Edifício Sede do Grupo EDP. Especialidades Soluções Técnicas

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1 Especialidades Soluções Técnicas

2 coordenação interdisciplinar

3

4

5

6 Estruturas

7 Principais vantagens da solução: - Leveza - Flexibilidade na utilização dos espaços - Rapidez de construção

8 Estrutura - Modelo Tridimensional (Vista pelo Exterior)

9 Estrutura - Modelo Tridimensional (Vista pela Praça Interior)

10 Estrutura - Modelo Tridimensional (Vista com Caves)

11 Estrutura - Modelo Tridimensional (Vista da Consola)

12 Estrutura - Modelo Tridimensional (Vista do Piso -2)

13 Estrutura da Caves Betão Branco Pilares Elípticos em malha de 8x8 Lajes maciças com capitéis tronco-cónicos Laje de fundo estanque Contenção periférica com paredes moldadas

14 Estrutura em Elevação Resultados do cálculo (Gráficos) Pilares metálicas tubulares soldados forrados com GRC Treliças metálicas tipo Warren Laje mista com chapa colaborante Núcleos de escadas em betão branco

15

16 01_Heads Y Z X Superfície piezométrica horizontal, com inclusão das caves (m).

17 Caves - Planta Estrutural Tipo

18 Planta Estrutural do Piso 0

19 Planta Estrutural do Piso 1

20 Pisos Elevados - Planta Estrutural Tipo

21 Rampas

22 Pré-esforço da Consola

23 Estrutura Metálica dos Pisos em Elevação

24 Passadiços

25 Modelo Global de Análise/Dimensionamento Modelo 3D (Vista 2) Modelo 3D Modelo 3D (Vista 1) Modo de vibração principal

26 Passadiços - Modelo de Análise/Dimensionamento Modelo 3D Distribuição de Tensões Modelo 3D (pormenor) Modo de vibração principal

27 Análise da acção do vento

28 Pormenorização

29 Estrutura Elevada Protótipo da estrutura da fachada com lâminas revestidas com GRC

30 Instalações Hidráulicas

31 Extinção Automática de Incêndio - Sprinklers Cobertura 12 m 2 /sprinkler Piso -6 até piso -1 3 Postos de comando Temperatura de operação de 68º C Alarme quando em funcionamento

32 Filtros para Aproveitamento de Água da Chuva - VF6 - Dois processos de filtragem - Capacidade 9 l/s/filtro - Baixa manutenção - Sistema auto limpante

33 Sistema de Aproveitamento de Águas Pluviais Aproveitamento de m 3 /ano de água! Abastecimento da Rede Pública, quando a precipitação for insuficiente Volume de água no nível máximo Ligação direta águas pluviais à Rede Pública Tratamento por ozonização Abstecimento a: - Bacias de retrete e urinóis - Pontos de rega

34 Cobertura Filtros VF6 Reservatório de Água Bruta Aproveitamento de m 3 /ano de água! Reserva Incêndio (180m 3 ) Reserva Água da chuva (160m 3 ) Sistema de Tratamento Reservatório água tratada(17 m 3 ) -Carretéis -Bocas de incêndio -Sprinklers - Rega - Bacias de retrete e urinóis

35 Potências de funcionamento normal do edifício: 3% 2% 12% Pressurização águas pluviais tratadas 31% Bombagem águas residuais Bombagem água potável 46% Bombagem águas pluviais Sistema de Tratamento 7% Bomba recirculação AQS Consumo anual: kw Descrição Central de pressurização para águas pluviais tratadas Poço de bombagem de águas residuais Central de pressurização em linha de água potável Poço de bombagem de águas pluviais Electrobomba do sistema de tratamento Bomba recirculadora de AQS Potência (kw) 2 x 2.74 kw 1 x 11 kw 2 x kw 1 x 25.2 kw 0,9 kw 2 x 0,07 kw

36 Instalações Mecânicas

37 Clima e Envolvente

38 Lisboa é uma das capitais mais amenas da Europa, com um clima mediterrânico, fortemente influenciado pela Corrente do Golfo. A Primavera é fresca a quente (de 8 C a 26 C) com sol e alguns aguaceiros. O Verão é, em geral, quente e seco com temperaturas entre 16 C a 35 C. O Outono é ameno e instável, com temperaturas entre 12 C e 27 C e o Inverno é tipicamente chuvoso e fresco, também com algum sol (temperaturas entre 3 C e 17 C). A temperatura da água do mar varia entre os 15 C e 16 C em Fevereiro e entre os 20 C e 21 C em Agosto e Setembro, sendo que a média anual é de 17.5 C.

