DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR

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2 2 DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR REITORA Profª MSc. Sâmela Soraya Gomes de Oliveira PRÓ-REITORA ACADÊMICA Profª MSc. Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS DIRETORA Profª MSc. Catarina de Sena Matos Pinheiro CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADORA Profª MSc. Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro

3 3 ELABORAÇÃO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro (Coordenação) Everton Notreve Reboucas Queiroz Fernandes Fausto Pierdona Guzen Kátia Regina Freire Lopes Suerda Ivanete Gomes de Farias EQUIPE TÉCNICA Núcleo de Projetos Marcione Cristina Silva (Coordenação) Regina Lúcia Freire de Oliveira Andressa Milena Silva Pacheco Félix Gibson Marcelo Galvão de Sousa PESSOAL ADMINISTRATIVO Marcel Lima Pinheiro Brunna Félix dos Santos

4 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE I CONTEXTO INSTITUCIONAL SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR PRINCÍPIOS E FINALIDADES MISSÃO E VISÃO ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Ensino de graduação MODALIDADE PRESENCIAL MODALIDADE A DISTÂNCIA Ensino de Pós-graduação Pesquisa, extensão e ação comunitária PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP PARTE II ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DADOS DO CURSO Denominação Ato de criação, n. vagas, turno(s) de funcionamento Regime acadêmico Modalidade de oferta Formas de ingresso Integralização Local de funcionamento Coordenação do Curso... 25

5 5 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA Administração de cursos de graduação na Universidade Potiguar Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo Conselho de Curso na Universidade Potiguar Conselho de Curso PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Necessidade Social Concepção Objetivos Perfil Profissional Organização curricular ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO METODOLOGIA Viagens de estudo Visitas técnicas Projeto interdisciplinar Atividades articuladas com o setor produtivo PESQUISA, EXTENSÃO, AÇÃO COMUNITÁRIA Atividades de pesquisa e iniciação científica PROJETOS DO CURSO INICIAÇÃO CIENTÍFICA Atividades de Extensão e Ação Comunitária EVENTOS PROJETOS WORKSHOP DE ARQUITETURA E URBANISMO UnP APOIO AO DISCENTE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM... 97

6 6 2.8 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO PARTE III CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CORPO DOCENTE Núcleo Docente Estruturante (NDE) Perfil Docente Políticas de apoio ao docente CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO DO CURSO Equipe de apoio ao Curso Atividades de capacitação PARTE IV INSTALAÇÕES FÍSICAS INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP BIBLIOTECA INSTALAÇÕES PARA O CURSO LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA LABORATÓRIOS E OUTROS AMBIENTES ESPECIALIZADOS DE PRÁTICAS E PESQUISAS Laboratório de Resistência dos Materiais, Materiais de Construção e Mecânica dos Solos Laboratório de Instalações Prediais: Hidrossanitárias e Elétricas Laboratório de Topografia e Cartografia Laboratórios de Desenho I e II Laboratório de Química Laboratório de Física Laboratório de Segurança do Trabalho Laboratório de Maquetes Laboratório de Conforto Ambiental ANEXOS

7 7 APRESENTAÇÃO Este Projeto Pedagógico (PPC) objetiva nortear as ações da formação profissional dos discentes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Potiguar (UnP), Campus Mossoró, considerando: a) a legislação e normativos estabelecidos para o ensino superior brasileiro, com destaque para a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/1996 e diretrizes curriculares nacionais (Resolução CNE/CES 02/2010); b) as demandas econômicas, sociais e culturais, em particular no tocante à organização dos espaços e preservação do patrimônio natural e construído; c) as políticas indicadas no Plano de Desenvolvimento Institucional PDI 2007/2016, assim como diretivas acadêmicas e administrativas estruturadas, sobretudo, no Estatuto e no Regimento Geral, e em atos originados dos Colegiados Superiores da Universidade. Construído, acompanhado e avaliado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE), e legitimado pelo Conselho do Curso (ConseC), o presente Projeto contém as linhas mestras do desenvolvimento curricular e pedagógico do Curso, organizadas em quatro partes, seguindo dimensões estabelecidas no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Da primeira parte constam aspectos principais do funcionamento da UnP do ponto de vista da sua missão, finalidades e organização administrativa, e da tríade ensino, pesquisa e extensão. Na segunda encontram-se elementos da organização didáticopedagógica do Curso - como objetivos, currículo, estratégias metodológicas e avaliação - e, na terceira, informações sobre os professores, em especial no que se refere à titulação, experiência profissional e regime de trabalho, e sobre o pessoal técnico-administrativo. Por fim, a quarta parte trata das instalações físicas disponibilizadas ao Curso, com as especificações dos laboratórios de informática e de outros ambientes, assim como da biblioteca. Este Projeto, com atualizações e aperfeiçoamentos resultantes de avaliações conduzidas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), deve ser implementado de forma que, no mercado, egressos do Curso se destaquem por um exercício profissional ético e competente, contribuindo para a constituição da cidadania.

8 PARTE I CONTEXTO INSTITUCIONAL 8

9 9 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE POTIGUAR Com mais de 30 anos de funcionamento, a Universidade Potiguar (UnP), com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), iniciou suas atividades em 1981 (Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n /1981, D.O.U. de 20 de março de 1981). Seu credenciamento, como Universidade, data de 1996, por meio de Decreto de 19 de dezembro desse ano (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996); o recredenciamento é formalizado de acordo com a Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012) e a oferta da modalidade a distância conforme a Portaria MEC n. 837, de 3 de abril de 2006 (D.O.U. de 04 de abril de 2006). Mantida pela Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. (APEC) - pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade por quotas e com finalidade lucrativa 1, a UnP passa a integrar a Laureate International Universities em É a única Universidade particular do RN, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo quatro Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro e Roberto Freire -, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n , de 13 de dezembro de 2001, situado na Região Oeste do Estado. 1 O Estatuto Social original da APEC foi inscrito no Cartório do 2 Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de O Contrato Social atual tem seu registro no dia 09/10/2013, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE e CNPJ/MF n / A APEC tem sede na Unidade Floriano Peixoto, localizada à Av. Floriano Peixoto, Petrópolis. Natal/RN.

