Gerente Geral de Eventos e Cursos da Febraban Nair Macedo. Assessor Técnico da Febraban Nilton César Gratão. Edição Danilo Vivan (MTB 46.

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1 Bovespa: o silêncio fala mais alto Calado o secular pregão viva-voz, os sistemas eletrônicos que tomaram o lugar dos operadores e seus berros aumentaram as transações para 100 mil negócios high tech por dia Indiana: seguro, sem papel, mas seguro Guilherme Afif Domingos conta como investimentos pesados em Tecnologia da Informação praticamente eliminaram o manuseio de papel na seguradora Espaço Inovação As empresas start ups, as pequenas notáveis da inovação tecnológica no Brasil, dão seu show de criatividade no cenário montado pelo Ciab Febraban e o ITS para inglês, indiano, russo, todo o mundo ver o que é que elas têm

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3 6 Seguro Digital Tecnologia como estratégia, é o mote da Indiana, uma das principais seguradoras do País, que já investiu R$ 14 milhões nos últimos anos em inovações tecnológicas. Seu principal executivo, Guilherme Afif Domingos (foto), também presidente da Associação Comercial de São Paulo,diz há 10 anos investimos na desburocratização do seguro e já percebemos os benefícios. 8 A nova Bovespa Nunca na história se realizou tantos negócios. São 100 mil por dia, em média, contra 10 mil de anos atrás. Tudo isso graças à transformação do pregão. Resultados motivados justamente pela modernização, como explica o superintendente geral da instituição, Gilberto Mifano (foto), em entrevista exclusiva. 18 Túnel do tempo Diz o ditado: quem não conhece o passado está condenado a repeti-lo. O Ciab Febraban quer desvendar o futuro de olho no presente e no passado. Por isso, vai apresentar o Túnel do Tempo, onde todos verão equipamentos de décadas passadas que serviram à automação bancária (na foto, um HD dos anos 1980). 12 Opinião Edson Fregni ensina aspectos da inovação empresarial. O coordenador do painel consagrado ao tema do congresso deste ano aposta que o juiz da inovação é o cliente e que apenas 2 entre 10 iniciativas do gênero sobrevivem. 16 Espaço Inovação O Ciab Febraban repete a exposição das pequenas empresas que oferecem projetos e produtos inovadores. Pelo segundo ano consecutivo, 20 empresas selecionadas exibem o que há de mais criativo para encaixar no seu projeto de mudanças. Veja o que é que as pequenas notáveis têm. 21 Nos estandes Confira o que as maiores e mais qualificadas fornecedoras de tecnologia estarão expondo no Ciab Febraban Todas elas, com detalhes institucionais, serviços e produtos mencionados, estão no relatório de expositores. Leia e saiba quem é quem. Comissão Organizadora Ciab Febraban 2006 Coordenador-geral Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca Gerente Geral de Eventos e Cursos da Febraban Nair Macedo Projeto gráfico, DTP e ilustrações Gill Pereira (Ellementto Arte) Capa: fragmentos de A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix, tela de Membros Agostinho H. T. de Gouveia ABN AMRO Real Antonio Martinez Carrara Banco Nossa Caixa Paulo Cherberle Bradesco Odair Garcia Banco do Brasil Delfino Natal de Souza Caixa Econômica Federal Carlos Augusto de Oliveira Bank Boston Luis Marques Azevedo Consultor Jornalista responsável William Salasar, Superintendente de Comunicação Social da Febraban (MTB 1315) Assessor Técnico da Febraban Nilton César Gratão Edição Danilo Vivan (MTB ) Fotos Alexis de Jesus Flores Perez Design e arte das capas e contra-capas Dárkon V. Roque Reportagens e Textos ABCE Comunicação Esta revista é uma publicação oficial da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) Abril / 2006 Sede Rua Líbero Badaró, º andar Centro São Paulo SP

4 A Sociedade Virtual Um evento como o Ciab Febraban tem de acrescentar informações, debater teorias, instigar a imaginação, intrigar os congressistas com o polêmico, com o novo. Enfrentar este desafio é uma empreitada complexa, porém, ao mesmo tempo, agradável. Nada como ir atrás do que está sendo fruto de inovação, das tecnologias que estão despontando, do que está se tornando moda ou causando espanto no momento. O tema central do congresso, A Sociedade Virtual, nos ajuda nessa tarefa. As futuras gerações de usuários de serviços bancários hoje habitam e se comportam no mundo do tempo real ; a informação consumida provém de infinitas fontes e é captada em movimento. Vivemos cada vez mais conectados. A Internet que está provocando profundas transformações no mundo, tanto nos aspectos científicos e tecnológicos, como nos culturais, econômicos e sociais, oferece, ao mesmo tempo, oportunidades e ameaças aos negócios. As comunidades ganham poder, a opinião individual ganha espaço é a era da transparência digital. O maior desafio do Ciab Febraban 2006 será debater essas transformações e analisar seu impacto nos negócios financeiros. Presença confirmada, o indiano Navi Radjou, vai apresentar estudos desenvolvidos pela consultoria internacional Forrester Research sobre Social Computing e seu impacto na indústria financeira. Comentará como as mudanças proporcionadas pela tecnologia da informação, pelas comunicações e pela globalização poderão transformar seus modelos de negócios em modelos de redes Magdalena Gutierrez globais flexíveis, baseadas em relacionamento, como as empresas líderes estão explorando essas inovações tecnológicas para mudar seus produtos, serviços, processos e, até mesmo suas estratégias. O estudo conclui que, para prosperar na era do Social Computing, as companhias devem abandonar a abordagem top down e as atuais táticas de comunicação, integrar comunidades em seus produtos, utilizar funcionários e parceiros como seus vendedores e ser parte de um processo de relacionamento, cuja fidelidade à marca terá papel fundamental. Outros três painéis abordarão A Sociedade Virtual, As Comunidades Virtuais e Novas Oportunidades na Internet, Inovação: desafios e impactos da Inovação Colaborativa e Marketing e Internet. Será um verdadeiro bombardeio de informações que nos levarão a refletir profundamente sobre o dia de amanhã. Teremos também outras sessões que abordarão temas de crescente interesse para os executivos que atuam no mercado financeiro. Por exemplo, já estão confirmadas palestras que irão versar sobre Global Outsourcing, a Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo, TI: fator estratégico para Seguradoras, Check 21 e truncagem de cheques, SEPA Sistema Europeu de Meios de Pagamento, aplicações reais de certificação digital, prevenção à fraude eletrônica, correspondentes bancários, bancarização na América Latina, cases de sucesso de utilização de CRM Customer Relationship Management, a evolução da indústria de cartões e celulares, Mobile Banking e Mobile Payments, governança de TI, plataformas de Core Banking, pesquisas e o futuro da TI nos bancos. Não percam esta excepcional chance de ouvir e debater com personalidades do mercado bancário e especialistas da tecnologia de informação. Serão três dias que influirão e por um bom tempo o amanhã de cada instituição financeira! Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca Diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban Coordenador Geral do Ciab Febraban 2006.

