PLANIFICAÇA O ABRP. Programa de Intervenção. O estranho caso das dobras rochosas. Cenário

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANIFICAÇA O ABRP. Programa de Intervenção. O estranho caso das dobras rochosas. Cenário"

Transcrição

1 Programa de Intervenção Cenário O estranho caso das dobras rochosas Docente: Clara Vasconcelos Discente: Joana Faria Trabalho Orientado por: Joana Torres (aluna de Doutoramento da FCUP) PLANIFICAÇA O ABRP Mestrado em Ensino da Biologia e da Geologia no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Didática da Geologia II junho 2015

2 Índice Contextualização Curricular... 2 Tempo previsto... 2 Pré-requisitos... 2 Objetivos... 2 Conceitos a mobilizar... 3 Caso... 3 Ficha de monitorização... 4 Questões problema... 5 Produto final... 5 Fontes de dados... 5 Articulações disciplinares... 6 Ciclo de apresentação... 6 Outra atividade possível... 7 Aplicação... 7 Atividade O estranho caso das dobras rochosas... 8 Referências bibliográficas

3 Contextualização Curricular Ano de escolaridade: 11º ano Tema IV: Geologia, problemas e materiais do quotidiano Tempo previsto 90 minutos 2.3 Deformação frágil e dúctil. Falhas e dobras. Pré-requisitos A temática 5. Aplicar conceitos relativos à deformação das rochas integra as metas curriculares do 3º ciclo do Ensino Básico, no 7º ano de escolaridade, Domínio Terra em transformação, subdomínio Estrutura e dinâmica interna da Terra. Como descritores, surgem: 5.1.Distinguir comportamento frágil de comportamento dúctil, em materiais diversos, com base numa atividade prática laboratorial Explicar a formação de dobras e de falhas, com base numa atividade prática laboratorial Relacionar a movimentação observada numa falha com o tipo de forças aplicadas que lhe deram origem Identificar, em esquema e imagem, as deformações observadas nas rochas existentes nas paisagens Relacionar a deformação das rochas com a formação de cadeias montanhosas. Objetivos Objetivos gerais Perceber a importância dos modelos históricos e científicos na construção do conhecimento geológico; Compreender que a ciência é subjetiva, tem base empírica, requer imaginação e criatividade (natureza da ciência); Desenvolver capacidade de questionamento a partir de um cenário problemático; Mobilizar saberes prévios para a compreensão de novas situações problemáticas; Desenvolver atitudes e valores inerentes ao trabalho individual e colaborativo; 2

4 Planear e realizar pequenas investigações teoricamente enquadradas; Desenvolver competências investigativas; Ver na investigação científica uma via de resolução de problemas do quotidiano; Utilizar estratégias argumentativas de forma clara e fundamentada. Objetivos específicos Conhecer diferentes tipos de dobras; Distinguir regime dúctil de regime frágil; Reconhecer diferenças entre dobras e falhas; Relacionar a formação destas estruturas com a formação de cadeias montanhosas; Compreender que diferentes campos de forças resultarão em diferentes estruturas tectónicas; Conhecer forças compressivas, distensivas e de cisalhamento; Explicar a importância dos modelos no estudo da Geologia; Conceitos a mobilizar Dobras; falhas; regime dúctil; regime frágil; forças compressivas; forças distensivas; forças de cisalhamento; falhas inversas; falhas normais; sinclinal; sinforma; anticlinal; antiforma; modelo histórico; modelo geológico; Caso O cenário problemático referente à presente atividade O estranho caso das dobras rochosas é apresentado sob a forma de vídeo de animação com a duração de aproximadamente 3 minutos. A sua exibição exige o recurso a colunas de som e este encontra-se disponível aqui. 3

5 Ficha de monitorização Ficha Inicial Atividade de Monitorização Nome: nº Turma Lista de Factos Questões-problema Planificar investigação Proposta de solução 4

6 Questões-problema Como se formam as dobras? Que forças estão envolvidas na formação das dobras? Que tipos de dobras existem? Porque é que as falhas surgem associadas às dobras? Que condições priveligiam a formação de dobras e/ou de falhas? O que são modelos históricos? O que são modelos geológicos? Qual a utilidade dos modelos em Geologia? Qual a utilidade dos modelos em sala de aula? Produto final Os alunos deverão, em grupos de 4 elementos, resolver a atividade de monitorização e, posteriormente, apresentar e discutir as soluções propostas. Seguidamente, deverão realizar a atividade O estranho caso das dobras rochosas. Nesta atividade recorre-se ao questionamento dos alunos relativamente à natureza da ciência e dos modelos geológicos e são ainda utilizados dois modelos (um físico e um digital) que relaciona as forças envolvidas nos processos tectónicos e as estruturas que estas originam. Fontes de dados Manual escolar adotado Endereços eletrónicos (consultados em junho de 2015) - Dobras e a sua formação: - Dobras e falhas: 5

