Relatório do IV Encontro sobre Certificação Orgânica De 18 a 21 de fevereiro, Ouricuri/PE

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1 11 de março de 2014 Relatório do IV Encontro sobre Certificação Orgânica De 18 a 21 de fevereiro, Ouricuri/PE

2 IV Encontro Interterritorial de Certificação Orgânica Participativa Programação 18 de Fevereiro/2014 Chegada dos participantes no Centro de Formação do CAATINGA/Fazenda Urtigas, Sítio Lagoa do Urubu - Ouricuri/PE. 19 de Fevereiro/2014 Manhã 8:00 h - Apresentação dos/as participantes e programação. 8:30 h 2ª fase do Projeto Dom Helder/SDT/MDA FIDA e perspectivas de parcerias no âmbito do Algodão Agroecológico Dr. Espedito Rufino Diretor. 9:10 h Relatório de credenciamento do OPAC ECOARARIPE (Sertão do Araripe) para emissão do Selo Brasileiro Orgânico Aspectos positivos e ajustes necessários - Presidente e técnico/a. 9:30 h - Relatório de credenciamento do OPAC - ACEPA (Sertão Central do Ceará) para emissão do Selo Brasileiro Orgânico Aspectos positivos e ajustes necessários - Presidente e técnico/a. 9:50 h Relatório de credenciamento do OPAC - ACEPI (Sertão dos Inhamuns) para emissão do Selo Brasileiro Orgânico Aspectos positivos e ajustes necessários - Presidente e técnico/a. 10:10 h - Relatório de credenciamento do OPAC - APASPI (Sertão do Piauí) para emissão do Selo Brasileiro Orgânico - Aspectos positivos e ajustes necessários - Presidente e técnico/a. 10:30 h - Debate e encaminhamentos Facilitador Fábio Santiago Coordenador Técnico do Projeto Dom Helder/SDT/MDA FIDA. 10:50 h Café 11:00 h Relato do MAPA sobre as auditorias e relatórios de credenciamento para emissão do Selo Brasileiro Orgânico Maria Cristina e Amália Bernardes Coordenadoria de Agroecologia (COAGRE) do MAPA. 11:40 h Debate 12:30 - Pausa para o almoço Tarde 14:00 h Desafios para manutenção dos Sistemas Participativos de Garantia (SPG S)/OPAC S Engº Agrº Laércio Meirelles Presidente da Rede Ecovida e Centro Ecológico/RS. 15:00 h Prazos e compromissos do credenciamento para a emissão do Selo Brasileiro Orgânico (atualização do Cadastro Nacional, etc).. Recomendações para comunicação e relacionamento com o MAPA Maria Cristina e Amália Bernardes COAGRE/MAPA. 15:30 h Apresentação das empresas compradores de Algodão Agroecológico - Perspectivas para :30 h Pausa para o café 16:45 h Trabalho em grupo na construção de agendas para auditoria de manutenção do Selo Brasileiro Orgânico pelo MAPA. 17:45 h Apresentação das agendas de cada território. 20 de Fevereiro/2014 Manhã e Tarde: Visita de campo a roçados agroecológicos, inauguração da unidade de descaroçamento de algodão e banco de sementes do assentamento Frei Damião Santa Cruz PE e avaliação do evento. 21 de Fevereiro/2014 Retorno aos territórios. 1

