Créditos adicionais Lei 4.320/64, artigos 40 ao 46

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Créditos adicionais Lei 4.320/64, artigos 40 ao 46"

Transcrição

1 Créditos adicionais Lei 4.320/64, artigos 40 ao 46 Fernando Lima Gama Junior* O orçamento público atualmente tem forte vinculação com os instrumentos de planejamento governamental. Diferentemente do que ocorria à época do orçamento tradicional, hoje em dia o foco das leis orçamentárias, calcadas nas modernas técnicas do orçamento programa, é nas coisas que o Governo faz e não nas coisas que o governo compra, de modo que é necessário planejar o que será executado para que depois os recursos necessários sejam alocados. Essa integração entre o planejamento e o orçamento público é essencial para melhorar a eficiência nas despesas públicas, evitando desperdícios e a execução de gastos que não tenham relação com os objetivos governamentais. * Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União em Mato Grosso. Professor de preparatórios para concursos nas disciplinas de Controle Externo, Orçamento Público, Contabilidade Pública e Legislação Tributária do ICMS. Engenheiro Químico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em Bacharelando em Direito pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). No entanto, uma das características mais marcantes das modernas técnicas de planejamento, não só do planejamento orçamentário, é a sua flexibilidade e sua capacidade de se adequar às mudanças que não podem ser previstas à época própria. É que todo planejamento é, na verdade, uma leitura do presente direcionada para a realização de objetivos futuros. No entanto, tanto a leitura do presente como os objetivos futuros podem sofrer alterações durante a execução do planejamento inicialmente estabelecido, gerando a necessidade de alteração dos planos. No âmbito da Administração Pública, como os planos estão totalmente integrados ao orçamento, alterações no planejamento certamente terão impactos nas leis orçamentárias. As leis que estabelecem os orçamentos (Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias, Lei Orçamentária Anual) são aprovadas depois da realização de um planejamento que contemple a situação atual e os objetivos do Governo, mas que podem sofrer alterações no decorrer da execução. Portanto, as leis do PPA, da LDO e da LOA podem ser alteradas durante a execução orçamentária para contemplar situações que não foram ou não puderam ser planejadas anteriormente. Em razão de os planejamentos governamentais serem aprovados por lei ordinária, apenas esse tipo normativo pode alterá-los. Assim, é necessária lei ordinária para alterar o PPA, a LDO e a LOA. As leis que alteram o PPA e a LDO não possuem nomenclaturas específicas. No entanto, no caso da lei 89

2 orçamentária anual (LOA), a lei que porventura vier a alterá-la tem nome específico concedido pela Constituição Federal: chama-se Lei de Créditos Adicionais (LCA). É que a alteração do planejamento inicialmente estabelecido vai impactar, em geral, em dispêndios maiores do que estava consignado na LOA, sendo necessários créditos adicionais para suportá-los. No entanto, em tese, é possível a edição de lei de créditos adicionais para reduzir o montante consignado na LOA (lei supressora de créditos), mas tal situação não encontra muita aplicabilidade prática. Na imensa maioria das vezes o que ocorre é um aumento das dotações orçamentárias pela inclusão de créditos adicionais. Portanto, créditos adicionais são autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas ou programadas na lei orçamentária, ou seja, são considerados instrumentos de ajustes orçamentários que visam, entre outras coisas, corrigir planejamentos mal formulados e atender situações inesperadas, emergenciais, imprevisíveis, entre outras. Os créditos adicionais se dividem em três espécies/tipos: suplementares, especiais e extraordinários. Os créditos adicionais suplementares visam reforçar uma dotação já existente, mas que se tornou insuficiente durante a execução orçamentária. Por exemplo, podemos imaginar uma situação em que o Governo pretendia construir um hospital, mas o valor consignado na lei orçamentária não foi suficiente para a conclusão da obra, de modo que se necessita de maiores recursos. Já os créditos adicionais especiais visam à criação de novas dotações orçamentárias, não originalmente previstas na LOA. Seria o caso ilustrativo em que o Governo decidiu construir escolas em vez de hospitais, diferentemente do que havia previsto na LOA, de modo que os recursos para as primeiras ainda não existem. Por fim, os créditos adicionais extraordinários servem também para a criação de dotações orçamentárias novas, não existentes à época da formulação da proposta original. No entanto, para sua utilização é necessária a existência de uma situação de guerra, calamidade pública, comoção ou outros eventos graves e imprevisíveis. Vamos estudar cada um dos créditos adicionais, de modo detalhado, a seguir. 90

3 Créditos suplementares Créditos adicionais Lei 4.320/64, artigos 40 ao 46 Os créditos suplementares têm a finalidade de reforçar o orçamento, isto é, existe orçamento previsto, porém em montante inferior ao necessário. Diferentemente dos outros dois tipos de créditos adicionais (especial e extraordinário), o Poder Legislativo pode autorizar a abertura de crédito suplementar na própria lei orçamentária, até determinado valor. Isso quer dizer que para algumas despesas e projetos, o Executivo já dispõe de um crédito adicional pré-aprovado para utilizar caso necessite, sem que tenha que solicitar nova autorização ao Poder Legislativo. A lei de orçamento pode contemplar um determinado valor para a construção de uma obra, autorizando a abertura de créditos adicionais suplementares até determinado montante para a sua finalização, caso seja necessário. No entanto, caso alguma dotação tenha se tornado insuficiente, o Poder Executivo ainda pode solicitar a abertura de créditos suplementares por meio de lei especial, a lei de créditos adicionais. Desse modo, há duas possibilidades para autorização de créditos suplementares: previsão na própria lei de orçamento, dispensando autorizações posteriores até o montante aprovado; autorização em lei específica de créditos adicionais. Esse assunto é extremamente importante para quem está estudando para concursos, tendo em vista que as bancas costumam induzir o candidato a erro ao afirmar que o Poder Legislativo pode autorizar, na própria LOA, a abertura de crédito especial ou extraordinário, o que não é verdade. Outras questões ainda podem afirmar que o Poder Legislativo pode autorizar a abertura de créditos adicionais na própria LOA, o que é verdade, tendo em vista que os créditos suplementares são um tipo de crédito adicional. Nunca é demais ressaltar que a única espécie de crédito adicional que pode ter autorização na própria LOA é o suplementar, e ainda assim com limitação de valor, constituindo uma das exceções ao princípio da exclusividade, conforme artigo 165, 8.º da Constituição Federal. Dessa forma, enquanto existir saldo de autorização na própria LOA para determinada despesa, considerando aí as dotações originais mais as autorizadas por meio de créditos suplementares, o Poder Executivo, por meio de decreto, pode abri-los 1. Apenas depois de esgotado o saldo de créditos (originais mais os suplementares) é que o Executivo terá que pedir nova autorização ao Legislativo. 1 Juridicamente falando a utilização de crédito orçamentário, seja oriundo da dotação original da LOA ou de créditos adicionais (suplementares, especiais ou extraordinários) passa por duas fases: a) autorização e b) abertura. A autorização é concedida pelo Poder Legislativo por meio de lei. Portanto, a aprovação da lei orçamentária ou de créditos adicionais cumpre a etapa de autorização. No entanto, mesmo autorizados, os créditos da LOA (dotação inicial) ou os créditos adicionais não estão aptos a serem utilizados até que o Poder Executivo promova a abertura dos créditos por meio de decreto do chefe do Executivo. A abertura é etapa jurídica necessária para a utilização de créditos. A diferenciação ganha relevância, tendo em vista que a legislação faz distinção dos dois institutos em várias passagens. A título de exemplo, podemos lembrar dos créditos adicionais especiais e extraordinários que podem ser reabertos no exercício seguinte pelo saldo, caso o ato de autorização tenha sido promulgado nos últimos quatro meses do exercício (artigo 167, 2.º, da Constituição Federal). Portanto, caso o ato de autorização de créditos especiais e extraordinários seja promulgado no final de agosto e o decreto tenha aberto os créditos somente em setembro (no período dos últimos quatro meses do exercício), estes não poderiam ser reabertos no exercício seguinte. 91

