Energia sem limites março abril 2014 Nº33

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Energia sem limites março abril 2014 Nº33"

Transcrição

1 Energia sem limites março abril 2014 Nº33

2 a energia que nos une A nossa energia levou mais de 1 milhão de portugueses às melhores provas desportivas, nos últimos cinco anos. EDP, a energia oficial do desporto.

3 EDITORIAL MIGUEL COUTINHO Diretor da DRIS Por uma relação de confiança Alguém disse acertadamente que o dicionário é o único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho. O sucesso da EDP não foge à regra: é o resultado de muito trabalho, de muito empenho e motivação de todos os seus colaboradores. Mas não só. A História desta companhia é feita de um diálogo permanente com a Sociedade, da consciência plena de que a criação de valor não é um caminho de sentido único, e da convicção de que a confiança e a transparência são ativos que a EDP tem de fazer por merecer todos os dias. A criação de uma Direção de Stakeholders no âmbito do Centro Corporativo e de um Comité de Stakeholders, a aprovação de um Modelo de Segmentação e de uma Política de Stakeholders, são sinais inequívocos de que este é um tema relevante para a EDP. Para nós é estratégica a valorização do relacionamento da EDP com os seus stakeholders, reforçando o diálogo e a cooperação e contribuindo para um melhor desempenho da companhia. Cremos que esta ambição é reconhecida por quem connosco se relaciona. Nas conclusões do Relatório de Stakeholders, que publicámos pela primeira vez em 2013, é clara a perceção que têm de nós: 79,3% dos inquiridos consideram a EDP uma empresa de confiança; 68,7% dizem que a EDP está disponível para responder e esclarecer todas as dúvidas; e mais de metade do universo de stakeholders auscultado refere que é fácil comunicar com a EDP. É também este relatório interno que nos permite conhecer com maior detalhe quais os temas que os nossos stakeholders mais valorizam e identificar as áreas de melhoria no relacionamento. Estamos atentos a todos esses sinais e assumimos o compromisso de dar resposta às expetativas reveladas. Acreditamos que a gestão de stakeholders é um processo dinâmico e que o facto de ouvirmos, compreendermos e colaborarmos com as partes interessadas nos torna uma melhor empresa para enfrentar os desafios com que nos confrontamos. FICHA TÉCNICA Edição Especial Proprietário EDP - Energias de Portugal, SA Praça Marquês de Pombal, 12, Lisboa Tel: Fax: EDITORA PENÍNSULA PRESS SL / RUA DOS CORREEIROS 120, 4º ESQ / LISBOA ADMINISTRADOR EXECUTIVO STELLA KLAUHS REDAÇÃO EDUARDO MARINO (EDITOR), JOANA PERES (REDATORA) ARTE MARTA CONCEIÇÃO, NUNO F BARBOSA FOTOGRAFIA HUGO GAMBOA, JOÃO REIS E ADELINO OLIVEIRA ILUSTRAÇÃO DE CAPA BRÁULIO AMADO REVISÃO ANA GODINHO COORDENAÇÃO EDP MARGARIDA GLÓRIA DISTRIBUIÇÃO GRATUITA EM PORTUGAL EXEMPLARES; ESPANHA EXEMPLARES; BRASIL EXEMPLARES LISGRÁFICA - IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS, RUA CONSIGLIERI PEDROSO, Nº. 90, CASAL DE STA. LEOPOLDINA, BARCARENA - PORTUGAL. TEL (GERAL); FAX ISENTA DE REGISTO NA E.R.C., AO ABRIGO DO DECRETO REGULAMENTAR 8/6, ARTIGO 12º Nº1 - A ESTA PUBLICAÇÃO FOI ESCRITA AO ABRIGO DO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO Edição Especial edpon 33 3

4 ÍNDICE DIREÇÃO DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E STAKEHOLDERS 6 DEMOCRACIA organismos públicos 20 governo, regulação 27 MERCADO investidores 30 acionistas 33 concorrência 34 4 Edição Especial edpon 33

5 ENVOLVENTE SOCIAL E TERRITORIAL comunidades locais 38 media 57 autarquias 58 ong 62 CADEIA DE VALOR clientes 68 comunidade científica 89 fornecedores 96 colaboradores 104 Edição Especial edpon 33 5

6 S Direção de Relações Institucionais e Stakeholders GESTÃO DE STAKEHOLDERS PRIMEIRO ESTRANHA-SE, DEPOIS ENTRANHA-SE É uma ferramenta de gestão que pretende melhorar o relacionamento com os stakeholders mas também o desempenho da empresa. Miguel Coutinho, diretor da DRIS, fala do caminho feito desde Abril de 2012: da criação de um Comité de Stakeholders, da aprovação de um Modelo de Segmentação e de uma Política de Stakeholders e da produção do primeiro Relatório de Stakeholders em E anuncia as prioridades para 2014: replicar a metodologia da gestão de stakeholders nas várias geografias onde o Grupo está presente e incorporar as respostas às expetativas dos stakeholders no relatório deste ano. 6 Edição Especial edpon 33

7 S MIGUEL COUTINHO, Diretor da DRIS - Direção de Relações Institucionais e Stakeholders. O que é e para que serve a gestão de stakeholders? A gestão de stakeholders é um exercício de exigência, de partilha e de transparência das empresas na sua relação com a Sociedade e, em particular, com as entidades que impactam ou são impactadas pela sua atividade. Na perspetiva da EDP, é, também, uma ferramenta de Gestão funcionando como uma antena que mapeia os stakeholders relevantes de uma empresa, que recolhe as suas expetativas de relacionamento e que permite identificar quais os desafios, riscos e oportunidades estratégicas de melhoria que se colocam à gestão. Partimos do princípio que se formos mais transparentes no relacionamento com os nossos stakeholders, se estabelecermos relações de confiança em que partilhamos informação e conhecimento, se soubermos ouvir e integrar nas nossas decisões as expetativas daqueles que connosco se relacionam, então seremos uma melhor empresa com melhores resultados. O que distingue a gestão de stakeholders do lóbi ou da comunicação? Na gestão de stakeholders o propósito não é o de transmitir ou impor, como acontece na comunicação ou no lóbi, a posição da empresa ou a sua visão sobre um certo assunto. O que a torna desafiante é o facto de procurar construir valor, integrando nas decisões de gestão da empresa a visão e as expetativas dos stakeholders. Não é por acaso que os princípios da Política de Stakeholders do Grupo EDP são Compreender, Comunicar, Confiar e Colaborar. Estes quatro eixos revelam a importância estratégica que o Grupo dá aos seus stakeholders e o relacionamento consistente que procura sempre estabelecer com eles. Quais os principais marcos da Gestão de Stakeholders desde que a Direção de Relações Institucionais e Stakeholders foi criada em Abril de 2012? Desde logo, a criação da DRIS como unidade autónoma do Centro Corporativo é um marco revelador da forma como a companhia valoriza este tema. Nestes dois anos, a reflexão da DRIS foi no sentido de construir uma arquitetura que constituísse a base de uma verdadeira gestão de stakeholders. Não existindo benchmark nem muita literatura sobre o tema, a DRIS foi construindo o seu próprio caminho, em articulação com António Mexia, e julgo termos chegado a um modelo conceptual e de atuação que responde às necessidades que foram detetadas aquando da criação da direção. Assim, foi criado o Comité de Gestão de Stakeholders, que reúne trimestralmente e onde estão presentes o Presidente do Conselho de Administração Executivo (CAE), membros do CAE e outras primeiras linhas da empresa. Este comité tem como missão refletir sobre o relacionamento da empresa com os seus stakeholders mais relevantes e sobre os riscos e/ ou oportunidades de relacionamento com que a empresa se confronta. Foram, ainda, aprovados o Modelo de Segmentação de Stakeholders do Grupo EDP e a Política de Stakeholders do Grupo EDP, dois instrumentos que permitem alinhar e dar coerência à forma como o Grupo encara os seus stakeholders nas diferentes geografias. O que é o Modelo de Segmentação? O Modelo de Segmentação conceptualiza Edição Especial edpon 33 7

