UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

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1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança do Trabalho LARA BORGES WELTER SISTEMA DE GESTÃO SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR: PROPOSTA MODELO PARA APLICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Ijuí/RS 2014

2 LARA BORGES WELTER SISTEMA DE GESTÃO SAÚDE DO TRABALHADOR, PROPOSTA MODELO PARA APLICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Monografia do Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança do Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Engenheiro de Segurança do Trabalho Orientador: Fernando Wypyszynski Ijuí/RS

3 LARA BORGES WELTER SISTEMA DE GESTÃO SAÚDE DO TRABALHADOR, PROPOSTA MODELO PARA APLICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Monografia defendida e aprovada em sua forma final pelo professor orientador e pelo membro da banca examinadora Banca examinadora Prof. Fernando Wypyszynski, Especialista - Orientador Profª. Cristina Eliza Pozzobon, Mestre em Engenharia Civil Ijuí, 19 de setembro de

4 Dedico esse trabalho primeiramente a Deus pela vida e pelas oportunidades que Ele tem me proporcionado. Aos meus pais Luiz Ricardo e Regina Welter que me orientaram através de seus exemplos de trabalho, dedicação e fé. E, especialmente por seu amor incondicional. A minha irmã, sem qual seria impossível o desenvolvimento desta pesquisa, jornalista, mas minha professora de português particular. A tia Berna pelos conselhos e dicas de apoio, leituras e releituras para ver se havia coerência na monografia. Ao meu amor, Sérgio David Jaskulski Filho, pelo apoio e incentivo ao meu aperfeiçoamento profissional. 4

5 AGRADECIMENTOS A UNIJUÍ, pelo aprendizado e o excelente quadro de profissionais disponibilizando troca de conhecimento e experiências, conteúdo elaborado e de alta qualidade. Aos professores, pela dedicação, entusiasmo e aprendizado importante para aplicação, visando o progresso da sociedade e a preservação da saúde do trabalhador nos diversos setores. Ao meu orientador, Fernando Wypyszynski, por sua orientação e acompanhamento em cada etapa do desenvolvimento, mas especialmente por sua compreensão e apoio nas fases difíceis. E, pela amizade e troca de conhecimentos ao longo desta pesquisa, A construtora, nas pessoas de seus diretores, engenheiros, mestres, técnicos e operários, pela viabilização deste trabalho, através da disponibilidade de informações e, principalmente, pela gentil presteza em nos atender sempre que necessário. 5

6 Faça hoje o que a maioria não faz, para ter amanhã o que a maioria não tem Zig Ziglar 6

7 RESUMO Com o presente trabalho pretende-se demonstrar a importância dos sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho, no sentido de otimizar o trabalho nas organizações e diminuir os riscos de acidentes e prejuízos. Os sistemas de gestão têm como principais objetivos melhorar o trabalho nas empresas e organizações e diminuir riscos de acidentes, além dos incômodos e inconvenientes causados por estes. Discutir-se-á, a partir da opinião de autores e de normas especificadas em lei, a relevância desses sistemas e as técnicas utilizadas em sua implementação. Neste estudo também será demonstrada a tentativa de implementação em uma empresa, tornando visível o passo a passo para esta aplicação e os benefícios trazidos pelo sistema. Palavras-chave: Gestão de Segurança; Sistemas de gestão; Riscos. 7

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1- Elementos do SGSST 21 Figura 2 - Abrangência dos Indicadores Proativos e Reativos 33 Figura 3 - Layout canteiro de obras 40 Figura 4 - Imagens da área de vivência 41 Figura 5 - Área da Carpintaria 41 Figura 6 - Armações de aço 42 Figura 7 - Estruturas concreto armado 42 Figura 8 - Escadas e rampas 43 Figura 9 - Proteção Contra Quedas 43 Figura 10 - Movimentação de Cargas 44 Figura 11 - Andaimes em situações irregulares 44 Figura 12 - Tapume padrão das obras 45 Figura 13 - Extintor na área de vivência 45 Figura 1 - Esquema de implementação 49 8

9 LISTA DE SIGLAS E SÍMBOLOS ABNT NBR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES EPI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPC- EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA ISO - INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION MTE MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NR NORMA REGULAMENTADORA PCMAT - PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO RTP - REGULAMENTOS TÉCNICOS DE PROCEDIMENTOS RD REPRESENTANTE DA DIREÇÃO SESMT - SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO SGA - SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SGI - SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA SGSST - SISTEMA DE GESTÃO SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO SGQ - SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE 9

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO Política de Segurança e Saúde no Trabalho Identificação, avaliação e controle de riscos Requisitos legais e outros Objetivos do SST Programas de gestão Recursos, funções, responsabilidades, atribuições e autoridades Competência, treinamento e experiência Comunicação Documentação e Controle de documentos Controle Operacional 31 10

11 Preparação e atendimento a emergências Medição e Monitoramento de Desempenho Identificação e análise de incidentes e acidentes, não-conformidade, ação corretiva e ação preventiva Controle de Registro Auditoria Análise Crítica pela Direção METODOLOGIA VERIFICAÇÃO DA NR SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR 46 CONCLUSÃO 55 REFERÊNCIAS 56 ANEXO 58 11

12 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como principal intenção apresentar a relevância dos sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho, conteúdo estudado e praticado durante a pós graduação em Segurança do Trabalho. Os sistemas de gestão têm como principais objetivos melhorar o trabalho nas empresas e organizações e minimizar riscos de acidentes, bem como os incômodos e inconvenientes causados por estes. A partir da opinião de autores demonstraremos o quão importante são esses sistemas e de que forma normas especificadas em lei às normatizam. Detalhes relacionados à abordagem técnica e legal desses sistemas nortearão o trabalho. Pretende-se ainda aplicar os conteúdos teorizados em uma análise prática em empresa do setor de construção civil. O objetivo é apresentar os riscos causados pela falta de sistemas de gestão e de que forma a empresa em estudo trabalha com estes. Além de ser um benefício para a segurança física do trabalhador, o que poucos empresários entendem, é que a demanda financeira que um acidente causa pode ser evitado com a simples implementação de sistemas que evitem ou supram com agilidade o mesmo. Enfim, abordaremos de forma simplificada um estudo relacionado aos sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho e sua aplicação real em uma empresa do interior do Rio Grande do Sul que não aceita a totalidade desses sistemas e não acredita piamente na sua eficácia. O trabalho busca justamente esse contraponto e de que forma as empresas podem melhorar o seu funcionamento com planejamento e visão. 12

