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1 Permissão para Sobreviver Silvia Viana Rodrigues (FFLCH-USP, São Paulo, Brasil) 1 Resumo Esse ensaio é uma primeira aproximação para uma leitura contemporânea de Franz Kafka. Trata-se da retomada da crítica realizada por Günther Anders, Theodor Adorno e Walter Benjamin, porém sob o prisma de um momento histórico ao mesmo tempo sempre-igual pois permanecemos sob a lógica do capitalismo e completamente diferente pois trata-se de um capitalismo despido de sua face conciliadora, tal como se apresentava no Welfare State. Palavras-chave Franz Kafka, Theodor Adorno, Walter Benjamin, Günther Anders, Indústria Cultural, Estado de exceção, crítica cultural. Abstract This essay presents a contemporary interpretation of Franz Kafka writings. Through the perspective about the current historical context, the analysis is mainly based on the recover of the critiques of Günther Anders, Theodor Adorno and Walter Benjamin s. The present moment is understood by the endurance of the same as ever capitalist logic at the same time it presents a new formation, one which appears to be freed from the conciliatory face of capitalism made up during the Welfare State period. Key-Words Franz Kafka, Theodor Adorno, Walter Benjamin, Günther Anders, Cultural Industry, State of exception, Cultural critic. 1 Formada em Ciências sociais pela USP, e com mestrado em sociologia pela mesma instituição, a autora pesquisa hoje, para seu doutoramento, as configurações da ideologia no mundo contemporâneo. Com essa finalidade, a autora não se limita a apenas uma área do saber, trabalhando na interface da filosofia, sociologia, psicanálise e crítica cultural.

2 "Abre-te Sésamo, quero sair!" Stanislaw Jerzy Lec 2 A simples idéia de que uma empresa ou ainda, muitas possua informações o suficiente para me solicitar em casa a qualquer hora do dia ou da noite, chamar pelo meu nome e me oferecer tudo aquilo o que eu preciso mas até então ignorava, me é aterrorizante. Ao atender o chamado, sem saber do que se trata, já me encontro aprisionada. Qualquer forma de saber sobre as micro relações sociais me escapa pelos dedos e a questão o que fazer? paralisa o pensamento, enquanto a fala ao mesmo tempo sedutora e atonal corre impassível do outro lado da linha, incapaz de fornecer alguma resposta à minha pergunta. A possibilidade da grosseria ou de um eficiente desligar-na-cara me impõe sérias questões de ordem moral, afinal, como sei, aquele que fala comigo é apenas um funcionário, não responde de fato por essa minha situação ao telefone. Então espero até que o monólogo termine, e a espera pode ser longa, até a próxima ligação. E então se algo falha, e sempre falha, sou eu a primeira a correr ao telefone. Passeio por inúmeras vozes iguais que não podem ainda dar a resposta e jamais se chega ao verdadeiro responsável me vem a dúvida sobre se há um verdadeiro responsável. As respostas se contradizem; mas a cada novo ramal, a cada nova ramificação, uma coisa é certa, o interrogatório será reiniciado. Não com novas questões, mas sempre igual como se de um ramo para o outro não houvesse comunicação alguma, como se o questionário se perdesse a cada novo número discado. Então espero até que o próximo me atenda, e a espera pode ser longa, até a próxima ligação. É esse terror surdo, persistente, diante daquilo que parece não assustar mais ninguém, que nos empurra aos pés da esfinge de Kafka. O chamado, ao mesmo tempo arbitrário e voltado apenas para você, é a situação de Josef K., que procura a saída. A busca através de um 2 Citado por Adorno em Introdução à controvérsia sobre o positivismo na sociologia alemã. In: Theodor W. Adorno: Textos Escolhidos. São Paulo: Nova Cultural, 1999.

