O consumo da Religião na hipermodernidade

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1 O consumo da Religião na hipermodernidade Jozy Mary Nogueira Souza Guimarães 1 Palavras chave: consumo, religião, hipermodernidade. Resumo: A fim de compreender a época de transição que estamos vivendo, usaremos as ferramentas conceituais de Lipovetsky. Nesta nova sociedade de pluralidade e fragmentação religiosa, o individuo não pode mais contar com um sistema de valores e pontos de referencia fixos, novos espaços de produção cultural são criados, tornando o exercício do consumo algo padronizado moldando as relações dos indivíduos. Antes, a cultura era um sistema completo e coerente de explicação do mundo, agora cede seu lugar para a sociedade de consumo. O indivíduo, depois de ter perdido seu referencial ideal, seu modelo único de normas, valores e objetivos que a religião por muito tempo lhe ofereceu, encontra agora num mundo sem fronteiras, sem traços concretos, sua identidade, seu estilo, seu sentido e valores. É sobretudo, na sociedade de mercado hipercapitalismo segundo Lipovetsky - que construímos nosso sistema de valores, redefinimos os domínios da vida social e cultural (LIPOVETSKY, 2011). Para Lipovetsky, com o advento de uma sociedade moderna marcada pela ênfase no excesso hipermodernidade onde todas as coisas se tornam intensas e urgentes, principalmente o conceito de cultura se transforma profundamente. Esse conceito começa a alarga-se de tal forma que se torna um mundo, ela não mais é uma parte do mundo real, pois não consegue mais dar conta de uma explicação completa e coerente do mundo (LIPOVETSKY, 2011). Keywords: consumption, religion, hyper. Summary: In order to understand the period of transition that we are living, we will use the conceptual tools Lipovetsky. In this new society of pluralism and religious fragmentation, the individual can no longer rely on a system of values and fixed points of reference, new spaces of cultural production are created by making exercise something standardized consumption shaping the relations of individuals. Before, 1 Mestre em História- UFMT, graduada em Filosofia- UFMT, professora na FEICS.

2 "culture was a complete and coherent system of explanation of the world," now yields his place to the consumer society. The individual, after having lost their ideal framework, its unique model of norms, values and goals that religion long offered, now in a world without borders, without concrete features, their identity, their style, their meaning and values. It is mainly in the market society - hypercapitalism second Lipovetsky - we build our value system, we redefine the fields of social and cultural life (LIPOVETSKY, 2011). For Lipovetsky, with the advent of a modern society marked by excessive emphasis on - hyper - where all things become intense and urgent, especially the concept of culture becomes deeply. This concept begins widens so that it becomes a world, it is no longer a part of the real world, it can no longer cope with a complete and coherent explanation of the world (LIPOVETSKY, 2011). O consumo da Religião na hipermodernidade A nosso ver, a leitura que Lipovetsky faz sobre o espírito do nosso tempo é uma ferramenta conceitual fundamental para uma compreensão global da época de transição que estamos vivendo. Nesta nova sociedade de pluralidade e fragmentação religiosa, o individuo não pode mais contar com um sistema de valores e pontos de referencia fixos, novos espaços de produção cultural são criados, tornando o exercício do consumo algo padronizado moldando as relações dos indivíduos. Antes, a cultura era um sistema completo e coerente de explicação do mundo (LIPOVETSKY, 2007: 67), agora cede seu lugar para a sociedade de consumo. É especialmente neste contexto que pretendemos pensar O indivíduo, depois de ter perdido seu referencial ideal, seu modelo único de normas, valores e objetivos que a religião por muito tempo lhe ofereceu, encontra agora num mundo sem fronteiras, sem traços concretos, sua identidade, seu estilo, seu sentido e valores. É, sobretudo, na sociedade de mercado hipercapitalismo segundo Lipovetsky - que construímos nosso sistema de valores, redefinimos os domínios da vida social e cultural (LIPOVETSKY, 2011).

