IRB-Brasil Re inaugura interface web com mercado

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1 [ a n o 6 4 ] [ n ú m e r o ] [ n o v. / d e z. ] [ ] SISTEMA INTEGRADO DE NEGÓCIOS IRB-Brasil Re inaugura interface web com mercado INDÚSTRIA NAVAL RISCOS NUCLEARES TÁBUAS ATUARIAIS ENTREVISTA

2 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Marcos de Barros Lisboa (Presidente) Lídio Duarte (Vice-Presidente) Otacílio Caldeira Júnior Luiz Tavares Pereira Filho Jorge Hilário Gouvêa Vieira DIRETORIA Lídio Duarte (Presidente) Manoel Morais de Araujo (Vice-Presidente Executivo) Alberto de Almeida Pais Carlos Murilo Goulart Barbosa Lima Luiz Appolonio Neto Luiz Eduardo Pereira de Lucena CONSELHO FISCAL Pedro Wilson Carrano Albuquerque Amaury Patrick Gremaud Antonio Carlos do Nascimento Sanches Pedro Camara Raposo Lopes Mário Urbinati SEDE Av. Marechal Câmara, 171, Rio de Janeiro RJ Brasil CEP Telefone: (21) GERÊNCIAS COMERCIAIS Rio de Janeiro Av. Marechal Câmara, andar, Rio de Janeiro RJ CEP Tel. (21) São Paulo R. Manoel da Nóbrega, andar, Jardim Paulista São Paulo SP CEP Tel. (11) Porto Alegre R. Coronel Genuíno, andar, Cidade Baixa Porto Alegre RS CEP Tel. (51) ESCRITÓRIO DE BRASÍLIA SCN Edifício Brasília Trade Center, Quadra I Bloco C salas a 1.606, Brasília DF CEP Tel. (61) ESCRITÓRIO DE LONDRES London Branch 25, Lime Street London EC3M 7HR, United Kingdom Tel NOVA YORK UA Holding Corporation UAIC United Americas Insurance Company UA Service Corporation, 805 Third Avenue 14th floor New York USA Tel CONSELHO EDITORIAL Lídio Duarte Lúcio Antônio Marques João Ricardo Pereira Odilon de Barros Pinto Junior Lilia Maria de Oliveira Gouvêa Vandro Ferraz da Cruz Moacyr Peçanha Cruz Junior Valter Takuo Yoshida Junior COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO E MARKETING INSTITUCIONAL Odilon de Barros Pinto Junior COORDENAÇÃO EDITORIAL A 4mãos Comunicação e Design REDAÇÃO Juliano Werneck Patricia Stanzione Rogerio Lessa Benemond Suzana Liskauskas REVISÃO Gilberto Scheid DIREÇÃO DE ARTE Rio Ka Comunicação Isabel Lippi ILUSTRAÇÃO DE CAPA Bernard GRÁFICA Minister Express Editora de Impressos Ltda. FOTOS Arquivo do IRB-Brasil Resseguros S.A. Erik Barros Pinto DISTRIBUIÇÃO IRB-Brasil Resseguros S.A Os conceitos emitidos em artigos assinados exprimem apenas as opiniões de seus autores e são de sua exclusiva responsabilidade. Os textos publicados podem ser livremente reproduzidos desde que citada a fonte. Publicação editada pela Coordenação de Comunicação e Marketing Institucional do IRB-Brasil Re. Circulação desta edição: mil exemplares, distribuídos gratuitamente mediante assinatura. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 1-54, nov./dez. 2004

3 EDITORIAL Tudo o que é sólido se desmancha no ar. Assim, um conhecido filósofo do século 19 se referiu à volatilidade das relações econômicas e mesmo das grandes construções da humanidade. Hoje dizemos que o tempo voa. E quem fica parado cria limo, perde a hora, fica para trás. No mundo dos negócios, a inovação tecnológica tem sido a marca deste novo século, e as empresas que planejam alguma vantagem nos mercados nos quais atuam devem estar preparadas para a revolução digital. Com a implantação do Sistema Integrado de Negócios, o SIN, esta nova ferramenta de dinamização de negócios, o IRB-Brasil Re se credencia para atuar no mercado brasileiro de seguros e resseguro com transparência, rapidez e uma interface totalmente digital. Manoel Morais de Araujo, vice-presidente executivo do IRB-Brasil Re, nos cedeu uma entrevista na qual analisa e expõe os conceitos que fundamentaram a criação do SIN que, por sua importância e abrangência dentro da empresa ganhou ainda uma matéria, porta para o futuro, em que aprofundamos a análise sobre seu funcionamento. Ainda nesta edição da Revista do IRB, a última do ano, apenas uma novidade, no que diz respeito à linha editorial: uma tradução. Publicamos um artigo técnico originalmente da Swiss Re Focus Report em 2003 e um bem brasileiro, Invalidez total por doença: tem solução? assinado por Lúcio Marques. Voltamos ainda, vale lembrar, a publicar, regularmente, a seção Na estante, com a lista de livros e revistas adquiridos pela Biblioteca Rodrigo de Médicis e a coluna Jurisprudência. No mais, levantamos o tema de seguros para riscos preferenciais, um produto que deverá agitar o mercado brasileiro; analisamos a retomada do crescimento da indústria naval e o papel do resseguro nesta atividade econômica; e publicamos uma material bastante interessante sobre o novo perfil demográfico brasileiro e a elaboração de uma tábua de vida nacional. Esperamos, agora, entrar em 2005 pensando em manter este rumo editorial, marcado por uma composição bem balanceada feita de material de cunho essencialmente jornalístico e informativo e os artigos técnicos e ensaios sobre diversos temas de interesse do mercado segurador e ressegurador. Obrigado Um grande abraço e feliz 2005 ODILON DE BARROS PINTO JÚNIOR Coordenador de Comunicação e Marketing Institucional Novas assinaturas, contribuições, opiniões e cartas para R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 1-54, nov./dez. 2004

