Barramentos de Computadores Pessoais

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1 Barramentos de Computadores Pessoais Jorge Nuno Sousa Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Rua dos Bragas 4050 Porto PORTUGAL Sumário: Perspectiva histórica sobre a evolução dos barramentos de entrada/saída nos computadores pessoais. Análise das várias arquitecturas ao nível das especificações. Casos de sucesso e insucesso que condicionaram o PC que usamos hoje. 1. INTRODUÇÃO O que é um barramento? Um barramento é apenas um caminho através do qual dados viajam num computador. Esse caminho é usado para comunicação entre dois ou mais elementos do computador. Existem vários tipos de barramentos: - Barramento do processador - Barramento de endereços - Barramento de entrada/saída - Barramento de memória No entanto, quando nos referimos ao barramento de um computador pretendemos quase sempre referir o Barramento de entrada/saída, o qual também é designado por slots de expansão. Este é o principal Barramento do sistema e é através do qual a maior parte dos dados circula, tendo como origem ou como destino dispositivos como as drives, impressoras ou o sistema de vídeo. Sendo este último o mais exigente em termos de recursos. Assim, será quase exclusivamente sobre o Barramento de entrada/saída que este trabalho incidirá O Barramento do Processador O Barramento do processador é o caminho através do qual o CPU comunica com o chip de suporte conhecido como Chipset nos sistemas mais recentes. Este barramento é usado para transferir dados entre o CPU e a memória Cache, por exemplo O Barramento da Memória O Barramento da Memória é usado para transferir informação entre o CPU e a memória principal do sistema. Este barramento pode ser parte integrante do processador ou na maioria dos casos implementado separadamente com auxílio de um chipset dedicado O Barramento de Endereços O Barramento de Endereços é usado para indicar qual o endereço de memória ou qual o endereço do Barramento de Endereços será usado numa operação de transferência de dados. 2. A NECESSIDADE DE NORMALIZAÇÃO 2.1.Slots de Expansão Os slots do Barramento de entrada/saída permitem ao CPU comunicar com os periféricos. O barramento e os respectivos slots de expansão são necessários porque os sistemas tem de se adaptar às necessidades de evolução. Possibilitam assim que se adicione dispositivos ao computador para aumentar as suas capacidades. Como exemplos temos as placas de som ou vídeo e mesmo dispositivos mais específicos como placas de rede ou placas SCSI. Nos computadores actuais alguns dispositivos como o controlador IDE, portas série e porta paralela estão integrados na placa-mãe. Alguns mais recentes surgiram com placas-mãe com mais dispositivos integrados, tais como porta de rato e teclado, controlador gráfico e de som, adaptador de rede e modem. Mas mesmo estes controladores e portas usam sempre o barramento de entrada/saída para comunicar com o CPU. Na essência, mesmo estando integrados, eles funcionam como se fossem placas encaixadas nos slots do sistema Tipos de Barramentos de Entrada/Saída Desde o aparecimento dos primeiros computadores pessoais que muitos tipos deste barramentos foram criados. A razão é simples: maiores velocidades de entrada/saída são necessárias para a melhoria global do desempenho do sistema. Esta necessidade de maiores velocidades envolve estas três áreas principais: - CPU s mais rápidos - Software mais exigente - Maiores exigências multimedia Qualquer uma destas áreas requer que o barramento de entrada/saída seja tão rápido quanto possível. Surpreendentemente, e apesar de estar previsto há anos

2 o seu desaparecimento, quase todos os PC actuais ainda incorporam ainda a mesma arquitectura de barramentos do IBM PC/AT de Todavia, todos eles incorporam novos barramentos de alta velocidade que se adaptam mais às exigências actuais de performance das novas placas. Uma das principais razões pela qual novos tipos de barramentos de entrada/saída tem um aparecimento lento é a compatibilidade, já que esta, juntamente com a uniformização, é essencial ao sucesso que os PCs tem tido. Esta uniformização permitiu que milhares de placas de entrada/saídas sejam fabricadas por diversos fabricantes de acordo com as especificações do barramento usado. Se um novo barramento for introduzido muito provavelmente esse barramento terá de ser compatível fisicamente com os anteriores para que essas placas não fiquem obsoletas. Concluindo, as tecnologias de barramento tendem a evoluir, em vez de fazerem cortes abruptos com o passado. Podemos identificar