INFORME ECONÔMICO 4 de dezembro de 2015

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1 jan-13 mar-13 mai-13 jul-13 set-13 nov-13 jan-14 mar-14 mai-14 jul-14 set-14 nov-14 jan-15 mar-15 mai-15 jul-15 set-15 nov-15 INFORME ECONÔMICO RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Banco Central Europeu amplia estímulos monetários. Nos EUA e no Brasil, por outro lado, as autoridades monetárias sinalizam iminência de alta de juros. Nos EUA, o mercado de trabalho continua melhorando e a presidente do FED reafirma a perspectiva de aumento inicial de juros em dezembro, seguido por ajustes graduais daí em diante. De acordo com os dados do payroll, foram criadas 211 mil vagas em novembro, superando as expectativas (200 mil). Houve desaceleração frente a outubro (298 mil), mas a media móvel trimestral manteve ritmo robusto (218 mil), pois os números dos meses anteriores foram revisados para cima. Além disso, a taxa de desemprego permaneceu em seu menor patamar dos últimos cinco anos (5,0%), em que pese o discreto aumento da taxa de participação no mês (62,4% para 62,5%). Por outro lado, segundo levantamento do Instituto para Gestão da Oferta (ISM em inglês), o ISM industrial cedeu de 50,1 para 48,6 pontos entre outubro e novembro, abaixo do esperado (50,5) e mostrando quedas em diversos componentes (novas encomendas, produção e estoques). A despeito disso, a presidente do Federal Reserve (FED), Janet Yellen, durante discursos proferidos na semana, sugeriu que o FOMC está pronto para elevar a taxa de juros neste mês. Isto porque a economia do país encontra-se em firme recuperação, com o mercado de trabalho cada vez mais robusto e tendência de alta para a inflação no médio prazo. Além disso, os riscos negativos para os EUA vindos do cenário global são menores hoje. Ainda assim, de acordo com o exposto pela presidente, a apreciação do dólar e as divergências entre as políticas monetárias do FED e de outros países trazem cautela à postura do comitê. Assim, nossa expectativa é que o FED dê início ao ajuste de juros na reunião de 15/16 de dezembro ao ritmo de 0,25 pontos porcentuais (p.p.). As elevações subsequentes, por sua vez, tendem a ocorrer lentamente (a cada duas reuniões) e no mesmo ritmo da primeira Criação de vagas nos EUA (mensal, média móvel de 3 e 6 meses) Mensal Média Móvel 3 meses Média Móvel 6 meses Fonte: Bloomberg Na Europa, o baixo patamar da inflação fez com que o BCE ajustasse suas medidas de estímulo. O Banco Central Europeu (BCE), em sua reunião de política monetária, reduziu a taxa de depósito de -0,2% para -0,3% (em linha com o esperado) e preservou as demais taxas de juros em seus respectivos mínimos históricos. Adicionalmente, Mario Draghi, o presidente do BCE, anunciou o prolongamento do programa de compras mensais de ativos ( 60 bilhões/mês) até março de 2017 (ou 1

