Notas sobre a Liberdade de Consciência em John Rawls

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1 Notas sobre a Liberdade de Consciência em John Rawls Jaderson Borges Lessa 1 Resumo: A liberdade de consciência é uma das liberdades fundamentais garantidas pelo primeiro princípio de justiça de John Rawls. Porém, está limitada pelo interesse comum na ordem e na segurança púbicas. Embora o princípio da liberdade de consciência tenha lugar central em qualquer concepção democrática, e pode ser coerente com a justiça igual, a objeção de consciência parece sofrer na teoria de Rawls demasiadas restrições e, nesse sentido, o texto discute se essas restrições podem ser defendias em nome da justiça. O objetivo, apesar disso, não é desconsiderar o argumento, mas apenas chamar atenção para os tipos de razões que proporciona. Palavras-chave: John Rawls, Liberdade, Liberdade de Consciência, Objeção de Consciência. Introdução O objetivo do texto é chamar atenção para os motivos apresentados por Rawls para o argumento da liberdade de consciência, sobretudo, para as limitações infligidas para a objeção de consciência. De uma maneira geral, a liberdade de consciência está relacionada com outras liberdades como, por exemplo, a liberdade de expressão ou a liberdade religiosa. De qualquer forma, a liberdade de consciência assume ampla importância, sobretudo, nos países que tem como forma de governo uma democracia constitucional, e onde muitas vezes é protegida pela própria Constituição. E uma vez em que teoria da justiça como equidade de John Rawls é elaborada tendo em vista uma sociedade democrática constitucional, naturalmente, a liberdade de consciência tem o seu valor no âmbito próprio dessa teoria. Nesse sentido, o texto apresenta em primeiro lugar algumas observações gerais sobre a liberdade e a liberdade de consciência em John Rawls, para em seguida discutir se as restrições à objeção de consciência, a qual é reivindicada com base nessa liberdade garantida, podem ser defendidas para garantir a justiça. Notas sobre a liberdade de consciência em Rawls Quando Rawls apresenta inicialmente os princípios de justiça na primeira parte de sua obra A Theory of Justice (sobretudo o Capítulo II) não ilustra a rigor os conteúdos desses princípios, mas isso não implica que tais princípios sejam destituídos de conteúdo. Em toda a 1 Doutorando em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Contato:

2 segunda parte da obra o objetivo de Rawls é precisamente ilustrar o conteúdo desses princípios de justiça e como devem ser aplicados. Sendo assim, o ponto a ser enfatizando é a garantia da liberdade de consciência (Capítulo IV) e depois a definição e justificação da objeção de consciência (Capítulo VI). Nesse caso, o primeiro princípio de justiça de John Rawls garante algumas liberdades fundamentais entre as quais a liberdade de consciência está inserida. Observa-se assim que para o autor se trata de liberdades básicas as quais são especificadas por uma lista na qual está expressa, entre outras, a liberdade de consciência. E isso permite dizer que a liberdade de consciência é uma das liberdades fundamentais garantidas pelo primeiro princípio de justiça. Essas liberdades como a de consciência são básicas, isto é, fundamentais para que possa haver um sistema político justo. É essencial lembrar que Rawls supõe alguma forma de democracia constitucional que protege essas liberdades. Deve-se observar ainda que se trata de liberdades iguais. Cada pessoa tem direito a essas liberdades e tem direito igualmente. Como se tratam de liberdade igual no que se refere à cidadania não é possível que somente algumas pessoas tenham direitos e outras não as tenham. E isso permite dizer que a liberdade de consciência é uma liberdade igual para todos, garantida pelo primeiro princípio de justiça. Para Rawls a descrição geral de liberdade adota a seguinte forma: [...] esta ou aquela pessoa (ou pessoas) está (ou não está) livre desta ou daquela restrição (ou conjunto de restrições) para fazer (ou não fazer) isto ou aquilo. 2. Em outras palavras, isso significa que, para o autor, quando uma pessoa está livre de alguma restrição (ou conjunto de), então, essa pessoa tem a liberdade para fazer ou não fazer alguma coisa. Nesse sentido, isso quer dizer que se deve permitir a pessoa fazer ou não alguma coisa e as outras pessoas e também o governo não podem obstruir 3. Se, por exemplo, analisarmos a liberdade de consciência conforme definida pela lei, então os indivíduos têm essa liberdade fundamental quando estão livres para concretizar seus interesses morais, filosóficos ou religiosos sem restrições legais que lhes exijam se comprometerem com qualquer forma específica de ato religioso ou de outra natureza, e quando os demais têm o dever jurídico de não interferir 4. Não obstante, Rawls reconhece que em alguns casos essas liberdades estão sujeitas a algumas limitações. Circunscrições estas sujeitas aos critérios do que a liberdade igual significa. Isso implica que muitas vezes se tem que equilibrar uma liberdade fundamental com 2 RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p Cf. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p. 248.

