Redes locais Notas de aula Brito

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Redes locais Notas de aula Brito"

Transcrição

1 Redes locais Notas de aula Brito

2 Índice 1 COMPARTILHAMENTO DE DISPOSITIVOS REDES DE COMPUTADORES IMPORTÂNCIA DAS REDES Compartilhamento de Recursos Confiabilidade Escalabilidade Meio de Comunicação CLASSIFICAÇÃO DA REDES Classificação Pela Distribuição do Processadores Redes Confinadas Redes Geograficamente Distribuídas Classificação das Redes pelas Distâncias Redes Locais ( Local Area Networks - LANs) Redes Metropolitanas Redes Geograficamente Distribuídas (Wide Area Networks - WANs) CARACTERÍSTICAS PARA IMPLANTAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES TOPOLOGIAS LIGAÇÕES PONTO-A-PONTO TOPOLOGIA LÓGICA Broadcasting ou Difusão: Token-Ring: TOPOLOGIA FÍSICA Topologia Barramento Topologia Estrela: Topologia Anel PLACAS ADAPTADORAS DE REDE (NIC = NETWORK INTERFACE CARD) CSMA CHAMADA PASSAGEM DE FICHA

3 1 Compartilhamentos 1.1 Dispositivos O compartilhamento de dispositivos surgiu com a necessidade de compartilhar equipamentos do tipo impressora ou plotter, que tem um custo elevado. Para evitar os processos de conexão/desconexão direta na porta paralela ou serial dos computadores foram desenvolvidos os compartilhadores de impressoras. Esses compartilhadores podem conectar de 2 a 8 computadores à uma impressora, com possibilidade desse dispositivo ser equipado com buffer de memória, para liberar mais rapidamente o computador. Esses dispositivos podem ser mecânicos com chave seletora giratória ou teclas tipo push-button, ou ainda, podem ser eletrônicos com a seleção automática de computador ou seletor digital. Outros dispositivos permitem chavear a conexão de duas impressoras a um computador (1 impacto e 1 jato de tinta ou laser). cabo de extensão Chaveador Impressora Cabo Paralelo Figura 1 Compartilhador de Impressora para 4 es Chaveador Printer Plotter Figura 2 Chaveador Duas Impressora para Um Outros aparelhos permitem o chaveamento de teclado, mouse e monitor entre várias CPUs (solução muito importante para gerenciamento de vários servidores de rede). VGA1 M1 T 1 VGA 2 T 2 M 2 VGA 3 M3 T 3 Monitor Data General Data General Servidor 1 Servidor 2 Super-Server 1 Chavedor Teclado Mouse Figura 3 Chaveador para 1 Terminal para 3 Servidores 3

4 1.2 Dados O compartilhamento de dados também logo percebido pelos usuários de Informática, buscava uma maneira mais eficiente que o trânsito de disquetes. Essas estruturas existiram desde a época do sistema operacional MS-DOS. A conexão é Micro-a-Micro usando cabo seriais ( ou cabos nulos), cabos paralelos e posterior cabo de rede (coaxial ou par-trançado cruzado). Os cabos seriais atingiam as maiores distâncias com as menores taxas de transmissão (de 19Kbps até 115,2 Kbps), enquanto que os cabos paralelos atingem as menores distâncias e por apresentarem 8 fios para dados, simultaneamente, atingem taxas próximas a 1Mbps. Os cabos de rede conseguem taxa de no mínimo 10Mbps (nas placas de rede Ethernet) e 100Mbps (nas placas de rede Fast-Ethernet). Figura 4 Cabo Paralelo e Cabo Nulo (serial) 2 Redes de es Uma Rede de es é formada por um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligados por um sistema de comunicação. Ela permite compartilhar dados e dispositivos pela mesma estrutura. 2.1 Histórico Os sistemas de processamento de dados apareceram na década de 40 do século passado, com computadores caríssimos e com capacidade de processamento inferior aos microcomputadores atuais. Desde logo ficou evidente a necessidade de que aqueles computadores de grande porte, denominados mainframes, precisavam permitir que mais que usuário pudessem utilizá-los. 2.2 Time-Sharing (Compartilhamento de Tempo de Uso) O uso por mais que um usuário veio com suporte a vários terminais, criando um compartilhamento de tempo de uso (time-sharing) desses computadores. Esse tipo de uso do computador não distribuía o processamento, que continuava centralizado numa única C.P.U., o que se permitiam eram operações de terminais, chamados terminais burros, pois não processavam dados, eram apenas monitor e teclado. Mainframe IBM 3262 printer IBM 3174 Disk array Generic Terminal Generic Terminal Figura 5 Terminais de es 4

5 TALK / DA TA TALK TALK / DAT A TALK RS CS TR RD TD CD RS CS TR RD TD CD TALK / DAT A TALK TALK / DATA TALK RS CS TR RD TD CD RS CS TR RD TD CD No início essas conexões que empregavam cabos coaxiais, eram locais, circunscritas às instalações das empresas e aos comprimentos máximos dos cabos. Logo ficou evidente a necessidade de estender esses comprimentos e a solução apareceu com a adição de segmentos de telefonia nos segmentos. Isso envolvia o uso de aparelhos que convertiam o sinal digital dos computadores para sinais analógicos da telefonia. Sinal Analógico Sinal Digital Figura 6 Esquema Sinal Analógico x Sinal Digital Esses aparelhos conversores chamados de Modulador-Demodulador ou simplesmente MODEM. Modem Mainframe IBM 3262 printer IBM 3174 Cabo RS-232 linha telefõnica Disk array Generic Terminal Generic Terminal Modem Generic Terminal Figura 7 Dpd com Terminal Remoto via Modem Com esse recurso o aparecimento dos bureauxs ( birôs ) de prestação de serviços vendiam o acesso aos DPDs ( Mainframes, Impressão, Softwares, Digitação ), promoviam o acesso da tecnologia com investimentos muitos menores. Cable Modems Mainframe IBM 3262 printer IBM 3174 Serviços de Telefonia Disk array Generic Terminal Generic Terminal Cable ModemsGeneric Terminal Bureaux de Processamento de Dados Figura 8 Dpd com Terminal Remoto via Modem e Rede de Pacotes 5