diferentes tipos de barramentos de entrada/saída pela sua arquitectura. Os principais tipos de arquitecturas são: - ISA (8 e 16 bits) Industry Standard Architecture - MCA Micro Channel Architecture - EISA Extended Industry Standard Architecture - VESA Local Bus - Video Electronics Standards Association - PCI Peripheral Component Interconnect - PC Card (ex PCMCIA) - AGP - Accelerated Graphics Port - USB Universal Serial Bus - FireWire IEEE 1394 A principal diferença entre eles é a quantidade de dados que conseguem transferir num dado tempo e a velocidade a que o conseguem. Cada uma destas arquitecturas é implementada por um chipset conectado ao barramento do processador. Tipicamente este chipset controla também o barramento de memória. 3. OS PRIMEIROS BARRAMENTOS 3.1. O Barramento ISA Este barramento foi introduzido no IBM PC original em 1981, na sua versão de 8 bits. Mais tarde com o aparecimento do IBM PC/AT em 1984 este barramento foi expandido para 16 bits. E até há poucos anos este barramento era a base dos PCs e ainda hoje está presente na maioria deles, embora com apenas um ou dois slots. Numa área da tecnologia como a informática, que evolui tão rapidamente, pode parecer estranho que uma arquitectura tão antiquada ainda persista em sistemas topo de gama dos dias de hoje, mas existem várias razões para que tal aconteça, tais como: a fiabilidade demonstrada, as economias de escala conseguidas e a compatibilidade. Além de que é suficientemente rápida para muitos dos periféricos que lhe são conectados! 3.2. O Barramento ISA de 8 bits A versão de 8 bits corria a uma velocidade de 4.77 MHz no IBM PC/XT. Embora já não seja usada em nenhum computador actual, ainda há placas desenhadas para esta arquitectura que estão em funcionamento. Alguns modems, placas de rede e placas de som são exemplos disso. Fisicamente este slot tem 62 contactos, com 8 linhas de dados e 20 linhas de endereços podendo assim gerir 1 MB de memória. Figura 1 As dimensões das placas para este barramento são: x x 12.7 mm Embora o desenho deste barramento seja simples, a IBM só em 1987 publicou as especificações completas para os tempos de acesso e linhas de endereços, levando os primeiros fabricantes de PCs compatíveis a ter de adivinhar como fazer as placas. Este problema foi resolvido quando os PCs compatíveis se tornaram um standard incentivando assim os fabricantes a disponibilizarem mais tempo para desenhar e construir placas que funcionassem correctamente com o barramento O Barramento ISA de 16 bits Em 1984 foi lançado o IBM PC/AT com o processador 286 com um barramento de dados de 16 bits, permitindo que as comunicação entre o processador e a placa-mãe ou a memória tenha 16 bits de largura em vez dos anteriores 8 bits. Embora este processador possa ser instalado numa placa-mãe com um barramento de entrada/saída de apenas 8 bits, isso significaria um grande desperdício de velocidade em qualquer placa ou dispositivo ligado a esse barramento. De facto, a introdução deste novo processador criou um problema à IBM sobre a próxima geração de PCs. Deveria a companhia criar um novo barramento de entrada/saída e respectivos slots de expansão, ou deveria tentar arranjar um método de o sistema suportar ambos os barramentos de 8 e 16 bits? A IBM optou por esta última solução e o PC/AT foi introduzido com slots de expansão nos quais se podia ligar placas de 8 bits na primeira parte do slot ou placas de 16 bits em ambas as partes. Este barramento corria à velocidade de 6 MHz ou a 8 MHz. Mais tarde, os fabricantes acordaram que 8,33

3 MHz seria a máxima velocidade para ambas as versões do barramento ISA para garantir retrocompatibilidade. O slot de 16 bits incorpora mais 36 conectores, que são necessários para transportar os sinais adicionais. Este slot pode ser observado na figura seguinte. Figura 2 As dimensões das placas para este barramento são: x x 12.7 mm 4. BARRAMENTOS DE 32 BITS Quando foram lançados os processadores de 32 bits, não havia ainda barramentos de 32 bits disponíveis. Para tirar partido desta característica do novo processador alguns fabricantes não esperaram pelo surgimento de novas normas e criaram os seus sistemas proprietários, que na maior parte dos casos eram extensões do barramento ISA. Embora não tenham sido muito populares, esses barramentos foram usados em algumas placas de video ou para expansão de memória O Barramento MCA A introdução dos processadores de 32 bits significa que o barramento ISA já não se revela adequado para esta nova geração de CPUs. O processador 386DX pode transferir 32 bits de dados de uma só vez e o