8 S Direção de Relações Institucionais e Stakeholders a forma como olhamos e agregamos os stakeholders mais relevantes da empresa. Este desenho resultou de uma colaboração com o Professor Augusto Mateus que nos permitiu identificar quatro grandes grupos ou eixos de stakeholders: o Mercado, a Cadeia de Valor, a Democracia e a Organização Social e Territorial. A Cadeia de Valor inclui os Colaboradores, Sindicatos, Fornecedores, Comunidade Científica, Clientes, Associações de Consumidores e Associações Empresariais. O Mercado integra a Concorrência, as Entidades Financeiras, os Acionistas e os Investidores. Na Democracia estão representados a Regulação, o Parlamento, os Partidos Políticos e as Instituições Internacionais. E, finalmente, na Organização Social e Territorial temos as Organizações Não Governamentais, as Comunidades Locais, as Autarquias, os Media e os Líderes de Opinião. Este modelo acolhe, na nossa perspetiva, a identificação e mapeamento dos principais stakeholders da EDP. Os critérios resultantes do estudo do Professor Augusto Mateus atendem à natureza dos stakeholders (se são públicos ou privados), à sua territorialização (se são regionais, nacionais ou supranacionais) e à sua segmentação (se integram a cadeia de produção e distribuição, a cadeia de valor), se se referem aos mercados, às políticas públicas e às regras e práticas de regulação, ou às formas de organização e poder de influência e decisão no exercício do respetivo protagonismo no modelo corporativo da EDP. A DRIS produziu, pela primeira vez em 2013, um Relatório de Stakeholders. De que se trata? É uma peça que reputamos de fundamental na construção de uma área de stakeholders. Encaramo-la como uma ferramenta de trabalho para a gestão por reunir a visão das unidades de negócio sobre o seu relacionamento com os stakeholders, a visão dos stakeholders sobre a sua relação com a EDP e a perceção que têm de nós, e, finalmente, a identificação das oportunidades e áreas de melhoria no relacionamento. Qual a metodologia utilizada pela DRIS para a sua elaboração? Para a sua elaboração foi adotado um processo de reporte interno com várias unidades de negócio, complementado pelo contributo dos administradores das empresas na validação das conclusões e pela auscultação a um grupo de entidades externas, através de inquéritos e entrevistas presenciais, com grande capacidade de impacto no negócio e de influência na opinião pública. Nesta consulta externa era impossível do ponto de vista operacional convocar todo o universo de stakeholders da EDP. Assim, optámos por ouvir um grupo de stakeholders que reuniam duas características: terem um impacto forte no negócio por assumirem um papel determinante na construção da opinião pública ou não disporem ainda, apesar da sua relevância, de canais formais de relacionamento com a EDP. Chegámos, assim, a um grupo constituído por autarquias, universidades, deputados, eurodeputados, associações de consumidores, associações empresariais e fornecedores. É deste confronto entre a visão interna e a visão externa que resultam os riscos e desafios na relação. Quais os principais resultados do relatório? Como referi, este é um documento de trabalho interno. De qualquer modo, podemos referir algumas das grandes conclusões. Este grupo de stakeholders 8 Edição Especial edpon 33

9 S relevantes considera a EDP como uma empresa de confiança, moderna e inovadora, que contribui fortemente para o desenvolvimento do país. Mas, identifica também algumas áreas de melhoria: a EDP deveria ser mais proativa na informação sobre a sua atividade e a forma como vê o setor de energia, deveria reportar melhor o que faz em matéria de promoção da eficiência energética e do mercado liberalizado, deveria intensificar a relação e a partilha de informação e conhecimento com as associações de consumidores, associações empresariais e universidades, só para dar alguns exemplos. Este relatório voltará a ser produzido em 2014? Sim, o objetivo é que se seja produzido todos os anos, permitindo atualizar a fotografia da nossa relação com os nossos stakeholders mais relevantes. Mas, temos, ainda, a ambição, de fazer mais e melhor. E para este ano temos dois objetivos estratégicos. Em primeiro lugar, queremos reportar já este ano a forma como a EDP responder às expetativas dos seus stakeholders, evidenciando aquilo que fizemos para melhorar as áreas de fragilidade identificadas pelas partes interessadas. Em segundo lugar, temos a ambição de replicar esta metodologia e abordagem de relacionamento com os stakeholders a todas as geografias onde o Grupo está presente. Esse alinhamento é estratégico e dará outra consistência à forma como a empresa se relaciona com as várias sociedades onde está inserida. Tudo isto contribuirá para o que, na nossa perspetiva, é essencial: reforçar o diálogo e a cooperação com os stakeholders, melhorando o desempenho da EDP. Este é um processo que não se ativa por decreto. Exige uma cultura de envolvimento com os stakeholders e uma sensibilização permanente de todos os colaboradores da EDP. Mas, acredito que os da EDP terão relativamente à gestão de stakeholders a mesma reação que Fernando Pessoa teve com a Coca-Cola: primeiro estranha-se, depois entranha-se. Edição Especial edpon 33 9

10 S Direção de Relações Institucionais e Stakeholders COMO É QUE OS STAKEHOLDERS AVALIAM O RELACIONAMENTO COM A EDP? Estes resultados, obtidos no âmbito de um inquérito a um grupo de stakeholders, revelam uma perceção positiva sobre a EDP mas, também, margens de melhoria que só poderão ser atingidas com um diálogo mais estreito da empresa com os seus stakeholders. QUAL É O TEMA MAIS RELEVANTE PARA OS STAKEHOLDERS? Estes cinco temas são os mais referidos pelos stakeholders como estratégicos na sua relação com a EDP. 10 Edição Especial edpon 33

11 S RELATÓRIO DE STAKEHOLDERS EDP É EMPRESA DE CONFIANÇA PARA 80% DOS INQUIRIDOS Identificar de forma dinâmica e sistemática os stakeholders que influenciam e são influenciados pela EDP e conhecer as suas expectativas e interesses nas decisões que os impactam diretamente é um dos grandes princípios orientadores da Política de Relacionamento com Stakeholders do Grupo EDP. Foi com esse objetivo que a Direção de Relações Institucionais e Stakeholders (DRIS) realizou ao longo de 2013 um processo de auscultação a um conjunto de relevantes stakeholders externos, que lhe permitiu evidenciar aquelas que são as suas expectativas relativamente à EDP e identificar quais os riscos e/ou oportunidades que a empresa enfrenta no relacionamento com eles. Escolher os stakeholders a auscultar foi o primeiro passo do processo. Tendo em conta a sua forte capacidade de impactar o negócio, bem como de influenciar a construção de uma opinião pública sobre a empresa, entre os muitos segmentos de stakeholders da EDP, a DRIS optou pela visão dos seguintes: autarquias, universidades, deputados, eurodeputados, associações de consumidores, associações empresariais e fornecedores. A promoção da eficiência energética no consumo é o tema mais relevante para o universo de stakeholders auscultados. Mais de 90% das entidades ouvidas atribuem importância máxima a este tema. Destaque ainda para a criticidade atribuída por mais de metade das entidades inquiridas ao tema das energias renováveis e às tarifas e preço da energia. A EDP é percecionada por cerca de 80% dos stakeholders consultados como uma empresa de confiança. No que toca ao relacionamento, cerca de 50% considera existirem canais de comunicação eficazes com o Grupo. Menos de metade dos inquiridos considera que a EDP responde às suas expetativas, o que justifica a existência de uma política proativa de gestão de Stakeholders por parte da EDP. Estes são apenas alguns dos resultados deste processo de auscultação, realizado com base em entrevistas presenciais, complementadas por um inquérito com várias questões sobre as diferentes vertentes do relacionamento com a EDP: com que unidades de negócio se relacionam, como avaliam o relacionamento com a EDP, quais os temas que mais valorizam e como avaliam o desempenho da EDP nesses temas, quais os temas que consideram críticos no futuro e quais os meios de contacto utilizados e como os avaliam. Edição Especial edpon 33 11

12 S Direção de Relações Institucionais e Stakeholders EDP BRASIL GESTÃO DE STAKEHOLDERS GANHA ÁREA PRÓPRIA Recém-criada na EDP no Brasil (dezembro de 2013), a área de Relações Institucionais e Gestão de Stakeholders tem por objetivo aproximar todos os públicos de interesse que afetam ou são afetados significamente pelas ações da empresa. Maria Tereza Rodrigues, Diretora da área, tem pela frente o desafio de promover o engajamento dos colaboradores, parceiros, fornecedores, setores públicos e privados e comunidades a fim de gerar valor para a empresa. De acordo com Maria Tereza, os relacionamentos mantidos com satisfação pelos serviços prestados e com compartilhamento de valores e sonhos comuns garantem o sucesso e a perenidade dessas relações e, assim, contribuem para a geração de resultados sustentáveis. A área que está subordinada diretamente à Presidência do Conselho de Administração da EDP no Brasil, de Ana Maria Fernandes, está estruturando uma equipe com profissionais do mercado. Como primeiro passo será realizado um amplo mapeamento de todos os stakeholders já existentes na empresa. Hoje, nossos stakeholders já são atendidos pelas diversas áreas da empresa. Vamos unificá-los em uma mesma plataforma para proporcionar pontos de melhoria entre a empresa e seus diversos públicos envolvidos. O grande desafio da área será de permear em diversas regiões onde a EDP no Brasil está presente. Em um país continental e com atuação em 11 estados nas áreas de Geração, Distribuição e Comercialização de energia, cada região possui características particulares. Maria Tereza traz para essa tarefa toda a experiência conquistada em mais de 5 anos no Instituto EDP, onde teve a oportunidade de conhecer diferentes áreas de atuação do Grupo. 12 Edição Especial edpon 33