3 Para Lipovetsky, com o advento de uma sociedade moderna marcada pela ênfase no excesso hipermodernidade onde todas as coisas se tornam intensas e urgentes, principalmente o conceito de cultura se transforma profundamente. Esse conceito começa a alarga-se de tal forma que se torna um mundo, ela não mais é uma parte do mundo real, pois não consegue mais dar conta de uma explicação completa e coerente do mundo (LIPOVETSKY, 2011). A ideia da cultura-mundo, que Vattimo identifica como cristandade, começou a se formar desde o surgimento da noção de cosmopolitismo, é um valor que constitui a antiga tradição intelectual e religiosa do Ocidente. Esse sentimento de fazer parte de um todo e não de uma parte, de ser cidadão do mundo como afirmou Schiller no fim do século XVIII, nasce na Grécia dos céticos, cínicos e estoicos, e se manifesta no cristianismo antes mesmo das Luzes, exalta a unidade do gênero humano, os valores de liberdade e de tolerância, de progresso e de democracia. Ela se identifica com um ideal ético e liberal e considera o amor pela humanidade superior ao amor pela cidade (LIPOVETSKY, 2011: 8). No Brasil, mais especificamente em Mato Grosso, a luta pela criação de uma identidade coletiva era esforço eclesiástico árduo desde a criação da paróquia de Senhor Bom Jesus de Cuiabá, em 1720, pelo bispado do Rio de Janeiro, que tinha como principais objetivos expandir a presença da Igreja Católica no extremo Oeste, prestar assistência religiosa à população de Cuiabá e cristianizar as populações indígenas (MARIN in: PERARO, 2009:58). A implantação do catolicismo como religião, portanto era sinônimo de nacionalidade, progresso e civilização, segundo Marin. Segundo Lipovetsky, estamos vivendo uma segunda era da cultura-mundo, que se configura com traços de um universal concreto e social, pois não é mais confinada a esfera do ideal, mas ela remete a realidade planetária hipermoderna em que a economia mundial se organiza em torno de um único modelo de normas, objetivos e valores. Na cultura-mundo a esfera cultural não é mais marcada por uma heterogeneidade e com uma universalização da cultura mercantil que se apodera de quase todas as atividades humanas, mas a cultura-mundo dissemina-se em todas essas atividades e com ela surgem novos problemas não apenas globais, de ecologia, crise econômica, mas também existenciais, de identidade, distúrbios de personalidade e outros (LIPOVETSKY, 2011:9).

4 O que marca a cultura-mundo é o consumo, assim como o crescimento do universo da comunicação, da informação, da mídia e o desenvolvimento de novas tecnologias nessas áreas que possibilitou um consumo cada vez mais crescente de imagens, de informações, e das trocas ao infinito. Assim, essa hipercultura não tem mais nada de periférico, não ocupa mais um setor na vida social, mas está em todos os lugares, remodelando, a todo o momento, nosso conhecimento sobre o mundo, por isso os críticos a acusam de uniformizar pensamentos, manipular opinião, pervertendo a democracia e o debate público (LIPOVETSKY, 2011: 10-11). E quanto à cultura em tempos de abundancia de oferta mercantil, de informações, de imagens, de marcas, produtos, alimentos e música por toda a parte? Como pensá-la em meio a uma diversidade de experiências consumistas e em um cotidiano marcado por um consumo cada vez mais cosmopolítico? Nossa região não está longe dessa realidade, é o que procuraremos evidenciar no capítulo seguinte. Para construir sua existência o indivíduo dispõe de muitos elementos, pois, se por um lado, normas e imagens comuns são veiculadas por toda parte, a desterritorialização, a diversificação social, por outro também é alavancada. É possível termos uma consciência planetária dos perigos que a cultura-mundo oferece, mas isso não quer dizer que a cultura mundial é unificada. Os valores locais não cedem espaço ao global, muito pelo contrário, elas se afirmam cada vez mais. Se o mercado e as indústrias culturais forjam uma cultura com uma forte tendência de homogeneização, também vemos as comunidades lutando para marcar sua diferença. Uniformização globalitária e fragmentação cultural andam juntas (LIPOVETSKY, 2011:18). Nesse momento a cultura está ameaçada, o autor aponta alguns fenômenos que baseiam sua afirmação; o primeiro é o lugar central que a dimensão econômica da cultura passou a ocupar, ela é o principal motor de crescimento das nações desenvolvidas. O segundo lugar, com o crescimento do capitalismo a esfera cultural foi engolida por ele, dando lugar a um relativismo cultural, sem antigas fronteiras simbólicas, sem hierarquizações, ou polarizações. E em terceiro, quanto mais globalizado, mais os grupos ou até mesmo os indivíduos buscam afirmar sua identidade reivindicando seus territórios e fronteiras (LIPOVETSKY, 2011:19).