10 PRINCÍPIOS E FINALIDADES Filosófica e politicamente, a administração da Universidade é regida por diretrizes fundamentadas na ética, em valores culturais, sociais e profissionais, expressos nos seus princípios e finalidade. evidencie 2 : Os princípios, explicitados no Estatuto, indicam a necessidade de uma atuação que I. a defesa dos direitos humanos; II. a excelência acadêmica; III. a formação cidadã; IV. o exercício pleno da cidadania; V. a liberdade no ensino, na pesquisa e na divulgação da cultura, da arte e do saber; VI. a pluralidade de ideias e concepções pedagógicas; VII. a participação e a descentralização na gestão acadêmica e administrativa; VIII. a igualdade de acesso aos bens culturais e serviços prestados à comunidade; IX. a valorização do profissional da educação; X. a participação integrada e solidária no processo de desenvolvimento sustentável e na preservação do meioambiente. Em essência, esses princípios traduzem duas ordens de ação: uma voltada para a constituição da cidadania, cuja materialidade encontra-se numa relação direta com o acesso de todos, independente de raça, cor, credo e gênero, à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer; outra que diz respeito à natureza e especificidade da UnP a oferta da educação de nível superior de qualidade e que promova a inclusão por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, conforme legislação e normativos pertinentes. Sinteticamente, é possível afirmar-se que os princípios da Universidade Potiguar são orientadores da sua finalidade: promover o bem comum pelo desenvolvimento das ciências, das letras e das artes, pela difusão e preservação da cultura e pelo domínio e cultivo do saber humano em suas diversas áreas. 2 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Estatuto. 5. ed. Natal: Edunp, (Documentos Normativos da UnP. Série azul Normas da Organização Universitária, v. 1).

11 MISSÃO E VISÃO A Universidade Potiguar tem como missão formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. No Descritivo Analítico da Declaração de Missão para a Comunidade Interna e Externa 3, ficam claros como principais compromissos da UnP: a excelência dos serviços prestados institucionalmente; a formação para a cidadania, pelo desenvolvimento de processos que propiciem a construção de um determinado perfil profissional e que culminem na inserção do futuro profissional na contemporaneidade; a promoção de condições de integração entre pessoas, cursos, programas, projetos e atividades, na perspectiva da indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão; a sintonia com as necessidades sociais. De acordo com a sua visão, a UnP pretende ser uma Universidade de excelência na formação cidadã, pela prática efetivamente integrada do ensino, da pesquisa e da extensão, por uma gestão ética, ágil e inovadora e pela sua participação constante no desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 3 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Declaração de Missão. Declaração de valores. Declaração de Visão de Futuro. Natal, 2006.

12 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E ACADÊMICA A Universidade está organizada em duas instâncias, conforme o seu Estatuto: a) a Administração Superior, que compreende a Presidência, os órgãos de natureza deliberativa - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE) - e a Reitoria, como órgão executivo, à qual se vinculam a Pró-Reitoria Acadêmica (ProAcad), o Núcleo de Educação a Distância (NEaD), a Secretaria Geral, a Diretoria de Qualidade Acadêmica e as Escolas, também denominadas Unidade Acadêmicas Especializadas, organizadas por áreas do conhecimento; b) a Administração Acadêmica, abrangendo uma estrutura de planejamento (Comitê Acadêmico e Avaliação Institucional); o Conselho de Curso (ConseC), órgão de natureza deliberativa e consultiva, além de órgãos executivos: Diretoria de Campus fora de Sede; Diretorias de Escolas; Coordenadorias de Curso de Graduação e Coordenadorias de Curso de Pós-Graduação. Destacam-se, entre os órgãos executivos da Administração Acadêmica, as Diretorias de Escolas, cujo funcionamento objetiva o fortalecimento da integração entre cursos de graduação presenciais e a distância e os de pós-graduação, reforçando iniciativas interdisciplinares e de indissociabilidade ensino/pesquisa/extensão. Também configura a dinâmica das Diretorias a adoção de estratégias de gestão participativa, cujas bases encontram-se em uma estrutura de colegiados (com representatividade de docentes, discentes e setores da organização civil), de planejamento e de avaliação institucional já consolidada. Instaladas em 2009, as Escolas são assim denominadas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; Hospitalidade; Saúde.

13 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO As atividades acadêmicas, compreendendo a oferta de cursos, programas e projetos nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária, são efetivadas nas modalidades presencial e a distância, nos níveis de graduação e pós-graduação. Perpassam essas atividades o propósito da inclusão social, do que são ilustrativos: a) convênios interinstitucionais, como o mantido com a Prefeitura do Natal, possibilitando, pelo funcionamento da Escola Municipal 4º Centenário, o acesso de crianças ao ensino fundamental, ou com a Prefeitura de Parnamirim possibilitando o desenvolvimento de práticas clínicas, estágios, atividades de extensão e ação comunitária e de pesquisa; b) prestação de serviços à comunidade por meio do Centro Integrado de Saúde (CIS/UnP), ou do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), e ainda, de laboratórios; c) realização ou participação em eventos, do que são ilustrativos o dia da responsabilidade social; ação global; voluntariado jovem; d) disponibilização de recursos que propiciam o atendimento educacional especializado (AEE), como tradutor de libras, digitalização de livros entre outros; e) oferta de disciplinas e atividades que tratam de questões raciais e de sustentabilidade socioambiental. Destaca-se ainda o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe), setor no qual se concentram iniciativas de acompanhamento ao aluno portador de necessidades especiais a partir das informações prestadas no momento da matrícula na UnP, e de capacitação de professores Ensino de Graduação MODALIDADE PRESENCIAL Registram-se, atualmente, 68 (sessenta e oito) cursos, sendo 51 (cinquenta e um) em Natal e 17 (dezessete) em Mossoró. (Quadros 1 e 2).