7 - Regime frágil e dúctil: - Modelos Históricos e Modelos Geológicos Articulações disciplinares Intradisciplinares O programa do 7º ano de escolaridade aborda esta temática e, por isso, os alunos poderão rever, relembrar e aplicar conhecimentos adquiridos ao longo do 7º ano de escolaridade no sentido de compararem as conceções adquiridas no 3º ciclo e aquelas com que se confrontam no Ensino Secundário, numa perspetiva de confronto epistemológico. Interdisciplinares Inglês: Alguns dos endereços eletrónicos sugeridos encontram-se redigidos em língua inglesa logo a exploração dos mesmos nesta disciplina constitui uma possibilidade. Fisico-química: A ação das forças envolvidas nos processos de deformação está diretamente relacionada com o estudo das forças e da sua aplicação no âmbito da disciplina de Fisico-química. Ciclo de apresentação 1. Contextualização problemática com a exploração didática do cenário. 2. Preenchimento da ficha de monitorização da Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas (ABRP). 3. Síntese das questões-problema com os elementos dos respetivos grupos. 4. Análise de imagens e de documentação disponível no manual escolar e em endereços eletrónicos. 5. Conclusão da ficha de monitorização. 6. Apresentação do produto final e síntese das propostas de solução. 7. Aplicação dos saberes desenvolvidos. 6

8 Outra atividade possível Utilizando a caixa de areia (figura 1) da atividade O estranho caso das dobras rochosas, verificar que estruturas se formam sob a ação de forças distensivas. Para tal, deverão colocar a placa de madeira no meio da caixa de vidro/acrílico (em posição vertical) e proceder ao enchimento da caixa com as camadas alternadas de areia e farinha (em apenas um dos lados da placa). Depois, lentamente, afastar a placa de madeira e observar as estruturas formadas. Aplicação Como foi possível observar, diferentes modelos poderão ser utilizados para o estudo de um mesmo fenómeno ou processo. Assim, pretende-se que cada grupo de alunos investigue um outro modelo que possa ser utilizado no estudo da formação de dobras e falhas, elaborando um pequeno vídeo (não ultrapassar os 5 min.) onde expliquem como surge o modelo escolhido, as suas potencialidades e as suas limitações. 7

9 Atividade O estranho caso das dobras rochosas Nome nº Turma 1. Com base no vídeo apresentado responde às seguintes questões O que levou James Hall a construir o modelo de formação de dobras? 1.2. A partir do dispositivo criado por Hall, outros dispositivos foram desenvolvidos mas os materiais utilizados divergiam de investigador para investigador. Que fatores influenciarão a escolha dos materiais a utilizar? 1.3. Os modelos vão se alterando à imagem do investigador que os desenvolve Serão a imaginação e a criatividade fatores que condicionam a construção dos modelos? Serão a imaginação e a criatividade fatores essenciais ao desenvolvimento da própria ciência? Justifica Explica qual a importância da utilização dos modelos em ciência, nomeadamente, em Geologia. 8

10 2. Atenta, agora, no material que te foi disponibilizado e procede à montagem do modelo tal como ilustra a figura 1. Figura 1. Esquema de montagem do modelo "caixa de areia" (sandbox model) Instruções de montagem: a) Numa caixa de acrílico ou de vido, coloca uma placa na posição vertical, tal como mostra a figura 1. b) Dispõe camadas finas e alternadas de areia e farinha Com muito cuidado, começa a deslocar a placa na direção da extremidade oposta da caixa, começando a comprimir as camadas. O que observas? 2.2. Continua o processo de compressão das camadas até o máximo encurtamento do material (sem que este transborde a caixa) As camadas continuam horizontais ou apresentam-se dobradas? 2.3. Desenha um esquema representativo do que observas na caixa. Desenha também a direção das forças que atuaram no processo Que concluis sobre o processo de formação de dobras? 2.4. Atenta, agora, no resultado final que se assemelhará à figura 2. Repara que algumas camadas de material deslizaram sobre outras (que parmaneceram quase horizontais). 9 Figura 2. Estruturas formadas por compressão em caixa de areia.

11 Que outra estrutura se formou para além das dobras? 3. Consulta agora a simulação online disponível aqui Clica no botão Overview e explora as diferentes simulações Completa a tabela abaixo com os termos: falha normal, falha inversa, falha de desligamento, antiforma e sinforma, dobra de cisalhamento, estiramento crustal. Tipo de força Regime Estruturas formadas Forças Compressivas Regime dúctil Regime frágil Forças Distensivas Regime dúctil Regime frágil Forças de Cisalhamento Regime dúctil Regime frágil 3.2. Que condições priveligiam a formação de dobras? E a formação de falhas? 3.3. Clica agora no botão Model. O que podes concluir sobre a formação de cadeias montanhosas e o aparecimentos de estruturas como dobras e falhas? 10

12 Referências bibliográficas The Earth Science Education Unit. (2012). ACTIVITY 8: Deformation - make your own folds and faults. The Dynamic Rock Cycle. Vasconcelos & Almeida (2012). Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas no Ensino das Ciências. Propostas de trabalho para Ciências Naturais, Biologia e Geologia. Porto Editora. 11

