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2 Professor Paulo Lorini Najar ÍNDICE Processamento Eletrônico de Dados... 4 O que é informática... 4 O que é o computador?... 4 Classificação dos computadores quanto às características de operação:... 4 Analógicos:... 4 Digitais:... 4 Tipos de computadores... 4 Supercomputador... 4 Mainframe... 4 Estação de Trabalho (Workstation)... Erro! Indicador não definido. Computador Pessoal... 4 Notebook... 4 Palmtop... 5 Tecnologia Móvel... 5 O que é Processamento de Dados?... 5 Tipos de Processamento de dados... 5 Processamento de dados manual... 5 Processamento de dados automático... 5 Processamento de dados eletrônico... 5 Componentes e um Sistema de Processamento Eletrônico de Dados... 5 Tipos de Processamento Eletrônico de Dados... Erro! Indicador não definido. Processamento em Lote ou Processamento em Batch... Erro! Indicador não definido. Processamento On-line... Erro! Indicador não definido. Processamento em Tempo Real... Erro! Indicador não definido. Processamento Monousuário... Erro! Indicador não definido. Processamento Multitarefa... Erro! Indicador não definido. Processamento Multiusuário ou Time sharing... Erro! Indicador não definido. Multiprocessamento... Erro! Indicador não definido. Teleprocessamento... Erro! Indicador não definido. Processamento Distribuído... Erro! Indicador não definido. Processamento compartilhado... Erro! Indicador não definido. Sistemas Numéricos... 6 Sistema Decimal... 6 o que siqnifica sistema decimal?... 6 Sistema Binário... 6 Bit (binary digit)... 7 Byte (Binary Term)... 7 Representação dos Dados no computador... 8 ASCII... 8 Hardware... 8 Gabinete... 9 Placa Mãe... 9 O Chipset... 9 Para que serve o chipset? Por que o nome Ponte? Processador (CPU) ULA (Unidade Lógica e Aritmética) UC (Unidade de Controle) Registradores MEMÓRIAS DO COMPUTADOR Memória ROM (Ready Only Memory) Memória RAM(Random Access Memory) Memória Virtual MEMÓRIA CACHE Barramentos RESUMO DOS BARRAMENTOS (Bus) Teclado Mouse Outros Dispositivos Apontadores MODEM O que é um modem? Tipos de MODEM: Unidade de Disco Rígido (Hard Disk ou HD) Pág. 2 de 26.

3 Professor Paulo Lorni Najar IDE x SCSI X SATA FORMA DE ARMAZENAMENTO DOS DADOS Sistema de Arquivos Unidade de CD, CD-ROM, CD-R, CD-RW, DVD-ROM, DVD-R e DVD-RW Unidade de Disco Flexível (Disquete) Adaptadores de Rede (Placas de Rede) Placas de Som (Multimídia) Monitor Características: Resolução: Monitor x placa de vídeo Número de cores Impressoras Tipos principais de impressoras: Traçador gráfico (Plotter): Scanner (Digitalizador) OUTROS PERIFÉRICOS Câmeras de videoconferência (web cam) Câmera digital Caixas de som ProjetorMultimídia (Datashow) Microfone: Leitor Ótico: Sensor: Leitora magnética de cartões: Software Classificação do software quanto a sua função: Sistemas/Ambientes Operacionais: Quanto ao modo de incorporar o sistema operacional ao computador, existem duas maneiras: Software Aplicativo: Editores e Processadores de Texto Planilhas Eletrônicas Aplicativos que geram Apresentações Multimídia: Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD): Outros aplicativos: Software Utilitário: Antivírus: Pacote de Utilitários: Outros utilitários: Linguagens de Programação Linguagem de Máquina Linguagem de Baixo Nível Linguagem de Alto Nível Compilador Classificação quanto à forma como são distribuídos Licenciados, registrados ou proprietários Shareware Freeware Software livre ou free software Software aberto (open source) Software de domínio público Peopleware Analista de sistemas: Programador: Digitador: Operador: Usuário: Hacker: Cracker: Pág. 3 de 26.

4 P R O C E S S A M E N T O E L E T R Ô N I C O D E D A D O S Professor Paulo Lorini Najar O Q U E É I N F O R M Á T I C A Informática é a ciência que estuda o tratamento automático e racional da informação. O Q U E É O C O M P U T A D O R? É uma máquina capaz de receber, armazenar e enviar dados, e de efetuar, sobre estes, seqüências previamente programadas de operações aritméticas (cálculos) e lógicas (comparações) com o objetivo de resolver problemas. C L A S S I F I C A Ç Ã O D O S C O M P U T A D O R E S Q U A N T O À S C A R A C T E R Í S T I C A S D E O P E R A Ç Ã O : Analógicos: Computadores que realizam trabalhos representados por grandezas físicas, como por exemplo, a intensidade de uma corrente elétrica ou ângulo de giro de uma engrenagem. São computadores criados para uma finalidade específica, isto é, só se aplicam a um determinado trabalho. Os resultados obtidos com o uso de computadores analógicos são aproximados e servem ao próprio sistema onde é utilizado, como por exemplo: controle de temperatura de uma caldeira utilizando sensores, medidor de água ou de energia elétrica. Digitais: Computadores que realizam suas operações utilizando elementos representados por grandezas matemáticas (números), ou seja, operam digito a digito. São computadores destinados a aplicações múltiplas, podendo ser utilizados em diversas tarefas. Por utilizar valores numéricos, os resultados obtidos com esse tipo de computador são exatos, como por exemplo: os cálculos de engenharia. DICA: O computador analógico mede, o computador digital conta. Supercomputador T I P O S D E C O M P U T A D O R E S Máquinas construídas para processar quantidades enormes de informação, e fazê-lo rapidamente. Por exemplo, os cientistas criam modelos de processos complexos e simulam esses processos em um supercomputador. Um desses processos é o da fissão nuclear. Mainframe O maior tipo de computador em uso comum é o mainframe. Os Mainframes destinam-se a manipular quantidades imensas de entrada, saída e armazenamento de informações. Por exemplo: para processar um Data warehouse de uma grande corporação. Este computador pode ter vários terminais ligados a ele Computador Pessoal Os termos computadores pessoais e microcomputadores se referem aos pequenos computadores normalmente encontrados em escritórios, salas de aula, em casas ou pequenas empresas. Os computadores pessoais são apresentados em todas as formas e tamanhos. Notebook Computadores do tamanho aproximado de um livro com mesma velocidade de processamento que os computadores pessoais. Pág. 4 de 26.