3 18 a 21 de fevereiro de 2014 Participantes Adriana Chagas Barreto Superintendência Federal de Agricultura do Piauí (SFA/PI) Aldo Meirelles - Supervisor do PDHC no Sertão do Cariri/PB Antônio Giovane Pinto de Carvalho - Agricultor integrante da ACEPI/CE Antônio Marques Cordeiro Esplar Antonio Oliveira Marciel- Presidente da ACEPA/CE Claudevan José dos Santos - Presidente da ASAP/PE Erisvaldo - Secretário da ASAP/PE Fábio dos Santos Santiago Projeto Dom Helder Camara Francineide Buriti dos Santos - Com. De Avaliação da ACEPA/CE Francisco Deusdedit de Carvalho - Presidente da ACEPI/CE Francisco Fontinele F. Stª Cruz - Técnico de campo no Sertão do Cariri/PB Francisco Gonçalo Filho - Assistente de Campo do Sertão do Apodi/RN Gean Magalhães Bastos - Técnico de campo do Projeto Algodão no Sertão do Piauí Gildo Pereira de Araújo Embrapa Algodão Ivan Ferreira da Silva Técnico do Projeto Algodão Araripe/PE Jorge Luís Fabrício de Queiroz - Técnico do Projeto Algodão no Sertão do Apodi/RN José Adelmo Santos - Supervisor do PDHC no Sertão do Pajeú/PE José Aldy Torres da Silva Técnico do Projeto Algodão, Sertão dos Inhamuns/CE José Holanda de Morais - Presidente da ACOPASA/RN José Paulo Nobre do Santos - técnico de campo da CCAAFAIL Josefa Maria do Nascimento Silva Keila Delly Veríssimo Supervisora do PDHC no Sertão dos Inhamuns/CE Laércio Meirelles Rede Ecovida Manoel Aragão Ribeiro- Agricultor integrante da APASPI Manoel Otávio Silveira da Mota Superintendência Federal de Agricultura da Paraíba (SFA/PB) Maria Cristina Fortes Santos de Buscamante Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Maria de Fátima da Conceição Sousa presidente da APASPI Maria Nazaré dos Santos - Presidente da ACEPAC/PB Maria Rafaela de Almeida Pinheiro Projeto Dom Helder Camara Maria Valdenira R. de Almeida VERT Mayara Renata Ferreira da Silva Imprensa/ Projeto Dom Helder Camara Mércia Queiroz - Secretária da ACOPASA/RN Pedro Jorge B. F. Lima Esplar Raimundo Bezerra da Silva Assistente de Campo do Sertão Central/CE Raimundo Clarindo dos Santos - Assistente de Campo do Sertão São João do Piauí Ricardo Menezes Blackburn - Projeto Dom Helder Camara Severino Amaro da Silva presidente da Ecoararipe Valéria Aleixo da Silva Projeto Dom Helder Camara, Sertão do Cariri/PB Violette Combe VERT Vital Rodrigues Filho - Agricultor integrante da ACEPAC/PB Vladimir Oliveira Guimarães Superintendência Federal de Agricultura de Pernambuco (SFA/PE) Zenaide Maria da Silveira Superintendência Federal de Agricultura de Minas Gerais (SFA/MG) 2

4 IV Encontro Interterritorial de Certificação Orgânica Participativa Dia 19 de fevereiro Objetivando Fortalecer a autonomia e gestão da agricultura familiar no âmbito do Algodão em Consórcios Agroecológicos, através dos Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade Orgânica (OPAC), 43 agricultores(as) familiares, técnicos, representantes da Embrapa Algodão, Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Projeto Dom Helder Camara (PDHC), estiveram reunidos em Ouricuri, sertão pernambucano, para o IV Encontro Interterritorial sobre Certificação Orgânica. O evento teve início no dia 19, no Centro de Formação do CAATINGA/Fazenda Urtigas, Sítio Lagoa do Urubu, com as boas vindas prestadas por Hélio Alencar, supervisor do Projeto Dom Helder Camara no território do Araripe. Além de recepcionar os participantes, o supervisor fez um breve resgate de como começou o processo de agroecologia no semiárido nordestino, destacando a adesão e esforço dos agricultores familiares. Em seguida, foi realizada uma apresentação dos agricultores(as) locais, que expuseram aos demais participantes do evento os elementos que consideram essenciais e significativos na vida do agricultor familiar: a terra, a água, as sementes, o algodão, a muda e a certificação orgânica. Os participantes foram, então, convidados a plantar as sementes recebidas, se apresentar e explanar as suas expectativas para o encontro. Dinâmica de apresentação Seguindo a metodologia do Projeto Dom Helder Camara, que preza pelo protagonismo das famílias, a agricultora Francineide Buriti dos Santos, integrante da Associação de Certificação Participativa Agroecológica (ACEPA), do território do Sertão Central (CE), guiou o dia de atividades. O agricultor José Holanda de Morais, do Sertão do Apodi (RN), explicou que o significado da dinâmica adotada é que a semente plantada lá atrás, no começo das atividades do Projeto Algodão, depois de muito trabalho, vem dando frutos. 3

