PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

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1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO FACULDADE DE ENGENHARIAS, ARQUITETURA E URBANISMO E GEOGRAFIA (FAENG) CAMPO GRANDE NOVEMBRO DE

2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO 9 3 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 14 4 CONCEPÇÃO DO CURSO 15 5 CURRÍCULO 29 6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO 57 7 ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO 58 8 DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS 63 9 INCORPORAÇÃO DOS AVANÇOS TECNOLÓGICOS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 64 ANEXO I REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO ANEXO II REGULAMENTO DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO(FTCC) ANEXO III REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ANEXO IV REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) ANEXO V ATIVIDADES PRÁTICAS PROJETUAIS (APP) ANEXO VI ATIVIDADES PRÁTICAS EM OBRA (APO) 2

3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO FACULDADE DE ENGENHARIAS, ARQUITETURA E URBANISMO E GEOGRAFIA (FAENG) Apresentação O presente Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul foi elaborado de acordo com as normas vigentes e está estruturado em dez itens, a saber: 1) Introdução; 2) Administração Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo; 3) Identificação do Curso; 4) Concepção do Curso; 5) Currículo; 6) Sistema de Avaliação; 7) Atividades Acadêmicas Articuladas ao Ensino de Graduação; 8) Desenvolvimento de Materiais Pedagógicos; 9) Incorporação dos Avanços Tecnológicos ao Ensino de Arquitetura e Urbanismo e 10) Considerações Finais. Ainda apresentamos 05 (cinco) anexos, contendo os regulamentos das Atividades de Prática Profissional (APP), Fundamentos para o Trabalho de Conclusão de Curso (FTCC), Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), Atividades Complementares (AC) e Residência em Obra (RO). 1 INTRODUÇÃO Neste item serão abordados o histórico da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (FAENG), do Curso de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e sua importância social. 1.1 Histórico da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) teve sua origem em 1962, com a criação da Faculdade de Farmácia e Odontologia de Campo Grande, na cidade de Campo Grande, embrião do ensino superior público no sul do então Estado de Mato Grosso. Em , pela Lei Estadual nº 2.620, esses cursos foram absorvidos com a criação do Instituto de Ciências Biológicas de Campo Grande (ICBCG), que reformulou a estrutura anterior, instituiu departamentos e criou o primeiro curso de Medicina. No ano de 1967, o Governo do Estado criou, em Corumbá, o Instituto Superior de Pedagogia e em, Três Lagoas, o Instituto de Ciências Humanas e Letras, ampliando assim a rede pública estadual de ensino superior. Integrando os Institutos de Campo Grande, Corumbá e Três Lagoas, a Lei Estadual nº 2.947, de , criou a Universidade Estadual de Mato Grosso (UEMT). Em 1970, foram criados e incorporados à UEMT, os Centros Pedagógicos de Aquidauana e Dourados. Com a divisão do Estado de Mato Grosso, a UEMT foi federalizada pela Lei Federal nº 6.674, de , passando a denominar-se Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O então Centro Pedagógico de Rondonópolis, sediado em Rondonópolis/MT, passou a integrar a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Atualmente, além da sede na Cidade Universitária de Campo Grande, onde funcionam as unidades setoriais: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS), Faculdade de Medicina (FAMED), Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FAMEZ), Faculdade de Odontologia (FAODO), Faculdade de Direito (FADIR), Faculdade de Computação (FACOM), Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (FAENG), Instituto de Física (INFI), Instituto de Química (INQUI), Instituto de Matemática (INMA), a UFMS mantém unidades setoriais nas cidades de Aquidauana, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Nova Andradina, Naviraí, Ponta Porã, Bonito, Paranaíba 3

4 e Três Lagoas, descentralizando o ensino para atender aos principais polos de desenvolvimento do Estado. A UFMS possui cursos de graduação e pós-graduação, presenciais e a distância. Os cursos de pósgraduação englobam especializações e programas de mestrado e doutorado. Visando atingir os objetivos essenciais de aprimoramento do ensino e estímulo às atividades de pesquisa e de extensão, a UFMS vem participando ativamente da preservação dos recursos naturais do meio ambiente de Mato Grosso do Sul, especialmente da fauna e flora do Pantanal, um dos biomas onde o estado está inserido. O Campus de Dourados (CPDO) foi transformado na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com a sua instalação realizada em , de acordo com a Lei nº , de Histórico da Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (FAENG). Com a implantação do Curso de Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UEMT), na Cidade Universitária de Campo Grande em 1972, criou-se o Centro de Estudos Gerais (CEG) constituído pelos Departamentos de Engenharia, Matemática, Química, Física e Biologia. Com a divisão do Estado de Mato Grosso e a federalização da antiga UEMT, houve uma reestruturação administrativa da Universidade, criando-se novos centros. Em Campo Grande a UFMS foi constituída pelos Centros de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Ciências Exatas e Tecnologia (CCET) e Ciências Humanas e Sociais (CCHS). O Curso de Arquitetura e Urbanismo funcionou, desde a sua criação, no CCET vinculado ao Departamento de Estruturas e Construção Civil (DEC), até o ano de Em 16 de abril de 2013, o CCET foi desmembrado criando a Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (FAENG), Instituto de Matemática (INMA), Instituto de Química (INQUI) e Instituto de Física (INFI). A FAENG congrega os seguintes cursos de graduação: Arquitetura e Urbanismo - bacharelado (integral); Tecnologia de Construção de Edifícios (noturno); Tecnologia de Eletrotécnica Industrial (noturno); Engenharia Ambiental - bacharelado (Integral); Engenharia Civil - bacharelado (integral); Engenharia de Produção - bacharelado (integral); Engenharia Elétrica - bacharelado (integral); Geografia - bacharelado (noturno); Tecnologia em Saneamento Ambiental (noturno). A FAENG ainda oferece os seguintes cursos de pós-graduação: Tecnologias Ambientais (Mestrado e Doutorado), Engenharia Elétrica (Mestrado), Eficiência Energética e Sustentabilidade (Mestrado). Atualmente, a FAENG tem uma estrutura contendo um Conselho de Faculdade; Coordenadoria de Gestão Administrativa; Coordenadoria de Gestão Acadêmica; Secretaria Acadêmica e Secretaria de Apoio Pedagógico e administra quase alunos em seus cursos de graduação e pós-graduação. 1.3 Histórico do Curso de Arquitetura e Urbanismo (CAU) Os dois primeiros cursos de Arquitetura e Urbanismo no Estado surgiram em 1981, com a criação do Centro de Ensino Superior de Campo Grande (CESUP) e em 1993, pela Sociedade de Ensino da Grande Dourados (SOCIGRAN), instituições privadas de Campo Grande e Dourados, respectivamente. No entanto, com o acentuado crescimento urbano e demográfico decorrente da divisão do Estado e a criação de Mato Grosso do Sul em 1979, os arquitetos e urbanistas, reunidos em Assembleia no Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento de MS (IAB-MS) clamou por um curso de Arquitetura e Urbanismo oferecido por instituição pública no Estado. Tal anseio somente se concretizou em 1999 quando, a partir da iniciativa de professores arquitetos e urbanistas e engenheiros civis do Departamento de Estruturas e Construção Civil, após cuidadosos estudos, foi apresentada ao Conselho Universitário da UFMS e apoiada pela Reitoria a proposta de criação do curso de Arquitetura e Urbanismo. 4