13

14 S Direção de Relações Institucionais e Stakeholders POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM STAKEHOLDERS DO GRUPO EDP O envolvimento dos vários Stakeholders com que se relaciona é uma prioridade estratégica para o Grupo EDP. 14 Edição Especial edpon 33

15 S O envolvimento de stakeholders no Grupo EDP é uma prioridade estratégica para a manutenção de um diálogo aberto e transparente da Companhia com as suas partes interessadas. Os objetivos da EDP são construir e reforçar relações de confiança, partilhar conhecimento e informação relevante, antecipar desafios e identificar novas oportunidades de cooperação com os nossos stakeholders. Ao criar uma Política de Relacionamento de Stakeholders, o Grupo EDP tem, também, como missão criar valor para as várias partes interessadas, em todas as geografias. E fazemo-lo através de quatro grandes Compromissos Orientadores: Compreender, Comunicar, Confiar e Colaborar. Estes compromissos consubstanciam uma Política que pretende superar o simples 2 5(/$&,21$0(172 &20 67$.(+2/'(56 35(7(1'( &5,$5 9$/25 3$5$ $6 9È5,$6 3$57(6,17(5(66$'$6 (0 72'$6 $6 *(2*5$),$6 cumprimento dos requisitos formais da legislação, contribuindo assim para um envolvimento eficaz e genuíno dos diferentes stakeholders do Grupo. Como suporte à prossecução desta Política de Relacionamento, foi criada a Direção de Relações Institucionais e Stakeholders, em Abril de 2012, que atua em conjunto, e de forma articulada, com as diferentes Unidades de Negócio, em Portugal e noutras geografias, e com as várias direções do Centro Corporativo, potenciando a eficácia do relacionamento estratégico com os stakeholders da Companhia. Edição Especial edpon 33 15

16 S Direção de Relações Institucionais e Stakeholders Ser responsável perante aqueles sobre os quais a organização tem impacto e aqueles que geram impacto sobre a organização, assegurando que as minorias têm a mesma capacidade de envolvimento dos restantes stakeholders; Identificar de forma dinâmica e sistemática os stakeholders que influenciam e são influenciados direta e indiretamente pela empresa e pelas suas atividades, bem como os assuntos apontados como relevantes pelos stakeholders; Priorizar de forma equitativa os stakeholders e os assuntos apontados por eles como relevantes. Assegurar que os stakeholders têm acesso à informação, estabelecendo canais de comunicação bidirecionais, diretos e eficientes, disponibilizando ativamente informação clara, compreensível e rigorosa às diversas partes interessadas; Consultar e ouvir, de forma proativa e continuada, as preocupações, os interesses e as expetativas dos stakeholders, preparar planos de auscultação e estratégias de envolvimento à medida das características dos diferentes stakeholders; Responder aos assuntos relevantes identificados pelos stakeholders dentro de um prazo razoável, atendendo às características das partes interessadas envolvidas. Estabelecer um relacionamento transparente com os stakeholders, assegurando que conhecem e compreendem os objetivos da empresa; Informar os stakeholders sobre os impactos económicos, ambientais e sociais da organização ou de determinado projeto, que os poderiam influenciar significativamente; Respeitar as opiniões e os direitos dos stakeholders, tratando-os de forma justa, sem discriminação, respeitando a diversidade e os seus direitos legais; Garantir que as ações de envolvimento são assentes nos valores, nas políticas e nos princípios éticos do Grupo EDP. Integrar na estratégia da empresa os contributos relevantes identificados pelos stakeholders; Partilhar conhecimento e competências com os stakeholders; Trabalhar em cooperação na construção de soluções, estabelecendo parcerias estratégicas que produzam resultados positivos para ambas as partes; Partilhar os resultados de desempenho da empresa, bem como os resultados dos diferentes processos de envolvimento com os stakeholders, disponibilizando, sempre que apropriado, informação de desempenho verificada. 16 Edição Especial edpon 33

17 edp é humana a energia que nos une As atividades promovidas nos campos de férias EDP pretendem desenvolver nos participantes a autonomia e um espírito de equipa, de solidariedade e cooperação. Promovem o respeito pelo ambiente, pela conservação da natureza e pela vida em comunidade. E sempre com muita diversão. turnos 6 a 10 anos 11 a 12 anos 13 a 14 anos 15 anos 3/7 a 15/7 Árvore / Palmela Castelo do Bode - Castelo do Bode 17/7 a 29/7 Palmela Árvore Castelo do Bode Castelo do Bode 31/7 a 12/8 Árvore Palmela Castelo do Bode Castelo do Bode 14/8 a 26/8 Palmela Árvore Castelo do Bode - Para conhecer melhor o seu conteúdo poderá aceder ao link: contactos Contact Centre: ou Extensão interna: (horário de 2ª a 6ª, 09h00 às 18h00) organização EDP Valor Direção de Serviços de Recursos Humanos Departamento de Assuntos Sociais Registo nº 156/DRLVT de 21 de maio de 2013

18

19 GOVERNO, ORGANISMOS PÚBLICOS, REGULAÇÃO, PARLAMENTO, PARTIDOS POLÍTICOS, E INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS. Condições em que a EDP exerce a sua atividade, regulamentos, concorrência, políticas públicas, regras e decisões de regulação. DEMOCRACIA

20 D Democracia Organismos públicos PARTE DE NÓS AMBIENTE ENVOLVE 48 PARCEIROS 20 Edição Especial edpon 33

21 D M ais horas de trabalho protagonizadas por voluntários em diversas geografias. Em junho de 2013, o Grupo EDP abraçou, pelo segundo ano consecutivo, o desafio de dinamizar ações de limpeza de florestas e praias em nome da proteção do ambiente e da preservação da biodiversidade local. Resultado: mais de 30 ações que contaram com a participação de 48 parceiros, em diversas geografias. Em Portugal, entre outras ações, foram removidas mais de 10 toneladas de chorões que invadem a costa. Colaboradores da EDP Renováveis protegeram aves autóctones em Espanha e plantaram árvores em Espanha e na Polónia. No Brasil, foram também plantadas árvores e realizadas ações como a recolha de resíduos no mar que Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo EDP reuniu milhares de voluntários e dezenas de parceiros para pôr mãos à obra na defesa do ambiente. encheram duas embarcações na Perfeitura do Peixe; em Itália plantaram uma horta urbana; e no Reino Unido foram limpas áreas para proteção de orquídeas selvagens. Em Portugal, o Parte de Nós Ambiente 2013 contou, uma vez mais, com o ICNF Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas como principal parceiro e catalisador de uma centena de voluntários. Uma união de esforços que permitiu pôr em marcha iniciativas planeadas pela Fundação EDP, bem como ações relevantes já identificadas pelo ICNF como, por exemplo, a limpeza de algumas áreas na Serra Estrela. Entre os mais de 30 parceiros que se associaram a esta iniciativa estão também autarquias, parceiros de negócio - de setores tão diversos como construção, telecomunicações, agroalimentar, seguros e tecnologias de informação - ONG e associações de defesa do ambiente e pequenos grupos locais, desde escuteiros a escolas de surf. Edição Especial edpon 33 21

22 D Democracia Organismos públicos Barragem de La Barca EDP ESPANHA PLANOS DE EMERGÊNCIA EM BARRAGENS Saberia como reagir a uma rutura na barragem? Reconhece o significado das sirenes de alerta? Estas perguntas são as que as populações, que convivem com as instalações hídricas da EDP, devem saber responder. Em Espanha são vários os agentes que estão alerta para planos de emergência. 22 Edição Especial edpon 33

