O papel da História da Arte na formação do arquiteto e urbanista

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1 O papel da História da Arte na formação do arquiteto e urbanista Profa.Dra. Maria de Fátima da Silva Costa Garcia de Mattos Doutora em Artes pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo-ECA/USP A presente comunicação indicou, no seu resumo, a intenção de produzir a reflexão e o diálogo entre alguns docentes de História da Arte, especificamente os que lecionam a referida disciplina nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, considerando: sua formação profissional, se em Artes ou Arquitetura e Urbanismo, o tratamento dado à disciplina dentro do projeto pedagógico do curso, as práticas pedagógicas desenvolvidas e as variações de carga horária e conteúdos existentes nos cursos, neste País. Como metodologia de pesquisa, foi elaborado um formulário consultando todos os cursos de Arquitetura e Urbanismo, em nível nacional, o qual foi gentilmente encaminhado pela ABEA (Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura), na tentativa de iniciar um mapeamento capaz de esboçar um panorama que nos permitisse encaminhar melhor esta reflexão. Não obtive resultado satisfatório. Somente 05 (cinco) instituições nos retornaram: o Centro Universitário Barão de Mauá (Ribeirão Preto/SP), o Centro Universitário de Votuporanga/SP (UNIFEV), a Fundação Educacional Assis Gurgacz (Cascavel/PR), e a Universidade FUMEC (Belo Horizonte/MG), além da instituição à qual pertenço, o Centro Universitário Moura Lacerda (Ribeirão Preto/SP). Portanto, esta sucinta amostragem, embora não corresponda ao universo pretendido e, portanto, longe de tomá-la como balizadora de qualquer conclusão, enseja a tese em questão: a formação do docente de História da Arte e a sua prática nos cursos de Arquitetura e Urbanismo. Ao cotejá-las, não seguimos a ordem da apresentação acima, não havendo, dessa maneira, qualquer correspondência na exposição adiante. Dessas cinco escolas que apontamos, somente: Um docente possui formação em Artes e os quatro outros em Arquitetura e Urbanismo (portanto, os docentes responsáveis são, prioritariamente, Arquitetos e Urbanistas); Quanto à pós-graduação, dois possuem mestrado em Arquitetura e Urbanismo e um em Filosofia; um apresenta doutorado em Artes e um não respondeu a esse quesito; 13_XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

2 Maria de Fátima da Silva Costa Garcia de Mattos Referente à carga horária das disciplinas e à sua disposição no currículo, é interessante notar que na escola a) a disciplina de História da Arte é oferecida no 1º e 2 º períodos, com 54 h/a e no 3º período, com 36 h/a; na escola b) a disciplina é Estética e História da Arte e oferecida no 4º período, com 72 h/a; na escola c) a disciplina Estética e História da Arte é oferecida no 1º ano, com 76h/a ( ou seja, dois semestres com 32 h/a cada um); na escola d) a disciplina Estética e História da Arte é oferecida no 6º período, com 72 h/a; e na escola e) existe a disciplina História da Arte oferecida no 1º período, com 54 h/a, e a disciplina Estética, no 4º com 54 h/a; Sobre as atividades desenvolvidas, apenas uma escola desenvolve o conteúdo somente de forma teórica; as três outras o fazem através da teoria e exercícios práticos com fotografias, desenhos e/ou maquetes, e uma não respondeu a esse quesito; Questionados sobre a importância da disciplina no projeto pedagógico do curso, duas delas responderam que é substancial; outra não esclareceu devidamente a resposta; uma terceira não respondeu a esse quesito; e, por último, dada à sua contribuição, quisemos transcrevê-la: Sensibilização do aluno para com o mundo das artes, entendido como produção cultural ampla ao longo dos séculos, através do estudo da trajetória da subjetividade do artista na linha da história. Investigação da relação das artes plásticas com a arquitetura e com o espaço urbano e introdução às discussões relativas à produção artística contemporânea. Capacitação do aluno ao pensamento crítico e investigativo, fornecendo elementos para a análise crítica da produção artística e arquitetônica, na intenção de desenvolver a capacidade de penetração e análise de textos, exposição e argumentação teórica. (grifos nossos) À luz da legislação disponível, quero aqui considerar dois pontos: a Portaria 1770/94 (um grande avanço em relação ao currículo de 1969), que estabelecia as Diretrizes Curriculares e o Conteúdo Mínimo para os 72 cursos existentes no Brasil, e os que futuramente seriam criados. Ela traz na sua orientação as disciplinas de Estética e História das Artes como disciplinas de Fundamentação do currículo nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, em separado ou, de forma comum, Estética e História das Artes. Além disso, como disciplinas Profissionalizantes, a História da Arquitetura, do Urbanismo e do Paisagismo. A Resolução nº 6, de 02/02 de 2006, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, com poucas modificações, também entende a disciplina Estética e História das Artes como Núcleo de Fundamentação do curso e acrescenta que o profissional deverá revelar, ao final do curso, as seguintes habilidades e competências (artigo 5º, item d): _XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