3 labirinto para se ter uma resposta é a situação de K., que procura a entrada. No entanto, aquele que quer fugir não escapa enquanto para o outro a entrada é para sempre barrada. A intrincada relação entre enredar-se e desenredar-se é um dos nós da narrativa Kafkiana sobre a qual críticas das mais variadas ordens se debruçam. Dispensemos de antemão aquelas já dispensadas por seu próprio universalismo abstrato O Homem e sua Salvação não são a matéria de Kafka e não interessam em nada quando até a promessa de sua realização desaparece do horizonte. Interessa o desaparecimento desse horizonte na história. É à luz de um novo permanecer que devemos mais uma vez arriscar a cabeça 3 e encarar Kafka. Como então aparece essa relação entre fuga e admissão em Kafka? Tenho em mãos o relatório de um macaco que conseguiu sair de sua jaula, porém, como ele mesmo afirma, não se tratou de uma libertação. Ele esclarece: Tenho medo que não compreendam direito o que entendo por saída. Emprego a palavra no seu sentido mais comum e pleno. É intencionalmente que não digo liberdade. Não me refiro a esse grande sentimento de liberdade por todos os lados. 4. Não, a saída tem apenas uma direção, indo em frente, indo em frente!. E diferentemente de K, o macaco tem seu objetivo atingido e esse é, ao mesmo tempo, evasão e assimilação, sendo que essa é meio para aquela. Diante de relatórios como esse, Günther Anders mostra-se horrorizado: eis a prova cabal do conformismo Kafkiano. Como pária judeu, Kafka imprime a seu mundo a visão daquele que está de fora, sempre em busca de seu ingresso no mundo. Pra Anders, o sonho do macaco é o sonho de Kafka: A única liberdade com que sonha (...) é ser admitido. 5 Isso não quer dizer que Kafka se alista (...) em favor de formas de domínio que exercem a falta 3 Adorno, Theodor W. Anotações Sobre Kafka. In: Prismas: Crítica Cultural e Sociedade. São Paulo: Editora Ática, p Kafka, Franz. Um relatório para uma academia. Um Médico Rural: pequenas narrativas. São Paulo: Companhia das Letras, p. 64, grifo meu. 5 Anders, Günther. Kafka: pró e contra. Os autos do processo. São Paulo: Cosac Nayfy, p. 45.

4 de liberdade 6. Então talvez possamos excluir o relatório do macaco do rol de provas de Anders, pois ali a meta é cumprida e não há entrada nesse mundo que não seja, ao mesmo tempo, assimilação. Kafka sabe disso: a linguagem do macaco é a linguagem do cálculo, como o próprio macaco afirma. Afinal, se ele fugisse e não simplesmente saísse o que teria ganho com isso? 7. O preço da integração é o esquecimento: o macaco já não consegue se lembrar de nada o que precede a jaula. E o que se esquece, como já afirmara Benjamin, é sempre o melhor a possibilidade de redenção. Da memória da liberdade resta ao macaco apenas uma leve brisa que sopra em seus calcanhares. Para alcançá-la ele precisaria voltar-se para trás. Contudo sua admissão só tem uma direção: em frente. Então Anders poderia insistir por que K não abre mão de sua entrada no castelo? A contra-prova Michel Löwy apresenta com tranqüilidade: K não exige nada mais que os seus direitos: o reconhecimento de sua função de agrimensor 8, e, ao mesmo tempo, resiste à servidão voluntária dos moradores da aldeia, sempre questionando-os. À consideração de Löwy podemos acrescentar a resistência de K ao próprio aparato de dominação, ao se recusar a preencher o protocolo, o único laço oficial efetivo que pode ter com Klamm 9. Mas a questão parece não ser tão simples se levarmos em consideração o início do romance. K é um agrimensor designado pelo castelo? Ou seria uma pessoa perdida que faz um jogo de cena para poder pernoitar na aldeia? Ele nada sabe a respeito do castelo ou do Conde e afirma que seus ajudantes chegarão no dia seguinte de carruagem aparentemente um blefe, pois ele não mais se preocupa com seus ajudantes e aceita aqueles oferecidos pelo castelo. Talvez quando K. diz: chega de comédia 10, seja o momento em que ele inicia a sua. O susto de ter sido admitido só é sentido pelo leitor, K age com a frieza da astúcia. K ficou escutando atentamente. Então o castelo o havia designado como agrimensor. (...) E se acreditavam com esse seu reconhecimento como agrimensor conservá-lo num estado de 6 Idem, ibidem. 7 Kafka. Um relatório para uma academia, p Löwy, Michael. Franz Kafka, sonhador insubmisso. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, p Kafka, Franz. O Castelo. São Paulo: Companhia das Letras, p idem, p. 11.

