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1 ISSN Estatísticas do Comércio Edição 2011 e Estatísticas oficiais

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3 Estatísticas do Comércio Edição 2011

4 FICHA TÉCNICA Título Estatísticas do Comércio Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida Lisboa Portugal Telefone: Fax: Presidente do Conselho Directivo Alda de Caetano Carvalho Design e Composição Instituto Nacional de Estatística, I.P. ISSN ISBN Periodicidade Anual Apoio ao cliente O INE, I.P. na Internet INE, I.P., LISBOA PORTUGAL, 2011 * A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, excepto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição, e a referência Lisboa-Portugal.

5 3 NOTA INTRODUTÓRIA A presente publicação divulga os principais resultados caracterizadores do sector do Comércio português em, obtidos a partir do Inquérito às Empresas de Comércio (IECom) e do Inquérito aos Estabelecimentos Comerciais Unidades de Dimensão Relevante (UCDR). O IECom é um inquérito que se dirige às empresas de comércio, visando disponibilizar informação relativa à estrutura de vendas segundo o tipo de produtos comercializados, abrangendo as actividades de Comércio Automóvel, Comércio por Grosso e a Retalho. Responde aos Regulamentos CE nºs 295/2008, 250/ e 251/, relativos às Estatísticas Estruturais das Empresas. Este inquérito foi realizado pela primeira vez em 2010 (com período de referência a ) e vem suceder ao anterior Inquérito Anual às Empresas (IAE), o qual incluía diversos anexos específicos, de entre os quais o dedicado às empresas de Comércio (secção G da CAE). Com a extinção do IAE, a recolha de informação específica sobre a actividade das empresas de comércio passou a constituir uma operação estatística autónoma o IECom. A informação proveniente do IECom permite complementar a obtida por via administrativa, sendo os seus resultados aplicados às empresas de Comércio do Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE). O Inquérito às UCDR assenta no conceito da dimensão associada a um estabelecimento comercial ou agrupamentos de estabelecimentos unidos pelas insígnias comerciais, avaliada pela superfície de venda dos estabelecimentos, considerados isoladamente, ou pela superfície acumulada do conjunto de estabelecimentos do mesmo agrupamento. A primeira versão do inquérito teve início em 1993 com a inquirição das Grandes Superfícies Retalhistas Alimentares, que correspondiam apenas a um subconjunto dos estabelecimentos actualmente inquiridos. A legislação portuguesa que regula o licenciamento dos estabelecimentos comerciais foi entretanto sofrendo alterações, tendo introduzido o conceito de Unidades Comerciais de Dimensão Relevante (UCDR) com o DL nº 218/97, de 20 de Agosto. Adicionalmente, para além dos estabelecimentos do comércio a retalho alimentar, o conceito passou a incidir também sobre os do retalho não alimentar, bem como sobre os estabelecimentos do comércio grossista. Apesar de já não se encontrar em vigor a legislação que introduziu o conceito de UCDR, entende-se que o mesmo continua válido enquanto delimitador de um universo distinto no conjunto dos estabelecimentos comerciais que continua, do ponto de vista económico, a fazer sentido acompanhar. Estatísticas do Comércio A partir de, o inquérito às UCDR restringe a inquirição à actividade retalhista, dadas as especificidades do comércio grossista, que, por um lado, não evidenciou substancial aproximação ao modelo de comercialização no retalho, e, por outro, é agora inquirido através do IECom. Considera-se ainda útil que a estabilidade das séries estatísticas seja preservada, pelo que se mantém, tanto quanto possível, a estrutura de quadros de edições anteriores. Espera-se, desse modo, que a informação estatística produzida permita acompanhar diferentes dimensões de uma mesma realidade, indo ao encontro das necessidades dos diversos utilizadores. O INE expressa o seu especial agradecimento a todas as entidades que responderam prontamente aos questionários que lhes foram dirigidos e que, desse modo, tornaram possível a difusão de informação desta publicação, bem como agradece antecipadamente todas as sugestões que permitam a melhoria de edições futuras. Junho 2011