2 INFORME ECONÔMICO além), juntamente com a inclusão de títulos regionais no pacote e o reinvestimento do principal de títulos vincendos. Estes ajustes no quantitative easing europeu são justificados pela necessidade de mais estímulos para levar a inflação à meta oficial (2,0%), em cenário de retomada gradual do crescimento. Nesta linha, o CPI da área do Euro teve variação anual de 0,1% em novembro, resultado estável frente ao observado em outubro. Dentro do indicador, houve forte recuo dos itens de energia, parcialmente compensado pela elevação dos preços de alimentos. A respeito do núcleo do CPI, este veio de 1,1% em outubro para 0,9% em novembro. E a inflação atacadista, medida pelo PPI, recuou em 3,1% em outubro, vindo de deflação de 3,2% no mês anterior, em decorrência principalmente das deflações de bens intermediários e de energia. Ainda na área do Euro, as vendas varejistas caíram 0,1% pelo segundo mês consecutivo em outubro, impactadas principalmente pela queda do comércio de alimentos e bebidas (-0,5%), parcialmente compensada pela expansão de produtos nãoalimentícios (+0,1%). E o PMI composto da área do Euro, que engloba os setores de serviços e manufatura da região, aumentou de 53,9 para 54,2 pontos entre outubro e novembro, influenciado principalmente pelo desempenho positivo do indicador na Alemanha, Itália e Espanha. Em nossa avaliação, este PMI é compatível com o crescimento ao redor de 0,4% para o PIB da região no quarto trimestre. 5,0 Zona do Euro - Inflação (% A/A) 12,0 4,0 9,0 3,0 2,0 1,0 6,0 3,0 0,0-3,0 0,0-1,0 CPI (E) PPI (D) -6,0-9,0 Fonte: Eurostat, BRAM Na China, os dados de PMI em novembro apontam para continuidade do processo de rebalancing. O PMI oficial da indústria cedeu para 49,6 pontos em novembro, exibindo recuo em praticamente todos os componentes. Já o PMI industrial da Caixin (focado em empresas exportadoras pequenas e médias) elevou-se para 48,6 pontos no mesmo mês. Em nossa avaliação, ambos os PMIs apontam para manutenção do ritmo do PIB secundário ao redor de 6,0% (interanual) no quarto trimestre. Por outro lado, foi divulgado também o PMI não manufatureiro (oficial), que aumentou para 53,6 pontos em novembro, indicando que o PIB de serviços na China deve rodar em torno de 8,5% (variação próxima daquela vista no terceiro trimestre). Desta forma, levando-se em conta o processo de rebalancing, nosso tracking para o PIB chinês no quarto trimestre aponta para 6,9%, variação em linha com a meta perseguida por Pequim ("em torno de 7,0%"). Para os próximos anos ( ), contudo, o crescimento do país tende a desacelerar para 6,5%. Em termos de cenário para a inflação, julgamos que não há evidências de pressões altistas nos próximos trimestres, mantendo espaço para adoção de políticas anticíclicas caso necessário. No quadro doméstico, a atividade econômica seguirá em tendência de queda, neste ano e no próximo. O PIB teve retração de 1,7% no terceiro trimestre, vindo de -2,1% no trimestre anterior e frustrando as projeções (mediana em -1,2%). Sob a ótica da produção, todos os setores tiveram queda na margem: agropecuária (-2,4%), indústria (-1,3%) e serviços (-1,0%). Pela ótica da despesa, houve recuo no consumo das famílias, investimentos, exportações e importações; apenas o 2

3 out/04 mai/05 dez/05 jul/06 fev/07 set/07 abr/08 nov/08 jun/09 jan/10 ago/10 mar/11 out/11 mai/12 dez/12 jul/13 fev/14 set/14 abr/15 nov/15 jun/04 mar/05 dez/05 set/06 jun/07 mar/08 dez/08 set/09 jun/10 mar/11 dez/11 set/12 jun/13 mar/14 dez/14 set/15 INFORME ECONÔMICO consumo governamental exibiu variação positiva. Além disso, a produção industrial contraiu 0,7% em outubro frente a setembro, abaixo do consenso (-0,1%) e marcando a quinta queda mensal consecutiva. Na abertura por categorias de uso, todos os agrupamentos tiveram variação negativa na margem, com destaque para os bens de consumo duráveis. Em se tratando de ramos industriais, 15 dos 24 segmentos pesquisados tiveram retração, sendo que as maiores influências baixistas vieram de derivados de petróleo, indústrias extrativas e veículos. Em resumo, a atividade fabril em outubro intensificou a tendência de baixa já observada no encerramento do terceiro trimestre, sugerindo também novo recuo do PIB industrial nestes últimos meses de Com isso, avaliamos que o PIB deste ano tende a retrair por volta de 3,8% (abaixo da projeção anterior de -3,0%), contando com queda expressiva da demanda doméstica. Da mesma forma, a queda agora prevista para a economia em 2016 é da ordem de 3,0% (versus -2,1% antes). 11,0 9,0 7,0 5,0 3,0 1,0-1,0-3,0-5,0 Brasil: PIB a preços de mercado MM4T (%) A/A (%) Fonte: IBGE Neste cenário adverso para a atividade, o saldo da balança comercial deve melhorar ainda mais nos próximos trimestres. Em novembro, foi registrado saldo positivo de US$ 1,2 bilhão, em linha com o esperado. A média diária das exportações (valor) recuou em 11,8%, sendo que as grandes quedas ficaram por conta de petróleo/derivados, minério e eletroeletrônicos. A respeito das importações, a média cedeu 29,9% em termos anuais, exibindo contração em 20 dos 23 categorias pesquisadas. No ano, o saldo é superavitário em US$ 13,4 bilhões, resultado das quedas de 24% nas importações e de 16% nas exportações. Olhando à frente, julgamos que a contração da economia doméstica conjugada com a desvalorização do real devem impulsionar a balança comercial. Projetamos superávits de US$ 16,5 bilhões (2015) e US$ 29,9 bilhões (2016), após déficit de US$3,3 bilhões em Brasil: Saldo Comercial Anualizado (Média 6 Meses Dessazonalizado em US$ bilhões) 49,1 32,9 30,5 8,9-14,8 25,4 Fonte: MDIC 3

