APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS

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1 APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS Equipamentos de iluminação pública não padronizados Luminárias, Colunas e Braços Notas Técnicas Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de Edição: 1 Revisão: 1. Aprovação conforme despacho do diretor da DTI de Acesso: X Livre Restrito Confidencial Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação R. Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: Fax:

2 ÍNDICE 0 INTRODUÇÃO Alterações face à primeira edição OBJETIVO CAMPO DE APLICAÇÃO NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA TERMOS E DEFINIÇÕES ABREVIATURAS LUMINÁRIAS DE DESCARGA NÃO PADRONIZADAS LUMINÁRIAS LED NÃO PADRONIZADAS COLUNAS E BRAÇOS DE I.P. (MATERIAL EM AÇO) NÃO PADRONIZADOS COLUNAS E BRAÇOS DE I.P. (NÃO DE AÇO) NÃO PADRONIZADOS CONJUNTO (LUMINÁRIA-COLUNA-BRAÇO) NÃO PADRONIZADO QUADROS DE ALIMENTAÇÃO (I.P.) NÃO PADRONIZADOS MODIFICAÇÃO DE LUMINÁRIAS Modificação de luminárias comerciais de descarga para tecnologia LED Modificação de luminárias não comerciais de descarga para tecnologia LED Modificação de luminárias de descarga para aplicação do balastro eletrónico Modificação de luminárias para regulação de fluxo e telegestão Montagem e desmontagem de luminárias Documentos a entregar na EDP Distribuição DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 2/11

3 0 INTRODUÇÃO As instalações de IP são constituídas por um portefólio de grande dimensão de aparelhos e equipamentos, sendo que se reconhece a necessidade de instalação de equipamentos de iluminação pública não correntes e para os quais não existem projetos tipo, especificações (DMA) ou fornecedores qualificados pela EDP Distribuição, os designados de equipamentos não padronizados segundo o DRE-C71-001/N, a saber: a) luminárias não padronizadas; b) colunas e braços não padronizados; c) conjuntos (luminária/coluna/braço) não padronizados; Enquadram-se, ainda, neste documento as modificações de luminárias e componentes de luminárias de iluminação pública, que serão consideradas de forma equiparada à instalação de equipamentos não padronizados, tais como: i) modificação de luminárias em serviço, de tecnologia de descarga, para tecnologia LED, nomeadamente de património histórico ou arquitetónico; ii) modificação de componentes das luminárias de descarga em serviço, para balastro eletrónico; iii) Modificação de luminárias para regulação de fluxo e telegestão. Tratando-se de um portefólio muito alargado de materiais não padronizados, as condições técnicas a aplicar à instalação destes produtos não se esgotam às expressas neste documento, pelo que podem vir a ser comunicadas aos Municípios condições adicionais e complementares em função do material. 0.1 Alterações face à primeira edição Com a 3ª edição do DMA-C71-111/N surgiu a necessidade de revisitar este documento procedendo às seguintes alterações: Reformulação do quadro 1 com a clarificação das variantes admissíveis; Reformulação dos quadros 2, 7 e 8 de acordo com a 3ª edição do DMA-C71-111/N; Uniformização do procedimento de conversão de luminárias comerciais (12.1) e não comerciais (12.2) para a tecnologia LED. Nota: são assinaladas com uma barra vertical vermelha as secções onde foram efetuadas alterações ao conteúdo face à anterior edição 1, como exemplificado neste parágrafo. 1 OBJETIVO O presente documento tem como objetivo definir as condições aplicáveis à instalação de equipamentos não padronizados para as redes de iluminação pública. Este documento não aborda soluções de Telegestão de luminárias de Iluminação Pública, uma vez que para esta temática existe um documento específico, o DNT-C71-410/N. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO Todos os equipamentos acima referidos serão instalados na rede de distribuição de Iluminação Pública (I.P.) e devem respeitar os termos e condições de instalação estabelecidos no Regulamento de Segurança de Redes de Distribuição de Energia Elétrica em Baixa Tensão (RSRDEEBT), nomeadamente no capítulo VII (Instalações de iluminação pública). Nota: este documento não se aplica a instalações particulares de energia elétrica, conforme parágrafo 7- anexo I do Decretolei 101/2007, incluindo iluminação exterior privada. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 3/11