6 4 INTRODUCTORY NOTE In this publication, Statistics Portugal disseminates the main statistical findings that characterize the Portuguese Trade Sector in, resulting from the Trade Enterprises Survey and the Trade Establishments Survey Large-sized Commercial Units. The Trade Enterprises Survey (IECom) is targeted at the trade enterprises, aiming to know the structure of sales according to the type of products sold, from the Sale and Maintenance of Vehicles to Wholesale and Retail Trade. It complies with EC Regulations 295/2008, 250/ and 251/, which relate to Structural Business Statistics. This Survey replaces the former Business Annual Survey which included several specific annexes, among those the one targeted at Trade enterprises (section G of the Portuguese Classification of Economic Activities). Now, statistical data collection from trade enterprises activity is embodied by an autonomous statistical operation - the IECom. The information derived from the IECom allows complementing the one obtained through administrative sources, and its results are applied to the Trade Enterprises in the Integrated Business Accounts System. The Trade Establishments Survey Large-sized Commercial Units (UCDR) relies on a concept of dimension associated to a single establishment or a group of establishments belonging to a company or enterprise group, according to the sales area of the establishments, individually, or by the sum of the total sale areas of the establishments belonging to a company or enterprise group. The first version of the Survey had its beginning in 1993, surveying large food retail establishments that corresponded only to part of the establishments currently surveyed. Portuguese legislation regulating licensing of trade establishments changed throughout time with the introduction of the definition of Large-sized Commercial Units UCDR (DL n. º 218/97 of 20 th August). Additionally, apart from the inclusion of food retail establishments, non-food retail establishments have been included as well, along with wholesale establishments. Although the legislation that introduced the definition of UCDR is no longer in use, the definition was kept, since it remains valid for defining a distinct universe within trade establishments as a whole that still makes sense to follow from an economic point of view. From on, the Trade Establishments Survey (UCDR) narrowed its scope to the retail trade, given the specifics of the wholesale trade that, on one side, didn t show much similarity to the trading model on retail and, on the other side, is now surveyed through the IECom. We also consider useful that the stability in terms of statistical time series should be preserved; therefore the structure of the tables of former editions was kept, as much as possible. We hope that, by doing so, statistical data may cover different dimensions of the same reality, thus meeting the users needs. We would like to acknowledge all the companies that duly answered to our surveys and therefore allowed the dissemination of the statistical data. Finally we appreciate all the suggestions aiming to improve the quality of this survey. June 2011 Estatísticas do Comércio

7 5 SÍNTESE DE RESULTADOS EMPRESAS DE COMÉRCIO Em, o sector do Comércio empregava trabalhadores, gerando um Volume de Negócios de milhões de euros. Estes valores representam contributos de, respectivamente, 21,6% e 38% para o total do sector empresarial. O Comércio foi também o principal responsável pelo VAB pm global, cabendo-lhe 20,3% do total de. As empresas de Comércio existentes em Portugal encontravam-se distribuídas por 3 sub-sectores: Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos ( empresas, 12%); Comércio por Grosso, excepto de veículos automóveis e motociclos ( empresas, 26,8%); e Comércio a Retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos ( empresas, 61,2%). Mais de metade do volume de negócios total do sector de Comércio teve origem no comércio grossista, cabendo ao comércio a retalho 35,9% e o restante ao comércio, manutenção e reparação automóvel. Na actividade de Comércio, Manutenção e Reparação Automóvel, destaca-se a venda de automóveis, representando 63,6% do volume de negócios global. O volume de negócios do comércio grossista concentrou-se especialmente em 3 grupos de produtos: produtos alimentares, bebidas e tabaco (27,2%); bens de consumo doméstico (23,6%); e o conjunto de produtos onde se incluem os combustíveis, os materiais de construção, produtos químicos e produtos intermédios (23,2%). Também no comércio a retalho os produtos alimentares, bebidas e tabaco agregaram a maior parcela de volume de negócios (29,6%), seguindo-se o conjunto de bens de uso pessoal, tais como o vestuário, produtos médicos e farmacêuticos, artigos de higiene (22,7%) e os combustíveis para veículos e outros produtos novos n.e. (20,7%). Na óptica do produto verifica-se uma concentração da venda a retalho de produtos alimentares em empresas de natureza generalista, as quais concentraram 77,3% das vendas deste género de produtos. Em oposição, os materiais de construção, os artigos de uso doméstico, os produtos culturais e o vestuário, produtos farmacêuticos, entre outros, foram transaccionados sobretudo por empresas com estabelecimentos especializados na venda dos mesmos. Estatísticas do Comércio UNIDADES COMERCIAIS DE DIMENSÃO RELEVANTE Em foram contabilizados estabelecimentos retalhistas que cumpriam o conceito de Unidade Comercial de Dimensão Relevante (UCDR) no Continente (+10,3% face a 2008), dos quais unidades (53,3%) dedicados ao retalho alimentar ou com predominância alimentar e os restantes (46,7%) ao retalho não alimentar ou sem predominância alimentar. Dos estabelecimentos observados, mais de metade (60,8%) entraram em funcionamento após o ano de 2000 e somente 0,8% iniciou actividade antes de O volume de negócios das UCDR ascendeu a milhões de euros, sendo 98,9% relativo a vendas de mercadorias e o restante a prestação de serviços 1. O volume de vendas de milhões de euros resultou em 69,9% do retalho alimentar e o remanescente do retalho não alimentar. Face a 2008, as vendas do comércio a retalho cresceram 3,4%, com especial contributo do retalho não alimentar que registou uma variação positiva nas vendas de 6,3%, tendo o alimentar crescido 2,2%. Na distribuição regional do volume de vendas destaca-se o contributo de Lisboa (36,5%), do Norte (30,3%) e do Centro (20,2%), que no seu conjunto concentravam 87% do total e detinham 29,7%, 31,2% e 23,4% dos estabelecimentos, respectivamente. Em média, cada unidade comercial pertencente ao retalho alimentar dinamizou um volume de vendas anual de 6,5 milhões de euros (6,8 milhões de euros em 2008). Já no retalho não alimentar, as vendas médias anuais por estabelecimento atingiram cerca de 3,2 milhões de euros (3,5 milhões de euros em 2008). 1 Valores sem IVA

