UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CORNÉLIO PROCÓPIO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CORNÉLIO PROCÓPIO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS APOSTILA DA DISCIPLINA INFORMÁTICA PROF. JOÃO COELHO NETO CORNÉLIO PROCÓPIO - PR

2 2 Introdução à Informática Visão geral Quando se estuda informática, geralmente o estudo se divide em duas partes: a parte física e a parte lógica. A parte física é estudada para que se tenha um conhecimento básico do modo como o computador funciona internamente e também para que se tenha conhecimento sobre as partes que formam um computador. A parte lógica é estudada para que se aprenda a utilizar o computador. Assim, antes de se iniciar o estudo é importante deixar claro alguns conceitos e nomenclaturas próprios da área. Conceitos Básicos Inicialmente, é importante entender a diferença entre hardware e software. Hardware Se refere à parte física do computador. Tudo o que se pode tocar é chamado de hardware, por exemplo o monitor, o mouse, o teclado, etc. Software Se refere à parte lógica do computador. Na prática, compreende os programas que fazem o computador funcionar. Ou como diria o ditado popular: hardware é a parte que você chuta, software é a parte que você xinga. Tipos de Periféricos Periféricos de Entrada: Teclado, Mouse Periféricos de Saída: Monitor, Impressora. Periféricos Entrada/Saída: Scanner. Tipos de Computadores quanto ao Porte e ao Uso Existem diversas terminologias para classificar computadores. A seguir descrevemos o significado de termos comuns. Microcomputador (ou computador pessoal) O termo microcomputador se refere ao porte do computador, indicando aqueles que normalmente utilizamos em casa, no trabalho, nas universidades, etc. São também chamados de computadores pessoais devido ao termo PC (Personal Computer), criado pela IBM para nomear uma família de computadores. Os computadores portáteis estão incluídos nesta categoria. Inicialmente foram chamados de laptops, devido à palavra lap (colo), já que, devido ao seu tamanho, poderiam ser colocados no colo de seus usuários. Os laptops são tão funcionais quanto computadores de mesa. Outro tipo de computadores portáteis são os notebooks, ainda menores, do tamanho de um caderno (daí a palavra notebook, que em inglês significa caderno). Hoje, os termos são utilizados praticamente sem distinção, para identificar computadores portáteis. Existe ainda outro tipo de computador portátil: os chamados PDAs (Personal Digital Assistants). São também chamados de palmtops,

3 por caberem na palma da mão. No entanto, não são tão funcionais quanto os outros computadores, sendo utilizados para fins específicos, como uma agenda avançada. Alguns possuem canetas eletrônicas, que permitem que seus usuários escrevam ou apontem para algum ponto diretamente na tela. 3 Estações de Trabalho As chamadas estações de trabalho são computadores semelhantes aos computadores pessoais. No entanto, utilizam uma arquitetura interna diferente dos computadores pessoais, que resulta em um processamento mais rápido. São também mais caros e, portanto, geralmente utilizados em universidades ou centros de pesquisa. Outra característica é que, em geral, utilizam algum sistema operacional Unix ou uma variação dele. Supercomputador Esse termo é utilizado apenas para designar os computadores mais potentes de uma determinada época. São extremamente caros e consomem muita energia, sendo utilizados para modelar ou simular processos extremamente complexos, tais como a fissão nuclear. Mainframes O termo mainframe designa computadores de grande porte, em relação ao seu tamanho. Esses computadores têm a capacidade de manipular quantidades imensas de informações. Tipos de Softwares Software livre é um conceito de extrema importância no mundo da computação. De forma básica, quando um software é livre, significa que seu código-fonte está disponível para qualquer um e você pode alterá-lo para adequá-lo às suas necessidades, sem ter de pagar. Portanto, software livre é de fato gratuito, mas usar este termo somente para designar softwares sem custo é um erro grosseiro. O software gratuito (freeware), por si só, é um software que você usa sem precisar pagar. Você não tem acesso ao seu código-fonte, portanto não pode alterá-lo ou simplesmente estudá-lo, somente pode usá-lo, da forma como ele foi disponibilizado. Isso deixa claro a diferença entre software livre e um sofware simplesmente gratuito. O software livre possui tanta importância que se não fosse assim o Linux não existiria ou ficaria restrito aos muros de uma universidade. Linus Torvalds, o "pai do Linux", quando criou o sistema, não quis guardá-lo para si só. Quis montar um sistema que atendesse às suas necessidades, mas que também pudesse ser útil para mais alguém. Fez isso sem saber que estava acabando de "fundar" uma comunidade: a Comunidade Linux. Software shareware são softwares que você utiliza por um determinado tempo e depois precisa ter a licença para que possa continuar a utilizá-lo, pois sem a licença o mesmo fica desabilidado.