4 2 O artigo 167, 2.º, da Constituição Federal permite a reabertura de créditos especiais e extraordinários para o exercício seguinte, desde que o ato de autorização tenha sido promulgado nos últimos quatro meses do exercício, exceção clara ao princípio da anualidade. 3 As receitas, assim como as despesas, podem ser classificadas em orçamentárias e extraorçamentárias. São orçamentárias as receitas que pertencem à entidade e são consideradas extraorçamentárias as receitas que apenas transitam pelo caixa, mas que não pertencem à entidade. Por exemplo, é comum a exigência de depósito prévio para as licitações públicas como forma de garantir apenas a participação de empresas idôneas e com boa situação financeira. Como apenas uma empresa vai ser contratada, o depósito feito pelas demais deve ser devolvido. Dito de outro modo, aquela receita jamais pertenceu ao Estado; apenas transitou pelo caixa. É por esse motivo que ela é classificada como receita extraorçamentária. Depósitos, cauções, operações de crédito por ARO são todas chamadas receitas extraorçamentárias. Já a arrecadação de impostos, porquanto seu produto pertence ao Estado arrecadador é considerada uma receita orçamentária. Dessa forma, não faz sentido o entendimento do senso comum que diz que a diferença entre receitas orçamentárias e extraorçamentárias é que as primeiras encontram- -se listadas no orçamento, enquanto as segundas não. Receitas extraordinárias, ainda que não previstas no orçamento, irão se classificar como orçamentárias se o seu produto pertencer ao ente arrecadador. A diferença encontra-se na propriedade do Estado sobre o produto das receitas. Também é considerada extraorçamentária a receita que passa do orçamento de um exercício para outro, tendo já sido contabilizada no primeiro, evitando a dupla contagem de receitas orçamentárias. Diferentemente dos créditos especiais e suplementares, que em certos casos e condições podem ter o saldo reaberto no exercício seguinte 2 (exceção ao princípio da anualidade), o período de vigência dos créditos suplementares é adstrito ao exercício financeiro em que forem abertos. Portanto, esse é o único crédito adicional que não pode ser reaberto no exercício seguinte, ainda que aberto nos últimos quatro meses do exercício anterior. O crédito suplementar é autorizado por lei e aberto por decreto do Poder Executivo. A sua abertura depende da indicação dos recursos disponíveis que sustentarão os respectivos créditos e será precedida de exposição justificativa. Créditos especiais Os créditos especiais são destinados às despesas para as quais não haja dotação ou categoria de programação específica na própria lei orçamentária e visam atender despesas novas, não previstas na LOA, mas que surgiram no decorrer do exercício. Em regra, os créditos adicionais especiais terão vigência dentro do próprio exercício financeiro em que forem abertos, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente. É considerado, portanto, uma exceção ao princípio da anualidade. A reabertura dos créditos especiais gera um saldo financeiro que pode ser incorporado ao orçamento subsequente como receita extraorçamentária 3, uma vez que a receita original já foi considerada como orçamentária no exercício anterior. A abertura do crédito especial é realizada por meio de decreto do Poder Executivo, após prévia autorização legislativa em lei específica, sendo necessária a indicação dos recursos que irão suportar os créditos. Crédito extraordinário Os créditos extraordinários são destinados somente a novas dotações orçamentárias para o atendimento de despesas urgentes e imprevisíveis, decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública. O que diferencia 92

5 o crédito extraordinário em relação aos créditos especiais, além dos trâmites jurídicos diversos, reside no fato, principalmente, de uma situação imprevista e/ou imprevisível que necessita imediata atenção do Poder Público. Por esse motivo é que, no caso dos créditos extraordinários, diferentemente do que ocorre em relação aos créditos suplementares e especiais, não é necessária a indicação dos recursos que irão suportar as futuras despesas. Além disso, a autorização legislativa para a realização dos gastos é feita posteriormente à despesa 4, já que o ato de autorização dos créditos extraordinários deve ser feito por medida provisória 5, instrumento legislativo típico do chefe do Poder Executivo. Uma vez editada a medida provisória, esta deve ser submetida imediatamente ao Poder Legislativo, por força do artigo 62 da CF. Embora a Constituição Federal traga em seu bojo as regras específicas para a tramitação orçamentária no âmbito da União, os estados também podem instituir créditos extraordinários, mas o instrumento legislativo adequado para isso dependerá do que dispõe a Constituição Estadual. É que o instrumento da medida provisória não está previsto na constituição de todos os estados, já que alguns se utilizam de decretos quando o Poder Executivo necessita legislar. Desse modo, os estados que possuem a figura da medida provisória prevista nas suas constituições podem adotá-la também para a autorização de créditos extraordinários, seguindo a mesma regra estabelecida para o executivo federal. Nos demais casos a abertura será realizada por decreto. A regra também é válida para os municípios. A grande maioria não dispõe em suas leis orgânicas de competência para edição de medida provisória, embora o Supremo Tribunal Federal já tenha decidido que isso é possível. Assim como no caso dos estados, os municípios que puderem editar medidas provisórias devem usar esse instrumento legislativo para a autorização de créditos extraordinários; caso contrário, o decreto é o instrumento a ser utilizado. Assim, para fins de concursos tem sido considerada correta a afirmação de que prefeitos e governadores abrem créditos extraordinários por meio de decreto. Em qualquer caso, seja utilizando medida provisória ou decreto, o ato de autorização deve ser submetido ao Poder Legislativo respectivo para a verificação dos pressupostos de urgência e relevância. Eventualmente, uma medida provisória (ou decreto) pode não ser confirmada pelo Legislativo, quando perderá a validade jurídica 6. No entanto, mesmo que a medida provisória (ou decreto) não tenha sido ainda apreciada pelo Congresso Nacional (no caso da União), o governo pode iniciar a realização dos gastos necessários. 4 Diferentemente do que ocorre com os demais créditos, que devem ser autorizados pelo Legislativo antes de sua utilização. 5 Quando da edição da Lei 4.320/64, não existia ainda em nosso ordenamento jurídico a figura da medida provisória, razão pela qual a lei diz que os créditos extraordinários podem ser autorizados por decreto, o instrumento de que se utiliza o Poder Executivo para legislar. Desse modo não podem ser consideradas erradas questões que afirmem que nos termos da Lei 4.320/64 a autorização para a utilização de créditos extraordinários possa ser feita por decreto. 6 Nesse caso, cabe ao Congresso Nacional, no caso da União, regulamentar os efeitos jurídicos dos atos que foram respaldados na medida provisória. 93

