PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

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1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO São Paulo 2013 [07/11/2013]

2 Prof. Dr. Benedito Guimarães Aguiar Neto Reitor Prof. Dr. Marcel Mendes Vice Reitor Profa. Dra. Esmeralda Rizzo Decano Acadêmico Prof. Dr. Moisés Ari Zilber Decano de Pesquisa e Pós-Graduação Prof. Dr. Cleverson Pereira de Almeida Decano de Extensão Prof. Dr. Valter Luís Caldana Júnior Diretor da Prof. Dr. Paulo Roberto Corrêa Coordenador do Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo Assessoria e apoio pedagógico: Profa. Dra. Esmeralda Rizzo Profa. Dra. Marili Moreira da Silva Vieira Equipe de elaboração do Projeto Pedagógico: Membros do Núcleo Docente Estruturante do : Prof. Dr. Antônio Cláudio Pinto da Fonseca Profa. Ms. Ivana Aparecida Bedendo Prof. Dr. Lucas Fehr Prof. Dr. Luiz Guilherme Rivera de Castro Prof. Dr. Paulo Roberto Corrêa Prof. Dr. Ricardo Hernan Medrano Prof. Dr. Sílvio Stefanini Sant Anna Membros do Colegiado de Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo: Prof. Dr. Alessandro José Castroviejo Ribeiro Prof. Dr. Carlos Leite de Souza Prof. Dr. Celso Lomonte Minozzi Prof. Dr. Eduardo Sampaio Nardelli Prof. Ms. Juan Villà Martinez Profa. Dra. Mônica Machado Stuermer Prof. Dr. Paulo Giaquinto Profa. Dra. Pérola Felipette Brocaneli Profa. Ms. Roseli Maria Martins D Elboux Acadêmico Victor de Melo Lago Professores convidados: Profa. Dra. Maria Teresa de Stockler e Breia Prof. Dr. Valter Luiz Caldana Júnior 1

3 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO INSTITUCIONAL, Histórico da Mantenedora, Histórico da Universidade, 8 2. MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAL, CONTEXTUALIZAÇÃO DA ÁREA DE CONHECIMENTO, CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO, Identificação do Curso, Breve Histórico do, FINALIDADES, OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DO CURSO, Finalidades, Objetivos, Justificativas, CONCEPÇÃO ACADÊMICA DO CURSO, Articulação do curso com o Plano de Desenvolvimento Institucional, Perfil do egresso, Competências e habilidades, Coerência do currículo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, Requisitos de ingresso ao curso, Aspectos metodológicos do processo de ensino-aprendizagem, Estratégias de flexibilização curricular, Estratégias de internacionalização, Estratégias de interdisciplinaridade, Estratégias de integração com a pós-graduação, Possibilidades de integralização de disciplinas fora da grade curricular como eletivas, Políticas Institucionais de Apoio Discente, Políticas de egressos, Políticas de ética em pesquisa, 64 2

4 6.11. Políticas Institucionais de Apoio Docente, Políticas de Comunicação Institucional, Políticas em EAD no Ensino Presencial, Políticas institucionais de Educação Ambiental, sócio - educacional e de respeito à diversidade no contexto do ensino, da pesquisa e da extensão, ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO, Estrutura curricular, Atividades complementares, Estágio supervisionado, Atividades de integração e síntese de conhecimento, Trabalho de curso, Mecanismos e programas de iniciação científica e tecnológica, Projetos de extensão, Das atividades de ensaio e de experimentação, Do ateliê vertical, Disciplinas optativas e eletivas, Articulação da auto - avaliação do curso com a autoavaliação institucional, Articulação entre o ensino de graduação e de pós-graduação, Comitê de ética em pesquisa, ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA, Coordenação do curso, Colegiado de curso, Núcleo Docente Estruturante, CORPO DOCENTE, Perfil docente, Experiência acadêmica e profissional, Publicações, Implementação das políticas de capacitação no âmbito do curso, INFRAESTRUTURA, Biblioteca, Laboratórios de formação geral, Laboratórios de formação específica, Laboratórios de informática, 107 3

5 Demais laboratórios, Laboratórios para prática profissional e prestação de serviços à comunidade, Salas de aula, 111 BIBLIOGRAFIA DE APOIO, 113 APÊNDICE 1 EMENTAS, 120 APÊNDICE 2 TABELA DA ESTRUTURA CURRICULAR, 195 APÊNDICE 3 NÚCLEOS DE CONTEÚDOS, 202 APÊNDICE 4 TABELA DE DISCIPLINAS OPTATIVAS, 206 APÊNDICE 5 TABELA DE EQUIVALÊNCIAS DE DISCIPLINAS, 208 4

6 1. HISTÓRICO INSTITUCIONAL 5

7 1. Histórico Institucional 1.1. Histórico da Mantenedora Na época da fundação do Mackenzie (1870), a cidade de São Paulo contava com cerca de habitantes que viviam concentrados onde hoje chamamos de Centro Velho. Ainda havia escravidão, portanto na época do Brasil Imperial, e o ensino básico e secundário eram controlados pela Igreja Oficial. No âmbito da tradição calvinista, o projeto educacional que deu início ao Instituto Presbiteriano Mackenzie tem origem no ano de 1870, a partir da obra de um casal de missionários norte-americanos, George e Mary Annesley Chamberlain, os quais, em sua residência em São Paulo, abriram uma escola que, em ponto central da cidade, propunha-se a formar e a instruir as jovens gerações da comunidade paulistana. A escola começou com apenas uma professora, a própria Sra. Chamberlain, e três alunos. Se numericamente a escola era inexpressiva, a proposta pedagógica apresentava-se ambiciosa e pioneira, para não dizer francamente revolucionária para os padrões da época. O modelo dessa escola baseava-se no sistema escolar norte-americano: as classes eram mistas, praticava-se ginástica, aboliram-se as repetições cantadas e os castigos físicos (a famosa palmatória) e introduziu-se a experimentação. Esses missionários norte-americanos chegaram ao Brasil para atuar no âmbito do que hoje poderíamos caracterizar como pluralismo cultural, que propunha e aplicava liberdade religiosa, racial e política, contrapondo-se a uma realidade de escolas reservadas à elite monarquista e escravagista. A Escola Americana foi pioneira ao receber filhos de abolicionistas, republicanos, protestantes e judeus, que não eram aceitos em outras escolas, incluindo-se as públicas. Os preceitos de solidariedade sempre ancoraram o projeto do Mackenzie, cuja proposta educativa regeu-se, desde as origens, na mais plena tradição calvinista, sob o signo da tolerância em termos religiosos, da democracia, em seus aspectos políticos, e do pioneirismo, em sua dimensão pedagógica. 6