5 40a. Assembléia Asamblea Anual Anual da Felaban de Felaban 12 a 14 Novembro 2006 Noviembre Rio de Janeiro Brasil Mão-de-obra qualificada e de baixo custo. Essa dupla capacidade sempre foi, em última análise, a vantagem competitiva capaz de pôr um país no mapa-múndi do offshore o modelo pelo qual o global substitui o local no suprimento de serviços ligados à tecnologia e no qual as grandes corporações extravasam as fronteiras dos países em que estão estabelecidas na corrida pelos ganhos de competitividade. Não é à toa que China e Índia são, hoje, os campeões do offshore. Mas há uma novidade: cada vez mais, a proximidade dos grandes centros consumidores mundiais é vista pelas empresas encontre-se como fator determinante na escolha dos fornecedores. E é nesse contexto, pela relativa proximidade com os Estados Unidos, que com mais de surge a grande oportunidade de o Brasil inserir-se nesse mercado. É o chamado nearshore, neologismo de 40 países cunhado pelo banqueiros vice-presidente da Forrester Research, John McCarthy, no Ciab encuéntrese McCarthy, um dos maiores especialistas mundiais na questão, destacou que países da Ásia, Leste Europeu e América con más de do Norte já estão se beneficiando da banqueros proximidade de gigantes como Japão, Alemanha e Estados de 40 Unidos países contando, evidentemente, com a vantagem de oferecerem, além da proximida- maximize seu tempo com três dias de roda de negócios maximice su tiempo con tres días de rueda de negocios Fonte: Forrester Research

6 Apólice digital Certificação digital, processamento de imagens, Business Intelligence e VoIP são algumas das tecnologias que a Indiana Seguros, uma das principais empresas do Brasil neste segmento, adotou nos últimos anos. Perto de completar 63 anos de existência e com background de 300 mil apólices, a companhia não poupou investimentos para lançar mão das mais recentes inovações tecnológicas para gerir seu negócio: foram R$ 14 milhões de 2003 a Para 2006, os investimentos podem chegar aos R$ 6 milhões. O reflexo desta automatização é evidente: a Indiana tem perto de 500 funcionários e emite 10 vezes mais apólices do que há dez anos. Fora tecnologia, a seguradora tem aplicado consideráveis somas em recursos humanos e marketing. O case da Indiana, na voz do seu presidente, Guilherme Afif Domingos, será uma das atrações do Ciab Febraban O executivo da Indiana também falou para a Revista Ciab Febraban sobre os planos de sua empresa. Revista Ciab Febraban 2006 O senhor acredita que a tecnologia pode eliminar totalmente a papelada dentro de uma seguradora? Guilherme Afif Domingos Sim. É o nosso foco. Nossa estratégia está consolidada há 10 anos na desburocratização do seguro, e não na informatização da burocracia. Os benefícios devem ser sentidos gradualmente nos próximos anos. A Indiana acredita que o corretor e o segurado ganharão tempo, pois o processo de emissão de apólice, feito em 15 dias, acontecerá em 15 minutos. Outra vantagem para o segurado é que poderá visualizar todas as informações referentes ao seu contrato e assinar o seu perfil, tudo pela Internet. RCF 2006 Pode-se dizer que a tecnologia vem balizando os negócios da Indiana nos últimos anos? GAD Sim. Tomamos a decisão histórica em Traçamos aí a grande virada da companhia. Apostamos em tecnologia como estratégia, e não como investimento operacional. Se tivéssemos decidido errado, perderíamos seis meses de desenvolvimento, mas se acertássemos ganharíamos dez anos. Na contramão do mercado segurador que investia em grandes mainframes para informatizar a burocracia, acreditamos e partimos, na época, para o Windows NT, hoje XP. E ganhamos! RCF 2006 Como está o mercado brasileiro de seguros? O consumidor brasileiro já adquiriu a cultura de comprar seguros ou ainda falta evangelizá-lo neste sentido? GAD Sim, falta uma evangelização. Porém, o que ainda atrapalha o consumo de seguro no Brasil é o baixo poder aquisitivo do brasileiro. Se nós olharmos nos últimos anos o crescimento do comércio e do consumo de bens em geral, estão diretamente ligados ao crediário. E este, depois de muito tempo de ausência, voltou com força em prazos mais longos e prestações menores que cabem no orçamento apertado de cada um. O seguro vai ter de seguir essa tendência. O seguro tem de garantir as conquistas que o crediário proporcionou ao cidadão, seja através do seguro do bem adquirido ou do seguro de vida, não o de morte. Divulgação Seguro High Tech Divulgação Reinaldo D Errico: transformamos informação em conhecimento

