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3 JUSTIÇAFEDERAL AO DE ALCANCE TODOS projeto de social responsabilidade ESCOLA DA MAGISTRATURA FEDERAL DO PARANÁ Lider em Aprovação na Magistratuta Federal DIRETOR VLADIMIR PASSOS DE FREITAS VICE-DIRETOR ANTONIO CÉSAR BOCHENEK ESMAFE-PR Escola da Magistratura Federal do Paraná PRESIDENTE ERIVALDO RIBEIRO DOS SANTOS VICE-PRESIDENTE FLAVIA DA SILVA XAVIER DIRETOR FINANCEIRO NICOLAU KONKEL JUNIOR DIRETORA CULTURAL E SOCIAL BIANCA G. ARENHART MUNHOZ DA CUNHA DIRETORA DE BENEFÍCIOS E PATRIMÔNIO INTERIOR SUANE MOREIRA DE OLIVEIRA APAJUFE Associação Paranaense dos Juízes Federais Rua Eurípides Garcez do Nascimento,1167 Ahú Curitiba Paraná Cep Tel

4 Realização ESMAFE-PR Escola da Magistratura Federal do Paraná Elaboração Vera Lúcia Feil Ponciano Juíza da 6ª Vara Cível da Justiça Federal de Curitiba/PR. Projeto Gráfico Emerson Rassolim Batista Fotografias Lozane Winter Imagens - Projeto Gráfico As imagens que compõem o projeto gráfico deste conteúdo são peças que fazem parte do acervo da Sala da Memória da Justiça Federal do Paraná. Editorial zenaz Julio Cesar Ponciano comunicação integrada * Direitos autorais reservados.

5 índice 1 organização 2 COMPETÊNCIA 3 Instâncias 4 causas pag 27 5 JUIZADOs pag 7 pag 13 pag 21 pag 35 6 administração pag 41 7 funcionamento pag 47

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7 tinteiro Acervo da Sala da Memória da Justiça Federal do Paraná 1 ORGANIZAÇÃO

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9 1ORGANIZAÇÃO Quais são os órgãos do Poder Judiciário Brasileiro? Conforme art. 92 da Constituição Federal, são órgãos do Poder Judiciário: o Supremo Tribunal Federal; o Conselho Nacional de Justiça; o Superior Tribunal de Justiça; os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; os Tribunais e Juízes do Trabalho; os Tribunais e Juízes Eleitorais; os Tribunais e Juízes Militares; os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. Por que se chama Justiça Federal? O Poder Judiciário Brasileiro é uno, mas é organizado no âmbito da União Federal e de cada Estado. A Justiça da União compreende os Tribunais Superiores, a Justiça Federal Comum e a Justiça Federal Especializada (Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral e Justiça Militar, incluindo os respectivos tribunais). Os Estados organizam seu Poder Judiciário, pois têm autonomia política, mas devem observar os princípios estabelecidos na Constituição Federal (art. 125). Justiça Federal é a denominação atribuída à organização judiciária mantida pela União Federal, em contraposição à Justiça dos Estados, e inclui a Justiça Federal Comum e a Justiça Federal Especial. Esta é composta pela Trabalho, a Justiça Eleitoral e a Justiça Militar. Na prática forense, quando se fala em Justiça Federal, está sendo feito referência à Justiça Federal Comum. Como se organiza a Justiça Federal Comum? A Justiça Federal Comum é organizada no âmbito nacional pelos Tribunais Regionais Federais, Juízes Federais e Juizados Espe- 1ª Região 2ª Região 3ª Região 4ª Região 5ª Região ciais Federais. Compreende a 1a instância, onde atuam juízes federais e juízes federais substitutos, e a 2a instância, onde atuam desembargadores federais. Em caso de haver recurso da decisão proferida em 1ª instância a matéria será apreciada pelos Tribunais Regionais Federais, que atualmente são em número de cinco no país, divididos em cinco regiões. 9