4 E, por fim, a Ata da última reunião do COPOM sinalizou que o ajuste dos juros começará em janeiro próximo, em que pese o contorno das demais políticas e o recuo da atividade corrente. No documento, o comitê admitiu que o cenário de recomposição fiscal continua incerto e que o realinhamento de preços relativos mostra-se mais intenso e demorado do que o previsto. Com isto, o COPOM avaliou que, de forma independente das demais políticas, adotará as medidas necessárias para trazer o IPCA de 2016 de volta aos limites estabelecidos pelo regime de metas e também para convergir o IPCA de 2017 ao alvo central de 4,5%. Em adição, segundo os modelos da autoridade monetária, as projeções para a inflação em 2015 e 2016 elevaram-se desde a última reunião e encontram-se ambas acima da meta central. Isto tanto no cenário de referência (R$ 3,80/ US$ e Selic em 14,25%) como no de mercado. Já o IPCA projetado para 2017 situa-se em torno de 4,5% no cenário de referência e acima deste patamar no cenário de mercado. A partir disso, dois dos oito membros do Copom votaram pelo aumento de 50 pontos base (p.b.) na taxa Selic e os demais escolheram definir os próximos passos da estratégia monetária apenas na próxima reunião (agendada para 20 de janeiro de 2016). Nossa expectativa é que a taxa de juros seja elevada em 50 p.b. nesta ocasião e também nas próximas três reuniões do colegiado (até junho de 2016). Quanto aos eventos da próxima semana, destacamos os indicadores de inflação no Brasil e na China. Nos EUA, serão divulgados os dados de vendas varejistas e PPI referentes a novembro. Na Zona do Euro, por sua vez, teremos o PIB do terceiro trimestre (leitura final) e, no Reino Unido, a decisão de política monetária do Bank of England (BoE). Quanto à China, os dados de inflação (PPI e CPI), balança comercial e crédito (todos relativos a novembro), serão publicados. Já no calendário doméstico, destaque para o IPCA e o IGP-DI em novembro projetamos 0,94% e 1,38%, respectivamente. 4

5 INDICADORES DE MERCADO 16,0 15,5 15,0 14,5 14,0 13,5 14,16 14,16 Estrutura a Termo de Juros no Brasil (Vértices DI) - % 15,76 15,66 DI Jan16 DI Jan17 DI Jan21 15,91 15,67 7,4 7,2 7,0 6,8 6,6 6,4 6,2 6,0 5,8 Yield da NTN-B (%) 7,31 7,25 7,05 6,41 NTN-B 2017 NTN-B dez nov-15 4-dez nov-15 Moedas¹ Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses Franco Suíço 1,00 3,11% -8,5% -0,4% -2,8% Euro 1,09 3,23% -3,2% -9,6% -11,7% Libra 1,51 0,54% 0,4% -3,0% -3,5% Dolar Canadense 1,34-0,16% 4,9% 13,2% 15,0% Dolar Australiano 0,73 1,89% -5,6% -10,3% -12,6% Rublo Russo 68,07-2,47% 2,0% -12,1% -25,0% Iene (Japão) 122,88-0,07% -4,6% -2,6% -2,6% Yuan (China) 6,40-0,13% -2,4% -3,2% -4,0% India 66,69 0,10% -7,8% -5,8% -7,7% Real 3,75 2,64% -39,6% -40,9% -44,5% Peso Chileno 700,74 1,51% -10,4% -15,5% -15,2% Peso Mexicano 16,70-0,42% -11,5% -13,2% -17,9% Peso Colombiano 3172,95-2,16% -30,0% -33,5% -39,2% Sol Peruano 3,37 0,12% -10,1% -13,1% -14,3% Lira Turca 2,90 1,00% -18,6% -24,0% -29,6% Bangladesh Taka 79,03-0,55% -2,0% -1,4% -1,9% Commodities, Juros e Risco Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses CRB 385,9 0,54% -9% -12% -15% CRB (em Reais) 1450,6-1,75% 28% 25% 24% Petróleo BRENT 43,0 0,00% -15% -22% -36% Libor USD 3m 0,44 0,02 18% 18% 20% Libor EUR 3m -0,12-0,01-18% -20% -21% Título 10 anos Itália 1,63 0,23 4% -26% -40% Título 10 anos Alemanha 0,68 0,22 38% 14% -9% Título 10 anos EUA 2,30 0,08 66% 13% 7% CDS Brasil 5 anos ,00 259,00 294,00 VIX 18,1 3,0-2,86 2,19 5,73 Bolsas² Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses S&P 500 Index 2.049,6-1,94% 2,74% -0,45% -1,08% Dow Jones ,7-1,80% 1,82% -1,94% -2,36% CAC (França) 4.696,2-4,75% 2,00% 9,91% 8,61% DAX (Alemanha) ,1-5,27% 0,04% 9,11% 8,60% FTSE 100 (Inglaterra) 6.243,6-2,06% -7,49% -4,91% -6,52% Nikkei 225 (Japão) ,5-1,91% 10,35% 11,77% 9,04% Shangai (China) 3.690,9 2,57% 9,72% 8,90% 21,52% Ibovespa ,7-1,04% -3,22% -9,22% -11,73% Dados atualizados às 12:30 (1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local 5

