Teoria. Informática Turma Reta Final 04 I 05 I 06. Prof. Márcio Data de impressão: 12/01/2011

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1 Turma Reta Final 04 I 05 I 06 Teoria Prof. Márcio Data de impressão: 12/01/2011 ELABORAÇÃO E PRODUÇÃO: UMA PARCERIA Visite o Portal dos Concursos Públicos MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO PARA ALUNOS DO CURSO APROVAÇÃO

2 INTRODUÇÃO Este material foi elaborado pensando em auxiliar a todos os concurseiros. Trataremos de diversos tópicos dentro da informática, alguns bastantes técnicos e outros até mais práticos, mas o nosso objetivo, independentemente do assunto, é tratar a todos de uma maneira objetiva e direta, tentando repassar a vocês o conhecimento suficiente para escapar das pegadinhas e conseguir êxito no seu objetivo. Para tanto já quero deixar claro que muitas vezes a informática cobrada em uma prova, pode ser apresentar um pouco diferente daquela aprendida em uma faculdade ou até aquela aplicada diariamente em seu trabalho, e aí que está o real propósito deste material: trazer a todos conceitos, dicas, macetes que possam ser aplicados em provas de maneira fácil. O que é informática? é a ciência que estuda os dados e suas transformações em informações, buscando formas de agilizar cada vez mais tal processo. Também se preocupa com a segurança e a precisão dessas informações. Curiosamente, a palavra informática vem do francês: information automatique, que quer dizer informação automática. E onde entra o computador? O computador é basicamente uma máquina, eletrônica, automática, que lê dados, efetua cálculos e fornece resultados. Ou seja, máquina que recebe dados, compara valores, armazena e move dados; portanto trabalha com dados e estes bem colocados tornam-se uma informação. Existem diversos tipos de computadores organizados por tamanho (porte) ou por funcionalidade, ao lado apresentamos alguns tipos: Supercomputador Mainframe Servidores WorkStation PC Notebook Palmtop Esse tipo de computador pode custar centenas de milhares ou até milhões de dólares. Apesar de muitos supercomputadores serem formados por sistemas únicos, grande parte é formada de múltiplas máquinas de alto desempenho trabalhando em paralelo como um sistema único. Conhecidos dos anos 70, eram computadores de grandes empresas, realizando grandes tarefas e ocupando espaços formidáveis, como salas inteiras. Um computador aperfeiçoado para prover serviços para outros computadores em uma rede. Geralmente possuem processadores poderosos, grande quantidade de memória e discos rígidos enormes. Computador de mesa que tenha um poderoso processador, memória e capacidade ampliada para executar um grupo especial de tarefas, como gráficos 3D ou desenvolvimento de games. Também chamado de computador pessoal, são as máquinas que encontramos na maioria dos lares e empresas. Hoje este tipo de máquina possui um grande poder de processamento. Computador portátil, apresenta os mesmos recursos dos PCs normais com a vantagem de você poder transportar em viagens, é também chamado de laptop. São computadores integrados e compactos que geralmente usam memória flash em vez de disco rígido (HD). Esses computadores geralmente não possuem teclados, mas sim uma tela sensível ao toque, tecnologia usada para a entrada de dados. Palmtops são geralmente menores do que um livro de bolso, e muito leves, com uma bateria de duração razoável. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1

3 O computador, independente do tipo, tem a função de trabalhar (processar) as informações, mas para tanto, temos que alimentá-lo com dados e aguardar o retorno das informações processadas. Acabamos de descrever o princípio básico de todo o processamento, observe o esquema: Mais a frente você irá perceber que, para que o processamento possa ocorrer, o trabalho não é realizado apenas por elementos físicos (Hardware), existe também a participação de elementos lógicos (Software). É justamente a união dos elementos físicos com os elementos lógicos que tornam a sua máquina útil e produtiva e não é só isto deve existir toda uma compatibilidade entres estes dois para que se possa tirar o maior proveito possível desta máquina. Hardware x Software CURIOSIDADES E o que vem a ser firmware? Firmware é uma combinação de hardware e software. São memórias de computador que tem programas ou dados gravados nelas. Em geral, estas memórias são do tipo ROM (Read-Only Memory ou Memória Somente de Leitura) que tem como característica principal não perder o seu conteúdo quando desligamos a máquina. Parece complicado, mas é só impressão. Firmware nada mais é do que uma espécie de programa (rotina), que fica gravado (armazenado) de forma fixa (não volátil) junto a memória principal (ROM) e tem como função dar início às instruções iniciais da máquina Exemplos de firmware: BIOS de PC que comanda o hardware entre a ativação e a carga do sistema operacional que estiver instalado. Normalmente ele testa a memória, inicia a placa mãe, placa de vídeo, HD e carrega o boot que encontrar nele. Dispositivos eletrônicos diversos (tudo que tem display, ou algum outro tipo de interatividade), desde um forno de microondas (digital), até um ipod ou um celular, todos eles mantêm o seu programa básico intacto, mesmo desligados por anos, assim sabem o que fazer quando ligados novamente. HARDWARE Como já foi comentado um computador é constituído por um conjunto de componentes interligados, composto por processadores, memória principal, registradores, terminais, impressoras, discos magnéticos, além de outros dispositivos físicos (Hardware). Para facilitar o nosso estudo, todos estes componentes serão agrupados em três subsistemas básicos: Unidade central de processamento Memórias principais Dispositivos de entrada/saída de dados. Neste capítulo vamos apresentar algumas características de cada subsistema e dos elementos que o compõem. Pode parecer algo muito técnico, e realmente é, mas a nossa intenção é tratar de forma objetiva algumas definições que normalmente são abordadas em questões de prova, e corrigir algumas falhas conceituais que possam existir. Processadores ou CPU Começamos já com um alerta, é muito comum alguns colegas confundirem CPU com gabinete (aquela caixinha que vai ao lado do monitor) e isto é um grande equívoco. Observe que processadores e CPUs (unidade central de processamento) são tratados como a mesma coisa em provas, estes são considerados o cérebro da máquina. Eles ficam responsáveis pelo processamento ou manipulação dos dados (manipular - guardem bem esta palavra). Atualmente os processadores mais usados nos microcomputadores são fabricados por duas empresas americanas: AMD K5 K6 INTEL PENTIUM PENTIUM MMX K6-2 PENTIUM II K6-3 PENTIUM III DURON CELERON SEMPRON CELERON D ATHLON 64 PENTIUM 4 ATHLON 64 X2 ATHLON 64 FX PHENOM FX PENTIUM D CORE 2 DUO CORE 2 QUAD Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 2

4 Tecnologia Hyper-Threading (HT) A tecnologia Hyper-Threading permite que o processador se apresenta aos sistemas operacionais e aplicativos modernos como dois processadores virtuais. O processador usa recursos que não são usados com freqüência e tem uma saída muito maior no mesmo intervalo de tempo. Essa tecnologia foi criada pela INTEL. Dual-core Todo processador equipado com essa tecnologia possui dois núcleos de execução (dois processadores reais) ao invés da tecnologia HT (dois processadores virtuais). Com essa tecnologia o processador poderá executar aplicações simultaneamente. Os processadores Pentium D, Core 2 Duo e Athlon 64 x2 são exemplos de processadores que possuem essa tecnologia. Quad-Core Os processadores equipados com essa tecnologia possuem quatro núcleos de execução. Ex: Core 2 Quad (INTEL) e Phenom FX (AMD). Mais importante do que fabricantes é o conhecimento da velocidade, ou melhor, dizendo da freqüência com que o microprocessador executa as instruções. Esta informação geralmente aparece indicada junto ao modelo do processador: Ex.: Pentium IV de RESUMINDO: um processador vai ser mais ágil que outro em função da freqüência do seu CLOCK. Esta freqüência é medida em Hertz (oscilações por segundo), e já chegamos ao patamar dos GHz (Gigahertz). Na família AMD também há várias opções de clock para um mesmo modelo de processador: Athlon 1,3Ghz, Athlon 1,6Ghz, e assim por diante. Porém há uma pequena diferença na forma como a AMD resolveu apresentar o clock de seus processadores mais novos. Um processador Athlon XP não é apresentado assim: Athlon XP 1,4GHz, mas como um Athlon XP Isto significa que ele é superior a um Pentium 4 de 1,8GHz, embora sua freqüência real seja de 1,4GHz. Mas, como já foi comentado, não é comum a comparação entre fabricantes, mas até mesmo neste caso a nossa comparação será com relação ao clock (de um Athlon) e 1800 (de um Pentium), prevalecendo como melhor o Athlon XP Podemos aumentar esta freqüência? Quando um processador é comprado, ele vem de fábrica com sua freqüência já definida. Contudo, é possível alterar o clock de um processador através de um processo técnico chamado OVERCLOCKING. Esse processo consegue, com segurança, aumentos até 30% na freqüência original de fábrica. Mais do que isso, pode fazer o processador trabalhar a uma temperatura muito superior aos limites dele, fazendo-o travar constantemente e inviabilizando o uso do computador. Para realizar um overclocking é necessário ter acesso ao programa básico que controla a placa mãe (SETUP) e, em alguns casos, até abrir o gabinete para fazer mudanças físicas nos componentes da placa. Para entendermos bem no que consiste o overclocking, temos que ter a seguinte noção: O processador possui dois Clock s divididos em: CLOCK INTERNO: Todo processador tem uma freqüência (Clock) com que ele executa suas ações, neste caso, quando o processador trabalha internamente, ou seja, transformando dados em informações ele usa seu clock Interno que é sempre maior que o clock externo. Isso acontece porque o processador recebe os dados através de um barramento presente na placa-mãe que não tem condições de trabalhar na mesma velocidade interna do processador. Sendo assim, o processador quando se comunica com a placa-mãe opera a uma freqüência mais baixa para que essa comunicação seja possível, porém quando os dados chegam dentro do processador ele executa suas ações com seu clock Interno. O Clock Interno é múltiplo do Clock Externo. CLOCK EXTERNO: É a frequência utilizada pelo processador para se comunicar com a placa-mãe. Clock Interno = Clock Externo x Fator de Multiplicação. Ex: Pentium 4 de 3.2 GHZ (Clock Interno) com FSB 800 MHZ (Clock Externo), ou seja, se o FSB é de 800 MHZ significa dizer que seu fator de multiplicação é 4. Neste caso a técnica de overclocking pode tratar de aumentar a freqüência externa também conhecida como FSB (Front Side Bus) ou alterar o Fator de Multiplicação junto a Placa Mãe Componentes da CPU Dentro da CPU encontramos alguns elementos que merecem nossa atenção, sendo assim vamos aos comentários: ULA: serve para efetuar operações de soma, subtração, multiplicação etc. Possui também a capacidade lógica que permite testar várias condições de processamento. ULA significa Unidade Lógica e Aritmética. UC: é responsável por sincronizar todos os processos da CPU e dos componentes do sistema, como a memória principal e os dispositivos de entrada e saída. Muitas vezes aparece o termo barramento de controle, responsável por criar uma espécie de controle de tráfego de informações. Barramento de Dados: por onde trafegam os dados manipulados pela CPU. Age com se fosse uma estrada, sua largura indica quantos dados podem ser manipulados simultaneamente pelo processador e também determina toda a arquitetura interna da CPU. Trata-se de um dos barramentos mais importantes e comentados em provas, quando se fala de uma estrutura de processador de 32 bits ou 64 bits, faz-se referencia a largura do barramento de dados. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 3

5 Barramento de Endereços: é por onde passam as informações de localização na memória. Entenda, por aqui não passam os dados manipulados, mas a informação de onde (endereços de memória) os dados manipulados serão armazenados. Quanto maior a largura do barramento de endereços, maior a quantidade de memória que o processador pode gerenciar. Registradores: são pequenos endereços de memória que se localizam dentro da CPU. Nos registradores é que são guardadas as informações importantes para o funcionamento da UC e da ULA. Por estarem dentro da CPU e pelo material de sua fabricação, os registradores são os tipos mais velozes de memória em um computador. OBSERVAÇÃO: Note que o tanto o barramento de dados como o barramento de controle a informação segue nas duas direções, já o barramento de endereços é uma via de mão única. Largura dos barramentos Pelo visto algumas coisas ainda não ficaram bem claras, o que vem a ser arquitetura 16, 32 ou 64 bits? Pensem o seguinte, atualmente a maioria de nossos processadores trabalha num padrão 32 bits, isto significa que as informações chegam até a CPU em blocos de 32 bits simultaneamente (lado a lado). Fazendo uma analogia: é como se existisse uma estrada larga o suficiente para que 32 carros estejam lado a lado, sendo que cada carro desses seria um bit (0 ou 1). De certa forma isto acaba influenciando na velocidade do processamento, quanto mais informações podem chegar, mais dados podem ser processados. Estes 32 bits referem-se à largura do barramento de dados interno do microprocessador. Alguns modelos mais modernos (e aí a AMD saiu na frente) já trabalham com uma arquitetura 64 bits. Um processador com arquitetura RISC (Reduced Instruction Set Computer) caracteriza-se por possuir poucas instruções de máquina, em geral bastante simples, que são executadas diretamente pelo hardware. Na sua maioria, estas instruções não acessam a memória principal, trabalhando principalmente com registradores que, neste tipo de processador, se apresentam em grande número. Estas características ajudam as instruções à serem executadas em alta velocidade. Os processadores CISC (Complex Instruction Set Computers) já possuem instruções complexas que são interpretadas por microprogramas. O número de registradores é pequeno e qualquer instrução pode referenciar a memória principal. RESUMINDO: os computadores CISC são a base da nossa computação. Ou seja, todos os processadores para PCs, foram um dia exclusivamente CISC. Os processadores RISC são usados em computadores mais velozes, como algumas máquinas usadas em efeitos especiais de cinema e TV. Hoje em dia nossos processadores Intel e AMD são híbridos, o que significa que lêem as instruções complexas (CISC) enviadas pelos programas e as quebram em instruções reduzidas (RISC) para serem executadas em seu núcleo. Estes conceitos são bastante técnicos, mas geralmente em prova a cobrança refere-se a quem é o mais rápido ou qual teria o poder de trabalhar com informações mais complexas. Para simplificar este confronto apresentamos abaixo um macete destacando as características de cada tipo de arquitetura. MACETE PARA A PROVA CISC RISC OPERAÇÕES MAIS OPERAÇÕES MAIS LENTAS RÁPIDA INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES SIMPLES COMPLEXAS QTD MAIOR DE QTD MENOR DE INSTRUÇÕES INSTRUÇÕES TAMANHO VARIÁVEL DE TAMANHO FIXODE INSTRUÇÕES. INTRUÇÕES Pessoal, até agora comentamos muitos sobre processadores, mas existem outros elementos a serem descritos, como, por exemplo, as memórias. Ainda falando sobre arquitetura de processadores, outro comentário bastante interessante seria quanto aos processadores RISC ou CISC. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 4

6 E o que vem a ser memória? Memória é todo o local no seu computador onde é possível armazenar dados. Um computador possui diversos tipos de memórias, desde as permanentes até aquelas que não duram muito tempo, cada qual com sua função definida. Eis alguns tipos de memórias para computador, classificados de acordo com sua mídia (meio de armazenamento): Memórias Semicondutoras: são aquelas em que as informações são armazenadas em chips através, normalmente, da existência de corrente elétrica. Ex.: Memória RAM, ROM, EPROM, Memória Cache, entre outras. Memórias Magnéticas: são utilizadas para armazenar dados em sua superfície magnetizável. As informações são, na verdade, pulsos magnéticos de pequenos ímãs existentes na memória. Ex.: disquete, fitas K7, discos rígidos. Memórias Ópticas: são as memórias que guardam os dados na forma de materiais capazes de refletir a luz. Todos os discos que usam laser para a leitura de dados são memórias ópticas. Ex.: CD, DVD. Além da divisão quanto a forma de armazenamento, podemos também dividir as memórias em Principais e Secundárias. Memórias principais A memória principal, também conhecida como memória primária ou real, é o local onde os dados são inicialmente guardados, esperando o momento de sofrerem um processamento e cujos resultados serão também armazenados. O acesso ao conteúdo de uma célula é realizado através de especificações de um número chamado endereço. O endereço é uma referência única que podemos fazer a uma célula de memória. Quando um programa deseja ler ou escrever um dado em uma célula, deve primeiro especificar qual endereço de memória desejado, para depois realizar a operação. Atualmente existem dois tipos de memória principal: RAM e ROM. Ambas, são memórias semicondutoras (dispositivos na forma de chips de silício). RAM RANDOM ACESS MEMORY Este tipo de memória fornece armazenamento temporário para os dados que o microprocessador manipula (é como se fosse o bloco de rascunho do microprocessador). Nessa área ficarão os programas ou dados criados pelo programas. Porém, ela é volátil e quando desligamos o microcomputador os dados são perdidos, esta é uma das características mais cobrada em prova. A capacidade da memória varia de computador para computador, visto que o usuário ao comprar o seu computador poderá optar por diversos valores para essa memória e mesmo depois poderá aumentar esta quantidade, esta melhoria na parte física chamamos de upgrade. Os valores mais comuns, atualmente, são 128MB, 256MB, 512MB e até 1GB para cima. Há computadores mais antigos que apresentam valores menores para a RAM, bem como há usuários exigentes que colocam memórias de valores maiores em seus micros. DICA: Para que o aluno sempre se mantenha atualizado e saiba o que o mercado esta adotando como padrão é fundamental saber avaliar um anúncio de uma loja ou dos classificados (entender as configurações apresentadas). Tipos de RAM Há muitos tipos de memória RAM, especialmente se compararmos a maneira como foram fabricadas e os componentes que as formam. SRAM (RAM ESTÁTICA) é um tipo de memória RAM que armazena os dados binários (zeros e uns) em pequenos circuitos chamados FLIP-FLOPS (conjunto complexo de transistores que realizam operações lógicas). Pelo fato desta memória ser complexa, ela é usada em pouca quantidade em um computador. DRAM (RAM DINÂMICA) é uma memória RAM que armazena seus bits como cargas elétricas em capacitores (componentes elétricos que funcionam como pequenas pilhas, armazenando carga elétrica). Por ser uma memória mais simples de fabricar que uma SRAM, a DRAM é o tipo de memória mais usado em um computador. Entre as memórias DRAM existem alguns subtipos, o mais comum é o SDRAM - DDR (RAM dinâmica síncrona) ou simplesmente chamada memória DDR (Dupla Taxa de Dados). Devido a sua característica de poder trabalhar a uma dupla taxa de transferência a memória DDR e hoje em dia a DDR2 que trabalha a uma taxa quadruplicada, tornam-se uma cobrança comum em provas como um tipo de memória RAM rápida. A RAM influencia no processamento? Como a memória RAM é o principal depositório de informações da CPU, sua capacidade influencia de forma direta na velocidade de processamento do computador. Quanto mais memória RAM houver em um computador, mais tarefas ele pode realizar simultaneamente, porque cada vez que executamos um programa como o Word, o Excel e até mesmo o Windows, os dados destes softwares são armazenados na RAM enquanto eles estiverem em processamento. Capacidade da RAM ROM READ ONLY MEMORY É uma memória que não pode ser alterada pelo usuário, normalmente sendo usada pelos fabricantes de equipamentos (computadores, celulares, microondas, Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 5

7 DVD players, qualquer coisa) para armazenar o programa básico que determina o funcionamento do equipamento. A ROM é usada, em poucas palavras, para armazenar o comportamento básico de qualquer equipamento. A sua principal característica é: NÃO PODE SER ALTERADA pelo usuário. Quando falamos em alteração, entendemos: inclusão, exclusão ou modificação dos dados. Dentro da memória ROM do micro estão gravados três programas: BIOS, POST e Setup. O POST (Power On Self Test) é o autoteste que o micro executa sempre em que é ligado (contagem de memória, etc). O setup é o programa de configuração da máquina, e é através dele que configuramos o tipo de disco rígido e outras opções relacionadas à configuração de hardware do sistema. A ROM também possui algumas variações e cada uma com características próprias, conforme relacionaremos a seguir: PROM (ROM Programável) é vendida vazia (virgem). Pode ser gravada uma vez por equipamentos gravadores especiais (chamados de gravadores de PROM). EPROM (ROM apagável e programável) é fabricada vazia e pode ser gravada e apagada por meio de luz ultravioleta. EEPROM (ROM apagável e programável eletricamente) é fabricada vazia e pode ser gravada e apagada por meio de aumento da tensão elétrica em seus conectores. Memória Flash (FEPROM) parecida com a EEPROM, mas consome menos energia elétrica e não necessita do aumento de tensão para ser apagada/gravada. É muito usada em cartões de memória de máquinas fotográficas digitais. CACHE Quando falamos em cache entramos numa grande polêmica, muitos autores classificam este tipo de memória como sendo secundária e outros como intermediária. Como na verdade existem diversos tipos de cachê, todos podem estar corretos e isto acaba gerando uma confusão maior ainda em algumas provas. Sendo assim o mais comum é classifica-la como intermediária, mas alerto aos colegas que dependendo do tipo e de como a questão aborda, poderemos também classificá-la como secundária ou principal. Acredito que no decorrer das explicações as coisas irão clareando. O objetivo da cache é armazenar os dados para trabalho (assim como a RAM) só de que de uma maneira mais rápida. É claro que ela não trabalha o mesmo volume de dados, seu tamanho é bastante reduzido (é uma memória cara) e por isto ela acaba trabalhando os dados utilizados com freqüencia. Imagine a memória RAM como uma mesa do outro lado da sala. Quando você vai pegar uma informação lá, por exemplo, um número de telefone, você vai anotá-lo para trazê-lo para sua mesa. Por quê? Se você precisar do mesmo número de telefone outra vez, não vai precisar se levantar e buscá-lo na outra mesa, só precisa ler no papel perto de você. Nesta analogia a RAM é a mesa longe, a cache é o pedaço de papel onde o dado foi anotado. Até aqui parece tudo tranqüilo, o problema surge quando começamos a relacionar os diversos tipos de cache. Existem tres níveis de memória cache, a L1 (Nível 1), L2 (Nível 2) e L3 (uma atualização do Nível 1 ou podemos chamar de Nível 3). A cache L1 é o nível mais próximo da CPU, portanto é, das caches, a mais rápida. A cache L1 fica localizada dentro do próprio invólucro do microprocessador (ou seja, dentro do CHIP), assim nós a classificamos como memória interna. A cache L1 vem em menor quantidade que as demais memórias, por ser a mais rápida e, conseqüentemente, mais cara. A cache L2 era localizada, em alguns computadores, na placa-mãe, como uma série de chips de armazenamento (quase que uma expansão da RAM, inclusive você pode ouvir falar o termo SRAM), normalmente classificada como memória externa. Hoje em dia, não é muito comum encontrar placas-mãe com chips de cache L2, isso porque os próprios processadores já trazem dentro de si a cachê L2, bem como trazem a L1. Alguns processadores como k6-3 e o Pentium Xeon utilizam também um tipo de memória denominada cache L3 podendo esta chegar a 2MB. Como podemos ver a função e características da cache não mudam, o problema todo fica por conta da sua localização e, por conseqüência, a necessidade de classificá-la como primaria, secundária ou intermediaria. Como sua função é a de auxiliar no transporte (agilizar) dos dados entre processador e RAM, podemos classificar como principal, como ela pode se apresentar junto ao processador ou mais próximo a RAM podemos trata como intermediária. Cache pode ser memória secundária? É mesmo, já ia esquecendo. Você também vai encontrar uma pequena quantidade de cache junto ao disco rígido, esta também apresenta características semelhantes apesar de funcionar de uma forma um pouco diferente do cache da memória RAM. Este cache pode ser de 512 KB, 1 MB, 2 MB, ou até mais, dependendo do modelo. Apesar do seu tamanho reduzido, ela consegue acelerar bastante as operações de leitura de dados. Claro que quanto maior e mais rápido for o cache, maior será o ganho de performance. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 6