10 1ORGANIZAÇÃO 1ª Região Seções Judiciárias do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins. 2ª Região Seções Judiciárias do Rio de Janeiro e Espírito Santo. 3ª Região Seções Judiciárias de São Paulo e Mato Grosso do Sul. 4ª Região Seções Judiciárias do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. 5ª Região Seções Judiciárias de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. 10 Quando foi criada a Justiça Federal no Brasil? Em 1890, com a edição do Decreto 848, de 11 de outubro, foi criada a Justiça Federal no Brasil, inspirada no modelo dos Estados Unidos da América. Sua instituição foi confirmada pela Constituição dos Estados Unidos do Brasil, de Segundo essa Constituição, a Justiça Federal seria composta pelo Supremo Tribunal Federal e tantos juízes e tribunais federais quantos o Congresso criasse. No entanto, os tribunais federais não foram criados e o STF funcionava como órgão de 2ª instância da Justiça Federal. Na época, a Justiça Federal foi organizada em cada capital do Estado da Federação e no Distrito Federal. A Lei nº 221 de 20/11/1894 dispôs sobre a organização da Justiça Federal. Em seguida, o Decreto nº de 05/11/1918 aprovou a Consolidação das Leis Referentes à Justiça Federal. A Constituição de 1934 manteve a Justiça Federal e os Tribunais Federais, que, ainda nessa época, não haviam sido implantados. Com o advento do Estado Novo de Getúlio Vargas, a Constituição Federal de 1937 extinguiu a Justiça Federal, suprimindo a 1ª instância. As Justiças estaduais passaram, assim, a julgar todos os processos de interesse da União, funcionando como órgãos de 1ª instância da Justiça Federal, sendo assegurado o recurso ordinário ao Supremo Tribunal Federal. Com isso, os feitos de competência das seções judiciárias federais passaram a ser processados pela Justiça Estadual, nas varas da Fazenda Nacional. As matérias tratavam de cobrança de impostos, tributos e acidentes envolvendo veículos do Governo Federal. A Constituição de 1946 restabeleceu o Poder Judiciário Federal, por meio do Tribunal Federal de Recursos (2º Grau). Na época, não havia juízes federais de primeiro grau, uma vez que as atribui-

11 1ORGANIZAÇÃO ções de âmbito federal tinham como foro as Justiças Estaduais. A Lei nº 33/47 fixou o número de seus membros e determinou que em sua composição fossem aproveitados 3 juízes federais. A Justiça Federal de 1º grau foi restabelecida no governo Castello Branco, pelo Ato Institucional n 2 de 27/10/1965. Cada Estado ou Território, inclusive o Distrito Federal, passou a ter uma Seção Judiciária com sede na respectiva capital. A Justiça Federal foi regulamentada pela Lei de 30/05/1966. Foi reafirmada pela Constituição de 1967, passando a atuar em duas instâncias: no 1º grau, por meio de Juízos Federais, e, no 2º grau, via Tribunal Federal de Recursos, já então sediado em Brasília. Até 1974, a investidura dos juízes federais foi feita por indicação do Presidente da República, com apreciação dos nomes pelo Senado Federal. A partir de 1974, o provimento dos cargos passou a ser por concurso público, o que ocorre até hoje. A Constituição Federal de 1988 reestruturou a Justiça Federal, com a criação de cinco Tribunais Regionais Federais e do Superior Tribunal de Justiça. 11

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13 Máquina de escrever Acervo da Sala da Memória da Justiça Federal do Paraná 2 COMPETÊNCIA

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15 Qual a missão da Justiça Federal? A Justiça Federal tem como missão a pacificação dos conflitos que envolvem os cidadãos e a Administração Pública Federal, em diversas áreas. Nos processos da Justiça Federal aparecem, de um lado, os particulares e de outro, a União, as empresas públicas, autarquias e fundações públicas federais ou os conselhos de fiscalização profissional. A Justiça Federal também tem a missão de processar e julgar os chamados crimes federais, que atingem bens e interesses de qualquer um dos entes federais citados, além de outros crimes definidos na Constituição e na lei como sendo de sua competência (tráfico transnacional de drogas, contrabando e descaminho etc.). 2 COMPETÊNCIA Quais causas cíveis a Justiça Federal Comum processa e julga? A Justiça Federal Comum tem por competência o julgamento de ações nas quais a União Federal, suas autarquias (por exemplo, o INSS), fundações e empresas públicas federais (p. ex. Caixa Econômica Federal) figurem na condição de autoras, rés ou interessadas. Na área cível, são julgadas causas referentes ao meio ambiente, previdência social, direito tributário, licitações, contratos de financiamento habitacional firmados com a Caixa Econômica Federal, questões relativas a concursos públicos e a imóveis da União, entre outras. São comuns na Justiça Federal os conflitos de massa, que atingem um número muito expressivo de pessoas, por exemplo, as ações sobre a correção monetária do FGTS, as ações previdenciárias, os processos tributários e os que tratam dos financiamentos da casa própria. Estes processos ingressam individualmente ou sob a forma coletiva. A competência da Justiça Federal é definida em razão da pessoa (União, autarquias federais etc.) ou da matéria (mandado de segurança contra ato de autoridade federal, por exemplo), e tem sua base na Constituição Federal. Assim, compete à Justiça Federal de 1ª instância processar e julgar as causas de natureza cível previstas no art. 109, incs. I, II, III, VIII, X e XI da CF, conforme quadro abaixo: 15