4 3 NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA O presente documento inclui disposições de outros documentos, referenciados nos locais apropriados do texto, os quais se encontram a seguir listados. Norma Edição Título DMA-C71-110/N 2017 Luminárias de iluminação pública para lâmpadas de v. sódio de alta pressão DMA-C71-200/N 2017 Balastros eletrónicos com aplicação na I.P. para lâmpadas de descarga de sódio de alta pressão e iodetos metálicos DMA-C71-590/N 2016 Quadro elétrico de alimentação DMA-C71-270/N 2017 Ignitores para lâmpadas de descarga DMA-C72-240/N 2017 Lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão DMA-C71-512/N 2016 Material para Iluminação pública: colunas de aço da série H DMA-C71-111/N 2017 Luminárias de Iluminação pública tecnologia LED DNT-C71-410/N 2017 Telegestão de luminárias de iluminação pública DRE-C71-001/N 2017 Guia técnico de iluminação pública Decreto-Lei nº 101/2007 Decreto regulamentar nº 90/ Categoria das instalações elétricas/licenciamentos ( ) 1984 Regulamento de Segurança de Redes de Distribuição de Energia Elétrica em Baixa Tensão (RSRDEEBT) EN Lighting columns. Part 1: Definitions and terms. EN Lighting columns. Part 2: General requirements and dimensions EN Lighting columns. Part 3-1: Design and verification - Specification for characteristic loads EN Lighting columns. Part 3-2: Design and verification - Verification by testing EN Lighting columns. Part 3-3: Design and verification - Verification by calculation EN Lighting columns. Part 5 : Requirements for steel lighting columns 4 TERMOS E DEFINIÇÕES 4.1 Equipamentos não padronizados Classifica-se como equipamento não padronizado o equipamento para o qual não exista projeto tipo ou especificações aprovadas pela EDP Distribuição, nem fornecedor qualificado mas cuja instalação excecional a EDP Distribuição tenha autorizado na sequência de prévia análise técnica 1. Este equipamento não é aprovisionado pela EDP Distribuição. 4.2 Luminárias de descarga Este tipo de luminária tem como fonte de luz lâmpada de descarga, sendo a mais utilizada a de vapor de sódio de alta pressão de características conformes com o DMA-C72-240/N. Estas luminárias também são designadas por luminárias de tecnologia convencional Instaladas em postes ou consolas Luminárias alimentadas por rede aérea, equipadas com balastro ferromagnético, ignitor, condensador e seccionador-fusível ou balastro eletrónico e seccionador-fusível. 1 A realizar pela Direção de Tecnologia e Inovação (DTI). DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 4/11

5 4.2.2 Instaladas em colunas ou consolas Luminárias alimentadas por rede subterrânea, equipadas com balastro ferromagnético, condensador e ignitor ou com balastro eletrónico. Estas luminárias podem possuir seccionador-fusível, se necessário. 5 ABREVIATURAS No presente documento são usadas as seguintes abreviaturas: BT - Baixa tensão; DMA - Documento normativo (Materiais e Aparelhos - características e ensaios); EN - Norma Europeia; IK - Índice de proteção (contra impactos mecânicos); IP - Índice de proteção (contra a penetração de sólidos e líquidos); I.P. - Iluminação pública; ROHS - Restriction Of certain Hazardous Substances; TET - Trabalhos em tensão 6 LUMINÁRIAS DE DESCARGA NÃO PADRONIZADAS As luminárias de descarga não padronizadas devem cumprir o DMA-C71-110/N, com as seguintes variantes admissíveis: Quadro 1 Luminárias de descarga Secção Descrição Variantes admissíveis ao DMA-C71-110/N 2 Campo de aplicação 8 Fixação 8 Ligações Para além das lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão, admitem-se outras Na fixação das luminárias para além de tubo 60mm em rede subterrânea e 42mm em rede aérea, também se admitem outros diâmetros, utilizando adaptadores ou braço próprio para as luminárias a instalar. Nas ligações às luminárias também se admite a secção 1,5 mm 2 de acordo com o RSRDEEBT 10 Suportes Admitem-se outros suportes para além dos tipos E27 e E Marcação 13 Informação a apresentar à EDP Distribuição Deve ser apresentado pelo menos a seguinte informação: nome do fabricante, referência produto, potência, grau de proteção IP e IK. Certificado ENEC ou equivalente da luminária. 7 LUMINÁRIAS LED NÃO PADRONIZADAS As luminárias LED não padronizadas devem cumprir os requisitos seguintes do DMA-C71-111/N: Quadro 2 Luminárias LED Secção Descrição Variantes admissíveis ao DMA C71-111/N 6.2 Características elétricas da rede Requisitos de fixação A luminária deve funcionar de acordo com as características elétricas da rede definidas na seção 6.2 (do DMA-C71-111) Na fixação das luminárias para além de tubo 60mm em rede subterrânea e 42mm em rede aérea, também se admitem outros diâmetros, utilizando adaptadores ou braço próprio para as luminárias a instalar. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 5/11