8 No cache de disco (termo usado para designar a cache do HD) ficam armazenados também últimos dados acessados pelo processador, permitindo que um dado solicitado repetidamente possa ser retransmitido a partir do cache, dispensando uma nova e lenta leitura dos dados pelas cabeças de leitura do HD. Este sistema é capaz de melhorar assustadoramente a velocidade de acesso aos dados quando estes forem repetitivos, o que acontece com freqüência em servidores de rede ou quando é usada memória virtual. VIRTUAL A memória Virtual é um pedaço do espaço livre do HD (Disco Rígido) que é reservado pelo sistema operacional a título de prevenção. Essa reserva é feita quando o Windows é carregado (inicialização), mas a área em si de memória virtual só será utilizada quando necessário. Cuidado para não confundir virtual com cache, a virtual não existe fisicamente, você ao comprar um equipamento não sai pedindo ao vendedor que você quer um tanto de memória virtual para o seu equipamento. Então de onde ela vem? Na verdade o próprio sistema operacional identifica o sufoco da RAM e, para auxiliar, ele pede emprestado ao HD um pouco de memória na intenção de socorrer a RAM. O grande lance da memória virtual é que, quando a memória Principal (física ou real) estiver cheia, o Windows começará, então, a fazer escritas na RAM não de dados, mas de endereços que deverão ser localizados no Disco (na memória Virtual). Em outras palavras: os dados e instruções dos programas são armazenados no DISCO (na memória virtual) e ficam, na RAM real, apenas os endereços que apontam para tais dados. Ao conjunto formado pelas memórias RAM, ROM, cache e virtual damos o nome de Memórias Principais. Mas o computador também possui outro conjunto de memórias denominado Memórias Auxiliares, Secundárias ou de Armazenamento, mas estas nós vamos abordar no nosso próximo tópico: Dispositivos de entrada e saída de dados. Dispositivos de Entrada/Saída Segundo o diagrama de funcionamento de um computador, necessitamos de equipamentos capazes de fazer a informação entrar na CPU e sair dela para o mundo real. Por estarem auxiliando a CPU no seu trabalho, digamos, ao redor dela, na periferia da mesma, esses equipamentos são também chamados periféricos de entrada e saída. Eis alguns dos mais comuns periféricos: ENTRADA Teclado: é o equipamento que permite a inserção de dados através da digitação. É conhecido como periférico padrão de entrada. Ou seja, o computador não pode funcionar sem ele. Mouse: é o equipamento que movimenta o ponteiro na tela. Ao mover o mouse por uma superfície plana, seus sensores (que podem ser mecânicos ou ópticos) enviam sinais elétricos deste movimento e o computador os traduz em movimentos da setinha na tela. Scanner: é usado para capturar dados impressos e transformá-los em dados digitais de imagem. Seu uso é muito comum entre profissionais do ramo de design, propaganda, arquitetura etc. O que é OCR? Trata-se de um programa geralmente associado aos scanners, sua finalidade é tratar o reconhecimento óptico de caracteres, gerando com isto arquivos em formato texto. A sua utilização se torna bastante útil para minimizar o esforço da redigitação de textos já existentes. SAÍDA Monitor e placa de Vídeo: são considerados os principais meios de saída de dados e informações de um microcomputador. Os monitores se apresentam em diversos modelos e com padrões variados, alguns inclusive já obsoletos como CGA, EGA, VGA (que não convém perder tempo comentando), e SVGA que são usados atualmente. O padrão SVGA (Super VGA) é uma evolução do VGA capaz de operar tanto nas resoluções mais antigas (como 320x200 e 640x480), como em resoluções mais altas (800x600 e 1024x768), e com alguns milhões de cores. E o que vem a ser resolução? A resolução de um monitor é expressa em pixels (também chamado de tríade), trata-se de 3 pontos coloridos (red vermelho, green verde e blue azul, daí vem o termo RGB que aparece em algumas placas de vídeo), que estão distribuídos em colunas e linhas (640x480, 800x600). A relação é direta, quanto maior a quantidade de pixels maior é a qualidade da imagem. Outro fator que influencia na qualidade final da imagem apresentada é a distância entre estes pontos, essa distância é chamada DOT PITCH. PIXEL DOT PITCH CUIDADO Quanto menor for a distância dos pontos melhor será a qualidade da imagem, então aqui a relação é inversamente proporcional. Atualmente um monitor comum possui um dot pitch de 0,28 mm, é claro que podemos encontrar alguns modelos de alta qualidade com 0,26 ou 0,25mm. E onde entra a placa de vídeo? A placa de vídeo seria o equipamento que fala diretamente com o monitor e desenha tudo que esse apresenta, sendo assim é a placa de vídeo quem define a qualidade da imagem primariamente. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 7

9 Um dos requisitos de hardware a que uma placa de vídeo deve atender para possibilitar o uso de maiores resoluções e maior número de cores é possuir memória de vídeo em quantidade suficiente. Atualmente encontramos placas de vídeo de altíssimo desempenho, com até 128 MB de memória, processador exclusivo para realização de processamento de gráficos e imagens, além de inovações tecnológicas que tornaram estes dispositivos capazes de reproduzir imagens com resolução acima de 1600x1280 e chegam até 32 milhões de cores. Novas Tecnologias Em Monitores LCD (Monitor de cristal líquido) é formado por dois vidros que têm, entre eles, uma camada de cristal líquido. Em cada ponto que forma a imagem há um transistor ligado ao vidro interno. O impulso elétrico faz com que o cristal líquido se reorganize, deixando a luz passar e formando a imagem. CUIDADO Alguns monitores podem ser considerados como sendo periféricos tanto de entrada como de saída, são os chamados sensíveis ao toque (touchscreen), muito utilizados em caixas de auto-atendimento na área bancária. Varredura Os monitores de CRT possuem uma característica interessante: os feixes de elétrons são disparados de cima para baixo e repetem esse movimento diversas vezes por segundo. Esse processo é chamado de VARREDURA e esta pode ser classificada, basicamente, de duas formas: Entrelaçada, e Não-Entrelaçada. A primeira desenha a tela disparando os raios alternadamente, desenhando primeiro as linhas ímpares depois as linhas pares, o que gera uma pequena tremulação na tela que acaba causando cansaço na vista do operador. Esta cintilação não fica visível ao olho humano, mas ao filmar uma tela de um computador, a câmera torna esta cintilação perceptível (seria aquela lista que fica passando na tela). Já os monitores não-entrelaçados (atualmente os mais usados) desenham as imagens linha por linha, evitando tal cintilação (também chamado de flicking). Em provas é comum questionar qual monitor melhor, os entrelaçados ou os não-entrelaçados. Para quem desconhece o assunto fica difícil arriscar que o não seria melhor, a própria palavra não já traz um carma negativo, mas como descrevemos acima, pelo fato de não causar o flicking os não-entrelaçados são melhores. Impressora: é o equipamento que permite que nossos trabalhos sejam postos em papel. Há vários tipos e modelos de impressoras atualmente no mercado, mas podemos destacar alguns apenas para fins de estudo (sempre relacionando tipos, já que modelos não são importantes para concursos). Matricial: Sua técnica de impressão se dá por meio de agulhas dispostas em uma matriz, essas agulhas batem numa fita (como na máquina de datilografia) e essa fita, por sua vez, é empurrada contra o papel. Neste tipo de impressão, HÁ CONTATO FÍSICO COM O PAPEL (impressão por impacto). Jato de Tinta: São as mais comuns hoje em dia. Seu sistema de impressão se baseia em pequenos reservatórios de tinta (cartuchos) que cospem a tinta em pontos definidos do papel. Laser: Usa um feixe de raio laser para desenhar o objeto a ser impresso em um rolo coberto com um pó chamado tonner. Térmica: Aqui a idéia é causar a impressão através do aquecimento do papel. O papel a ser utilizado é um papel especial, sensível ao calor. Isto causa um problema, pois torna-se uma impressão não durável, com o passar do tempo ela vai perdendo sua qualidade. Assim, jamais veremos a impressão de documentos oficiais neste tipo de impressora. Plotter: Utilizadas na execução de gráficos, mapas e desenhos de engenharia. Com a evolução da tecnologia de impressão e a redução de seu custo, vem sendo utilizada para impressão de grandes cartazes na editoração eletrônica. A característica marcante deste tipo de impressora é justamente o tamanho de suas impressões. Cera: Semelhante à jato de tinta, só que a impressão é causada pela aplicação de uma fina camada de cera, dando um acabamento fantástico a impressão. Em provas é muito comum relacionar este tipo de impressora à melhor qualidade de impressão, isto devido à qualidade do acabamento final, que é semelhante a de uma capa de revista ou uma foto.` CUIDADO Pode parecer estranho, mas existem algumas matriciais que podem imprimir colorido, neste caso a fita usada apresenta faixas coloridas. ENTRADA E SAÍDA Modem: é um equipamento de comunicação que permite que dois computadores fiquem conectados (troquem informações) através de uma linha telefônica. Isto ocorre através da tradução dos pulsos elétricos digitais (existentes no interior do computador) em variações elétricas analógicas (forma de transmissão dos dados na linha telefônica) e vice-versa. Atualmente, os modems atingem uma taxa de transferência de 56Kbps (Kilobits por segundo) Como são equipamentos de comunicação entre computadores, os modems devem seguir algumas regras de indústria para que modelos de diversos fabricantes consigam se entender. A maioria dos modems está sendo construída com o padrão de comunicação V.90, instituído pela ITU (União Internacional de Telecomunicações). Há bem pouco tempo, a ITU desenvolveu o sucessor do padrão V.90 - o V.92 que atinge transferências de dados um pouco superiores aos antecessores. Placa de Rede: permite a comunicação entre computadores não através da linha telefônica mas utilizando-se da estruturas de redes locais (casas e empresas). Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 8

10 Esta tal rede local, também chamada LAN, exigirá certos equipamentos específicos, como cabos especiais, hubs, switches (todos a serem discutidos no capítulo sobre REDES). O padrão Ethernet define que a placa vai se conectar a uma velocidade (taxa de transferência) de 10 Mbps (Megabits por seg.). Outros padrões foram criados em sucessão a esse, veja a lista: Padrão Taxa transferência Ethernet 10 Mbps Fast Ethernet 100 Mbps Gigabit Ethernet 1000 Mbps O padrão usado hoje é o Fast Ethernet, no qual as placas de rede são construídas para atingir até 100 Mbps, mas é claro que um placa construída num padrão mais novo consegue se comunicar com placas mais antigas, mesmo se suas velocidades não forem iguais (baseia-se na taxa menor). Por essa razão, as placas de rede atuais vêm com a seguinte inscrição: Placa de Rede 10/100 (ou Placa Ethernet 10/100). Isso indica que a placa pode se conectar a 100 Mbps ou a 10 Mbps, dependendo da necessidade. MEMÓRIAS SENCUNDÁRIAS Alguns destes Dispositivos de Entrada e Saída de Dados, também são tratados como memória secundária. Estas são um meio permanente (não volátil) de armazenamento de programas e dados. Enquanto a memória principal precisa estar sempre energizada para manter suas informações, a memória secundária não precisa de alimentação. Os principais dispositivos de armazenamento de dados são: Disco Flexível ou Disquete: são feitos de material plástico recoberto por uma camada magnética. Podem ser de vários tipos e tamanhos. São meios de armazenamento magnético. O padrão de disquete utilizado atualmente possui a dimensão 3 ½ (polegadas) e capacidade de 1.44 MB, esta é o que nós chamamos de capacidade nominal, mas na verdade a sua capacidade de armazenamento é de 1.38MB. Entenda Esta Diferença DISQUETE DE 3½ CAPACIDADE 1.44 MB nominal 1.38 MB armazenamento 0.06 MB FAT Mas o que vem a ser FAT? FAT File Alocation Table (tabela de alocação de arquivos) é uma espécie de tabela de endereçamentos, nela ficam gravadas quais setores estão disponíveis e quais contêm dados de arquivos. Quando um disco é formatado, todos os setores estão disponíveis. Quando um arquivo é gravado, a FAT vai sendo alterada para indicar os setores ocupados por arquivos. O que é formatar? Formatar um disco (flexível ou rígido) é o procedimento de demarcar trilhas, dividir cada trilha em setores, agrupar os setores em clusters e criar a FAT. Diz-se que um disco é virgem quando ele não está formatado. HD: Hard Disk (Disco Rígido), também chamado de winchester, é um dos principais dispositivos de armazenamento de dados devido a sua grande velocidade de acesso e capacidade de armazenamento (20, 30, 40 e até mais de 200 GB). O HD é formado por cabeça de leitura, motor e discos (pratos compostos de vidro, alumínio ou cerâmica especial) revestidos por uma camada magnética, divididos, nas suas superfícies, em trilhas e cada uma destas é dividida em setores. A quantidade de trilhas e setores é variável. CD: é um disco cuja superfície é feita de material que reflete luz, para que os equipamentos de leitura, que usam laser, possam lê-los. O CD é, portanto, um disco de armazenamento óptico.`sua capacidade de armazenamento foi originalmente definida em 650MB, mas hoje existem CDs com até 700MB. Os equipamentos que lêem CD, também chamado de Drive de CD, tem sua velocidade de leitura medida como múltiplo de uma velocidade X padrão (X = 150Kbps). Portanto, há drives com 50X, 55X, 60X etc. Há três tipos de CDs, muito comuns hoje em dia, que devemos estudar: CD-ROM: é um disco que já vem gravado com informações de fábrica. A superfície do CD-ROM é montada numa chapa na fábrica, normalmente em vidro esculpido. Um CD-ROM não pode ser gravado pelos usuários, ele é gravado no momento da construção. A sigla CD-ROM significa CD Somente para Leitura. CD-R: é um disco que apresenta uma camada de resina na superfície. Essa camada de resina é queimada durante a gravação e, portanto, não pode ser usada para uma segunda gravação. O CD-R só pode ser gravado UMA VEZ. CD-R significa CD Gravável. CD-RW: chamado CD Regravável é um disco que permite sucessivas gravações, pela resina em sua superfície. O CD-RW é o potencial substituto do disquete, devido ao custo de fabricação, à capacidade e ao fato de permitir diversas gravações. DVD: armazena muito mais dados que o CD- ROM, sendo atualmente usado para armazenar filmes. Existem 4 tipos de DVD, que diferem na capacidade. O DVD 5 é capaz de armazenar 4.7 GB de dados ou 133 minutos de vídeo na resolução máxima. Hoje temos o DVD-R que permite gravação é claro que para tanto o usuário deverá ter um drive apropriado (Gravador de DVD). Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 9

11 CUIDADO É muito comum você ouvir falar em prova ou anúncios de jornal sobre o CD-RW/DVD (COMBO), trata-se de um periférico usado para gravação e leitura de CDs permitindo apenas a leitura de DVDs um tipo de 2x1. BLU-RAY E HD-DVD : Com o advento da TV de alta definição (HDTV) a capacidade de armazenamento do DVD tornou-se insuficiente para este tipo de aplicação. Só para você ter uma idéia, duas horas de vídeo de alta definição com compactação de dados requer 22 GB de espaço em disco. Portanto, o que fazer para permitir o armazenamento de mais dados de modo a suportar a gravação de conteúdo de alta definição? É aqui que entram essas duas tecnologias Blu-Ray e HD-DVD que concorreram pela sucessão do DVD. No entanto em 19 de Fevereiro de 2008, a Toshiba comunicou a descisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD-DVD. O Blu-Ray ganhou assim a guerra contra o HD-DVD e é o novo sucessor do DVD. Na verdade, um disco Blu-Ray ou HD-DVD nada mais é do que um disco de DVD com capacidade de armazenamento mais elevada, permitindo a gravação de conteúdo de alta definição. É importante salientar que a principal motivação para a criação de um sucessor para o DVD foi o surgimento da TV de alta definição, que exige maior espaço de armazenamento em disco, coisa que o DVD não pode oferecer. A principal diferença entre os formatos é a capacidade de armazenamento, com vantagem para o Blu-ray, que armazena 25 GB em discos de uma camada (50 GB em Double Layer), contra 15 GB do HD-DVD de uma camada (30 GB em duas camadas). ZIP Disk: é um disquete que se diferencia pela sua capacidade de armazenamento, podendo armazenar a partir de 100 MB. Para utilizarmos este tipo de disquete também devemos possuir um drive apropriado, tratase do ZIP Drive. PENDRIVE: (Memory Key), são dispositivos que são conectados diretamente na porta USB e que possuem um pequeno "disco" interno com capacidade entre 64 MB e 512 MB nos modelos mais comuns à venda. São também conhecidos como minidrives. O nome pendrive é porque alguns modelos se assemelham a uma caneta e podem ser guardados no bolso. Fita DAT: é um cartucho de fita magnética usada para o armazenamento de dados digitais de computador. Estas fitas são muito utilizadas por grandes empresas para o armazenamento de dados de Backup (cópias de segrança), tanto por sua alta capacidade de armazenamento, quanto por sua segurança. Por serem muito utilizadas para gerar backups, as capacidades das fitas DAT acompanham a capacidade dos Winchesters. ESTRURURAS DE LIGAÇÃO Você deve estar se perguntando, nós já ouvimos falar de memórias, processadores e periféricos, mas parece que falta algo, como que estes hardwares se comunicam, de que maneira eles interagem. Realmente, até agora nós tratamos todas as estruturas de forma isolada, chegou o momento de ligarmos todos estes elementos, só que para isto falta relacionarmos alguns itens, como por exemplo: Placa-mãe: seu papel é fornecer uma maneira de os dispositivos periféricos do computador terem contato com o processador. A placa-mãe serve apenas de base, é simplesmente o local onde todos os equipamentos se encaixam. A placa-mãe é uma placa de circuitos composta de caminhos de dados (barramentos) e lacunas para encaixe de equipamentos (slots). Ela vem de fábrica quase nua, com alguns pequenos componentes. Mas para montar um computador, é necessário adquirir os outros equipamentos, que serão encaixados nos slots apropriados na placa-mãe. Os diversos tipos de equipamentos que se encaixam à placa-mãe na forma de outras placas são chamados de placas de expansão (é o caso do modem, placa de rede, placa de vídeo, placa de som, entre outros). Existem diversos modelos e marcas de placas-mãe no mercado, cada um com sua utilização específica. Por exemplo, há placas que só funcionam com processadores Pentium 4, há outras que só servem para Athlon e Athlon XP, assim por diante. Na hora de montar seu micro, se você é quem vai escolher o modelo da placa e do processador, verifique a compatibilidade entre eles. O que é uma placa-mãe On-board? Dá-se este nome a placa que já vem de fábrica com uma serie de acessórios, dispensando placas de expansão. Uma placa-mãe pode já vir com placa de som, placa de rede, modem e placa de vídeo, neste caso dizemos que esses equipamentos já se encontram on-board ( na placa ). Assim como existem placas On-board, existem outras que vem nuas as chamadas Off-board. Um ponto negativo para as placas-mãe On-board é que, pelo fato de haver diversos componentes já instalados e a placa não possuir muitos slots para expansão, há limitação na escolha de componentes. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 10

12 Outro fato ruim é que nem sempre os equipamentos que vêm junto com a placa-mãe têm boa qualidade. Por razões de custo, as fábricas escolhem equipamentos fracos, o que compromete o desempenho final da máquina. O suporte a novas tecnologias, as possibilidades de upgrade e, até certo ponto, a própria performance do equipamento são determinados pela placa mãe. Outra característica importante da placa-mãe é seu chipset. Chipset (ou conjunto de chips ) é uma série de pequenos circuitos que controla todo o fluxo de dados na placa-mãe. Atualmente há vários modelos de chipsets, fabricados por várias empresas. A maioria dos chipsets ainda é dividida em ponte norte e ponte sul, cada um com uma função: Ponte norte ou Northbridge é o chip maior, responsável pela maioria das funções: comunicação do processador com a memória RAM, barramentos AGP e PCI etc. Barramento Interno: é a conexão dos equipamentos para com a placa-mãe, vamos relacionar e apresentar as principais características dos barramentos internos mais cobrados em provas: ISA: Trata-se de uma barramento antigo, usado para encaixar placas de expansão, como modems, placas de som, placas de vídeo, entre outros. Sua largura é de 16 bits, este barramento foi substituído hoje em dia pelo barramento PCI. Outro fator que contribuiu para sua extinção é o fato de não suportar a tecnologia Plug And Play. PCI: É o barramento usado na maioria dos micros hoje em dia em substituição ao ISA. Sua função é a mesma podendo conectar placas de expansão, como Modems, placas de vídeo, placas de rede, placas de som, e qualquer outra placa que se queira. Uma das vantagens com relação ao seu antecessor é o fato de trabalhar a uma largura a partir de 32 bits e permitir o recurso Plug And Play. AGP: Usado apenas para conectar PLACAS DE VÍDEO, sua largura é de 32 bits e também aceita o recurso Plug And Play. Southbridge ou ponte sul é o chip menor, encarregado de funções "menos essenciais", como controlar as interfaces IDE e o barramento ISA da placa mãe, assim como as portas seriais, paralela, USB, teclado etc. VERSÕES AGP TAXA DE TRANSFERÊNCIA AGP 1X 266 MB/S AGP 2X 533 MB/S AGP 4X 1066 MB/S AGP 8X 2133 MB/S IDE: Usado para conectar as unidades de armazenamento internas (HD, Drive de CD, Gravadores de CD, Drives de DVD etc.) à placa-mãe do computador, possuem uma largura de 32 bits. Um único barramento IDE permite a conexão de apenas dois desses equipamentos. Mas como é comum, em um computador, haver dois barramentos IDE (chamados de IDE primário e IDE secundário), o total de equipamentos de armazenamento interno chega a 4 (quatro). Serial ATA (SATA): Este novo padrão vêm substituindo as interfaces IDE atuais como meio de conexão de HDs e gravadores de DVDs. O Serial ATA é um barramento serial que utiliza cabos de 4 vias, com conectores minúsculos, ao contrário dos cabos de 80 vias utilizados pelas interfaces ATA 66 ou ATA 100 atuais. A primeira geração de interfaces serial ATA é capaz de transmitir dados a 150 MB/s e a segunda versão é capaz de transferir a uma taxa de 300 MB/ s. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 11