4 4 Apresentação dos Computadores Histórico: Evolução no Tempo A palavra computar significa calcular. Portanto, de alguma forma computadores já existem há bastante tempo. O primeiro dispositivo de cálculo de que se tem notícia é o ábaco, cuja invenção data de 3000 a.c. Em 1642, o matemático, físico e filósofo francês Blaire Pascal inventou a primeira calculadora mecânica. Era basicamente um conjunto de rodas dentadas que realizava adições e subtrações automaticamente. Em 1671, o filósofo e matemático alemão Gottfried Liebniz construiu um calculador mecânico que realizava as quatro operações básicas da aritmética (adição, subtração, multiplicação e divisão). Em 1822 Charles Babbage criou o modelo de uma máquina capaz de fazer cálculos para elaborar uma tabela de logaritmos. Juntamente com Ada Lovelace, Babbage projetou uma máquina para calcular funções matemáticas complexas. No começo do século 20, as calculadoras mecânicas e elétricas se tornaram comuns. Até mais ou menos a década de 30, as elétricas eram fabricadas utilizando um pequeno dispositivo elétrico chamado relé. Em meados da década de 30 surgiram os computadores com válvulas. As válvulas eletrônicas eram semelhantes a relés. A vantagem é que eram muito mais rápidas e a desvantagem é que duravam pouco tempo, pois depois de algum tempo de uso queimavam, de forma semelhante às lâmpadas de hoje. A Primeira Geração ( ) Em 1946 ficou pronto o que se costuma chamar de o primeiro computador. A data do início de sua construção (1943) foi estabelecida como um marco da computação. Batizado de Eniac (Electronic Numeric Integrator and Calculator), era um computador composto por válvulas, que podia fazer aproximadamente 5000 cálculos por segundo. Foi último, por exemplo, para calcular o ângulo e trajetória de bombas. A partir de 1951, começaram a surgir empresas especializadas no comércio de computadores. Figura 1 - Computador ENIAC

5 5 A Segunda Geração ( ) Ainda na década de 50 surgiram os transistores, componentes eletrônicos que substituíram as válvulas e possuíam várias vantagens. Primeiro, eram bem menores. Computadores que antes ocupavam uma sala agora ficavam do tamanho de uma estante. Além disso, consumiam menos corrente elétrica e duravam bem mais. Os transistores possibilitaram a produção de computadores menores, mais rápidos, mais confiáveis e mais baratos. Conseqüentemente, passaram a ser fabricados em série. A Figura 2 mostra o minicomputador PDP-8, considerado o primeiro computador com preço acessível. Foi nesse tipo de computador que o sistema operacional UNIX começou a ser desenvolvido por Ken Thompson e Dennis Ritchie. Figura 2 - Minicomputador PDP-8 A Terceira Geração ( ) Na década de 60, o mundo estava em plena corrida espacial. Com isso, surgiu a necessidade de construir computadores leves e poderosos, que pudessem ser embarcados nos foguetes. A NASA gastou bilhões de dólares com seu programa espacial na contratação de empresas fabricantes de transistores para que realizassem uma miniaturização ainda maior. Assim foram criados os primeiros circuitos integrados, também chamados de chips. Basicamente, um chip é um componente eletrônico composto por centenas ou milhares de transistores. Em 1975 começaram as vendas do kit do primeiro microcomputador, chamado de Altair , que utilizava o chip 8080 da Intel. 1 O nome Altair é uma homenagem ao planeta onde se passa o filme O Planeta Probido, de 1956, onde aparece o robot Robbie.

6 6 Figura 3 - Altair 8800, o primeiro microcomputador A Quarta Geração (após 1975) Nas últimas décadas, os chips só evoluíram em número de transistores. Os chips dos anos 60 tinham em seu interior centenas ou milhares de transistores. Enquanto isso, na década de 90, o chip do processador Pentium possuía transistores. Por volta da década de 80 os computadores sofreram um novo tipo de evolução. Enquanto os computadores anteriores só processavam 8 bits ao mesmo tempo, o IBM PC conseguia processar 16 bits. O processador utilizado era o Pouco tempo depois, a IBM lançou o PC XT (Extended Technology), que possuía mais memória RAM e espaço em disco. Tabela 1 - Evolução dos processadores Depois do Pentium, tivemos ainda diversos avanços, como mostra a tabela abaixo: Ano de Lançamento Processador Velocidade 1995 Pentium Pro 133 a 200Mhz 1996 K6 166 a 300Mhz 1997 Pentium MMX 133 a 300Mhz 1997 Pentium II 233 a 1300Mhz 1998 Pentium Celeron 266 a 1300Mhz 1998 AMD K6 II 200 a 1000Mhz 1998 AMD K6 III 400 a 500Mhz 1999 Pentium III 450 a 1400Mhz 1999 AMD Athlon (K7) 500 a 1400Mhz 2000 AMD Duron 600 a 1300 Mhz 2000 Pentium IV 1400 a 2200 Mhz 2001? AMD Athlon XP 1400 a 3000 Mhz No site da Intel, um gráfico similar ao abaixo mostra o tempo de processamento de uma aplicação que manipula música digital. Com processadores Pentium III, demorava-se mais de 4 minutos para realizar uma certa tarefa, enquanto com os mais novos processadores Pentium IV, demora-se menos de meio minuto. Quinta Geração (1991-ATUAL) Estamos nos primórdios desta nova geração e as coisas estão evoluindo de tal forma que fica difícil definirmos a época que estamos vivendo. Com o nascimento da quinta geração o homem se preocupou ao mesmo tempo em simplificar e miniaturizar o computador e também em obter recursos ilimitados com o mesmo. Os computadores de quinta geração tem como características principais: componentes com altíssima escala de integração e velocidade de processamento, inteligência artificial,etc.