6 Secção Descrição Variantes admissíveis ao DMA C71-111/N A luminária deve cumprir a seção da norma EN Requisitos de ligação Proteção contra choques elétricos Proteção contra a penetração de poeiras, corpos sólidos e humidade 8 Marcação/Generalidades 9.2 Difusor 9.4 Terminais e conexão à rede 9.5 Disposições de ligação à terra 9.19 Níveis de poluição harmónica Nas ligações às luminárias também se admite a secção 1,5 mm 2 de acordo com o RSRDEEBT São admitidas luminárias de classe I ou II. A classe de proteção da luminária deve estar de acordo com a seção 2.2 da norma EN Deve ser indicada a classe de proteção. A classe de proteção da luminária deve estar de acordo com a seção 2.3 da norma EN A marcação da luminária deve estar de acordo com a seção 3.2 da norma EN , devendo indicar pelo menos: marca, referência, potência/fluxo máxima, tensão, frequência, grau de proteção IP e IK. Caso a luminária possua difusor de vidro este deve estar de acordo com a seção da norma EN O certificado da luminária deve apresentar a listagem dos difusores testados a aprovados. Os terminais e a conexão à rede elétrica das luminárias devem estar de acordo com a seção 9.4 (do DMA-C71-111). A Ligação à terra das luminárias deve estar de acordo com a seção 9.5 (do DMA-C71-111) O nível de poluição harmónica das luminárias deve estar de acordo com a seção 9.19 (do DMA-C71-111) 9.23 Resistência ao vento As luminárias devem estar de acordo com a seção 9.23 (do DMA-C71-111) 10.8 Proteção fotobiológica 11.5 Fator de potência 14 Informação a apresentar à EDP Distribuição As luminárias devem estar de acordo com a seção 10.8 (do DMA-C71-111) devendo apresentar perfil de grupo 0 ou 1. O fator de potência das luminárias deve estar de acordo com a seção 11.5 (do DMA-C71-111) A luminária deve apresentar certificados emitidos pelo ENEC ou entidade equiparada do cumprimento das normas: EN (seção 3.6.3, 3.6.5); EN ; proteção fotobiológica IEC COLUNAS E BRAÇOS DE I.P. (MATERIAL EM AÇO) NÃO PADRONIZADOS As colunas e os braços de material em aço, não padronizados, devem cumprir os DMA-C71-512/N e DMA-C71-540/N, com as seguintes variantes admissíveis: Quadro 3 Colunas de aço série H e braços para aplicação na I.P. Secção Descrição Variantes admissíveis ao DMA C71-512/N: Colunas de aço série H e braços 2 Campo de aplicação Porta Admitem-se valores intermédios tanto para a altura nominal das colunas, como para o comprimento dos braços e sua projeção horizontal. Admitem-se outras dimensões, desde que permita a introdução e manuseamento fácil dos quadros de I.P. indicados no DMA-C71-590/N. Ver capítulo 11 deste documento. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 6/11