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 7.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 7.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS 7.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio da Terra em transformação o aluno deve ser capaz de: Compreender a diversidade das paisagens geológicas (meta 1); Compreender

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 7.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 7.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 7.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio da Terra em transformação o aluno deve ser capaz de: Compreender a diversidade das paisagens geológicas (meta 1); Compreender

Leia mais

CONTEÚDOS OBJETIVOS TEMPO AVALIAÇÃO

CONTEÚDOS OBJETIVOS TEMPO AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 201-2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Metas Curriculares de Ciências Naturais de 8º ano, Projeto Educativo 3º Ciclo. Ciências Naturais

Leia mais

Cenário: O Pai da Geologia Moderna

Cenário: O Pai da Geologia Moderna Mestrado em Ensino da Biologia e da Geologia no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Cenário: O Pai da Geologia Moderna Unidade curricular: Didática da Geologia II Docente: Doutora Clara Vasconcelos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES ATIVIDADES/ ESTRATÉGIAS

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES ATIVIDADES/ ESTRATÉGIAS ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES 3º C.E.B. DISCIPLINA: Ciências Naturais TURMA: A, B, C, e D ANO: 7º ANO 2011/2012 COMPETÊNCIAS - Identificar o planeta Terra como parte do Universo. - Identificar

Leia mais

Borracha, plasticina e bolacha.

Borracha, plasticina e bolacha. Borracha, plasticina e bolacha. Borracha (altera a sua forma, mas volta à forma inicial quando deixamos de exercer a força), plasticina (dobra, alterando a sua forma permanentemente), bolacha (acumula

Leia mais

Deformação das rochas

Deformação das rochas Deformação das rochas O dinamismo interno da Terra pode manifestar se, não apenas na forma de vulcões e sismos, mas através da deformação das rochas originada por tensões que afectam a sua forma e/ou volume.

Leia mais

Projeto E.M.A. (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens) Tejo: Um rio de Conhecimento

Projeto E.M.A. (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens) Tejo: Um rio de Conhecimento Projeto E.M.A. (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens) Tejo: Um rio de Conhecimento Objetivo Geral Desenvolver nos alunos competências relacionadas com a prática experimental que reforcem a motivação,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA/GEOLOGIA DISCIPLINA: BIOLOGIA E GEOLOGIA 10º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS...

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA/GEOLOGIA DISCIPLINA: BIOLOGIA E GEOLOGIA 10º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS... ANO LETIVO 206/207 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS/BIOLOGIA/GEOLOGIA DISCIPLINA: BIOLOGIA E GEOLOGIA 0º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS... º PERÍODO Competências a desenvolver Conteúdos Aulas previstas I.

Leia mais

Ciências Naturais 5º ano

Ciências Naturais 5º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B.,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 5º ano Planificação a Longo Prazo 013/014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO (Aprovados em Conselho Pedagógico, 21 outubro de 2014) CIÊNCIAS NATURAIS 7º ano de escolaridade

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO (Aprovados em Conselho Pedagógico, 21 outubro de 2014) CIÊNCIAS NATURAIS 7º ano de escolaridade CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO (Aprovados em Conselho Pedagógico, 21 outubro de 2014) CIÊNCIAS NATURAIS 7º ano de escolaridade A TERRA EM TRANSFORMAÇÃO Dinâmica Externa da Terra Paisagens geológicas

Leia mais

Planificação Anual GR Disciplina Ciências Naturais 7ºAno

Planificação Anual GR Disciplina Ciências Naturais 7ºAno Período letivo 1º Competências Definir paleontologia. Apresentar uma definição de fóssil. Explicar os diversos processos de fossilização, recorrendo a actividades práticas. Relacionar a formação de fósseis

Leia mais

Planificação de Ciências Naturais 7º ano de escolaridade

Planificação de Ciências Naturais 7º ano de escolaridade AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde Escola Básica 1/JI do Casal do Sapo Ano Letivo - 2015/2016 DOMÍNIO SUBDOMÍNIO UNIDADE CONTEÚDOS Dinâmica externa

Leia mais

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO 2013/2014 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 5) Realização de experiências no âmbito da Biologia Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas Emídio Navarro EB 2,3

Leia mais

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO APOIO AO ESTUDO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1.º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/20164 1º CICLO 1. INTRODUÇÃO O despacho normativo nº7/2013 tem como objetivo conceder maior flexibilidade na constituição das

Leia mais

ESCOLA E.B. 2,3 PEDRO DE SANTARÉM Ano lectivo 2010 / 2011 Ciências Naturais 7º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 1º Período

ESCOLA E.B. 2,3 PEDRO DE SANTARÉM Ano lectivo 2010 / 2011 Ciências Naturais 7º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 1º Período ESCOLA E.B. 2,3 PEDRO DE SANTARÉM Ano lectivo 2010 / 2011 Ciências Naturais 7º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 1º Período Objectivos / Competências Compreender que a pertence a um sistema planetário dependente