5 Na medida em que as esferas econômicas e políticas redizem suas dissensões e disputas, a cultura faz ressurgir oposições e divisões extremas, o foco sai da luta de classes e quem passa a ocupar o centro da polêmica é a cultura. Como agora é o consumo que move o setor financeiro a ligação entre capitalismo de consumo e cultura individualizada é cada vez mais estreita, e está aberta, em fluxo constante, pronta para ser inventada. Procurando explicar um fator chave que dê conta dessa desorientação generalizada dos indivíduos alguns apontam a globalização liberal : é notório, mas insuficiente. Até mesmo a contribuição de Nietzsche para a desestabilização dos valores superiores no mundo moderno é visível, onde o sentimento de solidão e vazio aumenta, junto com a perda do sentido e objetivos. Por causa da nova orientação do mundo contemporâneo, agregam-se outros fatores que contribuem ainda mais para esse sentimento de desorientação que é a desintegração dos pontos de referencia sociais mais comuns, esse sentimento cresce à medida que cresce o universo da mídia, da tecnologia e do consumo (LIPOVETSKY, 2011: 31). Lipovetsky aponta quatro polos estruturantes que configuram o mundo hipermoderno; o primeiro, o hipercapitalismo, que é o que move a globalização financeira; a hipertecnização, o uso universal da técnica moderna; o hiperindividualismo, em que ocorre a privatização da religião; e o hiperconsumo, o consumo como forma de satisfação pessoal, tudo isso em constante interação e que proporcionam o triunfo da cultura globalizada, uma cultura sem fronteiras que tem como objetivo uma sociedade universal de consumidores (LIPOVETSKY, 2011: 32). Assim nasce uma nova relação com o mundo, uma nova cultura sem precedentes na história, regada de um mal-estar na modernidade. Em nosso mundo de hipertécnica e hipereconomia a cultura tende a ficar oculta, porém elas criam não apenas um mundo racional-material, mas um mundo de símbolos, de significação e de imaginário social que atinge todo o mundo. O que marca essa cultura-mundo não é apenas o frenesi do consumo e a destruição das fronteiras geográficas, mas um processo generalizado de desregulamentação da vida social e individual (LIPOVETSKY, 2011). Segundo Hans Gumbrecht, os tempos modernos são permeados pelo impacto dos meios

6 de comunicação sobre os sentidos e suas formas e acabam impactando principalmente a função da comunicação e a forma de pensar dos que a recebem. Nos anos de 1980, com a abertura do comércio mundial, o capitalismo entrou em uma nova regulamentação, onde opera um sistema integrado de comércio que o autor chama de hipercapitalismo (LIPOVETSKY, 2011). No Brasil esse processo tem início nos anos 90, marco histórico da nossa pesquisa. Com a liberação das trocas mercantis a velocidade das movimentações financeiras e a multiplicação dos produtos de risco tornaram o sistema financeiro do mundo inteiro instável, que de fato escapa ao controle. O que deveria trazer o crescimento socioeconômico e a redução da pobreza operou no sentido contrário, com a instabilidade e risco constante levando as grandes empresas a reduzir os custos e tirar a máxima rentabilidade transferindo-se para regiões de menor custo de salário, provocando angústia e desconfiança até mesmo nos executivos e principalmente imputando ao indivíduo a responsabilidade pelo sucesso e crescimento da empresa, o que reforça a carga de ansiedade e angústia no profissional. Diante disso o trabalhador carrega sozinho o fardo da competência e diante do fracasso experimenta a humilhação e a culpa pessoal, por isso pode-se afirmar que, o indivíduo procura cada vez mais uma religião íntima e não mais absoluta, para responder seus dilemas e conferir certo conforto pessoal. Agora é a lógica do hipercapitalismo que regula a organização de nosso universo social e cultural, e seu triunfo é marcadamente cultural e não apenas econômico, tornando-se modelo do agir humano, da vida coletiva e dos modos de pensamento. Tudo é pensado em termo de rentabilidade e de desempenho, de cálculos individuais de custos e benefícios. Exibir sua fortuna particular está na moda, as escolas de comércio também, muito mais do que as ciências humanas ou exatas, por isso Marx não está mais na moda, destruição do mercado nem pensar (LIPOVETSKY, 2011). Os movimentos antiglobalização se opõem, sem nenhuma alternativa em pauta, simplesmente por criticar, por desejar outro mundo, mas substituir pelo que? Questiona Lipovetsky. O homem contemporâneo está tão ofuscado pela luz da lógica econômica que não consegue encontrar em outro lugar os prazeres fáceis e variados que o consumo lhe oferece. Até mesmo o marketing anticonsumismo, que defende a boa consciência, ou consumo consciente, age de forma oposta, estimulando ainda mais o consumo.