4 16 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 1-54, nov./dez ISSN CARTA DO PRESIDENTE SIN: REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA NO MERCADO DE SEGUROS 11 NA ESTANTE 12 PANORAMA DO MERCADO 15 JURISPRUDÊNCIA 16 INDÚSTRIA NAVAL: RISCOS, SEGURO E RESSEGURO 22 SISTEMA INTEGRADO DE NEGÓCIOS-SIN: 06 PORTA PARA O FUTURO 30 VALORIZAÇÃO POR UMA VIDA SAUDÁVEL 34 TÁBUAS DE VIDA ARTIGOS TÉCNICOS 42 RISCOS NUCLEARES NO SEGURO DE RISCOS PATRIMONIAIS E LIMITAÇÕES DE SEGURIDADE Daniel Andris, Georges Galey, Sebastiaan Reitsma e Richard Walker 50 INVALIDEZ TOTAL POR DOENÇA - TEM SOLUÇÃO? Lucio A. Marques

5 O ano de 2004 se aproxima de seu final e para nós, do IRB-Brasil Re, é grande a satisfação em anunciarmos as principais realizações e objetivos alcançados. Depois de vinte e oito anos, foi feito um concurso público para ingresso de novos funcionários, todos com nível superior, e que já estão, desde julho, integrados nas várias gerências. O investimento em tecnologia da informação começa a produzir resultados concretos já a partir do Movimento Operacional-12/04, quando a troca de dados de resseguro para um conjunto significativo de ramos passará a ser feita pela web, com importantes vantagens também para as seguradoras. Foi ampliada a cultura interna de pluralidade na tomada de decisão com a criação do Comitê de Security, a reativação do Comitê de Investimentos (ambos com participação de dois membros representando o acionista privado), o Comitê de Planejamento e Orçamento e os Comitês de Decisão sobre Colocação de Excedentes. Com o objetivo de tornar os processos internos mais seguros, ágeis e eficazes, foi criado um grupo de trabalho para revisar as rotinas, tarefa iniciada pelo mais importante setor da empresa, a Gerência de Riscos de Propriedade. Pela primeira vez e mediante consulta pública ao mercado interessado (corretores e resseguradores), editamos um novo regulamento estabelecendo diretrizes e normas para a política de colocação de excedente, contendo regras transparentes para o cadastramento, manutenção do cadastramento e de relacionamento entre o IRB-Brasil Re e Corretores de Resseguro e Resseguradores. Em que pese o momento particularmente difícil pelo qual vem passando o mercado internacional de resseguro, determinando uma postura altamente restritiva e conservadora dos operadores, alcançamos renovar nossos programas de retrocessão, em condições ainda mais vantajosas, disponibilizando às seguradoras brasileiras ampla capacidade automática para garantia dos riscos, proporcionando agilidade nas contratações e liquidez nos pagamentos. A não concretização, no ano, dos investimentos em setores da economia normalmente demandantes de grandes apólices: petróleo, infra-estrutura, builder's risks, projetos de engenharia, dentre outros, a queda de taxas de alguns grandes riscos e a valorização do real contribuíram para ficarmos aquém, em reais, do faturamento planejado de R$3 bilhões. Apesar desses fatores desfavoráveis, inclusive a influência do câmbio no balanço, os números indicam que fecharemos o exercício com um lucro novamente recorde, de mais de R$ 400 milhões. Tivemos significativos avanços na comunicação interna, ampliando o alcance dos nossos tradicionais veículos, melhorando, com a contratação de uma agên- cia de publicidade, a qualidade de nossas publicações e aprovamos um plano para 2005, com ênfase no endomarketing e na melhora da nossa imagem junto aos nossos públicos tradicionais. Enfatizamos o papel social da organização, inclusive com ações de voluntariado, beneficiando instituições e despertando em toda a nossa comunidade irbiária o espírito da solidariedade e do amor ao próximo. No ano que se iniciará brevemente, teremos pela frente novos desafios. Podemos seguramente afirmar que o IRB-Brasil Re caminha a passos largos para permanecer não apenas líder no mercado em que atua mas, ele próprio, ser referência em produtos e serviços de resseguro. Feliz 2005 aos nossos leitores. LÍDIO DUARTE Presidente R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 5, nov./dez

6 SIN: Revolução tecnológica no mercado de seguros OIRB-Brasil Re entra no século XXI em busca de um novo perfil. A empresa quer conquistar o reconhecimento do mercado e ser identificada como líder no segmento de resseguros. Para isso, está sendo feito um grande investimento em tecnologia, a fim de desenvolver um sistema que uniformizará todas as operações realizadas internamente no IRB-Brasil Re e facilitará o acesso e a transmissão de dados para o mercado. Há cerca de três anos, várias equipes do IRB-Brasil Re vêm trabalhando na concepção do Sistema Integrado de Negócios SIN, para que todas as operações realizadas pelo ressegurador alimentem uma mesma base de dados e possam tornar o dia-a-dia dos funcionários mais produtivo. Entre as mudanças no relacionamento com o mercado que acontecerão a partir da implementação do SIN, está a criação de um Portal de Negócios, a versão virtual do IRB-Brasil Re. Nesta entrevista, Manoel Morais de Araujo, vice-presidente executivo do IRB-Brasil Re, conta como está sendo feita esta implantação e que mudanças o SIN trará para o mercado. Revista do IRB Há quanto tempo o SIN está sendo desenvolvido e o que representa esse projeto? Manoel Morais O SIN está sendo desenvolvido há cerca de três anos por uma equipe de técnicos do próprio IRB-Brasil Re. Pela primeira vez na história do IRB-Brasil Re estamos trabalhando na implementação de um sistema corporativo que deverá produzir uma integração em todas as operações da empresa. O SIN é uma base de dados e também uma interface com o mercado. O SIN é uma verdadeira revolução tecnológica e deverá lançar as bases para um novo perfil de relacionamento do IRB-Brasil Re com o mercado segurador. Nosso objetivo é aperfeiçoar, cada vez mais, essa relação. O que importa, para nós, é atender às necessidades deste mercado em prazos razoáveis, com transparência e segurança nas operações. 6 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 6-10, nov./dez. 2004