13 SCSI: Permite a conexão de Discos, como o IDE, impressoras e scanners de alta velocidade. Trata-se de um barramento muito caro, normalmente são usados no mercado de servidores de rede, sendo incomuns em computadores caseiros. Além disso, dá pra conectar até 15 equipamentos em um único SCSI. E como isto cai em prova? Já está se tornando uma hábito, podemos observar que as provas adoram confrontar elementos que possuem a mesma função, assim algumas comparações se tornam comuns, como por exemplo: ISA x PCI PCI é barramento atualmente utilizado, trabalha a taxas a partir de 32bits. PCI x AGP AGP é um barramento voltado para placas de vídeo, não que tenhamos placas padrão PCI mas as placas padrão AGP trabalham com um resultado bem superior. I IDE x SCSI SCSI permite a conexão de até 15 equipamentos isto o torna um barramento caro nada comum em equipamentos caseiros. Como podemos observar, as comparações cobradas em prova recaem nas características marcante de cada elemento. Podemos também notar que aos poucos as provas começam a cobrar novos tipos de barramento, sendo assim acho interessante comentarmos sobre o barramento PCI Express. PCI Express: Como as aplicações em 3D exigiam taxas maiores, o barramento AGP foi inserido no mercado, oferecendo taxas que vão de 266 MB por segundo (no padrão AGP 1X) à 2128 MB por segundo (no padrão AGP 8X). Praticamente todas as placas-mãe com suporte a AGP só possuem um slot desse tipo, já que o mesmo é usado exclusivamente por placas de vídeo. O problema é que, mesmo oferecendo velocidades acima de 2 GB por segundo, o slot AGP 8x não suportará aplicações que estão para surgir e que precisam de taxas ainda maiores. Além disso, tais aplicações poderão ter outros requisitos que o AGP não oferece. Ainda, é necessário considerar que, apesar do AGP ter vantagens bastante razoáveis, seu uso é destinado apenas às aplicações de vídeo. Acontece que som e rede, por exemplo, também evoluem. Na busca de uma solução para esses problemas, a indústria de tecnologia trabalhou (e trabalha) no barramento PCI Express, cujo nome inicial era 3GIO. Trata-se de um padrão que proporciona altas taxas de transferência de dados entre o computador em si e um dispositivo, por exemplo, entre a placa-mãe e uma placa de vídeo 3D. A tecnologia PCI Express conta com um recurso que permite o uso de uma ou mais conexões seriais, isto é, "caminhos" (também chamados de lanes) para transferência de dados. Se um determinado dispositivo usa um caminho, então diz-se que este utiliza o barramento PCI Express 1X, se utiliza 4 conexões, sua denominação é PCI Express 4X e assim por diante. Cada lane pode ser bidirecional, ou seja, recebe e envia dados. Cada conexão usada no PCI Express trabalha com 8 bits por vez, sendo 4 em cada direção. A freqüência usada é de 2,5 GHz, mas esse valor pode variar. Assim sendo, o PCI Express 1X consegue trabalhar com taxas de 250 MB por segundo, um valor bem maior que os 132 MB do padrão PCI. Atualmente, o padrão PCI Express trabalha com até 16X, o equivalente a 4000 MB por segundo. Certamente, com o passar do tempo, esse limite aumentará. A tabela abaixo mostra os valores das taxas do PCI Express comparadas às taxas do padrão AGP: AGP 1X: 266 MBps PCI Express 1X: 250 MBps AGP 4X: 1064 MBps AGP 8X: 2128 MBps PCI Express 2X: 500 MBps PCI Express 8X: 2000 MBps PCI Express 16X: 4000 MBps Barramento Externo, conforme uma classificação mais didática que oficial, são aqueles que interligam a CPU aos equipamentos que se encontram fora do gabinete (como teclado, mouse, impressora etc.). 1- PS/2 2- USB 3- PARALELA 4- SERIAL Os barramentos externos são visíveis, como pequenos encaixes para os conectores dos equipamentos na parte traseira do gabinete, é freqüente o uso do termo porta para esses encaixes. Portanto, não é incomum ler porta PS/2, em vez de barramento PS/2. Vamos então aos diversos barramentos: Serial: Tem como objetivo ligar equipamentos de baixa velocidade, como monitor, teclado, mouse, e outros. Trata-se de um barramento antigo, sendo assim esse barramento não é plug and play, e quando se conecta algum componente a ele, o componente não é reconhecido pelo Windows, sendo necessário instalar manualmente o referido equipamento. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 12

14 Paralelo: Sua função é ligar componentes de maior velocidade que os ligados no barramento serial, como impressoras e scanners. PS/2: Usado para conectar mouse e teclado. Esse barramento não trabalha com o que nós chamamos de hot plug and play (reconhecimento com a maquina ligada, mas trabalha o plug and play durante o processo de inicialiização da máquina. USB: Permite conectar qualquer tipo de equipamento, substituindo a serial, PS/2 e paralela (porta universal). Este tipo de porta é bastante cobrada em prova, curiosidades como o fato de permitir a conexão de até 127 equipamentos simultaneamente e a característica de ser Hot Plug And Play (ou seja, qualquer equipamento conectado a esse barramento é imediatamente reconhecido) freqüentemente aparecem em forma de questões. USB 1.1: 12 Mbps (1,5 MB/s) USB 2.0: 480 Mbps (60 MB/s) PCMCIA: Este barramento é utilizado principalmente em Notebook e handhelds onde, na maioria das vezes, é o único meio de conectar placas de expansão. A principal vantagem dos dispositivos PCMCIA é o tamanho: todos possuem dimensões um pouco menores que as um cartão de crédito, apenas mais espessos. Atualmente é possível encontrar praticamente qualquer tipo de dispositivos na forma de placas PCMCIA: modems, placas de som, placas de rede, placas decodificadoras de DVD, cartões de memórias SRAM e memórias Flash e, até mesmo, discos rígidos removíveis. UNIDADES DE MEDIDA Em um computador existem diversos componentes e eles podem ter unidades de medida independentes de outros componentes. Acompanhe na listagem ao lado os vários componentes e suas respectivas unidades de medida: Item Unidade Mede Padrão Micro processador Disquete HD RAM Modem Impressora CD Leitor CD DVD MHz MegaHertz Velocidade MB MegaByte TB TeraByte MB MegaByte Kbps KiloBits por Seg DPI Pontos por Polegada MB MegaByte X=150 Kbps GB Gigabyte processar informações Capacidade armazenar informações Capacidade armazenar informações Capacidade armazenar informações Taxa de transfer. de dados Qualidade impressão Capacidade armazenar informações Taxa de transfer. da leitora Capacidade armazenar informações 400 a , GB a 2 TB 512 a a a > 4,6 Comparações tratando a capacidade de armazenamento são bastante freqüentes e para tanto se faz necessário o conhecimento de algumas unidades de medidas. Acompanhe na tabela abaixo algumas relações. TABELA DE CONVERSÃO 1 bit Digito binario (1 ou 0) 1 BYTE 8 bits 1 KILOBYTE 1024 BYTES 1 MEGABYTE 1024 KB 1 GIGABYTE 1024 MB 1 TERABYTE 1024 GB 1 PETABYTE 1024 TB FIREWIRE: Encontrado nos computadores mais novos, o barramento firewire é incrivelmente rápido. Um único barramento firewire também pode ser usado por vários equipamentos ao mesmo tempo, num total de 63 dispositivos por porta. Devido a sua alta velocidade geralmente ele é usado para conexão de equipamentos de vídeo. CUIDADO Não confundam FIREWIRE com firewall, este último atua como um controlador de tráfego. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 13

15 SIST. OPERACIONAL Software básico que viabiliza o funcionamento do próprio computador e a execução de todos os outros programas. Enfim, o sistema operacional funciona como um intermediário em todas as interações entre um programa e o hardware do computador. Ele entra em ação toda vez que digitamos uma letra, salvamos um arquivo, imprimimos um documento ou executamos um arquivo. Sendo assim podemos relacionar alguns dos objetivos de um sistema operacional: Executar os programas dos usuários e tornar as soluções dos problemas dos usuários mais simples; Tornar o sistema do computador conveniente (mais próximo ) à utilização do usuário; Usar o Hardware do computador de maneira eficiente. Notamos que durante toda a história da, diversos sistemas operacionais surgiram, cada um com suas características e finalidades, mas ninguém foi tão marcante quanto o Microsoft Windows. E é justamente aqui que vamos concentrar nossos estudos. É claro que dentro de um padrão Windows existem também seqüências evolutivas de versões, estas versões muitas vezes chegaram a comandar a própria evolução da informática. A pergunta que fica é: Qual Windows nós vamos tratar? Geralmente os editais não deixam claro qual versão a ser cobrada, para estes casos devemos abordar versões atuais, para o nosso caso o WINDOWS XP. WINDOWS Bem, antes de começarmos a tratar sobre o Windows XP, vamos traçar algumas características do Windows que são comuns às versões atuais e interessantes para o concurso. Windows é Gráfico: Significa que ele é baseado em imagens e não em textos, os comandos não são dados pelo teclado (graças a Deus), decorando-se palavras chaves e linguagens de comando, como era feito na época do DOS, utilizamos o mouse para clicar nos locais que desejamos. Windows é multitarefa preemptiva: Ser Multitarefa significa que ele possui a capacidade de executar várias tarefas ao mesmo tempo, graças a uma utilização inteligente dos recursos do microprocessador. Por exemplo, é possível mandar um documento imprimir enquanto se altera um outro. A característica preemptiva significa que as operações não acontecem exatamente ao mesmo tempo, mas cada programa requisita seu direito de executar uma tarefa, cabendo ao Windows decidir se autoriza ou não. Ou seja, o Windows gerencia o tempo de utilização do processador, dividindo-o, inteligentemente, entre os programas. Windows é 32 bits: Significa que o Windows se comunica com os barramentos e a placa mãe enviando e recebendo 32 bits de dados por vez. O DOS (antecessor do Windows) era um Sistema Operacional de 16 bits. Windows é Plug and Play: Este termo em inglês significa - Conecte e Use, e designa uma filosofia criada há alguns anos por várias empresas da área de informática (tanto hardware como software). Ela visa criar equipamentos e programas que sejam tão fáceis de instalar quanto qualquer eletrodoméstico. É melhor começarmos a tratar de forma mais detalhada tais características, afinal, as questões normalmente exploram de forma direta ou indireta as características e recursos do Windows. TELA INICIAL DO WINDOWS Vamos iniciar fazendo um reconhecimento da tela, já que o Windows é um ambiente gráfico, Desktop (Área de Trabalho): é o nome dado à tela inicial do sistema operacional Windows, ela é composta basicamente de alguns ícones, uma barra de tarefas na parte inferior. A exibição ou não de todos estes itens dependerá do tipo de instalação feita. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 14

16 Ícones: são pequenas imagens que se localizam no desktop, representam sempre algo em seu computador, todos os arquivos e pastas, bem como unidades de disco ou qualquer coisa em nosso micro ganham um ícone. CUIDADO A área de trabalho pode conter tanto ícones que representam arquivos (atalhos) como pode também conter arquivos. Barra de Tarefas é a barra horizontal que atravessa toda a base do Desktop, Como sabemos o Windows é multitarefa, isto significa que irá administrar a quantidade de memória RAM, permitindo o trabalho de diversos programas e aplicativos simultaneamente. Para cada programa aberto (ativo) ele abrirá uma janela em seu desktop, esta janela pode estar maximizada, restaurada ou minimizada, neste ultimo caso irá aparecer apenas um botão na barra de tarefas representando este programa, podemos alternar entre um programa e outro através da tecla de atalho ALT + TAB. Muitas vezes, ao abrirmos muitos programas, acabamos sobrecarregando a memória RAM. O resultado todos sabem, o micro acaba travando, uma das maneiras de administrar este problema e voltar ao trabalho, seria chamar o gerenciador de tarefas através da tecla de atalho CTRL + ALT + DEL. Área de notificação: Área localizada na Barra de Tarefas, na parte oposta ao Botão Iniciar, ela guarda o relógio e também guarda os ícones de certas aplicações que estão sendo executadas em segundo plano (ou seja, sem a intervenção do usuário e sem atrapalhar o mesmo) como o ANTIVIRUS, por exemplo. A maioria dos programas que são executados quando o Windows inicia, ficam com seu ícone aqui. O botão iniciar dá acesso ao Menu Iniciar, apresentado ao lado, responsável pelo acesso a outros menus, que por sua vez, acionam os programas como editores de texto, planilhas eletrônicas e ferramentas do próprio Windows. Sua tecla de atalho para acesso é CTRL + ESC. Ao ser acionado, ele mostrará um menu vertical com diversas opções. Você não precisa dar um clique para ativar uma opção de menu, ao passar com o cursor sobre ela o sub-menu é automaticamente aberto. FERRAMENTAS DO WINDOWS Como já comentamos o botão iniciar seria uma porta de acesso as diversas ferramentas/recursos do Windows, normalmente em prova a cobrança é bastante direcionada, sendo assim vamos focar as principais ferramentas: Windows Explorer; Botão Iniciar: Este é o principal elemento, através dele conseguimos iniciar qualquer aplicação presente no nosso computador, como os programas para texto, cálculos, Internet etc. Painel de Controle; Ferramenta Pesquisar; Acessórios: (Wordpad x Bloco de notas); Ferramentas de Sistema: (Scandisk); (Desfragmentador); (Limpeza de Disco); (Backup); Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 15

17 WINDOWS EXPLORER É o programa gerenciador de arquivos do Windows. É através do Windows Explorer (WE) que podemos manipular os dados gravados em nossas unidades, copiando, excluindo, movendo e renomeando os arquivos e pastas das nossas unidades de armazenamento, enfim, ele permite administrar as nossas memórias de armazenamento. O Windows Explorer apresenta sua interface dividida em duas partes: a área das pastas (à esquerda) e a área do conteúdo (a mais larga, à direita). A área das pastas (ou da árvore), é o painel que mostra a estrutura completa do computador em uma visão mais macro, hierarquicamente dividida, pasta por pasta, unidade por unidade, como um grande organograma. Detalhe, na área das pastas não há visualização de arquivos, estes serão apresentados apenas no lado direito. E afinal para que serve o Windows Explorer? Serve como ferramenta gerenciadora. Ele permite que o usuário crie, exclua, mova, copie, renomeie objetos, permite também a formatação, compartilhamento e mapeamento de unidades. A maioria destas tarefas pode ser feita de diversas maneiras, usando o menu de opções, os botões da barra de ferramentas, o mouse ou através de teclas de atalho. Este é um dos grandes problemas de uma prova, o colega está acostumado a realizar uma determinada tarefa através de uma das maneiras citadas, chega no dia prova confiante, e quando percebe esta sendo cobrada uma coisa que ele nunca fez e lhe parece muito estranha. Então vai um conselho, quanto mais maneiras diferentes vocês tiverem conhecimento, melhor. Sei que parece chato, mas garanto que é bastante útil. Um das maneiras que eu vejo para pegar esta experiência toda é tratar o maior número possível de provas, e sempre que houver dúvida quanto a maneira aplicada, partir para a prática, isto mesmo, teste na sua máquina (se não for nada de formatar, ou apagar definitivamente algum arquivo é claro). Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 16

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19 Detalhes Curiosos Sobre A Tela Do Windows Explorer Podemos observar tanto na barra de títulos como na barra de endereços a sinalização da unidade ou pasta que está sendo manipulada. Muitas vezes questões de prova cobram a localização de determinado arquivo que está sendo manipulado, um dos segredos para saber qual a posição (rota) deste arquivo, seria justamente observar ou a barra de títulos ou a barra de endereços. A barra de endereço serve também como porta de acesso a páginas na Internet. Muitas vezes ouvimos o comentário de que podemos acessar páginas através do Windows Explorer, isto é correto, agora cuidado ao tentarem colocar com função principal do Windows Explorer a navegação, isto não. Existe uma diferença entre pode e serve para esta diferença é muito bem explorada em questões de prova, é o que nós chamamos de tratamento lógico das questões. Conforme a tela ao lado podemos observar que o Windows procura identificar de forma gráfica a existência de níveis e sub-níveis de suas unidades. A indicação de um ( + )na frente do objeto, representa que este possui sub-níveis, mas tais sub-níveis não estão expandidos (sendo mostrados na estrutura). A indicação de um ( - )na frente do objeto, representa que este possui sub-níveis e estes subníveis aparecem expandidos. Quando não aparece nenhum dos dois, concluímos que o objeto não possui sub-níveis, podendo conter apenas arquivos. A barra de status do Windows Explorer sinaliza quantos objetos (arquivos e/ou pastas) o elemento selecionado possui, mostra também quanto existe de espaço disponível e espaço ocupado pelos elementos selecionados. CUIDADO: a quantidade de bytes e o espaço livre em disco podem ser apresentados em posições trocadas em algumas versões do Windows. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 18

20 Selecionando Arquivos ou Pastas Com o Para Teclado Mouse Selecionar Arquivo ou Use setas de 1 clique sobre o item pasta deslocamento desejado Múltiplos Use setas de Arraste o mouse e arquivos ou deslocamento forme um retângulo pastas mantendo a tecla em torno dos itens adjacentes (contínuos) SHIFT pressionada desejados ou clique no primeiro arquivo da lista, e mantendo SHIFT pressionado, clique no último item Clique nos itens desejados mantendo a tecla CTRL pressionada. Múltiplos arquivos ou pastas não adjacentes CUIDADO O clique duplo sobre um objeto pode abrir ou executar, dois cliques simples vai marcar o objeto para que você possa alterar o nome (renomear). Copiando / Movendo Arquivos ou Pastas Basta clicar sobre o item selecionado, arrastar para a nova posição e soltá-lo lá. Entretanto esta ação pode ter diferentes resultados dependendo do local de destino. A tabela abaixo demonstra estes efeitos. O que? Para onde? Mesmo disco Outro disco Copiar CTRL + Mouse Mouse Mover Mouse SHIFT + Mouse Os comandos para utilização da A.T sempre estão no menu editar, mas podemos utilizar de maneira diferente: Como fazer O que faz Botões Teclado Menu C Copia o conteúdo O selecionado para CTRL Editar P A.T preservando + I o conteúdo em C Copiar A seu local de R origem. R E C O R T A R C O L A R Recorta o conteúdo e leva-o para a A.T retirando este do local de origem (move). Cola o conteúdo da A.T no local do cursor. CTRL + X CTRL + V Editar Recortar Editar Colar Ao copiarmos ou recortarmos (mover) um elemento, este irá para uma área (área de transferência) aguardando o comando colar. Utilizando a Área de Transferência Área de transferência é uma área reservada da memória RAM, destinada para trocar informações de um local para outro, podendo ser: De um ponto para outro dentro do mesmo arquivo; De um arquivo para outro dentro do mesmo software; Entre softwares diferentes; E até mesmo para copiar arquivos e pastas inteiras de um local para outro dentro do mesmo disco ou entre discos diferentes. Criando Novo Na opção Novo do menu Arquivo, temos várias opções de trabalho entre elas encontramos: Pasta - Nesta opção você cria uma nova pasta. Ao aparecer o ícone nomeado como Nova Pasta, você terá que digitar o novo nome desejado. Atalho - Após selecionar esta opção, aparece uma janela na qual é solicitada a linha de comando para se chegar ao arquivo ou aplicativo desejado. Se for um atalho para um arquivo de programa, ele será executado, e se for um arquivo de texto, de imagem etc, será executado o programa ao qual está vinculado e ele será aberto automaticamente. Outra forma de criar uma pasta no Windows XP, além do menu Arquivo e do botão direito do mouse, é o uso do painel de tarefas comuns, que apresenta a opção Criar Nova Pasta quando não há nada selecionado na janela. O painel de tarefas comuns muda suas opções de acordo com o que é selecionado. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 19

21 Excluindo Arquivo Caso o arquivo excluído esteja numa unidade de Disco Rígido (HD), o arquivo na verdade não será apagado, ele será movido para uma pasta especial chamada LIXEIRA. A lixeira é uma pasta que guarda os arquivos que tentamos apagar dos nossos discos rígidos. Esses arquivos ficam na lixeira até que nós os apaguemos de lá. Uma vez dentro da lixeira, o arquivo pode ser recuperado para sua pasta de origem ou pode ser apagado definitivamente (não tendo mais volta). Se o arquivo estiver dentro de uma unidade removível (disquete, por exemplo), o arquivo não tem direito de ir para a lixeira, portanto, se apagado, não tem mais volta, é definitivo. A lixeira possui algumas propriedades que podem ser configuradas, esta configuração pode ser realizada ao clicarmos com o botão direito do mouse sobre o ícone lixeira e selecionarmos a opção propriedades, aparecerá então uma tela para configuração. Renomeando Arquivo Renomear um objeto é mudar o nome previamente definido para ele. Existem várias maneiras de realizar esta tarefa, podemos por exemplo aplicar dois clique simples sobre o objeto ou no menu de opções clicar em Arquivo escolher a opção Renomear ou então usando a tecla de atalho F2. PAINEL DE CONTROLE Painel de Controle é a ferramenta que acompanha o Windows e permite ajustar todas as configurações do sistema operacional, desde ajustar a hora do computador, até coisas mais técnicas como ajustar o endereço virtual das interrupções utilizadas pela porta do mouse. O painel de controle é, na verdade, uma janela que possui vários ícones, e cada um desses ícones é responsável por um ajuste diferente no Windows. Central de segurança: O Windows XP Service Pack 2 (SP2) contém uma coleção de novas tecnologias criadas para ajudar a manter seu computador e suas informações pessoais mais seguras. A Central de Segurança permite que você verifique o status das configurações de segurança essenciais. Você também pode utilizá-la para localizar informações sobre os vírus mais recentes ou outras ameaças à segurança, ou para obter suporte ao cliente da Microsoft para um problema relacionado com segurança. A Central de Segurança verifica se você possui: Um software de firewall. Um programa antivírus atualizado. O recurso Atualizações Automáticas configurado para baixar e instalar atualizações automaticamente Adicionar Hardware: esta opção permite a instalação manualmente de um novo hardware (fora do Plug and Play). Alterar ou remover programas: permite atualizar ou desinstalar qualquer software existente em seu computador. A desinstalação do software é mais eficiente do que apenas a exclusão do arquivo via Windows Explorer, pois remove também os ícones instalados do Aplicativo. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 20

