PIRÂMIDE DE HORTALIÇAS: UMA ALTERNATIVA DE HORTA DOMÉSTICA. Goede, Júlia Eduarda 1 ; Odelli, Fernanda 2 ;

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1 PIRÂMIDE DE HORTALIÇAS: UMA ALTERNATIVA DE HORTA DOMÉSTICA Goede, Júlia Eduarda 1 ; Odelli, Fernanda 2 ; 1 Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC; 2 Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC INTRODUÇÃO A dieta alimentar dos brasileiros se caracteriza pela baixa ingestão de hortaliças que são indispensáveis à saúde humana. (FILGUEIRA, 2003). A salsa (Petroselinum crispum) é um condimento originário da Europa, sendo anual e bianual. Suas folhas são ricas em vitamina A, possuindo uma coloração verde escuro, podendo variar as folhas entres lisas e crespas. (CAMARGO, 1981). É um condimento muito utilizado como tempero no preparo de alimentos como carnes, sopas, saladas e molhos (GIACOMETTI, 1989). Sua propagação se dá por sementes, pode ser replantada ou feita semeadura direta. A planta exige solos férteis, frescos e bem drenados (GIACOMETTI, 1989). Entende-se como substrato orgânico para plantas qualquer material orgânico que serve de meio para o desenvolvimento das raízes das plantas cultivadas fora do solo. (KÄMPF, 2000 citado por GRUSZYNSKI, 2002). Adubação orgânica é a incorporação de matéria orgânica no solo. Sendo matéria orgânica todos os materiais de origem animal (corpos de vermes e outros animais) ou vegetal (folhas, raízes, frutos, entre outros detritos vegetais (GALETI, 1983). O composto é matéria orgânica curtida, e possuem várias técnicas de preparação que variam de região para região (SANTOS, 1979). 1 Curso Técnico Agrícola com habilitação em Agropecuária 2 Curso Técnico Agrícola com habilitação em Agropecuária Trabalho financiado com apoio do IFC

2 A Pirâmide Urbana de Hortaliças surge como uma ótima oportunidade para quem não dispõe de espaços em casa, mas sempre desejou ter uma área destinada ao plantio de hortaliças e verduras (MEIO AMBIENTE, 2012). As pessoas estão cada vez mais atribuladas, confinadas em espaços urbanos, ficando cada vez mais longe do contato com a natureza. A pirâmide de hortaliças vem para ocupar pequenos espaços de forma harmônica, o qual servirá de terapia ocupacional nas horas vagas, ondes as pessoas irão trabalhar com suas hortaliças, temperos e plantas medicinais. Além de consumirem um produto fresco de qualidade e sem agrotóxicos. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o comportamento da cultura da salsa conduzida em vaso, em diferentes substratos orgânicos, no sistema de horta urbana em forma de pirâmide. MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi realizado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul no setor de Agricultura I, durante o primeiro semestre do ano de 2014, onde foi construída uma pirâmide com o tamanho de 1,6m altura, quatro lados, sendo de 1m cada lado da base. A cada 2 cm foi colocada uma linha transversal, totalizando sete linhas, onde foram fixados os vasos. Cada lateral da pirâmide recebeu três tratamentos que foram cultivados nos vasos, totalizando quatro repetições. Os vasos utilizados como recipientes para o cultivo da cultura da salsinha foram de garrafas PET cortadas em formas de funil. A pirâmide foi posta dentro da estufa do local, para que recebesse irrigações por micro aspersão duas vezes ao dia. Os tratamentos utilizados foram: Tratamento 1 composto apenas por substrato comercial MAXFÉRTIL, que foi utilizado como testemunha. O tratamento 2 conteve 0% de substrato comercial e 0% do composto e o tratamento 3 foi composto por 0% de substrato comercial e 0% de esterco. Para que estes tivessem as mesmas medidas, foi utilizado um balde ( litros) de cada material, colocado em um carrinho de mão ou uma lona, e misturados com o auxilio de uma enxada até ficarem homogêneos. Cada vaso após receber os substratos, também recebeu duas mudas de salsinha. Após completar 60 dias de plantio em campo as plantas foram medidas do solo até a última folha, com o auxilio de uma régua. RESULTADOS E DISCUSSÃO 2