13 1. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O setor de atividade mais antigo do mundo é a construção civil, pois desde os tempos das cavernas o homem já engenhava abrigos e ferramentas para sua sobrevivência. A cada dia que passa ela sofre processos de transformações, seja nos materiais, projetos, mão-de-obra e principalmente processos construtivos. Atualmente a indústria da construção está em ascensão no Brasil, dados mostram que a construção civil movimenta cerca de 60% do capital bruto do país e emprega 1/3 dos trabalhadores. Nota-se, porém que a construção civil difere-se dos demais processos industriais contemporâneos. No subsetor edificações, que onde este presente trabalho se enquadra, observa-se processos únicos, cada um com uma série de peculiaridades o que se diferencia das atividades de indústrias, que produzem produtos em série. Há uma série de divergências na indústria da construção civil: trabalho precariamente organizado, heterogeneidade do produto, alta rotatividade de mão-de-obra, muitas vezes mão de obra não qualificada, grande variedade de materiais, alto índice de desperdício, elevados índices de acidentes de trabalho. Devido ao número bastante elevado de acidentes ocorridos nesse setor, e dando sequência a um plano governamental de avaliação periódica das normas regulamentadoras, o governo resolveu nomear uma comissão tripartite, com participação de representantes do governo, dos trabalhadores e dos empresários, para reavaliar a NR-18, criada em 1978, através da Portaria nº , com o título de Obras de construção, demolição e reparos. Essa comissão reformulou a NR-18, dando-lhe uma nova redação e um novo título: Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção. O novo texto da NR-18 passou a vigorar a partir de julho de 1995, através da Portaria Nº. 4 de 04/07/1995. A NR-18, após a nova redação, passou a contar com 38 disposições e um glossário. Essas disposições abordam os seguintes itens: objetivo e campo de aplicação; comunicação prévia; programa de condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção - PCMAT; áreas de vivência; demolição; escavações, fundações e desmonte de rochas; carpintaria; armações de aço; estruturas de concreto; estruturas metálicas; operações de soldagem e corte a quente; escadas, rampas e passarelas; medidas de proteção contra quedas de altura; movimentação e transporte de materiais e pessoas; andaimes; cabos de aço; alvenaria, revestimento e acabamentos; serviços em telhados; serviços em flutuantes; locais 13

14 confinados; instalações elétricas; máquinas, equipamentos e ferramentas diversas; equipamentos de proteção individual; armazenamento e estocagem de materiais; transporte de trabalhadores em veículos automotores; proteção contra incêndio; sinalização de segurança; treinamento; ordem e limpeza; tapumes e galerias; acidente fatal; dados estatísticos; comissão interna de prevenção de acidentes - CIPA nas empresas da indústria da construção; comitês permanentes sobre condições e meio ambiente do trabalho na indústria da construção; regulamentos técnicos de procedimentos - RTP; disposições gerais; disposições finais; disposições transitórias. Estabelecendo diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e organização, a NR-18 objetiva a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção. Estudos recentes, como os de Saurin et al. (2000), Araújo e Meira (1996, 2000), Cruz (1997), dentre outros, demonstram que, apesar dos esforços realizados pelo governo (MTE, FUNDACENTRO, DRT), sindicatos de classes (empresários e trabalhadores), especialistas em segurança e saúde no trabalho (técnicos,engenheiros e médicos) e instituições de pesquisa (universidades e centros tecnológicos), a NR-18 ainda encontra dificuldades para ser devidamente implementada nos canteiros de obras brasileiros. As principais dificuldades, apontadas nesses estudos, para implantação da NR-18 dizem respeito à falta de conhecimento do seu conteúdo e não priorização de ações voltadas para a segurança, por parte das empresas. Apesar das dificuldades apresentadas, tanto os empresários como os trabalhadores afirmam que as condições de trabalho nos canteiros de obras têm melhorado bastante, de 1996 para cá. Entretanto, também afirmam que muito ainda há por fazer, pois ainda se podem encontrar empresários que defendem que segurança do trabalho resume-se ao simples uso de EPI. Da mesma maneira a qualidade da construção vem sendo exigida cada vez mais, a partir da crescente competição do mercado, bem como o aumento da exigência pelos clientes públicos e privados. Nas últimas décadas as organizações passaram a implementar diversos tipos de sistemas de gestão como forma de administrar e comprovar essa qualidade. Hoje há Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ), Sistema de Gestão Segurança e Saúde do Trabalho (SGSST) e também Sistema de Gestão Ambiental (SGA). As empresas estão cada vez mais se adaptando ao Sistema de Gestão Integrada (SGI) que engloba os três sistemas acima descritos. Ferreira (1986) define gestão como o ato de gerir. Cardella (1999) identifica gestão como o ato de coordenar esforços de pessoas para atingir os objetivos da organização. A gestão eficiente e eficaz é realizada de modo que as necessidades e os objetivos das pessoas 14