5 A comissão que elaborou os estudos para a criação do curso era constituída por professores da UFMS e profissionais convidados atuantes na área: engenheiro civil Alcides Higa (presidente); arquiteto e urbanista Jurandir Nogueira (in memorian); arquiteto e urbanista Roberto Hodgson, bacharel em artes visuais Carla Maria de Cápua e pelo arquiteto e urbanista Sérgio Yonamine, então presidente do PLANURB Instituto Municipal de Planejamento Urbano. Foram consultados internamente todos os chefes de departamento de disciplinas que deveriam ser oferecidas pelo curso, bem como todos os coordenadores de curso da área tecnológica e de artes, e externamente, entre outras entidades, o Sindicato de Arquitetos e Urbanistas de Mato Grosso do Sul, o Instituto de Arquitetos do Brasil, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e sua Câmara Especializada de Arquitetura e a ABEA Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo que esteve sediada em Campo Grande de novembro de 1997 a novembro de A Comissão recebeu o apoio unânime dos consultados. Conforme o relatório da Comissão, o Curso ao ser criado se apoiou na estrutura existente no CCET Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, garantindo a inserção do conhecimento técnico e das ciências exatas, essenciais para uma arquitetura racional, moderna e construtivamente viável. O Curso de Arquitetura e Urbanismo, da UFMS, foi criado em 29 de julho de 1999, pela Resolução CONSUN/UFMS 029/99 e, implantado, em 2000, com o ingresso da primeira turma sob a coordenação do professor Roberto de Arruda Hodgson. A primeira aula ocorreu em 20 de março de 2000 inicialmente com os professores já vinculados aos cursos ministrados pela UFMS e 40 alunos ingressantes, dos quais 36 constituíram a primeira turma de formandos em dezembro de A partir de 2002 através de concursos públicos iniciou-se a formação do corpo docente efetivo do curso e no final de 2004, com a implantação integral da estrutura curricular houve a oportunidade de ampla discussão que resultou na construção do primeiro projeto pedagógico do curso contemplando uma adequação de sua estrutura curricular para vigência a partir de Após avaliação in loco procedida por avaliadores do INEP houve o reconhecimento do curso pelo Ministério de Educação através da portaria MEC 560 de 28 de fevereiro de 2005, publicada no Diário Oficial de 1o. de março de Aprovado pela Câmara de Ensino da Universidade, o novo projeto pedagógico passou a vigorar em A Resolução n. 21, de 17 de dezembro de 2009, que instituiu a semestralização dos cursos na UFMS, determinou alterações no projeto pedagógico. O número de vagas, originalmente de 40, com ingresso anual, foi ampliado a partir de 2010, com o programa REUNI, para 50 vagas, mantendo-se o ingresso anual. Em 2011, pela Portaria n , DE 20 DE MAIO DE 2011, o Secretário de Educação Superior, do Ministério da Educação, resolve renovar o reconhecimento do curso de Arquitetura e Urbanismo, bacharelado, com 50 (cinquenta) vagas totais anuais. Até 2014, o Curso foi avaliado pelo ENADE três vezes: em 2005, 2008 e O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), parte integrante do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), tem como objetivo geral avaliar o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, às habilidades e competências para a atualização permanente e aos conhecimentos sobre a realidade brasileira, mundial e sobre outras áreas do conhecimento. O CPC 1 (Conceito Preliminar de Curso) do ENADE foi 4 em 2005; 3 em 2008 e 3 em Em 2011 foi realizado o I Seminário de Discussão do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS, reunindo alunos e professores e resultou em um conjunto de diretrizes, ações e prioridades que foram incorporadas neste projeto pedagógico. 1 A composição do CPC tem três pesos: 55% da nota corresponde ao desempenho dos estudantes concluintes do curso no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), 30% equivale à titulação dos professores e ao seu regime laboral, e 15% da nota é composta dos índices de infraestrutura e organização didático-pedagógica da instituição.os conceitos variam de 1 a 5 e o MEC considera satisfatórios os conceitos 3, 4 e 5. 5

6 Além das atividades pedagógicas propriamente ditas, desde a sua criação o Curso vem procurando inserir-se no universo da educação do arquiteto e urbanista, com a promoção de eventos como programas e ações de extensão- entre as quais as Semanas de Arquitetura e Urbanismo e o ARQFEST, com cursos, minicursos, workshops, palestras e debates - incentivando a participação do corpo docente e discente em eventos realizados por outras instituições no país e desde 2014, com a implantação de seu primeiro curso de pós-graduação Lato sensu - Abordagem Contemporânea em Arquitetura e na Cidade. As questões relativas à qualidade da produção arquitetônica e urbanística, notadamente no estado de Mato Grosso do Sul, vêm sendo enfatizadas visando preparar profissionais para contribuir com o aumento do grau de sustentabilidade dos espaços ocupados pelo homem. Através das disciplinas e atividades complementares oferecidas, vem buscando, ainda, contribuir para a formação humanista do profissional através de um conjunto equilibrado de conteúdos teóricos e práticos, pontuado pelos princípios da excelência, da ética profissional e do humanismo. Ainda que a universidade pública, no universo da educação superior no país, disponha das melhores condições para desenvolver um projeto de curso com aquelas orientações, explorando a inter e a transdisciplinaridade e mobilizando tecnologia, recursos e infraestrutura das ciências humanas, sociais e exatas, compreendem-se limitações impostas pela conjuntura social, política e econômica. Mesmo assim, o curso vem procurando aprimorar e ampliar seu quadro docente e suas instalações. Em 2012, instalou-se definitivamente em espaço apropriado, usando as antigas instalações adaptadas e reformadas da Biblioteca Central. De projeto elaborado pelos professores do curso, o Bloco de Arquitetura e Urbanismo comporta um espaço dotado de ateliers, salas de aula para a graduação e a pós-graduação, laboratórios de ensino, pesquisa e extensão, espaços para exposição da produção acadêmica, salas de trabalho e de reuniões, um Centro de Pesquisa e Documentação e um auditório com capacidade de 135 lugares. Completando 15 anos de funcionamento em 2014, o Curso tem 265 alunos matriculados e já graduou, desde a sua criação, nove turmas ou 283 arquitetos e urbanistas. 1.4 A importância social do Curso de Arquitetura e Urbanismo para o Mato Grosso do Sul O Brasil é hoje a oitava potência econômica do planeta e vem crescendo sistematicamente, com desenvolvimento social de suas camadas de menor renda. No âmbito do desenvolvimento social e econômico, o estado de Mato Grosso do Sul, km 2, é o 6º estado do país em extensão territorial, que corresponde a 4,03% da área total do Brasil e 15,33% da área do centro-oeste. É uma das 27 unidades federativas do Brasil e está localizado ao sul da região Centro-Oeste tendo como limites os estados de Goiás a nordeste, Minas Gerais a leste, Mato Grosso ao norte, Paraná ao sul e São Paulo a sudeste, além de manter fronteiras com a Bolívia (oeste) e o Paraguai (oeste e sul). Sua população estimada em 2013 foi de habitantes, conferindo ao Estado a 21ª população do Brasil. Sua capital e maior cidade é Campo Grande e outros municípios importantes são Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Aquidauana, Nova Andradina e Naviraí (IBGE, 2010). Ainda segundo o IBGE, do total de habitantes no Estado, 85% vive nas regiões urbanas dos seus 79 municípios, principalmente nos maiores como Campo Grande ( habitantes) e Dourados ( habitantes). Entre os censos de 2010 e 2000 o Estado apresentou um crescimento populacional médio anual com taxas de 1,66%, enquanto as demais regiões do país apresentaram uma taxa média de 1,17%. Cerca de 25% de sua área corresponde ao Pantanal, bioma que tem no Estado a sua maior área. A Serra de Maracaju e a Serra da Bodoquena, importantes divisores de águas entre as bacias dos rios Paraná e Paraguai conferem ao Estado uma considerável diversidade de paisagens. O acesso à água tratada é proporcionado a 96,18% da população do Estado, a iluminação elétrica a 98,46%, 66,6% tem imóvel próprio e 88,92% são considerados alfabetizados (IBGE, 2010). 6