14 14 Quadro 1 Cursos de graduação, modalidade presencial Campus Natal, ESCOLA TIPO CURSO CURSO Comunicação e Artes Bacharelado CST Direito Bacharelado Direito Educação Engenharias e Ciências Exatas Gestão e Negócios Hospitalidade Saúde Licenciatura Bacharelado CST Bacharelado CST CST Bacharelado Bacharelado/Licenciatura Bacharelado CST Fonte: UnP. Núcleo de Projetos. Natal, dez./2013 *curso novo Publicidade e Propaganda; Jornalismo. Cinema Design Gráfico; Design de Interiores. História; Letras: Português e Português/Inglês; Pedagogia. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Ambiental e Sanitária; Engenharia Civil; Engenharia de Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia de Petróleo e Gás; Engenharia de Produção; Engenharia Química; Sistemas de Informação. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho; Gestão Ambiental Administração; Ciências Contábeis; Relações Internacionais Gestão Comercial; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Financeira; Gestão Pública; Marketing Gastronomia. Turismo. Ciências Biológicas; Educação Física Biomedicina; Enfermagem; Farmácia; Fisioterapia; Fonoaudiologia; Medicina; Medicina Veterinária*; Nutrição; Odontologia; Psicologia; Serviço Social; Terapia Ocupacional. Estética e Cosmética; Radiologia*

15 15 Quadro 2 Cursos de graduação, modalidade presencial Campus Mossoró, ESCOLA TIPO DE CURSO CURSO Direito Bacharelado Direito. Engenharias e Ciências Exatas Gestão e Negócios Saúde Bacharelado CST Bacharelado CST Bacharelado Fonte: UnP. Núcleo de Projetos (NuPe). Natal, dez./2013. Arquitetura e Urbanismo; Engenharia Civil; Engenharia de Produção. Petróleo e Gás; Segurança no Trabalho. Administração; Ciências Contábeis. Gestão Ambiental; Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Processos Gerenciais; Marketing. Enfermagem; Fisioterapia; Nutrição; Serviço Social MODALIDADE A DISTÂNCIA Assinala-se a instalação de 4 (cursos) em , em polos localizados no interior do RN (Caicó e Currais Novos), acrescendo-se, no segundo semestre desse ano, o polo Zona Norte, em Natal. Esta oferta é ampliada nos dois anos subsequentes, com registro de novos polos no ano 2012 (Zona Sul, em Natal; Mossoró, na região Oeste do Estado) e novos cursos: o superior de tecnologia em Gestão Comercial; Serviço Social bacharelado; Pedagogia Licenciatura. Em 2013 destaca-se a organização de polos em outros Estados: Ceará, Pernambuco, Mato Grosso, Goiânia e Rio Grande do Sul. Às graduações já existentes (sete) somam-se os CSTs em Gestão Pública e em Processos Gerenciais, num total de 9 (nove) cursos. Para 2014 registram-se 12 (doze) graduações, conforme o quadro 3, das quais 3 (três) bacharelados, 02 (duas) licenciaturas e 07 (sete) superiores de tecnologia, sendo que 3 (três) cursos integram uma nova oferta: Letras, Língua Portuguesa licenciatura; CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas; CST em Gestão Financeira.

16 16 Quadro 3 Oferta de graduações a distância, ESCOLA TIPO DE CURSO CURSO Gestão e Negócios Bacharelado CST Administração; Ciências Contábeis. Gestão Pública; Gestão de Recursos Humanos; Gestão Comercial; Processos Gerenciais; Marketing; Gestão Financeira*. Educação Licenciatura Pedagogia; Letras Língua Portuguesa*. Engenharias e Ciências Exatas CST Saúde Bacharelado Serviço Social. Fonte: NEaD/UnP. Natal, nov./2013. *cursos novos Análise e Desenvolvimento de Sistemas* Ensino de Pós-graduação Na pós-graduação presencial registram-se, em nível lato sensu, 104 (cento e quatro) cursos, dos quais 86 (oitenta e seis) no Campus Natal e 18 (dezoito) em Mossoró. Integram a oferta stricto sensu: - Mestrados profissionais em: Administração; Biotecnologia; Engenharia de Petróleo e Gás, com áreas de concentração em Automação de Processos Industriais (Campus Natal), Engenharia de Poço (Campus Mossoró) e Tecnologias Ambientais (para os dois Campi); - Doutorado em Biotecnologia. Os cursos a distância, por sua vez, em número de 4 (quatro) têm oferta apenas em nível lato sensu, sob a responsabilidade da Escola de Gestão e Negócios, de acordo com indicações do quadro 4.

17 17 Quadro 4 Cursos lato sensu a distância CURSOS MBA em Gestão de Pessoas MBA em Gestão Financeira de Empresas MBA em Gestão Empresarial MBA em Marketing Fonte: NEaD/UnP. Natal, nov./2013. POLOS ZONA NORTE CAICÓ CURRAIS NOVOS Pesquisa, extensão e ação comunitária As políticas institucionais relativas à pesquisa e à extensão, expressas no PPI e no PDI 2007/2016, são viabilizadas por uma estrutura específica, cujo funcionamento é da responsabilidade da Pró-Reitoria Acadêmica. A pesquisa é implementada a partir de grupos e linhas estabelecidas por escola e tem os objetos de estudo delimitados conforme necessidades identificadas durante as práticas clínicas, estágios supervisionados obrigatórios, atividades realizadas junto às comunidades, atendidos os critérios de relevância social e coerência com a formação profissional; coerência com a natureza da área do conhecimento em que se situam os cursos. A organização da pesquisa compreende os Comitês de Pesquisa (ComPesq) e de Ética em Pesquisa (CEPE), além de coordenações estruturadas por cada uma das escolas. O financiamento dos projetos é efetivado, principalmente, com recursos da própria UnP, tais como, o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP); Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP). A extensão e a ação comunitária constituem estratégias de interação com a comunidade e, por suas características, têm o sentido da responsabilidade social da UnP e de cada curso. As atividades nesse campo também são viabilizadas com recursos institucionais: Fundo de Apoio à Extensão (FAEx); Gratificação de Incentivo à Extensão (GIEx) e Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), considerando a pertinência das atividades com os processos formativos da UnP e com as demandas sociais. Para a divulgação da sua produção resultante do ensino, da pesquisa e da extensão, a UnP conta com: a) com portais biblioteca virtual do Natal (http://natal.rn.gov.br/bvn/) e (http://bdtd.ibict.br), publicação de dissertações e teses;