16 2 I) As causas em que a União, autarquica f e d e ra l o u e m p r e s a p ú b l i c a f e d e ra l forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de trabalho (competência da Justiça Estadual) e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. Matéria tributária, administrativa, previdenciária e toda e qualquer outra que não seja penal nem trabalhista. Tratase da competência em razão - da pessoa. Engloba as ações contenciosas e de jurisdição voluntária. São excluídas as causas de falência ou de acidente de trabalho. COMPETÊNCIA II) As causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País. III) As causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional. IV) As causas relativas a direitos humanos a que se refere o 5º do artigo 109. V) Os mandados de segurança e os habeas-data" contra ato de autoridade federal. VII) A execução de carta rogatória, após o "exequatur", e de sentença estrangeira. Esta, após a homologação pelo STJ. Embaixadas, Consulados etc. As ações entre Estado estrangeiro e a União ou entre aquele e os Estados-membros ou Territórios são de competência do STF. A causa se fundamenta em contrato internacional que a União celebrou ou que aderiu (CF, art. 21, I). A ação de alimentos entre estrangeiro tem por base contrato celebrado com Estado estrangeiro. Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos, o Procurador-Geral da República, com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte, poderá suscitar, perante o STJ, qualquer fase do inquérito ou processo, incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. Excetuados os casos de competência dos tribunais regionais federais (contra ato de juiz federal ou ato do próprio tribunal); do STJ ou do STF. Não há limite à matéria que pode ser objeto da carta rogatória ou da execução da sentença estrangeira. VIII) As causas referentes à nacionalidade, inclusive a respectiva opção, e à naturalização. Aquisição e perda da nacionalidade. Quem concede a naturalização é o Poder Executivo (Departamento de Polícia Federal). O Juiz Federal entrega o Certificado. A disputa sobre direitos indígenas. Causas que envolvem controvérsias de posse, invasão, ocupação, exploração etc. de terras indígenas. As causas em que a FUNAI fizer parte da relação processual também. Quais causas criminais a Justiça Federal Comum processa e julga? A Justiça Federal Comum também julga os crimes federais (contrabando, descaminho, tráfico internacional de drogas etc.). A competência criminal da Justiça Federal está prevista no art. 109, incs. IV, V, V A e 5º, VI, VII, IX e X, da Constituição: Art. 109, IV os crimes políticos Art. 109, IV as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral; Fica a cargo da legislação infraconstitucional a definição dos crimes políticos. Características: a) presença, no pólo passivo, como vítima, do ente federal (União, autarquia ou empresa pública federal); b) a repercussão do delito no bem, no serviço ou no interesse ao ente federal; c) a ocorrência do prejuízo ou dano ao ente federal. 16 Art. 109, V os crimes previstos em tratado ou convenção internacional, quando, iniciada a execução no País, o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro, ou reciprocamente; Algumas infrações definidas em, lei se forem objeto de repressão em tratados e convenções internacionais. Por exemplo: moeda falsa, tráfico transnacional de drogas; tráfico de mulheres.