6 2.3 Importância das Redes de es Sua importância como estrutura de comunicação nas empresas afeta muitos aspectos das empresas, destacaremos apenas alguns: Compartilhamento de Recursos As redes conseguiram promover o acesso de uma quantidade maior de usuários aos hardwares mais caros (unidade de fita de backup, gravadores de discos etc), permite centralizar impressoras, permite a criação de bancos de dados centralizados com controles de acesso diferenciados Confiabilidade As redes conseguiram estabelecer uma maior confiabilidade nos sistemas informatizados, de modo que os usuários de aplicações criticas consigam alternativas de trabalho mesmo em sistemas com degradação de desempenho, ou mesmo falhando, possam ser isolados e os sistemas críticos mantidos ativos. Essa mesma confiabilidade nas redes estimulou as mudanças no desenvolvimento de sistemas, permitindo que as aplicações pudessem ser desmembradas em aplicaçõescliente e aplicações-servidoras, ficando mais otimizadas para cada perfil de trabalho Redução de Custos Apesar do desempenho notadamente superior aos microcomputadores, os computadores de grande porte sempre apresentaram problemas de custos elevados tanto de implantação quanto de manutenção. Os microcomputadores atingiram uma confiabilidade como ambiente para as redes por caminhos meio acidentados ( downsizing x rightsizing), e atualmente, é a plataforma mais popular nas redes. Seu custo comparado com o grande porte é notadamente menor Escalabilidade A escalabilidade permite que as redes possam evoluir conforme as necessidades da empresa, permitindo um aumento até programado da potência da rede, através de investimento progressivo, o que facilita uma implantação. Importante nesse contexto é um PDI ( Plano Diretor de Informática ) bem elaborado, facilita detectar quais segmentos da rede necessita prioridade de investimentos Meio de Comunicação As redes constituem uma estrutura de comunicação formidável pois permitiram toda uma gama de meios de comunicação: Correio Eletrônico Agenda Pessoal e Corporativa Chat Fóruns Telefonia Voz-sobre-IP ( VoIP ) Figura 9 Exemplo de Instalação VoIP 6

7 2.4 Classificações das Redes de Compútadores Redes de computadores podem ser classificadas sob diversos aspectos, distribuição dos processadores, Distância entre os componentes da rede, Velocidade de Transferência dos Dados etc Classificação Pela Distribuição dos Processadores Nas redes de computadores grande porte, a escalabilidade da instalação que permitia a expansão da potência de processamento do computador, permitia que módulos de processamento fossem adicionados ao computador já instalado. Dada às dimensões desses componentes, em muitos casos não havia espaço físico para acomodar esses novos componentes, daí a possibilidade de instalar esses componentes em outros prédios e promover sua conexão por cabeamentos. Em muitos casos em muitos casos, podiam existir instalações de computadores distintas, que num determinado momento, uma tarefa podia exigir um poder de processamento muito grande, e interligavam essas instalações apenas para cumprir essa tarefa. Com os microcomputadores esse conceito de computação distribuída em múltiplos processadores não é popular, pois o sistema operacional desses era monotarefa, e as aplicações a eles destinadas não eram pessoais e as empresariais não dependiam tanto de poder de processamento Redes Confinadas As redes são chamadas Redes Confinadas quando as distâncias entre os módulos processadores são menores que alguns poucos metros. Redes Locais de es são sistemas cujas distâncias entre os módulos processadores se enquadram na faixa de alguns poucos metros a alguns poucos quilômetros Redes Geograficamente Distribuídas Sistemas de redes cuja dispersão dos processadores é maior do que alguns quilômetros são chamadas Redes Geograficamente Distribuídas. Esse conceito entre microcomputadores está se popularizando pelas redes acadêmicas que promovem o compartilhamento de poder de processamento para as aplicações científicas que necessitam do recurso. Essas redes criadas pelas universidades e governos são chamadas de Grids. Os Grids de Computação ou Computação em Grade já dispertaram os interesses empresarial pelo fato de eliminar as ilhas de processamento, onde o poder de processamento dos computadores osiosos, atualmente mão aproveitados, podem ser distribuídos pela empresa. Algumas empresas como Sun Microsystems já está vendendo processamento remoto, numa grade dela a custo de US$1,00/hora por processador alocado. 7

8 Figura 10 Projeto PAUÁ da HP e as Universidades brasileiras No Brasil as parcerias com empresas do governo com empresas privadas também já estam ocorrendo, a Oracle já lançou um banco de dados especial para grade, a Universidade Estadual de São Paulo já tem curso especial para comutação em grade. Grid 01 - São Paulo Grid 02 - Alemanha Linhas De Processame nto (threads) Software Para Grid Internet Linhas De Processame nto (threads) Usuário Autorizado Modem Figura 11 Diagrama de Grid de es Classificação das Redes pelas Distâncias Essa classificação é mais comum, e fabricantes de soluções de hardware e software, bem como as literaturas técnicas empregam amplamente essa classificação Redes Locais ( Local Area Networks - LANs) Surgiram dos ambientes de institutos de pesquisa e universidades, o enfoque dos sistemas de computação que ocorriam durante a década de 1970 levavam em direção à distribuição do poder computacional. Redes locais surgiram para viabilizar a troca e o compartilhamento de informações e dispositivos periféricos( recursos de hardware e software), preservando a independência das várias estações de processamento, e permitindo a integração em ambientes de trabalho cooperativo. Pode-se caracterizar uma rede local com sendo uma rede que permite a interconexão de equipamentos de comunicação de dados numa pequena região com distâncias entre 8

9 100m e 25Km embora as limitações associadas às técnicas utilizadas em redes locais não imponham limites a essas distâncias. Outras características típicas encontradas e comumente associadas a rede locais são : Altas taxas de transmissão (de 0,01 a 10Gbps) Baixas taxas de erros. Em geral elas são de propriedade privada Redes Metropolitanas Quando a distância de ligação entre vários módulos processadores começa a atingir distâncias metropolitanas, chamamos esses sistemas não mais de rede locais, mas de Redes Metropolitanas (Metropolitan Area Networks - MANs). Uma rede metropolitana apresenta características semelhantes às redes locais, sendo que as MANs em geral, cobrem distâncias maiores que as LANs operando em velocidades menores Redes Geograficamente Distribuídas (Wide Area Networks - WANs) Surgiram da necessidade de se compartilhar recursos especializados por uma maior comunidade de usuários geograficamente dispersos. Por terem um custo de comunicação bastante elevado (circuitos para satélites e enlaces de microondas), tais redes são em geral públicas, isto é, o sistema de comunicação, chamado sub-rede de comunicação, é mantido gerenciado e de propriedade pública. Face às várias considerações em relação ao custo, a interligação entre os diversos módulos processadores em uma tal rede determinará utilização de um arranjo topológico específico e diferente daqueles utilizados em redes locais. Ainda por problemas de custo, as velocidades de transmissão empregadas são baixas: da ordem de algumas dezenas de kilobits/segundo (embora alguns enlaces cheguem hoje a velocidade de megabits/segundo). 9