8 6 O número de transacções ascendeu a 829 milhões, do que resultaram valores médios por transacção de 16 e 28 euros respectivamente para o retalho alimentar e não alimentar. O número de pessoas ao serviço nas UCDR em foi de trabalhadores (+4,1% face a 2008), do qual mais de dois terços (69,1%) trabalhava no retalho alimentar. As mulheres representavam 69,6% do total do pessoal ao serviço e os trabalhadores a tempo completo 74,3%. Os produtos de marca própria existiam em 81,6% dos estabelecimentos retalhistas alimentares e em 71,7% dos não alimentares, originando, respectivamente, 28,9% e 26,3% do volume de vendas dos respectivos sectores de actividade. No que respeita aos meios de pagamento, tanto no retalho alimentar como no não alimentar a modalidade de pagamento principal foram os cartões de débito e de crédito (49,4% e 61,5% das vendas totais, respectivamente). Nas unidades comerciais com predominância alimentar, os produtos alimentares, bebidas e tabaco representaram 70,1% nas vendas totais de. Face ao total global, destacam-se: leite, seus derivados e ovos (12,6%); outros produtos incluindo arroz, massas e cereais (12,4%); carne e produtos à base de carne (10,6%); bebidas (10,1%); frutas e hortícolas (8,4%); e peixe, crustáceos e moluscos (7,3%). Dentro dos produtos não alimentares vendidos nestas unidades comerciais salientam-se: cosmética e higiene (8,4%); outros - incluindo combustível (9,8%) e limpeza doméstica (4,4%). Nos estabelecimentos de retalho não alimentar sobressairam o vestuário (26,2%), computadores e material óptico, fotográfico e de telecomunicações (13%), mobiliário e artigos para uso doméstico (12,1%), aparelhos de áudio e vídeo e seus suportes (8,1%) e electrodomésticos (7,4%). Estatísticas do Comércio

9 7 SUMMARY OF RESULTS BUSINESS ENTERPRISES In, the Trade sector employed persons, accounting for a total turnover of million Euros. These figures represent contributions of 21.6% and 38%, respectively, for the total of the Business sector. Trade was also the main contributor for the global GVA mp, with 20.3% of the total for. The trade enterprises operating in Portugal were distributed by 3 sub sectors: Trade, maintenance and repair of motor vehicles and motorcycles ( enterprises, 12%); Wholesale Trade, excluding motor vehicles and motorcycles ( enterprises, 26.8%) and Retail Trade, excluding motor vehicles and motorcycles ( enterprises, 61.2%). More than half the volume of the total turnover from the Trade sector was originated in wholesale trade; retail trade had a 35.9% share while the remaining came from trade, maintenance and repair of motor vehicles. In the activity of Trade, Maintenance and Repair of Motor vehicles, the emphasis goes to motor vehicles sales, representing 63.6% of the global turnover. Turnover from wholesale trade was mainly concentrated in 3 groups of products: food, beverages and tobacco (27.2%); household goods (23.6%) and a set of products including fuels, construction materials, chemical products and intermediate products (23.2%). Also in retail trade, food products, beverages and tobacco were responsible for the larger share of the turnover (29.6%), followed by private use goods, such as clothing, medical and pharmaceutical products, toilet products (22.7%) and fuels for motor vehicles and other new goods n.e.c. (20.7%). From the product point of view, there was a concentration in terms of the retail sale of food products in enterprises with non-specialised stores, which concentrated 77.3% of sales of this kind of products. On the other hand, construction materials, household goods, cultural products and clothing, pharmaceutical products, among others, were traded mainly by enterprises with specialised establishments. LARGE-SIZED COMMERCIAL UNITS Estatísticas do Comércio In there were mainland establishments under the concept of Large-sized Commercial Units (UCDR), 10.3% more than in 2008, of which units (53.3%) were food retail trade or food-predominant retail trade and the remaining (46.7%) were non-food or non-food predominant retail trade units. Among the existing establishments, more than half (60.8%) started business after the year 2000 and only 0.8% before The turnover of the UCDR reached million Euros, 98.9% of which from sales of goods; the remaining from rendered services 1. The total sales reached million Euros, 69.9% of them were originated in food retail, with the remaining from non-food retail. When compared with 2008, global sales rose 3.4%, mainly due to non-food retail trade, which had a sales increase of 6.3%, with food retail trade rising 2.2%. The regional distribution of the total sales highlights the predominance of Lisbon in the total (36.5%), followed by the North (30.3%) and the Centre (20.2%), representing together 87%, and holding, respectively, 29.7%, 31.2% and 23.4% of the total number of establishments. In average, each trade unit of food retail originated 6.5 million Euros of sales (6.8 million Euros in 2008). In non-food retail trade, the annual average sales per establishment reached 3.2 million Euros (3.5 million Euros in the previous year). The number of transactions reached 829 million, with a resulting average of 16 and 28 Euros per transaction for food retail trade and non-food retail trade, respectively. In, the number of persons employed in all UCDR establishments was (+4.1% towards 2008), of which more than two thirds (69.1%) worked in food retail trade. Of the total number of employees, 69.6% were women and 74.3% of the persons employed were fulltime employees. 1 VAT excluded