22 Configurações regionais: aqui o usuário pode personalizar as configurações de sua região, como: Idioma a ser usado; Formato do número (sistema de medida métrico ou americano, separador decimal, número negativo etc); Formato da moeda (símbolo da moeda, posição do símbolo, número de casas decimais etc.); Hora (define o formato da hora AM/PM, o separador dos minutos e segundos etc); Data (define o formato da data DD/MM/AA ou MM/DD/AA, formato data por extenso, separador de dia mês ano etc). Fontes: permite a instalação, remoção e configuração das fontes utilizadas no ambiente Windows. Impressoras: trata a configuração, instalação e remoção de impressoras via Painel de Controle. Um Assistente (Wizard) propicia um passo a passo para adicionar, remover e alterar as configurações para impressoras, exatamente como na opção impressoras do Painel de Controle. Mouse: realiza as configurações como a velocidade de um duplo clique ou alterar a posição dos botões (para canhotos). Opções de Acessibilidade: um conjunto de recursos que facilitam a utilização do Windows por portadores de deficiências físicas, sejam elas motoras, visuais ou auditivas. Note entretanto que não apenas essas pessoas podem encontrar utilidade. Digamos que um usuário tenha perdido seus óculos, tendo dificuldades para enxergar a tela. Os ajustes visuais e os avisos sonoros podem facilitar o uso do Windows enquanto os óculos não são encontrados. Digamos ainda que o usuário tenha machucado a mão ou o braço, sendo obrigado a digitar com uma só mão. Recursos como teclas de aderência, teclado na tela e o uso de teclas ao invés do mouse pode resolver os problemas provisoriamente. Sistema, relaciona os hardwares de seu computador. Em Perfis de Hardware permite que você crie configurações de hardware que podem ser selecionadas na inicialização. Teclado, permite configurar o tipo de teclado (com o Ç, deve ser selecionado o teclado brasileiro ABNT II), o idioma do teclado, sua velocidade e a taxa de intermitência do cursor. Vídeo, trata as configurações tais como Segundo plano, Proteção de Tela, Aparência (cores) e Configurações (tipo de monitor e definição). FERRAMENTA PESQUISAR Localiza pastas e arquivos por nomes, extensões, datas e até mesmo pelo conteúdo de arquivos. Podemos realizar esta pesquisa utilizando alguns critérios, seriam eles: Nome => realiza a pesquisa pelo nome do objeto (o Windows permite a utilização de até 255 caracteres para representar o nome de um arquivo), alguns caracteres são reservados e não podem ser utilizados, exemplos / \ : ; *? < > Tipo => pesquisa um ou mais tipos de arquivos (extensões). Data => você pode estipular um período de pesquisa. Tamanho => você pode pesquisar arquivos maiores, menores ou iguais a um determinado tamanho (em KB). Conteúdo => aqui você pode realizar uma pesquisa pelo conteúdo, informar uma palavra ou expressão que contenha no documento que pretende localizar. Em Opções avançadas podemos fazer algumas diferenciações na pesquisa (pesquisar ou não em subpastas, fazer diferenciação quanto a caracteres maiúsculos e minúsculos etc). ACESSÓRIOS Os acessórios são pequenos aplicativos com funções bem práticas ao usuário e que acompanham o Windows em sua instalação padrão. Na maioria dos casos estes acessórios dispensam qualquer tipo de comentário, podemos dizer que existe uma exceção, pois vamos comentar um pouco sobre o Wordpad. Wordpad é um processador de textos que acompanha o Windows. Pode ser considerado como um Word mais fraquinho, ou seja, sem todos os recursos. Quando salvamos um arquivo no Wordpad, este assume a extensão.doc (a mesma dos arquivos do Word), mas o formato é de um arquivo do Word 6.0. CUIDADO Wordpad é diferente do bloco de notas, este último trabalha apenas arquivos textos (.TXT), sem formatação alguma. FERRAMENTAS DE SISTEMA Vamos descrever algumas ferramentas voltadas a melhorar a performance da máquina ou tratar da segurança dos dados. SCANDISK: varre os discos magnéticos (Disquetes e HDs) em busca de erros lógicos ou físicos em setores. Se existir um erro lógico que possa ser corrigido, o Scandisk o faz, mas se existe um erro físico, ou mesmo lógico que não possa ser corrigido, o Scandisk marca o setor como defeituoso (BAD BLOCK), para que o Sistema Operacional não grave mais nada neste setor. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 21

23 DESFRAGMENTADOR: como o nome já diz, ele reagrupa os fragmentos de arquivos gravados no disco, unindo-os em linha para que eles possam ser lidos com mais rapidez pelo sistema de leitura do disco rígido. Quando um arquivo é gravado no disco, ele utiliza normalmente vários setores, e estes setores nem sempre estão muito próximos, forçando o disco a girar várias vezes para poder ler o arquivo. O desfragmentador corrige isso, juntando os setores de um mesmo arquivo para que o disco não precise girar várias vezes. CUIDADO Nem o Scandisk nem o desfragmentador procuram por vírus, isto é uma tarefa especifica do antivírus. O desfragmentador otimiza o acesso ao disco mas não aumenta o seu espaço. LIMPEZA DE DISCO: trata da remoção de arquivos desnecessário (temporários, temporários da Internet, arquivos excluídos), como se fosse uma faxina no disco. BACKUP: é cópia de segurança, copiar dados em um meio separado do original, de forma a protegê-los de qualquer eventualidade. Os backups podem ser feitos em vários tipos de mídias, incluindo CDs graváveis ou regraváveis, fitas DAT, ou até mesmo um segundo HD (já tratamos sobre memórias de armazenamento). Cada tecnologia oferece seus prós e contras, as fitas DAT, por exemplo, oferecem uma grande capacidade e um custo por megabyte muito baixo, mas em compensação o drive é muito caro, os CDs são muito baratos, mas não armazenam uma grande quantidade de dados e assim por diante. A melhor opção varia de acordo com a quantidade de dados, a regularidade dos backups, o nível de confiabilidade necessária e quanto investir. Por isto não percam tempo querendo saber qual é melhor meio ou tipo de backup. TIPOS DE BACKUP: NORMAL: Um backup normal (ou total) copia todos os arquivos selecionados e marca cada um deles como já tendo um backup (em outras palavras, o atributo de arquivo morto é desmarcado). Com backups normais, você só precisa da cópia mais recente do arquivo ou da fita de backup para restaurar todos os arquivos. Normalmente, o backup normal é executado quando você cria um conjunto de backup pela primeira vez. INCREMENTAL: Um backup incremental copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental. Os arquivos dos quais foram feitos backup são marcados dessa forma (ou seja, o atributo de arquivo morto é desmarcado). Se você usar uma combinação de backup normal e backup incremental, precisará do último conjunto de backup normal e de todos os conjuntos de backup incrementais para restaurar. DIFERENCIAL: Um backup diferencial copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental. Os arquivos que já têm um backup não são marcados dessa forma (ou seja, o atributo de arquivo morto não é desmarcado). Se você executar uma combinação de backup normal e backup diferencial, a restauração dos dados exigirá os arquivos ou as fitas do último backup normal e do último backup diferencial. CÓPIA: Uma cópia auxiliar (ou secundária) é uma cópia dos dados de backup. Os dados copiados são uma imagem fiel da cópia de backup primária e podem ser usados como uma cópia de backup de modo de espera ativo se os servidores, os dispositivos e a mídia de backup primário forem perdidos ou destruídos. As cópias primária e secundária usam mídias diferentes e, muitas vezes, bibliotecas de backup diferentes. DIÁRIO: Backup que copia todos os arquivos selecionados que forem alterados no dia de execução do backup diário. Os arquivos que sofreram backup não são marcados como tal (ou seja, o atributo de arquivamento não é desmarcado) NORMAL INCREMENTAL DIFERENCIAL VANTAGENS E DESVANTAGENS PRÓS Os arquivos são mais fáceis de localizar, porque estão na mídia de backup atual. Requer apenas uma mídia ou um conjunto de mídia para a recuperação dos arquivos. Requer a menor quantidade de armazenamento de dados. Fornece os backups mais rápidos. A recuperação exige a mídia apenas dos últimos backups normal e diferencial. Fornece backups mais rápidos do que um backup normal. CONTRAS É demorado. Se os arquivos forem alterados com pouca freqüência, os backups serão quase idênticos. A restauração completa do sistema pode levar mais tempo do que se for usado o backup normal ou diferencial. A restauração completa do sistema pode levar mais tempo do que se for usado o backup normal. Se ocorrerem muitas alterações nos dados, os backups podem levar mais tempo do que backups do tipo incremental. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 22

24 SOFTWARE LIVRE Definição sobre Software Livre: Software Livre (Free Software) é o software disponível com a permissão para qualquer um usá-lo, copiá-lo, e distribuí-lo, seja na sua forma original ou com modificações, seja gratuitamente ou com custo. Em especial, a possibilidade de modificações implica em que o código fonte esteja disponível. Se um programa é livre, potencialmente ele pode ser incluído em um sistema operacional também livre. E importante não confundir software livre com software grátis porque a liberdade associada ao software livre de copiar, modificar e redistribuir, independe de gratuidade. Existem programas que podem ser obtidos gratuitamente mas que não podem ser modificados, nem redistribuídos. Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito; A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade; A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo; A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade; Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre. Copyleft: A maioria das licenças usadas na publicação de software livre permite que os programas sejam modificados e redistribuídos. Estas práticas são geralmente proibidas pela legislação internacional de copyright, que tenta justamente impedir que alterações e cópias sejam efetuadas sem a autorização dos autores. As licenças que acompanham software livre fazem uso da legislação de copyright para impedir utilização nãoautorizada, mas estas licenças definem clara e explicitamente as condições sob as quais cópias, modificações e redistribuições podem ser efetuadas, para garantir as liberdades de modificar e redistribuir o software assim licenciado. A esta versão de copyright, dáse o nome de copyleft. Outras classificações Software em Domínio Público: Software em domínio público é software sem copyright. Alguns tipos de cópia, ou versões modificadas, podem não ser livres porque o autor permite que restrições adicionais sejam impostas na redistribuição do original ou de trabalhos derivados. Software Semi-livre: Software semi-livre é software que não é livre, mas é concedida a permissão para que indivíduos o usem, copiem, distribuam e modifiquem, incluindo a distribuição de versões modificadas, desde que o façam sem o propósito de auferir lucros. Exemplos de software semi-livre são as primeiras versões do Internet Explorer, algumas versões dos browsers da Netscape, e o StarOffice. Freeware: O termo freeware não possui uma definição amplamente aceita mas é usado com programas que permitem a redistribuição mas não a modificação, e seu código fonte não é disponibilizado. Estes programas não são software livre. Shareware: Shareware é o software disponibilizado com a permissão para que seja redistribuído, mas a sua utilização implica no pagamento pela sua licença. Geralmente, o código fonte não é disponibilizado e portanto modificações são impossíveis. Software Proprietário: Software proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu proprietário. Para usar, copiar ou redistribuir, deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo. Software Comercial: Software comercial é o software desenvolvido por uma empresa com o objetivo de lucrar com sua utilização. Note que 'comercial' e 'proprietário' não são o mesmo. A maioria do software comercial é proprietário mas existe software livre que é comercial, e existe software não-livre não-comercial. LINUX O Linux é uma espécie de clone do Unix (S.O mais robusto voltado a computadores de grande porte) criado como uma alternativa barata e funcional para quem não está disposto a pagar alto preço de um sistema ou não tem um computador suficientemente rápido. Tentando alcançar este objetivo,um estudante finlandês, Linus Torvalds, colocou o código-fonte (programação propriamente dita) de seu projeto a disposição de outros programadores, para que estes pudessem entender e modificar, com esta parceria global surge o LINUX. Entende alguns detalhes: O Linux não é um programa de domínio público, ele possui uma licença, porém seu código-fonte é aberto para que outras pessoas o modifiquem e até possam cobrar por versões criadas a partir dele, desde que isto não limite a sua distribuição e isto não se caracteriza como pirataria. As distribuições do Linux Diversas empresas e organizações decidiram juntar os programas do Linux em pacotes próprios aos quais elas fornecem suporte. Esses pacotes são chamados de distribuições e, entre as mais famosas e utilizadas, destacam-se: Red Hat, Mandrake, Conectiva (nacional), Debian e outras. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 23

25 Mais algumas características Multitarefa: Idem aos Windows NT/2000/XP o Linux também é multitarefa preemptiva, onde o seu kernel escalona a execução dos programas (tarefas) reservando-lhes recursos do computador. O que vem a ser KERNEL? É o núcleo do sistema operacional, a parte mais próxima do nível físico (hardware). Composta de chamadas ao sistema, de acesso aos dispositivos de entrada e saída e gerencia de recursos da máquina. O uso do Shell Shell é o nome genérico de uma classe de programas que funciona como interpretador de comandos, trata-se da interface entre o usuário e o kernel. A janela de comando do Linux apresenta um sinal de pronto (prompt), este sinal é apresentado normalmente assim: diretório] tipo de usuário Onde: Usuário: login do usuário que esta conectado Computador: nome do computador que esta sendo utilizado Diretório: pasta que se está trabalhando Tipo de usuário: # para o root ou $ para um usuário comum. Ex.: /root] # Multiusuário: Permite que mais de um usuário utilize o computador simultaneamente, tanto no mesmo computador ou por por outro ligado em rede. Há dois tipos de usuários no Linux: o usuário ROOT ( um super usuário), que pode manipular todos os recursos do sistema operacional e cujo prompt é o caracter #, e os usuários comuns, que sofrem restrições e cujo prompt é o caracter $. Memória virtual: Verificamos que o Linux também possui o hábito de trabalhar com memória virtual para auxiliar o processamento, esta é uma memória que é emprestada pelo HD e administrada pelo sistema operacional (como já tratamos antes). 32 bits: Apesar do padrão ser o tratamendo de dados em 32 bits, podemos encontrar algums aversões que conversem 64 bits. Suporte a protocolos TCP/IP, IPX: Nada mais óbvio, estes protocolos são utilizados na conexão de Internet ou em uma Rede, e lembrem-se a Internet é um conjunto de redes globais permitindo a conexão de diversos tipos de computadores independente de qual sistemas operacional este usa. Sistema de Arquivamento: Aqui nós vamos encontar algumas diferença, enquanto o Windows atribui letras a suas unidade (A:, C:, D:) no Linux estas são representadas por diretórios, e estes estão subordinados a um diretórios raiz (também chamado de sistema de arquivos). Ex.: /pasta/arquivo. Ambiente gráfico: Apesar de também trabalhar com uma interface gráfica, observamos que em questões de prova a tendência é combrar instruções (comandos), que são repassados no seu interpretador de comandos também conhecido como SHELL (a famosa telinha preta). O que nós vamos tentar relacionar aqui são os principais comando utilizado pelo Linux e cobrados em provas, quem já trabalhou algum tempo com o MS-DOS, vai se sentir a vontade com a maioria das instruções, realmente elas são bem semelhantes, bem... vamos a elas: CD: Muda o diretório de trabalho Exemplos: $ cd /exercícios Muda para o diretório exercícios $ cd.. Sobe um nível na arvore de diretórios $ cd / Volta para o diretório raiz $ cd ou $cd ~ Retorna ao diretório do usuário. TREE: Exibe a arvore de diretórios. Por padrão exibe arquivos e diretórios Exemplos: $ tree F Resultado /exercícios -- exercicio1.doc -- exercício2.xls -- esaf / -- prova1.pdf -- prova2.doc 1 directories, 4 files Observação: Nem todas as distribuições apresentam o comando TREE, neste caso você ira receber uma mensagem como esta: tree: command not found. LS ou DIR: Exibe o conteúdo dos diretóriosa arvore de diretórios. Por padrão exibe arquivos e diretórios Exemplo: $ ls Resultado exercicio1.doc exercício2.xls esaf MKDIR: Cria diretórios Exemplos: $ mkdir cespe Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 24

26 Neste caso será criado um diretório de nome cespe dentro do diretório atual/ $ mkdir /exercícios/cespe Agora estarei criando um diretório de nome cespe dentro do subdiretório exercícios. $ mkdir cespe esaf fcc Aqui estamos criando 3 diretórios de uma só vez (cespe, esaf e fcc) todos dentro do diretório atual. CLEAR: Este é barbada, o comando clear é usado para limpar a tela. MV: Move ou renomeia arquivos e diretórios Exemplos: $ mv exercicio1.doc simulado.doc Neste caso estará renomeando o arquivo de nome exercício1.doc para simulado.doc $ mv exercicio2.xls fcc Aqui estamos movendo o arquivo de nome exercício2.xls para o diretório fcc CP: Copia arquivos e diretórios Exemplos: $ cp simulado.doc cespe Neste caso estaremos copiando o arquivo simulado.doc para o diretório cespe. MAIS ALGUNS COMANDOS pwd: mostra o diretório inteiro que você está; df: Mostra as partições usadas ou livres do HD; free: mostra a memória do computador; shutdown: desliga o computador: shutdown -r now : reinicia o computador; shutdown -h now : desliga o computador Reboot: reinicia o sistema instantaneamente who: mostra quem está usando a máquina; date: mostra data e hora; telnet: inicia a TELNET; find: procura por determinado arquivo; useradd: cria uma nova conta usuário; passwd: cria/modifica a senha do usuário; userdel: apaga um usuário; TAR: arquivo para criar Backups: TAR c: cria TAR x: restaura TAR v: lista cada arquivo TAR t: lista os arquivos de backups; write: escreve mensagens para outro usuário em rede; linuxconf: configuração do Linux; lpr: imprime arquivo (exemplo: lpr arquivo); lpq: mostra o status da fila de impressão; lprm: remove trabalhos da fila de impressão; wc: número de linhas, palavras e bytes de um arquivo; chmod: define os privilégios de acesso aos usuários. $ cp r esaf fcc Preste atenção, aqui eu estou copiando o diretório esaf bem como todo o seu conteúdo para o diretório fcc, tudo isto graças a opção - r que funciona como copia recursiva. RM: Remove arquivos e diretórios Exemplos: $ rm exercicio1.doc Estará excluindo o arquivo exercício1.doc. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 25

27 EXCEL Conhecido também como Planilha de Cálculos, o Excel têm a função de manipular cálculos matemáticos e lógicos, automatizando e dinamizando a construção de tabelas, trata-se de uma poderosa ferramenta para a construção de gráficos, possuem alguns recursos para administrar bancos de dados. No Excel, os arquivos (pastas) são divididos em planilhas, cada planilha é como se fosse uma grande tabela. Geralmente quando criamos uma nova pasta (novo documento) no Excel iniciamos o trabalho com 3 planilhas. Cada planilha do Excel conta com linhas numeradas (da linha 1 até 65536) e 256 colunas (representadas por letras, de A até IV). As colunas do Excel seguem a regra: A, B, C, D, E,..., Z, AA, AB, AC, AD,...AZ, BA, BB, BC,..., BZ, CA e assim até IV. Cada célula (retângulo formado pelo encontro de uma linha com uma coluna) tem seu próprio nome, derivado da sua exata posição (A1, B2, C15 etc). É justamente nas células da planilha do Excel que podemos digitar o conteúdo que quisermos (texto, número, uma fórmula ou uma função). O nosso problema aqui é velha dificuldade que o pessoal tem com a matemática, e graças a isto o Excel passa a ser um aplicativo abandonado por alguns. TELA INICIAL DO EXCEL COMPONENTES DO EXCEL Barra de Menus: Esta barra encontra-se abaixo da barra de título, na parte superior da janela de aplicativo e é responsável pelo acesso a todos os comandos do Excel. Os comandos existentes na barra de menu podem ser acessados pelo clique do mouse ou pelo pressionamento simultâneo das teclas ALT e a letra que estiver sublinhada no menu desejado. Boa parte do menu de opções do Excel é exatamente igual ao apresentado anteriormente no Word, e como já vimos anteriormente, muitas vezes existe a cobrança quanto a localização de determinada opção, por isto também vamos abordar as principais opções de cada menu. Só quero lembrar que a característica marcante do Excel ainda é o seu poder de cálculo e isto não pode ser esquecido, assim, temos que tratar com mais carinho os comentários sobre estes recursos. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 26

28 Menu ARQUIVO IMPRESSÃO (CTRL + P): A impressão de seus arquivos podem ser feita por dois caminhos: Botão imprimir: imprime uma cópia do documento inteiro cada vez que for pressionada. Pelo comando Imprimir do menu Arquivo (CTRL+P): Este comando controla como a planilha será impressa. Usado para imprimir com opções especiais inclusive com várias cópias ou páginas especificas. Últimos arquivos: Mostram relação dos 4 (default, podendo ser alterado para até 9) últimos arquivos trabalhados no Excel. Sair: Se você ativar essa opção imediatamente após ter gravado o arquivo atual, o programa será encerrado imediatamente, caso contrário aparecerá uma caixa questionando se deseja ou não salvar as alterações. Menu EDITAR Novo (CTRL + O): Selecionando a opção, um novo arquivo em branco será carregado em uma nova janela para uso. Abrir (CTRL + A): Esta operação consiste em carregar o arquivo já existente para a memória RAM e conseqüente visualização na tela. Ao ser executada esta opção abre-se uma caixa de diálogo para que se possa escolher o arquivo a trabalhar. Fechar: Este comando trata de fechar o arquivo ativo, não tendo relação com o fechamento do aplicativo (Excel). Salvar (CTRL + B): Quando você salva um arquivo pela primeira vez no Excel é solicitado que você forneça um nome para ele. Esta informação é solicitada através de uma caixa de diálogo chamada Salvar como. Nas outras vezes, não será necessário o fornecimento do nome, pois o comando salvar é executado de acordo com os parâmetros já definidos, ou seja, salvar com o mesmo nome, no mesmo local, com a mesma extensão. Salvar como: Dá a possibilidade de você alterar nome, destino, extensão, versão e até mesmo incluir uma senha no arquivo a ser salvo. O Excel permite você salvar seu arquivo com formato HTML para publicação na Internet. Configurar Página: Nesta opção podemos configurar Margens, Tamanho do papel, Origem do papel, definir cabeçalho e rodapé e área de impressão. Visualizar Impressão: Permite visualizar na tela de seu computador como ficariam os trabalhos impressos, evitando possíveis gastos desnecessários com impressões erradas. Desfazer (CTRL + Z): Desfaz a última ação, seja um texto digitado ou uma formatação aplicada. Repetir (CTRL + R): Repete a ultima ação, seja um texto digitado ou uma formatação aplicada. Recortar (CTRL + X): Recorta o elemento selecionado, este elemento é jogado para a área de transferência aguardando o comando colar. Copiar (CTRL + C): Copia o elemento selecionado, este elemento é jogado para a área de transferência aguardando o comando colar. Colar (CTRL + V): Cola o elemento que consta na área de transferência, anteriormente recortado ou copiado. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 27

29 Colar Especial: Abre a você diversas possibilidades de você colar o elemento selecionado, colar somente valores, somente formato, somente fórmula, colar adicionando, subtraindo, multiplicando, dividindo, colar ignorando células em branco e colar transpondo (invertendo a matriz o que era linha passará a ser coluna e vice-versa). Menu EXIBIR: Normal: Modo de visualização padrão do Excel. Localizar (CTRL + L): Usado para localizar um texto, caracteres, formatação de parágrafos ou até mesmo caracteres especiais, basta para isto digitar a palavra a ser localizada no espaço Localizar da caixa de diálogo e clicar em Localizar próxima. Substituir (CTRL + U): Aqui você pode substituir seja um texto, um valor ou uma fórmula. Ir para (CTRL + Y): Desloca seu cursos para uma determinada célula. Visualizar Quebra de Página: Modo de visualização que além dos elementos já conhecidos, apresenta uma linha imaginária representando as quebras de página. A grande vantagem é que você pode trabalhar em sua planilha tendo já uma visão de como ficará a disposição desta na página impressa. Barra de Ferramentas: Esta opção permite que você selecione quais categorias da barra de ferramentas deseja ativar ou personalizar. Barra de Fórmulas: Aqui você habilita ou não esta área, na qual você pode editar suas fórmulas. Caso você prefira desabilitar esta área, você pode trabalhar com suas fórmulas na própria célula. Barra de Status: Aqui você habilita ou não a área responsável por mensagens de status do sistema. Cabeçalho e Rodapé: Apresenta a mesma caixa de diálogo do Configurar Página do Menu Arquivo. Zoom: Permite você ajustar (ampliar ou reduzir) sua área de trabalho (o zoom mínimo é de 10% e o máximo 400%). Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 28

