Um ensaio à natureza e causas do valor económico dos incêndios florestais em Portugal

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1 Contributo da Engenharia para DFCI Um ensaio à natureza e causas do valor económico dos incêndios florestais em Portugal Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Lisboa, 11 de Abril 2014

2 Welfare Conceito de riqueza Forest change dynamics, Source FAO 2005

3 Teorização : O valor económico dos incêndios florestais Mais Combate combate = 0,16 Engº. Lucídio Martins 1981

4 Produto florestal bruto ($ 20 M contos) Prejuízos dos IF : i) 1,9 % = $ 0, 4 M contos ii) 0,9 % = ha iii) Tendência Mais investimento público no combate: 0,16 % PFB 8,2 % prejuízos Y = - f (x) H 1 : De que para reduzir 1/3 de os prejuízos anuais será necessário 3 X o esforço financeiro investido no combate. Por cada escudo investido ter-se ia um ganho de um escudo

5 A riqueza das florestas nacionais e os incêndios florestais: Abordagem institucional

6 O valor das florestas nacionais na ENF

7 O valor económico das florestas: externalidades positivas/negativas

8 As implicações da política florestal

9 Consequências trágicas desta política florestal

10 Consequências trágicas desta política florestal

11 Consequências trágicas desta política florestal

12 Consequências trágicas desta política florestal GOBACKWE VEM ESSEDUPEVERYT HING

13 O ensaio à natureza e causas do valor económico dos incêndios florestais i) Os processos e instituições que traduzem as relação entre sociedade e florestas estão subordinados à Economia dominante; ii) As soluções e as respostas ao problema da perda e da degradação das florestas está na área sociopolítica e na sua (in)capacidade em disciplinar a Economia dominante; iii) O debate metodológico em torno dos coupledhumanand natural systems é atual e carece de desenvolvimentos; Analisar a produção de riqueza das florestas nacionais usando questões ontológicas e epistemológicas, no atual contexto das políticas públicas

14 Research approach and methodology First, we attempt to address the wealth of Portuguese forests from the Closed systems perspective, in order to allowfor a further in depth discussion on open systems. Y = f (x) Data Collection

15 A riqueza produzida pelas florestas nacionais em números CES FO- Forestry Output; FGO- Forestry Goods Output; FSO- Forestry Services Output, Δ stocks- variation of stocks alive

16 Table 3. Determination of average economic value of forest fires for the period Economic value of forest fires Year Burn areas in forests Economic value of forest fire Species 1 Burned Total Average Unit area area annual area value 2 burned Economic value of forest fires % ha ha.yr -1.ha Pb 4, Ec 3, Pm 0, Ot. Res 3, Ot. Folh 4, * Sob 1, Az 0, Ct 2, Carv 4, Total ,2 3,4 0,04 0,08 0,31 5,75 0,23 0,57 0,58 14,22 ha , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,94

17 A closed system: econometrics FO = 1,027 FGO 0,008 Δ stocks + 0,929 FS Experiences or impressions of affairs the Portuguese forests (source: Lopes et al. 2014)

18 Economia neoclássica Incêndios florestais = externalidade negativa = poluição =

19 Os mercados : externalidades negativas

20 Políticas públicas florestais = Combate = reduzir as florestas

21 Incêndios florestais = externalidades negativa Diminuição da actividade Silvícola: i)áreas florestais ii)licenciados em Eng. Flo. iii)investimentos florestais Aumento dos matos e pastagens pobres IFN6 (2013) áreas de floresta apresentam uma diminuição de 4,6%, o que corresponde a uma taxa de perda líquida de 0,3%/ano (10 mil ha/ano).

22 Complexity and Synchronicity

23 Complexity and Synchronicity

24 The economy as an open subsystem of the ecosystem (Daly, 1996).

25 The main ontology issue: "Into what categories, if any, can we sort forest fires? i) Externalities is a neoclassic economics notion ii) iii) Natural systems (forests) can hardly produce negative externalities Mankind, have manipulated fire regimes throughout history to serve their varying needs and ends Fire is a major driver in the large-scale anthropogenic transformation of the Earth s natural systems : Spontaneous socio economic order

26 Os incêndios florestais não são considerados externalidades negativas Aumento da actividade Silvícola: i)áreas florestais ii)licenciados em Eng. Flo. iii)investimentos florestais Sincronicidade entre as florestas e os incêndios

27 Evolução possível do sistema

28 Conclusão Uma nova política pública para as florestas centrada na Silvicultura Forest change dynamics, Source FAO 2005

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