5 medo contínuo, então eles se enganavam: isso lhe dava um leve tremor, mas era tudo. 11. Nesse caso, a conversa ao telefone é a inversão da conversa do falso seqüestro, na qual a vítima, mesmo consciente do logro, invariavelmente ouve a voz do filho, e cai na armadilha. Em O Castelo, quem engana quem? K pressente seu seqüestro apesar de ter sido ele o primeiro a telefonar. Caso seja assim, que direito K. está exigindo? Um direito que de fato não existe. A trama que abraça K e o comprime parece já estar lá, antes mesmo que ele chegue. Se, por um lado, K não é o resignado, ansioso para entrar no mundo que o repele, por outro, o mundo talvez não o expulse com tanta veemência. Para Anders, toda a obra de Kafka poderia levar o título O Preconceito 12, pois lida com a não aceitação do estranho e, ao mesmo tempo, com os pré-juízos do próprio estrangeiro não inserido. Mas, em Kafka, o mundo também abraça, e esse pode ser o pior dos pesadelos. Suas teias se estendem até os nervos do outro K, Joseph, e quanto mais se debate mais a gosma do emaranhado o captura. Ou ainda, o abraço terno e paternal do dono do circo é o sufoco invisível da amazona frágil e tísica 13. Kafka talvez pressinta que o preconceito termina onde começa a propaganda de shampoo para os cabelos dos negros. Por isso Adorno afirma que, na obra de Kafka, o nexo imanente se concretiza como uma fuga de prisões em que se pula de uma situação desesperadora e sem saída para outra 14. Se a entrada do mundo se abre apenas sob o signo da queda, a fuga é o retorno sempre igual do horror. Benjamin, no entanto, vislumbra o sonho da evasão no Teatro de Oklahoma. Lá todos são bem-vindos 15 e não é necessário que se represente nada senão a si mesmo. O papel dos admitidos no Teatro é apenas sua vida anterior 16. Para esses novos atores a cena 11 Idem, p Anders. Kafka: pró e contra. p Kafka. Na Galeria. In: Um Médico Rural: pequenas narrativas. São Paulo: Companhia das Letras, p Adorno, Theodor W. Anotações Sobre Kafka. In: Prismas: Crítica Cultural e Sociedade. São Paulo: Editora Ática, p Kafka, Franz. O Desaparecido ou América. São Paulo: Editora 34, p Benjamin, Walter. Franz Kafka. A propósito do décimo aniversário de sua morte. In: Obras Escolhidas, V. I. São Paulo: Brasiliense, p. 162.