15 sejam consistentes e complementares aos objetivos da organização a que estão vinculadas. Um sistema de gestão pode ser deliberado como um conjunto de instrumentos interrelacionados, interatuantes e interdependentes de que uma organização ou entidade faz uso para planejar, operar e controlar suas atividades com o intuito de alcançar suas metas. Cardella (1999) define como instrumentos do sistema de gestão: Princípio: é a base sobre a qual o sistema de gestão é construído. Resulta da filosofia, do paradigma dominante. Objetivo: é um estado futuro que se deseja atingir. Estratégia: é um caminho para atingir o objetivo. Política: é uma regra ou conjunto de regras comportamentais. Diretriz: é uma orientação. Pode restringir os caminhos possíveis ou dar indicações de caráter geral. É mais específica que a política e serve, inclusive, para explicitá-la. Sistema organizacional: é um sistema no qual as relações entre pessoas predominam sobre as relações entre equipamentos. Sistema operacional: é um sistema no qual as relações entre equipamentos predominam sobre as relações entre pessoas. Por extensão, é operacional o sistema que, mesmo apresentando intensa rede de relações pessoais, apresente características repetitivas e mecânicas de trabalho. Programa: é um conjunto de ações desenvolvidas dentro de determinado campo de ação. Promove a evolução da organização rumo aos objetivos. São constituídos por objetivos específicos, diretrizes, estratégias, metas, projetos, atividades e planos de ação. Meta: é um ponto intermediário na trajetória que leva ao objetivo. Projeto: é a menor unidade de ação ou atividade que se pode planejar e avaliar em separado e, administrativamente, implantar. Tem característica não repetitiva de trabalho. Atividade: é um conjunto de ações com características repetitivas, utilizadas para atingir e/ou manter metas e objetivos. Método: é um caminho geral para resolver problemas. Cabe à cada empresa, adotar e implementar um sistema de gestão, de acordo com as suas necessidades e objetivos. Os sistemas de gestão são tidos como instrumentos eficazes no sentido de melhorar as condições do ambiente de trabalho. Eles representam ainda possíveis alternativas para a evolução da gestão nas empresas construtoras, as quais historicamente apresentam baixo desempenho nessa área. Nos últimos anos, tem havido um crescente interesse das empresas brasileiras pela busca da qualidade e melhoria da produtividade. Atualmente, fabricar um produto ou prestar 15

16 um serviço com alto nível de qualidade significa postura de liderança empresarial, representando uma poderosa vantagem competitiva. A corrida pela obtenção do certificado ISO (International Organization for Standardization) 9000 retrata bem esse cenário marcado pela concorrência e rivalidade. Segundo dados fornecidos pelo Comitê Brasileiro de Qualidade, o Brasil ocupa o segundo lugar em velocidade de certificação entre os 92 países que adotaram a certificação ISO A situação atual das normas considera certificáveis apenas a IS e ISO 14001e as não certificáveis, a ISO 9000/9004, ISO 14004, BS 8800 e a OHSAS 18001, para os Sistemas de Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental e da Segurança e Saúde no Trabalho. Já as normas ISO série são um conjunto de normas que fornecem ferramentas e estabelecem um padrão de sistema de gestão ambiental, propiciando, à empresa, sistematizar a sua gestão mediante uma política ambiental que vise à melhoria contínua em suas ações no quesito sustentabilidade ecológica. A OHSAS 18001, não é considerada como norma nacional ou internacional, ela é uma especificação que objetiva prover às organizações os elementos de um Sistema de Gestão de SST (Segurança e Saúde no Trabalho) eficaz, auxiliando-as a alcançar suas metas de segurança e saúde ocupacional, de forma integrada com outros requisitos de gestão. Baseada na OSHAS foi criada a norma brasileira NBR que especifica requisitos para um Sistema de Gestão de SST, com o intuito de permitir a uma organização desenvolver e executar uma política e definir seus objetivos levando em conta os requisitos legais e informação sobre os riscos de SST. Pretende-se que esta Norma seja aplicável a todos os tipos e áreas de atuação de organizações e que se considere as diversas circunstâncias geográficas, culturais e sociais. 1.1 GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO As empresas devem estar livres de riscos de danos nos ambientes de trabalho, garantindo o bem estar físico, mental, e social dos trabalhadores. Para minimizar ou eliminar os prejuízos causados por um possível dano ou acidente de trabalho, muitas organizações desenvolvem e implementam sistemas de gestão voltados para a segurança e saúde ocupacional. Os principais motivos para as empresas investirem nesse tipo de sistema são custo e responsabilidade social. Da combinação dessas perspectivas as empresas percebem as vantagens competitivas que as motivam a continuarem na promoção SST. 16

17 Qualquer acidente que ocorre, resultando ou não em lesões aos trabalhadores, gera um prejuízo econômico significativo, pois todos os custos diretos e indiretos resultantes são creditados no custo de produção, revertendo em ônus para a empresa e consequentemente para todas as partes interessadas. Segundo Hinze (1997), um fato muito importante a ser considerado é que a maioria dos empresários ainda visualiza somente os custos diretos relacionados aos acidentes, enquanto que os custos indiretos podem ser de 3 a 10 vezes maiores que o custo direto. Para avaliar a abrangência desses custos, deve-se notar que sempre que ocorre algum acidente, por mais simples que seja, dá-se início à geração de uma série de despesas diretas e indiretas, que em geral, não são claramente percebidas e avaliadas pelas organizações. A Tabela 01 exemplifica os custos com a não-segurança sendo que principais custos envolvidos com os acidentes, tanto diretos como indiretos, e que podem possuir maior ou menor abrangência dadas as características do acidente; e o custo da segurança, exemplifica alguns dos principais custos da segurança sendo que esses custos podem ser maiores ou menores, pois são função do tipo de obra, duração, número de funcionários e da eficácia da gestão da SST na empresa. Tabela 1 - A diferenças do custo com a não segurança e a segurança CUSTOS DA NÃO-SEGURANÇA X CUSTOS DA SEGURANÇA Custos do transporte e atendimento médico; Pagamento de benefícios e indenizações aos acidentados e suas famílias; Pagamento de multa e penalizações; Tratamento de pendências jurídicas, tais como processos criminais por lesões corporais, indenizatórias e previdenciárias. Tempo não trabalhado pelo acidentado durante o atendimento e no período em que fica afastado. Tempo despendido pelos supervisores, equipes de SST e médica durante o atendimento. Baixa moral dos trabalhadores, perda de motivação e consequente queda de produtividade. Tempo dos trabalhadores utilizado durante as atividades de treinamento. Custos dos treinamentos, conscientização e capacitação dos trabalhadores. Custos com exames médicos de monitoramento de saúde. Manutenção de equipes de SST e respectivos encargos sociais. Aquisição de equipamento de proteção individual. Tempo para desenvolvimento de projetos e instalação de proteções coletivas. Placas de identificação e orientativas de 17