6 Cumpre ressaltar, por outro lado, que embora a medida provisória ou o decreto que autoriza os créditos extraordinários sejam instrumentos do chefe do Poder Executivo, ainda assim, não fica dispensada a realização do ato de abertura, por decreto, a exemplo do que ocorre em relação a todos os outros créditos. Desse modo, para a utilização dos créditos extraordinários haverá a edição de dois atos do Poder Executivo: o primeiro, a medida provisória, autorizando a instituição dos créditos, e um segundo, o decreto, abrindo os créditos. A vigência dos créditos extraordinários, a exemplo do que ocorre em relação aos créditos especiais, será dentro do exercício financeiro. No entanto, se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício financeiro, poderão ser reabertos pelos seus saldos no próximo exercício. Quadro sinótico dos créditos adicionais Créditos suplementares Créditos especiais Créditos extraordinários Reforço de dotação orçamentária que se tornou insuficiente. Depende de prévia autorização na LOA ou em lei especial. Aberto por decreto do Poder Executivo. Obrigatória a indicação de recursos. Vigência dentro do exercício financeiro. Não podem ser reabertos no exercício subsequente. Atender a despesas não contempladas no orçamento. Depende de prévia autorização em lei especial. Aberto por decreto do Poder Executivo. Obrigatória a indicação de recursos. Vigência em regra no exercício em que for aberto. Podem ser reabertos no exercício seguinte, desde que o ato de autorização tenha sido promulgado nos últimos quatro meses do exercício. Atender despesas imprevistas e urgentes. Independe de prévia autorização em lei especial, podendo ser autorizado por medida provisória, no caso da União e de estados e municípios que possuem esse instrumento normativo, e por meio de decreto do Poder Executivo, nos demais casos. Aberto por decreto do Poder Executivo. Independe de indicação de recursos. Vigência em regra no exercício em que for aberto. Podem ser reabertos no exercício seguinte, desde que o ato de autorização tenha sido promulgado nos últimos quatro meses do exercício. Fontes de recursos para abertura de créditos adicionais Como visto anteriormente, a autorização para a instituição de créditos adicionais depende, regra geral, da indicação de recursos disponíveis para 94

7 suportar as futuras despesas. Apenas no caso de autorização para abertura de créditos extraordinários é que a obrigatoriedade na indicação dos recursos fica dispensada. No entanto, ainda nesse caso, é possível, caso o governante deseje, indicar os recursos disponíveis para fazer frente aos créditos extraordinários. No caso dos créditos especiais e suplementares, não há outra solução: é necessário indicar claramente de onde virão os recursos para fazer frente às novas despesas. A Lei 4.320/64 traz um rol (relação) de fontes de recursos que estão disponíveis aos governantes para a instituição de créditos suplementares e especiais. Infelizmente para aqueles que vão fazer provas de concurso a lista é grande e frequentemente utilizada pelas bancas. As fontes disponíveis são: o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior; o excesso de arrecadação; os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficam sem despesas correspondentes, desde que haja prévia e específica autorização legislativa; os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em lei; o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las; os resultantes da reserva de contingências, estabelecidos na LOA. Superávit financeiro O superávit financeiro é a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de créditos a eles vinculadas. Para simplificar a explicação, podemos dizer que o ativo financeiro é o conjunto de bens e direitos que uma entidade tem e cuja disponibilidade é imediata 7, tais com dinheiro em caixa, em bancos ou em aplicações financeiras. Já o passivo financeiro integra as obrigações financeiras de curto prazo. A seguir, um esquema resumido da estrutura de um balanço patrimonial: 7 Para quem já estudou contabilidade geral, o ativo financeiro é o equivalente à parte financeira do ativo circulante. 95

8 Ativo (bens e direitos) Ativo financeiro Ativo permanente Passivo (obrigações) Passivo financeiro Passivo permanente Saldo líquido 8 Também conhecido como ativo não financeiro. O balanço patrimonial, como o próprio nome indica, representa o estado dos bens, direitos e obrigações de determinada entidade, ou seja, de seu patrimônio. Na contabilidade pública, os bens de natureza financeira (dinheiro em caixa, em bancos, em aplicações financeiras, cauções, depósitos etc.) são classificados no ativo financeiro, ao passo que os bens e direitos não financeiros (direitos, créditos a receber, bens móveis e imóveis, mercadorias) são classificados no ativo permanente 8. Ao fim de cada exercício são apurados os demonstrativos contábeis de todas as entidades públicas. Por lei, cada entidade pública deve apresentar à sociedade quatro demonstrativos: o balanço patrimonial; o balanço financeiro; o balanço orçamentário; a demonstração das variações patrimoniais. No caso do balanço patrimonial, caso o ativo financeiro venha a superar o passivo financeiro, dizemos que existe um superávit financeiro. Portanto, é importante notar que o superávit ou déficit financeiro é apurado no balanço patrimonial. Os examinadores costumam afirmar que o superávit é apurado no balanço financeiro, acabando por confundir o candidato. 9 E não no mesmo exercício, como alguns examinadores tentam induzir os candidatos a erro. Outro detalhe que muitas vezes pode passar despercebido é o fato do superávit financeiro, que pode ser utilizado como fonte para a abertura de créditos suplementares e especiais, ser apurado no balanço patrimonial do exercício anterior. Desse modo, ao fim de cada exercício temos um balanço patrimonial, demonstrando a situação patrimonial de cada ente no dia 31/12. Se nesse balanço patrimonial houver mais ativos financeiros do que passivos financeiros, este saldo, chamado de superávit financeiro poderá ser usado no exercício seguinte. 9 96

9 Vamos supor, por exemplo, que no balanço patrimonial de um determinado ente público tenha sido apurado um superávit financeiro em 31/12/X1. Desse modo, haverá saldo para abertura de créditos especiais e suplementares para utilização em X2. Por fim, é muito importante destacar que o superávit financeiro, apurado em balanço patrimonial do exercício anterior, quando for utilizado como fonte para a abertura de créditos suplementares e especiais, deve conjugar, ainda, os saldo dos créditos extraordinários e especiais transferidos e as operações de crédito a eles vinculadas 10. Créditos extraordinários e especiais transferidos são aqueles que vieram do exercício anterior, em razão de terem sido instituídos nos últimos quatro meses do ano fiscal. É a hipótese, já discutida anteriormente, que permite a reabertura, sob algumas condições, dos créditos extraordinários e especiais, exceção ao princípio da anualidade. A transferência de créditos extraordinários e especiais de um exercício financeiro para outro, embora possível, impacta negativamente a disponibilidade para a abertura de novos créditos especiais e suplementares que possam ser abertos com base no superávit financeiro. É que a reabertura desses créditos (especiais e extraordinários) tem efeito contábil semelhante à abertura de créditos novos, de modo que a disponibilidade financeira fica reduzida pelo valor transferido de um orçamento para outro. Por outro lado, se houver operações de crédito vinculada 11 a esses créditos especiais e extraordinários reabertos e ainda não utilizados, a Lei 4.320/64 manda adicioná-las ao saldo do superávit financeiro para fins de apuração do valor disponível para abertura de créditos suplementares e especiais nessa fonte. É que a contabilidade pública nacional contabiliza as operações de crédito como receitas, embora elas não possuam essa natureza contábil 12. Sendo assim, as operações de crédito vinculadas a créditos especiais e extraordinários reabertos, e que ainda não foram utilizadas, devem ser adicionadas ao saldo disponível para a abertura de créditos adicionais suplementares e especiais. 10 Artigo 43, 2.º, da Lei 4.320/ Como visto, os créditos adicionais podem ser abertos com origem em diversas fontes de recursos: superávit financeiro, excesso de arrecadação, anulação de despesa, operações de crédito etc. Quando o Governo não dispõe de superávit financeiro em balanço patrimonial, não tem excesso de arrecadação e não quer remanejar ou anular despesas, é comum a abertura de créditos suplementares e especiais com fonte em operações de crédito. Essas operações de crédito aumentam a disponibilidade de caixa e permitem a utilização dos créditos adicionais. Nesse caso, chamamos esses créditos adicionais de créditos vinculados a operações de crédito. 12 Analogia pode ser feita com o assalariado que considera o cheque especial no banco como parte de seu salário e não como uma dívida. Do ponto de vista da ciência da contabilidade, operações de crédito não são receitas; no entanto, na Contabilidade Pública nacional, como a contratação de empréstimos gera fluxo de caixa, as operações de crédito são contabilizadas como receitas. 97

