Sobrecarga de Informações no E-commerce: O uso da Modelagem de Equações Estruturais na Compreensão do Comportamento de Compra na Internet.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sobrecarga de Informações no E-commerce: O uso da Modelagem de Equações Estruturais na Compreensão do Comportamento de Compra na Internet."

Transcrição

1 Sobrecarga de Informações no E-commerce: O uso da Modelagem de Equações Estruturais na Compreensão do Comportamento de Compra na Internet. Autoria: Rafael Lucian, André Falcão Durão, Francisco Tigre Moura RESUMO Na busca de informações em compras on-line, o consumidor pode vivenciar a sobrecarga de informações. Este artigo discute quais as respostas afetivas dos clientes do e-commerce a este fenômeno, que representa o comportamento do consumidor sobre influência de um número de informações que excede sua capacidade de processamento individual. A metodologia adotada teve caráter exploratório-descritivo. A primeira fase fez uso de abordagem qualitativa, especialmente desk research, resultando na construção da escala utilizada neste estudo. A segunda parte foi um levantamento, com o objetivo de verificar relações teóricas opostas a partir da literatura pesquisada. Para tanto, técnicas estatísticas multivariadas foram utilizadas, com destaque na modelagem de equações estruturais. As conclusões indicaram que a teoria de sobrecarga de informações para comércios tradicionais é parcialmente válida para o e-commerce e a premissa que o sentimento de confusão é o responsável pela redução dos níveis de satisfação dos consumidores sob influência da sobrecarga de informações é desconstruída. INTRODUÇÃO Na última década tem-se observado um crescente e significativo interesse da academia pela forma com a qual os consumidores se comportam diante das diversas atividades de compra on-line (por exemplo, HOFFMAN e NOVAK, 1996, SHETH et al, 2001; KOUFARIS, 2002; MOWEN e MINOR, 2003; SOLOMON, 2004; BLACKWELL et al, 2005). Esta importância destinada ao e-commerce é resultado, sobretudo, do crescimento das relações comerciais realizadas através deste canal (MCKNIGHT et al, 2002; ELLIOT e SPECK, 2005). As alterações nos cenários tecnológicos e demográficos iniciadas na década de 1970 proporcionaram mudanças significativas no comportamento do consumidor, em seus desejos, suas necessidades e, conseqüentemente, em seu estilo de vida, o que o fez demandar produtos e serviços com mais qualidade e valor extra (BRETZKE 2005, p.49). Esta mudança continuou nas décadas seguintes, em especial nos anos 90 com o advento da internet e o surgimento da revolução digital. As mudanças, sobretudo tecnológicas, que o mundo vem sofrendo estão induzindo os consumidores a uma nova forma de comportamento de consumo, denominada por Solomon (2004) como comportamento do consumidor digital. Consumidores e produtores estão interagindo em uma nova forma de experiência nunca antes vivenciada. Rápidas transmissões de informação estão alterando a velocidade de desenvolvimento de novas tendências, especialmente desde que os meios virtuais permitiram que os consumidores participassem da criação e disseminação de novos produtos (SOLOMON, 2004). A internet proporciona alguns confortos e comodidades que são atrativos para os clientes, por exemplo, a facilidade e agilidade na busca de informações e reunião da quantidade de informação certa em um menor tempo (DOOLIN et al, 2005; KOVACS e FARIAS, 2005). A rapidez na comunicação pode tornar o processo de tomada de decisão mais ágil e acabar favorecendo a compra. Atualmente, as empresas oferecem uma grande variedade de produtos e marcas. Eles podem variar em tamanho, forma, cor, tamanho e outras características. Muitos pesquisadores indicam que essa sobreoferta de alternativas causa nos consumidores a experiência de sobrecarga de informações (ANDERSON et al, 1966; JACOBY et al, 1974a; MALHOTRA, 1982; KELLER e STAELIN, 1987; HAHN et al, 1992; HELSEN e URSIC, 1993). 1

2 Sobrecarga de informações é definida como o efeito afetivo negativo causado pelo excesso de informações além da capacidade individual de processamento do consumidor (JACOBY et al, 1974b). Desse modo, considerando o exposto até o momento, o problema a ser investigado traduzse na seguinte pergunta de pesquisa: de que modo as respostas afetivas resultantes da sobrecarga de informações se relacionam com o comportamento do consumidor de comércio eletrônico? A compreensão do fenômeno de sobrecarga de informações implica em uma nova perspectiva de projeto para os websites comerciais. Sob essa óptica, as páginas virtuais devem gerenciar o número de informações de uma forma que não gerem impactos negativos ao consumidor. Embora exista uma ampla literatura internacional, os resultados são divergentes (por exemplo, WILKIE, 1974; RUSSO, 1974; MEYER e JOHNSON, 1989; BETTMAN et al, 1991), demonstrando que o tema ainda está em construção e novas pesquisas são necessárias. O item seguinte apresenta a revisão teórica acerca da sobrecarga de informações. SOBRECARGA DE INFORMAÇÕES Durante o processo de busca de informações, o indivíduo está sujeito a experimentar o estado de sobrecarga de informações (information overload), que representa o comportamento do consumidor sobre influência de um número de informações maior do que este pode processar (JACOBY et al, 1974a). Jacoby e Malhotra (1984) e Sheth et al (2001, p.498) definem o estado de sobrecarga como a condição de ser exposto a uma quantidade demasiada de informações em um nível que a pessoa não consiga mais processá-las. A premissa fundamental que sustenta o paradigma da sobrecarga é que os consumidores possuem uma capacidade finita de absorver e processar informações em determinado espaço de tempo (MALHOTRA, 1982:419). A sobrecarga de informações tem sido observada e estudada há algumas décadas por diversos pesquisadores (por exemplo, JACOBY et al, 1974a, b; WILKIE, 1974; RUSSO, 1974; SUMMERS, 1974; SCAMMON, 1977; MALHOTRA, 1982; JACOBY e MALHOTRA, 1984; GREEN, 2007), porém, ainda existe uma carência de investigação deste tema relacionado ao comportamento de compra on-line. Efeitos da sobrecarga de informações já foram identificados não apenas no comportamento do consumidor, mas também em outras áreas, como a administração financeira (SWAIN e HAKA, 2000) e as ciências da saúde (JACOBY, 1977, p.571). Antes de se aprofundar no tema é necessário fazer uma distinção entre carga de informações (information load) e sobrecarga de informações (information overload). Segundo McCormick (1970, p.114), a carga de informações refere-se à variedade de estímulos que indivíduos devem responder. Sobrecarga de informações, por sua vez, é definido por Jacoby (1977, p.569) como o fato de que há limites para a habilidade humana de assimilar e processar as informações durante uma dada unidade de tempo. Pesquisas anteriores investigaram a sobrecarga de informações como uma experiência afetiva negativa (confusão / redução dos níveis de satisfação) causada pela grande quantidade de alternativas e atributos fornecidas na hora da compra (JACOBY et al, 1974a; MALHOTRA, 1982; HELSEN e URSIC, 1993). Alguns estudos se propuseram a investigar o nível ideal de informações que otimizassem o processo de compra (por exemplo, HAYES, 1962; WRIGHT, 1975; BETTMAN, 1979; 2

3 OLSHAVSHY, 1979). Para Wright (1975, p.63), seis alternativas é um número ideal para que o consumidor decida sem sofrer os efeitos da sobrecarga de informações. Bettman (1979, p.221), por sua vez, argumenta que o valor ótimo é de cinco opções, demonstrando que não existe uma homogeneidade de opiniões sobre este processo. É importante frisar que estes achados podem não representar a realidade atual, principalmente, quando considerados os usuários da Internet que lidam rotineiramente com grandes quantidades de informações. O fenômeno da sobrecarga de informações pode ocorrer de duas formas: sobrecarga de marcas ou de atributos (WILKIE, 1974, p.463). A primeira ocorre quando o consumidor se encontra diante de uma situação onde possui várias marcas de produtos similares (alternativas) e irá escolher apenas uma. Neste cenário o número de informações sobre os atributos das marcas é limitado, mas o excesso de marcas a serem analisadas caracteriza uma sobrecarga de informações. A segunda situação considera um cenário com um número pequeno de marcas disponíveis, porém muita informação sobre os atributos dos produtos ou serviços. A Figura 1 demonstra graficamente os efeitos da sobrecarga de informações de acordo com a quantidade de informações (atributos e alternativas). Figura 1 Sobrecarga de Informações Atributos Sobrecarga de Informações Sobrecarga de Informações Carga admissível de informações Sobrecarga de Informações Fonte: Baseado em Jacoby et al (1974a). Alternativas Bretzke (2005, p.75) admite que um dos grandes desafios do marketing é a dificuldade em gerenciar a distorção entre o modelo mental e a imagem real do produto ou serviço, pois, os consumidores têm dificuldade de distinguir a diferença entre os múltiplos estímulos que recebem. Scammon (1977, p.148) adverte que há uma diferença significativa entre dados e informações. Para o consumidor, mesmo que o dado esteja em formato entendível, este não será considerado uma informação, portanto é inútil ao processo de decisão de compra. As informações podem ser obtidas através de uma variedade de fontes como propagandas, comunicação boca-a-boca, embalagens, entre outros. Contudo, Jacoby et al (1974b, p.33) adverte que a principal fonte de sobrecarga de informações é a embalagem, pois esta é a ultima tentativa da empresa persuadir o consumidor instantes antes da compra. A embalagem é composta por algumas informações requeridas pela legislação como ingredientes (no caso de alimentos), peso, medidas, consumo elétrico (no caso de eletrônicos), entre outros, e de informações adicionais que as empresas tenham interesse de incluir. Estudos preliminares de Jacoby et al (1974a, p.67) revelaram correlações entre a quantidade de informações e as respostas afetivas de satisfação e confusão. Foi observado também que em estado de sobrecarga de informações o consumidor tem menor habilidade de escolher a melhor marca. 3