10 Por questão de confiabilidade, caminhos alternativos devem ser oferecidos de forma a interligar os diversos módulos. 2.5 Características para implantação de Redes de es A escolha de um tipo particular de rede para suporte a um dado conjunto de aplicações é uma tarefa difícil. Cada arquitetura possui certas características que afetam sua adequação a uma aplicação em particular. Nenhuma solução pode chamar para si a classificação de ótima quando analisada em contexto geral, e até mesmo em particular. Muitos atributos entram em jogo, o que torna qualquer comparação bastante complexa. Esses atributos dizem respeito ao custo, à confiabilidade, ao tempo de resposta, à velocidade, ao desempenho, à facilidade de desenvolvimento, à modularidade, à disponibilidade, à facilidade, à complexidade lógica, à facilidade de uso, à facilidade de manutenção, e etc.. O custo de uma rede é dividido entre o custo das estações de processamento (microcomputadores, minicomputadores etc.), o custo das interfaces com o meio de comunicação e o custo do próprio meio de comunicação. O custo das conexões dependerá muito do desempenho que se espera da rede Redes de baixo a médio desempenho: Usualmente empregam poucas estações com uma demanda de taxas de dados e volume pequeno, com isso as interfaces serão de baixo custo devido as sua limitações e aplicações Redes de alto desempenho: Já requerem interfaces de custos mais elevados, devido em grande parte ao protocolo de comunicação utilizado e ao meio de comunicação. Várias são as medidas que caracterizam o desempenho de um sistema com isso faz-se necessário definir o que é retardo de transferência, retardo de acesso e retardo de transmissão. Retardo de Acesso o intervalo de tempo decorrido desde que uma mensagem a transmitir é gerada pela estação até o momento em que a estação consiga obter somente para ela o direito de transmitir, sem que haja colisão de mensagens no meio. Retardo de Transmissão é o intervalo de tempo decorrido desde o início da transmissão de uma mensagem por uma estação de origem até o momento em que a mensagem chega à estação de destino. Retardo de Transferência é a soma dos retardos de acesso e transmissão, incluindo o todo o tempo de entrega de uma mensagem, desde o momento em que deseja transmiti-la, até o momento em que ela chega para ser recebida pelo destinatário. O retardo de transferência é, na grande maioria dos casos, uma variável aleatória, no entanto em algumas redes o maior valor que o retardo de transferência pode assumir é limitado, ou seja, determinístico. A rede dever ser moldada ao tipo particular de aplicação de modo a assegurar um retardo de transferência baixo. O sistema de comunicação entre os módulos deve ser de alta velocidade e de baixa taxa de erro, de forma a não provocar saturação no trafego de mensagens. Em algumas aplicações (em particular as de controle em tempo real) a necessidade de retardo de transferência máximo limitado é de vital importância. A utilização efetiva do sistema de comunicação é apenas uma porcentagem da capacidade total que ela oferece. Uma rede deve proporcionar capacidade suficiente para viabilizar a que é destinada, e certos critérios devem ser elevados em conta, a escolha 10

11 adequada da arquitetura, incluindo a estrutura de conexão, o protocolo de comunicação e o meio de transmissão, velocidade e retardo de transferência de uma rede são essenciais para um bom desempenho de uma rede local Confiabilidade de Sistemas em Rede A confiabilidade de um sistema em rede pode ser avaliada em termos de: Tempo médio entre falhas (Medium Time Between Failures- MTBF), Tolerância a falhas, Degradação amena (Gracefull Degradation), Tempo de reconfiguração após falhas Tempo médio de reparo (MTTR - Medium Time to Repair). Modularidade Tempo médio entre falhas é geralmente medido em horas, estando relacionado com a confiabilidade de componentes e nível de redundância Degradação amena é dependente da aplicação ela mede a capacidade da rede continuar operando em presença de falhas, embora com um desempenho menor Reconfiguração após falhas requer caminhos redundantes sejam acionados tão logo ocorra uma falha ou esta seja detectada. A rede deve ser tolerante a falhas transientes causadas por hardware e/ou software, de forma que tais falhas causem apenas uma confusão momentânea que será resolvida sem recursos de redundância, mas essas não são de modo algum as únicas falhas possíveis Tempo médio de reparo pode ser diminuído com o auxílio de redundância, mecanismos de auto-teste e diagnóstico e manutenção eficiente Modularidade pode ser caracterizada como grau de alteração de desempenho e funcionalidade que um sistema (rede) pode sofrer em mudar seu projeto original. Os três maiores benefícios de uma arquitetura modular são as facilidades para: Modificação: que é simplicidade com funções lógicas ou elementos de hardware podem ser substituídos, a despeito da relação íntima com outros elementos; Crescimento: que diz respeito a configurações de baixo custo, melhora de desempenho e funcionalidade e baixo custo de expansão; Uso e Manutenção: o emprego conjuntos de componentes básicos facilitam a viabilização dos projetos, as adições novos equipamentos a rede, manutenção do sistema como um todo. Uma rede bem projetada deve poder se adaptar modularmente às várias aplicações que é dedicada, como também prever futuras instalações. 11

12 De fundamental importância a compatibilidade será aqui utilizada como a capacidade que o sistema (rede) possui para de ligar a dispositivos de vários fabricantes, quer a nível de hardware quer a nível de software. Essa característica é extremamente importante na economia de custo de equipamentos já existentes. Uma rede deve ter a capacidade de suportar todas as aplicações para qual foi dedicada e mais aquelas que o futuro possa requer. Quando possível, não deve ser vulnerável à tecnologia, prevendo a utilização de futuros desenvolvimentos, quer sejam, novas estações, novos padrões de transmissão ou novas tecnologias de transmissão etc., a isso damos o nome de Sensibilidade Tecnológica. 3 TOPOLOGIAS É uma das questões vitais na construção de qualquer sistema de comunicação. A topologia de uma rede de comunicação irá, muitas vezes caracterizar seu tipo, eficiência e velocidade. A topologia refere-se a forma com que os enlaces físicos e os nós de comunicação estão organizados, determinando os caminhos físicos existentes e utilizáveis entre quaisquer pares de estações conectadas a essa rede. 3.1 Linhas de Comunicação Na organização dos enlaces físicos num sistema, encontramos diversas formas de utilização das linhas de comunicação Enlaces Físicos As ligações físicas podem ser de dois tipos: Ponto-a-ponto Multiponto Ligações ponto-a-ponto Caracterizam-se pela presença de apenas dois pontos de comunicação, um em cada extremidade do enlace ou ligação Ligação Multiponto 12