18 Tempo de paralisação das atividades pelo poder público e consequente prejuízo à produção. Tempo para a limpeza e recuperação da área e reinício das atividades. Tempo dos supervisores para investigar os acidentes, preparar relatórios e prestar esclarecimentos às partes interessadas: clientes, sindicatos, MTE, imprensa etc. Tempo de recrutamento e capacitação de um novo funcionário na função do acidentado, durante o seu afastamento. SST. Manutenção da infra-estrutura nos canteiros (áreas de vivência, refeitórios, alojamento, sanitários). Custos com realização de medições de condições ambientais (ruído, iluminação, vapores etc.). Fonte: própria autora, 2014 O simples conhecimento da existência e abrangência dos custos da não-segurança e da segurança é de fundamental importância para diretores e gerentes, pois o seu desconhecimento pode ser considerado um dos fatores que fazem as empresas negligenciarem a SST, assunto que normalmente é tratado como meras obrigações legais. Dessa forma, podese concluir que a avaliação dos investimentos em segurança pelas organizações, como a decisão de se implementar SGSST e outras decisões operacionais, deve ser feita por meio de uma análise da abrangência, mesmo que de maneira subjetiva, dos custos da não-segurança e dos custos da segurança. No contexto da responsabilidade social surge a importância da atuação socialmente responsável por parte das empresas, visto que cada uma deve possuir um processo contínuo de reavaliação do ambiente organizacional interno e externo, identificando como sua atuação direta e indiretamente pode afetar a qualidade de vida de seus funcionários, comunidades vizinhas, organizações com as quais se relaciona e a sociedade, e dessa forma possibilitar um desempenho que propicie as mudanças necessárias. Empresas devem ser consideradas como sistemas sociais cujos membros compartilham valores e uma cultura comum, formando a base de uma consciência corporativa. Assim, pode-se dizer que as empresas têm consciência e podem ser responsabilizadas moralmente por suas ações. Desse modo, a questão dos acidentes de trabalho é considerada como um dos elementos que integram a responsabilidade social das organizações. 18

19 Os Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho devem ser vistos como ferramentas gerenciais que contribuam para a melhoria no desempenho das empresas construtoras em relação às questões de SST, o que é uma necessidade fundamental para a organização, trabalhadores e para a sociedade. No entanto, há uma grande quantidade de empresas construtoras que desconhecem os SGSSTs, os conceitos envolvidos, seus elementos e que resultados e benefícios podem ser obtidos com a sua implementação. Para a correta implantação do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho é importante conhecer os níveis de desempenho em relação à Segurança e Saúde no Trabalho que as organizações podem apresentar, visto que o propósito básico do sistema é atuar sobre esse desempenho. Estes sistemas de gestão podem contribuir para que empresas obtenham um nível de melhoria contínua com mecanismos sistêmicos, fundamentando-se em uma atuação pró-ativos. Alguns conceitos básicos precisam ser conhecidos por essas organizações, tais como: Acidente: evento ou sequência de eventos de ocorrências anormais, ou qualquer interferência no processo normal de trabalho, que resultem em consequências que possam causar lesões ao trabalhador (NBR ); na definição de acidente apresentada pelas normas BSI-OHSAS e BS- 8800: evento indesejável que resulta em morte, problemas de saúde, ferimentos, danos e outros prejuízos. Quase-acidente: um evento não previsto que tinha potencial de gerar acidentes. (BSI-OHSAS e BS-8800). O conhecimento dos quase-acidentes fornece informações para as organizações identificarem deficiências e estabelecerem as devidas medidas de controle, permitindo eliminar ou reduzir a probabilidade de que se tornem acidentes reais em uma situação futura. Incidente: uma ocorrência insegura que surge do trabalho ou ao longo deste, em que não são gerados danos pessoais ou segundo a NBR , qualquer ocorrência não programada que por circunstância possa resultar em lesões, danos materiais ou econômicos à organização ou anormalidade no processo operacional e/ou administrativo. Atos inseguros: são os fatores pessoais dependentes das ações dos homens que são fontes causadoras de acidentes. Exemplos: permanecer sobre cargas suspensas, operar máquinas sem estar habilitado ou autorizado, deixar de usar os equipamentos de proteção individual, remover proteções de máquinas, entrar em áreas não permitidas, entre outros. 19

20 Condições inseguras: estão ligadas às condições do ambiente de trabalho que são fontes causadoras de acidentes. Exemplos: máquinas sem proteções adequadas, iluminação e ventilação inadequadas, ferramentas em mau estado de conservação, piso escorregadio, temperatura elevada etc. Perigo: fonte ou situação com potencial de provocar lesões pessoais, problemas de saúde, danos à propriedade, ao ambiente de trabalho, ou uma combinação desses fatores. Identificamos que o conceito de perigo é igual a soma dos atos inseguros e condições inseguras. Risco: combinação da probabilidade e das consequências de ocorrer um evento não desejado que pode se transformar em dano à saúde, integridade das pessoas, materiais e ambiente do trabalho. Assim, o termo risco deve ser entendido como sendo um adjetivo que caracteriza os perigos, ou seja, um perigo pode ter um risco alto ou baixo. Segurança: o estado de estar livre de riscos inaceitáveis de danos. Saúde: estado de bem estar físico, mental e social, e não meramente a ausência de doenças ou enfermidades. Segurança e Saúde no Trabalho: é o estado de estar livre de riscos inaceitáveis de danos nos ambientes de trabalho, garantindo o bem estar físico, mental e social dos trabalhadores. Não-conformidade: é não-atendimento a um requisito legal, norma técnica, diretriz ou procedimento interno da organização, ou seja, qualquer desvio em relação às normas de trabalho, práticas, procedimentos, regulamentos, desempenho do sistema de gestão etc., que podem direta ou indiretamente levar a lesões ou doenças, danos à propriedade, prejuízo ao ambiente de trabalho, ou à combinação desses. Correção: segundo a ISO-9000, é a ação tomada para eliminar uma nãoconformidade definida para transformar uma situação não-conforme em conforme; ação corretiva, segundo a ISO-9000, é para eliminar a causa de uma não conformidade identificada, ou outra situação indesejável. Ação preventiva: segundo a ISO-9000, é a tomada para eliminar a causa de uma potencial não-conformidade, ou outra situação potencialmente indesejável. Melhoria contínua: processo recorrente de se avançar com o sistema de gestão de SST e aperfeiçoamento tecnológico, com o propósito de atingir o 20