5 18 a 21 de fevereiro de 2014 Fábio Santiago, coordenador técnico do PDHC justificou a ausência do diretor do Projeto, Espedito Rufino, que não pôde estar presente devido à incompatibilidade de agenda. Por meio de apresentação audiovisual, o coordenador fez um resgate histórico da trajetória do algodão agroecológico, citando o trabalho iniciado pelo Esplar, na década de 90, a parceria efetuada entre o PDHC, Esplar e Embrapa, e o início do desenvolvimento dos trabalhos do algodão em consórcios alimentares agroecológicos, em Explicou um pouco sobre o Projeto Dom Helder Camara, suas diretrizes, linha de atuação e trabalho que vem sendo desenvolvido. Apresentou também informações sobre a segunda fase do Projeto, quando a área de atuação 1 abrangerá também o estado de Alagoas, com um público beneficiário de 27 mil famílias. Apresentação de Fabio Santiago. Fábio Santiago destacou que o principal objetivo do Algodão em Consórcios Agroecológicos, é formar pessoas. Por isso, segundo ele, foram realizados diversos processos de capacitação e ciclos de experimentação, baseando-se na ideia de aprender fazendo. O coordenador técnico apresentou ainda as mais recentes publicações produzidas pelo Projeto Dom Helder o Manual do Biodigestor Sertanejo; a cartilha do Bioágua Familiar; e os livros Manejo Pastoril Sustentável da Caatinga, A estratégia da Assessoria Técnica do Projeto Dom Helder Camara e Práticas de Desenvolvimento no Nordeste do Brasil: experiências dos projetos apoiados pelo FIDA. Kits contendo esses materiais foram entregues a alguns participantes. Foi realizado um breve debate após a apresentação de Fábio. Vladimir Oliveira, da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado de Pernambuco (SFA/PE), expressou preocupação de que esteja sendo dada muita ênfase ao algodão, sendo que deveria ter-se igual ênfase às demais culturas do consórcio. Fábio Santiago explicou que o fato do algodão ser o carro-chefe é resultado de uma cultura local, mas que, além do algodão, os agricultores também vêm desenvolvendo outras atividades. Citou o assentamento Moaci Apresentação de Fabio Santiago. Lucena/RN, onde além do algodão, as famílias também têm produção de polpa de frutas, beneficiamento de produtos apícolas, manejo da caatinga, entre outros. Informou ainda que o escopo escolhido pelas associações foi restrito ao primário vegetal, por ser mais simples, mas que objetivam conseguir inserir mais escopos no futuro próximo. Após um breve intervalo, os representantes dos OPACS apresentaram um relatório sobre o credenciamento, os aspectos positivos e ajustes necessários. Ivan Ferreira, técnico da Copagro, justificou a ausência do presidente da Ecoararipe, Givanildo Alves, e demais membros do OPAC, devido à dificuldade de deslocamento ocasionada pelas chuvas. O técnico apresentou, por meio de 1 Atualmente, o PDHC atua em 8 territórios nos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, beneficiando mais de 15 mil famílias. 4

6 IV Encontro Interterritorial de Certificação Orgânica Participativa audiovisual, os resultados relativos à Ecoararipe. A visita de credenciamento foi realizada de 02 a 06 de dezembro. Foram apontados como destaques a organização e força de vontade do grupo, participação e envolvimento dos agricultores, e o banco de sementes. Os ajustes solicitados foram auditoria documental, procedimento de visitas, mudança de solicitação de escopo de vegetal e animal somente para vegetal. Pedro Filho, assistente de campo do PDHC no Araripe, informou que, através de um projeto com financiamento do Fundo de Investimentos Ambientais (FIA), o PDHC conseguiu instalar sete bancos de sementes nas comunidades envolvidas no desenvolvimento da OPAC. O agricultor Severino Amaro, da comunidade Frei Damião, destacou que, pra ele, um dos maiores benefícios da ação do Algodão em Consórcios Agroecológicos foi aprender que é possível plantar sem veneno. Antônio Maciel, presidente da Associação de Certificação Participativa Agroecológica (ACEPA), do Sertão Central (CE), explicou que participam da associação 74 famílias de 3 comunidades. As correções solicitadas pelos auditores do Mapa, que visitaram a associação na primeira semana de dezembro de 2013, foram relativas a ajustar trechos na redação do manual de procedimentos. Presidente da Associação Agroecológica de Certificação Participativa dos Inhamuns/Crateús-CE (ACEPI), o agricultor Francisco Deusdedit apresentou os resultados da visita de inspeção de auditores do MAPA à associação. Foram destacadas como positivas a experiência do grupo de quatro anos em sistemas participativos de garantia, assessorados pelo PDHC, Esplar e IDEF; o trabalho realizado pelas comissões e a quantidade de visitas a cada agricultor membro da associação. O agricultor declarou que, com o credenciamento a responsabilidade do grupo dobrou, já que têm a obrigação de manter o credenciamento. Foram solicitadas correções no estatuto e regimento interno. Apresentação de Francisco Deusdedit da ACEPI. Maria de Fátima da Conceição, presidente da Associação dos/as Produtores/as Agroecológicos/as do Semiárido Piauiense (APASPI), informou que o OPAC foi credenciado com os escopos de primária vegetal e animal. Foram solicitadas correções no estatuto da associação, para que ficassem mais claras as funções de cada comissão integrante da associação. A agricultora destacou uma grande vitória foi conseguir manter o grupo unido mesmo sem ter produção por causa da ausência de chuvas. Apresentação de Maria de Fátima, APASPI O agricultor Claudevan José dos Santos, presidente da Associação Agroecológica do Pajeú (ASAP), cuja associação recebeu a declaração de credenciamento no dia 17 de fevereiro de 2014, expressou a felicidade dos membros com a notícia do credenciamento. Relatou, ainda, que enfrentam problemas para obter boas sementes, uma vez que com os últimos três anos de seca, perderam todas as que tinham guardadas. Maria Cristina Fortes, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, relatou os esforços realizados pelo MAPA para que as declarações de credenciamento fossem emitidas antes do 5