7 Secção Abertura de visita Descrição Compartimento elétrico - Documentos a apresentar à EDP Distribuição DNT-C71-411/N Variantes admissíveis ao DMA C71-512/N: Colunas de aço série H e braços Admitem-se outras dimensões, desde que permita a introdução e manuseamento fácil dos quadros de I.P. indicados no DMA-C71-590/N. Ver capítulo 11 deste documento. Admitem-se outras dimensões, desde que permita a introdução e manuseamento fácil dos quadros de I.P. indicados no DMA-C71-590/N. Ver capítulo 11 deste documento. Ensaios referidos no DMA ou certificação da mesma passada por entidade acreditada. Quadro 4 Braços para aplicação na I.P. Secção Descrição Variantes admissíveis ao DMA-C71-540/N: Braços de aço tubulares de I.P. 4.1 Dimensões Admitem-se braços com projeções de dimensões intermédias. - Documentos a apresentar à EDP Distribuição Ensaios referidos no DMA ou certificação passada por entidade acreditada. Adicionalmente, a instalação das referidas colunas e braços deverá pressupor a apresentação de estudos, elaborados por Engenheiro ou Engenheiro Técnico da Especialidade, para verificação da estabilidade estrutural do conjunto (coluna-braço-luminária). 9 COLUNAS E BRAÇOS DE I.P. (NÃO DE AÇO) NÃO PADRONIZADOS Para colunas e braços de outros materiais (madeira, madeira-aço, alumínio, compósito ) devem ser apresentados certificados do fabricante. Embora as colunas e braços não sejam qualificadas/os pela EDP Distribuição, o fabricante deve comprovar que apresentam características e ensaios conforme as normas EN 40-1, EN 40-2, EN , EN , EN e EN 40-5, ou outras normas equivalentes aplicáveis. Estas colunas e braços devem incluir obrigatoriamente a marcação CE e cumprir, entre outras disposições aplicáveis do RSRDEEBT, os índices IP e IK. A abertura de visita deve possuir dimensões que permitam facilmente a introdução dos quadros de alimentação I.P. indicados no DMA-C71-590/N, ou dimensões mínimas adequadas ao quadro atrás referido, conforme secção 11 deste documento. Adicionalmente, a instalação destes conjuntos deverá pressupor a apresentação de estudos, elaborados por Engenheiro ou Engenheiro Técnico da Especialidade, para verificação da estabilidade estrutural dos mesmos. 10 CONJUNTO (LUMINÁRIA-COLUNA-BRAÇO) NÃO PADRONIZADO Os conjuntos não padronizados possuem, por regra, um design exclusivo. Para os casos de projetos de I.P. de exclusiva aplicação numa zona específica do Município que impliquem a instalação de um conjunto não padronizado, ou de parte(s) do mesmo, aplicam-se as condições referidas nos pontos 6, 7, 8, 9 e 11 deste documento, nas partes aplicáveis. Adicionalmente, a instalação destas colunas e braços deverá pressupor a apresentação de estudos, elaborados por Engenheiro ou Engenheiro Técnico da Especialidade, para verificação da estabilidade estrutural do conjunto colunabraço-luminária. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 7/11

8 11 QUADROS DE ALIMENTAÇÃO (I.P.) NÃO PADRONIZADOS Os quadros de alimentação I.P. não padronizados para instalação em colunas I.P. não padronizadas, i.e. que não cumpram integralmente o DMA C71-590/N, ou para os quais não exista fornecedor qualificado, devem, em todos os casos, cumprir as condições a seguir indicadas. O compartimento elétrico deve ter no mínimo as seguintes características: Possuir um invólucro de material isolante, com grau de proteção igual ou superior a IP 22, resistente a um impacto de pelo menos 6 J, e classe II de isolamento (grau de proteção IP e impacto representam requisitos regulamentares); O invólucro deve possuir na face inferior pelo menos uma entrada, equipada com bucim, que permita a instalação de um cabo LSVAV 2x16mm2 (diâmetro máximo de 21 mm) para alimentação do quadro; O invólucro deve possuir na face inferior uma saída, que permita a passagem do cabo H07V-R 1G16mm2 (diâmetro máximo 7,8 mm) para ligação ao terminal de terra da coluna; O invólucro deve possuir também uma saída, equipada com bucim, para passagem dos condutores de alimentação da luminária; O invólucro deve ser dotado de tampa amovível que, quando aberta, permita o acesso fácil aos aparelhos e ligações existentes no interior do quadro. A abertura da tampa deve ser possível com recurso a uma ferramenta de uso corrente; Deve possuir um bloco de terminais com as características indicadas no quadro 5 Quadro 5 Características do bloco de terminais Tipo de ligação Material dos condutores de ligação Capacidade estipulada de ligação Grau de proteção IP Ligação direta de condutores sem preparação especial Cobre e alumínio Terminais de entrada para: condutores de fase: 6 a 16 mm 2 ; condutores de neutro: 6 a 16 mm 2 ; condutor de proteção: 6 a 16 mm 2. Terminais de saída: 1,5 a 6 mm 2 ; IP2X Nota: O condutor de terra deve ser eletricamente ligado ao condutor de neutro da rede de iluminação pública, no bloco de terminais. Deve possuir um conjunto de suporte tipo industrial, de abertura e corte simultâneo da fase e neutro, de acordo com a secção sistema de fusíveis F (contactos cilíndricos) da norma IEC , com as características presentes no quadro 6. Tamanho Quadro 6 Características do conjunto suporte tipo industrial 10x38 Nº polos 2 (F+N) Natureza da corrente Frequência estipulada (Hz) 50 Alternada Tensão estipulada (V) 500 ou 690 Corrente estipulada (A) 32 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 8/11