4 As conclusões obtidas pelos estudos anteriores são diversas e muitas vezes contraditórias. Algumas pesquisas apontam que ao aumentar o número de informações há uma maior confusão por parte dos consumidores, enquanto outros afirmam que esta relação é inversamente proporcional (por exemplo, JACOBY et al, 1974b; SCAMMON, 1977). Atentando para estas divergências, Malhotra (1982) propôs que fossem considerados outros aspectos da informação nas pesquisas, como a variação de atributos (não apenas de alternativas) e mensuração da relevância da informação para a decisão de compra. Para Anderson et al (1966) as pesquisas apresentaram distorções pelo fato dos consumidores estarem influenciados pela (in)satisfação com a performance geral da loja, e não apenas com a sobrecarga de informações. O conceito de melhor compra foi adotado por Jacoby et al (1974b, p.35) através da mensuração de quais características de produto os consumidores consideravam mais relevantes. No estudo complementar ao seu experimento anterior Jacoby et al (1974b, p.39) confirmaram os achados e enfatizaram que o maior número de informações disponíveis no pré-compra pode resultar em decisões mais pobres. Observaram também neste experimento que os indivíduos podem se sentir mais satisfeitos e com mais certeza do produto escolhido mesmo quando não estão realizando a melhor compra. Sobre a perspectiva da sobrecarga de informações, um princípio geral da busca de informações pelos consumidores é, portanto, o de que estes são seletivos em suas aquisições de informações e, em virtude dessa seletividade, podem nem sempre tomar as melhores decisões (SHETH, 2001, p.500). Uma vez que o cliente é submetido ao estado de sobrecarga de informações, este responderá de forma afetiva. Estes efeitos são abordados no item subseqüente. Reações Afetivas à Sobrecarga de Informações De acordo com a revisão teórica realizada, duas reações afetivas são apontadas como resultados da experiência de sobrecarga de informações, redução do nível de satisfação (ANDERSON et al, 1966; SCAMMON, 1977; MALHOTRA, 1982; KELLER e STAELIN, 1987) e a confusão (ANDERSON et al, 1966; JACOBY et al, 1974a; SCAMMON, 1977; KELLER e STAELIN, 1987; GARBARINO e EDELL, 1997). A satisfação foi conceituada por Sheth et al (2001) como o estado cognitivo do comprador de estar sendo atendido adequadamente ou inadequadamente por um esforço que ele realizou. Já para Oliver (1981), a satisfação é o estado psicológico resultante da emoção em torno da expectativa desconfirmada que é casada com os sentimentos a priori do consumidor. Assim, a satisfação é uma variável fundamental na vida das organizações, seja no ambiente real ou virtual. É importante ainda observar que os estes clientes que são leais à organização apresentam a tendência de se engajar em propaganda boca-a-boca favorável para a empresa (ANDERSON et al, 1994; OLIVER, 1997). Além da satisfação, a outra resposta afetiva investigada neste estudo é a confusão. Confusão é a resposta afetiva que aparece na maior parte dos estudos de sobrecarga de informações (por exemplo, JACOBY et al, 1974a; MALHOTRA, 1982; HELSEN e URSIC, 1993). Esse estado é referente à incapacidade de processamento de todas as informações disponíveis para o consumidor na hora da compra (JACOBY e MALHOTRA 1984; SHETH et al, 2001). A confusão pode ser entendida como um comportamento falho (incapacidade de processamento) gerado por uma desordem (sobrecarga de informações) ou um estado mental caracterizado pela falta de ordenação nos pensamentos e atos. 4

5 O item seguinte aborda o e-commerce, modalidade de comércio on-line investigado neste estudo. E-COMMERCE O e-commerce não se resume à compra e venda de produtos por meio on-line. Na verdade, engloba o processo on-line de desenvolvimento, marketing, venda, entrega, atendimento e pagamento de produtos e serviços negociados com clientes do mercado global interconectados, com o apoio de uma rede mundial de parceiros (O BRIEN, 2004, p.242). Uma definição possível de e-commerce é o sistema de compras e coletas de informações on-line por meio de redes de computadores pessoais (REEDY et al, 2001, p.46). O mesmo é compreendido pelo marketing eletrônico (e-marketing), que por sua vez expressa o conjunto de ações de marketing intermediadas por canais eletrônicos como a internet, onde o cliente controla a quantidade e o tipo da informação recebida (LIMEIRA, 2003, p.10). A capacidade dos websites de comércio eletrônico inclui características como customização de web pages para compradores e configuração de produtos em tempo real (KALAKOTA et al, 1999, p.26). A compreensão dos efeitos da sobrecarga de informações é particularmente importante na construção destas páginas virtuais, pois o nível de informação disponibilizado para o cliente na hora da compra é um fator determinante para que este experimente a sobrecarga. As principais razões para uma empresa resolver se tornar on-line são relacionadas ao potencial de expansão do mercado, visibilidade da empresa, fortalecimento do relacionamento nos negócios, poder de resposta, redução de custos, estoque just in time e evitar perdas financeiras (RADZIUK, 2003, p.24). Além destes novos desafios, as empresas também convivem com um número elevado de ameaças. Segundo Keegan (2005, p.361), as empresas têm de aprender a conviver com um alto grau de volatilidade e acirrada concorrência. A nova economia forçará as empresas a adotar algumas novas estratégias de jogo, como assegurar e defender uma posição dominante de mercado por meio de um permanente processo de inovação e formar alianças baseadas em seu potencial de acesso a mercado (Keegan, 2005, p.362). Dentre as diversas características, a interatividade, que permite ao usuário múltiplas escolhas para buscar informações de maneiras distintas, faz com que a função de marketing transcenda o paradigma do marketing tradicional que pressupõe consumidores passivos (BURLAMAQUI e SANTOS, 2004, p.03). O item seguinte aborda o método de pesquisa adotado para este estudo. MÉTODO DE PESQUISA Esta pesquisa possui caráter exploratório-descritivo, pois busca-se inicialmente um melhor conhecimento teórico dos construtos investigados no intuito de, em seguida, descrevê-los em termos de compras realizadas através do comércio eletrônico, com ênfase nas variáveis de interesse do estudo. Na primeira etapa, exploratória, a literatura é aprofundada, objetivando a estruturação da teoria relacionada ao e-commerce e a sobrecarga de informações. Na segunda fase, descritiva, foi realizado um survey através da aplicação de um questionário elaborado com base nas informações obtidas pela revisão bibliográfica e pela estruturação do referencial teórico. As escalas foram desenvolvidas com base na literatura para que o objetivo deste estudo pudesse ser alcançado. A Figura 2 apresenta o desenho metodológico. 5