7 Entrevista Manoel Morais de Araujo Revista do IRB Quais as vantagens que a implantação desse sistema trará ao IRB-Brasil Re? Manoel Morais São muitas. A primeira é de ordem cultural. Estamos rompendo com a imagem do IRB fragmentado, aquela imagem em que coexistiam na empresa vários mini-irbs. O SIN deverá proporcionar uma uniformização dos processos e tratamentos, desde a subscrição, do recolhimento do prêmio ao pagamento do sinistro. No cenário atual, cada segmento do IRB dá um tratamento diferenciado à informação. Cada setor armazena as informações da forma que melhor atenda às suas necessidades, sem uma visão global, sem a visão do conjunto da empresa. Com o SIN, o armazenamento dos dados passa a ter um tratamento unificado. As melhorias com a racionalidade são notórias. A mesma informação fica disponível aos diversos setores da empresa, o que pode evitar distorções. Os relatórios disponibilizados ensejam um gerenciamento mais eficaz internamente, além de propiciar maior transparência e melhoria no tempo de espera do mercado. Revista do IRB Antes da implantação do SIN, não houve nenhuma tentativa de desenvolver no IRB um sistema semelhante? Manoel Morais Diversas tentativas aconteceram nos últimos dez anos. Essas tentativas não obtiveram sucesso, entre outros motivos, por falta de vontade política e resistências culturais. Talvez tenha faltado clareza de objetivos. Por conta dessas dificuldades, nenhum sistema foi adiante. Revista do IRB O sr. prevê alguma dificuldade maior na implantacão do sistema ou algumas características do sistema podem contribuir para o sucesso da sua implantação? Manoel Morais Em primeiro lugar, o SIN é um sistema que está sendo desenvolvido internamente, com a inteligência da equipe do IRB-Brasil Re. É conce- R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 6-10, nov./dez

8 bido pelos técnicos da casa, o que facilita substancialmente sua implantação. Este é um ponto fundamental para se entender o projeto de implantação do SIN. Ele é fruto da experiência acumulada durante anos por técnicos do próprio IRB. O SIN vem para simplificar operações. Existem hoje no IRB dezenas de formulários que serão drasticamente reduzidos e o meio de remessa será eletrônico. O SIN deverá proporcionar uma uniformização dos processos e tratamentos, desde a subscrição, do recolhimento do prêmio ao pagamento do sinistro. Revista do IRB Em que estágio está a implementação do SIN? Manoel Morais No momento, o sistema já está sendo implantado em dez ramos. Em curto prazo, isto é, de três a quatro meses, teremos todos os ramos da área de propriedade e financeiro incorporados ao SIN. Vamos trabalhar o módulo Vida, com especificações já levantadas. Vamos desenvolver, também, uma série de outros módulos, conforme previsto no plano diretor de informática. Teremos um portal de negócios que funcionará como um IRB-Brasil Re virtual. A inauguração deste portal será um grande passo no relacionamento do IRB-Brasil Re com o mercado, produzindo integração e agilidade. Revista do IRB Qual a previsão para o funcionamento deste portal de negócios? Manoel Morais Final de Revista do IRB Além do acesso à base de dados do IRB-Brasil Re, o que o mercado poderá buscar no portal? Manoel Morais Ele será uma versão virtual do IRB-Brasil Re. O Portal vai permitir que o IRB-Brasil Re faça negociações eletrônicas de uma forma absolutamente segura. Cada cliente terá seu login e senha, desde que acertadas as condições de relacionamento contratual, também disponíveis no portal, e poderá navegar pelo portal, tendo acesso às aplicações disponíveis. Revista do IRB A concepção do SIN foi baseada em algum exemplo do mercado exterior? Manoel Morais Todo grande ressegurador tem seus sistemas. Mas as nossas condições de operação são peculiares. Nós operamos num mercado diferen- 8 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 6-10, nov./dez. 2004

9 te dos demais. O que nós procuramos foi desenvolver um sistema dentro dessa nossa realidade de mercado. É evidente que o IRB-Brasil Re hoje trabalha com uma visão diferente. Nós queremos oferecer o melhor possível. Queremos que as parcerias que estabelecemos com o mercado se solidifiquem em função da qualidade do trabalho que nós oferecemos. O IRB-Brasil Re quer trabalhar com a visão de uma empresa líder do mercado. Esse é o grande diferencial, porque permite agregar qualidade ao trabalho. O SIN é uma ferramenta extremamente confiável e segura e a sua implementação certamente fará com que o IRB-Brasil Re, que conhece como ninguém o mercado brasileiro de seguros, seja identificado pelo setor como parceiro principal para os negócios. Revista do IRB O senhor citou que a adoção do SIN representará uma mudança de cultura dentro do IRB-Brasil Re. Como o IRB-Brasil Re está se preparando para vencer essa barreira cultural? Manoel Morais Da melhor forma possível. Estamos promovendo apresentações desse sistema aos funcionários, sobretudo aos que estão trabalhando mais diretamente com ele. Estabelecemos um Comitê Gestor para o SIN, que é muito amplo e tem a participação de muitos funcionários. E, a cada módulo em desenvolvimento, agregamos mais funcionários ao comitê. É um sistema bastante participativo. É evidente que toda mudança sempre assusta um pouco. Um sistema com as características do SIN, num primeiro momento, pode mexer com as pessoas. Mas, a partir do momento, em que os funcionários conhecem o sistema, a reação tem sido a melhor possível, pois o SIN não veio para reduzir emprego, não veio para criar capacidade ociosa, muito pelo contrário. Sua implantação irá simplificar operações, liberando o conhecimento No momento em que disponibilizamos sistemas modernos e confiáveis e aliamos a isso a qualidade técnica e a capacidade do nosso corpo funcional, estamos dando um passo extremamente importante para o IRB-Brasil Re afirmar-se como um grande ressegurador e uma empresa voltada para o futuro. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 6-10, nov./dez