7 Guilherme Afif Domingos: boas perspectivas para 2006 RCF 2006 Qual a porcentagem da população brasileira que compra apólices? GAD Pesquisa realizada pela Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e Capitalização) indica que 62% dos homens e 38% das mulheres economicamente ativos têm algum tipo de seguro no Brasil. RCF 2006 Pela sua experiência, o que mudou no perfil dos clientes nos últimos anos? GAD Os consumidores aprenderam sobre seus direitos. São cada vez mais exigentes. Sabem o valor das coisas e cobram mais. Querem ler as condições gerais, questionam os corretores de seguros quando surgem dúvidas e nos ligam na central de atendimento quando algo acontece. RCF 2006 A Indiana possui cerca de 300 mil apólices e registrou crescimento de 17% em Quais as expectativas de crescimento? GAD A Indiana trabalha com cerca de três mil corretores de seguros. Apostamos no relacionamento com esses parceiros para continuar crescendo no mercado. Investimos em serviços com diferenciais tecnológicos, produtos novos, campanhas de incentivo e treinamento de colaboradores, sempre priorizando a redução de custos operacionais aos nossos corretores. As perspectivas para 2006 são de melhoria no mercado segurador, o que leva a companhia a projetar crescimento de 17% sobre n Disputar um mercado que movimenta R$ 250 bilhões como o segurador, necessita muito mais do que apenas investir em TI. É preciso aplicar em tecnologias que transformem informação em conhecimento. É o que a Indiana Seguros faz nos últimos anos. O resultado se evidencia com redução de custos e aprimoramento dos processos. Com a tecnologia, conseguimos diminuir o volume de papel. Para chegar ao seguro sem papel, utilizamos digitalização de documentos, de fotos e orçamentos. Tudo é armazenado na pasta digital, observa o superintendente de Informática, Reinaldo D Errico. Mobilidade é outro projeto recente, já disponível para 120 colaboradores. A Indiana adotou a integração de dados e voz por telefone celular para disponibilizar informações dos parceiros. Assim, os gestores de negócios da Indiana passaram a ter acesso às informações em qualquer parte do País. O seguro digital é outro projeto da empresa. A Indiana contabiliza 300 mil apólices, sendo a grande maioria voltada a automóveis. Com o seguro digital, gasta-se menos de cinco minutos para emitir on-line uma apólice, totalmente sem o uso do papel. Todas as informações do segurado são gravadas em mini-cd. Foi o primeiro passo para a certificação digital, observa o executivo. A Indiana começou a estudar o uso da certificação em janeiro de Firmou parceria com a Serasa e, em dezembro do mesmo ano, emitiu a primeira apólice com certificação digital do mercado. O projeto piloto teve início em 2005 com 10 corretores da cidade de São Paulo. Graças à ferramenta de Business Intelligence (BI), a Indiana transforma informação em conhecimento. Com projeto vigoroso que abrange planejamento, marketing, auditoria, jurídico, sinistros, técnica e outros, a companhia tem no BI uma ferramenta de tomada de decisão. São 50 usuários que utilizam o sistema para gerar análises e relatórios. É fundamental para a condução dos trabalhos, observa D Errico. A telefonia IP (VoIP) demandou investimentos de US$ 250 mil e 90% dos funcionários na matriz paulistana mantêm fluxo constante de voz, dados e imagens via banda larga. Nas filiais, 50% dos colaboradores também utilizam VoIP. Queremos concluir todo o projeto ainda em 2006 e reduzir os custos de telefonia em 15%, finaliza o superintendente.

8 Divulgação Eletrônica no lugar da agitação: 40 operadores, onde já atuaram Bovespa: calmaria movida a tecnologia Muitos lamentaram quando, em outubro do ano passado, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) realizou seu último pregão com negociações viva-voz. Entre os 40 operadores que, naquele dia, atuavam no salão de operações, predominava um clima de nostalgia. No auge, apinharam-se, ali, mil operadores. Mas, se em lugar do clima agitado e concorrido dos tempos de pregão vivavoz, o que se vê hoje no salão da Bovespa é um clima de calmaria, nos sistemas eletrônicos, a situação é bem diferente. Nunca, na história da Bovespa, foram realizados tantos negócios. São, em média, 100 mil por dia. Na época dos mil operadores, eram 10 mil, um décimo do total de hoje. Resultados motivados justamente pela modernização, como explica o superintendente geral da Bovespa, Gilberto Mifano. Sob a batuta de Mifano e do presidente Raymundo Magliano Filho, a Bovespa modernizou-se. Tecnologias como o pregão eletrônico e o home broker entraram em cena. O superintendente da Bovespa será uma das atrações do XVI Ciab Febraban. O diretor de Informática da Bovespa, Luis Gonzaga Simões, figura fundamental no processo de modernização, é taxativo: Num pregão viva-voz, não seria possível realizar 100 mil negócios por dia. Se, com um total de mil operadores, a Bovespa dava conta de realizar, diariamente, 10 mil negócios, imaginem-se quantos seriam necessários para realizar 100 mil negócios por dia. Impossível. A transformação do pregão, de viva-voz em 100% eletrônico foi, acima de tudo, uma decisão do próprio mercado, afirma o superintendente Mifano. Quanto aos 40 últimos operadores, os que apagaram as luzes no final do último pregão viva-voz, em outubro, o destino foi a própria Bovespa, onde passaram a atuar como agentes do programa Bovespa Vai Até Você. A idéia é pôr em prática a experiência dos ex-operadores para mostrar à população vantagens e riscos de investir em ações. Outra parcela foi parar na vizinha Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), onde, o pregão viva-voz segue literalmente a plenos pulmões. E alguns passaram a atuar nas mesas de operação das corretoras. Resumidamente, a história do pregão 100% eletrônico começou em 1996, quando a Bovespa implantou um sistema de negociações eletrônicas chamado Computer Assisted Trading System (CATS), desenvolvido pela Bol-