17 ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral; pública federal); b) a repercussão do delito no bem, no serviço ou no interesse ao ente federal; c) a ocorrência do prejuízo ou dano ao ente federal. Art. 109, V os crimes previstos em tratado ou convenção internacional, quando, iniciada a execução no País, o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro, ou reciprocamente; Algumas infrações definidas em, lei se forem objeto de repressão em tratados e convenções internacionais. Por exemplo: moeda falsa, tráfico transnacional de drogas; tráfico de mulheres. 2 Art. 109, V A as causas relativas a direitos humanos. Hipótese de deslocamento da competência para a Justiça Federal, a pedido do Procurador-Geral da República ao STJ (CF, art. 109, 5 ). Art. 109, VI os crimes contra a organização do trabalho. Art. 109, VI os crimes contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira, nos casos previstos em lei. Art. 109, VII os habeas corpus, em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição Tais crimes estão definidos no Código Penal, porém a competência da Justiça Federal depende do alcance e dos efeitos da conduta criminosa. Fica a cargo da legislação infraconstitucional a definição de tais crimes. CPP, art. 648 e ss. Contra ato de autoridade federal e envolvendo crimes federais. Figurando como autoridade coatora o juiz federal de 1º grau, a competência para processar e julgar o habeas corpus COMPETÊNCIA Art. 109, VIII mandado de segurança em matéria criminal de sua competência Art. 109, IX os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves, ressalvada a competência da Justiça Militar Art. 109, X os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro. Tem previsão no art. 61 da Lei 5.010/66. É admitida sua interposição quando se tratar de ato do juiz que seja ilegal e violador de direito líquido e certo no âmbito criminal, demonstrável de plano pela via documental, e, ainda, quando não haja qualquer outro recurso capaz de afastar a eficácia lesiva da Ressalvada a competência da Justiça Militar e dos crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro Apenas envolve os crimes praticados com o intuito de regularizar o ingresso ou permanência no Brasil. Os crimes podem ser previstos tanto no Código Penal como no Estatuto do Estrangeiro (Lei nº 6.015/80). Quais causas os Tribunais Regionais Federais processam e julgam? Tratando-se de matéria cível, os TRFs julgam, em grau de recurso, as ações provenientes da primeira instância (proferidas por juízes federais e juízes de direito, estes na hipótese de competência federal delegada). Trata-se da competência recursal, que abrange a Apelação, o Reexame Necessário e o Agravo de Instrumento. No entanto, eles também têm competência originária, ou seja: há certos tipos de ações que já dão entrada diretamente na Justiça Federal de 2º grau, sem passar pela 1ª instância, nas hipóteses descritas no art. 108 da CF (mandado de segurança, correição parcial, ação rescisória, conflito de competência). Em matéria cível, os Tribunais Regionais Federais ainda processam e julgam recursos, porém interpostos contra decisões proferidas por seus órgãos em ações cíveis originárias ou em virtude de julgamento de causas referentes à competência cível recursal. São os seguintes os recursos: agravo regimental, embargos de declaração, 17

18 2 embargos infringentes em matéria cível. Tratando-se de matéria criminal, a competência dos Tribunais Regionais Federais é dividida em competência originária e competência recursal. A primeira consiste em processar e julgar: COMPETÊNCIA Os juízes federais da área de sua jurisdição, incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho, nos crimes comuns e de responsabilidade; Os membros do Ministério Público da União, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral; Os habeas corpus em que seja indicado como coator um juiz federal; As revisões criminais de julgados seus ou dos juízes federais da região; Os conflitos de competência em matéria criminal, entre juízes federais vinculados ao Tribunal. Quanto à competência recursal, compete aos TRFs julgar, em grau de recurso, as causas criminais, decididas pelos juízes federais. Trata-se da apelação criminal, carta testemunhável, recurso em sentido estrito e recurso de habeas corpus. 18 O que diferencia a Justiça Federal Comum da Justiça Estadual Comum? A grande diferença entre as duas Justiças está nas causas que cada uma julga. A competência da Justiça Federal Comum foi descrita acima. Agora vamos falar da Justiça Estadual. Cada Estado brasileiro possui um Poder Judiciário, ao lado do Poder Executivo e Poder Legislativo. A Justiça dos Estados é composta pelos Tribunais de Justiça, juízes de direito e juízes substitutos. Estes atuam nas comarcas. Os Tribunais situam-se nos capitais dos Estados. O Poder Judiciário Estadual é comum, apenas a Justiça Militar deles é especializada. Na 1ª instância da Justiça Estadual atuam os Juízes de Direito e os Juízes Substitutos. Na 2ª instância atuam os Desembargadores nos Tribunais de Justiça. Os juízes estaduais e os tribunais de justiça são responsáveis pelo julgamento de processos envolvendo matérias de natureza cível entre particulares ou entre estes e o Município ou o Estado; causas referentes ao direito de família (separação, divórcio), do consumidor, de sucessões, de falências e concordatas, da infância e juventude (menores) etc., além das matérias de natureza criminal (homicídio, furto, roubo, estelionato), cuja competência não seja da Justiça Federal. O Tribunal de Justiça é órgão de segundo grau, de criação