6 constitui o último refúgio, e não é impossível que esse refúgio seja também a salvação. A salvação não é uma recompensa outorgada à vida, mas a última oportunidade de evasão oferecida a um homem. 17. A que salvação Benjamin se refere é difícil precisar, pois para ele [Kafka], o homem está desde o início no palco 18 e o palco é o espaço no qual estão também o macaco e os carrascos de Josef K 19. Assim como Kafka aprendeu com os romances policiais a suspeita universal 20, devemos suspeitar do Teatro de Oklahoma. Lá o aparato administrativo e seus burocratas, que afundam a cabeça até o peito, ainda fazem seus questionários. A diferença é que aqui as portas não são feitas de aço, são, pelo contrário, permeáveis, como uma membrana fina que ainda apresenta opacidade, apesar de deixar passar. E Karl não é admitido como si mesmo, mas como Negro. E sua função não se liga propriamente à atuação qualquer que fosse ele foi contratado como operário. Adorno também desconfia, nesse mesmo sentido, do Teatro, daí afirmar que o mundo de imagens de Kafka é triste e deteriorado, mesmo onde ele pretende superar essa situação, por exemplo no Teatro Natural de Oklahoma como se tivesse previsto a migração dos operários desse estado. 21. Em toda a cena do teatro pulsa a tensão entre a mercadoria força de trabalho e a arte Ninguém queria ser artista; mas, com certeza todo mundo queria ser pago por seu trabalho. 22. Pouco importa o desfecho do livro, se a alegria que toma, pela primeira vez, Karl o único entre os Ks a demonstrar tal sentimento acabaria por levá-lo a uma nova situação sufocante. É justamente essa alegria que me parece suspeita. 17 Idem, p Idem, ibidem. 19 No final de seu processo, K. parece ter um pressentimento de tudo isso. Ele se volta de repente para os dois cavalheiros de cartola que vieram levá-lo, e pergunta: Em que teatro trabalham os senhores? Teatro? perguntou um deles, pedindo conselho ao outro, com lábios trêmulos. Este reagiu como um mudo, que luta com um mecanismo recalcitrante Eles não responderam à pergunta, mas esses indícios fazem supor que foram afetados por ela. Idem, ibidem. 20 A suspeita universal como um nexo da obra Kafkiana foi apresentada por Adorno. Adorno, Theodor W. Anotações Sobre Kafka. p Adorno. Anotações Sobre Kafka. p Kafka, Franz. O Desaparecido ou América. p É digna de nota a outra formulação dessa sentença descartada pelo autor: Ser artista ninguém queria, mas viver todo mundo queria. Aqui, mais uma vez a dimensão da assimilação da vida à mercadoria transparece.

7 II A história torna-se em Kafka o inferno, porque a salvação possível foi perdida Theodor W. Adorno O espetáculo de luzes e cores, anjos fantasiados, pódios e trombetas; o ar de quermesse ou festa infantil 23, tudo isso anuncia uma nova forma de integração própria do capitalismo tardio. Aquela na qual a alegria é a própria ratoeira, fábrica de arte com selo de garantia da mercadoria. Se é nesse momento que se revela o sonho de evasão de Kafka, é apenas com o palco já montado e o espetáculo em andamento que a realidade retoma seu posto o de mentira. Em Na Galeria a conciliação está posta: a dama entra, colorida, sob o olhar cioso do diretor e a atenção dos ajudantes. Suas proezas são precisas, sua destreza digna da emoção que emana por todo o circo. Sua felicidade explode sob os aplausos da platéia. E assim é. Mas o narrador, como em um experimento mental, imagina uma outra cena, infernal. Aqui a dama, frágil e tísica 24, é obrigada a dar voltas no picadeiro ininterruptamente, sob o estalo do chicote, dos ventiladores e dos tambores da orquestra, mas também do aplauso que se esvai e outra vez se avoluma das mãos que na verdade são martelos a vapor 25. Porém, uma vez que não é assim 26, a mera possibilidade do Basta! está banida. E não há motivo algum para que o espetáculo pare e deixe de se abrir em direção a um futuro cinzento e eternamente circular. A verdade é a dos martelos, mas ela não mais aparece na realidade. A deformação do real está justamente no brilho ofuscante do espetáculo. É a deformação do silicone injetado no corpo que se quer mercadoria. A realidade abandona por completo a dimensão da verdade, e essa silencia, apenas chora sem o saber. 23 É Benjamin quem define o clima do Teatro nesses termos. Benjamin, Walter. Franz Kafka. A propósito do décimo aniversário de sua morte. p Kafka. Na Galeria. p Idem, ibidem. Grifo meu. 26 Idem, ibidem.