7 E afinal, o que é Mhz? MegaHertz é a velocidade na qual o processador opera. Mega é a notação internacional para milhões e Hertz é a notação da física para ciclos por segundo. Ou seja, um processador que executa a 300Mhz executa de ciclos por segundo. Sistema Operacional O Sistema Operacional é um conjunto de programas que permitem a criação e manutenção de arquivos, execução de programas e utilização de periféricos tais como: teclado, vídeo, unidades de disquete, impressora. O Sistema Operacional serve também de intermediador entre os aplicativos e o computador, pois é ele que coloca os programas na memória para que sejam executados. Tipos de SO: Windows Windows 95, 98, Me, XP. Linux: RedHat, Unix. 7 Código de Máquina A linguagem do computador, também chamada de código de máquina, é composto somente de dois números: 0 e 1. E com estes dois números, é possível escrever absolutamente tudo. Os códigos 0 e 1 são também chamados de sistema binário, e significam para o computador: 0 = desligado e 1 = ligado. A união de 8 conjunto de 0s e 1s formam um caracter qualquer como por exemplo a letra "A": Linguagens de Computação São programas utilizados para criar sistemas e softwares aplicativos e podem ser de 2 tipos: - Linguagens de Baixo Nível: que são linguagens totalmente orientadas para a máquina, ou seja, são as que mais se aproximam do "Código de Máquina", ou seja, dos 0 e 1, e há a necessidade de se conhecer solidamente o hardware. Os programas resultantes destas linguagens são de pequeníssimo tamanho e de extrema rapidez. Exemplo: Assembler, Linguagem C. - Linguagens de Alto Nível: é uma linguagem mais orientada para o problema, de modo que o programador deve dar pouca ou nenhuma atenção às características do computador que irá executar o programa. Os programas resultantes destas linguagens não são tão rápidos. Exemplo: Delphi, Visual Basic, Pascal, o antigo Clipper, etc. Para que os programas funcionem, eles necessitam ser traduzidos para o código de máquina (ou seja o código fonte do programa deve ser transformado em código objeto) e para isso precisa de um tradutor ou de um compilador: - Tradutor: deve estar na memória enquanto se executa o programa; o programa precisa ser traduzido cada vez que é rodado; cada instrução vai sendo traduzida a medida que vai sendo executada, com isso o programa acaba por se tornar mais lento. Exemplo: Access, DBase, etc. - Compilador: não precisa estar na memória enquanto se executa o programa, pois este é traduzido inteiramente uma vez só, tornando sua execução bem mais rápida. Exemplo: Delphi, Clipper, Pascal, C, etc.

8 8 Internet Histórico e uso da Internet Estamos iniciando nossa compreensão sobre a Internet, uma das ferramentas cuja utilização em informática mais cresce hoje em dia. Esta ferramenta de comunicação já foi posse exclusiva dos militares, passou a ser utilizada por cientistas e estudantes e hoje está caracterizada como um veículo para comercialização. Glossário Internet pode ser considerada uma sociedade corporativa ou cooperativa virtual que hoje forma uma comunidade com características sui generis. Broadcast significa textualmente RADIODIFUSÃO, isto é, uma certa quantidade de informação que pode ser transmitida num determinado "pacote" de dados. Este meio de comunicação tem uma característica que precisa ser percebida: ao contrário da televisão, onde o broadcast está nas mãos de algumas grandes empresas e constitui-se num meio de comunicação de um para muitos, a Internet é um meio voltado para a troca de informação de muitos para muitos. A Internet possibilita que você viaje no ciberespaço, do seu lar, do seu computador, desde que você tenha uma conexão para a Internet o que normalmente é criada a partir de uma linha telefônica e que tem um número e contato com uma provedora. Mas onde isto começou? Nos Estados Unidos da América, no final da década de 60, os cientistas militares e civis começaram a interconectar uma grande série de supercomputadores. Este projeto, iniciado pelo Departamento de Defesa norte-americano, envolveu uma rede militar e incluiu um certo número de Universidades que realizava pesquisas militares. O nome deste projeto era ARPANET. A utilização deste sistema de interconexão e comunicação foi muito bem sucedida e, assim, um grande número das Universidades americanas quis participar. Esta atitude gerou um desmembramento da rede, gerando uma descentralização da coordenação da mesma e a ARPANET passou a ser uma rede exclusivamente dirigida a pesquisa. Surgem a MILNET e a nova ARPANET: estamos nos anos 80. Glossário ARPANET Advanced Research Projects Administration (Administração de Projetos de Pesquisa Avançada) MILNET Rede Militar Protocolo Neste caso entendido como uma convenção. Observe que agora nós estamos tratando de duas redes distintas, a MILNET e a ARPANET e gerou-se assim a necessidade de criação de uma ordem de comunicação, algo que padronizasse os dados trocados e que possibilitasse que as redes se comunicassem entre si. Lembramos que a rede militar necessitava de trocas com a rede de pesquisa das universidades. Foi necessário desenvolver um protocolo de comunicação que permitisse a troca de informações entre as redes. Foi criado o protocolo IP ( Internet Protocol). Estado atual da Internet no Brasil A Internet está gerando enormes transformações que vem causando - nas comunicações, no trabalho, no comércio, no entretenimento, na educação. Essa rede de computadores, descentralizada, quase anárquica, é um verdadeiro fenômeno mundial.