23 D U ma rutura numa barragem não é o cenário mais previsível, mas dado que a segurança das pessoas está em primeiro lugar, é imprescindível desenvolver planos de emergência e simulacros que envolvam, de forma transversal, os diferentes grupos de interesse. Uma das iniciativas mais relevantes e levadas à prática, pela empresa, são os planos de emergência em barragens. Os segmentos implicados neste plano são vários: organismos públicos (confederação hidrográfica, proteção civil, delegação do governo), comunidades locais, câmaras municipais, forças de segurança do Estado e colaboradores. Neste sentido são frequentes as reuniões do Comité de Implementação dos Planos de Emergência, organismo constituído em 2009, que conta com a participação de várias instituições públicas. Numa das últimas reuniões decidiu realizar-se, este ano, um simulacro na barragem de La Barca. Os planos de emergência têm vários objetivos. Em primeiro lugar, estabelecer os recursos humanos e os meios materiais necessários para controlar a segurança da barragem. Em segundo lugar, facilita a ativação dos serviços e dos recursos para proteger a população em caso de incidente. E em terceiro lugar, possibilita que a população afetada adote as medidas oportunas para a sua autoproteção. Com estas iniciativas, pretende-se, por exemplo, que as populações das zonas mais suscetíveis a inundações tenham noção dos riscos reais, que conheçam as instruções básicas para atuar em caso de inundação e que todas as pessoas colaborem eficazmente nos simulacros levados a cabo. Edição Especial edpon 33 23

24 D Democracia Organismos públicos EDP NO BRASIL PARCERIA COM DEFESA CIVIL NO ESPÍRITO SANTO 24 Edição Especial edpon 33

25 D A atuação da EDP e dos seus colaboradores foi considerada fundamental para ajudar a restabelecer a ordem, nas piores enchentes dos últimos 30 anos, no estado do Espírito Santo. E m dezembro de 2013, o estado do Espírito Santo, região sudeste do Brasil - onde a EDP atua na distribuição de energia, atendendo 78 municípios com uma população estimada em 3,5 milhões de pessoas, e na área de geração com um efetivo de nove usinas entre pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e usinas hidrelétricas (UHE) - sofreu a pior enchente do estado dos últimos 30 anos. Cerca de 55 municípios foram atingidos e deixou mais de 61 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas. De acordo com Carlos Marcelo D Isep Costa, coronel do Batalhão Militar e Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil do Espírito Santo, a atuação da EDP foi fundamental em diversas frentes de ajuda aos atingidos, tanto no pronto restabelecimento de energia como na doação de materiais e alimentos de primeira necessidade. A parceria com a EDP somou aos trabalhos realizados pela Defesa Civil em todo o estado. Durante o período crítico, mantivemos contato direto com representantes da EDP com o objetivo de identificar as regiões mais críticas para o atendimento. Paralelamente às ações da Defesa Civil, a EDP atuou em duas grandes frentes: na área de Geração articulou diálogos com representantes dos municípios onde a empresa possui a usina (prefeitos, coordenadores das Defesas Civis, Corpo de Bombeiros, Instituto Federal de Meio Ambiente e Companhia Espírito Santense de Saneamento), a fim de manter- -se a confiabilidade operacional das usinas, informando as metodologias de trabalho e princípios de funcionamento por parte do Centro de Operação da Geração (COG), que subdivide nas áreas de Pré-Operação, Tempo Real, Pós Operação, Automação e Telecomunicações. Na área de Distribuição, a EDP realizou ações coordenadas pelo Centro de Operação do Sistema (COS) e Centro de Operação da Distribuição para o restabelecimento de energia com as devidas prioridades e possibilidades em regime de emergência até a normalização total do serviço. Segundo o coronel Carlos, a Defesa Civil só tem a dizer o melhor relativamente à ajuda dos colaboradores da EDP: Agradecemos tanto aos profissionais da EDP que atuaram diretamente em várias frentes como aos colaboradores voluntários da empresa que se prontificaram a ajudar os necessitados com doações de roupas e alimentos em diversas comunidades. Edição Especial edpon 33 25

26 D Democracia Organismos públicos EDP ESPANHA UM PASSO NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS José Antonio Ruzafa e Eugenio García, responsáveis pela Oficina do Consumidor da EDP A nova lei do setor elétrico impõe às comercializadoras oferecerem aos clientes um sistema extrajudicial de resolução de conflitos. Iniciativa que começou a ser desenvolvida na EDP desde o início da comercialização no País Basco, estendendo-se às Astúrias, em 2013, e a todo o país no primeiro semestre de A participação neste sistema implica que os clientes que não obtêm resposta adequada às reclamações possam, de uma forma simples e gratuita através dos sistemas arbitrais de consumo, resolver as diferenças sem ter de recorrer aos tribunais. A experiência tem sido muito satisfatória e já permitiu resolver a maioria dos casos mediante um acordo amigável, com uma alta percentagem de decisões favoráveis para a empresa. A Oficina do Consumidor da EDP, serviço criado em 2013 e que conta com dois colaboradores, encarrega-se de coordenar estes processos. Além de representar a EDP perante os diferentes organismos dedicados à resolução extrajudicial, a Oficina do Consumidor é também um interlocutor do negócio com os serviços jurídicos, realçando o papel da EDP como empresa transparente e comprometida com os seus clientes, perante o mercado e o governo. 26 Edição Especial edpon 33

27 Governo / Regulação D POLÍTICA ENERGÉTICA VIA DO DIÁLOGO E ESCUTA ATIVA A EDP está atualmente presente em 13 países e quatro continentes. Somos um operador global de energia, líder em criação de valor, inovação e sustentabilidade. O caráter distintivo da nossa atuação assenta no respeito pelas diferentes culturas de mercado onde operamos, em princípios de racionalidade e eficiência na utilização de recursos, sempre de acordo com os princípios de concorrência e sustentabilidade ambiental. As diferentes políticas energéticas e enquadramentos regulatórios definem as condições em que a empresa exerce a sua atividade e concretiza os seus investimentos (nomeadamente, regulamentos, concorrência, políticas públicas, regras e decisões de regulação e condições de financiamento). Desta forma, a via do diálogo e escuta ativa com as entidades governamentais e regulatórias e outros parceiros é crucial para garantir o bom governo da nossa atividade, a satisfação dos nossos clientes e o retorno para os nossos acionistas. Edição Especial edpon 33 27

28

29 CONCORRÊNCIA, ENTIDADES FINANCEIRAS, ACIONISTAS E INVESTIDORES. Concorrência, investidores e parceiros financeiros determinantes para a operacionalização de estratégias de investimento, internacionalização e diversificação de atividades da EDP. MERCADO

30 M Mercado Investidores RELAÇÃO COM INVESTIDORES PROMOVER LAÇOS DE CONFIANÇA 30 Edição Especial edpon 33

31 M A Direção de Relação com Investidores tem como missão assegurar a comunicação com analistas e investidores das sociedades do Grupo, com o objetivo de garantir a sustentabilidade da imagem e a notoriedade da EDP, e de responder aos requisitos de informação das entidades reguladoras e de supervisão financeira. Este é o trabalho realizado pelas três direções de relação como investidores que existem no Grupo EDP (EDP, EDP Renováveis e EDP Brasil). A comunicação com o mercado deverá ser realizada de informação objetiva, transparente A EDP teve um ano em cheio na área de Relação com Investidores. No Brasil entrou no Índice Bovespa, foi considerada a melhor empresa mundial em termos de reporte financeiro e obteve o 1º lugar nos prémios europeus da IR Magazine. e compreensível por todos os stakeholders e agentes ligados aos mercados financeiros. Tal só será possível através da prossecução de uma política de reporte financeiro baseado na transparência e consistência de informação fornecida a investidores e analistas, tal como tem vindo a ser realizado pela empresa. Assim sendo, a empresa tem realizado sistematicamente um esforço no sentido de satisfazer as necessidades de investidores e analistas, o que não se revela uma tarefa fácil devido à complexidade que o setor apresenta, sempre no intuito de promover laços de confiança com os agentes e mercados financeiros. Em 2013 foram elaborados relatórios de research sobre a EDP por parte de 21 instituições tendo no final do ano seis recomendações de compra, nove para manter e seis recomendações de venda. A EDP participou em diversos eventos com analistas e investidores por forma a comunicar ao mercado a estratégia e o desempenho operacional e financeiro Edição Especial edpon 33 31