19 obrigatória em todos os Estados, com competência para julgar recursos das decisões dos juízes de primeiro grau. O art. 125, 1º, da CF, confere poderes aos Estados para organizar sua Justiça, observados os princípios estabelecidos na Constituição. A competência dos tribunais é definida na Constituição do Estado, sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. A Justiça Estadual exerce, ainda, a competência federal delegada, nos termos do art. 109, 3º, CF, e art. 15 da Lei 5.010/66. Assim, as causas contra o INSS (autarquia federal) envolvendo discussão acerca de benefícios previdenciários, poderão ser propostas: a) no foro de domicílio do segurado, se o Município não for sede de vara federal; b) se for sede de vara federal o Município, deve ser proposta na Justiça Federal. O recurso sempre será para o TRF respectivo. 2 COMPETÊNCIA 19

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21 fichário de jurisprudência Acervo da Sala da Memória da Justiça Federal do Paraná 3 INSTÂNCIAS

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23 Como se organiza e funciona a primeira instância da Justiça Federal? A primeira instância da Justiça Federal Comum está organizada em Seções Judiciárias (uma, no Distrito Federal, e uma em cada Estado, com sede na respectiva capital) e em Subseções Judiciárias, que são divididas em Varas, localizadas em cidades, inclusive do interior dos Estados (CF, art. 110). A primeira instância é composta por juízes federais e juízes federais substitutos, que atuam em varas (cíveis, criminais, previdenciárias, de execuções fiscais etc). A Justiça Federal, assim como a Justiça Estadual, possui os juizados especiais cíveis e criminais, mas que processam e julgam as causas de competência federal. Cada Seção Judiciária tem sede na capital dos Estados brasileiros e encontra-se sob a jurisdição de um dos tribunais regionais federais. As Seções Judiciárias são formadas por um conjunto de varas federais, onde atuam os juízes federais e juízes federais substitutos (cada vara tem um juiz titular e um juiz substituto) e, nas principais cidades do interior, funcionam subseções judiciárias. Nos Territórios Federais, a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local, na forma da lei. Atualmente não mais existem territórios federais no País. Como se organiza e funciona a segunda instância da Justiça Federal? A organização jurisdicional dos Tribunais Regionais Federais obedecem às regras do Regimento Interno de cada Tribunal. Por exemplo, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre e jurisdição no território dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, reúne-se em Plenário, em Corte Especial, em Seções, em Turmas e em Turma Especial. O Plenário é constituído de 27 Desembargadores Federais. A Corte Especial é integrada por 15 (quinze) Desembargadores, sendo o Presidente do Tribunal, o Vice-Presidente, o Corregedor-Geral e 12 (onze) Desembargadores Federais mais antigos. Ambos órgãos são presididos pelo Presidente do Tribunal. A Corte Especial processa e julga, dentre outros casos: a) as ações rescisórias de seus julgados; b) os mandados de segurança contra ato da Corte Especial, do seu Presidente, bem assim contra ato 3 INSTÂNCIAS 23