8 Uma tal situação só se torna possível no momento em que o possível se esfacelou. No momento em que as condições objetivas de superação se desconectaram das disposições subjetivas. Em outros termos: Ninguém mais precisaria passar fome sobre a face da terra e, no entanto, permanecemos sob o signo da dominação o mundo ainda nos é alheio. Nas ruas do início do século XX a esquina da história não foi dobrada. No entanto, a permanência não mais se justifica em termos ideológicos, no sentido marxista clássico. Não se trata mais de um desvelar de determinações ocultas se assim fosse, a bailarina real seria o objeto débil da violência desenfreada de todo o circo, já a dama seria o sonho possível diante de uma realidade cinzenta; para que tudo se transformasse, bastaria um Basta! A inversão proposta por Kafka em A Galeria é a inversão de uma realidade tornada, ela mesma, ideologia. A dominação age sob a lona vermelha de um show que deve continuar. E permanece sempre igual, sem sobressaltos ou solavancos. O assustador dessa dominação é que ela não assusta ninguém. Kafka deslouca a aparência aparentemente normal do nosso mundo louco, para tornar visível sua loucura. Manipula, contudo, essa aparência louca como algo muito normal e, com isso, descreve até mesmo o fato louco de que o mundo louco seja considerado normal 27. Essa é a matéria histórica diante da qual se desenvolve toda a obra de Adorno. A sociedade administrada é o capitalismo tornado moto contínuo; e sua afinidade com a obra de Kafka é evidente. Kafka lida com um mundo infernal do qual nada escapa, ao mesmo tempo em que nada de novo pode ser aceito. O inferno se apresenta ao mundo em suas duas formas de ação: a da assimilação e a da aniquilação. O mundo deformado de Kafka comporta ambas de forma intrincada. Já na Dialética do Esclarecimento 28 de Horkheimer e Adorno, elas aparecem decantadas. 27 Anders. Kafka: pró e contra. p Adorno, Theodor W.; Horkheimer, Max. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985.

9 A leitura mais comum da Dialética do Esclarecimento é a que analisa a continuidade entre a ideologia anti-semita e aquela propagada pela indústria cultural. E isso não é à toa, grande parte de sua radicalidade e, diga-se de passagem, grandiosidade consiste precisamente nessa proposição escandalosa de que, sob a fachada democrática e divertida do mundo normal se reproduzem as mesmas tendências autoritárias daquele mundo louco do nazi-fascismo. Ao invés disso, levemos em consideração a distinção sugerida no livro entre os limites do esclarecimento e o esclarecimento como mistificação das massas. Enquanto no anti-semitismo o totalitarismo se exerce mediante a aniquilação do diferente, na indústria cultural tudo o que é diverso é digerido e vomitado como igual. A indústria cultural é o esclarecimento empobrecido em movimento, enquanto o antisemitismo é o momento em que o esclarecimento dá vazão total à barbárie. A diferença cabal entre as duas formas totalitárias está em uma última positivação ideológica ainda resguardada nos países ditos democráticos: há uma coisa a propósito da qual a ideologia oca não admite brincadeiras: a previdência social 29. Essa pequena seriedade resguardada é todo o esteio necessário para a ideologia no Welfare State não brincar com a verdade da dominação. Trata-se da aparência dada no próprio real de que o atual é o ideal; enquanto isso, o anti-semitismo vai à guerra. O fascismo é de fato menos ideológico na medida em que proclama de modo imediato o princípio da dominação, que em outros lugares se oculta. Quaisquer que sejam os valores humanos que as democracias possam contrapor a ele, o fascismo pode refutá-los brincando, alegando que, afinal, não se trata de todo o humano, mas apenas de sua imagem enganosa, da qual ele se descarta de maneira viril 30. E o que aconteceria se toda a áurea mágica dos trinta anos dourados do capitalismo fosse arrastada para o buraco juntamente com o insosso bem estar. O véu foi rasgado e, em um mundo de mal estar generalizado, permanecemos atados. É sob a perspectiva desse novo permanecer que devemos nos voltar, mais uma vez, para Kafka. 29 Adorno; Horkheimer. Dialética do Esclarecimento. p Adorno. Mínima Moralha. São Paulo: Ática, 1992.p. 94.

