Retornos ao estro após a inseminação artificial: caracterização e causas mais freqüentes observadas na suinocultura

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1 Acta Scientiae Veterinariae. 36(Supl 1): s61-s66, ISSN (Print) ISSN (Online) Retornos ao estro após a inseminação artificial: caracterização e causas mais freqüentes observadas na suinocultura Returning to estrus after artificial insemination: characterization and most frequent causes observed in pigs Anamaria Jung Vargas 1 & Giseli Heim 2 INTRODUÇÃO Os custos com a produção de suínos são fortemente influenciados pela taxa anual de reposição de matrizes, que é ao redor de 45% [26]. As falhas reprodutivas constituem a principal causa de remoção, influenciando a taxa de reposição e os dias não produtivos do plantel. Estas falhas representam de 32 a 40% do total das causas de remoção [9,10,18], sendo o retorno ao estro a falha reprodutiva de maior ocorrência em rebanhos comerciais [14,16,18]. Esta variável é, freqüentemente, utilizada como um dos principais parâmetros para medir a eficiência produtiva do rebanho [32]. Segundo Elbers et al. [8], um aumento ao redor de 10% na taxa de retornos ao estro após a inseminação artificial (IA) está associado com uma redução de 0,3 leitão nascido vivo por fêmea ao ano. Por esse motivo, o estudo dos fatores associados à ocorrência de retorno ao estro em fêmeas suínas torna-se importante, pois pode apontar os fatores de risco que as fêmeas apresentam para retornar ao estro. Com isso, podem-se adotar medidas de manejo e cuidados especiais nos fatores associados a maior incidência de retorno ao estro, para que se possa minimizar a ocorrência dessa falha e seus efeitos sobre o desempenho do rebanho. I - CARACTERIZAÇÃO DO RETORNO AO ESTRO O retorno ao estro é caracterizado pela manifestação de sintomas e comportamento de estro após a inseminação artificial, podendo ser classificado de acordo com a duração do intervalo em retorno regular ou retorno irregular [21]. Dentre as falhas reprodutivas, o retorno ao estro após a IA é a mais freqüente em granjas tecnificadas, com percentuais médios que variam de 9,4% a 14,8% [14]. Em uma comparação de dados de 109 granjas brasileiras, esse índice foi da ordem de 6,8%, variando de 4,7 a 9,7% nas 10% melhores e piores unidades, respectivamente [26]. Segundo Meredith [21], em rebanhos suínos com bom desempenho se aceita que até 10% das fêmeas retornem ao estro após a IA. 1 - Retorno regular ao estro O retorno regular ocorre no intervalo de 18 a 24 dias após a IA, o que equivale à duração fisiológica do ciclo estral. Considera-se aceitável que 5 a 9% das porcas inseminadas retornem ao estro em um intervalo regular. Normalmente, o retorno regular não está associado a causas infecciosas [5], sendo a falha na fecundação considerada a principal causa de retorno regular ao estro [32]. A falha na fecundação pode ocorrer porque a fêmea não ovulou ou pela não ocorrência da penetração do espermatozóide no oócito [22]. O número insuficiente de espermatozóides no local de fecundação, a baixa qualidade do sêmen, a impontualidade na IA, o impedimento do espermatozóide em alcançar o sítio de fecundação (falha na técnica da IA, falha na ejaculação, obstrução no sistema reprodutivo), o transporte dos gametas prejudicado (obstru- 1 Provet, Santa Rosa, RS/Brasil. 2 Setor de Suínos, Faculdade de Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS/Brasil. CORRESPONDÊNCIA: A.J. Vargas s61

2 ção no trato genital, distúrbio endócrino), a morte dos espermatozóides (endometrite, salpingite), morte do oócito (salpingite) ou infertilidade do macho (incluindo casos de excessivo número de coletas, estresse por calor, enfermidades sistêmicas) ocasionam falhas na fecundação [21]. Além disso, caso haja a fecundação, seguida de desenvolvimento embrionário precoce, e, na seqüência ocorra uma falha no mecanismo de reconhecimento da gestação, a fêmea também irá apresentar retorno regular ao estro [21]. Nesses casos há mortalidade precoce (<12 dias após a inseminação) de todos os embriões ou permanecem menos de cinco embriões, comprometendo a sinalização para reconhecimento materno da gestação [6]. A duração do ciclo estral não é afetada [12], resultando em retorno ao estro em intervalo regular. 