8 O norte-americano John Theron Mackenzie, em seu testamento, legou 30 mil dólares, posteriormente acrescidos de mais 20 mil oferecidos por suas irmãs, destinados à construção, no Brasil, junto à Escola Americana, de um prédio para a Escola Superior de Engenharia, que iniciou suas atividades em 1896, então o primeiro curso superior da instituição. Iniciavam-se, portanto, os trabalhos da Escola de Engenharia Mackenzie, que se consolidaria como uma das iniciativas pioneiras, no que diz respeito ao ensino superior brasileiro. Nessa época, a instituição foi denominada Mackenzie College, em homenagem a seu benfeitor, e, em razão da conjuntura política e da legislação de ensino da época, foi vinculada à Universidade do Estado de Nova York, situação na qual permaneceu até O Mackenzie, no campo da educação, acompanhava o desenvolvimento do país republicano, tendo se voltado para ele o olhar de inúmeros educadores "escolanovistas" que, à época, levantavam a bandeira do ensino técnicoprofissionalizante como um imperativo necessário à reconstrução educacional do país. O catálogo do Mackenzie College e da Escola Americana, de , anunciava o curso de Arquitetura em combinação com o Curso de Engenharia Civil, que, após consolidado, deu origem à Faculdade de Arquitetura do Instituto Mackenzie, em Em abril de 1952, foi criada a Universidade Mackenzie, sendo seu mantenedor o Instituto Presbiteriano Mackenzie. Em 1979, a Faculdade de Arquitetura do Instituto Mackenzie passou a se chamar, traduzindo a ampliação do campo profissional e acadêmico. Hoje o Campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie é uma comunidade fortemente integrada, apresenta identidade de propósitos entre a comunidade docente e discente e compartilha de uma tradição cultural afetiva batizada de Espírito Mackenzista. 7

9 Com suas construções antigas de tijolos aparentes, localizadas no centro da cidade de São Paulo, o Campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie representa um marco na vida cultural da cidade e simboliza a excelência em educação. (PDI ) 1.2. Histórico da Universidade A história da Universidade Presbiteriana Mackenzie começa com a chegada dos missionários presbiterianos, o Rev. George Whitehill Chamberlain e sua esposa Mary Annesley Chamberlain, em São Paulo, SP, em Desde o início, a pequena escola criada por ambos já se caracterizava pelo princípio que nos orienta até os dias de hoje, o de não fazer distinção de sexo, credo ou etnia. A Universidade Mackenzie, em 1952, foi reconhecida pelo Decreto nº , assinado pelo Presidente Getúlio Vargas e pelo Ministro da Educação Ernesto Simões da Silva Filho, sendo solenemente instalada em 16 de abril daquele ano. Na sua origem, a nova universidade (terceira no estado de São Paulo) era composta pelas seguintes unidades acadêmicas: Escola de Engenharia, Faculdade de Arquitetura, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras e Faculdade de Ciências Econômicas. No ano de 1965, a Universidade Mackenzie tornou-se mais uma vez pioneira nas suas iniciativas ao escolher como Reitora a Professora Esther de Figueiredo Ferraz, primeira mulher no hemisfério sul a ocupar esse cargo. Foi ela, também, anos mais tarde, a primeira mulher no Brasil a se tornar Ministra de Estado da Educação. Em 1999 a Universidade Mackenzie passou a ser denominada Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), reafirmando, assim, sua identidade confessional. Em 2002 a Universidade Presbiteriana Mackenzie comemorou o seu cinquentenário e contava, então, com dois campi (São Paulo e Tamboré), 29 cursos de graduação, sete programas de pós-graduação Stricto Sensu, 29 cursos de pósgraduação Lato Sensu, alunos, professores e 11 unidades universitárias: (1) Escola de Engenharia; (2) Faculdade de Ciências Biológicas, Exatas e Experimentais; (3) Faculdade de Filosofia, Letras e Educação; (4) 8

10 ; (5) Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Administrativas; (6) Faculdade de Direito; (7) Faculdade de Computação e Informática; (8) Faculdade de Comunicação e Artes; (9) Faculdade de Psicologia; (10) Faculdade de Educação Física; e (11) Faculdade de Teologia. Em 2006 foi realizada nova reestruturação da organização acadêmicoadministrativa da UPM, a partir da fusão e de mudanças da nomenclatura de algumas Faculdades para Centros, a saber: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS); Centro de Ciências e Humanidades (CCH); Centro de Comunicação e Letras (CCL); e Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA). Permaneceram com as mesmas nomenclaturas: a ; a Faculdade de Computação e Informática; a Faculdade de Direito; a Escola de Engenharia; e a Faculdade de Teologia. A Universidade Presbiteriana Mackenzie foi recredenciada por 10 anos, com conceito referencial máximo, em 30 de dezembro de 2011, por meio da Portaria nº (D.O.U. 02/01/2012 seção I p. 8). Mais recentemente, em 2012, houve ainda uma nova estruturação acadêmicoadministrativa, na qual o Centro de Ciências e Humanidades (CCH) fundiu-se com a Escola de Teologia, dando origem ao Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT). Nesta última reestruturação, os cursos até então incluídos na composição do CCH, Licenciatura e Bacharelado em Química e em Física, passaram a integrar a Escola de Engenharia. Na mesma linha, o curso de Licenciatura em Matemática passou a integrar a Faculdade de Computação e Informática. A Universidade Presbiteriana Mackenzie dos dias atuais caracteriza-se por uma comunidade acadêmica que reafirma a continuidade dos princípios éticos e de sua tradição cultural denominada Espírito Mackenzista, fortalecida pelo aspecto centrípeto e aconchegante do Campus Higienópolis, em que se ressaltam a excelência da infraestrutura e a proximidade física das unidades universitárias. Atualmente, a instituição Mackenzie é um dos maiores complexos educacionais, no contexto da América Latina, atuando nas mais diversas áreas do conhecimento humano, que vão da Educação Básica ao Ensino Superior, compreendendo, neste 9