32 M Mercado Investidores da empresa, com a realização de roadshows, apresentações a analistas e investidores, reuniões e conference calls. Ao longo do ano de 2013, foram efetuadas 184 comunicações ao mercado e foram realizadas 642 reuniões com analistas e investidores. O trabalho estruturado da área de Relação com Investidores foi um dos fatores que possibilitou a entrada das ações da EDP no Índice Bovespa, principal indicador do mercado de ações da Bolsa de Valores de São Paulo, Brasil. A EDP passou, desta forma, a figurar entre as empresas mais representativas da economia brasileira com uma participação de 0,645% no total de ações do índice, que reúne 69 ações, de 65 empresas diferentes. Na área de Relação com Investidores, a EDP foi considerada, de acordo com o 2013 IR Global Rankings, a melhor empresa mundial em termos de reporte financeiro para analistas e investidores entre as mais de 300 empresas cotadas a nível global. A EDP foi considerada um exemplo de excelência, não só em termos de rigor, transparência e coerência, mas também em termos da qualidade da informação disponibilizada. Nos IR Magazine Europe Awards 2013, pelo segundo ano consecutivo, a EDP obteve o 1º lugar nas categorias de melhor empresa na área de Relação com Investidores em Portugal e também ao nível das utilities europeias. Já a EDP Renováveis alcançou a 2ª posição no setor das energias alternativas na Europa. O IR Magazine Europe Awards é um evento anual que promove a excelência internacional na área das relações com investidores, distinguindo as melhores práticas na Europa. A EDP no Brasil recebeu destaque no CDP (Carbon Disclosure Project), uma instituição britânica sem fins lucrativos que fornece o maior e mais completo sistema global de divulgação ambiental. O destaque da EDP foi no CDP Investor, um questionário voltado a mudanças climáticas e que fornece informações para investidores. 32 Edição Especial edpon 33

33 Acionistas M A OPINIÃO DE ANTÓNIO CARDOSO Acionista da EDP S ou acionista da EDP desde 2001, mas a minha ligação com a Empresa é muito antiga por ser filho e neto de dois engenheiros que muito deram de si pelo desenvolvimento das Barragens no Douro. Desde bem cedo passei a admirar os grandes empreendimentos hidroelétricos e o aproveitamento pelo Homem da força da natureza. Deus deu de graça a chuva, sol e vento e num país de escassos recursos energéticos fósseis não tem sentido desperdiçarmos para o oceano um dos bens mais preciosos e essenciais à vida. O facto de a energia ser a base de toda atividade humana, motor das mudanças socioeconómicas e culturais ao longo da história; o facto do planeta não ser plano e de termos que ter uma atitude na vida coerente com o futuro e sustentabilidade da Terra, levou-me a acreditar e a reforçar o investimento no Projeto EDP. A EDP nos últimos sete anos aumentou a capacidade instalada de produção de Energia Verde em 83%. Mais de dois terços da sua energia provêm de fontes renováveis significa que a companhia está no bom caminho para reduzir a pegada ecológica que o homem deixa sobre a Terra. Sendo uma empresa visionária na área ambiental, mantenho confiança como acionista no seu futuro. A EDP é também uma oportunidade para todos aqueles que querem reduzir a sua fatura energética a tornarem-se acionistas da empresa. Muitas vezes ouço pessoas endinheiradas do nosso país a criticarem o preço da energia elétrica, mas que conduzem carros que têm um valor equivalente em dividendos da EDP a cerca de 600 euros líquidos mensais. A política de dividendos, que desde 2006 tem sido cumprida na íntegra pela Administração Executiva, é também um sinal importante de confiança na Empresa, apesar do elevado valor de investimentos nos últimos anos. Na ótica do acionista a transparência das suas contas revelam-se na qualidade dos relatórios, do departamento de investors relations e no seu site. As práticas de corporate governance e o modelo societário são vitais para estabelecer uma relação séria com os acionistas. Isso foi essencial para o bom desempenho das cotações da empresa ao longo do último ano, que cresceram 25% apesar da insegurança jurídica que vive o setor. A alteração das regras do jogo a meio do campeonato, fruto de políticas populistas que se vivem na Península Ibérica e um pouco por toda a Europa, de governantes com visão de curto prazo é o principal desafio que se coloca à atual administração para continuar na senda dos bons resultados. Por isso, compreendo que a EDP mude a sua política de investimentos para outros continentes, sempre na ótica de boa gestão dos recursos que tal como o nosso Planeta são escassos e limitados. Edição Especial edpon 33 33

34 M Mercado Concorrência COMPROMISSO EDP PRÁTICAS DE CONCORRÊNCIA SÃ O Conselho de Administração Executivo da EDP adotou recentemente o Compromisso de Práticas de Sã Concorrência, um documento que assume a maior importância no quadro atual de crescente liberalização de mercados e de reforço da concorrência. A importância dada aos comportamentos e compromissos éticos das empresas por reguladores, analistas e sociedades de rating fez com que a EDP assumisse, no Código de Ética, nos Princípios de Desenvolvimento Sustentável, nos Códigos de Conduta e nos Manuais de Procedimentos, o compromisso público de respeito pelos princípios de integridade e da boa governação, nomeadamente no que se refere ao cumprimento da legislação e dos padrões éticos e deontológicos aplicáveis. Um compromisso que incorpora os mais exigentes princípios de práticas concorrenciais adotadas no ordenamento jurídico da União Europeia e reforça os poderes de investigação e sancionatórios da autoridade de regulação transversal. 34 Edição Especial edpon 33

35 milhões de portugueses já escolheram a EDP no mercado livre. Faça parte da nossa energia e tenha descontos e benefícios no gás natural e na eletricidade. Adira já em energia.edp.pt ou ligue energia.edp.pt

36

37 ONG, COMUNIDADES LOCAIS, AUTARQUIAS, MEDIA E LÍDERES DE OPINIÃO. Territórios que acolhem investimentos relevantes da EDP, organizações da sociedade civil e opinião pública. ENVOLVENTE SOCIAL E TERRITORIAL

38 E Envolvente Social e Territorial Comunidades Locais EDPR CELEBRA O DIA MUNDIAL DO VENTO A EDP Renováveis organizou um dia de portas abertas em comemoração do Dia Mundial do Vento, no seu parque eólico de Rabosera, em Aragón (Espanha) e em Leroy, Minnesota (Estados Unidos). A EDP Renováveis (EDPR) comemorou o Dia Mundial do Vento com um dia de portas abertas no parque eólico de Rabosera, localizado nos municípios de Luna (Zaragoza) e Gurrea de Gállego (Huesca). Neste dia, as portas estiveram abertas para passeios guiados nas instalações, acompanhados por pessoal técnico, e visitas a um túnel de vento, bem como sessões didáticas para os mais novos com concursos de desenho. O evento contou com a presença do chefe do departamento de Energia e Mineração do Governo Regional de Aragão, Marina Sevilla, acompanhado por Ramón Tejedor, assessor do mesmo departamento, e a diretora do Serviço Local da Indústria e Inovação de Huesca, Marta Patricia Rodríguez. Marcaram presença também vários autarcas e funcionários de cidades vizinhas. De acordo com Rocío Sicre, Country Manager da EDPR, em Espanha, iniciativas como esta fazem parte da filosofia sustentável da empresa e são um sinal claro do nosso compromisso com os municípios onde operamos. Nos Estados Unidos, a equipa da EDPR no Minnesota da EDPR, em Leroy, foi responsável pelo Dia do Vento nos parques eólicos de Pioneer Prairie e de Prairie Star. Em parceria com a LeRoy School, a EDPR proporcionou uma tarde de aprendizagem sobre ciência e engenharia tendo por base a energia eólica e mostrou a vários estudantes os impactos ambientais das energias renováveis. Após a partida dos estudantes, foi a vez de assessores parlamentares, jornalistas e assessores fiscais, de Iowa e Minnesota, conhecerem as atividades de O&M (Operações e Manutenção) dos parques eólicos. A viagem terminou com uma receção no local e serviu como uma oportunidade para networking. 38 Edição Especial edpon 33