21 aprimoramento do desempenho da SST geral, coerente com a política de SST da organização. Os elementos de um sistema de saúde e segurança ocupacional exigem um processo contínuo de revisão e avaliação, dentro do conceito de melhoria contínua. Deve-se sempre levar em conta o aperfeiçoamento e a minimização de todas as não-conformidades em saúde e segurança. Segundo Tavares Jr. (2001) nesta avaliação, a identificação de um elemento com alto percentual ou indicador elevado em uma não-conformidade, pode ser usado como indicador de prioridade para eliminar a não-conformidade ou reduzi-la a padrões estabelecidos nas Normas Regulamentadoras. A construção do conceito de Sistema de Gestão da SST deve partir da teoria dos sistemas e do pensamento sistêmico para se estabelecer uma visão global sobre os SGSSTs, necessária às organizações que almejam sua implementação. Os elementos básicos de um SGSST, considerando os requisitos propostos pela norma NBR , e subdivide-os de forma sistemática em itens básicos conforme apresentados na Figura 1. Figura 2- Elementos do SGSST Fonte: própria autora, 2014 Para cada item são apresentados a análise crítica do requisito em relação aos seus objetivos específicos e ao entendimento do seu conteúdo, por meio de uma revisão bibliográfica do assunto das explicações dadas pelas normas e guias relacionadas aos SGSSTs, baseado nos requisitos da NBR

22 1.1.1 Política de Segurança e Saúde no Trabalho O objetivo deste requisito é definir um direcionamento geral para a empresa e as diretrizes de atuação em relação à segurança e saúde do trabalho. Estas diretrizes devem ser compostas por elementos que efetivamente sejam cumpridos pela empresa e que sejam evidenciados de maneira clara. A política dever ser autorizada pela alta administração, que claramente estabeleça os objetivos gerais de segurança e saúde e o comprometimento com a melhoria do desempenho em segurança e saúde. A empresa deve fundamentar com base em sua política os objetivos e os respectivos programas de gestão da segurança e saúde no trabalho. O desdobramento da política e missão da empresa em objetivos quantificados feito sucessivamente ao longo de todos os níveis da organização, de maneira a permitir que cada pessoa saiba exatamente de que forma contribui, faz com que a empresa seja facilmente manobrável, tornando-se mais ágil e dinâmica. Em resumo, a política de SST é uma carta de intenções, devendo ser composta por pontos que efetivamente sejam cumpridos pela empresa e que possam ser evidenciados de maneira clara. Segundo Cruz (1998), o grau de comprometimento da diretoria com a segurança pode ser demonstrado de muitas formas. Embora possam ser estabelecidas políticas, é na área de assuntos não políticos que a diretoria pode fazer sua declaração mais forte sobre seu compromisso com a segurança, isto é, nas demonstrações não formais de comprometimento. O compromisso para a implementação da política de segurança dever ser primeiramente da diretoria, não se deve deixar apenas a cargo dos trabalhadores. Alguns autores sugerem medidas para serem adotadas para uma efetiva implementação, tais como: participar ativamente dos esforços para implementar as políticas de segurança; reconhecer os trabalhadores que implementam as políticas; demonstrar continuamente o seu apoio às políticas de segurança. A política deve ser informada a todos os funcionários da empresa de modo que todos entendam e compreendam, sendo desnecessário decorá-la. A divulgação pode ser feita através de cartazes, murais, palestras e até durante reuniões de treinamento Identificação, avaliação e controle de riscos A empresa deve estabelecer e manter procedimentos para a contínua identificação de perigos, avaliação de riscos e a implementação das medidas de controle necessária, devendo 22

23 documentar e manter tais informações atualizadas. Deve-se buscar o total conhecimento dos perigos e riscos existentes em seus ambientes de trabalho, estabelecendo uma sistemática que permita a criação de um inventário destes, contemplando a avaliação dos riscos envolvidos, devendo ser pró-ativo e ter como objetivo garantir que todos os perigos atuais e futuros sejam identificados e tratados adequadamente. No Brasil, essa tendência pode ser percebida na indústria da construção civil por meio das normas regulamentadoras NR-18 e NR-9 do MTE, pois estas estabelecem respectivamente os programas PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) e o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), que devem ser implementados pelas empresas de modo que contemplem obrigatoriamente um processo de identificação prévia de perigos e riscos existentes nos ambientes de trabalho. Apesar disso, a maioria das empresas, em especial as construtoras, ainda realiza a identificação de perigos e riscos de maneira informal, mal planejada, baseando-se exclusivamente na experiência de seu corpo técnico de SST e com o intuito exclusivo de obedecer a uma imposição legal, muitas vezes sem preocupar-se com os riscos reais oferecidos. De Cicco (1996) afirma que a identificação de perigos e riscos sem planejamento, e efetuada apenas para obedecer a uma imposição burocrática, resulta em um desperdício de tempo, não traz resultados positivos em relação à SST e pode levar a empresa a se perder em detalhes, o que é maléfico para a própria empresa e para os trabalhadores que atuam nela, uma vez que esses ficam descobertos de segurança. O gerenciamento de riscos é de fundamental importância, pois auxilia a tomada de decisão na área de Segurança e Saúde e permite melhor alocação de recursos, além de subsidiar o processo de definição de medidas de controle, podendo avaliar quais riscos são toleráveis e quais devem e poderão, futuramente, ser controlados. Estes dados também devem subsidiar o estabelecimento dos objetivos e programas, direcionando os recursos para as áreas mais importantes, o que resulta em uma melhoria na relação custo-benefício. Deve-se notar a importância deste requisito, uma vez que o desempenho de segurança e saúde está diretamente ligado à eficácia de sua implementação, ou seja, se os perigos e riscos forem mal identificados, todas as ações decorrentes serão realizadas de forma inadequada, visto que o planejamento não acontecerá adequadamente. É de suma importância salientar que não há probabilidade de se eliminar todos os riscos e perigos existentes nos ambientes de trabalho, Por isso, é fundamental um eficiente e 23