10 8 Own brand products existed in 81.6% of the food retail establishments and in 71.7% of the non-food retail establishments, originating, respectively, 28.9% and 26.3% of sales for each sector. With regards to the means of payment used either in food retail trade or in non-food retail trade, the predominant one was the use of debit and credit cards (49.4% and 61.5% of the total sales, respectively). In food-predominant retail establishments, food products, beverages and tobacco weighted 70.1% in the total of sales, in. Also, from an overview of the total sales, some products came on top: milk, dairy products and eggs (12.6%), other food products including rice, pastry and cereals (12.4%), meat and meat based products (10.6%), beverages (10.1%), fruit and vegetables (8.4%), fish, crustaceans and molluscs (7.3%). From the non-food products, the following came on top: toilet and cosmetic products (8.4%), others including fuel (9.8%) and household cleaning materials (4.4%). In non-food retail trade, clothing came on top (26.2%), followed by computers and optical material, photographic and telecommunications products (13%), furniture and domestic articles (12.1%), audio and video equipment (8.1%) and electrical household appliances (7.4%). Estatísticas do Comércio

11 9 SIMBOLOGIA SINAIS CONVENCIONAIS E UNIDADES DE MEDIDA % = Percentagem 0 = Valor nulo p.p. = Ponto percentual n.º = Número = Euros 10 3 = Milhares Hab = Habitante h = Horas SIGLAS E ABREVIATURAS Estatísticas do Comércio AEV = Área de Exposição e Venda CAE Rev.3 = Classificação das Actividades Económicas Revisão 3 IVA = Imposto sobre o Valor Acrescentado NUTS = Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos n. e. = Não especificado UCDR = Unidade Comercial de Dimensão Relevante VAB pm = Valor Acrescentado Bruto a preços de mercado VVN = Volume de Negócios Informação aos utilizadores: - Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas - Os dados divulgados na presente publicação bem como outra informação relativa às Empresas de Comércio encontram-se disponíveis no Portal das Estatísticas Oficiais do INE em:

12 10 ÌNDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 INTRODUCTORY NOTE... 4 SÍNTESE DE RESULTADOS... 5 SUMMARY OF RESULTS... 7 SIMBOLOGIA O SECTOR DO COMÉRCIO EM PORTUGAL ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO ENQUADRAMENTO DO SECTOR EMPRESARIAL GLOBAL E DE COMÉRCIO AS ACTIVIDADES DE COMÉRCIO COMÉRCIO, MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO AUTOMÓVEL COMÉRCIO POR GROSSO COMÉRCIO A RETALHO PRINCIPAIS PRODUTOS DA ACTIVIDADE DE COMÉRCIO PRODUTOS DA ACTIVIDADE DE COMÉRCIO, MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO AUTOMÓVEL PRODUTOS DA ACTIVIDADE DE COMÉRCIO POR GROSSO PRODUTOS DA ACTIVIDADE DE COMÉRCIO A RETALHO DADOS ADICIONAIS SOBRE COMÉRCIO UNIDADES COMERCIAIS DE DIMENSÃO RELEVANTE COMÉRCIO A RETALHO COMÉRCIO A RETALHO ALIMENTAR OU COM PREDOMINÂNCIA ALIMENTAR CARACTERIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS VOLUME DE VENDAS E OUTRAS VARIÁVEIS RELACIONADAS COMÉRCIO A RETALHO NÃO ALIMENTAR OU SEM PREDOMINÂNCIA ALIMENTAR CARACTERIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS VOLUME DE VENDAS E OUTRAS VARIÁVEIS RELACIONADAS QUADROS DE RESULTADOS METODOLOGIAS, CONCEITOS E NOMENCLATURAS METODOLOGIAS INQUÉRITO ÀS EMPRESAS DE COMÉRCIO INQUÉRITO ÀS UNIDADES COMERCIAIS DE DIMENSÃO RELEVANTE CONCEITOS ESTATÍSTICOS CLASSIFICAÇÕES E NOMENCLATURAS INSTRUMENTOS DE NOTAÇÃO Estatísticas do Comércio