barramento ISA apenas está preparado para um máximo de 16 bits. Em vez de implementar uma nova extensão ao barramento ISA, a IBM decidiu criar um novo barramento chamado MCA (Micro Channel Architecture), que é completamente diferente do barramento ISA e muito superior tecnicamente. Mas o domínio da IBM no mercado dos PCs já não era tão forte como ela pensava. E a tentativa de cobrar direitos de autor aos fabricantes pelo uso da nova norma MCA, bem como da anterior ISA, levou ao desenvolvimento de um barramento concorrente chamado EISA apoiado por muitos fabricantes, que diminuiu a aceitação desta nova arquitectura. Uma outra razão para a não adopção mais universal desta norma, foi a falta de retrocompatibilidade com o barramento ISA, já que placas desenhadas para o barramento ISA não são compatíveis com o barramento MCA. Esta arquitectura incluía algumas inovações, entre elas o facto de correr assincronamente em relação ao processador principal, diminuindo muito possíveis problemas. Também se revelou extremamente fácil de instalar uma placa num slot, já que não incluía jumpers ou switches O Barramento EISA Conforme já foi mencionado anteriormente o barramento EISA (Extended Industry Standard Architecture) foi criado em 1988, como resposta ao modo como a IBM pretendia fazer o licenciamento do barramento MCA. Foi inicialmente desenvolvido pela Compaq, com a intenção de retirar à IBM a condução do futuro dos PCs. Para popularizar esta norma a Compaq forneceu aos principais fabricantes todas as suas especificações, criando assim o comité EISA, uma organização não lucrativa destinada ao controlo e desenvolvimento do barramento EISA. Contudo poucas placas foram desenvolvidas segundo esta norma. Este slot permite aos fabricantes desenharem placas que possuem muitas das características das placas MCA, mas com a vantagem de suportar as antigas placas ISA. O barramento EISA adiciona 90 novos contactos, 55 deles destinados a sinais, sem aumentar o tamanho físico do slot ISA de 16 bits. De relance o slot EISA de 32 bits pode até ser confundido com o slot ISA de 16 bits, embora o primeiro tenha duas linhas de conectores. Sendo a primeira linha do mesmo tipo do slot ISA e a segunda mais fina que possui os novos contactos. Isto possibilita a utilização de placas ISA em slots EISA. Mas apesar desta grande vantagem o barramento EISA nunca atingiu grande popularidade, tendo apenas servido de tecnologia de transição para os novos barramentos locais. As dimensões das placas para este barramento são: 127 x x 12.7 mm Os sistemas EISA também usam um setup automático para lidar com as interrupções das placas e com as questões de endereçamento, que reconhece potenciais conflitos e automaticamente configura o sistema para os evitar. Também podemos resolver esses problemas manualmente, bem como configurar as placas através de jumpers e switches. Este conceito não é novo e já tinha sido implementado no barramento MCA. Uma nova funcionalidade do barramento EISA é a possibilidade de partilhar interrupções (IRQ), permitindo que várias placas partilhem uma só interrupção. O barramento PCI também irá implementar esta característica Barramentos Locais Todos os barramentos de entrada/saída discutidos até agora tem uma característica em comum: são relativamente lentos. Esta limitação vem desde os tempos do primeiro PC, quando o barramento de entrada/saída operava à mesma velocidade do barramento do processador. À medida que a velocidade do barramento do processador aumentava, o barramento de entrada/saída apenas realizava pequenos ganhos de

4 desempenho, devido ao aumento do número de bits. O barramento de entrada/saída teve de manter-se em velocidades mais baixas devido à quantidade de placas instaladas que apenas funcionam correctamente assim. A ideia de um PC a funcionar mais devagar do que pode, será algo estranha para muitos utilizadores. Mas, muitas vezes a baixa velocidade do barramento de entrada/saída é perfeitamente suficiente para comunicar com um rato um teclado. O verdadeiro problema está em subsistemas mais exigentes como o controlador gráfico ou de disco. O problema da velocidade foi agravado com o aparecimento de interfaces gráficas, como o Microsoft Windows que requeriam muito processamento através do barramento de entrada/saída, o qual rapidamente se tornou um estrangulamento para todo o sistema. Por outras palavras, de pouco servia ter um CPU a 66MHz se os dados apenas podem circular a 8 MHz pelo barramento de entrada/saída. Uma solução para este problema foi mover alguns slots de entrada/saída para zonas onde poderiam atingir a