3 outra liberdade também fundamental e, nesse sentido, essas liberdades precisam ser limitadas de alguma forma. Mas esse limite não pode resultar em uma liberdade desigual. Em outras palavras, o limite não pode ir de encontro ao primeiro princípio que garante a liberdade igual. Uma liberdade fundamental coberta pelo primeiro princípio só pode ser limitada em nome da própria liberdade, isto é, só para garantir que essa mesma liberdade, ou outra liberdade fundamental, estará devidamente protegida e para ajustar da melhor maneira o sistema único de liberdades 5. Agora que a questão da liberdade igual já está exposta (ao menos de modo geral). Pode-se passar a questão específica da liberdade de consciência. A liberdade de igual consciência é analisada por Rawls com a finalidade de examinar mais detalhadamente o seu argumento a favor do primeiro princípio. Para Rawls, [...] parece evidente que as partes devem escolher princípios que assegurem integralmente sua liberdade religiosa e moral. 6. Nesse sentido, as partes concordariam com o princípio da liberdade igual, e têm bons motivos para concordar, pois precisam proteger suas obrigações morais e religiosas e, assim, as partes reconheceriam o princípio da liberdade igual de consciência. As pessoas na posição original não podem correr riscos que envolvam sua liberdade, permitindo que a doutrina religiosa ou moral predominante persiga ou reprima outras doutrinas se assim o desejar. 7. Não obstante, embora as partes concordem em garantir a liberdade igual sempre podem ser reguladas pelo interesse do Estado na segurança e na ordem públicas. Assim, [...] a liberdade de consciência só deve ser limitada quando há uma expectativa razoável de que não fazê-lo prejudicará a ordem pública que o Estado deve manter. 8. Para Rawls, as liberdades (moral e religiosa) decorrem do princípio da liberdade igual e, em outras palavras, a liberdade igual somente pode sofrer esse limite quando o exercício de tal liberdade interferir na ordem pública. Isso significa que as condições necessárias à própria liberdade regem a liberdade 9. Sendo assim, as observações apresentadas até aqui sugerem que Rawls usando a ideia de liberdade de consciência oferece um forte argumento a favor da liberdade igual 10. Contudo, quando é preciso recorrer à objeção de consciência com base nessa liberdade a força do argumento persiste? A definição de objeção de consciência em Rawls consiste no seguinte: 5 RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p Para Rawls, se as pessoas estivessem dispostas a correr riscos demonstraria que não levam a sério as suas convicções ou nem mesmo levariam a sério a própria liberdade igual se estivem dispostas a aceitarem menos liberdade e mais benefícios econômicos ou sociais. 8 RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p Cf. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, Ao menos esse é o seu objetivo ao examinar a liberdade de consciência.

4 Objeção de consciência é o não cumprimento de uma exigência legal (ou comando administrativo) mais ou menos direta. É a recusa, já que recebemos uma ordem e, dada a natureza da situação, as autoridades tomam conhecimento se a cumprimos ou não. Exemplos típicos são a recusa dos primeiros cristãos de realizar certos atos de lealdade prescritos pelo Estado pagão e a recusa dos testemunhas-de-jeová de fazer a saudação à bandeira. Entre outros exemplos estão a falta de disposição dos pacifistas de servir às forças armadas, ou do soldado de obedecer a uma ordem que acredite ser contrária à lei moral aplicada à guerra. Ou ainda [...] a recusa de pagar determinado imposto porque fazê-lo o transformaria em agente de grava injustiça 11. Nesse sentido, grosso modo, pode-se resumir que a objeção de consciência para Rawls trata-se de uma renúncia a uma obediência que lhe é exigida com base em razões de consciência. De qualquer modo Rawls reconhece que se trata de uma questão difícil quando uma pessoa apela para princípios religiosos para desobedecer algo que lhe é exigido por princípios de justiça política 12. Porém, nesse sentido diz: Existe a tentação de dizer que a lei deve sempre respeitar os ditames da consciência, mas isso não pode estar correto. 13. É evidente que Rawls está pensando em casos extremos em que não se respeitariam as liberdades iguais. Por isso na sequência de seu argumento também diz: Caso se negue plena expressão a uma religião, presume-se que seja porque ela transgride as liberdades iguais de outras pessoas. 14. E ainda: Numa sociedade livre, ninguém pode ser obrigado, como os primeiros cristãos o eram, a realizar atos religiosos, o que representa uma violação à liberdade igual, nem deve um soldado obedecer a comandos de inerente malignidade enquanto aguarda um recurso a uma autoridade superior 15. Com isso é preciso adentrar na ideia de justificação da objeção de consciência para Rawls. Quando Rawls trata da justificação de objeção de consciência ele faz isso em certos atos de guerra ou de servir as forças armadas. Sendo assim, um primeiro caso comentado pelo autor é se uma guerra fosse travada por motivos injustos a pessoa (um soldado no caso) poderia recusar cometer um ato ilícito se acreditar que os princípios de uma guerra justa forem violados apelando a princípios políticos e não de outra natureza 16. Ele pode afirmar que, no fim das contas, seu dever natural de não se tornar agente de injustiça grava e do mal vale mais que seu dever de obedecer RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p Cf. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p Não vou entrar aqui na discussão se existem ou não guerras justas. Mas para Rawls motivos injustos seriam, por exemplo, o desejo de poder, a glória nacional, vantagens econômicas ou aquisição de território. Entre os motivos justos, por exemplo, o direito à legítima defesa. Sobre isso, cf. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p. 472.