2 - Retorno irregular ao estro O retorno irregular ao estro após a IA ocorre em intervalos superiores à duração normal do ciclo estral (>24dias). Nesses casos, é provável que tenha ocorrido a fecundação e o desenvolvimento embrionário precoce com a emissão do primeiro sinal de reconhecimento da gestação, ou seja, ocorreu a prenhez. Em rebanhos com bons índices de produtividade, os retornos irregulares ocorrem na ordem de 2 a 4% das fêmeas inseminadas e, normalmente, correspondem a 20-35% do total de retornos ao estro após a inseminação [21]. As causas de retorno irregular ao estro estão relacionadas com as falhas na manutenção da prenhez, sendo complexas e dependentes do intervalo entre a IA e o retorno ao estro [6]. No entanto, pode haver causas comuns a retornos com intervalos regulares e irregulares, como intoxicações por micotoxinas, processos que culminem com hipertermia e falha na detecção de estro. Nos casos em que a ocorrência dos retornos acontece entre 38 e 46 e 54 e 72 dias após a cobertura, podem ter relação com a não detecção do estro anterior, ovários inativos, falha na ovulação (cistos) ou mortalidade embrionária após haver o reconhecimento da gestação [21]. Ainda pode ocorrer retorno irregular devido a infecções bacterianas ou virais, influência sazonal, condição corporal inadequada da fêmea [5], micotoxinas, febre ou situações estressantes [21]. Entre as micotoxinas, a zearalenona é a que mais afeta a reprodução devido sua potencial atividade estrogênica. Esta micotoxina se liga aos receptores de estrógenos [25], interrompendo a adequada resposta secretória que normalmente ocorre aos dias após a IA, resultando em retorno irregular [6,24]. II - FATORES ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DE RETORNO AO ESTRO Os problemas reprodutivos são de origem multifatorial, causados, principalmente, por falhas de manejo [5]. 1 - Ordem de parto A ordem de parto (OP) influencia a fertilidade da fêmea, conseqüentemente, a distribuição de OPs do plantel tem uma significativa influência sobre a taxa de parição do rebanho [6]. Fêmeas jovens, de menor OP, especialmente leitoas, têm menor taxa de parto do que fêmeas de OP mais elevada [11,15,33]. A taxa de retorno ao estro diminui à medida que a OP aumenta [16]. Vargas et al. [34] observaram que leitoas e primíparas apresentaram maior chance de retornarem ao estro após inseminação artificial do que as fêmeas de OP>1 (P<0,01). Avaliando registros 30 rebanhos, Koketsu et al. [16] observaram que a taxa de retorno ao estro em primíparas foi maior do que porcas de OP3. A explicação para leitoas terem um maior risco de falhas reprodutivas é, provavelmente, ligada a mais de um fator: capacidade reprodutiva desta categoria estar sendo testada em seu primeiro serviço; não apresentação do estro de forma concentrada em dias específicos da semana, como acontece nas porcas desmamadas, não permitindo uma intensificação no diagnóstico de estro, favorecendo a ocorrência de erros de diagnóstico [33]. As primíparas possuem menor capacidade de ingestão durante a lactação, o que as tornam mais suscetíveis a perdas de reservas corporais, podendo, ser insuficiente para satisfazer as necessidades de mantença, crescimento e produção de leite. Com um inadequado manejo nutricional, grande parte destas fêmeas pode ter que mobilizar suas reservas corporais, provocando um estado de catabolismo [13,16,31], influenciando o desenvolvimento folicular e a qualidade dos oócitos, [3,4,36], resultando em maior mortalidade embrionária [36] e, conseqüente retorno ao estro. Como leitoas e primíparas constituem, pelo menos um terço do total de fêmeas do rebanho produtivo, a ocorrência de falhas reprodutivas nessas categorias representa um forte impacto sobre o desempenho reprodutivo do rebanho. s62

3 2 - Perda de peso ou condição corporal na lactação Em porcas desmamadas, o retorno ao estro após a inseminação artificial pode ser influenciado pela perda de escore corporal visual (ECV) durante a lactação [33]. Nesse estudo, houve uma interação entre a ordem de parto e a perda de ECV na lactação, influenciando a ocorrência de retorno ao estro. Perdas maiores que 0,5 ponto na lactação resultaram em maior chance das fêmeas de primeiro e segundo partos retornarem ao estro (Tabela 1). Através da avaliação de porcas em diferentes ordens de parto, alimentadas ad libitum, Thaker & Bilkei [31] observaram que quando a perda de peso foi maior do que 10%, as primíparas apresentaram menor taxa de parto do que fêmeas com OP2-5. No estudo de Koketsu et al. [16], a menor ingestão de alimentos na lactação foi associada com maior taxa de falha reprodutiva. Eles estimaram que para cada quilo de aumento na ingestão média diária das porcas em lactação, há 0,84 vez menos de chance delas retornarem ao estro após a inseminação. Tabela 1. Resultados da análise de regressão logística dos fatores associados com retorno ao estro após a inseminação artificial em fêmeas desmamadas Variáveis Razão de chance P Ordem de Parto (OP) e perda de ECV OP OP 1 > OP OP 2 > *OP >2 0.5 OP >2 > ECV: escore corporal visual *Grupo referência Fonte: [33]. 