24 3 INSTÂNCIAS 24 do Conselho de Administração da Justiça Federal da 4ª Região e do Corregedor-Geral da 4ª Região; c) os incidentes de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo suscitados nos processos submetidos ao julgamento originário ou recursal do Tribunal. As quatro Seções do TRF4ªR são presididas pelo Desembargador Federal Vice-Presidente e são especializadas por matéria, em função da natureza da relação jurídica litigiosa. Compete às Seções: processar e julgar, dentre outras causas: a) as ações rescisórias e as revisões criminais de seus julgados, dos julgados das Turmas e dos Juízes de primeiro grau; b) as ações penais originárias de competência do Tribunal e a investigação de que trata o art. 33, parágrafo único, da Lei Complementar 35/79; c) as ações de improbidade (ação civil originária) de que tratam a Lei 8.429/92, e o 2º do art. 1º da Lei /02; d) os mandados de injunção e os habeas data de competência originária do Tribunal; As Turmas são compostas por três Desembargadores Federais cada uma. As Turmas processam e julgam: a) os habeas corpus e os mandados de segurança, quando a autoridade coatora for Juiz Federal, Juiz Federal Substituto ou, ainda, Juiz do Trabalho, Juiz de Direito ou Pretor no exercício de jurisdição federal no âmbito da 4ª Região; b) as exceções de suspeição e impedimento contra Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto e contra Juiz de Direito ou Pretor no exercício da jurisdição federal; c) as correições parciais contra ato de Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto. As Turmas são responsáveis pelo julgamento: a) em grau de recurso, das causas decididas pelos Juízes Federais, Juízes Federais Substitutos e pelos Juízes de Direito ou Pretores no exercício da jurisdição federal no âmbito da 4ª Região; b) dos conflitos de competência entre os Desembargadores Federais que a integram. Existem outras instâncias na Justiça Federal Comum? Sim, o Superior Tribunal de Justiça funciona como terceira instância da Justiça Federal Comum, bem como o Supremo Tribunal Federal, mas há situações em que este pode funcionar como quarta instância. As decisões proferidas pelos Tribunais Regionais Federais podem ser objeto de recurso para o STJ ou STF. Como a função do STJ é garantir a uniformidade e interpretação da lei federal, a competência recursal é exercida por meio do recurso

25 ordinário (CF, art. 105, II, a, b, c ) e recurso especial (art. 105, III, a, b, c ), tanto em causas cíveis como em causas criminais. As decisões dos Tribunais Regionais Federais também estão sujeitas à revisão pelo STF, que é o órgão máximo do Poder Judiciário brasileiro. A função do STF é a de guardião da Constituição, ou seja, ele dá a palavra final sobre o que a interpretação das normas constitucionais. Assim, a competência recursal do STF é exercida por meio do recurso ordinário (CF, art. 102, II) e recurso extraordinário (CF, art. 102, III), tanto em causas cíveis como em causas criminais. 3 INSTÂNCIAS 25

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27 apontador de lápis Acervo da Sala da Memória da Justiça Federal do Paraná 4 CAUSAS

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29 Quais causas são processadas e julgadas nas varas cíveis? Nas varas cíveis da Justiça Federal são processadas e julgadas as ações que envolvam matéria cível, não compreendidas no âmbito das varas previdenciárias, varas do sistema financeiro da habitação, varas tributárias e dos juizados especiais federais cíveis. As ações com valor superior a 60 (sessenta) salários mínimos, e outras, que não podem ser propostas no juizado especial cível, tramitarão nas varas cíveis. As ações cíveis mais comuns têm como partes a União, a Caixa Econômica Federal, o Banco Central do Brasil, a Universidade Federal do Paraná, o Instituto Nacional do Seguro Social, o INCRA Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, a EBCT Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos etc. As ações versam, geralmente, sobre matéria tributária, interesses de servidores públicos (Regime Jurídico Único da Lei 8.112/90), contratos de empréstimos celebrados com a CEF, inscrições nos Conselhos de profissões regulamentadas (OAB Ordem dos Advogados do Brasil, Conselhos Regionais de Química, Farmácia, Medicina etc.). As ações civis públicas são distribuídas para as varas cíveis, salvo as de natureza previdenciária e no âmbito do SFH. Também há ações populares, habeas data, mandado de segurança (desde que não envolva matéria previdenciária, pois a competência é da vara previdenciária). 4CAUSAS Quais causas são processadas e julgadas nas varas ambientais? O art. 126 da CF, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 45/04, estabelece que Para dirimir conflitos fundiários, o Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas, com competência exclusiva para questões agrárias. Em decorrência desse dispositivo constitucional, os Tribunais de Justiça de alguns Estados brasileiros estabeleceram juízos agrários, como no Pará, Minas Gerais, Paraíba, Santa Catarina. Verifica-se que se trata de previsão destinada à Justiça dos Estados, não tendo sido contemplada a Justiça Federal. No entanto, as varas federais também podem ser especializadas em matéria agrária, ou seja, para processar e julgar, por exemplo, ações de desapropriação e outras conexas que envolvam desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária, cuja ação é proposta pelo INCRA, com base na seguinte legislação: Dec.-lei 3.365/41; 29