9 O Brasil não está alheio a essa "revolução". Pelo contrário, estamos entre os dez países que mais utilizam a Internet. O número de internautas brasileiros já passa de dois milhões. O comércio eletrônico, através da Internet, cresce sem parar. No Brasil, serviços bancários via Internet (home banking) são dos mais adiantados no mundo. É bastante, se considerarmos que a Internet comercial no país não tem nem cinco anos. Por isso escrever sobre a Internet e popularizar cada vez mais seu uso, dentro de padrões de criticidade e de pesquisa, são fundamentais para acompanharmos esta Revolução da Informática Realizada na Universidade de São Paulo reunião entre pesquisadores de todo o país para discutir o estabelecimento de uma rede nacional para fins acadêmicos e de pesquisa, com compartilhamento de acesso a redes internacionais. Além de representantes de instituições de pesquisa e órgãos de fomento, também estavam presentes representantes da Embratel. Participação brasileira no 6º International Networking Workshop, realizado em Princeton, NJ, EUA Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do CNPq, localizado no Rio de Janeiro, conseguiu acesso à Bitnet, através de uma conexão de 9600 bits por segundo (bps), estabelecida com a Universidade de Maryland. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) ligou-se à Bitnet e à Hepnet (High Energy Physics Network), por meio de uma conexão de 4800 bps. Um de seus primeiros contatos foi com o Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago, EUA. O presidente do Conselho Superior da Fapesp Prof. Oscar Sala - estimulou aquela Fundação em dar um apoio decisivo às redes e um incentivo a toda comunidade acadêmica do país na adoção desse recurso A comunidade acadêmica, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), criou a Rede Nacional de Pesquisa (RNP). Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também ligou-se à rede Bitnet, a 4800 bps, através da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), constituindo-se no terceiro ponto de acesso ao exterior. Secretaria Especial de Informática (SEI) do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) responsável pela política industrial do governo para informática defende soluções OSI para uma eventual rede nacional de comunicações. O Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), fundado em 1981 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, e pelo economista Carlos Alberto Afonso, coloca em operação o Alternex. Foi o primeiro serviço internacional de correio e conferências eletrônicos do país operado por uma entidade privada (já utilizando o sistema básico que depois comportaria sua integração à Internet) SEI é transformada no Departamento de Política de Informática (DEPIN) do MCT e tem seus poderes restringidos. A oposição explícita aos protocolos da Internet deixou de ser feita. Consórcio de entidades civis de diversos países, incluindo o Ibase, fundou a Associação para o Progresso das Comunicações (APC). O objetivo era apoiar o desenvolvimento de sistemas de troca de informações via computador e facilitar a conexão internacional desses sistemas. 9