24 bem feito gerenciamento de riscos. Esse procedimento deve buscar de forma intensa e contínua minimizar os existentes. Nesse sentido, Brauer (1994) destaca que não existe risco zero. A empresa, baseando-se na identificação de perigos e avaliação de riscos, deve procurar os processos que possam contribuir para a eliminação ou para a redução destes e estabelecer os controles necessários para esse processo. Nesse aspecto, é válido considerar diversos fatores, como: o nível de risco existente, os custos, a praticidade do controle e a possibilidade de se introduzir novos perigos, a fonte (perigo), o meio e o homem, e quanto mais próximos os controles estiverem das fontes mais eficientes e efetivos eles serão. Os controles operacionais na fonte devem dar prioridade à eliminação dos perigos ou evitar que eles existam, pois uma vez que não existe, não haverá o acidente, nem danos ao trabalhador. Deve-se destacar que essa forma de controle pode demandar a aplicação de novas tecnologias, mudanças significativas nos processos e consequentemente maiores investimentos para se obter resultados mais significativos que intensifiquem a proteção e o melhor desempenho profissional dos trabalhadores. Os controles nos meios baseiam-se na criação de barreiras para prevenir que o trabalhador fique exposto a um determinado perigo, sem que este seja eliminado. Uma vez aplicadas, operando corretamente e com as devidas manutenções, as barreiras não demandam ações por parte das pessoas. Uma das maiores dificuldades em relação a esse tipo de controle é que, muitas vezes, as barreiras são removidas ou tornadas inoperantes, expondo as pessoas ao risco. Esse tipo de controle, em alguns casos, pode criar uma falsa sensação de segurança, podendo gerar graves acidentes. O controle sobre as pessoas baseia-se no estabelecimento de parâmetros para a forma de pensar e agir dos trabalhadores, como intuito de que os processos ocorram de maneira segura. Este deve ser utilizado como último recurso, somente nos casos em que não é possível conseguir uma forma praticável de tornar o ambiente de trabalho intrinsecamente seguro. Para o eficaz atendimento desse requisito, faz-se necessário um gerenciamento de riscos que seja sistemático, pró-ativo e tenha como intenção garantir que todos os perigos atuais e futuros sejam identificados antecipadamente e com segurança para que uma probabilidade de planejamento seja vislumbrada. As etapas de identificação dos perigos nas origens e avaliação dos riscos não são tarefas fáceis, uma vez que estamos constantemente passando pelos perigos de forma despercebida. Assim, é necessário treinamento e experiência para perceber condições inseguras e prever atos inseguros, já que não é tão simples e direto perceber como a 24

25 combinação de fatos e a complexidade das operações e equipamentos podem conduzir a um evento indesejável. Em virtude disso, a identificação dos perigos e a avaliação dos riscos devem ser realizadas por meio de uma abordagem estruturada, que é possível pela aplicação de técnicas analíticas estruturadas, tais como: APR Análise Preliminar de Riscos: é uma metodologia indutiva estruturada para identificar os potenciais perigos decorrentes da instalação de novas unidades e sistemas ou da própria operação da planta que opera com materiais perigosos. Esta metodologia procura examinar as maneiras pelas quais a energia ou o material de processo pode ser liberado de forma descontrolada, levantando, para cada um dos perigos identificados, as suas causas, os métodos de detecção disponíveis e os efeitos sobre os trabalhadores, a população circunvizinha e sobre o meio ambiente. Após, é feita uma Avaliação Qualitativa dos riscos associados, identificando-se, desta forma, aqueles que requerem priorização. Além disso, são sugeridas medidas preventivas e/ou mitigadoras dos riscos a fim de eliminar as causas ou reduzir as consequências dos cenários de acidente identificados. What / IF: Esta é uma técnica de análise qualitativa, com aplicação bastante simples e útil na detecção de riscos, tanto na fase de processo, projeto ou préoperacional, e pode ser utilizada em qualquer estágio da vida de um processo. O objeto do What-If é proceder à identificação e tratamento de riscos que pode ser testado possíveis omissões no sistema. (CARDELLA, 1999).Da aplicação do What-if resultam a elaboração de questões sobre a possibilidade de ocorrência de eventos indesejáveis, bem como a geração de soluções para as possíveis ocorrências de eventos indesejáveis levantados. O conceito da análise What-if estimula a equipe de análise de risco a refletir sobre questões que começam com E se... ; O que aconteceria se... ; O que acontece se... HAZOP Hazard and Operability Studies: é uma metodologia estruturada para identificar desvios operacionais, pode ser usada na fase de projeto de novos sistemas/unidades de processo quando já se dispõe dos fluxogramas de engenharia e de processo da instalação ou durante modificações ou ampliações de sistemas/unidades de processo já em operação. Pode também ser usada 25