7 O Produto Interno Bruto de 2010 do Mato Grosso do Sul foi de 43,5 bilhões de reais, tendo crescido 11,01 % em relação ao ano anterior. Essa riqueza é concentrada no setor terciário conforme com quase 60% do total. Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), relativos a 2010, mostram que Mato Grosso do Sul tem 27 cidades com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) alto. O índice de MS é de 0,72, considerado alto. O Estado está em 10º, precedido por Minas Gerais (9º), Goiás (8º), Espírito Santo (7º), Rio Grande do Sul (6º), Paraná (5º), Rio de Janeiro (4º), Santa Catarina (3º), São Paulo (2º) e Distrito Federal (1º). Na 100ª posição do ranking entre as cidades brasileiras, Campo Grande tem a melhor colocação do Estado, enquanto Japorã tem o pior (5.426º). Em 47 municípios sul-mato-grossenses, o IDH é considerado médio (0,6 a 0,69). Quatro cidades do estado tiveram índices classificados como baixos (0,5 a 0,59) e nenhuma teve índice considerado muito baixo (0 e 0,49). Entre os IDHs de Mato Grosso do Sul, depois de Campo Grande, os melhores colocados são Chapadão do Sul (467º no país), Dourados (599º), Três Lagoas (667º), Maracaju (876º) e São Gabriel do Oeste (1.052º). Ponta Porã está na 1.866º posição nacional. No Estado, 44,77% da população residente compõe a População Economicamente Ativa. Quanto ao rendimento médio das pessoas de com dez anos ou mais ( habitantes), 55,85% ( habitantes) têm como renda média mensal até um salário-mínimo. Segundo dados da Secretaria de Estado de Finanças, Orçamento e Planejamento de Mato Grosso do Sul (SEFOP), do total de ICMS arrecadado pelo Estado, 63,9% provém do comércio, 14,11% da agropecuária, 15,1% de serviços e o restante (7,63%) vem da indústria. A maior economia do Estado é Campo Grande com um PIB de mais de R$ 15,7 bilhões, seguido de Dourados (R$ 4,3 bilhões), Corumbá (R$ 2,8 bilhões) e Três Lagoas (R$ 1,5 bilhões) (IBGE, 2011). Estes dados apontam para os diversos problemas encontrados nas cidades - grandes médias ou pequenas - em relação à insuficiência da qualidade de edificações habitacionais, educacionais, de atendimento à saúde, culturais, de lazer, entre outros, além de problemas urbanos quanto ao transporte, ocupação de áreas inadequadas ou ambientalmente frágeis, desenvolvimento sustentável, planejamento para o futuro, entre outros. Por outro lado, conforme demonstra a tabela abaixo, a rede de cidades do Estado é constituída por pequenos municípios. Aqueles com menos de 20 mil habitantes somam 54 de um total de 79, quase 70% deles. Apenas quatro cidades têm mais de 100 mil habitantes, dado que sugere a ampliação da participação do profissional arquiteto e urbanista na gestão pública. A UNESCO, em conjunto com a União Internacional dos Arquitetos (UIA), estabeleceu em 2011 que o ensino de Arquitetura e Urbanismo têm como princípios: 1. Que a diversidade cultural, que é tão necessária para a humanidade como a biodiversidade é para a natureza, constitui-se como herança comum de toda a humanidade e deve ser reconhecida e entendida, para o benefício das gerações presentes e futuras; 2. Que a formação em arquitetura deve desenvolver nos alunos a capacidade para conceber, projetar, entender e realizar o ato de construção, no contexto da prática da arquitetura que equilibra as tensões entre a emoção, a razão e a intuição dando forma física às necessidades práticas e estéticas da sociedade e do indivíduo; 3. Que a arquitetura é uma disciplina que usa conhecimentos de ciências humanas, ciências sociais e naturais, tecnologia, ciências ambientais, artes e humanidades; 4. Que a educação que conduz à qualificação formal e que permite a prática profissional no campo da arquitetura tem que ser garantida no ensino superior, de nível universitário, com a arquitetura como modalidade principal das matérias, e ser oferecida por universidades, escolas politécnicas e cursos superiores. Essa formação deve manter equilíbrio entre teoria e prática 2. O arquiteto e urbanista desponta como um dos profissionais decisivos na busca de soluções para o século 21, período de reflexões e questionamentos sobre a posição do homem em relação às transformações sociais e ambientais causadas pela globalização e concentração das populações nos centros urbanos de grande e médio porte, que acarretam em condições insatisfatórias de vida humana. 2 7

8 A urbanização do Estado de Mato Grosso do Sul, verificada com os dados de 2013 do IBGE, com 85% da população residindo em áreas urbanas, abre mercado de trabalho nas cidades do interior em todos os campos de atuação do arquiteto e especialmente no planejamento urbano e regional. Essa demanda não vem sendo suficientemente suprida pelos profissionais formados nas escolas existentes no Estado, pois o perfil do egresso tem se identificado mais com a arquitetura voltada ao projeto e à construção de edificações. Além disso, é preciso destacar a existência, no Estado, de conjuntos urbanos de reconhecido valor para o Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Cultural e Ambiental, do ambiente natural do Pantanal, que demandam profissionais capacitados para atuar na ordenação de seu espaço aliando modernização e crescimento à proteção dos valores identitários. Os modos de viver e construir, o saber-fazer das comunidades locais - ribeirinhas indígenas e quilombolas bem como as práticas sociais que conferem valor aos logradouros públicos, são também questões de patrimônio histórico e identidade que requerem abordagens integradas entre a Arquitetura e Urbanismo e outros campos do conhecimento, sobretudo no âmbito das Ciências Sociais, permitindo resgatar o valor e a persistência das tecnologias locais e tradicionais que convivem e coexistem com as contemporâneas. Atualmente funcionam no Estado de Mato Grosso no Sul cinco cursos de Arquitetura e Urbanismo: na capital do estado, além da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, desde 1999, o curso oferecido pela Universidade Anhanguera/Universidade para o Desenvolvimento da Região do Pantanal (UNIDERP), desde 1981 e o da Universidade Católica Dom Bosco, desde 2011; e em Dourados, o do Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN), desde 1993 e Faculdades Integradas de Três Lagoas (AEMS). O Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul procura atender a demandas profissionais voltadas ao desenvolvimento humano sustentável como parte inseparável do desenvolvimento econômico e muitas vezes entendida como secundárias pelo mercado. O Curso procura focar sua atuação na formação de profissionais dotados de visão social e crítica, que possam intervir positivamente na sociedade e inserirem-se no mercado de trabalho de forma a suprir as suas demandas, mas, que, além disso, possam também contribuir para o desenvolvimento do Estado e do país de forma socialmente justa e ambientalmente correta. 8