11 segmento, três dezenas de cursos de Graduação, quase 20 cursos de Pósgraduação Stricto Sensu, além de seis dezenas de cursos Lato Sensu e amplo portfólio de atividades de Extensão. A Reitoria atual, preocupada com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, adota políticas institucionais que constam da Visão 150, plano este que estabelece uma série de diretrizes que nortearão a atuação de todos os segmentos e instâncias da Universidade Presbiteriana Mackenzie nos próximos anos. As ações devem atender a um perfil de formação holística de concepção dos fenômenos naturais, do meio ambiente e da sociedade, contudo, sem abandonar demandas mais específicas da sociedade, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão universitária. (PDI ) As diretrizes que estruturam a Visão 150 (documento promulgado pela Reitoria da Universidade Presbiteriana Mackenzie em 25 de março de 2013) harmonizam-se inteiramente com os eixos norteadores do PDI, evidenciando uma mobilização sinérgica de toda a Instituição, em busca da consolidação dos padrões de excelência no ensino, na pesquisa e na extensão. 10

12 2. MISSÃO E VISÃO INSTITUCIONAL 11

13 2. Missão e Visão Institucional Em sintonia com a missão da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o Projeto Pedagógico do curso de Arquitetura e Urbanismo, por intermédio de metodologias conteúdos e recursos próprios, aliados à busca incessante pela aplicação dos valores da ética, segue o direcionamento da Instituição, em relação ao atendimento à sociedade na qual se insere, no cumprimento da missão institucional: Educar o ser humano, criado à imagem de Deus, para o exercício pleno da cidadania, em ambiente de fé cristã reformada (INSTITUTO PRESBITERIANO MACKENZIE, 2013). A Visão da Universidade Presbiteriana Mackenzie permeia todos os planos de ação e o desenvolvimento de sua prática cotidiana, e organiza a composição e o desenvolvimento do currículo, de maneira que essa Visão se reflita em todos os aspectos, a fim de ser reconhecida pela sociedade como instituição confessional presbiteriana e filantrópica, que se dedica às ciências divinas e humanas, comprometida com a responsabilidade socioambiental, em busca de contínua excelência acadêmica e de gestão (INSTITUTO PRESBITERIANO MACKENZIE, 2013). O currículo e as políticas e estratégias de ação, dirigidos por essa Visão, têm como fim maior favorecer o reconhecimento efetivo, por parte dos alunos e da comunidade, de uma instituição que prima pela excelência, considerando-se o seu papel na sociedade, sua relação com os outros e com Deus. A Missão e a Visão materializam-se na prática de princípios e valores que se refletem nas relações pedagógicas dentro da sala de aula, nas relações de trabalho entre funcionários e equipes de apoio administrativo, e se consolidam na ação futura de nossos alunos, imprimindo nestes o Espírito Mackenzista. (PDI ) 12

14 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DA ÁREA DE CONHECIMENTO 13

15 3. Contextualização da área de conhecimento A área de conhecimento da Arquitetura e Urbanismo deve ser pensada não como existência isolada, fechada em si mesma, mas com a amplitude necessária ao entendimento do desenvolvimento humano. Estão nessa área de conhecimento as proposituras que vão desde o modo como o homem se protege da intempérie até a maneira como estabelece a ordenação do território onde cria e desenvolve suas relações de sociedade, comunidade e produção econômica e cultural. Neste Projeto Pedagógico parte-se do princípio que a área de conhecimento em Arquitetura e Urbanismo está inserida em um campo de conhecimento amplo e é parte integrante da cultura brasileira e mundial, entendendo o espaço arquitetônico e urbanístico como resultante direto de uma série de determinantes culturais. No Brasil pode-se afirmar que se coloca claramente na agenda de discussões da sociedade, sobretudo nos grandes centros, a construção da cidade e a qualidade do espaço público, matérias caras aos arquitetos, como elementos definidores de ações públicas e privadas, e a decorrente criação de empregos, do consumo de energia, do trânsito ou da violência urbana, entre outros. Este movimento de aproximação da Arquitetura e Urbanismo e seu fazer às necessidades coletivas, numa condição que supera a resposta singular a questões singulares, se dá há mais de cem anos, introduzido pelo movimento moderno, e tem significado sua possibilidade de transformação. Servindo-se das facilidades de comunicação e troca de informações disponíveis, a discussão sobre o estado atual da Arquitetura e Urbanismo, da profissão e da inserção do arquiteto no contexto da produção cultural e econômica se aprofunda. Esta compreensão se coloca diretamente ligada à hipótese de que se esteja vivenciando um momento de inflexão que, mais do que rever procedimentos projetuais, é necessária uma reconfiguração da metodologia de abordagem do fazer e pensar a Arquitetura e Urbanismo. O espírito do tempo acompanha a Arquitetura e Urbanismo, desta fazendo seu testemunho e materialização. 14

16 É proposta e missão do Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo viabilizar e efetivar uma articulação entre ensino, pesquisa e extensão, formando um profissional intelectualmente autônomo, capaz de atuar no sentido de transformar a sociedade em que vive, capacitado em arquitetura e urbanismo, com sólida formação técnica e humanística, capaz de pesquisar, desenvolver e difundir os conhecimentos sobre a arquitetura e o urbanismo. No estágio atual da sociedade contemporânea, o campo de estudos da arquitetura e urbanismo se aprofunda e simultaneamente se espraia em novas ordens conceituais complexas como o paisagismo, o projeto urbano e o planejamento da cidade, que ampliam, por si só, o conceito original de urbanismo. Faz-se também, cada vez mais necessário, o domínio das questões tecnológicas relacionadas aos sistemas e processos construtivos individualizados, até se atingir a complexa cadeia produtiva relacionada à construção industrializada, seja de préfabricados ou das construções secas. Ao mesmo tempo, o design do objeto, a composição gráfica, a organização e o projeto dos espaços interiores aprofundam a ideia de arquitetura, entendida como o desenho que conduz o desígnio de atender às demandas e necessidades do homem contemporâneo. Vale lembrar que, no plano das cidades, novas demandas trazem novos conteúdos de importância capital, como a mobilidade urbana, expressão relevante da atribuição de qualidade da vivência cidadã nas grandes metrópoles da atualidade. Ressalvamos ainda que o compromisso da garantia da integridade do meio ambiente natural e do meio ambiente construído é condição sine qua non para a elevação da qualidade de vida das gerações futuras. No contexto nacional e regional, a atuação do profissional arquiteto é cada vez mais necessária e se reveste de um alto grau de complexidade em decorrência direta dos paradoxos sociais, econômicos e tecnológicos existentes em um País de dimensões continentais. A história de 96 anos de existência do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie permitiu sua participação na formulação e aprofundamento da discussão dos grandes temas nacionais, como as políticas habitacionais em âmbito federal e local, as diversas fases de adoção das 15