10 Elaborado projeto para uma rede regional, no estado do Rio de Janeiro, ligada à Internet e financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). Membro da Coordinating Committee for International Research Networks (CCIRN) visita o país para avaliar a instalação de múltiplas conexões Internet entre o Brasil e os Estados Unidos 1991 Estabelecida conexão entre LNCC e Fapesp, interligando os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Estratégia adotada para a implantação da rede nacional seguiu o modelo usado pela National Science Foundation (NSF) nos Estados Unidos. O backbone seria constituído por três níveis: o nacional, o regional e o institucional. O primeiro, financiado pelo governo federal, seria responsável por manter o backbone nacional com um ponto de presença da Internet em cada estado. O segundo, financiado pelos governos estaduais (em conjunto ou isoladamente), deveria encarregar-se de promover a conexão das instituições de sua própria região. No nível institucional, cada universidade ou centro de pesquisa seria responsável por interligar e custear as redes existentes em seus campi. Fapesp aumentou sua conexão para 9600 bps e começou a transportar tráfego IP, além de Decnet e Bitnet. Esta foi a primeira conexão à Internet realizada no Brasil. Desde então, a Fapesp encarregou-se da administração do domínio "br" e da distribuição dos números IP em todo o país. A conectividade IP é estendida para um número pequeno de instituições nos estados de SP, RJ, RS e MG, usando linhas privadas de baixa velocidade (entre 2400 e 9600 bps) ou através da Renpac (Rede Nacional de Pacotes) O Ibase apresentou um projeto de uma rede de computadores que usaria a estrutura da Alternex para se conectar à rede da APC e à Internet. Este projeto, aprovado pela ONU, foi extremamente bem sucedido e permitiu que centenas de ONGs, pesquisadores e jornalistas pudessem estar virtualmente presentes às discussões da ECO 92, conferência da ONU sobre meio ambiente realizada no Rio de Janeiro. Foi implantada pela RNP uma rede de abrangência nacional interligando pontos de presença (chamados de "POPs", de Points Of Presence) em diversas capitais brasileiras. Paralelamente à iniciativa da RNP, outros projetos de abrangência estadual também foram desenvolvidos. Um deles foi a Rede Rio, cujo objetivo era interligar instituições de ensino e pesquisa do estado do Rio de Janeiro. A Rede Rio inovou usando enlaces de 64 Kbps dentro da cidade do Rio. A Rede Rio ligou-se à CERFnet (California Education and Research Federation Network), no Centro de Computação de San Diego, Califórnia, EUA, onde era feito acesso à NSFnet. No estado de São Paulo, a Fapesp criou a rede ANSP (Academic Network at São Paulo), interligando a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). O enlace internacional ligando a Fapesp ao Fermilab, que então dava acesso à Esnet (Energy Sciences Network), foi ampliado para 64 Kbps. Neste mesmo período, outras redes regionais foram desenvolvidas em estados como Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Neste contexto, foi bastante importante a atuação da RNP no sentido de interligar essas diversas redes estaduais e estabelecer uma estrutura nacional para a comunicação de dados. A espinha dorsal da RNP, com operação a 9600 bps, já interligava Brasília e as capitais de dez estados: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Durante o início da década de 90, a RNP forneceu acesso à Internet a cerca de 600 instituições de ensino e pesquisa, atendendo a uma comunidade de cerca de 60 mil usuários. 10

11 Em parceria com a RNP, o Alternex passou a ser o primeiro serviço de rede de computadores fora da comunidade acadêmica a oferecer todos os serviços Internet no Brasil, incluindo serviços de conexão em tempo real a qualquer outro sistema da Internet Uma revista de grande circulação publica um artigo de uma página sobre as redes no Brasil. Chama de "Brasnet" -- nome de uma lista de discussão -- o braço brasileiro na Internet e a entende principalmente como uma rede de correio eletrônico. Essa associação da rede com correio eletrônico é condizente com a época. Mesmo no ambiente acadêmico brasileiro, muitos pesquisadores e estudantes só conheciam a Bitnet e, num primeiro momento, ignoravam a existência de outros serviços, como FTP, telnet e news. Estabelecida a primeira conexão de 64 Kbps a longa distância, entre São Paulo e Porto Alegre. Seguiram-se a ela o anel Rio, São Paulo e Brasília. Implantação, promovida pela RNP, da Rede de Desenvolvimento Sustentável (RDS/BR), uma rede voltada para a questão do meio ambiente e desenvolvimento mantida por organizações governamentais, não-governamentais e privadas e que segue a proposta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Sua meta era discutir questões relacionadas a desenvolvimento sustentável, ecologia e meio ambiente. Novamente, a mesma Revista de grande circulação pública um segundo artigo sobre as redes de computadores no Brasil. Fala não só de Internet, mas também de BBSs e serviços online. Já começa a abordar o uso de outras aplicações além do correio eletrônico e chama atenção para o problema da pornografia Bulletin Board Systems (BBSs) de todo o país ofereciam serviços de Internet e acesso à rede de mensagens FidoNet.Entraram em funcionamento os primeiros servidores Web do país: 1) Universidade Federal do Rio de Janeiro [http://www.ufrj.br] e 2) Universidade Federal de Santa Catarina [http://www.ufsc.br]. Depois dos servidores da UFRJ e UFSC, entraram em funcionamento os primeiros servidores Web da Universidade de São Paulo, nesta ordem: 1) Escola do Futuro [http://www.futuro.usp.br], 2) catatau.ime.usp.br (pirata, rodado a partir do crontab na porta 8000), 3) Laboratório de Sistemas Integráveis [http://www.lsi.usp.br], 4) Instituto de Física [http://www.if.usp.br], 5) Instituto de Matemática e Estatística (oficial) [http://www.ime.usp.br]. Ao longo de 1994, um grupo de estudantes da USP criou centenas de páginas Web. Em novembro daquele ano, estimaram que metade das páginas Web do país estava na USP (por volta de 500). Coluna "BBSMania" do Caderno de Informática do jornal O Globo fala de IRC, da febre editorial de livros sobre Internet que estava ocorrendo no Canadá e da publicação em português do livro "Manual da Internet". O jornal Folha de S.Paulo dedicou a edição dominical do seu caderno "Mais!" à "superinfovia do futuro". E anunciava: "nasce uma nova forma de comunicação que ligará por computador milhões de pessoas em escala planetária". Uma relação de home pages brasileiras é publicada no caderno de informática do Jornal do Brasil: continha 28 home pages, todas de instituições de ensino e pesquisa. O governo brasileiro divulga, através do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério das Comunicações (MC), a intenção de investir e promover o desenvolvimento das redes no país. A criação da estrutura necessária para a exploração comercial da Internet ficou a cargo da Embratel e da RNP. A RNP entraria com a experiência adquirida com a Internet acadêmica e com a infra-estrutura básica (uma rede nacional de alta velocidade) para a instalação da Internet comercial. Embratel lança o Serviço Internet Comercial. Iniciou seu serviço de acesso à Internet em caráter experimental, escolhendo cinco mil usuários para testar o serviço. Seu link internacional é de 256 Kbps.