9 2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Neste item são abordados os aspectos relativos à Coordenação do Curso, a sua organização acadêmica e administrativa e a atenção ao discente do Curso de Arquitetura e Urbanismo. 2.1 Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo De acordo com o Art. 47, do Estatuto da UFMS, aprovado pela Resolução COUN nº 35, de 13 de maio de 2011, a Coordenação de Curso do Curso de Graduação será exercida em dois níveis: Em nível deliberativo, pelo Colegiado de Curso; Em nível executivo, pelo Coordenador de Curso. De acordo com o Art. 14, do Regimento Geral da UFMS, aprovado pela Resolução COUN nº 78, de 22 de setembro de 2011, o Colegiado de Curso, definido como unidade didático-científica, é responsável pela supervisão das atividades do curso e pela orientação aos acadêmicos. Ainda de acordo com o Regimento da UFMS 2011, compõem o Colegiado de Curso de Graduação: I - no mínimo quatro e no máximo seis representantes docentes integrantes da Carreira do Magistério Superior, eleitos pelos professores do quadro que ministram ou ministraram disciplinas ao curso nos quatro últimos semestres letivos, com mandato de dois anos, sendo permitida uma recondução; e II - um representante discente, regularmente matriculado no respectivo curso, indicado pelo Diretório Central dos Estudantes, com mandato de um ano, permitida uma recondução. O artigo 16 do Regimento diz que ao Colegiado de Curso de Graduação compete: I - garantir que haja coerência entre as atividades didático-pedagógicas e as acadêmicas do curso com os objetivos e o perfil do profissional definidos no Projeto Pedagógico do Curso; II - deliberar sobre normas, visando à compatibilização dos programas, das cargas horárias e dos planos de ensino das disciplinas componentes da estrutura curricular com o perfil do profissional objetivado pelo curso; III - deliberar sobre as solicitações de aproveitamento de estudos; IV - deliberar sobre o plano de estudos elaborado pelo Coordenador de Curso; V - deliberar, em primeira instância, sobre o Projeto Pedagógico do Curso; VI - manifestar sobre as propostas de reformulação, de desativação, de extinção ou de suspensão temporária de oferecimento de curso ou de habilitação; e VII - deliberar, em primeira instância, sobre projetos de ensino. As tarefas do Coordenador de Curso de Graduação estão descritas no artigo 19 que diz que a ele compete: I - elaborar os estudos necessários à compatibilização dos programas, das cargas horárias e dos planos de ensino das disciplinas componentes da estrutura curricular, de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso; II - encaminhar às Unidades da Administração Setorial as demandas de oferecimento de disciplinas; III - acompanhar a execução do Projeto Pedagógico do Curso; IV - orientar e acompanhar a vida acadêmica; V - acompanhar o desempenho dos acadêmicos do curso, encaminhando relatório ao Colegiado; VI - assessorar as Unidades da Administração Central e da Administração Setorial em assuntos de administração acadêmica; VII - coordenar a matrícula dos alunos de seu curso; VIII - assessorar as Unidades da Administração Setorial que oferecem disciplinas ao curso, bem como os respectivos professores, na execução do projeto pedagógico do curso e demais normas emitidas pelo Colegiado de Curso; e IX - zelar pelas informações mantidas no Sistema de Controle Acadêmico. 2.2 Organização acadêmico-administrativa A organização acadêmico-administrativa do Curso pode ser vista por dois aspectos, a saber: 1) a organização do controle acadêmico; e b) a composição do pessoal Técnico-Administrativo. Quanto à organização acadêmico-administrativa do ensino de graduação, no âmbito da UFMS, a Próreitoria de Ensino de Graduação (PREG) é responsável pela orientação, coordenação e avaliação das 9

10 atividades didático-pedagógicas, de controle escolar, de concurso para professor efetivo, de controle da contratação de docentes substitutos, de processo seletivo de discentes e de aquisição de acervo bibliográfico, servindo de suporte às unidades da Administração Setorial. As Unidades Subordinadas a PREG são as seguintes: Gabinete do Pró-Reitor; Secretaria da Pró-Reitoria; Divisão de Planejamento e Gestão de Informações Acadêmicas; Divisão de Legislação e Normas; Coordenadorias de Administração Acadêmica; Coordenadoria de Desenvolvimento e Avaliação de Ensino; Coordenadoria de Biblioteca Central; Coordenadoria de Educação Aberta e Distância e Coordenadoria de Apoio à Formação de Professores. A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação é a unidade responsável pela administração, orientação, coordenação, supervisão e avaliação das atividades de ensino de graduação. A Divisão de Planejamento e Gestão de Informações Acadêmicas: é a unidade responsável pela execução do planejamento, controle e avaliação das políticas de graduação e gestão de informações acadêmicas; A Divisão de Legislação e Normas: é a unidade responsável pela orientação e análise de questões referentes à Legislação e Normas do Ensino de Graduação; A Coordenadoria de Biblioteca Central (CBC/Preg) é a unidade responsável pela coordenação e acompanhamento das atividades relativas ao material informacional. É composta pelas seguintes Unidades: - Divisão de Acesso a Informação (Diai/CBC/Preg): é a unidade responsável pela disseminação da informação, treinamentos e orientação aos usuários na busca da informação; - Divisão de Circulação (Dici/CBC/Preg): é a unidade responsável pela circulação do material informacional destinado à consulta, empréstimo individual e entre bibliotecas; - Divisão de Processamento Técnico (DIPT/CBC/Preg): é a unidade responsável pelo processamento técnico e intercâmbio de material informacional; - Seção de Aquisição de Material Bibliográfico (SEAQ/DICI/CBC/Preg) : é a unidade responsável pela aquisição do material bibliográfico informacional do Sistema de Bibliotecas da UFMS. A Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (CED/Preg) é a unidade responsável pelas políticas de oferta de cursos e atividades mediadas por TICs (tecnologia de Informação e Comunicação) de cursos de graduação, pós-graduação e extensão na modalidade à distância, é composta pela Divisão de Apoio Tecnológico (Diat/CED/Preg). A Coordenadoria de Apoio a Formação de Professores (CFP/Preg) é a unidade responsável pelas políticas e estratégias para a formação e capacitação de professores. A Coordenadoria de Desenvolvimento e Avaliação de Ensino (CDA/Preg) é a unidade responsável pela coordenação, acompanhamento e avaliação das atividades de ensino. É composta pelas seguintes Unidades: - Divisão de Currículos e Programas (DICP/CDA/Preg): é a unidade responsável pela orientação referente aos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação; - Divisão de Estágio (Dies/CDA/Preg): é a unidade responsável pelo acompanhamento das atividades relativas a estágio; - Divisão de Apoio a Projetos e Programas Especiais (Diap/CDA/Preg): é a unidade responsável por projetos e programas especiais de graduação; - Divisão de Apoio à Regulação e Avaliação (Dira/CDA/Preg): é a unidade responsável pelas atividades administrativas referentes à regulação e avaliação dos cursos de graduação. A Coordenadoria de Administração Acadêmica (CAA/Preg) é a unidade responsável pela coordenação, orientação, e supervisão das atividades de controle acadêmico, acompanhamento docente e processos 10