7 18 a 21 de fevereiro de 2014 encerramento de 2013 e comentou algumas dúvidas e questionamentos relatados pelos agricultores durante suas apresentações. A chefe do Departamento de Garantia da Qualidade Orgânica (DGQO) explicou que ficou decidido conceder credenciamento apenas para o escopo de vegetal com exceção da APASPI, porque como os grupos estão aprendendo, seria mais fácil lidar com um escopo mais simples. Alertou, entretanto, que nada impede que os agricultores familiares conquistem credenciamento para os demais. Por isso, no retorno da visita de auditoria, em seis meses, serão verificadas as possibilidades de ampliação dos escopos. Maria Cristina convidou os agricultores dos OPACS para participar de um encontro, a ser realizado em março, em Brasília/DF. A chefe do DGQO comentou ainda sobre questão da equivalência dos selos e legislações brasileiras e estrangeiras, uma vez que os europeus não reconhecem o selo brasileiro de certificação por SPG, mas querem impor o selo deles e vender seus produtos no Brasil. Maria Cristina informou que estão sendo tomadas providências para que estes produtos estrangeiros fiquem retidos e não sejam comercializados no país. Maria de Fátima, da APASPI, e Claudevan José, da ASAP, receberam das mãos da representante do MAPA o documento oficial de credenciamento do OPAC. Agricultores recebem documento oficial de credenciamento. As atividades tiveram continuidade com a exposição de comentários dos auditores da Coordenação de Agroecologia (Coagre) presentes, que relataram impressões e tiraram dúvidas a respeito das visitas realizadas para obtenção do credenciamento. Adriana Chagas, que visitou a APASPI, explicou o veto que fez às sanções, na qual constava envio para treinamento. Comentou que treinamento não pode ser visto como sanção, o que não é factível. Também sugeriu que as sanções deveriam estar juntas, porque a forma como estão, dispersas ao longo do texto, exige um esforço extra para que sejam compreendidas. Vladimir Oliveira, que visitou a Ecoararipe, destacou a cooperação dos agricultores durante a visita realizada na primeira semana de dezembro de Comentou que sentiu a ausência da visita de campo, uma vez que durante a visita estavam no auge da seca e que ficou bem destacado para ele a seriedade, comprometimento e bom senso do grupo. Zenaide Maria da Silveira, que esteve presente nas visitas à ACEPI e ACEPA, comentou que a seca atrapalhou a visita in loco e destacou a seriedade e comprometimento, a formação dos agricultores multiplicadores, a assistência técnica do Esplar e PDHC, a existência de certificação anterior realizada por controle interno. Após pausa para o almoço, as atividades foram retomadas com uma apresentação de Violette Combe, da VERT/VEJA. Após apresentar, por meio de audiovisual, o funcionamento da empresa, avisou que a VERT não planeja comprar algodão de todos os territórios. Explicou que, em 2013, devido à seca, se 6