3 XXVI Colóquio CBHA o conhecimento da História das Artes e da Estética, suscetível de influenciar a qualidade da concepção e da prática de arquitetura, urbanismo e paisagismo. Assim sendo, é importante ressaltar o caráter formativo atribuído à disciplina de História da Arte num contexto geral e, portanto, mais amplo, do que uma única disciplina que, possa introduzir o aluno no universo artístico, num único semestre (72 hs/a) ou longo de um ano, com a mesma carga horária, aparentemente demonstrando, duas disciplinas. Dada a especificidade do curso no qual ela está inserida, vários cursos utilizam, também, a nomenclatura História das Artes e da Arquitetura, uma única disciplina, dependendo da carga horária, como introdutória à seqüência curricular, Teoria e História da Arquitetura, do Urbanismo ou do Paisagismo. Mesmo sem retorno da pesquisa, sabemos que é bastante usual essa terminologia, assim como essa prática. O papel da História da Arte é muito maior, e, como nos disse Lucio Costa 1, [...] A História da Arte mostra que a arquitetura sempre foi parte integrante fundamental no processo da criação artística como manifestação normal de vida. Ela engloba, portanto, a própria história da arquitetura, constituindo-se, então, por assim dizer, no álbum de família da humanidade. É através dela, através das coisas belas que nos ficaram do passado, que podemos refazer, de testemunho em testemunho, os itinerários percorridos nessa apaixonante caminhada, não na busca do tempo perdido, mas ao encontro do tempo que ficou vivo para sempre porque entranhado na arte. Esses itinerários percorridos, apoiando-se em uma visão Warburgiana, são formas de entendimento de uma sociedade, através de seus testemunhos de estados de espírito transformados em imagens, 2 por meio dos quais as gerações posteriores procuraram traços permanentes de memória da existência humana. Por outro lado, as formas não deixam uma impressão fugidia na memória histórica. Mesmo quando a sua atualidade passou, elas permanecem, com a autoridade dos valores concretos, com o prestígio que se liga, através de variações do gosto, à grandeza e à firmeza duma arte. 3 Este significado histórico também se revela na expressão dos vínculos entre verdade e tempo, pois a verdade revelada pelo tempo nos foi ditada como documento para a história da cultura dessa sociedade. 1 COSTA, Lucio. Arquitetura. Biblioteca Educação é Cultura. Rio de Janeiro: Bloch/FE- NAME, p v GINZBURG, Carlo. Mitos, Emblemas, Sinais morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, p FOCILLON, Henri. A vida das formas. Lisboa: Edições 70, p _XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

4 Maria de Fátima da Silva Costa Garcia de Mattos A obra de arte, enquanto forma de expressão, está imersa na mobilidade do tempo e, portanto, pertence à eternidade, ou à história, como disse certa vez Marcel Duchamp, que a vida de uma obra de arte se dá em torno de quarenta anos, depois disso, ela pertenceria à história. Sabemos, pois, que a sua consciência (obra de arte) ultrapassa limites e diferentes acepções, servindo como ilustração da história, do homem e do mundo, ao mesmo tempo em que é criadora e capaz de desenvolver, historicamente, a sua própria evolução. A História da Arte é precisamente mudança por meio das diversas concepções em relação à vida e ao mundo. A arte é veículo de mensagem, e, dessa forma, é compreensível ao nível do observador, quando situada no contexto da linguagem na qual ela está inserida. Portanto, o olhar não é sempre o mesmo; o encantamento da obra de arte se dilui no inconsciente coletivo, de acordo com a época em que está circunscrita a representação da imagem, seja ela pessoal ou metafórica. Panofsky adverte que a descrição de uma obra nos leva à interpretação, e o problema da interpretação nos remete, na sua concepção, ao sentido da essência, ou seja, o Iconológico. Questão desafiadora e muitas vezes ambígua na sua abordagem, a imagem permeia o estudo da História da Arte, da cultura, enquanto ilumina a própria história, porque não nos é possível reunir uma quantidade de formas expressivas de uma determinada época 4 sem a devida compreensão do seu papel e da sua representação, no momento em que a sua interseção ideológica e artística não passa de um cruzamento de via rápida. Para o homem do Ocidente a imagem é o seu melhor produto. A sua vitalidade está no seu caráter e não na sua idade, pois a contemporaneidade escapa ao tempo e ao espaço. É intemporal, porque o nosso limite não tem idade, porque a própria morte ultrapassa esse limite. Somente assim, podemos entender a perenidade das imagens sacras ou daquelas que eternizaram as figuras de poder. A imagem possui um poder simbólico, que cria vínculo entre as pessoas, fortalecendo a memória histórica e criando identidade. Dessa forma entendida, explica o sentimento coletivo e a necessidade de sua preservação; do contrário, seriam meros documentos que o tempo se incumbiria de fazer perder o seu valor. É, também, a alusão ao monumento 5, o mesmo tempo em que conserva a autoridade do tempo, revela na forma plástica a persuasão da imagem frente a memória. Um exemplo disso é o Coliseu, um signo cujo significante é aberto a várias leituras, caso o fruidor seja um historiador da arte, ou da arquitetura, ou da religião, ou ainda um leigo, como um mero símbolo turístico da cidade de Roma, contemplado pela vontade de ver na obra aquilo que cada um pretende decifrar. 4 Aqui tomo por empréstimo a interpretação de Getulio Carlo Argan, que entende o conceito de época como construção histórica. 5 Do latim monumento, tudo aquilo que lembra; que perpetua a memória _XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