18 18 b) o seu congresso científico/mostra de extensão, de realização anual em Natal e Mossoró, e estruturação dos anais correspondentes; c) o seu repositório científico, disponibilizando revistas eletrônicas organizadas por Escola e programas de pós-graduação: - Saúde, Catassuba (ISSN ); - Comunicação, Quipus (ISSN ); - Direito, Juris Rationis (ISSN ); - Educação, Quipus (ISSN ); - Gestão e Negócios, Connexiu ( ISSN ); - Engenharias e Exatas, RUnPetro - ISSN ; Tecnologia & Informação.

19 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As atividades de planejamento são assumidas em sua natureza política, estratégica e de intervenção, viabilizando uma gestão acadêmica e administrativa com foco na qualidade, e na perspectiva do aprimoramento dos diversos processos, considerando os requisitos de: a) flexibilidade; b) apreensão objetiva da realidade social, política, econômica, educacional e cultural, e da própria UnP, identificando-se necessidades a atender; c) avaliação contínua de ações e resultados; d) participação dos vários segmentos acadêmicos. Como um dos fundamentos da organização, sistematização e qualidade das ações institucionais, o planejamento é desenvolvido à luz de três princípios enunciados no PDI 2007/2016: excelência acadêmica, sustentação econômica dos cursos e educação continuada, adotando-se níveis diferenciados, mas intercomplementares, a partir de uma visão ampla da política educacional brasileira para chegar às especificidades da Universidade Potiguar, e, depois, às peculiaridades de unidades acadêmicas especializadas (escolas), cursos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Essencial ao processo de planejamento, no sentido de imprimir-lhe confiabilidade e factibilidade, está a avaliação institucional, cujas informações são substanciais à tomada de decisões e ao aperfeiçoamento de todos os processos acadêmicos, didáticopedagógicos e gerenciais. Autoavaliação institucional Com vistas ao aperfeiçoamento crescente do modelo de gestão, bem como dos cursos, programas e projetos, o processo autoavaliativo da UnP tem uma dinâmica em que: a) são envolvidos todos os segmentos acadêmicos: aluno, professor, coordenadoria de curso de graduação, coordenadoria de curso de pósgraduação, pessoal técnico-administrativo e dirigentes; b) os instrumentos, revistos continuamente, têm aplicação em meio eletrônico, podendo ser adotadas outros procedimentos de coleta de dados; c) são efetivadas análises comparativas entre os resultados das avaliações internas e externas (Exame Nacional de Desempenho do Estudante - ENADE; visitas in loco realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

20 20 Educacionais Anísio Teixeira - INEP; exames efetivados por entidades de classe, como a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB). As informações obtidas, tratadas estatisticamente pela CPA/UnP, são socializadas por meio de seminários de avaliação e planejamento, e examinados, posteriormente, tanto no âmbito de cada curso (pelos Conselhos de cursos e NDE, com envolvimento de docentes e de representantes de turma), quanto pela Reitoria e setores institucionais. A cada semestre, são liberados relatórios eletrônicos, elaboradas sínteses dos principais dados e estruturados relatórios qualitativos, com a indicação dos limites, potencialidades e avanços de cada curso. Ao final, há registro, em documento próprio, da situação geral da Universidade, cujas análises sinalizam fragilidades a superar e aspectos a fortalecer, alimentando, assim, o processo de planejamento e identificando necessidades de correção de rumos ou de transformação, se necessário (figura 1). Figura 1 Etapas do processo avaliativo

21 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UnP Como uma das iniciativas mais importantes em educação a distância, no âmbito da Universidade, destaca-se a criação, no ano 2004, do Núcleo de Educação a Distância (NEaD), órgão responsável por articular, planejar, coordenar e desenvolver as ações dessa modalidade de oferta. Fica organizada, portanto, uma estrutura tecnológica, financeira e de recursos humanos necessária à plena viabilização das atividades de EaD, salientando-se a utilização e aperfeiçoamento crescente do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) UnP Virtual. A partir daí, é construída, gradualmente, a história institucional no campo da educação a distância, no que vem a ser relevante o credenciamento da Universidade para a oferta de cursos de pós-graduação em nível lato sensu (Portaria MEC n. 1618/2005), iniciando-se as especializações em Gestão Educacional e em Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Em 2006 registra-se outro marco histórico. É quando a UnP é credenciada, por 5 (cinco) anos, para o desenvolvimento de cursos de graduação e pós-graduação a distância em todas as Unidades da Federação, conforme a Portaria MEC nº 837, de 3 de Abril de Para esse mesmo ano, destaca-se o início de: a) oferta de disciplinas institucionais semipresenciais para alunos em regime de adaptação ou dependência (cursos reconhecidos); b) celebração de parceria com o Instituto São Damasino de Ciências Jurídicas LTDA, para oferta, em todo o país, dos cursos de Especialização em Direito Público e em Advocacia Empresarial, com parceria e oferta finalizadas nos dias de hoje. No período 2007 a 2009, a UnP implantou nova metodologia apoiada em tecnologia e interatividade, para os cursos de Direito e Administração presenciais, disponibilizando ferramentas de apoio ao ensino-aprendizagem, tais como guias acadêmicos, com conteúdos condensados de cada disciplina, e portais educacionais, capazes de atender a toda a comunidade - profissionais liberais, professores, alunos e/ou qualquer outra pessoa com interesse por essas áreas. Salienta-se, em 2010, a organização institucional para a expansão e diversificação da oferta, mediante, por exemplo, produção de materiais; aperfeiçoamento da