10 SUPERÁVIT FINANCEIRO = (ATIVO FINANCEIRO PASSIVO FINANCEIRO) CAR + OCV Onde: CAR créditos adicionais especiais e extraordinários reabertos. OCV operações de créditos vinculados aos CAR e ainda não utilizadas. Exemplo: Vamos supor que determinado ente estatal disponha em seu balanço patrimonial de X1, o valor R$100,00 em ativo financeiro e de R$80,00 em passivo financeiro. Houve, ainda, a transferência de R$5,00 em créditos adicionais especiais de X1 para X2, que foram reabertos. Em X2 também houve a reabertura de R$7,00 em créditos adicionais extraordinários de X1. As operações de crédito vinculadas a esses créditos somam R$5,00. Qual o valor do superávit financeiro disponível para abertura de créditos especiais e suplementares em X2? Superávit financeiro = Ativo Financeiro (R$100) Passivo Financeiro (R$80) Créditos Reabertos (R$5 + R$7) + Operações de Crédito Vinculadas aos CAR (R$5) = R$13,00. Deste modo, o montante de créditos adicionais especiais e extraordinários que ainda podem ser abertos em X2 cuja fonte é superávit financeiro é R$13,00. Excesso de arrecadação Quando a lei orçamentária anual é aprovada, dizemos que a despesa é fixada e a receita é prevista. Isso porque a despesa, por sua própria natureza, é algo mais previsível e fácil de controlar. Se determinado valor de despesa estabelecido em lei for atingido, é fácil verificar essa situação e impedir novos gastos. No entanto, no caso da receita, a situação é um pouco diversa. A receita é mais imprevisível, pois é difícil estimar, antes de sua ocorrência, o valor exato das transações tributárias que serão realizadas pelos contribuintes ou o valor dos serviços que serão remunerados por taxa. Por esse motivo, a receita é estimada, prevista e não fixada em um valor exato qualquer. 98

11 Desse modo, como a receita é uma estimativa de um valor real que só será conhecido durante a execução orçamentária, é possível que a receita real seja maior, igual ou menor do que a estimada. Caso a receita realizada seja maior do que a receita que foi prevista, estamos diante de um excesso de arrecadação. Caso contrário, se a receita prevista for maior do que a realizada, temos uma insuficiência de arrecadação. Evidentemente uma insuficiência de arrecadação é um sinal de que as coisas não vão muito bem. Ou houve uma superestimativa da receita ou, por algum motivo, a receita prevista não está sendo realizada da forma planejada. Pode ser que o momento econômico não seja dos melhores, que o país esteja atravessando uma crise, ou outras coisas do gênero. Nessa situação, não é possível a abertura de créditos suplementares ou especiais com base em excesso de arrecadação, embora seja possível a abertura desses créditos com base em outras fontes. Por outro lado, caso tenhamos um excesso de arrecadação, esse valor positivo entre as receitas realizadas e previstas pode ser utilizado como fonte para abertura de créditos especiais e suplementares. No entanto, é preciso que se verifique se esse excesso de arrecadação é uma tendência do exercício ou se houve apenas um caso ou outro isolado em que a arrecadação realizada superou as previsões. Assim, chamamos de excesso de arrecadação o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício. Como visto anteriormente, os créditos extraordinários não precisam que se indique os recursos para a sua abertura. No entanto, eventual compensação desse fato é feita quando da abertura de créditos suplementares e especiais, quando a fonte dos recursos é o excesso de arrecadação. É que caso tenham sido abertos créditos extraordinários sem indicação da fonte de recursos, no momento de apurar o excesso de arrecadação, esses créditos abertos no período devem ser descontados do cálculo. EXCESSO DE ARRECADAÇÃO = RECEITA REALIZADA RECEITA PREVISTA CRÉDITOS EXTRAORDINÁRIOS ABERTOS NO EXERCÍCIO 99

12 13 Como visto, depois de aprovada, a LOA em vigor ainda pode receber alterações, por meio da lei de créditos adicionais. No entanto, nesse caso a iniciativa é exclusiva do chefe do Poder Executivo, não se podendo mais falar em emendas. Créditos adicionais Lei 4.320/64, artigos 40 ao 46 Veto, emenda e rejeição do projeto de lei orçamentária Enquanto ainda não é lei, e está tramitando no Poder Legislativo, a LOA é chamada de projeto. Apenas enquanto permanece nessa condição de projeto (ou seja, antes de ser aprovada) é que a LOA (e as demais leis orçamentárias também) pode receber emendas parlamentares. O termo emenda é utilizado exclusivamente para se referir às alterações feitas por parlamentares ao projeto de lei 13. A Constituição Federal estabeleceu vários requisitos para que as emendas parlamentares sejam aprovadas; a principal delas é a de que a emenda deva indicar a fonte de recursos, sendo admitida apenas a proveniente de anulação de despesas. Embora, na maioria das vezes, é isso que acontece, uma despesa é substituída por outra no seio do parlamento, teoricamente é admissível a utilização de emendas supressivas, ou seja, aquelas que reduzem o montante gasto sem apontar outra despesa em seu lugar. Nesse caso, teremos o que a Constituição Federal chama de recursos sem despesas correspondentes em razão de emenda. Esses recursos estavam previstos no orçamento, mas foram cancelados por emenda parlamentar. Portanto, podem ser, depois de aprovada a lei, utilizados como fonte para abertura de créditos adicionais suplementares e especiais. Caso semelhante ocorre quando do veto presidencial a alguma despesa consignada na lei orçamentária. É que, depois de aprovada no parlamento, a lei orçamentária anual segue para sanção presidencial. O presidente da República pode vetar alguns dispositivos da lei (inclusive, despesas) ou ela toda. Este último caso, que chamamos de rejeição do projeto de lei orçamentária, é a situação de veto total. Tanto em um caso como no outro teremos recursos disponíveis que ficaram sem as despesas correspondentes. Nessas situações, os recursos podem ser utilizados mediante créditos adicionais especiais e extraordinários. 100

13 Recursos resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias A anulação de uma despesa para a realização de outra é o caso mais clássico e comum para a criação de créditos adicionais. O governante pode, por exemplo, anular a dotação relativa à construção de um hospital para criar outra dotação de valor equivalente para a construção de duas escolas. Na verdade, a anulação parcial ou total de dotações orçamentárias são fatos meramente permutativos, onde se anulam total ou parcialmente determinadas despesas previstas no orçamento, remanejando os recursos para outra dotação, desde que tais remanejamentos sejam permitidos na LDO. Operações de crédito Quando o governante não dispõe de superávit financeiro ou de excesso de arrecadação, e não pode ou não quer cortar as despesas para executar outras, ele ainda pode realizar operações de crédito para instituir os créditos adicionais suplementares e especiais. As operações de crédito são, portanto, uma forma rápida de gerar fluxo de caixa imediato, com a desvantagem de haver cobrança de juros, algo inexistente nas outras opções. A Contabilidade Pública nacional divide as operações de crédito em dois tipos: de longo prazo; de curto prazo. As operações de crédito de longo prazo necessitam de autorização orçamentária (legislativa) tanto para a sua contratação como para a sua amortização. Já as operações de curto prazo independem de autorização legislativa, a exemplo do que ocorre com as operações de crédito por antecipação de receita orçamentária. Em ambos os casos é possível utilizá-las para a abertura de créditos adicionais especiais e suplementares. 101