velocidade do barramento do processador, processo muito semelhante ao acesso à memória cache. Este processo é conhecido como Barramento Local (Local Bus), porque assim dispositivos externos podem aceder à parte do barramento localizada no CPU o barramento do processador. Fisicamente, os slots destinados a esta nova configuração terão de ser diferentes dos existentes para evitar que placas desenhadas para barramentos mais lentos seja conectadas a este novo barramento de velocidade mais elevada. É interessante reparar que os primeiros barramentos ISA de 8 e 16 bits tinham uma arquitectura semelhante aos Barramentos Locais. Estes sistemas tinham o barramento do processador como o barramento principal e tudo corria à velocidade do processador. Quando os processadores ultrapassaram os 8 MHz, o barramento ISA teve de ser desligado do barramento do processador pois as placas de expansão, memória e etc. não suportavam esta velocidade. Em 1992, começou a aparecer em vários PCs uma nova extensão ao barramento ISA chamada VESA Local Bus, que indiciava o regresso à arquitectura de Barramento Local. De salientar que um sistema não necessita de ter um slot de expansão para incorporar a tecnologia de Barramento Local. Esta pode ser directamente incorporada na placamãe, sendo até a forma como apareceu em primeiro lugar. As soluções baseadas em Barramentos Locais não vieram substituir as anteriores normas, como a ISA, já que foram concebidas como uma extensão a esta. Um sistema típico baseado em barramentos ISA ou EISA possuía sempre um ou dois slots Barramento Local, permitindo que placas antigas funcionassem ao lado de placas mais recentes e rápidas que tiram partido de todas as potencialidades destes O Barramento Local VESA Entre 1992 e 1994 o Barramento Local VESA foi a arquitectura mais popular. Foi criado pelo comité VESA, uma organização não lucrativa fundada pela NEC para promover o desenvolvimento de normas relativas ao sistema gráfico e a barramentos. De um modo similar ao que aconteceu com o desenvolvimento da norma EISA, a NEC realizou quase todas as especificações e após fundar uma organização não lucrativa para o promover, abdicou de comandar o futuro dessa norma. A grande prioridade da NEC era melhorar o rendimento do sistema gráfico para melhorar o desempenho global dos seus PCs topo de gama. Em 1991 o rendimento do sistema gráfico tinha-se tornado o maior estrangulamento na maioria dos PCs. Tal como nas primeiras implementações de Barramentos Locais, o Barramento Local VESA oferece acesso directo à memória à velocidade do processador e pode transferir 32 bits de dados de uma só vez permitindo que estes circulem aproveitando toda a largura de banda disponibilizada pelo processador 486. A taxa de transferência máxima varia entre 128 e 132 M/sec, ou seja, uma grande evolução em relação às primeira normas de barramentos. Apesar de todas as vantagens que o Barramento Local VESA, esta tecnologia tinha também algumas sérias desvantagens: - Dependência do processador 486. O Barramento Local VESA está intimamente ligado ao barramento do processador 486. E sendo este barramento algo diferente do usado no processador Pentium e todos os seus sucessores, o seu rendimento ficou bastante comprometido quando estes se popularizaram. Ainda apareceram sistemas que incorporavam Slots VL-Bus e slots PCI, mas devido aos compromissos que este desenho implicava o desempenho ficava muito comprometido. - Limitações de velocidade. A especificação do Barramento Local VESA, prevê velocidades até 66 MHz, mas as características eléctricas do respectivo conector limitam a velocidades de operação das placas a um máximo de MHz. Mas na prática correr este barramento a velocidades superiores a 33 MHz causava muitos problemas. Assim 33 MHz tornou-se a velocidade limite aceitável. Sistemas que usassem processadores com velocidades de barramento superiores, deveriam usar buffers e reduzir a velocidade do Barramento Local ou