5 Palmtop Professor Paulo Lorni Najar Computadores de mão, que permitem ouvir arquivos musicais, redigir textos e planilhas, enviar e receber e- mails e acessar sites. È uma tecnologia nova que avança cada vez mais. Tecnologia Móvel Com avanço tecnológico dos celulares, cada vez mais fabricantes de software e também de hardware voltam os olhos para estes aparelhos. O Q U E É P R O C E S S A M E N T O D E D A D O S? Antes de respondermos a essa pergunta, temos que entender o que é dado e o que é informação. Dados é o elemento identificado em sua forma bruta que por si só não conduz a compreensão de um fato ou situação. Informação são os dados trabalhados, que permitem a tomada de uma decisão. Então podemos compreender processamento de dados como: - A atividade que consiste em transformar determinadas informações a fim de obter outras informações, ou as mesmas sob outra forma, para alguma finalidade prática. - Transformar dados em informação. ENTRADA Dados Inicias PROCESSAMENTO Transformações SAÍDA Dados Finais ENTRADA = Ler ou receber os dados (informações); PROCESSAMENTO = Operação de transformação dos dados iniciais em resultados; SAÍDA = Liberação dos dados (informações) processados T I P O S D E P R O C E S S A M E N T O D E D A D O S Processamento de dados manual - sujeito a erros de cálculos e manipulação de dados; - lento e criativo; - uso no máximo de máquina de escrever, ou máquinas de calcular. - ex.: procura de nomes em uma lista telefônica Processamento de dados automático - Auxílio de equipamentos especiais; - executa tarefas pré-definidas até chegar ao resultado; - ex.: fábrica de refrigerantes. Processamento de dados eletrônico - utiliza o computador; - velocidade e segurança de resultados certos; - grande capacidade de memória. - ex.: folha de pagamento de uma grande corporação. C O M P O N E N T E S E U M S I S T E M A D E P R O C E S S A M E N T O E L E T R Ô N I C O D E D A D O S Hardware Software Peopleware Hardware = Parte física do equipamento Software = Parte lógica. Conjunto de instruções eletrônicas que dizem ao hardware o que ele deve fazer. Peopleware = São as pessoas que realizam as tarefas necessárias para o funcionamento dos outros componentes do sistema. Pág. 5 de 26.

6 Professor Paulo Lorini Najar Sistema Decimal S I S T E M A S N U M É R I C O S Essa seqüência que conhecemos hoje por algarismos arábicos tem aproximadamente mil e quatrocentos anos. Para a criação do sistema arábico, o homem teve que descobrir o conceito abstrato do zero, isto é, da ausência de quantidade, o que demorou aproximadamente 40 séculos após a invenção da escrita. Na verdade, os algarismos arábicos, como são conhecidos hoje, foram criados pelos hindus. Os árabes ficaram com a fama porque foi através deles que os números escritos se espalharam pelo mundo. A própria palavra algarismo é uma homenagem a um renomado matemático árabe do século 9 d.c., al-huarizmi. Através dos anos, os 10 símbolos do sistema hindu-arábico sofreram algumas modificações, sendo presentemente os seguintes: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9. Igualmente ao sistema romano, o sistema hindu-arábico tambem é um SISTEMA DECIMAL. o que siqnifica sistema decimal? Decimal significa que se baseia ou pertence à unidade dez (tudo isso provavelmente pelo fato do homem ter dez dedos). Dizemos que nosso sistema numérico tem uma base de dez. Por exemplo, no sistema decimal, o número significará: 3 x dezenas de milhares 3 x milhares 3 x centenas 3 x 10 3 dezenas 3 3 unidades = Ou (3 x 10 4 ) +(3 x 10 3 ) + (3 x 10 2 ) + (3 x 10 1 ) + (3 x 10 0 ) = Quando o 3 se move uma casa para a esquerda, seu valor nominal permanece o mesmo, mas seu valor de posição tornase dez vezes maior. Cada coluna ou posição do 3 representa uma potêrcia de base dez maior. Mas, como entra o zero nesse sistema? E por que é tão impootante? Suponhamos que um mercador, usando um ábaco para computar suas vendas diárias, desejasse registrar por escrito o número de itens vendidos. Se tivesse vendido duzentos e trinta itens, ele poderia registrar isso em números arábicos como 230, mas somente porque podia dispor do zero para fazê-lo. Se não houvesse o zero, ele somente Poderia marcar o 2 e o 3, mas, estaria ele marcando 23, ou 203, ou 230 ou 2003? Graças ao zero, ele pode dizer qual é o valor de posição correto dos outros símbolos numéricos. O zero marca para nos a coluna ou o espaço vazio. Ele serve também para garantir uma posição, ou guardar um lugar. Essas características essenciais do sistema decimal são conceitos matemáticos que o homem chegou depois de séculos de raciocínio e aplicação. Através dos séculos, os conceitos matemáticos foram sendo aplicados aos processos mecânicos de calcular e aos dispositivos de medição. Sistema Binário O sistema decimal de numeração ajusta-se aos nossos dez dedos; e fizemos nossas primeiras máquinas computadoras ajustarem-se ao sistema decimal. Quando a eletricidade foi finalmente usada para movimentar nossas máquinas computadoras, a tecnologia para separação, reunião, comparação e intercalação a alta velocidade, de todas as espécies de dados, começou a se desenvolver. Não somente foi possível resolver problemas aritméticos a alta velocidade, como também processar rapidamente informações concretas. Quando a eletrecidade começou a aliviar os homens da cansativa tarefa de calcular, os matemáticos e os cientistas logo começaram a imaginar que a eletricidade poderia fazer ainda mais pelo homem, se outro sistema numérico fosse usado para realizar esses cálculos. Se a eletricidade pode existir somente em duas condições, ligado e desligado, qual a base que isso lhe sugere? Pode perceber uma relação entre a base dois e as duas condições da eletricidade ligado e desligado? Von Leibnitz, o matemático do século XVIII, que tem o crédito de haver aperfeiçoado o sistema binário, ou sistema basedois, disse: Um (1) é suficiente para tirar tudo do nada (O). Os cientistas do século XX descobriram, então, que o 1 e o O são os símbolos mais práticos de usar, para obter respostas a alta velocidade. A base dois é capaz de ajustar-se ao computador eletrônico tão bem, como a base dez ajusta aos nossos dedos. Pág. 6 de 26.