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10 10 sa de Toronto (Toronto Stock Exchange). Em 1997, 10% das negociações eram realizadas desta maneira. Foi nesse ano que a Bovespa deu o passo seguinte, adotando o sistema Megabolsa, desenvolvido pela Bolsa de Paris. Um dos desafios, durante esse período, foi o de realizar um pregão híbrido, em que parte das operações era realizada por meio de pregão viva-voz e outra parte era fechada por meio eletrônico. Em 1999, outro avanço: a implantação do home broker. Funciona da seguinte maneira: de um computador (em casa ou no escritório, por exemplo) o investidor Divulgação Luis Gonzaga Simões, diretor de Informática da Bovespa emite ordens de compra e venda. O sistema da corretora avalia, por exemplo, se há recursos para realizar a operação e repassa o comando para o ambiente do pregão eletrônico, na Bovespa, onde a transação é efetivada. Tudo em segundos. Cada corretora envia e recebe, da bolsa 1,7 milhões de mensagens por dia (são ordens de compra e venda e informativos econômicos). Ao todo, a Bovespa opera, diariamente, 250 milhões de mensagens. Mifano não tem dúvida: o home broker foi um dos propulsores do aumento do volume negociado na Bovespa, que passou cerca de R$ 200 milhões por dia em 1994 para R$ 2 bilhões atualmente. Num processo similar ao do Internet Banking, o cliente (nesse caso, o investidor) pode realizar suas transações de casa ou do escritório. Com toda comodidade e segurança. O diretor Gonzaga avalia que, no grupo dos jovens da geração vídeo-game, que, aos poucos começam a ter condições de operar no mercado financeiro, as ferramentas do home broker são especialmente atraentes. E o que esperar para o futuro? Como utilizar as novas tecnologias no home broker? Não há respostas prontas para essa pergunta, mas Gonzaga dá algumas pistas: Cada corretora desenvolve sua própria solução. Mas temos observado uma tendência ao desenvolvimento de soluções ligadas à mobilidade. O usuário poderá comprar e vender ações por meio de celulares, palms, blackberrys e notebooks. Tudo incluindo recursos como calculadoras financeiras, geradores de gráficos e tabelas. A disposição do usuário para investir na Bolsa é o limite. n

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12 O Tao da inovação Difícil com ela, impossível sem. É preciso acabar com barreiras internas. Sem mudanças ocorre o declínio. *Por Edson Fregni É difícil definir o que é inovação e promovê-la. É difícil fazer acontecer e é difícil medir se está acontecendo. Dificuldades rondam permanentemente a inovação e os processos que a fomentam. Isso a torna ainda mais cobiçada e inatingível. Inovação, ao que tudo indica, é para poucos. É certo que inovar é vencer com criatividade o jogo do mercado, conquistando clientes com as armas da inteligência e do novo. Depois, é preciso reconhecer que inovação é a capacidade de uma empresa de se renovar: adaptar-se, prepararse e construir o futuro. A empresa inovadora age de maneira que outras somente agirão mais tarde. Ela se distinguirá dos concorrentes e terá a preferência de seus clientes. Considerando que inovar é distinguir-se dos concorrentes de maneira que o cliente valoriza, a inovação torna-se importante pela própria definição. Gary Hammel era mais enfático em 1966 quando afirmava: Admitamos. As empresas ao redor do mundo estão atingindo os limites do incrementalismo. Enxugando tostões, lançando produtos no mercado uma semana antes do planejado, respondendo às consultas dos clientes um pouquinho mais rápido, capturando mais um decimal na participação de mercado. Mas perseguir melhorias incrementais enquanto seus rivais reinventam a indústria é como tocar violino enquanto Roma se incendeia. Quanto maior o movimento inovador, maior a mudança que a empresa tem de promover em si mesma. Assim, um dos requisitos primeiros para uma empresa tornar-se inovadora é ter prontidão para mudar. Existem muitas barreiras à inovação. A principal é uma barreira interna: a resistência a mudanças. Sem mudanças, todos sabem, ocorre o declínio. As empresas resistentes a mudanças acabam mudando tardiamente, somente quando for inevitável, quando o novo se tornou prática consagrada de mercado. Quando isso ocorre, a empresa já perdeu a oportunidade de se fortalecer perante seus concorrentes. Divulgação O autor é um dos mais conhecidos inovadores do País. Estava entre os fundadores da Scopus, uma das primeiras empresas nacionais de tecnologia da informação e integrou a equipe de criadores do Cisne, o primeiro sistema operacional comercial do País. 12