39 E Edição Especial edpon 33 39

40 E Envolvente Social e Territorial Comunidades Locais 40 Edição Especial edpon 33

41 E EDPR NOVOS PARQUES EÓLICOS Cada novo parque eólico que a EDPR coloca em produção é um momento de festa e celebração, que a empresa festeja não só entre si mas também junto da comunidade local e dos vários stakeholders impactados. O primeiro parque eólico da EDP Renováveis (EDPR) em Itália foi inaugurado em 2013 e situa-se em Villa Castelli, província de Brindisi, região de Apulia. Este parque tem uma capacidade instalada de 20 MW. Na Polónia, foram inaugurados o parque eólico de Pawlowo, no município de Golancz, com 80 MW e os parques eólicos J&Z de 50 MW, no distrito de Zgorzelec. A construção destes parques contribuiu para a diminuição da dependência energética da Polónia, a redução das emissões de CO 2 e o cumprimento dos objetivos na produção de energia limpa. Os projetos permitiram ainda melhorar as infraestruturas energéticas e rodoviárias, para além de terem significado um aumento da atividade económica destas regiões. A sessão de inauguração do parque eólico de Prouville, na região de Picardie, em França, foi também um momento importante para fomentar o relacionamento com os stakeholders locais. Este parque de 20 MW contribui para reforçar a importância da energia eólica em França. Edição Especial edpon 33 41

42 E Envolvente Social e Territorial Comunidades Locais EDPR PROGRAMA GREEN EDUCATION Oprograma Green Education da EDP Renováveis (EDPR) ajuda a promover o acesso à educação junto das crianças de famílias de baixos redimentos. Em 2013, foram atribuídos 90 prémios, no valor aproximado de euros, a crianças em Espanha, Portugal, Polónia e Roménia, países onde a EDPR atua. Dado o aumento do número de inscrições recebidas e ao contexto económico atual, a EDPR decidiu duplicar o número de bolsas no terceiro ano da iniciativa. Estas são concedidas de acordo com a renda per capita e o desempenho académico dos alunos de cada família. O programa, o maior do género em Espanha, atribuiu 63 bolsas nas três comunidades autónomas onde a EDPR está presente: Catalunha, Galiza e Andaluzia. Na Polónia, foram atribuídas nove bolsas, em colaboração com os governos locais de Bodzanow, Bulkowo, Golancz e Korsze. Em Portugal, o número de bolsas aumentou de nove para 14. E na Roménia, foram nove as crianças beneficiadas. 42 Edição Especial edpon 33

43 E EDPR ABRIU PORTAS AOS ESTUDANTES DA UNED A EDP Renováveis (EDPR) abriu as portas aos estudantes da UNED (Universidad Nacional de Educación a Distancia), no parque eólico de Cerros de Radona, em Medinaceli (Soria). Os estudantes, provenientes de Madrid, Catalunha e Cantábria passaram o dia num dos mais modernos parques eólicos da EDPR em Espanha, que utiliza turbinas de 2,5MW da General Electric. O objetivo foi mostrar como funciona um parque eólico. Esta visita fez parte de um calendário de visitas a parques eólicos que o departamento de Comunicação da EDPR agendou para 2013, com o objetivo de melhorar as relações com diferentes grupos de interesse, promover a visibilidade da marca e conhecimento sobre a exploração de parques eólicos. Edição Especial edpon 33 43

44 E Envolvente Social e Territorial Comunidades Locais EDPR BIODIVERSIDADE EM CASTELA E LEÃO 44 Edição Especial edpon 33

45 E A EDP Renováveis (EDPR) está fortemente comprometida com a proteção ambiental e a biodiversidade, apoiando práticas socialmente responsáveis. AEDPR participou numa visita institucional organizada pela Natural Heritage Foundation of Castilla y León, aos lagos de Villasandino na província de Burgos. O local passou por uma grande restauração ambiental patrocinada pela EDPR e a empresa Maxam, no âmbito do acordo assinado com a Natural Heritage Foundation da região. Tratou-se de uma restauração em áreas de agregados de extração em Villasandino focada em impulsionar a renaturalização da vegetação circundante para aumentar a sua capacidade de inundação. Esta ação criou um sistema de zonas húmidas que promove uma camada que controla as inundações em ocasiões excecionais quando o rio Odra enche. O projeto permitiu, também, melhorias para os habitats de numerosas espécies aquáticas, adequando a área através da criação de pequenas ilhas. Foi feita uma melhoria substancial na paisagem circundante, adaptando bancos para evitar a erosão e para isolar a área do ruído da autoestrada. O acordo de patrocínio assinado pela EDPR com a Fundação do Património Natural de Castela e Leão também inclui outras atividades, tais como: Melhorias na área de caça intensiva BU , incluindo a restauração de diversas lagoas naturais em Carcedo de Burgos; Construção de um centro de visitantes em Aliseda de Tormes; Adaptação das vias no Lagunas glaciares de Neila parque natural e placas de sinalização mostrando regulamentos para o uso público; Monitorização do Dupont s Lark, na area Medinaceli; Monotorização, preservação e melhoria dos habitats da cegonha preta, do abutre Cinereous, da águia imperial espanhola e de outras aves de rapina da província de Ávila. Edição Especial edpon 33 45

46 E Envolvente Social e Territorial Comunidades Locais EDP PRODUÇÃO EMPREENDEDOR SUSTENTÁVEL Melhoria das condições de vida, emprego e fixação de pessoas na região é uma das principais expetativas das comunidades dos municípios abrangidos pelo reforço e construção dos novos aproveitamentos hidroeléctricos promovendo, em conjunto com os respetivos parceiros, o estímulo, a capacitação e a concretização de projetos inovadores e socialmente responsáveis, estruturantes para a economia local. O programa EDP Empreendedor Sustentável é uma intervenção global e integrada de promoção e apoio ao empreendedorismo local e, simultaneamente, de preparação do empreendedor e do seu negócio, conciliado com a atribuição de prémios para reconhecer o contributo no desenvolvimento local. Os programas implementados nas regiões do Sabor e Tua abrangeram 10 municípios e envolveram mais de 100 entidades. Participaram mais de 1200 empresários e potenciais empreendedores, permitiram a formação de 325 empreendedores, criaram 156 novas empresas e 203 novos postos de trabalho na região e geraram um volume de negócios expetável superior a 14,5 milhões de euros. 46 Edição Especial edpon 33

47 E EDP PRODUÇÃO PROJETOS PARA O VALE DO TUA A EDP e os cinco municípios do Vale do Tua constituíram a Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua (ADRVT), uma associação de utilidade pública sem fins lucrativos. Esta tem por objetivos desenvolver, ao longo dos próximos anos, um conjunto de projetos e iniciativas que visam promover de forma integrada, supramunicipal e sustentável o desenvolvimento da região, com base na valorização dos recursos endógenos, naturais e turísticos aproveitando as oportunidades criadas pelo Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua. Entre os principais projetos da ADRVT destacam-se a criação de uma área protegida consubstanciada no Parque Natural Regional do Vale do Tua, que constitui um plano estratégico para a região baseado em acções concretas potenciadoras dos valores naturais, a Solução de Mobilidade alternativa à linha do Tua, com a implementação das vertentes quotidiana e turística, o Programa de Valorização do Património, com a identificação, recuperação e requalificação de sítios e monumentos da região e o Centro Interpretativo do Vale do Tua, espaço museológico dedicado à memória do vale e Linha do Tua. Edição Especial edpon 33 47

48 E Envolvente Social e Territorial Comunidades Locais VOLUNTARIADO PARTE DE NÓS NATAL Ajudar quem mais precisa já faz parte da cultura da companhia. Já faz Parte de Nós. 48 Edição Especial edpon 33

49 E Mmais de 850 participações dos voluntários do Grupo EDP levaram, em Portugal, o Parte de Nós Natal a 66 instituições, contribuindo, assim, para humanizar e alegrar a época natalícia de pessoas. De norte a sul do país Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu, visitaram famílias com crianças vítimas de doença oncológica, dinamizaram aulas de dança e de desporto dirigidas a crianças e jovens institucionalizados, ofereceram refeições e entretenimento a pessoas sem-abrigo, requalificaram um parque infantil e fizeram trabalhos de pintura e 4742,5 Horas de voluntariado 66 Instituições 73 Iniciativas de pavimentação, fizeram decorações, distribuíram brinquedos e bens alimentares, foram ao circo, à Aldeia do Natal e à Kidzania. Ao todo, foram 73 as iniciativas protagonizadas por colaboradores das várias empresas do Grupo ao longo do mês de dezembro e nas primeiras semanas de Este é o terceiro ano consecutivo em que a EDP promove o Parte de Nós Natal nas diversas geografias onde está presente, dando resposta ao crescente número de solicitações feitas por instituições de solidariedade social. O Parte de Nós 2013 ficou marcado, em Portugal, pelo número recorde de horas de voluntariado oferecidas pela empresa à sociedade. Edição Especial edpon 33 49