17 políticas de mobilidade urbana, trânsito, engenharia de tráfego e acessibilidade, bem como o amadurecimento de uma linguagem e expressão arquitetônica identificada com o estado e a cidade de São Paulo. As principais ideias do universo da arquitetura e urbanismo foram ampla e profundamente discutidas dentro dos muros desta escola, tendo seus professores e egressos continuadamente exercido o papel de protagonistas na construção de saídas para os grandes desafios urbanos do país. Esta dupla vocação, na qual uma forte inserção local e regional permite extrapolar com segurança para os grandes temas do país, sempre foi e sempre será a característica desta escola, que ao longo das últimas décadas tem se destacado sobremaneira como propositora das soluções urbanas necessárias para a elevação da qualidade de vida na cidade de São Paulo, ao mesmo tempo em que tem participado ativamente da formulação das políticas urbanas em escala regional e nacional. Vale lembrar que, como escola pioneira no estado de São Paulo, exerce forte liderança no agenciamento e organização das doutrinas de ensino de arquitetura e urbanismo em diversas escolas do estado, tendo sempre exercido profícua influência nas escolhas pedagógicas que marcaram a montagem e desenvolvimento das dezenas de escolas de arquitetura existentes no estado de São Paulo hoje. Seus egressos hoje atuam fortemente, também, no campo da pesquisa e do ensino. A proposta do da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de educar o ser humano para o exercício consciente e crítico da cidadania, preparando-o para a liderança e contribuindo para o desenvolvimento da sociedade por meio do ensino, da pesquisa e da extensão de serviços à comunidade, vem ao encontro da necessidade de contribuir para que tais paradoxos sejam, se não totalmente solucionados, no mínimo atenuados por meio de proposições urbanístico-arquitetônicas conscientes e comprometidas com os valores de uma sociedade mais justa e fraterna. A título de exemplificar esse desafio complexo que se coloca ao profissional arquiteto e urbanista contemporaneamente, podemos destacar a necessidade da 16

18 consolidação dos 5570 municípios existentes no Brasil, dos quais apenas 1394 realizaram Planos Diretores, que não só são os ordenadores da expansão e da ocupação do território destas cidades, como são, também, reguladores e orientadores de captação e aplicação dos recursos financeiros necessários para o desenvolvimento econômico destes assentamentos humanos. Arquitetos e urbanistas compuseram e, na maioria dos casos, lideraram tais Planos Diretores, organizando as equipes multidisciplinares e produzindo as peças técnicas de grande qualidade e valor conceitual. Outro exemplo é o de se debruçar sobre um cenário nacional e regional constrangedor, divulgado pelo Censo Demográfico 2010, o qual aponta que 6% da população brasileira vivem em aglomerados subnormais no País, conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos ou palafitas. Sobre esse contexto, a Mackenzie, investida de seu papel de formação de profissionais arquitetos e urbanistas, de forma específica, e de formuladora de pensamento crítico e científico para a área da Arquitetura e do Urbanismo, de forma geral, colabora, sobremaneira, com a expansão das atribuições profissionais desses arquiteto e urbanistas. No campo da legislação profissional, o curso, através de seus profissionaisprofessores, teve papel primordial na promulgação da Lei n , de 31 de dezembro de 2010, que criou e regulamentou o exercício da Arquitetura e do Urbanismo; criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e também os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal. Esta Lei representa a vitória de uma longa batalha travada por inúmeras gerações de profissionais arquitetos e urbanistas. Resta claro que os conceitos básicos que norteiam o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie devem estar sempre atualizados em relação às grandes questões profissionais e coletivas, para prover uma formação completa, no sentido de continuar a formar profissionais competentes 17

19 e atuantes, tanto nos aspectos profissionais, quanto em sua inserção social e política. 18

20 4. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 19

21 4. Contextualização do Curso 4.1. Identificação do Curso Nome Endereço Rua da Consolação, nº 896 CEP Campus São Paulo São Paulo - SP Ato autorizativo Decreto de 07/07/1947 Habilitação Não Há Modalidade de semestral Ensino Turno de matutino e vespertino Funcionamento Nº de vagas anuais autorizadas 200 matutino 200 vespertino Nº de vagas preenchidas 200 matutino 200 vespertino Tempo de 15 semestres Integralização Máxima Tempo de 10 semestres Integralização Mínima Dimensão das 1/50* disciplinas teóricas turmas 1/25* disciplinas teórico-práticas 1/15* disciplinas práticas Formas de ingresso Exame Vestibular (* Considerando-se variação de 20% para mais ou para menos) 4.2. Breve histórico do Podem-se distinguir, na história da, os seguintes períodos: de 1917 a 1947, de 1947 a 1960, de 1960 a 2010 e, finalmente, de 2010 a