13 ANÁLISE DE RESULTADOS

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15 1. O SECTOR DO COMÉRCIO EM PORTUGAL ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO Economia Portuguesa em contracção em Em a economia portuguesa caracterizou-se por um período recessivo, reflectido na deterioração dos principais agregados e/ou indicadores macroeconómicos. O Produto Interno Bruto (PIB), o agregado macroeconómico habitualmente utilizado para descrever o comportamento da actividade económica de um território, evidenciou um andamento real negativo ao longo de todo o ano, fixando-se o decréscimo anual em 2,6%. Não obstante, observou-se um abrandamento sucessivo da queda do PIB após o primeiro trimestre do ano, atingindo-se uma diminuição de 1% no último trimestre de. Os baixos níveis de confiança dos consumidores originaram uma quebra na procura global que se reflectiu na diminuição dos preços dos bens transaccionados. Em consequência, a taxa de inflação foi negativa ao longo de quase todo o ano (-0,8%, valor médio anual), fixando-se em -0,7% no último trimestre de. Paralelamente, também a taxa de desemprego evidenciou uma evolução desfavorável, prosseguindo uma tendência crescente que culminou com o máximo histórico no quarto trimestre do ano (10,1%). 1.2 ENQUADRAMENTO DO SECTOR EMPRESARIAL GLOBAL E DE COMÉRCIO Figura 1 - Alguns indicadores macroeconómicos - 12,0% 9,0% 6,0% 7,8% 8,9% 9,1% 9,8% 10,1% 3,0% 1,5% 0,0% 0,0% 1,5% 0,7% 1,1% 1,8% 1,0% 3,0% 2,5% 3,8% 3,4% 6,0% 4.º trim 08 1.º trim 09 2.º trim 09 3.º trim 09 4.º trim 09 PIB (tx. var. homóloga base 2000) Tx. Desemprego (base 1998) Inflação (Tx. Var. homóloga, base 2008) Fonte: INE, Contas Nacionais Trimestrais, Inquérito ao Emprego e Índice de Preços no Consumidor Análise de Resultados Volume de Negócios decresce mais do que o número de empresas Todo este clima económico desfavorável teve um impacto negativo no sector empresarial português, com quebras nas suas principais variáveis face a Assim, de acordo com o Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE) 3, em existiam em Portugal empresas, número que representa uma diminuição de 3,2% em comparação com o ano anterior. Também o pessoal ao serviço nas empresas, assim como o volume de negócios por elas gerado, evidenciaram perdas face ao ano anterior de, respectivamente, 3,6% e 10,2%. Refira-se que 97,8% destas empresas eram empresas não financeiras. A análise comparativa que se segue recairá unicamente na confrontação do universo de empresas não financeiras com empresas pertencentes à secção G - Comércio da CAE Rev3. Em termos sectoriais, as unidades empresariais que realizavam actividades de comércio 2,0 em (secção G da CAE), foram as mais representativas do sector empresarial do país em 1,0 termos numéricos e em comparação com as outras secções da CAE, cabendo-lhes 23,6% do total. 0,0 Também estas concentraram a maior proporção de pessoal ao serviço ( trabalhadores, 21,6%) assim como proporcionaram o contributo mais elevado para o volume de negócios global ( milhões de euros, 38%). Refira-se que o sector do Comércio foi o principal responsável pelo VABpm global das empresas não financeiras do SCIE, cabendo-lhe 20,3% do total de. Nº 4,0 3,0 Figura 2 - Indicadores de empresas - 3,5 316,6 Empresas não financeiras Fonte: INE, Sistema de Contas Integradas das Empresas 508,9 3,2 Empresas de Comércio Pessoal médio ao serviço por empresa Vol. Neg. médio por empresa Milhares de Euros 600,0 3 Não estão incluídas as divisões 01 e 02 da secção A (Agricultura, produção animal, caça e floresta) bem como as secções O (Administração pública e defesa; segurança social obrigatória), T (Famílias) e U (Organismos internacionais) da CAE rev ,0 300,0 150,0 0,0