26 como revisão geral de segurança de unidades de processos já em operação. Portanto, esta técnica pode ser utilizada em qualquer estágio da vida de uma instalação. A análise por HAZOP foi desenvolvida originalmente para ser aplicada a processos de operação continua. FMEA Failure Mode and Effect Analysis: A Análise de Modos de Falha e Efeitos (AMFE), também conhecida pela sigla FMEA (Failure Modes and Effects Analysis), é uma técnica de análise de riscos de uso geral, detalhada, qualitativa ou quantitativa. Segundo De Cicco (1994), esta técnica permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento, componente ou sistema podem falhar. Permite também, estimar as taxas de falhas e os efeitos que poderão advir, e, estabelecer as mudanças que deverão ser feitas para aumentar a probabilidade de que o sistema ou equipamento funcione satisfatoriamente (DE CICCO e FANTAZZINI 1994). AAF Análise de Árvore de Falhas: é uma técnica dedutiva que permite aos analistas de riscos focar em um acidente particular e fornece um método para determinar as causas deste acidente. A Árvore de Falhas é um modelo gráfico, baseado na aplicação de princípios da Álgebra Booleana (utilização de portas lógicas do tipo E ou OU ), que exibe as várias combinações de falhas de equipamentos e erros humanos que podem resultar na principal falha do sistema de interesse, chamado de evento Topo (ou Top). As combinações sequenciais destes eventos formam os diversos ramos da árvore. De Cicco e Fantazzini (1994) Identificando os perigos e avaliando os riscos, as empresas podem avaliar quais são toleráveis e quais podem ser controlados e como realizar esse controle. Cabe destacar que este processo deve ser realizado no início da implementação do SGSST, em intervalos regulares definidos, ou quando requerido, uma vez que suas condicionantes não são estáticas e podem surgir novos perigos a qualquer momento, seja por fatores de mudança internos ou externos, inclusive no que se referem a novas obras, introdução de novos materiais, equipamentos e serviços. O SGSST é um processo mutante dependendo do teor estrutural da empresa. É preciso levar em consideração mudança, atualizações e, em especial, obras. 26

27 1.1.3 Requisitos legais e outros Antes de buscar a implementação de um SGSST deve se sempre procurar e conhecer as normas pertinentes relacionados à SST. A empresa deve estabelecer e manter procedimento para identificar e acessar a legislação e outras exigências de Segurança e Saúde no Trabalho que lhe são aplicáveis. As leis, normas e demais informações devem sempre estar atualizadas. É necessário comunicar informações relevantes sobre legislação e outras exigências aos seus empregados e a outras partes interessadas e participantes desse processo. A falta de um processo adequado para identificação e aplicação de legislações e normas nas empresas pode contribuir para o seu descumprimento e as consequentes multas, embargos e acidentes. O ideal seria a empresa ter um arquivo com os originais e dispor cópias atualizadas para consulta dos interessados, é recomendado que no caso de construtoras cada obra tenha seu acervo de documentos bem como o controle de utilização Objetivos do SST Os objetivos devem ser planejados antecipadamente e de forma clara para que seja possível atingi-los. A empresa deve fundamentar os mesmos, baseados na política do SST, pois dessa maneira enquanto a política estabelece os compromissos assumidos, os objetivos estabelecem as metas a serem alcançadas. A partir daí pode-se estabelecer um termômetro de análise das ações. Cada objetivo está ligado a um Programa de Sistema de Gestão da SST, e para cada programa definem-se metas e indicadores para que seja possível mensurar os objetivos e analisar se estão sendo realizados com êxito. Desse modo, é possível que a diretoria faça a análise crítica, possibilitando avaliar o desempenho do SGSST de maneira eficaz e baseada nos fatos apurados. Isso possibilita um trabalho mais organizado e eficaz Programas de gestão Os Programas de Gestão do SST devem ser estabelecidos e documentados para que possibilitem a comunicação de todos os envolvidos, durante sua aplicação. O programa deve contemplar alguns itens básicos, tais como: identificação de forma clara e objetiva das 27

28 responsabilidades de cada funcionário, em todos os setores da empresa; a identificação das atividades, dos recursos necessários e dos prazos para o desenvolvimento das mesmas Recursos, funções, responsabilidades, atribuições e autoridades O SGSST depende da ação de cada funcionário da empresa, para uma efetiva implementação e manutenção do mesmo é necessário que todos os níveis organizacionais estejam cientes de suas respectivas responsabilidades e atribuições. Para isso recomenda-se que seja composto um comitê de SST, com a seguinte estrutura: Representante da Alta Administração: deve ser representada Diretor Técnico ou pelo responsável pelo Departamento de Recursos Humanos da empresa, devido a sua formação. Dentre suas responsabilidades as principais são gerenciar toda e qualquer ação relativa à SST; presidir as reuniões do Sistema de Gestão. Responsável pela implementação do Sistema de Gestão:profissional da área de Segurança do Trabalho (Engenheiro, Médico ou Técnico) do quadro funcional da empresa. Recomenda-se que o profissional visite as obras alternadamente. Esses profissionais, preferencialmente, devem ser os responsáveis pelo PCMAT e pelo PCMSO, respectivamente, de forma a facilitar a implementação e acompanhamento dos respectivos programas. Engenheiro responsável pela obra: é o responsável pelo SGSST seja executado corretamente dentro do canteiro de obra. Mestre de obras: é o contato intermediário do engenheiro e os operários, sua responsabilidade maior é cumprir e fazer cumprir as ações relativas à SST definidas no SGSST. Representante da CIPA: recomenda-se que a empresa possua CIPA por estabelecimento ou centralizada, de acordo com o efetivo de cada obra. A responsabilidade da CIPA é a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Representante dos funcionários da obra para os assuntos de SST: funcionário deve ser escolhido pelos seus colegas de trabalho,através de aclamação ou eleição, e tem como responsabilidade representar seus colegas no SGSST, devendo participar das discussões oriundas da implementação do sistema de gerenciamento. Outra 28