13 Nas ligações multiponto observa-se a presença de três ou mais dispositivos de comunicação com possibilidade de utilização do mesmo enlace Modos de Comunicação A comunicação no enlace refere-se a utilização do meio físico que conecta estações, e pode ser: Modo Simplex No modo Simplex o enlace é utilizado apenas em um dos dois possíveis sentidos de transmissão Modo Half-Duplex Nesse modo o enlace é utilizado nos dois possíveis sentidos de transmissão, porém apenas um por vez Modo Full-Duplex Esse é o modo onde o enlace é utilizado nos dois possíveis sentidos de transmissão simultaneamente. 3.2 Topologia Lógica Classifica os modos como os dados são transmitidos pelas redes, sendo esse métodos distintos: Broadcasting ou Difusão: Os dados são transmitidos em todas as direções do cabeamento, até atingir todos os computadores da rede. ((( ( Broadcasting ) ))) ((( ( Broadcasting ) ))) Hub Figura 12 Topologia Lógica Broadcasting Token-Ring: Os dados são transmitidos de computador em computador, através de um único pacote de dados, padrão, que pode receber dados e endereçamento. Esses dados percorrerão toda a rede sempre com sentido de percurso. 13

14 Multistation Acces Unit Orientação Pacote-Padrão de Dados Atual Recebe e Envia Dados Fora da Transmissão Fora da Transmissão Fora da Transmissão Figura 13 Topologia Lógica Token-Ring 3.3 Topologia Física Classifica as redes de acordo com o arranjo físico de seus componentes, não correspondendo ao modo de transmissão dos dados. Essas topologia físicas apresentam três arranjos básicos: Barramento (ou Bus), Estrela (ou Daisy), Anel (ou Ring) Topologia Barramento É a topologia mais antiga onde as conexões ocorrem ao longo de um cabeamento,na opção de cabeamento mais cara que emprega cabo Coaxial Grosso, também conhecido por Ethernet Padrão. A maior estabilidade do cabeamento é obtida pelo cabeamento coaxial grosso, com emprego de transmissores/receptores (transceptores ou transceivers) que derivam as comunicações através de cabos especiais chamados cabos de ligação, que empregam o padrão de cabeamento chamado AUI. ACME Networks TX RX COL PWR Transceiver Transceiver Transceiver Transceiver Transceiver Server Computer Computer Computer Computer Transceiver Transceiver Transceiver Transceiver Cabo de Ligação ( AUI ) Computer Computer Computer Computer Figura 14 Topologia Física - Barramento Coaxial Grosso ( ThickNet ) 14

15 Na opção de cabeamento mais fina o cabeamento é na verdade uma seqüência de segmentos de cabos coaxiais finos interligados. Essa topologia apesar de barata não apresenta uma estabilidade de funcionamento adequada, pois os conectores apresentam muitas falhas de contato. Servidor Dedicado Cliente Cliente Cliente Cliente Compuitador Cliente Cliente Cliente Cliente Figura 15 Topologia Barramento Coaxial Fino (ThinNet) Nessa topologia encontramos uma única passagem do cabeamento, o que reduz gastos de cabos Topologia Estrela: Caracterizada pela presença de um Compartilhador ou Centralizador de conexões conhecido também por HUB. Podemos encontrar dois padrões de redes que empregam essa estrutura: as redes Ethernet e as redes Arcnet ( Attached Resource Computing+net). Hub Server Computer Computer Computer Computer Computer Computer Computer Computer Figura 16 - Topologia Física - Estrela ( Arcnet ) Hub Server Computer Computer Computer Computer Computer Computer Computer Computer Figura 17 Topologia Estrela - Ethernet TP 15

16 3.3.3 Topologia Anel É uma topologia onde ao invés de concentrador encontramos um chaveador seqüencial, gerenciando as conexões. Esse chaveador tem como principal diferença a ordem seqüencial para ativar as conexões. Esse chaveador recebe o nome de M.A.U. (Multistation Access Unit) = Unidade de Acesso Múltiplo. Seu grande contratempo foi ter permanecido como tecnologia proprietária de IBM, o que inibia uma redução de custos de fabricação. MAU Server Computer Computer Computer Computer Computer Computer Computer Computer Figura 18 - Rede Token-Ring 4 Placas Adaptadoras de Rede (NIC = Network Interface Card) Essas placas adaptadoras são nossa primeira escolha para a montagem de uma rede, pois a partir delas vamos comprar os acessórios (hubs, gateways, pontes etc) da nossa rede. Essas placas adaptadoras são elementos fundamentais para o bom funcionamento da nossa rede. Sempre acompanharam o desenvolvimento das arquiteturas dos computadores, em especial nos microcomputadores, encontramos nics para todos os tipos de slots: International Standard Architecture - ISA 8bits Dip Switches Jumpers International Standard Architecture - ISA 8/16 bits Jumpers Jumperless (EEPROM) configuração por software Enhanced ISA - EISA 16/32 bits Jumpers Micro Channel Architecture - MCA 16/32 bits Setup do IBM PS/2 NIC PCI-X Personal Computer Memory Card International Association PCMCIA 16/32 bits Jumperless (EEPROM) configuração por software Plug-and-Play (PnP) Configuração Automática Peripheral Component Interconnect PCI / PCI-X 64/32 bits Jumperless (EEPROM) configuração por software Plug-and-Play (PnP) Configuração Automática 16

