As novas redes, mais flexíveis e mais inteligentes.

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2 As novas redes, mais flexíveis e mais inteligentes. Agenda: Os problemas das redes atuais A tecnologia SDN e NFV Vantagens, Benefícios e Aplicabillidade Cases reais de aplicação Considerações finais

3 Os problemas das redes atuais (exemplos) Mercado de Datacenters Migrar Máquina Virtual (VM) para outra Máquina Física agilmente. Mercado Corporativo Oferecer conectividade diferenciada para um usuário específico fora da regra geral. Mercado de Operadoras Core: Utilizar melhor os recursos dos enlaces redundantes. Acesso: Simplificar o equipamento da casa do assinante para evitar (minimizar) dependência de implementações de fabricantes.

4 Software SDN: Software-Defined Networks Controle no roteador (modelo anterior) Controle Centralizado (SDN) Aplicações Aplicações de controle Aplicações usuário final + Interfaces de alto nível Roteador = Controle + X Controlador de redes centralizado Hardware de comutação Flow table Protocolos abertos Plano de dados

5 Software SDN: Software-Defined Networks Suporta a natureza dinâmica das futuras funções de rede e das aplicações inteligentes (cont.) Controle Centralizado (SDN) Roteamento baseado em fluxos: Roteamento baseado em diversas informações do cabeçalho dos pacotes Intervenção nos pacotes a partir de orientações do controlador (software-defined network) Aplicações de controle Aplicações usuário final Interfaces de alto nível Controlador de redes centralizado Protocolos abertos Hardware de comutação Flow table Plano de dados

6 NFV: Network Function Virtualization (propósito) Separação entre uma função específica e o seu appliance físico Compartilhamento de recursos físicos e computacionais Criação do conceito de farm para funções de redes Versatilidade para criação de novas funções Network Functions Virtualization (NFV) aims to transform the way that network operators architect networks by evolving standard IT virtualization technology to consolidate many network equipment types onto industry standard high volume servers, switches and storage, which could be located in Datacenters, Network Nodes and in the end User Premises. (ETSI, NFV White Paper, Out/2013) O ETSI identifica cenários para NFV com grandes vantagens para a rede de acesso

7 SDN e NFV: Relação e interdependência São Tecnologias Complementares SDN pode ser entendido como um enabler (tecnologia habilitadora) de NFV SDN permite que os pacotes sejam roteados adequadamente para os servidores que executam o software relativo às funções de rede virtualizada (NFV) NFV SDN OpenFlow

8 SDN e NFV: Vantagens Independência de fornecedores Torna as redes abertas, escaláveis e com alta confiabilidade Interfaces abertas Facilidade de programação Velocidade na implantação de novos serviços (aplicativos)

9 SDN e NFV: Benefícios Centralização das configurações: Mais flexibilidade e inteligência Agilidade de resposta à demandas de negócios (Time-to-Market) Aproveitamento de parque existente (desnecessária atualização de elementos de borda) Compartilhamento e otimização de infra estrutura Evolução independente entre as camadas Maior integração da rede com sistemas de Cloud e ferramentas de orquestração

10 CASES NFV Trópico (Exemplos práticos)

11 Case 1: vcpe -> Situação Atual dos CPE s Parque instalado heterogêneo Visitas (custo, tempo) Diagnósticos falhos e mitos operacionais Portfólio de serviços desigual Grande quantidade de equipamentos legados Suporte e operação (alto OPEX) Dificuldade para sustentar novos planos de negócios Qualidade no serviço prestado Terceirização da equipe de campo Dificuldades na capacitação para diagnóstico de problemas Portfólio de serviços Longo ciclo de desenvolvimento de novas funcionalidades Gap entre demandas de novos serviços (Receita) e viabilidade técnica AMBIENTE DE NEGÓCIO DESFAVORÁVEL!

