O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias

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1 O MEP nos Investimentos em Associadas e Subsidiárias Enquadramento em SNC

2 Influência e Controlo Controlo exclusivo a sociedade dominante tem mais de 50% dos direitos de voto da filial; Controlo conjunto quando o poder de decisão é partilhado com outras sociedades; Influência significativa quando a sociedade pode exercer algum poder sobre a sociedade participada, sem contudo ser dominante (part. > 20% e < 50%); Simples participação quando a percentagem detida é inferior a 20%. Nota: Ver a propósito NCRF 5 e NCRF 13

3 O Método de Equivalência Patrimonial O investimento é inicialmente reconhecido pelo custo; O investimento é ajustado em função das alterações verificadas, após a aquisição, nos activos líquidos da investida; Os resultados do investidor incluem a parte que lhe corresponda nos resultados da investida ( 4 NCRF 13); Nas DF s individuais da investidora, os investimentos em subsidiárias e em associadas são valorizados pelo MEP; O método do custo só é permitido em determinadas circunstâncias ( 8 da NCRF 15 e 42 da NCRF 13); Nas DF s consolidadas aplicam-se procedimentos de consolidação às subsidiárias e o MEP às associadas.

4 NCRF 13 Resumo da Norma Um investimento numa associada deve, por princípio, ser registado através do MEP => em alternativa, utilização do método do custo; O investimento é inicialmente registado ao custo, sendo subsequentemente ajustado pela parte do investidor nas variações dos activos líquidos ocorridas após a aquisição do investimento. A DR do investidor reflecte a parte deste nos resultados da associada posteriores à aquisição; Aspecto diferenciador face ao POC: 49 NCRF 13 - O interesse numa associada é a quantia ( ) juntamente com quaisquer interesses de longo prazo ( )

5 NCRF 13 Resumo da Norma Quando uma associada usar políticas contabilísticas diferentes das do investidor, devem ser efectuados ajustamentos às DF s da associada usadas pelo investidor na aplicação do MEP, para que as políticas contabilísticas sejam uniformes; Os resultados das operações realizadas entre o investidor e a associada, deverão ser eliminados até à percentagem da participação detida; Goodwill: testado quanto à imparidade (POC: amortizado).

6 NCRF 15 Resumo da Norma Uma subsidiária é uma entidade que é controlada por outra entidade, designada por empresa-mãe ( 4 da NCRF 15); Controlo é o poder de gerir as políticas financeiras e operacionais de uma entidade/actividade com a finalidade de obter benefícios económicos da mesma; 8 NCRF 15: Investimento em subsidiária - deve, por princípio, ser valorizada nas DF s individuais pelo MEP => alternativa => método do custo (restrições severas e duradouras); Aplica-se, ainda, o disposto nos 14 e 15 (procedimentos de consolidação): eliminação de saldos, transacções, rendimentos e ganhos, gastos e perdas.

7 57 da NCRF 13 Muitos dos procedimentos apropriados para a aplicação do método da equivalência patrimonial são semelhantes aos procedimentos de consolidação descritos na NCRF 15 ( ). Além disso, os conceitos subjacentes aos procedimentos usados na contabilização da aquisição de uma subsidiária são também adoptados na contabilização da aquisição de um investimento numa associada.

8 15 da NCRF A NCRF 25 - Impostos sobre o Rendimento, aplica-se às diferenças temporárias que surgem da eliminação dos resultados provenientes de transacções intragrupo.

9 Impostos Diferidos Diferenças temporárias podem surgir quando a quantia escriturada dos investimentos se torna diferente da base fiscal do investimento. Tais diferenças podem surgir ( 35 NCRF 25): da existência de lucros não distribuídos de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos; de alterações nas taxas de câmbio quando uma empresamãe e a sua subsidiária estão localizadas em países diferentes; e de uma redução na quantia escriturada de um investimento numa associada para a sua quantia recuperável.

10 Impostos Diferidos Quando a participação estiver escriturada pelo MEP e se tratar de diferenças temporárias tributáveis (lucros) relacionadas com investimentos em filiais, associadas e em empreendimentos conjuntos, deve ser reconhecido o correspondente passivo por impostos diferidos ( 36 NCRF 25); Nas empresas associadas, em regra o investidor não controla a investida, pelo que deve reconhecer um passivo por impostos diferidos provenientes de diferenças temporárias tributáveis associadas ao investimento na associada ( 39 NCRF 25).

11 Impostos Diferidos Quanto às diferenças temporárias dedutíveis, se a participação estiver escriturada pelo MEP e se existirem diferenças temporárias dedutíveis (prejuízos) relacionadas com investimentos em filiais e associadas, deve ser reconhecido o correspondente activo por impostos diferidos, mas apenas até ao limite em que se verificarem as seguintes condições: ser provável que as diferenças revertam num futuro previsível e; serem esperados resultados fiscais futuros que compensem as mesmas diferenças.

12 Obrigado pela atenção

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