sociedade é essencial para estimular o cumprimento espontâneo das obrigações tributárias e previdenciárias, bem como consolidar sua imagem. Escopo: Realizar, em parceria com a ESAF/MG, um programa de formação e de esclarecimento à sociedade, disseminando conhecimentos para o correto cumprimento, pelo contribuinte das obrigações tributárias e previdenciárias, por meio de palestras, cursos e seminários gratuitos. Buscase, também, disseminar a Missão, Visão de Futuro e Valores institucionais. Resultados Esperados: Resultados Obtidos: - Disseminação da Educação Fiscal; - Contribuição para a melhoria do atendimento ao contribuinte; - Contribuição para a melhoria da imagem institucional. Foram realizados 13 eventos, com um público de contribuintes e média de aprovação de 90,20%. 109

111 Projeto Circuito Integrar Unidade Líder: DRF/Coronel Fabriciano Justificativa: Necessidade de interagir com sociedade de forma parceira, disseminando a legislação tributária, facilitando a compreensão sobre sua aplicação e dos procedimentos práticos para o cumprimento das obrigações principal e acessória, bem como fortalecendo a imagem da instituição. Escopo: Realizar palestras mensais para o público em geral na jurisdição da DRF/CFN, sobre legislação tributária e assuntos técnicos tributários. Resultados Esperados: Promover melhorias no atendimento da Delegacia e respectivas Agências, como também fortalecer a imagem da RFB em sua jurisdição. Resultados Obtidos: Das 10 palestras previstas, três não foram realizadas, em função das restrições orçamentárias verificadas no exercício. O projeto teve média de aprovação de 88,23% nas avaliações realizadas. 110

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