11 seletivos acadêmicos. E composta pelas seguintes Unidades: - Divisão de Acompanhamento Docente (Dido/CAA/Preg): é a unidade responsável pela orientação e acompanhamento das atividades docentes; - Divisão de Processos Seletivos Acadêmicos (DIPS/CAA/Preg): é a unidade responsável pela execução de processos seletivos relativos à Graduação. - Divisão de Controle Escolar (Dice/CAA/Preg): é a unidade responsável pela orientação e acompanhamento das atividades de controle acadêmico O controle acadêmico encontra-se atualmente informatizado e disponibilizado aos professores e às Coordenações de Curso de cada curso de graduação do. O acesso ao Sistema de Controle Acadêmico do Professor (SISCAD) funciona como um diário eletrônico com senha própria e acesso através de qualquer computador ligado à internet. Nele, os professores lançam o plano de ensino de cada disciplina, o calendário de aulas, ausências e presenças, o critério e fórmula de cálculo das diferentes avaliações e o lançamento de notas e conteúdos. O sistema (SISCAD) permite a impressão de listas de chamada ou de assinatura na forma do diário convencional, o quadro de notas parcial ou final do período letivo e a ata final, que é enviada eletronicamente para a Dice/CAA/PREG com a devida emissão do comprovante. A mesma ata é impressa e, depois de assinada, é arquivada fisicamente para eventual posterior comprovação. A Coordenação de Curso tem acesso a qualquer tempo aos dados das disciplinas, permitindo um amplo acompanhamento do desenvolvimento e rendimento dos acadêmicos do curso, por meio dos seguintes relatórios: a) Acadêmicos por situação atual; b) Acadêmicos que estiveram matriculados no período informado; c) Histórico Escolar do acadêmico em todo o curso ou no período letivo atual; d) Relação dos acadêmicos por disciplina; e) Relação dos endereços residenciais; título eleitoral e demais dados cadastrais dos acadêmicos; f) Relação dos acadêmicos com respectivo desempenho no curso comparando seu desempenho individual com a média geral do curso. Foi disponibilizado ainda neste Sistema, um programa específico para verificação da carga horária cumprida pelos acadêmicos dos cursos avaliados pelo Enade, com a finalidade de listar os acadêmicos habilitados, das séries iniciais e da última, conforme a Portaria MEC de cada ano que regulamenta a sua aplicação. No âmbito das Unidades Setoriais os cursos de graduação da UFMS contam com o apoio das Secretarias Acadêmicas, que realizam o controle acadêmico, emissão de históricos escolares, documentos acadêmicos e outros assuntos pertinentes. 2.3 Atenção aos discentes A atenção aos discentes do Curso de Arquitetura e Urbanismo abrange os diversos aspectos relacionados a seguir. O apoio à participação em eventos relacionados à formação e atualização profissional é incentivado pela Coordenação de Curso e por seus professores. Quanto ao apoio pedagógico os acadêmicos dispõem de diversos espaços e salas para estudos (em ateliers e salas de aula e laboratórios) onde têm acesso à internet; além disso, os docentes do curso, normalmente, se dispõe a orientar em horários especiais para o atendimento aos acadêmicos e para esclarecer dúvidas relativas a conteúdos de disciplinas em andamento. 11

12 Ao constatar que algum acadêmico necessite de orientação psicológica, o Coordenador de Curso encaminha-o à Coordenadoria de Assuntos Estudantis da Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (CAE/PREAE) para o atendimento psicológico. A CAE/PREAE tem como metas planejar, executar e avaliar ações voltadas ao atendimento das necessidades socioeconômicas e psicológicas dos acadêmicos, especialmente, os de baixa renda. A CAE/PREAE também fornece assistência ao estudante como passes escolares, orientação para resolução de problemas e instruções detalhadas de como participar e elaborar projetos de extensão. A Coordenação do Curso possui um canal de diálogo com os alunos, por meio de representantes de sala aprovado em Resolução, com dois representantes de cada sala que constituem a Comissão de Acompanhamento e Monitoramente Discente. Esse grupo, com representação de todas as salas, junto com a Coordenação, promove nivelamento dos acadêmicos, quanto às informações de natureza pedagógica e administrativa e assim, acompanha todos os problemas eventualmente existentes e permite, em curto espaço, minimizar ou resolver os problemas detectados, com diálogo e participação. Os acadêmicos são estimulados a, sempre que possível, apresentarem os trabalhos produzidos nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, nos diversos eventos dos quais participam. Outros benefícios aos acadêmicos são: Bolsa Alimentação: o acadêmico que, após análise socioeconômica realizada pelo Serviço Social, for selecionado como bolsista, terá desconto nas refeições do Restaurante Universitário (RU); Bolsa Permanência: Programa que visa atender prioritariamente ao acadêmico de baixa renda, sendo selecionado, após avaliação socioeconômica, e apresentando bom rendimento acadêmico; o acadêmico terá a oportunidade de, através do trabalho, ser auxiliado financeiramente para a sua própria manutenção; Bolsas do Programa PIBIC/CNPq (Iniciação Científica): bolsas de Iniciação Científica mantidas pelo CNPq, concedidas via Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PROPP) ou diretamente pelo órgão financiador, e colaboram em pesquisas desenvolvidas por docentes da UFMS; Estágio Obrigatório e não-obrigatório: de acordo com a Resolução COEG 107/2010, o estágio é oferecido ao acadêmico, tanto para o aprendizado em ambiente profissional, condições financeiras e educacionais que possam auxiliá-lo na manutenção pessoal e nos estudos quanto aperfeiçoamento dos conhecimentos adquiridos; a UFMS estabelece convênios com entidades/empresas interessadas no estágio, a exemplo da AGESUL, ENERSUL, SESC, Prefeitura Municipal de Campo Grande entre outras; também é orientado e encaminhado pelo Serviço Social ao Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL), locais que cadastram e fazem o intercâmbio com outros campos de estágio como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, SEBRAE, entre outros; Assistência Médica: orientação e encaminhamento formal do acadêmico ao Ambulatório Geral do NHU, que procederá ao agendamento e a consultas médicas conforme vagas asseguradas aos acadêmicos; quando necessário, também estarão à sua disposição outros serviços oferecidos pelo Núcleo de Hospital Universitário, todos de forma gratuita; Assistência Odontológica: atendimento gratuito com agendamento prévio entre a DIAA/ CAE/PREAE e a Policlínica do NHU, para avaliação odontológica; dispõe também do serviço de emergência; a DIAA/CAE/PREAE busca antecipar os casos de situação de baixa renda para o referido encaminhamento; Outros serviços sociais: o Serviço Social se encontra à disposição de todos os acadêmicos da UFMS, nas mais diversas necessidades que possam ser apresentadas à DIAA/CAE/PREAE, ou seja, além dos programas já estruturados, os casos específicos também recebem atenção e providência. 12