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14 14 Toda mudança traz riscos de naturezas diversas: existe o técnico, no qual a boa idéia resulta impossível de ser implementada; o econômico-financeiro, no qual os custos revelam-se maiores que os benefícios; o risco operacional, que advém da possibilidade de falha na execução do projeto. Por fim, existe o risco de fracasso comercial, no qual o mercado pode rechaçar a boa idéia. O enfrentamento dos riscos requer que a empresa os entenda com antecedência, que monitore os sinais que antecipam sua ocorrência, e esteja pronta para agir imediatamente. Um projeto inovador, por natureza, pode não se revelar positivo. O importante é descobrir o que não funcionará o mais cedo possível, gastando menos por essa informação. Uma máxima da indústria diz que para cada dez investimentos dois falharão muito rapidamente, seis sobreviverão de maneira doentia, e apenas dois darão certo. É desses dois últimos que o sucesso de todo portfolio de investimentos dependerá. O que parece sensato é fazer o que é mais natural para a empresa e para seu jogo competitivo. Se a idéia inovadora é daquelas que dificilmente os concorrentes formulariam por eles mesmos, talvez seja mais eficaz surpreendê-los com um lançamento completo, radical. No caso que a mesma inovação possa estar sendo formulada nos concorrentes, organize o movimento de maneira incremental. Antecipe o mais que puder a versão 1, mesmo com características incompletas. O aprendizado que levará a melhorias na versão 2 se dará mais rapidamente. Valor. Nem sempre a novidade tem valor. É como na velha história de um professor: sua tese tem idéias boas e novas; pena que as novas não sejam boas e as boas não sejam novas. Na avaliação a respeito do caráter inovador ou não de um projeto, deve-se perguntar: o que tem de novo é novo para quem? Pergunte ainda, se é o caráter da novidade em questão que promove a melhoria na competitividade. Para ser inovadora, a novidade contida na iniciativa tem que ser percebida e valorizada pelos clientes. Crescimento. Acredita-se que, ou uma empresa cresce ou definha. O mercado de ações sempre premia as empresas que crescem acima dos planos. É imprescindível crescer. Uma empresa com suficientes recursos financeiros pode crescer adquirindo outras. Ela compra clientes, produtos e capacidade produtiva. A alternativa ao crescimento por aquisição é o crescimento orgânico, no qual se cresce mais lentamente dentro do próprio mercado, conquistando cada vez mais as preferências dos consumidores e, de tempos em tempos, lançando novos produtos ou aventurandose em novos mercados. É no contexto do crescimento orgânico que a inovação torna-se importante para todos da empresa. As empresas resistentes a mudanças acabam mudando tardiamente, somente quando for inevitável, quando o novo se tornou prática consagrada de mercado. É com a inovação que se inventam novas maneiras de se relacionar com clientes e ganhar suas preferências, que se criam novos produtos, novos canais de comercialização, aperfeiçoam a operação da empresa. Dessa forma, a inovação torna-se o principal ingrediente para o crescimento orgânico. Como conjectura, pode ser correto afirmar que tem se mostrado muito complicado encontrar formas de se medir se uma empresa é mais ou menos inovadora que outra. O Balanced Score Card parece um excelente instrumento para ser usado no acompanhamento da capacidade de inovação de uma empresa e se essa capacidade está sendo, de fato, utilizada. Ao mesmo tempo, a inovação cooperativa deve ser buscada, com parceiros, clientes e até com os concorrentes. Na cooperação, idéias e técnicas fluem. Não devemos nos esquecer que a criatividade e a capacidade de mudar são dois principais requisitos para uma empresa ser inovadora. Assim, se uma empresa deseja melhorar sua capacidade de inovação deve antes olhar para esses dois aspectos e buscar meios de melhorá-los. Finalmente, os mecanismos de bonificação dos executivos procuram basear-se em resultados concretos obtidos pelo executivo ao longo do ano. Assim se estimula o bom desempenho, atrelado a resultados. As ações inovadoras, no entanto, produzem resultados no longo prazo. Tais mecanismos de recompensa desestimulam inovações numa empresa. Para ser inovadora, a empresa deve encontrar uma solução para esse conflito. n * Edson Fregni Coordena o painel Desafios e Impactos da Inovação Colaborativa, que será realizado no Ciab Febraban 2006 É professor da Escola Politécnica da USP e principal executivo da Fregni Consultoria Leia a íntegra desse estudo em