10 e a inteligência do corpo técnico do IRB-Brasil Re, favorecendo ainda o desenvolvimento de novos produtos. Este é o grande ganho e certamente todo o corpo funcional nos apoiará nesta idéia. Revista do IRB O SIN já está sendo apresentado ao mercado segurador? Manoel Morais O mercado já tem noções sobre o SIN em função da relação do dia-a-dia. Antes de colocar em prática os módulos que transformam a maneira de relacionamento do IRB-Brasil Re com o mercado, tivemos o cuidado de conversar e trocar muitas idéias com o setor. Esta decisão foi fundamental para evitar que alguma medida considerada unilateral pudesse ser adotada. Estamos fazendo testes, nossos técnicos fizeram visitas a muitas seguradoras. É uma troca constante de informações. Todo esse relacionamento tem o intuito de estabelecer bases sólidas para esse novo passo que o IRB-Brasil Re está tomando. Sem causar nenhum transtorno ao IRB-Brasil Re, muito menos ao mercado segurador. O melhor sistema é aquele que atende a todos e da forma mais satisfatória possível. Essa é uma grande preocupação do IRB-Brasil Re. É não tomar decisões de forma unilateral. Nossa preocupação é discutir com nossos parceiros, com quem nos relacionamos para encontrar um caminho que facilite as operações, que dê confiabilidade, que ofereça segurança. Enfim, que atenda a todos. Revista do IRB A implantação do SIN provocará uma mudança no perfil de atuação do IRB-Brasil Re? Manoel Morais O SIN por si só não é a solução de todos os nossos problemas. Não é o caminho do céu. Mas é uma ferramenta extremamente importante nessa nova etapa que estamos vivendo no IRB-Brasil Re. No momento em que disponibilizamos sistemas modernos e confiáveis e aliamos a isso a qualidade técnica e a capacidade do nosso corpo funcional, estamos dando um passo extremamente importante para o IRB-Brasil Re afirmar-se como um grande ressegurador e uma empresa voltada para o futuro, independentemente do cenário que venha a ser desenhado. Revista do IRB O IRB-Brasil Re realizou recentemente um concurso para funcionários e está agora mudando a forma de trabalho internamente, adotando instrumentos de alta tecnologia. Renovou seu quadro de funcionários e sua plataforma de trabalho. O IRB-Brasil Re se credencia para atuar em qualquer cenário, quer dizer com concorrentes estrangeiros? Manoel Morais Nosso padrão técnico sempre foi de alto nível. Buscamos agora garantir sua continuidade e dotar a Empresa dos recursos humanos e tecnológicos necessários para atuar em qualquer cenário, inclusive em um modelo de mercado aberto. 10 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 6-10, nov./dez. 2004

11 NA ESTANTE Seleção de obras disponíveis na Biblioteca de Seguros Rodrigo Médicis pertencentes ao acervo da Empresa. A biblioteca está aberta para consulta diariamente das 8 às 17 horas, na Av. Churchill, 182, Castelo, RJ. Informações pelos telefones (21) , (21) , pelo ou pelo site EM DEBATE, 5 CONTRATO DE SEGURO, DANOS, RISCO E MEIO AMBIENTE Org. Antonio Carlos Teixeira, 376 p., Rio de Janeiro, Funenseg, 2004 O quinto volume da série organizada por Antonio Carlos Teixeira traz 8 estudos sobre temas importantes para o setor de seguros. O contrato de seguro no novo código civil brasileiro, de Aline Vitalis; Contratos eletrônicos e Seguro: a contratação do seguro via internet, de Christienne Krassuski Fortes; Os danos morais no contato de seguro, de Luís Henrique C. Mühlmann; Aspectos processuais da fraude no seguro, de Talita Miranda Ramos; Noções sobre o risco e sua agravação, de Deisy Ellen Schwanz; O atentado terrorista de 11 de setembro de 2001, de Carlos Eduardo de Ameida Nogueira, Fernando de Lemos Almada e Marcia Regina Fonseca Lima; Seguro de responsabilidade civil por dano ambiental, de Michele Giamberardino Fabre e O seguro de responsabilidade civil poluição ambiental: um seguro na prateleira, de Kátia Willians Sales de Barros e Rita de Cássia da Costa Silva. O CONTRATO DE SEGURO DE ACORDO COM O NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO Ernesto Tzirulnik et all, 235 p., São Paulo, Editora Revista dos Tribunais, 2ª edição, Esta segunda edição, revista e ampliada traz à discussão a interpretação dos autores sobre dispositivos do novo Código Civil que dizem respeito aos contratos de seguro. Ao lado de cada artigo analisado, os autores apresentam um quadro comparativo onde constam os antecedentes históricos: o dispositivo tal como aparece no código de 1916, a redação no anteprojeto e ainda a proposta formulada pelo professor Fabio Konder Comparato. A QUESTÃO AMBIENTAL DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE Antonio Carlos Teixeira et all, 240 p., Rio de Janeiro, Funenseg, A temática ambiental sob o ponto de vista de dez autores identificados com a defesa de um modelo de desenvolvimento econômico sustentado, baseado em políticas de controle e preservação do patrimônio natural. A publicação traz reflexões sobre a questão ambiental a partir de vários enfoques: educação ambiental, commodities, agricultura, avarias marítimas, ecologismo, impactos, créditos de carbono, direito, gestão e avaliação econômica. COLETÂNEA DE NORMAS DOS FUNDOS DE PENSÃO Secretaria da Previdência Complementar, 271 p., Brasília, Ministério da Previdência Social, 2004 O Ministério da Previdência Social e a Secretaria da Previdência Complementar organizaram esta coletânea que sistematiza parte do esforço que o Governo Federal tem feito para o aperfeiçoamento dos aparatos regulatórios dos fundos de pensão no Brasil. ON-LINE Links disponíveis em Best's Review - A.M. Best Company - EUA Global Reinsurance - Regent Publishing Ltd. JTW News - JTW Reinsurance Services - Inglaterra Sigma - Swiss Re - Suíça The Geneva Papers on Risk and Insurance - Geneva Association - Suiça The National Underwriter - The National Underwriter Co. - EUA R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p.11, nov./dez