12 Case 1: vcpe (cont.) ( ETSI, NFV White Paper, Out/2013 ) Funções de alta complexidade => Virtualizadas (VNF) Firewall Gerência SBC Retira a inteligência do CPE e coloca-a na rede! L3 Router NAT DHCP (típico, hoje) Firewall L3 Router NAT DHCP Gerência Wireless L2 Switch Voz Modem Wireless L2 Switch Voz Modem Funções exercidas por um CPE CPE simplificado, executando as funções que demandam acesso físico

13 Case 1: vcpe (cont.) ( ETSI, NFV White Paper, Out/2013 ) Redução significativa de Custo (CAPEX, OPEX) Funções de alta complexidade => Virtualizadas (VNF) Firewall Gerência SBC L3 Router NAT DHCP (típico, hoje) Firewall L3 Router NAT DHCP Gerência Wireless L2 Switch Voz Modem Wireless L2 Switch Voz Modem Funções exercidas por um CPE CPE simplificado, executando as funções que demandam acesso físico Redução de CAPEX

14 Case 1: vcpe (cont.) Redução significativa de Custo (CAPEX, OPEX) Funções de alta complexidade => Virtualizadas (VNF) ( ETSI, NFV White Paper, Out/2013 ) Firewall Redução de OPEX Gerência SBC L3 Router NAT DHCP (típico, hoje) Firewall L3 Router NAT DHCP Gerência Wireless L2 Switch Voz Modem Wireless L2 Switch Voz Modem Funções exercidas por um CPE CPE simplificado, executando as funções que demandam acesso físico

15 Case 1: vcpe (cont.) Novo portfólio SVA s! ( ETSI, NFV White Paper, Out/2013 ) Inovação Retira a inteligência do CPE e coloca-a na rede! Aumento de RECEITA Firewall Gerência SBC L3 Router NAT DHCP (típico, hoje) Funções de alta complexidade => Virtualizadas (VNF) Firewall L3 Router NAT DHCP Gerência Wireless L2 Switch Voz Modem Wireless L2 Switch Voz Modem Funções exercidas por um CPE CPE simplificado, executando as funções que demandam acesso físico

16 Case 2: NGN / SoftSwitch (MGCF) virtualizado Função de core de rede hospedada em Datacenter Todos os benefícios e vantagens inerentes à NFV Escalabilidade que permite aplicações desde pequenos à grandes operadoras Case Real VSS Vectura SoftSwitch

17 Outros Cases: aplicações imediatas (demandas) Interfuncionamento IPv4 IPv6 Community WiFi (múltiplo SSID)

18 Considerações finais SDN e NFV: São movimentos transformadores do setor (TIC): sem volta Estão caminhando para a maturidade (padrões e produtos) Permitem às operadoras agregarem valor à sua oferta (ameaça dos OTT s) e diminuírem seus custos (capex, opex) operacionais. Possibilitam a evolução necessária para maior agilidade e economia operacional nos Datacenters: convergência efetiva das TIC s!

19 Empresa Geral 15 anos, mas com história de 40! Grande presença na rede do Brasil Tecnologia Nacional Sistemas de Missão Crítica em Tempo Real Presença em Campinas, Manaus, Bogotá Plataformas de Atendimento Alguns Cases Aplicações Comunicações Unificadas Plataforma de Auto Atendimento >18 Milhões chamadas / mês Melhoria da qualidade do atendimento Portabilidade Numérica > CAPS, 1,3 Bi chamadas/dia Oi, Vivo, GVT, BT, espelhinhos Telefonia sobre IP Plataformas de Gerência Business Inteligence > ramais distribuídos pelo Brasil Grande capacidade instalada Rede Inteligente 600 CAPS 100% da rede da Oi (16 M de acessos) Redes de Telecom

20 Muito Obrigado! Paulo Cabestré Cel: Office: CONFIDENCIAL Este documento contém informações confidenciais, de acesso restrito e de titularidade ou posse da Trópico Telecomunicações da Amazônia Ltda., ou de qualquer de suas controladas ou coligadas, e são protegidas pela legislação aplicável contra revelação. A posse, visualização, revelação, distribuição ou uso não autorizado(a) deste documento é estritamente proibido(a).