8 IV Encontro Interterritorial de Certificação Orgânica Participativa viram obrigados a comprar em vários territórios. Em 2014, se as chuvas forem boas, porém, planejam por questões logísticas, comprar o algodão da ACEPA e ACEPI, no estado do Ceará. Destacou que já venderam 5 mil pares de sapatos desde o lançamento da marca no Brasil e que têm mais de 30 pontos de vendas, a maioria em São Paulo e Rio de Janeiro. Planejam comprar cerca de 15 toneladas de algodão em Violette compartilhou o projeto em parceria que a VERT realizará com o artista plástico pernambucano Derlon Almeida, no qual o artista irá passar uma semana no Sertão cearense pintando casas de agricultores e prédios coletivos como a sede da associação e bancos de sementes para representar a agroecologia, a luta contra a pobreza e a coragem e força do agricultor. O resultado desse trabalho será divulgado com uma exposição fotográfica em São Paulo e Paris. Maria Cristina, do MAPA, informou que vai haver uma mudança na atual legislação de orgânicos, e Violette Combe - VERT. que se um produto for feito com no mínimo 50% de produtos orgânicos, o fabricante pode anunciar como produzido com produtos orgânicos atualmente, para tanto, é necessário que o produto tenha entre 70 e 95%. Violette comentou que a VERT só comprava algodão com certificação de terceira parte, porque o mercado europeu não reconhece a certificação por SPG. Como começaram a vender no Brasil, estão comprando com certificação por SPG porque vendem esse produto para o mercado brasileiro. Para ela, essa falta de reconhecimento do selo brasileiro é um grande gargalo. Foi dada continuidade com uma apresentação de Laércio Meirelles, da rede Ecovida. Ele fez uma breve explicação sobre o histórico da certificação orgânica no Brasil, questionou a quantidade excessiva de selos sendo criados, alguns até com o mesmo com o mesmo significado, e destacou que todo o esforço empreendido pelos agricultores não é apenas para certificar, porque agrega também outros valores, como formação e empoderamento dos agricultores. Apontou como desafios para manutenção dos OPACS: (i) não esquecer que o aumento da autonomia significa aumento da responsabilidade; (ii) manter o equilíbrio entre o preenchimento das exigências legais e as dinâmicas de trabalho de campo que são e devem ser muito além da certificação; (iii) moderar o poder de fiscalização da comissão de ética / avaliação o dia de visita deve ser um dia alegre, agradável; (iv) estimular a participação permanente; (v) necessidade de processo permanente de formação, especialmente com quem vai fazer as visitas; (vi) financiamento ter claro o trabalho pertinente a certificação e buscar forma de financiá-lo, tendo mais ou menos claros seus custos; (vii) articulação e fortalecimento mútuo com outras opacs e outros territórios. Apresentação de Laércio Meirelles. Maria Cristina, do Mapa, fez uma apresentação 7

9 18 a 21 de fevereiro de 2014 sobre prazos e compromissos dos OPACs com o Mapa. Explicou que a forma como os OPACS são tratados pelo ministério é diferente do que o tratamento dado às Certificadoras estas últimas sofrem uma exigência maior, porque nos OPACs é mais suscetível de ocorrerem erros sem intenção. Reforça a necessidade de ser entregue ao Mapa os contatos dos agricultores dos OPACS para que possam melhorar a comunicação entre eles. Deu algumas orientações, lembrando as necessidades de ter o nome da pessoa, o escopo, o produto nos certificados de produtores agroecológicos. Lembrou que quem assinar o certificado tem que estar autorizado pela assembleia, no manual de procedimentos, não pode ser uma pessoa aleatória. Avisou que após ser emitido o certificado, tem que entrar no sistema do ministério em até 30 dias, e colocar todas as informações. Disse que há uma pessoa no departamento que vai estar à disposição para tirar dúvidas dos agricultores. Após cancelar um certificado, os agricultores têm até sete dias para tirar do sistema. Caso descubram que alguém está fazendo algo errado, deve ser avisado ao Mapa também. Maria Cristina (MAPA). Destacou a necessidade de que os pesquisadores sugiram produtos para entrarem na lista de positivos e ressaltou a questão de que só se pode usar o que está na lista - se não está na lista, mesmo não sendo proibido, não pode ser usado. Pediu que todos os OPACS enviem com antecedência uma agenda das atividades da associação, porque assim o Mapa pode se utilizar e fazer uma sobreposição de agendas para as visitas dos auditores. Avisou que os agricultores vão receber um arquivo com o selos em alta resolução. Alertou que para produtos processados que tenham registro regulatório, será preciso que os agricultores tenham ciência das legislações que abrangem esses produtos, normas que envolvem outros setores além do ministério da agricultura. Isso inclui a venda de polpa, mel, ovos para PNAE e PAA (não precisa ser certificado, mas precisa ser registrado). Lembrou que outros órgãos são envolvidos no processamento, além da Anvisa e do Ministério da Agricultura, como o Inmetro, por exemplo. As atividades tiveram continuidade com a combinação da programação das atividades dos OPACS. As datas combinadas em conjunto com a plenária foi: - Os ajustes necessários sobre o parecer do relatório serão realizados até o final de março; - comissão de ética deve visitar 100% das famílias até 15 de abril; - reunião da comissão de avaliação: até final de abril; - comissão de verificação: até 15 de maio; - reunião da comissão de avaliação (emissão do certificado de certificação orgânica): até final de maio; 8