5 Outra questão é a do alistamento militar obrigatório durante uma guerra. Para Rawls, resumidamente, há dois motivos pelos quais a pessoa pode recusar a cumprir uma obrigação: pode ser com base nos objetivos injustos do conflito 18, ou na forma como a guerra é conduzida 19. Para Rawls não é necessário um pacifismo geral, uma recusa em participar de todas as guerras em quaisquer condições 20. Nesse sentido, outra coisa seria a objeção de consciência fundamentada nos princípios de justiça 21. Conclusão Diante disso, algumas observações são necessárias. Embora Rawls seja enfático quanto a garantia da liberdade de consciência e a defina como uma renuncia a uma obediência que lhe é exigida com base em razões de consciência, a sua justificação parece ser limitada para a objeção de consciência, e não parece plenamente satisfatória e para isso se quis chamar atenção. Rawls parece deixar um vazio na sua argumentação quando justifica a objeção de consciência em relação à política externa. Mas uma vez que a objeção de consciência não diz respeito necessariamente a assuntos de política internacional, não é simplesmente uma recusa possível em casos extremos de guerra, pois em muitos casos a objeção de consciência se refere a situações que dizem respeito ao âmbito interno de uma sociedade. A questão pode ser um pouco mais problemática nos casos em que se atinge a consciência dessa pessoa. Nesse sentido, chama-se a atenção que ao definir a objeção de consciência Rawls diz que esta não se fundamenta necessariamente em princípios políticos 22. Porém, quando trata do caso da justificação dessa desobediência Rawls para dizer que a recusa só pode ter fundamentação em princípios políticos e não em princípios de outra natureza 23. De qualquer forma, ainda que se 18 A pessoa pode, conscientemente, recusar-se a cumprir com o dever de ingressar nas forças armadas durante determinada guerra com base no fato de que os objetivos do conflito são injustos.. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p Às vezes existe outro motivo para a recusa, não com base no objetivo da guerra, porém na forma como é conduzida. Um cidadão pode afirmar que, quanto estiver claro que se está violando com regularidade a lei moral da guerra, ele tem o direito de recusar o serviço militar porque tem o direito de ser capaz de honrar seu dever natural.. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p A recusa de participar de todas as guerras em quaisquer condições é uma visão espiritualista destinada a permanecer no âmbito das doutrinas sectárias.. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p A objeção de consciência não se fundamenta obrigatoriamente em princípios políticos; pode fundamentar-se em princípios religiosas ou em princípios que diferem da ordem constitucional.. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p [...] tratarei resumidamente da justificação da objeção de consciência de empenhar-se em certos atos de guerra, ou de servir às forças armadas. Suponho que essa recusa tem fundamentação em princípios políticos, e não em princípios religiosos ou de outra natureza; ou seja, os princípios citados à guisa de justificação são os da

6 entendesse essa referência somente para o caso específico do exemplo dado por Rawls (do soldado desobedecendo e, portanto, somente nesse caso se teria fundamentação em princípios políticos), o que aconteceria no caso de um cidadão comum quando as razões para essa recusa são em princípios não políticos parece ser ainda uma questão que não ficou claramente respondida em seu texto. De todo modo, o objetivo desse texto foi simplesmente chamar a atenção para esses motivos apresentados por Rawls e não desconsiderar o seu argumento. Referências bibliográficas RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. Traduzido por Jussara Simões. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, O Liberalismo Político: Edição ampliada. Traduzido por Álvaro de Vita. São Paulo: Martins Fontes, Justiça como Equidade: uma reformulação. Traduzido por Claudia Berliner. São Paulo: Martins Fontes, concepção de justiça que fundamentam a constituição.. RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008, p. 469.

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