17 Transmissões Paralelas PCI-Express (PCI-e) Transmissão Serial 32/64 bits Universal Serial Bus USB (1.0/1.1 e 2.0) Plug-and-Play (PnP) Configuração Automática Como placas adaptadoras que são elas apresentam um IRQ (Interruption Request) (irq mais comuns: 3, 4, 5, 9, 10 e 11) de hardware, que permite sua comunicação com o processador, apresentam também um Endereço Base de Memória (entre C000 e D800 ) para operações de buffer, um endereço de memória de I/O para troca de dados, com a faixa de endereços entre 0x240 e 0x340, sendo o default 0x300. Nas placas PnP os endereços de IRQ e Endereço Base de Memória são especiais. Pois as placas de rede além do hardware, essas placas deverão apresentar um bom suporte aos sistemas operacionais mais populares, tanto os comerciais (Microsoft, Novell, Unix ) quanto os gratuitos (softwares livres: Linux, *BSD) sendo que os drivers (softwares responsáveis por fazer o sistema operacional controlar a placa de rede) deverão acompanhar a placa e deverão estar no site da empresa para as atualizações. 4.1 Controle de Acesso ao Meio Físico (M.A.C.) Com as placas de rede nós podemos corrigir sinais amplificando-os, converter dados de um padrão para outro, estender uma transmissão de dados etc. Essas placas de rede apresentam um protocolo exclusivo para gerenciar o modo como a placa acessará o cabo de rede. Esse protocolo é conhecido por Controle de Acesso ao Meio Físico ( M.A.C. = Media Access Control ). Os MACs mais comuns são: Acesso Múltiplo com Detecção de Portadora ou CSMA (Carrier Sense Multiple Access) Chamada Passagem de Ficha (ou Staff) CSMA É o protocolo que detecta a passagem de dados antes de envio, ouvindo (mede a tensão) o cabeamento, caso não haja dados passando a placa inicia a transmissão. Esse protocolo evoluiu para o CSMA/CD (Carrier Sense with Multiple Access/Collision Detection) - onde o protocolo passou a detectar as colisões durante as transmissões, gerando aviso de colisão. As colisões ocorrem quando duas placas tentam enviar os dados no mesmo instante. Esse evento poderá aumentar de freqüência na medida que aumentamos a quantidade de computadores no mesmo segmento de rede. Podemos adotar com um valor, prático, de trinta computadores por segmento de rede, sempre dependo do tipo de utilização da rede. Se a capacidade de detecção de dados no cabeamento da placa de rede ficar comprometida por alguma falha esses eventos de colisão também aumenta. Após a colisão as NICs que transmitiam nos instantes próximos à colisão, iniciam uma contagem de um número aleatório e repetem a última transmissão, que se ninguém aguarda esses dados eles serão ignorados Chamada As placas de rede Arcnet apresentam um protocolo de controle baseado na numeração dessas placas. Essa numeração que varia de 0 a 255, é atribuída pelo usuário. Essas placas são conectadas por cabos coaxiais diretamente ao hub, através de conexões 17

18 individuais. O controle da rede fica a cargo da placa ligada com menor número, que promove uma chamada das demais placas através de um broadcasting no cabeamento. As placas responderam na sua vez, transmitindo seus dados por broadcasting para toda a rede, sem colisão de dados pois será apenas um computador transmitindo. Quando um computador é desligado ou ligado ocorre um processo chamado RECON, que irá recontar as placas e determinar quem chama Passagem de Ficha É o processo das placas de rede Token-Ring, que se caracteriza por um chaveador seqüencial que conecta as placas de rede, e estabelece um sentido para as conexões. Por essas conexões trafega um pacote-padrão de dados vazio, que percorre seqüencialmente os computadores sendo recebido pelo computador da vez, e caso não necessite transmitir nada, devolve o pacote-padrão para a rede, que o envia para o próximo computador. Quando um computador for transmitir, ele preenche o pacote-padrão com: Dados, Endereço-Destino, Endereço-Origem. Envia esse pacote-modificado pela rede computador por computador, até os dados chegarem ao Destino. Aí os dados serão descarregados, será feita uma checagem de integridade (CRC), e estão em ordem o pacote-padrão receberá uma confirmação do sucesso da transmissão, serão trocados os endereços de Destino e Origem, e esse pacote-resposta seguirá seqüencialmente computador por computador até o computador que originou a transmissão, onde os dados do pacote-resposta serão removidos, voltando a ser um pacote-padrão novamente, que será devolvido para a rede. 18

19 Figura 1 Compartilhador de Impressora para 4 es 3 Figura 2 Chaveador para 1 Terminal para 3 Servidores 3 Figura 3 Chaveador Duas Impressora para Um 3 Figura 4 Terminais de es 4 Figura 5 Esquema Sinal Analógico x Sinal Digital 5 Figura 6 Dpd com Terminal Remoto via Modem 5 Figura 7 Dpd com Terminal Remoto via Modem e Rede de Pacotes 5 Figura 8 Exemplo de Instalação VoIP 6 Figura 9 Projeto PAUÁ da HP e as Universidades brasileiras 8 Figura 10 Diagrama do Grid LNCC do Rio de Janeiro 8 Figura 11 Topologia Lógica Broadcasting 13 Figura 12 Topologia Lógica Token-ring 14 Figura 13 Topologia Física - Barramento Coaxial Grosso ( ThickNet ) 14 Figura 14 Topologia Barramento Coaxial Fino (ThinNet) 15 Figura 15 - Topologia Fisica - Estrela ( Arcnet ) 15 Figura 16 Topologia Estrela - Ethernet TP 15 Figura 17 - Rede Token-Ring 16 19

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Introdução Redes de Computadores. Filipe Raulino

Introdução Redes de Computadores. Filipe Raulino <filipe.raulino@ifrn.edu.br> Introdução Redes de Computadores Filipe Raulino Introducão A comunicação sempre foi uma necessidade básica da humanidade. Como se comunicar a distância? 2 Evolução da Comunicação

Leia mais

Apostila de Tele-Redes V.2

Apostila de Tele-Redes V.2 V.2 Índice 1 INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS INFORMATIZADOS... 4 1.1 SISTEMAS MONOUSUÁRIOS... 4 1.1.1 Monotarefa... 4 1.1.2 Multitarefa... 4 1.2 SISTEMAS MULTIUSUÁRIOS... 5 1.2.1 es de Grande Porte (MainFrames)...