7 A cultura-mundo é marcadamente tecnológica. A técnica atingiu todos os setores da vida humana, impondo-se como estilo de vida, modo de pensamento, resta-nos adaptar-se. Ela mover a esperança do homem rumo a um progresso infinito, já desde Bacon e Descartes. Um futuro radioso é almejado pela revolução das biotecnologias, da bioquímica, nanotecnologia, também com a promessa da eterna juventude, da saúde perfeita (LIPOVETSKY, 2011:42). Porém essa confiança começou a ruir frente aos fenômenos e catástrofes desde 1945; ameaças e acidentes nucleares, químicas e farmacêuticas, proliferação de câncer ligado a radiações e poluições, esgotamento de recursos naturais, e podemos citar muitos outros ainda. Essa desconfiança estende-se também sobre o próprio homem em suas relações com o corpo, com sua experiência sensível e com os outros, e com as instituições religiosas que ainda insistem em manter um discurso normativo e centralizador, o individuo começa a abandonar esse modelo. Da mesma forma que se configura uma nova organização econômica de mercado uma nova era do individualismo desponta, com um sistema de valores em que o princípio de que o indivíduo é o referencial último da democracia é eleito. As regras da vida social, a lei, e o saber emanam do homem e não de fora do indivíduo como na religião ou tradição, mas construídos livremente (LIPOVETSKY, 2011:46-47). Um narcisismo cultural aparente, segundo Lipovetsky, começa a se configurar na medida em que, paralelo à autonomia do sujeito, ao hedonismo e ao psicologismo, desenvolve-se uma nova relação com o corpo: excesso de desejo pelo corpo e saúde perfeitos, cirurgias estéticas, contribuindo assim para a desorientação cada vez mais completa aos indivíduos. Aumenta a desconfiança do indivíduo em relação aos responsáveis políticos, o descrédito do cidadão na classe política se amplia, cresce o número dos que se privam do voto, e de uma opção política. Sua identidade política torna-se individualizada, porém hesitante e incerta. A própria democracia poderia assim ser abalada já que seu poder de governar esvazia-se (LIPOVETSKY, 2011:49). Assim, surge uma necessidade individual de pertencimento, como forma de compensação identitária, necessidade essa de se identificar com comunidades particulares, étnicas, religiosas, capazes de criar um sentimento de inclusão coletiva, à medida que recuam os centros de identificação universal. A busca pelo transcendente está calcada nessa necessidade, segundo o autor. (LIPOVETSKY, 2011:52).