22 De 1917 a 1947 Em 1896 foi aberto o Curso de Engenharia na cidade de São Paulo, cujos diplomas, expedidos pelo Mackenzie College, eram reconhecidos pela Universidade do Estado de Nova York. Colaborou, para que isso fosse possível, o jurista Ruy Barbosa. Por sua sugestão, o Conselho de Missões Estrangeiras da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos deu permissão para que o Mackenzie College, em São Paulo, fosse incorporado pelo Conselho Deliberativo da Universidade do Estado de Nova York. Dessa maneira, a Escola de Engenharia Mackenzie, passando a ser jurisdicionada à Universidade de Nova York, foi equiparada às prestigiosas Columbia University e Cornell University. Em 1917 foi criado, nessa Escola, o curso de Arquitetura, por Christiano Stockler das Neves, arquiteto formado pela Universidade da Pennsylvania, em 1911, que assim recordava o fato: [...] verificando que a arquitetura em nosso país tinha um grande futuro, praticada, então, por um número limitado de arquitetos, tivemos a idéia de fundar um curso de arquitetura, nos moldes inigualáveis das universidades norte-americanas. Era este um meio eficiente de se aumentar o número de arquitetos em nossa terra e de obter melhores edificações. O gosto em nossas construções deixava muito a desejar, porque eram elas projetadas, em sua maioria, por profissionais estranhos à mais nobre das artes. Seria aquele um meio também de estarmos mais em contato com a nossa arte e de não pensarmos exclusivamente no primo vivere.... Ensinando, acompanhando os trabalhos de nossos alunos, estaríamos, novamente, integrados com ela, embora sabendo que iríamos preparar concorrentes para o futuro. Não nos importava isto. Desejamos o progresso da arquitetura em nossa Pátria e que a nossa gente e os nossos dirigentes melhor compreendessem a missão altamente civilizadora dos arquitetos. (apud Szolnoky, 1995, p. 199) O curso seguia o modelo da escola na qual havia se graduado e da École des Beaux-Arts de Paris, comenta Christiano Stockler das Neves: [...] o programma de estudos deste curso é organizado sob o princípio de que a architectura é antes de tudo uma bela arte. Por isso, o estudo de desenho é a parte fundamental do curso, motivo por que só aconselhamos a matrícula neste curso aos estudantes dotados de temperamento artístico e dispostos a um trabalho intenso através de todos os anos do curso (apud Szolnoky, 1995, p. 214). 21

23 Apesar de estruturado como uma especialidade da Engenharia, o curso sempre funcionou regularmente, tendo formado profissionais engenheiros-arquitetos de alto gabarito, como Oswaldo Bratke, Eduardo Kneese de Melo, Miguel Forte, Henrique Mindlin, dentre tantos outros. Assim recordava Christiano Stockler das Neves: [...] naqueles ditosos tempos, sem qualquer experiência de ensino, começamos o curso apenas com dois alunos, lutando com grandes dificuldades pela falta de livros didáticos em português, e em outros idiomas, para as aulas de magna arte. Felizmente, possuíamos ótimo material para o ensino adquirido em nossa viagem ao Velho Mundo e que, até hoje, está servindo ao curso (apud Fundação da Faculdade de Arquitetura Mackenzie, 1951, p. 32). No âmbito da Escola de Engenharia, a opção por arquitetura era feita a partir do término do primeiro ano, e o curso completo estendia-se por seis anos. Os estudos estavam divididos em artísticos, técnicos e práticos. O desenho era uma forte exigência para a formação do aluno. Eram famosas as solicitações feitas nessa área: perspectivas aquareladas, desenhos a bico de pena etc. Defensor convicto da Arquitetura Clássica, Christiano Stockler das Neves combateu a Arquitetura Moderna e nunca permitiu a seus alunos qualquer proposta que não seguisse os rigores da linha historicista: [...] responsável pelo destino desta novel faculdade, continuaremos a manter as mesmas diretrizes que, durante trinta anos presidiram o extinto curso que fundamos, cuja orientação de ensino foi moldada nas da Universidade de Pennsylvania e Escola de Belas Artes de Paris. Nesses longos anos de intensa labuta, temos resistido ao surto da mecanização da nobre arte arquitetônica, ocorrido após a primeira guerra mundial (1918) que tantos malefícios tem causado à estética das cidades e à educação artística da mocidade. Assim o fizemos, e continuaremos a fazer, afim de que a brutalidade e o mau gôsto não triunfe sobre a beleza e a graça. Em arte, como em política, devemos evitar os extremismos. Aceitamos a evolução da arte, sempre que não colhida com os princípios imutáveis da beleza, que é eterna. Não somos intransigentes, mas não coadjuvaremos para que se transforme a maior das artes numa indústria, em que a excentricidade e o utilitarismo são finalidades. Desejamos a evolução da arquitetura dentro dos princípios fundamentais e imutáveis da beleza, que regulam os estilos do passado e que haverá de presidir 22

24 os do presente e futuro. Só assim faremos boa arquitetura (apud Fundação da Faculdade de Arquitetura Mackenzie, 1951, p. 18). Em 2 de outubro de 1923, criou-se o Conselho do Mackenzie College como pessoa jurídica. Com isso se atendeu à Lei nº 4659-A/23 que equiparou os diplomas da Escola de Engenharia do Mackenzie College aos dos estabelecimentos congêneres existentes no Brasil, com fiscalização exigida pelo Conselho Superior de Ensino. Até 1927 a Faculdade esteve subordinada à fiscalização da Universidade de New York. A partir de então, foi-lhe outorgada autonomia acadêmica, sendo reconhecida pelo Governo Federal em Em 1940 foi substituída a denominação Mackenzie College por Instituto Mackenzie. Com a criação da Faculdade Nacional de Arquitetura em 1945, no Rio de Janeiro, que veio substituir a seção de Arquitetura da Escola Nacional de Belas Artes, o regime de ensino foi alterado, reduzindo-se de 6 para 5 anos a duração do curso. O Mackenzie seguiu a nova tendência, o que fez aumentar a procura pelo curso, justificando a independência do mesmo. De 1917 a 1946 o Mackenzie formou 89 engenheiros-arquitetos, não atingindo a média de 3 profissionais por ano. De 1947 a 1960 Em 11 de abril de 1946, ocorreu o desmembramento do curso de arquitetura da Escola de Engenharia, tendo sido o Prof. Christiano Stockler das Neves o seu primeiro diretor. O reconhecimento da Faculdade de Arquitetura ocorreu em 7 de julho de 1947, pelo decreto nº (Diário Oficial da União, ano LXXXVI nº 162 de 16 de julho de 1947, Seção I), e foi oficialmente instalada em 12 de agosto daquele ano, transformando-se na primeira Faculdade de Arquitetura do Estado de São Paulo. Sobre este fato comenta o arquiteto Carlos Lemos: [Christiano Stockler das Neves foi] o criador da Faculdade de Arquitetura Mackenzie em 1947, onde forjou um sistema de ensino baseado principalmente em trabalhos práticos, sempre dizendo que o jovem estudante necessariamente haveria de dominar o modo de expressar do arquiteto, isto é, o desenho [...] (LEMOS, 1989, p. 125). 23