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Eriko Carlo Maia Porto UNESA Universidade Estácio de Sá eriko_porto@uol.com.br Última revisão Julho/2003 REDES DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO Década de 50 introdução dos

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 1. Conceitos básicos, Classificação e Topologias de Redes Prof. Ronaldo

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores é um conjunto de equipamentos que são capazes de trocar informações e compartilhar recursos entre si, utilizando protocolos para se comunicarem e

Leia mais

Introdução às Redes de Computadores

Introdução às Redes de Computadores Volnys B. Bernal (c) 1 Introdução às Redes de Computadores Volnys Borges Bernal volnys@lsi.usp.br http://www.lsi.usp.br/~volnys Volnys B. Bernal (c) 2 Agenda Rede de Computadores Classificação quanto à

Leia mais

Unidade 1. Bibliografia da disciplina 15/11/2008. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores

Unidade 1. Bibliografia da disciplina 15/11/2008. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 1 Conceitos básicos de Redes de Computadores 2

Leia mais

Unidade 1. Bibliografia da disciplina. Introdução. O que compartilhar? Exemplo 12/10/2009. Conceitos básicos de Redes de Computadores

Unidade 1. Bibliografia da disciplina. Introdução. O que compartilhar? Exemplo 12/10/2009. Conceitos básicos de Redes de Computadores Faculdade INED Unidade 1 Conceitos básicos de Redes de Computadores Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados, Sistemas para Internet e Redes de Computadores Disciplina: Fundamentos de Redes Prof.:

Leia mais

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto Introdução Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 1. Introdução i. Conceitos e Definições ii. Tipos de Rede a. Peer To Peer b. Client/Server iii. Topologias

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

RCO2. LANs, MANs e WANs Visão geral

RCO2. LANs, MANs e WANs Visão geral RCO2 LANs, MANs e WANs Visão geral 1 LAN, MAN e WAN Classificação quanto a alcance, aplicação e tecnologias Distâncias: WAN: : distâncias arbitrariamente longas MAN: : distâncias médias (urbanas) LAN:

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos RCO2 Redes Locais (LANs): Características e requisitos 1 Aplicações de LANs LANs para computadores pessoais Baixo custo Taxas de transmissão limitadas Redes de conexão Interconexão de sistemas maiores

Leia mais

Introdução a Redes de Computadores

Introdução a Redes de Computadores Introdução a Redes de Computadores SUMÁRIO INTRODUÇÃO...2 CAPITULO 1 - PRINCÍPIOS DA COMUNICAÇÃO...2 1.1 - EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO...3 1.2 - EVOLUÇÃO DAS ARQUITETURAS...4 1.3 - REDES DE COMPUTADORES...8

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

Introdução a Ciência da Computação REDES DE COMPUTADORES

Introdução a Ciência da Computação REDES DE COMPUTADORES Introdução a Ciência da Computação REDES DE COMPUTADORES Professor: Carlos Henrique E-mail: carlos_hvr@yahoo.com.br Definição Inicial Tipos de Redes Servidores Arquitetura de Protocolos Topologia de Redes

Leia mais

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações.

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Topologia em estrela A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Como esta estação tem a responsabilidade de controlar

Leia mais

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores Apresentação do professor, da disciplina, dos métodos de avaliação, das datas de trabalhos e provas; introdução a redes de computadores; protocolo TCP /

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

Redes de Computadores UNIDADE 2:Conhecendo os equipamentos, dispositivos e serviços de TI.

Redes de Computadores UNIDADE 2:Conhecendo os equipamentos, dispositivos e serviços de TI. UNIDADE 2:Conhecendo os equipamentos, dispositivos e serviços de TI. *Definição *Contexto Atual *Meios de Transmissão *Equipamentos de Comunicação *Arquiteturas de Redes *Tecnologias de LAN s *Protocolos

Leia mais

Capítulo VI Telecomunicações: Redes e Aplicativos

Capítulo VI Telecomunicações: Redes e Aplicativos Capítulo VI Telecomunicações: Redes e Aplicativos Uma rede nada mais é do que máquinas que se comunicam. Estas máquinas podem ser computadores, impressoras, telefones, aparelhos de fax, etc. Se interligarmos

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Fundamentos de Redes de Computadores Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Resumo Camada física. Padrões. Equipamentos de rede. Camada de enlace. Serviços. Equipamentos de

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

Comunicação Dados: Conceitos e Evolução Prof. Valderi Leithardt www.inf.ufrgs.br/~vrqleithardt. Ulbra Canoas - 2012-2

Comunicação Dados: Conceitos e Evolução Prof. Valderi Leithardt www.inf.ufrgs.br/~vrqleithardt. Ulbra Canoas - 2012-2 Comunicação Dados: Conceitos e Evolução Prof. Valderi Leithardt www.inf.ufrgs.br/~vrqleithardt Ulbra Canoas - 2012-2 Apresentação Professor: Dissertação de Mestrado: Uma Plataforma para Integrar Dispositivos

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry REDES DE COMPUTADORES DISCIPLINA: Fundamentos em Informática Mundo Globalizado Acelerado desenvolvimento tecnológico

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

Introdução às Redes de Computadores

Introdução às Redes de Computadores Introdução às Redes de Computadores Evolução na comunicação Comunicação sempre foi uma necessidade humana, buscando aproximar comunidades distantes Sinais de fumaça Pombo-Correio Telégrafo (século XIX)

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TOPOLOGIAS. Profº Erinaldo Sanches Nascimento

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TOPOLOGIAS. Profº Erinaldo Sanches Nascimento UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TOPOLOGIAS Profº Erinaldo Sanches Nascimento Objetivos Examinar as várias maneiras para projetar a infraestrutura de cabo para

Leia mais

Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída

Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída Arquitetura de Entrada e Saída Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída Barramento Meio de transmissão de dados entre a CPU, a memória principal e os dispositivos de entrada e saída.

Leia mais

TOPOLOGIAS FÍSICA. BARRAMENTO É a mais simples das três, pois nela um PC é ligado ao outro,usando apenas um único cabo coaxial.

TOPOLOGIAS FÍSICA. BARRAMENTO É a mais simples das três, pois nela um PC é ligado ao outro,usando apenas um único cabo coaxial. Topologia É um diagrama que descreve como os elementos de uma rede estão interligados. Esses elementos são chamados de NÓS, e podem ser computadores, impressoras e outros equipamentos. 1 Topologias de

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br TI Aplicada Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br Conceitos Básicos Equipamentos, Modelos OSI e TCP/IP O que são redes? Conjunto de

Leia mais

Uma LAN proporciona: Topologias. Tipos de rede:

Uma LAN proporciona: Topologias. Tipos de rede: Tipos de rede: Estritamente falando, uma rede local ou LAN (Local Area Network) é um grupo de computadores que estão conectados entre si dentro de uma certa área. As LANs variam grandemente em tamanho.