Leia mais

Plano de formação e atividades ª fase Ações financiadas pela C.M. Sintra

Plano de formação e atividades ª fase Ações financiadas pela C.M. Sintra 1 Plano de formação e atividades 2016 1ª fase Ações financiadas pela C.M. Sintra - A emergência da escrita no pré-escolar. Uma abordagem à escrita em contexto pré-escolar Formadora: Manuela Guedes Destinatários:

Leia mais

7.º ano. Planificação

7.º ano. Planificação 7.º ano Planificação 1 Proposta de planificação para 100 Domínio Subdomínio Objetivo geral Conteúdo no VT7 TERRA EM TRANSFORMAÇÃO Dinâmica externa da Terra Estrutura e dinâmica interna da Terra Consequências

Leia mais

A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 7º Ano (PCA) TIC Planificação Anual 2015-2016 METAS CURRICULARES DOMÍNIO A informação,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA À BEIRA DOURO - MEDAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA À BEIRA DOURO - MEDAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA À BEIRA DOURO - MEDAS Tecnologias da Informação e Comunicação 7º ANO PLANO DE ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 2014/2015

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 7º Ano TIC Planificação Semestral 016-017 DOMÍNIO A informação, o conhecimento

Leia mais

Instituto de Educação Universidade de Lisboa

Instituto de Educação Universidade de Lisboa Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação e Tecnologias Digitais 14 15 Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

Leia mais

NA MATEMÁTICA TU CONTAS

NA MATEMÁTICA TU CONTAS PLANO AÇÃO ESTRATÉGICA 41ª MEDIDA NA MATEMÁTICA TU CONTAS OBJETIVO Melhorar o sucesso em Matemática. ANO(S) ESCOLARIDA A ABRANGER - Do 1.º ao 9.º de escolaridade. ATIVIDAS A SENVOLVER NO ÂMBITO DA MEDIDA:

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA/3 DA RAINHA SANTA ISABEL

ESCOLA SECUNDÁRIA/3 DA RAINHA SANTA ISABEL ESCOLA SECUNDÁRIA/3 DA RAINHA SANTA ISABEL 402643 Planificação Anual de Ciências Naturais 7º ano 2016-2017 Professoras : Catarina Coimbra /Manuela Pomar DOMÍNIOS/SUBDOMÍNIOS CONTEÚDOS OBJETIVOS/DESCRITORES

Leia mais

e-manual Premium Manual

e-manual Premium Manual Manual zona de cola FÍSICO-QUÍMICA 8.o ANO Desdobráveis (Reações Químicas + Som e Luz) Fichas de Apoio (oferta ao aluno) Apoios Áudio (ficheiros mp para download) Caderno de Atividades (inclui Fichas de

Leia mais

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática.

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática. Áreas prioritárias no apoio ao sistema educativo 1º ciclo área da Matemática Perspectivas sobre o trabalho a ser desenvolvido na área da Matemática Proposta Enquadramento A visão de que o ensino da Matemática,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: PROFESSORA NAIR LUCCAS RIBEIRO Código: 156 Município: TEODORO SAMPAIO Área de conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias Componente

Leia mais

DIRETRIZES PARA A DISCIPLINA DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

DIRETRIZES PARA A DISCIPLINA DE PRÁTICA PEDAGÓGICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UNIFAP PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO PROGRAD COORDENADORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO COEG COLEGIADO DO CURSO DE GEOGRAFIA DIRETRIZES PARA A DISCIPLINA

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO Sede - Escola Secundária do Restelo

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO Sede - Escola Secundária do Restelo AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO Sede - Escola Secundária do Restelo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2014/2015 1º CICLO 1. Critérios Gerais Evolução da aquisição das aprendizagens; Utilização correta da língua

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS (TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO) 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2016/2017 ESCOLA EB

Leia mais

e-manual Premium Manual

e-manual Premium Manual FÍSICO-QUÍMICA 8. ANO Manual zona de cola Guia de Estudo do Aluno (oferta ao aluno) Caderno de Atividades Guia do Professor Cartões Explora (Atividades experimentais) Cartazes Explora Modelo Aditivo da

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Abelheira Escola EB 2, 3 de Viana do Castelo Ano letivo: 2015/2016

Agrupamento de Escolas da Abelheira Escola EB 2, 3 de Viana do Castelo Ano letivo: 2015/2016 SUB Informação A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias; 1. Compreender a evolução das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e o seu papel no mundo contemporâneo; a) Conhecer os grandes

Leia mais

CÓD ANO LETIVO 2015/2016. Introdução. curricular vertical, nas disciplinas de Educação Visual, Educação Tecnológica (2.