25 Com sua criação, abriram-se 25 vagas por ano e, a partir de 1950, o curso passou a oferecer 60 vagas em tempo integral. Nessa época a Arquitetura Moderna já era aceita por significativa parcela da população em todo o país. O edifício do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro, encontrava-se em funcionamento, e o Conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, havia sido inaugurado. Na cidade de São Paulo, proliferaram casas modernistas e o Edifício Esther, na Praça da República, estava totalmente ocupado. Apesar da intransigência de Christiano Stockler das Neves, ao adotar o Clássico como parâmetro de beleza na estrutura curricular e no ensino específico de projeto, os alunos de então, em sintonia com diversas manifestações arquitetônicas locais e internacionais, ansiavam por renovações. Sob o impacto do Movimento Moderno e do desenvolvimento econômico, cultural, tecnológico e estético, caracterizado pela implantação do parque industrial paulista, a atuação profissional passou por mudanças significativas e, como consequência, os currículos, em suas disciplinas, também sofreram mudanças profundas. Em 1959 instalou-se a disciplina de Sociologia e, em 1965, as disciplinas de Projeto e de Planejamento, em substituição à de Pequenas e Grandes Composições. Professores como Adolf Franz Heep e Carlos Millan vieram impulsionar essas transformações. Valorizou-se o ensino e a atuação profissional no campo do Planejamento Regional e Urbano; valorizou-se a atuação no industrial design, no campo da Programação Visual, e, como consequência houve a tomada de consciência de maior aprofundamento nas áreas da Estética, da História da Arquitetura brasileira e mundial e dos movimentos teóricos emergentes. Nas décadas de 1950 e 1960, ocorreu um período muito rico para o desenvolvimento do pensamento arquitetônico, favorecido pela expansão do mercado imobiliário que atraiu tanto profissionais do Rio de Janeiro quanto arquitetos estrangeiros, que para cá emigraram em consequência da Segunda Guerra Mundial. A criação da segunda faculdade de arquitetura, a da USP, instalada a uma quadra da Universidade Mackenzie, e a instalação do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), em região próxima às faculdades, vieram alimentar as discussões 24

26 implementadas, também, pela saída, como diretor, do prof. Christiano Stockler das Neves, que se aposentou em De 1960 a 2010 Em 1961 foi inaugurado o Edifício Christiano Stockler das Neves, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie, que passava a contar com espaço próprio. A efervescência gerada pela concentração de estudantes e profissionais foi refreada, em parte pela mudança da FAU-USP para o campus da Cidade Universitária, localizado no bairro do Butantã, e, em parte, pela situação política do país, que inibiu o desenvolvimento das ideias, e também pela proliferação das escolas de arquitetura criadas no decorrer dos anos 70. As pressões políticas e sociais eram intensas, causadas principalmente pelo alto déficit habitacional e pela falta de acesso às melhorias urbanas, por parte da população que migrava de forma significativa das áreas rurais, levando à metropolização das cidades. A atuação do arquiteto era cada vez mais requerida, levando a profissão a ser finalmente reconhecida pela sociedade, passando estes a serem tidos como profissionais independentes em relação aos engenheiros. Na década de 1970, o número de ingressantes na Faculdade de Arquitetura Mackenzie aumentou para 100. Em 1979 a faculdade passou a ser denominada, traduzindo a ampliação do campo profissional e acadêmico. Em 1980, formam-se 79 alunos integrantes da 1ª turma do curso noturno que, a partir de 1989, transformou-se em curso vespertino. Em 1990 o curso foi reestruturado, passando a ser organizado de forma semestral. Desde a década de 1970 até nossos dias, a tomada de consciência das questões ambientais e da saúde pública, por parte dos profissionais e da população, tem se refletido no surgimento de novas disciplinas no currículo da faculdade, no sentido da readaptação e melhoria das infraestruturas dos serviços urbanos. Os impactos ambientais causados em grandes áreas de intervenção das construções geraram a necessidade de estudos interdisciplinares, o nascimento de organismos estatais controladores dessas atividades profissionais, normatizadas por métodos e procedimentos, visando a melhor qualidade de vida. A intervenção dos profissionais 25

27 arquitetos e urbanistas nos conteúdos disciplinares tem sido cada vez mais solicitada pelas Universidades, abandonando-se a ideia do professor exclusivamente acadêmico, de atuação dedicada apenas ao ensino universitário, por aquela que também contempla o professor que, atuando no ensino de graduação, interfere, nesse sentido, a partir dos conhecimentos adquiridos em sua atuação profissional como arquiteto e urbanista. Dos departamentos À luz da Reforma Universitária de 1969, empreendida pelo Governo Federal, foram organizados os departamentos do Mackenzie. As disciplinas do Mackenzie, entre 1969 e 1998, foram distribuídas em três departamentos, a saber: 1. Departamento de Projetos Arquitetônicos; 2. Departamento de Planejamento Urbano; 3. Departamento de Teoria e História da Arquitetura. As disciplinas das áreas técnicas continuaram lotadas na Escola de Engenharia. Em 1998 foi criado o Departamento de Técnicas Arquitetônicas, incorporando estas disciplinas e possibilitando um redirecionamento de suas características sempre importantes na formação do arquiteto e urbanista mackenzista. A partir da criação deste quarto departamento, este conjunto de disciplinas passou a incorporar preocupações projetuais e experimentais em sua formulação. Em 2005 a Universidade passou por uma grande reestruturação, ocasião na qual a estrutura departamental vigente foi suprimida e o Ensino, Pesquisa e a Extensão passaram a se organizar por cursos e, nestes, eixos temáticos e coordenações pedagógicas. Buscava-se assim atualizar a estrutura da Universidade. Foram ali dados os primeiros passos para que uma nova estrutura onde a fragmentação do ensino e a compartimentalização do conhecimento fossem superadas. 26