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

switches LAN (rede de comunicação local)

switches LAN (rede de comunicação local) O funcionamento básico de uma rede depende de: nós (computadores) um meio de conexão (com ou sem fios) equipamento de rede especializado, como roteadores ou hubs. Todas estas peças trabalham conjuntamente

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES HISTÓRICO E CONCEITOS

REDES DE COMPUTADORES HISTÓRICO E CONCEITOS REDES DE COMPUTADORES HISTÓRICO E CONCEITOS BREVE HISTÓRICO A década de 60 Surgiram os primeiros terminais interativos, e os usuários podiam acessar o computador central através de linhas de comunicação.

Leia mais

1 Lista de exercícios 01

1 Lista de exercícios 01 FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2007 1 Lista de exercícios 01 1) No desenvolvimento e aperfeiçoamento realizado em redes de computadores, quais foram os fatores que conduziram a interconexão de sistemas abertos

Leia mais

Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012

Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012 Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012 As redes de computadores possibilitam que indivíduos possam trabalhar em equipes, compartilhando informações,

Leia mais

Redes de computadores e Internet

Redes de computadores e Internet Polo de Viseu Redes de computadores e Internet Aspectos genéricos sobre redes de computadores Redes de computadores O que são redes de computadores? Uma rede de computadores é um sistema de comunicação

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Conceito de Redes Redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que permitem que dois ou mais computadores

Leia mais

Redes de Computadores. Professor MSc Wylliams Barbosa Santos wylliams.wordpress.com wylliamss@gmail.com

Redes de Computadores. Professor MSc Wylliams Barbosa Santos wylliams.wordpress.com wylliamss@gmail.com Redes de Computadores Professor MSc Wylliams Barbosa Santos wylliams.wordpress.com wylliamss@gmail.com Agenda Introdução a Rede de Computadores Classificação Tipos de Redes Componentes de Rede Internet,

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro Material de Apoio III DISPOSITIVOS

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment

Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment Emissor Receptor Meio Físico Mensagem Protocolo Emissor e Receptor Data Terminal Equipment Data Communications Equipment (DTE) + (DCE) Meio Físico Mensagem ( pacote ) O meio físico É o elemento que transmite

Leia mais

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme Profª: Luciana Balieiro Cosme Revisão dos conceitos gerais Classificação de redes de computadores Visão geral sobre topologias Topologias Barramento Anel Estrela Hibridas Árvore Introdução aos protocolos

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES REDE DE COMPUTADORES Tipos de classificação das redes de acordo com sua topologia Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Ao longo da historia das redes, varias topologias foram

Leia mais

REDES DE 16/02/2010 COMPUTADORES

REDES DE 16/02/2010 COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Delfa M. HuatucoZuasnábar 2010 2 A década de 50 - Uso de máquinas complexas de grande porte operadas por pessoas altamente especializadas e o enfileiramento de usuários para submeter

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Sobre a arquitetura Ethernet Camadas da arquitetura Ethernet Topologias para redes Ethernet IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 É a arquitetura mais comum em redes locais

Leia mais

Topologia. Tipos de Ligação. Topologias. Disciplina: Comunicação de Dados IV. deborams@telecom.uff.br

Topologia. Tipos de Ligação. Topologias. Disciplina: Comunicação de Dados IV. deborams@telecom.uff.br Departamento de Engenharia de Telecomunicações - UFF Disciplina: Nó Topologia Enlace (link) Topologias Profa. Débora Christina Muchaluat Saade deborams@telecom.uff.br br 2 Tipos de Ligação Formas de Utilização

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro Material de Apoio IV TOPOLOGIAS

Leia mais

Fesp - Tópicos Avançados II - Introdução à Redes 1/24

Fesp - Tópicos Avançados II - Introdução à Redes 1/24 Fesp - Tópicos Avançados II - Introdução à Redes 1/24 1.0 INTRODUÇÃO. No início da década de 60, a comunicação entre computadores já era considerado um grande problema. A conexão entre dois computadores

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Entrada/Saída Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Problemas Entrada/Saída Grande

Leia mais

Técnico em Redes de Computadores. Equipamentos e Acessórios

Técnico em Redes de Computadores. Equipamentos e Acessórios Técnico em Redes de Computadores Equipamentos e Acessórios Componentes de uma Rede Uma rede é um sistema composto de um arranjo de componentes: Cabeamento Hardware Software Cabeamento Componentes de uma

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES - I UNI-ANHANGUERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF.

REDES DE COMPUTADORES - I UNI-ANHANGUERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF. 1 REDES DE COMPUTADORES - I UNI-ANHANGUERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF. MARCIO BALIAN E L A B O R A Ç Ã O : M Á R C I O B A L I A N / T I A G O M A

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Topologias e abrangência das redes de computadores Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Objetivos Tornar os alunos capazes de reconhecer os tipos de topologias de redes de computadores assim como

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Fabricio Breve Onde estão as redes? Caixa Eletrônico Terminais conectados a um computador central Supermercados, farmácias, etc... Vendas Caixa Estoque Etc... Por que Redes?

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Redes de Computadores. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Redes de Computadores Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Introdução à tecnologia de redes Redes de Computadores Século XX - Era da Informação -> invenção do computador. No início, os

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Topologias Tipos de Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 REDES LOCAIS LAN -

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Arquitetura IEEE 802

RCO2. Redes Locais (LANs): Arquitetura IEEE 802 RCO2 Redes Locais (LANs): 1 Conjunto de padrões no escopo das camadas de enlace e física 2 Exemplos de padrões partes da arquitetura IEEE 802: 3 Alguns padrões da família IEEE 802: 802.2 LLC 802.3 Equivalente

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br

Redes de Computadores. Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br Redes de Computadores Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br Classificação de Redes Redes de Computadores Conjunto de nós processadores capazes de trocar informações

Leia mais

UNICE Ensino Superior Introdução a Redes de Computadores Aula 01

UNICE Ensino Superior Introdução a Redes de Computadores Aula 01 UNICE Ensino Superior Introdução a Redes de Computadores Aula 01 PROFESSOR: Hiarly Alves Rodrigues Paiva Introdução a Redes de Computadores FACULDADE UNICE Fortaleza CE Ementa Introdução. Topologias de