12 PANORAMA DO MERCADO IRB-Brasil Re EM ALTA I A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo- ALESP realizou em outubro passado, por iniciativa do deputado José Carlos Stangarlini (PSDB), sessão solene em homenagem ao mercado de seguros. Na solenidade foram homenageados a Associação Nacional de Previdência Privada-ANAPP, pelos seus 30 anos de fundação; o IRB-Brasil Re, pelos 65 anos de sua criação; e o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo-Sincor, que este ano completou 70 anos. IRB-Brasil Re EM ALTA II O presidente do IRB-Brasil Re, Lídio Duarte, foi eleito a Personalidade do Ano do setor pelos leitores da Revista Cobertura. A premiação foi feita dia 7 de dezembro em São Paulo. IRB-Brasil Re EM ALTA III O IRB ganhou ainda o prêmio notáveis 2004, homenageado pelo apuro técnico de sua atuação no mercado de seguros e resseguros do Brasil. O prêmio foi conferido pelo Jornal do Commercio a dez personalidades e dez empresas que se destacaram durante o ano. De cima para baixo: o presidente do IRB-Brasil Re, Lidio Duarte na ALESP; o ministro Marcílio Marques Moreira em discurso na solenidade de entrega do prêmio Notáveis 2004 e o presidente do IRB recebendo o prêmio em nome da Empresa. Fotos Prêmio Notáveis: Edson Gamma ALESP: divulgação Seguro possível: seminário discute crescimento do setor A terceira edição do Seminário Ética e Transparência na Atividade Seguradora, realizada pela Associação Paulista dos Técnicos em Seguro-APTS e pelo Instituto Roncarati de Ciências do Seguro, discutiu as possibilidades de crescimento do setor para 2005, e revelou uma tendência, já anotada em 2004, de expansão de produtos de seguro para as classes C e D. No lucro O IRB-Brasil Re deverá encerrar o ano de 2004 com lucro líqüido de R$ 400 milhões. Para o presidente Lídio Duarte, 2004 foi um ano marcante para a empresa, que implementou algumas ações fundamentais para tornar o IRB-Brasil Re um concorrente de peso em caso de um cenário de abertura do Mercado. 12 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez. 2004

13 PANORAMA DO MERCADO WTC De acordo com estudo do Rand Institute for Social Justice, as famílias das vítimas dos atentados de 11 de setembro nos EUA receberam no total US$ 38,1 bilhões em indenizações. As companhias de seguro pagaram 51% das indenizações, o governo 42%, e as organizações de caridade 7%. Os atentatos deixaram mortos e 215 feridos, além de 460 bombeiros e demais membros das equipes de socorro que morreram nas operações de resgate. Brasil ultrapassa México e ocupa 1º lugar em seguros na América Latina Em 2003, o Brasil, consolidou-se como o maior mercado de seguros da América Latina, ultrapassando o México, agora 2º colocado, em 33% dos prêmios arrecadados. No ano passado, o Brasil arrecadou US$ 14,565 bilhões em prêmios, contra US$ 10,920 bilhões arrecadados pelo México, segundo o "Informe Fenaseg 2004", disponível para download no site da entidade, Bernard Governo do Rio de Janeiro apóia criação de centro de resseguro A proposta de instalação, no Rio de Janeiro, de um centro internacional de resseguro, defendida pelo presidente do IRB-Brasil Re, Lídio Duarte, pode contar com o apoio do governo do estado. Tito Ryff, secretário de Desenvolvimento Econômico, diz que a escolha do Rio de Janeiro para sediar esse centro de resseguro seria natural, porque o estado é tido como "a capital nacional do seguro". For export A Associação de Comércio Exterior do Brasil AEB realizou, em São Paulo, o XXIV Encontro Nacional de Comércio Exterior ENAEX. RANKING DAS SEGURADORAS Estudo patrocinado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo- Sincor/SP, com base em números da Superintendência de Seguros Privados- Susep e da Agência Nacional de Saúde Sumplementar-ANS, analisou 76 grupos privados, fazendo um levantamento estatístico, cujo objetivo é mensurar a participação das empresas no mercado brasileiro. O responsável técnico pelo estudo é Francisco Galiza e as cinco primeiras no ranking são as seguintes: Bradesco, Sul América, Itaú, AIG-Unibanco e Porto Seguro. A versão integral do estudo pode ser encontrada no site do Sincor-SP, Na oportunidade, José Farias de Sousa, Gerente da Gerência de Seguros de Governo, destacou a atuação do IRB-Brasil Re no Segmento Exportador, com ênfase nos procedimentos que permitiram, em tempo recorde, a aprovação dos contratos de resseguro para as novas Seguradoras EULER e SECREB. R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez

14 PANORAMA DO MERCADO IRB Voluntário, IRB Solidário O IRB-Brasil Re promoveu em novembro passado um dia de apoio à campanha para a doação de medula óssea promovida pelo Instituto Nacional do Câncer-INCA, que criou o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea-REDOME/INCA, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a fazer a doação. O evento faz parte da campanha IRB Voluntário e incentivou os funcionários da empresa e prestadores de serviços a se cadastrarem como possíveis doadores de medula óssea. População e economia: tendências para o mercado segurador do RJ Em seminário realizado na Bolsa de Valores no centro do Rio de Janeiro, organizado pelos Sindicatos das Seguradoras e dos Corretores do Rio de Janeiro, Sonoe Sugahara e Simone Figueiredo, ambas da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, mostraram os resultados de um estudo sobre aspectos econômicos referentes à população do Rio de Janeiro, no qual apontam que regiões como a Baixada Fluminense precisam da presença de corretores e seguradoras, com o intuito de enxergar as principais carências dessas regiões. Longevidade, fundos de pensão e Viagra Com os avanços da ciência e melhoria da qualidade de vida nos grandes centros urbanos, verifica-se, no Brasil e no mundo, o aumento da expectativa de vida. A este fenômeno se soma, atualmente, uma certa tendência de crescimento do número de casamentos entre pessoas com grande diferença de idade, de até 20 ou 30 anos. Este fato, em muito potencializado pelos efeitos de medicamentos que ampliam a vida sexual do homem, como o Viagra, tem preocupado os fundos de pensão, que começam a elaborar novos cenários para o futuro. Em breve, surgirão estudos sobre a geração viagra. A ocasião faz o preço Os níveis alarmantes de violência registrados nas grandes e médias cidades brasileiras estão atingindo, também, o setor de seguros. O ramo auto tem sido um dos mais atingidos e a indústria de crimes e roubos tem produzido situações no mínimo pouco convencionais. O seguro de um Golf, por exemplo, que é um dos carros mais visados pelos ladrões, pode estar saindo mais caro do que o seguro de um Mercedes Benz Classe A. Fundado o Instituto Memória do Seguro Foi fundado em São Paulo, o Instituto Memória do Seguro-IMSeg. O IMSeg tem por objetivo resgatar, preservar e perenizar a memória do seguro. Para atingir tais objetivos, seu acervo será constituído por documentos físicos e virtuais, permitindo facilidade de pesquisa aos interessados. 14 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez. 2004