10 III A tradição dos oprimidos nos ensina que o estado de exceção em que vivemos é na verdade regra geral Walter Benjamin Reclamar direitos na situação de K algo que Löwy reivindica em seu nome é algo descabido. Como já observara Adorno, o tom de bom senso dos heróis Kafkianos é sempre patético. Como exigir algo onde eu, o escravo vivia sob leis que tinham sido inventadas só para mim e às quais, além disso, não sabia porque, nunca podia corresponder plenamente 31. Kafka habita o mundo da exceção, as regras não são universais e sequer universalizáveis. Essa é a maior antecipação de Kafka com relação aos campos de extermínio: a única regra é a arbitrariedade de um poder ilimitado o arbitrário, no entanto, é milimetricamente organizado, com toda a fúria da razão, como a máquina de matar da Colônia Penal 32. Não se trata de meros caprichos do poder, do clássico despotismo, mas do capricho como a própria forma de governo. Em suma: trata-se de um estado de exceção permanente 33. Nenhuma guerra foi declarada e, no entanto, vivemos em Estado de Guerra; nenhuma crise econômica foi anunciada e, no entanto, vivemos em Estado de Alerta; ninguém nos assaltou e, no entanto, vivemos em Estado de Pânico. E a prisão preventiva de K agora é nomeada: Guerra preventiva, Guerra ao terror, Patriotic act, Estado de Sítio na França para preservar carros queimados, Estado de Emergência em Nova Orleans para... para que mesmo? O mundo deformado de Kafka é o mundo da ausência de formas ou de leis. Trata-se do mundo submerso na pura negatividade de uma única lei sem conteúdo, a Lei do mercado. 31 Kafka, Franz. Carta ao Pai. São Paulo: Companhia das Letras, p Kafka, Franz. O Veredicto / Na Colônia Penal. São Paulo: Companhia das Letras, Sobre o Estado de exceção tornado regra, ver: Agamben, Giorgio. Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo, 2004.

11 A potência de Kafka permanece é provável que sua tradição se estenda até onde a vista alcançar a dominação e talvez se acentue. O monstro afia seus dentes e o expõe à luz do dia Forças Armadas de Israel declaram ter matado mais de mil palestinos em Gaza. 34 e os maiores descalabros não resultam em surpresa. Quando outros personagens tem algo que dizer a K., eles o dizem casualmente, como se ele no fundo já soubesse do que se tratava, por mais importante e surpreendente que seja a comunicação. É como se não houvesse nada de novo, como se o herói fosse discretamente convidado a lembrar de algo que ele havia esquecido 35. Mas talvez seja mesmo difícil nos lembrarmos, afinal, de Auschwitz para as periferias há a enorme distância entre o Fordismo e o Toyotismo. É também dessa perspectiva que se deve olhar para os personagens de Kafka, figuras sem contornos, ambíguas. Elas habitam aquela zona cinzenta da qual nos fala Primo Levi 36. Entre homens desumanizados se arrastam pequenos burocratas e carrascos, bem como pequenos grandes heróis. Porém, com algo em comum: todos são vítimas. Nessa região formada por um jogo de sombras sem luz, os contornos desaparecem. Os burocratas subordinados entre os quais estão incluídos os carrascos são também descartáveis, são todos desclassificados que, na queda, foram amparados pela coletividade organizada e tiveram permissão para sobreviver 37. O pai de cuecas sujas, o porteiro americano, o oficial apaixonado pela máquina são Kapos. Porém, a condição de vítima não exclui a culpa, e esta com freqüência é objetivamente grave, mas não conheço tribunal humano ao qual atribuir sua avaliação 38. Em meio às cinzas também há aqueles que resistem sem culpa alguma. Benjamin os colhe na zona cinzenta de Kafka, são aqueles que, também caídos, não conseguiram se agarrar a nada e foram parar no porão, como Odradeck 39. Sem culpa, pois já não têm valor algum, 34 Folha On Line: Manchete do dia 13/01/ Benjamin. Franz Kafka. A propósito do décimo aniversário de sua morte. p Levi, Primo. Os Afogados e os Sobreviventes. São Paulo: Paz e Terra, Adorno, Theodor W. Anotações Sobre Kafka. p grifo meu. 38 Levi, Primo. Os Afogados e os Sobreviventes. p Kafka. A preocupação do pai de família. In: Um Médico Rural: pequenas narrativas. São Paulo: Companhia das Letras, p. 22