3 - Intervalo desmame estro O intervalo desmame estro (IDE) compreende o período entre o desmame e o momento em que a fêmea apresenta os sinais de estro. Na maioria dos rebanhos comerciais, mais de 85% das fêmeas apresentam IDE menor do que sete dias [11]. Entretanto, esse intervalo pode ser influenciado pela ordem de parto, estação do ano, duração da lactação, nutrição, ambiente e genética [6]. O IDE influencia o desempenho reprodutivo subseqüente de fêmeas suínas, como a taxa de parto, taxa de retorno ao estro e tamanho da leitegada. Avaliando as conseqüências da variação do IDE sobre o desempenho reprodutivo de fêmeas suínas, Poleze et al. [27] observou que existe um efeito negativo do IDE sobre o desempenho reprodutivo, comprometendo a taxa de parto de fêmeas com IDE muito curto (zero a dois dias) ou de seis a 18 dias. Tantasuparuk et al. [30] avaliaram registros e verificaram que a taxa de parto foi menor para fêmeas com IDE entre 7 a 10 dias do que as com IDE entre um e seis dias. Vargas et al. [34] ao avaliar um rebanho no Sul do Brasil, verificaram que fêmeas com IDE maior do que cinco dias (21,2% das fêmeas inseminadas) apresentaram 2,6 vezes mais chance de retornar ao estro do que fêmeas com IDE entre zero e cinco dias. Este resultado está de acordo com os obtidos por estudos anteriores que demonstraram uma redução no desempenho reprodutivo em fêmeas com IDE maior do que cinco dias [1,27,30,35]. 4 - Presença de cistos ovarianos Em suínos, a maioria dos cistos é do tipo luteal [19], possuindo a granulosa espessada e produzindo maior quantidade de progesterona [20]. A presença de um único cisto ou poucos cistos entre folículos normais que chegam à ovulação, normalmente, não causa problemas no ciclo estral ou na fecundação, pois acabam regredindo em um momento precoce da gestação. Entretanto, os cistos múltiplos, tanto macro como microcistos, podem levar a alterações endócrinas, estando associados à ocorrência de anestro prolongado, de ciclos estrais irregulares ou de alterações na intensidade de manifestação do estro [12,20], os quais podem comprometer a fecundação ou manutenção da gestação. Castagna et al. [2] avaliaram uma população de 1990 fêmeas desmamadas e diagnosticaram s63

4 cisto em 2,4% das matrizes. Essas matrizes apresentaram taxa de retorno ao estro, significativamente, maior (34%) do que fêmeas sem cisto (7,7%). Vargas et al. [34] avaliaram fêmeas no momento da inseminação artificial e diagnosticaram cistos em 1,9% das fêmeas (9/469) e observaram que essas fêmeas apresentaram 9,0 vezes mais chance de retornar ao estro do que fêmeas sem cistos (P<0,05). 5 - Dia da semana da inseminação artificial O retorno ao estro após a inseminação artificial pode ser influenciado pelo dia da semana em que a fêmea foi inseminada. No estudo realizado por Vargas [33] foi observada uma interação entre a ordem de parto e o dia da semana da inseminação artificial (Tabela 2). Nesse estudo, independentemente da OP, fêmeas inseminadas de quinta-feira a sábado apresentaram maior chance de retornar do que fêmeas que foram inseminadas de domingo a quarta-feira (P<0,01). Cabe destacar que a granja deste estudo realizava desmame semanal (quinta-feira), tendo a maioria das inseminações concentradas no período de domingo a quarta-feira (80,4%; 377/469). Love & Wilson [17] observaram que fêmeas com OP>1 inseminadas na segunda metade da semana apresentaram menor taxa de parto do que fêmeas inseminadas na primeira metade da semana e atribuíram esses efeitos a fatores de manejo adotados na granja em estudo. Tabela 2. Resultados da análise de regressão logística dos fatores associados com retorno ao estro após a inseminação artificial Variáveis Razão de chance P OP e dia da semana da IA OP 0 Domingo a quarta OP 0 Quinta a sábado OP 1 Domingo a quarta 8.8 < OP 1 Quinta a sábado OP 2 Domingo a quarta OP 2 Quinta a sábado 20.5 < *OP >2 Domingo a quarta OP >2 Quinta a sábado *Grupo referência OP ordem de parto, IA inseminação artificial Adaptado de [33]. 