30 Menu INSERIR Coluna: A descrição acima é valida para a inserção de colunas, só vale lembrar que neste caso as demais colunas são deslocadas para a direita e a última coluna é excluída. Planilha: Para inserir uma planilha na pasta de trabalho, selecione uma das planilhas em cujo local você deseja que a nova seja inserida. Quando uma planilha é inserida na pasta de trabalho, as demais são deslocadas para a direita. PLANILHA Célula: Não tão comum quanto à inserção de linhas ou colunas a inserção de células também é possível, só devemos tomar o seguinte cuidado, ao selecionar esta opção abre-se uma caixa de diálogo na qual você deve escolher como proceder com a movimentação do restante do conteúdo. Gráfico: Expressar números em forma de gráficos é uma das características mais atraentes das planilhas eletrônicas. Em muitos casos, um gráfico pode sintetizar todo um conceito ou dar uma idéia precisa e instantânea sobre um determinado assunto que possivelmente exigiria a leitura atenta de muitas linhas e colunas de números da planilha. O Excel possui uma grande variedade de tipos de gráficos que podem representar os dados por meio de dezenas de formatos em duas e três dimensões. Para criar um gráfico por meio dos menus, você deve ativar o comando Inserir/Gráfico. Deslocar as células para a direita: As demais células pertencentes àquela linha serão deslocadas para direita a partir do ponto de inserção, sendo que a última célula será excluída. Deslocar as células para baixo: As demais células pertencentes àquela coluna serão deslocadas para baixo a partir do ponto de inserção, sendo que a última célula será excluída. Linha inteira: Funciona da mesma forma, só que desloca toda a linha para baixo, excluindo a última. Coluna inteira: Idem, só que desloca toda a coluna para esquerda, excluindo a última. Linha: Inserir linhas em uma planilha é uma tarefa muito comum e normalmente ocasionada pela necessidade de adicionar algum item a uma lista, ou devido à reformulação da estrutura ou visual da planilha. A operação é extremamente simples e pode ser feita por meio do menu Inserir ou do menu rápido. O cursor seletor sempre deve ser posicionado na linha onde se deseja ver inserida uma nova linha. A linha onde o cursor está posicionado é deslocada para baixo. Quando uma linha é inserida, todas as fórmulas da planilha são reorganizadas para refletir as alterações feitas. A última linha da planilha é excluída sendo que a penúltima assume seu lugar. Função: O Excel 2000 possui centenas de funções, e você certamente perderia muito tempo aprendendo cada uma delas. Você deve se preocupar somente com as funções mais utilizadas, para as outras, você pode utilizar o Assistente de Função. Por meio desse recurso você diz ao Excel qual função quer introduzir na célula atual e ele, mediante as caixas de diálogo, ensina e pergunta qual é o conteúdo dos argumentos da função. Figura: Permite você inserir figuras em sua planilha, estas figuras podem ser inseridas do Clip-art, de um arquivo qualquer, do Wordart, do Autoformas, de um scanner ou câmera. Hyperlink (CTRL + K): Caso queira criar somente um atalho para uma página Web em sua planilha crie Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 29

31 então um Hyperlink. Através do hyperlink você pode criar um atalho para qualquer outro aplicativo ou para dentro do próprio arquivo. Menu FORMATAR Célula: Esta opção apresenta algumas opções para a formatação da célula, como alinhar o conteúdo a direita, esquerda, centralizar, definir tamanho, cor e tipo de fonte, apresenta também alguns tipos de formatações voltadas a números. Largura: Permite a você determinar a largura da coluna. Auto ajuste: Ajusta automaticamente a largura da coluna, de acordo com o conteúdo. Ocultar: Oculta a(s) coluna(s) selecionada(s). Reexibir: Volta a exibir as colunas que foram ocultadas. Largura padrão: Formata a coluna com o tamanho padrão do Excel. Planilha: Esta opção apresenta algumas alternativas para formatação da linha, são elas: Renomear: Permite que você altere o nome da planilha. Ocultar: Oculta a(s) planilha(s) selecionada(s). Reexibir: Volta a exibir as planilhas que foram ocultadas. Segundo Plano: Permite que você pinte o fundo da área de trabalho, podendo até mesmo aplicar uma imagem, semelhante a um papel de parede. Formatação Condicional: Esta opção permite que você aplique formatações de acordo com o conteúdo de uma célula. Isto é possível graças às condicionais que você determina, elas é que vão determinar que tipo de formatação esta célula, ou região, terá. Principais formatações numéricas comando função Botão Formata a célula para que Estilo qualquer número tenha o Moeda formato da moeda do país. Estilo Percentual Separador de Milhar Aumentar Diminuir casas decimais Formata a célula para que qualquer número tenha o formato de Percentual. Formata a célula para que quaisquer números escritos apresentem os pontos que separam os milhares. Aumenta ou diminui as casas decimais de um número. Cada clique numa das ferramentas implica em alteração em uma casa decimal. Linha: Esta opção apresenta algumas alternativas para formatação da linha, são elas: Altura: Permite a você determinar a altura da linha. Auto ajuste: Ajuste automático da altura da linha, de acordo com o conteúdo. Ocultar: Oculta a(s) linha(s) selecionada(s). Reexibir: Volta a exibir as linhas que foram ocultadas. Coluna: Idem a opção Linha, esta opção apresenta algumas alternativas para formatação da coluna, são elas: Menu FERRAMENTAS Você irá observar que este menu possui opções avançadas do Excel (Atingir metas, Cenários, Auditoria etc). Normalmente em prova a cobrança é mais básica, e mesmo quando ocorre uma cobrança mais avançada, esta não se trata de uma questão prática (o como fazer), mas sim uma questão teórica (para que serve, o que faz). Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 30

32 Por isto vamos relacionar algumas ferramentas, não nos preocupando tanto com os detalhes e sim o para que serve cada ferramenta. Menu DADOS Verificar ortografia (F7): O Excel possibilita que você passe um corretor ortográfico semelhante ao do Word. CUIDADO Apesar de não tratar a sinalização do possível erro (traço ondulado vermelho), o Excel também trabalha com o corretor ortográfico, apenas ortográfico. Atingir metas: Atingir meta faz parte do conjunto de comandos algumas vezes chamado de ferramentas de análise hipotética. Quando você conhece o resultado desejado de uma fórmula única, mas não conhece o valor de entrada que a fórmula precisa para determinar o resultado, você pode usar o recurso de atingir meta disponível através do clique em Atingir meta no menu Ferramentas. Enquanto está atingindo a meta, o Microsoft Excel varia o valor em uma célula específica até que uma fórmula dependente daquela célula retorne o resultado desejado. Classificar: Permite classificar uma relação de itens, elegendo até 3 critérios de ordem. Pelos botões existentes na barra de ferramentas, esta operação é possível, mas somente por uma ordem (crescente ou decrescente). Por exemplo, use Atingir meta para alterar a taxa de juros na célula B3 de forma incremental até que o valor do pagamento em B4 seja igual a R$900,00. Macros: Esta ferramenta permite que você crie um programa (em Visual Basic) para automatizar tarefas repetitivas, facilitando assim a vida do usuário. Opções: Por aqui você pode alterar diversas configurações do aplicativo. Filtrar: Possibilita criar filtros com a finalidade de fazer seleções em uma base de dados, os filtros vão selecionar registros de acordo com os critérios estipulados. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 31

33 Relatório Tabela Dinâmica: Ferramenta utilizada para gerar um resumo de seu banco de dados, uma das grandes vantagens é que você pode utilizar uma base de dados externa, com uma quantidade de registros bem superior às linhas. Menu JANELA: Nova Janela: Possibilita abrir uma nova janela do arquivo ativo, desta forma você pode visualizar planilhas ou células diferentes de um mesmo arquivo em janelas distintas. Organizar: Com esta opção você pode organizar a visualização das diversas janelas abertas, sejam elas janelas do mesmo arquivo ou janelas de arquivos diferentes. Ocultar/Reexibir: Permite que você oculte uma janela. Dividir: Aqui você passa um traço horizontal dividindo seu texto em duas partes, cada metade tem sua navegação independente. Congelar: Fixa uma região seja linhas ou colunas ou ambas, sua finalidade é manter fixa tais regiões evitando que as mesmas desapareçam em uma rolagem de tela. Menu AJUDA Ajuda do Microsoft Excel (F1): A Ajuda do Excel é uma ferramenta de consulta online completa, que você pode usar a qualquer momento. A Ajuda é particularmente útil quando você necessita rapidamente de informações, ou quando seu "Guia de Usuário" não está disponível. A Ajuda contém uma descrição de cada comando e quadro de diálogo, além de explicar muitos procedimentos para executar tarefas comuns. O que é isto?: Mostra informações sobre o texto selecionado, informações do tipo formatação utilizada, função de algum botão etc. Sobre o Microsoft Excel: Mostra versão do aplicativo e numero de série do mesmo. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 32

34 BARRA DE FERRAMENTAS ATIVAS DO EXCEL Barra de Ferramentas Padrão é um conjunto de botões que permite agilizar as operações mais utilizadas do Excel evitando-se percorrer pelo interior dos menus. Novo Abrir Salvar Imprimir Visualizar Impressão Verificar Ortografia Recortar Copiar Colar Copiar formato Colar Voltar Refazer AutoSoma Assistente de Função Classificação em Ordem Ascendente Classificação em Ordem Descendente Auxiliar Gráfico Mapa Desenho Controle de Zoom NovoAssistente de Dicas Ajuda Barra de Ferramentas Formatação, esta barra permite a utilização da maioria dos recursos de formatação encontrados no Excel. Fonte Tamanho da Fonte Negrito Itálico Sublinhado Alinhar à Esquerda Centralizar Alinhar à Direita Centralizar Colunas Selecionadas Formato de Moeda Formato de Porcentagem Separador de Milhar Aumentar Casas Decimais Diminuir casas Decimais Tipos de Borda Cores Cor da Fonte Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 33

35 Fórmulas e funções no Excel No Excel podemos fazer uso de cálculos para que o próprio programa calcule por nós. Existem basicamente dois tipos de cálculos, tanto fórmulas e funções devem, ao serem escritas, estar precedidas do sinal de = (igual). Existem funções para as mais diferentes áreas de utilização de cálculos, como engenharia, matemática geral e financeira, trigonometria, geometria, estatística, contabilidade, e funções gerais como as que trabalham exclusivamente com hora e data, com texto e com referências condicionais. Basicamente qualquer função do Excel pode ser escrita com a seguinte Sintaxe: =NOME_FUNÇÃO (ARGUMENTOS) Pode-se ver que a célula ativa (no caso, E11) está apresentando o valor 160, mas seu verdadeiro conteúdo está sendo mostrado na Barra de Fórmulas (=E4+E5), que é a fórmula que Soma o valor que está na célula E4 com o valor da E5. Ou seja, quando preenchemos uma célula com um cálculo, este implica no aparecimento do resultado, mas a fórmula ainda pode ser vista com a ajuda da Barra de Fórmulas. Portanto, os cálculos no Excel, sejam fórmulas ou funções, são utilizados para automatizar a planilha de cálculos, desde que se utilize referência de outras células, onde estão localizados os dados a serem calculados. Fórmulas são os cálculos no Excel que parecem com expressões matemáticas, e que utilizam apenas operadores matemáticos e referências de células ou valores. O uso dos parênteses no Excel tem a mesma função que possui na matemática, que é forçar a resolver uma determinada parte do cálculo antes de outra que teria menor prioridade. Sabemos que a multiplicação e a divisão têm maior prioridade que a adição e a subtração, e que, numa expressão, elas seriam resolvidas primeiro. Se possuirmos parênteses, a história pode tomar rumos diferentes, verifique os exemplos abaixo: 2+4*2 = 2+8 = 10 (Multiplicação realizada primeiramente, pois tem prioridade) (2+4)*2 = 6*2 = 12 (Adição realizada primeiro, por causa dos parênteses) Operadores matemáticos Operação Matemática Excel Adição A+B =A+B Subtração A-B =A-B Multiplicação AxB =A*B Divisão A:B =A/B Potenciação AB =A^B Na qual NOME_FUNÇÃO é o nome da mesma (cada função tem o seu) e os ARGUMENTOS são informações a que fazem trabalhar corretamente. Algumas funções solicitam um argumento, outras podem solicitar vários argumentos, outras funções simplesmente requerem os parênteses vazios. Se alguma função necessita de mais de um argumento, eles vêm separados por ; (ponto e vírgula) dentro dos parênteses. Se, no lugar do ; (ponto e vírgula) aparecer um sinal de : (dois pontos), significa que estamos apontando para um intervalo de células (ou seja, C4;C20 é lido como C4 e C20 e a expressão C4:C20 é lido C4 até C20, incluindo tudo o que estiver no meio delas). Abaixo uma listagem de funções usadas, com suas explicações e, é claro, os exemplos de como utilizá-las. Função Usado para Sintaxe / Exemplo Soma células SOMA MÉDIA MÁXIMO MÍNIMO SE que forem citadas dentro dos parênteses. Calcula a média aritmética das células descritas no argumento. Retorna o maior valor das células do argumento. Retorna o menor valor das células do argumento. Realiza a avaliação de uma condição e retorna uma das 2 respostas definidas nos argumentos. =SOMA(Células) =SOMA(A4:A10) =MÉDIA(Células) =MÉDIA(C1;C2;C3) =MÁXIMO(Cél) =MÁXIMO(A1:A9) =MÍNIMO(Cél) =MÍNIMO(D1:D9) =SE(Teste;VlrV;VlrF) =SE(A1<7; Rep ; Aprovado ) Funções: são cálculos já pré-definidos no Excel, para executarmos equações matemáticas complexas, ou equações de comparação, referência, condição, contagem, e até mesmo, operações com texto. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 34

36 AGORA Mostra Data e a Hora atuais. =AGORA( ) HOJE Mostra Data Atual. =HOJE( ) Corta o numero TRUNCAR com a quantidade de casas decimais informadas. =TRUNCAR(Valor ; Qtd de casas decimais) =TRUNCAR(B1/3 ; 0) Ainda há muitas funções que podem ser úteis para os mais variados tipos de profissionais, como contadores, engenheiros, professores, ou qualquer um que queira trabalhar com o Excel como sua ferramenta de trabalho. Realizando Cópias no Excel Não se preocupe com a quantidade de fórmulas que você vai ter de digitar, na verdade, com o recurso da ALÇA DE PREENCHIMENTO, o Excel construirá as outras baseadas no formato da original. Podemos também, ao invés de clicar e arrasta a alça, simplesmente aplicar um clique duplo na alça, o efeito é praticamente o mesmo, ele preencherá as células (até onde o vizinho da esquerda foi...) na seqüência. Observe o exemplo: Ao aplicarmos o clique duplo na alça o efeito é: Note que as células foram preenchidas na seqüência até a célula B5 (o vizinho da esquerda ia até A5). E como isto funciona? Basta escrever qualquer valor em uma célula e arrastar pela alça para qualquer direção (acima, abaixo, direita ou esquerda). Na maioria dos casos, o Excel irá copiar o valor contido na célula para as demais. Verifique na figura acima que a célula ativa (com a média já pronta) possui um quadrado preto em sua extremidade inferior direita. Ele aparece em todas as células que você selecionar e chama-se Alça de Preenchimento. Depois que construir a fórmula que deseja copiar, arraste a seleção pela Alça até atingir a linha ou coluna desejada. CUIDADO: Em alguns casos, a alça traz resultados diferentes do esperado, não uma simples cópia do elemento, seria o chamado preenchimento automático, um tipo de preenchimento de uma seqüência de valores. CURIOSIDADE: Se quiser preencher uma seqüência numérica apenas, não é suficiente escrever apenas um número (se assim o fizer, o Excel irá duplicar o número em todas as células por onde a alça passou). Para fazer uma seqüência numérica, o usuário deverá escrever os dois primeiros termos da seqüência (em células adjacentes) e selecionálos simultaneamente para proceder com o arrasto pela alça, ou clicar e arrastar pela alça com a tecla CTRL pressionada. E se o conteúdo da célula fosse uma fórmula? Quando utilizamos a alça e o conteúdo da célula é uma fórmula, também irá ocorrer o preenchimento, só que neste caso, vamos observar que as referências de células usadas na fórmula irão sofrer ajustes conforme a célula para onde estamos arrastando a alça, observe a figura: Conforme a célula para onde você arrasta a alça, ocorre uma variação na formula. Segue abaixo algumas seqüências conhecidas: Nomes dos meses; Nomes dos dias da semana; Datas. HoráRIOS Este tipo de atualização também ocorre no processo de copiar e colar, tanto por tecla de atalho, quanto pelo menu de opções ou através de botões da barra de ferramentas. Para entendermos melhor esta variação acompanhe a seqüência descrita abaixo: Situação inicial Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 35

37 C3 = F9 D6 Ao copiarmos para C1, resulta C1 = (duplicação parte fixa) C1 = F D (variação de coluna) C1 = F7 D4 (variação de linha) A variação sempre ocorre com base na célula de origem para com a célula de destino, C3 para C1 no caso apresentado. E quando esta variação não ocorre? Se usar recortar (CTRL+X) para depois colar, a fórmula presente na célula não se alterará, ou seja, continuará apontando para as referências para as quais estava apontando antes. Esse efeito também pode ser obtido se você arrastar o conteúdo da célula sem o CTRL. Ao usarmos uma referência absoluta em uma fórmula. O que é referência absoluta? Em certos casos, é necessário que uma referência de célula não se altere durante o arrasto com a alça ou durante os comandos copiar/colar. Para fixar uma referência, basta colocar um $ (cifrão) imediatamente antes da parte da referência que se deseja fixar. Exemplo: =C9*2 (C livre; 9 livre) =C$9*2 (C livre; 9 fixo) =$C9*2 (C fixo; 9 livre) =$C$9*2 (C fixo; 9 fixo) Dizemos que a referência que não possui cifrão é relativa (a primeira da listagem anterior); uma referência que possui as duas partes com cifrão é chamada referência absoluta (a última do exemplo anterior); e quando uma referência possui apenas um componente fixo (linha, como no segundo exemplo ou coluna, no terceiro), é chamada referência mista. Mensagens de erros Em algumas situações ao tentarmos realizar uma cópia, ou ao criarmos uma determinada função, acabamos gerando um erro, este é sinalizado na própria célula ou na barra de status por uma mensagem de erro, segue abaixo uma relação das mensagens mais comuns: #VALOR!: Este erro é apresentado quando criamos uma fórmula que aponta para uma referência que possui TEXTO. Esse erro não é apresentado quando utilizamos uma função, apenas quando foi utilizada uma fórmula. #NOME!: Este erro ocorre quando digitamos errado o nome de uma função. # DIV/0!: O Excel apresenta este erro quando, em algum momento do trabalho, enviamos uma solicitação para que ele use 0 (zero) como divisor em alguma fórmula. # REF!: Este erro ocorre quando a referência de célula não existe na planilha. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 36

38 WORD Processadores de textos mostram, de maneiras bem simples, que os textos podem ser processados à medida que são manipulados, ou seja, um texto começa com um aspecto bem rudimentar até transformar-se em um documento com um estilo bem profissional. Isto acaba nos dando uma confiança excessiva, achamos que, por ser de fácil uso, sabemos tudo sobre processadores de texto (no nosso caso Word ). Os programas de processamento de textos possuem, principalmente, dois grandes recursos; a edição e a formatação. A edição é a habilidade de inserir texto dentro de um programa, fazer correções, salvá-lo em disco e alterá-lo sempre que necessário; e a formatação, por sua vez, é a habilidade de aplicar modificações ao documento e especificar como o texto aparecerá na tela e no papel. Novamente o grande problema é o fato de que temos uma grande variedade de maneiras para editarmos e formatarmos textos, algumas destas nem um pouco praticas e outras que até nos parecem secretas. Cabe a nós mostrarmos aos colegas o outro lado do Word, desvendar alguns segredos e reforçar algumas certezas, e para isto começamos com a tela inicial do Word. TELA INICIAL DO WORD COMENTÁRIOS SOBRE OS COMPONENTES DA TELA DO WORD Barra de Menus: Apresenta os comandos utilizados no Word listados em sua forma de texto. Para acessar um menu sem usar o Mouse, basta pressionar a tecla correspondente à letra sublinhada enquanto segura a tecla ALT. Pode até parecer sacanagem, mas outro tipo de cobrança típica de concurso é quanto a localização de determinada opção. Isto acaba com qualquer um, é aquele caso que o candidato sabe que existe a ferramenta mas não faz a menor idéia em qual menu ela aparece, até porque no dia a dia, você tem de ir procurando, se não está neste, clica no outro até encontrar. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 37

39 Não adianta ficar brigando contra isto, concurso é concurso, vamos então procurar relacionar as principais ferramentas e sempre observando a qual menu ela pertence, se tem alguma tecla de atalho associada ou botão da barra de ferramentas. Menu ARQUIVO esta seria a única situação na qual o Salvar abre caixa de dialogo. Salvar como: Assim que é acionado o comando para salvar o arquivo, uma caixa de diálogo é apresentada dando a chance de alterar algumas informações, como: Nome do Arquivo para salvar o documento com um novo nome basta digitá-lo nesta caixa e logo após selecionar o botão Salvar. Salvar como tipo o Word permite salvar o documento em muitos outros formatos. A lista de formatos depende dos conversores que foram instalados. Salvar em selecione a unidade de disco e a pasta na qual deseja armazenar o documento. O Word permite você salvar um arquivo em formato HTML para publicação na Internet. Novo (CTRL + O): Se por acaso for necessário trabalhar com um documento vazio após de trabalhado com outro, deve-se selecionar o comando Novo no menu Arquivo ou escolher o botão Novo na barra de ferramentas Padrão. Quando for selecionado o botão Novo, um novo documento em uma nova janela, baseado no modelo Normal, surge na tela pronto para receber as informações necessárias, e se for selecionado o comando Novo através do menu, aparecerá na tela uma caixa de diálogo, na qual você poderá criar um documento a partir de um modelo. CUIDADO Em um documento comum do Word a extensão é.doc já um arquivo modelo do Word tem extensão.dot. Abrir (CTRL + A): Esta operação consiste em carregar o documento já existente para a memória RAM e conseqüentemente visualização na tela. Ao ser executada esta opção abre-se uma caixa de diálogo para que se possa escolher o arquivo a trabalhar. Configurar Página: Aqui podemos configurar Margens, Tamanho do papel, Orientação (retrato ou paisagem), Origem do papel e Layout. Alguns itens interessantes estão nas configurações de margens, o Word apresenta algumas margens incomuns como as apresentadas abaixo. Medianiz: Insira a quantidade de espaço extra que você deseja adicionar à margem para encadernação. O Word adiciona o espaço extra à margem esquerda de todas as páginas ou à margem superior dependendo do tipo de orientação (retrato ou paisagem) Margens espelhos: Ajusta as margens esquerda e direita para que, quando faça impressão frente e verso, as margens internas de páginas opostas tenham a mesma largura e as margens externas também tenham a mesma largura. Visualizar Impressão: Permite visualizar na tela de seu computador, o seu trabalho impresso, evitando assim possíveis gastos desnecessário com impressões erradas. Imprimir (CTRL + P): A impressão de documentos no Word pode ser feita por dois caminhos: Botão imprimir: imprime uma cópia do documento inteiro cada vez que for pressionada. Menu Arquivo comando Imprimir/(CTRL+P): Nesta opção você pode controlar como o documento será impresso. Este controle se dá através da caixa de diálogo que surge em decorrência deste comando. Opções da caixa de diálogo Salvar (CTRL + B): Gravar ou salvar, significa simplesmente armazenar, salvar as alterações de um arquivo já existente. Na primeira vez que o documento é salvo, o Word exibe a caixa de diálogo Salvar como, na qual especifica-se o nome, local e formato de arquivo para o documento ativo, Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 38