21 Slides de Reserva by

22 As novas redes, mais flexíveis e com inteligência distribuída Com a chegada das redes digitais, primeiro centralizou-se a inteligência. Agora, com o avanço tecnológico, assiste-se ao processo inverso, de distribuição da inteligência nos elementos da rede. Nesse cenário, destacam-se duas tecnologias: o SDN, ou redes definidas por software, e o NFV, a virtualização de funções da rede. O objetivo deste painel é debater quais as vantagens das tecnologias SDN e NFV que benefícios trazem em que circunstâncias devem ser utilizadas, se são tecnologias complementares ou excludentes, que demandas podem resolver.

23 Acionista

24 Os problemas das redes atuais A) No Mercado de Datacenters Backbone IP IP Migração para outra Máquina IP Fixo Switch Switch Outro IP Fixo! Máquina Física Máquina Virtual VM VM VM VM VM VM Como migrar a Máquina Virtual para outra Máquina Física agilmente??? VM VM VM Localidade 1 Localidade 2 VM VM

25 Os problemas das redes atuais TBD B) No Mercado Corporativo Internet Firewall Servidores Corporativos Como dar conectividade diferenciada para um usuário fora da regra geral?

26 Os problemas das redes atuais TBD C1) No Mercado de Operadoras (núcleo da rede) Como utilizar melhor os recursos dos enlaces redundantes???

27 Os problemas das redes atuais C2) No Mercado de Operadoras (rede de acesso) Funções implementadas no equipamento Firewall NAT DHCP Gerência SBC L3 router Como simplificar o equipamento da casa do assinante para evitar dependência de implementações de fabricantes?

28 Solução Trópico para Virtualização de CPEs Uso de tecnologia SDN (enabler) Baixa demanda de capacidade de processamento Alta eficiência de comutação Menor tráfego pela rede Ausência de gargalos de banda Maior resiliência para os serviços VVE Vectura Virtual Edge

29 VVE Vectura Virtual Edge IP Backbone Solução agnóstica à tecnologia de roteamento, com grande versatilidade e alta disponibilidade Emula elementos de redes legadas, simplificando sua implantação Plataforma versátil, voltada a inserção de novos serviços Solução analítica embarcada voltada a altos volumes transacionais Otimizações arquiteturais reduzem o investimento necessário Mecanismos de altíssima disponibilidade por meio de redirecionamento de fluxos, utilizando os demais appliances como nós redundantes

30 Visão de Arquitetura

31 Arquitetura Tradicional de Redes Plano de Controle Plano de Dados Plano de Controle Plano de Dados Protocolos tratam problemas bem específicos (ACL, VLAN, QoS, Firewall ) Configuração de equipamento de rede fortemente manual Redes de natureza estática, em contraste com os ambientes diâmicos atuais Forte dependência dos fabricantes para o suporte de novas funções e serviços

32 Arquitetura SDN Aplicações de controle Aplicações para o usuário final Interfaces de alto nível Controlador de redes centralizado Protocolos abertos Dispositivos de comutação Flow table Plano de dados

33 Problemas dos CPEs atuais Grande quantidade e alta pulverização geográfica Muitas funcionalidades Baixa capacidade de processamento e memória Dependência da implementação dos fabricantes Dificuldade para introduzir novos serviços Vulnerabilidade a falhas e fraudes Limitações para gerenciamento remoto Custo com treinamento de técnicos e visitas CPE Customer Premisses Equipment

34 NFV: exemplo CPE Retirar a inteligência do CPE e colocá-la na rede (cloud)! CPE físico somente com funções básicas Funções independentes do fabricante do CPE Novos serviços podem ser facilmente introduzidos Operadora CPE

35 Virtualização de CPE Firewa ll NAT DHC P Software! Gerência SBC L3 Router CPE Frames Nível 2 Pipe da Operadora VVE Vectura Virtual Edge Edge Router

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