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16 Espaço Inovação: um duplo incentivo às pequenas notáveis 16 O Brasil exibe, hoje, cerca de empresas de Tecnologia da Informação, responsáveis por 27% de toda a movimentação de software no mercado. Mas, na fotografia anual realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) e o Instituto Internacional Data Corp. (IDC), o dado mais impressionante é que 94% dessas empresas são classificadas como micro ou pequenas. Publicado no fim de 2005, o levantamento comprova que o mercado nacional de software e serviços ocupa a 15ª posição no cenário mundial e movimentou aproximadamente US$ 6 bilhões até Deste total, cerca de US$ 2,36 bilhões são provenientes do segmento de software, o que representa 1,1% do mercado mundial e 41,9% do latino-americano. Os outros US$ 3,62 bilhões são relativos a serviços correlatos. O estudo aponta uma perspectiva de crescimento médio anual de 6,5%, até A APPI vem crescendo em um ritmo forte nos últimos anos. A participação no Espaço Inovação reforçou o crescimento e colocou a APPI em contato com novos clientes e oportunidades de negócio. Consideramos o Ciab Febraban a melhor feira do setor de cartões e soluções bancárias atualmente no Brasil. O público é bastante seleto e os freqüentadores da feira têm real poder de decisão dentro das empresas. Por isso, já estamos inscritos para o Espaço Inovação Fernando Wagner da Silva, diretor de Produtos e Novos Negócios da APPI, empresa selecionada na primeira versão do Espaço Inovação A capacidade instalada do setor é de empresas voltadas ao desenvolvimento de programas, dedicadas à distribuição e revenda e outras que prestam serviços relacionados até fins de 2004, período coberto pela pesquisa ABES IDC. A criação febril de empresas dedicadas à tecnologia, e a perspectiva de crescimento de empregos qualificados que isso gera, está criando muitas oportunidades de programas de incentivo, prêmios e financiamento tanto por Crescemos significativamente após o Espaço Inovação Tivemos novos negócios a partir do Ciab 2005, e já fechamos com o ITS a nossa participação na promoção desse ano. Achamos de suma importância nossa inclusão neste evento, que nos tem trazido grandes resultados. Oerton Fernandes, gerente de Negócios e Parcerias da SML, selecionada no Espaço Inovação 2005 parte de fontes públicas, de origem mista ou até de venture capital interessadas no fomento de organizações criadoras de tecnologia, explica Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, diretor de Tecnologia da Febraban Federação Brasileira de Bancos. O grupo dos inovadores é também de pequenos-grandes empregadores: são 158 mil empregos diretos. E não é só isso: segundo recente pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o grupo de empresas que mais inova no Brasil teve aumento de 29% no número de contratações entre 2000 e 2004, enquanto a média da indústria nacional ficou em 19%. O estudo Tecnologia, Exportações e Emprego mostra ainda que a diferença a maior continua no quesito salário: os trabalhadores pertencentes ao grupo das empresas que mais inovam recebem, em média, 12,07% a mais. A SEGUNDA VERSÃO DE UM SUCESSO A Febraban e o ITS (Instituto de Tecnologia de Software) estão promovendo para o Ciab Febraban 2006, a segunda versão do Espaço Inovação. Um programa de incentivo às empresas start-ups (ou pequenas, mas inovadoras), que reunirá aquelas que apresentarem projetos de desenvolvimento de software e serviços mais interessantes do ponto de vista da tecnologia corporativa aplicada ao mercado financeiro. A Opus teve uma oportunidade de contato com nossos principais clientes no Ciab Além disso, travamos conhecimento com outras empresas que atuam em nosso segmento, gerando oportunidades de novas parcerias. A empresa cresceu 17% no ano passado e a automação bancária foi responsável por aproximadamente 12% do faturamento total. Certamente, o Espaço Inovação contribuiu para o resultado obtido. Há ainda dois grandes clientes em prospecção que nos conheceram através do Ciab Febraban. Francisco Barguil, diretor geral da Opus Software, selecionada no Espaço Inovação 2005

17 Mais uma vez, o Ciab Febraban vai abrigar um grande estande dividido pelas 20 empresas selecionadas, além de programar painéis de discussão no seu congresso sobre o tema inovação. A iniciativa pode ser decisiva para uma pequena, mas criativa empresa, pois as aproxima do maior público consumidor de TI do País. Com gastos anuais calculados em R$ 12 bilhões, sendo que R$ 4,2 bilhões são considerados investimentos em novas tecnologias, a área bancária é apontada por todos Depois de 2 anos de desenvolvimento in-house, a Mobiltec estava se apresentando ao mercado e o Ciab 2005 foi uma excelente oportunidade para divulgar as nossas soluções e também a nossa marca. O evento nos abriu diversas portas e criou várias oportunidades de negócios. Já nos inscrevemos no ITS para participar do Ciab Febraban Se formos selecionados, o nosso propósito é lançar uma solução de gerenciamento de distribuição de arquivos via Internet que desenvolvemos a partir de sugestões que nos foram feitas no Ciab Roni Silveira, Presidente da Mobiltec, empresa selecionada na primeira edição do Espaço Inovação os institutos de pesquisas de mercado como detentora de cerca de 25% do segmento comprador do País. Convidamos quase 12 mil pequenas empresas espalhadas pelo País que podem apresentar projetos e soluções maduras em TI aplicáveis ao setor financeiro, informa Descartes Teixeira, do ITS. Ele explica que foram distribuídos editais de participação para 200 incubadoras de empresas de base tecnológica, para outros 23 agentes Softex (Sociedade para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) espalhados pelo Brasil, além do universo de empresas associadas ao próprio ITS. O Comitê avaliador já está montado, é composto por personalidades ligadas à história da inovação tecnológica entre nós, como Edson Fregni e Henrique Costabile, representantes de universidades, consultorias, bancos e outros três representantes de empresas de venture capital interessados em investir nas empresas inovadoras. Luiz Eugênio Junqueira Figueiredo, da Rio Bravo Investimentos, é um dos jurados. Atualmente temos uma previsão de investir R$ 60 milhões nas start-ups dos mercado de TI, telecom, ciências da vida e meio ambiente e demais setores exportadores, anuncia. Depois da recente fusão com a Mercatto Venture Partners (MVP), a Rio Bravo passou a administrar R$ 100 milhões em fundos de venture capital. Desses, R$ 40 milhões já foram investidos em 14 pequenas empresas nacionais com o perfil acima. Junqueira Figueiredo, ao explicar a atuação da investidora, menciona o exemplo do aporte de capital na Direct Talk, empresa que desenvolve soluções que transformam os antigos Call Centers em Contact centers. A Direct Talk mostrou um programa de desenvolvimento de soluções A QualiSoft teve um crescimento de receita de 85% em 2005, quando comparado com A nossa participação no Espaço Inovação do Ciab 2005 teve importância institucional e nos proporcionou oportunidades de negócios. A QualiSoft não só participaria novamente da promoção ITS Febraban Espaço Inovação, como já se inscreveu e espera ser uma das empresas selecionadas. Waldemar Felippe, da QualiSoft Informática que unia e gerenciava todos os tipos de contatos que um cliente pode ter com uma empresa: por telefone, , chats de discussão, etc. O mais interessante é que essa inovação viabilizava o atendimento com mais qualidade e rapidez, dando ao consumidor de grandes corporações um leque variado de opções, providenciando o workflow de cada questão, e integrando numa plataforma única, explica Figueiredo. A decisão final pelo investimento foi tomada pela Rio Bravo quando a Direct Talk informou que a sua atuação comercial seria um modelo ASP (Aplication Service Provider), que exclui a venda de licenças e possibilita que as empresas interessadas paguem efetivamente pela utilização da tecnologia. A inovação não era apenas técnica, mas também comercial, o que multiplica as possibilidades de futuro para essa pequena empresa, conclui. Hoje a Direct Talk tem quase 450 clientes, entre eles algumas multinacionais e seguradoras. n 17