5 então adicionar estados de espera. Quando o CPU usa um modificador da velocidade de relógio (normalmente duplicam a velocidade) o Barramento Local VESA usa a velocidade original do CPU. - Número limitado de placas instaladas. Dependendo das condições de carga eléctrica do sistema o número de placas com Barramento Local que podem ser instaladas é limitado. Embora as especificações deste barramento indiquem ser possível conectar até 3 placas, isso só poderia ser conseguido com velocidades até 40 MHz. Apenas uma placa poderia ser suportada a uma velocidade de 50 MHz. É fácil constatar que o Barramento Local VESA não era um projecto de engenharia bem conseguido. O conceito era, de facto, simples: pegava-se nos pinos do processador 486 e ligava-se directamente ao slot. Ou seja, o Barramento Local VESA é essencialmente o barramento do processador 486. Isto permitia um desenho bastante barato, pois não são necessários chipsets adicionais. Um desenhador de placas-mãe facilmente adicionava slots VL-Bus às placas concebidas para o processador 486 e a um custo muito baixo. Esta é a principal razão estes slots terem sido implementados em todos os sistemas 486 num intervalo de tempo reduzido. Mas o processador 486 não foi concebido para ter múltiplos dispositivos conectados ao mesmo tempo. Diferentes placas introduziam capacitâncias que causavam problemas de temporização. Como o Barramento Local VESA corria à mesma velocidade do processador, implicava que a diferentes velocidades de processador correspondessem diferentes velocidades do barramento, impedindo que uma maior compatibilidade fosse alcançada. Embora o Barramento Local VESA pudesse ser adaptado a outros processadores, incluindo o 386 ou até o Pentium, ele tinha sido desenhado para o 486, não deixando de ser uma adaptação noutros processadores com todos os compromissos em termos de rendimento que isso trouxe. Fisicamente, o slot deste barramento é uma extensão dos slots dos barramentos existentes no sistema, ou seja, é colocado prolongando o barramento existente. Apesar do baixo custo, o Barramento Local VESA, foi rapidamente substituído por um novo barramento chamado PCI O Barramento PCI No início de 1992, a Intel promoveu a criação de um novo comité com os mesmos objectivos que o Comité VESA. Reconhecendo a necessidade de ultrapassar as fraquezas dos barramentos ISA e EISA o formou o PCISIG (Peripheral Component Interconnect Special Interest Group). As especificações foram lançadas em Junho de 1992 e actualizadas em Abril de 1993, redesenhando o barramento tradicional do PC ao inserir um outro barramento que faz a ponte entre o CPU e o normal barramento de entrada/saída. Assim, evitava-se a ligação directa ao barramento do processador com todos os problemas eléctricos e de temporizações que isso acarretaria. A variante mais usada (32 bits) pode ver-se na figura 3 funciona a uma tensão 5V e frequência de 33Mhz, existem outras possibilidades deixadas em aberto pelas especificações, tais como: - Barramento de 64 bits - Frequência de 66 MHz - Tensão de 3.3 V - Conector para Pcs portáteis SmallPCI Figura 3 A implementação de 64 bits pode ser vista na figura 4 no meio de um slot ISA e de um slot PCI de 32 bits. Esta variante opera a 3.3 V e é cerca de 50% maior. Figura 4 Outra Característica dos slots PCI, é a sua colocação invertida em relação aos slots existentes até então, o que permite aos fabricantes incluir um slot misto (ISA/PCI ou EISA/PCI) que pode ser usada por uma ou outra arquitectura alternadamente. Na figura 4 é possível observar que o slot ISA e o slot PCI de 64 bits estão colocados mais juntos. As Placas-mãe mais recentes, incorporam um único slot ISA partilhando a baía com um dos vários slots PCI existentes no sistema. As mais modernas técnicas de desenho optimizado foram incluídas neste barramento suportando multiprocessamento, partilha de interrupções, transferências rápidas (Burst) entre outras. Muitas inovações raramente vistas em anteriores barramentos foram também incluídas, como: - Configuração sem Jumpers - Identificação dos dispositivos, por um código atribuído ao fabricante pelo PCISIG,

6 possibilitando a utilização de controladores de software (Drivers) genéricos - Desenho flexível, com possibilidade de introdução de novos códigos para novos dispositivos, bem como, variantes e extensões ao desenho original - Independência da plataforma, podendo ser usado em sistemas não X86. - Suporte para Plug n Play De salientar que este barramento, embora tenha sido inventado pela INTEL, é independente desta plataforma podendo ser encontrado em computadores APPLE ou SUN ou em qualquer sistema de 32 bits que o implemente. Em teoria este barramento possibilita taxas de transferência de 132Mbytes/sec, sendo este valor o dobro na variante de 64 bits. Na prática o barramento não terá estas taxas de transferência tão elevadas, mas eram certamente muito superiores a qualquer barramento existente até então. As especificações identificam três configurações para a placa-mãe, cada uma desenhada para um determinado tipo de sistema com determinados requisitos eléctricos. Uma especificação de 5V para computadores de secretária, uma outra de 3.3V para computadores portáteis e ainda uma outra