DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA PARA PROJETO DE EMBALAGENS ENFATIZANDO ASPECTOS ESTÉTICOS PARA ATRATIVIDADE

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1 DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGI P POJETO DE EMBLGENS ENFTIZNDO SPECTOS ESTÉTICOS P TTIVIDDE Mônica Stein Mestre em Engenharia de Produção/FSC - Produto e Processo. nita Garibaldi 136/208 - Florianópolis, S.C - Miguel Fiod Neto, Dr. EPS/CTC/FSC - Campus niversitário Florianópolis, S.C - BSTCT This paper shows a packaging methodology project using the aesthetics aspects to conquest the consumers like a estrategy in the market competition. Keywords: products design, packaging, packaging design. 1. Introdução embalagem é, muitas vezes, o meio de comunicação entre produtos e consumidores, podendo servir de estratégia mercadológica para diferenciação de produtos, ao utilizar seus atributos estético-formais expressivos (forma/cor) para atrair o consumidor no ato da compra. Visto que a concorrência mercadológica está cada vez maior, em competição acirrada, torna-se necessária uma metodologia na qual as informações sobre esses atributos possam ser utilizadas de maneira produtiva. Para que isto seja acessível aos projetistas de embalagens, procurou-se adaptar uma metodologia de projeto de produtos industriais, que tende a classificar a embalagem como um complemento do produto, para projetá-la simultaneamente, desde a fase de concepção, com o produto que embalará. 2. ma Metodologia Observando a realidade das metodologias utilizadas em projetos de produtos, é possível se destacar a de BCK (1983), que detalha todas as etapas do processo de planejamento e desenvolvimento de produtos industriais, preocupando-se bastante com a fase de planejamento conceitual. De forma simplificada, o processo metodológico ocorre da seguinte forma: 1. Planejamento Conceitual - Fase I; 2. Projeto Preliminar - Fase II; 3. Projeto Detalhado Construção e Testes do Protótipo - Fase III; 4. Planejamento do Processo de Manufatura Fase IV; 5. Planejamento para Distribuição - Fase V;

2 6. Planejamento para Consumo e Manutenção - Fase VI; 7. Planejamento para etirada - Descarte - fase VII. Para que a embalagem seja abordada com todo potencial que pode oferecer a um produto, torna-se interessante que no momento do planejamento conceitual ela seja colocada como fator importante da concepção, como esquematiza o quadro 1: empresa tem interesse em utilizar a embalagem como estratégia mercadológica? Não Sim Projeto de Produto Projeto de Produto + Projeto de Embalagem tradicional priorizando requisitos fases I até VII * fases I até III estético-formais Fase IV Planejamento do Processo de Manufatura Fase V - Distribuição Fase VI - Consumo/Manutenção Fase VII - Descarte/etirada * Projeto Conceitual - análise demanda - requisitos - função síntese - princípios solução * Projeto Preliminar * Projeto Detalhado e * Testes/evisão 3. Planejamento Conceitual Quadro 1 - Proposta Metodológica para o Projeto de Embalagens Enriquecendo este processo, pode-se acrescentar informações importantes de outras metodologias. Para este caso, julgou-se adequado utilizar, no processo conceitual, a áfis [SEGINI, 1980], que é um esboço do projeto já na fase de finalização de sua conceitualização, e o processo de interatividade proposto por BONSIEPE (1992), explorando-se mais os princípios de solução. Dentro do processo conceitual, o projeto inicia-se por explicitar: O Objetivo: identifica-se de forma simples e breve o problema e sua natureza, o qual será solucionado pela embalagem; nálise das necessidades: serve de base, ou justificativa, para o prosseguimento da atenção e esforços que serão aplicados ao desenvolvimento do projeto, tanto do produto quanto da embalagem. s necessidades devem ser claras para que se possa estruturar uma seqüência de decisões sobre os aspectos do problema que serão levantados; Identificação do problema: identifica-se o problema para limitar as necessidades ou requisitos que devem ser considerados. Para isto, usa-se um esquema em que se identificam descritores de entrada e saída, desejadas ou não, nas fases do ciclo produçãoconsumo do produto e de sua embalagem. Para que prossiga a fase conceitual, necessita-se explicitar os requisitos a que a embalagem deve satisfazer. Para isto, dentro de uma pesquisa mercadológica, que pode ser feita por um questionário aplicado direto ao consumidor alvo, busca-se detectar necessidades.