39 Análise da Incidência Solar sobre o Edifício - O objetivo definido foi o de maximizar a entrada de luz natural minimizando no entanto a radiação solar direta. As medidas implementadas consistem na utilização de palas exteriores que percorrem todo a fachada, seleção criteriosa da envolvente transparente e utilização de elementos opacos interiores.

40 Geotermia

41 Sistema de Produção de Energia Geotérmicos Objectivos: Aproveitamento da energia geotérmica para produção de água aquecida e água refrigerada para tratamento ambiente; Bombas de calor de produção simultânea de água aquecida e água refrigerada ; circuito fechado para troca de calor geotérmico constituído por 100 furos com aproximadamente 100 m de profundidade; diminuição dos consumos elétricos associados ao sistema de condensação das bombas de calor (ar/água); Utilização de equipamentos de elevada eficiência (água/água)

42 Análise do enquadramento hidrogeológico A geologia dos terrenos que consta da figura seguinte é composta pelas formações seguintes: Depósitos de aterro areno-argilosos com pedras e fragmentos de cerâmica; Aluviões areno-lodosas cinzento-escuras, muito moles a medianamente compactas; Areão misturado com fragmentos margosos de fraca resistência na base das aluviões; Formações do Miocénico de Lisboa constituídas por argilas cinzento-esverdeadas, com intercalações de níveis de margas com cascões calcários e de calcários margosos, acinzentados, rijas a muito rijas que evoluem para muito rijas em profundidade; Finalmente, a mais de 30 metros de profundidade os basaltos Cretácicos do Complexo Subvulcânico de Lisboa, muito fraturados e com permeabilidade elevada. Do ponto de vista hidrogeológico, a área interessa a Zona Indiferenciada da Orla Ocidental Portuguesa (ZIOOP). Esta área tem um interesse hidrogeológico relativo: no caso das formações calcárias de idade ante-cenomaninana, pode admitir-se algum interesse para os aquíferos de fractura, que podem encerrar algumas reservas. Já as litologias basálticas têm potencial relativamente baixo e a circulação dá-se fundamentalmente por fissuras.

43 Avaliação do potencial geotérmico A viabilidade da solução geotérmica assentou em simulações do potêncial geotermico do terreno e em ensaios in situ do comportamento térmico do solo nas condições de projecto. O gráfico representa a evolução da temperatura ao longo do tempo. O resultados obtidos permitiram caracterizar o coeficiente de condutibilidade térmica do solo, crucial para o dimensionamento do sistema de geotermia.

44 Das simulações do potêncial geotermico, no que diz respeito às temperaturas do fluido ao longo do ano, bem como, à indicação das solicitações energéticas necessárias para o edifício face ao que a geotermia fornece, de acordo com o gráfico que simula o 10º ano de funcionamento do sistema, verifica-se que as solicitações em aquecimento são perfeitamente garantidas pelo sistema geotérmico, enquanto que no caso do arrefecimento é necessário instalar um sistema complementares para produção de água refrigerada.

45 LEGENDA: 1 Tubo de injecção de calda de cimento para preenchimento do espaço anelar entre o furo e a serpentina Abraçadeira 3 Serpentina para intercâmbio de calor em PEAD (4 vias) 4 Contrapeso para descida do tubo até á posição final 5 - Conector com o tubo de entrada do fluido Conector e válvula do tubo de saída do fluido 3 4

46

47 Sistemas de Produção de Energia

48 Aquecimento Ambiente 2 Bombas de Calor Geotérmicas (bomba de calor a 4 tubos) 2 x 356 Kw Arrefecimento Ambiente 2 Grupos Produção Água Refrigerada (chillers magnéticos) 2 x 538 KW 2 Bombas de Calor Geotérmicas (bomba de calor a 4 tubos) 2 x 310 Kw Águas Quentes Sanitárias Painéis Solares (tubo de vácuo) 37 m2 Apoio por Bomba de calor 21 Kw