10 IV Encontro Interterritorial de Certificação Orgânica Participativa Após a combinação das datas, houve uma discussão sobre transgenia. Fábio Aquino, da Embrapa Algodão, expressou grande preocupação nesse sentido, em especial as sementes de milho. Avisou que tem governo distribuindo sementes de milho que são transgênicas. Por isso, ressaltou que deve ser feito um estudo para saber de onde estão vindo as sementes que estão sendo colocadas nos bancos de sementes. Relatou um problema com as sementes do algodão BRS06, que teve contaminação de sementes transgênicas, na origem. Enfatizou que até então não se tinha visto um risco tão grande de contaminação e recomendou que os agricultores não pegassem sementes sem saber da sua origem. Fábio Aquino, da Embrapa Algodão Fábio apresentou brevemente os resultados de uma pesquisa sobre polinizadores realizada pela Embrapa Algodão, Embrapa Cenargen, Embrapa Algodão, Universidade Federal de Mina Gerais e Projeto Dom Helder Camara, cujos resultados apontaram que nas áreas orgânicas, as flores que receberam polinização de abelhas tiveram um aumento da fibra e da produção de sementes. Laércio Meirelles explicou que, no sul, têm tido dificuldade de certificar milho, no sul, porque as sementes de vinte anos de trabalho, são ou tem origem transgênicas. Eles estão fazendo um exame além de certificar como orgânico. Afirmou, ainda, que a soja não tem mais sementes que não sejam transgênicas. Pedro Jorge, do Esplar, complementou a exposição do Fábio chamando atenção para outros aspectos. Ressaltou os efeitos para a saúde humana, animal e o meio ambeinte. Destacou que não é pra cumprir a legislação que o Esplar é contra os transgênicos, mas sim devido aos efeitos negativos dos mesmos. Lançou a dúvida: como se proteger contra a invasão dos transgênicos nas áreas dos orgânicos. Apresentou uma pesquisa realizada pelo Esplar nas sementes distribuídas aos agricultores no Ceará, na Pedro Jorge, do Esplar qual foram feitos testes para ver se verificava transgenia. Em 2013, fizeram testes de todos os consórcios do Sertão Central/CE. Tiveram duas contaminações, ambas na Lagoa do mata. Um agricultor trocou sua semente por outra trazida do comércio achando que não ia ter problema. O outro, que plantou algodão 8H, numa chuva, molhou as sementes de aroeira, ficou com medo de plantá-las e plantou o tipo 8H. Fábio Santiago apontou como ser necessário levar esse agricultores como exemplo, levar para que os demais agricultores tomem ciência dos problemas ocasionados. Pedro Jorge ressaltou a necessidade de ser verificado que tipo de semente está sendo plantada pelos agricultores. Em especial, com os agricultores das associações. Afirmou que é preciso ser verificado se o que está sendo distribuído está realmente sendo plantado. Ou poderão perder oportunidades de mercado. 9