7 Professor Paulo Lorni Najar Para fique fique claro a utilização do sistema binário pelo computador, pense que quando os computadores começaram a ser desenvolvidos, o problema do armazenamento de dados foi um dos mais difíceis de solucionar. Pense nisto se você quisesse construir uma máquina que fosse capaz de somar dois números, digamos 1 + 1, você teria de dar a ela a capacidade de guardar esses números antes de começar a se preocupar com o problema de como somá-los. A fim de construir um dispositivo capaz de armazenar dados com a tecnologia mecânica disponível na época, os dados em si tiveram de ser reduzidos ao seu estado mais fundamental, que á o estado no qual existem apenas duas condições ligado ou desligado. Não importa como você descreve essas duas condições distintas contanto que elas sejam opostas e inconfundíveis. Você poderia descrevê-las como verdadeiro ou falso, sim ou não, aberto ou fechado, e assim por diante. Importante: Na base 2, que é a base dos binários, NAO EXISTEM os números 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, e 9, existem apenas os números O ou 1. Como as informações (Dados e Instruções) são guardadas no computador? Todas as informações que um computador manipula são guardadas na forma de sinais elétricos discretos (pulsos elétricos) que podem assumir dois valores, basicamente. Como os sinais elétricos assumem, primariamente, dois valores (desligado e ligado), nós dizemos que esses valores são representados como 0 (zero) e 1 (um). Cada pulso elétrico em um computador (seja 0 ou 1) é chamado de bit (dígito binário) e normalmente é reunido em conjuntos de 8 para significar algo (8 bits formam um byte termo binário). Então, temos que: 0 ou 1 é um bit, e que é um byte. Os bits e bytes são usados para medir as informações que passam e são armazenadas em um computador. Todas as memórias têm suas capacidades medidas em bytes, as transferências de dados são medidas em bytes por segundo ou bits por segundo, etc. Em suma, você vai ouvir falar muito em bits e bytes, mas principalmente em bytes, que medem a quantidade das informações presentes em um micro. Um bit não serve para armazenar nada compreensível, mas um byte é a medida suficiente para armazenar um caractere (letra) que usamos em nosso dia a dia. C = A = S = A = Em outras palavras, todas as informações que manipulamos em um computador são, na verdade, sinais elétricos. Ou seja, letras, números, desenhos, fotos, sons e vídeos são, na verdade, BITS e BYTES ora armazenados em memórias, ora sendo processados pela CPU do computador (até esse texto que você está lendo é um conjunto de ZEROS e UNS!). Bit (binary digit) A cada variação da energia de uma seqüência de informações dentro de um computador, variação esta que é representada pelo algarismo 0 ou 1, dá-se o nome de bit. Um bit qualquer (0 ou 1) constitui a menor unidade de informação que pode ser armazenada em um computador. Byte (Binary Term) O byte é a representação de uma seqüência de oito bits. É a palavra mais comum dos computadores baseados na arquitetura 80x86 Nos vocabulários de redes ou telecomunicações também é possível encontrar o nome octeto ao invés de byte. Em concursos, tem-se considerado como equivalente a um caractere já que se considera como padrão a utilização da representação pelo sistema ASCII (onde oito bits equivalem a um caractere), no entanto, no sistema Unicode um caractere precisa de 16 bits (ou dois bytes). Então, ao invés de se fazer a relação do byte com um caractere, é mais correto relacionar o byte com o número fixo de oito bits. Lembre-se: para o computador, a menor unidade de informação é o bit, ou seja, cada uma das oito partes de um byte. Concluindo: À seqüência de oito bits, dá-se o nome de byte (termo binário). Como um byte é muito pouco, pois só dá para armazenar um caractere, recorremos a palavras multiplicadoras para representar quantidades maiores de bytes reunidos: 1 Kilobyte (KB) =1024 Bytes (aproximadamente 1000 bytes) 1 Megabyte (MB) =1024 x 1024 Bytes (aprox. 1 milhão de bytes) 1 Gigabyte (GB) =1024 x 1024 x 1024 Bytes (aprox. 1 Bilhão de bytes) 1 Terabyte (TB) =1024 x 1024 x 1024 x 1024 Bytes (aprox. 1 Trilhão de bytes) 1 Petabyte (PB) = (2 50 ) Bytes 1 Exabyte (EB) = (2 60 ) Bytes 1 Zettabyte (ZB) = (2 70 ) Bytes 1 Yottabyte (YB) = (2 80 ) Bytes 1 Xentabyte (XB) = (2 90 ) Bytes 1 Wektabyte (WB) = (2 100 ) Bytes Pág. 7 de 26.

8 ATENÇÃO: Professor Paulo Lorini Najar Abreviação de bit e byte: A apresentação de bit e byte de forma abreviada é correta utilizando o b (em minúsculo) para representar o bit e o B (em maiúsculo) para representar o byte. Por isso 56kbps ou 56kb/s representa, necessariamente, bits por segundo por segundo. Assim, 10 Mb/s representa 10 Megabits por segundo e 133 MB/s representa 133 Megabytes por segundo. R E P R E S E N T A Ç Ã O D O S D A D O S N O C O M P U T A D O R Para o computador, tudo são números. Números são números, letras são números e os sinais de pontuação, símbolos e até mesmo as instruções do próprio computador são números. Talvez isso possa parecer estranho, já que todos nós já vimos palavras no monitor. Mas quando vemos as letras do alfabeto no monitor, estamos vendo apenas uma maneira de representar números. Considere por exemplo, a frase abaixo: Estou estudando para concursos. Ela parece ser um conjunto de caracteres alfabéticos, mas para o computador, ela o seguinte: Na verdade, mesmo essa seqüência de números é um tipo de representação abreviada de como e computador realmente vê a frase. Ele, na verdade, vê nossa frase como uma série de 1 e 0. Compreender como a CPU representa números de várias maneiras, e por que ela precisa fazer isso, é fundamental para compreender como o computador converte dados em informações. Observe abaixo como o computador realmente interpreta a frase acima: ASCII A solução encontrada pela organização ANSI (ANSI ou American National Standards Institute é uma organização americana sem fins lucrativos que tem por objetivo normalizar os meios computacionais) para representar símbolos com bits de dados foi o conjunto de caracteres ASCII. Hoje, o conjunto ASCII é de longe o mais comum. Inicialmonte, ASCII, que significa American Standard Code for Information Interchange (Código Padrão Americano para o Intercâmbio de Informações), era um código de 8 bits, mas oitavo bit servia a uma finalidade especial e era chamado bit de paridade. Portanto, na verdade, o conjunto ASCII original era um código de sete bits que definia 128 símbolos. H A R D W A R E Mais tarde, os bits de paridade perderam sua importância e a IBM tomou para si a responsabilidade de desenvolver uma versão aprimorada do conjunto ASCII que fizesse uso também do oitavo bit, permitindo a descrição de 256 símbolos. Não foi mudado nenhum dos 128 códigos originais e, com isso, os programas destinados a trabalhar com o código ASCII original continuaram a funcionar com dados do novo conjunto do caracteres. Uma maneira de ver os códigos ASCII é dar-se conta de que o símbolo associado ao código é outra maneira de descrever oito dígitos binários. Unidades de Entrada CPU - Unidade de Processamento Central Unidades de Saída Memórias Memória Principal (RAM e ROM) Memória Intermediária (Cachê) Memória Secundária (Discos) Pág. 8 de 26.