40 Menu EDITAR Impressora: Apenas exibe o nome da impressora ativa e a porta onde a impressora está conectada, permitindo que você altere tanto a impressora como configurações internas da impressora escolhida. Imprimir para arquivo: Imprime um documento para um novo arquivo na unidade de disco que você especificar ao invés de imprimir diretamente para uma impressora. Você imprime um documento para um arquivo (com extensão PRN) de modo que você possa imprimir a partir de um computador que não possua Word para Windows instalado ou possa imprimir para uma impressora diferente da que você estava utilizando quando originalmente criou o documento. Intervalo de páginas: Especifique as páginas que você deseja imprimir. Tudo: Imprime o documento inteiro. Pagina atual: Imprime a página selecionada ou a página que contém o ponto de inserção. Seleção: Imprime somente o texto selecionado. Páginas: Imprime as páginas especificadas. Digite números de páginas separados por ponto e vírgula ou um intervalo de páginas, inserindo um hífen entre os números das páginas. Por exemplo, para imprimir as páginas 2; 4; 5; 6 e 8. digite 2;4-6;8. Cópias: Digite ou selecione o número de cópias que você deseja imprimir. Cópias agrupadas: Organiza as páginas quando da impressão de múltiplas cópias. O Word imprimirá uma cópia completa do primeiro documento antes de iniciar a impressão da primeira página do segundo documento. Desfazer (CTRL + Z): Desfaz a última ação, seja um texto digitado ou uma formatação aplicada. Repetir (CTRL + R): Repete a ultima ação, seja um texto digitado ou uma formatação aplicada. Recortar (CTRL + X): Recorta o elemento selecionado, este elemento é jogado para a área de transferência aguardando o comando colar. Copiar (CTRL + C): Copia o elemento selecionado, este elemento é jogado para a área de transferência aguardando o comando colar. Colar (CTRL + V): Cola o elemento que consta na área de transferência, anteriormente recortado ou copiado. CUIDADO Em prova eles adoram cobrar comandos como recortar, copiar e colar, apresentando estes em uma ordem incorreta. Lembrem-se eu sempre recorto para depois colar (dando a idéia de mover) ou copio para depois colar (dando a idéia de duplicar). Selecionar tudo (CTRL + T): Como o próprio nome já diz, serve para selecionar todo o documento. Localizar (CTRL + L): Usado para localizar um texto, caracteres, formatação de parágrafos ou até mesmo caracteres especiais, basta para isto digitar a palavra a ser localizada no espaço Localizar da caixa de dialogo e clicar em Localizar próxima. Substituir (CTRL + U): Tem como objetivo substituir um texto ou formatação antiga por uma nova. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 39

41 Zoom: Permite você ajustar (ampliar ou reduzir) sua área de trabalho (o zoom mínimo é de 10% e o máximo 500%). Menu INSERIR Ir para (CTRL + Y): Desloca seu cursor para um determinado ponto do texto. Menu EXIBIR: Normal: Modo de exibição padrão do Word para a maioria das tarefas de processamento de texto, como digitação, edição e formatação. Layout da web: Modo de exibição que mostra como será exibido em um navegador da web. Layout de Impressão: Modo de exibição que mostra o documento como será quando impresso. O modo layout de impressão usa mais memória do sistema, logo, a rolagem pode ser mais lenta, especialmente se o documento contiver muitas figuras ou formatações complexas. Este modo é muito tratado em prova, pois é neste modo que visualizamos o cabeçalho e rodapé. Estrutura de Tópicos: Modo de exibição que permite você trabalhar e visualizar a estrutura do arquivo no formulário de estrutura de tópicos. Barra de Ferramentas: Esta opção permite que você selecione quais categorias de barra de ferramentas deseja ativar ou personalizar. Régua: Ativa ou desativa uma barra gráfica na parte superior da janela de documento, podendo ser utilizada para recuar parágrafos, definir tabulações, ajustar as margens da página e modificar as larguras das colunas de uma tabela. Cabeçalho e Rodapé: Os cabeçalhos assim como os rodapés são textos que são impressos nos extremos da folha. Estes podem trazer informações como número da página, o logotipo da empresa, data de criação do documento etc. Quebra: Possibilita inserir uma quebra de página (forçando para que o resto do texto seja impresso na página seguinte), de coluna ou de seção. Como a quebra de página é uma das mais utilizadas, para inserir você pode usar a tecla de atalho CTRL + ENTER. Números de Páginas: Permite inserir numeração automática de páginas no documento. Podem-se escolher onde os números serão inseridos (se no cabeçalho ou no rodapé da página). Data e Hora: Insere, na posição onde o ponto de inserção estiver, um texto contendo a data e hora atual (de acordo com o relógio do computador). A data e hora podem ser apresentadas de diversas formas: abreviada, completa etc. Símbolo: Insere caracteres especiais (que normalmente não são conseguidos pelo teclado) no local do ponto de inserção. Figura: Permite inserir, na posição do ponto de inserção, uma figura que pode ser adquirida de uma coleção prédefinida (ClipArt) ou de um arquivo qualquer no computador. Caixa de Texto: São textos colocados dentro de quadros, com linhas ou não e/ou com textura ou não, que podem ficar soltas no documento, normalmente para explicar figuras, ou salientar idéias. Objeto: Insere um objeto qualquer que o Windows consiga entender (som, foto, desenho, planilha) no documento. O objeto permanecerá vinculado ao programa que o interpreta, para poder ser aberto sempre que o Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 40

42 usuário aplicar duplo clique no mesmo dentro do documento. Hyperlink (CTRL + K): Caso queira criar somente um atalho para uma página Web em seu documento crie então um Hyperlink. Menu FORMATAR: Fonte: Para a formatação de fonte (caracteres) existem alguns botões na barra de ferramentas padrão. Entretanto, se as opções da barra de ferramentas não forem suficientes para formatar o texto da forma desejada, pode-se acionar o comando Fonte do menu Formatar, para exibir a seguinte tela: Opções da guia Fonte Fonte: Digite ou selecione um nome de fonte. O Word lista as fontes disponíveis com o controlador de impressora atual e as fontes adicionais que estão instaladas em seu sistema. Estilo da fonte: Selecione um estilo. Para utilizar o estilo de tipo padrão para uma fonte, selecione Regular. Tamanho: Digite ou selecione um tamanho. Os tamanhos disponíveis dependem da impressora e fonte selecionadas. Se o tamanho que for digitado não estiver disponível na impressora atual, o Word escolherá o tamanho mais próximo disponível. Sublinhado: Selecione ou digite um tipo de sublinhado. Cor: Digite ou selecione uma das 16 cores predefinidas. Efeitos: Selecione as opções de formatação desejadas. Pode-se selecionar uma combinação de efeitos. Tachado: Desenha uma linha sobre o texto selecionado. Sobrescrito e Subscrito: Reduz o tamanho da fonte e eleva ou rebaixa o texto selecionado acima ou abaixo da linha base, que é uma linha horizontal imaginária. Oculto: Oculta o texto que não deve ser exibido ou impresso, como notas ou comentários. Caixa Alta: Exibe os caracteres minúsculos como caracteres maiúsculos e reduz seu tamanho. Todas Maiúsculas: Exibe os caracteres minúsculos como caracteres maiúsculos; não afeta os números, pontuação, caracteres não alfabéticos ou texto digitado em letras maiúsculas. Opções da Guia Espaçamento de Caracteres Espaçamento: Indica quanto espaço será exibido entre os caracteres. Espaçamento Efeito Normal Normal Comprimido Comprimido Expandido Expandido CURIOSIDADE Basta aplicar um clique com o botão esquerdo do mouse sobre a palavra e aplicar uma formatação voltada a fonte para que toda a palavra em questão seja formatada, não tendo a necessidade de selecionar toda a palavra. Mas lembrem-se: um clique na palavra, não vale antes nem depois, temos que posicionar o ponto de inserção (cursor) na palavra para que este recurso funcione. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 41

43 Parágrafo: Para a formatação de parágrafos (espaço compreendido entre dois <ENTER>), existem os botões de alinhamento na barra de ferramentas padrão, e existem elementos na régua. Entretanto, se as opções da barra de ferramentas não forem suficientes para formatar os parágrafos da forma desejada, pode-se acionar o comando Parágrafo do menu Formatar, para exibir a seguinte tela: Tabulação alinhada à esquerda Tabulação centralizada Tabulação alinhada à direita Tabulação decimal Opções da Guia Quebra de Linha e de Páginas Controle de linhas órfãs/viúvas: Impede a impressão de uma única linha do final de um parágrafo no topo de uma página (viúva) ou de uma única linha de um parágrafo no fim de uma página (órfã). CURIOSIDADE Aqui também não temos a necessidade de selecionar todo parágrafo. Basta aplicar um clique com o botão esquerdo do mouse sobre o parágrafo e aplicar uma formatação voltada a parágrafo para que TODO o parágrafo em questão seja formatado. Detalhe mesmo que seja selecionada apenas uma linha de um parágrafo, ao aplicar uma formatação voltada a parágrafo, esta se aplica ao parágrafo todo. Opções da Guia Recuos e Espaçamento Recuo: Determina a posição do texto em relação à margem direita e esquerda. Espaçamento: Determina a quantidade de espaço entre as linhas e entre os parágrafos. Alinhamento: Determina a posição do texto selecionado ou de outros componentes de um parágrafo em relação aos recuos. Para alinhar texto relativamente às margens esquerda e direita, certifique-se de que os parágrafos não estejam recuados. Esquerdo Alinha o texto selecionado com o recuo esquerdo. Centralizado Centraliza o texto selecionado entre os recuos direito e esquerdo. Direito Alinha o texto selecionado com o recuo direito. Justificado Expande os espaços nas linhas para alinhar o texto igualmente entre os recuos esquerdo e direito. Tabulação: Define as tabulações nos parágrafos, a tabulação pode ser definida tanto pelo menu de opções como pela régua. Você pode definir diferentes tipos de paradas de tabulação: à esquerda, à direita, decimal ou centralizada. Marcadores e Numeração: Usado para separar os textos em tópicos, criando ou não seqüências. Pêssego Pêssego Uva Uva Uva Branca Uva Branca Uva Verde Uva Verde Goiaba Goiaba Colunas: Uma necessidade comum em todos os usuários de processadores de texto é distribuir seus textos como colunas de jornal. Uma forma inteligente de concentrar uma quantidade grande de informação numa única folha sem com isto causar cansaço ao leitor, entre outros tantos motivos. Maiúsculas e Minúsculas (SHIFT+F3): Altera as letras do texto de minúsculas para maiúsculas e vice-versa. Permite definir TODAS MAIÚSCULAS, todas minúsculas, Somente As Primeiras Letras Maiúsculas. Estilos: Define estilos para o documento. Estilos são conjuntos de características de formatação que podem ser reutilizadas no documento. Por exemplo: Fonte Arial, tamanho 12, Negrito, Itálico é um conjunto de características que podem ser usados em todos os títulos do documento. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 42

44 Menu FERRAMENTAS Contar Palavras: Apresenta uma caixa de diálogo na qual são apresentadas algumas informações sobre o texto ou sobre a seleção, informações do tipo: quantidade de páginas, palavras, caracteres etc. Auto Correção: Você pode usar o recurso Auto Correção para detectar e corrigir automaticamente erros de digitação, ortografia, gramática e o uso incorreto de maiúsculas. Por exemplo, se você digitar qeu mais um espaço, a Auto Correção substituirá aquilo que você digitou por que. Ortografia e gramática (F7): O Word 2000 exibe linhas onduladas vermelhas abaixo das palavras que ele considera erradas, e linhas onduladas verdes abaixo de sentenças que ele considera com problemas gramaticais. Idioma: Abre um submenu contendo algumas opções interessantes. Dicionário de Sinônimos: O dicionário de sinônimos do Word é uma ferramenta que ajuda a substituir palavras por outras mais adequadas. Você deve selecionar a palavra que deseja verificar os sinônimos, pressionar as teclas [Shift] + [F7] para acessar o dicionário de sinônimos. Mala Direta: Mala direta é um prático recurso para criação de cartas personalizadas, já que o Word oferece um assistente que presta orientação passo-a-passo durante a edição da carta. Para montagem da mala direta são necessários dois arquivos: arquivo principal - chamado Documento Principal que receberá o texto da carta; arquivo de dados - a origem de dados que conterá os endereços de cada destinatário. Hifenização: O recurso de hifenizar o texto confere ao trabalho do usuário um melhor alinhamento da margem direita, assim como uma maior quantidade de texto na página. Normalmente, o Word vai deslocar a palavra inteira para a linha seguinte, quando a mesma não couber na margem. Logo, se a palavra deslocada for muito grande, o espaço deixado na margem também deverá ser grande. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 43

45 Menu TABELA: Tabela é uma forma simples de se organizar informações, semelhante à planilha eletrônica. CUIDADO: a ESAF adora a cobrança sobre TABELAS, normalmente ela procura cobrar alguns recursos extras (fórmulas, classificação, converter). Algumas Opções do Menu Tabela Incluindo e Excluindo em Tabelas: Além de facilitar a organização de informações em geral, permitir uso de fórmulas, classificação de dados etc, os recursos para manutenção de uma tabela são simples. Inserindo linhas: Para criar uma nova linha com o cursor na última célula da tabela a direita, pressione TAB; Para inserir linhas entre duas outras linhas da tabela, posicione o cursor no local desejado e acione o menu Tabela Inserir linhas; Com o mouse em qualquer ponto dentro da tabela, clique sobre o ícone Inserir Tabela para incluir quantas linhas desejar; Com o mouse em qualquer ponto dentro da tabela, clique o botão direito e terá um menu de atalho com opções para inserção. Excluindo linhas: Através do menu Tabela Excluir células, assinalando o item Excluir linha inteira. Com o mouse em qualquer ponto dentro da tabela, clique o botão direito e terá um menu de atalho com opções para exclusão. Inserindo Colunas e Excluindo Colunas: Ao se incluir colunas, a nova coluna será ajustada a esquerda da coluna de referência e ao se incluir linhas, a nova linha será ajustada acima da linha de referência. Com um clique do mouse, marcar a coluna de referencia conforme exemplo abaixo: Encontre a posição correta deslocando o símbolo do mouse por sobre a coluna; Em seguida clique para marcar toda coluna; Acione o menu Tabela Inserir Coluna; ou Tabela Excluir Coluna. Mesclar células: Este comando tem uma função apenas, e que somente está disponível quando estiverem duas ou mais células selecionadas, em uma ou mais linhas contínuas ou adjacentes (ex: 1 e 2). Sua função é de remover a divisão entre as células selecionadas, tornando-as uma célula apenas. No entanto, somente podem ser mescladas células dentro de linhas adjacentes, jamais entre linhas descontínuas (ex: 1 e 4). Dividir células: Este comando divide uma célula em mais de uma. Será necessário responder o campo da tela seguinte que questiona sobre o número de divisões que terá a célula. Se houverem mais de uma célula selecionada, cada uma delas será dividida pelo número de colunas escolhido. Converter Tabela em Texto/Converter Texto em Tabela: Converte uma tabela selecionada ou linhas selecionadas em texto, separando o conteúdo das células em cada linha com o caractere de separação especificado na caixa de diálogo. Este comando estará disponível quando você selecionar uma tabela inteira ou linhas completas em uma tabela. Estará também disponível quando o cursor estiver fora de uma tabela com a função de Converter Texto em Tabela. Classificando em Tabela: Criando uma lista de endereços também usamos os recursos da tabela no Word. O recurso utilizado aqui é o Classificar Texto que filtra os dados da tabela de acordo com os critérios que o usuário definir, podendo ser até três, baseado no cabeçalho criado. A partir de uma tabela com dados, clique o mouse dentro de qualquer célula da tabela: Nome Endereço Cidade Zélia R. Amâncio, 50 SP Antônio R. Japão,301 SP Maria Av. Ibirapuera,202 SP Maria R. Xavier de Toledo, 1 Itú Em seguida clique no menu Tabela Classificar Texto; agora é só definir o critério de seleção. Fórmulas em Tabelas: O Word oferece o recurso para trabalho com fórmulas dentro de tabelas. Partindo de uma tabela numérica o Word executa algumas funções de uma planilha, assim como veremos: Finalistas 97 Gols Pró Corinthians 37 Portuguesa 37 Total Independente da fórmula a ser criada o processo é o mesmo. Posicione o cursor na célula que receberá a formula; Acione a opção Tabela Fórmula; Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 44

46 Retornar à caixa de diálogo. OBSERVAÇÕES Apesar da estrutura das fórmulas do Word serem semelhantes as do Excel, existe uma diferença básica que deve ser considerada, é o fato de que as fórmulas aqui criadas são todas em inglês, isto independente da versão do Word. Alguns exemplos de fórmulas disponíveis: FORMULA DESCRIÇAO Average Cálculo da média Count Contagem de termos Max Retorna o valor máximo Min Retorna o valo mínimo Sum Cálculo da soma Os valores trabalhados em uma tabela, bem como os resultados de fórmulas podem apresentar algumas formatações numéricas (formato moeda, número de casas decimais). Eu vejo como uma grande falha do Word, mas ao alterarmos os valores de uma tabela, e esta possua algum cálculo através de fórmulas, os resultados destas fórmulas não serão atualizados. O Word não recalcula valores alterados, teremos que inserir novamente a fórmula na tabela. Menu JANELA Nova Janela: Possibilita abrir uma nova janela do arquivo ativo, desta forma você pode visualizar páginas diferentes de um mesmo arquivo em janelas distintas. Organizar Tudo: Com esta opção você pode organizar a visualização das diversas janelas abertas, sejam elas janelas do mesmo arquivo ou janelas de arquivos diferentes. Dividir: Aqui você passa um traço horizontal dividindo seu texto em duas partes, cada metade tem sua navegação independente. Menu AJUDA Ocultar Linhas de Grade: Exibe ou oculta as linhas pontilhadas entre as células em uma tabela. As linhas de grade não podem ser impressas. Ajuda da Microsoft Word: Abre uma caixa de diálogo na qual aparece um assiste que tem como finalidade auxiliar você quanto a utilização deste manual eletrônico. O que é isto?: Mostra informações sobre o texto selecionado, informações do tipo de formatação utilizada, função de algum botão etc. Sobre o Microsoft Word: Mostra versão do aplicativo e numero de série do mesmo. Barras de Ferramentas mais comuns do Word: Padrão: A barra de ferramentas Padrão possui a maioria dos comandos utilizados com mais freqüência na execução de operações básicas do Word, tais como, abrir um novo documento, salvá-lo, imprimi-lo, correção ortográfica, entre outras. Novo Abrir Salvar Imprimir Vizualizar Impressão Verificar Ortogafia Recortar Copiar Colar Ferramenta Pincel Desfazer Refazer Inserir Endereço AutoFormatação Inserir Tabela Inserir Planilha do Ms Excel Colunas Desenho Exibir/Ocultar Controle de Zoom Assintente de Dicas Ajuda Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 45

47 Formatação: Esta barra é utilizada para a exibição e aplicação de formatação de caracteres e parágrafos. Para exibir a barra ferramentas Formatação, caso não esteja sendo visível, escolha a opção Barra de Ferramentas no menu Exibir e escolha o item Formatação. Poderá ser necessário aumentar a janela do Word até a largura máxima da tela para exibir toda a barra. Estilo Fonte Tamanho de Fonte Realçe Negrito Itálico Sublunhado Alinhar à Esquerda Centralizr Alinhar à Direita Justificar Numeração Marcadores Diminuir Recuo Aumentar Recuo Bordas Régua: A régua é uma barra gráfica na parte superior da janela de documento, podendo ser utilizada para recuar parágrafos, definir tabulações, ajustar as margens da página e modificar as larguras das colunas de uma tabela. Podem-se modificar as unidades de medida na régua com o comando Opções do menu Ferramentas (guia Geral). Para exibir a régua, escolha a opção Régua a partir do menu Exibir. Poderá ser necessário aumentar a janela do Word até a largura máxima da tela para que ela possa ser inteiramente exibida. Barra de Status: Esta barra é uma linha que fica na parte inferior da janela do Word exibindo informações sobre o status atual do documento e do aplicativo. Esta barra mostra o número da página onde se encontra o cursor, a seção, o número de páginas do documento, a posição em centímetros, o número da linha e da coluna e o indicador de modo. O indicador de modo possui as seguintes identificações: GRA Gravando Macro ALT Controlar Alterações EST - Estender Seleção SE Sobrescrever/Inserir Nesta barra, ainda tem-se o ícone de Verificação Ortográfica Paralela que durante a inserção ou edição de texto na tela é apresentado como um lápis e quando o processo está paralisado, ele apresenta um X na cor vermelha. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 46

48 Técnicas de Movimentação Precisamos saber nos movimentar através do texto de um documento por duas razões principais: para que possamos editar o texto e, se o documento se estender por mais de uma tela, para poder visualizar todo o seu conteúdo. No que diz respeito à edição, o ponto de inserção indica onde a ação se dará. Ao clicar qualquer parte do texto na tela, você moverá o ponto de inserção para aquela posição. É possível também mover o ponto de inserção por intermédio das setas do teclado e das teclas de navegação, como se segue: Para mover Um caractere para a esquerda Um caractere para a direita Uma linha para cima Uma linha para baixo Uma palavra para a esquerda Uma palavra para a direita Até o final da linha Até o início da linha Um parágrafo para cima Um parágrafo para baixo Uma janela para baixo Uma janela para cima Até a parte inferior da janela Até a parte superior da janela Até o final do documento Até o início do documento Pressione CTRL + CTRL + END HOME CTRL + CTRL + PGDN PGUP CTRL + PGDN CTRL + PGUP CTRL + END CTRL + HOME Técnicas de Seleção O Word tem muitos comandos de teclado que permite que você mova o ponto de inserção e selecione partes do seu documento. Os comandos de teclado para selecionar texto são os mesmos comandos de teclado usados para movimentar o ponto de inserção, exceto pelo fato de que a tecla SHIFT é mantida pressionada. Vejamos a seguir algumas das técnicas de seleção utilizando o teclado. Para estender a seleção Pressione Um caractere para a direita SHIFT + Um caractere para a SHIFT + esquerda Até o final de uma palavra CTRL + SHIFT + Até o início de uma palavra CTRL + SHIFT + Até o final de uma linha SHIFT + END Até o início de uma linha SHIFT + HOME Uma linha para baixo SHIFT + Uma linha para cima SHIFT + Até o final do parágrafo CTRL + SHIFT + Até o início do parágrafo CTRL + SHIFT + Uma tela para baixo SHIFT + PGDN Uma tela para cima SHIFT + PGUP Até o final do documento CTRL + SHIFT + END Até o início do documento CTRL+SHIFT+HOME Ao longo da margem esquerda da janela do Word, existe o que chamamos de Barra de Seleção. Essa Barra de Seleção permite que sejam selecionados partes ou mesmo o texto inteiro com o mouse. Quando o ponteiro do mouse for deslocado para a extremidade esquerda da tela do Word, este muda o sentido da seta, apontando agora para a direita, então o usuário pode estar ciente de que acabou de entrar na Barra de Seleção. A seguir são mostrados as técnicas de seleção com o mouse, inclusive a seleção utilizando a Barra de Seleção, como foi descrito acima. A maneira mais simples de aprender como selecionar o texto é fazê-lo na prática. Siga estes passos a fim de utilizar o mouse para selecionar blocos de texto de diferentes formatos e tamanhos: Para Utilize este procedimento selecionar Qualquer texto Uma palavra Uma linha Diversas linhas Uma sentença Um parágrafo Diversos parágrafos Um documento Uma coluna texto de Arraste sobre o texto a selecionar. Você também pode selecionar qualquer texto posicionando o ponto de inserção em um lado do texto a selecionar e, com a tecla SHIFT pressionada, ativar o botão do mouse com o ponteiro posicionado sobre o lado oposto do texto. Pressione duas vezes o botão do mouse com o ponteiro sobre a palavra. Pressione o botão do mouse com o ponteiro posicionado na barra de seleção à esquerda da linha. Arraste na barra de seleção à esquerda das linhas. Com a tecla CTRL pressionada, pressione o botão do mouse com o ponteiro posicionado em qualquer lugar da sentença. Pressione duas vezes o botão do mouse com o ponteiro posicionado na barra de seleção ao lado do parágrafo. Pressione duas vezes o botão do mouse e arraste o ponteiro na barra de seleção. Com a tecla CTRL pressionada, pressione o botão do mouse com o ponteiro posicionado na barra de seleção, ou pode ser dado três clique com mouse na barra de seleção. Mantenha pressionada a tecla ALT e arraste o mouse. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 47