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

Missão UP Unidos pelo Planeta

Missão UP Unidos pelo Planeta Missão UP Unidos pelo Planeta 1 Missão UP Unidos pelo Planeta A Galp Energia pretende contribuir para uma mudança dos comportamentos relacionados com a eficiência no consumo de energia, através de um projeto

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

BRIEFING BRASIL. Parceiro:

BRIEFING BRASIL. Parceiro: BRIEFING BRASIL Parceiro: 1 ÍNDICE 1 Índice... 1 2 Introdução... 2 3 Apresentação... 3 3.1 Tema 1 Consumo consciente... 3 3.2 Tema 2 - Qualidade e Satisfação no Atendimento ao Cliente... 4 4 Desenvolvimento

Leia mais

D6. Documento de suporte à Implementação das Iniciativas Piloto REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL

D6. Documento de suporte à Implementação das Iniciativas Piloto REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL ÍNDICE 1. OBJETIVOS E METODOLOGIA 1.1. Objetivos 1.2. Metodologia de Trabalho 2. IDENTIFICAÇÃO DAS INICIATIVAS PILOTO 3. INICIATIVAS PILOTO 4. IMPLEMENTAÇÃO DE INICIATIVAS PILOTO - MATERIAIS DE SUPORTE

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados,

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados, Encontro-me hoje aqui para, em nome do Governo Regional da Madeira, apresentar a Vossas

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

A Declaração recomenda prudência na gestão de todas as espécies e recursos naturais e apela a uma nova ética de conservação e salvaguarda.

A Declaração recomenda prudência na gestão de todas as espécies e recursos naturais e apela a uma nova ética de conservação e salvaguarda. Programa do XI Governo Regional dos Açores Política Ambiental Senhora Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Senhor Presidente, Senhora e Senhores Membros do Governo, Na Resolução que adotou a histórica

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra!

Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra! Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra! 1 Exmo. Diretor-Geral da Educação, em representação do

Leia mais

Linhas de Orientação para Investidores e Financiadores Socialmente Responsáveis

Linhas de Orientação para Investidores e Financiadores Socialmente Responsáveis Linhas de Orientação para Investidores e Financiadores Socialmente Responsáveis 1ª versão - 2015 Linhas de Orientação para Investidores e Financiadores Socialmente Responsáveis 1ª versão - 2015 Este documento

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Plano de Sustentabilidade da Unilever

Plano de Sustentabilidade da Unilever Unilever Plano de Sustentabilidade da Unilever Eixo temático Governança Principal objetivo da prática Para a Unilever, o crescimento sustentável e lucrativo requer os mais altos padrões de comportamento

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO

REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO Objetivo Artigo 1.º 1. Este regulamento tem como objetivo estabelecer condições e normas para a obtenção

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado Business Case 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL CLARA, RIGOROSA E TRANSPARENTE COM O MERCADO ENQUADRAMENTO Na economia

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2016 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 1. Princípios de Ação.4 2. Recursos Organizacionais.4 3. Recursos Humanos 5 4. Recursos Físicos

Leia mais

NOVOS INVESTIMENTOS NA FERROVIA ESTRATÉGIAS E ARTICULAÇÃO INTERMODAL 9 DE NOVEMBRO DE 2015

NOVOS INVESTIMENTOS NA FERROVIA ESTRATÉGIAS E ARTICULAÇÃO INTERMODAL 9 DE NOVEMBRO DE 2015 NOVOS INVESTIMENTOS NA FERROVIA ENQUADRAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DA REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES E DO MECANISMO INTERLIGAR A EUROPA JOSÉ VALLE / CEETVC ORIENTAÇÕES BASE DO PROGRAMA DA CEETVC PARA O

Leia mais

PO AÇORES 2020 FEDER FSE

PO AÇORES 2020 FEDER FSE Apresentação pública PO AÇORES 2020 FEDER FSE Anfiteatro C -Universidade dos Açores -Ponta Delgada 04 de marçode 2015 PO AÇORES 2020 UM CAMINHO LONGO, DIVERSAS ETAPAS A definição das grandes linhas de

Leia mais

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE

OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA OPORTUNIDADES SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015. - 30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015-30 de dezembro de 2014 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2015 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

Apoiar Business Angels é apoiar o empreendedorismo Segunda, 17 Março 2014 12:03

Apoiar Business Angels é apoiar o empreendedorismo Segunda, 17 Março 2014 12:03 Os Business Angels são, geralmente, os primeiros investidores que o empreendedor conhece e, por isso, o seu papel é crucial nas primeiras etapas da empresa. Este é um negócio de alto risco, já que muitas

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2016 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 1. Princípios de Ação.4 2. Recursos Organizacionais.4 3. Recursos Humanos 5 4. Recursos Físicos

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E ÀS EMPRESAS, COM IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DA REGIÃO DO ALGARVE Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 1 1 CONTEÚDOS

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Instituto Português de Corporate Governance Auditório Victoria 27 de novembro 2013 Ana de Sá Leal economista Abordagem 1. Responsabilidade Social 2. Dimensão 3. Criar Valor 4. Outro

Leia mais

Em ambos os casos estão em causa, sobretudo, os modos de relacionamento das empresas com os seus múltiplos stakeholders.

Em ambos os casos estão em causa, sobretudo, os modos de relacionamento das empresas com os seus múltiplos stakeholders. Notas de apoio à Intervenção inicial do Director Executivo da AEM, Abel Sequeira Ferreira, na Conferência Responsabilidade Social e Corporate Governance, organizada, em parceria, pelo GRACE, pela AEM e

Leia mais

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Num contexto de modernização e inovação constante, torna-se imperioso e urgente criar uma legislação turística em São Tomé e Príncipe, sendo este um instrumento

Leia mais

Programa. Empreendedorismo Cultural e Indústrias Criativas 2012

Programa. Empreendedorismo Cultural e Indústrias Criativas 2012 Programa Empreendedorismo Cultural e Indústrias Criativas 2012 Programa Empreendedorismo Cultural e Indústrias Criativas 2012 3 Hemisfério esquerdo responsável pelo pensamento lógico e pela competência

Leia mais

Projecto HidroValor. Avaliação dos Impactos Económicos, Sociais e Ambientais de Novos Médios e Grandes Aproveitamentos Hídricos na Região Centro

Projecto HidroValor. Avaliação dos Impactos Económicos, Sociais e Ambientais de Novos Médios e Grandes Aproveitamentos Hídricos na Região Centro Projecto HidroValor Avaliação dos Impactos Económicos, Sociais e Ambientais de Novos Médios e Grandes Aproveitamentos Hídricos na Região Centro 11 Agradecimentos Os autores do presente estudo, querem

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

Política Ambiental janeiro 2010

Política Ambiental janeiro 2010 janeiro 2010 5 Objetivo Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas Eletrobras em consonância com os princípios da sustentabilidade. A Política Ambiental deve: estar em conformidade com

Leia mais

PRESS RELEASE. Empresas portuguesas reduzem emissões de carbono, embora não possuam estratégias de redução de emissões a longo prazo

PRESS RELEASE. Empresas portuguesas reduzem emissões de carbono, embora não possuam estratégias de redução de emissões a longo prazo PRESS RELEASE Iberia 125 Climate Change Report Empresas portuguesas reduzem emissões de carbono, embora não possuam estratégias de redução de emissões a longo prazo O relatório Iberia 125 Climate Change

Leia mais

MANUAL DE SUPORTE À IMPLEMENTAÇÃO DA METODOLOGIA SOCIAL HUB FUNDAÇÃO EDP. Manual de suporte à implementação da metodologia

MANUAL DE SUPORTE À IMPLEMENTAÇÃO DA METODOLOGIA SOCIAL HUB FUNDAÇÃO EDP. Manual de suporte à implementação da metodologia SOCIAL HUB FUNDAÇÃO EDP Manual de suporte à implementação da metodologia 1 SOCIAL HUB FUNDAÇÃO EDP Manual de suporte à implementação da metodologia FICHA TÉCNICA Identificação do Projeto: Social Hub Fundação

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Projeto de reflexão, investigação e debate: O investimento das empresas na comunidade

Projeto de reflexão, investigação e debate: O investimento das empresas na comunidade Projeto de reflexão, investigação e debate: O investimento das empresas na comunidade Edição 2011 Uma iniciativa desenvolvida com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, da Fidelidade Mundial e da Império

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Política Ambiental do Sistema Eletrobrás

Política Ambiental do Sistema Eletrobrás Política Ambiental do Sistema Eletrobrás POLÍTICA AMBIENTAL DO SISTEMA ELETROBRÁS 5 OBJETIVO Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas do Sistema Eletrobrás em consonância com os princípios

Leia mais

Ideias finais (Concurso Nacional de Ideias Cidades Criativas )

Ideias finais (Concurso Nacional de Ideias Cidades Criativas ) Ideias finais (Concurso Nacional de Ideias Cidades Criativas ) O Concurso "Cidades Criativas", iniciativa dirigida a jovens alunos de Área de Projecto do 12.º ano, chegou ao fim. Durante cerca de nove

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

O contributo da EAPN Portugal / Rede Europeia

O contributo da EAPN Portugal / Rede Europeia 2011 Ano Europeu das Atividades de Voluntariado que Promovam uma Cidadania Ativa O contributo da EAPN Portugal / Rede Europeia Anti - Pobreza José Machado 22 Outubro 2011 Estrutura da Comunicação Pobreza

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

Uma iniciativa que pretende RECONHECER AS BOAS PRÁTICAS em projetos que promovam o desenvolvimento sustentável.