14 Reserva de contingência A reserva de contingência é uma dotação orçamentária que, diferentemente de todas as outras, está consignada globalmente, em exceção ao princípio da especificação. A reserva de contingência é, basicamente, uma poupança destinada a atender situações imprevistas ou imprevisíveis, à época da elaboração do orçamento, não especificada ou destinada a órgão, fundo ou despesa. No entanto, caso seja necessária a sua utilização, ela pode ser feita diretamente ou por meio de créditos adicionais suplementares ou especiais. Na verdade, o que acaba acontecendo no segundo caso é uma situação particular de anulação de despesa, vista anteriormente. O orçamento consigna uma despesa chamada reserva de contingência que, uma vez anulada, serve de fonte para a autorização de créditos suplementares e especiais. Por esse motivo, as reservas de contingência também são consideradas, inclusive por força de lei, como fonte apta para abertura de créditos adicionais. Atividades 1. (Cespe) Créditos adicionais são autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas ou programadas na lei orçamentária anual. A esse respeito, julgue os itens a seguir utilizando verdadeiro (V) ou falso (F). (( (( O superávit financeiro, apurado bimestralmente no balanço patrimonial do exercício, é fonte de recursos para abertura de crédito adicional. O crédito adicional especial deverá ser empregado em casos de calamidade pública. 2. (Cespe) O orçamento público é o planejamento feito pela administração pública para atender, durante determinado período, aos planos e programas de trabalho por ela desenvolvidos. Com relação às características e ao tratamento a ser dado aos créditos adicionais, julgue os itens a seguir. 102

15 I. As autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas na lei de orçamento são denominadas créditos adicionais. II. Os créditos adicionais são classificados em créditos suplementares, créditos especiais e créditos extraordinários. III. O ato que abrir crédito adicional indicará a importância, a espécie do mesmo e a classificação da despesa, até onde for possível. IV. A abertura de créditos extraordinários depende de autorização prévia, que pode ser incluída na própria lei de orçamento ou em lei especial. V. Os créditos especiais são destinados a despesas urgentes e imprevisíveis, como em caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública. Estão certos os itens: a) I, II e III. b) I, II e V. c) I, III e IV. d) II, IV e V. e) III, IV e V. 3. (Cespe) Com base na Lei de Diretrizes Orçamentárias, assinale a opção correta em relação aos créditos orçamentários e adicionais. a) Os créditos adicionais devem ser aprovados pelo Congresso Nacional e abertos mediante decreto do presidente da República. b) Projetos de lei relativos a créditos adicionais encaminhados pelo Poder Judiciário devem conter parecer de mérito emitido pelo STF. c) Créditos suplementares autorizados na lei orçamentária e solicitados no âmbito do Poder Judiciário mediante compensação de recursos devem ser abertos por ato dos presidentes dos respectivos tribunais superiores. 103

16 d) A reabertura de saldo de crédito especial autorizado nos últimos quatro meses do exercício financeiro anterior, se necessária, deve ser efetuada por meio de decreto do presidente da República. e) Caso o projeto de lei orçamentária não seja sancionado até 31 de dezembro, os créditos orçamentários propostos estarão automaticamente abertos. 4. (Cespe) Os créditos extraordinários são destinados a despesas urgentes e imprevistas. Quanto aos requisitos para sua abertura e vigência, julgue os itens utilizando verdadeiro (V) ou falso (F). (( (( A abertura de créditos extraordinários depende da existência de recursos e deve ser precedida de justificativa. Se a autorização para a abertura dos créditos extraordinários for promulgada nos quatro últimos meses do exercício esses créditos poderão ser reabertos nos limites dos seus saldos, sendo incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente. Dicas de estudo Tem-se percebido que muitos alunos gostam de estudar a parte escrita dos materiais, mas quando adicionamos números às aulas, muitos simplesmente, pulam o assunto. No entanto, cada vez mais, as provas de orçamento público têm surpreendido alunos solicitando a realização de contas simples, mas que a maioria deixou de estudar por simples negligência. Não faça isso: aprenda a fazer as contas para calcular o superávit financeiro disponível para a abertura de créditos adicionais suplementares e especiais. Especial atenção também deve ser dada ao cálculo do excesso de arrecadação. Ambas são contas simples de se executar e podem fazer a diferença na sua aprovação. 104

17 Referências GAMA JR, Fernando Lima. Fundamentos de Orçamento Público e Direito Financeiro. São Paulo: Campus, Gabarito 1. F, F 2. A 3. D 4. F, V 105

18

Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA. No encontro de hoje, um assunto MUITO cobrado em concursos públicos. Acredite, é MUITO mesmo!!!

Prof. GUSTAVO BICALHO FERREIRA. No encontro de hoje, um assunto MUITO cobrado em concursos públicos. Acredite, é MUITO mesmo!!! No encontro de hoje, um assunto MUITO cobrado em concursos públicos. Acredite, é MUITO mesmo!!! Eis que apresento: Créditos Adicionais. CRÉDITOS ADICIONAIS O assunto é disposto principalmente na Lei nº

Leia mais

Segundo o art. 41 da Lei nº 4.320/64 os créditos adicionais classificam-se em: I - suplementares: os destinados a reforço de dotação orçamentária;

Segundo o art. 41 da Lei nº 4.320/64 os créditos adicionais classificam-se em: I - suplementares: os destinados a reforço de dotação orçamentária; 1 - MECANISMOS RETIFICADORES DO ORÇAMENTO Alipio Reis Firmo Filho www.editoraferreira.com.br 1.1 Conceito de Crédito Adicional O orçamento anual é produto de um processo de planejamento que incorpora as

Leia mais

O QUE FAZER COM OS RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES NA LOA EM RAZÃO DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO?

O QUE FAZER COM OS RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES NA LOA EM RAZÃO DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO? O QUE FAZER COM OS RECURSOS SEM DESPESAS CORRESPONDENTES NA LOA EM RAZÃO DE VETO, EMENDA OU REJEIÇÃO? Robison Carlos Miranda Pereira Aluno do 7º período do curso de Direito do Unicentro Newton Paiva, graduado

Leia mais

Câmara Municipal de Curitiba

Câmara Municipal de Curitiba Câmara Municipal de Curitiba GABINETE DA VEREADORA PROFESSORA JOSETE PARECER Nº COMISSÃO DE ECONOMIA, FINANÇAS E FISCALIZAÇÃO Projeto de Lei Ordinária: Leis Orçamentárias nº 013.00002.2013 Ementa: Dispõe

Leia mais

Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT

Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT Prezados Acadêmicos Iremos abordar os aspectos mais relevantes

Leia mais

TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE LEI DA LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL LOA: AUMENTO DA DESPESA TOTAL FIXADA PELO EXECUTIVO

TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE LEI DA LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL LOA: AUMENTO DA DESPESA TOTAL FIXADA PELO EXECUTIVO TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE LEI DA LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL LOA: AUMENTO DA DESPESA TOTAL FIXADA PELO EXECUTIVO Prezados amigos concursandos! Desejo a todos que estão se preparando para o concurso do TCU um

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais

Francisco Paulo Pimenta Maria Tereza de Araújo Serra

Francisco Paulo Pimenta Maria Tereza de Araújo Serra TEXTO: FINANCIAMENTO (MECANISMOS E INSTRUMENTOS) Diretrizes Orçamentárias, Plano Integrado e Orçamento Público da União, Estados, Distrito Federal e Municípios: conhecer para exigir, exigir para incluir,

Leia mais

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos.