12 Desconexão abrupta de 45 BBSs ligados ao Ibase gera polêmica e deixa seus mais de 10 mil usuários desplugados da rede. Segundo a coordenação da Rede Rio, a presença das BBSs de cunho comercial feria o acordo de tráfego puramente acadêmico feito com a Embratel, além de poder estar causando congestionamento no tráfego da rede estadual devido à explosão do número de usuários. Para o Ibase, as BBSs estavam ligadas em caráter experimental e, conforme estabelecido em contrato, com prazo limitado à abertura para uso comercial. Acesso à Internet via Embratel começou a funcionar de modo definitivo. Mas a exclusividade da Embratel no serviço de acesso a usuários finais desagradou à iniciativa privada. Temia-se que a Embratel e outras empresas de telecomunicações dominassem o mercado, criando um monopólio estatal da Internet no Brasil. Diante disso, o Ministério das Comunicações tornou pública a posição do governo de que não haveria monopólio e que o mercado de serviços da Internet no Brasil seria o mais aberto possível. É criado o Comitê Gestor Internet Brasil com o objetivo de traçar os rumos da implantação, administração e uso da Internet no país. Participariam do Comitê Gestor membros do Ministério das Comunicações e do Ministério de Ciência e Tecnologia, representantes de provedores e prestadores de serviços ligados à Internet e representantes de usuários e da comunidade acadêmica. O Comitê Gestor teria ainda como atribuições principais: fomentar o desenvolvimento de serviços da Internet no Brasil, recomendar padrões e procedimentos técnicos e operacionais, além de coletar, organizar e disseminar informações sobre os serviços da Internet. Link internacional da Embratel: 2 Mbps. Chegava às bancas a primeira revista sobre Internet no Brasil, que incluía um Guia de Provedores, com uma lista de 21 provedores. Um indicativo do potencial de abrangência e influência cultural fica evidente quando uma novela, transmitida pela Rede Globo, utiliza a Internet em sua trama, levando o assunto para a televisão e, consequentemente, para a casa de milhões de brasileiros. A rede servia de pano de fundo para uma trama que envolvia um romance. A Embratel e o Ministério das Comunicações não facilitavam as iniciativas dos provedores privados: a estrutura necessária não estava totalmente implantada e havia indefinições sobre os preços a serem cobrados. Mesmo assim, uma dezena de provedores já operava até o final de 95 conectados à Internet através da Embratel. Outros, como a IBM e a Unisys, começaram a implantar suas próprias conexões internacionais. A rede mundial é matéria de capa de revista de grande circulação nacional, com o título: "Internet. A grande estrada da informação. Roteiro passo a passo para você entrar na rede. O hardware, o software e os provedores de acesso" O grande "boom" da rede no Brasil aconteceu ao longo do ano de Um pouco pela melhoria nos serviços prestados pela Embratel, mas, principalmente, pelo crescimento natural do mercado. A Internet brasileira cresceu vertiginosamente, tanto em número de usuários quanto de provedores e de serviços prestados através da rede. Link internacional da Embratel: 4 Mbps. Grupo Abril lança o Brasil Online (BOL). (A decisão de investir em um serviço online baseado na Internet havia sido tomada em dezembro de 1994, mas investimentos importantes só aconteceram a partir do final de 1995.) Grupo Folha lança o Universo Online (UOL). Os projetos do Grupo Abril e do Grupo Folha eram muito parecidos: ambos tentavam se tornar grandes provedores de acesso alavancando o conteúdo editorial de suas respectivas empresas mães. Folha de S.Paulo publica o "Guia da Internet", com quatro mil endereços de páginas brasileiras na Web. Link internacional da Embratel: 8 Mbps.