Uma iniciativa que pretende RECONHECER AS BOAS PRÁTICAS em projetos que promovam o desenvolvimento sustentável. GREEN PROJECT AWARDS BRASIL Uma iniciativa que pretende RECONHECER AS BOAS PRÁTICAS em projetos que promovam o desenvolvimento sustentável. CANDIDATURAS 201 INSCRIÇÕES NO PRIMEIRO ANO INSCRIÇÕES FEITAS

Leia mais

O que é a Responsabilidade Social Empresarial?

O que é a Responsabilidade Social Empresarial? O que é a Responsabilidade Social Empresarial? 1.5. Campos de acção da RSE Resumo O mundo dos negócios é extremamente heterogéneo. Assim as diferentes abordagens e estratégias sobre responsabilidade compromisso

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 03/08/2010 Pág.01 POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 1. INTRODUÇÃO 1.1 A Política de Comunicação da CEMIG com a Comunidade explicita as diretrizes que

Leia mais

INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR

INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR INDICE INTRODUÇÃO OBJETIVOS RESULTADOS DESTINATÁRIOS CONDIÇÕES DE ACESSO BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS PARTICIPANTES CLUSTER AGROALIMENTAR PLANO DE AÇÃO DO CLUSTER CONTATOS PARCEIROS 1 INTRODUÇÃO O desafio

Leia mais

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA EDP PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA O Grupo EDP Energias de Portugal centra as suas actividades na produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica,

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 1 Relatório de Sustentabilidade 2014 2 Linha do Tempo TAM VIAGENS 3 Política de Sustentabilidade A TAM Viagens uma Operadora de Turismo preocupada com a sustentabilidade, visa fortalecer o mercado e prover

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

Prémio Tâmega e Sousa Empreendedor: Onde as ideias se concretizam [Regulamento do Concurso Projetos Empresariais ]

Prémio Tâmega e Sousa Empreendedor: Onde as ideias se concretizam [Regulamento do Concurso Projetos Empresariais ] Prémio Tâmega e Sousa Empreendedor: Onde as ideias se concretizam [Regulamento do Concurso Projetos Empresariais ] Preâmbulo O Prémio Tâmega e Sousa Empreendedor é uma iniciativa da Comunidade Intermunicipal

Leia mais

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS do conteúdo dos Indicadores Ethos com outras iniciativas Com a evolução do movimento de responsabilidade social e sustentabilidade, muitas foram as iniciativas desenvolvidas

Leia mais

Da produção ao consumidor

Da produção ao consumidor Da produção ao consumidor 1 Da produção ao consumidor O Esporão concluiu que o seu modo de produção não estava adequado à visão da empresa: fazer os melhores produtos que a terra proporciona, de forma

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta Floresta Comum, Qual o objectivo principal do Floresta Comum? O objectivo? O Floresta Comum, é um programa de incentivo à reflorestação com a floresta autóctone portuguesa. Para a concretização deste objectivo,

Leia mais

Projeto de Resolução N.º 204/XII/1.ª. Recomenda ao Governo a manutenção da autonomia de gestão dos portos comerciais nacionais. Exposição de motivos

Projeto de Resolução N.º 204/XII/1.ª. Recomenda ao Governo a manutenção da autonomia de gestão dos portos comerciais nacionais. Exposição de motivos Projeto de Resolução N.º 204/XII/1.ª Recomenda ao Governo a manutenção da autonomia de gestão dos portos comerciais nacionais Exposição de motivos Os portos comerciais do sistema portuário nacional têm

Leia mais

A NOVA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL E OS NOVOS INSTRUMENTOS 2014-2020

A NOVA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL E OS NOVOS INSTRUMENTOS 2014-2020 ENCONTRO TEMÁTICO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL 28 de Fevereiro de 2014, Espaço Jovem, Porto de Mós. Grupo de Trabalho Desenvolvimento Urbano Sustentável A NOVA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL

Leia mais

PREÂMBULO. Artigo 1.º - Enquadramento

PREÂMBULO. Artigo 1.º - Enquadramento 2014 [REGULAMENTO] PREÂMBULO Considerando a conjuntura nacional em que se vive, torna-se vital incentivar e apoiar a economia local. Num período em que a oferta de emprego é muito baixa, o autoemprego

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Plano de Ação 2016 GRACE

Plano de Ação 2016 GRACE Plano de Ação 2016 GRACE Mensagem da Direção É tempo de preparar mais um ano de intensa atividade do GRACE, procurando consolidar o capital de experiência e partilha acumulado e alargar novas perspetivas

Leia mais

SESSÃO DE CAPACITAÇÃO

SESSÃO DE CAPACITAÇÃO SESSÃO DE CAPACITAÇÃO Apoios Financeiros para a Área Social 27 de Maio de 2013 MISSÃO ÁREAS ESTATUTÁRIAS ARTE BENEFICÊNCIA EDUCAÇÃO CIÊNCIA Promoção do desenvolvimento individual e apoio à inclusão social

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

Aviso - ALG-28-2015-11

Aviso - ALG-28-2015-11 Eixo Prioritário 5 Investir no Emprego OT 8 Promover a Sustentabilidade e a Qualidade do Emprego, e Apoiar a Mobilidade dos Trabalhadores PI 8.9 Apoio ao crescimento propício ao emprego, através do desenvolvimento

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

EstratégiaNacionalparaoMar2013-2020

EstratégiaNacionalparaoMar2013-2020 RelatóriodaPonderaçãodoProcessodeDiscussãoPúblicada EstratégiaNacionalparaoMar2013-2020 Relatório da Ponderação do processo de Discussão Pública da Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 1. Introdução

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente

Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente 1 Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente O Corinthia Hotel Lisbon está implementado num edifício com mais de 30 anos em que a

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Resiquímica, Resinas Químicas, SA Diretor(a) Marcos Lagoa Setor de Atividade Indústria química Número de Efetivos 117 NIF 508204950 Morada Rua Francisco Lyon de Castro,

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DO PO CH PROPOSTA À COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO. POCH 1 www.poch.portugal2020.pt

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DO PO CH PROPOSTA À COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO. POCH 1 www.poch.portugal2020.pt ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DO PO CH PROPOSTA À COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO POCH 1 www.poch.portugal2020.pt O ponto de partida Principais conclusões das avaliações sobre a comunicação no âmbito do QREN: 88%

Leia mais

IISEMANA 13 DE ABRIL / 15H00 SESSÃO DE ABERTURA DA SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DE LISBOA

IISEMANA 13 DE ABRIL / 15H00 SESSÃO DE ABERTURA DA SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DE LISBOA INSTITUTO DA CONSTRUÇÃO E DO IMOBILIÁRIO IISEMANA DARE- ABILITAÇÃO ASSIMFOI URBANA 13 DE ABRIL / 15H00 SESSÃO DE ABERTURA DA SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DE LISBOA C o n f e r ê n c i a s E x p o s i

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

Estudo Empresas Darwin em Portugal

Estudo Empresas Darwin em Portugal Estudo Empresas Darwin em Portugal Introdução Num mercado muito competitivo em que os mais pequenos pormenores fazem a diferença, as empresas procuram diariamente ferramentas que lhes permitam manter-se

Leia mais

Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe. Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo

Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe. Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo Senhores Ministros Senhores Embaixadores Senhor representante do Secretariado Geral da União do Magrebe Árabe Senhor Secretário Geral Adjunto da União para o Mediterrâneo Senhora representante da Comissão

Leia mais