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Vamos ao nosso assunto de hoje! Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO: A LDO é

Leia mais

Conhecimentos Básicos de Administração Financeira e Orçamentária. Prof. Alessandro Lopes. Prof. Alessandro Lopes 1

Conhecimentos Básicos de Administração Financeira e Orçamentária. Prof. Alessandro Lopes. Prof. Alessandro Lopes 1 Conhecimentos Básicos de Administração Financeira e Orçamentária Prof. Alessandro Lopes Prof. Alessandro Lopes 1 Módulo I 1. Orçamento na Constituição de 1988 2. Leis Orçamentárias: PPA, LDO, LOA. 3. Orçamento

Leia mais

LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. CAPITULO I DOS OBJETIVOS

LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. CAPITULO I DOS OBJETIVOS LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. O Sr. Ademir Macorin da Silva, Prefeito Municipal de Tapurah, Estado de Mato Grosso, no

Leia mais

LEI N. 084/91. O PREFEITO MUNICIPAL DE ALTO TAQUARI, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, etc.

LEI N. 084/91. O PREFEITO MUNICIPAL DE ALTO TAQUARI, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, etc. LEI N. 084/91 Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ALTO TAQUARI, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, etc. Faço saber que a Câmara

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

Desejo a todos que realizem uma excelente preparação para esse e outros concursos.

Desejo a todos que realizem uma excelente preparação para esse e outros concursos. ..FUNDOS ESPECIAIS Amigos e amigas estudantes do Ponto dos Concursos! Com a aproximação do concurso do TCU, estamos programando três cursos on line específicos para esse certame: Contabilidade Pública,

Leia mais

Emendas a projetos de lei de crédito adicional

Emendas a projetos de lei de crédito adicional Emendas a projetos de lei de crédito adicional FRANCISCO DE PAULA SCHETTINI SUMÁRIO 1. Introdução. 2. Créditos adicionais. 2.1. Classificação. 2.2. Créditos extraordinários. 2.3. Créditos suplementares

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

No que se refere ao funcionamento e às normas que regem a elaboração do orçamento público, julgue os próximos itens.

No que se refere ao funcionamento e às normas que regem a elaboração do orçamento público, julgue os próximos itens. Observação: As questões foram analisadas antes da divulgação do gabarito pelo CESPE. No que se refere ao funcionamento e às normas que regem a elaboração do orçamento público, julgue os próximos itens.

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA GLOSSÁRIO A AÇÃO GOVERNAMENTAL: Conjunto de operações, cujos produtos contribuem para os objetivos do programa governamental. A ação pode ser um projeto, atividade ou operação especial. ADMINISTRAÇÃO DIRETA:

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias A ARTE DE GOVERNAR (segundo Matus) PROJETO DE GOVERNO SABER ARTICULAR GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA Plano de Governo: Base do Planejamento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS,

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. Institui o Fundo Municipal de Saúde e da outras providencias.. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito Municipal,

Leia mais

PORTARIA N o 15, DE 28 DE ABRIL DE 2015. (publicada no DOU de 29/04/15, Seção I, página 87)

PORTARIA N o 15, DE 28 DE ABRIL DE 2015. (publicada no DOU de 29/04/15, Seção I, página 87) PORTARIA N o 15, DE 28 DE ABRIL DE 2015. (publicada no DOU de 29/04/15, Seção I, página 87) Estabelece procedimentos a serem observados pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, pelo Ministério

Leia mais

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991.

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUIS HELOSMAN DE FIGUEIREDO, PREFEITO MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA, ESTADO

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI

APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS. Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI APROVAÇÃO DAS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Kilmer Távora Teixeira Auditor Governamental CGE/PI BASE LEGAL Constituição Federal de 1988, Título VI, artigos 165 a 169; Lei 4.320, de 17/03/64; Lei de Responsabilidade

Leia mais

QUESTÕES DE AFO SIMULADO 1 ANALISTA ADMINISTRATIVO DO TRF

QUESTÕES DE AFO SIMULADO 1 ANALISTA ADMINISTRATIVO DO TRF QUESTÕES DE AFO SIMULADO 1 ANALISTA ADMINISTRATIVO DO TRF 01 No momento da elaboração do projeto de lei orçamentária anual deve se atentar para algumas normas contidas nas legislações pertinentes à matéria.

Leia mais

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL RELATÓRIO CONTÁBIL Anexo I RELATÓRIO CONTÁBIL Análise das contas orçamentárias, financeiras, patrimoniais e das incorporações referentes aos balanços das unidades que compõe a no exercício de 2007. I APRESENTAÇÃO

Leia mais

TESTE RÁPIDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (A)

TESTE RÁPIDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (A) TESTE RÁPIDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (A) ADMINISTRAÇÃO FINANCEEIRA E ORÇAMENTÁRIA (AFO) 1) (CESPE - Analista Administrativo Administrador - ANP 2013) De acordo com o princípio da especialização,

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária (Prof. Paulo Bijos)

Administração Financeira e Orçamentária (Prof. Paulo Bijos) Administração Financeira e Orçamentária (Prof. Paulo Bijos) Aula 11 2010 Exercícios Funções de Governo (alocativa, distributiva e estabilizadora) CESPE ACE-TCU 2008. (E) A teoria de finanças públicas consagra

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

Execução Orçamentária e Financeira

Execução Orçamentária e Financeira Execução Orçamentária e Financeira Introdutório aos cursos dos Sistemas de Contabilidade e Gastos Públicos Setembro / 2008 Administração Pública Classifica-se, conforme a CF/88 em: Administração Direta

Leia mais

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal.

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NO SETOR PÚBLICO Adriana Oliveira Nogueira Universidade de Fortaleza (UNIFOR-CE) adriana@secon.ce.gov.br Manuel Salgueiro Rodrigues Júnior Universidade

Leia mais

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal.

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal. QUESTÕES DE CONCURSOS Colega estudante! Colegas Concursandos e candidatos ao TCU e STF! Desejo-lhes uma mente ILUMINADA na hora das provas e que a sorte lhe acompanhe em todas as fases desse concurso.

Leia mais

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC.

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC. 1 ANEXO III - PT/MPS Nº 95, DE 06 DE MARÇO DE 2007 DOU DE 07.03.07 MODELOS E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SÃO AS EXTRAÍDAS DOS LIVROS, REGISTROS E

Leia mais

PORTARIA SOF N o 10, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. (publicada no DOU de 13/02/14, Seção I, página 103)

PORTARIA SOF N o 10, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. (publicada no DOU de 13/02/14, Seção I, página 103) PORTARIA SOF N o 10, DE 12 DE FEVEREIRO DE 201. (publicada no DOU de 13/02/1, Seção I, página 103) Estabelece procedimentos a serem observados pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, pelo Ministério

Leia mais

AULA Nº 01: PLANEJAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE I.

AULA Nº 01: PLANEJAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE I. AULA Nº 01: PLANEJAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE I. Caros colegas! Iniciaremos, hoje, o estudo dos principais pontos relativos aos instrumentos de planejamento da administração pública, previstos

Leia mais

Professor Fernando Aprato. Esse material foi compilado pelo Prof: Fernando Aprato para a turma de Técnico do TRT_4 concurso de 2011.

Professor Fernando Aprato. Esse material foi compilado pelo Prof: Fernando Aprato para a turma de Técnico do TRT_4 concurso de 2011. Esse material foi compilado pelo Prof: Fernando Aprato para a turma de Técnico do TRT_4 concurso de 2011. USO EXCLUSIVO DOS ALUNOS MATRICULADOS TCM_CE/Analista _ Controle _ Externo Inspeção _ Governamental/FCC/2010

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

Nota Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário.