16 14 O comportamento deste sector no ano em análise não foi diferente do conjunto de todo o sector empresarial, com decréscimos em todas as principais variáveis. Assim, face a 2008 observou-se uma diminuição de 5,9% no número de empresas que exerciam actividades de Comércio, bem como um decréscimo de 3,4% no pessoal ao serviço e de 8,2% no volume de negócios gerado, o qual, ainda assim, se mostrou menos acentuado face ao verificado pelo conjunto das empresas não financeiras (-8,8%). CAE rev.3 Quadro 1 - Empresas, Pessoal ao Serviço e Volume de Negócios - Sector de Comércio, Taxa de variação Empresas Pessoal ao serviço Volume de negócios Peso no sector empresarial Empresas Pessoal ao serviço Volume de negócios nº 10 3 euros % % do sector empresarial ,2-3,7-8,8 100,0% 100,0% 100,0% G Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis e ,9-3,4-8,2 23,6% 21,6% 38,0% 45 Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos ,5-4,4-16,4 2,8% 2,8% 5,3% 46 Comércio por grosso (inclui agentes), excepto de veículos automóveis e ,1-3,8-8,7 6,3% 6,9% 19,1% motociclos 47 Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos ,9-2,9-3,8 14,5% 11,9% 13,6% Fonte: INE, Sistema de Contas Integradas das Empresas (1) Empresas não financeiras Empresas (1) Pessoal ao serviço Volume de negócios Figura 3 - Evolução do Índice de Volume de Negócios no Comércio a retalho e no Comércio por grosso (Tx.var.homóloga), 3,0% 0,0% 3,0% 6,0% 9,0% 12,0% 15,0% 18,0% 21,0% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Comércio por grosso; reparação de veículos automóveis e motociclos Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos Fonte: INE, Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho -bruto- e Índice de Volume de Negócios nos Serviços -bruto- (Base 2005=100) Todos os três sub-sectores de comércio evidenciaram decréscimos nas suas principais variáveis, embora a diferentes escalas. O comércio a retalho, apesar de apresentar a maior quebra no número de unidades empresariais do sector (-6,9%), evidenciou as reduções menos acentuadas em termos de pessoal ao serviço (-2,9%) e de volume de negócios (-3,8%). Em oposição, o segmento de comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos (-4,5% de empresas) foi o que mais viu decrescer o seu número de trabalhadores (-4,4%) e volume de negócios (-16,4%). Já o comércio por grosso, que viu reduzir o número de unidades empresariais em 4,1%, registou um decréscimo de pessoal ao serviço de 3,8% e no volume de negócios de 8,7% em, como se pode observar no quadro 1. Estatísticas do Comércio

17 AS ACTIVIDADES DE COMÉRCIO Em, as empresas de Comércio distribuíam-se por 3 sub-sectores do seguinte modo: Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos ( empresas, 12%); Comércio por Grosso, excepto de veículos automóveis e motociclos ( empresas, 26,8%); e Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos ( empresas, 61,2%). Face a 2008, denota-se uma perda de quota na expressão numérica das empresas dedicadas ao comércio a retalho (-0,7 p.p.), reflectindo-se por oposição no comércio por grosso (+0,5 p.p.) e no comércio automóvel (+0,2 p.p.). Mais de metade do volume de negócios do sector do Comércio teve origem no comércio grossista (50,2%), o qual apresentou também o maior volume de negócios médio por empresa (952,4 mil euros). Seguiu-se o comércio retalhista, com um contributo de 35,9% e o comércio e manutenção automóvel, responsável por 13,9% do Volume de Negócios global. O comércio a retalho foi o maior empregador do sector, absorvendo 55% do pessoal ao serviço de todo o sector. As unidades empresariais grossistas empregaram 32% do pessoal ao serviço global e as dedicadas ao comércio e manutenção automóvel abrangeram 13% Comércio, Manutenção e Reparação automóvel Figura 4 - Indicadores por actividades de comércio - VABpm Volume de negócios Pessoal ao serviço Empresas 11,5% 13,9% 13,0% 12,0% 32,0% 26,8% 48,3% 50,2% 55,0% 61,2% 40,2% 35,9% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Comércio e manutenção automóvel Comércio por grosso Comércio a retalho Fonte: INE, Sistema de Contas Integradas das Empresas Análise de Resultados A actividade de Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos (Divisão 45 da CAE Rev. 3) apresentou, em, notáveis diferenças entre os grupos que a constituem. De facto, o Comércio de veículos automóveis registou o maior volume de negócios médio por empresa do segmento (2 388,2 mil euros), muito acima do valor médio de todo o Comércio (508,8 mil euros). Em oposição, a Manutenção e reparação automóvel registou um volume de negócios médio por empresa de apenas 85,1 mil euros, um dos mais reduzidos de todo o sector do Comércio. CAE rev.3 Quadro 2 - Comércio e Manutenção automóvel - Alguns indicadores, Empresas Pessoal ao serviço Volume de negócios Pessoal por empresa Valores médios V. negócios por empresa V. negócios por trabalhador nº 10 3 euros nº 10 3 euros Comércio, manutenção e repar.de veíc.automóveis ,5 589,8 170,7 e motociclos 451 Comércio de veículos automóveis , ,2 354,7 452 Manutenção e reparação de veículos automóveis ,4 85,1 35, Comércio de peças e acessórios para veículos automóveis Comércio, manut. e rep.de motociclos, peças e acessórios Fonte: INE, Sistema de Contas Integradas das Empresas ,6 539,2 117, ,9 160,5 86,2