9 Gabinete Professor Paulo Lorni Najar O gabinete é considerado a estrutura do PC porque é nele que todos os componentes internos serão instalados e fixados. Portanto, a escolha de um gabinete adequado aos componentes que serão integrados é de extrema importância, pois uma escolha inadequada irá prejudicar a instalação e a fixação dos componentes. Outro fator na utilização de um gabinete inadequado é má refrigeração, o que aumenta a sua temperatura interna, prejudicando o funcionamento do PC com constantes travamentos do processador, e alguma casos até a sua queima ou de outros componentes, com HDDs e CD-ROM s. Modelos de Gabinetes O mercado disponibiliza os seguintes modelos de gabinete para integração de PC s. Full tower; Midi tower; Mini tower; Desktop; Desktop slim Placa Mãe O elemento central de um microcomputador. É a placa onde encontra-se o microprocessador e vários componentes que fazem a comunicação entre o microprocessador com meios periféricos externos e internos. As placas mãe mais difundidas no mercado são construídas somente com o mínimo de componentes, sendo necessário à utilização de placas acessórias para o pleno funcionamento do microcomputador. A placa mãe de todo computador que obedece aos padrões da IBM realiza diversas funções importantes. No nível físico mais básico, a placa mãe corresponde às fundações do computador. Nela ficam as placas de expansão; nela são feitas as conexões com circuitos externo; e ela é a base de apoio para os componentes eletrônicos fundamentais do computador. No nível elétrico, os circuitos gravados na placa mãe incluem o cérebro do computador e os elementos mais importantes para que esse cérebro possa comandar os seus membros. Placa Mãe Modelo AT Esses circuitos determinam todas as características da personalidade do computador: como ele funciona, como ele reage ao acionamento de cada tela, e o que ele faz. Há, basicamente, três coisas em uma placa mãe que devemos estudar: - Encaixes (slots, sockets, portas); - Barramentos - Chipset O Chipset A parte mais importante da placa mãe é um conjunto de chips (circuitos) que controla todo o funcionamento da placamãe, recebendo o titulo de cérebro da placa-mãe. Esse conjunto de chips é chamado de CHIPSET Esses chips pertencem a uma classe especial chamada VLSI (Very Large Scale of Integration, ou Integração em Escala Muito Alta). No seu interior existem algumas centenas de milhares de transistores. Quando se diz que uma placa-mãe suporta essa ou aquela tecnologia, a culpa é do chipset. Ou seja, se a placa-mãe é boa, é porque o chipset é bom. Se a placa-mãe é fraca, é porque o chipset não tem muitos recursos ou velocidade. Pág. 9 de 26.

10 Para que serve o chipset? Professor Paulo Lorini Najar Seus vários circuitos realizam uma série de funções, entre as quais: Interfaces IDE Controle da memória DRAM Controle da memória cache externa Controle dos barramentos ISA, PCI e AGP Timer Controladores de DMA e de interrupções Interfaces USB Muitos chipsets possuem ainda circuitos de som e vídeo, dispensando o uso da placa de som e da placa de vídeo, e assim possibilitando a produção de PCs mais baratos. O som onboard é em geral satisfatório, mas o vídeo onboard muitas vezes é lento e ainda atrapalha o desempenho do processador. O chipset não é um chip só (mas pode ser), mas vários (normalmente dois são mais importantes). Os chips mais importantes do chipset são a ponte norte e a ponte sul (north bridge e south bridge respectivamente). Esses chips são bem visíveis na placa-mãe. Por que o nome Ponte? Porque o chipset é, na verdade, uma central de transferência. Os dados não ficam no chipset, eles passam pelo chipset. O North Bridge é ligado diretamente ao processador. A partir dele é feito o acesso às memórias (no nosso exemplo o chipset suporta memórias DDR) e ao barramento AGP (no nosso exemplo é um AGP 4x). Este chip também faz a geração dos sinais e todo o controle do barramento PCI. Neste barramento são ligados os slots da placa de CPU, nos quais são ligadas as placas de expansão. No South Bridge ficam localizadas as interfaces IDE e USB. Em geral este chip faza comunicação com o North Bridge através do barramento PCI, ou seja, ele também é um dispositivo PCI, porém interno à placa de CPU. O South Brige também é o responsável pela geração dos sinais do barramento ISA (nos casos de placas de CPU que possuem esses slots). Nele ficam ligados o BIOS da placa de CPU e um chip geralmente conhecido como Super I/O. Neste chip ficam as interfaces de mouse e teclado, interfaces seriais e paralelas, e ainda a interface para drives de disquete e HD. Processador (CPU) A CPU (Unidade Central de Processamento), que envolve o processador central da máquina, realiza os cálculos e executa as instruções pré-programadas. Dentro da CPU (ou processador), podemos encontrar alguns componentes que são vez por outra apresentados em provas: A ULA, a UC e os REGISTRADORES. ULA (Unidade Lógica e Aritmética) - é responsável por realizar processos de cálculos aritméticos e lógicos presentes nas instruções dos programas. Quando a instrução envolver cálculo (quase sempre envolve), é a ULA que fará o trabalho. UC (Unidade de Controle) - é responsável por sincronizar todos os processos da CPU e dos componentes do sistema, como a memória principal e os dispositivos de entrada e saída. É a UC que controla e gerencia a CPU (e, consequentemente, todo o computador). Registradores - são pequenas unidades de memória presentes dentro da CPU. Por estarem localizados em um ponto muito delicado do sistema, onde a velocidade de processamento atinge valores absurdos, os registradores são a memória mais rápida de um computador (ou seja, possui tempos de acesso extremamente baixos). A CPU realiza as seguintes tarefas: a) Busca e executa as instruções existentes na memória. b) Comanda todos os outros chips do computador. Pág. 10 de 26.

11 Professor Paulo Lorni Najar MEMÓRIAS DO COMPUTADOR Memórias do Computador Principal Intermedária Auxiliar ou Secundária RAM Random Access Memory ROM Read Only Memory Cachê L1 e L2 Discos (HD, CD, DVD,etc) Fitas, etc. Memória ROM (Read Only Memory) Memória somente de leitura possui funções básicas para o funcionamento do sistema. A ROM é um tipo de memória permanente (não volátil) e estática (não dinâmica). Ela é propriamente o chip. Um programa, quando armazenado em ROM é chamado de firmware (que é ser um programa inalterável e que pode ser executado sempre). Alguns tipos de ROM aceitam operações de escrita, porém isto é feito através de programas apropriados, usando comandos de hardware especiais. Uma típica aplicação da ROM é o armazenamento da BIOS do PC. Na ROM, há basicamente três programas (firmware): BIOS (Basic Input Output System) São uma série de instruções gravadas na ROM que quando o computador é inicializado essas instruções são interpretadas e executadas. Existem várias BIOS no mercado, as principais são: AMI, HAVARD, MR BIOS, etc; sendo a AMI mais recomendada. POST (Power On Self Test Auto Teste ao Ligar): Um auto teste feito sempre que ligamos o micro que executa as seguintes rotinas: Identifica a configuração instalada. Inicializa todos os circuitos periféricos de apoio (chipset) da placa-mãe. Inicializa o vídeo. Testa a memória. Testa o teclado. Carrega o sistema operacional para a memória. Entrega o controle do processador ao sistema operacional. SETUP (Configuração): Programa de configuração de hardware do computador; normalmente chamado pressionando um conjunto de teclas durante o POST (geralmente basta apertar a tecla DEL durante a contagem de memória; esse procedimento, Contudo, pode variar de acordo com o fabricante). Tipos de ROM s PROM (ROM Programável): é vendida vazia (virgem). Pode ser gravada uma vez por equipamentos gravadores especiais (chamados de gravadores de PROM). EPROM (ROM apagável e programável): é fabricada vazia e pode ser gravada e apagada por meio de Luz ultravioleta. EEPROM (ROM apagável e programável eletricamente): é fabricada vazia e pode ser gravada e apagada por meio aumento da tensão elétrica em seus conectores. Pág. 11 de 26.