18 Pretérito do futuro. Ou futuro do pretér Turbinada, bombada, alucinada. A era virtual é uma revolução permanente. E como toda revolução, devora os próprios filhos. Como Saturno o arquétipo do Tempo. Na era virtual, a modernidade já era. Mas a nostalgia sempre volta a ficar na moda - como o relógio analógico, que mostra que o tempo é circular, desmentindo o tempo linear do relógio digital. No tempo do silício ou no tempo do sílex, a atração pelo passado, pela história, pelo como foi, como aconteceu é imorredoura. As coleções são, de certa forma, a materialização desse sentimento. Brinquedos dos anos 1980, rádios da década 1930, carros de todas as eras da indústria automobilística (das charmosas baratinhas dos anos 1930, 1940 e 1950 aos espaçosos e beberrões Dodges do anos 1980). Peças, enfim, que evocam a memória de inúmeras gerações que reconhecem, nesses produtos, um pouco de sua história. Mas o que esperar de um segmento em que, na velocidade de um clique, o mouse substitui o teclado, a impressora mais moderna se torna obsoleta e a capacidade de processamento aumenta na mesma proporção em que diminui seu tamanho? Resgatar a memória de um setor em que, o que era tecnologia de ponta há 10 anos, hoje está ultrapassado (lembrem-se do que era a Internet em 1996) não é uma tarefa das mais simples. Mas que, pouco a pouco, byte a byte, vem sendo tocada por José Carlos Valle, criador e curador do Museu do Computador, em São Paulo. E boa notícia: esse traba- OS EQUIPAMENTOS EXPOSTOS Ábaco O principal ancestral do computador. Surgiu há 5 mil anos, na Suméria (hoje Iraque). Atualmente, ainda é popular entre os chineses. Seguindo a expansão árabe (origem do atual nome), popularizou-se ainda na idade antiga. A maquininha de peças acelerava as contas de adição e subtração. As peças são dispostas em casas decimais e numerais, e a posição delas no tabuleiro faz uma espécie de memória da soma. Ainda na pré-história dos computadores, identifica-se a passagem para o período binário no século XV, quando John Napier criou o logaritmo e Francis Bacon criou a matemática de base 2, ou o sistema binário, fundamento dos computadores. O último lance dos ancestrais pré-históricos dos nossos hoje tão comuns PCs e Macintosh foi o surgimento dos cartões perfurados. No século XIX, Joseph Jacquard, construiu o primeiro equipamento, adaptado de um tear de fabricar tecidos, que, depois, foi convertido em tabela de logaritmos por Charles Babbage. Finalmente, o sistema foi aperfeiçoado por Herman Hollerit para conseguir-se realizar o censo demográfico dos Estados Unidos de Máquina de Contabilidade Importantíssimas para a automação bancária do século passado. Essas máquinas (na foto a mais popular, o modelo Burroughs F1000) eram eletromecânicas, com programação por pinos. Incorporavam métodos de contabilidade consagrados e reconhecidos legalmente, além de recursos de máquinas de calcular. Com teclados alfanuméricos, alcançavam altas velocidades nas operações de adição e subtração. Não havia balancete, saldo, extrato ou balanço das instituições que fosse feito em outros tipos de equipamentos. Perfuradora de cartão ibm 026 À válvula As perfuradoras e impressoras de cartões de 80 colunas (desenvolvidos a partir dos protótipos já existentes anteriormente) foram mais uma revolução na história dos computadores. Elas cumpriam, ao mesmo tempo, as funções de entrada de dados em mainframes (ou de memória, que se corporificavam em armários de cartões perfurados) e programas de computador. Na foto, o IBM 026, a válvula, e lançado comercialmente em 1949, o modelo de maior aceitação de mercado. Verdadeiro mastodonte para os padrões atuais, o equipamento consistia num gabinete inteiriço que chegava a pesar mais de 100 quilos. Sua rotina exigia a companhia da máquina de verificação de cartões, também inteiriça e pesada. Normalmente integrava um ambiente de processamento de dados que contava com um computador de grande porte (os chamados mainframes, dos quais um dos principais representantes era o IBM 1130), que tinha capacidade de memória de 8 Kb (hoje, um disquete simples, encontrado em qualquer loja, tem capacidade para 1,4 mil Kb, 175 vezes mais), uma unidade de discos com capacidade de 1,0 Mb, uma leitora de cartões (para a entrada de dados), e uma impressora cuja velocidade de impressão era de 100 linhas por minuto. Essas gigantescas máquinas de perfurar cartões foram substituídas pelas centrais de unidades de fita e depois por disquetes. 18