6 CALENDÁRIO E PROJEÇÕES Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior 7/12 até 11/12 - Balança Comercial Mensal China Nov -- US$ 64,2 Bi US$ 61,6 Bi Segunda 7-dez 15:30 Bullard do FED discursa sobre política monetária em Muncie, Indi EUA Terça 8-dez 08:00 IGP-DI (M/M) Brasil Nov 1,39% -- 1,76% 08:00 PIB (T/T a.s.) Z. Euro 3T -- 0,30% 0,30% 09:00 Confiança do Pequeno Empresário - NFIB EUA Nov -- 96,50 96,10 23:30 Preços ao Consumidor - CPI (A/A) China Nov -- 1,40% 1,30% 23:30 Preços ao Produtor - PPI (A/A) China Nov -- -5,90% -5,90% Quarta 9-dez 09:00 IPCA (M/M) Brasil Nov 0,94% 0,95% 0,82% 09:00 IPCA (A/A) Brasil Nov 10,40% 10,41% 9,93% 13:00 Estoques no Atacado (M/M) EUA Out -- 0,10% 0,50% 13:00 Vendas no Atacado (M/M) EUA Out ,50% Quinta 10-dez 10:00 Reunião BoE - Compra de Ativos Reino Unido Dez ,0 Bi 375,0 Bi 10:00 Reunião BoE - Taxa de Juros Reino Unido ,50% 0,50% 11:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA mil Sexta 11-dez 11:30 Vendas no Varejo (M/M) EUA Nov -- 0,30% 0,10% Projeções Macroeconômicas - BRAM PIB (% ao ano) 7,6% 3,9% 1,8% 2,7% 0,1% -3,8% -3,0% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,9% 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 10,8% 7,0% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11,3% 5,1% 7,8% 5,5% 3,7% 10,9% 6,7% Taxa Selic (final do ano) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 11,75% 14,25% 16,25% Taxa Selic (média do ano) 10,00% 11,75% 8,46% 8,44% 11,02% 13,58% 15,88% R$/US$ média do ano 1,76 1,67 1,95 2,16 2,35 3,33 4,17 R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezembro) 1,67 1,83 2,08 2,35 2,64 3,90 4,40 Exportações (US$ bilhões) 201,9 256,0 242,6 242,2 225,1 189,6 206,8 Importações (US$ bilhões) 181,6 226,2 223,1 239,6 229,0 173,1 171,4 Balança Comercial (US$ bilhões) 20,3 29,8 19,5 2,6-3,9 16,5 35,4 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47,4-52,6-54,2-81,2-90,9-65,0-11,1 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,3-2,0-2,2-3,4-4,2-3,7-0,8 Superávit Primário (% PIB) 2,6 2,9 2,2 1,8-0,6-1,5-0,4 Dívida Líquida (% PIB) 38,0 34,5 32,9 31,5 34,1 34,4 35,7 Dívida Bruta (% PIB) 51,8 51,3 54,8 53,3 58,9 63,4 69,3 6

7 FERNANDO HONORATO BARBOSA Economista-chefe ANDRE NASCIMENTO NOGGERINI DANIEL XAVIER FRANCISCO HUGO RIBAS DA COSTA JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA THIAGO NEVES PEREIRA Tel.: Material produzido em 04/12/2015 às 12h30 Outras edições estão disponíveis no Site: item Informações aos Investidores / Nossa visão / Informativos de Macroeconomia. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados. 7

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