13 Quanto às pessoas que apresentam impedimento em decorrência de algum tipo de deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação do Curso de Arquitetura e Urbanismo, os alunos, os funcionários do curso e os membros do Colegiado do Curso têm por princípio o tratamento equitativo e cordial para com todos os acadêmicos e em especial atender e propiciar condições para que as suas demandas acadêmicas e sociais sejam atendidas. As instalações físicas usadas pelo curso contemplam as adaptações de acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, cumprindo assim a legislação federal, através dos seguintes dispositivos: Decreto n 7.234/2010, que dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES). Quanto à participação no atendimento às demandas da Instituição de Ensino, envolvendo toda a UFMS, em atendimento ao disposto no Decreto n 7.611/2011, que dispõe sobre o atendimento educacional especializado e que prevê no art. 5.o, 2. Inciso VII a estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior, que visam eliminar barreiras físicas, de comunicação e de informação que restringem a participação e o desenvolvimento acadêmico e social de estudantes com deficiência ( 5 ), o curso de Arquitetura e Urbanismo mantém um representante docente na Comissão de Acessibilidade da Divisão de Acessibilidade e Ações Afirmativas (DIAF), da Coordenadoria de Assistência Estudantil da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis. Esta representação do curso de Arquitetura atende também ao Decreto n.o 5296 de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as leis de 8 de novembro de 2000 e de 19 de dezembro de 2012, que dispõem sobre normas gerais e critérios de acessibilidade de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, para a implementação da acessibilidade na Arquitetura e Urbanismo (cap. IV), envolvendo além de outros, a habitação de interesse social (parte III), os bens culturais (parte IV), os transportes coletivos (cap. V) e a informação e comunicação (cap. VI). Quanto ao acompanhamento de egressos, o curso ainda não tem definido, até o presente momento, um sistema de acompanhamento de egressos. No segundo semestre de 2015, quando completados os 15 anos de funcionamento, será nomeada uma comissão, juntamente com os membros do colegiado do curso, envolvendo discentes e egressos com o objetivo de instalar um sistema de acompanhamento dos egressos principalmente para a) Identificar o perfil do egresso e criar mecanismos para avaliação de seu desempenho nos postos de trabalho quer no setor público, no privado ou no terceiro setor; b) construir uma base de dados com informações que possibilitem manter com o egresso comunicação permanente e estreito vínculo institucional; c) obter informações dos empregadores que, associadas às do egresso, direcionem a tomada de decisões institucionais ou do curso; e d) construir indicadores que subsidiem a adequação curricular às necessidades do desenvolvimento de competências e habilidades em consonância com as diretrizes curriculares nacionais para arquitetura e urbanismo. 13

14 3 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Neste item são abordados os aspectos relativos à identificação do Curso de Arquitetura e Urbanismo/CCET. Curso: Arquitetura e Urbanismo Modalidade do Curso: Bacharelado Habilitação: Única Título acadêmico conferido: Bacharel em Arquitetura e Urbanismo 3.1 Modalidade de ensino: Presencial 3.2 Regime de matrícula: Sistema semestral de matrícula on-line e presencial por disciplina dos cursos de graduação 3.3 Tempo de duração (em anos): a. Mínimo CNE: 5 anos; b. Máximo CNE: indefinido; c. Mínimo UFMS: 5 anos (10 períodos); d. Máximo UFMS: 8 anos (16 períodos). 3.4 Carga Horária (Resolução 191, de 05 de maio de 2014): a. Mínimo CNE: horas; b. Máximo CNE: indefinido; c. Mínimo UFMS: indefinido; d. Máximo UFMS: horas. 3.5 Número de Vagas: 50 vagas anuais 3.6 Número de Turmas: uma turma para cada período (semestre), com ingresso anual 3.7 Turno de Funcionamento: Diurno - oferece disciplinas nos turnos matutino e vespertino matutino: compreende as atividades realizadas no horário das 7 às 12 horas, de segunda-feira a sábado; vespertino: compreende as atividades realizadas no horário das 12 às 18 horas, de segundafeira a sábado. 3.8 Local de Funcionamento: Cidade Universitária de Campo Grande/MS 3.9 Formas de ingresso: as formas de ingresso são regidas pela Resolução Coeg nº 269 de 1º de agosto de 2013, (Capítulo IV Art.18 e Art. 19). 14

15 4 CONCEPÇÃO DO CURSO Neste item são abordados os aspectos relativos à fundamentação teórico-metodológica, legal, os objetivos do curso, o perfil desejado e as competências e habilidades do egresso do Curso de Arquitetura e Urbanismo. 4.1 Fundamentação teórico-metodológica O Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS fundamenta-se nas seguintes normas legais: a. Resolução nº 2, de 17 de Junho de 2010, do Conselho Nacional de Educação que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo; b. Lei federal de 30 de dezembro de 2010 que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo no Brasil; c. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; d. Documentos e publicações da Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo, como a Proposta de atualização dos Perfis da Área e Padrões de Qualidade de maio de 2009 e a proposta de novas diretrizes curriculares de 2013, aprovadas pelo Plenário do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-BR) em maio de 2014; na experiência e ordenamento dos demais cursos no âmbito da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Resolução 214/2009- COEG); e. Portaria 4.059, de 10 de dezembro de 2004, que diz que as IES poderão introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes do currículo que utilizem modalidades semipresenciais; f. Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e nas normas federais de acessibilidade Lei federal n de 19 de dezembro de 2000 e mobilidade Lei federal n de 13 de abril de Além disto, o Projeto Pedagógico procura atender à missão da educação superior, nas áreas concernentes à Arquitetura e Urbanismo, enfatizados na Conferência Mundial de Educação Superior realizada em Paris, em 1998, a saber; 1 - educar, formar e realizar pesquisas, 2 - formar diplomados altamente qualificados; 3 - construir um espaço aberto para a formação superior que propicie a aprendizagem permanente; 4 - promover, gerar e difundir conhecimentos por meio de pesquisas; 5 - contribuir para compreender, interpretar, preservar, reforçar, fomentar e difundir as culturas nacionais e regionais, internacionais e históricas, num contexto de pluralismo e diversidade cultural; 6 - contribuir para proteger e consolidar os valores da sociedade. A Matriz Curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS está organizada por meio de 03 (três) mecanismos estruturadores, a saber: o currículo pleno, a pedagogia e o processo de avaliação. O currículo define os conteúdos e habilidades que serão tratados ao longo do Curso, por sua vez estruturados em três núcleos, conforme determina as Diretrizes Curriculares Nacionais: 1) Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação; 2) Núcleo de Conhecimentos Profissionais e 3) Trabalho de Curso. O Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação está composto por campos de saber que forneçam o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado e será integrado por Estética e História da Arte, Estudos Sociais e Econômicos; Estudos Ambientais; Desenho e Meios de Representação e Expressão. Desenho e representação, Estudos da forma e composição, Estudos sociais na Arquitetura e Urbanismo, Geometria descritiva, Metodologia e redação científica. 15