49 POWER POINT O PowerPoint é um programa destinado a criação e exibição de apresentações em seu computador. Através de ferramentas poderosas, você poderá preparar apresentações profissionais de forma simples e rápida. Encontraremos recursos como o Assistente para Viagens - destinado a ajudá-lo na compactação da apresentação, tornando-as facilmente portáteis e, nesta versão, você poderá criar páginas para a Internet. Com o PowerPoint é possível fazer: Apresentações - Conjunto de slides, folhetos, anotações do apresentador e estruturas de tópicos, agrupados em um arquivo. Slides - São as páginas individuais da apresentação e podem ter títulos, textos, elementos gráficos, clipart (desenhos) e muito mais. Folhetos - Utilizados para dar suporte à apresentação, você pode distribuir folhetos ao público. Os folhetos consistem em pequenas versões impressas dos slides. Anotações do apresentador - Destinado ao próprio apresentador para o momento da apresentação. Consiste em folhas com slide em tamanho reduzido e anotações. Estruturas de Tópicos - Representam o sumário da apresentação. Na estrutura aparecem apenas os títulos e os textos principais de cada slides. Ao iniciarmos o aplicativo nos é apresentado uma tela conforme figura ao lado, para que o usuário informe com qual arquivo deseja trabalhar ou se tratando de um novo qual seria o modelo de slides a seguir, uma espécie de orientação para iniciar o trabalho. A idéia é ir acrescentando novos slides compondo a sua apresentação, cada um deles pode ter um layout diferente, dependendo do que você deseja fazer. Finalizada a construção dos slides fica restando a parte mais criativa, o tratamento dos efeitos, transições, inclusão de sons e animações. Por enquanto vamos entender um pouco mais da estrutura do aplicativo, tentando relacionar alguns elementos como barra de ferramentas e algumas opções da barra de ferramentas. Ao iniciar o Power Point, 3 categorias de barra de ferramentas são apresentadas para que você tenha acesso rápido aos comandos e ferramentas mais utilizados: Barra de Ferramentas Padrão A Barra de Ferramentas Padrão possui as principais operações utilizadas no PowerPoint, tais como: abrir uma nova apresentação, abrir uma apresentação já existente, salvar, imprimir, comandos de edição, inserção de objetos, ajuda, etc. Observe : A descrição de cada botão pela ordem: 1. Novo 2. Abrir 3. Salvar 4. Permissão Imprimir 7 Visualizar Impressão 8. Verificar Ortografia 9. Pesquisar 10. Recortar 11. Copiar 12. Colar 13. Ferramenta Pincel 14. Desfazer 15. Refazer 16. Inserir Graficos 17. Inserir Tabela 18. Tabelas e Bordas 19. Inserir Hiperlink 20. Expandir tudo 21. Mostrar a formatação 22. Mostra/ocultar 23.Cor/ Escala de cinzas 24. Zoom 25. Ajuda do Microsoft PowerPoint Barra de Ferramentas Formatação A Barra de Ferramentas Formatação possui as principais técnicas de formatação que podem ser aplicadas a uma determinada apresentação de slides: A descrição de cada botão pela ordem: 1. Fonte 2. Tamanho da Fonte 3. Negrito 4. Itálico 5. Sublinhado 6. Sombra 7. Alinhar à esquerda 8. Justificar 9. Centralizar 10. Alinhar à direita 11. Numeração 12. Marcadores 13. Aumentar Tamanho da fonte 14. Diminuir Tamanho da fonte 15. Diminuir Recuo 16. Aumentar recuo 17. Cor da fonte 18. Design do slide 19. Novo slide. Barra de Desenho Esta barra permite que seja inserida alguma forma no slide, podendo também, formatá-la, alterando seu tamanho, cor de preenchimento, contorno e fonte: A descrição na ordem dos botões: 1. Botão desenhar 2. Selecionar objetos 3. Botão AutoFormas 4. Linha 5. Seta 6. Retângulo 7. Elipse 8. Caixa de Texto 9. WordArt 10. Diagrama 11. Clip-Art 12. Imagem 13. Cor do Preenchimento 14. Cor da Linha 15. Cor da Fonte 16. Estilo da Linha 17. Estilo da Tracejado 18. Estilo da Seta 19. Sombra 20. 3D Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 48

50 TRABALHANDO COM SLIDES Inserindo Slides Para inserir um slide em branco, clique sobre o botão ou no menu Inserir, opção Novo Slide. A janela chamada: Novo Slide é exibida. Escolha o Layout. O slide é inserido automaticamente após o slide atual. Excluindo slides É possível excluir um slide que não seja mais útil, uma das maneiras mais fáceis de se fazer isso é selecionando o slide desejado e pressionando Delete. Uma outra forma é clicando no menu Editar, opção Excluir Slide. Obs.:Uma vez excluído não é mais possível recupera-lo. Duplicando slides Para duplicar, selecione o slide, clique no menu Inserir, opção Duplicar Slide. O novo slide surge logo após o selecionado. exemplo serve apenas para ilustrar a formatação que será aplicada sobre os títulos, subtítulos, etc. APRESENTAÇÃO DE SLIDES Apresentar os slides, na verdade é executar o que foi feito até agora. É este recurso que utilizamos para apresentar slides em uma palestra, por exemplo. Ao utilizar esse modo de exibição será mostrado um por um, cada slide da apresentação em tela cheia. Para utilizá-lo clique sobre o botão na barra de ferramentas. Automaticamente o primeiro slide aparece em tela cheia. Para passar para o próximo slide, clique em qualquer lugar da tela ou aperte Enter. Observe que no canto inferior da tela aparece um botão que ao ser clicado exibe: Movendo slides Para mudar a posição dos slides, basta clicar sobre o ícone do slide que desejado e arrastar para a posição desejada. MANIPULAÇÃO DE TEXTOS Movendo e redimensionando caixas de textos O PowerPoint trabalha com caixas de textos, ou seja, o texto é tratado como um objeto e por isso nós podemos movê-lo para qualquer parte do slide. Clicando uma vez sobre uma caixa de texto, podemos alterar o texto, mas para movê-lo devemos clicar sobre a borda tracejada e arrastar. Observe que quando ela está selecionada, surgem alças brancas ao redor, são alças de redimensionamento, para alterar, portanto o tamanho da caixa é só clicar sobre uma das alças e arrastar. Formatando textos Para formatar um texto é simples: selecione a caixa contendo o texto, clique no menu Formatar, opção Fonte. Na caixa de diálogo escolha as opções desejadas, como fonte, estilo, tamanho, cor e clique em OK para verificar o resultado. Este menu serve para a navegação dos slides (ir para o próximo ou para o anterior), escolher outro tipo de ponteiro, (se escolhermos caneta, podemos mudar a sua cor e com isso fazer anotações, sublinhar tópicos importantes, circular palavraschave, tudo no próprio slide.), obter ajuda e finalizar apresentação. Transição de slides Este recurso cria um efeito especial ao introduzir um slide na apresentação. Por exemplo, ao passar do primeiro para o segundo slide, o segundo poderia surgir da esquerda ou revelar para baixo. Para aplicar uma transição em algum slide, clique no menu Apresentações, opção Transição de Slides. A tela abaixo, então aparece: Copiando, Recortando e Colando Textos O principio de recortar, copiar para colar segue os mesmos princípios do Word e do Excel, basta selecionarmos o elemento pela borda e usar as respectivas teclas de atalho, botões ou pelo menu de opções editar. APLICANDO MODELOS DE ESTRUTURA Podemos aplicar os modelos de estrutura, mesmo após ter criado a apresentação em branco. Basta ir ao menu Formatar, escolher a opção Aplicar modelo de estrutura..., então será aberta a janela: Efeito:Clique na seta ao lado da caixa Sem Transição para ter acesso às transições disponíveis: Nela há uma lista com os modelos disponíveis, basta selecionar algum o observar o exemplo ao lado. O texto que aparece no Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 49

51 Ao selecionar alguma transição, o desenho (um cachorro) simula o efeito escolhido, dando lugar para um outro desenho (uma chave). Assim que é selecionada a transição os três botões (Lenta, Média e Rápida) que determinam a velocidade que ocorrerá o efeito, são ativados. Avanço: Aqui é definida a duração de cada slide na tela, clique sobre a caixa Automaticamente após e determine o tempo de duração, clicando nas setas para cima e para baixo. A opção Ao clicar com o mouse determina se o avanço dos slides poderá ser feito pelo clique do mouse. Som: É possível adicionar um som no slide quando ele for exibido, clique na caixa Sem som e escolha um dos sons disponíveis. Faça as alterações necessárias e clique sobre o botão Aplicar. Todas as configurações são aplicadas no slide atual. Para aplicá-las em todos os slides, clique em Aplicar a todos. Para verificar como ficou apresentação pressione F5. OS MESTRES NO POWER POINT Os Mestres devem ser utilizados em objetos que devem aparecer em cada slide ou página de uma apresentação. Existe um Mestre para cada um dos modos de visualização em uma apresentação: um para Slide, um para Título Mestre, um para os Folhetos e outro para as Anotações. O Slide Mestre é o mais utilizado porque serve para projetar e desenhar os slides; ele tem caixas já configuradas para o título e o texto do slide. O formato destes objetos determina como o texto aparecerá em cada slide. É possível modificar slides avulsos, mas o Slide Mestre proporciona uma aparência uniforme e consistente. O Slide Mestre possui seus próprios esquemas de cores, sendo possível aplicar esquemas de cores diferentes de acordo com as diferentes seções da apresentação. À medida que a apresentação é criada, tem-se a opção de usar ou não os elementos do Slide Mestre: Título Mestre, Texto Mestre, segundo plano e esquemas de cores. Para alterar toda a apresentação, altera-se o Slide Mestre; as alterações aplicadas em slide individuais são lembradas como exceções pelo Slide Mestre e só podem ser modificadas pelo usuário. USAR O POWERPOINT VIEWER O PowerPoint Viewer é um programa utilizado para executar apresentações de slides em computadores que não possuem o PowerPoint instalado. É possível adicionar o visualizador ao mesmo disco com uma apresentação, utilizando o Assistente para viagem. A seguir, ambos devem ser descompactados (visualizador e a apresentação) e executada a apresentação de slides em outro computador. Também pode ser criada uma lista de apresentação para ser utilizada com o visualizador, dessa forma podem ser executadas múltiplas apresentações, uma após a outra. BrOffice É um pacote (suíte) de ferramentas voltadas à produtividade de atividades de escritório. Possui grande similaridade com o programa StarOffice1 em sua versão 8.0, o qual pode ser considerado seu irmão. Trata-se de um tipo de desenvolvimento com a filosofia de programas em código aberto, cuja sua distribuição do programa executável e de seu código-fonte é livre e não gratuita como muitos acreditam. Na atual versão, o programa é composto por um extenso conjunto de ferramentas (componentes), tais como: processador de texto, planilha de cálculos, editor de apresentações, editor de desenhos vetoriais, gerenciador de banco de dados e um editor de fórmulas matemáticas. BrOffice X Microsoft Office O programa BrOffice.org é concorrente direto do programa Microsoft Office onde seus recursos ficam entre a versão Profissional e Standard do produto da empresa Microsoft. Se formos compararmos com BrOffice.org x Microsoft Office Professional, encontraremos uma similaridade direta em relação aos seus recursos ou seja, são mais próximos entre si. Tabela de Comparação Obs: Quanto a compatibilidade de leitura de arquivos. O BrOffice.org consegue ler os arquivos gerados no Microsoft Office (o inverso não acontece). Caso você edite um arquivo em Microsoft Office, será possível a leitura e gravação no BrOffice. Para adquirir o BrOffice, basta baixa-lo no site Iniciaremos nossos estudos com o Writer que é uma ferramenta de processamento de textos existentes no pacote de aplicaivos BrOffice.org. Com essa ferramenta é possível escrever cartas, relatórios, apostilas, livros, teses, monografias entre outros documentos. O programa Writer é um Processador de Textos e não um Editor de textos onde um Editor é uma ferramenta de cunho bastante simples que permite ler, gravar e manipular um texto (recortar, copiar e colar) sem formatálo normalmente usada por profissionais da área de desenvolvimento. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 50

52 Veja a tela do Writer: Digitação de Textos A digitação no BrOffice.org ocorre de forma idêntica a qualquer outro processador de textos. Após digitar um parágrafo será pressionado ENTER da mesma forma do Word, os acentos sempre serão digitados anteriormente a uma letra e assim sucessivamente. Apagando Caracteres Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 51

53 Toda exclusão de caracteres é realizada com as seguintes teclas: Posicionamento de Cursor A teclas a seguir são usadas para posicionar o cursor em um determinado local do texto. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 52

54 Selecionando textos Veja as teclas que são utilizadas para selecionar um texto. Corretor Ortográfico -F7 Ferramentas Verificação Ortográfica Formatação de Caracteres Copiar e Colar Seguem as mesmas normas utilizadas no Word. Veja as opções: a) Selecionar o texto que deseja copiar Posiocionar o cursor no local desejado Editar Copiar, Clicar no local desejado Botão Colar. b) Arrastando com o mouse, mantendo a tecla CTRL pressionada e liberando em seguida o mouse sobre outro local do texto, posteriormente a tecla CTRL. c) Botão Direito sobre o texto selecionado Copiar. Clicar no local desejado Botão Direito novamente Colar. d) Utilizando os Botões da barra de ferramentas padrão, selecionando o texto, Botão Copiar clicar no local desejado e Botão Colar. Alinhamento de Parágrafos Formatar/Parágrafo Esquerda Direita Centro Justificado Recortar e Colar As mesmas normas utilizadas no Word. Veja as Opções: a) Selecionar o texto que desejado, Menu Editar - Recortar Posicionar o cursor no local desejado Botão Colar. b) Arrastando com o mouse e liberando em seguida o mouse sobre outro local do texto com tecla SHIFT pressionada. c) Botão Direito sobre o texto selecionado Recortar. Clicar no local desejado Botão Direito novamente Colar. d) Utilizando os Botões da barra de ferramentas padrão, selecionando o texto, Botão Recortar clicar no local desejado e Botão Colar. Outras ações que poderão serem realizadas com o Writer: Para Localizar e Substituir Editar Localizar e Substituir Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 53

55 Teclas de atalho para alinhamento Escolha no Documento Atual. Espaçamento entre Linhas 2 - Selecione a Lista de Endereços Tabulação Significa ordenar esteticamente os dados de um texto em uma forma organizada. Utilizada para índices de trabalhos escolares ou monografias, tabela de preços, orçamentos, recibos, etc. 3 Clique em Criar para iniciar a digitação de seus clientes ou convidados. Formatar Parágrafo 4 - Para Inserir e Adicionar Campos clique em Adicionar... Mala Direta 1 - Ferramentas Assistente de Mala Direta Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 54

56 Teclas de Atalho do Writer. As teclas de atalho são mostradas do lado direito das listas de menus, ao lado do comando de menu correspondente. 5 - Para finalizar preencha os campos e insira-os em seu texto. Inserir Campos Outros <Nome> <Linha de endereço 1> e Repita os passos para os outros Campos. Caso necessite de visualizar os campos. Clique em Exibir Visualizar Fonte de Dados. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 55

57 Teclas de Funções MENUS DO WRITER Menu Arquivo Contém comandos que se aplicam a todo o documento como criar um novo documento, salvar exportar entre outras opções. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 56

58 Novo - Cria um novo documento do BrOffice.org. Abrir - Abre ou importa um arquivo. Documentos recentes - Lista os arquivos abertos mais recentemente. Para abrir um arquivo da lista, clique no nome dele Assistentes - Guia você na criação de cartas comerciais e pessoais, fax, agendas, apresentações etc. Fechar - Feche o documento atual sem sair do programa. Salvar - Salva o documento atual. Salvar como - Salva o documento atual em outro local ou com um nome de arquivo ou tipo de arquivo diferente. Salvar tudo - Salva todos os documentos abertos do BrOffice.org. Este comando só estará disponível se dois ou mais arquivos tiverem sido modificados. Recarregar - Substitui o documento atual pela última versão salva. Versões - Salva e organiza várias versões do documento atual no mesmo arquivo. Você também pode abrir, excluir e comparar versões anteriores. Exportar - Salva o documento atual com outro nome em um local que você especifica. Exportar como PDF - Salva o arquivo atual no formato PDF (Portable Document Format).É possível ver e imprimir um arquivo PDF em qualquer plataforma sem perder a formatação original, desde que haja um software compatível instalado. Enviar - Envia uma cópia do documento atual para diferentes aplicativos. Assinaturas digitais - Esta caixa de diálogo adiciona e remove assinaturas digitais do documento. Você também pode usá-la para exibir certificados. Propriedades - Exibe as propriedades do arquivo atual, inclusive estatísticas, como contagem de palavras e a data da criação do arquivo. Menu Editar Este menu contém comandos para a edição do conteúdo de um documento. Desfazer - Reverte o último comando ou a última entrada digitada. Repetir - Repete o último comando. Cortar - Remove e copia a seleção para a área de transferência. Modelos - Permite organizar e editar os modelos, bem como salvar o arquivo atual como um modelo. Visualização de página - Exibe uma visualização da página impressa ou fecha a visualização. Imprimir - Imprime o documento atual, a seleção ou as páginas que você especificar. Você também pode definir as opções de impressão para o documento atual. Configurações da impressora - Selecione a impressora padrão para o documento atual. Sair - Fecha todos os programas do BrOffice.org e solicita que você salve suas alterações. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 57

59 Copiar - Copia a seleção para a área de transferência. Colar - Insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato. Colar especial - Insere o conteúdo da área de transferência no arquivo atual em um formato que você pode especificar. Selecionar texto - Você pode ativar um cursor de seleção em um texto somente leitura ou na Ajuda. Escolha Editar - Selecionar texto ou abra o menu de contexto de um documento somente leitura e escolha Selecionar texto. O cursor de seleção não fica intermitente. Selecionar tudo - Seleciona todo o conteúdo do arquivo, quadro ou objeto de texto atual. Alterações - Lista os comandos que estão disponíveis para rastrear as alterações em seu arquivo. Comparar documento - Compara o documento atual com um documento que você seleciona. Entrada bibliográfica - Edita a entrada bibliográfica selecionada. Hyperlink - Abre uma caixa de diálogo que permite que você crie e edite hyperlinks. Links - Permite a edição das propriedades de cada link no documento atual, incluindo o caminho para o arquivo de origem. Este comando não estará disponível se o documento atual não contiver links para outros arquivos. Plug - In - Permite a edição de plug-ins no seu arquivo. Escolha este comando para ativar ou desativar este recurso. Quando ativado, aparecerá uma marca de seleção ao lado do comando, e você verá comandos para editar o plug-in em seu menu de contexto. Quando desativado, você verá comandos para controlar o plug-in no menu de contexto. Mapa de imagem - Permite que você anexe URLs a áreas específicas, denominadas pontos de acesso, em uma figura ou em um grupo de figuras. Um Mapa de Imagem é um grupo com um ou mais pontos de acesso. Objeto - Permite editar um objeto selecionado no arquivo, inserido com o comando Inserir - Objeto. Localizar e substituir - Procura ou substitui textos ou formatos no documento atual. Navegador - Mostra ou oculta o Navegador. Você pode usá-lo para acessar rapidamente diferentes partes do documento e para inserir elementos do documento atual ou de outros documentos abertos, bem como para organizar documentos mestre. Para editar um item do Navegador, clique com o botão direito do mouse no item e, em seguida, escolha um comando do menu de contexto. Se preferir, você pode encaixar o Navegador na borda do espaço de trabalho. AutoTexto - Cria, edita ou insere AutoTexto. Você pode armazenar texto formatado, texto com figuras, tabelas e campos como AutoTexto. Para inserir AutoTexto rapidamente,digite o atalho do AutoTexto no documento e pressione F3. Trocar banco de dados - Altera a fonte de dados do documento atual. Para exibir corretamente o conteúdo dos campos inseridos, o banco de dados que foi substituído deve conter nomes de campos idênticos. Campos - Abre um caixa de diálogo na qual você pode editar as propriedades de um campo. Clique antes de um campo e selecione este comando. Na caixa de diálogo, você pode usar as setas para ir para o próximo campo ou voltar para o anterior. Notas de rodapé - Edita a âncora de nota de rodapé ou de nota de fim selecionada. Clique antes ou depois da nota de rodapé ou da nota de fim e, em seguida, escolha este comando. Entrada de índice - Edita a entrada de índice selecionada. Clique antes da entrada de índice ou na própria entrada e, em seguida, escolha este comando. Menu Exibir Este menu contém comandos para controlar a exibição do documento na tela. Layout de impressão - Exibe a forma que terá o documento quando este for impresso. Layout da Web - Exibe o documento como seria visualizado em um navegador da Web. Esse recurso é útil ao criar documentos HTML. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 58

60 Fonte HTML - Exibe o texto de origem (fonte) do documento HTML atual. Para exibir a fonte HTML de um novo documento, é necessário primeiro salvar o novo documento como um documento HTML. Barras de ferramentas - Abre um submenu para mostrar e ocultar barras de ferramentas. Uma barra de ferramentas contém ícones e opções que permitem acessar rapidamente os comandos do BrOffice.org. Barra de status - Mostra ou oculta a barra de status na borda inferior da janela. Fontes de dados - Lista os bancos de dados registrados para o BrOffice.org e permite que você gerencie o conteúdo deles. Tela inteira - Exibe ou oculta os menus e as barras de ferramentas no Writer ou no Calc. Para sair do modo de tela inteira, clique no botão Ativar/Desativar tela inteira. Zoom - Reduz ou amplia a exibição de tela do BrOffice.org. Status do método de entrada - Mostra ou oculta a janela de status do IME (Input Method Engine). Régua - Mostra ou oculta a régua horizontal, que você pode usar para ajustar margens de página, marcas de tabulação, recuos, bordas, células da tabela e para dispor objetos na página. Para mostrar a régua vertical, escolha Feramentas - Opções - BrOffice.org Writer - Exibir e, em seguida, marque a caixa de seleção Régua vertical na área Régua. Limites do texto - Mostra ou oculta os limites da área imprimível da página. As linhas de limite não são impressas. Sombreamentos de campos - Mostra ou oculta os sombreamentos de campos no documento, incluindo espaços incondicionais, hifens personalizados, índices e notas de rodapé. Nomes de campos - Alterna a exibição entre o nome e o conteúdo do campo. A presença de uma marca de seleção indica que os nomes dos campos são exibidos e a ausência dessa marca indica que o conteúdo é exibido. O conteúdo de alguns campos não pode ser exibido. Caracteres não - imprimíveis - Mostra os caracteres não-imprimíveis no texto, como marcas de parágrafo, quebras de linha, paradas de tabulação e espaços. Parágrafos ocultos - Mostra ou oculta parágrafos ocultos. Esta opção afeta somente a exibição de parágrafos ocultos. Ela não afeta a impressão desses parágrafos. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 59