22 22 infraestrutura tecnológica, com ênfase na melhoria do UnP Virtual; estruturação dos polos Zona Norte, em Natal, e no interior do Rio Grande do Norte Caicó e Currais Novos. Essa organização torna possível, em 2011, a implantação cursos superiores de tecnologia em Marketing e em Gestão de Recursos Humanos, e dos bacharelados em Administração e Ciências Contábeis. No ano 2012 amplia-se a abrangência da oferta com instalação dos polos Zona Sul/Natal e Mossoró, ao mesmo tempo em que são firmadas parcerias com Instituições de Ensino Superior para instalação de polos em outras Unidades da Federação, com início em Atualmente, a oferta compreende 12 graduações (quadro 3), com predominância de cursos superiores de tecnologia. A proposta da UnP é dar continuidade às ações de expansão já iniciadas, considerando o previsto no PDI, e aperfeiçoar continuamente os processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos na perspectiva do fortalecimento das condições de oferta de cursos a distância, com qualidade. Da gestão da educação a distância O gerenciamento das atividades a distância é da responsabilidade do NEaD, órgão vinculado à Reitoria e com representatividade na Administração Acadêmica da Universidade, via Comitê Acadêmico. Atuando com vistas à implementação das políticas institucionais para a educação a distância, de forma articulada com as diretorias de Escolas da UnP e de acordo com Regimento Interno próprio, o NEaD tem na sua estrutura organizacional: a coordenação geral; coordenações acadêmica, pedagógica, de produção de recursos didáticos, de logística, de tecnologias da informação e da comunicação (TIC s); supervisão de logística; revisores de linguagem e estrutura EaD; apoio acadêmico, assistentes e estagiários. A base de trabalho do NEaD é a sede da Universidade, Natal/RN, a partir da qual são mantidas as necessárias articulações com as coordenadorias de cursos e de polos, docentes e tutores.

23 PARTE II ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 23

24 DADOS DO CURSO Denominação Curso de Arquitetura e Urbanismo - Bacharelado Ato de criação, n. vagas, turno(s) de funcionamento Criação: Resolução n o 041/2009 ConSUni/UnP, de 29 de Outubro de 2009, com autorização de 160 vagas anuais/diurno. Autorização: Portaria MEC nº 245, de 05 de julho de 2011 (D.O.U ), 160 vagas totais anuais/diurno. Autorização/noturno: Resolução n. 006, de 11 de julho de 2011 ConSUni, 80 vagas/noturno, das 160 autorizadas pelo ato de reconhecimento Regime acadêmico Seriado semestral Modalidade de oferta Presencial Formas de ingresso Processo seletivo destinado a egressos do ensino médio ou equivalente, nas modalidades tradicional e agendado (este para o preenchimento de vagas remanescentes); transferência interna e externa; aproveitamento de estudos de portador de diploma de graduação; e aproveitamento de nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) Integralização Mínimo: 5 (cinco) anos ou 10 (dez) semestres. Máximo: 9 (nove) anos ou 16 (dezesseis) semestres.

25 Local de funcionamento Universidade Potiguar Campus Mossoró. Rua João da Escóssia, Nova Betânia, CEP Mossoró/RN Coordenação do Curso Profª Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro Tel: (84) / (84)

26 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA Administração de cursos de graduação na Universidade Potiguar A Coordenadoria de Curso é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso, designado pelo Reitor para mandato de dois anos, permitida a recondução. Essa coordenadoria conta com a estrutura de pessoal da Escola à qual esteja vinculada, o que inclui, por exemplo, coordenadoria acadêmico-administrativa e analistas de processos acadêmicos (APAs). Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso tem na sua organização o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), com atividades administrativas e acadêmicas relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs). No caso dos cursos a distância registra-se o apoio da equipe do NEaD no tocante aos aspectos administrativos, financeiros, acadêmicos, pedagógicos e de produção e customização de recursos didáticos, além da equipe dos polos. As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os respectivos conselhos e NDEs dos seus cursos.

27 Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo Nome: Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro; Graduação: Arquiteta e Urbanista, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN, em 1996; Pós-graduação: Mestre em Arquitetura e Urbanismo, na área de Urbanização, Projetos e Políticas Físico-Territoriais, pela UFRN, em 2006; Experiência acadêmica: professora do ensino técnico profissionalizante e do ensino superior no atual Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia IFRN, Campus Mossoró, desde 2001, em regime parcial sem dedicação exclusiva; professora da Universidade Potiguar; coordenadora do Curso. Experiência profissional: sócio-gerente de escritório de arquitetura FORMATTO Projetos e Empreendimentos Ltda, de 1997 a principal atuação no ramo de projetos executivos. Ao todo, foram 13 (treze) anos de atuação profissional como arquiteta urbanista, desenvolvendo projetos arquitetônicos, paisagísticos, de urbanização e de interiores para o mercado local e estadual; Regime de trabalho na UnP: tempo integral com dedicação de 32 horas ao Curso Conselho de Curso na Universidade Potiguar O Conselho de Curso (ConseC), nos termos do Estatuto da Universidade, é um órgão de natureza deliberativa, consultiva e auxiliar, com função de analisar e propor medidas didático-pedagógicas, administrativas e disciplinares para o funcionamento do curso e para a sua integração nos diversos programas de pesquisa e de extensão e de Pósgraduação.