19 lho estará exposto no XVI Ciab Febraban. Uma viagem pela história da automação bancária num Túnel do Tempo, que será instalado na entrada do Transamérica Expocenter. Não queremos apenas criar ito? um ambiente onde os mais velhos sentirão saudades, mas trazer a informação de que o futuro da Tecnologia da Informação (TI) depende do conhecimento que temos do passado, explica Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, diretor de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban. Será, de fato, um corredor, composto por equipamentos e fotos. E, no final desse túnel das lembranças, o futuro: as mais modernas tecnologias na exposição do Ciab Febraban Valle, o criador do museu, explica que o material está de malas prontas para uma nova sede. Em seus mil metros quadrados, no bairro de Interlagos, zona Sul de São Paulo, já não cabem os equipamentos para exposição, livros e salas de estudo e pesquisa. Valle explica que o projeto do museu teve início em 1998, como local de preservação e pesquisa. Hoje o museu, o único da América do Sul na sua categoria, expõe os marcos do desenvolvimento do computador: Temos os equipamentos, 5 mil livros, transistores, válvulas, processadores e muito mais. O principal público visitante são as escolas. O museu pretende agora concluir o acordo em andamento com o Governo do Estado e se instalar num espaço seis vezes maior. IBM 1401 A exposição segue com a segunda geração mundial de computadores. Ela foi precedida pela geração do ENIAC (considerado o primeiro computador do mundo e finalizado em 1945) e pelos modelos da família de mainframe 1130, a válvulas. A foto é do modelo IBM 1401, que, ao lado de seu congênere IBM 7094, bateram o recorde de vendas, até então inimaginável, de 10 mil unidades no mundo. Essa geração, inaugurada pelo TRADIC, da Bell, foi a primeira a se utilizar totalmente de transistores e apresentavam memória não volátil de 4 KB. A mesma geração criou os primeiros computadores de médio porte, que para tanto, trouxeram a novidade dos monitores de vídeo. Tais equipamentos, como o IBM TX-0, de 1958, eram rápidos e relativamente pequenos, possuíam saídas sonoras e até canetas ópticas. A jóia da reserva de mercado Os terminais de vídeo totalmente nacionais (o modelo da foto era da Scopus) começaram a chegar ao mercado em Nessa época, o País adotava a política industrial e de incentivo ao desenvolvimento autóctone da política da reserva de mercado. Integralmente dedicada à criação de hardware, a reserva criou muitas empresas, gerou engenheiros qualificados, mas custou muito ao bolso de empresas e usuários, que compravam o micro mais caro do mundo com um gap (ou hiato) de um ou dois anos em relação aos principais centros do mundo. Os terminais de vídeo, também chamados de terminais burros não possuíam processamento próprio só funcionavam quando conectados aos computadores centrais. Nesse ambientes, multiplicavam as capacidades dos mainframes e representavam uma solução barata de computação. Foram muito usados pelos bancos brasileiros. O IBM 360 Detalhes do painel O computador IBM 360 foi lançado em Construído nos Estados Unidos, era totalmente transistorizado e tinha capacidade memória base de 32 Kb, viabilizada pela utilização de toros de ferrite (óxido de ferro). Essa geração passou a exibir uma característica fundamental para a evolução dos equipamentos, precursora da construção dos microcomputadores: utilizavam 8,0 bits para codificação de caracteres. A palavra byte assumiu, então, o significado que ainda hoje tem. Com o uso de 8,0 bits para entrada de dados, era possível codificar 256 estados diferentes, o que era suficiente para a codificação dos 10 algarismos, 52 letras (maiúsculas e minúscula) do alfabeto anglosaxônico, o espaço, 27 símbolos e 166 caracteres especiais. O sistema IBM 360 tornou-se a base da automação bancária e de informatização de universidades e órgãos públicos, como a Previdência Social. O Serpro (Serviço de Processamento de Dados Federal) recebeu seus primeiros IBMs 360 em Futuro o ciab febraban 2006 O Ciab Febraban desse ano receberá a visita de até 16 mil especialistas em Tecnologia da Informação (TI), representantes de bancos, demais empresas da área financeira e egressos de empresas de tecnologia. Serão convencionais e 26 painéis de conferências, abordando temas contemporâneos como Mobile Bank; VoIP; comunidades virtuais; novas oportunidades da Internet; a segunda geração dos correspondentes; o Global Outsorcing; certificação digital e tantos outros temas que farão o futuro da Tecnologia da Informação (TI). No recinto de exposições, mais de 80 empresas mostrarão o que há de mais novo em produtos, sistemas e soluções, e reunirá, entre outras, a Microsoft, Oracle, Bull, Cisco Systems, Intel, IBM, Unisys, e todas as mais importantes fornecedoras de tecnologia instaladas no País. 19

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