6 - Sistema de criação Elbers et al. [7] avaliando 90 rebanhos suínos, observaram que o sistema de criação influencia a ocorrência de retorno ao estro após cobertura ou inseminação artificial, onde granjas produtoras de leitões apresentaram menor ocorrência de retorno do que granjas de ciclo completo. Os autores atribuíram esses resultados a uma melhor especialização de mão-de-obra e menor risco de contaminação por agentes infecciosos nas granjas produtoras de leitões. 7 - Situação da fêmea no momento da inseminação artificial A situação da fêmea no momento da inseminação artificial influenciou a ocorrência de retorno ao estro após a IA [33].Conforme esses estudos, fêmeas inseminadas após apresentar retorno ao estro como resultado da inseminação anterior apresentam maior taxa de retorno do que fêmeas inseminadas no primeiro serviço (primeira inseminação de leitoas ou primeira inseminação de porcas após o desmame) ou após abortamento. Fêmeas que tiveram dois retornos consecutivos, quando inseminadas, apresentam alta taxa de retorno ao estro subseqüente, com conseqüente comprometimento da taxa de parto e do tamanho da leitegada (Tabela 3). s64

5 Tabela 3. Taxa de retorno ao estro, conforme a situação da fêmea no momento da cobertura em dois estudos Experimento 1 Experimento 2 Situação n Taxa de retorno (%) n Taxa de retorno (%) Primeiro serviço 22, a ,4 a Retorno 1, b ,4 b Retorno de Retorno - NE ,9 c Abortamento a 174 6,3 a Letras diferentes na mesma coluna indicam diferença significativa (P<0,05). NE: não estudado Adaptado de [33]. Moreira et al. [23] ao analisarem 330 fêmeas descartadas em decorrência de inadequada performance reprodutiva, observaram que o motivo do descarte de 5,15% das matrizes foi o retorno ao estro duas vezes consecutivas. 8 - Influência sazonal Segundo Silveira et al. [29], em alguns rebanhos brasileiros, aparentemente, todo o primeiro semestre (verão\outono) há uma queda de desempenho reprodutivo, independente da região onde se pratica a suinocultura. Autores de outros países relatam a maior ocorrência de retorno ao estro nos meses mais quentes do ano [8,16,28]. CONSIDERAÇÕES FINAIS Existem diversos fatores que levam à ocorrência de retorno ao estro após a cobertura ou inseminação artificial, no entanto, nota-se que o manejo reprodutivo e nutricional da granja são os que mais comumente contribuem para a maior ocorrência desta falha. Dessa forma, evidencia-se que esse tipo de perda pode ser evitado ou minimizado através da correção desses fatores. REFERÊNCIAS 1 Bracken C.J., Lamberson W.R., Safranski T.J. & Lucy M.C Factors affecting follicular populations on day 3 postweaning and interval to ovulation in a commercial sow herd. Theriogenology. 60: Castagna C.D., Peixoto C.H., Bortolozzo F.P., Wentz I., Borchardt Neto G. & Ruschel F., Ovarian cysts and their consequences on the reproductive performance of swine herds. Animal Reproduction Science. 81: Clowes E.J., Aherne F.X., Foxcroft G.R. & Baracos V.E Selective protein loss in lactation sows is associated with reduced litter growth and ovarian function. Journal of Animal Science. 81: Clowes E.J., Aherne F.X., Schaefer A.L., Foxcroft G.R. & Baracos V.E Parturition body size and body protein loss during lactation influence performance during lactation and ovarian function at weaning in first-parity sows. Journal of Animal Science. 81: Connor J.F Reproductive problems in swine breeding herds: making the field diagnosis. Food Animal Practice. 5: Dial G.D., Marsh W.E., Polson D.D. & Vaillancourt J.P Reproductive Failure: Differencial Diagnosis. In: Leman A.D., Straw B.E., Mengeling W.L., D Allaire S. & Taylor D.J. (Eds). Diseases of Swine. 7.ed. Ames: Iowa State University Press, pp Elbers A.R.W., Geudeke T.J., Van Rossem H. & Hunneman W.A., An observational study into herd-level risk indicators of return to oestrus more than five days after insemination in sows herds. Veterinary Quarterly. 17: Elbers A.R.W., Van Rossem H., Schukken Y.H., Matin S.W., Van Exsel C.A., Friendship R.N. & Tielen M.J.M Return to oestrus after first insemination in sow herds (incidence, seasonality, and association with reproductivity and some blood parameters). Veterinary Quaterly. 16: Engblom L., Lundeheim N., Dalin A.M. & Andersson K Sow removal in Swedish commercial herds. Livestock Science. 106: Heinonem M., Leppävuori A. & Pyörälä S Evaluation of reproductive failure of females pigs based on slaughterhouse material and herd record survey. Animal Reproduction Science. 52: Hurtgen J.P. & Leman A.D Seasonal influence on the fertility of sows and gilts. Journal of the American Veterinary Medical Association. 177: s65

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