CÓD ANO LETIVO 2015/2016. Introdução. curricular vertical, nas disciplinas de Educação Visual, Educação Tecnológica (2. AGRUPAMENTO ESCOLAS DE ABAÇÃO CÓD. 152924 ANO LETIVO 2015/2016 Educação Visual (2º Ciclo) Educação Tecnológica (2ºCiclo) Educação Visual (3º Ciclo) Educação Tecnológica (3º Ciclo) Introdução Este documento

Leia mais

Documento de Apoio às Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal

Documento de Apoio às Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal Documento de Apoio às Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal (2.º Ciclo do Ensino Básico) Equipa: Ana Isabel Ribeiro (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) João Paulo Avelãs Nunes

Leia mais

01 - Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano;

01 - Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; COLÉGIO TERESIANO DE BRAGA PLANIFICAÇÃO ANUAL - EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA COMPETÊNCIAS GERAIS 01 - Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar

Leia mais

Escola Secundária Jaime Moniz Avaliação dos Alunos

Escola Secundária Jaime Moniz Avaliação dos Alunos Escola Secundária Jaime Moniz Avaliação dos Alunos Quadriénio letivo 2014-2018 Índice RECOMENDAÇÕES 1. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 1. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS... 1 1.1. RECOMENDAÇÕES GERAIS... 2 1.2. RECOMENDAÇÕES

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso

Leia mais

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3ºciclo Geografia 7ºano

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3ºciclo Geografia 7ºano CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3ºciclo Geografia 7ºano Metas de Aprendizagem Conteúdos Programáticos Critérios de Avaliação Instrumentos de Avaliação Domínio I A TERRA : Estudos

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA

AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA SETEMBRO 2014 Enquadramento O presente documento surge na sequência do processo de Avaliação Externa realizada ao Agrupamento de Escolas Santos Simões

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA CRITÉRIOS GERAIS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO E ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS

ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA CRITÉRIOS GERAIS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO E ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA CRITÉRIOS GERAIS PARA A DISTRIBUIÇÃO DE SERVIÇO E ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS ANO LETIVO 2016/2017 A distribuição do serviço docente da Escola Secundária da Ramada (doravante designada

Leia mais

Planificação Anual TIC 8º Ano 2012/ PERÍODO

Planificação Anual TIC 8º Ano 2012/ PERÍODO Ano Letivo 2012/2013 TIC 8º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS 1 PERÍODO 1 TEMPO- 45 MINUTOS Domínio Duração Objectivos Gerais Objectivos Específicos Estratégias/ Actividades Subdomínio 8ºA 8ºB Informação

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de BIOLOGIA Dinâmica Eu não sou eu.sou o momento:passo. Mario Quintana Objetivos: Interpretar os resultados da avaliação

Leia mais

Escola Secundária com 3.º CEB Poeta Al Berto Código Sines Ano letivo: 2016/2017 Planificação Anual

Escola Secundária com 3.º CEB Poeta Al Berto Código Sines Ano letivo: 2016/2017 Planificação Anual Departamento/Grupo disciplinar: 600 Artes Visuais Disciplina: Educação Visual Docentes: Vera Gonçalves e Maria Neves Não existe manual adotado Ano: 7.º.º Período 2.º Período 3.º Período 26 26 4 Apresentação/Avaliação

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS 1 CURSO DE FORMAÇÃO EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS INTRODUÇÃO Os Cuidados de Saúde Primários (CSP), em Portugal, atravessam um momento de grande crescimento científico e afirmação como pilar essencial

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Nível Médio de Técnico

Leia mais

PROGRAMAÇÃO METODOLÓGICA DO DO CURSO

PROGRAMAÇÃO METODOLÓGICA DO DO CURSO PROGRAMAÇÃO METODOLÓGICA DO DO CURSO DESIGNAÇÃO DO CURSO FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES À DISTÂNCIA DURAÇÃO DO CURSO 90 HORAS LOCAL E DATAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO DE FORMAÇÃO 1. TRAINING CENTER,

Leia mais

DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS - 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014/2015

DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS - 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014/2015 DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS - 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014/2015 Conteúdos/Metas Curriculares Tipologia das Atividades Elementos/Instrumentos de Avaliação Dinâmica externa da Terra 1. Compreender

Leia mais

Grupo de Informática Disciplina de Pl PLANO CURRICULAR 12º ANO /2016

Grupo de Informática Disciplina de Pl PLANO CURRICULAR 12º ANO /2016 Curso Formação Geral Formação específica Matemática A (disciplina Curso Ciências e Tecnologia A - Biologia Química Física Geologia B - Psicologia B Inglês Aplicações Informáticas B (ver síntese pp. 4 e

Leia mais

Articulação vertical dos currículos de ciências no ensino básico: perspetivas dos professores de um Agrupamento de Escolas

Articulação vertical dos currículos de ciências no ensino básico: perspetivas dos professores de um Agrupamento de Escolas Articulação vertical dos currículos de ciências no ensino básico: perspetivas dos professores de um Agrupamento de Escolas Helena Moita de Deus 1 Gonçalo Nuno Carreira Pereira 2 1 - Centro de Formação

Leia mais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais Competências gerais Princípios e valores orientadores do currículo A clarificação das competências a alcançar no final da educação básica toma