13 Na Fenasoft, o BOL começa a vender assinaturas para acesso à Internet. Link internacional da Embratel: 18 Mbps. Link internacional da Embratel: 20 Mbps. Link internacional da Embratel: 22 Mbps. Andersen Consulting divulgou uma pesquisa realizada com um grupo selecionado de grandes empresas privadas e estatais do país. A pesquisa revelou que 80% dessas empresas já haviam colocado informações e serviços disponíveis na Internet. A pesquisa dizia ainda que mais da metade dessas empresas considerava "a tecnologia da informação um instrumento essencial para a tomada de decisões".gilberto Gil fez o lançamento de sua música "Pela Internet" através da própria rede, cantando, ao vivo, uma versão acústica da música e conversando com internautas sobre sua relação com a Internet O ano de 1997 veio consolidar a Internet tupiniquim. Novas revistas sobre o assunto foram lançadas. Os provedores chegaram a diversas centenas. O conteúdo em língua portuguesa na rede tornou-se significativo. Empresas, bancos, universidades e até o governo fizeram questão de marcar presença na Internet. Algumas estimativas mais otimistas diziam que o número de usuários no Brasil passou de um milhão naquele ano. Globo começa a testar provedor de acesso via cabo Virtua, em Sorocaba (SP). Link internacional da Embratel: 24 Mbps. Link internacional da Embratel: 28 Mbps. Imposto de Renda pode ser entregue via Internet. Link internacional da Embratel: 30 Mbps. Link internacional da Embratel: 38 Mbps. Provedor CPUnet da Bahia tem literalmente os cabos arrancados da parede, por ordem do Juizado de Menores de Salvador. A causa foi uma página de usuário que incluía fotos eróticas de crianças. Link internacional da Embratel: 40 Mbps. Lançado em Brasília o serviço Link Express de acesso à Internet via cable-modem através do MMDS (Sistema de Distribuição por Multiponto e Multicanal) da TV Filme. Link internacional da Embratel: 74 Mbps Brasileiro inventa o acesso à Internet via ondas de rádio (Curitiba, PR). Em parceria com empresa israelense, vai fabricar o equipamento necessário [http://www.redeomega.com.br/]. Link internacional da Embratel: 108 Mbps. Telebahia inicia testes com a tecnologia de acesso ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line ou Linha de Assinante Digital Assimétrica), cuja velocidade é 20 vezes mais rápida que a dos MODEM convencionais. Secretaria da Receita Federal informou que declarações de Imposto de Renda foram entregues via Internet. O número representou 26% do total de declarações recebidas. Lançada campanha "Internautas Contra Fome", destinada a arrecadar alimentos contra a seca que atinge o Nordeste. Provedor InterLink, de Vitória, ES, inicia serviço de acesso à Internet via cable-modem. Link internacional da Embratel: 142 Mbps. Privatização do Sistema Telebrás. Embratel é comprada pela MCI WordCom -- uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo Telebahia iniciou o serviço Fast Internet baseado na tecnologia ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line). 13