12 Memória Flash (FEPROM): parecida com a EEPROM, mas consome menos energia elétrica e não necessita do aumento de tensão para ser apagada/gravada. É muito usada em cartões de memória de máquinas fotográficas digitais. A principal característica em comum entre esses tipos de memória é que eles NÃO SÃO VOLÁTEIS (ou seja, o conteúdo dessas memórias é mantido mesmo quando não houver energia elétrica alimentando o computador). Veja, abaixo, um CHIP (circuito) de memória ROM em uma placa-mãe. Professor Paulo Lorini Najar Memória RAM(Random Access Memory). O nome de memória de acesso aleatório vem do fato que os endereços desta memória são indexados, logo todo endereço não importa sua posição física, é acessado num tempo igual. O conteúdo da memória RAM é volátil, ou seja, ele é perdido com a falta de energia elétrica. A RAM é uma memória que armazena informações na forma de pulsos elétricos, ou seja, tudo que estiver armazenado na RAM é eletricidade. RAMs Estáticas e Dinâmicas RAMs podem ser divididas em duas grandes categorias: RAMs estáticas (SRAM) e RAMs dinâmicas (DRAM). A DRAM é a memória usada em larga escala nos PCs. Quando dizemos que um PC possui, por exemplo, 128 MB, tratam-se de 128 MB de DRAM. São memórias baratas e compactas, o que é um grande atrativo. Por outro lado, são relativamente lentas, o que é uma grande desvantagem. Por esta razão, os PCs utilizam em conjunto com a DRAM, uma memória especial, mais veloz, chamada cache, que serve para acelerar o desempenho da DRAM. Há poucos anos, a chamada cache L2 era formada por chips de SRAM, localizados na placa de CPU. Atualmente a cache L2 faz parte do núcleo dos processadores modernos. A DRAM por sua vez pode ser subdividida em outras categorias, sendo as principais: DRAM FPM DRAM EDO DRAM SDRAM DDR SDRAM RDRAM Memória Virtual Quando a RAM está cheia, o Sistema Operacional (windows, no caso) se utiliza de um recurso bem esperto para continuar executando programas: a Memória Virtual (ou, para a ESAF, memória Paginada, memória de Troca, etc.). A memória Virtual é um pedaço do espaço livre o HD (Disco Rígido) que é reservado pelo sistema operacional a título de prevenção. Essa reserva é feita quando o Windows é carregado (inicialização), mas a área em si de memória virtual só será utilizada quando necessário. Quando a memória Principal (física ou real) estiver cheia, o Windows começa, então, a fazer escritas na RAM não de dados, mas de endereços que deverão ser localizados no Disco (na memória Virtual). Em outras palavras: os dados e instruções dos programas são armazenados no DISCO (na memória virtual) e ficam, na RAM real, apenas os endereços que apontam para tais dados. MEMÓRIA CACHE Enquanto os processadores tornaram-se quase 10 mil vezes mais rápidos desde o 8088 (o processador usado no XT), a memória RAM, sua principal ferramenta de trabalho, pouco evoluiu em performance. Quando foram lançados os processadores 386, percebeu-se que as memórias não eram mais capazes de acompanhar o processador em velocidade, fazendo com que muitas vezes ele tivesse que ficar esperando os dados serem liberados pela memória RAM para poder concluir suas tarefas, perdendo muito em desempenho. Pág. 12 de 26.

13 Professor Paulo Lorni Najar Se na época do 386 a velocidade das memórias já era um fator limitante, imagine o quanto este problema não atrapalharia o desempenho dos processadores que temos atualmente. Para solucionar este problema, começou a ser usada a memória Cachê, um tipo ultra-rápido de memória que serve para armazenar os dados mais frequentemente usados pelo processador, evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à comparativamente lenta memória RAM. Sem ela, o desempenho do sistema ficará limitado à velocidade da memória, podendo cair em até 95%. São usados dois tipos de cache, chamados de cache primário, ou cache L1 (level 1), e cache secundário, ou cache L2 (level 2). O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade. Sempre que um novo processador é desenvolvido, é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser algumas centende vezes mais cara que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela. O 486 traz apenas 8 KB, o Pentium traz 16 KB, enquanto o Pentium II e o Pentium III trazem 32 KB, enquanto o Athlon e o Duron da AMD trazem 128 KB. Para complementar, usamos também um tipo um pouco mais lento de memória cache na forma de cachê secundário, que por ser muito mais barato, permite que seja usada uma quantidade muito maior. Nos micros 486 o mais comum é o uso de 128 ou 256 KB de cache L2, enqua to nos micros mais modernos o mais comum é o uso de 512 KB ou 1024KB. Dependendo do processador usado, o cache L2 pode vir embutido no próprio processador ou fazer parte da placa mãe. Sempre que o processador precisar ler dados, os procurará primeiro no cache L1. Caso o dado seja encontrado, o processador não perderá tempo, já que o cache primário funciona na mesma freqüência que ele. Caso o dado não esteja no cache L1, então o próximo a ser indagado será o cache L2. Encontrando o que procura no cache secundário, o processador já perderá algum tempo, mas não tanto quanto perderiacaso precisasse acessar diretamente a memória RAM. Por outro lado, caso os dados não estejam em nenhum dos dois caches, não restará outra saída senão perder vários ciclos de processamento esperando que eles sejam entregues pela lenta memória RAM. Antigamente, era comum as placas mães virem com soquetes apropriados, que permitiam ao usuário adicionar mais memória cache caso quisesse. Os módulos adicionais, chamados de módulos COAST (cache on a stick) eram relativamente acessíveis, levando muita gente a fazer o upgrade. Entretanto, atualmente esta possibilidade não existe mais, pois a grande maioria dos processadores já trazem o cache L2 integrado, não permitindo qualquer modificação, já que não dá para abrir o processador e soldar mais cache. Mesmo no caso de processadores que ainda usam cache embutido na placa mãe, como o K6-2, não existe mais o encaixe para adicionar cachê. OBS: L3 Memória cache de Nível 3. Este tipo de memória Cache é, ainda pouco encontrada nos computadores atuais. Porém os que estão equipados com este tipo de memória Cache, a mesma encontra-se embutida diretamente na Placa-mãe e não dentro do processador. Barramentos Barramentos internos e externos são conjuntos de sinais digitais através dos quais o processador transmite e recebe dados de circuitos externos. Alguns barramentos são usados para transmissões feitas entre placas, ou dentro de uma mesma placa. RESUMO DOS BARRAMENTOS (Bus) PCI (Peripheral Component Interconnect) Barramento que substituiu o barramento ISA para placas de expansão, por ser mais rápido e eficiente. Utilizado para conexão de placas de modem, rede, som e vídeo. Incorporou a tecnologia Plug and Play (capacidade do sistema em reconhecer automaticamente o componente de hardware conectado). Pág. 13 de 26.