Leia mais

Métodos e Técnicas do Trabalho Científico e da Pesquisa

Métodos e Técnicas do Trabalho Científico e da Pesquisa 2014. 1 Métodos e Técnicas do Trabalho Científico e da Pesquisa FACULDADE POLIS DAS ARTES Professor: Tiago Silva de Oliveira E-mail: psicotigl@yahoo.com.br Noturno/2014.1 Carga Horária 80h 1 Dia da Semana

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA Prova: 344 / 2015 12.º Ano de Escolaridade Formação

Leia mais

Planificação anual Curso Vocacional de Ensino Secundário Ano letivo 2015 / 2016 CURSO VOCACIONAL DE INFORMÁTICA E TECNOLOGIAS WEB

Planificação anual Curso Vocacional de Ensino Secundário Ano letivo 2015 / 2016 CURSO VOCACIONAL DE INFORMÁTICA E TECNOLOGIAS WEB Planificação anual Curso Vocacional de Ensino Secundário Ano letivo 2015 / 2016 CURSO VOCACIONAL DE INFORMÁTICA E TECNOLOGIAS WEB ANO: CVITW1 DISCIPLINA: APLICAÇÕES INFORMÁTICAS DOCENTE: MICAEL ALVES COMPETÊNCIAS

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR DE BIOLOGIA E GEOLOGIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação é uma componente essencial do processo de ensino-aprendizagem e deve ser sistemática e cuidadosa para ser objetiva e rigorosa.

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS. Discussão / Debate.

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS. Discussão / Debate. ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES 3º C.E.B. DISCIPLINA: Ciências Naturais Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS AULAS

Leia mais

Didática da Geologia II

Didática da Geologia II Mestrado em Ensino da Biologia e da Geologia no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. Didática da Geologia II Docente: Clara Vasconcelos Discente: Micaela Prior Trabalho Orientado por: Joana

Leia mais

2- Competências a Desenvolver

2- Competências a Desenvolver ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE TURISMO 1º ANO - ANO LETIVO 2014/15 PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: TURISMO-INFORMAÇÃO E ANIMAÇÃO TURÍSTICA Componente de Formação Técnica 1- Elenco

Leia mais

Teste diagnóstico de Geologia (10.º ano)

Teste diagnóstico de Geologia (10.º ano) Teste diagnóstico de Geologia (10.º ano) 10.º Ano Objetivos Averiguar os conhecimentos prévios dos alunos acerca de alguns dos temas de Geociências que irão ser tratados ao longo do ensino secundário,

Leia mais

Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017

Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Perfil de aprendizagens específicas do aluno à saída 1.º Ciclo do Ensino Básico Tendo em atenção as características estruturais e humanas das Escolas

Leia mais

3º Ciclo do Ensino Básico Critérios de avaliação 7º Ano

3º Ciclo do Ensino Básico Critérios de avaliação 7º Ano CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO A avaliação do aluno nas diferentes disciplinas e áreas curriculares disciplinares realiza-se em três domínios: afetivo, cognitivo, e psicomotor. Ou, usando uma terminologia

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência

Informação - Prova de Equivalência à Frequência Informação - Prova de Equivalência à Frequência ENSINO SECUNDÁRIO Prova de Equivalência à Frequência de 302 - BIOLOGIA (ter como referência o Desp.Norm. nº 1-G/2016) Ano letivo 2015/2016 I. INTRODUÇÃO

Leia mais

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho ESCOLA BÁSICA E INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho PROFIJ Nível II, Tipo 2 2ºano Curso Operador de Informática ENQUADRAMENTO LEGAL Portaria

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ACÇÃO TIPO: Formação Pedagógica Inicial de Formadores PÚBLICO ALVO: Futuros formadores, formadores sem formação pedagógica. DURAÇÃO: 96 Horas N.º de ACÇÕES: 1

Leia mais

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Científico-Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL SOCIOLOGIA (12º ano) Página 1 de 6 Competências Gerais Desenvolver a consciência dos direitos e

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N , DE 22 DE JANEIRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N , DE 22 DE JANEIRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.933, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em

Leia mais

Agrupamento Vertical de Escolas de Sines Escola Sede: E. B. Vasco da Gama de Sines. Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato

Agrupamento Vertical de Escolas de Sines Escola Sede: E. B. Vasco da Gama de Sines. Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato 2011/2012 INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo o enquadramento do processo de avaliação do pessoal docente regime contrato para o ano letivo 2011/2012.