3 É importante lembrar que, para que a embalagem não seja utópica, preocupando-se somente com os interesses do consumidor, deve-se conhecer também as necessidades da empresa que vai utilizá-la, e ainda as exigências do meio ambiente, já que a consciência ecológica está em fase ascendente, principalmente no que diz respeito aos problemas de descarte de produtos. Muitos destes requisitos, conforme a embalagem, serão obrigatórios, enquanto outros serão desejáveis. Para descobrir esta hierarquia, pode-se utilizar a ferramenta QFD, que relaciona os requisitos dos clientes com requisitos técnicos mensuráveis. De posse destas necessidades apresentadas sob forma de requisitos de projeto, obtêm-se as especificações de projeto [HENÁNDEZ, 1996], conforme quadro 2: Especificações de Projeto tributos da Embalagem equisitos Objetivos Sensor Saídas Indesejadas Observ./ estrições Função so Produção e Montagem Ergonomia e Estética Comercial Manutenção/eparos Econômico/Financeiro Segurança mbiental/descarte Legal/Normatização Quadro 2.- Especificações de Projeto - Fonte: HENNDÉS, De acordo com as especificações, pode-se a seguir procurar princípios de solução, utilizando o método da Função Síntese, [BCK, 1983], conforme quadro 3. Entrada Caixa Preta Saída Função Global:condicionar Produtos com tratividade Quadro3 Diagrama da Caixa Preta brindo a caixa-preta têm-se as sub-funções, ou funções parciais, desta função global, conforme quadro 4: condicionar Produto com tratividade Especificações trair Proteger Informar Segurança Embalagem Material Praticidade Descartar Sistema Quadro 4 - Subfunções partir das funções parciais obtidas na estrutura de funções, monta-se a matriz morfológica para embalagens, partindo-se de uma matriz mais genérica, e outra direcionada aos aspectos estético-formais expressivos, conforme os quadros 5 e 6, respectivamente.

4 lternativas Funções Parciais Opação 1 Opção 2 Opção 3 trair Proteger Informar Segurança Praticidade Descartar Quadro 5 - Matriz Morfológica das Subfunções.. matriz do quadro 6 aborda aspectos específicos relacionados à função atrair, transformada em subfunção, dependente diretamente de atributos ergonômicos e estéticos. Isto permite que a embalagem, desde a fase conceitual, seja direcionada ao objetivo de persuasão formal como estratégia mercadológica. S B F N Ç Ã O T I Forma Ergonomia e Estética Cor Proporção Cores Público Grafismo Particularidades Quadro 6 - Matriz Morfológica da Subfunção trair Escolhem-se, dentre as opções oferecidas nas matrizes morfológicas anteriores, as que serão levadas adiante para estruturar a embalagem. Inicia-se então o projeto preliminar, a partir de uma ou mais áfis da embalagem, mostrando a composição das formas, cores e materiais, entre outros, escolhidos e genericamente especificados. Mais adiante, no processo de finalização desta fase, realiza-se um mock up, que é uma espécie de modelo ou protótipo, o qual permite visualizar a embalagem de maneira mais real. s outras etapas que complementam o processo de projeto da embalagem acontecem em conjunto com o produto para o qual a embalagem está sendo direcionada. 4. plicação da Metodologia para uma Embalagem de Shampoo: m Estudo de Caso plicou-se a metodologia para uma embalagem de shampoo que pretendia ser inserida no mercado de higiene e beleza, de alta concorrência mercadológica, para a classe média, sendo neste mercado um fato constante a tentativa de se mexer com a vaidade do consumidor pelo visual estético. O projeto da embalagem foi submetido a todo o processo descrito anteriormente expondo-se, muito resumidamente, neste artigo, algumas partes importantes do planejamento, ráfis e mock-up final para concluir a aplicabilidade da metodologia. O processo como um todo pode ser visto em STEIN (1997). 5. Conclusão competitividade mercadológica está aí e não se pode negar. Logo, todo artifício que possa ser utilizado para conquistar consumidores torna-se muito importante. Olhar a embalagem como estratégia de marketing é buscar ser competitivo e interagir de frente com o que de melhor o ser humano tem: suas emoções. Para isto, não se permite mais que as empresas projetem seu produtos e embalagens sem saber quais são as