9 Potência dissipável estipulada (W) 3 Grau de proteção IP2X Capacidade de ligação 1,5 a 6 mm 2 Tipo de ligação Ligação direta de condutores sem preparação especial 12 MODIFICAÇÃO DE LUMINÁRIAS A modificação de luminárias (retrofit de luminárias) implica a instalação de novas soluções tecnológicas (fontes de luz, balastros eletrónicos, antenas nas carcaças, sistemas de gestão, etc.) em luminárias que nem sempre estão preparadas/adaptadas para receber essas novas soluções, sendo que as soluções conhecidas requerem, por exemplo, garantias de gestão térmica dos equipamentos que irão ser instalados e de condensação interior nas luminárias. Por este motivo, importa garantir requisitos técnicos não só dos equipamentos que vão ser introduzidos, mas também da própria luminária após modificação. Os trabalhos de modificação deverão ser realizados em fábrica Modificação de luminárias comerciais de descarga para tecnologia LED Entende-se por luminárias comerciais, luminárias que ainda são comercializadas ou que existem no mercado alternativas equivalentes em termos técnicos e/ou estéticos. Estas luminárias deverão ser modificadas pelos próprios fabricantes, que deverão apresentar projeto detalhado, termo de responsabilidade e ensaios que garantam a conformidade da modificação com os requisitos do quadro 7. Toda a documentação a apresentar deverá, ainda, evidenciar: A capacidade física e mecânica da luminária e seus suportes/acessórios para suportar os novos equipamentos dentro da mesma; Que a modificação não provocará um envelhecimento acelerado da luminária; Garantias dos módulos de LED, drivers e todos os restantes equipamentos e acessórios utilizados na modificação; Que a modificação não afetará a garantia da luminária. Quadro 7 Ensaios para modificação de luminárias comerciais de descarga para tecnologia LED Secção Ensaios a cumprir (DMA-C71-111/N) IP (Nota 1) 10.8 Proteção fotobiológica (Nota 2) 9.19 Níveis de poluição harmónica (Nota 3) 11.6 Imunidade eletromagnética do driver (Nota 3) Nota 1: Nota 2: Nota 3: A Gestão do Índice de Proteção (IP) é fundamental para garantir que a instalação de novos equipamentos não altera as condições de condensação internas da luminária e, assim, provocar um envelhecimento acelerado da mesma, pelo que se admite outros índices de proteção desde que devidamente comprovados em ensaios que não ocorrerá a condensação nas paredes internas da luminária nem o envelhecimento acelerado da mesma. Aceitam-se ensaios isolados dos módulos de LED sempre que se evidencie que os difusores são planos de vidro temperado, PMMA (polimetacrilato) ou policarbonato e não provocam alteração do espetro emitido pelo LED. Aceitam-se ensaios isolados dos drivers que irão ser instalados nas luminárias. Esta modificação deve ainda respeitar, em todos os casos, no mínimo, os requisitos de montagem referidos nas secções 10, 11 e 12 do DMA C71-111/N. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 9/11