28 O Projeto Pedagógico de 2003 Cabe registrar que este movimento de superação da compartimentação do conhecimento e da fragmentação do processo de ensino aprendizagem se iniciou, no da da Universidade Presbiteriana Mackenzie, alguns anos antes das transformações havidas na Universidade, com o Projeto Político Pedagógico de Este projeto, cuja elaboração se deu ao longo do ano de 2002, já trazia em seu bojo, estimulado também pelas Diretrizes Curriculares Nacionais de Arquitetura e Urbanismo, diversos instrumentos que preconizavam e iniciavam a viabilização da estruturação do processo de ensino aprendizagem de modo integrado, tanto horizontal quanto vertical e transversalmente. Ali já se colocavam os princípios de utilização de pedagogias ativas e a valorização de atividades integradoras, como se vê no Trabalho Final de Graduação e nas Atividades Para-Curriculares das atribuições profissionais. Este Projeto Pedagógico passou por atualizações em 2006, 2008 e Da reorganização do Curso Após a dissolução dos departamentos, o curso passou pela reformulação necessária para atender aos seguintes requisitos legais: Diretrizes Curriculares Nacionais conforme Resolução CNE/CES 06/2006; Resolução CNE/CES 02/2010, de 17/06/2010 e a Ordem Interna 10/2008 da Reitoria da Universidade Presbiteriana Mackenzie, no que tange à adequação da grade horária; à duração das aulas e dos semestres letivos do Curso; à Lei nº /2008, que dispõe sobre a necessidade de adequação do estágio supervisionado; às novas disposições estatutárias e regimentais da Universidade; e, para tanto, à adequação da organização interna do. Além de toda adequação legal exposta acima, no âmbito intramuros, implantaram-se o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e os novos Estatuto e Regimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, bem como as novas 27

29 estruturas organizacionais que culminaram com a extinção dos departamentos e com a institucionalização dos Decanatos e das Coordenadorias de Curso. Todos esses fatores, somados à criação do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em nível de Mestrado em 1992, seu reconhecimento pela CAPES em 2002, a implantação do Doutorado em 2006, a criação do Programa de Pós Graduação Lato Sensu em 2004 e a transferência do curso de graduação em Design para a FAUMACK em 2005, levaram à nova constituição da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, que passou a apresentar a seguinte estrutura: os Cursos de Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Graduação em Design e os Programas de Pósgraduação Lato Sensu e Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo. Conforme o exposto nas periodizações anteriores, pode-se constatar que o sempre esteve atento às determinações emanadas do MEC por meio da Lei de Diretrizes e Bases, das Resoluções e Diretrizes Curriculares Nacionais, como também às transformações sociais, culturais, econômicas e tecnológicas do País, incorporando-as em sua organização e fundamentação. Isto se pode notar pelas principais alterações na distribuição e atualização de conteúdos das disciplinas do curso que, a partir de sua criação como curso vinculado à Escola de Engenharia (em 1917), passando pelo processo de desvinculação de sua escola de origem, obtendo autonomia com a criação da Faculdade de Arquitetura Mackenzie (em 1947), delineando sua trajetória na vigência da estrutura departamental até 2005 e na implantação da estrutura do Curso atualmente em vigor. De 2010 a 2014 A partir de 2010 o curso de Arquitetura e Urbanismo passou a viver uma nova fase, de consolidação das mudanças ocorridas internamente e na Universidade nos últimos cinco anos, e também de acompanhamento de novas estruturações por que vem passando a instituição como um todo. 28

30 O fortalecimento dos programas de Pesquisa e Pós Graduação, iniciados anteriormente, passou a ser protagonista e aumentou a busca de sua participação no ensino de Graduação. Também uma série de iniciativas da Reitoria da Universidade geraram efeito sobre o ensino. Além da Visão 150, documento norteador das ações da Instituição rumo a seu sesquicentenário em 2020 e de seu Plano de Desenvolvimento Institucional, ambos documentos balizadores deste Projeto, como os novos regulamentos de Extensão, Pós e, sobretudo de Graduação, que tratam de questões importantes, como sistema de avaliação, notas, frequência. Assim sendo, este Projeto Político Pedagógico aqui apresentado já atende e incorpora as determinações do CEPE Conselho de Ensino e Pesquisa da Universidade quanto à disciplina de Ética e Cidadania (2010), LIBRAS e Empreendedorismo e Inovação (2013). Incorpora também os conteúdos exigidos pelo Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do MEC, no tocante às abordagens relacionadas à sustentabilidade e ao meio ambiente e aos aspectos das diversidades culturais de indígenas e de afrodescendentes que, somados aos demais componentes curriculares, expostos detalhadamente no capítulo dedicado à concepção acadêmica do curso, embasam este Projeto Pedagógico. Tais fundamentos complementam-se, no que diz respeito ao processo de ensino e aprendizagem, pela valorização do aluno como agente protagonista desse processo, pela abordagem de conteúdos programáticos que priorizem o agrupamento de competências e habilidades, em oposição à fragmentação de conteúdos em disciplinas estanques, e pela flexibilidade curricular como elemento de complementaridade fundamental da formação profissional do arquiteto e urbanista, como se verá adiante. 29

31 5. FINALIDADES, OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DO CURSO 30

32 5. Finalidades, Justificativas e Objetivos do Curso 5.1. Finalidades Desde a sua fundação, o da Universidade Presbiteriana Mackenzie apresentou um perfil próprio e diferenciado dos demais cursos de arquitetura brasileiros. Enquanto esses cursos trazem em suas raízes os valores humanistas, artísticos e ambientais, adquiridos em sua concepção original baseada no ensino das Belas Artes, o do Mackenzie traz, além destes, o contributo do pragmatismo tecnológico, adquirido nos primeiros anos, quando era abrigado na Escola de Engenharia. Com foco nos diversos campos de atuação, o curso prima por valorizar as competências e habilidades do exercício profissional, exaltando as questões práticas e experimentais, valorizando as atividades projetuais prospectivas e incentivando o empreendedorismo nas atitudes e nos procedimentos de seus alunos. Assim sendo, a finalidade do curso de Arquitetura e Urbanismo no contexto regional é, em um primeiro momento, a capacitação de profissionais com visão plural das questões emergentes, tanto para aquelas voltadas à construtibilidade e materialidade do fazer projetual quanto para aquelas que assegurem intervenções urbanísticoarquitetônicas de qualidade, de maneira a aliar o conhecimento técnico às necessidades econômicas, ambientais e sociais do contexto regional em que o Curso se insere, habilitando os seus egressos a transpor com competências as dificuldades reais; e, em um segundo momento, motivar, sempre, a efetiva prática profissional nos diversos campos de atuação do arquiteto e urbanista. Na dimensão nacional, a finalidade do curso é propiciar a inserção qualitativa e diferenciada do profissional no debate político, econômico e social, dotado de visão holística e capacitado para participar e interferir na construção das transformações estruturais necessárias para se atingir, com crescimento sustentável, um projeto de nação que se modifica e se aperfeiçoa ao longo do tempo. Importante salientar que as finalidades regional e nacional, aqui expressas, orientam-se pela concepção da educação mackenzista, descritas tanto no PDI quanto nas Diretrizes Curriculares Nacionais. 31