5 necessidades de seus consumidores. Isto quer dizer que, se a embalagem é um meio de contato entre empresa e consumidor, vale a pena utilizar seus recursos para conquistá-lo. Portanto, este artigo aborda uma metodologia que busca, nos aspectos estéticos, a interação com seu cliente sem perder de vista o avanço da tecnologia, do mercado e a preocupação com as questões ecológico-ambientais. Objetivo: Planejamento de uma embalagem atrativa para shampoo de 200 ml; nálise das necessidades ou demanda: Partiu-se do pressuposto de que a empresa entraria no mercado com uma linha nova de shampoos para cabelos. Garantindo-se com uma boa qualidade do produto, seu objetivo baseouse em representá-la na embalagem, atraindo o consumidor frente às concorrentes como estratégia. Para isto foi necessário definir: * a classe social que se desejava atingir: pretendeu-se atingir a classe B, ou média, sendo que, de acordo com a forma estética e planejamento gráfico, deveria haver possibilidades de se chamar a atenção da classe ; * saber como se comportava a concorrência: verificou-se que embalagens se destacavam e estavam tendo boa aceitação no mercado dentro da classe social escolhida. Dentre algumas, para fazer parte do processo de exemplificação neste estudo de caso, escolheram-se as de maior destaque após um levantamento nos supermercados de Florianópolis, sendo: Shampoo Pantene, da empresa Protecter & Gamble; Shampoo Organics, da empresa Gessy Lever; Shampoo Wellapon, da empresa Wella; * saber os requisitos dos clientes relacionados: o que esperavam de uma embalagem, utilizando-os de forma estratégica para conquista, bem como aproveitar-se de conhecimentos estético-formais para impressionar no momento da compra. Identificação do problema: Verificaram-se, em relação à embalagem, as necessidades e requisitos a serem considerados. Num primeiro plano foi feito um esquema de entradas e saídas desejáveis e indesejáveis do projeto da embalagem, partindo-se num segundo plano para o uso de QFD(s) que relacionaram as necessidades dos consumidores, empresa e meio-ambiente, transformadas em requisitos, com os requisitos técnicos. Isso permitiu sua ordenação em obrigatórios e desejáveis, sendo estes dados transferidos para o quadro de especificações de projeto. Iniciou-se posteriormente a função síntese, descobrindo as função parciais e subfunções, partindo-se então para as matrizes morfológicas, onde descreve-se, na figura 1, a última, relacionada diretamente à ergonomia e estética, que definiram, conceitualmente, como seria a embalagem visualmente. Ergonomia e Estética Forma Escolha Proporção Cores Público Grafismo S B - 1 etângulo Série Fibonacci 3 conjuntos de 3x5 sobrepostos verticalmente Plástico PP transparente Classe social B (média) Não Particularidades escolha do retângulo nestas proporções baseiase nos valores do público alvo F N Ç Ã O T I 2 Triângulo 3 etângulo + Triângulo Equilátero, isósceles ou escaleno Série Fibonacci + um tipo de triângulo espeitar somente posição vertical a Equilíbrio Somar a alternativa 1 + alternativa 2 Plástico transparente PP Plático transparente PP Classe social B Não escolha do triângulo é livre, conforme estudos futuros, porém respeitando o efeito psíquico Classe B Não mistura das duas formas permite mais dinamismo, diferenciação, e utilização do equilíbrio do triângulo com a ascensão do retângulo + Figura 1 - Matriz Morfológica para Ergonomia e Estética Passando pelo projeto preliminar e posteriormente detalhado, chegou-se à melhor definição da embalagem.

6 Como conclusão, tem-se que a combinação dos elementos escolhidos na matriz morfológica gerou a solução conceitual que poderá ser, em seguida, direcionada ao projeto preliminar. eferências Bibliográficas [1] IID, I. Ergonomia - Projeto e Produção. Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo, [2] BCK, Nelson. Metodologia de Projeto de Produtos Industriais. Editora Guanabara Dois - io de Janeiro, [3] BONSIEPE, G.. Teoria y Práctica del Diseño Industrial. Centro Português de Design, [4] DFO, C.. - Estudo do Processo e das Ferramentas de Projeto de Produtos Industriais, como vantagem Competitiva e Estratégia de Melhoria de Constante. Dissertação de mestrado, FSC, 1996 [5] HENÁNDEZ, F.. J. Desenvolvimento de ma Sistemática para a Obtenção das Especificações de Projeto de Produtos Industriais. Dissertação de Mestrado,. FSC, [6] STEIN, M. Desenvolvimento de Metodologia Para Projeto de Embalagens Enfatizando spectos Estéticos para tratividade do Produto. Dissertação de Mestrado, FSC, [7] SEGINI, Lincoln. Fundamentos de Embalagem. Fundação Carlos Vanzolini, São Paulo, 1980.

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