18 Comércio por Grosso Na actividade de Comércio por Grosso (Divisão 46 da CAE Rev. 3) denotou-se também uma forte concentração de valores em alguns grupos, já que apenas três actividades agregaram 76% do volume de negócios total do sector. Assim, as empresas dedicadas à venda de produtos alimentares, bebidas e tabaco geraram 17,3 milhares de milhões de euros de volume de negócios, as de venda de bens de consumo 16,2 milhares de milhões de euros e as que tinham actividade de venda de combustíveis e materiais de construção 15,1 milhares de milhões de euros, correspondendo-lhes 45,2% do número de empresas grossistas. Não obstante, salienta-se a actividade de comércio de equipamento das tecnologias de informação e comunicação (TIC) com os valores médios mais elevados nos indicadores de volume de negócios médio por empresa e trabalhador e pessoal ao serviço médio por empresa, já que este grupo concentra o conjunto mais restrito de empresas de todo o comércio grossista (apenas 1,8% das empresas). CAE rev.3 Pessoal por empresa V. negócios por empresa V. negócios por trabalhador nº 10 3 euros nº 10 3 euros Comércio por grosso (inclui agentes), excepto de veículos ,8 952,4 249,3 automóveis e motociclos 461 Agentes do comércio por grosso ,4 92,5 65,3 462 Comércio por grosso de produtos agrícolas brutos e animais vivos ,0 980,4 331,6 463 Comércio por grosso de produtos alimentares, bebidas e tabaco , ,8 297,2 464 Comércio por grosso de bens de consumo, excepto alimentares, bebidas e tabaco , ,5 270,2 465 Comércio por grosso de equipamento das tecnologias de informação e comunicação ( TIC) , ,8 341,9 466 Comércio por grosso de outras máquinas, equipamentos e suas partes , ,0 165,4 467 Comércio por grosso de combustíveis, metais, materiais de construção, ferragens e out. prod. n.e , ,6 340,6 469 Comércio por grosso não especializado ,4 594,7 176,6 Fonte: INE, Sistema de Contas Integradas das Empresas Quadro 3 - Comércio por grosso - Alguns indicadores, Empresas Pessoal Volume de ao serviço negócios Valores médios Estatísticas do Comércio

19 1.3.3 Comércio a Retalho 17 O Comércio a Retalho (Divisão 47 da CAE Rev. 3) apresenta igualmente uma forte concentração quando se compara as várias actividades, com dois grupos (471 e 477) responsáveis por mais de metade (62,4%) do volume de negócios total do sector. A actividade de Comércio a retalho não especializado (grupo 471), na qual se incluem os supermercados e outros estabelecimentos generalistas, embora representando 12,9% do total de empresas do sector, gerou o segundo maior volume de negócios de todo o Comércio (17,1 milhares de milhões de euros), seguindo-se a actividade de Comércio a retalho de outros produtos em estabelecimentos especializados, com um volume de negócios de 11,5 milhares de milhões de euros. Refira-se, por fim, a importância do comércio de combustíveis em estabelecimentos especializados, que, ao representar somente 1,4% do total de empresas retalhistas, produz o volume de negócios médio por empresa mais elevado de todo o sector do Comércio (2,6 milhões de euros), cabendo-lhe também o maior número de pessoal ao serviço médio por empresa (7,5 trabalhadores). CAE rev.3 Pessoal por empresa V. negócios por empresa nº 10 3 euros nº 10 3 euros V. negócios por trabalhador 47 Comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos ,9 298,5 103,6 471 Comércio a retalho em estabelecimentos não especializados ,4 861,2 134,0 472 Comércio a retalho de prod. alimentares, bebidas e tabaco, em estab. especializ ,7 109,8 66,0 473 Comércio a retalho de combustível para veículos a motor, em estab. especializ , ,5 344,2 474 Comércio a retalho de equip. tecnologias de inform. e comunic., em estab.espec ,1 306,5 99,5 475 Comércio a retalho de outro equip. para uso doméstico, em estabel. especializ ,5 189,7 75,0 476 Comércio a retalho de bens culturais e recreativos, em estabelecim. especializ ,1 182,7 87,1 477 Comércio a retalho de outros produtos, em estabelecimentos especializados ,8 241,6 86,3 478 Comércio a retalho em bancas, feiras e unidades móveis de venda ,0 17,7 16,9 479 Comércio a retalho não efectuado em estab., bancas, feiras ou un.móv. venda ,4 69,1 49,4 Fonte: INE, Sistema de Contas Integradas das Empresas Quadro 4 - Comércio a retalho - Alguns indicadores, Empresas Pessoal ao serviço Volume de negócios Valores médios Análise de Resultados