15 JURISPRUDÊNCIA JURISPRUDÊNCIA 2004 Decisões dos Tribunais publicadas em 2004 e compiladas pela Biblioteca Rodrigo Médicis. SEGURO ACIDENTE DE TRÂNSITO EMBRIAGUEZ DO SEGURADO A embriaguez do segurado, por si só, não enseja a exclusão da responsabilidade da seguradora prevista no contrato, mas a pena da perda da cobertura está condicionada à efetiva constatação de que o agravamento de risco foi condição determinante na existência do sinistro. Recurso Especial conhecido e provido. (STJ Ac. unân. da 4ª T., publ. em 02/08/2004 REsp Sc Rel. Min. César Asfor Rocha Peter Alexandre Brush X Sul América Santa Cruz Seguros S/A Advs. Marco Antônio Ewaldo e Valmor Sofiati). (ADV COAD /2004) SEGURO DE VIDA DECLARAÇÕES PRESTADAS PELA SEGURADA MÁ-FÉ NÃO-COMPROVAÇÃO É improcedente a alegação de má-fé se ao tempo das declarações prestadas a segurada não tinha ciência da enfermidade que a acometeria. O insistente e infundado ataque à honestidade da segurada configura o dano moral passível de reparação. (TJ MA - Ac. unân da 1ª Câmara Civ. Julg. em 29/09/ Ap /2002 Capital Rel. Des. Raymundo Liciano de Carvalho Advs.: José Murilo de Castro Azevêdo e Antonio César de Araújo Freitas; in ADCOAS ). SEGURO COBERTURA VIGÊNCIA É válida a cláusula que condiciona o início da cobertura de seguro ao pagamento do prêmio. Contudo, não faz jus ao recebimento do seguro de vida o beneficiário de segurado que tenha sido vitimado fora do período de cobertura (TJ AC Ac. unân da Câm. Cív. julg. em 28/10/2003 Ap Cruzeiro do Sul Relª. Desª. Miracele Lopes- Advs.: Roberto Lessa Catão Monamares Gomes Grossi; in ADCOAS ). SEGURO-SAÚDE PEDIDO DE CAUÇÃO IMPOSSIBILIDADE No caso de seguro de reembolso de despesas de assistência médica e/ou hospitalar não tem razão, porque é incompatível com a natureza da tutela concedida, que se executa como execução provisória CP, art.273, 3.º cumulado com o art. 588, II e III (TJ-SP Ac. unân. da 1ª Câm. De Direito Privado julg. em 30/09/2003 Agr / Capital Rel. Des. Gildo dos Santos; in ADCOAS ). SEGURO RESPONSABILIDADE DO IRB DENUNCIAÇÃO DA LIDE Havendo resseguro de responsabilidade do IRB, para que fique assegurado o direito de regresso, a denunciação da lide é de rigor (2ª TA Civ.-SP Ac. unân. da 3ª Câm. julg. em 30/09/2003 Agr /0 - Capital Rel. Juiz Ferraz Felisardo; in ADCOAS ). SEGURO OBRIGATÓRIO VALOR QUANTIFICADO EM SALÁRIOS MÍNIMOS VALIDADE O valor da cobertura do seguro obrigatório de responsabilidade civil de veículo automotor DPVAT é de 40 salários mínimos, assim fixado consoante critério legal específico, não se confundindo com índice de reajuste e, destarte, não havendo incompatibilidade entre a norma especial da Lei 6.194/1974 e aquelas que vedam o uso do salário mínimo como parâmetro de correção monetária (STJ Ac. unân. da 2ª Seç. Publ. no DJ de 02/02/2004, p. 265 Resp RS Rel. Min. Carlos Alberto Menezes Direito Advs.: Desirre Liane Bortoli e Newton Domingues Kalil; in ADCOAS ). SEGURO DE VIDA CLÁUSULA LIMITATIVA DE RISCO NULIDADE INEXISTENTE Não é nula a cláusula limitativa de risco, constante em contrato de seguro de vida, carência de dois anos para a hipótese de morte natural do segurado, diante do equilíbrio da mutualidade que deve reger os contratos dessa natureza (2ª TA Civ.-SP Ac. unân. da 5ª Câm. Julg. em 10/03/2004 Ap. c/ver /7 Marília Rel. Juiz Luis de Carvalho; in ADCOAS ). R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p. 15, nov./dez

16 16 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez. 2004

17 I N D Ú S T R I A N A V A L : Riscos, seguro e resseguro Apesar de ser grande geradora de riquezas e empregar nada menos que 22 mil pessoas somente no Estado do Rio de Janeiro, a fabricação de navios de grande porte é um negócio de alto risco em qualquer lugar do mundo. O maior risco relacionado à construção naval deriva do fato de o valor do navio ser, geralmente, bem superior ao patrimônio do estaleiro. Mas, a partir de agora, no Brasil, os estaleiros precisam oferecer seguro para evitar os prejuízos do contratante, no caso de rompimento de contrato. Essa é uma das mudanças previstas pela Medida Provisória 177, que altera a legislação do Fundo da Marinha Mercante, consolidando as leis reguladoras do setor. O que se espera é que o desenvolvimento de um seguro para o setor resulte em uma ajuda significativa neste momento de retomada das atividades na indústria naval. Para se ter uma idéia, somente a Transpetro, subsidiária da Petrobras, encarregada de transportar o petróleo prospectado nas plataformas, está preparando licitação, orçada em cerca de US$ 1 bilhão, para construção de 22 navios. As novas encomendas deverão gerar 24 mil empregos diretos e 120 mil indiretos. Na avaliação da Transpetro, o índice de nacionalização dos novos navios será de 60%, podendo ser ampliado, de acordo com a possibilidade de oferta da indústria brasileira. A maior parte será fabricada em estaleiros fluminenses, mas a idéia é espalhar as encomendas por todo o Brasil. Grupo Firjan Atento a esta realidade, o IRB-Brasil Re está trabalhando para desenvolver mecanismos de redução de riscos que possibilitem a oferta de um seguro com mais garantias para a fabricação de navios. Neste sentido estão sendo realizadas reuniões na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro Firjan com repre- R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez

18 sentantes dos Ministérios dos Transportes e da Fazenda, do objetivo é viabilizar a indústria naval para ter produção em Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social- escala, com curva de aprendizado. BNDES, do Sindicato dos Armadores-Sindarma, da Federação Nacional de Empresas de Seguros Privados e Controvérsia Capitalização-Fenaseg, do Sindicato da Indústria Naval- Há, porém, vozes discordantes quanto ao caminho a ser Sinaval e da Organização Nacional da Indústria do Petróleo- seguido rumo à recuperação da indústria naval. O secretário Onip. Jaqueline Cameron, gerente comercial da Áurea de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Estado do Rio de Seguradora, que representa a Fenaseg no Grupo da Firjan, Janeiro, Wagner Victer, é uma delas. Ele defende a criação está otimista quanto ao andamento dos trabalhos. de uma lei que determine que todas as operações offshore, a O produto ainda não está acabado, mas a maior polêmica partir de 2008, sejam feitas por embarcações de bandeira não se refere à minuta final, e sim ao temor, por parte dos brasileira. A tese tem um viés geopolítico, já que todos os estaleiros, quanto à capacidade do IRB-Brasil Re e das seguradoras em garantir cada operação, já que a garantia está mercado como estratégia. Se a proposta de Victer for amplia- países com indústria naval desenvolvida adotam a reserva de limitada a R$ 50 milhões por navio. Nós, da Fenaseg, e o da para o comércio internacional, é possível calcular o pessoal do IRB, achamos que é suficiente, mas os estaleiros impacto positivo nas contas externas do Brasil, que gasta temem que ainda seja necessária uma eventual participação US$ 6 bilhões por ano com fretes relativos à importação e de resseguradoras estrangeiras, que poderão pedir garantias exportação de mercadorias. adicionais ou até mesmo aumentar a taxa, comentou. Com uma lei desta natureza, a construção de embarcações nacionais estaria garantida, argumenta Victer, que Segundo Jaqueline, os agentes seguradores acham a quantia de R$ 50 milhões por navio uma garantia suficiente, porque critica a retirada, da MP 177, da proposta de criação do Fundo Garantidor da Indústria Naval- FGIN, que responderia por até 30% A indústria naval, desde o início, superou as expectativas quanto à geração de empregos. do valor do financiamento, em caso de inadimplência. Para Victer, o modelo de seguro-garantia que o governo federal quer propor sempre existiu e requer contragarantias, impossíveis de serem fornecidas pelos estaleiros. a previsão é que o seguro cubra apenas parte do contrato. É Com isso, haverá um atraso de pelo menos 18 meses, no um percentual de garantia por cada navio, não por partes, fluxo de colocação de encomendas, com reflexos na nãogeração de 20 mil empregos diretos e cerca de 100 mil indi- nem sobre um conjunto de navios. Se um estaleiro ganhar três licitações, terá garantia de três vezes R$ 50 milhões. retos na cadeia produtiva do setor naval. Na realidade, o que A direção da Transpetro parece concordar com essa avaliação. O presidente da estatal, Sérgio Machado, tem reiterado subsidiado. Isso nunca foi o problema. Apenas reduz o dis- estão tentando elaborar é uma operação onde o prêmio será que a garantia para o setor não é o principal problema. O pêndio com o prêmio. Não resolve, enfatiza. importante, diz, é ter estaleiros com preços competitivos, Victer acredita que a exclusão do fundo garantidor da MP com tecnologia de ponta. Para isso, Machado sugere que a 177 será ainda mais danosa porque a Petrobras teria mudado a forma de contratar. Há mais de 40 anos o armador, indústria naval faça investimentos em modernização. Os nossos estaleiros são de segunda geração, enquanto que na dono do bem, era o tomador do empréstimo e não o construtor. Não é possível o construtor, que tem patrimônio de Coréia e na China os estaleiros são de quarta geração. Eles constroem um navio em 10 meses, enquanto que nos 10% do valor do navio, garantir essa operação. Se o armador estaleiros brasileiros esse tempo pula para 30 meses. Nosso for o tomador do empréstimo resolve, pois reduzirá o valor do 18 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez. 2004