6 A Figura 2 traz o desenho metodológico. Fase Exploratória Revisão da Literatura Construção do Questionário Fase Descritiva Survey Levantamento Análises de Tendência Central Análises de Dispersão Análises Descritivas Teste Alfa de Cronbach Análise de Confiabilidade Análise Fatorial Correlação de Pearson Análise Multivariadas Modelagem de Equações Estruturais O universo adotado nesta pesquisa é formado por todos os brasileiros que realizaram compras em varejo eletrônico nos últimos seis meses, aqui considerada infinita. Em 2006, a população de internautas no Brasil era de 14,5 milhões de pessoas (IBOPE/NETRATINGS, 2006). Não se sabe quantos desses compram em varejo eletrônico de uma forma precisa, porém Felipini (2002) apontava cerca de 2 milhões de compradores do varejo eletrônico no Brasil em A técnica de amostragem é de natureza não probabilística (MARCONI e LAKATOS, 2002, p.51; MALHOTRA, 2006, p.335), embora o pesquisador tenha consciência que isto limita as generalizações da pesquisa, e, em termos mais rigorosos, não seria o ideal para o principal tipo de análise multivariada que se pretende realizar a modelagem de equações estruturais. Hair et al (2006, p.112) afirmam que para o uso deste tipo de análise é necessário uma amostra mínima de 50 respondentes. Neste estudo foram obtidos 57 questionários válidos respondidos. A partir da desk research realizada, algumas hipóteses foram desenvolvidas a fim de serem testadas neste estudo, como pode ser observado no Quadro 1 abaixo. Quadro 1 Hipóteses de Pesquisa Hipótese H0 Os consumidores de e-commerce não são influenciados pela sobrecarga de informações. H1 A sobrecarga de informações gera uma resposta afetiva de confusão nos consumidores de e-commerce. H2 A sobrecarga de informações gera uma diminuição no nível de satisfação dos consumidores de e-commerce. Fonte - Anderson et al (1966) Jacoby et al (1974b) Scammon (1977) Keller e Staelin (1987) Garbarino e Edell (1997) Anderson et al (1966) Scammon (1977) Malhotra (1982) Keller e Staelin (1987) 6

7 A fase exploratória, que fez uso da desk research, culminou com a elaboração de um instrumento de pesquisa utilizado neste estudo. O questionário, construído a partir da revisão da literatura, é divido em blocos. O primeiro bloco é referente ao processo de decisão de compra. É questionado sobre em qual loja virtual o respondente fez sua ultima compra, o produto adquirido e o valor desta. Em seguida, o respondente deveria informar o número de alternativas analisadas no processo pré-compra. Com objetivo de melhor entender o perfil dos consumidores virtuais participantes do estudo, foram questionados os atributos que foram decisivos na escolha por determinado website e produto, assim como qual a principal fonte de informações utilizada durante o processo de decisão de compra. Para a mensuração das respostas afetivas (confusão e satisfação) dos consumidores de e- commerce, foi adaptada a escala proposta originalmente por Jacoby et al (1974b, p.36). Após a realização de um pré-teste com quinze respondentes, a escala sofreu algumas modificações relativas, sobretudo, a forma de redação das alternativas. O resultado desta adaptação é apresentado pelo Quadro 2. Quadro 2 Escala de Mensuração das Respostas da Sobrecarga de Informações Alternativas Fiquei satisfeito com minha compra. Estou certo que fiz a melhor escolha. Eu me senti confuso durante a escolha. Entre as marcas que tenho condições de comprar, não fiz a melhor escolha. Acredito que não fiz a melhor escolha. Desejaria mais informações para realizar uma compra melhor. Caso tivesse mais informações, eu teria condições fazer uma melhor escolha entre as opções. Acredito que mais informações causariam uma maior confusão em minha escolha. Estou contente com minha escolha. Fonte: Adaptado de Jacoby et al (1974b, p.36) A escala é do tipo Likert, sendo o ponto 05 para concordo totalmente e o ponto 01 para discordo totalmente. O item intermediário 03 foi utilizado como ponto neutro. Finalmente, o ultimo bloco tem o objetivo de definir o perfil dos respondentes. Esta parte do instrumento de pesquisa aborda questões sobre gênero, idade e renda. O item seguinte demonstra as análises realizadas. ANÁLISE DOS DADOS O primeiro passo da análise de dados foi o levantamento do perfil dos respondentes. A amostra foi composta por 64% de pessoas do gênero masculino, com idade média de 35 anos e renda média pessoal até 06 salários mínimos. Os principais produtos comprados foram livros (14%), máquinas fotográficas digitais (9%) e CD s (9%), e o valor médio das compras foi de R$ 480,00. Foram identificados dois itens com valor acima de reais e outros dois com valor superior à quantia de reais. Estes itens foram um home theater, um notebook, um video game e uma televisão LCD. Quando questionados sobre as fontes de informação, os consumidores afirmaram que consultam duas vezes mais as informações offline (amigos e parentes, loja tradicional, catálogos impressos e publicidade em televisão, outdoor e rádio) em relação à online (site do fabricante, 7

8 site do vendedor e sites de busca). Este achado contrariou a expectativa dos pesquisadores, pois se acreditava que a internet seria a principal fonte de busca de informações. O instrumento de coleta de dados mensurou, também, qual a importância destas fontes de informação (online e offline) no processo de decisão de compra. O resumo desta análise pode ser observado na Tabela 1. Tabela 1 Fontes de Informações Pré-Compra Fonte de Informação Ordem de Importância Tipo de Informação Website da Loja Virtual 1º Online Website do Fabricante 2º Online Loja Tradicional 3º Offline Websites de Busca 4º Online Amigos ou Parentes 5º Offline Catálogos Impressos 6º Offline Publicidade 7º Offline A fonte primária de busca de informações pré-compra é a própria loja virtual e a alternativa considerada menos importante nos momentos anteriores a compra é a publicidade (Televisão, Outdoor e Rádio). Acredita-se que o motivo deste resultado é o fato das propagandas nestas mídias específicas terem outros objetivos, como fixar a marca na mente do consumidor. É importante esclarecer que o item loja tradicional se refere ao consumidor ir até um comércio tradicional buscar informações relevantes e efetuar a compra de forma eletrônica. Acredita-se que o fato desta fonte estar entre as três mais importantes, segundo os respondentes, é um achado intrigante e as suas motivações devem ser alvo de estudos futuros. Comparando os resultados entre quantidade de fontes consultadas e importância destas, foi observado que, embora a internet seja menos consultada que a fontes offline, ela é considerada como a mais decisiva no processo de decisão de compra dos consumidores de comércio eletrônico. O número médio de informações analisadas é obtido através da multiplicação do número médio de alternativas consideradas com o número médio de atributos analisados (WILKIE, 1974, p.463). O pesquisador tem consciência da limitação em questionar o respondente sobre o número exato de informações consultadas, porém, na impossibilidade de monitorar o processo de compra de todos os participantes do estudo, este se torna um bom indicador da quantidade de informações analisadas. A maior parte dos respondentes (74,5%) afirmou ter considerado entre 02 e 04 alternativas diferentes durante o processo de decisão de compra. Nos cálculos será considerado o valor 03 como número médio de alternativas. Tendo consciência do grande número de atributos disponibilizados na internet para cada produto, foi solicitado aos respondentes que indicassem apenas os dados que foram decisivos para a compra, pois grande parte dos atributos acessíveis pela web pode não ter sido significativo durante o processo de decisão de compra virtual. Foi identificado que em média 03 atributos são analisados durante a pré-compra. A Tabela 2 lista os atributos mais consultados segundo informado pelos respondentes. 8

9 Tabela 2 Freqüência de Consulta aos Atributos Atributo do Produto Percentual de Consulta Marca 82,5% Fabricante 77,2% Durabilidade 70,2% Tamanho 63,2% Cor 59,6% Peso 57,9% Origem 54,4% Pode-se observar nesta análise que 82,5% dos consumidores analisaram a marca do produto antes de efetuar a compra. O fato de os atributos tamanho e peso terem sido analisados por respectivamente 63,2% e 57,9% dos respondentes é um achado importante. Atribui-se esse comportamento à importância que estas características possuem, sobretudo para o frete, que é calculado sobre o peso da mercadoria. Assumindo então que ambas as médias de atributos e alternativas consultadas é igual a 03 e o número médio de informações analisadas pelos consumidores de comércio eletrônico na précompra é igual à 09 (3 x 3 = 9). O número de informações ideal (onde não ocorre a experiência de sobrecarga de informações) é entre 05 e 06 (WRIGHT, 1975, p.63; BETTMAN, 1979, p.221); logo os respondentes deste estudo analisando 09 informações vivenciaram a experiência da sobrecarga. Após identificar qual fenômeno da sobrecarga de informações esteve presente na amostra investigada, o passo seguinte é entender, por meio da aplicação da escala apresentada no tópico anterior, quais foram as respostas afetivas apresentadas pelos consumidores de e-commerce. A escala utilizada foi submetida à técnica de análise fatorial, que possui o objetivo de analisar as relações internas entre um dado número de varáveis e explorar os fatores latentes comuns a estes itens. O objetivo é de encontrar um meio de condensar a informação em um número menor de variáveis (fatores) com o mínimo de perda aceitável (HAIR et al, 2006, p.17). Para testar a confiabilidade das escalas será feito o uso da técnica alfa de Cronbach. As escalas deverão possuir o coeficiente de confiabilidade de no mínimo 0,6 (MALHOTRA, 2006, p.277). A Tabela 3 abaixo, representa o resultado da análise de fator. Tabela 3 Análise Fatorial Confirmatória Item Fator 1 (Satisfação) Fator 2 (Confusão) Fiquei satisfeito com minha compra.,729 - Estou certo que fiz a melhor escolha.,931 - Estou contente com minha escolha.,939 - Eu me senti confuso durante a escolha. -,519 Entre as marcas que tenho condições de comprar, não fiz a melhor -,582 escolha. Acredito que não fiz a melhor escolha. -,836 Caso tivesse mais informações, eu teria condições fazer uma melhor -,819 escolha entre as opções. Acredito que mais informações causariam uma maior confusão em minha -,767 escolha. Alfa Cronbach Desejaria mais informações para realizar uma compra melhor. - - Excluída,833,745 9