14 Professor Paulo Lorini Najar AGP (Accelerated Graphics Port) Barramento usado exclusivamente para placas de vídeo. Mais velocidade para placas de vídeo. Também possui a tecnologia Plug and Play. PCI Express Barramento recente que pretende substituir o PCI e o AGP por ser mais rápido. IDE (Integrated Device Electronics) Barramento utilizado para conexões de unidades de disco: HD, CD, DVD. Normalmente encontramos dois slots IDE na placa-mãe: o primário e o secundário. Em cada barramento é possível conectarmos dois dispositivos simultaneamente com a utilização de um cabo Flat que pode ter 40 ou 80 vias. Identificamos os dispositivos conectados no barramento IDE como Master (Mestre) ou Slave (Escravo). SCSI (Small Computer System Interface) Barramento utilizado para conexões principalmente de unidades de disco: HD, CD, DVD. Mas pode também ser utilizado para conexão de Scanners e Impressoras. Pouco utilizado em computadores domésticos (pessoais), mas muito utilizado em servidores, pois as unidades SCSI são mais caras porém com mais performance. SATA (Serial Advanced Technology Attachment) Utilizado para conexão de unidades de disco rígido. Barramento muito encontrado nas motherboards atuais por permitir velocidades maiores em relação ao barramento IDE. Barramento Paralelo Barramento mais antigo para conexão de impressoras e scanners. Com a evolução do Barramento USB, passou a ser pouco utilizado atualmente. Barramento Serial (RS-232) Barramento mais antigo com pouca utilização nos dias atuais. Utilizado para conexão de teclados e mouse. PS/2 Barramento serial utilizado para conexão de Mouse e Teclado. USB (Universal Serial Bus) Barramento serial que permite a conexão de até 127 periféricos simultâneamente. Possui a capacidade de reconhecimento de conexões de hardware a quente (hot plug and play), ou seja, com a máquina ligada. Utilizado na conexão de mouse, modem, pen drive, impressoras, scanners e diversos outros tipos de periféricos. Firewire Barramento que permite a conexão de até 63 periféricos ao computador. Barramento muito veloz, no entanto ainda pouco encontrado nos computadores atuais. Bluetooth Tecnologia de conexão de componentes sem fio. Conexão de impressoras, teclados, mouse, entre outros. Aceita distâncias até 10 metros. Pág. 14 de 26.

15 Teclado Professor Paulo Lorni Najar Constitui um conjunto de teclas alfanuméricas, numéricas e de caracteres especiais que lhe possibilitam informar os comandos essenciais ao computador. É o principal periférico de entrada de dados. Pode ser usado para a inserção de textos ou para a execução de comandos. O teclado é sensível ao toque, ao contrário das antigas máquinas de escrever. No Brasil usa-se o teclado padrão ABNT ou ABNT2, que possui a tecla Ç e a posição das teclas representativas de acentos em locais diferentes do teclado padrão americano. O que diferencia o teclado ABNT do ABNT2 é a existência da tecla ALT GR que, permite a utilização da 3ª função de certas teclas. Hoje em dia é aconselhável o uso do teclado ergonômico, este teclado tem a disposição das teclas de uma maneira que prejudica menos os digitadores, reduzindo os casos de LER/DORT (lesão por esforço repetitivo) Mouse O mouse é um pequeno aparelho que permite o deslocamento de uma seta no interior do monitor de vídeo. É um periférico de entrada utilizado em ambientes gráfico. Geralmente possui dois botões e normalmente cabe na palma da mão. Os mais modernos são sempre ópticos (sem a esfera inferior) e, normalmente, sem fio. Função: É utilizado para selecionar ou executar operações em ambientes gráficos. O mouse move o cursor, geralmente no formato de uma seta, pela tela do monitor. Botões: Os mouses mais novos possuem, normalmente, 3 botões, o botão da esquerda ou principal, o botão da direita ou auxiliar e o botão de rolagem (tem como função rolar a tela na vertical). Outros Dispositivos Apontadores Trackball: É um tipo especial de mouse, ainda mecânico, que, ao invés de ter a esfera na parte inferior, possui uma grande esfera rolável na parte superior, permitindo assim que não seja necessária uma superfície plana para rolar o mouse, pois o mouse ficará parado e a rolagem da esfera é que produzirá o deslocamento da seta. Também podem ser com fio ou sem fio. Touchpad: É um tipo de dispositivo apontador que consiste em uma superfície plana, retangular, sensível ao toque (ou à pressão do dedo). Ao se deslizar o dedo sobre a superfície, esta captará o movimento produzido e o levará para o computador. Normalmente são incorporados junto aos laptops/notebooks, mas não há impedimento de serem instalados junto ao computador desktop/workstation. Bastão apontador (pointing stick): Constitui-se de um pequeno bastão, normalmente posicionado ao centro do teclado dos laptops/notebooks e o seu pressionamento/movimentação faz com que a seta seja deslocada no interior do vídeo. Mesa digitalizadora (ou mesa gráfica): É um periférico de entrada de dados semelhante a uma prancheta normal, porém sensível aos desenhos realizados na superfície. Essa mesa permite a marcação de pontos por meio de uma caneta óptica. Esses pontos são enviados para o computador. É largamente utilizada em projetos CAD. Touch Screens: São telas que permitem captar, por meio de sensores, os pressionamentos diretos na tela. Logicamente o dispositivo completo (monitor com touch screen) é considerado como periféricode entrada e saída, no entanto, aqui se está fazendo referência somente ao dispositivo que poderá ser acoplado ao monitor para a captura dos pressionamentos/comandos do usuário. Os touch screens são muito utilizados para a confecção de quiosques de autoatendimento, ou seja, para se construir terminais de atendimento automatizado e de fácil utilização. Os sistemas touch screens tambémpodempermitir que seja utilizada uma caneta como dispositivo de pressionamento da tela (Computação Pen-based) é o que ocorre nos sistemas dos handhelds que permitem a utilização de uma caneta ou do próprio dedo. Caneta óptica: É um periférico de entrada de dados, semelhante a uma caneta normal, porém ela é capaz de transmitir os seus movimentos para o computador. Pág. 15 de 26.

16 Professor Paulo Lorini Najar MODEM O que é um modem? É uma junção de dois termos MODULATE and DEMODULATE. Tem como princípio a transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação/demodulação só que via cabo. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulando-o em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal à forma original. Tipos de MODEM: MODEM CONVENCIONAL. CABLE MODEM. ADSL. MODEM Convencional: O Modem foi criado em 1960 pela AT&T, porém somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: Modem interno, que é colocado em um dos slots ou PCI da placa mãe. Modem externo que, é conectado à porta serial do micro. Onbord, que já vem acoplado à placa Mãe. Padrões de funcionamento Existem vários padrões de comunicação determinada pela( UTU) União Internacional de Telecomunicação. V.22 Utiliza transmissão de a 2400 bps. V.32 Utiliza em transmissão de a bps. V.34 Transmissão entre V.90 atual padrão que permite recepção de 56Kbps. CABLE MODEM É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo, criando um dos mais rápidos caminhos possíveis para aplicação de comunicação de dados. A tecnologia de cable modem diz respeito a sua simetria. Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade já os assimétricos a velocidade de fluxo chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado pelo usuário. Aplicações: Video conferencias, teletrabalho e até interconexão de redes empresariais. ADSL. (Asymmetric Digital Subscriber line) Os modem converte o sinal padrão do fio telefone par trançado em um duto Digital de alta velocidade. A tecnologia ADSL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados, o 1º canal é utilizado para transmissão de voz, o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido usuário-rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. Unidade de Disco Rígido (Hard Disk ou HD) IDE x SCSI X SATA Discos O disco é o meio magnético onde são gravados os dados. Normalmente são feitos de alumínio coberto por um material magnético. Em geral, dentro de um disco rígido encontramos vários discos magnéticos. Alguns modelos possuem no seu Pág. 16 de 26.