11 18 a 21 de fevereiro de 2014 Dia 20 de fevereiro No dia 20, os participante visitaram o assentamento Frei Damião. Foi formada uma mesa na sede da associação de agricultores locais, formada por Severino Amaro (presidente da ECOARARIPE), Fábio Santiago (PDHC), Fábio Aquino (Embrapa Algodão), Maria Cristina (MAPA), Pedro Jorge (Esplar), Laércio Meirelles (Rede Ecovida), Maria de Fátima da Conceição (presidente da APASPI), Violette Combe (VERT), Lana (ONG Caatinga). Severino Amaro Severino Amaro, popularmente conhecido como Joca, destacou a importância de eliminar o uso de veneno e apontou que os agricultores familiares locais abraçaram a causa e hoje veem a diferença. Explicou que houveram diversas pessoas que reclamaram e duvidaram, mas que continuaram a plantar de forma agroecológica, a despeito da descrença destes. Como presidente do grupo de agroecologia do Frei Damião, afirmou que é com orgulho que diz fazer parte e ter sido fundador da Ecoararipe. Agradeceu ao Projeto Dom Helder Camara pela parceria, fundamental para conseguirem o credenciamento e convidou os presidentes de outros assentamentos para conhecer os trabalhos desenvolvidos pela Ecoararipe. O pai de Joca, João Amaro, maior produtor de algodão do Araripe/PE, deu um depoimento sobre sua vinda de Exú para o Araripe, quando começou a plantar algodão para subsistência da família. João, que teve algodão comprado pela VERT, demonstrou alegria em ver a mercadoria final que é advinda do seu trabalho. Joca explicou que a Ecoararipe teve diversos parceiros e alguns desistiram, mas a associação continua na luta porque acreditam que é possível plantar algodão sem veneno. Afirmou que o Assentamento Frei Damião quis fazer parte do Projeto Dom Helder Camara e do Caatinga pelas oportunidades geradas pelas duas instituições. Joca comentou que a sede da associação foi construída com ajuda do PDHC, que também ajudou os agricultores a comprarem a terra, ovelhas e galinhas. Severino Amaro Em parceria com o PDHC e Caatinga, conseguiram em 2013 construir uma cisterna. Avisou que querem criar a feira agroecológica de Santa Cruz. Pediram mais ações do PDHC na região, querem beneficiar umbu, fazer canteiros de hortas e quintais produtivos. O presidente da associação, João Zito Jacó, contou sua própria experiência com a plantação do algodão agroecológico e agradeceu ao PDHC e à ONG Caatinga, parceira de execução do Projeto Dom Helder. Afirmou que a vida de todos melhoraram graças ao PDHC e Caatinga. 10

12 IV Encontro Interterritorial de Certificação Orgânica Participativa Hélio Alencar, supervisor do Projeto Dom Helder Camara no território do Araripe, afirmou que todas as casas de sementes da região foram estruturadas graças à Articulação no Semiárido Brasileiro ASA. Os próprios agricultores, apontou, ajudaram na construção das casas de sementes. Josivan, presidente do conselho municipal de desenvolvimento da agricultura, agradeceu a presença de todos e relatou a história do assentamento, que foi o primeiro a ser criado durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Destacou que a FETAP começou bem suas atividades, mas que hoje em dia a maioria dos assentamentos não estão sendo geridos da forma que deveriam. Questionou a burocracia para se associar à Ecoararipe e afirmou que os agricultores da região são como o mandacaru, aguentam a seca e, com um pingo de chuva, florescem. Francisco Deusdedit, da ACEPI, parabenizou à todos e relatou que possui acompanhamento do PDHC desde Afirmou que a natureza mudou e que para corrigir isso é necessário que cada uma faça sua parte. Enfatizou que o trabalho tem que ser socializado e que é preciso preparar outros assentamentos. A representante da ONG Caatinga, Lana, parabenizou ao assentamento pela luta, ao Projeto Dom Helder Camara pela parceria e projetos desenvolvidos. Maria Cristina, do Mapa, afirmou que é necessário apostar na agroecologia, pois é uma forma de respeitar o planeta que nos foi dada. Fábio Santiago declarou que Joca e Zito sempre foram referência pela postura assumida por ambos. Destacou que a contribuição deles é muito válida e que o assentamento Frei Damião é uma referência de agroecologia. Solicitou que Josivan encaminhe a proposta de novos assentamentos para os territórios. O Prefeito de Santa Cruz, Gilvan Sirino, afirmou que o assentamento é um exemplo de luta e dedicação, e que acredita ser importante apoiar essa luta. Agradeceu o Projeto Dom Helder Camara pelas atividades desenvolvidas na região. Fábio Santiago, PDHC. Foi realizada uma rápida avaliação do evento, com depoimentos dos presentes. Fábio Santiago encerrou o encontro, agradecendo a presença de todos e reforçando a necessidade de levantar a bandeira da agroecologia. 11 Participantes.

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