10 Os índices observados foram KMO igual a 0,624, Qui-quadrado de 80,028, 10 Graus de Liberdade e Significância de,000. Houve 01 item excluído por não apresentar carga significativa em nenhum dos dois fatores, e não constituir uma terceira variável latente de forma isolada. A partir dos fatores latentes identificados, uma matriz de correlação foi construída. A correlação de Pearson constitui um fundamento conceitual para as análises multivariadas (MALHOTRA, 2006, p.497). O objetivo desta análise é obter uma visão geral do relacionamento das variáveis investigadas, como pode ser observado na Tabela 4. Tabela 4 Matriz de Correlação Variáveis Satisfação Confusão Quantidade Informação Satisfação 1 -,455** -,336* Sig. Confusão Sig. -,455**,001,001, ,110,463 Pode ser observado que a satisfação possui relação negativa com a quantidade de informações e com a confusão. Esse resultado corrobora com a literatura de sobrecarga de informações que aponta para estas respostas afetivas como opostas (Anderson et al, 1966; Scammon, 1977; Malhotra, 1982; Keller e Staelin, 1987). A análise de correlação, entretanto, considera apenas as variáveis de forma isolada. Para uma melhor compreensão do fenômeno, é necessário a utilização de uma técnica multivariada que mensure a influência direta e indireta dos demais fatores do modelo,.para tanto, foi utilizado neste estudo a modelagem de equações estruturais. A Modelagens de Equações Estruturais é um modelo estatístico que busca explicar o relacionamento entre múltiplas variáveis. Esta técnica examina as estruturas de interrelacionamentos expressada em uma série de equações, similarmente a uma série de equações de regressões múltiplas (HAIR et al, 2006, p.711). Essa técnica estatística para análise multivariada de dados vem ganhando espaço nas ciências sociais, sobretudo na área administrativa (URDAN e RODRIGUES, 1998; JACINTO e SILVA, 2000; BREI e LIBERALI, 2004; FARIAS e LUCIAN, 2004; ZAMBALDI et al, 2006; GODOY et al, 2006; POPADIUK e SANTOS, 2006). A Modelagem Estrutural de Equações pode ser vista, ainda segundo Hair et al (2006, p.711), como uma extensão da regressão múltipla, onde a mais óbvia diferença entre ela e as demais técnicas multivariadas é a forma de lidar com os conjuntos de variáveis dependentes. A preocupação nesta técnica é com a ordem das variáveis. Na regressão X causa Y ; na MES X causa Y e Y causa Z, logo, uma variável dependente se torna uma variável independente em um relacionamento seguinte (HAIR et al, 2006, p.706). O uso desta técnica é principalmente importante na construção de modelos teóricos (path diagram). As teorias podem ser definidas como um conjunto simétrico de relacionamentos fornecendo uma consistente e compreensiva explicação do fenômeno (Hair et al, 2006, p.713). Para Maruyama (1998, p.29), a análise de caminhos (path analysis), outra denominação para MES, está relacionada a modelos com fluxo causal direcional único, onde as medidas de cada variável conceitual são perfeitamente confiáveis. Partindo desta premissa, acredita-se que não existe erro de medida (mensuração) ou de especificação (operacionalização) das variáveis. Isto é, cada medida é vista como uma exata manifestação da variável teórica. Certamente, nas 10

11 ciências sociais, assumir que há perfeita confiabilidade é irreal. Este fato restringiu, por muito tempo, a aplicação desta técnica de análise de dados neste campo da ciência. Uma solução parcial encontrada para este problema foi a inclusão de variáveis não observadas, ou latentes, assim como erros no modelo teórico. Estes indicadores revelam a quantidade de variância não explicada pelas variáveis exógenas (independentes) especificadas (FARIAS e SANTOS, 2000, p.114). O modelo teórico construído para este estudo pode ser observado na Figura 3. Figura 3 Modelo Teórico Proposto Satisfação Confusão H2 H1 Sobrecarga de Informações Produto Site Informações Offline Informações Online De acordo com este modelo, a sobrecarga de informações é gerada pelo excedente de informações disponibilizadas online (site do fabricante, site do vendedor e sites de busca), informações disponibilizadas offline (amigos e parentes, loja tradicional, catálogos impressos e publicidade em televisão, outdoor e rádio), website da loja virtual e produto comprado. Uma vez que os respondentes não realizaram compras na mesma loja virtual, e não adquiriram o mesmo produto, o modelo foi ajustado de uma forma que estas diferenças não destorcessem o resultado final. Para tanto, duas varáveis foram adicionadas, Produto e Site. Embora as hipóteses se baseiem apenas nas variáveis Satisfação, Confusão e Sobrecarga de Informações, é necessário considerar que as demais variáveis ( Produto, Site, Informações Offline e Informações Online ) podem influenciar, mesmo que indiretamente, as respostas afetivas dos consumidores ao fenômeno estudado e desta forma devem ser consideradas no modelo. Após identificar os componentes do modelo, é necessário calcular os índices de ajustamento. Estes índices, também conhecidos como fit, indicam a consistência interna do modelo, e devem ser calculados com base no número de variáveis observadas e na quantidade N de amostras (HAIR et al, 2006, p ). Os valores esperados para esta pesquisa são CFI (0,900) e RMSEA (entre 0,030 e 0,080). O modelo testado apresentou o seguinte comportamento exposto na Figura 4. Figura 4 Teste do Modelo Teórico Proposto -,45 Satisfação Confusão -,01;,98,00;,99,02,15 e1 1 0;,20 Sobrecarga de Informações 0 3,26 3,10 1,00 1 2,45 e4 1 Produto 0; 54,58 12,60,08 e5 1 Site Informações Offline Informações Online 0; 20,86 5,30 1,96 1 e2 e3 0; 2,30 0; -,32 11

12 Os índices de ajustamento do modelo foram CFI (0,905) e RMSEA (0,060). O resumo das estimativas calculadas podem ser observado na Tabela 5 abaixo. Tabela 5 Relações entre as Variáveis do Modelo Relações Estimativa Desvio-Padrão Significância Satisfação Confusão -0,454 0,153 0,003 Satisfação Sobrecarga de Informações -0,979 0,188 0,000 Confusão Sobrecarga de Informações -0,988 0,201 0,000 Os resultados extraídos pela análise de modelagem de equações estruturais indicam que os consumidores se sentem menos satisfeitos e menos confusos com o aumento das informações. Desta forma, a hipótese nula foi negada (H0). As duas demais hipóteses, relacionando sobrecarga de informações com confusão (H1) e redução dos níveis de satisfação (H2), foram respectivamente rejeitada e confirmada. A confirmação de H2 demonstra que, assim como no ambiente tradicional, o ambiente virtual sobrecarregado de informações também gera níveis reduzidos de satisfação dos consumidores. O principal achado deste estudo está na rejeição de H1. Os compradores virtuais não se mostraram confusos com o aumento das informações, ao contrário. É possível afirmar pelas estimativas da modelagem de equações estruturais que uma sobrecarga de informações reduz o nível de confusão. As conclusões deste estudo são o tema do próximo item. CONCLUSÃO A partir das análises, é possível concluir que a teoria de sobrecarga de informações no comércio tradicional é parcialmente válida para o e-commerce. Foi confirmado que o excesso de informações disponíveis gera uma diminuição dos níveis de satisfação nos consumidores, corroborando com a literatura na área (ANDERSON et al, 1966; SCAMMON, 1977; MALHOTRA, 1982; KELLER e STAELIN, 1987). Essas informações, de acordo com o modelo proposto, podem ser online ou offline, sendo as primeiras as mais relevantes para o processo de compra virtual. Desta forma, acredita-se que seja possível gerenciar a satisfação dos consumidores de e-commerce a partir do controle do número de informações disponíveis ao cliente durante a navegação pré-compra. A implicação deste achado para os construtores de websites transacionais é relativa à forma de projetar a loja virtual, disponibilizando um menor (porém mais relevante) número de informações aos clientes. Como forma de guiar este processo, é indicada a consulta à Tabela 2 (no tópico anterior), onde os atributos mais significantes para o processo de decisão de compra eletrônica são apresentados. A segunda e mais relevante conclusão deste estudo é referente à relação inversamente proporcional entre confusão e quantidade de informações, contrariando grande parte da literatura de sobrecarga de informações em comércios tradicionais (por exemplo, ANDERSON et al, 1966; JACOBY et al, 1974a; SCAMMON, 1977; KELLER e STAELIN, 1987; GARBARINO e EDELL, 1997). Este achado não indica apenas que os consumidores de e-commerce se sentem menos confusos com o aumento da quantidade de informações. Ele desconstrói a idéia que a redução dos níveis de satisfação é gerada pela confusão, premissa básica da literatura na área de sobrecarga de informações. 12