Leia mais

ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR

ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR PLANIFICAÇÃO DAS UNIDADES DIDÁTICAS (7.º ano) Turmas: A,C DOMÍNIO: INFORMAÇÃO I7 SUBDOMÍNIOS: A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias Análise da informação na

Leia mais

Disciplina: Físico-Química. Ano: 8.º

Disciplina: Físico-Química. Ano: 8.º ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ Disciplina: Físico-Química Ano: 8.º Professores: Ana Padilha e Alberto Morgado Ano Letivo: 2016-2017 Índice 1. Previsão do número de aulas de 45

Leia mais

Curso Técnico Subsequente em Materiais Didáticos Bilíngue (Libras/Português) MATRIZ CURRICULAR. Móduloe 1 Carga horária total: 400h

Curso Técnico Subsequente em Materiais Didáticos Bilíngue (Libras/Português) MATRIZ CURRICULAR. Móduloe 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico Subsequente em Materiais Didáticos Bilíngue (Libras/Português) CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR Móduloe 1 Carga horária total: 400h Projeto Integrador I 40 Não tem Aprendizagem Infantil

Leia mais

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André Objetivos Gerais: Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André # Promover as competências necessárias para as práticas de leitura e escrita autônomas

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores blearning 90 Horas. Programa do Curso.

Formação Pedagógica Inicial de Formadores blearning 90 Horas. Programa do Curso. Formação Pedagógica Inicial de Formadores blearning 90 Horas Programa do Curso www.areapedagogica.com 2 Programa do Curso de Formação Pedagógica de Formadores blearning 90 Horas Objetivos Gerais No final

Leia mais

Regulamento do Concurso

Regulamento do Concurso 1. O Concurso é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, enquadrada na 11ª Edição da Semana da Leitura, que se centra no Prazer de LeR em todos os momentos e em todos os lugares, sendo os trabalhos

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES ANO LETIVO 2014 / 2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO CRITÉRIOS GERAIS Na avaliação dos alunos intervêm todos os professores envolvidos,

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO

Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO Agrupamento de Escolas de Muralhas do Minho, Valença PLANO ESTRATÉGICO PARA O ANO LETIVO 2014-2015 1. Enquadramento. O Plano Estratégico apresentado para o ano letivo 2014-2015 e elaborado nos termos do

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE. DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 230. Planificação Anual / Critérios de Avaliação

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE. DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 230. Planificação Anual / Critérios de Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 230 Planificação Anual / Critérios de Avaliação Disciplina: Matemática 6.º ano 2016 / 2017 Domínio (Unidade/ Tema) Subdomínio/ Conteúdos Meta de

Leia mais

Professor-cursista: Nilda de Oliveira Campos Atividade 4.6 Reelaborar o plano de aula da atividade 4.5

Professor-cursista: Nilda de Oliveira Campos Atividade 4.6 Reelaborar o plano de aula da atividade 4.5 Título/ Tema Geometria no cotidiano Professor-cursista: Nilda de Oliveira Campos Reelaborar o plano de aula da atividade 4.5 Estrutura curricular Modalidade/ Nível de ensino: Ensino Fundamental final Componente

Leia mais

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico 1º Ciclo Ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico, todos os alunos devem desenvolver as competências gerais do Ensino Básico. Competências Gerais do Ensino Básico 1. Mobilizar saberes culturais, científicos

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ELIANE CALHEIROS

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ELIANE CALHEIROS SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ELIANE CALHEIROS OLIVIA EVANGELISTA BENEVIDES THIANE ARAUJO COSTA TRABALHANDO A MATEMÁTICA DE FORMA DIFERENCIADA A

Leia mais

FACULDADE NOVOS HORIZONTES Plano de Ensino

FACULDADE NOVOS HORIZONTES Plano de Ensino FACULDADE NOVOS HORIZONTES Plano de Ensino CURSO: TURMA Graduação em Engenharia Civil ESTRUTURA CURRICULAR: DISCIPLINA: Geologia de Engenharia CÓD. DISCIPLINA: CARGA HORÁRIA: 60 HA SEMESTRE: 2016-1 PROFESSOR

Leia mais

e-manual Premium Experimente em espacoprofessor.pt CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO

e-manual Premium Experimente em espacoprofessor.pt CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO Manual Guia do Professor (na banda lateral do manual) Caderno do Aluno Guia de Vida Saudável (oferta ao aluno) Caderno do Professor Guia de Suporte Básico de Vida e-manual Premium

Leia mais

ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 2013/2014. Planificação a Longo Prazo. Matemática 9º ano

ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 2013/2014. Planificação a Longo Prazo. Matemática 9º ano ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 203/204 Planificação a Longo Prazo Matemática 9º ano Finalidades, avaliação e organização temporal Grupo Disciplinar 500 Departamento de Matemática e

Leia mais

TESTE DE AVALIAÇÃO HISTÓRIA DA TERRA / TECTÓNICA

TESTE DE AVALIAÇÃO HISTÓRIA DA TERRA / TECTÓNICA TESTE DE AVALIAÇÃO HISTÓRIA DA TERRA / TECTÓNICA Ciências Naturais 7º ano Nome n.º Turma Data: Classificação: Professor(a): Enc. Educação Lê com atenção cada uma das questões que te são propostas e responde

Leia mais

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA PROVA 344 INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 12º Ano de Escolaridade CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS SOCIOLOGIA ANO LECTIVO 2011/2012 Tipo de prova: Escrita Duração (em minutos): 90 TEMAS CONTEÚDOS