28 Conselho de Curso O Conselho do Curso, conforme Portaria n o 159, de 23 de agosto de Reitoria, é atualmente formado pelos seguintes membros (Quadro 5): Quadro 5 Composição do Conselho Curso de Arquitetura e Urbanismo TITULARES Presidente KARISA LORENA CARMO BARBOSA PINHEIRO Representação docente ALEXANDRE PEREIRA VIEIRA KÁTIA REGINA FREIRE LOPES MARIA DE FÁTIMA TORRES JÁCOME Representação discente YON LEITE FONTES JÚNIOR (mat ) Representação de entidade profissional afeta ao curso DORIAN JORGE FREIRE DE ANDRADE CABRAL (IAB) SUPLENTES JARBAS JÁCOME DE OLIVEIRA BRENNY DANTAS DE SENA THALLES CHAVES COSTA ARTUR ALMEIDA AMORIM (mat ) CLAYTON CESAR PEREIRA BARRETO (IAB) As reuniões são realizadas mensalmente, havendo a possibilidade de reuniões extraordinárias, quando necessário. A dinâmica do Conselho promove a coparticipação de professores e alunos no desenvolvimento do Curso, considerando sugestões do NDE e resultados da auto avaliação do Curso e deste Projeto, legitimando as decisões didáticopedagógicas e administrativas, com vistas ao aperfeiçoamento curricular.

29 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Necessidade Social Os focos de dinamismo recente no Rio Grande do Norte Nos últimos 20 anos, as grandes cidades brasileiras têm atraído cada vez menos populações e, em alguns casos, tem ocorrido refluxo migratório, provocado, em parte, pela emigração da indústria para regiões de força de trabalho mais barata 4 como é o caso do Nordeste do Brasil. Esta região tem experimentado nos últimos anos considerável incremento no dinamismo de sua estrutura econômica, resultado da combinação de dois elementos: grandes investimentos públicos e privados e programas de transferência de renda, de edição do Governo Federal, que concretizam uma política pública específica de combate à pobreza. Nesse contexto, e apesar dos altos índices de pobreza e exclusão social, o Rio Grande do Norte (RN) é um dos estados de destaque no Nordeste. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 5, em dezembro de 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) estadual atingiu a marca de 22,9 bilhões de reais. Sua participação no PIB da região é de 6,6% e, no âmbito nacional, essa marca atinge 0,9%. Nesse ano, contribuíram da seguinte forma para o PIB estadual: agropecuária (5,1%), indústria (24%) e serviços (70,9%). Assinalam-se na economia potiguar: a) a agricultura diversificada, com enfoque para o cultivo de arroz, algodão, feijão, fumo, mamona, cana-de-açúcar, mamão, melão, coco, mandioca, melancia, manga, acerola, banana, caju e milho; b) a agropecuária, representada pelos rebanhos bovinos e suínos; c) a atividade industrial, concentrada na região metropolitana de Natal 6, salientando-se os produtos têxteis, bebidas, agroindústrias. A indústria 4 SINGER, Paul. Economia política da urbanização. 14. ed. São Paulo: Contexto, IBGE, Estados. Com data de referência em 03/09/2013, disponível em: 6 Compreende, além de Natal, os municípios de Ceará Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz.

30 30 petrolífera situa o Estado como o maior produtor nacional de petróleo em terra, além de abrigar três unidades de processamento de gás natural; d) o turismo, responsável pela atração de mais de 2 milhões de visitantes anualmente, tendo como principais destinos as praias de Ponta Negra, Pipa e Genipabu. Essa atividade é responsável por empregar mais de 120 mil pessoas, além de estar vinculada a outras 54 atividades, direta ou indiretamente; e) a mineração, que se destaca pela extração de sal marinho (cerca de 90% da produção nacional), calcário, estanho, gás natural, petróleo e feldspato; f) a carcinocultura, posicionando o RN como o maior exportador brasileiro de camarão. O comércio varejista e a construção civil no Estado têm apresentado as mais elevadas taxas de crescimento nos últimos anos, sendo na média bem mais ágeis do que seus congêneres no Nordeste e no Brasil. O comércio varejista potiguar mostrou-se, entre 2005 e 2008, como um dos mais dinâmicos do país, com índices semelhantes aos da economia chinesa, evidenciando um volume de vendas com crescimento de 81% - acima do Brasil e do Nordeste, e atingindo no ano de 2005 o quinto mais elevado percentual de crescimento do país. (Gráfico 1). Nesse período, o comércio varejista ampliado que inclui também o comércio de material de construção e de veículos e peças apontou crescimento do volume de vendas de 144%, o nono maior crescimento do país.

31 31 Gráfico 1: Taxa Anual de Crescimento do Comércio Varejista do Brasil e RN Fonte: AGN. Indicadores Econômicos e Sociais do RN. A partir de dados do IBGE Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Com a crise financeira global de 2008, os dez primeiros meses de 2009 apresentaram resultados negativos, verificando-se, porém, a total recuperação do setor em Neste ano, os resultados sobre o ano anterior com ajuste sazonal, para o volume de vendas, foram positivos em 18 dos 27 estados, sendo que os maiores acréscimos ocorreram em Roraima (12,8%), Paraíba (6,0%), Rio Grande do Norte (4,2%), Amazonas (3,2%), Santa Catarina (3,1%) e Ceará (3,1%), ficando o RN em décimo lugar no posicionamento em relação à média nacional. (Gráfico 2).

32 32 Gráfico 2: Taxas Mensais regionalizadas do volume de vendas no Varejo ordenadas segundo posicionamento em relação à média Nacional (2010). Fonte: Acessado em 3 de setembro de A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) constituiu um dos fatores para aquecimento do comércio varejista do RN, acarretando a recuperação dos setores de automóveis, materiais de construção e móveis e decoração. Destacam-se ainda os reflexos dos novos incentivos (isenções para a chamada linha branca) autorizados pelo governo federal para alguns segmentos do varejo. A construção civil, no período 2009 a 2012, apresentou um dos menores custos de construção do país o terceiro mais baixo do Brasil e o segundo mais baixo do Nordeste. (Gráfico 3). Segundo o Sistema Nacional de Pesquisa de Índices e Custos da Construção Civil (SINAPI), o custo em 2012 era de R$765,59. O setor experimentou forte expansão no período retratado, acarretando vantagem competitiva para o RN, em relação aos outros estados do Brasil.