17 Professor Paulo Lorni Najar interior apenas um disco, mas podemos encontrar alguns modelos de alta capacidade que possuem até 8 discos em seu interior. Partição e formatação lógica Processo de dividir o disco rígido em múltiplos drives lógicos. Em certas situações, esta divisão pode ser interessante. Por exemplo, podemos usar o drive lógico C para armazenar programas, e o drive lógico D para armazenar dados. Isto facilita bastante as operações de backup, pois teremos que fazê-lo apenas no drive D. Alguns usuários gostam de armazenar no drive C, os programas de trabalho, e no drive D, jogos e outras amenidades. Existem casos de PCs que são usados por duas pessoas. Poderia ser dividido, por exemplo, em C para programas, D para os dados do primeiro usuário, e E para os dados do segundo usuário. Podem ser criados quantos drives lógicos você desejar (respeitando o limite de letras do alfabeto). Como fica muito difícil gerenciar um número grande de drives, não é conveniente exagerar neste recurso. Assim como ocorre no caso da partição única, quando dividimos um disco rígido em vários drives lógicos, é preciso fazer a formatação lógica de cada um deles. Um drive lógico que ainda não foi formatado não pode ser usado para armazenar dados. O Windows representa as unidades de discos com as letras do alfabeto. Ex.: A: B: C: D: até a letra Z:. FORMA DE ARMAZENAMENTO DOS DADOS Arquivo É um conjunto de informações (dados ou instruções) que está armazenado em uma memória auxiliar (como discos, cartões de memória, Fitas, etc.). Só é considerado um arquivo se o mesmo se encontra armazenado em uma memória permanente (não somente na RAM). DADOS INSTRUÇÃO.DOC WORD.EXE EXECUTÁVEL.XLS EXCEL.COM COMPILADO.PPT/PPS POWER POINT.BAT LOTE (BATCH).JPG IMAGEM.INI INSTRUÇÃO WINDOWS.MP3 AUDIO.DLL BIBLIOTECA DINÂMICA WINDOWS.AVI VIDEO.PIF INSTRUÇÃO WINDOWS.MPG VIDEO.SYS SISTEMA.TXT TEXTO.ODS CALC.ODT WRITER.ODP IMPRESS.PDF ADOBE ACROBAT.PSD PHOTOSHOP.CDR CORELDRAW Pasta ou Diretório É um compartimento (ou gaveta ) onde podemos colocar arquivos e outras pastas. Uma pasta não ocupa espaço no disco, pelo menos, não na área onde o espaço ocupado é mensurável Os arquivos e as pastas devem ter um nome. O nome é dado no momento da criação. A regra para nomenclatura de arquivos e pastas varia para cada Sistema Operacional. No Windows, que vamos estudar neste material, os nomes podem conter até 256 caracteres (letras, números, espaço em branco, símbolos), com exceção destes / \ > < *? : que são reservados pelo Windows. Quando salvamos um arquivo pela segunda vez em diante, ele não nos solicitará mais um nome e um local, isso só acontece na primeira gravação. DUAL BOOT Quando há mais de um sistema operacional no micro, o BIOS vai continuar apontando para o MBR, mas o MBR vai ter um conteúdo diferente: em vez da localização de UM SISTEMA OPERACIONAL, o MBR vai conter um programa que te permitirá escolher qual sistema será usado: O Gerenciador de Boot (boot manager). Forma de gravação dos Arquivos em um Disco Normalmente, utilizamos como memória que irá armazenar arquivos, unidades em formato circular (as unidades de disco), como o HD ou o Disquete (CD também). O fato é que esses equipamentos têm uma forma muito peculiar de armazenar informações, fazendo uso de uma estrutura muito interessante: Trilhas e setores como vimos antes. Quem controla o disco é o sistema operacional. Pág. 17 de 26.

18 Clusters Um Cluster é uma reunião de setores que é endereçada de forma individual! Note: um endereço único é dado ao grupo de setores e não a cada setor individualmente. Então, ao invés de serem chamados de Setor 1, setor 2, setor 3, setor 4, setor 5, setor 6, setor 7 e setor 8. A reunião deles é chamada de CLUSTER 1. A definição ideal de cluster é: um cluster é a menor unidade de alocação de arquivos em um disco. (ou seja, não se ocupa menos de 1 cluster). Professor Paulo Lorini Najar A partir disso, podemos definir as duas regras básicas de um cluster: 1) Um arquivo vai ocupar, no mínimo, um cluster. Se o arquivo for menor que o espaço do cluster, ele o ocupará por inteiro (reserva o cluster inteiro para si). Se o arquivo for maior que o cluster, vai ocupar mais de um (sempre múltiplos). 2) Um cluster não pode ser ocupado por mais de um arquivo (isso se deduz da regra anterior). Ou seja, não haverá dois arquivos em um mesmo cluster (mesmo que os dois caibam num único cluster. Exemplo 01 Exemplo 02 Clusters maiores DESPERDIÇAM MAIS ESPAÇO! Clusters menores DESPERDIÇAM MENOS ESPAÇO! Esse desperdício é sentido, especialmente, em arquivos muito pequenos, quando um arquivo tem menos que o tamanho de um cluster. Sistema de Arquivos As regras que o sistema operacional utiliza para gravar (e ler) as informações em um disco são chamadas de Sistema de Arquivos. Cada sistema operacional tem o seu (ou os seus ). Windows usa: - Para HD: FAT16 (antigo), FAT32 e NTFS (windows corporativos); - Para CD: CDFS (antigo), ISO9660 e Joliet. - Para disquete: FAT (ou FAT12) Linux usa: - Para HD: Ext2, Ext3, ReiserFS. (o linux também entende FAT32 e NTFS esse último com limitações) - Para CD: os mesmos do Windows, inclusive o Joliet (que era específico do Windows). DVDs usam: UDF (Formato Universal de Disco) não importando o Sistema operacional. Cada unidade de disco (seja uma partição ou um disco real) tem que ter apenas UM SISTEMA DE ARQUIVOS. Ou seja, se você tem um disco com 3 partições, cada uma delas pode ter um (e somente um) sistema de arquivos (que podem ser diferentes entre si). Quando se formata a partição, ou seja, quando realizamos a operação de FORMATAR (que significa dar um formato à partição), podemos escolher qual é a regra que será usada naquela partição. Na verdade, o ato de formatar é tão somente definir o sistema de arquivos mesmo Sistemas de arquivos mais comuns: - FAT16: não se usa mais. Era usado pelo DOS e Windows 95. Utilizava um endereçamento que se baseava em 16 bits (ou seja, cada cluster recebia um endereço de 16bits), que permite a existência de endereços diferentes, ou seja, clusters diferentes! Com esse sistema, era possível gerenciar partições de até 2GB, mas isso é muito pouco hoje. Pág. 18 de 26.