5 XXVI Colóquio CBHA De certa forma, completaria Régis Debray, a letra pode matar o espírito, mas a imagem vivifica a letra, assim como a ilustração o ensinamento, e a mitologia, a ideologia. 6 Mas como analisar um conjunto de obras, secularmente divididas por um corte vertical e estabelecidas por uma cronologia histórica (da qual reconheço a necessidade e a importância), se na verdade nos deparamos com a individualidade e a solidão do ato criador, enquanto processo artístico? A inserção coletiva da obra se estende, na medida em que os fatos culturais, políticos, econômicos, que, enfim, compõem a história, correspondem ao imaginário do artista, podendo, no entanto, a sua leitura assumir um caráter variável no tempo ou no espaço, levando a diferentes percepções (tanto culturais, como de natureza política, visões nacionais ou de caráter pragmático, etc.). Para o arquiteto e, em especial, o aluno em curso, pela visão marcadamente profissionalizada que sempre o acompanha, nem sempre é fácil entender aquilo que através da sensibilidade humana subjetiva, o olho percebe a beleza da forma, e então todos os outros sentidos se aliam, precipitando a aisthesía humana. O despertar da investigação e da sensibilização do aluno, por meio da educação do olhar e dos sentidos, artisticamente pensando, é que devem levar o aluno ao prazer do entendimento pela contemplação da obra no seu lócus de origem. Não é o seu estudo deslocado da história, meramente assimilado pelo domínio mnemônico dos principais artistas, monumentos históricos, obras de arte ou, ainda, a evolução dos materiais e as técnicas, mas, sim, a necessidade pertinente àquele momento da história daquela civilização, gerada por uma produção de mentalidade capaz de se afirmar na construção da forma artística por meio do sentimento e da razão humana, resultando no caráter de permanência, ao qual Marx 7 já se referia. Argan 8 nos adverte também que a História da Arte é a história dos objetos artísticos inseridos no espaço urbano e reconhecidos socialmente através dos juízos estéticos; portanto, nós os vemos nos palácios, nas praças, nas igrejas, bem como os reconhecemos na vida cotidiana, no vestuário e nos ornamentos decorativos. Os objetos se constituem em importantes registros da nossa cultura, tanto artesanal como industrial; são fontes de informação que nos possibilitam compreender a estrutura, o funcionamento e as transformações sociais, culturais e econômicas das sociedades das quais e para as quais eles foram criados. Do objeto, puramente forma e utensílio das primitivas sociedades, ao desenho do objeto, ou o design, das sociedades modernas. 6 DEBRAY, Régis. Vida e morte da imagem: uma história do olhar no Ocidente. Petrópolis: Vozes, 1993 p MARX, Karl. Marx. São Paulo: Abril Cultural, p (Col. Os Pensadores) 8 ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, _XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