Nota Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário. Técnica n. 001/2015/GECOG Vitória, 13 de janeiro de 2015. Assunto: Registro de Passivos sem Suporte Orçamentário. 1 Trata-se de orientação acerca do reconhecimento contábil de obrigações sem suporte orçamentário

Leia mais

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre critérios a serem adotados na execução orçamentária e financeira do Poder Executivo do Município de Goiânia para o exercício

Leia mais

Gestão de Finanças Públicas

Gestão de Finanças Públicas APRESENTAÇÃO Desde a primeira edição deste livro mencionamos como os avanços no arcabouço institucional e instrumental de gestão financeira foram relevantes para que o governo brasileiro, efetivamente,

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008

DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 DECRETO Nº 30226 DE 8 DE DEZEMBRO DE 2008 Regulamenta o Fundo Especial Projeto Tiradentes, criado pela Lei nº 3.019, de 2000, de 3 de maio de 2000. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO

ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PROGRAMA É a lei de iniciativa do Poder Executivo e aprovada pelo Poder Legislativo, que estima a receita e fixa a despesa para o exercício financeiro UNIVERSIDADE FEDERAL DO

Leia mais

40 questões sobre princípios orçamentários Material compilado pelo Prof: Fernando Aprato para o concurso do TCE-RS 2011.

40 questões sobre princípios orçamentários Material compilado pelo Prof: Fernando Aprato para o concurso do TCE-RS 2011. 1 40 questões sobre princípios orçamentários Material compilado pelo Prof: Fernando Aprato para o concurso do TCE-RS 2011. TRT_22/Técnico_Judiciário_Administrativa/FCC/2010 - E05 9 1. A exclusividade concedida

Leia mais

ANEXO X _ PROCEDIMENTOS PARA MODIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E PROGRAMÁTICA

ANEXO X _ PROCEDIMENTOS PARA MODIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E PROGRAMÁTICA Superintendência de Orçamento Público MANUAL DE ORÇAMENTO PÚBLICO _ MOP ANEXO X _ PROCEDIMENTOS PARA MODIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E PROGRAMÁTICA Versão 2011 1 ANEXO X PROCEDIMENTOS PARA MODIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

2º ano 3º ano 4º ano. Executa PPA e LOA 4. Fev. Executa PPA e LOA 2. Elabora LDO 3. Executa PPA e LOA 1. Elabora LDO 2.

2º ano 3º ano 4º ano. Executa PPA e LOA 4. Fev. Executa PPA e LOA 2. Elabora LDO 3. Executa PPA e LOA 1. Elabora LDO 2. 1º. Ano de mandato executa PPA do governo anterior 2º ano 3º ano 4º ano 1º ano do proximo mandato Jan. Elabora PPA e LDO 1. Executa PPA e LOA 1. Elabora LDO 2. Executa PPA e LOA 2. Elabora LDO 3. Executa

Leia mais

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL Aspectos Contabilidade Pública Contabilidade Geral Legislação Lei nº 4.320/64 Lei nº 6.404/76 Princípios PFC e Princípios PFC

Leia mais

Resolução de Questões Administração Prof. Carlos Ramos 07.10.2008

Resolução de Questões Administração Prof. Carlos Ramos 07.10.2008 01 - (CESPE-ACE-TCU/2004) - No sistema brasileiro de planejamento e orçamento, exige-se a integração entre o plano plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias e o orçamento anual. Para tanto, o plano

Leia mais

5.4 Balanço Patrimonial

5.4 Balanço Patrimonial IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, considerando-se também para as despesas em regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os

Leia mais

PROCESSO - TC-1074/2006 INTERESSADO - PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ASSUNTO - CONSULTA

PROCESSO - TC-1074/2006 INTERESSADO - PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ASSUNTO - CONSULTA PROCESSO - TC-1074/2006 INTERESSADO - PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ASSUNTO - CONSULTA CRÉDITOS SUPLEMENTARES - EXISTÊNCIA DE AUTORIZAÇÃO PARA SUPLEMENTAÇÃO DE DETERMINADA IMPORTÂNCIA

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública.

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública. Contabilidade Pública Aula 1 Apresentação Prof. Adilson Lombardo Aula 1 Conceitos e definições Bases legais Contabilidade Pública Orçamento Público Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas 16 Normas

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 03. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 03. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Olá, ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À Aula 03 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Dando continuidade ao nosso estudo dirigido, hoje veremos os seguintes tópicos: 01.04.04

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 20.934/2014

PROJETO DE LEI Nº 20.934/2014 PROJETO DE LEI Nº 20.934/2014 Estima a Receita e fixa a Despesa do Estado para o exercício financeiro de 2015. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono

Leia mais

Superavit financeiro em balanço patrimonial de autarquia como fonte de recurso para abertura de crédito suplementar

Superavit financeiro em balanço patrimonial de autarquia como fonte de recurso para abertura de crédito suplementar RELATOR: CONSELHEIRO MAURI TORRES Superavit financeiro em balanço patrimonial de autarquia como fonte de recurso para abertura de crédito suplementar DICOM TCEMG EMENTA: CONSULTA CONTROLADORIA-GERAL DO

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/2010 66. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS Atualizado em 14/10/2015 CLASSIFICAÇÕES DA DESPESA ESFERA ORÇAMENTÁRIA A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI: 01/2014 Versão nº: 01 Data da Aprovação: 31/03/2014 Ato de Aprovação: Decreto Municipal nº 074/2014. Unidade Responsável: Departamento Financeiro da Secretaria Municipal de Finanças

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CRC-DF DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Domingos Poubel de Castro Brasília/DF, 18 de Maio de 2012 NECESSIDADES PERMANENTES DO GESTOR INFORMAÇÕES CONTROLE Cenário Externo 0800 570 0800

Leia mais

COMENTÁRIOS PROVA CGU 2008

COMENTÁRIOS PROVA CGU 2008 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (PROVA 2) 32- No Brasil, para que o controle orçamentário se tornasse mais eficaz, ao longo dos anos, tornou-se necessário estabelecer alguns princípios que orientassem

Leia mais

Gestão pública empreendedora e ciclo do Governo Federal

Gestão pública empreendedora e ciclo do Governo Federal Gestão pública empreendedora e ciclo do Governo Federal Gestão pública empreendedora Gustavo Justino de Oliveira* Consoante documento 1 elaborado pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento,

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Expositor: Simão Cirineu Dias

Expositor: Simão Cirineu Dias Expositor: Simão Cirineu Dias Lei Orçamentária Anual; Execução Orçamentária; Fundos, Divida Ativa e Dívida Pública; Contabilidade Pública; Controle e Avaliação Controle Interno, Externo e Social e Avaliação

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 4.1.1 - FLUXOGRAMA ORÇAMENTO LEGISLAÇÃO. Planejamento e Orçamento PPA Audiência Pública Legislativo Apreciação Executivo - Sanção Audiência Pública LDO Legislativo -

Leia mais

CREDITOS EXTRAORDINÁRIOS E AS MEDIDAS PROVISÓRIAS

CREDITOS EXTRAORDINÁRIOS E AS MEDIDAS PROVISÓRIAS CREDITOS EXTRAORDINÁRIOS E AS MEDIDAS PROVISÓRIAS Colegas concursandos! Aos candidatos a uma vaga no TCU desejo-lhes muita paz e tranqüilidade para que tenham um excelente desempenho na prova. Que a sua

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ LEI Nº 5456, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Sumaré para o exercício financeiro de 2013, e dá outras providências.- O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ seguinte

Leia mais

Subsecretaria de Planejamento e Orçamento Maio de 2010

Subsecretaria de Planejamento e Orçamento Maio de 2010 CAPACITAÇÃO EM ORÇAMENTO PÚBLICO Maio de 2010 1 ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS -Créditos Adicionais -Outras Alterações Orçamentárias 2 BASE LEGAL = Constituição Federal = Lei 4.320/64 Estatui Normas Gerais de

Leia mais

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Direito Tributário Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

AULA Nº 02: PLANO PLURIANUAL - PARTE II

AULA Nº 02: PLANO PLURIANUAL - PARTE II AULA Nº 02: PLANO PLURIANUAL - PARTE II Olá amigos concursandos! Primeiramente gostaria de externar a nossa alegria e parabenizar a todos os felizardos aprovados para AFRF. Parabéns e sucesso na carreira!