13 As análises sugerem que o próprio conceito do fenômeno estudado deve ser desconstruído na perspectiva do e-commerce, pois a definição da sobrecarga como o efeito afetivo negativo causado pelo excesso de informações além da capacidade individual de processamento do consumidor (JACOBY et al, 1974a; MALHOTRA, 1982; HELSEN e URSIC, 1993) não é válida para consumidores virtuais, a palavra negativo deveria ser desconsiderada, uma vez que a redução da confusão com o aumento da quantidade de informações é um efeito positivo. Possíveis explicações para este comportamento podem vir de outras áreas, como a psicologia cognitiva. Souza (2004), por exemplo, indica que o uso de ferramentas como computadores e internet afetam de forma permanente os mecanismos de cognição das pessoas, podendo inclusive gerar uma capacidade aumentada de compreensão que explique por que os consumidores de e-commerce não se sentem confusos na experiência de sobrecarga de informações. É reconhecida a limitação deste estudo quanto à forma de amostragem (não probabilística de corte transversal único) e a impossibilidade de generalização dos resultados. Acredita-se que o tema sobrecarga de informações ainda está em fase de construção, sobretudo no campo do comércio eletrônico, e os achados deste estudo servem de base para que novas pesquisas sejam elaboradas nesta área. Para interessados no tema, é aconselhado em pesquisas futuras controlar de forma mais rígida o ambiente (por exemplo, através de uma pesquisa explicativa) e identificar as razões dos consumidores virtuais se sentirem menos confusos com o aumento da quantidade de informações enquanto os estudos em comércios tradicionais apontam uma relação inversa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANDERSON, Eugene W.; FORNELL, Claes; LEHMANN, Donald R. Customer Satisfaction, Market Share, and Profitability: Findings from Sweden. Journal of Marketing, v. 58, july 1994, p ANDERSON, L.K; TAYLOR, J.R; HOLLOWAY, R.J. The Consumer and His Alternatives: An Experimental Approach. Journal of Marketing Research. 3 Feb, BETTMAN, J.R. An Information Processing Theory of Consumer Choice. Reading, MA: Addison-Wesley Publishing Co BETTMAN, J.R; JONHSON, E.J; PAYNE, J.W. Consumer Decision Making. Handbook of Consumer Behaviour. ed. Thomas S. Robertson and Harold H. Kassarjian, Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall, BLACKWELL, R.D; MINIARD, P.W; ENGEL, J.F. Comportamento do Consumidor. São Paulo: Thomson, BREI, V.A; LIBERALI, G. O Uso de Modelagem em Equações Estruturais na Área de Marketing no Brasil. Anais do EMA, BRETZKE, M. Comportamento do Cliente. In: DIAS, S.R. (Org.) Gestão de Marketing. São Paulo: Saraiva, BURLAMAQUI, P; SANTOS, A.D. Marketing de Experiência na Internet: Um Estudo sobre a Percepção dos Estímulos Sensoriais em Portais Turísticos na WEB Brasileira. In: Encontro Nacional da ANPAD, DOOLIN, B.; DILLON, S.; THOMPSON, F.; CORNER, J. L. Perceived Risk, the Internet Shopping Experience and Online Purchasing Behavior: a New Zealand perspective. Journal of Global Information Management, v. 13, n. 2, apr-jun, ELLIOT, M. T.; SPECK, P. Surgi. Factors that affect attitude toward a retail web site. Journal of Marketing Theory and Practice, winter,

14 FARIAS, S.A; LUCIAN, R. Investigando a Atmosfera de E-Tailing: Uma Investigação do Varejo Online no Brasil. In. XXXIX Asamblea Anual de Cladea. Puerto Plata, FARIAS, S.A; SANTOS, R.C. Modelagem de Equações Estruturais e Satisfação do Consumidor: Uma Investigação Teórica e Prática. RAC, v. 4, n. 3, Set/Dez FELIPINI, D. O que o Futuro Reserva para o E-commerce no Brasil?. Disponível em < Acessado em 01 de Fevereiro de GARBARINO, E.C; EDELL, J.A. Cognitive Effect, Affect and Choice. Journal of Consumer Research. 24 sep, GODOY, A.S; ANTONELLO, C.S; BIDO, D.S; SILVA, D. Um Estudo de Modelagem de Equações Estruturais para a Avaliação das Competências de Alunos do Curso de Administração. Anais do EnANPAD, GREEN, M. Information Overload: How to pick up the right one. Financial Times, London: Mar 10, HAHN, M; LAWSON, R; LEE, Y.G. The Effect of Time Pressure and Information Load on Decision Quality. Psychology and Marketing. 9, HAIR, J.F.Jr; BLACK, W.C; BABIN, B.J; ANDERSON R.E; TATHAM, R.L. Multivariate Data Analysis. 6 ed. Prentice Hall. New Jersey, HAYES, J.R. Human Data Processing Limits in Decision Making. Technical Documentary Report Nº ESD-TDR-62-48, Bedford, MA: Air Force System Command HELSEN, J.G; URSIC, M.L. Information Load, Cost/Benefit Assessment and Decision Strategy Variability. Journal of the Academy of Marketing Science. 21, HOFFMAN, D. L.; NOVAK, T. P. Marketing in hypermedia computer-mediated environments: conceptual foundations. Journal of Marketing, n. 60, July, IBOPE/NetRatings. Pesquisa Web Brasil [on-line]. Disponível via WWW. URL: http: // Acesso em 26 de outubro de JACINTO, P.A; SILVA, A.B.M. Preço da Soja no Brasil: Uma Aplicação dos Modelos Estruturais de Séries de Tempo. Anais do EnANPAD, JACOBY, J. Information Load and Decision Quality: Some Contested Issues. Journal of Marketing Research. 14. nov JACOBY, J; MALHOTRA, M.K. Perspectives on Information Overload: Reflections on the Information Overload Paradigm in Consumer Decision Making. Journal of Consumer Research. Vol. 10, Iss.4. Gainesville:Mar JACOBY, J; SPELLER D.E; BERNING, C. Brand Choise Behavior as a Function of Information Load. Journal of Marketing Research, 11, feb. 1974a. JACOBY, J; SPELLER D.E; KOHN, C. Brand Choise Behavior as a Function of Information Load: Replication and Extension. Journal of Consumer Research, 1, 1, jun. 1974b. KALAKOTA, R; OLIVA, R.A; DONATH, B. Move Over, E-Commerce. Marketing Management 8, 3. Fall: KEEGAN, W.J. Marketing Global. São Paulo: Pearson, KELLER, K; STAELIN, R. Effects of Quality and Quantity of Information on Decision Effectiveness. Journal of Consumer Research. 14, KOUFARIS, M. Applying the techonology acceptance model and flow theory to online consumer behavior. Informations System Research. vol 13, n. 2, June, KOVACS, M. H; FARIAS, S. A. Dimensões de riscos percebidos nas compras pela internet. RAE-eletrônica, v. 3, n. 2, art. 15, jul./dez,