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações Internet, Internet2, Intranet e Extranet 17/03/15 PSI - Profº Wilker Bueno 1 Internet: A destruição as guerras trazem avanços tecnológicos em velocidade astronômica, foi assim também com nossa internet

Leia mais

Introdução à redes de computadores

Introdução à redes de computadores 1/8 Introdução à redes de computadores Faz todo o sentido ligar os computadores em rede. Você não precisa ter uma impressora, um HD de grande capacidade, um gravador de DVDs e conexão via ADSL para cada

Leia mais

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 2 INTRODUÇÃO Com a informatização dos sistemas nas empresas veio também o aumento da competitividade e isso fez com que a qualidade dos serviços fosse questionada. O

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Eriko Carlo Maia Porto UNESA Universidade Estácio de Sá eriko_porto@uol.com.br Última revisão Julho/2003 REDES DE COMPUTADORES TOPOLOGIAS TOPOLOGIA Estrutura geral da rede: Conjunto de módulos processadores;

Leia mais

Aula 04 A. Barramentos. Prof. Ricardo Palma

Aula 04 A. Barramentos. Prof. Ricardo Palma Aula 04 A Barramentos Prof. Ricardo Palma Definição Em ciência da computação barramento é um conjunto de linhas de comunicação que permitem a interligação entre dispositivos, como o CPU, a memória e outros

Leia mais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Topologias de Redes; Meios de Transmissão; Arquitetura de Redes; Conteúdo deste

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

Redes de Computadores. Jeronimo Costa Penha Senai CFP - JIP

Redes de Computadores. Jeronimo Costa Penha Senai CFP - JIP Jeronimo Costa Penha Senai CFP - JIP Meio de Transmissão: Caminho pelo qual a informação transitará. De acordo com as características do meio de transmissão teremos mais ou menos velocidade no processo

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Metro-Ethernet (Carrier Ethernet) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Ethernet na LAN www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Projeto de Redes. Topologias padrão Principais componentes Utilizações Adequadas

Projeto de Redes. Topologias padrão Principais componentes Utilizações Adequadas Definir: Identificar as diferentes Topologias Objetivos: Descrever Vantagens/Desvantagens Topologia Adequada A topologia impacta sobre: Tipo de equipamentos utilizados A capacidade de cada equipamento

Leia mais

Re R d e e d s e Ygor Colen Morato

Re R d e e d s e Ygor Colen Morato Redes Ygor Colen Morato Histórico : Década 50 primeiros computadores, chamados de Mainframes. Processamento em lote ou batch. Década 60 primeiros terminais interativos. Porém sem capacidade de processamento.

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Placas de Rede Modems Hubs e switches Router Prof. Hugo Rosa PLACAS DE REDE As placas de rede são periféricos de entrada e saída e são utilizadas para interligar um computador a uma

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

Sumário. Topologias de rede. Topologias Físicas. Topologia Física: Barramento 10/07/2015. Introdução as Redes

Sumário. Topologias de rede. Topologias Físicas. Topologia Física: Barramento 10/07/2015. Introdução as Redes Técnico em Informática 4º Int. Redes de Computadores Fabricio A. Steinmacher Sumário Topologias Físicas e Lógicas; Equipamentos para LAN Modelo OSI Introdução as Redes Topologia física Topologias de rede

Leia mais

TI Aplicada. Aula 03 Componentes Básicos Hardware e Rede. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.

TI Aplicada. Aula 03 Componentes Básicos Hardware e Rede. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti. TI Aplicada Aula 03 Componentes Básicos Hardware e Rede Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.br Principais Componentes Barramentos Placa Mãe Processadores Armazenamento

Leia mais

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes

Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados. Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes Capítulo 2: Introdução às Redes de Computadores - A Camada de Enlace de Dados Redes para Automação Industrial Luiz Affonso Guedes Introdução Como obter comunicação entre duas máquinas fisicamente conectadas?

Leia mais

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Equipamentos de Redes Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Placas de Rede Placas de Rede Preparação dos quadros para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de

Leia mais

TECNOLOGIA GRATUÍTA: ARQUITETURAS DE REDE TOPOLOGIAS

TECNOLOGIA GRATUÍTA: ARQUITETURAS DE REDE TOPOLOGIAS TECNOLOGIA GRATUÍTA: ARQUITETURAS DE REDE TOPOLOGIAS Ulisses Thadeu Vieira Guedes 2012-1/10 - Conteúdo TOPOLOGIAS DE REDE...2 TOPOLOGIA PONTO-A-PONTO...2 TOPOLOGIA EM BARRAMENTO...3 TOPOLOGIA EM ANEL...4

Leia mais

Introdução às Redes de Computadores. Por José Luís Carneiro

Introdução às Redes de Computadores. Por José Luís Carneiro Introdução às Redes de Computadores Por José Luís Carneiro Portes de computadores Grande Porte Super Computadores e Mainframes Médio Porte Super Minicomputadores e Minicomputadores Pequeno Porte Super

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação A camada de enlace, cujo protocolo é utilizado para transportar um datagrama por um enlace individual, define o formato dos pacotes trocados entre os nós nas extremidades, bem como

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3:

Figura 1 - Comparação entre as camadas do Modelo OSI e doieee. A figura seguinte mostra o formato do frame 802.3: Introdução Os padrões para rede local foram desenvolvidos pelo comitê IEEE 802 e foram adotados por todas as organizações que trabalham com especificações para redes locais. Os padrões para os níveis físico

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

Equipamentos de Redes com cabos

Equipamentos de Redes com cabos Equipamentos de Redes com cabos Podemos trabalhar com dispositivos que permitem as mais variada possibilidade de conexões, desde o mais simples compartilhamento de conexões dos hubs, até sofisticadas resoluções

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com RESUMO 1 COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS Reservados fim-a-fim; Recursos são dedicados; Estabelecimento

Leia mais

Redes de Computadores. Histórico. Histórico. Histórico 2. Exemplo 13/06/2013. Finalidades dos Equipamentos. Nas instalações de redes promovem:

Redes de Computadores. Histórico. Histórico. Histórico 2. Exemplo 13/06/2013. Finalidades dos Equipamentos. Nas instalações de redes promovem: 3/06/203 Finalidades dos Equipamentos Redes de Computadores Equipamentos de Rede Nas instalações de redes promovem: Compartilhamentos Chaveamentos Extensões Filtragem de Dados Conversões dos Dados Brito

Leia mais