33 5.2. Objetivos Gerais O tem por objetivo a preparação de um profissional dinâmico e competente, que saiba equilibrar as questões ligadas à ciência e à expressão plástica e formal, preparado para exercer suas atividades no mercado de trabalho, com ênfase na prática projetual, com domínio tecnológico e com visão crítica, tanto da produção arquitetônica como da sociedade brasileira, preparado para o exercício pleno da cidadania. Específicos Como objetivos específicos, o busca a formação de arquitetos e urbanistas aptos a atuar nas mais diferentes áreas da atividade profissional, previstas na Lei Federal n , de 31/12/2010, que tanto regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo quanto cria os conselhos profissionais de Arquitetura e Urbanismo, como também se orienta, efetivamente, pela Resolução CNE/CES n 2, de 17/06/2010, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo. Objetiva, também, incentivar a pesquisa acadêmica, oferecer serviços à comunidade, sempre com uma visão ética, respeitando o equilíbrio ecológico, enfocando a questão da sustentabilidade, valorizando a arquitetura como instrumento de atuação e de transformação social e cultural Justificativas A essência do está expressa nas palavras do pedagogo e filósofo americano John Dewey: [...] só se aprende o que se pratica: seja uma habilidade, seja uma idéia, seja um controle emocional, seja uma atitude ou uma apreciação, só as apreenderemos se as praticarmos (1980, p.129). 32

34 A partir da citação exposta acima e complementada pela expressão do pensar fazendo e fazer pensando, justifica-se a formatação didático-pedagógica adotada para o Curso (a ser apresentada detalhadamente no capítulo destinado à concepção acadêmica do curso), como também por fatores conjunturais diretamente relacionados ao campo de atuação do profissional arquiteto e urbanista, além daqueles originados pelas pressões políticas e sociais inerentes aos aglomerados humanos complexos, causados principalmente pelo alto déficit habitacional e pela demanda por melhorias urbanas relacionadas aos equipamentos das áreas da saúde, da educação, da cultura, do transporte, do abastecimento, do lazer, e de tantos outros relacionados às escalas mais pontuais, e do cotidiano inerente ao cidadão que habita a cidade. A atuação do arquiteto e urbanista é cada vez mais requerida, seja para apresentar propostas a quase 8% da população da cidade de São Paulo que vive em favelas, ou para aqueles que residem em cortiços ou são moradores de rua; seja para responder às solicitações do mercado imobiliário que objetiva, cada vez mais, requalificar a sua atuação, com a busca de edifícios que incorporem sistemas construtivos e tecnológicos que resultem em processos produtivos mais racionalizados e que atendam às novas demandas do morar e do trabalhar contemporâneo; ou ainda na atuação em órgãos públicos, nos quais questões complexas, relacionadas às novas formas de parcerias entre agentes públicos e privados que constroem os espaços das cidades, se impõem como uma realidade incontestável, que deve ser enfrentada na busca de um equilíbrio ambientalmente sustentável, e cujos resultados concretizem-se, de fato, em espaços com qualidade urbana. Não obstante as justificativas expostas no parágrafo anterior, o Curso se justifica também pela sua importante colaboração com as preocupações preservacionistas com o meio ambiente, principalmente nas soluções sustentáveis aplicadas aos projetos e na aplicação de tecnologias que buscam aperfeiçoamentos de eficiências energéticas, reciclagens de materiais, reuso de insumos, transformação de resíduos etc. O trabalho aplicado no desenvolvimento de tecnologias construtivas verdes não 33

35 poluidoras e de sistemas integrados de produção está qualificando e certificando produtos, justificando ainda mais a presença do profissional arquiteto e urbanista.. O Projeto Pedagógico O da da Universidade Presbiteriana Mackenzie tem grande tradição, goza de amplo reconhecimento social, regional e nacional, tem boa inserção internacional, baixíssima taxa de evasão e excelente procura no vestibular, com uma média próxima de 10 candidatos-vaga nos últimos anos. Mas, como qualquer Curso vivo, dinâmico, também apresenta problemas e anseios de evolução e desenvolvimento. Foi neste contexto, então, que se deu, a partir de meados de 2012, também em resposta à demanda da Reitoria da Universidade, o desenvolvimento deste trabalho aqui apresentado, essencial na vida de um Curso de Nível Superior: a atualização de seu Projeto Político-Pedagógico. Se há demanda, se há envolvimento da comunidade e os principais problemas são conhecidos e têm sido enfrentados, por que então iniciar este trabalho? Para que mexer? Mudar o quê? Esta é uma tarefa que se faz para melhorar, para avançar. E o que é melhorar? O que é avançar? As respostas são múltiplas e diversas. Porém, alguns fatores internos e externos à comunidade, norteadores do avanço pretendido, são plenamente conhecidos. Internamente se encontra, em primeiro lugar, o passado do Curso. É nele, em sua trajetória, em suas características fundamentais, em suas competências e em seu reconhecimento social que se encontram bases sólidas para avançar. Afinal, como já se viu, trata-se de um curso que completará em 2014, ano da implantação deste novo PPC, 97 anos de existência e 67 de autonomia, em uma Universidade que completará 62 anos, numa instituição de ensino de 144 anos, quase um século e meio. 34

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