49 Tratamento Ambiente

50 Vigas Arrefecidas e Tectos Arrefecidos - Instalação no teto; - Promovem o corte térmico junto às fachadas envidraçadas; - Promovem Arrefecimento e Aquecimento ambiente; - Insuflação de ar novo - Elevado desempenho acustico; - Elevada eficiência energética (não possuem ventiladores) - Elevados niveis de conforto;

51 Para garantir o máximo conforto térmico aos ocupantes do edifício foram desenvolvidos estudos específicos (Computional Fluid Dynamics CFD), com o intuito de validar as soluções de tratamento ambiente preconizadas.

52 A velocidade do ar nas zonas ocupadas e a eficiência de ventilação (distribuição do ar novo nos espaços), são fatores críticos na avaliação das condições de conforto dos ocupantes de um edifício. Para garantir que estes parâmetros estão em conformidade com os elevados níveis de conforto pretendidos e, com o intuito de validar as soluções de distribuição de ar preconizadas., foram desenvolvidos estudos específicos (Computional Fluid Dynamics CFD).

53 Certificação Energética - SCE

54 Certificação Energética - SCE O objectivo é a escolha de materiais e equipamentos de alta qualidade, os processos de construção mais adequadas e soluções integradas com um elevado desempenho funcional e energético, a fim de obter um edifício de baixo consumo de energia => Classe A +

55 Certificação Mérito Ambiental

56 Desafio: Construção Sustentável Minimizar impactos associados à construção reduzir consumo de recursos não renováveis e emissões poluentes; assegurar a qualidade do edifício e do ambiente para os seus ocupantes; minimizar local, regional e globalmente os impactos no meio ambiente Sustentabilidade, uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes sem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras

57 Sistemas de Mérito Ambiental definem as melhores práticas para as diferentes áreas temáticas Certificações de Mérito Ambiental LEED & LiderA atribuem nível de certificação em função da percentagem de melhores práticas implementadas no edifício Impactos Locais Sistemas topo de gama para a certificação dos edifícios mais sustentáveis e eficientes do mundo Edifícios LEED Certificados Registados

58 Sede da EDP Lisboa, Portugal de redução no consumo de energia* 20% de redução no consumo de água* 45% cuidada selecção de materiais sustentáveis: reciclados, produzidos regionalmente e madeiras com certificação FSC * face a edifícios de referência nota: objectivos estipulados em sede de projecto

59 Instalações Eléctricas

60 Iluminação Exterior com LED s

61 Iluminação Exterior realizada através de linhas de Led s com 9 W/m, inseridas no pavimento junto às fachadas, com reflexão nos estores. Controlo automático através da gestão técnica centralizada.

62 Iluminação Exterior com Led s

63 Iluminação Exterior com LED s Fachadas: linha de luz no pavimento Praça: pontos de luz inseridos nos perfis de GRC

64 Iluminação dos espaços de trabalho realizada com linhas de luz equipadas com lâmpadas fluorescentes T5, 49W, controlo balastros DALI e SGTC

65 Iluminação espaços de trabalho linhas de luz, fluorescentes T5, 49W, balastros DALI, difusor frontal em PMMA opalino TECTO FALSO GRELHADO ACRILICO OPALINO

66 Auditório linhas de luz, fluorescentes T5, 49W, balastros DALI A iluminação será regulável, com a possibilidade da criação de vários cenários prédefinidos, através do SGTC

67 Iluminação estacionamento linhas de luz, fluorescentes T5, 35W, IP44, controlo SGTC

68 SGTC Sistema de Gestão Técnica Centralizada

69 Implantação do Sistema de Produção de Energia Fotovoltaica Instalação fotovoltaica com 112,8 kwp, 480 módulos de silício policristalino, com a potência de 235 Wp cada

70 Sistema de Produção de Energia Fotovoltaica Painéis fotovoltaicos instalados na cobertura, inseridos entre os perfis de GRC

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