33 33 Gráfico 3: Evolução do Custo Médio da Construção Civil no Brasil, Região Nordeste, RN Fonte: Elaborado pela autora. A partir de dados do IBGE Sistema Nacional de Pesquisa de Índices e Custos da Construção Civil (SINAPI). Disponivel em: Acessado em 3 de setembro de Aponta-se ainda o andamento de iniciativas que apoiarão a construção de um novo cenário econômico e social para o Rio Grande do Norte. Segundo o Plano Plurianual , do Governo do Estado do Rio Grande do Norte 7, nesse momento visualizamse os seguintes programas e projetos estruturantes, inter e intra regionais, em diversos estágios de consolidação: a) Projeto Arena das Dunas e Infraestrutura para Copa, através de Parceria Pública Privada (PPP) com o Governo Federal, Prefeitura de Natal e Iniciativa Privada), caminho utilizado pelo Estado para viabilizar o Projeto Arena das Dunas como sede de jogos da Copa do Mundo em Em paralelo, seguem outros projetos que envolvem melhorias de rodovias, trechos de avenidas e acesso ao novo aeroporto; b) Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, uma concessão de privatização do terminal aéreo, previsto entrar em operação antes da copa de O aeroporto inaugura um novo modelo para o setor em todo o País, e deverá 7 Disponível em: %20Anexo%20Documento%20PPA% pdf. Acessado em 3 de setembro de 2013.

34 34 incluir o estado nas grandes rotas econômicas mundiais, significando a atração de novos investimentos nacionais e estrangeiros, um novo impulso para economia estadual, a viabilização das ZPE s e mais empregabilidade para os norte-riograndenses; c) Mineração em diversas regiões do estado, com a extração de ouro, ferro, tungstênio, feldspato, argilas, barita, albita, quartzo, cal, caulim, calcita e dolomita, minérios utilizados na indústria de vidro, tinta e verniz, papel, revestimento de louças e cerâmica; d) Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) em Assu e Macaíba, com incentivos fiscais e tributários para as empresas instaladas; e) Energia Eólica com 55 projetos em construção no RN, o que soma MW de capacidade instalada, fazendo do RN o maior polo de energia eólica do país, com 50% de toda a capacidade nacional; f) Investimentos da PETROBRAS na extração marítima e no mercado de biocombustíveis, pois com o declínio natural das reservas de petróleo no continente, a unidade potiguar da Petrobras destinará robustos investimentos na prospecção por reservatórios marítimos. Além disso, a Petrobras Biocombustível investiu cerca de R$ 2 milhões no Programa Nacional de Biocombustível (PBIO) no Rio Grande do Norte, na safra 2010/2011. Aguardase a implantação da Refinaria Clara Camarão, uma das cinco unidades de refino projetados pela PETROBRAS para elevar a produção em 1.2 milhões de barris/dia, até A Refinaria deverá transformar o Rio Grande do Norte no único Estado do país com autossuficiência na produção de todos os tipos de combustíveis derivados de petróleo; g) Produção de Atum e Camarão, através de acordo firmado entre a empresa de pesca do Rio Grande do Norte Atlântico Tuna e a Japan Tuna, maior empresa de pesca atuneira do Japão. O setor se recuperou e superou a questão cambial, destinando quase toda a produção para o mercado interno (97% da produção). Melhorias no Porto de Natal e estudos de viabilidade de um novo terminal marítimo estruturado para receber navios de grande porte são investimentos associados.

35 35 h) Ciência, Tecnologia e Inovação, através de investimentos nos setores estratégicos como Gestão de Políticas Públicas, Energia, Biotecnologia, Neurociências e Nanociências, que representam grandes oportunidades no desenvolvimento da área de saúde. O apoio estadual ocorre através do sistema de educação (escolas profissionalizantes), de iniciativa de parceria com instituições de ensino superior, objetivando a criação de curso de formação e realização de pesquisas aplicadas, assim como, pelo apoio técnico e financeiro concedido através da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN) e do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia; i) Agenda das Cidades, dando especial atenção a projeto de mobilidade e acessibilidade, saneamento ambiental (água, esgotos, drenagem, coleta e tratamento de resíduos sólidos) e segurança. Nesse processo de crescimento da economia potiguar destacam-se investimentos na Região Metropolitana da Grande Natal e em Mossoró, o segundo mais importante do RN e que polariza diversas atividades econômicas não apenas da microrregião em que se insere a Microrregião de Mossoró 8, como também da Mesorregião do Oeste Potiguar 9. Essa concentração de investimentos gera diversificação dos serviços e, consequentemente, ampliação da economia terciária dessas cidades que, cada vez mais, atraem populações de todo o espaço estadual. 8 Segundo Divisão Territorial do Rio Grande do Norte por Microrregiões (IBGE). 9 Segundo Divisão Territorial do Rio Grande do Norte por Mesorregiões (IBGE).