61 Menu Inserir Este menu contém todos os comandos necessários para inserir novos elementos em um documento, como, por exemplo, seções, notas de rodapé, notas, caracteres especiais, figuras e objetos de outros aplicativos. Quebra manual - Insere uma quebra manual de linha, de coluna ou de página na posição atual em que se encontra o cursor. Campos - Insere um campo na posição atual do cursor. O submenu lista os tipos de campos mais comuns. Para exibir todos os campos disponíveis, escolha Outro. Caractere especial - Insere os caracteres especiais a partir das fontes instaladas. Marca de formatação - Abre um submenu para inserir marcas especiais de formatação. Seção - Insere uma seção de texto no mesmo local em que o cursor está posicionado no documento. Também é possível selecionar um bloco de texto e, em seguida, escolher esse comando para criar uma seção. Use as seções para inserir blocos de texto de outros documentos, para aplicar layouts de colunas personalizados ou para proteger ou ocultar os blocos de texto quando uma condição for atendida. Hyperlink - Abre uma caixa de diálogo que permite que você crie e edite hyperlinks. Cabeçalho - Adiciona ou remove um cabeçalho do estilo de página que você selecionar no submenu. O cabeçalho é adicionado a todas as páginas que usam o mesmo estilo de página. Em um novo documento, é listado apenas o estilo de página "Padrão". Outros estilos de páginas serão adicionados à lista depois que você aplicálos ao documento. Rodapé - Adiciona ou remove um rodapé do estilo de página selecionado no submenu. O rodapé é adicionado a todas as páginas que usam o mesmo estilo. Em um novo documento, somente o estilo de página "Padrão" é listado. Outros estilos serão adicionados à lista depois que forem aplicados ao documento. Nota de rodapé - Insere uma nota de rodapé ou uma nota de fim no documento. A âncora para a nota será inserida na posição atual do cursor. Você pode escolher entre numeração automática ou um símbolo personalizado. Legenda - Adiciona uma legenda numerada à figura, tabela, quadro, quadro de texto ou objeto de desenho selecionado. Você também pode acessar este comando clicando com o botão direito do mouse no item ao qual deseja adicionar a legenda. Marcador - Insere um marcador na posição do cursor. Você pode então utilizar o Navegador para, posteriormente, ir rápido até o local destacado. Em um documento HTML, os marcadores são convertidos em âncoras para as quais você pode ir rapidamente através de um hyperlink. Referência cruzada - Esta é a posição em que você insere as referências ou os campos referidos no documento atual. As referências são os campos referidos no mesmo documento ou em subdocumentos de um documento mestre. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 60

62 Nota - Insere uma nota na posição atual do cursor. Para exibir ou editar o conteúdo de uma nota, selecione-a e escolha este comando. Script - Insere um script na posição atual do cursor em um documento HTML ou de texto. Índices e índices gerais - Abre um menu para inserir entradas de índice e inserir índices e tabelas. Envelope - Cria um envelope. Nas três páginas de guias, você pode especificar o destinatário e o remetente, a posição e o formato dos dois endereços e o tamanho e a orientação do envelope. Quadro - Insere um quadro que você pode usar para criar um layout com uma ou mais colunas de texto e objetos. Tabela - Insere uma tabela no documento. Você também pode clicar na seta, arrastar o mouse para selecionar o número de linhas e colunas a serem incluídas na tabela e, em seguida, clicar na última célula. Linha horizontal - Insere uma linha horizontal na posição atual do cursor. Figura - Selecione a origem da figura que deseja inserir. Objetos - Insere um objeto em seu documento. Para filmes e sons, use Inserir - Filme e som. Quadro flutuante - Insere um quadro flutuante no documento atual. Os quadros flutuantes são usados em documentos HTML para exibir o conteúdo de outro arquivo. Não há suporte para quadros flutuantes no Netscape Navigator 4.x. Filme e som - Insere um arquivo de vídeo ou de som no documento. Arquivo - Insere um arquivo de texto na posição atual do cursor. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 61

63 Menu Formatar Um dos menus mais utilizados no BrOffice que permite alterar Fontes, parágrafos, colunas, capitalização, maiúsculas e minúsculas, entre outros efeitos. Formatação padrão - Remove formatação direta da seleção. Parágrafo - Modifica o formato do parágrafo atual, por exemplo, alinhamento e recuo. Caractere - Muda a fonte e a formatação de fonte dos caracteres selecionados. Marcadores e numeração Adiciona marcadores ou numeração ao parágrafo atual e permite que você edite o formato da numeração ou dos marcadores. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 62

64 Ancorar - Define as opções de ancoramento para o objeto selecionado. Quebra Automática - Define as opções de quebra automática de texto para figuras, objetos e quadros. Alinhamento (objetos) - Alinha os objetos selecionados, um em relação ao outro. Alinhamento (objetos de texto) - Define as opções de alinhamento para a seleção atual. Dispor - Altera a ordem de empilhamento do(s) objeto(s) selecionado(s). Página - Especifique os estilos de formatação e o layout do estilo de página atual como Layout Retrato e Paisagem, incluindo margens da página, cabeçalhos, rodapés e o plano de fundo da página. Inverter - Inverte o objeto selecionado, horizontalmente ou verticalmente. Grupo - Agrupa os objetos selecionados de forma que possam ser movidos ou formatados como um único objeto. Objeto - Abre um submenu para editar propriedades do objeto selecionado. Quadro - Insere um quadro que você pode usar para criar um layout com uma ou mais colunas de texto e objetos. Figura - Formata o tamanho, a posição e outras propriedades da figuraselecionada. Alterar capitalização - Altera o uso de maiúsculas e minúsculas nos caracteres selecionados ou, se o cursor estiver em uma palavra, altera o uso de maiúsculas e minúsculas de todos os caracteres nela. Colunas - Especifica o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção. Seções - Altera as propriedades das seções definidas no documento. Para inserir uma seção, selecione o texto ou clique no documento e, em seguida, escolha Inserir - Seção. Estilos e formatação - Use a janela Estilos e formatação para aplicar, criar, editar, adicionar e remover estilos de formatação. Clique duas vezes para aplicar o estilo. AutoFormatação - Formata automaticamente o arquivo de acordo com as opções definidas em Ferramentas - AutoCorreção. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 63

65 Menu Tabela Mostra todos os comandos para inserir e para editar uma tabela em um documento de texto. Inserir Tabela - Insere uma nova tabela. Colunas - Insere colunas. Linhas - Insere linhas. Excluir Tabela - Exclui a tabela atual. Colunas - Exclui as colunas selecionadas. Linhas - Exclui as linhas selecionadas. Selecionar Tabela - Seleciona a tabela atual. Coluna - Seleciona a coluna atual. Linha - Seleciona a linha atual. Célula - Seleciona a célula atual. Mesclar células - Combina o conteúdo das células selecionadas da tabela em uma única célula. Dividir células - Divide a célula ou o grupo de células, horizontalmente ou verticalmente, no número de células que você inserir. Mesclar tabelas - Combina duas tabelas consecutivas em uma única tabela. As tabelas devem estar lado a lado, e não separadas por um parágrafo vazio. Dividir tabela - Divide a tabela atual em duas tabelas separadas na posição do cursor. Você também pode clicar com o botão direito do mouse em uma célula da tabela para acessar este comando. AutoFormatação de tabela Aplica automaticamente formatos à tabela atual, incluindo fontes, sombreamento e bordas. AutoAjustar Largura da coluna - Abre a caixa de diálogo Largura da coluna, na qual você pode alterar a largura de uma coluna. Largura de coluna ideal Ajusta automaticamente a largura das colunas para coincidir com o conteúdo das células. A alteração da largura de uma coluna não afeta a largura das outras colunas na tabela. A largura da tabela não pode exceder a largura da página. Distribuir colunas uniformemente - Ajusta a largura das colunas selecionadas para corresponder à maior largura de coluna da seleção. A largura total da tabela não pode exceder a largura da página. Altura da linha - Abre a caixa de diálogo Altura da linha, na qual você pode alterar a altura de uma linha. Altura de linha ideal - Ajusta automaticamente a altura das linhas para que corresponda ao Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 64

66 conteúdo das células. Esta é a definição padrão para novas tabelas. Distribuir linhas uniformemente - Ajusta a altura das linhas selecionadas de acordo com a altura da linha mais alta na seleção. Permitir quebra de linha em páginas e colunas Permite uma quebra de página na linha atual. Bordas da tabela - Mostra ou oculta as bordas em torno das células da tabela. As bordas só são visíveis na tela e não são impressas. Repetir linhas de título - Repete os cabeçalhos das tabelas nas páginas subseqüentes quando a tabela se estende por uma ou mais páginas. Converter Texto em tabela - Abre uma caixa de diálogo em que você pode converter em tabela o texto selecionado. Classificar - Faz a classificação alfabética e numérica dos parágrafos selecionados. Você pode definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas. Fórmula - Abre a Barra de fórmulas para inserir ou editar uma fórmula. Formato numérico - Abre uma caixa de diálogo na qual você pode especificar o formato de números na tabela. Propriedades da tabela - Especifica as propriedades da tabela selecionada, como, por exemplo, nome, alinhamento, espaçamento, largura da coluna, bordas e plano de fundo. Menu Ferramentas Contém ferramentas de ortografia, uma galeria de objetos gráficos que você pode adicionar aos documentos, além de ferramentas para a configuração de menus e de preferências de programas. Verificação ortográfica - Verifica a ortografia manualmente de todas as palavras com erros ortográficos contidas no texto. Idioma - Abre um submenu em que você pode escolher comandos específicos do idioma. Contagem de palavras - Conta as palavras e caracteres da seleção atual e do documento inteiro. AutoCorreção - Define as opções para a substituição automática de texto à medida que você digita. Numeração da estrutura de tópicos - Especifica o formato de número e a hierarquia para a numeração de capítulos no documento atual. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 65

67 Numeração de linhas Adiciona, remove e formata números de linha no documento atual. Para desativar a numeração de linhas em um parágrafo, clique no parágrafo, escolha Formatar - Parágrafo, clique na guia Numeração e, em seguida, desmarque a caixa de seleção Incluir este parágrafo na numeração de linhas Notas de rodapé - Especifica as configurações de exibição de notas de rodapé e notas de fim. Galeria - Abre a Galeria, onde você poderá selecionar figuras e sons para inserir em seu documento. Configurações do filtro XML - Abre a caixa de diálogo Configurações do filtro XML, onde você pode criar, editar, excluir e testar filtros para importar e exportar arquivos XML. Personalizar - Personaliza menus, teclas de atalho, barras de ferramentas e atribuições de macros do BrOffice.org para eventos. Opções - Este comando abre uma caixa de diálogo para configuração personalizada do programa. Banco de dados bibliográfico - Insira, exclua, edite e organize arquivos no banco de dados bibliográfico. Assistente de Mala Direta - Inicia o Assistente de Mala Direta para criar cartas modelo ou enviar mensagens de a vários destinatários. Classificar - Faz a classificação alfabética e numérica dos parágrafos selecionados. Você pode definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas. Calcular - Calcula a fórmula selecionada e copia o resultado para a área de transferência. Atualizar - Atualiza os itens do documento atual com conteúdo dinâmico, como campos e índices. Media Player - Abre a janela do Media Player, em que você pode visualizar arquivos de filme e som e inseri-los no documento atual. Menu Janela Contém comandos para manipulação e exibição de janelas de documentos. Nova janela - Abre uma nova janela que exibe os conteúdos da janela atual. Fechar - Fecha a janela atual. Escolha Janela - Fechar ou pressione Ctrl+F4. Na visualização de página dos programas BrOffice.org Writer e Calc, você pode fechar a janela atual por meio de um clique no botão Fechar visualização. Lista de documentos - Lista os documentos abertos no momento atual. Selecione o nome de um documento ma lista para alternar para esse documento. Macros - Permite gravar, organizar e editar macros. Caso o usuário crie uma macro para executar uma tarefa qualquer, o mesmo deverá parar a gravação clicando o botão abaixo. Após este procedimento salvar a referida macro digitando um nome para a mesma. Gerenciador de extensão - O Gerenciador de extensão adiciona, remove, desativa, ativa, atualiza e exporta extensões do BrOffice.org. Menu Ajuda O menu da Ajuda permite iniciar e controlar o sistema de Ajuda de BrOffice.org. Ajuda do BrOfiice.org - Abre a página principal da Ajuda do BrOffice.org do aplicativo atual. Você pode percorrer as páginas da Ajuda e procurar por termos do índice ou por outro texto. O que é isto? - Ativa as dicas de ajuda adicionais sobre o ponteiro do mouse até o próximo clique. Suporte - Mostra informações de como obter suporte. Registro - Conecta ao site do BrOffice.org na Web, onde você pode registrar sua cópia BrOffice.org. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 66

68 O BrOffice.org 2.0 usa os seguintes formatos de arquivo: O formato HTML não é um formato OpenDocument. Planilha CALC A Planilha de Cálculo CALC do pacote BrOffice.org é uma ferramenta que possibilita criar tabelas de valores para acompanhamentos matemáticos, financeiros e estatísticos. Tela Principal. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 67

69 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 68

70 Entendendo a estrutura de trabalho da Calc. Pasta Arquivo que pode conter até 256 planilhas Planilha Possui Linhas Colunas 256 Colunas sendo assim células disponíveis para trabalho. Operadores comparativos Esses operadores retornam Verdadeiro ou Falso. Utilizando a alça de preenchimento. Operadores de referência Esses operadores vinculam intervalos de células. OBSERVAÇÕES Na fórmula =10/2*5 Com relação a / e * O Calc fará o que vier primeiro dos dois operadores. O resultado da referida fórmula acima será 25. Caso o usuário pressione o botão Formato de Númerico: Porcentagem sobre um determinado número, o Calc multiplica esse número por 100, coloca o sinal de % e ainda duas casas decimais nesse número. Ex: Selecionando 3 células sendo A1=Janeiro, A2=Fevereiro e A3=Março e clicar no botão mesclar e centralizar. O Calc pedirá uma confirmação para juntar ou não o conteúdo de todas as células em uma só. Operadores Matemáticos Esses operadores retornam resultados numéricos. Totalizando resultados de Planilhas =Planilha2.D6+Planilha3.D6 Somará os valores que estão na planilha2 que está na célula D6 mais o valor que está na D6 da planilha3. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 69

71 Funções Soma Permite somar um intervalo de células. Ex: =SOMA(A1:A10) Média Retorna a média aritmética de um intervalo de células selecionadas. Ex: =MÉDIA(A1:A10) ou =(A1+A2+A3)/3 Ou Retorna valores verdadeiro caso uma das hipóteses for verdadeira. Na planilha abaixo o CALC retornará Fará o Cálculo porque bastou uma das hipóteses estar verdadeira. V ou V = V V ou F = V F ou F = F Mínimo Retorna o menor valor de um intervalo de valores. =MÍNIMO(A1:A10) Med Retorna o número do meio de um conjunto de valores. Para realizar as operações siga os passos abaixo: 1 selecione o intervalo entre valores 2 Coloque os número encontrados nesse intervalo em Ordem Numérica 3 Verifique a quantidade de números desse intervalo, caso seja par, descubra os dois do meio e faça a média aritméica desse intervalo. Caso dê impar, o número do meio será a resposta. Ex: A med retornada será 31. =Hoje() - Retorna a data atual na célula desejada. =Agora() - Retorna a data e a hora na célula desejada. Assistente de Função Permite ao usuário utilizar as n's funções disponíveis pela CALC. Se Retorna valor verdadeiro, se após a análise do teste lógico o resultado for verdadeiro, retorna o resultado da parte falsa desse comando, caso após a análise do teste lógico o mesmo encontre um valor falso. Sintaxe: =SE(teste_lógico; Verdadeiro ; Falso ) Ex: Se a média proposta por uma instituição escolar for estabelecida como: O aluno só será aprovado, caso o mesmo tenha média => igual ou maior que 7,5, caso contrário o Calc retornará Reprovado. E Verifica o estado de duas opções ao mesmo tempo e retornará Verdadeiro quando as duas hipóteses do teste lógico for verdadeiras, caso uma das mesmas não for verdadeira o Calc retornara falso. V e V = V V e F = F F e F = F Gráficos Permite ao usuário a confecção de um gráfico de acordo com as células desejadas. Passo 1. Selecione as células desejadas e arraste o mouse pela área desejada da planilha. Caso deseje selecionar apenas a coluna A e a coluna E pressione CTRL quando estiver selecionando. Passo 2. Escolha o modelo do gráfico. Passo 3 Escolha a variante ou seja, se o cálculo será realizado sobre o eixo X ou Y. Passo 4 Digite um título para o gráfico e para os eixos se desejar e clique sobre o botão Criar. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 70

72 IMPRESS Trata-se do software pertencente ao pacote BrOffice.org, seu papel é a criação de apresentações O que é uma Apresentação? É um arquivo em que são exibidos textos, gráficos, imagens, sons e animações, que podem ser combinados com efeitos especiais de exibição na tela do computador ou em forma de slides e transparências. Através do Impress torna-se muito mais fácil apresentar uma idéia ou um material didático ou fazer a divulgação de um evento ou um produto Utilizando esse programa é possível fazer: a. Apresentação - Conjunto de slides, folhetos, anotações do apresentador e estruturas de tópicos, agrupados em um arquivo. b. Slide - É a página individual da apresentação. Pode conter títulos, textos, elementos gráficos, desenhos (clipart) e etc. c. Folheto - É uma pequena versão impressa dos slides, para distribuir entre os ouvintes. d. Anotações do apresentador - Consiste em folhas com slide em tamanho reduzido e suas anotações. e. Estrutura de Tópicos - É o sumário da apresentação, aí aparecem apenas os títulos e os textos principais de cada slide. UTILIZANDO O IMPRESS Sempre ao iniciar o BrOffice.org Impress será apresentada ao usuário a tela do assistente de apresentação com 3 opções : A tela inicial do Impress é composta por vários elementos, como pode ser visto na figura acima: Barra de Menus Barra de Funções Barra de Formatação de Texto Barra de Status Vamos tentar ao descrever os menus mostrar algumas diferenças e detalhamento de alguns menus do Impress com relação ao Power Point do pacote Office. ARQUIVO Apresentação vazia Cria uma apresentação em branco para ser editado. A partir do modelo Cria uma apresentação a partir de um modelo já existente. Abrir uma apresentação existente Abre uma apresentação criada anteriormente. CRIANDO UMA APRESENTAÇÃO Selecione apresentação vazia na tela do assistente de apresentação e clique em criar ou próximo. Opção próximo Antes de ser criada uma apresentação em branco, permite ao usuário configurar detalhes de sua apresentação. Opção criar Cria a apresentação em branco sem pedir detalhes da configuração. Obs.: A configuração poderá ser feita posteriormente. Ao clicar no botão próximo será apresentada a seguinte tela: NOVO: Tem como função possibilitar a criação de uma nova apresentação, vá em Arquivo/Novo clique no ícone Apresentação ou utilize a tecla de atalho CTRL+N. Será exibida a caixa de diálogo Assistente de Apresentações. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 71

73 FECHAR: Fecha o documento atual sem sair do programa. SALVAR: Salvar a Apresentação, vá em Arquivo/Salvar ou clique no ícone Salvar na barra padrão ou pressione as teclas de atalho Ctrl+S. O documento será salvo no próprio caminho e com nome original, na mídia de dados local, unidade de rede ou na Internet, substituindo qualquer arquivo com o mesmo nome Use o Assistente para criar interativamente uma apresentação. Com o Assistente, você pode modificar os exemplos de modelos conforme a necessidade. O Assistente guia você passo a passo pelos elementos de design e oferece várias opções de edição. Criando uma apresentação a partir de uma Apresentação vazia RECARREGAR: Substitui o documento atual pela última versão salva. EXPORTAR: Exporta a apresentação ou o desenho e define as opções de exportação. O assistente fornece opções de design para os slides Se optarmos para e obter mais recursos prontos clique em Próximo EXPORTAR COMO PDF: Salva o arquivo atual no formato PDF (Portable Document Format).É possível ver e imprimir um arquivo PDF em qualquer plataforma sem perder a formatação original, desde que haja um software compatível instalado. ASSINATURAS DIGITAIS: Esta caixa de diálogo adiciona e remove assinaturas digitais do documento. Você também pode usá-la para exibir certificados. ABRIR : Para abrir uma apresentação que se encontre numa pasta em seu computador, clique no menu Arquivo/Abrir em seguida localize o documento desejado, ou utilize a tecla de atalho CTRL+O. DOCUMENTOS RECENTES: Lista os arquivos abertos mais recentemente. Para abrir um arquivo da lista, clique no nome dele. Este arquivo é aberto pelo módulo do que o salvou. ASSISTENTES: Guia na criação de cartas comerciais e pessoais, fax, agendas, apresentações etc. Use o Assistente para criar interativamente uma apresentação. Com o Assistente, você pode modificar os exemplos de modelos conforme a necessidade. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 72

74 IMPRIMIR: Imprime o documento atual, a seleção ou as páginas que você especificar. Você também pode definir as opções de impressão para o documento atual. EDITAR Opções: Especifica as configurações de impressão dentro de um documento de desenho ou de apresentação. Conteúdo - Especifica quais partes do documento serão impressas. Desenho - Especifica se o conteúdo gráfico das páginas deverá ser impresso. Notas - Especifica se as notas serão incluídas na impressão. Folhetos - Especifica se os folhetos serão incluídos na impressão. Estrutura de tópicos - Especifica se a estrutura de tópicos deverá ser impressa. Opções de página: Define opções adicionais para a impressão das páginas. Padrão - Especifica que você não deseja alterar o dimensionamento das páginas ao imprimir. Ajustar à página - Especifica se os objetos que estão além das margens de impressão atual deverão ser dimensionados de modo que se ajustem ao papel na impressora. Páginas lado a lado - Especifica que páginas deverão ser impressas no formato lado a lado. Se as páginas ou os slides são menores que o papel, várias páginas ou slides serão impressos em uma folha de papel. Folheto - Selecione a opção Folheto para imprimir o documento no formato de folheto. Você também pode optar entre imprimir na frente, no verso ou nos dois lados do folheto. Frente - Selecione Frente para imprimir a frente de um folheto. Verso - Selecione Verso para imprimir o verso de um folheto. Bandeja de papel conforme configurações da impressora - Determina que seja usada a bandeja de papel definida na configuração da impressora. SAIR:Fecha todos os programas do BrOffice.org e solicita que você salve suas alterações. DESFAZER: Reverte o último comando ou a última entrada digitada. Para selecionar o comando que você deseja reverter, clique na seta ao lado do ícone Desfazer na barra Padrão. (Crtl + Z) REFAZER/REPETIR: Reverte a ação do último comando Desfazer. Para selecionar a etapa Desfazer que você deseja reverter, clique na seta ao lado do ícone Refazer na barra de ferramentas Padrão. (Crtl + Y) RECORTAR: Remove e copia a seleção para a área de transferência. (Crtl + X) COPIAR: Copia a seleção para a área de transferência. (Crtl + C) COLAR: Insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato. (Crtl + V) COLAR ESPECIAL: Insere o conteúdo da área de transferência no arquivo atual em um formato que você pode especificar. (Crtl + Shift + V) Origem - Exibe a fonte do conteúdo da área de transferência. Seleção - Selecione um formato para o conteúdo da área de transferência que você deseja colar. Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 73

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