16 O Núcleo de Conhecimentos Profissionais está composto por campos de saber destinados à caracterização da identidade profissional do egresso e será constituído por: Teoria e História da Arquitetura, do Urbanismo e do Paisagismo; Projeto de Arquitetura, de Urbanismo e de Paisagismo; Planejamento Urbano e Regional; Tecnologia da Construção; Sistemas Estruturais; Conforto Ambiental; Técnicas Retrospectivas; Informática Aplicada à Arquitetura e Urbanismo; Topografia. Análise e concepção de estruturas, Atividades de prática profissional, Conforto ambiental, Estática das estruturas, Fundamentos de Arquitetura, Fundamentos de Urbanismo, Geoprocessamento para o projeto e planejamento, História da Arte, Arquitetura e Urbanismo, Infraestrutura urbana, Paisagismo, Planejamento e gestão ambiental, Planejamento regional, Planejamento urbano, Pré-dimensionamento de estruturas, Projeto de Urbanismo, Projeto, Projeto integrado, Representação e criação digital, Residência em obra, Resistência dos materiais, Sustentabilidade na Arquitetura e Urbanismo, Técnica, história e projeto, Tecnologia das construções, Teoria e estética da Arquitetura e Urbanismo, Topografia. O Trabalho de Curso, com as disciplinas Fundamentos para o Trabalho de Conclusão de Curso e Trabalho de Conclusão de Curso, cujos regulamentos constam dos Anexos II e III, será supervisionado por um docente com formação em Arquitetura e Urbanismo, de modo que envolva todos os procedimentos de uma investigação técnico-científica a serem desenvolvidos pelo acadêmico ao longo da realização do último ano do curso. O curso oferece também Estágio Obrigatório e Não-Obrigatório por meio das disciplinas Atividades Práticas Profissionais e Residência em Obra, que permeiam os cinco anos de duração do curso. As Atividades Práticas e Residência em Obra são disciplinas que favorecem a experiência acadêmica do conhecimento adquirido em sala de aula e nos laboratórios com prática profissional. Oferece também, semestralmente, Disciplinas Optativas de enriquecimento curricular, de livre escolha do aluno. As disciplinas Atividades de Prática Profissional: Estágio Obrigatório e Não-Obrigatório, Atividades Complementares e Residência em Obra serão desenvolvidas de acordo com seus respectivos regulamentos (anexo I, IV e V). A pedagogia define a forma de transmissão dos conteúdos e desenvolvimento das habilidades através de atividades teóricas e práticas sequenciadas, que procuram se integrar horizontalmente (no mesmo período) e verticalmente (em diferentes períodos), em sala e extra-sala, por meio das atividades complementares. O processo de avaliação é realizado com a aferição dos resultados obtidos frente aos objetivos estabelecidos preliminarmente, considerando não somente um produto final, mas também o envolvimento e crescimento durante o processo de contato, internalização e apropriação do conhecimento Conceituação: a função social da profissão e da Arquitetura e Urbanismo A cidade deve constituir uma estrutura de amparo à vida, levando em conta suas várias dimensões - habitação, comércio, serviços, transporte, lazer e trabalho. A arquitetura, modificadora do espaço e da paisagem, deve atender social e esteticamente as necessidades humanas (Paulo Mendes da Rocha). A função social consiste na prevalência do interesse público em relação ao interesse privado na prática de uma atividade. A arte, a ciência ou a arquitetura estarão cumprindo sua função social quando sua prática gerar resultados que contribuam para a construção do bem comum. O Seminário de Discussão do Curso de Arquitetura e Urbanismo de 2011 aprovou que: O Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS deve definir sua identidade apoiada em ações e práticas de ensino, pesquisa e extensão voltadas para a priorização das questões sociais da cidade e do campo, sendo essa ideia essencial na identificação da linha de ação para a definição de conteúdos disciplinares, projetos, extensão e pesquisa com o fim social e esse princípio deve ser assumido como compromisso de todos. 16

17 A educação em arquitetura e urbanismo não se esgota em sala de aula e se estende às demais atividades propostas nesse projeto pedagógico, que inclui atividades de ensino, pesquisa e extensão em ateliers, experimentos em laboratórios de pesquisas e atividades externas, relacionadas com a sociedade, especialmente as de menor poder aquisitivo Por uma consciência crítica de ensino em Arquitetura e Urbanismo a. Ensino de disciplinas projetuais deve ser integral: uma nova atitude de ensino deve ter uma ótica formativa e não apenas informativa ou adestradora. Dentro dessa prioridade, um método baseado em seis coordenadas: de um lado, a função, a plástica e a economia; de outro, o homem, o sítio e a técnica, criando um método que permita ordenar a crítica do professor e a autocrítica do aluno. b. O ensino de disciplinas projetuais deve ser ministrado através de um corpo doutrinário da disciplina: instalação de um corpo de conhecimento específico da arquitetura, aplicável com objetividade ao processo projetual como reflexão teórica e crítica sobre a própria arquitetura, que incorpora, obviamente, dados e conhecimentos de outras ciências correlatas, mas não discorre sobre elas, formando um corpo estruturado voltado para a arquitetura, com toda a sua abrangência, mas com sua potencialidade exclusiva. c. Desenvolvimento de uma atitude crítica e autonomia por parte do aluno: a atitude crítica é um dos fatores que leva à desejada autonomia do aluno, mas não é o único. Contribui em muito para a autonomia o entendimento do projeto como solução de problemas, tanto da realidade sócioespacial como também dos problemas de estruturação da forma arquitetônica. d. Exercitação intelectiva: da capacidade de compreensão visual das estruturas formais - atributo do objeto e habilidade do sujeito que o analisa. e. Contextualização: o contexto é importante auxiliar no aprendizado para motivar o aluno, situando-o concretamente no mundo e dando-lhe referenciais reais e palpáveis. f. Necessidade de aquisição de repertório: para tanto o aluno precisa saber redigir e para isso será necessário muita leitura. A criatividade não se exerce a partir do nada, mas sobre precedentes referências de conceitos e materiais de arquitetura e urbanismo; por isso a necessidade de informação é fundamental. O estudo tipológico e paradigmático na busca de referências. g. Ensino de disciplinas projetuais como desenvolvimento de uma disciplina pessoal: investir na autonomia intelectual do aluno para a compreensão e solução dos problemas. h. A importância do conhecimento prévio: o curso deve compreender que o aluno possui experiência anterior e isso deve ser considerado. i. O papel do professor: o compromisso ético do trabalho docente é promover junto aos estudantes o desenvolvimento de sua capacidade de apresentarem propostas concretas para a solução das situações-problema que lhes sejam colocados As disciplinas integradas Este projeto pedagógico inclui o conceito de disciplina integrada, contemplando os campos da Arquitetura e do Urbanismo, em exercícios que comportem a combinação da estruturação de ações de projetar e de pensar o espaço, o edifício e a paisagem. Esse modelo ocorre no 4 o Ano, com a disciplina Projeto Integrado I e II, que articula exercícios integrados com as demais disciplinas propositivas em atelier. 17