Leia mais

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento

Leia mais

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 4º ano

Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 4º ano Programa de Estudo do Meio / Ciências da Natureza 4º ano Introdução: Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto com o meio que

Leia mais

Escola Secundária de Valongo

Escola Secundária de Valongo Escola Secundária de Valongo PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 7º ANO Ano lectivo 2010/2011 TERRA NO ESPAÇO 1º PERÍODO ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PROPOSTA DE PLANIFICAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 CIÊNCIAS

Leia mais

Relatório Final de Avaliação. Ação n.º 5/2011. Gestão e Resolução de Conflitos/Promover Ambientes de Aprendizagem e Cidadania

Relatório Final de Avaliação. Ação n.º 5/2011. Gestão e Resolução de Conflitos/Promover Ambientes de Aprendizagem e Cidadania Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Ação n.º 5/2011 Gestão e Resolução de Conflitos/Promover Ambientes de Aprendizagem e

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra-

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- Tema / Capítulos Competências/Objectivos Estratégias / Actividades Recursos/ Materiais Avaliação Aulas previstas (45 min) Tema I Ecossistemas

Leia mais

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico Escola Secundária José Saramago Mafra Plano Estratégico 2014/2015 Preâmbulo O Plano Estratégico para 2014/2015 visa dar cumprimento ao disposto no artigo 15º do despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio.

Leia mais

Departamento de Informática e Tecnologias

Departamento de Informática e Tecnologias Departamento de Informática e Tecnologias Critérios de Avaliação para a disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação 3º Ciclo Ano Letivo 2016/17 Domínios Informação 7º e 8º ano Compreender a evolução

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS ESTRUTURA PROGRAMÁTICA DO CURSO MÓDULOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Acolhimento dos formandos e Apresentação do Curso A entidade formadora;

Leia mais

dqua departamento de química universidade de aveiro PROJETO

dqua departamento de química universidade de aveiro PROJETO universidade de aveiro dqua departamento de química PROJETO Objetivos Pretende-se que o aluno desenvolva um miniprojeto de investigação, de forma supervisionada e integrado num dos grupos de investigação

Leia mais

...9º ano, o ano antes da grande mudança! Optar por um Curso Científico Humanístico.

...9º ano, o ano antes da grande mudança! Optar por um Curso Científico Humanístico. ...9º ano, o ano antes da grande mudança! Optar por um Curso Científico Humanístico. http://aecc.ccems.pt/index.php/spo spo@aecoelhocastro.pt http://www.facebook.com/spo.fiaes Atualizado em 29.01.2015

Leia mais

10º Ano Módulos 1, 2 e 3 Total de horas: 81 ou seja, 54 aulas de 90 minutos MÓDULOS/ CONTEÚDOS

10º Ano Módulos 1, 2 e 3 Total de horas: 81 ou seja, 54 aulas de 90 minutos MÓDULOS/ CONTEÚDOS 10º Ano Módulos 1, 2 e 3 Total de horas: 81 ou seja, 54 aulas de 90 minutos MÓDULOS/ CONTEÚDOS Módulo 1 O Quadro natural de O Relevo COMPETÊNCIAS A - Compreender as grandes características do relevo de

Leia mais

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho ESCOLA BÁSICA E INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho PROFIJ Nível II, Tipo 2 1ºano Curso Acompanhante de Crianças ENQUADRAMENTO LEGAL

Leia mais

Conhecer algumas características dos colegas e professor. Conhecer e compreender as principais regras de bom funcionamento na sala de aula.

Conhecer algumas características dos colegas e professor. Conhecer e compreender as principais regras de bom funcionamento na sala de aula. Conhecer algumas características dos colegas e professor. Conhecer e compreender as principais regras de bom funcionamento na sala de aula. Conhecer o material necessário para as aulas de Ciências Naturais.

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO SIMULAÇÃO EMPRESARIAL

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO SIMULAÇÃO EMPRESARIAL INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO SIMULAÇÃO EMPRESARIAL APRESENTAÇÃO A unidade curricular de Simulação Empresarial ministrada no Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de

Leia mais

Subdomínio: A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias

Subdomínio: A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias Domínio: Informação Subdomínio: A informação, o conhecimento e o mundo das tecnologias Grandes Marcos da História das TIC; Papel das tecnologias na sociedade contemporânea e as potencialidades da web social;

Leia mais

distingue nem caracteriza tipos de projeção axonométrica e cónica distingue, mas não caracteriza tipos de projeção axonométrica e cónica

distingue nem caracteriza tipos de projeção axonométrica e cónica distingue, mas não caracteriza tipos de projeção axonométrica e cónica PERFIL DE APRENDIZAGENS Educação Visual - 3º ciclo Departamento de Expressões Domínio: Técnica T9 Ano 2016/17 9ºANO Meta / Objetivo Nível Descritores Obs.: 1. Compreender diferentes tipos de projeção.

Leia mais