14 Ibope [http://www.ibope.com.br/] divulgou os resultados da 3ª Pesquisa Internet Brasil (realizada em dezembro de 1998). O número de internautas brasileiros é estimado em 2,5 milhões. Greve de usuários contra os altos preços praticados pelos provedores brasileiros. A idéia é inspirada em greve semelhante ocorrida na França -- onde a France Telecom monopoliza os serviços de acesso à rede. A greve brasileira tem pouca adesão e alguns provedores até aproveitam para fazer promoções. Logo após o fracasso da greve do dia 13, surge um novo movimento -- bem mais organizado que o primeiro -- propondo "lotar a Internet por um dia a fim de exigir melhores serviços e preços". Mais detalhes em Fevereiro RealNetworks, em parceria com as Organizações Globo e a Embratel, transmitem ao vivo pela Internet o desfile das escolas de samba do carnaval carioca. Grupo de pequenos e médios provedores cria movimento reivindicando a redução de preços de backbones no Brasil [http://www.movimentoprovedores.com.br]. Pesquisa realizada em janeiro pela Network Wizards indica que o Brasil é o 17º colocado em número de hosts no mundo (o país subiu duas posições em relação à pesquisa anterior). O movimento que pretendia congestionar a Internet brasileira no dia 20 teve pouca adesão, conforme informaram os próprios organizadores [http://members.tripod.com/~protesto_99/]. O tráfego na rede foi de um dia normal. A Prefeitura do Rio de Janeiro colocou no ar um serviço que permite acompanhar o andamento de processos administrativos por meio de boletins enviados via . [http://www.rio.rj.gov.br/sma] A Secretaria da Receita Federal informou que já foram entregues 23,6 mil declarações do Imposto de Renda pela Internet. MAS AFINAL O QUE É A WEB? É a denominação da Grande Rede Mundial. Um sistema global, hypermedia de trabalho em conjunto, uma cadeia de trabalho virtual networked - que opera dentro de um contexto maior - cyberspace via linhas de comunicação; um método associativo, não-linear de apresentar hypermedia. Fisicamente se refere a uma árvore de diretório em um servidor de rede que contém HTML, arquiva dados de muitos tipos e imagens, como por exemplo em GIF e JPG que são formatos de arquivos. Esta rede possui uma SUB-REDE que se refere a diretórios localizados, por assim dizer debaixo do diretório raiz da rede. A Grande REDE Mundial é um modo para armazenar textos, de proporcionar acessos, quadros, sons, vídeos, e outros tipos de dados na Internet. A Grande REDE Mundial usa protocolos de Internet como por exemplo: HTTP e HTML, permitindo aos usuários verem, carregar e interagir com estas informações na Internet. O WWW foi inventado em 1990 por Tim Berners-Lee no Instituto de CERN na Suíça.... E ISTO É INTERNET? A INTERNET é um sistema global de computadores em networked que permite aos computadores comunicarem-se entre si e trocarem dados. Todos os computadores na INTERNET comunicam-se através de protocolos. Estes protocolos são compartilhados; em outras palavras, eles possibilitam que todos falem um idioma comum. Uma comunidade de usuário extensa desenvolveu-se na Rede desde sua introdução pública em Trocar pacotes de informação através da Internet aumentou de um total de transferência 14

15 mensal de 78 megabytes em dezembro 1992 a 1,056,081 megabytes (mais de 1 terabyte) em julho de Seria clichê para chamar este uma " explosão " de informação. Certamente houve uma explosão de atividades, trafego de informações, servidores, e dados ou " materiais " na Rede. Uma explosão de informações, que somente agora, depois da "onda inicial", parece estar verdadeiramente conduzindo a conhecimento e sabedoria. Contudo, esta melhoria de qualidade e significado, ainda está em suas fases nascentes. 15 Sem ferramentas e metodologias por juntar, avaliando, administrando, e apresentando informação, o potencial da Rede como um universo de conhecimento poderia ser perdido. Sabedoria humana, julgamento, e estéticas devem ser partilhadas na REDE, melhorando a qualidade de informação. VAMOS CONHECER ALGUNS TERMOS UTILIZADOS NA GRANDE REDE... Hypermedia Uma forma ou grupo de formas de Multimídia (quadros, gráficos, som e cinema) que operam sobre os protocolos da Rede de Comunicações WWW. HTML - Hypertext Markup Language é o idioma de programação que possibilita criar páginas de rede e outros efeitos de multimidia. URL - Uniform Recurse Locator - é seu endereço de Internet, como por exemplo "http://www.microsoft.com". É composto de um protocolo, como HTTP, e um domínio (uma companhia, universidade, ou outra organização) e de um nome de caminho (onde o arquivo é localizado no computador e o nome do arquivo). Assim o URL " " inclui o protocolo (http), o domínio (www.ucsd.edu), e o caminho e nome de arquivo (/library/www.html). Domínio É um número que identifica um determinado computador ligado à REDE. Todo computador ligado à WWW tem um domínio ou utiliza um domínio para poder se conectar. DNS - Domain Name Server Literalmente é o computador que identifica e traduz os domínios dos computadores ligados em rede WWW para uma linguagem compreensível para a REDE. HTTP - Hipertext Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Hipertexto). O idioma compartilhado que permite a troca de dados em cima da rede. Todos os servidores de rede e browers de rede usam HTTP. Browser- Um browser de rede é uma aplicação baseada na Internet que lhe permite descobrir, navegar, e exibir documentos por toda a Internet. Literalmente é função de um browser seguir um vínculo ou enviar uma questão a um servidor. Browsers de rede como Netscape e Internet Explorer o ajudam a explorar um enorme e amplo universo de informação rapidamente e lhe dá capacidades novas e poderosas por interagir com informação disponível no ambiente de REDE. Servidor de rede- Um computador, ligado na Internet, que utiliza um programa de servidor de rede. Servidores de rede alojam páginas de rede. Página de rede - Um documento de HTML em um computador local ou servidor de rede. Às vezes chamado uma " homepage ", especialmente se a página serve como um documento introdutório oficial para uma organização ou indivíduo. )... Um pouco mais de informação

16 No WWW tudo (documentos, menus, índices) é representado ao usuário como um objeto de hipertexto em formato de HTML. Vínculos de Hipertexto se referem a outros documentos interligados pelas URL. 16

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