10 12.2 Modificação de luminárias não comerciais de descarga para tecnologia LED Entende-se por luminárias não comerciais, luminárias que já não são comercializadas ou não existe equivalência técnica e/ou estética no mercado. No entanto, por motivos históricos, valor patrimonial ou por demonstrarem uma estilização especial, importa manter no património dos municípios. A modificação destas luminárias carece de uma avaliação caso-a-caso, sendo que o proponente da modificação deverá apresentar projeto detalhado, termo de responsabilidade e ensaios que garantam a conformidade da modificação com requisitos do quadro 8. Toda a documentação a apresentar deverá, ainda, evidenciar: A capacidade física e mecânica da luminária e seus suportes/acessórios para suportar os novos equipamentos dentro da mesma; Que a modificação não provocará um envelhecimento acelerado da luminária; Garantias dos módulos de LED, drivers e todos os restantes equipamentos e acessórios utilizados na modificação; Que a modificação não afetará a garantia da luminária. Quadro 8 Ensaios para Modificação de luminárias não comerciais de descarga para tecnologia LED Secção Ensaios a cumprir (DMA-C71-111/N) IP (Nota 1) 10.8 Proteção fotobiológica (Nota 2) 9.19 Níveis de poluição harmónica (Nota 3) 11.6 Imunidade eletromagnética do driver (Nota 3) Nota 1: Nota 2: Nota 3: A Gestão do Índice de Proteção (IP) é fundamental para garantir que a instalação de novos equipamentos não altera as condições de condensação internas da luminária e, assim, provocar um envelhecimento acelerado da mesma, pelo que se admite outros índices de proteção desde que devidamente comprovados em ensaios que não ocorrerá a condensação nas paredes internas da luminária nem o envelhecimento acelerado da mesma. Aceitam-se ensaios isolados dos módulos de LED sempre que se evidencie que os difusores são planos de vidro temperado, PMMA (polimetacrilato) ou policarbonato e não provocam alteração do espetro emitido pelo LED. Aceitam-se ensaios isolados dos drivers que irão ser instalados nas luminárias. Esta modificação deve ainda respeitar, em todos os casos, no mínimo, os requisitos de montagem referidos nas secções 10, 11 e 12 do DMA-C71-111/N Modificação de luminárias de descarga para aplicação do balastro eletrónico As luminárias de descarga e em serviço podem ser equipadas com balastro eletrónico, caso as dimensões permitam a sua instalação no compartimento e possuam pelo menos IP65. O balastro eletrónico a instalar deve estar qualificado pela EDP Distribuição, ou em alternativa possuir certificação ENEC ou equivalente. Estas modificações podem ser realizadas por prestador de serviço qualificado pela EDP Distribuição com apresentação de termo de responsabilidade em conformidade Modificação de luminárias para regulação de fluxo e telegestão A modificação de luminárias para telegestão enquadra-se nas modificações referidas nos pontos 7, 12.1, 12.2 e 12.3 deste documento e do capítulo 6.1 do DNT-C71-410/N. Em termos de comunicações deverá cumprir os capítulos e do DNT-C71-410/N. Caso implemente regulação de fluxo, em regime nominal, o fator de potência não deverá ser inferior a 0,90 e deverá estar de acordo com o estipulado na secção 9 da EN O fator de potência não deverá ser inferior a 0,80 para qualquer nível de regulação do fluxo luminoso. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 10/11

11 12.5 Montagem e desmontagem de luminárias A montagem e desmontagem das luminárias deve ser feita por prestador de serviços qualificado, pessoal habilitado com formação TET/BT e trabalhos em altura. Na montagem em colunas, não deverão ser utilizadas escadas de modo que exerçam força sobre aquelas, devendo ser utilizada, preferencialmente, plataforma elevatória. A intervenção na rede e definição de interfaces de responsabilidade/garantias requer o estabelecimento de um protocolo entre a EDP e o Município a estabelecer caso-a-caso. Durante o processo de montagem e desmontagem deverão ser garantidas as condições de iluminação do local sempre que o período de intervenção se prolongue por períodos de necessidade do serviço da iluminação pública Documentos a entregar na EDP Distribuição Em função do seu enquadramento, o Fabricante/Integrador/Prestador de serviço deve apresentar: Projeto detalhado da modificação da luminária; Termo de responsabilidade pela execução de todos os trabalhos de modificação de luminárias, incluindo o respetivo prazo de garantia; Termo de responsabilidade pela execução em fábrica ou estaleiro de todos os trabalhos de modificação de luminárias, incluindo o respetivo prazo de garantia; Prova de entrega dos resíduos resultantes da transformação em operador licenciado; Entrega de declaração ou certificação (ROHS de 2002/95/EC), quando aplicável; Cópia do cartão de inscrição na Ordem dos Engenheiros ou dos Engenheiros Técnicos, da especialidade exigível. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 11/11

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