universal para placas-mãe e placas de expansão que funcionam em ambos os sistemas O Barramento AGP Este barramento especificamente desenhado para conectar placas gráficas, conforme o próprio nome indica - Accelerated Graphics Port, é uma extensão da tecnologia PCI na sua variante de 66MHz, mas apenas 32 bits. Foi criado com dois grandes objectivos: Figura 5 - Um modo de multiplicar a velocidade de relógio, atingido-se nas versões mais recentes 4X, que fornece uma taxa de transferência de 1064Mbytes/sec - Possibilidade de usar a memória principal para texturas, pois os dados para as texturas não necessitam de ser processados pelo controlador gráfico. Esta tecnologia chama-se DIME (Direct Memory Execute) Esquema desta arquitectura envolvendo o Chipset, o CPU e a memória RAM Fisicamente o barramento assemelha-se bastante ao PCI, mas está colocado de forma diferente na placa-mãe que podemos observar na figura 6 - Libertar do barramento PCI os dados relativos à placa gráfica, permitindo que este ficasse com mais recursos para outras tarefas. - Ter mais largura de banda para a placa gráfica, melhorando assim o seu desempenho Um outro objectivo da INTEL foi criar uma nova forma de desenhar as placas-mãe para o incluir conjuntamente com o Pentium II, retirando assim mercado à renascida concorrência que continuou a desenvolver produtos para o anterior desenho. No entanto, o slot AGP acabou por aparecer também nestes sistemas. Os ganhos de desempenho foram conseguidos usando algumas inovações técnicas: - Versão 2.1 da especificação PCI com frequência de 66MHz, que duplica a taxa de transferência de 133Mbytes/sec para 266Mbytes/sec Figura 6 Slot AGP Uma nova norma ainda não concluída poderá vir a ser implementada como uma extensão ao AGP, trata-se do AGP PRO. Será uma norma destinada a estações gráficas de alto rendimento.

7 Esta nova norma tem como objectivo principal o fornecimento adicional de energia eléctrica às placas gráficas, já que está previsto que algumas destas possam ter consumos na ordem dos 50 até 110 Watts! Para facilitar o arrefecimento está previsto que os dois slots PCI adjacentes tenham de permanecer desocupados, o que será apenas uma medida transitória até se reajustar, caso esta norma tenha sucesso, o desenho das placas. Duas conexões serão adicionadas ao tradicional conector AGP, uma antes e outra depois do existente. 5. CONCLUSÕES 6. BIBLIOGRAFIA Scott Mueller, Upgrading & Repairing PCs Eighth Edition, 1996 PC-ACTUAL, Novembro 1999 Web: PCI & AGP Local Bus Programming & Information, Click & Learn, Webopedia, Os barramentos são um componente relativamente estável, nesta área em constante revolução. Em quase vinte anos da história do PC, existiram numerosos barramentos, mas a opção pela retrocompatibilidade com os dispositivos já instalados garantiu uma suave evolução. Podemos praticamente afirmar que só existiram duas grandes normas: ISA e PCI, sendo o VL- Bus uma tecnologia de transição entre elas e o AGP a natural evolução do PCI. Esta política deverá ser continuada no futuro, pois já se fala em slots PCI-X e AGP PRO (ambas compatíveis com as placas existentes) O Mercado dos PCs, condiciona todas as evoluções na área da informática, mesmo plataformas para uso mais profissional usam tecnologias inicialmente destinadas ao mercado doméstico, essencialmente destinado ao lazer e entretenimento. Foi assim na utilização do barramento PCI e será agora com a tecnologia de processamento de imagem tridimensional. O contrário também acontece, pois tipicamente um sistema topo de gama ou as suas tecnologias, estarão disponíveis no mercado de grande consumo, a baixo preço, poucos anos após o seu lançamento destinado exclusivamente ao mercado profissional. Exemplo dentro da área deste trabalho é o novo barramento usado pelo processador Athlon da AMD, que usa tecnologia do processador Alpha. A convergência dos sistemas informáticos, telecomunicações e vídeo levará à adopção de novas normas e equipamentos de que a tecnologia FireWire é o primeiro exemplo. Certamente que se seguirão outras normas que tornarão ainda mais difusa a separação entre barramentos e interfaces no sentido físico em que os conhecemos. O futuro também poderá trazer computadores num-sóchip que incluirão embebidos numa única pastilha de silício processador, memória, chipset, etc. Ou seja elimina-se alguns barramentos (dados, memória) no sentido físico, já que internamente eles terão de existir, mas ganham preponderância os barramentos de entrada/saída para conectar esses dispositivos ao exterior.

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