30 4 Lei CAUSAS 8.629/93; Lei Complementar 76/93; Lei Complementar 88/96; e Medida Provisória , de 24/08/2001. Na Região Sul há três varas agrárias, uma em cada capital dos respectivos Estados. Em Porto Alegre, a Vara agrária foi criada nos termos da Lei 5.677/71 e depois transformada em Vara Ambiental, Agrária e Residual, conforme Resolução 54, de 11/05/2005, da Presidência do TRF4ªR. Em Florianópolis foi criada com base na Lei 8.424/92, e depois transformada em Vara Ambiental, Agrária e Residual, conforme Resolução 54/05. No Estado do Paraná há uma vara especializada em matéria agrária desde A antiga 9ª Vara Federal de Curitiba detém essa competência, embora não seja exclusiva atualmente. Essa vara foi instalada nos termos do art. 6º, inc. XI e 12, da Lei 5.010/66, e art. 4º da Lei 7.583/87, e do Provimento 324/87, do Conselho da Justiça Federal. Também foram estabelecidos juízos especializados na Justiça Federal nos Estados da Bahia, Pará, Maranhão, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A partir do ano de 2005, conforme Resolução 39/05, da Presidência do TRF4ªR, essa Vara é denominada de Vara Agrária, Ambiental e Residual, ou seja, julga causas que envolvem questões de desapropriação para fins de reforma agrária e ações conexas, questões de cunho ambiental e matéria cível em geral também. Em Porto Alegre também há uma Vara com a mesma natureza, criada nos termos da Lei 5.677/71 e depois transformada em Vara Ambiental, Agrária e Residual, conforme a Resolução 54/05, da Presidência do TRF4ªR. Em Florianópolis foi criada com base na Lei 8.424/92, e depois transformada em Vara Ambiental, Agrária e Residual, conforme a Resolução 545/05. São abrangidas pela competência da Vara Federal Ambiental, Agrária e Residual todas as ações em que, direta ou indiretamente, venha a ser discutido o Direito Ambiental, com ou sem exclusividade, incluindo a matéria criminal, excetuadas apenas as ações penais com denúncia recebida até a data da publicação da Resolução. 30 Quais causas são processadas e julgadas nas varas do Sistema Financeiro da Habitação? Nas Varas do Sistema Financeiro da Habitação são processadas e julgadas as causas baseadas na Lei n 4.380/64, que instituiu a correção monetária nos contratos imobiliários de interesse social,

31 o sistema financeiro para aquisição da casa própria, criou o Banco Nacional da Habitação (BNH), e sociedades de crédito imobiliário, as letras imobiliárias, o Serviço Federal de Habitação e Urbanismo e dá outras providências. A Resolução n 22/00 da Presidência do TRF4ªR implantou e instalou, com a respectiva Secretaria, uma Vara Federal Cível, criada pela Lei 9.788/99, na Circunscrição Judiciária de Curitiba, Seção Judiciária do Estado do Paraná, a partir de 30/11/2000, com especialização em ações do SFH, e denominando-a Vara Federal do Sistema Financeiro da Habitação, mantida a competência jurisdicional da subseção judiciária de Curitiba. A Resolução nº 97/04 da Presidência do E. TRF4ªR dispôs sobre a criação da Vara Federal do Sistema Financeiro da Habitação de Porto Alegre. A competência da Vara do SFH se estabelece para os feitos em matéria de conflitos habitacionais fundados em financiamento para aquisição, construção ou ocupação legítima de imóveis. Não compete às Varas especializadas do SFH o julgamento de ação possessória, sem qualquer vínculo com contrato de financiamento para aquisição de imóvel. As ações que tramitam nessa vara especializada versam sobre revisão do contrato firmado sob as regras do SFH com a Caixa Econômica Federal, bem como ações consignatórias e ações cautelares. 4CAUSAS Quais causas são julgadas e processadas nas varas Previdenciárias? A Justiça Federal também possui varas especializadas em matéria previdenciária; por exemplo, atualmente em Curitiba há uma vara, em Porto Alegre há duas. A competência de tais varas é restrita às ações de concessão e de revisão de benefícios previdenciários (ações ordinárias, ações cautelares etc.), propostas contra o Instituto Nacional do Seguro Social. No primeiro tipo o autor pretende a concessão do benefício de aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença etc. No segundo tipo pretende revisão de um benefício que já percebe do INSS, apenas deseja sua correção ou aplicação de índices não aplicados em determinado período. Também pode ser impetrado mandado de segurança contra alguma autoridade do INSS, com a finalidade de obter a suspensão in- 31

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