29 responsabilidade desse funcionário diz respeito à comunicação de medidas tomadas e/ou a serem implementadas, relativas à SST. A definição das responsabilidades pode ser formalizada por meio de manual de descrição de funções, organogramas das empresas, procedimentos de trabalho e matrizes de responsabilidades Competência, treinamento e experiência Deverá ser estabelecido um procedimento para identificar e prover as competências necessárias para exercer cada um dos cargos existentes na empresa. Podendo considerar as seguintes fontes: demandas relacionadas aos objetivos e programas de gestão da SST, requisitos legais e outras exigências, procedimentos e instruções de segurança, resultados de avaliações de desempenho de equipes, resultados dos indicadores de desempenho de SST, identificação dos perigos e avaliação dos riscos. As competências devem ser estabelecidas e documentadas minimamente em relação a formação escolar, cursos teóricos e práticos realizados e tempo de experiência em determinada função. As determinações precisam ser claras e direcionadas aos seus trabalhadores. Os documentos são utilizados como base para a realização de novas contratações, mudanças de funções e para a identificação de necessidades de novos treinamentos, para a garantia de que não haja pessoas inabilitadas realizando atividades. Na construção civil existe uma grande dificuldade quanto às mãos-de-obra operacional e gerencial, pois na maioria das vezes não apresentam qualificação necessária. Weeks (1998) cita, especificamente para o setor da construção civil, que os treinamentos práticos que demonstram práticas seguras são muito melhores para incutir um comportamento seguro do que as instruções em salas de aula com provas escritas. Este mesmo autor afirma que a educação e treinamento dos trabalhadores e supervisores são elementos essenciais em quaisquer programas de segurança e saúde do trabalhador. Os treinamentos devem contemplar os princípios gerais de SST, de forma integrada aos treinamentos das tarefas, específicos para cada canteiro de obras, cobrindo os procedimentos a serem tomados no caso de um acidente Comunicação 29

30 Este requisito deve ser desenvolvido por meio de um procedimento que proporcione uma sistemática confiável, o mesmo deve estabelecer uma boa comunicação entre gerência e trabalhadores e vice-versa, entre a empresa e todas as partes interessadas. O estímulo à comunicação entre os diferentes cargos é uma forma relevante de melhorar o funcionamento da empresa. Recomenda-se que a empresa estimule os funcionários a participar das boas práticas de SST e apoiar a sua política de SST. Como meios de comunicação, sugere-se que sejam elaboradas instruções de serviços, a serem utilizadas pelos funcionários da empresa e/ou partes interessadas (contratados e visitantes, por exemplo), de acordo com o serviço e as partes envolvidas na execução do mesmo. Outros meios que também podem ser utilizados são: quadros de aviso, contendo dados sobre o desempenho da SST, distribuição de cópias de procedimentos do SGSST, cartas de advertências entre outras. Essas ações devem ser todas documentadas. O SGSST não pode ser constituído apenas por formulários e procedimentos se os funcionários não tiverem uma comunicação eficiente, de fácil acesso e aprendizado. É necessário que uma política de comunicação atenda os diferentes cargos e funções e esteja acessível para ser eficaz Documentação e Controle de documentos Como forma de atender as necessidades da empresa e estar compatível com suas características, a documentação deve ser desenvolvida com um formato específico, em virtude de ser o elemento chave para a realização de qualquer processo que envolva comunicação permitindo que o conhecimento existente relativo à SST seja mantido e aperfeiçoado de forma contínua. Entre os itens mínimos a serem exigidos estão os registros que devem estar legíveis, identificáveis e rastreáveis às atividades envolvidas. Os registros de segurança e saúde no trabalho devem ser arquivados e mantidos de maneira que possam ser recuperados tanto sob condições rotineiras como sob condições não rotineiras, incluindo emergências. Os documentos desenvolvidos para o sistema de gestão devem ser controlados por meio de um procedimento que assegure que eles sejam criados e distribuídos de uma forma organizada, permitindo uma correta organização. Deve-se também ser desenvolvido um manual que contemple informações relevantes explicando o funcionamento do Sistema de 30

31 Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho em linhas gerais e em linguagem acessível aos diferentes níveis escolares que a empresa contempla Controle Operacional No presente requisito é necessária a avaliação dos riscos e identificação dos perigos para a aplicação de medidas de controle. Para isso, devem ser elaborados procedimentos para controlar as ações, tais como lista de verificação de EPI, de EPC, de Máquinas e Equipamentos, entre outras. Segundo Brauer (1994) para selecionar os controles operacionais devem ser considerados diversos fatores, entre eles: o nível de risco existente, os custos, a praticidade do controle e a possibilidade de se introduzir novos perigos. Esse autor destaca que a implementação de um controle operacional pode resultar na introdução de novos perigos, ou seja, podem surgir efeitos colaterais. Um exemplo dessa situação é o caso da substituição do transporte manual de tambores por um transporte mecanizado, no qual se reduz a probabilidade de lesões musculares, mas surge a possibilidade de atropelamento de transeuntes pelo equipamento mecânico. Distintos autores afirmam que deve-se levar em consideração a fonte (perigo), o meio e o homem para o processo de definição de controles. E, estabelecem a regra geral que quanto mais próximos os controles estiverem das fontes mais eficientes e efetivos eles serão. Dessa maneira, que o controle operacional deve dar prioridade à eliminação do perigo ou caso não seja possível deve-se buscar a redução dos seus riscos, ou seja, reduzir a gravidade dos danos que podem gerar ou a probabilidade de sua ocorrência Preparação e atendimento a emergências Com base nos perigos existentes, a empresa deve identificar todas as hipóteses possíveis de emergências, ponderando novos riscos e situações de emergência que possam ocorrer com a instalação de novos equipamentos, novos serviços e materiais. Uma vez que nenhuma atividade pode ser realizada de maneira totalmente segura, assim toda a situação se emergência deve ser pensada, planejada, praticada e implementada pela empresa. Desse modo, este requisito estabelece que a empresa deve ter planos ou procedimentos de emergência, onde deve ser definido como agir em eventual situação de emergência, devendo ser considerado a hipótese de emergência, a preparação (recursos disponíveis para 31

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