19 prêmio e viabilizará a chegada do seguro-garantia a quem consegue responder por ele, insiste. Contudo, a titular da Gerência de Riscos Financeiros- Gerif do IRB-Brasil Re, Glória Mota Silveira, esclarece que o veto do presidente Lula ao FGIN foi motivado por um parecer do Senado, que julgava inconstitucional a utilização de recursos da Marinha Mercante, no caso o Fundo de Marinha Mercante-FMM, para este fim. A MP 177 era para dar sustentação, em termos de garantia, aos estaleiros para que eles conseguissem financiamentos junto aos órgãos competentes. Chegou-se à conclusão de que o fundo garantidor era inconstitucional. Então, fez-se a Lei n o , de 13 de julho de 2004, que estabelece normas para um adicional ao frete para renovação da frota da Marinha Mercante. A lei fala também do Fundo da Marinha Mercante. São duas coisas distintas. O FMM vai fomentar a renovação da frota. Porém, a criação de um fundo garantidor, a partir do FMM, foi vetada. De acordo com Glória, as regras para subvenção do prêmio ao seguro-garantia para viabilizar a construção dos navios estão dispostas no Artigo 31 da Lei n o Formou-se um grupo de trabalho. A subvenção está garantida na lei, mas e o seguro, quem vai oferecer? Como será o produto seguro-garantia voltado para a indústria naval?, indagou. Ela esclarece que a formatação de um seguro para o setor naval foi difícil no mundo inteiro pelas características do setor. O seguro funciona quase como uma fiança, pautado sempre em contragarantias, e a dificuldade começa a partir do momento em que os estaleiros, em geral, não têm patrimônio no valor equivalente ao navio para dar em garantia ao órgão financiador, disse, ressaltando que as soluções propostas pelo BNDES, outra parte interessada, por ser o principal financiador, condicionaram a concessão do empréstimo à garantia dada pelo IRB-Brasil Re. A gerente do Gerif admitiu, contudo, que a subvenção ao prêmio do seguro do setor naval será bem menor que os 30% do valor do financiamento, propostos para o fundo garantidor. É justamente isso que o secretário Victer reclama, que o fundo daria tranqüilidade ao mercado. Sem ele, voltou-se ao que era antes: a dificuldade de se oferecer um seguro garantidor do setor naval em face de os estaleiros possuírem patrimônio insuficiente em relação às obrigações que estão assumindo na hora de construir um navio. Momento histórico é oportunidade para retomada do papel estratégico do setor Apesar de empenhada, em caráter prioritário, no atendimento ao mercado interno e ao mercado de petróleo offshore, a Indústria Naval já conseguiu exportar cerca de um terço de sua produção. Isto se tornou possível graças à aceitação obtida no exterior da construção naval brasileira, cuja qualidade atraiu ao país armadores categorizados internacionalmente. Na visão do Sindicato da Indústria Naval-Sinaval, o segmento depara-se hoje com seu grande momento de definição. Tendo atingido, no final da década de 70, uma posição de relevo no mercado mundial de construtores navais, sua participação foi reduzindo sua importância. O Brasil não acompanhou a expressiva evolução de outros países, apesar de ter várias características idênticas e um perfil industrial e tecnológico mais estruturado que alguns de seus concorrentes internacionais. Sérgio Leal, Secretário-Geral do Sinaval, lembra que nas décadas de 80 e 90 o setor viu sua força de trabalho ser diminuída a menos da metade da que foi atingida em R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez

20 ENTREVISTA Responsável pela Gerência de Riscos Financeiros-Gerif do IRB-Brasil Re, Glória Mota Silveira tem participado da discussão envolvendo a criação de um seguro-garantia específico para o setor naval. Nesta entrevista, ela conta que o trabalho começou a ser feito a partir do modelo adotado para a construção civil, segmento com algumas características semelhantes, e destaca as principais premissas estabelecidas para o produto. A Lei n o /2004 está regulamentada. Como estão se desenvolvendo os trabalhos do Grupo da Firjan? Começamos a nos reunir para desenvolver um modelo para atender a essa garantia. Fizemos uma analogia ao seguro da construção civil, onde já temos bastante experiência. Daí extraímos algumas premissas básicas para o produto. A primeira delas foi a alternativa de criação de uma Sociedade de Propósito Específico-SPE, que estará atrelada à construção de cada navio. Significa que qualquer problema que o estaleiro venha a ter sobre seu patrimônio não poderá atingir a SPE. Então, em qualquer ocorrência, os recursos da SPE estão protegidos. Essa segregação viabiliza o controle sobre a construção do navio. Esses recursos estão protegidos de qualquer ação, mesmo trabalhista, que esteja correndo contra o estaleiro. É um mecanismo muito importante. Mas não quer dizer que todo o estaleiro precise estabelecer uma SPE para construir um navio. Quais as outras premissas estabelecidas? Outra premissa é a contratação de agências avaliadoras e acompanhadoras da construção, que avaliarão a capacidade do estaleiro de executar o trabalho, se tem instalações suficientes, capacitação técnica. A avaliação desses agentes é fundamental para que o mercado segurador entre no risco. As agências também deverão acompanhar toda a obra e os cronogramas financeiros. É um monitoramento necessário a esse segmento. O próprio IRB-Brasil Re vai acompanhar a capacidade da seguradora de fazer a avaliação inicial do risco e fazer o acompanhamento, para que qualquer sangria seja estancada o mais rápido possível. Como um estaleiro, para construir um navio, precisa de vários fornecedores, é possível adotar um outro mecanismo importante, o chamado trustee. O dinheiro que o BNDES reservasse para cada fornecedor já iria direto para ele, sem passar pelo estaleiro. O IRB poderá fazer parcerias com resseguradoras estrangeiras? Nossa capacidade vai até R$ 50 milhões. Com todos esses mecanismos mitigadores do risco que nós colocamos, poderemos chegar até esse valor para cada risco isolado, no caso de criação da SPE. Mas a necessidade do mercado é bem maior. Aí, teríamos a necessidade de apoio externo e existe dificuldade nisso, pois as resseguradoras estrangeiras têm suas próprias exigências. Elas podem até aceitar nossa estruturação em casos pontuais, mas de um modo geral será difícil. Estão previstas correções de rumo à medida que forem sendo verificadas distorções? Estamos observando que as encomendas estão vindo concentradas, de uma vez só. Afinal, serão 22 navios da Transpetro já na primeira licitação. São valores muito grandes e já estão previstas outras 20 encomendas. Não teremos tempo nem de fazer experiências isoladas e ir fazendo as correções necessárias. As resseguradoras estrangeiras também irão sentir a mesma dificuldade. Existe prazo para a definição do produto? Nossas premissas já estão colocadas e o produto já está configurado. O Grupo da Firjan está finalizando a minuta e não temos recebido propostas de alteração para esta formatação. Qual a principal pendência, então? Falta os estaleiros se ajustarem às necessidades do mercado segurador. Isso nós já sentimos também na construção civil, onde tivemos muito problemas. As construtoras relutavam em abrir seus balanços. Hoje em dia conseguimos, mesmo com construtoras grandes. Está previsto algum estímulo à nacionalização dos componentes? O seguro-garantia vai atender exatamente às empresas nacionais, pois os estaleiros também buscam segurogarantia sobre a entrega dos fornecedores. O IRB-Brasil Re é o grande sustentáculo do seguro-garantia no mercado nacional. Ao conceder cobertura para a indústria nacional, o IRB-Brasil Re facilitará a participação dela nos navios. 20 R. do IRB, Rio de Janeiro, a. 64, n. 298, p , nov./dez. 2004

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