36 36 A franca expansão econômica e urbana de Mossoró e carência de profissionais Situado na rota entre duas capitais (Fortaleza e Natal), com uma extensão territorial de 2.099,333km2 e densidade demográfica de 123,73hab/km 2 o município de Mossoró, em 2010, atingia uma população total de habitantes: (91,3%) na área urbana e (8,7%) na área rural 10. A população estimada/2013 é da ordem de habitantes 11. Sua condição de centro regional foi impulsionada pela evolução econômica e consequente atração que, historicamente, exerceu sobre populações vizinhas, alcançando, inclusive, cidades do Ceará. Atualmente, tem a função de cidade polo da Zona Homogênea Mossoroense 12, concentrando a dinâmica econômica de pelo menos 25 municípios, para o que são relevantes diversos instrumentos financeiros, como o Banco de Nordeste BN, Banco do Brasil BB, Caixa Econômica Federal CEF e, em nível estadual, a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte AGN. Assinalam-se como setores mais expressivos de Mossoró 13 : a) turismo (sol e mar, cultura, negócios, eventos); b) agropecuária (fruticultura irrigada: melão, manga e melancia; cajucultura, caprino e ovinocultura, apicultura; culturas alimentares: milho e feijão; pecuária leiteira e de corte; piscicultura); c) indústria (cimento, minerais metálicos, movelaria, papel e papelão, indústria química, vestuário, calçados, tecidos, produtos alimentícios: beneficiamento de castanha de caju e frutas; rações, indústria mecânica, cerâmica fina, indústria salineira, torrefação); d) mineral (petróleo, gás, calcário, água mineral); e) comercial (atacadista, varejista, supermercados). 10 Segundo IBGE Cidades RN Município de Mossoró Informações Completas. Disponível em 3 de setembro de infogr%e1ficos:- informa%e7%f5es-completas 11 Segundo IBGE - Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de Disponível em ftp://ftp.ibge.gov.br/estimativas_de_populacao/estimativas_2013/estimativa_2013_dou.pdf. Acessado em 3 de setembro de Segundo SEPLAN/IDEC, o Estado do Rio Grande do Norte e politicamente está dividido em 167 municípios, agrupados em 8 zonas homogêneas, desde Plano Plurianual Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Disponível em: %20Anexo%20Documento%20PPA% pdf. Acessado em 3 de setembro de 2013.

37 37 Segundo o IBGE 14, o PIB de Mossoró, em 2012, contabilizou R$ ,00 (três bilhões, cento e um milhões e setenta e cinco mil reais), distribuídos em três grandes setores: agropecuária, indústria e serviços. Comparado com o ano 2000 (R$ ), observa-se um aumento de 378%, ou seja, em doze anos, o valor praticamente quadruplicou. Ainda conforme o IBGE Relatório do Produto Interno Bruto dos Municípios o setor de serviços, que também comporta atividades comerciais, responde por 65,4% do PIB, tendo superado o setor indústria, composto pela indústria extrativista do petróleo e do sal, a indústria de transformação e da construção civil que representa 30,8%. Quanto ao setor agropecuário, no qual a fruticultura irrigada está inserida, corresponde a 3,8% do PIB geral 15. A construção civil, atividade do setor terciário que mais cresce, além de contar com recursos privados, conta com agentes provedores de recursos públicos, merecendo destaque: o Governo Federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento PAC 16 que, desde 2007, tem investido aproximadamente R$ 100 milhões em Mossoró para a ampliação das redes coletoras e interligações prediais; e a CEF que, através de diversos programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida aplicou milhões de reais em Mossoró na construção de unidades habitacionais. Percebe-se o fortalecimento da economia local, de forma mais expressiva nos setores de serviços e comércio, e que a base econômica não está mais vinculada somente ao petróleo, sal e fruticultura, até poucos anos atrás responsáveis por grande parte do PIB. O cenário relacionado à geração de empregos, com a força da economia local, apresentou significativo aumento: foram empregos formais em Levando-se em consideração que as micro e pequenas empresas empregam 60% dos trabalhadores formais de Mossoró, e que é nesses segmentos que também reside a grande maioria da informalidade da economia, supõe-se que o número de empregos seja bem superior a esse dado. O setor que mais emprega é o setor varejista, ficando em segundo lugar a 14 Segundo IBGE Relatório do Produto Interno Bruto dos Municípios. Disponivel em: Acessado em 3 de setembro de Segundo IBGE Cidades RN Município de Mossoró Relatório do Produto Interno Bruto dos Municípios. Disponível em 3 de setembro de infogr%e1ficos:- informa%e7%f5es-completas 16 Programa criado em Governo Federal, visando resgatar a cidadania da população, e promover a saúde humana e do meio ambiente.

38 38 administração pública e, em terceiro, a construção civil. Grandes eventos culturais são promovidos no município de fevereiro a dezembro de cada ano e segundo dados da Gerência Executiva de Cultura, esses eventos não só contribuem para o fomento e valorização da cultura local, dos grupos de teatros e artistas populares, como também geram empregos temporários mensais, com um aumento bastante significativo nos meses de junho com o Mossoró Cidade Junina e em setembro com o Auto da Liberdade e o Cortejo da Liberdade. Polarizando uma região de intensa dinâmica econômica em torno de tantas atividades, a cidade de Mossoró tem, há várias décadas, seu crescimento econômico marcado pelo aumento rápido e desordenado da população urbana (migrantes em busca de emprego e oportunidades de escolarização), com diversas implicações sociais como o aumento do custo de vida, desemprego (pois o setor terciário não absorve a mão de obra desqualificada proveniente das salinas e do campo), violência e indústria do sexo. Acrescentam-se a desorganização do espaço urbano, com a proliferação de favelas, a degradação do meio ambiente e uma demanda enorme por habitação para atender todos os níveis de renda. Nesse contexto, a cidade vivencia um processo de expansão urbana marcado não só pela constante ampliação do seu perímetro urbano, como também pela construção de inúmeros empreendimentos que visam atender às crescentes demandas das diversas atividades econômicas locais. As mais diversas obras se espalham por todos os bairros: estabelecimentos comerciais, industriais, instituições e, principalmente, habitações para todos os níveis de renda, passando pelos programas de erradicação de favelas até os condomínios fechados para populações de alto poder aquisitivo. No entanto, a ocupação do território da cidade de Mossoró também aponta alguns problemas, como a carência de planos de ordenamento territorial e a existência de loteamentos e construções sem projeto e, até mesmo, sem a responsabilidade técnica adequada 17. Tal situação pode estar associada ao fato de inexistir em Mossoró, até 2010, oferta de formação profissional em arquitetura e urbanismo, déficit este superado pela UnP ao instalar a sua graduação. Destaca-se que, no Rio Grande do Norte, essa formação limita- 17 Prestação de serviço por parte de um profissional de nível superior ou médio profissionalizante, habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CAU / CREA.

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