12 não há nada neles que possa ser trocado, são vestígios incompreensíveis e inúteis em um mundo de utilidades. O Pai de família apenas o tolera. Porém nossa coleção de inúteis para o mundo 40 cresce assustadoramente. Enquanto à época de Adorno os Desempregados em O Castelo e emigrantes em América são preservados como fósseis do processo de marginalização. 41. Hoje desempregados e refugiados se tornaram intoleráveis Prodi y Zapatero piden a Sarkozy que organice expulsiones colectivas 42. O pai se cansou de tolerar, no melhor dos casos, atira suas maçãs e espera que o incômodo morra. E não esqueçamos da ameaça sempre presente da construção de um imenso muro... Não há mais espaço para quem não tem nada para trocar. Na ausência do horizonte da revolução, perdido já na época de Adorno, e de um pífio horizonte de reforma perdido há pouco mais de trinta anos resta apenas uma permissão para sobrevivermos, permissão que pode ser arbitrariamente revogada a qualquer momento pelo Pai. No entanto, quem é o Pai? A feição do poder ilimitado se esfuma assim como o nome do Conde West West no decorrer de O Castelo. Na ausência da figura do soberano como Hitler a zona cinzenta se amplia e toma o globo como o corpo descomunal do pai de Kafka cobria quase todo o mapa. O emaranhado que se forma, na obra de Kafka, entre a fuga e a aceitação aparece em uma síntese sinistra de assimilação e aniquilação. Ambas se encontram nas periferias entulhadas de eletrodomésticos das casas Bahia e de mortes, muitas mortes, muito mais do que seria suportável. Esperança? Não serei eu a primeira a capturá-la na obra de Kafka. Benjamin sabe que a esperança está em recuperar o esquecido, sempre. Kafka permanecerá nos lembrando até que não haja mais esquecimento. E até que se diga o Basta!, que a vergonha permaneça sobrevivendo. 40 Castel, Robert. As Metamorfoses da Questão Social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes, Adorno, Theodor W. Anotações Sobre Kafka. p Notícia publicada no dia 10/01/08 pelo blog Prática radical.

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14 bibliografia ADORNO, Theodor W. Anotações Sobre Kafka. In: Prismas: Crítica Cultural e Sociedade. São Paulo: Editora Ática, Mínima Moralha. São Paulo: Ática, ADORNO, Theodor W.; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, AGAMBEN, Giorgio. Os Ajudantes. In: Profanações. São Paulo: Boitempo, Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo, ANDERS, Günther. Kafka: pró e contra. Os autos do processo. São Paulo: Cosac Nayfy, BENJAMIN, Walter. Franz Kafka. A propósito do décimo aniversário de sua morte. In: Obras Escolhidas, V. I. São Paulo: Brasiliense, Sobre o conceito da História. In: Obras Escolhidas, V. I. São Paulo: Brasiliense, CASTEL, Robert. As Metamorfoses da Questão Social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes, KAFKA, Franz. A Metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

15 . A Muralha da China. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, Carta ao Pai. São Paulo: Companhia das Letras, O Castelo. São Paulo: Companhia das Letras, O Desaparecido ou América. São Paulo: Editora 34, O Processo. São Paulo: Companhia das Letras, O Veredicto / Na Colônia Penal. São Paulo: Companhia das Letras, Um Artista da Fome / A Construção. São Paulo: Companhia das Letras, Um Médico Rural: pequenas narrativas. São Paulo: Companhia das Letras, LEVI, Primo. Os Afogados e os Sobreviventes. São Paulo: Paz e Terra, LÖWY, Michael. Franz Kafka, sonhador insubmisso. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2005.

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