3 Neste tópico apresentam-se os resultados obtidos através do estudo realizado. O experimento foi realizado para obter-se o resultado de qual o melhor substrato para o desenvolvimento das salsinhas. Sendo assim ao final de 60 dias de plantio, obtiveram-se os seguintes resultados: Tabela 1 - Tamanho médio das plantas da cultura da Salsinha (cm) Tratamentos Comprimento em cm Tratamento 1 11,27 Tratamento 2 11,29 Tratamento 3 18, Estes dados nos possibilitaram a construção do seguinte gráfico a seguir, para um melhor entendimento Tratamento 1 Tratamento 2 Tratamento 3 0 Tamanho das plantas Figura 1 - Tamanho médio das planta da cultura da Salsinha (cm) A partir destes dados, podemos afirmar que as plantas se desenvolver melhor no tratamento 3 (0% substrato comercial + 0% esterco), apesar de que este tratamento quando no ápice da pirâmide ocorreu o aparecimento de um fungo em dois vasos em decorrência da umidade. Porém apesar deste equivoco ainda apresenta tamanho médio das plantas superior aos outros. O tratamento 2 e o tratamento 1 tiveram uma diferença pequena no tamanho de suas plantas cerca de 0,02cm, porém ainda assim o tratamento 2 (0% substrato comercial + 0% composto) é superior ao tratamento 1 (100% substrato comercial). Ao ser avaliado o tamanho médio das plantas de salsinha, juntamente foi feito uma avaliação da incidência de ervas daninhas em cada substrato, com o objetivo de avaliar qual o substrato que teria uma maior mão-de-obra. Nós mostrando o seguinte resultado como podemos ver na tabela e no gráfico ilustrativo a seguir. 3

4 Tabela 2 Valor médio de Incidência de ervas daninhas por tratamento Tratamentos Incidência média (plantas por vaso) Tratamento 1 0,2 Tratamento 2 4,7 Tratamento 3 2,4 4, 4 3, 3 2, 2 1, 1 0, 0 Incidência de ervas daninhas (por vaso) Tratamento 1 Tratamento 2 Tratamento 3 Figura 2 Valor médio de Incidência de ervas daninhas por tratamento Os dados acima demonstram que o tratamento 1 (100% substrato comercial) foi o que obteve a menor incidência de ervas daninhas por vaso, com uma média de 0,2 muito menor que as outras, o que é interessante para quem pensa na mão de obra. Porém como pode ser relatado ele obteve o pior desenvolvimento para as plantas. Desta forma, apesar de ter pouca mão-de-obra, não teremos plantas bem desenvolvidas. O tratamento 2 (0% substrato comercial + 0% composto) foi o que obteve a maior incidência de ervas daninhas, com 4,7 plantas por vaso, o que nos traz uma mão-de-obra alta, o que para algumas pessoas que trabalham o dia todo não é interessante e nem produtivo. O tratamento 3 (0% substrato comercial + 0% esterco) obteve sucesso quanto ao tamanho e de certa forma quanto a incidência, já que este apresentou uma incidência mediana de 2,4 plantas por vaso, desta forma se tornou o mais recomendado já que apresenta bons resultados. Devemos ressaltar que o material de composto e esterco estava sendo armazenados ao ar livre. 4

5 CONCLUSÕES Com os dados apresentados, finaliza-se que as expectativas sobre em qual substratos a salsa se desenvolveu de melhor maneira foram alcançadas, desta forma o melhor substrato para o crescimento da mesma é o que utiliza-se 0% substrato comercial e 0% esterco, sendo assim, quem quiser cultivar salsinhas e ter um grande rendimento pode utilizar o substrato apresentado. Já quando falamos do substrato com menor índice de ervas daninhas, logo ressaltamos a testemunha ou Tratamento 1 que possui 100% o substrato comercial. Podemos também ressaltar que este método de pirâmide demonstrado deveria ser cada vez mais utilizado, pois além de reciclar garrafas PET, as famílias consumiriam um produto fresco e de qualidade sem a ingestão de agrotóxicos, que nos dias atuais estão presentes na maioria dos produtos do nosso comércio. Desta forma a Pirâmide de Hortaliças é uma alternativa de horta doméstica. REFERÊNCIAS CAMARGO, Leocádio S. As hortaliças e seu cultivo. Fundação Cargill, 1981 FILGUEIRA, Fernando A. R. Novo manual de Olericultura: Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: Editora UFV, GALETI, Paulo A. Guia do Técnico Agropecuário: Solos. Campinas: Instituto Campeneiro de Ensino Agrícola, 1983 GIACOMETTI, Dalmo C. Ervas Condimentares e Especiarias. São Paulo: Nobel, GRUSZYNSKI, Cirilo. Resíduo agro-industrial "Casca de Tungue"como componente de substrato para plantas. Porto Alegre, Disponível em: < > Acesso em: 04 de outubro de MEIO AMBIENTE. Solução ecológica plantio em pequenos espaços. Guarulhos, Disponível em: < > Acesso em: 04 de outubro de SANTOS, Eurico Como Cultivar Hortas e Pomares. Rio de Janeiro: Editora Ediouro S.A, 1979.

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