Leia mais

Como deve ser do conhecimento de todos, o edital do concurso para Analista e Técnico do TCU foi publicado dia 20.07, exatamente conforme programado.

Como deve ser do conhecimento de todos, o edital do concurso para Analista e Técnico do TCU foi publicado dia 20.07, exatamente conforme programado. CRÉDITOS ADICIONAIS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS Prezado amigo concursando! Como deve ser do conhecimento de todos, o edital do concurso para Analista e Técnico do TCU foi publicado dia 20.07, exatamente

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES QUESTÕES 01) Fazem parte do grupo de contas do : A) Duplicatas a Receber Caixa Duplicatas a Pagar. B) Terrenos Banco Conta Movimento Credores Diversos. C) Duplicatas a Pagar Caixa Adiantamentos de Clientes.

Leia mais

PROVA CONTÁBEIS. A) painel de controle. B) windows explorer. C) internet explorer. D) calculadora. E) paint.

PROVA CONTÁBEIS. A) painel de controle. B) windows explorer. C) internet explorer. D) calculadora. E) paint. PROVA CONTÁBEIS 01. Quando selecionamos um arquivo e pressionamos simultaneamente as teclas SHIFT e DEL (ou DELETE) no sistema operacional Windows, estamos A) enviando o arquivo para a pasta Meus Documentos.

Leia mais

CESPE 2009/2010-PROF FLÁVIO ASSIS

CESPE 2009/2010-PROF FLÁVIO ASSIS CESPE 2009/2010-PROF FLÁVIO ASSIS SAD-PE/2010- FINANÇAS PÚBLICAS 15)A seção II do capítulo referente às finanças públicas, estabelecido na CF, regula os denominados orçamentos. Tendo por parâmetro as normas

Leia mais

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE

QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE QUESTÕES DE AFO E CONTABILIDADE PÚBLICA ANALISTA JUDICIÁRIO CONTABILIDADE - STM/2011 ÚLTIMA PARTE Prezado internauta e estudante do Ponto dos Concursos! Desejo a todos uma mente ILUMINADA e que tenham

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte LEI N o 10.933, DE 11 DE AGOSTO DE 2004. Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2004/2007. Lei: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Art.

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2005. (Do Sr. GERALDO RESENDE) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2005. (Do Sr. GERALDO RESENDE) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2005 (Do Sr. GERALDO RESENDE) Autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Universidade Federal do Pantanal, por desmembramento da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso

Leia mais

O Consórcio Publico Portal do Sertão, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. RESOLUÇÃO Nº 001/2015 LOA 2015

O Consórcio Publico Portal do Sertão, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. RESOLUÇÃO Nº 001/2015 LOA 2015 ANO. 2015 ELETRÔNICO - PORTAL DO SERTÃO 1 O Consórcio Publico Portal do Sertão, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. RESOLUÇÃO Nº 001/2015 LOA 2015 EstimaareceitaefixaadespesadoConsórciopúblicodeDesenvolvimento

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

Administração Financeira Orçamentária- prof. Daniel Dantas

Administração Financeira Orçamentária- prof. Daniel Dantas Administração Financeira Orçamentária- prof. Daniel Dantas 1 - O atendimento ao princípio orçamentário da universalidade é condição necessária para que o ente governamental possa realizar operações de

Leia mais

2. MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA

2. MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 1 2. MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA... 1 3. PROCEDIMENTOS E CONTABILIZAÇÃO NO FIPLAN... 3 3.1 REGISTROS CONTÁBEIS DA DÍVIDA ATIVA... 5 3.1.1 REGISTRO DA INSCRIÇÃO DO CRÉDITO EM DÍVIDA

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS Novembro/2009 Secretaria de Orçamento Federal Novembro/2009 Instituição Ministério do Planejamento, Secretaria de Orçamento Federal DEPT. PROGR. INFRAESTRUT.

Leia mais

RECEITA. Despesas Correntes, sob forma: Tributária Patrimonial Industrial Recursos financeiros Outras. Tributo: Definição: Receita derivada,

RECEITA. Despesas Correntes, sob forma: Tributária Patrimonial Industrial Recursos financeiros Outras. Tributo: Definição: Receita derivada, RECEITA Definição : receita recebida de pessoa de direito público Definição: Receita recebida de pessoas de direito público ou privado, ou privado, para atender despesas classificáveis em para atender

Leia mais

CONSULTA N. 809.491 EMENTA:

CONSULTA N. 809.491 EMENTA: Utilização do saldo positivo da reserva do regime próprio de previdência social para abertura de créditos adicionais suplementares. Arquivamento de notas de empenho pela administração pública CONSULTA

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

Olá, pessoal! Bons estudos! Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro.

Olá, pessoal! Bons estudos! Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro. Olá, pessoal! Hoje vou falar sobre um dos tópicos mais obscuros do edital de Análise de Balanços do concurso para Fiscal do ICMS de São Paulo. Trata-se do seguinte item: Análise do Capital de Giro: Necessidade

Leia mais

RESUMÃO. Administração Direta dos entes públicos;

RESUMÃO. Administração Direta dos entes públicos; RESUMÃO CONTABILIDADE PÚBLICA A Contabilidade Pública é um ramo da ciência contábil e tem o objetivo de captar, registrar e interpretar os fenômenos que afetam as situações orçamentárias, financeiras e

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO Existe conceito de Contabilidade como um todo. Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação e controle relativas aos atos e

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito tributário

Maratona Fiscal ISS Direito tributário Maratona Fiscal ISS Direito tributário 1. São tributos de competência municipal: (A) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a prestação de serviço de comunicação e imposto

Leia mais

O controle de renúncia de receitas

O controle de renúncia de receitas Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul Escola Superior de Controle Externo O controle de renúncia de receitas Apresentação J.R. Caldas Furtado Junho2015 1 O controle externo na Constituição

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA Prof. Marcio José Assumpção EDITAL ESAF N. 94, DE 07 DE OUTUBRO DE 2009 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE ANALISTA-TRIBUTÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.653, DE 7 ABRIL DE 2008. Mensagem de veto Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2008/2011. seguinte Lei: O PRESIDENTE

Leia mais

ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE AFC/CGU

ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE AFC/CGU ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE AFC/CGU 2003/2004 (Prova aplicada em 18/01/2004) 08- Sobre a Contabilidade Pública no Brasil, não podemos afirmar que: a) é instrumento de registro e controle da execução

Leia mais

LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007.

LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007. Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007. Estima a receita e fixa a despesa do Estado do Rio Grande

Leia mais

Vamos à prova: Analista Administrativo ANEEL 2006 ESAF

Vamos à prova: Analista Administrativo ANEEL 2006 ESAF Pessoal, hoje trago a prova que a ESAF realizou recentemente para o concurso de Analista da ANEEL. A prova é interessante, pois houve várias questões mal formuladas, mas que não foram anuladas pela Banca.

Leia mais