19 Professor Paulo Lorni Najar - FAT32: é a evolução natural do FAT16. Permite gerenciar até partições de 2TB (TERABYTES). Nesse sistema, bem como no FAT16, o tamanho do cluster é proporcional ao tamanho da partição em si, ou seja, quanto menor for a partição, menor é o cluster FAT (File Allocation Table -Tabela de Alocação de Arquivos) É o nome dado a uma espécie de índice que existe no início de uma partição (se um disco tem 3 partições, cada uma tem sua FAT). A FAT é um mapa que existe no início da partição para apontar para a posição de cada cluster naquela partição. Então, quando o Windows quer achar um arquivo no qual o usuário clicou, o Windows pergunta à FAT onde está tal arquivo. Na verdade, se você consegue ver o ícone de algum arquivo, agradeça à FAT, foi ela que indicou ao Windows que tal arquivo está lá! Quando o usuário pede para abrir o arquivo, o windows pergunta à FAT qual o endereço do cluster daquele arquivo, e a FAT o informa, permitindo ao Windows que localize o arquivo exatamente onde está no disco! Quando um arquivo é apagado do Windows (esvaziada a lixeira), ele não é APAGADO DO DISCO, mas simplesmente, a referência a ele que fica na FAT é apagada! Ele, portanto, continua existindo no Disco, mas não é mais possível encontralo (porque a FAT não sabe dele!) NTFS (NT File System). O NTFS é usado somente pelos windows corporativos (Windows NT, Windows 2000 e Windows XP Profissional e HOME,). O sistema NTFS oferece muitos recursos melhores que o FAT32, como a possibilidade de escolher o tamanho do cluster no momento da formatação. Qs valores ficam entre 512 Bytes (um setor) e 4KB (tamanho máximo). É possível ter uma partição com 200GB, mas definir que o cluster terá 512 bytes (isso significa que o Windows vai endereçar diretamente setor por setor). Clusters menores desperdiçam menos porém, quanto menor o tamanho definido para um cluster, mais clusters haverá no disco (mais endereços) o que diminuirá o desempenho do computador O NTFS permite é o recurso de privilégios de acesso: limites para as pessoas que acessam as pastas e arquivos de uma partição formatada com NTFS. O usuário que criou certa pasta pode definir quem vai ter acesso e quem não vai ter acesso à sua pasta. No NTFS, pode-se definir COTAS DE DISCO, que são os limites de espaço que os usuários vão poder utilizar no disco. No NTFS (versão 5 Windows 2000 e XP) também é possível determinar criptografia e compactação para as pastas: a primeira faz a gravação de uma pasta de forma embaralhada para aumentar a segurança e a segunda é usada para que os arquivos de uma pasta ocupem menos espaço no disco! Unidade de CD, CD-ROM, CD-R, CD-RW, DVD-ROM, DVD-R e DVD-RW Unidade de armazenamento óptico. Recebe o nome de COMBO quando possuí a capacidade de Ler ou Gravar CD e somente ler DVD. CD-ROM: Disco compacto somente de leitura. CD-R: Disco compacto de gravação. Aceita apenas 1 gravação. CD-RW: Disco compacto de regravação. Aceita gravar e regravar os dados. Os CDs possuem capacidade de armazenamento de dados na ordem de 700MB. DVD: Disco Versátil Digital. Maior capacidade de armazenamento de dados do que o CD. Possui capacidade de armazenamento de 4,7GB ou 8,5GB. Unidade de Disco Flexível (Disquete) O disquete é composto de um invólucro onde existe um disco magnético flexível, que é um material plástico revestido com uma camada de material magnetizável. A gravação e a leitura são feitas por meio de duas cabeças, uma para cada face do disco, que se encostam à superfície do disquete durante a leitura ou gravação. Apesar dos vários tipos existentes no passado, Pág. 19 de 26.

20 Professor Paulo Lorini Najar atualmente só existe, em termos práticos, o disquete de 3,5 polegadas, com 1,44 megabytes de capacidade de rmazenamento em uso normal ou 1,68 megabytes em outro tipo de formatação. Possui 80 trilhas em cada face, cada trilha com 18 setores por trilha (1,44 megabytes) ou 21 setores por trilha (1,68 megabytes) e 512 bytes por setor. Adaptadores de Rede (Placas de Rede) Instalado no computador permite a transferência de dados em redes. Podem ser de diferentes padrões: Ethernet, Wi-fi (padrão para redes sem fio) entre outras. Funções da placa de rede: - Preparação dos dados; - Endereçamento dos dados; - Controle do fluxo de dados; - Conexão com outros computadores. Placas de Som (Multimídia) A situação das placas de som mudou um pouco nos últimos anos. Até aproximadamente 1998, encontrávamos placas de som mais caras e sofisticadas, e modelos mais simples e baratos, com recursos limitados. Encontrávamos também o som onboard, principalmente nas placas de CPU de baixo custo e baixa qualidade. Hoje ainda encontrarmos placas de som de alta qualidade, principalmente as da família Sound Blaster. A Diamond Multimedia, segunda maior fabricante de placas de som, simplesmente não existe mais. Foi comprada e sucateada pela S3 Inc, que agora se chama Sonic Blue. As placas de som de baixo custo são hoje bem mais raras, já que quase todas as placas de CPU modernas possuem som onbaord. Mesmo placas de CPU de alta qualidade podem ter som onboard. Não existe portanto vantagem em trocar este som onboard por uma placa de som simples. Isto reduziu bastante a demanda por placas de som de baixo custo. Monitor O monitor é o principal instrumento por onde se consegue obter as informações vindas do processamento de dados, ou seja, é o principal periférico de saída de dados. Os dois tipos mais comuns de monitores são os CRT CATHODE RAY TUBE ou tubo de raios catódicos e os de LCD (cristal líquido). Função: A função do monitor de vídeo é interpretar os impulsos digitais oriundos da placa de vídeo do computador e convertê-los em sinais gráficos para serem visualizados. Características: Cada monitor possui suas características específicas, entretanto, podemos verificar os seguintes atributos na análise de um monitor: Pontos (pixels):a imagem formada em um monitor (nos sistemas digitais emgeral) é constituída de pontos, quanto maior o número de pontos que formam a imagem melhor será sua qualidade ou sua resolução. Tamanho (polegadas): Até um ou dois anos atrás, a medida padrão para um monitor CRT era a de 15 polegadas (as polegadas sãomedidas na diagonal). Hoje, o monitor padrão (SVGA) possui pelo menos 17 polegadas,mas já existem monitores de 19", 21", etc. Já os monitores de LCD, devido ao preço, têm sido vendidos com 15" (existem tamanhos maiores). O tamanho é medido na diagonal e os monitores de CRT possuem a quantidade de tela visível menor que o declarado. Dot Pich: É a distância entre os pontos que formam as imagens na tela, quanto menor o Dot Pich melhor a qualidade da imagem. Cor: Pág. 20 de 26.

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