15 LIMEIRA, T.M.V. E-Marketing: O marketing na Internet com casos brasileiros. São Paulo. Saraiva: MALHOTRA, N. K. Information Load and Consumer Decision Making. Journal of Consumer Research. Vol. 10. Iss. 1. Gainesville: Jun MALHOTRA, N.K. Pesquisa de marketing: Uma orientação aplicada. 4 ed. Bookman. São Paulo, MARCONI, M.A; LAKATOS, E.M. Técnicas de Pesquisa. 5 ed. Atlas. São Paulo, MARUYAMA, G.M. Basics of Strutural Equation Modeling. Thousand Oaks, CA: Sage, MCCORMICK, E. Human Factors Engineering. New York: McGraw-Hill Book Company, MCKNIGHT, H.; CHOUDHURY, V.; KACMAR, C. Developing and validating trust measures for e-commerce: An integrative typology. Information Systems Research, vol. 13, n. 3, ABI/INFORM Global, september; 2002 MEYER, R.J; JONHSON, E.J. Information Overload and the Nonrobustness of Linear Models: A Comment on Keller and Staelin. Journal of Consumer Research. 15, MOWEN, J, C; MINOR, M.S. Comportamento do Consumidor. São Paulo. Prentice Hall: O BRIEN, J.A. Sistemas de Informações e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 2ªed. São Paulo: Saraiva, OLIVER, R. L. Satisfaction: a behavioral perspective on the consumer. New York: McGraw- Hill Company OLIVER, R. L. Measurement and Evaluation of Satisfaction Processes in Retailing Settings. Journal of Retailing, v. 57, n. 3, 1981, p OLSHAVSHY, R.W. Task Complexity and Contingent Processing in Decision Making: A replicarion and Extension. Organization Behavior and Human Performance, 24, POPADIUK, S; SANTOS, C.R. Adoção da Inovação em Gestão de Projetos de TI: Uma Comparação entre Pré e Pós-Adoção Mediante o Uso de Equações Estruturais. Anais do EnANPAD, RADZIUK E. Comércio eletrônico e Internet: posicionamento dos maiores varejistas no Brasil. Dissertação de mestrado em administração apresentada ao PPGA/UFRGS. Porto Alegre, dezembro de REEDY, J; SCHULLO, S; ZIMMERMAN, K. Marketing Eletrônico: A integração de recursos eletrônicos ao processo de marketing. Porto Alegre. Bookman: RUSSO, J.E. More Information is Better: A Reevaluation of Jacoby, Speller and Konh. The Journal of Consumer Reseach SCAMMON, D.L. Information Load and Consumers. Journal of Consumer Research. 4, SHETH, J.N; MITTAL, B; NEWMAN, B.I. Comportamento do Cliente: Indo além do comportamento do consumidor. São Paulo. Atlas: SOLOMON, M.R. Consumer Behaviour: Buying, Having and Being. New Jersey. Pearson: SUMMERS, J.O. Less Information is Better? Journal of Marketing Research, SWAIN, M.R; HAKA, S.F. Effects of Information Load on Capital Budgeting Decisions. Behavioral Research in Accounting. 12, p

16 URDAN, A. T.; RODRIGUES, A. R. O modelo do índice de satisfação do cliente norteamericano: um exame inicial no Brasil com equações estruturais. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 22., 1998, Foz do Iguaçú. Anais. Foz do Iguaçú: ANPAD, WILKIE, W.L. Analysis of Effects of Information Load. Journal of Marketing Research. 11, nov WRIGHT, P. Consumer Choice Strategies: Simplifying vs. Optimizing. Journal of Marketing Research. 12, ZAMBALDI, F; COHEN, E.D; ARANHA, F. Aplicação das Técnicas de Análise Fatorial e Modelagem de Equações Estruturais no Estudo Confirmatório de um Modelo Explicativo de Lealdade Comportamental. Anais do EMA,

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO 2º. SEMESTRE 2015 DISCIPLINA: Pesquisa Quantitativa com Análise de Dados PROFESSOR:

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. fabio@mv2.com.br (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação

Correlação Canônica. Outubro / 1998. Versão preliminar. Fabio Vessoni. fabio@mv2.com.br (011) 30642254. MV2 Sistemas de Informação Correlação Canônica Outubro / 998 Versão preliminar Fabio Vessoni fabio@mv.com.br (0) 306454 MV Sistemas de Informação Introdução Existem várias formas de analisar dois conjuntos de dados. Um dos modelos

Leia mais

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA João Antonio Jardim Silveira 1 Amilto Muller ¹ Luciano Fagundes da Silva ¹ Luis Rodrigo Freitas ¹ Marines Costa ¹ RESUMO O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

O PROCESSO DECISÓRIO DE COMPRA: UM PANORAMA DAS PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS EM ADMINISTRAÇÃO

O PROCESSO DECISÓRIO DE COMPRA: UM PANORAMA DAS PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS EM ADMINISTRAÇÃO O PROCESSO DECISÓRIO DE COMPRA: UM PANORAMA DAS PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS EM ADMINISTRAÇÃO Tatiani SANTOS Bolsista CAPES. Universidade Federal do Paraná Mestranda tatianiss@yahoo.com.br Resumo O objetivo

Leia mais

ESTAMOS PREPARADOS PARA LIDAR COM O NOVO CONSUMIDOR DO E- COMMERCE E O MUNDO DIGITAL?

ESTAMOS PREPARADOS PARA LIDAR COM O NOVO CONSUMIDOR DO E- COMMERCE E O MUNDO DIGITAL? ESTAMOS PREPARADOS PARA LIDAR COM O NOVO CONSUMIDOR DO E- COMMERCE E O MUNDO DIGITAL? SANTOS, J. G. O. GRADUANDO EM ADMINISTRAÇÃO PELA FACULDADE AGES Lattes: http://lattes.cnpq.br/2990422158230715 O padrão

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

A avaliação de um modelo de comprometimento do consumidor com livrarias virtuais

A avaliação de um modelo de comprometimento do consumidor com livrarias virtuais Augusto César Ferreira Lima A avaliação de um modelo de comprometimento do consumidor com livrarias virtuais Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração

Leia mais

O COMPORTAMENTO DE CONSUMO VIRTUAL COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE NA CONTEMPORANEIDADE

O COMPORTAMENTO DE CONSUMO VIRTUAL COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE NA CONTEMPORANEIDADE 20 a 24 de outubro de 2008 O COMPORTAMENTO DE CONSUMO VIRTUAL COMO EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE NA CONTEMPORANEIDADE Jaqueline Reinert Godoy 1, Gláucia Valéria Pinheiro de Brida 2 RESUMO: O consumo virtual

Leia mais

livrarias. No Brasil, o mercado livreiro é um dos melhores do mundo.

livrarias. No Brasil, o mercado livreiro é um dos melhores do mundo. Universidade Castelo Branco O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DO E-COMMERCE DA SARAIVA RUAN CAÍQUE DE JESUS SIMAS Orientação: Prof.ª Carla Mota. Rio de Janeiro, jun. 2014 Introdução O comercio varejista brasileiro

Leia mais

Technology and Security Risk Services. Novembro, 2003

Technology and Security Risk Services. Novembro, 2003 Technology and Security Risk Services Novembro, 2003 1. Por que escrevemos o livro? 2. Objetivo do livro 3. Conteúdo do livro 4. Dúvidas Acesso aos sites financeiros cresceu 199% em dois anos; Os sites

Leia mais

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING PROGRAMA PRIMEIRA EMPRESA INOVADORA PRIME GESTÃO MERCADOLÓGICA 2009 REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING Todo comprador poderá adquirir o seu automóvel da cor que desejar, desde que seja preto.

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES): EBERSON EVANDRO DA SILVA GUNDIN, PAULO

Leia mais

Quanto mais informações melhor? Um experimento acerca dos efeitos da sobrecarga de informações na compra de um produto no varejo eletrônico.