20 18 2. PRINCIPAIS PRODUTOS DA ACTIVIDADE DE COMÉRCIO Os resultados que se apresentam de seguida advêm do Inquérito às Empresas de Comércio, direccionado a uma amostra de empresas conforme descrito na respectiva metodologia (ver capítulo 5), permitindo a aplicação dos resultados ao Universo de empresas do Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE). Este Universo tanto abrange sociedades como empresas individuais. Salienta-se que a desagregação do volume de negócios pelos produtos CPA é efectuada tendo por base a actividade económica principal das empresas, pelo que os resultados obtidos dependem em primeira mão da CAE principal em vigor para as empresas classificadas na secção G da CAE. Como é natural, o conjunto de empresas de uma determinada actividade específica tende a dedicar-se principalmente às vendas do produto que caracteriza essa mesma actividade, salvo em actividades não especializadas, em que se observa dispersão de vendas por múltiplos produtos. Para uma correcta interpretação dos resultados, alerta-se para a semelhança de códigos e terminologia entre CAE e CPA, sendo a primeira a nomenclatura relativa à classificação das empresas e a segunda a que lista os produtos vendidos. A actividade de comércio caracteriza-se pela revenda de produtos (novos ou usados) sem transformação ou apenas sujeitos a operações de embalagem ou acondicionamento. Neste sentido, abordam-se, em seguida, os principais produtos associados ao volume de negócios das empresas de comércio, por tipo de actividade económica principal. Em complemento, são ainda analisados dados adicionais sobre o comércio, nomeadamente os que se referem às marcas próprias e aos meios de pagamento. 2.1 PRODUTOS DA ACTIVIDADE DE COMÉRCIO, MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO AUTOMÓVEL Na actividade de Comércio, manutenção e reparação automóvel (divisão 45 da CAE), a venda de veículos automóveis e de suas peças e acessórios revelou-se a componente mais significativa, correspondendo-lhe 85,8% do volume de negócios (VVN) global, ou seja, milhões de euros. Note-se que esta actividade abarca tanto a vertente grossista como retalhista, sendo as vendas relativas tanto a produtos novos como usados, havendo pois situações de revenda de veículos no próprio ano. Já os serviços de manutenção e reparação de veículos automóveis e de motociclos originaram 8,1% (1 430 milhões de euros) do VVN das empresas pertencentes à divisão 45 da CAE enquanto aos outros produtos e serviços (nos quais se inclui a venda de combustíveis, produto pertencente ao retalho) coube 3,7% do VVN global. Quadro 5 - Empresas de Comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos, Volume de negócios Produtos da CPA euros % Volume de negócios ,0 45 Vendas por grosso e a retalho e serviços de reparação de veículos automóveis e motociclos ,3 451 Vendas de veículos automóveis ,6 453 Venda de peças e acessórios para veículos automóveis ,2 454a Venda de motociclos, suas peças e acessórios ,4 459a Servicos de manutenção e reparação de veículos automóveis e de motociclos ,1 Outros produtos e serviços (excepto CPA 45) ,7 A CAE 45 desdobra-se nos grupos 451 a 454, que serão analisados individualmente, de seguida. As empresas dedicadas ao Comércio automóvel de veículos (grupo 451 da CAE) geraram um volume de negócios de cerca de milhões de euros, dos quais 81,1% concentrado na venda de veículos automóveis (ligeiros e pesados, novos e usados). Representando 11,7% do VVN global das empresas dedicadas à actividade de venda automóvel, a venda de peças e acessórios atingiu os milhões de euros. Este valor representa 40,7% do total de vendas de peças e acessórios pelas empresas de todo o sector da divisão 45. Estatísticas do Comércio

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