6 Maria de Fátima da Silva Costa Garcia de Mattos Esse tipo de reflexão deveria influenciar o futuro arquiteto, formulando questões de crítica para reflexão sobre a idéia da casa, do móvel, sobre a criação e a natureza do espaço interno, do seu locus simbólico, das fantasmagorias (na análise do sentido de refúgio, na casa burguesa, que fez Walter Benjamin), dos seus significados e resultados, reunidos a partir de um sentido mais amplo, compreendendo, assim, numa visão holística, a produção artística emergindo de uma tangência natural pela arquitetura, pelo design, pelas artes visuais, pela história das sociedades e do cotidiano. Alguns alunos possuem esse tipo de compreensão, enquanto outros não conseguem entender o porquê de estudar a pintura e a escultura num curso de Arquitetura e Urbanismo, indagando a razão e a utilização desse conteúdo no seu decurso, tomando por importância capital somente a História da Arquitetura, do Urbanismo ou do Paisagismo. Por outro lado, envolvida por esta pesquisa e argüindo nossos ex-alunos das disciplinas de Estética e História das Artes, encontramos a seguinte reposta: A disciplina de História da Arte embasa o aluno com um conteúdo estético essencial a uma profissão que tem a estética em suas raízes. Através de seu estudo, adquiri um vocabulário formal que me permite hoje pensar o espaço como possibilidade poética em toda a sua amplitude. Todas as outras disciplinas que direta ou indiretamente se relacionam à estética se beneficiam largamente com a perspectiva histórica e o vocabulário fornecidos pela disciplina de História da Arte. No desenvolvimento da disciplina a articulação com as artes visuais tem um papel definitivo como linguagem e compreensão do imaginário de época ou da criação da obra, como o método utilizado por Bolle. 9 Numa leitura centrada em imagens e retratos, como fisionomia da cidade, traduzida por poetas e pensadores que decifraram nas entrelinhas, o imaginário coletivo e a mentalidade que os movia, na esteira do pensamento benjaminiano. 10 Bolle reconstrói a cidade de São Paulo, através da poética do olhar de Mário de Andrade, que se reveste do espírito do flaneur a descobrir o sentido da vida na metrópole moderna. A leitura da obra ou do estilo artístico, auxiliada por seus pares na pintura, é de fundamental importância para o aluno, que necessita da história através dos seus vínculos sociais (hábitos e costumes), para a devida compreensão temporal. O próprio ato de morar é uma manifestação de caráter cultural, lida com clareza a partir da pintura e dos documentos dos memorialistas. As crônicas 9 BOLLE, Willi. Fisiognomia da metrópole moderna. São Paulo: Edusp/Fapesp, Walter Benjamin que foi além da interpretação marxista da história, reconstruiu, através da história literária, resgatada por meio das contribuições de Baudelaire e Goethe, a incômoda sensação de modernidade enquanto experiência humana, na _XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

7 XXVI Colóquio CBHA conservaram a memória do tempo, construídas a partir dos arquivos e das representações que envolviam a família em suas ações cotidianas. Podemos usar como exemplo o interesse pela casa, dado muito mais pelo seu aspecto sociológico do que pelas suas qualidades arquitetônicas, que, a priori, é o abrigo; o resto é decorrência. Vitrúvio já colocava o surgimento da casa e da organização do espaço doméstico não no âmbito da afirmação das necessidades individuais ou privadas, tida como autônomas, mas como produto social. Dessa forma entendemos a Domus como as paredes e a família, concebidas como estrutura indissolúvel. A era de incerteza, que dominou o final dos anos de 80 e a década de 90 do século passado, fertilizou no campo acadêmico vários ensaios individuais ou coletivos, de prospecção de futuro, gerando especulações ao mesmo tempo em que, fortalecendo as discussões sobre o estado da arte. Atualmente, assistimos a uma diversidade de padrões, tanto estéticos quanto arquitetônicos, representativo das apreensões para com um novo tempo e o entendimento de novos saberes. [...] O contexto atual, abandona as grandes estruturas transcendentes e teleológicas, enquanto pauta sua estética na cultura do ornamento e do signo, criando formas que parecem estar limitadas ao revivalismo, ao kitsch e ao eclético. Travam, assim, uma interdependência temporal, que pode ser compreendida, através da investigação histórica justificando os pontos de origem, os pontos de congruência e os pontos de convergência dessas concepções. 11 Concluindo, não é através da diminuição das cargas horárias e do conseqüente achatamento da disciplina em detrimento aos demais conteúdos que a ele agregam também a história, que a formação do aluno será aprimorada. É de fundamental importância que a disciplina de Historia das Artes nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, concebida como eixo da formação humanística do aluno, seja capaz de sensibilizá-lo para com o mundo das artes, solidificando as relações entre a cultura, a música e as artes plásticas, com a arquitetura e o espaço urbano, fornecendo assim elementos possíveis para a reflexão e análise, privilegiando o pensamento, a crítica e a produção contemporânea. segunda metade do século XIX. 11 MELLO, Márcia M. Couto. As interferências entre a arquitetura, o urbanismo e a moda, na definição de um estilo para o século XXI. In: Colóquio de Moda. Salvador: UNIFACS, _XXVICBHA_Maria de Fátima Matt /07/ :51:58

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