18 4.1.4 Princípios gerais: I. A prática da Arquitetura e Urbanismo abrange (e representa) a discussão sócio-políticaespacial, no âmbito programático e espacial e estético no âmbito da estruturação formal, as técnicas construtivas e os métodos e técnicas de representação e expressão; II. III. IV. É necessária a reaproximação dos campos: Arquitetura e Urbanismo como condição para recuperação do aspecto integralizante (profissional generalista) da Arquitetura e Urbanismo; Adotar a distinção didática (métodos e técnicas de ensino) de distintas abordagens complementares, mas as seguintes abordagens para tipologias, partido e construção formal: a. Abordagem contextual (conteúdos com a característica de articulação com o contexto sócio-político-espacial); implica no reconhecimento da filiação às ciências sociais: i. Incorporação do método científico para desenvolvimento das questões sócioespaciais envolvendo formulação de problemas e soluções a partir da confrontação de distintos aportes; ii. Conteúdos e métodos de solução formal utilizando-se da metodologia moderna da concepção (construção do objeto) para aplicação ao contexto sócio-político-espacial. b. Abordagem disciplinar (conteúdos básicos, técnicas típicas da arquitetura); i. Conteúdos e métodos da cultura arquitetônica acumulada historicamente. Adotar a distinção didática das formas de pesquisa: a. Pesquisa para o projeto (ou pesquisa do objeto de projeto): i. Sobre a atividade: levantamentos, debates, consultas, entrevistas, etc. para determinação da relevância do tema para o espaço do centro considerando como é, o que representa e qual o público usuário; ii. Sobre o local: investigações-critérios para escolha do espaço mais adequado para a intervenção; vocações do espaço-memória, histórico e influências no presente; planos, legislação, concepções e sua influência no espaço; infraestruturas (transporte, acessibilidade, etc.); iii. Relação do edifício e seu contexto. Pré-existências-informações inerentes ao lugar que sugerem ou indicam algo para a concepção. b. Pesquisa de projeto: i. Levantamentos físicos: medidas, topografia, trajetória solar, ventos, etc.; ii. Pesquisa de precedentes, referências teóricas, de tipologias, de grafias, de técnicas e tecnologias construtivas e de infraestrutura aplicáveis; iii. Contexto urbano: olhar a cidade e o entorno; iv. Clima, temperatura, latitude, orientação, topografia, terreno, limites; v. Local da implantação da edificação no terreno; forma de implantação; acessos e percursos; vi. Visuais e perspectivas dominantes; vii. Compatibilidade formal do objeto: longe, perto, isolado; viii. Áreas construídas x áreas livres; 18

19 ix. Informações socioculturais programa, legislação e costumes, disponibilidade financeira, disponibilidade de tempo; x. Configuração formal do edifício; xi. Definição espacial: volumes e planos; número de volumes; xii. Hierarquia; equilíbrio; simplicidade ou complexidade; xiii. Técnica construtiva; materiais; ritmo; cheios e vazios; configuração espacial do edifício; xiv. Relação volume e função; forma da planta; simetria na planta; conexões espaciais internas; usos definidos e flexíveis; luz e sombra. V. Incorporação ao objeto de todos os elementos do processo, desde os conteúdos da pesquisa até às definições morfológicas, sintetizando a complexidade e a totalidade do objeto (objeto de projeto deve ser entendido em seu todo); VI. Ainda como princípio, o conceito de sustentabilidade como preocupação com o legado ambiental a ser transmitido às futuras gerações, entendido como conjunto de ações que considerem a finitude dos recursos naturais ao mesmo tempo em que garanta o acesso às condições mínimas de vida para todas as pessoas de forma a viabilizar efetivamente a conquista da sustentabilidade; portanto há a indissociabilidade entre o que é social e o que é ambiental. Afeta diretamente a arquitetura e o urbanismo justamente por ser o campo e a prática que trabalha mais diretamente o ambiente e o social, requerendo que o referido princípio seja pensado como indissociável à arquitetura e urbanismo e aplicado em todas suas ações Procedimentos gerais A integração horizontal de disciplinas deverá acontecer prioritariamente no trabalho final das disciplinas projetuais, favorecendo que os conteúdos e exercícios possam convergir para o mesmo objeto, que pode ocorrer no último exercício do semestre; As disciplinas deverão avaliar a necessidade de trabalhar conteúdos e exercícios específicos ao longo do período de aulas como forma de atender à ementa da disciplina; As disciplinas participam da discussão vertical, mas incorpora os elementos compatíveis com os conteúdos já acumulados pela turma e aqueles que possam ser incorporados a partir do nível de conhecimentos que os alunos trazem de sua formação pregressa; Definição de programa e local do projeto: A partir da temática e local a ser trabalhado, será a pesquisa para o projeto que possibilitará detalhar o objeto a ser projetado e suas relações com o contexto físico e sociocultural; Assim como permitirá desenvolver critérios para definição do local e, também sua escolha definitiva. Poderá resultar em uma ou mais escolhas conforme conveniência da disciplina e a critério do professor; envolve o debate sobre a utilização de áreas construídas ou vazias (ou o processo de desenvolvimento e produção de cidades patrimônio, sustentabilidade, etc.); Desenvolvimento em etapas e nível de definição do objeto graficamente conforme cada disciplina; Questões-modelo para a abordagem programática do objeto de projeto no local escolhido: 19

20 Que papel terá um conjunto arquitetônico para a atividade prevista em relação ao contexto do local? Sob o aspecto do interesse público e de uma vivência pública do espaço, que transformações-modificações devem ocorrer a partir dessa intervenção? Que características urbanas e urbanísticas existentes devem ser privilegiadas para potencializar a relação do novo conjunto arquitetônico com o local escolhido? Deveriam ser feitas modificações no cenário institucional vigente, a partir da intervenção, para potencializar e redefinir o atendimento do interesse público no espaço? Como as atividades internas articulam uma vivência do espaço estimulante do convívio e interação? E ainda, como essas atividades internas podem se relacionar com o espaço público? Qual o papel dessa intervenção na revitalização ou requalificação do local? Que critérios seriam estabelecidos, a partir da investigação do objeto de projeto como atividade em um local, para determinação da área de intervenção, bem como das diretrizes e programa para a atividade? (uma noção de programa como conjunto de ideias para as atividades no espaço); Considerando-se o conceito de sustentabilidade como de interesse público, e que esta se baseia na indissociabilidade entre o social e o ambiental, como a intervenção contribuirá para tal relação? Soluções. Considerando os aspectos relevantes da inserção do objeto, da atividade e do lugar, (obtidos a partir de informações obtidas em palestras, debates, pesquisa bibliográfica, documental, etc.), se estabeleceriam respostas ou posicionamentos coerentes (em relação aos conteúdos discutidos e pesquisados) a serem aplicados às soluções arquitetônicas, tanto na forma de soluções espaciais, como na interpretaçãoconstrução estética dos elementos conceituais revelados. As técnicas e os métodos. A solução de um problema sócio-espacial como projeto arquitetônico é, a princípio, inexistente por não haver solução prévia para o problema como um todo. Entretanto, as soluções podem estar entre a tipologia, o partido e a construção formal, ou seja, no âmbito da utilização da cultura arquitetônica (estratégias compositivas, caráter, partido, soluções precedentes, etc.) integra a competência do profissional e é fundamento para viabilização das soluções mencionadas e soluções que ao articular as questões estabeleça morfologias que os sintetizem O método da sequência de aprendizado 1 a FASE (obtenção de repertório arquitetônico): é a fase de obtenção de insumos, de aquisição de repertório - os materiais da Arquitetura e Urbanismo (sistemas e elementos); 2 a FASE (contextualização): corresponde à fase de tematização, da contextualização, onde se procura apreender as relações que estão em jogo, às possibilidades do tema a partir de sua problematização; 3 a FASE (construção formal/partido/intenções): corresponde à fase de problematização; neste caso já aplicada ao campo particular da Arquitetura, de estabelecimento dos princípios formais adequados. Para o Urbanismo e o Paisagismo, o conceito de referências é importante ser debatido; 4 a FASE (processo do projeto): corresponde à fase de verificação, onde a solução é testada de diversas formas, será modificada, ou mantida, sobre a base da pré-forma estabelecida na sequência ideograma-partido. Aqui se elabora a forma e são testadas possibilidades de melhoria; 20

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