Quanto mais informações melhor? Um experimento acerca dos efeitos da sobrecarga de informações na compra de um produto no varejo eletrônico. Quanto mais informações melhor? Um experimento acerca dos efeitos da sobrecarga de informações na compra de um produto no varejo eletrônico. Autoria: Rafael Lucian, Salomão Alencar de Farias RESUMO Diante

Leia mais

COMPORTAMENTO DE CONSUMO EM TEMPOS DE CRISE

COMPORTAMENTO DE CONSUMO EM TEMPOS DE CRISE PRIAD: COMPORTAMENTO DE CONSUMO EM TEMPOS DE CRISE 1 Data de entrega até 16/09/2015 As questões objetivas só possuem uma alternativa correta: respostas a lápis ou rasuradas serão desconsideradas. Não use

Leia mais

6 Métodos e técnicas da pesquisa

6 Métodos e técnicas da pesquisa 6 Métodos e técnicas da pesquisa 93 6 Métodos e técnicas da pesquisa 6.1. Introdução Nos primeiros capítulos deste trabalho foram apresentadas as principais evoluções ocorridas tanto no ambiente da Internet

Leia mais

26/05 - Convergência de Métodos para Avaliação de Dados: Fatorial, Clusters e Testes Bivariados. 11 02/06 - Regressão Linear Simples e Múltipla

26/05 - Convergência de Métodos para Avaliação de Dados: Fatorial, Clusters e Testes Bivariados. 11 02/06 - Regressão Linear Simples e Múltipla PLANO DE ENSINO Universidade Positivo Curso: MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO Área de concentração: Organizações, Gestão e Sociedade Disciplina: Métodos Quantitativos Administração de Pesquisa Carga horária total:

Leia mais

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr Análise de Regressão Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho Cleber Moura Edson Samuel Jr Agenda Introdução Passos para Realização da Análise Modelos para Análise de Regressão Regressão Linear Simples

Leia mais

Serviço Especial de TV por Assinatura

Serviço Especial de TV por Assinatura RELATÓRIO CONTENDO AS ANÁLISES ESTATÍSTICAS DOS DADOS COLETADOS E SEUS RESULTADOS PRODUTO VI PÚBLICO (TUP) Serviço Especial de TV por Assinatura Janeiro de 2013 2 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VALIDAÇÃO

Leia mais

ALEXANDRE WILLIAM BARBOSA DUARTE

ALEXANDRE WILLIAM BARBOSA DUARTE SURVEY Método de pesquisa amplamente utilizado em pesquisas de opinião pública, de mercado e, atualmente, em pesquisas sociais que, objetivamente, visam descrever, explicar e/ou explorar características

Leia mais

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA EQE040 METODOLOGIA CIENTÍFICA www.liviajatoba.com/eqe040 Professora Livia Jatobá liviajatoba@eq.ufrj.br Aula 04: Desenvolvendo o problema científico. Metodologia e fases da pesquisa. 6 de abril de 2015

Leia mais

MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO COMPORTAMENTO HUMANOS NAS ORGANIZAÇÕES

MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO COMPORTAMENTO HUMANOS NAS ORGANIZAÇÕES MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO Números Reais; Expressões Algébricas; Equação do 1º grau; Equação do 2º grau; Logaritmos; Conjuntos; Funções;

Leia mais

MARKETING NA INTERNET

MARKETING NA INTERNET MARKETING NA INTERNET HUGO HOCH CONSULTOR DE MARKETING ER. BAURU SEBRAE-SP hugoh@sebraesp.com.br Marketing na Internet O que é? o Marketing na Internet, também referido como: i-marketing, web marketing,

Leia mais

Mestrado Profissional em Administração. Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes 1º trimestre de 2015

Mestrado Profissional em Administração. Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes 1º trimestre de 2015 Mestrado Profissional em Administração Disciplina: Análise Multivariada Professor: Hedibert Freitas Lopes º trimestre de 205 Modelagem de Equações Estruturais Análise Fatorial Confirmatória Análise de

Leia mais

5 Considerações finais 5.1. Reflexões sobre os resultados

5 Considerações finais 5.1. Reflexões sobre os resultados 5 Considerações finais 5.1. Reflexões sobre os resultados Ao longo da história o boca a boca sempre se mostrou como um meio eficaz de promoção de produtos e serviços, como advento da Internet esse poder

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS.

TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS. CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

Implementação Estratégica da TI com foco nos Negócios

Implementação Estratégica da TI com foco nos Negócios Implementação Estratégica da TI com foco nos Negócios Projeto para a disciplina Sistemas de Informação Gerencial Curso: MBA em Gestão e Negócios UNIMEP Elaborada por: Profº. Ms Flávio Ibelli Callegari

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: twitter; ferramenta; planejamento; Greenpeace.

Resumo. Palavras-chave: twitter; ferramenta; planejamento; Greenpeace. O Twitter Como Ferramenta de Divulgação Para As Empresas: Um Estudo De Caso do GREENPEACE 1 Jonathan Emerson SANTANA 2 Gustavo Guilherme da Matta Caetano LOPES 3 Faculdade Internacional de Curitiba - FACINTER

Leia mais

A ANÁLISE FATORIAL AUXILIANDO A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA REAL DE PESQUISA DE MARKETING

A ANÁLISE FATORIAL AUXILIANDO A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA REAL DE PESQUISA DE MARKETING A ANÁLISE FATORIAL AUXILIANDO A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA REAL DE PESQUISA DE MARKETING Sumaia Abdei Latif Aluna Especial do PPGA/FEA/USP INTRODUÇÃO A teoria diz que determinadas técnicas de análise de

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO SUPERIOR EM IES DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROJETO DE PESQUISA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO SUPERIOR EM IES DO ESTADO DE SÃO PAULO 552 PROJETO DE PESQUISA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO APOIO AO ENSINO SUPERIOR EM IES DO ESTADO DE SÃO PAULO Silvio Carvalho Neto (USP) Hiro Takaoka (USP) PESQUISA EXPLORATÓRIA

Leia mais

2. Provas presenciais avaliação presencial das duas disciplinas cursadas, visando testar os conhecimentos obtidos nas atividades on-line;

2. Provas presenciais avaliação presencial das duas disciplinas cursadas, visando testar os conhecimentos obtidos nas atividades on-line; Encontro Presencial Introdução ao Marketing e Marketing de Serviços Caro aluno, Conheça as três atividades distintas que ocorrerão durante o Encontro Presencial... 1. Revisão estudo, orientado pelo Professor-Tutor,

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações

5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações 5 Conclusões 5.1. Conclusões e implicações O presente trabalho tem caráter descritivo-exploratório e portanto não tem o intuito de se chegar a conclusões definitivas, sendo sua principal contribuição a

Leia mais

E-COMMERCE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR FRENTE ÀS TRANSAÇÕES ON-LINE 1. Tahinan Pattat 2, Luciano Zamberlan 3.

E-COMMERCE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR FRENTE ÀS TRANSAÇÕES ON-LINE 1. Tahinan Pattat 2, Luciano Zamberlan 3. E-COMMERCE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR FRENTE ÀS TRANSAÇÕES ON-LINE 1 Tahinan Pattat 2, Luciano Zamberlan 3. 1 Trabalho de conclusão de curso de Administração da Unijuí 2 Aluno do Curso de Administração

Leia mais

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics:

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics: Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015 Big Data Analytics: Como melhorar a experiência do seu cliente Anderson Adriano de Freitas RESUMO

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Bruna Jheynice Silva Rodrigues 1 ; Lauriene Teixeira Santos 2 ; Augusto Chaves Martins 3 ; Afonso Régis Sabino

Leia mais

E-commerce e redes sociais. Marcelo Tripoli marcelo.tripoli@ithink.com.br

E-commerce e redes sociais. Marcelo Tripoli marcelo.tripoli@ithink.com.br E-commerce e redes sociais Marcelo Tripoli marcelo.tripoli@ithink.com.br Introdução Experiência da equipe ithink acumulada nos últimos anos Mais de 200 projetos de comunicação on-line em grandes empresas

Leia mais

Excelência operacional

Excelência operacional Excelência operacional o pilar para obter um crescimento lucrativo na Colômbia POR: DAVID MONROY E ROBERTO PALACIOS, SINTEC Siga-nos: @Perspectiva Sintec @Sintec_ @PerspectivaSintec Introdução Toda empresa

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

5 Conclusão e discussões

5 Conclusão e discussões 5 Conclusão e discussões O presente estudo procurou entender melhor o universo dos projetos de patrocínio de eventos, principalmente com o objetivo de responder a seguinte questão: quais são as principais

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Tipos de Pesquisa de Mercado. Licenciado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística

Tipos de Pesquisa de Mercado. Licenciado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística Tipos de Pesquisa de Mercado Geonir Paulo Schnorr Licenciado em Matemática Especialista em Banco de Dados Graduando em Estatística Pesquisas que possibilitam uma profunda compreensão do ambiente de mercado,

Leia mais

JORNAL DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO PARÁ www.diariodaconstrucao.com.br

JORNAL DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO PARÁ www.diariodaconstrucao.com.br PROPOSTA DE PROPAGANDA - ANUNCIE NO JDC Apresentação de Plano de Publicidade Online no Site O JORNAL DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO PARÁ atende com o nome de JDC, porque é uma empresa que tem como sua atividade

Leia mais

Conceitos Introdutórios Fábio Fernandes

Conceitos Introdutórios Fábio Fernandes Conceitos Introdutórios Fábio Fernandes Introdução Com o advento da tecnologia e o maior acesso do público em geral a Internet, o aprendizado on-line (e-learning) tem sido cada vez mais procurado por profissionais

Leia mais

E-COMMERCE: UM ESTUDO DIRIGIDO AO CONSUMO DE LIVROS E ARTIGOS TEXTUAIS PELA COMUNIDADE ACADÊMICA

E-COMMERCE: UM ESTUDO DIRIGIDO AO CONSUMO DE LIVROS E ARTIGOS TEXTUAIS PELA COMUNIDADE ACADÊMICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 E-COMMERCE: UM ESTUDO DIRIGIDO AO CONSUMO DE LIVROS E ARTIGOS TEXTUAIS PELA COMUNIDADE ACADÊMICA Gustavo Antonie Risso 1, Marcela Bortotti Favero 2 RESUMO:

Leia mais

Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce).

Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce). Poucas inovações na história da humanidade reúnem tantos benefícios potenciais quanto o Comércio Eletrônico (também conhecido como e-commerce). A natureza global da tecnologia, a oportunidade de atingir

Leia mais

4 Análise dos Resultados

4 Análise dos Resultados 55 4 Análise dos Resultados Este capítulo apresenta os resultados obtidos a partir de survey realizada com jovens universitários chilenos. Para compor a base de dados, foram utilizadas as respostas de

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

*Todos os direitos reservados.

*Todos os direitos reservados. *Todos os direitos reservados. A cada ano, as grandes empresas de tecnologia criam novas ferramentas Para o novo mundo digital. Sempre temos que nos renovar para novas tecnologias, a Karmake está preparada.

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2. MBA Gestão de TI. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2. MBA Gestão de TI. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2 MBA Gestão de TI Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com 2 3 Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade; um pessimista vê uma calamidade em

Leia mais

A compra de TI e as redes sociais

A compra de TI e as redes sociais Solicitada por A compra de TI e as redes sociais Como as redes sociais transformaram o processo de compras B2B e as melhores práticas para adaptar as suas estratégias de marketing à nova realidade BRASIL

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

Objetivos. Capítulo 16. Cenário para discussão. Comunicações de marketing. Desenvolvimento de comunicações de marketing eficazes

Objetivos. Capítulo 16. Cenário para discussão. Comunicações de marketing. Desenvolvimento de comunicações de marketing eficazes Capítulo 16 e administração de comunicações integradas de marketing Objetivos Aprender quais são as principais etapas no desenvolvimento de um programa eficaz de comunicações integradas de marketing. Entender

Leia mais

Arquitetura de Informação

Arquitetura de Informação Arquitetura de Informação Ferramentas para Web Design Prof. Ricardo Ferramentas para Web Design 1 Arquitetura de Informação? Ferramentas para Web Design 2 Arquitetura de Informação (AI): É a arte de expressar

Leia mais

Pesquisa Mercadológica. Prof. Renato Resende Borges

Pesquisa Mercadológica. Prof. Renato Resende Borges Pesquisa Mercadológica Prof. Renato Resende Borges Definição de Pesquisa de Marketing É a identificação, coleta, análise e disseminação de informações de forma sistemática e objetiva e o uso de informações

Leia mais

Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil

Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil 2014 Objetivo Metodologia Perfil da Empresa de Consultoria Características das Empresas Áreas de Atuação Honorários Perspectivas e Percepção de Mercado

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING

Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING Inscrições Abertas: Início das aulas: 28/03/2016 Término das aulas: 10/12/2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às 22h30 Semanal Quarta-Feira

Leia mais

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO Rivanildo Ferreira de MOURA 1, Marcos Antônio BARROS 2 1 Aluno de Graduação em Licenciatura em Física, Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL (Estudo de Caso: Rede Eletrosom Ltda em Pires do Rio - GO) MÁRCIO FERNANDES 1, DÉBORA DE AMORIM VIEIRA 2, JOSIANE SILVÉRIA CALAÇA MATOS

Leia mais

O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail.

O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail. O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail.com 1. Introdução Podemos considerar inegável que um dos fatores atuantes

Leia mais

O varejo e a era da disrupção

O varejo e a era da disrupção 10Minutos Varejo Total Retail 2015 - Pesquisa anual da PwC com os consumidores O varejo e a era da disrupção Destaques Os consumidores estão definindo sua própria abordagem de relacionamento com o varejo,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 013/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito

Leia mais

1 Introdução 2 Comportamento do Consumidor e Diferenciação para Estratégia e para o Marketing

1 Introdução  2 Comportamento do Consumidor e Diferenciação para Estratégia e para o Marketing Diferenciação Informada: um Estudo sobre os Efeitos da Informação sobre a Disposição a Pagar João Roberto Lo Turco Martinez joaoadm01@yahoo.com.br UFG Lorena Estrela Peixoto lorenapeixoto18@yahoo.com.br

Leia mais

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior Gestão de TI Evanivaldo Castro Silva Júnior Porque estudar Estatística em um curso de Gestão de TI? TI trabalha com dados Geralmente grandes bases de dados Com grande variabilidade Difícil manipulação,

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Pesquisa de Mercado e Opinião

Pesquisa de Mercado e Opinião Pesquisa de Mercado e Opinião MATTAR Prof. Ms. Alexandre Augusto Giorgio 1 NATUREZA DAS VARIÁVEIS ESTUDADAS 2 NATUREZA DO RELACIONAMENTO ENTRE VARIÁVEIS ESTUDADAS 3 OBJETIVO E GRAU EM QUE O PROBLEMA DE

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING

CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING EMENTA (2012) Disciplina: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Aspectos introdutórios. Os processos decisórios do consumidor. Diferenças individuais. Processos psicológicos. Influências

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Rua Baronesa do Engenho Novo, 189 Eng. Novo - Rio de Janeiro - RJ. Rua Buenos Aires, 12 / 12 o andar Centro - Rio de Janeiro - RJ

Rua Baronesa do Engenho Novo, 189 Eng. Novo - Rio de Janeiro - RJ. Rua Buenos Aires, 12 / 12 o andar Centro - Rio de Janeiro - RJ Manual do Cursista Copyright COP EDITORA LTDA. Todos os direitos reservados a COP EDITORA LTDA. Essa é uma co-edição entre a COP EDITORA LTDA e a FUNAGER - Fundação Nacional de Apoio Gerencial. Proibida

Leia mais

Fatores Críticos de Sucesso em GP

Fatores Críticos de Sucesso em GP Fatores Críticos de Sucesso em GP Paulo Ferrucio, PMP pferrucio@hotmail.com A necessidade das organizações de maior eficiência e velocidade para atender as necessidades do mercado faz com que os projetos

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

Saúde e produtividade: um olhar sobre o cenário brasileiro. Cesar Lopes Líder de Saúde e Benefícios em Grupo, Towers Watson

Saúde e produtividade: um olhar sobre o cenário brasileiro. Cesar Lopes Líder de Saúde e Benefícios em Grupo, Towers Watson Saúde e produtividade: o valor de uma força de trabalho saudável para o sucesso nos negócios Saúde e produtividade: um olhar sobre o cenário brasileiro Cesar Lopes Líder de Saúde e Benefícios em Grupo,

Leia mais

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com Manual do Professor Manual do professor Este manual deve ser usado em conjunto com o vídeo do autor disponível no site da editora: www.campus.com.br Maiores

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Ana Luiza Collares Xavier JULIA FERRAZ DUAYER Thalita Gaspar Telles Light Serviços de

Leia mais

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização Pesquisa de Mercado Aula 1 Prof. Me. Ricieri Garbelini Tópicos Abordados 1. Identificação do problema ou situação 2. Construção de hipóteses ou determinação dos objetivos 3. Tipos de pesquisa 4. Métodos

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

Introdução Já acessou rede social Acessam semanalmente Acessam diariamente USA Brasil Argentina México

Introdução Já acessou rede social Acessam semanalmente Acessam diariamente USA Brasil Argentina México O século XIX ficou conhecido como o século europeu; o XX, como o americano. O século XXI será lembrado como o Século das Mulheres. (Tsvi Bisk, Center for Strategic Futurist Thinking, 2008) A Sophia Mind,

Leia mais

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados DIFERENCIAIS Acredito que o desenvolvimento de soluções para Internet não é um trabalho qualquer, deve-se ter certa experiência e conhecimento na área para projetar sistemas que diferenciem você de seu

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Turismo sobre a ESEC 4 3.2. Opinião dos alunos sobre

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada CURSO DE FORMAÇÃO webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA Entidade de formação credenciada e homologada 1. Fundamentação A investigação nas ciências humanas e sociais tem passado nas últimas décadas

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA 1) Quais são os componentes de um moderno sistema de informações de marketing? 2) Como as empresas podem coletar informações de marketing? 3) O que constitui

Leia mais