8 As famílias e as relações de gênero também têm sua ordem tradicional deslocada. A família tornou-se incerta, hesitante e individualista, cada um escolhe conforme sua ideia de felicidade. O lugar feminino é reordenado, e os papéis sexuais se tornaram abertos e indeterminado, trabalhar, cuidar dos filhos, tudo é negociável. (LIPOVETSKY,2011:53). A individualidade sobrepõe-se sobre os interesses de grupo, a instituição emocional e flexível sobre a instituição ordenadora de antes. Procurando identificar a experiência religiosa no que Lipovetsky chama de terceira fase do capitalismo - a hipermodernidade - podemos verificar transformações nas práticas e espaços coletivos da espiritualidade. A religião e sua estrutura institucional não dão mais conta de promover a felicidade tão oferecida no mercado de consumo. Assim, ela não desaparece, mas reorienta-se na direção do mercado, tornadose uma religião sem Deus e aberta a experiências cada vez mais personalistas e midiáticas, como práticas de consumo. Está em constante busca uma satisfação cada vez mais individualista, que se adaptou à nova configuração da sociedade globalizada e dita neoliberal da felicidade imediata. Assim se configuram os novos tempos, o centro estruturante das questões públicas que era o Estado cede lugar ao mercado, e esse último, uma vez ocupando as bases da vida pública impõe o consumo como novo modelo emocional e comportamental ao indivíduo. enquanto a, Segundo Canclini, na América Latina percebemos o mesmo movimento, esfera pública é ocupada por agentes que calculam tecnicamente suas decisões e organizam tecnoburocraticamente o atendimento às demandas, segundo critérios de rentabilidade e eficiência, a subjetividade polemica, ou simplesmente a subjetividade recolhe-se ao âmbito privado (CANCLINI, 2011: 288). Assim, procuramos pensar como esse novo modelo de religião que agora negocia com a marca principal da cultura atual, o consumo. Segundo nosso filósofo, se é a cultura que remodela nosso modo de pensar, e de ser no mundo, nosso modo de crer, de se relacionar com Deus também será afetado pelo consumo. Se Gilles estiver correto, os valores locais (os religiosos) estão em constante troca com o global, e ainda procurando se afirmar cada vez mais. Se o mercado e as indústrias culturais forjam uma cultura com uma forte tendência de homogeneização, também vemos as comunidades

9 lutando para marcar sua diferença, exemplos dessas lutas: marcha para Jesus, shows evangélicos, aumento cada vez maior da bancada evangélica no Congresso Nacional, utilização dos meios de comunicação, internet, blogs evangélicos, disk oração. Este mal-estar na modernidade, que Lipovetsky menciona, que essa nova relação com o mundo gerou pode ser identificada na religião de modo geral também, talvez seja a explicação do constante transito religioso dos protestantes no Brasil 2. O intuito dessa discussão sobre religião e consumo é evidenciar o rompimento da religião com uma visão totalizante de mundo e a abertura para uma pluralização de visões. Se a religião é também um código cultural, também foi afetada pela pluralização e ainda, tem sido desafiada a reconhecer o pluralismo religioso como um princípio básico para a dinâmica do campo religioso atual (SHANCHEZ, 2010:14). O que nos abriria para outras discussões. Bibliografia ALVES.BARROS,CAVENAGHI. A dinâmica das filiações evangélicas no Brasil/ José Eustáquio Diniz Alves, Luiz Felipe Walter Barros e Suzana Cavenaghi..REVER. Ano 12, n.12, jul/dez CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da Modernidade. Trad. Heloísa P. Cintrão, Ana Regina Lessa. 4.ed. São Paulo: Edusp, LIPOVETSKY, Gilles. Os tempos Hipermodernos. São Paulo: Barcarolla, 2004, p A felicidade paradoxal: ensaio sobre uma sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras, A Cultura-Mundo: resposta a uma sociedade desorientada/ Gilles Lipovetski e Jean Serroy; tradução Maria Lúcia Machado. São Paulo : Companhia das Letras, Para melhor esclarecimento ver José Eustáquio Diniz Alves, Luiz Felipe Walter Barros e Suzana Cavenaghi. A dinâmica das filiações evangélicas no Brasil.REVER. Ano 12, n.12, jul/dez 2012.

10 NIETZSCHE, F. W. Genealogia da Moral. III, 27. In: Obras Incompletas/ Friederich Nietzsche ; seleção de textos de Gérad Lebrun; Trad. E notas de Rubens Rodrigues Torres Filho; posfácio de Antonio Candido de Mello e Souza. 2. Ed. - ; São Paulo: Abril Cultural, Genealogia da moral: uma polêmica. Tradução de Paulo Cesar de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, Crítica aos valores superiores. In: Vontade de Potencia. Tradução, prefacio e notas de Mário Ferreira dos Santos. - Petrópolis, RJ : Vozes, ROUANET, Sérgio Paulo. Mal-Estar na Modernidade. São Paulo: Cia das Letras, SANCHEZ, W. Lopes. Pluralismo Religioso: As religiões no mundo atual. coleção temas do ensino religioso. 2º.ed. São Paulo: Paulinas, 2010.

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